Programa Televisivo A Entrevista - Televisão de Cabo Verde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa Televisivo A Entrevista - Televisão de Cabo Verde"

Transcrição

1 Programa Televisivo A Entrevista - Televisão de Cabo Verde Entrevista com o Embaixador da UE em Cabo Verde Edição de 26 de Maio de 2015 Duração 49 minutos Televisão de Cabo Verde (TCV): Jornalista Maria da Luz Neves Embaixador da União Europeia (UE) em Cabo Verde (CV): José Manuel Pinto Teixeira (JMPT) Introdução do Programa pela Jornalista As relações entre CV e UE sempre foram excelentes. A UE é um dos principais parceiros de CV e os Estados e cidadãos europeus representam cerca de 90% de todo o investimento externo aqui em CV. Mas durante este mês de Maio surgiu um certo quiproquó entre Praia e Bruxelas tudo porque o Embaixador da União Europeia José Manuel Pinto Teixeira disse a um Semanário da capital que CV arrisca não atrair mais investimentos se não melhorar o seu ambiente de negócios. O facto é que dias depois o Governo não compareceu à habitual receção que a UE oferece por ocasião do Dia da Europa e começou-se a falar então em clima tenso. Afinal tudo está sanado ou não? Como está atualmente o acordo de Parceria Especial entre a UE e CV? O Embaixador da UE, JMPT, está no Programa a Entrevista e vai responder a esta e a outras questões. Relacionamento com o Governo de Cabo Verde TCV: Para começar agradecer a sua presença e por ter aceite o nosso convite. JMPT: É um prazer estar aqui convosco. 1 of 12

2 TCV: Afinal liga as duas coisas, o facto de ter proferido as tais afirmações durante a sua entrevista sobre o alegado mau ambiente de negócios em CV e a não comparência do Governo à receção que ofereceu por ocasião do Dia da Europa? JMPT: Em primeiro lugar gostaria de dizer que nunca houve nenhum quiproquó ou nenhum clima, enfim como acabou de referir entre Bruxelas e Praia, em Bruxelas esta questão praticamente podemos dizer que passou despercebida TCV: Mas é o Representante de Bruxelas, Senhor Embaixador JMPT: Exatamente, sou Representante de Bruxelas, também porque eu próprio não atribui importância demasiado a esta questão que tem vindo a ser objeto de grandes polémicas em alguns dos meios de comunicação, polémicas essas que eu também tenho algumas dificuldades a entender. TCV: Como então, interpretou a ausência dos membros do Governo na receção que ofereceu por ocasião do Dia da Europa? JMPT: Não vou tecer interpretações. É um facto que apesar de estar designada uma Delegação Governamental para participar na receção do Dia da Europa, portanto não era um jantar, não era uma festa, era o Dia da Europa, essa Delegação não compareceu, quais os motivos, não sei, nem me compete a mim tecer quaisquer considerações. TCV: Mas sendo a UE um dos principais parceiros que financia inúmeros projetos é diplomaticamente correto Cabo Verde não comparecer à uma receção do tipo? JMPT: Esta pergunta deve ser dirigida às entidades competentes cabo-verdianas, não a mim. TCV: Mas ficou constrangido Senhor Embaixador? Nesse dia ficou constrangido? JMPT: Direi que fiquei surpreendido porque estive duas horas à porta da minha Residência com o pessoal Sénior da minha Delegação na expectativa da chegada desta Delegação que tinha sido anunciada. Mas não me compete nem me interessa tecer quaisquer comentários sobre esta questão. TCV: Ficou constrangido e aborrecido com este facto? JMPT: Tenho uma longa experiencia, uma carreira de cerca de 30 anos, 17 anos como Embaixador, em países bastante complexos, portanto sei que temos sempre que apreender e temos todos os dias que encarar novas situações e adaptarmos a elas, portanto não dou demasiada importância a esta matéria. TCV: Mas já chegou a conversar com o Governo sobre este "incidente" digamos assim? JMPT: Este incidente nunca me foi abordado, nem fui abordado para falar sobre esta questão nem também tenciono pedir qualquer justificação porque como disse-lhe não tenho também o direito de pedir esta justificação, cada um é responsável pelos seus actos, eu assumo as minhas responsabilidades em relação aos meus actos e dou a cara por eles e portanto em relação a esta questão, não tenho qualquer tema a desenvolver. 2 of 12

3 Queixas de investidores europeus TCV: Há quem considera que as afirmações que proferiu sobre o ambiente de negócios em CV, podem constituir alguma ingerência nos assuntos internos deste país, outros defendem que o Senhor Embaixador apenas defendeu a sua Dama, ou seja reproduziu as queixas dos empreendedores europeus. Em que ficamos? JMPT: Bom, primeiro de tudo quando existe parcerias do tipo daquela que existe entre UE e CV é necessário que haja franqueza e abertura na forma como comunicamos uns com os outros, portanto o meu papel em CV tem sido, penso eu, um papel proactivo na defesa da promoção de CV em muitos aspetos e também como destino de investimentos para CV. TCV: E neste caso foi franco, em relação ao ambiente de negócios em Cabo Verde? JMPT: Eu gostaria de salientar e poderá também ver nos registos da vossa Televisão, que no segundo mês da minha presença aqui em CV eu dei uma longa entrevista em que já nesta altura tinha apelado para a importância do investimento como factor de crescimento económico, de criação de emprego, e de criação de riqueza em CV. Cabo Verde está numa fase de mudança de paradigma do seu desenvolvimento, de país recetor da ajuda pública para o desenvolvimento, está numa fase, praticamente, podemos dizer, usar a frase de phasing-out o que não aconteceu com a UE, aliás, quando dei aquela entrevista ainda estávamos longe da definição do novo pacote de ajuda a CV, mas as perspetivas eram sombrias para o volume de ajuda que CV podia esperar. E portanto esta convicção, que alias é partilhada pelo governo Cabo-verdiano, pela sociedade Cabo-verdianas, por todos, de que CV o que precisa, é justamente de investimentos, de atividades económicas de melhorar a competitividade da sua economia isso é que poderá resolver os problemas que já referi, de emprego de bem-estar social, de criação de rendimentos para o Estado poder também assegurar as sua política social. Promovi a criação de uma Associação de Empresários Europeus em CV que já existe, justamente para promover a coordenação do diálogo entre esses empresários e as autoridades Cabo-verdianos duma forma estrutural e duma forma mais eficaz. Promovi uma missão empresarial a CV chamada Mission for Growth que teve lugar em Novembro do ano passado. CV é um país com um mercado de habitantes, portanto em termos de interesse como país para a exportação de produtos europeus ou de investimento europeu, é um país que não oferece nenhuma atratividade, mas apesar de no início esta minha sugestão ou este meu pedido ter sido visto em Bruxelas como praticamente não tendo qualquer viabilidade de ser considerado, esta missão realizou-se, e portanto se efetivamente da nossa parte, tem havido um esforço de promover o investimento em Cabo Verde, de promover a vinda de mais investidores, esperamos também que o ambiente de negócios, vai também melhorando. 3 of 12

4 TCV: Não tem estado a melhorar no seu entender? JMPT: Portanto, eu gostaria de me reportar a factos. No dia 04 de Maio, foi organizada uma reunião no MIREX entre esta Associação de empresários europeus, com a Senhora Ministra do Turismo e do Empreendedorismo, sob os auspícios do MIREX. Esta reunião esteve aberta aos media, portanto teve cobertura mediática, e nesta reunião foram apresentados inúmeros casos concretos de dificuldades que existem, e além disso há inúmeras instituições e organizações empresarias em CV que vem alertando para variadíssimas dificuldades que existem e é o propósito do próprio Governo Caboverdiano que admite esta situação e que envida esforços para melhorar esta situação. Portanto, a tal entrevista, primeiro gostaria de dizer que o título da entrevista, é de responsabilidade do jornal. Obviamente num país onde há liberdade de expressão não me compete censurar aquilo que os jornais vão metendo nos seus cabeçalhos antes de o fazerem e eles assumem esta responsabilidade, da leitura desta entrevista que aliás cobre muitíssimos aspetos, qualquer leitor que leia aquela entrevista poderá dizer que o balanço de toda esta cooperação que era o objetivo desta entrevista é altamente positivo e há muitos elogios da minha parte sobre variadíssimos aspetos diria para a maioria dos aspetos TCV: Mas os jornalistas, para uma questão que não me cabe julgar, pegaram justamente na parte onde disse que se CV não melhorar o ambiente de negócios, poderá não atrair mais investimentos. O que fez foi simplesmente reproduzir as queixas dos investidores europeus ou esta é mesmo a sua opinião? JMPT: obviamente que esta opinião é uma opinião decorrente da minha experiência em Cabo Verde e de ter visto pessoalmente projetos muitos interessantes, que não viram a luz do dia, e portanto estão aliás referidos no jornal A Voz, que foi publicado na mesma semana, e sobre o qual não viu qualquer seguimento, mesmo da parte dos jornalistas, talvez pudessem ter tido interesses em avaliar os casos concretos em vez de analisar cabeçalhos de entrevistas, posso também dizer que existe um movimento a nível do Parlamento Europeu de investidores sobretudo Britânicos e Irlandeses que tem por já há um ou dois anos a esta parte vindo a fazer perguntas através de deputados do Parlamento Europeu sobre investimentos que fizeram em CV no Imobiliário Turístico em que perderam as suas poupanças de uma vida, é um tem que preocupa por exemplo o Senhor Embaixador Britânico que está em Dakar e que também tem tentado com as autoridades ser um pouco a ponte destas questões, e portanto tenho da parte de vários Embaixadores de cidadãos que tentam desenvolver negócios aqui em Cabo Verde, que estão em CV e já desenvolveram negócios e que certas situações ocorrem e que não contribuem para dar aquela imagem que todos nos queremos dar. TCV: Portanto mantem o que disse: que o ambiente de negócio poderia ser melhor. 4 of 12

5 JMPT: Absolutamente, quero dizer, acho que isto é uma evidência. O ambiente de negócio poderia ser bastante melhor e que todos poderíamos estar a ganhar com este ambiente de negocio bastante melhor. TCV: Então não vê motivo para descontentamento por parte do Governo, por ter dito o que disse. JMPT: Não, de maneira nenhuma. Sendo um parceiro emprenhado nestas matérias e envidando esforços no sentido de promover estes investimentos, de promover CV como país de destino destes investimentos, tenho a obrigação de ser também um parceiro leal, em termos de dizer aquilo que eu acho que é útil para haver talvez uma tomada maior de consciência e uma prioritização das ações que são necessárias. TCV: Quais são no seu entender os condicionalismos ao bom ambiente de negócios em CV? JMPT: Bom, esta questão dos condicionalismos são de várias ordem, eu penso que compete mais a instituições especializadas nestas questões, com as quais também o Governo de CV tem cooperação como o Banco Mundial que por exemplo anualmente faz um rating dos países em função da atratividade dos negócios. Mas sabemos que a previsibilidade de decisões, a burocracia, a clareza de instituições com competência para estes processos decisionais, o próprio regime jurídico em algumas matérias, o funcionamento atempado da justiça, são certamente setores em que há espaço para melhoria. Gostaria também de dizer que um dos aspetos que por um lado, chama mais a atenção é que Cabo Verde tem uma posição invejável em termos de estabilidade politica, em termos de funcionamento democrático, em termos de baixíssimos níveis de corrupção e portanto estes elementos são elementos que normalmente criam mais dificuldade para os investimentos em países de, digamos, em via de desenvolvimento. Ora, Cabo Verde fez progressos enormes que são por todos reconhecidos e que aliás estiveram na origem desta Parceria Especial. Pensamos que é realmente uma prioridade tentar que aqueles outros aspetos que à partida são os mais fáceis de conseguir se possam melhorar, para ter um ambiente que estamos convictos que poderá trazer aquela melhoria substancial à situação económica de Cabo Verde e às oportunidades que esse desenvolvimento económico oferece aos cabo-verdianos. TCV: No âmbito PE porque é que a UE não tem feito mais para melhorar o ambiente de negócios de Cabo Verde? JMPT: A UE está disponível para obviamente ajudar na melhoria do ambiente de negócios de Cabo Verde, mas depende de uma questão de atitude, vontade política e de funcionamento das instituições. TCV: Tem havido essa vontade política? JMPT: Não posso comentar, não me compete saber quais são os motivos porque temos determinadas circunstâncias. Essas circunstâncias existem. Há casos, como referi, que foram levantados publicamente nessa reunião que dão espaço a uma análise profunda. No entanto, não vejo que tenha havido o abordar dessas questões de forma a encontrar uma solução. 5 of 12

6 Parceria Especial entre a União Europeia e Cabo Verde TCV: A Parceria Especial assinada em 2007 tem sido a pérola da cooperação entre Cabo Verde e a União Europeia mas, há quem critique a lentidão na obtenção de resultados no âmbito deste acordo. JMPT: Eu não sei que tipo de resultados essas pessoas estão a espera e em que períodos. Esta parceria tem vários pilares. Em todos eles há uma evolução, um progresso, desde o pilar da segurança. Neste momento estamos a desenvolver uma parceria específica para a área da segurança e estabilidade. Há um trabalho intenso que está a ser desenvolvido entre as entidades competentes de Cabo Verde e os seus homólogos europeus. Temos um calendário para terminar este processo de desenhar um plano de ação agora para os finais do mês de junho. Será um dos principais resultados que esperamos ter na reunião ministerial a realizar no outono em Bruxelas. Temos, aliás, visto a grande frequência de missões de marinhas de vários países da União Europeia, de militares de serviços de segurança e de polícias judiciárias, tudo isso relacionado com esta vontade de cooperar com Cabo Verde nesta matéria. Atendendo que Cabo Verde é um pais com muitas vulnerabilidades mas com uma determinação forte da parte dos seus dirigentes de combater esses flagelos da criminalidade organizada do tráfico de drogas de todos esses aspetos que são um objetivo principal do desenvolvimento desta parceria. Temos, por exemplo, no campo da integração regional desenvolvimentos relevantes. No âmbito da CEDEAO o acordo de parceria económica concluiu-se a negociação. Esperamos que da parte das instituições da CEDEAO e de alguns Estados-membro que ainda não assinaram esse acordo, que rapidamente se passe a essa fase. Temos também cooperação com as regiões ultraperiféricas da União Europeia, Açores, Madeira e Canárias, mas principalmente Canárias. Inclusivamente, temos esta semana uma missão de alto nível das Canárias para trabalhar na programação do próximo ciclo de financiamento para esse tipo de cooperação. Na área da convergência técnica e normativa um trabalho que está a ser feito com grande qualidade pelas instituições cabo-verdianas, pela ARFA, instituição de qualidade em parceria com congéneres europeias. Iniciou-se há relativamente pouco tempo. Na área de cooperação científica temos também um aumento dos contactos entre o ministério da ciência e ensino superior e organismos competentes da Comissão Europeia. Aliás, no dia 18, haverá uma visita do Senhor Ministro Correia e Silva ao Senhor Comissário Moedas em Bruxelas. Na área da redução da pobreza, o programa de ajuda orçamental continua e, vai continuar, contrariamente ao que eram as expectativas. Houve até um ligeiro aumento. Portanto em todas estas áreas os progressos estão a acontecer. TCV: A questão é, volvidos oito anos da assinatura do acordo, dá a impressão que os dossiês podiam ter avançado muito mais. JMPT: Não sei quem está habilitado a fazer esse juízo. Eu penso que talvez o que existe é uma falta de entendimento do que é uma Parceria Especial. Cabo Verde, ainda está habituado (maioria do público) a medir a cooperação em função de projetos concretos, só quando veem ações fisicamente palpáveis no terreno é que pensam que existe cooperação. CV já passou a fase da infraestruturação 6 of 12

7 básica. Neste momento do que precisa é do reforço das capacidades institucionais e legais para poder tirar melhor partido da infraestruturas que já tem e, mais uma vez, o ambiente de negócios e a atratividade de investimentos é fundamental, para que realmente se traduza em ganhos concretos para a população cabo-verdiana, através de emprego e melhoria das condições de vida. TCV: No que tange ao acordo de PE, os resultados nem sempre são palpáveis mais existem? JMPT: Absolutamente. Diria não são palpáveis em termos daquilo que existe da perceção de cooperação de fazer obras. Ora fazer obras, até fazer demasiadas obras em determinadas alturas sem serem coordenadas com a capacidade de sustentabilizar esses investimentos, nem sempre é a melhor política. Parceria para a Mobilidade TCV: Uma parte do acordo de PE que tem desiludido os cabo-verdianos, tem a ver com a questão dos vistos. A maior parte dos cabo-verdianos julgavam que não teriam necessidade de obter um visto para entrar na Europa JMPT: Mais uma vez, é uma decalagem entre aquilo que são as perceções e aquilo que é a realidade. Nunca esteve previsto um acordo de liberalização de vistos. O que esteve previsto através da parceria para a mobilidade, foi um acordo de facilitação de vistos, que é combinado com um acordo de readmissão. TCV: Facilitação de vistos que diga-se de passagem Senhor Embaixador privilegia apenas algumas classes, nomeadamente empresários, associações da sociedade civil e jornalistas. Para quando alargar este espectro? JMPT: Absolutamente. Todos aqueles que têm uma genuína necessidade de se deslocar ao espaço de Schengen, com frequência e com rapidez nas suas decisões. O acordo de facilitação de vistos não é um acordo para facilitar a emigração para a UE. Portanto, em relação àquilo que pode ser o futuro, eu gostaria de salientar que existe uma reciprocidade de vistos. Os cidadãos europeus também pagam e têm de se submeter a obter vistos para CV. Coisa que não acontece em outros países. Há um acordo de facilitação que está em vigor. Há seis meses praticamente embora se fale nisto há mais de dois anos, foi assinado o acordo de facilitação de vistos em outubro 2012 e depois teve que se aguardar a assinatura e ratificação do acordo de readmissão que foi feito o ano passado. E só a partir daí é que estes acordos puderam entrar em vigor. Haverá brevemente uma avaliação do estado de implementação destes acordos para ver como estão a funcionar. TCV: Está fora de questão uma liberalização ou supressão de vistos? JMPT: Nada está fora de questão nas relações entre a UE e CV. Tudo tem o seu timing e percurso TCV: O que é preciso que CV faça para que um dia haja esta liberalização? 7 of 12

8 JMPT: Acho que CV tem uma situação privilegiada do ponto de vista geográfico, do ponto de vista de ser um arquipélago, de ter um sistema de controlo das suas fronteiras, nomeadamente aéreas, que se pode dizer de um bom nível. Existe também a questão da qualidade de documentação. Existe um conjunto de fatores que são necessários e se vão construindo. TCV: Tem a ver com segurança? JMPT: Tem a ver com segurança, porque como sabe, não havendo um controlo apertado dessas matérias pode haver também de países terceiros um aproveitamento de fluxos migratórios não controlados que pode ter também consequências que é um problema que também interessa a Cabo Verde, são desafios que ambos os espaços têm que ter em conta. Portanto, eu diria que no futuro não há nada que se possa dizer de que não se possa avançar nessa matéria e, sinceramente, faço votos de que esse seja o caminho. Estive em países que se passou do visto à facilitação de visto, à isenção de visto. Já vivi essas experiências. Penso que CV tem muitos aspetos de vulnerabilidade para a UE, que com este tipo de acordos com CV pode ser mitigada. TCV: Falta só reforçar o factor confiança para que um dia os cabo-verdianos entrem liberalmente, sem obstáculos, na Europa? JMPT: eu não direi que é só o factor confiança. Criar as condições para que estes fluxos sejam mais apertados, em que haja um escrutínio. Não podemos escamotear este tipo de realidade de que o aumento dos rendimentos dos cabo-verdianos portanto a melhoria dos níveis de riqueza material dos cabo-verdianos também certamente contribuirá para isso porque será também um menor factor para que permaneçam no arquipélago e exactamente não tenham que ser um factor de procurar condições de vida noutros países e aliás penso que CV com uma população relativamente pequena que tem com taxas de investimentos importantes penso que não haveria possivelmente e já aconteceu no passado já há fenómenos de imigração da africa ocidental para CV para determinados tipos de trabalhos em que os próprios cabo-verdianos já não estão disponíveis para este tipo de actividade TCV: Sr. Embaixador falou há momentos que a vertente acordo para segurança e estabilidade no âmbito da PE inclui a facilidade de vistos e também a readmissão. Muita gente não entende em que consiste este acordo de readmissão. Queira explicar por favor? JMPT: gostaria talvez de distinguir duas coisas, portanto a PE para segurança e estabilidade não tem a ver com a facilitação de vistos nem com a readmissão. Portanto isto é parceria para a mobilidade. Efectivamente quando foi negociado este pacote de acordos que alias a UE em todos os processos bilaterais em que envereda pelo caminho da facilitação e eventualmente também para a liberalização tem sempre como condição a readmissão. Portanto à aceitação pelo pais parceiro no princípio da readmissão de migrantes que tenham entrado no solo europeu a partir desse pais porque isso é resultado de o pais parceiro não ter aplicado o grau de exigência e de controlo necessário para evitar esta situação e portanto o pais aceita receber esses migrantes. TCV: CV com este acordo de readmissão aceitou readmitir migrantes ilegais que tenham entrado na europa a partir de CV? JMPT: exactamente TCV: e até hoje houve algum readmitido? 8 of 12

9 JMPT: até hoje não temos, contrariamente àquilo que também durante anos, gerou bastante polémica sobre este acordo não temos qualquer indicador de uma só pessoa nessas circunstâncias. Não quer dizer que não tenha havido. Não temos conhecimento. O que posso dizer é que se aconteceu não foram nos números nem nas proporções que em determinada altura criaram preocupações em CV. Como disse brevemente vai ser feita uma avaliação desse acordo, essas questões vão ser avaliadas e haverá um relatório e portanto nessa altura poderemos ter uma visão mais clara mas se eventualmente houve casos desses são de tão reduzida dimensão que não tiveram qualquer impacto nem criaram sequer qualquer grau de consciencialização tanto da parte das autoridades cabo-verdianas que também nunca nos apresentaram casos desses e obviamente também nem da parte da UE. TCV: alguns observadores afirmam que vários dossiers da PE não avançaram ao ritmo desejado porque CV hesitava em aceitar este acordo de readmissão e a UE terá usado este acordo praticamente como uma chantagem JMPT: bem eu diria mais uma vez que não devemos misturar Parceria Especial com Parceria para a Mobilidade. Portanto estamos a falar da Parceria para a Mobilidade TCV: uma é consequência da outra JMPT: não direi que consequência uma da outra. São parcerias separadas. Aliás há países que estão a tentar (no grupo ACP), devo salientar que no grupo ACP (África, Caraíbas e Pacífico) em que CV está inserido são mais de 70 países, há países que estão a tentar ter um acordo deste género e para já CV é o único que tem este tipo de acordo e portanto quando fala que há uma chantagem não há uma chantagem. Há uma condicionalidade. E cada país, cada grupo de países tem que acautelar os seus próprios interesses e em troca de certas facilidades, ter também certas garantias. TCV: portanto há sempre algo que se dá em troca? Neste caso CV teve de aceitar JMPT: alias como lhe disse não é um caso único, todos os países que enveredaram para estes processos passaram exactamente para o mesmo processo e como disse estou convicto de que em CV isto não será jamais um problema antes pelo contrário. Quanto melhor for o sistema de controlo das próprias fronteiras de CV melhor será acautelado este problema por CV Apoio da UE a CV no âmbito do 11 FED 9 of 12

10 TCV: Sr. Embaixador no âmbito do 11 FED, a UE concedeu a CV um fundo de 55 milhões de euros, só a titulo de exemplo devo dizer que no âmbito deste mesmo fundo a UE concedeu às Seychelles 2 milhões de euros e às ilhas Maurícias 5 milhões de euros. Portanto CV 55 milhões. Porquê esta discriminação positiva em relação a CV? JMPT: bom é um tema que levanta e que acho muito pertinente porque justamente quem desvaloriza a importância da PE ignora que certamente esta PE teve alguma coisa a ver com estes níveis de financiamento. Sabemos que as Maurícias e as Seychelles são dois países que têm tido um grande sucesso e no seu desenvolvimento económico e ai esta o ambiente de negócios é um ambiente bastante favorável e portanto têm tido a capacidade ao longo dos anos de ver reduzida à APD para valores insignificantes como são estes mas que não deixam de ter importância porque são focalizados em sectores em que a UE pode contribuir através de transferências de tecnologia, através de cooperação cientifica enfim uma cooperação mais sofisticada para continuar a dar estes países melhores condições para aumentar a sua competitividade. Mas portanto este é um exemplo bastante elucidativo da importância por um lado do facto de que estes países conseguiram grandes melhorias na sua actividade económica e na sua diversificação económica se atendemos que as Maurícias durante décadas foi um país praticamente de monocultura do açúcar, alias nos primórdios dos acordos com a EU o produto que as Maurícias exportava era o açúcar, hoje em dia tem uma economia vibrante, diversificada, dinâmica, portanto não necessita desses fluxos da ajuda externa TCV: mas dos 5 milhões que a EU deu às Maurícias para os 55 milhões que concedeu a CV no âmbito do FED vai uma grande diferença JMPT: vai uma diferença abismal e essa diferença está relacionada com o facto de CV ser um pais com quem a UE tem uma PE, ter um outro aspecto que é um pais vizinho podemos dizer que é vizinho da UE (as canárias está a 1 hora do voo de CV) de ser uma pais em que há desafios comuns em que temos cooperar e em que ambos queremos que cooperar TCV: como segurança? JMPT: nomeadamente segurança. É um pais em que também há vulnerabilidades que são reconhecidas pela UE. Vulnerabilidades digo eu do ponto de vista de mudanças climáticas, do ponto de vista do seu factor insular, disperso por varias ilhas, com necessidades de desenvolver infraestruturas em cada, enfim todos estes aspectos foram tidos em conta que não foi fácil porque nesses processos sobretudo na UE há as instituições europeias mas também todos os países da UE jogam um papel nos processos decisionais e portanto há aqueles Estados da UE que são parceiros tradicionais e conhecedores e amigos de CV e há aqueles que ainda é necessário fazer um trabalho de maior conhecimento. Acordo de Pescas entre a UE e CV 10 of 12

11 TCV: mas por outro lado Senhor Embaixador a UE penalizou CV no acordo de pescas. Ou Cabo Verde é que não soube negociar? JMPT: bem eu não diria que penalizou nem que não soube beneficiar. O acordo de pescas é um acordo de cariz comercial. Portanto não é um acordo de cariz de desenvolvimento ou de ajuda. E ai há que ver quais são as potencialidades da pesca em CV e qual é o interesse que os operadores europeus do sector da pesca vêm em CV TCV: só a título de exemplo Senhor Embaixador (desculpa interromper). A UE paga anualmente a CV 550 mil euros pelo acordo de pesca enquanto que paga aos Marrocos 30 milhões de euros, porquê? JMPT: primeiro o valor que refere ai os dois valores que refere ai não sei se contabilizam apenas aquilo que são as medidas financeiras que acompanham o acordo ou se é o resultado de todo o acordo. Porque o valor que está estipulado no protocolo são cerca de 2 milhões e 200 mil que tem como objectivo o apoio ao sector da pesca não é o valor que CV colhe do acordo de pescas. Porque o acordo de pescas têm as licenças que os armadores tem que pagar, têm os valores relativos às capturas que fazem, têm o pagamento dos ficais que estão à bordo. Tudo isso é pago pelos armadores. TCV: no documento sobre o assunto vi que para 71 licenças a UE paga anualmente a CV 550 mil euros no âmbito do acordo de pesca enquanto que para Marrocos paga 30 milhões de euros JMPT: mas isso, como lhe disse não se pode fazer uma comparação. Quais são os produtos e qual é a riqueza e a abundância de peixe nas águas dos Marrocos e nas águas de CV? Sabemos que nas águas de CV praticamente o produto pesqueiro que desperta interesse nos armadores são portanto os tunídeos não é? TCV: portanto o atum? JMPT: o atum e afins TCV: mas pescam tudo que encontram, nomeadamente tubarões JMPT: não. Os tubarões que são pescados são tubarões que são classificados pelo ICCAT, pela instituição das Nações Unidas que regulamenta a pesca no atlântico norte, portanto e a UE obedece e respeita as convenções internacionais que subscreve e portanto todos os produtos que são capturados por estes armadores que estão nas aguas de CV são reconhecidos pelo ICAAT como fazendo parte dessa espécie marinha, que é aquela que está dentro do acordo, portanto isto por um lado. Por outro lado, comparar CV com Marrocos, que sabemos que tem bancos de pesca dos mais ricos do mundo com uma enorme variedade de produtos, com uma enorme variedade de peixes portanto não é uma comparação que se possa fazer directamente. Aquilo que é importante saber é o que é que existe nas águas de CV que é apetecível para os armadores europeus e quanto é que estes e a UE com aquilo que complementa para o apoio ao sector da pesca está disposta a pagar. Por isso é que eu disse desde o início: é um acordo comercial. TCV: então considera que a UE está a pagar um preço justo? JMPT: eu considero que sim porque o acordo como sabe há sempre a oferta e a procura. Portanto aquilo que CV tem para disponibilizar nas suas aguas e aquilo que é a procura da parte de quem quer pescar nas aguas de CV. Portanto este foi o equilíbrio que foi possível para este tipo de acordo. Obviamente que não é só a UE que pesca no mundo, há outras frotas que pescam no mundo. O que 11 of 12

12 nós podemos dizer é que os nossos acordos são negociados de uma forma transparente, são feitos públicos, qualquer pessoa tem acesso a eles, respeitamos todas as normas internacionais que regem este tipo de actividade e portanto não temos qualquer dúvida de que estamos nesta área a ser um parceiro comercial de CV na área da pesca e que CV tem também um acordo que lhe é vantajoso TCV: considera que é vantajoso para CV apesar de tudo, apesar das reclamações dos armadores e das pessoas da área das pescas. JMPT: não sei de que armadores e de que pessoas das pescas é que tem reclamações. O que eu sei é que em CV não existe capacidade para pescar, com meios próprios, aquilo que estes armadores vêm pescar em CV, aliás sabemos que existe um déficit de produto pesqueiro e até para alimentar a indústria de conservas em CV. TCV: mas queixam-se que os barcos europeus levam tudo JMPT: eu não sei o que é que se chama levam tudo. Por exemplo a Frescomar que é uma empresa europeia, um grande investidor em CV tem uma grande unidade conserveira em SV tem que importar o pescado inclusivamente da Asia para alimentar aquela unidade fabril. Portanto se houver capacidade em CV para pescar e para fornecer estas indústrias, portanto não há contradições aqui com esta matéria não é? TCV: infelizmente Senhor Embaixador vamos ter que ficar por aqui porque o tempo esgotou pelo que só nos resta agradecer a sua presença aqui no Programa. JMPT: muito obrigado, também agradeço TCV: e foi assim estimado telespectador, a conversa com o Embaixador José Pinto Teixeira, Embaixador da UE na cidade da Praia. Esperamos que as questões aqui abordadas tenham servido para esclarecerem. 12 of 12

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL Gabinete do Presidente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL Gabinete do Presidente Diário da Sessão n.º 070 de 18/03/03 Presidente: Passamos ao ponto seguinte da nossa ordem de trabalhos Proposta de Decreto Legislativo Regional que aplica à Região Autónoma dos Açores o Decreto-Lei nº

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 24

Transcrição de Entrevista n º 24 Transcrição de Entrevista n º 24 E Entrevistador E24 Entrevistado 24 Sexo Feminino Idade 47 anos Área de Formação Engenharia Sistemas Decisionais E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

"É possível levar energia renovável para todos"

É possível levar energia renovável para todos "É possível levar energia renovável para todos" Por Daniela Chiaretti De Nairóbi, Quênia Connie Hedegaard: "Acho que quando temos uma crise global como a que estamos vivendo, é uma oportunidade excelente

Leia mais

Cimeira do Fórum Índia África

Cimeira do Fórum Índia África REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU Presidência da República Cimeira do Fórum Índia África Intervenção de Sua Excelência Senhor José Mário Vaz Presidente da República Nova Delhi, 29 de Outubro de 2015 Excelência,

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL Entrevista com Eng.º Victor Sá Carneiro N uma época de grandes transformações na economia dos países, em que a temática do Empreendedorismo assume uma grande relevância

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003 Intervenção de Sua Excelência a Ministra da Ciência e do Ensino Superior, na II Reunião Ministerial da Ciência e Tecnologia da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Rio de Janeiro, 5 de Dezembro

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão dos Transportes e do Turismo 2008/2136(INI) 1.12.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o desenvolvimento de um Espaço de Aviação Comum com Israel (2008/2136(INI)) Comissão

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 20 Discurso na cerimónia "Jovens

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu.

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título Opções de financiamento para a CPLP não é meu. FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu. Poderia dar ideia que há opções de financiamento específicas para a CPLP em si mesma e para os Estados

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos,

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos, REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE -------- MINISTÉRIO DA ENERGIA GABINETE DO MINISTRO INTERVENÇÃO DE S.EXA SALVADOR NAMBURETE, MINISTRO DA ENERGIA, POR OCASIÃO DA INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA DE CONTADORES DA ELECTRO-SUL

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

Quero, também, que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo sejam capazes de colocar no exterior noutros mercados, projectos

Quero, também, que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo sejam capazes de colocar no exterior noutros mercados, projectos DECLARAÇÕES AOS JORNALISTAS DO MINISTRO PAULO PORTAS, EM VIANA DO CASTELO, APÓS REUNIÕES DE TRABALHO COM O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E COM A COMISSÃO DE TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO

Leia mais

Saber mais. Comércio & Desenvolvimento

Saber mais. Comércio & Desenvolvimento Comércio & Desenvolvimento Saber mais O comércio tem sido um poderoso motor de crescimento para vários países, contribuindo para tirar milhões de pessoas de situações de pobreza. A política comercial da

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

PAINEL I A IGUALDADE DE GÉNERO COMO FACTOR COMPETITIVO E DE DESENVOLVIMENTO

PAINEL I A IGUALDADE DE GÉNERO COMO FACTOR COMPETITIVO E DE DESENVOLVIMENTO PAINEL I A IGUALDADE DE GÉNERO COMO FACTOR COMPETITIVO E DE DESENVOLVIMENTO Maria Regina Tavares da Silva Perita em Igualdade de Género Consultora das Nações Unidas Nesta Conferência de celebração dos

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia,

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia, ANGOLA NO CONTEXTO DA INTEGRAÇAO ECONÓMICA REGIONAL 29 de Setembro, 2015 Intervenção do Doutor Paolo Balladelli, Representante Residente do PNUD em Angola Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro

Leia mais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde. Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise

Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde. Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise Senhora Ministra das Finanças, Senhores Representantes Diplomáticos, Senhores

Leia mais

Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo. II Cimeira de Presidentes de Parlamentos. Lisboa, 11 de maio de 2015

Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo. II Cimeira de Presidentes de Parlamentos. Lisboa, 11 de maio de 2015 Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo II Cimeira de Presidentes de Parlamentos Lisboa, 11 de maio de 2015 Senhora Presidente da Assembleia da República, Senhores Presidentes, Senhores Embaixadores,

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

Entrevista com Tetrafarma. Nelson Henriques. Director Gerente. Luísa Teixeira. Directora. Com quality media press para Expresso & El Economista

Entrevista com Tetrafarma. Nelson Henriques. Director Gerente. Luísa Teixeira. Directora. Com quality media press para Expresso & El Economista Entrevista com Tetrafarma Nelson Henriques Director Gerente Luísa Teixeira Directora Com quality media press para Expresso & El Economista Esta transcrição reproduz fiel e integralmente a entrevista. As

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

visão global do mundo dos negócios

visão global do mundo dos negócios Senhor Primeiro Ministro Senhor Ministro da Saúde Senhor Presidente da AM Senhor Presidente do CA da Lenitudes Senhores Deputados Srs. Embaixadores Srs. Cônsules Senhores Vereadores e Deputados Municipais

Leia mais

DECLARAÇÃO À IMPRENSA

DECLARAÇÃO À IMPRENSA DECLARAÇÃO À IMPRENSA SR. PRESIDENTE, hoje, na qualidade de Primeiro- Ministro de Timor- Leste, faço a minha primeira visita oficial à Indonésia a convite de V. Exa. Pak Joko Widodo Jokowi, o Presidente

Leia mais

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares 23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições comuns para regulamentar o

Leia mais

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6.

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. E T-CPLP: Entrevistas sobre a CPLP CI-CPRI Entrevistado: Embaixador Miguel Costa Mkaima Entrevistador:

Leia mais

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, DR. RUI MARIA DE ARAÚJO, POR OCASIÃO DA ATRIBUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL DA CPLP A

Leia mais

IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global. Grupo Parlamentar Português sobre População e

IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global. Grupo Parlamentar Português sobre População e IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global Grupo Parlamentar Português sobre População e Cumprimentos: Desenvolvimento Assembleia da República 18 de Novembro

Leia mais

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 COMUNICADO FINAL XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 Na 29ª reunião da Comissão Bilateral Permanente Portugal-EUA, que se realizou em Washington, a 5 de Maio de 2011, Portugal

Leia mais

Quanto ao contrato de SMS, que tem sido também alvo aí do noticiário, eu também queria fazer uma exposição preliminar. Na nossa gestão, desde que

Quanto ao contrato de SMS, que tem sido também alvo aí do noticiário, eu também queria fazer uma exposição preliminar. Na nossa gestão, desde que Quanto ao contrato de SMS, que tem sido também alvo aí do noticiário, eu também queria fazer uma exposição preliminar. Na nossa gestão, desde que entrei, nós instituímos uma reunião de análise crítica

Leia mais

Bem vindos a este novo passo do projeto CIP - FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA.

Bem vindos a este novo passo do projeto CIP - FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA. CIP FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA UM NOVO PASSO Seminário 16 de abril de 2012 Intervenção do Presidente da CIP Bem vindos a este novo passo do projeto CIP - FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA.

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Orçamentos 15.9.2010 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre o mandato externo do BEI Comissão dos Orçamentos Relator: Ivailo Kalfin DT\830408.doc PE448.826v01-00 Unida na

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social O tempo e a espera Ministro fala de projetos em andamento e ações do governo para a área educacional Entrevista do ministro publicada na Revista Educação no dia 26 de maio de 2004. Tarso Genro é considerado

Leia mais

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu SPEECH/10/21 José Manuel Durão Barroso Presidente da Comissão Europeia Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu Sessão plenária do PE: votação do novo Colégio Bruxelas, 9 de Fevereiro

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.2.2009 COM(2009) 64 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

Proposta de Lei da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas

Proposta de Lei da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas Fui expulso, mas tenho um filho menor a cargo a viver em Portugal. Podem recusar-me a entrada? Sim. A residência de filhos menores em Portugal é apenas

Leia mais

Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe. Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo

Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe. Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo Senhores Ministros Senhores Embaixadores Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo Senhora representante da Comissão

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA. Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores.

MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA. Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores. MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores. 2 Ao lado das concepções do trabalho pedagógico para a infância,

Leia mais

José Epifânio da Franca (entrevista)

José Epifânio da Franca (entrevista) (entrevista) Podemos alargar a questão até ao ensino secundário Eu diria: até à chegada à universidade. No fundo, em que os jovens já são maiores, têm 18 anos, estarão em condições de entrar de uma maneira,

Leia mais

02/12/2004. Discurso do Presidente da República

02/12/2004. Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de entrega do Prêmio Finep e sanção da Lei de Inovação de Incentivo à Pesquisa Tecnológica Palácio do Planalto, 02 de dezembro de 2004 Meus companheiros ministros,

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

mdic.empauta.com Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Clipping da imprensa Brasília, 15 de abril de 2008 às 14h20

mdic.empauta.com Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Clipping da imprensa Brasília, 15 de abril de 2008 às 14h20 Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Clipping da imprensa Brasília, 15 de abril de 2008 às 14h20 Diário de Cuiabá MT Novo perfil trará mudanças à Casa Civil...............................................

Leia mais

MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO

MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO República de Angola MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA, DR. PAULINO BAPTISTA, SECRETÁRIO DE ESTADO PARA A HOTELARIA DA REPÚBLICA DE ANGOLA, DURANTE A VIII REUNIÃO DE MINISTROS

Leia mais

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a Migração no Mediterrâneo Ocidental Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Diálogo 5 + 5 Quinta Conferência Ministerial sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Conclusões da Presidência Nos dias 12 e 13 de Dezembro de 2006 teve lugar

Leia mais

Então, é difícil para a gente afirmar um número ainda, mas vai estar nesse intervalo entre estabilidade e alguma coisa perto de 2% ou 3%.

Então, é difícil para a gente afirmar um número ainda, mas vai estar nesse intervalo entre estabilidade e alguma coisa perto de 2% ou 3%. Q&A de Teleconferência Resultado 3T08 ALL América Latina Logística 13 de novembro de 2008 Na redução de guidance de vocês, essa expressão interessante, um crescimento marginal de yield. Em um crescimento

Leia mais

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no hotel Skt. Petri

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no hotel Skt. Petri Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no hotel Skt. Petri Copenhague-Dinamarca, 01 de outubro de 2009 Bem, primeiro dizer a vocês da alegria de poder estar

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5 Sexo Idade Grupo de Anos de Escola docência serviço Feminino 46 Filosofia 22 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Filosofia, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o processo de avaliação

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA INTERVENÇÃO DE SUA EXCIA, MINISTRA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, PROFª. DOUTORA, MARIA CÂNDIDA PEREIRA, DURANTE A SESSÃO DE ABERTURA DO WORKSHOP SOBRE

Leia mais

Entrevista com Clínica Maló. Paulo Maló CEO. www.clinicamalo.pt. Com quality media press para LA VANGUARDIA

Entrevista com Clínica Maló. Paulo Maló CEO. www.clinicamalo.pt. Com quality media press para LA VANGUARDIA Entrevista com Clínica Maló Paulo Maló CEO www.clinicamalo.pt Com quality media press para LA VANGUARDIA Esta transcrição reproduz fiel e integralmente a entrevista. As respostas que aqui figuram em linguagem

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR +

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + Ponta Delgada, 28 de Abril de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional

Leia mais

Cartas enviadas para a ZON

Cartas enviadas para a ZON Cartas enviadas para a ZON 1ª CARTA Bruno Cardoso Pimentel Macedo Praceta da Bela Vista nº8 4720-286 Carrazedo Amares ZON TV Cabo Portugal, S.A. Edifício ZON Rua Ator António Silva, 9 Campo Grande 1600-404

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

Apresentação e Discussão do Orçamento Retificativo para 2012

Apresentação e Discussão do Orçamento Retificativo para 2012 Apresentação e Discussão do Orçamento Retificativo para 2012 Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados A proposta do Orçamento

Leia mais

Senhor Presidente. Senhor Presidente,

Senhor Presidente. Senhor Presidente, Intervenção proferida pelo Deputado Clélio Meneses aquando da discussão do Plano e Orçamento para 2012. Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente, Senhora e Senhores Membros do

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 70 Cerimónia de sanção do projeto

Leia mais

Comunicar PAPA. Jornal. Bento XVI recebe José Maria Neves no Vaticano. Administração Pública. www.governo.cv

Comunicar PAPA. Jornal. Bento XVI recebe José Maria Neves no Vaticano. Administração Pública. www.governo.cv Jornal Comunicar Administração Pública Governo de Cabo Verde Edição Gratuita Mensal nº18 Setembro de 2010 Edição Especial www.governo.cv www.governo.cv PAPA Bento XVI recebe José Maria Neves no Vaticano

Leia mais

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

Discurso do Secretário de Estado do Emprego. Octávio Oliveira. Dia Nacional do Mutualismo. 26 de outubro 2013 Centro Ismaili, Lisboa

Discurso do Secretário de Estado do Emprego. Octávio Oliveira. Dia Nacional do Mutualismo. 26 de outubro 2013 Centro Ismaili, Lisboa Discurso do Secretário de Estado do Emprego Octávio Oliveira Dia Nacional do Mutualismo 26 de outubro 2013 Centro Ismaili, Lisboa Muito boa tarde a todos! Pretendia começar por cumprimentar o Senhor Presidente

Leia mais

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Page 1 of 5 Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Senhor Ministro das Finanças e Planeamento, Senhores Representantes do

Leia mais

Conferência Internacional Os Regimes Cambiais face aos Desafios da Economia de Cabo Verde

Conferência Internacional Os Regimes Cambiais face aos Desafios da Economia de Cabo Verde Conferência Internacional Os Regimes Cambiais face aos Desafios da Economia de Cabo Verde (No Âmbito das Comemorações dos 10 Anos da Assinatura do Acordo de Cooperação Cambial) SESSÃO DE ABERTURA Intervenção

Leia mais

Entrevista com DVA David Valente de Almeida S.A. Presidente. Joaquim Pedro Valente de Almeida. Com quality media press para LA VANGUARDIA

Entrevista com DVA David Valente de Almeida S.A. Presidente. Joaquim Pedro Valente de Almeida. Com quality media press para LA VANGUARDIA Entrevista com DVA David Valente de Almeida S.A. Presidente Joaquim Pedro Valente de Almeida Com quality media press para LA VANGUARDIA www.dva.pt (en construcción) Ver http://www.afia-afia.pt/assoc13.htm

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 49 Discurso no encontro com grupo

Leia mais

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ECA/09/69 DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ******* APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ANUAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2008 À COMISSÃO DO

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Plano de Acção para a Cooperação Económica e Comercial (2014-2016) 4ª Conferência Ministerial Preâmbulo

Leia mais

República de Moçambique Presidência da República DISCURSO PARA BANQUETE DE ESTADO

República de Moçambique Presidência da República DISCURSO PARA BANQUETE DE ESTADO República de Moçambique Presidência da República DISCURSO PARA BANQUETE DE ESTADO Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique, por ocasião do Banquete de Estado

Leia mais

ERRATA: Na página 5, onde se lê relevar nenhuma das tentações, leiase reavivar nenhuma das tentações.

ERRATA: Na página 5, onde se lê relevar nenhuma das tentações, leiase reavivar nenhuma das tentações. ERRATA: Na página 5, onde se lê relevar nenhuma das tentações, leiase reavivar nenhuma das tentações. Declaração à imprensa da Presidenta da República, Dilma Rousseff, após a VI Reunião de Cúpula Brasil-União

Leia mais

Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas

Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas Em primeiro lugar gostaria de expressar o meu agradecimento

Leia mais

Orçamento do Estado 2016 Uma Perspectiva Pessoal

Orçamento do Estado 2016 Uma Perspectiva Pessoal Aese Orçamento do Estado 2016 Uma Perspectiva Pessoal Quando o Fórum para a Competitividade me convidou para esta intervenção, na qualidade de empresário, já se sabia que não haveria Orçamento de Estado

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, 25.6.2003 L 156/17 DIRECTIVA 2003/35/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Maio de 2003 que estabelece a participação do público na elaboração de certos planos e programas relativos ao ambiente

Leia mais

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012 NOS@EUROPE O Desafio da Recuperação Económica e Financeira Prova de Texto Nome da Equipa GMR2012 Alexandre Sousa Diogo Vicente José Silva Diana Almeida Dezembro de 2011 1 A crise vista pelos nossos avós

Leia mais

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy Conferência 1º Fórum União de Exportadores CPLP CPLP: Comunidade de povos abrangente auto-sustentável Lisboa, 26 e 27 de junho de 2015 Sessão de Encerramento 27 de junho de 2015 Intervenção do Secretário

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS Parecer COM(2013)130 Proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (CE) n.º 261/2004 que estabelece regras comuns para a indemnização e a assistência aos passageiros

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09 INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino Cerimónia de Abertura do WTPF-09 Centro de Congressos de Lisboa, 22 de Abril de 2009 (vale a versão

Leia mais

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com perguntas respondidas pelo presidente Lula Manaus-AM,

Leia mais

Índice PORTUGAL - BREVE CARATERIZAÇÃO A CIP ATIVIDADE ASSOCIADOS ORGANIZAÇÃO E CONTACTOS

Índice PORTUGAL - BREVE CARATERIZAÇÃO A CIP ATIVIDADE ASSOCIADOS ORGANIZAÇÃO E CONTACTOS Índice PORTUGAL - BREVE CARATERIZAÇÃO A CIP ATIVIDADE ASSOCIADOS ORGANIZAÇÃO E CONTACTOS Portugal Breve caraterização Portugal Caraterização geral Inserido na União Europeia desde 1986, Portugal é o país

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Regulamento Municipal. de apoio à inovação, empreendedorismo e empregabilidade

Regulamento Municipal. de apoio à inovação, empreendedorismo e empregabilidade Regulamento Municipal de apoio à inovação, empreendedorismo e empregabilidade Considerando que o Governo da República aprovou, em Conselho de Ministros Extraordinário de 13 de Dezembro último, um pacote

Leia mais

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas.

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas. Senhor Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, Dr. José Azevedo Rodrigues; Senhor Vice-Presidente do Conselho Diretivo da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas e Presidente da Comissão Organizadora

Leia mais

R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 )

R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 ) R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 ) Tendo iniciado no presente ano lectivo 2005/2006 o funcionamento da plataforma Moodle na Universidade Aberta, considerou-se

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL Gabinete do Presidente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL Gabinete do Presidente Diário da Sessão n.º 103 de 21/04/04 Presidente: Vamos iniciar o debate sobre a Proposta de Resolução qualidade dos correios nos Açores e manutenção de critérios de proximidade na oferta dos respectivos

Leia mais

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s.

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s. Bom dia a todos e a todas, Não é difícil apontar vantagens económicas às medidas de gestão empresarial centradas na igualdade de género. Em primeiro lugar, porque permitem atrair e reter os melhores talentos;

Leia mais

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL Intervenção de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa na Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas - CEPAL Santiago do Chile, 7 de Novembro de 2007 Senhor Secretário Executivo da

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

05/12/2006. Discurso do Presidente da República

05/12/2006. Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento da 20ª Reunião Ordinária do Pleno Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Palácio do Planalto, 05 de dezembro de 2006 Eu acho que não cabe discurso aqui,

Leia mais

República de Moçambique

República de Moçambique República de Moçambique Dia do Médico Moçambicano: Momento de celebração e reflexão sobre desafios da classe e do sector Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique,

Leia mais

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 1 2 O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 3 A origem do Fundo Social Europeu O Fundo Social Europeu foi criado em 1957 pelo Tratado de Roma,

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E SOLIDARIEDADE SOCIAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E SOLIDARIEDADE SOCIAL MINISTÉRIO DO TRABALHO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E SOLIDARIEDADE SOCIAL PROGRAMA NACIONAL DE LUTA CONTRA A POBREZA (PNLP) PROGRAMA DE LUTA CONTRA A POBREZA NO MEIO RURAL(PLPR) C.P. 236, Praia, Tel.: 238/61-36-50,

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais