Perguntas e respostas sobre timeshare e produtos de férias de longa duração

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Perguntas e respostas sobre timeshare e produtos de férias de longa duração"

Transcrição

1 MEMO/07/231 7 de Junho de 2007 Perguntas e respostas sobre timeshare e produtos de férias de longa duração Que direitos têm actualmente os consumidores relativamente aos contratos de timeshare? Em conformidade com a Directiva Timeshare de 1994, todos os Estados-Membros devem dar aos compradores deste tipo de produtos protecção e direitos obedecendo ao seguinte formato: - O direito a um período de reflexão de dez dias, a contar do dia em que os compradores assinam o contrato de timeshare. Durante o período de reflexão, os compradores têm o direito de cancelar o contrato sem apresentar razões e sem custos, além dos possíveis encargos legais, sempre que os Estados- Membros assim o previrem na sua legislação. - Os vendedores estão terminantemente proibidos de aceitar depósitos dos compradores durante o período de reflexão. - Os vendedores são obrigados a fornecer uma brochura aos compradores se esta lhes for pedida. A brochura deve conter informações sobre a propriedade abrangida pelo timeshare. O consumidor pode optar pela língua do país onde a propriedade se encontra ou pela sua própria língua. - O consumidor pode igualmente escolher a língua em que será redigido o contrato. Os vendedores devem facultar aos consumidores um contrato por escrito. - Se o vendedor fornecer ou previr um contrato de crédito para o consumidor comprar o produto de timeshare, este contrato deve ser automaticamente cancelado se o comprador invocar o seu direito de cancelar o contrato de timeshare dentro do período de reflexão. Contudo, estes direitos só se aplicam se o contrato disser respeito a uma ou mais semanas de alojamento por ano, num bem imóvel (imobiliário), com a duração de três ou mais anos. Além disso, existem normas mínimas básicas estabelecidas pela directiva. Os Estados-Membros podem optar por completá-las através da sua legislação nacional. Que impacto tem o sector do timeshare na economia europeia? Alguns valores disponíveis, indicativos do impacto deste sector na economia europeia, podem dar uma ideia da importância que tem a indústria de timeshare para a UE. De acordo com dados recentes da indústria, existem aproximadamente complexos turísticos de timeshare, que dão origem a unidades de timeshare por ano. O número de unidades de timeshare na UE aumenta por ano cerca de 2%, isto com base em estimativas de 2005.

2 Esta actividade traduz-se por um produto total de 10,5 mil milhões de euros, dos quais 4,2 mil milhões correspondem a resultados realizados apenas em Espanha. É uma indústria criadora de postos de trabalho na União. Com as medidas correctivas tomadas pela UE na sua proposta legislativa, estes números tornar-seão ainda mais significativos nos próximos anos. Qual é o problema causado por novos produtos que entraram no mercado desde a aprovação, em 1994, da directiva? Desde 1994, entrou no mercado um conjunto de novos produtos que não é abrangido pelo âmbito da actual directiva. Por conseguinte, os consumidores que comprarem estes produtos não usufruem dos mesmos direitos ou do mesmo nível de protecção anteriormente referidos. Por exemplo, não beneficiam do direito de retractação e não são proibidos os depósitos. Que produtos são estes? Os novos produtos incluem produtos semelhantes ao timeshare e os clubes de férias com desconto. Outras transacções ligadas ao timeshare, mas que não estão abrangidas pela directiva, são a revenda e a troca. O que se entende por produtos semelhantes ao timeshare? Os «produtos semelhantes ao timeshare» são economicamente equivalentes ao timeshare, mas concebidos de tal forma que não se enquadram na definição legal da directiva. Exemplos de novos produtos semelhantes ao timeshare são os contratos que prevêem estadias repetidas em alojamentos de férias, mas com uma duração inferior a três anos, ou para estadias inferiores a uma semana, ou contratos relativos a embarcações de recreio ou a caravanas (isto é, bens móveis), em vez de bens com localização fixa. O que são clubes de férias com desconto? Os consumidores que aderem a um clube de férias com desconto pagam por essa filiação uma quantia inicial importante. O benefício decorrente da qualidade de membro é o acesso a um serviço de reservas onde se podem reservar com desconto alojamento, voos, automóveis de aluguer e outros serviços. Nas campanhas de marketing destes clubes, são frequentemente prometidos ao consumidor descontos na ordem dos 70% ou mais em hotéis de luxo e voos baratos. Todavia, muitos acabam por ficar desiludidos, porque os descontos não correspondem às suas expectativas e os melhores destinos nunca têm vaga. A nova directiva regulará os «produtos de férias de longa duração». Trata-se de um termo legal que abrange muitos e diferentes tipos de contratos actualmente disponíveis no mercado. São conhecidos, por exemplo, por clubes de férias com desconto, clubes internacionais de viagens, clubes de trocas de férias e por vezes têm nomes como «Troca de férias de luxo». Qualquer que seja o seu nome, o consumidor que adquira estes «produtos de férias de longa duração» passa a ter os mesmos direitos. A proposta abarcaria estes produtos, para que os consumidores pudessem, por exemplo, beneficiar do direito de resolução do contrato no prazo de 14 dias. 2

3 Por que é igualmente abarcada a revenda na nova proposta? A mediação das revendas não é abarcada pela directiva de 1994, mas existem muitas queixas de consumidores acerca deste tipo de contratos. Os donos de propriedades em regime de timeshare são frequentemente abordados por agentes que se oferecem para revender o bem a um bom preço. Se o consumidor estiver interessado em vender, o agente pode pedir uma comissão (uma percentagem sobre a venda ou uma comissão fixa, que pode ir dos 500 aos 3000 euros). Muitos consumidores queixam-se que, depois de terem pago a comissão, o agente desaparece ou não procede à venda. Em qualquer caso, o consumidor não tem maneira de reaver o seu dinheiro. A nova proposta abarcará os contratos de mediação, isto é, os contratos efectuados entre o consumidor que vende o seu bem e o agente de revenda. Os agentes de revenda serão obrigados a fornecer boas informações pré-contratuais, na língua do consumidor, os depósitos serão proibidos e os consumidores terão direito a um período de reflexão. Por que existe a necessidade de regular a troca de produtos de timeshare? Se o complexo turístico de timeshare fizer parte de um sistema de trocas, os donos têm a opção de pagar um determinado montante para aderir a este sistema. Os membros «depositam» a sua semana numa bolsa de trocas, solicitando trocar com as semanas depositadas na bolsa por outros membros localizados em todo o mundo. Actualmente, estes sistemas não estão abarcados pelas normas básicas relativas à informação, pela proibição de depósitos, ou pelo período de reflexão. Há menos queixas relacionadas com a troca do que com a revenda. Todavia, as queixas centram-se no excesso de vendas relacionado com os sistemas de troca. Os consumidores ficam desapontados quando descobrem que as opções são mais limitadas do que esperavam. Dado que quase 80% dos consumidores que adquirem produtos de timeshare apontam a escolha de destinos disponíveis através dos sistemas de troca como sendo a razão pela qual compraram o produto, é determinante assegurar que os consumidores estão adequadamente informados antes de tomarem uma decisão. É, também, essencial assegurar que os consumidores têm o direito de retractação destes sistemas. Muitos dos problemas actuais com o timeshare são causados por burlões que tentam enganar os consumidores. Não seria melhor lidar com estes problemas através de uma aplicação mais eficaz das regras, em vez de as alargar? Algumas das irregularidades neste domínio constituem verdadeiras fraudes, que devem, naturalmente, passar para a tutela da polícia, e das forças de aplicação do direito civil e penal. Contudo, em benefício da maioria dos comerciantes, que pretende operar dentro da legalidade e obedecer às regras, cabe-nos criar condições equivalentes para todos os operadores presentes no mercado. Os comerciantes que pretendam oferecer produtos semelhantes ou ligados ao timeshare devem estar sujeitos às mesmas normas e os consumidores devem beneficiar da mesma protecção. 3

4 Para que precisamos de mais regras quando o órgão empresarial - a Organisation for Timeshare in Europe - já estabeleceu um código de conduta ética? A Comissão confere o devido valor a instâncias de auto-regulação, tais como os códigos de conduta ética com origem na Organisation for Timeshare in Europe. Contudo, este tipo de códigos só se aplica aos comerciantes que o subscreverem. Infelizmente, grande parte das empresas, tais como muitos clubes de férias com desconto, não subscreve o código OTE. Qual é o elo existente entre o Livro Verde sobre a revisão de oito diplomas da legislação do consumidor (o acervo do consumidor) e a revisão da Directiva Timeshare? Em Fevereiro de 2007, a Comissão lançou uma consulta (Livro Verde) acerca de oito directivas-chave no domínio do consumidor, incluindo a Directiva Timeshare. A consulta, que encerrou em 15 de Maio, perguntava às partes interessadas qual a sua opinião acerca de um conjunto de questões horizontais relativas às oito directivas. Incluíam estas questões horizontais as modalidades de exercício do direito de retractação e os efeitos do incumprimento dos requisitos de informação. Trata-se de questões que serão abordadas numa vertente horizontal no seguimento a dar ao Livro Verde. Contudo, além das questões horizontais, há igualmente algumas questões específicas de determinados sectores relacionados com o timeshare, tais como a necessidade de regular os clubes de férias de longa duração e a proibição dos depósitos. Na sequência de extensas consultas às partes interessadas, a Comissão considera que estes assuntos são urgentes e que têm importância suficiente para justificar a revisão da directiva específica relativa ao timeshare. ESTUDOS DE CASOS (provenientes dos centros europeus do consumidor, salvo menção em contrário) Consumidores franceses Os consumidores foram contactados em Julho de 2006 por uma empresa sediada em Portugal. A empresa propôs a aquisição das semanas de timeshare pertencentes a ambos os consumidores. Os consumidores voaram para Lisboa, Portugal, em 18 de Outubro de Após algumas horas de negociação, assinaram o contrato com a empresa. Pagaram inicialmente euros e seguidamente euros pelos alegados custos administrativos. Prometeram-lhes que iriam receber euros no prazo de seis meses. Até hoje não voltaram a ter notícias da empresa. 4

5 Consumidores alemães Os consumidores foram abordados na rua, na Grécia, para lhes darem um cartão de raspar. Aparentemente, terão sido aconselhados a ir levantar o primeiro prémio ganho com o cartão num «posto de turismo». Foram encaminhados para esse «posto de turismo» por táxi, tiveram uma longa conversa com um representante alemão da empresa e foram sujeitos a uma apresentação e a uma visita de um complexo hoteleiro. Depois da visita tiveram mais uma conversa, desta vez com o «representante principal», e foi-lhes proposto um pacote de férias com cinco semanas de alojamento (capacidade de até quatro pessoas) pelo montante de euros. Disseram-lhes que se pagassem imediatamente teriam direito a uma semana adicional em Creta, de graça. Apesar de os consumidores não terem aceitado esta proposta, acabaram por ser aliciados no sentido de adquirirem um pacote à experiência por euros. Aceitaram esta proposta, assinaram os documentos e pagaram com cartão de crédito um sinal de 750 euros. O período acordado para usufruir das três semanas adquiridas era de 35 meses. Os consumidores, depois de regressarem a casa, manifestaram o seu desejo de resolver o contrato. Portugal Um consumidor assinou um contrato de timeshare para uma semana junto de um operador no Algarve, depois de ter sido abordado na rua pelos promotores de vendas de outra empresa de revendas de timeshare. O preço do produto era de ,39 euros, com um pagamento de sinal de 2 493,99 euros. Este pagamento é proibido. O consumidor também pagou adiantadamente uma quantia para manutenção, elevando-se o valor total a 4 338,10 euros. O contrato não indicava a existência de um período de reflexão. Quando o contrato foi assinado, foram prometidas ao cliente uma valorização garantida do seu investimento e a possibilidade de revender o bem quando quisesse. O consumidor nunca fez uso do timeshare. O operador foi contactado por um organismo de resolução alternativa de litígios em representação do consumidor, mas nunca deu resposta a estas solicitações. Embora, até 2003, o organismo de resolução alternativa de litígios tivesse podido resolver amigavelmente os conflitos que envolviam este operador, conseguindo que os consumidores fossem reembolsados, desde 2004, o operador deixou de responder às tentativas de mediação. Este e mais quinze casos foram comunicados à Autoridade da Segurança Alimentar e Económica, a autoridade nacional competente. Nos últimos três anos, o Centro Europeu do Consumidor existente em Portugal tratou de 25 casos contra o mesmo operador e denunciou todos eles à autoridade nacional competente. 5

6 Consumidores suecos Os consumidores assinaram um contrato com um clube de férias com desconto em 1 de Novembro de Pagaram euros no momento da assinatura. O contrato estabelecia um período de reflexão de uma semana. Se os consumidores se quisessem retractar durante esse período, ser-lhes-iam cobrados 1250 euros. Os consumidores decidiram, de facto, cancelar o negócio, tendo enviado ao operador uma carta, em 5 de Novembro, dentro do período de reflexão, e afirmando pretender resolver o contrato e ser reembolsados do dinheiro gasto. A empresa enviou aos consumidores uma carta, em 22 de Novembro, onde confirmava a recepção da carta de resolução do contrato e informava que o consumidor iria receber euros, o equivalente aos euros pagos subtraídos de euros. Depois disso, os consumidores enviaram quatro cartas à empresa, desde Novembro de 2006 até Fevereiro de 2007, sempre solicitando a totalidade do seu dinheiro de volta, mas, até ao momento, não se procedeu ao reembolso. O Centro Europeu do Consumidor na Suécia é da opinião que os consumidores resolveram o contrato da maneira correcta, tendo, por conseguinte, o pleno direito de obter um reembolso do montante pago aquando da assinatura do contrato. Os custos administrativos de 1250 euros são demasiado elevados para poderem ser considerados razoáveis. Consumidores italianos Este caso diz respeito a dois consumidores que já eram donos de um timeshare no Quénia. Durante um período de férias oferecido em Espanha foi-lhes proposta, durante uma reunião obrigatória, a aquisição de mais quotas de timeshare no complexo onde estavam alojados, mediante pagamento e assinatura, em simultâneo, de uma procuração para a venda do seu timeshare à mesma empresa, mas no Quénia (na realidade, ainda eram onerados com os custos de manutenção até a venda ter tido lugar, embora a troca já tivesse sido feita). Os consumidores aceitaram, a princípio, mas mais tarde mudaram de ideias dentro do prazo previsto para o efeito. Foram então contactados mais uma vez pela empresa, que os tentou convencer a efectivar a compra, mas, não tendo conseguido, acabaram por assegurar que os consumidores seriam totalmente reembolsados (mais de euros)... contudo, a empresa nunca chegou a proceder ao reembolso. Este episódio data de Consumidores do Reino Unido (caso fora do âmbito de um centro europeu do consumidor) Um casal britânico assistiu a uma apresentação de três horas sobre timeshare enquanto estava de férias em 2005 e foi persuadido a assinar um contrato de timeshare por um período à experiência de três anos, por libras. De volta a casa, uma mudança de emprego determinou que o casal já não podia pagar a filiação no clube de timeshare. Imediatamente, escreveram para o clube a pedir a resolução do acordo. A empresa, contudo, respondeu-lhes que o pedido tinha chegado com quatro dias de atraso, porque o prazo de resolução já tinha expirado. Todavia, o casal nunca tinha sido informado da existência de um período de reflexão no momento da assinatura do contrato, nem esta informação constava do acordo de venda. 6

7 O casal aconselhou-se junto da Timeshare Consumers Association e da Organisation for Timeshare in Europe, mas sem resultados positivos até à data. Neste caso, foram violados vários direitos consagrados na Directiva Timeshare. A venda foi feita sob pressão e as informações prestadas aos compradores não cumpriam a legislação. Os consumidores não tinham sido informados do direito de resolver um acordo até ter expirado o período de reflexão. Por último, tiveram de depositar a quantia pedida antes de chegado ao termo o mesmo período. 7

Defesa do Consumidor na União Europeia

Defesa do Consumidor na União Europeia PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 27 DE MAIO DE 2013 POR JM Defesa do Consumidor na União Europeia O direito comunitário também protege os consumidores em caso de encomendas por via postal, pela

Leia mais

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Ficha Informativa 1 Janeiro 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Compras na Internet:

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

PARECER N.º 93/CITE/2009

PARECER N.º 93/CITE/2009 PARECER N.º 93/CITE/2009 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea a) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Despedimento por facto

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos

Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos Para assegurar os direitos dos consumidores relativos à informação dos produtos e identidade do vendedor, as empresas têm de cumprir regras sobre

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES

PERGUNTAS FREQUENTES PERGUNTAS FREQUENTES Porque devemos utilizar a empresa Tungsten-Network para enviar as nossas facturas? Para além das vantagens indicadas anteriormente, a facturação electrónica é o método preferido pela

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 17.2.2004 L 46/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 261/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de Fevereiro de 2004 que estabelece regras comuns

Leia mais

Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999 P. 0012-0016. Texto:

Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999 P. 0012-0016. Texto: Directiva 1999/44/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Maio de 1999, relativa a certos aspectos da venda de bens de consumo e das garantias a ela relativas Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999

Leia mais

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário;

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário; ACORDO EUROPEU SOBRE UM CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO ( ACORDO ) O presente Acordo foi negociado e adoptado pelas

Leia mais

DIREITOS DOS PASSAGEIROS DOS TRANSPORTES AÉREOS FORMULÁRIO DE RECLAMAÇÃO UE

DIREITOS DOS PASSAGEIROS DOS TRANSPORTES AÉREOS FORMULÁRIO DE RECLAMAÇÃO UE DIREITOS DOS PASSAGEIROS DOS TRANSPORTES AÉREOS FORMULÁRIO DE RECLAMAÇÃO UE ESTE FORMULÁRIO PODE SER UTILIZADO PARA APRESENTAR UMA RECLAMAÇÃO JUNTO DE UMA TRANSPORTADORA AÉREA E/OU DE UM ORGANISMO NACIONAL

Leia mais

Código de Conduta Voluntário

Código de Conduta Voluntário O Banif, SA, ao formalizar a sua adesão ao Código de Conduta Voluntário do crédito à habitação, no âmbito da Federação Hipotecária Europeia, e de acordo com as recomendações da Comissão Europeia e do Banco

Leia mais

CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS

CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS 2. GERAL 1. 1. Introdução O Código Europeu de Conduta de Venda Directa face a Revendedores, entre Revendedores

Leia mais

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Transacções de Reporte Edição de Janeiro de 2001

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Transacções de Reporte Edição de Janeiro de 2001 Acordo Quadro para Transacções Financeiras Anexo de Produto para Transacções de Reporte Edição de Janeiro de 2001 Este Anexo complementa as Condições Gerais que fazem parte de qualquer Acordo Quadro para

Leia mais

Defesa do Consumidor alerta para casos práticos II

Defesa do Consumidor alerta para casos práticos II Defesa do Consumidor alerta para casos práticos II PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2013 POR JM As companhias aéreas não serão consideradas responsáveis se tiverem tomado todas

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

Síntese dos direitos dos passageiros do transporte em autocarro 1

Síntese dos direitos dos passageiros do transporte em autocarro 1 Síntese dos direitos dos passageiros do transporte em autocarro 1 O Regulamento (UE) n.º 181/2011 (a seguir designado por «Regulamento») é aplicável a partir de 1 de março de 2013. Estabelece um conjunto

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 35/X

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 35/X PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 35/X Para a realização dos objectivos da União Europeia, importa melhorar as normas que regulam o auxílio judiciário mútuo em matéria penal entre os Estados Membros da União Europeia.

Leia mais

(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º,

(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º, DIRECTIVA DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 1985 relativa à protecção dos consumidores no caso de contratos negociados fora dos estabelecimentos comerciais (85/577/CEE) O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,

Leia mais

1. Objecto e âmbito de aplicação

1. Objecto e âmbito de aplicação As presentes Condições Gerais de Contratação são acordadas entre a Lusodidacta Sociedade Portuguesa de Material Didáctico, Lda, com o número de pessoa colectiva e matrícula na Conservatória do Registo

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS O presente programa/ catálogo é o documento informativo no qual se inserem as presentes condições gerais, dele fazendo parte integrante e que constituem, na ausência de documento autónomo

Leia mais

Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016

Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016 Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016 1. Mobilidade Internacional de Estudantes Os alunos da Universidade Fernando Pessoa (UFP) que cumpram

Leia mais

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001 Acordo Quadro para Transacções Financeiras Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001 Este Anexo complementa as Condições Gerais que fazem parte de qualquer Acordo

Leia mais

Serviço de Intervenção e Cobranças Condições do Serviço de Intervenção e Cobranças

Serviço de Intervenção e Cobranças Condições do Serviço de Intervenção e Cobranças Serviço de Intervenção e Cobranças Condições do Serviço de Intervenção e Cobranças A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, através do seu Departamento Jurídico e Fiscal, presta auxílio a empresas

Leia mais

1. Programa de Fidelização Altis Blue&Green através do qual são concedidos benefícios aos clientes das suas unidades hoteleiras.

1. Programa de Fidelização Altis Blue&Green através do qual são concedidos benefícios aos clientes das suas unidades hoteleiras. REGULAMENTO T E R M O S E C O N D I Ç Õ E S 1. Programa de Fidelização Altis Blue&Green através do qual são concedidos benefícios aos clientes das suas unidades hoteleiras. 2. Podem ingressar no clube

Leia mais

. VALORES MOBILIÁRIOS

. VALORES MOBILIÁRIOS . VALORES 2.. V MOBILIÁRIOS 2. Valores Mobiliários O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado Março 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime

Leia mais

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime Lisboa, 2014 www.bportugal.pt http://clientebancario.bportugal.pt SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS 3.ª reedição, janeiro de 2016 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71

Leia mais

Condições Gerais Programa de fidelidade O CLUBE FITNESSBOUTIQUE Junho 2011

Condições Gerais Programa de fidelidade O CLUBE FITNESSBOUTIQUE Junho 2011 Condições Gerais Programa de fidelidade O CLUBE FITNESSBOUTIQUE Junho 2011 O programa de fidelidade O Clube Fitnessboutique foi criado pela Sociedade Netquattro SAS, Sociedade anónima com um capital de

Leia mais

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ECA/09/69 DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ******* APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ANUAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2008 À COMISSÃO DO

Leia mais

PARECER N.º 135/CITE/2009

PARECER N.º 135/CITE/2009 PARECER N.º 135/CITE/2009 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea a) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Despedimento por facto

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

EDIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL DA COMISSÃO EUROPEIA

EDIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL DA COMISSÃO EUROPEIA R A P I D EDIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL DA COMISSÃO EUROPEIA IP/08/1276 Lisboa, 28 de Agosto de 2008 Roaming: telefonar do estrangeiro já é mais barato, mas enviar mensagens de texto (ainda) não

Leia mais

Aviso n 009/2012-AMCM

Aviso n 009/2012-AMCM AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU 澳 Aviso n 009/2012-AMCM ASSUNTO: SUPERVISÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA REVISÃO DAS DIRECTIVAS REFERENTES AOS DIREITOS DE REFLEXÃO EM APÓLICES DO SEGURO VIDA Tendo em atenção

Leia mais

***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA

***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários 2010/0207(COD) 4.6.2014 ***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA sobre a posição do Conselho em primeira leitura, tendo

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

NORMAS DE ADMISSÃO DE SÓCIOS À AGENCIA REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA DO ALENTEJO TURISMO DO ALENTEJO

NORMAS DE ADMISSÃO DE SÓCIOS À AGENCIA REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA DO ALENTEJO TURISMO DO ALENTEJO NORMAS DE ADMISSÃO DE SÓCIOS À AGENCIA REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA DO ALENTEJO TURISMO DO ALENTEJO CAPITULO I Disposições Gerais 1. Âmbito As presentes normas têm como finalidade estabelecer as regras

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015 É do interesse das Instituições de Ensino Superior promover a excelência do ensino, propiciando aos seus estudantes

Leia mais

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens Análise Imagem das Agências de Viagens PREÇO VS. SERVIÇO Os portugueses que já recorreram aos serviços de uma Agência de Viagens fizeram-no por considerar que esta é a forma de reservar viagens mais fácil

Leia mais

Administração. Contabilidade

Administração. Contabilidade Escolas Europeias Gabinete do Secretário-Geral Administração Contabilidade Ref.: 2006-D-94-pt-5 Original: EN Versão: PT Remodelação das disposições relativas ao reembolso das despesas de viagem das missões

Leia mais

CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL

CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL ITICCRD_20150701 Caixa ITIC CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição de crédito 1.1. Denominação CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS,

Leia mais

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME)

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) COMISSÃO EUROPEIA Bruselas, 16.11.2011 C(2011)8317 final Assunto: Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) Excelência, Procedimento

Leia mais

Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à

Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à 1. Amostra 2. Caracterização das viagens profissionais 3. Política de viagens

Leia mais

Lei n.º 40/99 de 9 de Junho

Lei n.º 40/99 de 9 de Junho Lei n.º 40/99 de 9 de Junho Assegura a informação e consulta dos trabalhadores em empresas ou grupos de empresas transnacionais e regula a instituição de conselhos de empresa europeus ou de procedimentos

Leia mais

I. Em primeiro lugar apresente a queixa à instituição seguradora autorizada

I. Em primeiro lugar apresente a queixa à instituição seguradora autorizada DECLARAÇÃO DE POLÍTICA A PROSSEGUIR NO TRATAMENTO DE QUEIXAS CONTRA SEGURADORAS, MEDIADORES DE SEGUROS E SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE PENSÕES DE DIREITO PRIVADO Introdução 1. Ao abrigo do Estatuto

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

Entrevista com GVA-Consultimo. Maria Inácia Reynolds Oliveira. Diretora Geral. Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso

Entrevista com GVA-Consultimo. Maria Inácia Reynolds Oliveira. Diretora Geral. Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso Entrevista com GVA-Consultimo Maria Inácia Reynolds Oliveira Diretora Geral Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso O sector imobiliário em Portugal: análise evolução recente O sector Imobiliário

Leia mais

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90 EMISSOR : Ministério das Finanças DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I PÁGINAS DO DR : 1808 a 1810 Decreto-Lei n.º 125/90, de 16 de Abril

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015 O Programa Bolsas Ibero-américa. Estudantes de Licenciatura e

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Recomendação de Bruxelas, 16.10.2009 COM(2009) 570 final 2009/0158 (CNB) DECISÃO DO CONSELHO sobre o parecer a adoptar pela Comunidade Europeia relativamente

Leia mais

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. N.º de Processo: 2/2009 Entidade Reclamada: Identificação: Futuro - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. Morada: Avª. General Firmino Miguel, n.º 5, 9º B, 1600-100 Lisboa Fundo de Pensões Aberto:

Leia mais

Produtos e Sistemas Comercializados

Produtos e Sistemas Comercializados Aquapc Quality Computers Apresentação da Empresa, produtos e serviços, guia sobre formas de compra local e envio de encomendas para Cidadãos e Empresas Angolanas O Projecto Aquapc A Aquapc Quality Computers,

Leia mais

São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante

São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante O que são serviços de comunicações eletrónicas? São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante remuneração e que consistem no envio de sinais através de redes de comunicações

Leia mais

CARTÃO BIGONLINE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PONTOS

CARTÃO BIGONLINE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PONTOS CARTÃO BIGONLINE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PONTOS Definições: Gestor: Banco de Investimento Global, S.A., responsável pela concepção, gestão e desenvolvimento do Programa de Pontos (adiante designado

Leia mais

A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis:

A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis: A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis: Uma Mesa-Redonda Sector Público-Privado 7/10/2011 Centro de Políticas e Estratégias, Palácio do Governo, Praia. A crise na Zona

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA. Bruxelas, 20-08-2003 C (2003) 3103

COMISSÃO EUROPEIA. Bruxelas, 20-08-2003 C (2003) 3103 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20-08-2003 C (2003) 3103 Objecto: Auxílio estatal n.º NN 173/01 - Portugal - Prorrogação do dispositivo de cobertura dos riscos inerentes ao transporte aéreo com a garantia

Leia mais

Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho MANUAL ENTREVISTADOR

Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho MANUAL ENTREVISTADOR DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS E SOCIAIS SERVIÇO DE ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho MANUAL DO ENTREVISTADOR Março 2008 2

Leia mais

Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático

Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático O acesso à informação, a participação do público no processo de tomada de decisão

Leia mais

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado)

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle com o auxílio do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público

Leia mais

O que é o Contrato de Seguro?

O que é o Contrato de Seguro? O que é o Contrato de Seguro? O contrato de seguro é um acordo através do qual o segurador assume a cobertura de determinados riscos, comprometendo-se a satisfazer as indemnizações ou a pagar o capital

Leia mais

Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013

Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013 Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013 APR Associação Portuguesa de Resorts A Associação Portuguesa de Resorts (APR) tem por missão promover a imagem, empresas e

Leia mais

Lei n. o 7/2013. Regime jurídico da promessa de transmissão. de edifícios em construção. Breve introdução

Lei n. o 7/2013. Regime jurídico da promessa de transmissão. de edifícios em construção. Breve introdução Lei n. o 7/2013 Regime jurídico da promessa de transmissão de edifícios em construção Breve introdução 1. O que regula essencialmente o Regime jurídico da promessa de transmissão de edifícios em construção?

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

Comissão Parlamentar de Saúde. Audição da Ordem dos Farmacêuticos

Comissão Parlamentar de Saúde. Audição da Ordem dos Farmacêuticos Comissão Parlamentar de Saúde Audição da Ordem dos Farmacêuticos Sessão de 17 de Janeiro de 2012 Intervenção inicial do Bastonário Carlos Maurício Barbosa Senhora Presidente da Comissão Parlamentar de

Leia mais

Como Vender em Alemanha Uma acção à medida dos seus interesses

Como Vender em Alemanha Uma acção à medida dos seus interesses Como Vender em Alemanha Uma acção à medida dos seus interesses Ficha de Inscrição Encontre a resposta às suas dúvidas! Identifique a sessão pretendida: Porto AICEP (Rua António Bessa Leite, 1430-2.º andar)

Leia mais

Regime jurídico que regulamenta a compra e venda de fracções autónomas de edifícios em construção

Regime jurídico que regulamenta a compra e venda de fracções autónomas de edifícios em construção Regime jurídico que regulamenta a compra e venda de fracções autónomas de edifícios em construção Actualmente em Macau, designa-se geralmente por compra e venda de fracções autónomas de edifícios em construção

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

27. Convenção da Haia sobre a Lei Aplicável aos Contratos de Mediação e à Representação

27. Convenção da Haia sobre a Lei Aplicável aos Contratos de Mediação e à Representação 27. Convenção da Haia sobre a Lei Aplicável aos Contratos de Mediação e à Representação Os Estados signatários da presente Convenção: Desejosos de estabelecer disposições comuns sobre a lei aplicável aos

Leia mais

Condições Gerais Norwegian Cruise Line

Condições Gerais Norwegian Cruise Line Condições Gerais Norwegian Cruise Line 1. CONFIRMAÇÃO DA VIAGEM A confirmação da viagem da NCL (Bahamas) Ltd., negociando como Norwegian Cruise Line (a seguir Norwegian), é a aceitação do seu pedido de

Leia mais

10 medidas vantajosas para 500 milhões. de consumidores. Consumidores

10 medidas vantajosas para 500 milhões. de consumidores. Consumidores 10 medidas vantajosas para 500 milhões de consumidores Consumidores «Fiz uma compra na Internet e estou com um problema.» 1 A partir de janeiro de 2016, estará disponível em toda a Europa um serviço destinado

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 6º

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 6º Diploma: CIVA Artigo: 6º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Localização das operações Sujeito passivo na Holanda onde importa bens, os quais são vendidos a consumidores finais em território nacional, através de

Leia mais

18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas

18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas 18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando facilitar o reconhecimento de divórcios e separações de pessoas obtidos

Leia mais

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Comentário da APRITEL 17 de Março de 2009 APRITEL comentarios DL23-2009

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS DESTAQUE. Agosto 2012 REVISÃO DA DIRECTIVA DO PROSPECTO E EFEITO DIRECTO EM PORTUGAL 1. INTRODUÇÃO

MERCADO DE CAPITAIS DESTAQUE. Agosto 2012 REVISÃO DA DIRECTIVA DO PROSPECTO E EFEITO DIRECTO EM PORTUGAL 1. INTRODUÇÃO DESTAQUE Agosto 2012 MERCADO DE CAPITAIS REVISÃO DA DIRECTIVA DO PROSPECTO E EFEITO DIRECTO EM PORTUGAL 1. INTRODUÇÃO Em 24 de Novembro de 2010, no âmbito da iniciativa Better Regulation e com o intuito

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais

INTERFURNITURE 2012. Acção Avignon 12 a 14 de Fevereiro de 2012. Formulário de Inscrição. Nome da empresa: Marca Pessoa de Contacto

INTERFURNITURE 2012. Acção Avignon 12 a 14 de Fevereiro de 2012. Formulário de Inscrição. Nome da empresa: Marca Pessoa de Contacto INTERFURNITURE 2012 Acção Avignon 12 a 14 de Fevereiro de 2012 Formulário de Inscrição DADOS EMPRESA Nome da empresa: Marca Pessoa de Contacto CAE (Ver. 3): NIF: Postos de trabalho: Freguesia: Concelho:

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo REGULAMENTO DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO NO BRASIL SÃO PAULO Artigo 1º O Centro de Arbitragem 1.1. O Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara Portuguesa de Comércio

Leia mais

Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais.

Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais. Norma contabilística e de relato financeiro 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 Locações, adoptada pelo texto original

Leia mais

Síntese das disposições respeitantes aos direitos dos passageiros no transporte marítimo e fluvial 1

Síntese das disposições respeitantes aos direitos dos passageiros no transporte marítimo e fluvial 1 Síntese das disposições respeitantes aos direitos dos passageiros no transporte marítimo e fluvial 1 O Regulamento (UE) n.º 1177/2010, relativo aos direitos dos passageiros do transporte marítimo e por

Leia mais

PARECER N.º 40/CITE/2006

PARECER N.º 40/CITE/2006 PARECER N.º 40/CITE/2006 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea c) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 44 DG-E/2006

Leia mais

LISTA NEGRA DAS PRÁTICAS COMERCIAIS DESLEAIS. Que práticas são proibidas nesta lista?

LISTA NEGRA DAS PRÁTICAS COMERCIAIS DESLEAIS. Que práticas são proibidas nesta lista? LISTA NEGRA DAS PRÁTICAS COMERCIAIS DESLEAIS A directiva comunitária das práticas comerciais desleais (Directiva n.º 2005/29/CE, do Parlamento e do Conselho, de 11 de Maio transposta para a ordem jurídica

Leia mais

PARECER N.º 175/CITE/2009

PARECER N.º 175/CITE/2009 PARECER N.º 175/CITE/2009 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea b) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Despedimento colectivo

Leia mais

DESTAQUE. I Introdução

DESTAQUE. I Introdução DESTAQUE Abril de 2011 BREVES NOTAS SOBRE AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO REGIME DOS DIREITOS REAIS DE HABITAÇÃO PERIÓDICA I Introdução O regime dos Direitos Reais de Habitação Periódica ( DRHP ), regulado

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS GUIA PARA A MOBILIDADE DE SERVIÇOS BANCÁRIOS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS GUIA PARA A MOBILIDADE DE SERVIÇOS BANCÁRIOS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS GUIA PARA A MOBILIDADE DE SERVIÇOS BANCÁRIOS simplifica Como nasce este Guia O presente Guia baseia-se nos Princípios Comuns Para a Mobilidade de Serviços Bancários", adoptados

Leia mais

Decreto-Lei n.º 45942 Convenção para a cobrança de alimentos no estrangeiro, concluída em Nova Iorque em 20 de Junho de 1956

Decreto-Lei n.º 45942 Convenção para a cobrança de alimentos no estrangeiro, concluída em Nova Iorque em 20 de Junho de 1956 Decreto-Lei n.º 45942 Convenção para a cobrança de alimentos no estrangeiro, concluída em Nova Iorque em 20 de Junho de 1956 Usando da faculdade conferida pela 2.ª parte do n.º 2.º do artigo 109.º da Constituição,

Leia mais

MANUAL DE FUNDO DE MANEIO

MANUAL DE FUNDO DE MANEIO MANUAL DE FUNDO DE MANEIO REV01/2014 ÍNDICE I. Apresentação... 3 II. Enquadramento legal... 3 III. Fundo de Maneio - Notas Explicativas... 4 IV. Criação de Fundo de Maneio... 6 V. Reposição de Fundo de

Leia mais

(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento);

(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento); NCRF 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 - Locações, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008 da

Leia mais

VENDAS Á DISTÂNCIA. Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico. Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância

VENDAS Á DISTÂNCIA. Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico. Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância VENDAS Á DISTÂNCIA Enquadramento Legal Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância No que respeita à forma da contratação electrónica, estipula

Leia mais

Uma vez feito o pagamento você poderá enviar um e-mail ou fax com o comprovante para o seguinte:

Uma vez feito o pagamento você poderá enviar um e-mail ou fax com o comprovante para o seguinte: DEPARTAMENTO FINANCEIRO DA CORPORATE GIFTS O departamento financeiro da Corporate Gifts orgulha-se pela nossa capacidade de fornecer aos nossos clientes um serviço seguro, preciso e imediato. Será um prazer

Leia mais

O RELATÓRIO DE GESTÃO E OS REQUISITOS DO CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS

O RELATÓRIO DE GESTÃO E OS REQUISITOS DO CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS O RELATÓRIO DE GESTÃO E OS REQUISITOS DO CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria, consultadoria de gestão,

Leia mais

COMPROMISSO TRIPARTIDO PARA O CRESCIMENTO, A COMPETITIVIDADE E O EMPREGO

COMPROMISSO TRIPARTIDO PARA O CRESCIMENTO, A COMPETITIVIDADE E O EMPREGO COMPROMISSO TRIPARTIDO PARA O CRESCIMENTO, A COMPETITIVIDADE E O EMPREGO COMPARAÇÃO COM O COM A O QUE DIZ O COM A DESPEDIMENTOS - Nova forma de despedimento por não serem atingidos objectivos previamente

Leia mais

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 DIRECTIVA 97/66/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 relativa ao tratamento de dados pessoais e à protecção da privacidade

Leia mais

Informação 2013 / 18 15/10/2013. Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME)

Informação 2013 / 18 15/10/2013. Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME) Informação 2013 / 18 15/10/2013 Fundos de Compensação do Trabalho (FGCT, FCT, ME) Estimado Cliente, A Lei nº 70/2013, de 30 de agosto, veio consagrar os regimes jurídicos do Fundo de Compensação do Trabalho

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS 1 de 6 - mobilidade humana e OBJECTIVO: Identifica sistemas de administração territorial e respectivos funcionamentos integrados. O Turismo Guião de Exploração Indicadores sobre o turismo em Portugal 27

Leia mais

Plano Empresas Reforma

Plano Empresas Reforma Plano Empresas Reforma Condições gerais e especiais 1110599-01.20104 Pela protecção dos valores da vida. Liberty Seguros, S.A. - Av. Fontes Pereira de Melo, n.º 6 1069-001 Lisboa Telef. 808 243 000 - Fax

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA BULGÁRIA SOBRE CONTRATAÇÃO RECÍPROCA DOS RESPECTIVOS NACIONAIS.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA BULGÁRIA SOBRE CONTRATAÇÃO RECÍPROCA DOS RESPECTIVOS NACIONAIS. Decreto n.º 23/2003 Aprova o Acordo entre a República Portuguesa e a República da Bulgária sobre Contratação Recíproca dos Respectivos Nacionais, assinado em Sófia em 26 de Setembro de 2002 Considerando

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Agências de Viagens e Transportes Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6 ÁREA DE ACTIVIDADE

Leia mais