Residenciais, nos casos em que a sua realização implique o alojamento; Não Residenciais, nos restantes casos.

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1 O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: EXPLORAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS ÂMBITO: Aplica-se a todos os campos de férias que se enquadrem na definição de campos de férias abaixo mencionada, sendo classificados de acordo com as seguintes categorias: Residenciais, nos casos em que a sua realização implique o alojamento; Não Residenciais, nos restantes casos. EXCLUSÕES: Excluem-se do âmbito de aplicação do presente regime de licenciamento: As atividades que se inserem no desenvolvimento da ação escolar, organizadas pelas escolas e pelas direções regionais de educação; As atividades de competição desportiva organizadas pelos clubes, associações e federações das respectivas modalidades; As atividades das associações escutistas e guidistas desenvolvidas para os seus membros ou para membros de outras associações congéneres; As iniciativas previstas no conceito de «campos de férias», sempre que incluídas num programa com duração inferior a três dias consecutivos. DEFINIÇÕES: Campos de Férias Iniciativas destinadas exclusivamente a grupos de crianças e jovens, com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos, cuja finalidade consiste na realização, durante um período de tempo determinado, de um programa organizado de carácter educativo, cultural, desportivo ou meramente recreativo. Entidade Promotora Pessoa singular ou colectiva, de natureza pública ou privada, com ou sem fins lucrativos, que se dedique à promoção de qualquer das atividades realizadas pelos campos de férias; Entidade Organizadora Pessoa singular ou colectiva, de natureza pública ou privada, com ou sem fins lucrativos, dotada de pessoal técnico devidamente habilitado, cujo objecto consiste na organização das atividades previstas na definição de «campos de férias», podendo ser, simultaneamente, a entidade promotora das mesmas atividades.

2 PROCESSO DE LICENCIAMENTO: O exercício da atividade de organização de campos de férias depende de comunicação prévia, com prazo a conceder pelo Instituto Português da Juventude (IPJ, I. P.), pelo prazo de três anos. Entidade Licenciadora da comunicação prévia: Direção Regionais do IPJ, I. P, de acordo com o Despacho n.º 20491/2008 de 5 de Agosto, a análise será efectuada nas Direções Regionais da área geográfica da entidade organizadora que requer a comunicação. Pedido de Comunicação prévia: A comunicação prévia é efetuada em formulário electrónico, dirigido ao presidente do IPJ, I. P., disponibilizado no Portal da Juventude e no balcão único dos serviços acessível através do Portal da Empresa no prazo de 10 dias com os seguintes elementos: Número de identificação fiscal da pessoa singular ou pessoa coletiva; Certidão comprovativa da inexistência de dívidas ao Fisco e à Segurança Social; Identificação das instalações que estão destinadas ao alojamento e pernoita dos participantes em campos de férias, bem como aquelas que sejam especialmente destinadas à realização das respectivas atividades; Um exemplar do regulamento interno que defina os direitos, deveres e regras a observar por todos os elementos que integram o campo de férias, do plano anual de atividades e do projeto pedagógico e de animação, previstos no artigo 15.º do Decreto-Lei n.º de 7 de Março. Nota: As instalações acima descritas estão sujeitas a licenciamento, nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, (Regime aprovado pelo Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 13/2000, de 20 de, pelo Decreto-Lei n.º 17/2001, de 4 de Junho, pelas Leis 15/2002, de 22 de Fevereiro e 4-A/2003, de 19 de Fevereiro, pelo Decreto-Lei n.º 157/2006, de 8 de Agosto e pela Lei n.º 60/2007 de 4 de Setembro) e à observância dos requisitos específicos previstos na Portaria n.º 586/2004, de 2 de Junho. Prazo de Emissão/Decisão: No prazo de 10 dias a contar da data da apresentação do pedido. Custo legal/estimado: Pela comunicação prévia é devida uma taxa, fixada em 350 euros pelo Depacho 6505/2011. REQUISITOS: Cada campo de férias deverá dispor de Livro de Reclamações (Decreto-Lei n.º 156/2005 com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 371/2007 de 6 de Novembro).

3 Celebrar um contrato de seguro que cubra acidentes pessoais dos participantes, com valor mínimo e âmbito de cobertura fixados pela Portaria n.º 629/2004, de 12 de Junho; RECURSOS HUMANOS: Dispor de pessoal técnico adequado (um coordenador e monitores), na seguinte proporção: Período em que decorre as actividades do Campo de Férias: Um monitor/animador por cada conjunto de seis participantes, nos casos em que a idade destes seja inferior a 10 anos; Um monitor/animador para cada conjunto de dez participantes, nos casos em que a idade destes esteja compreendida entre 10 e os 18 anos. Período de repouso: Um monitor para cada 18 participantes nos casos em que a idade seja inferior a 10 anos; Um monitor para cada 25 participantes nos casos em que a idade esteja compreendida entre os 10 anos e os 18 anos. Nota: O pessoal técnico deve estar devidamente preparado e habilitado para o exercício das funções a desempenhar, devendo as entidades organizadoras remeter ao IPJ, I. P., os documentos comprovativos, das suas habilitações. As habilitações incluem, obrigatoriamente, formação em primeiros socorros. OBSERVAÇÕES: Renovação da licença: até 60 dias úteis antes do termo da licença anterior. Comunicação e informação: As entidades organizadoras devem comunicar o IPJ, I. P., e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) a abertura de cada campo de férias com a antecedência mínima de 20 dias úteis relativamente ao início das respectivas atividades de acordo com o presente Decreto-Lei. Fiscalização: compete à ASAE a fiscalização e a instrução dos processos por infracção ao disposto no presente Decreto-Lei, bem como a aplicação das medidas preventivas previstas no regime geral das contraordenações.

4 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: N.º Diploma Legal Assunto 1 Decreto-Lei nº de 7 de Março Estabelece o regime jurídico de acesso e de exercício da actividade de organização de campos de férias. Observaçã o Decreto-Lei n.º 163/2009, de 22 de Despacho n.º 20491/2008 de 5 de Agosto Decreto-Lei n.º 371/2007, de 06 de Novembro 5 Lei n.º 60/2007 de 4 de Setembro Decreto-Lei n.º 274/2007, de 30 de Decreto-Lei n.º 156/2005 de 15 de Setembro Decreto-Lei n.º 109/2005, de 8 de Portaria n.º 629/2004, de 12 de Junho 10 Portaria n.º 586/2004, de 2 de Junho 11 Portaria n.º 374/2004, de 13 de Abril Alteração e Republicação do DL n.º 304/2003 Delegação Competências ao Diretor Regional do Centro Altera o DL 156/2005 de 15 de Setembro, alargando a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações a um conjunto amplo de atividades do comércio e dos serviços Alteração e Republicação do DL 555/99 Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), responsável pela avaliação e comunicação dos riscos na cadeia alimentar e autoridade coordenadora do controlo oficial dos géneros alimentícios Estabelece a obrigatoriedade de disponibilização do livro de reclamações a todos os Fornecedores de bens ou prestadores de serviços que tenham contacto com o público em geral 1ª Alteração ao DL n.º 304/2003 de 9/12 Contrato de seguro Licenciamento e requisitos das instalações Modelo de alvará e custos de emissão Alínea K)

5 12 Decreto-Lei n.º 304/2003, de 9 de Dezembro Acesso e exercício das atividades de promoção e organização de campos de férias 13 Decreto-Lei 555/99 de 16 de Dezembro Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE) CONTACTOS: DIRECÇÃO REGIONAL DA JUVENTUDE Rua 31 de Janeiro n.º 79, Funchal Telefone: Telemóvel: Fax: Internet: ( INSPECÇÃO REGIONAL DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS Rua Alferes Veiga Pestana, 11 R/C FUNCHAL Telef: Fax: IPJ Instituto Português da Juventude Av. da Liberdade, Lisboa Tel: Fax: URL: Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) Sede: Avenida Conde de Valbom, LISBOA Telefone: Fax:

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