Perguntas e respostas sobre timeshare e produtos de férias de longa duração

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Perguntas e respostas sobre timeshare e produtos de férias de longa duração"

Transcrição

1 MEMO/07/231 7 de Junho de 2007 Perguntas e respostas sobre timeshare e produtos de férias de longa duração Que direitos têm actualmente os consumidores relativamente aos contratos de timeshare? Em conformidade com a Directiva Timeshare de 1994, todos os Estados-Membros devem dar aos compradores deste tipo de produtos protecção e direitos obedecendo ao seguinte formato: - O direito a um período de reflexão de dez dias, a contar do dia em que os compradores assinam o contrato de timeshare. Durante o período de reflexão, os compradores têm o direito de cancelar o contrato sem apresentar razões e sem custos, além dos possíveis encargos legais, sempre que os Estados- Membros assim o previrem na sua legislação. - Os vendedores estão terminantemente proibidos de aceitar depósitos dos compradores durante o período de reflexão. - Os vendedores são obrigados a fornecer uma brochura aos compradores se esta lhes for pedida. A brochura deve conter informações sobre a propriedade abrangida pelo timeshare. O consumidor pode optar pela língua do país onde a propriedade se encontra ou pela sua própria língua. - O consumidor pode igualmente escolher a língua em que será redigido o contrato. Os vendedores devem facultar aos consumidores um contrato por escrito. - Se o vendedor fornecer ou previr um contrato de crédito para o consumidor comprar o produto de timeshare, este contrato deve ser automaticamente cancelado se o comprador invocar o seu direito de cancelar o contrato de timeshare dentro do período de reflexão. Contudo, estes direitos só se aplicam se o contrato disser respeito a uma ou mais semanas de alojamento por ano, num bem imóvel (imobiliário), com a duração de três ou mais anos. Além disso, existem normas mínimas básicas estabelecidas pela directiva. Os Estados-Membros podem optar por completá-las através da sua legislação nacional. Que impacto tem o sector do timeshare na economia europeia? Alguns valores disponíveis, indicativos do impacto deste sector na economia europeia, podem dar uma ideia da importância que tem a indústria de timeshare para a UE. De acordo com dados recentes da indústria, existem aproximadamente complexos turísticos de timeshare, que dão origem a unidades de timeshare por ano. O número de unidades de timeshare na UE aumenta por ano cerca de 2%, isto com base em estimativas de 2005.

2 Esta actividade traduz-se por um produto total de 10,5 mil milhões de euros, dos quais 4,2 mil milhões correspondem a resultados realizados apenas em Espanha. É uma indústria criadora de postos de trabalho na União. Com as medidas correctivas tomadas pela UE na sua proposta legislativa, estes números tornar-seão ainda mais significativos nos próximos anos. Qual é o problema causado por novos produtos que entraram no mercado desde a aprovação, em 1994, da directiva? Desde 1994, entrou no mercado um conjunto de novos produtos que não é abrangido pelo âmbito da actual directiva. Por conseguinte, os consumidores que comprarem estes produtos não usufruem dos mesmos direitos ou do mesmo nível de protecção anteriormente referidos. Por exemplo, não beneficiam do direito de retractação e não são proibidos os depósitos. Que produtos são estes? Os novos produtos incluem produtos semelhantes ao timeshare e os clubes de férias com desconto. Outras transacções ligadas ao timeshare, mas que não estão abrangidas pela directiva, são a revenda e a troca. O que se entende por produtos semelhantes ao timeshare? Os «produtos semelhantes ao timeshare» são economicamente equivalentes ao timeshare, mas concebidos de tal forma que não se enquadram na definição legal da directiva. Exemplos de novos produtos semelhantes ao timeshare são os contratos que prevêem estadias repetidas em alojamentos de férias, mas com uma duração inferior a três anos, ou para estadias inferiores a uma semana, ou contratos relativos a embarcações de recreio ou a caravanas (isto é, bens móveis), em vez de bens com localização fixa. O que são clubes de férias com desconto? Os consumidores que aderem a um clube de férias com desconto pagam por essa filiação uma quantia inicial importante. O benefício decorrente da qualidade de membro é o acesso a um serviço de reservas onde se podem reservar com desconto alojamento, voos, automóveis de aluguer e outros serviços. Nas campanhas de marketing destes clubes, são frequentemente prometidos ao consumidor descontos na ordem dos 70% ou mais em hotéis de luxo e voos baratos. Todavia, muitos acabam por ficar desiludidos, porque os descontos não correspondem às suas expectativas e os melhores destinos nunca têm vaga. A nova directiva regulará os «produtos de férias de longa duração». Trata-se de um termo legal que abrange muitos e diferentes tipos de contratos actualmente disponíveis no mercado. São conhecidos, por exemplo, por clubes de férias com desconto, clubes internacionais de viagens, clubes de trocas de férias e por vezes têm nomes como «Troca de férias de luxo». Qualquer que seja o seu nome, o consumidor que adquira estes «produtos de férias de longa duração» passa a ter os mesmos direitos. A proposta abarcaria estes produtos, para que os consumidores pudessem, por exemplo, beneficiar do direito de resolução do contrato no prazo de 14 dias. 2

3 Por que é igualmente abarcada a revenda na nova proposta? A mediação das revendas não é abarcada pela directiva de 1994, mas existem muitas queixas de consumidores acerca deste tipo de contratos. Os donos de propriedades em regime de timeshare são frequentemente abordados por agentes que se oferecem para revender o bem a um bom preço. Se o consumidor estiver interessado em vender, o agente pode pedir uma comissão (uma percentagem sobre a venda ou uma comissão fixa, que pode ir dos 500 aos 3000 euros). Muitos consumidores queixam-se que, depois de terem pago a comissão, o agente desaparece ou não procede à venda. Em qualquer caso, o consumidor não tem maneira de reaver o seu dinheiro. A nova proposta abarcará os contratos de mediação, isto é, os contratos efectuados entre o consumidor que vende o seu bem e o agente de revenda. Os agentes de revenda serão obrigados a fornecer boas informações pré-contratuais, na língua do consumidor, os depósitos serão proibidos e os consumidores terão direito a um período de reflexão. Por que existe a necessidade de regular a troca de produtos de timeshare? Se o complexo turístico de timeshare fizer parte de um sistema de trocas, os donos têm a opção de pagar um determinado montante para aderir a este sistema. Os membros «depositam» a sua semana numa bolsa de trocas, solicitando trocar com as semanas depositadas na bolsa por outros membros localizados em todo o mundo. Actualmente, estes sistemas não estão abarcados pelas normas básicas relativas à informação, pela proibição de depósitos, ou pelo período de reflexão. Há menos queixas relacionadas com a troca do que com a revenda. Todavia, as queixas centram-se no excesso de vendas relacionado com os sistemas de troca. Os consumidores ficam desapontados quando descobrem que as opções são mais limitadas do que esperavam. Dado que quase 80% dos consumidores que adquirem produtos de timeshare apontam a escolha de destinos disponíveis através dos sistemas de troca como sendo a razão pela qual compraram o produto, é determinante assegurar que os consumidores estão adequadamente informados antes de tomarem uma decisão. É, também, essencial assegurar que os consumidores têm o direito de retractação destes sistemas. Muitos dos problemas actuais com o timeshare são causados por burlões que tentam enganar os consumidores. Não seria melhor lidar com estes problemas através de uma aplicação mais eficaz das regras, em vez de as alargar? Algumas das irregularidades neste domínio constituem verdadeiras fraudes, que devem, naturalmente, passar para a tutela da polícia, e das forças de aplicação do direito civil e penal. Contudo, em benefício da maioria dos comerciantes, que pretende operar dentro da legalidade e obedecer às regras, cabe-nos criar condições equivalentes para todos os operadores presentes no mercado. Os comerciantes que pretendam oferecer produtos semelhantes ou ligados ao timeshare devem estar sujeitos às mesmas normas e os consumidores devem beneficiar da mesma protecção. 3

4 Para que precisamos de mais regras quando o órgão empresarial - a Organisation for Timeshare in Europe - já estabeleceu um código de conduta ética? A Comissão confere o devido valor a instâncias de auto-regulação, tais como os códigos de conduta ética com origem na Organisation for Timeshare in Europe. Contudo, este tipo de códigos só se aplica aos comerciantes que o subscreverem. Infelizmente, grande parte das empresas, tais como muitos clubes de férias com desconto, não subscreve o código OTE. Qual é o elo existente entre o Livro Verde sobre a revisão de oito diplomas da legislação do consumidor (o acervo do consumidor) e a revisão da Directiva Timeshare? Em Fevereiro de 2007, a Comissão lançou uma consulta (Livro Verde) acerca de oito directivas-chave no domínio do consumidor, incluindo a Directiva Timeshare. A consulta, que encerrou em 15 de Maio, perguntava às partes interessadas qual a sua opinião acerca de um conjunto de questões horizontais relativas às oito directivas. Incluíam estas questões horizontais as modalidades de exercício do direito de retractação e os efeitos do incumprimento dos requisitos de informação. Trata-se de questões que serão abordadas numa vertente horizontal no seguimento a dar ao Livro Verde. Contudo, além das questões horizontais, há igualmente algumas questões específicas de determinados sectores relacionados com o timeshare, tais como a necessidade de regular os clubes de férias de longa duração e a proibição dos depósitos. Na sequência de extensas consultas às partes interessadas, a Comissão considera que estes assuntos são urgentes e que têm importância suficiente para justificar a revisão da directiva específica relativa ao timeshare. ESTUDOS DE CASOS (provenientes dos centros europeus do consumidor, salvo menção em contrário) Consumidores franceses Os consumidores foram contactados em Julho de 2006 por uma empresa sediada em Portugal. A empresa propôs a aquisição das semanas de timeshare pertencentes a ambos os consumidores. Os consumidores voaram para Lisboa, Portugal, em 18 de Outubro de Após algumas horas de negociação, assinaram o contrato com a empresa. Pagaram inicialmente euros e seguidamente euros pelos alegados custos administrativos. Prometeram-lhes que iriam receber euros no prazo de seis meses. Até hoje não voltaram a ter notícias da empresa. 4

5 Consumidores alemães Os consumidores foram abordados na rua, na Grécia, para lhes darem um cartão de raspar. Aparentemente, terão sido aconselhados a ir levantar o primeiro prémio ganho com o cartão num «posto de turismo». Foram encaminhados para esse «posto de turismo» por táxi, tiveram uma longa conversa com um representante alemão da empresa e foram sujeitos a uma apresentação e a uma visita de um complexo hoteleiro. Depois da visita tiveram mais uma conversa, desta vez com o «representante principal», e foi-lhes proposto um pacote de férias com cinco semanas de alojamento (capacidade de até quatro pessoas) pelo montante de euros. Disseram-lhes que se pagassem imediatamente teriam direito a uma semana adicional em Creta, de graça. Apesar de os consumidores não terem aceitado esta proposta, acabaram por ser aliciados no sentido de adquirirem um pacote à experiência por euros. Aceitaram esta proposta, assinaram os documentos e pagaram com cartão de crédito um sinal de 750 euros. O período acordado para usufruir das três semanas adquiridas era de 35 meses. Os consumidores, depois de regressarem a casa, manifestaram o seu desejo de resolver o contrato. Portugal Um consumidor assinou um contrato de timeshare para uma semana junto de um operador no Algarve, depois de ter sido abordado na rua pelos promotores de vendas de outra empresa de revendas de timeshare. O preço do produto era de ,39 euros, com um pagamento de sinal de 2 493,99 euros. Este pagamento é proibido. O consumidor também pagou adiantadamente uma quantia para manutenção, elevando-se o valor total a 4 338,10 euros. O contrato não indicava a existência de um período de reflexão. Quando o contrato foi assinado, foram prometidas ao cliente uma valorização garantida do seu investimento e a possibilidade de revender o bem quando quisesse. O consumidor nunca fez uso do timeshare. O operador foi contactado por um organismo de resolução alternativa de litígios em representação do consumidor, mas nunca deu resposta a estas solicitações. Embora, até 2003, o organismo de resolução alternativa de litígios tivesse podido resolver amigavelmente os conflitos que envolviam este operador, conseguindo que os consumidores fossem reembolsados, desde 2004, o operador deixou de responder às tentativas de mediação. Este e mais quinze casos foram comunicados à Autoridade da Segurança Alimentar e Económica, a autoridade nacional competente. Nos últimos três anos, o Centro Europeu do Consumidor existente em Portugal tratou de 25 casos contra o mesmo operador e denunciou todos eles à autoridade nacional competente. 5

6 Consumidores suecos Os consumidores assinaram um contrato com um clube de férias com desconto em 1 de Novembro de Pagaram euros no momento da assinatura. O contrato estabelecia um período de reflexão de uma semana. Se os consumidores se quisessem retractar durante esse período, ser-lhes-iam cobrados 1250 euros. Os consumidores decidiram, de facto, cancelar o negócio, tendo enviado ao operador uma carta, em 5 de Novembro, dentro do período de reflexão, e afirmando pretender resolver o contrato e ser reembolsados do dinheiro gasto. A empresa enviou aos consumidores uma carta, em 22 de Novembro, onde confirmava a recepção da carta de resolução do contrato e informava que o consumidor iria receber euros, o equivalente aos euros pagos subtraídos de euros. Depois disso, os consumidores enviaram quatro cartas à empresa, desde Novembro de 2006 até Fevereiro de 2007, sempre solicitando a totalidade do seu dinheiro de volta, mas, até ao momento, não se procedeu ao reembolso. O Centro Europeu do Consumidor na Suécia é da opinião que os consumidores resolveram o contrato da maneira correcta, tendo, por conseguinte, o pleno direito de obter um reembolso do montante pago aquando da assinatura do contrato. Os custos administrativos de 1250 euros são demasiado elevados para poderem ser considerados razoáveis. Consumidores italianos Este caso diz respeito a dois consumidores que já eram donos de um timeshare no Quénia. Durante um período de férias oferecido em Espanha foi-lhes proposta, durante uma reunião obrigatória, a aquisição de mais quotas de timeshare no complexo onde estavam alojados, mediante pagamento e assinatura, em simultâneo, de uma procuração para a venda do seu timeshare à mesma empresa, mas no Quénia (na realidade, ainda eram onerados com os custos de manutenção até a venda ter tido lugar, embora a troca já tivesse sido feita). Os consumidores aceitaram, a princípio, mas mais tarde mudaram de ideias dentro do prazo previsto para o efeito. Foram então contactados mais uma vez pela empresa, que os tentou convencer a efectivar a compra, mas, não tendo conseguido, acabaram por assegurar que os consumidores seriam totalmente reembolsados (mais de euros)... contudo, a empresa nunca chegou a proceder ao reembolso. Este episódio data de Consumidores do Reino Unido (caso fora do âmbito de um centro europeu do consumidor) Um casal britânico assistiu a uma apresentação de três horas sobre timeshare enquanto estava de férias em 2005 e foi persuadido a assinar um contrato de timeshare por um período à experiência de três anos, por libras. De volta a casa, uma mudança de emprego determinou que o casal já não podia pagar a filiação no clube de timeshare. Imediatamente, escreveram para o clube a pedir a resolução do acordo. A empresa, contudo, respondeu-lhes que o pedido tinha chegado com quatro dias de atraso, porque o prazo de resolução já tinha expirado. Todavia, o casal nunca tinha sido informado da existência de um período de reflexão no momento da assinatura do contrato, nem esta informação constava do acordo de venda. 6

7 O casal aconselhou-se junto da Timeshare Consumers Association e da Organisation for Timeshare in Europe, mas sem resultados positivos até à data. Neste caso, foram violados vários direitos consagrados na Directiva Timeshare. A venda foi feita sob pressão e as informações prestadas aos compradores não cumpriam a legislação. Os consumidores não tinham sido informados do direito de resolver um acordo até ter expirado o período de reflexão. Por último, tiveram de depositar a quantia pedida antes de chegado ao termo o mesmo período. 7

Defesa do Consumidor na União Europeia

Defesa do Consumidor na União Europeia PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 27 DE MAIO DE 2013 POR JM Defesa do Consumidor na União Europeia O direito comunitário também protege os consumidores em caso de encomendas por via postal, pela

Leia mais

DESTAQUE. I Introdução

DESTAQUE. I Introdução DESTAQUE Abril de 2011 BREVES NOTAS SOBRE AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO REGIME DOS DIREITOS REAIS DE HABITAÇÃO PERIÓDICA I Introdução O regime dos Direitos Reais de Habitação Periódica ( DRHP ), regulado

Leia mais

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Ficha Informativa 1 Janeiro 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Compras na Internet:

Leia mais

Conheça os Seus Direitos de Passageiro

Conheça os Seus Direitos de Passageiro Conheça os Seus Direitos de Passageiro Índice Via Aérea... 2 Pessoas com deficiências e pessoas com mobilidade reduzida... 2 Embarque recusado... 2 Cancelamento... 2 Atrasos consideráveis... 2 Bagagem...

Leia mais

1 - Publituris, 23-02-2007, Viagens e Turismo avaliados em 3 mil ME

1 - Publituris, 23-02-2007, Viagens e Turismo avaliados em 3 mil ME Noticias APAVT - Fevereiro 2007 Revista de Imprensa 09-10-2007 1 - Publituris, 23-02-2007, Viagens e Turismo avaliados em 3 mil ME 2 - Diário Económico, 22-02-2007, Segmento de negócios representa metade

Leia mais

A defesa do consumidor na. União Europeia:

A defesa do consumidor na. União Europeia: Comissão Europeia A defesa do consumidor na União Europeia: dez princípios básicos A Comissão Europeia produziu o texto e as ilustrações desta brochura, que se encontra disponível no sítio web da Comissão

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 17.2.2004 L 46/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 261/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de Fevereiro de 2004 que estabelece regras comuns

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS 1 de 6 - mobilidade humana e OBJECTIVO: Identifica sistemas de administração territorial e respectivos funcionamentos integrados. O Turismo Guião de Exploração Indicadores sobre o turismo em Portugal 27

Leia mais

Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à

Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à 1. Amostra 2. Caracterização das viagens profissionais 3. Política de viagens

Leia mais

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens Análise Imagem das Agências de Viagens PREÇO VS. SERVIÇO Os portugueses que já recorreram aos serviços de uma Agência de Viagens fizeram-no por considerar que esta é a forma de reservar viagens mais fácil

Leia mais

Bulgária. Sempre que brilha o sol

Bulgária. Sempre que brilha o sol Bulgária Sempre que brilha o sol 2007 Viaje ainda mais seguro... por apenas Quem viaja conhece as situações inesperadas, os imprevistos, os pequenos acidentes, a perda da carteira e documentos,

Leia mais

"SMS sem fronteiras": Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro

SMS sem fronteiras: Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro IP/08/1144 Bruxelas, 15 de Julho de 2008 "SMS sem fronteiras": Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro Os 2500 milhões de mensagens de texto enviadas

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Mercado Interno e da Protecção dos Consumidores DOCUMENTO DE TRABALHO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Mercado Interno e da Protecção dos Consumidores DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão do Mercado Interno e da Protecção dos Consumidores 11.2.2008 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre a melhoria da educação financeira dos consumidores e da sua sensibilização

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho MANUAL ENTREVISTADOR

Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho MANUAL ENTREVISTADOR DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS E SOCIAIS SERVIÇO DE ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho MANUAL DO ENTREVISTADOR Março 2008 2

Leia mais

DIREITOS DOS PASSAGEIROS DOS TRANSPORTES AÉREOS FORMULÁRIO DE RECLAMAÇÃO UE

DIREITOS DOS PASSAGEIROS DOS TRANSPORTES AÉREOS FORMULÁRIO DE RECLAMAÇÃO UE DIREITOS DOS PASSAGEIROS DOS TRANSPORTES AÉREOS FORMULÁRIO DE RECLAMAÇÃO UE ESTE FORMULÁRIO PODE SER UTILIZADO PARA APRESENTAR UMA RECLAMAÇÃO JUNTO DE UMA TRANSPORTADORA AÉREA E/OU DE UM ORGANISMO NACIONAL

Leia mais

Regulamento Interno Férias Academia 2014. Art.º 1 - Informações Gerais

Regulamento Interno Férias Academia 2014. Art.º 1 - Informações Gerais Regulamento Interno Férias Academia 2014 Art.º 1 - Informações Gerais 1. As Férias Academia decorrem nas instalações da Academia Sporting, em regime fechado; 2. Os campos de férias têm, normalmente, uma

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 11.4.2007 COM(2007) 178 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Relatório final da Comissão Europeia sobre a continuação da adequação

Leia mais

Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013

Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013 Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013 APR Associação Portuguesa de Resorts A Associação Portuguesa de Resorts (APR) tem por missão promover a imagem, empresas e

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. Desenvolvimento de uma política comunitária de aviação civil em relação à Austrália

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. Desenvolvimento de uma política comunitária de aviação civil em relação à Austrália COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 05.09.2005 COM(2005) 408 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO Desenvolvimento de uma política comunitária de aviação civil em relação à Austrália 1. INTRODUÇÃO 1.1

Leia mais

Condições de acesso ao Programa de Passageiro Frequente TAP Victoria para Clientes do Banco Popular

Condições de acesso ao Programa de Passageiro Frequente TAP Victoria para Clientes do Banco Popular Condições de acesso ao Programa de Passageiro Frequente TAP Victoria para Clientes do Banco Popular 1. Âmbito O Banco Popular e a TAP estabeleceram um acordo de parceria (Contrato de Parceiro de Marketing

Leia mais

NORMAS DE ADMISSÃO DE SÓCIOS À AGENCIA REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA DO ALENTEJO TURISMO DO ALENTEJO

NORMAS DE ADMISSÃO DE SÓCIOS À AGENCIA REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA DO ALENTEJO TURISMO DO ALENTEJO NORMAS DE ADMISSÃO DE SÓCIOS À AGENCIA REGIONAL DE PROMOÇÃO TURÍSTICA DO ALENTEJO TURISMO DO ALENTEJO CAPITULO I Disposições Gerais 1. Âmbito As presentes normas têm como finalidade estabelecer as regras

Leia mais

Procura pela Defesa do Consumidor aumenta 30%

Procura pela Defesa do Consumidor aumenta 30% Procura pela Defesa do Consumidor aumenta 30% PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 11 DE MARÇO DE 2013 POR ALBERTO PITA~ ENTREVISTA A GRAÇA MONIZ Na semana em que é assinalado o Dia do Consumidor,

Leia mais

Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos

Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos Para assegurar os direitos dos consumidores relativos à informação dos produtos e identidade do vendedor, as empresas têm de cumprir regras sobre

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MILHAS TOP MILES

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MILHAS TOP MILES REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MILHAS TOP MILES NOTA DE BOAS VINDAS Beneficie das vantagens exclusivas do Programa de Milhas Top miles (adiante designado por Programa de Milhas ), assim como, dos serviços

Leia mais

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo 1. Introdução Documento de consulta Em alguns Estados-Membros, as agências oficiais de crédito

Leia mais

CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL

CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL ITICCRD_20150701 Caixa ITIC CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição de crédito 1.1. Denominação CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS,

Leia mais

Aluguer Operacional e Gestão de Frotas

Aluguer Operacional e Gestão de Frotas the world leading fleet and vehicle management company LeasePlan Portugal Lagoas Park - Edifício 6-2740-244 Porto Salvo Ed. Cristal Douro - R. do Campo Alegre, nº 830 - sala 35-4150-171 Porto Tel.: 707

Leia mais

Como Vender em Alemanha Uma acção à medida dos seus interesses

Como Vender em Alemanha Uma acção à medida dos seus interesses Como Vender em Alemanha Uma acção à medida dos seus interesses Ficha de Inscrição Encontre a resposta às suas dúvidas! Identifique a sessão pretendida: Porto AICEP (Rua António Bessa Leite, 1430-2.º andar)

Leia mais

9173/3/15 REV 3 ADD 1 jcc/ag/jcc 1 DPG

9173/3/15 REV 3 ADD 1 jcc/ag/jcc 1 DPG Conselho da União Europeia Bruxelas, 22 de setembro de 2015 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2013/0246 (COD) 9173/3/15 REV 3 ADD 1 NOTA JUSTIFICATIVA DO CONSELHO Assunto: CONSOM 92 MI 345 TOUR 8 JUSTCIV

Leia mais

PARECER N.º 7/CITE/2010

PARECER N.º 7/CITE/2010 PARECER N.º 7/CITE/2010 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea a) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Despedimento por facto

Leia mais

Conheça os seus direitos em caso de: Recusa de embarque Cancelamento de voo Atrasos prolongados Colocação em classe inferior Viagens organizadas

Conheça os seus direitos em caso de: Recusa de embarque Cancelamento de voo Atrasos prolongados Colocação em classe inferior Viagens organizadas OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO AS NOVAS REGRAS Dia 17 de Fevereiro entra em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que

Leia mais

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 Esclarecimentos de dúvidas/informações adicionais: Carolina Peralta/Isabel Silva Gabinete de Relações Internacionais - GRI Rua de Santa Marta, 47, 1º Piso sala 112-1169-023

Leia mais

NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES

NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES Resultado da cimeira "particularmente positivo para Portugal" A cimeira europeia de quinta-feira

Leia mais

Auxílio estatal N 80/2010 Portugal Prorrogação do regime de recapitalização português

Auxílio estatal N 80/2010 Portugal Prorrogação do regime de recapitalização português COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 17.3.2010 C(2010)1733 final Assunto: Auxílio estatal N 80/2010 Portugal Prorrogação do regime de recapitalização português Excelência, I. ASPECTOS PROCESSUAIS 1. Em 20 de Maio

Leia mais

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes 2 Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Índice 1 Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) 2 Crédito

Leia mais

1. Objecto e âmbito de aplicação

1. Objecto e âmbito de aplicação As presentes Condições Gerais de Contratação são acordadas entre a Lusodidacta Sociedade Portuguesa de Material Didáctico, Lda, com o número de pessoa colectiva e matrícula na Conservatória do Registo

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Agências de Viagens e Transportes Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6 ÁREA DE ACTIVIDADE

Leia mais

No seu programa de 2000, no

No seu programa de 2000, no O Pacote IVA novas regras de localização das prestações de serviços P o r C l o t i l d e C e l o r i c o P a l m a Foram estabelecidas a nível comunitário novas regras de localização das prestações de

Leia mais

REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS E ORGANIZADORES DE CIRCUITOS TURÍSTICOS REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO MÓDULO 2

REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS E ORGANIZADORES DE CIRCUITOS TURÍSTICOS REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO MÓDULO 2 REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO MÓDULO 2 REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS E ORGANIZADORES DE CIRCUITOS TURÍSTICOS José Soares Roriz Março de 2011 O regime apenas se aplica nas operações

Leia mais

VENDAS Á DISTÂNCIA. Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico. Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância

VENDAS Á DISTÂNCIA. Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico. Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância VENDAS Á DISTÂNCIA Enquadramento Legal Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância No que respeita à forma da contratação electrónica, estipula

Leia mais

Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas

Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Linha de Crédito PME Investe III Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito, criada no âmbito da Linha PME Investe III, visa facilitar o acesso ao crédito por parte

Leia mais

Depósito Indexado Depósito Valor Energia Produto Financeiro Complexo

Depósito Indexado Depósito Valor Energia Produto Financeiro Complexo - Prospecto Informativo - Designação Classificação Depósito Valor Energia (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores

Leia mais

GR-Tessalónica: Ministração de formação em TIC para o pessoal do Cedefop 2012/S 213-351312. Anúncio de concurso. Serviços

GR-Tessalónica: Ministração de formação em TIC para o pessoal do Cedefop 2012/S 213-351312. Anúncio de concurso. Serviços 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:351312-2012:text:pt:html GR-Tessalónica: Ministração de formação em TIC para o pessoal do Cedefop 2012/S 213-351312 Anúncio

Leia mais

(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º,

(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º, DIRECTIVA DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 1985 relativa à protecção dos consumidores no caso de contratos negociados fora dos estabelecimentos comerciais (85/577/CEE) O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

Publicado na revista TOC. Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal

Publicado na revista TOC. Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal Publicado na revista TOC Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal O regime jurídico do contrato de locação financeira, vem consagrado no DL nº 149/95,

Leia mais

- Prospecto Informativo -

- Prospecto Informativo - - Prospecto Informativo - Designação Classificação Depósito Indexado Depósito Valor Energia USD (doravante referido por o Depósito ).. Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Factores

Leia mais

c. Por cada nova adesão ao Programa de Milhas:

c. Por cada nova adesão ao Programa de Milhas: REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MILHAS TOP MILES NOTA DE BOAS VINDAS Beneficie das vantagens exclusivas do Programa de Milhas Top miles (adiante designado por Programa de Milhas ), assim como, dos serviços

Leia mais

Linha de Crédito PME Investe II

Linha de Crédito PME Investe II Linha de Crédito PME Investe II Condições e procedimentos I - CONDIÇÕES GERAIS DA LINHA DE CRÉDITO 1. Beneficiários: PME, tal como definido na Recomendação 2003/361CE da Comissão Europeia, certificadas

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO RELATIVA AO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO RELATIVA AO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 04.04.2001 COM(2001) 161 Final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO RELATIVA AO Alargamento do acesso do consumidor aos sistemas alternativos de resolução de litígios PT

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES

PERGUNTAS FREQUENTES PERGUNTAS FREQUENTES Porque devemos utilizar a empresa Tungsten-Network para enviar as nossas facturas? Para além das vantagens indicadas anteriormente, a facturação electrónica é o método preferido pela

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 28.10.2009 COM(2009) 612 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO Iniciativa Europeia em matéria de Transparência: o registo dos representantes de interesses,

Leia mais

VIAGEM IBIZA SPRING BREAK 2013

VIAGEM IBIZA SPRING BREAK 2013 VIAGEM IBIZA SPRING BREAK 2013 INFORMAÇÃO GERAL VIAGEM CONDIÇÕES GERAIS E ESPECÍFICAS DE RESERVA ORGANIZAÇÃO Organização e Coordenação Técnica: > Megaviagens (Movimento Viagens - Viagens e Turismo Unipessoal,

Leia mais

ASSUNTO: LEI N.º 144/2015 DE 8 DE SETEMBRO

ASSUNTO: LEI N.º 144/2015 DE 8 DE SETEMBRO CIRCULAR Nº 036/2016 (SF) RF/RC Lisboa, 09 de Março de 2016 ASSUNTO: LEI N.º 144/2015 DE 8 DE SETEMBRO Informação aos clientes quanto à existência de entidades de resolução alternativa de litígios de consumo

Leia mais

A solução. para os seus problemas. na Europa. ec.europa.eu/solvit

A solução. para os seus problemas. na Europa. ec.europa.eu/solvit A solução para os seus problemas na Europa ec.europa.eu/solvit CONHEÇA OS SEUS DIREITOS Viver, trabalhar ou viajar em qualquer país da UE é um direito fundamental dos cidadãos europeus. As empresas também

Leia mais

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Transacções de Reporte Edição de Janeiro de 2001

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Transacções de Reporte Edição de Janeiro de 2001 Acordo Quadro para Transacções Financeiras Anexo de Produto para Transacções de Reporte Edição de Janeiro de 2001 Este Anexo complementa as Condições Gerais que fazem parte de qualquer Acordo Quadro para

Leia mais

MILINHA VITOR P. GOMES, UNIPESSOAL, LDA

MILINHA VITOR P. GOMES, UNIPESSOAL, LDA CONDIÇÕES GERAIS E PARTICULARES DE VENDA ON-LINE As presentes CONDIÇÕES GERAIS E PARTICULARES DE VENDA ON-LINE são acordadas livremente e de boa-fé entre Vitor Pereira Gomes, Unipessoal, Lda. com sede

Leia mais

CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS

CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS 2. GERAL 1. 1. Introdução O Código Europeu de Conduta de Venda Directa face a Revendedores, entre Revendedores

Leia mais

Ficha de Informação Normalizada em Matéria de Crédito aos Consumidores, em Caso de Contratação à Distância - Geral. Informação pré-contratual

Ficha de Informação Normalizada em Matéria de Crédito aos Consumidores, em Caso de Contratação à Distância - Geral. Informação pré-contratual A. Elementos de Identificação 1. Identificação da instituição de crédito Ficha de Informação Normalizada em Matéria de Crédito aos Consumidores, em Caso de Contratação à Distância - Geral Informação pré-contratual

Leia mais

Afacturação electrónica mais não é do que

Afacturação electrónica mais não é do que Facturação electrónica É possível a disponibilização da referência ou da legislação relativa à aprovação legal do envio de facturas por correio electrónico em formato PDF ou idêntico? Afacturação electrónica

Leia mais

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III.1 Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

CC SMS Manual do Utilizador

CC SMS Manual do Utilizador CC SMS Manual do Utilizador Global Id - Creative Thinkers 2011 Índice Manual do Utilizador 02 Acerca do CC SMS 03 Instalação 04 Visão Geral 05 Sms 05 Noções Básicas e Requisitos 05 Envio de SMS 06 Como

Leia mais

GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO

GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO RESPOSTA ÀS QUESTÕES MAIS FREQUENTES Agosto 2006 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015 É do interesse das Instituições de Ensino Superior promover a excelência do ensino, propiciando aos seus estudantes

Leia mais

CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE"

CICLO DE CONFERÊNCIAS 25 ANOS DE PORTUGAL NA UE Boletim Informativo n.º 19 Abril 2011 CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE" A Câmara Municipal de Lamego no âmbito de atuação do Centro de Informação Europe Direct de Lamego está a promover

Leia mais

MEDIDAS DE PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR

MEDIDAS DE PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR MEDIDAS DE PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR As medidas europeias de proteção do consumidor visam proteger a saúde, a segurança e os interesses económicos e jurídicos dos consumidores europeus, independentemente

Leia mais

VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87. de 3 de Julho

VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87. de 3 de Julho VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87 de 3 de Julho Na ordem jurídica portuguesa a protecção do consumidor alcançou uma marcante expressão com a lei

Leia mais

1. Programa de Fidelização Altis Blue&Green através do qual são concedidos benefícios aos clientes das suas unidades hoteleiras.

1. Programa de Fidelização Altis Blue&Green através do qual são concedidos benefícios aos clientes das suas unidades hoteleiras. REGULAMENTO T E R M O S E C O N D I Ç Õ E S 1. Programa de Fidelização Altis Blue&Green através do qual são concedidos benefícios aos clientes das suas unidades hoteleiras. 2. Podem ingressar no clube

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre I SISTEMAS DE GARANTIA DE DEPÓSITOS 2 II Legislação A. Direito Bancário Institucional

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015 O Programa Bolsas Ibero-américa. Estudantes de Licenciatura e

Leia mais

A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis:

A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis: A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis: Uma Mesa-Redonda Sector Público-Privado 7/10/2011 Centro de Políticas e Estratégias, Palácio do Governo, Praia. A crise na Zona

Leia mais

Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho

Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho Regime jurídico aplicável à prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Comentários

Leia mais

A proposta de Direito europeu comum da compra e venda: perspetiva do comércio eletrónico

A proposta de Direito europeu comum da compra e venda: perspetiva do comércio eletrónico DIREÇÃO-GERAL DAS POLÍTICAS INTERNAS DA UNIÃO DEPARTAMENTO TEMÁTICO C: DIREITOS DOS CIDADÃOS E ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS Assuntos Jurídicos A proposta de Direito europeu comum da compra e venda: perspetiva

Leia mais

b. País de constituição Data de constituição / /

b. País de constituição Data de constituição / / Esta proposta de seguro é válida para Sociedades com facturação superior a 50 Milhões Euros. Excluem-se também desta proposta qualquer entidade seguradora e/ou financeira regulada pelos organismos competentes.

Leia mais

Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288

Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288 Assunto: Auxílio estatal N 360/2005 Portugal Alteração do regime de auxílios existente Auxílios estatais a favor do desenvolvimento regional dos Açores

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS O presente programa/ catálogo é o documento informativo no qual se inserem as presentes condições gerais, dele fazendo parte integrante e que constituem, na ausência de documento autónomo

Leia mais

***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA

***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários 2010/0207(COD) 4.6.2014 ***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA sobre a posição do Conselho em primeira leitura, tendo

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO

DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO N. o 035/B/2010-DBS/AMCM Data: 05/10/2010 DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que

Leia mais

CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS E COLABORADORES TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM. Conta Ordenado Triplus

CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS E COLABORADORES TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM. Conta Ordenado Triplus PROTOCOLO CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA CONDIÇÕES PARA OS MEMBROS E COLABORADORES TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM Para aderir a este Protocolo e beneficiar das respectivas condições, abra a sua Conta

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2004R0261 PT 17.02.2005 000.002 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 261/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de Fevereiro

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

França-Estrasburgo: Reparação da flocagem azul e amarela dos vigamentos do edifício Louise Weiss em Estrasburgo 2015/S 157-287593. Anúncio de concurso

França-Estrasburgo: Reparação da flocagem azul e amarela dos vigamentos do edifício Louise Weiss em Estrasburgo 2015/S 157-287593. Anúncio de concurso 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:287593-2015:text:pt:html França-Estrasburgo: Reparação da flocagem azul e amarela dos vigamentos do edifício Louise Weiss

Leia mais

- Aviso n.º 14/2009-AMCM -

- Aviso n.º 14/2009-AMCM - - Aviso n.º 14/2009-AMCM - ASSUNTO: SUPERVISÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA GUIA PARA AS INSTITUIÇÕES SEGURADORAS AUTORIZADAS REFERENTE AO TRATAMENTO DE QUEIXAS DE TOMADORES DOS SEGUROS/CLIENTES/TERCEIROS

Leia mais

Aviso n 009/2012-AMCM

Aviso n 009/2012-AMCM AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU 澳 Aviso n 009/2012-AMCM ASSUNTO: SUPERVISÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA REVISÃO DAS DIRECTIVAS REFERENTES AOS DIREITOS DE REFLEXÃO EM APÓLICES DO SEGURO VIDA Tendo em atenção

Leia mais

Cartão Best Gold VISA Guia do Utilizador

Cartão Best Gold VISA Guia do Utilizador Cartão Best Gold VISA Guia do Utilizador O Cartão Best Gold VISA é um meio de pagamento conveniente, seguro e de fácil utilização, associado à marca de maior prestígio em cartões: a VISA. Pode ser utilizado

Leia mais

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei n.º 200XI/1ª. Isenção de obrigações contabilísticas gerais por parte das Microentidades

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei n.º 200XI/1ª. Isenção de obrigações contabilísticas gerais por parte das Microentidades Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º 200XI/1ª Isenção de obrigações contabilísticas gerais por parte das Microentidades Exposição de Motivos Portugal tem necessidade de prosseguir uma política de simplificação

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL 30 de Junho de 2013. Proposta do Conselho Directivo Ponto 2 da Ordem de Trabalhos

ASSEMBLEIA GERAL DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL 30 de Junho de 2013. Proposta do Conselho Directivo Ponto 2 da Ordem de Trabalhos ASSEMBLEIA GERAL DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL 30 de Junho de 2013 Proposta do Conselho Directivo Ponto 2 da Ordem de Trabalhos CONSIDERANDO: a) Que o Sporting Clube de Portugal (SCP), a Sporting Clube

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 LEGAL FLASH I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 Lei n.º 29/2012, de 9 de Agosto Novo Regime de Autorização de Residência para Estrangeiros Investidores 2 LEI N.º 29/2012 NOVO REGIME DE AUTORIZAÇÃO

Leia mais

A Direção-Geral do Consumidor informa. A transposição da Diretiva dos Direitos dos Consumidores (Diretiva 2011/83/CE)

A Direção-Geral do Consumidor informa. A transposição da Diretiva dos Direitos dos Consumidores (Diretiva 2011/83/CE) A Direção-Geral do Consumidor informa A transposição da Diretiva dos Direitos dos Consumidores (Diretiva 2011/83/CE) A Direção-Geral do Consumidor informa Qual é o objetivo da Diretiva sobre os Direitos

Leia mais

P A R L A M E N T O E U R O P E U

P A R L A M E N T O E U R O P E U P A R L A M E N T O E U R O P E U REGRAS INTERNAS RELATIVAS AOS ESTÁGIOS E VISITAS DE ESTUDO NO SECRETARIADO-GERAL DO PARLAMENTO EUROPEU PARTE I: ESTÁGIOS Capítulo 1 Disposições gerais Artigo 1º Os diferentes

Leia mais

FICHA NEGÓCIOS Vendas OnLine

FICHA NEGÓCIOS Vendas OnLine Vendas OnLine Nesta Ficha Negócios pretende-se reunir um conjunto de informação útil e pertinente para apoio do desenvolvimento desta atividade. GDEE Setembro 2015 Área de Negócio: Vendas On-line Índice

Leia mais

Endereço Internet: www.millenniumbcp.pt. Cartão de crédito.

Endereço Internet: www.millenniumbcp.pt. Cartão de crédito. FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL Cartões de Crédito Gémeos TAP Gold VISA/American Express A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação

Leia mais

Índice. Pág *09 Como participar. Pág *10 Calendário. Pág *11 Os resultados. Pág *12 Júri. Pág *13 Regulamento

Índice. Pág *09 Como participar. Pág *10 Calendário. Pág *11 Os resultados. Pág *12 Júri. Pág *13 Regulamento Índice Pág *09 Como participar Pág *10 Calendário Pág *11 Os resultados Pág *12 Júri Pág *13 Regulamento Pág *01 Introdução Pág *02 Um programa alargado de intervenção Pág *05 Viver de Consciência Leve

Leia mais

PROPOSTA DE VALOR PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ADVOGADOS CONDIÇÕES

PROPOSTA DE VALOR PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ADVOGADOS CONDIÇÕES PROPOSTA DE VALOR PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ADVOGADOS CONDIÇÕES Cartão Ordem dos Advogados Um cartão de crédito PERSONALIZADO E DIFERENCIADOR com vantagens únicas para a classe profissional COMPRE AGORA

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA 1.Definições As vendas dos produtos apresentados no nosso website www.prada.com (adiante O Site) são regidas pelos seguintes Termos e Condições Gerais de Venda (adiante

Leia mais

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001 Acordo Quadro para Transacções Financeiras Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001 Este Anexo complementa as Condições Gerais que fazem parte de qualquer Acordo

Leia mais