Relatório de Auditoria Especial - MAPA

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1 PRESIDENCIA DA REPÚBLICA Controladoria-Geral da União Secretaria Federal de Controle Interno Relatório de Auditoria Especial - MAPA Relatório de Auditoria Especial nº / Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA Brasília - DF

2 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ESPECIAL Nº / EM BRASÍLIA/DF MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO 1

3 1. INTRODUÇÃO DEFICIÊNCIAS ESTRUTURAIS DO MAPA LICITAÇÕES E CONTRATOS CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS HUMANOS LICITAÇÕES E CONTRATOS FATOS DENUNCIADOS CONTRATAÇÃO DA FUNDAÇÃO SÃO PAULO (FUNDASP) CONTRATAÇÃO DA GRÁFICA E EDITORA BRASIL ANULAÇÃO DA CONCORRÊNCIA Nº 01/ LICITAÇÃO PARA CONTRATAR EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO OUTRAS APURAÇÕES DA CGU AQUISIÇÃO DE IMPRESSORAS E SCANNERS CONTRATAÇÃO DE SEGURO SAÚDE PARA ADIDOS AGRÍCOLAS AQUISIÇÃO DE SUPRIMENTOS DE INFORMÁTICA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE SECRETARIADO E CONTÍNUO CONTRATAÇÃO PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DE ESTUDOS CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE ANÁLISE LABORATORIAL CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS GRÁFICOS REGISTRO DE ESTABELECIMENTO PRODUTOR DE VACINA FATOS DENUNCIADOS SUPOSTO FAVORECIMENTO À EMPRESA OUROFINO SAÚDE ANIMAL 124 LTDA CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES

4 1. INTRODUÇÃO Trata-se de Auditoria Especial, resultante de determinação da Senhora Presidenta da República, e que atendeu também à solicitação do então Ministro de Estado da Agricultura. Pecuária e Abastecimento, dirigida à CGU por meio do Aviso n 206/GM-MAPA, de , e do Aviso n 211/GM-MAPA, de 06/08/2011. O trabalho foi realizado em cumprimento às Portarias CGU n 1.526, de , e n 1583, de , do Ministro Chefe da Controladoria-Geral da União, que designou equipe específica para realizar auditoria, dentre outros temas, sobre irregularidades em licitações e contratos objetos de denúncias veiculadas na imprensa, no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA. O objetivo inicial foi a verificação da procedência dos fatos apontados na denúncia publicada pela Revista Veja, edição de 10/08/2011 e jornal Folha de São Paulo de 19/08/2011. Os trabalhos foram realizados na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no período de a , em estrita observância às normas de auditoria aplicáveis ao serviço público federal. Os exames abrangeram o período de 2010 a 2011, sendo que, para alguns assuntos, buscou-se comparações com práticas anteriores ao citado período. Cabe esclarecer, por fim, que além dos fatos abordados no presente Relatório de Auditoria, elaborado pela unidade técnica da Secretaria Federal de Controle Interno, outras situações irregulares encontram-se em apuração na Corregedoria-Geral da União, também unidade da CGU, mediante processos disciplinares, cujos prazos obedecem às regras legais, tendo em vista o direito ao contraditório e à ampla defesa. A Corregedoria-Geral deverá receber também uma cópia do presente Relatório, tanto para subsidiar os processos em curso, quanto para possível instauração de novos processos disciplinares. 3

5 2. AS DECIFICIÊNCIAS ESTRUTURAIS DO MAPA Licitações e Contratos Em que pese o fato de serem as contratações, de maneira geral, motivadas, apresentando justificativas da área demandante, bem como a finalidade do contrato e sua relação com as atividades desempenhadas pela Unidade, observamos que as aquisições do MAPA são realizadas sem prévio estudo técnico de demanda, ou projeção das necessidades futuras que justifiquem a quantidade objeto dos contratos. Essa prática permite o sub ou super dimensionamento das aquisições, impactando diretamente na gestão do Ministério e principalmente gerando prejuízo aos cofres públicos, considerando o volume de recursos envolvidos. Em 2010, os contratos firmados pelo MAPA resultaram em uma execução da despesa que totalizou R$ ,38. Outra fragilidade encontrada diz respeito à organização processual, com a inserção de diversos documentos em duplicidade, sem observar a ordem cronológica dos fatos. Ademais, não constam justificativas e motivações para alterações nos editais, contratos ou até mesmo do objeto a ser contratado. Quando da realização de pesquisa de preços, não consta o documento de solicitação por parte do MAPA (de acordo com os gestores, muitas vezes o contato com as empresas é realizado por telefone). No que tange a este último tópico pesquisa de preços não é realizada análise crítica sobre os preços apresentados pelas empresas; estes, em alguns casos, por se mostrarem muito discrepantes em relação aos preços de mercado, acabam por distorcer o preço de referência informado pelo MAPA em seus editais de licitação. Como agravante observamos ainda, a simulação de pesquisa de preços com a apresentação de propostas fictícias e até mesmo fraudadas. É mister salientar que falhas semelhantes se repetem no âmbito das Superintendências Federais de Agricultura Convênios e Contratos de Repasse Outra fragilidade constatada pela CGU é em relação aos convênios firmados pelo Ministério. A Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo-SDC é responsável por firmar quase 100% dos convênios do MAPA no âmbito do programa 6003 Apoio ao Desenvolvimento do Setor Agropecuário, o qual objetiva viabilizar infraestrutura pública aos agricultores, comunidades rurais e suas associações, destinando-se ao apoio de ações que permitam o aumento da produção, produtividade, melhoria da qualidade dos produtos agropecuários e sua comercialização. Promove ações que viabilizam o apoio financeiro a projetos que contribuem com o desenvolvimento do setor agropecuário, inclusive mecanização agrícola, agroindustrialização e obras de engenharia civil. Seu público alvo é composto por pequenos e médios produtores, cooperativas, associações de produtores e criadores, agroindústrias, pesquisadores e técnicos do setor agropecuário. Este programa, sob a gestão da SDC, é operacionalizado por intermédio da CAIXA. O conjunto de ações pertencentes ao programa 6003 foi denominado pela CAIXA como PRODESA. 4

6 Com relação aos projetos executados no âmbito do PRODESA, firmados nos exercícios de 1999 a 2007, 2008, 2009 e 2010, verificamos baixo índice de execução, impactando negativamente a eficácia do programa. Até 31/12/2010, foram firmados projetos no montante de R$ ,76. Até aquela data, evidenciamos a conclusão de apenas 29,60% do total de contratos de repasse firmados. Acrescente-se, por relevante, a situação de projetos não iniciados, que corresponde a 61,94% do quantitativo de Contratos de Repasse firmados no âmbito do Prodesa, sendo projetos (64,40%), firmados em 2010, ainda não iniciados. Observamos que a SDC (tendo como mandatária a CAIXA), vem encontrando dificuldades para efetivar o cumprimento das metas previstas de ações de apoio a projetos de investimentos para fomentar o setor agropecuário e de fomento à pequena e à média produção agropecuárias implementadas por convênios e contratos de repasse, devido a problemas operacional-administrativos e de limitações orçamentárias impostas pelo Governo Federal. Os principais problemas estão relacionados a fragilidades em seu sistema de controle interno no momento de garantir a comprovação, pelos convenentes, do cumprimento dos Art. 11 e 25 da Lei Complementar nº101/2000; quando o objeto refere-se à realização de eventos, observamos fiscalização em data posterior à sua execução, resultando no comprometimento da avaliação, por parte da concedente, quanto à conformidade e suficiência da execução do objeto avençado. Nas Superintendências Federais de Agricultura, o problema está relacionado ao acompanhamento/fiscalização dos convênios, onde verificamos a ausência de controles para a verificação do alcance da eficiência e da efetividade dos convênios celebrados. Em relação ao acompanhamento das prestações de contas, falta acompanhamento tempestivo da execução financeira, ocorrendo inclusive prorrogação dos convênios, com aumentos relevantes de valores e prazos, sem apresentação de prestações de contas parciais, bem como descumprimento dos prazos legais para análise das prestações de contas Recursos Humanos Com relação à avaliação da Gestão de Recursos Humanos, o maior problema identificado no MAPA diz respeito à ausência de estudos para o dimensionamento da força de trabalho, no que se refere ao quantitativo, composição e perfil, bem como a ausência de estratégias e ações para o preenchimento de possíveis vagas. Constatou-se que em grande parte das Superintendências o quadro de pessoal está próximo ou já tem direito a aposentadoria, pois já tem mais de 50 anos, o que a curto prazo vai dificultar a gestão das Unidades. Verificou-se que nos Relatórios de gestão, constam vários relatos indicando que a carência de recursos humanos motivou o não atingimento de metas de programas e ações previstas na Lei Orçamentária Anual. Outro apontamento é a falta de servidores nas áreas administrativas, não tendo sido constatada providência efetiva dos gestores do MAPA em recompor os quadros das unidades regionais; isto é evidenciado pela realização de recente concurso público prevendo vagas para apenas 09 Superintendências (SFA-AL, SFA-AM, SFA-BA, SFA-MA, SFA-MT, SFA-MG, SFA-PA, SFA-RN e SFA-SE). 5

7 3. LICITAÇÕES E CONTRATOS FATOS DENUNCIADOS CONTRATAÇÃO DA FUNDAÇÃO SÃO PAULO (FUNDASP) Fato denunciado: O teor das denúncias em relação à contratação da Fundação São Paulo, mantenedora da PUC-SP, se refere à participação do lobista Júlio Fróes na elaboração de documento expondo os motivos que justificassem a contratação dos serviços daquela fundação, atuando também como representante desta mesma fundação; pagamento de propina a servidores do ministério que haviam dado uma mãozinha para que o contrato se livrasse das amarras burocrática ; e ainda, falsificação de documentos em nome da FGV, com o intuito de simular pesquisa de preços demonstrando que a proposta mais vantajosa para a Administração Pública era aquela apresentada pela Fundação São Paulo (FUNDASP). Procedimento da Contratação Em novembro de 2009, a Coordenação Geral de Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria Executiva CGDP/SE realizou oficinas de trabalho com as unidades administrativas da Sede, CEPLAC e INMET, com o objetivo de identificar as necessidades de capacitação de servidores no âmbito do Ministério, com vistas a elaboração do Plano Anual de Educação Continuada para o ano de 2010, conforme Portaria/MAPA n , de 04 de dezembro de Em janeiro de 2010, as informações foram consolidadas, pela CGDP/SE, e estruturadas como um Plano Anual de Educação Continuada PAEC 2010, com valor total de R$ ,92 e com a participação prevista de oportunidades de capacitação de servidores em ações de educação continuada no ano de Cumpre ressaltar que o Plano em questão não foi formalmente aprovado pela instância institucional competente Comitê Gestor de Educação Continuada. Ainda, seu valor de custo estimado não guardava, conforme a CGDP/SE, aderência a realidade financeiraorçamentária do MAPA para o exercício em questão. Em 04 de junho de 2010, conforme registrado na Nota Técnica n. 21/CGDP/SE/MAPA, de 20/07/2010, o Comitê Gestor de Educação Continuada solicitou às áreas do Ministério que, independente dos cursos que já tinham sido realizados no exercício, priorizassem as demandas de treinamento em função da disponibilidade/contigenciamento do orçamento. Assim sendo, em 14 de junho de 2010, o Comitê Gestor aprova uma nova proposta de PAEC 2010, com demandas no valor de R$ ,80, prevendo-se oportunidades de capacitação de servidores entre agosto e dezembro de 2010 (não incluindo demandas da CEPLAC e INMET que deveriam ser encaminhadas ao Comitê). Posteriormente, ainda conforme registrado na Nota Técnica supra referenciada, a CGDP/SE entendeu, em função de decisão ministerial que não consta no processo disponibilizado, ser necessário realizar uma revisão no escopo e na abrangência do plano. Assim sendo, novas análises, novas consultas às áreas e novos ajustes técnicos foram efetuados. Então, preparou-se novo conjunto de ações de educação continuada, no montante de R$ ,80, com oportunidades de capacitação de servidores. Ao fim da Nota Técnica n. 21/CGDP/SE/MAPA, de 20/07/2010, trata-se do início do Processo de Contratação n / , com a CGDP/SE defendendo e solicitando, além 6

8 da execução dos cursos levantados, a contratação de uma assessoria competente que lhe auxilie no planejamento, implantação e controle do plano de capacitação dos seus colaboradores. A referida Nota Técnica foi aprovada no mesmo dia pelo Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração do MAPA, ressalvando apenas que a instituição de ensino a ser contratada atue inclusive com definição e formulação de propostas de novas ações não identificadas e mensuradas no Plano (grifo nosso). Em 24/08/2010, a Chefe de Gabinete da Secretaria Executiva, Servidora Matrícula Siape nº , por meio do Despacho n. 1212/2010/SE-MAPA, restitui os autos à CGDP/SE para que a mesma adote as providências necessárias no PAEC no sentido de, conforme Nota Técnica n. 21/CGDP/SE/MAPA, torná-lo mais estruturante quanto ao alcance dos objetivos estratégicos estabelecidos, em termos de uma base mínima de conhecimento, habilidades e atitudes para todos os servidores do MAPA, em todos os seus níveis, bem como torná-lo exeqüível já no presente exercício e definir o escopo da consultoria vez que ressalta a necessidade de consultoria especializada em programas corporativos de capacitação para o fim de viabilizar a proposta. Assim, a CGDP/SE restitui à Chefia de Gabinete/SE, no dia 26/08/2010 os autos, trazendo anexo, minuta do Termo de Referência, visando viabilizar a contratação de instituição especializada para atuar como prestadora de serviços na execução do Plano Anual de Educação Continuada PAEC 2010 destinado aos servidores do MAPA, CEPLAC e INMET e para assessoramento de planejamento, avaliação e gestão educacional para a equipe da CGDP/SE (grifo nosso). No anexo à Minuta constavam 11 ciclos de palestras, 6 cursos de curta duração voltados ao agronegócio, 15 cursos de pequena duração voltados às áreas administrativa e de TI e 3 cursos de especialização MBA. No mesmo dia, 26/08/2010, o Gabinete/SE encaminha à Consultoria Jurídica do MAPA os autos para exame e manifestação. No dia 27/08/2010 (sexta-feira) é elaborada, aprovada e encaminhada ao Gabinete/SE a Nota n. 192/2010/CJCL/CGAC/CONJUR/MAPA/AGU, na qual se ressalva que o processo não oferece elementos legais necessários que indicassem se seria uma contratação via licitação pública, por dispensa ou inexigibilidade de licitação e ressalta 10 providências que deveriam ser tomadas com vistas à contratação, dentre os quais destacamos: Projeto Básico (com objeto, objetivo, especificação dos serviços indicando conteúdo programático, carga horária, modalidade de aplicação, local de execução, quantidade de turmas com o número de participantes, prazo de execução etc.); estimativa do valor da contratação comprovada mediante pesquisa de mercado; cronograma físico-financeiro; e justificativa da escolha do prestador dos serviços e do preço, no caso de dispensa ou inexigibilidade de licitação. Em 30/08/2010 segunda-feira a Chefe de Gabinete/SE encaminha os autos, via Despacho n. 1242/2010/SE-MAPA, à CGDP/SE para providências urgentes no sentido de atender à Nota emitida pela Coordenação Jurídica. Na mesma data, há demanda à CGSG/SPOA, por parte do Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Servidor Matrícula Siape nº , sobre estimativa de custos mediante pesquisa de mercado. No mesmo dia, há o encaminhamento da CGDP/SE ao subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração/SPOA/SE do Projeto Básico n. 01/2010/CGDP/SE/MAPA também assinado e aprovado em 30/08/2010, definindo-se o objeto a ser contratado como a. Prestadora de serviços na execução de ações de educação continuada do Plano Anual de Educação Continuada PAEC 2010; b. Consultoria na elaboração e implantação de um sistema de avaliação de educação continuada (grifos nossos). Cabe destacar a existência de divergências na quantidade de cursos e número de treinandos constante no projeto básico. No sub-item 5.1 consta 4 especializações já o sub-item 7.1 prevê 3. Em relação ao número de treinandos é 7

9 informado a quantidade de treinandos e no anexo consta um somatório de 2.260, mas, feita a soma por curso, encontram-se apenas treinandos. Ato contínuo, embora sem data, nas folhas seguintes do processo há capa de fax de encaminhamento à FUNDASP, FGV e Seducon solicitando cotações dos serviços demandados, indicando que teriam sido enviadas após a definição do projeto básico, em 30/08/2010. Ressalta-se que as 3 propostas foram entregues no Ministério no dia seguinte, conforme carimbo do protocolo. Ainda no dia 31/08/2010 foi elaborado o Mapa Comparativo de Preços, assinado pelo Chefe da Divisão de Compras,. Servidor Matrícula Siape nº Em 01/09/2010 foi encaminhado o Despacho n. 476/CGDP/CGDP/SE, no qual a Coordenadora, Servidora Matrícula Siape nº , opta pela Fundasp (PUC-SP) que apresentou menor preço e, na concepção da mesma, estaria amparada pelo inciso XIII do art. 24 da Lei 8.666/93. Acionada pelo Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, a Consultoria Jurídica do MAPA, em 03/09/2010, opina favoravelmente, via Parecer n. 367/2010/CJLC/CGAC/CONJUR/AGU/MAPA, pela contratação da Fundasp com fulcro no já mencionado art. 24, inciso XIII da Lei 8.666/93. Assim, após trâmites internos, com vistas a saneamentos propostos pela CONJUR, o extrato da Dispensa de Licitação n. 070/2010 é publicado no Diário Oficial da União em 17 de setembro de 2010 e o respectivo Contrato 39/2010 também é assinado no mesmo dia, tendo sua publicação no Diário Oficial da União ocorrido em 1º de outubro de O contrato foi firmado no montante de R$ ,00, sendo R$ ,00 para custear os cursos de capacitação e R$ ,00 para os serviços de consultoria. Fato 1 - Contratação indevida por Dispensa de Licitação de Cursos de Curta Duração (16horas e Semi-Presenciais de 30 Horas), MBA, e também no que tange à consultoria uma vez que o Ministério não demonstrou a singularidade deste objeto junto à FUNDASP. Conforme supra referenciado, a contratação em tela se deu por meio do Processo nº / , cujo objeto se tratava de Prestação de serviços na execução de ações de educação continuada do Plano Anual de Educação Continuada PAEC 2010; e Consultoria na elaboração e implantação de um sistema de avaliação de educação continuada.. A contratação se deu por dispensa embasada pelo art. 24, inc. XIII da Lei 8.666/93, que prevê: Art. 24. É dispensável a licitação: XIII - na contratação de instituição brasileira incumbida regimental ou estatutariamente da pesquisa, do ensino ou do desenvolvimento institucional, ou de instituição dedicada à recuperação social do preso, desde que a contratada detenha inquestionável reputação ético-profissional e não tenha fins lucrativos. Para a análise do objeto da contratação em questão, torna-se necessário dividi-lo em 3, sendo a primeira parte, perfazendo R$ ,00, relativa à execução de cursos presenciais de 16 horas e semi-presenciais de 30 horas. A segunda parte, no valor de R$ ,00 relativa aos cursos de MBA de 360 horas. A terceira seria a consultoria especializada contratada para o desenvolvimento, implantação e treinamento dos servidores envolvidos na capacitação, de um Sistema de Avaliação de Educação Continuada, perfazendo R$ ,00. 8

10 Com relação à primeira parte da contratação observa-se que os serviços contratados não exigem dos profissionais envolvidos um nível técnico e científico que justifique a contratação de uma instituição de ensino, pesquisa ou desenvolvimento institucional, nos termos do inciso XIII supra. Trata-se, em grande parte, de cursos de domínio difundido entre várias instituições de capacitação/treinamento. Entre os já ministrados (até a presente data), temos dentre outros: HP 12 C e Excell, Mercado Financeiro, Licitações, Contratos e Compras, Convênios, Inglês instrumental, Espanhol instrumental, Planejamento Estratégico de Processos de Negócios, Técnicas de Apresentação em Público e Oratória, Auditorias Interna e Externa e Gestão documental e Arquivos. Certamente, e verificamos tal assertiva quando da realização das pesquisas de preços, há um quantitativo significativo de instituições e instrutores capacitados para ministrá-los. Isto tanto é verdade que dentre os docentes executores, identificamos seis que mantêm currículos no sítio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (http://lattes.cnpq.br). Destes, metade não possui vínculo como docente da Contratada (ou de sua mantida). Seus vínculos passavam por Faculdades e entidades de educação como Unianchieta, VERIS, IBTA, FAEX, EPD e chegando inclusive à Seducon (instituição consultada pelo Ministério quando da pesquisa de preços). Isto é, a contratada em questão subcontrata profissionais vinculados a outras instituições para desenvolver os trabalhos que lhe foram contratados por dispensa em função de sua alegada reputação. Neste sentido há de se observar com rigor, o disposto no art.26, inciso II, de modo que sejam devidamente justificados os motivos da escolha do fornecedor ou executante, bem como não deve ser permitida a existência de cláusulas prevendo ou possibilitando a subcontratação ou execução indireta de serviços, pois, além de onerar os cofres públicos, tal procedimento configura mecanismo de burla ao princípio da licitação. Já com relação ao segundo objeto contratado, há de se proceder uma análise mais detida. Em primeiro lugar, frisamos que qualquer contratação efetuada com base no inciso XIII do artigo 24 da Lei 8.666/93 não poderá ofender ao princípio da isonomia, isto é, existindo diversas entidades com capacidade de execução do serviço demandado pela Administração Pública, caberá a realização de processo licitatório para selecionar aquela que apresente a melhor proposta. Neste sentido há vários julgados do Tribunal de Contas da União. Assim, existindo diversas entidades sem fins lucrativos e com reputação ético-profissional ilibada, sejam vinculadas a Universidades públicas ou particulares ou não, certo é que a dispensa fundamentada no inciso em questão torna-se inaplicável, devendo o gestor público seguir os ritos ordinários de contratação garantindo a isonomia constitucional a todas as entidades que preenchessem tais requisitos e conseguindo a melhor proposta para a Administração. Assim, afastada a admissibilidade de dispensa de licitação, a questão que poderia ser levantada seria a inexigibilidade da contratação (art. 25, inc. II c/c o art. 13, inc. VI, ambos da Lei 8.666/93). Aqui o exercício de intelecção centrar-se-ia no vocábulo singular, utilizado no inc. II do art. 25, que define a natureza do serviço. Se a contratação sem licitação se pautasse no aludido permissivo legal, seria o caso de análise da eventual singularidade dos cursos de especialização contratados. Certo é que os cursos de MBA são corriqueiros atualmente e o foco da discussão teria que se pautar no conteúdo programático de interesse da Contratante e na reputação da potencial Contratada. Neste aspecto, em nossas pesquisas de preço de cursos de MBA, utilizamos como paradigmas a ESALQ (Agronegócio) e a FGV (Planejamento, Orçamento e Gestão Pública). A primeira compõe a 9

11 USP uma das mais conceituadas Universidades do Brasil e a segunda detém uma expertise reconhecida em cursos de MBA. No quesito de reputação institucional, portanto, enfrentaria óbices o embasamento de inexigibilidade em favor da Fundasp. Por fim, resta o terceiro bloco de serviços contratados consultoria na elaboração e implantação de um sistema de avaliação continuada. Neste bloco, a análise é muito similar à realizada acima. Pelas mesmas razões já mencionadas, não cabe tal contratação com base naquele dispositivo legal. Também poderia ser discutido o enquadramento da contratação por inexigibilidade, nos termos do art. 25, inc. II c/c art. 13, inc. III da Lei 8.666/93, sob o aspecto da singularidade. Aqui há o agravante de que a Fundasp não tem, em seu estatuto, como um de seus objetivos explícitos, a prestação de serviços de consultoria (fls. 111 a 114 do processo de contratação), devendo ser comprovada sua expertise neste ramo de serviços, bem como eventual singularidade dos produtos por ela produzidos. Assim sendo, resta claro o prejuízo à competitividade e o favorecimento à Contratada quando do enquadramento em dispensa ou inexigibilidade de licitação para contratação dos cursos de curta duração e MBA, e também no que tange à consultoria, uma vez que o Ministério não demonstrou a singularidade do produto da FUNDASP. Fato 2 - Indícios de montagem processual visando dar legitimidade ao processo de Contratação Em primeiro lugar, verificamos que o Projeto Básico transitou dentro do MAPA em 30/08/2010, conforme Memo 608/2010 SPOA/SE/MAPA à CGSE (fls 76) pedindo providências de saneamento à Nota 192/2010/CJLC/CGAG/CONJUR/MAPA/AGU, de 27/08/2010 (fls 50), que tratava de pendências a serem corrigidas para formalizar o processo de contratação. Posteriormente, temos que o Projeto Básico relativo ao objeto a ser contratado, após tais posicionamentos e solicitações da CONJUR, foi concluído e apensado ao processo de contratação no dia 30/08/2010 (Projeto Básico 01/2010/CGDP/SE/MAPA às fls. 060 e seguintes). Este Projeto Básico teve o quantitativo de cursos diminuído de mais de 100 resultado do PAEC - para 21, sendo 4 de especialização em MBA, 16 presenciais (com carga horária de 16 a 40 H/A) e 1 curso semi-presencial, com carga horária de 40 H/A. O mesmo Projeto trazia os produtos a serem apresentados pela consultoria a ser contratada como sendo: Elaboração de um Plano de Avaliação de Educação Continuada, Relatório dos Instrumentos de Avaliação, Relatório de Resultados da Avaliação de Educação Continuada e a Realização e Emissão de Relatório de Execução do Curso do Sistema de Educação Continuada. Para estes serviços quantificou-se, sem demonstração ou fundamentação alguma, o quantitativo de 7.900,1 horas de trabalho a um preço de R$ 624,74/hora também sem nenhuma pesquisa de mercado (a despeito do determinado pela Nota Técnica n. 192/2010 da CONJUR, supra referenciada) para a realização dos objetivos propostos para a consultoria, descritos detalhadamente nos sub-itens 6.1 a 6.4 do Projeto Básico e que cingiam-se exclusivamente ao objeto descrito em seu sub-item 1.b como Consultoria na elaboração e implantação de um sistema de avaliação de educação continuada (grifo nosso). 10

12 Após isso, temos a cópia de uma capa de fax que teria sido encaminhada a cada uma das 3 instituições envolvidas para cotação de preço do projeto (não está datado e tem poucos detalhes assim não se sabe se o mesmo foi repassado no dia 30 ou dia 31/08/2010). A resposta das 3 entidades foi no dia 31/08/2010 (fls 80 e ss), inclusive com a hora de entrega do original em Brasília variando de 10:30 (FGV) às 14:30 hs (Seducon) com todas as ofertas em papéis timbrados, em teoria, vindos de São Paulo. Não obstante, na data de 19 de agosto tem-se a matéria veiculada pelo jornal Folha de São Paulo, na qual o responsável por uma das pretensas postulantes ao contrato nega sua participação no processo. Transcreve-se: Documentos obtidos pela Folha mostram que papéis forjados, uma assinatura falsa e um número de fax inexistente foram usados para criar uma proposta em nome da FGV, que diz jamais ter se interessado pela licitação.... A proposta entregue em nome da FGV é assinada pelo coordenador de programas de educação continuada da FGV, Antonio Dal Fabbro, mas ele afirma que não reconhece a assinatura. É um documento apócrifo e minha assinatura foi falsificada, declarou à Folha. A FGV informou que jamais enviou proposta ao ministério e disse que pedirá à PF que apure o que houve. Os documentos indicam que funcionários do ministério participaram da fraude. O processo inclui um fax enviado pelo agente administrativo Servidor Matrícula Siape nº à FGV, em que ele pede a apresentação de uma proposta. O número de fax para o qual o pedido foi enviado é de um telefone comum, de um setor da fundação que não tem aparelho de fax. A FGV informou que não recebeu nada do ministério. A Folha apurou que o Servidor Matrícula assinou o documento a mando da Servidora Matrícula Siape nº , atual chefe de gabinete da secretaria executiva do ministério. Ela autorizou a contratação da Fundasp depois e foi acusada por Batista de receber propina de Fróes. Além da PUC, entrou na concorrência uma empresa chamada Seducon (Sistemas em Educação Continuada). Sobre o assunto, solicitamos junto à FGV, mediante o Ofício nº 24056/2011/GAB/CGU/Regional-SP/CGU-PR, de 19/08/2011, manifestação quanto à autenticidade da suposta Proposta Comercial 412/SP - Educação, datada de 31 de agosto de 2010, cuja resposta aduzida pela FGV mediante expediente s/n datado de 19/08/2011 registra o não reconhecimento da autenticidade da referida proposta comercial, informando, inclusive, que foi solicitado instauração de inquérito pela Polícia Civil do Distrito Federal para apurar a fraude. Destaca-se, ainda, que mediante o Ofício nº 24055/2011/GAB/CGU/Regional-SP/CGU-PR, de 19/08/2011, solicitamos à SEDUCON confirmar a autenticidade da Proposta de Curso, datada de 31 de agosto de 2010, a qual compõe a instrução do processo administração do MAPA que culminou com a contratação da Fundação São Paulo. Mediante correio eletrônico datado de 22/08/2011 a SEDUCON informou que a cópia da proposta confere com o original entregue e protocolado no MAPA em 31/08/2010 e reconhece o documento como autêntico. Ressalta-se que na resposta do diretor e proprietário da SEDUCON, o Sr. Daniel José Machado, identificamos na assinatura eletrônica do seu correio eletrônico, sua função como Coordenador de Cursos de Pós-Lato de FIEO e PUC-SP. 11

13 Procedemos levantamento de seu currículo, tanto no sítio da Seducon como no sítio do CNPQ (currículo lattes) e verificamos que o mesmo é Coordenador de MBA da PUC-SP, sendo que o sítio da Seducon é mais específico, colocando-o como Coordenador do MBA - Master Business Accouting em agribusiness da PUC/SP. Interessante registrar também que, além do relacionamento demonstrado entre a PUC-SP e a Seducon, por meio de seu proprietário, Sr. Daniel José Machado, o mesmo ainda teve interesse direto na contratação da Fundasp, vez que ministrou o curso de Matemática Financeira contratado junto à Fundasp (30 H/A) e é o titular de 2 cadeiras nos cursos de MBA que vêm sendo ministrados (90 H/A). Considerando o exposto, por intermédio do Ofício nº 24060/2011/GAB/CGU/Regional- SP/CGU-PR, de 29/08/2011, foi solicitado à SEDUCON cópia da carta/ofício encaminhado pelo MAPA convidando-a a apresentar proposta de preço para prestação de serviço e treinamento. A resposta, após gestões efetuadas pela nossa Regional de São Paulo junto à empresa, veio em 13/09/2010, por meio de expediente s/n assinado por advogada constituída pela Seducon, na qual a mesma registra que não havia logrado êxito em localizar em seus arquivos cópia da carta/ofício encaminhado pelo MAPA. Certo é que a pesquisa de preços restou eivada de vício, vez que uma proposta foi fraudada e outra foi formulada por instituição cujo proprietário é também o Coordenador de MBA da PUC-SP (cuja mantenedora Fundasp é contratada pelo MAPA) e professor contratado pela Fundasp para ministrar cursos junto aos servidores do MAPA. Assim, a formação de preços carece de credibilidade. Na mesma matéria, a entidade contratada afirma algo que não consta nos autos: A Fundasp (Fundação São Paulo), mantenedora da PUC (Pontifícia Universidade Católica), informou por meio de nota que sua participação no processo de contratação seguiu todos os trâmites legais e que o serviço vem sendo prestado normalmente... A fundação informou ter recebido convite para participar da licitação do então presidente da comissão, (Servidor Matrícula Siape nº ), por meio de carta, em 20 de agosto de A Fundasp disse que levou 11 dias para apresentar sua proposta. (Grifo nosso) Isto não corresponde ao que consta do processo. Conforme já afirmamos, somente em 30/08/2010 a Comissão entendeu integralmente saneadas as pendências apontadas pela Nota 192/2010/CJLC/CGAG/CONJUR/MAPA/AGU, de 27/08/2010, que solicitava inclusive um Projeto Básico claro e conciso que foi apensado ao processo somente em 30/08/2010, imediatamente antes das capas de fax que teriam sido encaminhadas às instituições que solicitavam cotações para os dois serviços. Entretanto, após efetuarmos gestão junto à Fundação São Paulo, a mesma nos encaminhou, por meio do Of. Fundasp 175/2011, de 19 de agosto do corrente, cópia de capa de fax constando como dia 20/08/2010 às 06:39 horas como data e hora de envio do mesmo, assinado pelo Servidor Matrícula Siape nº , presidente da Comissão Permanente de Licitação do MAPA, constando o número do telefone da CGSG/MAPA como número pelo qual se encaminhou a proposta. O documento em questão corrobora o afirmado pela Contratada ao jornal e demonstra mais um incidente de informalidade ocorrido unicamente com a contratada que não consta do processo e, frise-se, 12

14 quando ainda não se tinha o Projeto Básico definido no processo. Isto poderia explicar a dissonância entre uma série de proposições da Fundasp e o Projeto Básico, conforme descreveremos mais abaixo. Verificamos ainda, outras irregularidades formais que foram relevadas, injustificadamente, pela Comissão: - As condições propostas pela entidade Seducon são flagrantemente ilegais, haja vista prever o pagamento de 40% do valor do contrato na assinatura do mesmo. Tal ponto contraria os artigos 62 e 63 da lei 4.320/64. A despeito disso, a Comissão sequer se manifestou nos autos; - A Proposta da Fundasp não está datada, nem assinada; e - A Certidão de Inscrição e situação cadastral da Fundasp (fls. 108) é de 29/05/2009, não comprovando regularidade quando da contratação. Fato 3 - Objeto contratado divergente do previsto no Plano Anual de Educação Continuada-Paec/2010 original e suas adaptações, bem como em relação ao próprio projeto básico Verificamos alteração expressiva do PAEC/2010, desde sua concepção original até o disposto no Termo de Referência, com redução de cursos e ampliação indistinta de vagas para aqueles semipresenciais restantes. Entretanto, mesmo com toda esta alteração, o Projeto Básico da contratação previa explicitamente, dois serviços: a Execução de Plano Anual de Educação Continuada (PAEC/2010) e uma consultoria para elaboração e implantação de um Sistema de Avaliação de Educação Continuada. Quando da formalização do contrato, há dois quadros com descrição dos serviços em cada área contratada. No primeiro deles, relativo aos cursos, há a discriminação dos mesmos, com seus custos por aluno e quantitativos. Já o segundo quadro refere-se à consultoria, trazendo as etapas e relatórios a serem apresentados, mas não só isso, também itens estranhos ao projeto básico original como Elaboração de cursos atendendo às necessidades dos profissionais ligados ao Ministério ou Elaborar cursos a partir de uma abordagem multidisciplinar itens teoricamente ligados ao outro serviço e que, em tese deveriam compor o preço por aluno cobrado, inclusive pelo fato da contratada ter sido dispensada de um processo seletivo em função de sua condição extraordinária como replicadora de tais cursos. Fato é que estes itens aparecem na proposta da Contratada e no Contrato, destoando do Projeto Básico, sem nenhuma contestação por parte da Contratante, com valores vultosos, tendo parte de seus serviços já liquidados e pagos, conforme discorrido no item relativo ao Processo de Pagamento n / Importante ressaltar que analisamos os conteúdos programáticos de 10 dos cursos e 2 materiais de cursos Técnicas de Apresentação em Público e Oratória e Inglês Instrumental e, além de alguns poucos textos em inglês que versavam sobre fome, etanol e correlatos, não identificamos nada que possa lembrar uma adequação de material ao público alvo. Já com relação aos cursos contratados, verificamos que a contratada ministrou alguns dos inicialmente propostos, com carga horária distinta do Projeto e público-alvo diverso do inicialmente previsto qualita e quantitativamente falando. No quadro abaixo, podemos ver a diferença 13

15 relativamente aos cursos que já tiveram seus processos de pagamento formalizados - entre o previsto no PAEC, suas alterações no Projeto Básico e suas alterações no contrato: Cursos Contratos Administrativos, Licitações, Convênios Inglês Instrumental Espanhol instrumental Técnicas de Apresentação em Público e Oratória Técnicas de Negociação Fundasp (Contrato de 17/09/2010) Projeto Básico (30/08/2010) PAEC (Anexo IV à Nota Técnica n. 21/CGDP/SE/MAPA, de 20/07/2010) Alunos H/A Alunos H/A Cursos Entidade H/A Ministrante e alunos Gestão de EAD (ENAP) 40 Conv. e sem onus Contr. Repasse (fls 34) HP 12C e Excell (para HP e Excell) Mercado Financeiro Planejamento Estratégico de Processos de Negócios Auditorias Interna e Externa Compras Lic e contratos (fls 37) Compras Lic e contratos (fls 39) Cursos de Linguas (esp. E inglês) (fls 36) Curso de idiomas (fls 37) Técnicas de oratória para falar em público (fls 37) Técnicas de negociação (fls 37) Excell (fls 33) Mat. Financ. E HP 12C (fls 38) Mercado Financeiro (fls 37) Planej. Estratégico de Processos de Negócios (fls 35) Capacitaçã o em Pessoa Física 4 participantes Pessoa Física 10 participantes Pessoa Física ou instituições 15 participantes Não menciona 20 participantes Pessoa Jurídica ou Pessoa Física 5 participantes Pessoa Física 5 participantes EAD sem ônus Externo 10 participantes Pessoa Física - 4 participantes Não menciona 4 participantes Interna e Externa (não Não menciona Não menciona

16 Gestão Documental e Arquivos Auditoria Interna e Externa (fls.36) Gestão de Document os de Arquivo Agronegócio Novos títulos do agronegóci o Derivativos agrícolas Comércio Exterior Derivativo s agrícolas e mercados futuros Comércio Exterior mencionada qual) 150 participantes Pessoa Física 600 participantes Pessoa Física 6 participantes Pessoa Física 4 participantes Externa 27 participantes Portanto, os cursos ministrados fazem parte do PAEC e do Projeto Básico. Há, entretanto, divergências quanto a custos (em diversos se previa EAD gratuitos), cargas horárias, quantidade de beneficiados e responsáveis por ministrar os mesmos. A título de exemplo destas divergências, temos inglês e espanhol: orçou-se capacitar 40 servidores em cada, com carga horária estimada de 20 H/A. Contratou-se uma capacitação de 35 servidores para inglês introdutório e mais 35 para avançado (70 no total), sendo o mesmo para espanhol. Com previsão de carga horário 30 H/A. Na prática, até o mês de agosto 2011, foram 22 matrículas em espanhol básico, 32 em inglês avançado e 115 em inglês básico totalmente divergente de quaisquer das bases de referência PAEC (que deveria ser a mais importante), Projeto Básico e, inclusive, do próprio contrato. No que se refere aos cursos de especialização MBAs, o Projeto Básico previa 4 tipos, contemplando 170 servidores. No contrato, foi formalizada a contratação de 3 cursos (excluindo-se a Especialização em Políticas Públicas), com previsão de atendimento a 104 servidores. Também diverge o que se solicitou do que se contratou. Neste caso, conforme planilha de acompanhamento da execução encaminhada pelo MAPA constam, na prática 85 servidores como treinandos, divergindo do cotado e do contratado. Em função destas distorções, a equipe de auditoria entrevistou a atual Coordenadora-Geral de Desenvolvimento de Pessoas, Servidora Matrícula Siape nº , a fim de verificar como se dá a distribuição das vagas contratadas, seu oferecimento aos servidores, a triagem dos interessados e o controle dos quantitativos contratados e disponibilizados. Da entrevista verificamos que para os cursos de 16 e 30 H/A não é feita triagem pela CGDP. A inscrição é feita pela intranet e no encaminhamento do formulário deve constar a anuência da chefia imediata. Desta forma, os cursos com mais demanda vão sendo ministrados sem qualquer controle quanto às respectivas vagas contratadas. Segundo a mesma, há uma compensação e controle pelo total de vagas contratadas, independente do curso demonstrando assim a não aderência ao PAEC/2010 ou mesmo ao Projeto Básico. Quanto aos cursos de especialização segundo a mesma é efetuada uma triagem curricular combinada com avaliações objetivas determinadas pelo documento Critérios de Seleção de Cursos de MBA de abril de Nessa entrevista, levantamos também um total de 106 vagas de 16 H/A e

17 vagas de 30 H/A já treinadas, porém ainda sem processo de pagamento. Destas, há 28 vagas no Curso de 30 H/A denominado Formação de Educadores Introdutório Turma 1 que nem consta do contrato, estando consequentemente sendo executada sem respaldo contratual. Fato 4 - Cursos oferecidos pela contratada com valores superiores aos praticados no mercado. Dando continuidade à análise do Processo de Contratação, procedemos à verificação dos custos dos cursos contratados com paradigmas reconhecidos no mercado. A Tabela infra retrata a situação encontrada em 10 dos cursos contratados. Importante ressaltar que procuramos guardar a maior correspondência possível nos aspectos de Conteúdo Programático dos cursos e o tipo de aula presencial, semi-presencial e à distância. Fundasp - base ago/2010 Pesquisados (Internet e telefone) base jul, ago e set/2011 Curso H/A Custo/Aluno Curso H/A Tipo Custo/Aluno Instituição HP 12 C e Excell ,00 Matemática Financeira para 32 EAD 802,00 PUC-SP Mercado Financeiro Licitações e Contratos Administrativos Gestão ,00 Consultoria em investimentos financeiros ¹ ,00 Licitações, Contratos e Convênios N/A EAD 780,00 FGV 24 Presencial 1.970,00 ESAD Fortaleza Inglês instrumental Diversos Cursos afins ² ,00 Inglês instrumental Leitura para fins acadêmicos Inglês Instrumental 120 Presenciais 1.400,00 ENAP Presencial Presencial Presencial 820,00 925,00 734,00 PUC-SP São Paulo Metodista São Paulo Western Inglês Instrumental 42 Presencial 1.274,00 CCAA Espanhol instrumental ,00 Espanhol instrumental leitura de textos acadêmicos Oratória ,00 Oratória Auditorias ,00 Auditoria 30 Interna e Externa Governamental 24 Gestão documental e Arquivos Técnicas de Negociação ,00 Gestão de documentos 42 Presencial 1.476,00 Casa Thomas Jefferson 30 Presencial 820,00 PUC SP São Paulo 16 Presencial Presencial Presencial Presencial 1.512,00 890, , ,00 Methodus One Cursos Consultre One Cursos 5 16 Presencial 700,00 Arquivar ,00 Técnicas de 8 Presencial 690,00 Enora - Negociação São Paulo Comércio ,00 Curso prático e 72 Presencial 1.550,00 AEXPORT

18 Exterior profissionalizante em Comércio Exterior (com vários tipos de desconto) Campinas SP ¹Conteúdo programático engloba e excede o do curso ministrado. 2 Aqui, consideramos em conjunto 5 cursos que a ENAP oferece (somamos os preços e cargas horárias de cada um dos mesmos. São eles: Sistema Eletrônico de Compras, Registro de Preço, Gestão de Convênios e Contratos de Repasse, Gestão de Contratos de Serviços e Suprimentos e Elaboração de Editais para Aquisição no Setor Público. 3 Aproximadamente no sítio consta aguardar informações mas menciona ser 1 semestre com 1 hora e 45 minutos por semana (4,5 semanas por mês em 4 meses). 4 Incluindo 5 Coffe-breaks e 5 almoços em Belo Horizonte/MG. 5 Cursos a serem ministrados no Rio de Janeiro. Na pesquisa realizada, foi considerado um conjunto de 5 (cinco) cursos que a ENAP oferece (somamos os preços e cargas horárias de cada um dos mesmos). São eles: Sistema Eletrônico de Compras, Registro de Preço, Gestão de Convênios e Contratos de Repasse, Gestão de Contratos de Serviços e Suprimentos e Elaboração de Editais para Aquisição no Setor Público. Assim, conforme se observa supra, há significativas diferenças entre os custos de mercado e os custos cobrados pela Fundasp (mesmo desconsiderando a diferença de 1 ano entre os preços cobrados pela Fundasp e os da pesquisa e o fato de que a Fundasp, nos cursos ministrados em Brasília usufruía da infra-estrutura do MAPA, sendo que os cursos pesquisados incluíam e diluíam este custo no valor cobrado). Interessante registrar as diferenças verificadas em cursos que a própria PUC-SP (mantida pela Fundasp) ministra no mercado, como inglês e espanhol instrumental (ressalvando que o públicoalvo da PUC-SP é de graduandos e pós-graduandos e em sua base São Paulo). Nestes casos temos uma diferença de 174,39 %, com a mesma carga horária. Somente no curso de Inglês Instrumental Introdutório, pelo qual já foram faturados 88 servidores (matriculados/capacitados foram 115), teríamos um prejuízo estimado de R$ ,00 comparando-se com o curso ministrado na cidade de São Paulo/SP pela própria entidade mantida pela Contratada, valor que certamente excede, e muito, o custo de deslocamento da mesma para ministrar os 5 cursos já ministrados (3 em Brasília, 1 em Goiás e 1 no Acre) sendo que em Brasília, conforme entrevista, a mesma não tem custo de estrutura, vez que os cursos são ministrados no próprio Ministério. Registramos o fato de que os 115 servidores matriculados/capacitados excede em 80 servidores o quantitativo contratado, sem que houvesse sequer um aditivo. No que se refere aos cursos de especialização (MBAs), procedemos verificação dos custos no mercado, comparando com Instituições reconhecidas no mercado nacional, gozando de prestígio igual ou superior ao da instituição mantida pela Contratada. Quais sejam: Curso Início H/A Custo por aluno Entidade Local MBA em Agrobusiness Set/ R$ ,00¹ ESALQ (USP) Brasília MBA em Planejamento, Orçamento e Gestão Pública ¹ Consta no sítio descontos para mais de 5 inscritos Out/ R$ ,00 FGV (Brasília) Brasília 17

19 Ressalta-se que os cursos contratados junto à Fundasp são, conforme contrato assinado, de 360 H/A. Assim, tendo em vista que os cursos junto à Fundasp foram contratados por R$ ,00 por aluno, tem-se que seu custo por aluno por hora fica em torno de R$ 47,68, enquanto que os custos por aluno por hora dos cursos ministrados em Brasília pela ESALQ-USP e FGV ficariam, respectivamente, R$ 42,67 (sem o desconto mencionado no sítio) e R$ 41,67. É importante destacar que os custos praticados pela Fundasp são de 31 de agosto de 2010, ou seja, de um ano atrás. Assim, os cursos de MBA contratados junto a Fundasp estão entre 11,74% e 14,42% mais caros que os oferecidos pela USP e pela FGV, respectivamente isto sem considerar desconto pelo número de inscritos e a inflação ocorrida entre as datas das cotações (um ano). Fato 5 - Impropriedades nos processos de pagamento, tais como: pagamento a maior; pagamento a título de consultoria por serviços não previstos no projeto básico e execução de pagamento quando a contratada estava com restrição no SICAF. Processo n.º / O processo em análise formaliza e embasa o pagamento de 2 Notas Fiscais: - NF , de 26/01/2011 R$ ,00 (6 cursos de 30 H/A e 4 de 16 H/A); e - NF , de 26/01/2011 R$ ,00 (6 cursos de 30 H/A e 3 de 16 H/A). Registramos que as Notas Fiscais supra substituíram, em função da comunicação formalizada em documento S/N de 26/01/2011, que as cancelava, as Notas Fiscais , no valor de R$ ,00 e , no valor de R$ ,00, pois estas últimas desconsideravam os alunos que haviam cancelado suas matrículas. Importante registrar a ressalva e pleito registrado pela Contratada nos seguintes termos: conforme tratado verbalmente, as providências necessárias para a elaboração de um Termo Aditivo ao Contrato firmado, indicando que a PUC-SP/COGEAE se responsabilizará em assumir o número mínimo para a realização das turmas, sendo o excedente cobrado por aluno, nos termos do referido contrato (documento CG 426/10, de 30/11/2010 fls.08 do processo de pagamento). Tal pleito transformou-se em Minuta de Termo Aditivo, entretanto pelos autos não foi assinado. Processo / O aludido processo refere-se aos serviços prestados relativos à Nota Fiscal n , de 18/05/2011, no valor de R$ ,00. Esta Nota Fiscal contempla a execução de cinco cursos realizados no mês de abril/11. Os cursos ministrados chamam a atenção pelo alto índice de abstenção (matrículas canceladas ou não) conforme resumimos abaixo: Curso Inscritos Concluintes N Abstenções Absolutas (freqüência zero) Contratos Administrativos, Licitação Inglês Instrumental Oratória e Técnicas de Apresentação Técnicas de Negociação

20 Inglês Instrumental (Acre)¹ ¹Neste curso houve 9 matrículas. Segundo o relatório de execução, houve 11 alunos não inscritos que foram a algum período das aulas, sendo 5 que, conforme redação às fls. 80 do relatório de execução (fls. 180 do processo de pagamento), se inscritos, teriam freqüência para aprovação. Nestes cursos, houve a cobrança por aluno inscrito (exceção ao curso do Acre ver subitem infra), sem qualquer controle pela Contratante do quantitativo de matrículas canceladas. Em nossas entrevistas com os servidores, verificamos que houve alguns cancelamentos por motivos pessoais. Uma das servidoras que cancelou sua inscrição dispunha ainda, do correio eletrônico pelo qual encaminhou (tempestivamente) sua solicitação de cancelamento da inscrição no Curso de Contratos Administrativos. Entretanto, o Demonstrativo do Custo Financeiro dos cursos ministrados em abril de 2011 (fls. 198 do processo) não considerou o seu cancelamento, sendo o MAPA indevidamente cobrado pela Fundasp. Questionamos o fato supra à atual Coordenadora da CGDP por meio da Solicitação de Auditoria n /11, de 30 de agosto de 2011, sendo que a resposta da mesma nos foi encaminhada pelo Ofício n. 241/2011-SPOA/SE-MAPA em 08 de setembro de 2011, na qual afirma que a nova equipe da CGDP havia tomado conhecimento dos cancelamentos em questão quando o processo estava em trâmite de pagamento. Ainda nos informou que apenas 3 servidores que freqüentariam o curso de Inglês Instrumental Introdutório teriam cancelado suas matrículas tempestivamente (menciona-se 3 dias de antecedência) e que as providências seriam compensar os valores quando do próximo faturamento. Entretanto, evidenciamos outros 3 cancelamentos (1 no mesmo curso e 2 no curso de Contratos Administrativos) que foram efetuados respeitando o prazo dado pela própria CGDP/MAPA aos servidores por meio de correio eletrônico (dia anterior do curso até as 12:00 horas). Como os levantados, outros casos similares podem ter ocorrido. Outro ponto a ser ressalvado na cobrança refere-se ao Curso de inglês Instrumental no Acre. No Demonstrativo do Custo Financeiro dos cursos ministrados em abril de 2011, registrou-se como 25 o número de inscritos (cobrando-se tal quantidade), sendo que no próprio relatório de execução da contratada é registrado que foram matriculados 9 (nove) servidores (fls. 179), sendo que 2 não tiveram frequência alguma e mais 11 teriam assinado a lista de presença em pelo menos 1 período do curso, com 5 destes 11 tendo freqüência suficiente para eventual aprovação. Assim, conforme informações prestadas pela própria Contratada, entendemos que o número de servidores pelos quais o MAPA deveria pagar pode variar de 9 (nove inscritos) a 20 (nove inscritos mais onze que teriam freqüentado pelo menos 4 H/A). Jamais 25 servidores. Situação semelhante à verificada no Processo n / infra, com pagamento a entidade enquanto a mesma registrava restrições no SICAF, em âmbito estadual e municipal. Discorreremos sobre o fato na análise do mesmo por entendermos ser mais produtiva uma análise conjunta e seqüencial dos fatos. Processo / O aludido processo refere-se à liquidação da 1ª etapa da consultoria entrega do 1º relatório (Construção do SAEC), relativa à Nota Fiscal n , de 30/09/2010, no valor de R$ ,00. 19

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