Angola: Potencialidades

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Angola: Potencialidades"

Transcrição

1 Angola: Potencialidades Regionais e Internacionais Sebastião Martins 21 de Abril de 2015

2 Índice 1. A República de Angola em Contexto 2. As Potencialidades Domésticas da República de Angola 2.1. Económicas 2.2. Políticas 3. As Potencialidades Regionais e Internacionais da República de Angola 4. Considerações Finais 2

3 1. A República de Angola em Contexto 3

4 1. A República de Angola em Contexto O eco mediático tem vindo a expandir os acontecimentos derivados da crise petrolífera desde de Junho de 2014; Este cenário provocou, na economia angolana, uma redefinição das prioridades da despesa pública para assegurar a sustentabilidade da Agenda de Desenvolvimento; O Orçamento Geral do Estado (OGE) revisto prevê: Descida de 35,7% do total das receitas; Corte de mais de 25% da despesa face a

5 1. A República de Angola em Contexto O sector petrolífero ainda se mantém no epicentro da economia angolana; A realidade empresarial angolana é, ainda, caracterizada por empresas de dimensões reduzidas; Os bancos comerciais tem privilegiado a concessão de crédito aos sectores dos serviços e da construção, em desprestígio do sector industrial; A falta de quadros qualificados com formação superior vem, também, dificultar a concretização diversificação económica. 5

6 O Que Tem Sido Feito Percepção Mediática 1. A República de Angola em Contexto Uma República de Angola sem futuro, refém de uma crise petrolífera, sem um plano de acção estratégico e amarrada a uma voz sem eco na esfera de poder. Acções no âmbito da Estratégia: Médio prazo: Plano Nacional do Desenvolvimento ; Longo prazo: Plano Angola

7 2. As Potencialidades Domésticas da República de Angola 7

8 2.1. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Económicas Apesar da actual descida do preço do barril de petróleo se assemelhar à situação verificada entre 2008 e 2009, a República de Angola encontra-se agora, com a criação do Fundo Soberano de Angola, com uma inflação menor e com uma redução de subsídios aos combustíveis. Subsídios aos Combustíveis Inflação 8

9 2.1. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Económicas Evolução da Inflação: Variação Anual do IPC, em Percentagem Fonte: Banco Nacional de Angola 9

10 2.1. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Económicas O Executivo tem lançado programas de concessão de crédito para apoiar os empresários a consolidar e a internacionalizar as suas empresas. Exemplo disso é o programa Angola Investe que só em 2014 concedeu 64 mil milhões de Kwanzas em crédito e que, em conjugação com o programa «Feito em Angola», conta com 63 empresas aderentes e 494 produtos abrangidos. 10

11 2.1. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Económicas A criação de organizações como a Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizadas de Angola (CEEIA), a Associação Empresarial de Luanda (AEL) e o Instituto Angolano das Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) tem ajudado a diversificar a economia angolana, sendo a cooperação empresarial um importante factor adicional para as políticas económicas estabelecidas. 11

12 2.1. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Económicas A política monetária adoptada tem procurado a credibilização da moeda e a estabilização das finanças públicas, razão pela qual foi criada uma Unidade de Gestão da Dívida Pública. Neste sentido, e de forma a promover a reestruturação do sistema financeiro, foram impostas medidas que obrigam a que os pagamentos do sector petrolífero sejam feitos em Kwanzas. 12

13 2.1. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Económicas O arranque da Bolsa de Valores (BODIVA), em 19 de Dezembro de 2014, pode ser o factor adicional de promoção à diversificação económica que o Executivo tanto procura. 13

14 2.2. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Políticas As Eleições de 2012: Foram as primeiras eleições legislativas gerais; Realizadas a 31 de Agosto de 2012; Constituíram-se num marco importante para a consolidação das instituições existentes; Validadas pelo Tribunal Constitucional e por observadores da UA e da SADC. No que respeita à segurança nacional: a República de Angola, entre 2007 e 2013, melhorou a sua classificação no Índice Ibrahim de Governação Africana em 8.7 pontos percentuais. Relativamente aos objectivos do Milénio, programa iniciado em 2000 e com término no presente ano, a República de Angola já cumpriu quatro, de um total de oito, destes objectivos, tendo os restantes evoluído a bom ritmo. 14

15 2.2. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Políticas República de Angola: Estágio Actual (2012), Meta Estabelecida e Diferença até 2015 Fonte: CPLP, Metas de Desenvolvimento do Milénio 15

16 2.2. As Potencialidades Domésticas da República de Angola: Políticas Do ponto de vista do colectivo, as despesas respeitantes ao Sector Social e aos Serviços Públicos Gerais perfazem 47,8% da Despesa Total proposta para o ano de 2015, enquanto as restantes despesas totalizam 52,2%. Composição Funcional da Despesa do OGE 2015 Fonte: Ministério das Finanças 16

17 3. As Potencialidades Regionais e Internacionais da República de Angola 17

18 3. As Potencialidades Regionais e Internacionais da República de Angola Terá a República de Angola um lugar promissor no domínio transnacional? A política externa da República de Angola actua em várias linhas estratégicas e esta multiplicidade de frentes de acção faz com que seja apelidada de política multivectorial. CEEAC (Comunidade Económica dos Estados da África Central): É a maior potência militar desta região. Comparando as FA (Forças Armadas) dos países que pertencem à CEEAC nos três principais eixos terrestre, aéreo e naval confirma-se a superioridade hegemónica das FAA (Forçadas Armadas Angolanas); A capacidade económica da República de Angola. Exceptuando a África do Sul, os demais países não tangem sequer a linha dos mil milhões de dólares. A República de Angola, por sua vez, sobrepõe essa linha, situando-se muito além dos restantes países também quanto aos níveis de despesa pública. 18

19 3. As Potencialidades Regionais e Internacionais da República de Angola 450,00 Países da SADC Produto Interno Bruto, Preços Correntes Mil Milhões de USD 400,00 350,00 300,00 250,00 200,00 150,00 100,00 50,00 0, África do Sul Angola Botswana Lesoto Madagáscar Malawi Maurícias Moçambique Namíbia República Dem. do Congo Seicheles Suazilândia Tanzânia Zâmbia Zimbábue Fonte: Economist Intelligence Unit 19

20 3. As Potencialidades Regionais e Internacionais da República de Angola Países da SADC Despesa Pública, Preços Correntes Mil Milhões de USD 160,00 140,00 120,00 100,00 80,00 60,00 40,00 20,00 0, África do Sul Angola Botswana Lesoto Madagáscar Malawi Maurícias Moçambique Namíbia República Democrática do Congo Seicheles Suazilândia Tanzânia Zâmbia Zimbábue Fonte: Economist Intelligence Unit 20

21 3. As Potencialidades Regionais e Internacionais da República de Angola CGG (Comissão do Golfo da Guiné): Estima-se que o fornecimento de petróleo africano aos Estados Unidos, aumente de 15% para níveis entre os 25% e os 35%. A República de Angola e a Nigéria encontram-se numa posição privilegiada, sendo os principais países que poderão satisfazer estas necessidades energéticas futuras; Do ponto de vista estratégico-militar, a República de Angola ostenta atributos geográficos ímpares: podendo chegar a constituir-se enquanto um «porta-aviões» fixo. ONU (Organização das Nações Unidas): A relevância da sua eleição é encarada pela oportunidade que os problemas africanos poderão ter ao surgirem no debate do centro de poder mundial o Ocidente. A República de Angola pode constituir-se no representante da voz africana. 21

22 3. As Potencialidades Regionais e Internacionais da República de Angola Destaca-se ainda a posição da República de Angola: Como um palco promotor da intensificação de relações diplomáticas da região com outros centros de poder mundiais; Na estabilização dos conflitos étnico-religiosos presenciados em diferentes regiões do continente africano. Recentemente, o país confronta-se com o desafio da estabilidade na República Democrática do Congo; Na manutenção da ordem e da paz pública na Guiné-Bissau, através de uma missão técnico-militar denominada por MISSANG; Na Presidência da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL), contribuindo para o cumprimento do plano de acção estratégico estabelecido para o período 2014/

23 4. Considerações Finais 23

24 4. Considerações Finais O impacto que a descida do preço do crude nos mercados internacionais tem na economia angolana passará, a médio/longo prazo, por uma diminuição das receitas públicas, tendo como consequências a diminuição da despesa e um eventual aumento da dívida e do défice orçamental do Estado. Estes efeitos podem ser atenuados pela República de Angola através da continuação quer da diversificação da economia angolana, quer da promoção da sua posição estratégica a nível regional. Os seguintes fenómenos podem dar um impulso ao sector petrolífero: As descobertas nas águas profundas da Bacia do Kwanza; A entrada em funcionamento da unidade de gás natural liquefeito; O Interesse pela exploração das camadas de pré-sal. 24

25 4. Considerações Finais Deve-se, portanto, equacionar as seguintes questões: 1. «Irá Angola conseguir posicionar-se como um grande actor regional e, quiçá, internacional?» A República de Angola já é uma potência regional e internacional de elevada relevância. É um player estratégico a considerar na esfera internacional, constituindo-se enquanto palco de relações diplomáticas bilaterais e multilaterais relevantes. 2. «A grande dependência económica relativamente ao petróleo irá pôr em causa esses objectivos?» A diminuição do preço do crude afectará com mais ímpeto a posição deste país na África Austral; por uma presença primordialmente marcada pelo domínio económico. Contudo, o Governo angolano tem mostrado que uma das linhas primordiais da política nacional angolana é a política externa. Em suma, verifica-se um conjunto diversificado de potencialidades económicas e políticas em três contextos geográficos distintos: nacional, regional e internacional. 25

26 Obrigado Sebastião Martins 26

Title of Power Point presentation DATE

Title of Power Point presentation DATE Title of Power Point presentation DATE Campanha para um Subsídio de Rendimento Básico (SRB) na SADC Altos níveis de pobreza e desigualdade dentro da SADC. Suazilândia: 78.59% do pop. vive abaixo da linha

Leia mais

Angola. Evolução dos principais indicadores económicos e financeiros entre 2008 e 2012 e perspectivas futuras. Junho 2013

Angola. Evolução dos principais indicadores económicos e financeiros entre 2008 e 2012 e perspectivas futuras. Junho 2013 Angola Evolução dos principais indicadores económicos e financeiros entre 28 e 212 e perspectivas futuras Junho 213 Sumário da apresentação Produto Interno Bruto Inflação Exportações e Reservas Internacionais

Leia mais

DECLARAÇÃO DE LUANDA SOBRE A PAZ E SEGURANÇA NA REGIÃO DO GOLFO DA GUINÉ

DECLARAÇÃO DE LUANDA SOBRE A PAZ E SEGURANÇA NA REGIÃO DO GOLFO DA GUINÉ DECLARAÇÃO DE LUANDA SOBRE A PAZ E SEGURANÇA NA REGIÃO DO GOLFO DA GUINÉ I - Preâmbulo Animados pela vontade de desenvolver e estreitar as relações de boa vizinhança entre Estados da região do Golfo da

Leia mais

CIMEIRA EXTRAORDINÁRIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA SADC 8 DE DEZEMBRO DE 2012 DAR ES SALAAM, REPÚBLICA UNIDA DA TANZÂNIA COMUNICADO

CIMEIRA EXTRAORDINÁRIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA SADC 8 DE DEZEMBRO DE 2012 DAR ES SALAAM, REPÚBLICA UNIDA DA TANZÂNIA COMUNICADO 10/12/12 16h30 CIMEIRA EXTRAORDINÁRIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA SADC 8 DE DEZEMBRO DE 2012 DAR ES SALAAM, REPÚBLICA UNIDA DA TANZÂNIA COMUNICADO 1. A Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado

Leia mais

Tempo de ajustar as políticas económicas

Tempo de ajustar as políticas económicas Tempo de ajustar as políticas económicas Perspetivas Económicas Regionais para a África Subsariana Departamento de África Fundo Monetário Internacional Maio de 2016 1 O crescimento mundial permanecerá

Leia mais

DECLARAÇÃO PRELIMINAR DA MIISÃO DE OBSERVAÇÃO DA UNIÃO AFRICANA ÀS ELEIÇÕES GERAIS DE 31 DE AGOSTO DE 2012 NA REPÚBLICA DE ANGOLA

DECLARAÇÃO PRELIMINAR DA MIISÃO DE OBSERVAÇÃO DA UNIÃO AFRICANA ÀS ELEIÇÕES GERAIS DE 31 DE AGOSTO DE 2012 NA REPÚBLICA DE ANGOLA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 251-11-5517700 Fax : 251-11-5517844 DECLARAÇÃO PRELIMINAR DA MIISÃO DE OBSERVAÇÃO DA UNIÃO AFRICANA ÀS ELEIÇÕES

Leia mais

A POSIÇAO DE ANGOLA. NA ARQUITECTURA DE PAZ E SEGURANÇA AFRICANA

A POSIÇAO DE ANGOLA. NA ARQUITECTURA DE PAZ E SEGURANÇA AFRICANA LUÍS BERNARDINO - A POSIÇAO DE ANGOLA. NA ARQUITECTURA DE PAZ E SEGURANÇA AFRICANA ANÁLISE DA FUNÇÃO ESTRATÉGICA DAS FORÇAS ARMADAS ANGOLANAS \M ALMEDINA ÍNDICE NOTABIOGRÁFICA 5 PREFÁCIO 7 NOTA PRÉVIA

Leia mais

Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa 2013

Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa 2013 Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa 2013 O #Lusofonia (Cardinal Lusofonia) é uma publicação que se enquadra na promoção do conhecimento público sobre as economias dos Países de

Leia mais

Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC

Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC 1 DECLARAÇÃO PREÂMBULO NÓS, os Chefes de Estado e de Governo ou os Representantes devidamente Autorizados

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ECONÓMICO DE Alves da Rocha

APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ECONÓMICO DE Alves da Rocha APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ECONÓMICO DE 2013 Alves da Rocha Luanda, 11 de Junho de 2014 A EQUIPA Alves da Rocha - Coordenador Regina Santos João Fonseca Carlos Leite Fernando Pacheco Ana Duarte (Instituto

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2016 a

PLANO ESTRATÉGICO 2016 a LIDERAR COM RESPONSABILIDADE PLANO ESTRATÉGICO 2016 a 6 2020 Fevereiro de 2016 LIDERAR COM RESPONSABILIDADE 1 ÍNDICE 1. CARACTERIZAÇÃO DA INTERVENÇÃO 3-4 1.1. A UNIAPAC-África 1.2. DESCRIÇÃO DO CONTEXTO

Leia mais

Importância do CAADP para Moçambique

Importância do CAADP para Moçambique Breve Reflexão Apresentada na Revisão Técnica Anual do MINAG/ PROAGRI de 2010 Importância do CAADP para Moçambique Hélder Gêmo (Maputo, 14.04.2010) Agricultura é importante, em especial nos 7 países de

Leia mais

Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa

Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa Publicação anual Outubro 2016 Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa Comunidade em gráficos Área terrestre Milhares de km 2 População Milhões de habitantes, PIB EUR, mil milhões, preços

Leia mais

Luanda, 14 de Junho de 2016 EXCELÊNCIAS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO, SENHOR SECRETÁRIO-GERAL, SENHORES MINISTROS, DISTINTOS DELEGADOS,

Luanda, 14 de Junho de 2016 EXCELÊNCIAS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO, SENHOR SECRETÁRIO-GERAL, SENHORES MINISTROS, DISTINTOS DELEGADOS, DISCURSO PRONUNCIADO POR SUA EXCELÊNCIA JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA, POR OCASIÃO DA 6ª CIMEIRA ORDINÁRIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL. 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL. 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO INTRODUÇÃO Em obediência ao despacho de missão número 0164/03/GPAN/2013, exarado por Sua Excelência

Leia mais

Crescimento a várias velocidades Perspectivas Económicas Regionais para a África Subsariana

Crescimento a várias velocidades Perspectivas Económicas Regionais para a África Subsariana Crescimento a várias velocidades Perspectivas Económicas Regionais para a África Subsariana Departamento de África Fundo Monetário Internacional Dezembro de 216 Plano geral A desaceleração Causas e consequências

Leia mais

Lei n.º /2015. de de

Lei n.º /2015. de de Lei n.º /2015 de de Considerando o impacto significativo que as alterações do comportamento do preço do barril de petróleo no mercado internacional têm, ao nível das finanças públicas e do mercado cambial,

Leia mais

Tema: O papel de Angola como vértice do eixo centro-austral de África: Contributos para a segurança regional

Tema: O papel de Angola como vértice do eixo centro-austral de África: Contributos para a segurança regional 1 Congresso Ibérico de Estudos Africanos, painel «Arquitecturas de Segurança na África Subsaariana. O papel das Organizações Regionais Africanas na gestão estratégica dos conflitos. Impactos para a segurança

Leia mais

As relações diplomáticas Brasil África

As relações diplomáticas Brasil África As relações diplomáticas Brasil África Secretário André Baker Méio Chefe da Divisão da África I (África Ocidental) Ministério das Relações Exteriores Estrutura da apresentação 1. INTRODUÇÃO 2. LAÇOS HISTÓRICOS

Leia mais

Sessão 1: Âmbito e Fontes de Recursos do Sector de Segurança no Sul de África

Sessão 1: Âmbito e Fontes de Recursos do Sector de Segurança no Sul de África CENTRO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS AFRICANOS Sessão 1: Âmbito e Fontes de Recursos do Sector de Segurança no Sul de África Nan Tian, PhD Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo Impacto

Leia mais

Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca, Presidente da República de Cabo-Verde e Presidente em Exercício dos PALOP,

Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca, Presidente da República de Cabo-Verde e Presidente em Exercício dos PALOP, Discurso pronunciado por Sua Excelência José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola, por ocasião da Cimeira dos PALOP Luanda, 30 de Junho de 2014 Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca,

Leia mais

O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE PEDSA. Impacto esperado com a implementação do PEDSA através do CAADP

O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE PEDSA. Impacto esperado com a implementação do PEDSA através do CAADP O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE A SER IMPLEMENTADO ATRAVÉS DO PEDSA O PACTO A SER IMPLEMENTADO PELO PEDSA: PRIORIDADES Impacto esperado com a implementação do PEDSA através

Leia mais

Lionídio Gustavo de Ceita Presidente do Conselho de Administração

Lionídio Gustavo de Ceita Presidente do Conselho de Administração Lionídio Gustavo de Ceita Presidente do Conselho de Administração Uma referência estratégica no panorama empresarial O MESMO RELATÓRIO ASSINALA AS ELEVADAS POTENCIALIDADES DO PAÍS, SALIENTANDO OS SEGUINTES

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2016 / 2020

PLANO ESTRATÉGICO 2016 / 2020 LIDERAR COM RESPONSABILIDADE PLANO ESTRATÉGICO 2016 / 2020 Abril de 2017 LIDERAR COM RESPONSABILIDADE 1 ÍNDICE 1. CARACTERIZAÇÃO DA INTERVENÇÃO 3 1.1. A UNIAPAC-África 1.2. DESCRIÇÃO DO CONTEXTO 2. PLANO

Leia mais

A fiscalização legislativa orçamental e consequências na qualidade da democracia e governação actores objectivos e percepções

A fiscalização legislativa orçamental e consequências na qualidade da democracia e governação actores objectivos e percepções A fiscalização legislativa orçamental e consequências na qualidade da democracia e governação actores objectivos e percepções Elisabete Azevedo-Harman (PhD) Especialista Parlamentar Senior/ Pro PALOP TL

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A ELEIÇÃO DOS DEZ (10) MEMBROS DO CONSELHO DE PAZ E SEGURANÇA DA UNIÃO AFRICANA

RELATÓRIO SOBRE A ELEIÇÃO DOS DEZ (10) MEMBROS DO CONSELHO DE PAZ E SEGURANÇA DA UNIÃO AFRICANA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis-Abeba (ETHIOPIE) P. O. Box 3243 Téléphone (251-11) 5517 700 Fax : 551 78 44 Website : www.africa-union.org CONSELHO EXECUTIVO Décima Segunda Sessão Ordinária

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABINETE DO MINISTRO DE ESTADO E DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABINETE DO MINISTRO DE ESTADO E DAS FINANÇAS 20º Encontro de Lisboa com as Delegações dos Bancos Centrais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e de Timor Leste à Assembleia Anual do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial 04

Leia mais

Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana

Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana Temos uma abordagem singular

Leia mais

FÓRUM DE INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO: UM NOVO PARADIGMA PARA A DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA ANGOLANA APIEX. 13 de Maio de 2016

FÓRUM DE INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO: UM NOVO PARADIGMA PARA A DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA ANGOLANA APIEX. 13 de Maio de 2016 FÓRUM DE INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO: UM NOVO PARADIGMA PARA A DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA ANGOLANA APIEX 13 de Maio de 2016 MERCADO DE CAPITAIS E INVESTIMENTOS Agenda Breves notas conceptuais Estruturas

Leia mais

Um Novo Mercado Económico da CPLP

Um Novo Mercado Económico da CPLP Um Novo Mercado Económico da CPLP Com a Co-organização da 1ª Conferência Económica Novo Mercado Económico da CPLP Montebelo Indy Maputo Congress Hotel, Moçambique 18 e 19 de outubro de 2017 Versão de 26

Leia mais

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO Mercado Economico em Angola - 2015 Caracterização Geográfica de Angola Caracterização da economia Angolana Medidas para mitigar o efeito da redução do

Leia mais

MACAU 2016 Seminário de Alto Nível sobre Finanças e Cooperação Internacional da Capacidade Produtiva entre a China e os Países de Língua Portuguesa

MACAU 2016 Seminário de Alto Nível sobre Finanças e Cooperação Internacional da Capacidade Produtiva entre a China e os Países de Língua Portuguesa MACAU 2016 Seminário de Alto Nível sobre Finanças e Cooperação Internacional da Capacidade Produtiva entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Cooperação Internacional da Capacidade Produtiva) Suas

Leia mais

Angola OGE prevê défice de 5.8% em 2017

Angola OGE prevê défice de 5.8% em 2017 Angola OGE prevê défice de 5.8% em 2017 Dep. Estudos Económicos e Financeiros Contactos: +351 21 310 11 86 Fax: 21 353 56 94 E-mail: deef@bancobpi.pt Dezembro 2016 José Miguel Cerdeira 21 310 10 82 jose.miguel.cerdeira@bancobpi.pt

Leia mais

Desafios da Competitividade de Moçambique na SADC. Um olhar para os índices internacionais. Rosario Marapusse

Desafios da Competitividade de Moçambique na SADC. Um olhar para os índices internacionais. Rosario Marapusse Desafios da Competitividade de Moçambique na SADC Um olhar para os índices internacionais Rosario Marapusse Agosto de 2011 1 Estrutura da apresentação 1. Competitividade de Moçambique na SADC 2. Que factores

Leia mais

Seminário Financiamento à Exportação Brasileira. 2 de Dezembro de 2014

Seminário Financiamento à Exportação Brasileira. 2 de Dezembro de 2014 Seminário Financiamento à Exportação Brasileira 2 de Dezembro de 2014 África: Nosso Cartão Postal 1 Visão Geral do Grupo Presença na África Estabelecido em 1862; ICBC, o maior banco chinês, detém participação

Leia mais

PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO NO CONTEXTO DO CAADP

PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO NO CONTEXTO DO CAADP República de Moçambique Ministério da Agricultura PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO NO CONTEXTO DO CAADP O PACTO DO CAADP Apresentação aos Parceiros 01 de Dezembro de 2011 1 CONTEÚDO DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

Estudo de Mercado sobre Distribuição e Logística em Angola

Estudo de Mercado sobre Distribuição e Logística em Angola Estudo de Mercado sobre Distribuição e Logística em Angola 1.População e Território 2.Modelo de Desenvolvimento 3.O Desafio da Diversificação 4.O Papel da Logística 5.A Rede de Distribuição 6.O Novo Quadro

Leia mais

Progresso PARP Perspectivas

Progresso PARP Perspectivas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DIRECÇÃO NACIONAL DE ESTUDOS E ANÁLISE DE POLÍTICAS Progresso PARP 2011-2014 Perspectivas 2013-2017 Apresentação ao Seminário Conjunto:

Leia mais

LEGISLAÇAÕ SOBRE RECURSOS HIDRICOS EM MOÇAMBIQUE

LEGISLAÇAÕ SOBRE RECURSOS HIDRICOS EM MOÇAMBIQUE Ministério das Obras Públicas e Habitação 1. A constituição da República 2. Fundamentação da Lei de Águas 3. Objectivos da Lei de Águas 4. Definição do Domínio Público Hídrico 5. Princípios da Lei de Águas

Leia mais

20 ª MAIOR EMPRESA MAIOR EXPORTADORA NACIONAL FONTE: REVISTA EXAME DE PORTUGAL FONTE: REVISTA EXPRESSO MAIOR GRUPO EUROPEU

20 ª MAIOR EMPRESA MAIOR EXPORTADORA NACIONAL FONTE: REVISTA EXAME DE PORTUGAL FONTE: REVISTA EXPRESSO MAIOR GRUPO EUROPEU 5 ª MAIOR EXPORTADORA NACIONAL FONTE: REVISTA EXAME 20 ª MAIOR EMPRESA 1 ª 29 EXPORTADORA DE SERVIÇOS PRÉMIO COFACE / MCKINSEY E BES DE PORTUGAL FONTE: REVISTA EXPRESSO MAIOR GRUPO EUROPEU º DE CONSTRUÇÃO

Leia mais

A Cooperação Portuguesa

A Cooperação Portuguesa FICHA TEMÁTICA A Cooperação Portuguesa Março de 2015 Política de Cooperação para o Desenvolvimento A Cooperação para o Desenvolvimento é um vetor chave da política externa portuguesa, que assenta num consenso

Leia mais

Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança

Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição

Leia mais

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE SEDE REGIONAL AFRICANA. Quinquagésima sessão Ouagadougou, Burkina Faso, 28 de Agosto - 2 de Setembro de 2000

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE SEDE REGIONAL AFRICANA. Quinquagésima sessão Ouagadougou, Burkina Faso, 28 de Agosto - 2 de Setembro de 2000 WORLD HEALTH ORGANIZATION REGIONAL OFFICE FOR AFRICA ORGANISATION MONDIALE DE LA SANTE BUREAU REGIONAL DE L'ÁFRIQUE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE SEDE REGIONAL AFRICANA COMITÉ REGIONAL AFRICANO Quinquagésima

Leia mais

Desenvolvimento financeiro e crescimento sustentado. Perspetivas Económicas Regionais para a África Subsariana. Abril de 2016

Desenvolvimento financeiro e crescimento sustentado. Perspetivas Económicas Regionais para a África Subsariana. Abril de 2016 Desenvolvimento financeiro e crescimento sustentado Perspetivas Económicas Regionais para a África Subsariana Abril de 2016 Perguntas essenciais 1. Como o setor financeiro da África Subsariana desenvolveu-se

Leia mais

Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa

Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa Publicação anual Outubro 2017 Indicadores socioeconómicos dos Países de Língua Portuguesa Comunidade em gráficos Área terrestre Milhares de km 2 População Milhões de habitantes, PIB EUR, mil milhões, preços

Leia mais

Relatório de Progresso sobre a Recomendação da 8ª Conferência de Ministros Responsáveis pelos Recursos Animais em África. 1. Histórico. 2.

Relatório de Progresso sobre a Recomendação da 8ª Conferência de Ministros Responsáveis pelos Recursos Animais em África. 1. Histórico. 2. Estabelecimento de um Mecanismo Integrado de Regional para a Prevenção e Controlo de Doenças Animais Transfronteiriças e Zoonoses em África (IRCM) Relatório de Progresso sobre a Recomendação da 8ª Conferência

Leia mais

Excelência Senhor Pier Paolo Balladelli, Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas e Representante do PNUD em Angola;

Excelência Senhor Pier Paolo Balladelli, Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas e Representante do PNUD em Angola; REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Gabinete do Ministro Excelência Senhor Pier Paolo Balladelli, Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas e Representante do PNUD em Angola;

Leia mais

1. (PT) - Correio da Manhã, 15/07/2013, Luanda vale 5 mil milhões 1

1. (PT) - Correio da Manhã, 15/07/2013, Luanda vale 5 mil milhões 1 Tema de Pesquisa: Internacional 15 de Julho de 2013 Revista de Imprensa 15-07-2013 1. (PT) - Correio da Manhã, 15/07/2013, Luanda vale 5 mil milhões 1 2. (PT) - Diário Económico, 15/07/2013, Portugal quer

Leia mais

Apresentador: Jorge Correia

Apresentador: Jorge Correia SÃO TOME E PRINCIPE CENTRO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA OS PAÍSES DA SUB-REGIÃO AFRICANA E DA CPLP Apresentador: Jorge Correia Presidente da Câmara de Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços de São

Leia mais

Construir Parcerias quer dizer ter a oportunidade e a coragem de empreender, no mercado dos Países de Língua Portuguesa, de forma a se obter um

Construir Parcerias quer dizer ter a oportunidade e a coragem de empreender, no mercado dos Países de Língua Portuguesa, de forma a se obter um CRESCIMENTO DESENVOLVIMENTO PARCERIAS Construir Parcerias quer dizer ter a oportunidade e a coragem de empreender, no mercado dos Países de Língua Portuguesa, de forma a se obter um espaço (CONFEDERAÇÃO

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE A FISCALIDADE CONSTRUÇÃO DO ESTADO E DESENVOLVIMENTO DE CAPACIDADES EM ÁFRICA COMUNICADO DE PRETÓRIA

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE A FISCALIDADE CONSTRUÇÃO DO ESTADO E DESENVOLVIMENTO DE CAPACIDADES EM ÁFRICA COMUNICADO DE PRETÓRIA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE A FISCALIDADE CONSTRUÇÃO DO ESTADO E DESENVOLVIMENTO DE CAPACIDADES EM ÁFRICA COMUNICADO DE PRETÓRIA Ao longo dos últimos dois dias, nós, os Comissários Fiscais, Administradores

Leia mais

PEP/ ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA

PEP/ ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA 1 PEP/ 2017-3ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Comparar a distribuição atual da população da região Sudeste com a região Norte do Brasil, na expressão

Leia mais

Importa notar que esta ressurgência coincidiu com a altura da descoberta do pré-sal brasileiro em 2006.

Importa notar que esta ressurgência coincidiu com a altura da descoberta do pré-sal brasileiro em 2006. ZOPACAS: integrada por 24 países banhados pelo Atlântico Sul: África do Sul, Angola, Argentina, Benim, Brasil, Cabo Verde, Camarões, Congo, Côte d Ivoire, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné-Conacri, Guiné-Bissau,

Leia mais

III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP

III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP Díli, 18 de maio de 2016 DECLARAÇÃO DE DÍLI Os Ministros dos Assuntos do Mar da CPLP ou seus representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde,

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. Senhores Presidentes dos Parlamentos Nacionais. Senhoras e senhores profissionais da Comunicação Social

ASSEMBLEIA NACIONAL. Senhores Presidentes dos Parlamentos Nacionais. Senhoras e senhores profissionais da Comunicação Social ASSEMBLEIA NACIONAL DISCURSO DO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA NACIONAL, ENGº JORGE PEDRO MAURÍCIO DOS SANTOS, NA 9ª CONFERÊNCIA DOS PRESIDENTES DOS PARLAMENTOS AFRICANOS Senhor Presidente do PAP, Dr. Roger

Leia mais

SEGURANÇA NACIONAL. A Segurança Nacional comporta cinco áreas fundamentais a saber:

SEGURANÇA NACIONAL. A Segurança Nacional comporta cinco áreas fundamentais a saber: SEGURANÇA NACIONAL A CASA-CE entende a Segurança Nacional, como sendo a actividade organizada do Estado e dos cidadãos, que visa a protecção, defesa, paz, e a tranquilidade do país, com ênfase na sua população,

Leia mais

O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Angolano

O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Angolano O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Angolano Departamento de Comunicação e Educação Financeira 06/04/2017 O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Apresentação da Agenda

Leia mais

Desafios e oportunidades da Graduação de PMA: O PNUD como Parceiro Estratégico no Processo de Graduação

Desafios e oportunidades da Graduação de PMA: O PNUD como Parceiro Estratégico no Processo de Graduação Desafios e oportunidades da Graduação de PMA: O PNUD como Parceiro Estratégico no Processo de Graduação Prof. Dr. Ayodele Odusola Economista-Chefe e Chefe da Equipa de Estratégia e Análise Escritório Regional

Leia mais

A ALER E O SEU PAPEL NO APOIO À REGULAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS

A ALER E O SEU PAPEL NO APOIO À REGULAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS A ALER E O SEU PAPEL NO APOIO À REGULAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS IX Conferência RELOP 5 de Dezembro de 2016 O QUE É E PARA QUE SERVE A ALER PROMOTORA A ALER é uma associação sem fins lucrativos que tem

Leia mais

Working Paper Nº 04 POSIÇÃO DE ANGOLA EM VÁRIOS ÍNDICES INTERNACIONAIS

Working Paper Nº 04 POSIÇÃO DE ANGOLA EM VÁRIOS ÍNDICES INTERNACIONAIS Working Paper Nº 04 POSIÇÃO DE ANGOLA EM VÁRIOS ÍNDICES INTERNACIONAIS 2016 Autor Wilson Silva, Assistente de Investigação CEIC-UCAN CENTRO DE ESTUDOS E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVRESIDADE CATÓLICA

Leia mais

Como pode Moçambique utilizar os recursos de gás e LNG para diversificar a economia nacional. Heike Melani Silva Boane

Como pode Moçambique utilizar os recursos de gás e LNG para diversificar a economia nacional. Heike Melani Silva Boane Como pode Moçambique utilizar os recursos de gás e LNG para diversificar a economia nacional Heike Melani Silva Boane Índice 1. Introdução... 1 2. O Gás Natural Liquefeito (LNG) e suas aplicações... 2

Leia mais

Research Económico Angola Economic Outlook

Research Económico Angola Economic Outlook Research Económico Angola Economic Outlook Abril 27 Produto Interno Bruto, Inflação e População 2 21 22 23 24 25 26E 27F 28F PIB a preços correntes (USD Mil Milhões) 9.1 8.9 11.4 14. 19.8 3.6 43.8 55.4

Leia mais

WORKSHOP. Graduação de Angola da categoria de Países Menos Avançados (PMA): Desafios e Oportunidades

WORKSHOP. Graduação de Angola da categoria de Países Menos Avançados (PMA): Desafios e Oportunidades WORKSHOP Graduação de Angola da categoria de Países Menos Avançados (PMA): Desafios e Oportunidades Dr. Pier Paolo Balladelli Coordenador das Nações Unidas e Representante Residente do PNUD Discurso de

Leia mais

Excelência, Senhor Vice-Primeiro Ministro de Portugal, Excelentíssimo Senhor Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal,

Excelência, Senhor Vice-Primeiro Ministro de Portugal, Excelentíssimo Senhor Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Internacionalização das Economias Conferência AICEP Intervenção de S. Ex.ª o Senhor Embaixador Murade Isaac Murargy, Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Lisboa 03

Leia mais

Mesa-redonda Internacional de Doadores. sobre a Guiné-Bissau. Intervenção do Embaixador Murade Murargy. Secretário Executivo da CPLP

Mesa-redonda Internacional de Doadores. sobre a Guiné-Bissau. Intervenção do Embaixador Murade Murargy. Secretário Executivo da CPLP Mesa-redonda Internacional de Doadores sobre a Guiné-Bissau Bruxelas, 25 de Março de 2015 Intervenção do Embaixador Murade Murargy Secretário Executivo da CPLP Eximo. Senhor Primeiro-ministro da República

Leia mais

ANEXO IV EXPOSIÇÕES ANALISADAS COLECTIVAMENTE. Parte 1 Grupos homogéneos de risco

ANEXO IV EXPOSIÇÕES ANALISADAS COLECTIVAMENTE. Parte 1 Grupos homogéneos de risco ANEXO IV EXPOSIÇÕES ANALISADAS COLECTIVAMENTE Parte 1 Grupos homogéneos de risco 1. Para efeitos do presente Instrutivo, no que respeita à determinação de grupos homogéneos de risco devem ser analisados,

Leia mais

DECLARAÇÃO DO 16 o FÓRUM DE PREVISÃO CLIMÁTICA REGIONAL DA ÁFRICA AUSTRAL (SARCOF-16) HARARE, ZIMBABWE, DE AGOSTO DE 2012

DECLARAÇÃO DO 16 o FÓRUM DE PREVISÃO CLIMÁTICA REGIONAL DA ÁFRICA AUSTRAL (SARCOF-16) HARARE, ZIMBABWE, DE AGOSTO DE 2012 DECLARAÇÃO DO 16 o FÓRUM DE PREVISÃO CLIMÁTICA REGIONAL DA ÁFRICA AUSTRAL (SARCOF-16) HARARE, ZIMBABWE, 23-24 DE AGOSTO DE 2012 RESUMO A maior parte da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral

Leia mais

A CPLP: ATOR MULTIPOLAR NO MUNDO GLOBAL. Excelentíssimo Presidente da Direção do Círculo de Conexão Lusófona

A CPLP: ATOR MULTIPOLAR NO MUNDO GLOBAL. Excelentíssimo Presidente da Direção do Círculo de Conexão Lusófona Intervenção do Secretário Executivo da CPLP Embaixador Murade Isaac Murargy A CPLP: ATOR MULTIPOLAR NO MUNDO GLOBAL Excelentíssimo Presidente da Direção do Círculo de Conexão Lusófona Dr. Francisco Murteira

Leia mais

Sua Excelência Presidente da República de Angola, Engenheiro José Eduardo dos Santos,

Sua Excelência Presidente da República de Angola, Engenheiro José Eduardo dos Santos, Sua Excelência Presidente da República de Angola, Engenheiro José Eduardo dos Santos, Excelentíssima Primeira-Dama da República de Angola, Drª Ana Paula dos Santos, Excelentíssimo Senhor Vice-Presidente

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA NO DOMÍNIO DA DEFESA

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA NO DOMÍNIO DA DEFESA PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA NO DOMÍNIO DA DEFESA Os Governos da: República de Angola; República Federativa do Brasil; República de Cabo Verde; República da Guiné-Bissau;

Leia mais

The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio)

The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio) The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio) VISÃO GERAL A Rede da África Austral para Biociências (SANBio) é uma plataforma de partilha de pesquisa, desenvolvimento e inovação para colaboração

Leia mais

PRODUÇÃO E USO DO CARVÃO VEGETAL EM MOÇAMBIQUE, MALAWI, TANZÂNIA E, ZÂMBIA: DADOS HISTÓRICOS, SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS. Mário Paulo Falcão

PRODUÇÃO E USO DO CARVÃO VEGETAL EM MOÇAMBIQUE, MALAWI, TANZÂNIA E, ZÂMBIA: DADOS HISTÓRICOS, SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS. Mário Paulo Falcão PRODUÇÃO E USO DO CARVÃO VEGETAL EM MOÇAMBIQUE, MALAWI, TANZÂNIA E, ZÂMBIA: DADOS HISTÓRICOS, SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS. Mário Paulo Falcão 1 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO 1. Introdução Objectivos Área

Leia mais

O TRABALHO INFANTIL ARMINDA MATEUS CACULO

O TRABALHO INFANTIL ARMINDA MATEUS CACULO O TRABALHO INFANTIL ARMINDA MATEUS CACULO SUMÁRIO PERSPECTIVA HISTÓRICA DO TRABALHO INFANTIL INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INSTRUMENTOS REGIONAIS INSTRUMENTOS NACIONAIS O TRABALHO INFANTIL EM ANGOLA CAUSAS

Leia mais

ESTRATÉGIA DE ENERGIA

ESTRATÉGIA DE ENERGIA República de Moçambique ESTRATÉGIA DE ENERGIA Apresentado por Antonio Osvaldo Saide Director Nacional de Energias Novas e Renovaveis 15 de Abril de 2011 1 Situação Actual em Moçambique 1 INTRODUÇÃO Moçambique

Leia mais

ESTRATÉGIA PARA FOMENTAR O TURISMO NO ESPAÇO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP

ESTRATÉGIA PARA FOMENTAR O TURISMO NO ESPAÇO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP ESTRATÉGIA PARA FOMENTAR O TURISMO NO ESPAÇO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP 2 ESTRATÉGIA PARA FOMENTAR O TURISMO NO ESPAÇO DA COMUNIDADES DOS PAÍSES DE LINGUA PORTUGUESA - CPLP 1

Leia mais

2011 / Portugal 2012 / Brasil. 2013 / Angola. 2014 / Cabo Verde

2011 / Portugal 2012 / Brasil. 2013 / Angola. 2014 / Cabo Verde 2011 / Portugal 2012 / Brasil 2013 / Angola 2014 / Cabo Verde Índice: - Porquê GetOut? - O Congresso do Empreendedor Lusófono - Angola - Missão ao Congresso Porquê GetOut? Portugal: Crescimento económico

Leia mais

BOLETIM MENSAL JANEIRO DE 2017 Situação Monetária e Cambial. BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Disponível em:

BOLETIM MENSAL JANEIRO DE 2017 Situação Monetária e Cambial. BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Disponível em: BOLETIM MENSAL JANEIRO DE 2017 Situação Monetária e Cambial BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Disponível em: www.bcstp.st/publicações Banco Central de S. Tomé e Príncipe Índice 1. SITUAÇÃO MONETÁRIA

Leia mais

Composição do Orçamento do Estado e o Ciclo orçamental. Fernanda Massarongo Beira, Dezembro de 2010

Composição do Orçamento do Estado e o Ciclo orçamental. Fernanda Massarongo Beira, Dezembro de 2010 Composição do Orçamento do Estado e o Ciclo orçamental Fernanda Massarongo Fernanda.massarongo@iese.ac.mz Beira, Dezembro de 2010 Pretende-se que ao final deste módulo o participante tenha alcançado os

Leia mais

SETOR FINANCEIRO 2015

SETOR FINANCEIRO 2015 SETOR FINANCEIRO 2015 MOÇAMBIQUE BRASIL SETOR FINANCEIRO Uma aposta no mercado lusófono BRASIL MOÇAMBIQUE O Grupo Américo Amorim é, desde há anos, detentor de um sólido e robusto portefólio no setor financeiro.

Leia mais

DECLARAÇÃO DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DOS ESTADOS DA ÁFRICA CENTRAL E DA ÁFRICA OCIDENTAL SOBRE A SEGURANÇA NO ESPAÇO MARÍTIMO COMUM

DECLARAÇÃO DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DOS ESTADOS DA ÁFRICA CENTRAL E DA ÁFRICA OCIDENTAL SOBRE A SEGURANÇA NO ESPAÇO MARÍTIMO COMUM DECLARAÇÃO DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DOS ESTADOS DA ÁFRICA CENTRAL E DA ÁFRICA OCIDENTAL SOBRE A SEGURANÇA NO ESPAÇO MARÍTIMO COMUM 1. Nós, os Chefes de Estado e de Governo dos Estados da África

Leia mais

LINHAS DE FORÇA UNIAPAC JOVEM 2016 a

LINHAS DE FORÇA UNIAPAC JOVEM 2016 a LIDERAR COM RESPONSABILIDADE LINHAS DE FORÇA UNIAPAC JOVEM 2016 a 6 2018 Fevereiro de 2016 LIDERAR COM RESPONSABILIDADE ÍNDICE 1. CARACTERIZAÇÃO DA INTERVENÇÃO 3-4 1.1. A UNIAPAC-África 1.2. DESCRIÇÃO

Leia mais

República de Moçambique Presidência da República. Buscando parcerias para a promoção do crescimento

República de Moçambique Presidência da República. Buscando parcerias para a promoção do crescimento República de Moçambique Presidência da República Buscando parcerias para a promoção do crescimento Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente de Moçambique por ocasião por Ocasião do Fórum

Leia mais

FATURA ENERGÉTICA PORTUGUESA

FATURA ENERGÉTICA PORTUGUESA 2014 FATURA ENERGÉTICA PORTUGUESA Nº 31 abril 2015 Índice 1. Sumário Executivo 2. Mercados Petrolíferos 2.1 Preços 2.2 Origens do Petróleo Bruto 3. Saldo Importador 4. Importação de Produtos Energéticos

Leia mais

AS INFRA-ESTRUTURAS DE TRANSPORTES NO DESENVOLVIMENTO DO CORREDOR DO LOBITO

AS INFRA-ESTRUTURAS DE TRANSPORTES NO DESENVOLVIMENTO DO CORREDOR DO LOBITO AS INFRA-ESTRUTURAS DE TRANSPORTES NO DESENVOLVIMENTO DO CORREDOR DO LOBITO 01 MULTIMODALIDADE 02 HUB DE TRANSPORTES 03 EIXO ANTLÂNTICO - ÍNDICO AFRICA AUSTRAL 04 AEROPORTO CATUMBELA INFRA-ESTRUTURA INTERNACIONAL

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO ----- ENTRE ----- A REPÚBLICA DE ANGOLA, A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, A REPÚBLICA DE CABO VERDE, A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU, A REPÚBLICA

Leia mais

Problemas e Desafios do Financiamento do Estado com Recurso à Dívida

Problemas e Desafios do Financiamento do Estado com Recurso à Dívida Problemas e Desafios do Financiamento do Estado com Recurso à Dívida Fernanda Massarongo e Carlos Muianga Maputo, 25 de Fevereiro de 2011 Sequência da apresentação I. Introdução: Porque Falar sobre financiamento

Leia mais

DÉLÉGATION PERMANENTE DU PORTUGAL AUPRÈS DE L'UNESCO. Portugal. Debate de Política Geral da 39ª Sessão da Conferência Geral da UNESCO

DÉLÉGATION PERMANENTE DU PORTUGAL AUPRÈS DE L'UNESCO. Portugal. Debate de Política Geral da 39ª Sessão da Conferência Geral da UNESCO Portugal Debate de Política Geral da 39ª Sessão da Conferência Geral da UNESCO Intervenção do Senhor Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues (1 de novembro de 2017- de tarde) Senhora Presidente da

Leia mais

Memorando de Entendimento entre O Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa (UNITAR) e A Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Memorando de Entendimento entre O Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa (UNITAR) e A Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) Memorando de Entendimento entre O Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa (UNITAR) e A Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) O presente Memorando de Entendimento é estabelecido

Leia mais

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

A Graduação de Angola da Categoria de Países Menos Avançados (PMAs): Desafios e Oportunidades

A Graduação de Angola da Categoria de Países Menos Avançados (PMAs): Desafios e Oportunidades Workshop: A Graduação de Angola da Categoria de Países Menos Avançados (PMAs): Desafios e Oportunidades Luanda, 27 de Outubro de 2016 Graduação de Angola de PMA e os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável

Leia mais

Fórum de Diálogo Político na África Austral sobre Docentes para o Futuro. Pretória, República da África do Sul 8 de Dezembro de 2005

Fórum de Diálogo Político na África Austral sobre Docentes para o Futuro. Pretória, República da África do Sul 8 de Dezembro de 2005 Fórum de Diálogo Político na África Austral sobre Docentes para o Futuro Pretória, República da África do Sul 8 de Dezembro de 2005 Declaração de Pretória sobre os Docentes Preâmbulo 1. Representantes

Leia mais

Conclusões. II Conferência de Ministros de Turismo da CPLP

Conclusões. II Conferência de Ministros de Turismo da CPLP Conclusões II Conferência de Ministros de Turismo da CPLP Na sequência de uma decisão da VIII Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, que se reuniu em Coimbra

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL 1.º FÓRUM DA UNIÃO DE EXPORTADORES DA CPLP

DECLARAÇÃO FINAL 1.º FÓRUM DA UNIÃO DE EXPORTADORES DA CPLP DECLARAÇÃO FINAL 1.º FÓRUM DA UNIÃO DE EXPORTADORES DA CPLP De 26 a 27 de Junho de 2015, em Lisboa, República Portuguesa, por iniciativa da União de Exportadores da CPLP (UE-CPLP), em parceria com a Confederação

Leia mais

sempre compatíveis com abordagens uniformes de inserção podendo, quando mal gerido, levar a plena destruição de valor.

sempre compatíveis com abordagens uniformes de inserção podendo, quando mal gerido, levar a plena destruição de valor. Dr. Victor Fernandes, Presidente da Score Media, Dr. Francisco Ferreira, Subdirector do Diário Económico, Sr. Amilcar Silva, Presidente de Direcção da Abanc, Distintos convidados, Minhas senhoras e meus

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REUNIÃO FINAL DA REVISÃO CONJUNTA ENTRE O GOVERNO E OS PARCEIROS DE APOIO PROGRAMÁTICO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REUNIÃO FINAL DA REVISÃO CONJUNTA ENTRE O GOVERNO E OS PARCEIROS DE APOIO PROGRAMÁTICO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REUNIÃO FINAL DA REVISÃO CONJUNTA ENTRE O GOVERNO E OS PARCEIROS DE APOIO PROGRAMÁTICO Intervenção de Sua Excelência o Ministro das Finanças Maputo, 29 de Abril de 2009; 12h20 SENHORES

Leia mais

Desenvolvimento Local com Justiça Social: Uma Estratégia Alternativa de Combate à Pobreza em Angola.

Desenvolvimento Local com Justiça Social: Uma Estratégia Alternativa de Combate à Pobreza em Angola. Desenvolvimento Local com Justiça Social: Uma Estratégia Alternativa de Combate à Pobreza em Angola. Willi Haan Fundação Friedrich Ebert - Angola Abril de 2005 Um Projeto Nacional de Desenvolvimento que

Leia mais

O ORÇAMENTO DE ESTADO EM ANÁLISE

O ORÇAMENTO DE ESTADO EM ANÁLISE O ORÇAMENTO DE ESTADO EM ANÁLISE Conferência Anual da Ordem dos Economistas Fundação Calouste Gulbenkian, 13 Novembro 2012 Manuel Caldeira Cabral Universidade do Minho Três Ideias sobre a execução orçamental

Leia mais

Envelhecimento populacional, previdência, desafogo fiscal, poupança, investimento e os desafios da produtividade e do crescimento

Envelhecimento populacional, previdência, desafogo fiscal, poupança, investimento e os desafios da produtividade e do crescimento Envelhecimento populacional, previdência, desafogo fiscal, poupança, investimento e os desafios da produtividade e do crescimento Paulo Tafner I n st itut o T eot ônio Villela I T V Br a sília N ov embro

Leia mais

OPAS/OMS Representação do Brasil Resumo Executivo do Plano de Trabalho

OPAS/OMS Representação do Brasil Resumo Executivo do Plano de Trabalho Identificação da Atividade (ou Projeto) OPAS/OMS Representação do Brasil Resumo Executivo do Plano de Trabalho Cooperação técnica com países africanos de língua oficial portuguesa para o fortalecimento

Leia mais

DESAFIOS PARA A ENERGIA HIDROELÉCTRICA EM ANGOLA

DESAFIOS PARA A ENERGIA HIDROELÉCTRICA EM ANGOLA DESAFIOS PARA A ENERGIA HIDROELÉCTRICA EM ANGOLA António Machado e Moura Professor Catedrático, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto - Portugal Luanda, 24 a 27 de Setembro de 2013 CONFERÊNCIA

Leia mais