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1 Ano IV Série I Distribuição Gratuita Trimestral #14 outubro novembro dezembro 2014 BALCÃO DO EMPREENDEDOR A ACISO presta agora aos seus associados vários serviços ao nível do licenciamento zero. A ACISO celebrou com o Município de um acordo de colaboração permitindo que a ACISO através dos seus técnicos credenciados passe a poder submeter na plataforma do Balcão do Empreendedor os seguintes serviços: instalação, modificação e encerramento de estabelecimentos; comunicação e alteração de horário de funcionamento; instalação de equipamento - ocupação de espaço público. INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CEO O Centro de Empresas de (CEO) é uma estrutura local de acolhimento e apoio ao desenvolvimento de novas microempresas, cuja estrutura se encontra localizada no Piso zero do Edifício do Mercado Municipal de. O CEO disponibiliza gabinete individualizado mobilado, de 11m², para a instalação da nova empresa, completamente gratuito no 1º ano de atividade. Presta orientação e aconselhamento técnicos na fase de implementação e desenvolvimento da ideia de negócio ou do arranque da empresa. OPORTUNIDADES NA ARGÉLIA EMPREENDER NO FEMININO Neste Infoaciso damos destaque ao projeto de empreendedorismo desenvolvido pela ACISO. Trata-se de um projeto dirigido a mulheres desempregadas que tiveram a possibilidade de decidir pela criação do próprio emprego obtendo apoio à criação da sua empresa. É com satisfação que, a esta data, divulgamos as quatro novas empresas já criadas, estando duas outras em fase de implementação. A todas formulamos votos dos maiores sucessos. A ACISO em colaboração com a Câmara de Comércio e Indústria Árabe-Portuguesa, realiza no próximo dia 17 de outubro, pelas 14h30, na sua sede, uma Sessão de Esclarecimento sobre Mercado Argelino. Este país tem demonstrado uma grande abertura aos produtos portugueses, motivo pelo qual a presente sessão poderá abrir novas possibilidades aos empresários presentes. Participe e conheça as oportunidades de negócio e de investimento neste país. Inscrições através do telf ou

2 02 BREVE APONTA MENTO FRANCISCO VIEIRA Ao longo dos últimos meses os presidentes das associações empresariais de raiz comercial que integram o território correspondente à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo têm reunido com assiduidade. Admito que não tanto quanto seria desejável, mas muito mais do que o faziam no passado. E fazem-no com o objetivo de procurar as melhores soluções para os seus problemas, semelhantes e alguns deles até comuns. As diversas reuniões realizadas permitiram melhorar o conhecimento das diferentes realidades, comparar soluções para as múltiplas dificuldades, conhecer melhor os territórios, que estando próximos apresentam por vezes expectativas distintas. Em suma, os presidentes das associações de Abrantes, Tomar, Torres Novas e (citando aqui apenas os concelhos que inicialmente as titulam) têm conseguido, com esforço, estabelecer pontes entre si, agregando-se em torno do objetivo comum que é proporcionar o melhor apoio aos seus associados. Importa verificar que este esforço coletivo não olha apenas para a realidade presente, mas pretende sobretudo projetar um trabalho conjunto em termos de futuro, intervindo de forma coletiva no Médio Tejo. Representando cerca de 4 mil empresários, o esforço desenvolvido por estas associações, deverá ser um forte contributo para melhorar a qualidade do apoio prestado às empresas, promovendo o desenvolvimento económico e social das comunidades onde se integram. Acredita-se estarem reunidas as condições para avançar para um patamar mais ambicioso, constituindo, até final do corrente ano, a eventualmente designada Federação das Associações Empresariais do Médio Tejo, parceiro decisivo para a sustentabilidade dos territórios mais desfavorecidos e para uma desejável redinamização empresarial. Acreditase que esta nova entidade poderá e deverá ser um parceiro decisivo na dinamização dos apoios comunitários até 2020, quer pela sua representatividade, quer pelo conhecimento profundo que tem das empresas, disponibilizandose para um relacionamento positivo e empenhado com todos aqueles que com ela queiram trilhar este caminho de interesse coletivo. INICIATIVAS E ATIVIDADES AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO TRABALHO NÃO DECLARADO A ACT - Autoridade para as Condições de Trabalho realiza, no próximo dia 30 de outubro, pelas 16h30, na sede da ACISO, uma ação de sensibilização sobre Trabalho Não Declarado. A ação será dinamizada por António Salgueiro, inspetor da ACT e contará ainda com a presença de um representante do SEF - Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Pretende-se com esta ação sensibilizar os empresários para as vantagens do trabalho declarado e para os riscos e consequências da sua não declaração. Segundo dados de 2013 do Eurofound, a economia informal em Portugal representa cerca de 19,4% do PIB. O trabalho não declarado tem efeitos negativos sobre a dinâmica do crescimento das empresas e sobre as oportunidades de inovação e melhoria do capital humano. Inscrições: ou telef ACISO E A VIRTUALNET CELEBRAM PROTOCOLO A ACISO e a VIRTUALNET celebraram um Protocolo de Cooperação que visa a disponibilização aos Associados da ACISO que assim o pretenderem, por parte da VIRTUALNET, de serviços de elaboração de websites low cost, com inclusão de reportagem fotográfica e de realização de vídeo. Inclui design profissional, alojamento para o primeiro ano, registo de domínio em.com ou.pt, banner de destaques, galeria para 20 fotografias incluindo a reportagem fotográfica, espaço para um vídeo e realização do vídeo institucional, integração com redes sociais, 1 formulário, contactos, mapa de localização e 5 contas de . Ter presença na internet é cada vez mais uma questão incontronável. Para mais informações contacte a ACISO. PROTOCOLO ENTRE ACISO e SLIDESHOW LEVA À CRIAÇÃO DO BI da EMPRESA A ACISO e a SLIDESHOW celebraram um Protocolo que tem por objetivo principal a disponibilização aos Associados da ACISO do acesso ao serviço BI da Empresa. Trata-se de um Diretório de Associados que funcionará como uma montra digital optimizada na qual cada empresa terá uma página apelativa na Internet, podendo carregar um video institucional, galeria de imagens, formulário de contacto e dados comerciais. Este Diretório Digital será colocado no site da ACISO, dando mais visibilidade às empresas e potenciando trocas comerciais. Por um custo de apenas 20 acrescido de IVA, a empresa poderá garantir a sua presença. Caso necessite da elaboração de conteúdos estão previstas condições especiais para o efeito. Para mais informações contacte a ACISO.

3 03 EM DESTAQUE ESTÍMULO EMPREGO A Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de julho criou a Medida Estímulo Emprego, revogado as Medidas Estímulo 2013 e Apoio à Contratação via Reembolso da Taxa Social Única (TSU). A Medida Estímulo Emprego consiste num apoio financeiro aos empregadores que celebrem contratos de trabalho a termo certo por prazo igual ou superior a 6 meses ou contratos de trabalho sem termo, a tempo completo ou a tempo parcial, com desempregados inscritos nos serviços de emprego numa das seguintes situações: inscritos há pelo menos 6 meses consecutivos; inscritos há pelo menos 2 meses consecutivos, nos casos de desempregados com idade inferior a 30 anos ou com idade igual ou superior a 45 anos ou ainda outros desempregados que não tenham registos na Segurança Social como trabalhadores por contra de outrem nem como trabalhadores independentes nos últimos 12 meses; beneficiários de prestações de desemprego; beneficiários de rendimento de inserção social; inscritos cujo cônjuge ou pessoa com quem vivam em união de facto se encontre igualmente em situação de desemprego; inscritos com deficiência e incapacidade; que integrem família monoparental; vítimas de violência doméstica; ex-reclusos e toxicodependentes em processo de recuperação. Podem candidatar-se à medida pessoas singulares ou coletivas de natureza privada, com ou sem fins lucrativos, incluindo as empresas que iniciaram processo especial de revitalização. Para tal as entidades empregadoras devem reunir alguns requisitos, entre os quais, estar legalmente constituídas, não ter dívidas à segurança social nem à administração fiscal, não ter salários em atraso e não terem sido condenadas em processo-crime ou contraordenacional por violação de legislação de trabalho nos últimos 2 anos. O apoio financeiro a conceder corresponde, no caso de contratos a termo certo, a 80% (majorado para 100% em certas situações) do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), multiplicado por metade do número inteiro de meses de duração do contrato, não podendo ultrapassar o valor de 80% do IAS vezes 6 (2.012,26 ). No caso dos contratos sem termo, o valor corresponde a 1,1 IAS vezes 12 (5.533,70 ). A majoração de 100% aplica-se quando se trate de contratação de desempregados inscritos no IEFP, entre outras, nas seguintes situações: há pelo menos 12 meses consecutivos, tenham idade inferior a 30 anos ou idade igual ou superior a 45 anos, sejam beneficiários de prestações de desemprego. Para atribuição do apoio financeiro as empresas devem manter a criação líquida de emprego e manutenção do nível de emprego atingido por via do apoio, pagar a retribuição mínima garantida na lei ou na CCT aplicável e proporcionar formação profissional durante o período de duração do apoio. As candidaturas são submetidas no portal NetEmprego (www.netemprego. gov.pt), através do registo da oferta de emprego relativa aos postos de trabalho a preencher, podendo a entidade empregadora identificar os destinatários que pretende contratar.

4 04 SETORES DE ATIVIDADE Salário mínimo aumenta para 505 euros, com efeitos a partir do dia 01 de outubro 2014 até 31 dezembro de Em contrapartida, a taxa social única paga pelas empresas por cada trabalhador que está a receber o salário mínimo reduz-se de 23,75% para 23%. // COMÉRCIO E SERVIÇOS A Lei n.º 47/2014, de 28 julho, transpôs para a ordem jurídica nacional alguns artigos da Diretiva 2011/83/EU, relativa aos direitos dos consumidores, alterando deste modo a Lei de Defesa do Consumidor. As alterações introduzidas vêm reforçar o direito à informação pré-contratual. Proíbe-se a exigência/cobrança de qualquer pagamento adicional à obrigação contratual principal quando o fornecedor ou prestador de serviços não tenha obtido o acordo expresso do consumidor. A entrega dos bens passa a ser regulada, devendo o fornecedor entregar o bem dentro do prazo que tiver sido fixado pelo consumidor. Não tendo sido fixado prazo, o fornecedor deverá entregar o bem sem demora e o mais tardar 30 dias após celebração do contrato. Havendo incumprimento deste prazo, o consumidor tem direito de solicitar a entrega num prazo adicional que, caso não seja cumprido, lhe dará o direito de resolver o contrato. O risco de perda ou dano dos bens transfere-se para o consumidor quando este ou um terceiro por ele indicado, que não o transportador, adquira a posse física dos bens. HOTELARIA E TURISMO Entra em vigor a 27 de novembro de 2014 o regime jurídico da exploração dos estabelecimentos de alojamento local. Com a publicação do Decreto-Lei nº 128/2014, de 29 de agosto, é autonomizada a figura de alojamento local, reconhecendo a sua relevância turística. Os estabelecimentos de alojamento local e os empreendimentos turísticos passam a ser duas figuras autónomas, com diplomas jurídicos próprios. Mantêm-se as três modalidades de alojamento local - moradia, apartamento e estabelecimento de hospedagem. Os estabelecimentos de hospedagem podem utilizar a denominação hostel se obedecerem aos requisitos que serão regulamentados por portaria. O registo de estabelecimentos de alojamento local é efetuado na Câmara Municipal através de comunicação prévia, isento de taxas. É estabelecida uma capacidade máxima dos estabelecimentos de alojamento local (excetuando os hostel) de 9 quartos e 30 utentes. A afixação da placa identificativa, no exterior, apenas é obrigatória para os estabelecimentos de hospedagem. É proibida a exploração como estabelecimentos de alojamento local aos estabelecimentos que reúnam os requisitos para serem considerados empreendimentos turísticos. A entidade fiscalizadora dos estabelecimentos de alojamento local é a ASAE. RESTAURAÇÃO E BEBIDAS Entrou em vigor a 09 de setembro, o Decreto-Lei nº 135/2014, de 8 de setembro, que estabelece as medidas de segurança obrigatórias em estabelecimentos de restauração ou de bebidas que disponham de espaços ou salas destinados a dança, ou onde habitualmente se dance. Não estão abrangidos pelo diploma os estabelecimentos cuja lotação for inferior ou igual a 100 lugares se o respetivo horário de funcionamento não abranger, na totalidade ou em parte, o período entre as 2 e as 7 horas ou o período entre as 24 e as 7 horas. Os estabelecimentos são obrigados a dispor de um sistema de videovigilância com captação e gravação de imagens, sendo suprimida a exigência de ligação a uma central pública de alarmes. Os estabelecimentos com lotação igual ou superior a 200 lugares devem ter equipamento de deteção de armas e objetos perigosos e um serviço de vigilância com recurso a segurança privada com a especialidade de segurança-porteiro. A fiscalização é da competência da PSP, GNR e ASAE. CONSTRUÇÃO E INDÚSTRIA No seguimento da informação da última edição, já foi publicado, em Diário da República, o Decreto-Lei nº 136/2014, que procede à alteração do regime jurídico da urbanização e edificação (RJUE). Este vem simplificar o controlo de operações urbanísticas efetuado mediante o procedimento de comunicação prévia com prazo, a qual, quando corretamente instruída, dispensa a prática de atos permissivos. Assim, quando as condições de realização da operação urbanística se encontrem suficientemente definidas, a apresentação de comunicação permite ao interessado proceder à realização de determinadas operações urbanísticas imediatamente após o pagamento das taxas devidas. Trata-se de situações em que a salvaguarda dos interesses públicos a elas correspondentes se alcança pela via de um controlo prévio de natureza meramente formal, nomeadamente nas situações em que as operações se encontram já enquadradas por atos de licenciamento de loteamento ou de informação prévia. O conceito de reconstrução é também revisto, passando a definir-se como: obras de construção subsequentes à demolição, total ou parcial que inclua a reconstituição da estrutura das fachadas.

5 05 PROGRAMAS DE FINANCIAMENTO PROGRAMA INVESTE JOVEM O Programa Investe Jovem, criado pela Portaria n.º 151/2014, de 30 de julho, visa promover a criação de novas empresas por jovens desempregados inscritos no IEFP com idades entre os 18 e os 30 anos, através do apoio à criação do próprio emprego e micronegócios. Os projetos de criação de empresas devem respeitar os seguintes requisitos: apresentar um investimento total entre 2,5 e 100 vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS) (ou seja entre e ); apresentar viabilidade económico-financeira e não incluir, no investimento a realizar, a compra de capital social de empresa existente. Aos projetos aprovados é atribuído um apoio financeiro ao investimento até 75% do investimento total elegível sob a forma de empréstimo sem juros, reembolsável num prazo de 24 a 54 meses (em função do valor do investimento total aprovado), com um período de carência de 6 a 12 meses. Os promotores beneficiam ainda de um apoio à criação do próprio emprego, sob a forma de subsídio não reembolsável, por posto de trabalho criado a tempo inteiro, até ao montante de 6 vezes o IAS ( 2.515,32), até ao limite de 4 postos de trabalho. Os projetos de criação de empresas que obtenham aprovação no âmbito deste programa, podem beneficiar de apoio técnico para alargamento de competências na área do empreendedorismo e da capacitação na estruturação do projeto, sendo este assegurado por iniciativa e responsabilidade do IEFP. As candidaturas a este programa são submetidas na área pessoal do promotor no Portal NetEmprego em gov.pt, aguardando-se ainda a abertura do período de candidatura. ASPETOS O Decreto-Lei nº 133/2014, de 5 de setembro revê o peso máximo de determinados veículos, procedendo à alteração do regulamento que fixa os pesos e as dimensões máximos autorizados para os veículos em circulação. Foi revisto o valor do peso bruto máximo para o transporte, designadamente, de produtos siderúrgicos, minérios, de produtos vitivinícolas, hortofrutícolas, pecuários, frutas e cereais. É introduzida a possibilidade de os veículos a motor-reboque com cinco ou mais eixos que efetuem exclusivamente o transporte de produtos vitivinícolas, frutas e produtos hortícolas, pecuários e cereais poderem atingir o peso bruto máximo de 60 t, desde que esse transporte tenha origem na produção e tenha como destino as unidades de concentração ou transformação e se realize exclusivamente durante as campanhas agrícolas, com exceção da pecuária. ASPETOS ATIVIDADE EMPRESARIAL ALTERAÇÃO DE PESOS E DIMENSÕES DOS VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO ATIVIDADE EMPRESARIAL PORTAL SOBRE O NOVO QUADRO COMUNITÁRIO PORTUGAL 2020 Na sequência da apresentação formal do Acordo de Parceria entre Portugal e a Comissão Europeia, a Agência para o Desenvolvimento e Coesão criou um portal com informações sobre o próximo quadro comunitário, o Portugal 2020, que sucede ao QREN. Neste portal podem-se consultar todas as informações já disponíveis sobre este importante quadro de apoio, que injetará na economia portuguesa mais de 25 mil milhões de euros nos próximos anos. A novidade deste portal é o Balcão 2020 que constitui o ponto de acesso aos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento, para todas as entidades que se pretendam candidatar a financiamento destes fundos. Este balcão virtual permite o registo do beneficiário e acesso a um conjunto de serviços de suporte, desde a submissão da sua candidatura, com pré-preenchimento e interação, até ao acompanhamento dos seus projetos nas suas diversas fases. O Portal Portugal 2020 está disponível em

6 06 EMPREGO JOVEM ATIVO A medida Emprego Jovem Ativo, criada pela Portaria n.º 150/2014, de 30 de julho, consiste no desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho por jovens em situação de desfavorecimento face ao mercado de trabalho conjuntamente com jovens mais qualificados. São destinatários desta medida os jovens, com idade compreendida entre os 18 e os 29 anos inscritos como desempregados no IEFP, que não possuam a escolaridade obrigatória e jovens detentores de licenciatura, mestrado ou doutoramento. Podem candidatar-se à medida pessoas coletivas de natureza pública ou privada com ou sem fins lucrativos. Para beneficiar desta medida as entidades promotoras apresentam um projeto integrado de atividade, com duração de 6 meses que comtemple, designadamente: descrição das atividades a desenvolver; a justificação da relevância da atividade para a integração dos destinatários, que não pode consistir no preenchimento de postos de trabalho; um plano de inserção e um orientador responsável. No caso de pessoa coletiva de natureza privada com fins lucrativos, as atividades a desenvolver pelos destinatários devem inserir-se no âmbito de preocupações sociais ou ambientais que não se integrem na atividade principal da entidade. O projeto deve abranger cumulativamente um mínimo de 2 e um máximo de 3 de jovens que não possuam a escolaridade obrigatória e 1 jovem detentor de licenciatura, mestrado ou doutoramento. Os destinatários têm direito a uma bolsa mensal de 293,45 no caso dos jovens que não possuem a escolaridade obrigatória e de 544,99 no caso jovens detentores de licenciatura, mestrado ou doutoramento, a subsídio de alimentação e a seguro de acidentes pessoais. Os destinatários não são abrangidos por qualquer regime obrigatório de segurança social. O IEFP comparticipa as despesas da entidade promotora com os destinatários relativas ao subsídio de alimentação, prémio do seguro de acidentes pessoais e bolsa mensal em 100%. A candidatura é submetida através do portal NetEmprego em ESTÁGIOS EMPREGO Entraram em vigor a 25 de julho as novas alterações à Medida Estágios Emprego, introduzidas pela Portaria n.º 149-B/2014, de 24 de julho, as quais apresentam condições menos favoráveis para as empresas. A duração dos estágios passa para 9 meses, existindo no entanto exceções caso o estagiário seja uma pessoa com deficiência e incapacidade, vítima de violência doméstica, ex-reculso ou toxicodependente em processo de recuperação, situações em que a duração do estágio se mantém nos 12 meses. O estágio poderá ser estendido de 9 para 12 meses em situações devidamente fundamentadas a apreciar pelo IEFP. Os destinatários continuam a ser os jovens entre os 18 e os 30 anos, ou com idade superior a 30 anos desde que tenham obtido há menos de 3 anos uma qualificação de nível 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8, que estejam à procura de novo emprego e não tenham trabalhado nos últimos 12 meses. São igualmente destinatários: pessoas com deficiência e incapacidade; pessoas que integram família monoparental; pessoas cujos cônjuges ou pessoas com quem vivam em união de facto se encontrem desempregados inscritos como desempregados no IEFP e vítimas de violência doméstica. Com as alterações introduzidas passam também a ser destinatários os ex-reculsos e toxicodependentes em processo de recuperação. Os promotores podem ser pessoas singulares ou coletivas de natureza privada, com ou sem fins lucrativos. Para tal, as entidades promotoras devem reunir alguns requisitos, entre os quais, estar legalmente constituída, não ter dívidas à segurança social nem à administração fiscal. A portaria acrescenta como requisitos que a empresa não pode ter salários em atraso, nem ter sido condenada em processo-crime ou contraordenacional por violação de legislação de trabalho nos últimos 2 anos. Os estagiários têm direito a uma bolsa mensal que varia entre 419,22 e 691,711, consoante o nível de qualificação, a subsídio de alimentação (conforme o praticado para a generalidade dos trabalhadores da entidade promotora), a subsídio de transporte (em determinados casos) e a seguro de acidentes de trabalho, prestações asseguradas pelo IEFP. As prestações devidas à Segurança Social não são comparticipadas pelo IEFP. Com as novas regras a comparticipação da bolsa reduz para 80% nos casos do primeiro estágio desenvolvido por uma empresa com 10 ou menos trabalhadores, referente à primeira candidatura desta medida, desde que a empresa não tenha já obtido condições de apoio mais favoráveis noutro estágio financiado pelo IEFP e nos casos dos estágios promovidos por pessoas coletivas de natureza privada sem fins lucrativos. Nos restantes casos a comparticipação será de 65%. A comparticipação é acrescida em 15% (para 95% ou 80%, respetivamente), no caso de os estagiários serem pessoas com deficiência e incapacidade, vítimas de violência doméstica, ex-reclusos e toxicodependentes em recuperação. As candidaturas são submetidas através do portal NetEmprego, podendo a entidade indicar o estagiário que pretende contratar ou selecionar posteriormente de entre os candidatos encaminhados pelo IEFP.

7 07 OFERTA/ ATIVIDADES FORMAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO FINANCIADA CÓDIGO UFCD NÍVEL HORAS INÍCIO PREVISTO FIM PREVISTO HORÁRIO DIAS LOCAL INFORMÁTICA Criação de sites web Processador de texto Comunicação visual -fotografia e vídeo Internet - navegação COMÉRCIO E MARKETING Técnicas de atendimento DIREITO Função pessoal - legislação laboral LÍNGUAS Língua inglesa - vendas SAÚDE, HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Técnicas de socorrismo - príncipios básicos Ambiente, segurança, higiene e saúde no trabalho - conceitos básicos HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR Higiene e segurança alimentar e sistema HACCP Nutrição APOIOS A CRIANÇAS Saúde mental e infantil As datas e os horários são indicativos, podendo sofrer alterações no decorrer da execução do Plano de Formação. A pedido, poderão ser realizadas ações noutros locais e noutros horários, bem como outras ações. 3ª e 5ª 3ª e 5ª 3ª e 5ª 3ª e 5ª 3ª e 5ª 3ª e 5ª Comparticipação a Projetos / Ações de Formação cofinanciado(a)s:

8 08 EMPREENDER NO FEMININO Apoio da ACISO permitiu já a criação de 4 novas empresas, estando mais duas em fase de implementação. // 15 mulheres e 15 ideias de negócio foram os ingredientes necessários ao arranque do projeto desenvolvido no âmbito da Tipologia Apoio ao empreendedorismo, associativismo e criação de redes empresariais de atividades económicas geridas por mulheres do Programa Operacional Potencial Humano, coordenado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. A 1ª fase do projeto incidiu na formação. Foram 182 horas repartidas pelas diferentes áreas da gestão, tendo por objetivo dotar as participantes das competências necessárias à gestão empresarial, amadurecendo a sua ideia de negócio e aferindo da sua viabilidade. 8 das participantes decidiram passar à 2º fase que consistia na elaboração do seu plano de negócios. Para o efeito contaram com o apoio de uma vasta equipa de consultores especializados no acompanhamento técnico em áreas consideradas críticas para cada atividade. Por cada empresa constituida houve lugar a um prémio monetário de arranque no valor de Foram já criadas as empresas: Verduska, Tenruska, Trocado por Miúdos e Bikeaventur - encontrando-se em fase de implementação ainda 2 projetos. VERDUSKA - É um estabelecimento que comercializa produtos ecológicos amigos do ambiente, como fraldas reutilizáveis para bebés e adultos, bolsas em cortiça, detergentes ecológicos, brinquedos ecológicos, kits de sementes, etc. Realiza ainda workshops de reutilização de materiais e recebe óleo alimentar usado, tinteiros, toners, pilhas e baterias, que depois reencaminha para as respetivas reciclagens. TENRUSKA - É uma loja de roupa e acessórios de bijutaria artesanal. Representa marcas de qualidade e prestígio dando principal destaque a novas marcas portuguesas. Nasceu da paixão que a empreendedora tem pela moda e pela criação de peças de bijuteria artesanal exclusivas. TROCADO POR MIÚDOS - O negócio carateriza-se pela compra e venda de artigos relacionados com bebés e crianças, abrangendo artigos desde o pré-natal até aos 14 anos de idade. O funcionamento do negócio assenta no conceito de comércio de bens em segunda mão. Previamente à compra os artigos são sujeitos a uma avaliação criteriosa do seu estado de conservação e o fornecedor dos mesmos obtém o pagamento através de dinheiro na hora ou crédito na loja. BIKEAVENTUR - É uma empresa que agrega o serviço de aluguer de bicicletas às atividades de animação turística (percursos e roteiros turísticos). Oferece aos visitantes a possibilidade de conhecerem a região de Fátima de forma alternativa, através de percursos e roteiros utilizando a bicicleta e aos residentes a possibilidade de participarem em atividades de lazer usufruindo do local onde vivem. Toda a informação contida e disponibilizada neste Boletim Informativo poderá vir a ser livremente utilizada, mediante a obrigação de menção à respetiva fonte e/ou autor. Os artigos assinados e que venham a constar deste Boletim Informativo não pretendem traduzir aquela que é a posição oficial da ACISO, sendo unicamente da exclusiva responsabilidade dos seus autores. A ACISO rejeita qualquer responsabilidade que lhe possa vir a ser apontada por eventuais danos diretos e/ou indiretos, consequentes do uso ou da inabilidade de uso da informação contida no presente Boletim Informativo. A referência neste Boletim Informativo a eventuais disposições que possam resultar da mera apreciação e/ou interpretação efetuada em relação a determinados normativos e/ou dispositivos legais, não dispensa a consulta, pelos seus interessados, dos respetivos originais e/ou o consequente e desejável aconselhamento técnico-jurídico, declinando a ACISO qualquer responsabilidade sobre eventuais atos e/ou decisões que venham a ser tomado(a)s baseado(a)s, apenas, no entendimento que venha (ou possa vir) a ser realizado sobre o teor e/ ou sentido da informação disponibilizada. Propriedade: ACISO - Associação Empresarial - Fátima NIPC: Travessa 10 de Junho, n.º Tel.: Fax: Web: Diretor: Francisco Vieira Coordenação e Edição: Área de Apoio a Associados, Informação, Estudos e Eventos Design: Ricardo Lopes Publicação: Trimestral N.º: 14 Série: I Ano: IV Data: outubro novembro dezembro 2014 Tiragem: exemplares ISSN: / Depósito Legal: /11 Impressão Gráfica: Indugráfica - Indústria Gráfica, Lda Edição Digital:

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