A COMUNICAÇÃO DE RISCO NA MITIGAÇÃO DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: COMO PROMOVER PRÁTICAS PRÓ-AMBIENTAIS?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A COMUNICAÇÃO DE RISCO NA MITIGAÇÃO DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: COMO PROMOVER PRÁTICAS PRÓ-AMBIENTAIS?"

Transcrição

1 A COMUNICAÇÃO DE RISCO NA MITIGAÇÃO DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: COMO PROMOVER PRÁTICAS PRÓ-AMBIENTAIS? Tânia Ferreira 1, Félix Rodrigues 2 & Ana Moura Arroz 3 1 Universidade dos Açores, Portugal 2 Universidade dos Açores, Portugal 3 Universidade dos Açores, Portugal RESUMO As alterações climáticas são amplamente reconhecidas como um dos riscos e desafios mais proeminentes que a humanidade enfrenta (AEA, 2010). As alterações climáticas atuais sofrem de uma ação antropogénica, ou seja, a atividade humana tem vindo a acelerar estas alterações. A maioria dos cientistas e governos concordam que as alterações climáticas são inevitáveis, de origem antropogénica e que está na altura de atuar na sua mitigação. A mitigação das alterações climáticas poderá fazer-se através da diminuição das emissões individuais dos gases com efeito de estufa (GEE) para a atmosfera, para isto é necessário dotar os indivíduos de conhecimentos e atitudes necessários para agir na mitigação deste risco, através da aplicação de uma comunicação de risco eficaz. Na construção de uma comunicação de risco eficaz no âmbito das alterações climáticas, que permita despoletar comportamentos de mitigação das emissões individuais de CO 2 para a atmosfera, o conhecimento aprofundado da audiência e a sua aplicação na comunicação de risco torna-se indispensável. Torna-se, igualmente, imprescindível testar e selecionar o enquadramento da mensagem que contribui para a eficácia da comunicação. Uma comunicação de risco eficaz é aquela que promove conhecimentos e/ou atitudes efetivas que poderão conduzir a ações de mitigação do risco das alterações climáticas. Palavras-chave: alterações climáticas; comunicação de risco; comportamento pró-ambiental 1. INTRODUÇÃO Com o presente artigo, pretende-se abordar as questões relacionadas com o indivíduo e o risco das alterações climáticas. Coloca-se especial enfase nas estratégias a ter em consideração na elaboração de uma comunicação de risco eficaz no âmbito das alterações climáticas As alterações climáticas e a contribuição do indivíduo As alterações climáticas são amplamente reconhecidas como um dos riscos e desafios mais proeminentes que a humanidade enfrenta. Existem hoje sinais evidentes de que o clima está a mudar, por exemplo, a temperatura atmosférica global média em 2009 aumentou entre 0,7 e 0,8 ºC, quando comparada com a da era pré-industrial (AEA, 2010). Os efeitos das alterações climáticas são vários e têm repercussões na paisagem, estas consequências caracterizam-se por alterações nos padrões de precipitação, a subida do nível médio global das águas do mar, o recuo dos glaciares, aumento das temperaturas médias globais dos oceanos, a fusão generalizada da neve e das camadas de gelo terrestre, acidificação dos oceanos, ocorrência de fenómenos climáticos extremos e o aumento do risco de inundações nas zonas urbanas e nos ecossistemas (AEA, 2010). A maioria dos governos concorda, agora, que as alterações climáticas são inevitáveis, de origem antropogénica e que está na altura de atuar na sua mitigação (Nerlich, Koteyko & Brown, 2010). Os indivíduos, nas suas atividades diárias contribuem para as emissões de dióxido de carbono (CO 2 ) para a atmosfera e, consequentemente, para o agravamento do risco das alterações 13

2 climáticas. A eletricidade, o gás, o combustível que consumimos, e os resíduos que produzimos são os responsáveis por essas emissões (Ferreira, 2007). As emissões de gases com efeito de estufa da responsabilidade dos consumos pessoais, como percentagem do total das emissões nacionais, são bastante significativas nas sociedades ocidentais que têm contribuído com a maioria das emissões até à data. Assim sendo, os indivíduos são grandes emissores de GEE e contribuidores significativos para as alterações climáticas (Wolf & Moser, 2011). Se se assumir que os indivíduos são atores que contribuem para as alterações climáticas, que necessitam de lidar com os seus impactos e identificar, desenvolver, apoiar e implementar soluções climáticas, então envolvê-los não é uma opção, mas um imperativo. Enquanto o debate político foca-se sobretudo em instrumentos tecnológicos e económicos para reduzir as emissões globais, menos atenção é dirigida às mudanças comportamentais. E no entanto, estas mudanças parecem particularmente importantes, não só porque o comportamento insustentável representa a causa chave das alterações climáticas, mas porque isto representa a oportunidade para um conjunto de rápidas vitórias na redução das emissões de dióxido de carbono (Spence & Pidgeon, 2010). Os indivíduos desempenham um papel importante na resposta às alterações climáticas. Quer sejam líderes governamentais, empresas ou associações de bairro, ou membros do público em geral, os indivíduos são em última análise os atores que iniciam, inspiram, guiam e decretam a necessidade de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e são eles que executam as respostas de adaptação sustentáveis e sustentadas para minimizar os impactos das alterações climáticas (Wolf & Moser, 2011). A mitigação do risco das alterações climáticas poderá fazer-se através da diminuição das emissões individuais dos gases com efeito de estufa (GEE) para a atmosfera, para isto é necessário dotar os indivíduos de conhecimentos e atitudes necessários para agir na mitigação do risco das alterações climáticas, através da aplicação de uma Comunicação de Risco Eficaz A comunicação de risco como estratégia de mitigação do risco das alterações climáticas Comunicar alterações climáticas de forma a inspirar a ação humana é complicado por um conjunto de características inerentes à mensagem das alterações climáticas. Apesar de ser um dos principais assuntos que a humanidade enfrenta, como assunto de preocupação individual as alterações climáticas ainda permanecem bastante distantes das vidas e pensamentos da maioria dos indivíduos. Apesar do consenso científico da existência das alterações climáticas provocadas pelo homem, ainda permanecem incertezas consideráveis em relação à sua extensão precisa, escala de tempo e consequências (Morton et al, 2011). Isto acontece porque as alterações climáticas estão incluídas naquilo a que Crompton (2010) define como problemas maiores do que o indivíduo. Trata-se de um problema ou risco grande e difuso, e que mesmo que o indivíduo possa vir a beneficiar de resultados positivos ao agir na mitigação desse problema, é pouco provável que ele assuma o seu esforço de mudança efetiva como sendo um uso eficiente do seu tempo e recursos. Assim sendo, os esforços das comunicações também se transformaram e passaram do esforço de informar que as alterações climáticas estão a ocorrer para o esforço de informar as pessoas a adotar medidas práticas para fazer face ao problema (Nerlich, Koteyko & Brown, 2010). Os comunicadores são instados a fugir de uma comunicação unilateral para um diálogo e um comprometimento reflexivo. Deixou-se de assumir a visão simplista de que as mensagens transitam dos especialistas para os não especialistas que são sujeitos passivos, é necessária uma 14

3 abordagem que melhor compreenda como fazer as pessoas se envolverem a um nível afetivo e emocional, através de uma exploração de baixo para cima, conhecendo as perceções dos indivíduos, em vez de uma comunicação de cima para baixo baseada nos entendimentos dos especialistas (Nerlich, Koteyko & Brown, 2010). A aposta surge então na comunicação de risco, porque mais do que o ato de informar, a comunicação de risco é um processo interativo de troca de opinião entre indivíduos, grupos e instituições, que envolve múltiplas mensagens sobre a natureza do risco, as preocupações, opiniões e conhecimentos das pessoas e as suas reações aos cenários de risco de modo a promover o envolvimento do público (Di Giulio, 2006), as preocupações, perceções e conhecimentos das pessoas devem guiar os profissionais do risco na seleção dos tópicos e assuntos a transmitir, não é função dos comunicadores de risco decidir o que as pessoas querem saber, mas responder às questões do que efetivamente querem saber (Renn, 2005). Deste modo, os comunicadores de risco devem interpretar os dados das avaliações científicas de risco transformando-os em informações compreensíveis pela audiência leiga, devem igualmente, entender a base das perceções públicas sobre o risco e trabalhar no sentido de promover o entendimento dos fatores de risco entre as várias partes envolvidas (Leiss, 1999). Trata-se, deste modo, de um processo de comunicação bilateral com o objetivo de construir confiança mútua ao responder às preocupações do público e dos principais stakeholders (Renn, 2005). Para que exista entendimento e envolvimento é necessário evitar uma fraca comunicação composta por mensagens demasiado negativas, complexas e exigentes que tratam o público como consumidores e não como cidadãos comprometidos com a sua comunidade (Sustainable Development Commission, 2011). Assim, a comunicação de risco é, e deve ser, um processo que inclui estratégias para que a exposição das informações sobre o risco seja feita de forma clara e explicativa, de modo a que o grupo alvo compreenda os dados e as suas implicações de forma a participar ativamente na tomada de decisões e ações para a atenuação das situações de risco (Di Giulio, 2006) Comunicação de Risco Eficaz: Como? Para elaborar uma comunicação de risco eficaz que promova conhecimentos e/ou atitudes efetivas que poderão conduzir a ações de mitigação do risco das alterações climáticas é imprescindível reconhecer os fatores facilitadores ou inibidores da mudança de comportamento para o risco em questão, as várias leituras realizadas sugerem os seguintes: O conhecimento das causas das alterações climáticas antropogénicas são úteis uma vez que indicam às pessoas quais as ações de mitigação corretas (Swim et al, sd; Wolf & Moser, 2011; Darnton, 2008; Steg & Vlek, 2009; Kollmuss & Agyeman, 2002; Lucas et al, 2008; Moloney, Horne & Fien, 2010; Hoffman, 2010); O hábito poderá ser um dos maiores obstáculos às alterações climáticas. Os hábitos não se alteram sem um esforço significativo, daí a necessidade de os conhecer e sugerir comportamentos alternativos (Swim et al, sd; Darnton, 2008; Kollmuss & Agyeman, 2002; Steg & Vlek, 2009; Moloney, Horne & Fien, 2010; Whitmarsh, 2009); Os valores são uma influência profunda na formação da nossa motivação para lidar com problemas maiores do que o indivíduo. Porque os valores culturais exercem esta influência, é de carácter urgente que as comunicações tenham um impacto na elaboração dos nossos valores (Swim et al, sd; Wolf & Moser, 2011; Crompton, 2010; Moloney, Horne & Fien, 2010; Whitmarsh, 2009; Hoffman, 2010; Kollmuss & Agyeman, 2002); 15

4 As normas, neste aspeto os indivíduos possuem maior probabilidade de alterar comportamentos se acreditarem que os outros também o fazem (Swim et al, sd; Hassell & Cary, 2007; Steg & Vlek, 2009; Kollmuss & Agyeman, 2002); O afeto/emoção, quanto maior for a ligação emocional ou afetiva com o risco das alterações climáticas maior a probabilidade de existir uma mudança de comportamento (Swim et al, sd; Wolf & Moser, 2011; Nerlich, Koteyko & Brown, 2010; Hassell & Cary, 2007; Darnton, 2008; Crompton, 2010; Steg & Vlek, 2009; Moloney, Horne & Fien, 2010; Kollmuss & Agyeman, 2002); As atitudes, uma mudança de atitude não conduz necessariamente a uma mudança de comportamento. Contudo, estudos indicam que os indivíduos com atitudes pró-ambientais têm maior probabilidade em assumir comportamentos pró-ambientais (Swim et al, sd; Wolf & Moser, 2011; Darnton et al, sd; Hassell & Cary, 2007; Darnton, 2008; Kollmuss & Agyeman, 2002). O conhecimento, o hábito, os valores, as normas, o afeto/emoção e as atitudes são os fatores a ter em consideração na seleção de um modelo de mudança de comportamento, na elaboração de dispositivos de recolha de informação do público-alvo e na, posterior, construção de uma comunicação de risco no âmbito das alterações climáticas. Assim sendo, tendo em consideração o polinómio valor-atitude-conhecimento-emoçõescomportamento na predição e promoção de práticas protetoras do ambiente, foi selecionado o modelo explicativo, Model of pro-environmental behaviour (Kollmuss & Agyeman, 2002), que permitirá auxiliar a construção da comunicação de risco. Comunicar alterações climáticas de forma a inspirar a ação humana é complicado sobretudo devido às incertezas em relação à sua extensão precisa, escala de tempo e consequências (Morton et al., 2011). Uma forma de ultrapassar a questão da incerteza prende-se com a forma como se faz o enquadramento da mensagem (Morton et al., 2011; Spence & Pidgeon, 2010). No âmbito da comunicação das alterações climáticas dois enquadramentos parecem pertinentes para reflexão: enquadramento atributo e enquadramento resultados. O enquadramento atributo é o processo de enfatizar um aspeto particular, ou um atributo, do objeto de estudo ou assunto. No caso das alterações climáticas o atributo da distância é bastante pertinente (Spence & Pidgeon, 2010). Na comunicação das alterações climáticas a utilização do enquadramento local apresenta-se bastante pertinente, Isto porque ao enfatizar os impactos locais das alterações climáticas os benefícios de agir na mitigação tornam-se tangíveis, aumentando assim a probabilidade de se agir de forma sustentável (Rayner & Malone, 1997); os indivíduos são melhores a predizer e a tomar decisões sobre acontecimentos que lhes são psicologicamente próximos (Trope & Liberman, 2003) e poder-se-á aumentar o compromisso emocional e cognitivo com o assunto (Lorenzoni et al., 2007). Por outro lado, o enquadramento resultados carateriza-se por apresentar um comportamento particular ou assunto em forma de perdas ou ganhos, uma abordagem utilizada, algumas vezes, para persuadir os indivíduos a assumirem um determinado comportamento ou estilo de vida (Spence & Pidgeon, 2010). Investigações sugerem que os enquadramentos de perda são mais eficazes na alteração de comportamentos considerados de risco, enquanto que os enquadramentos de ganho são mais eficazes entre os comportamentos considerados seguros e de prevenção (Prospect Theory de Tversky & Kahneman, 1981). 16

5 Spence e Pidgeon (2010) sugerem que ao conceptualizar as alterações climáticas com um enquadramento de ganho, as ações de mitigação assemelham-se mais a comportamentos preventivos, uma vez que os comportamentos de mitigação são assumidos para prevenir impactos futuros negativos das alterações climáticas. A hipótese que se segue é que a mitigação das alterações climáticas será mais eficaz através da promoção de enquadramentos de ganho (Morton, et al., 2011; Spence & Pidgeon, 2010; Futerra, sd), por exemplo: ao focar-se nos benefícios que advêm dos comportamentos de mitigação. Esta hipótese é corroborada por Spence e Pidgeon (2010), isto porque, no enquadramento de ganho as atitudes para a mitigação das alterações climáticas foram significativamente mais positivas do que aquelas produzidas pelo enquadramento de perda. Morton et al. (2011) acrescentam que no enquadramento positivo (de ganho), a maior incerteza aparece associada a maiores intenções em agir pro-ambientalmente. A equipa do Futerra sustainability communications, em Sizzle: the new climate message (sd) afirma que Quando estamos à beira de um inferno, vende-se o céu (p. 10). A mensagem mais comum nas alterações climáticas é que todos vamos para o inferno. Mas ao contrário do esperado, o inferno não convence. Apesar da enumeração de todas as consequências nefastas das alterações climáticas, elas não têm mudado atitudes ou comportamentos de forma significativa. Necessita-se de uma nova abordagem, uma abordagem que seja o oposto do clima inferno. Assim sendo, deve-se construir uma visão visual e convincente de um céu de baixo carbono (Futerra Sustainability Communications, sd). METODOLOGIA O presente trabalho utiliza o referencial da pesquisa bibliográfica, entendida como o ato de indagar e de buscar informações sobre determinado assunto, através de um levantamento realizado em base de dados nacionais e estrangeiros, com o objetivo de detetar o que existe de consensual ou de antagónico no estado da arte da literatura. Com o fito de descortinar o caminho a percorrer para elaborar uma comunicação de risco eficaz no âmbito das alterações climáticas, os eixos de pesquisa incidiram sobre as alterações climáticas, os fatores facilitadores e inibidores do comportamento pró-ambiental, os modelos de mudança de comportamento e a comunicação de risco. CONSIDERAÇÕES FINAIS Em termos bio e geofísicos, as alterações climáticas são definidas como alterações ao longo do tempo nas médias e variação das temperaturas terrestres, precipitação e vento, bem como, alterações na atmosfera terrestre, oceanos, e abastecimento de água natural, neve e gelo, superfície terrestre, ecossistemas e organismos vivos. O que é único sobre as alterações climáticas globais atuais é o papel da atividade humana na aceleração destas alterações, também designada de força antropogénica, e as alterações dramáticas no clima previstas em todo o mundo (Swim et al, sd). Positivamente, os portugueses conseguem ver-se como agentes de mudança social quer na sua vida quotidiana quer em termos de uma opinião pública que pode agir politicamente nesta área. Contudo, ainda não o fazem de forma significativa nas suas ações quotidianas (Lázaro, Cabecinhas & Carvalho, 2007). Neste contexto surge a necessidade de uma comunicação de risco eficaz, baseada numa abordagem multimédia e nas necessidades do público-alvo, consciente que as reações à comunicação são influenciadas pelas perceções de risco das pessoas, experiências pessoais passadas com o risco, pelas fontes de comunicação e a confiança nestas fontes de informação. É 17

6 essencial informar o público de forma a não criar desnecessária apatia, complacência, ou confiança a mais, ao mesmo tempo que não se cria desnecessário stress ou alarme (Fitzpatrick- Lewis et al, 2010). A comunicação de risco eficaz é um desafio necessário para atingir resultados desejáveis, como o aumento do conhecimento sobre o risco das alterações climáticas e, possivelmente, a promoção de ações individuais de mitigação do mesmo. BIBLIOGRAFIA AEA (2010), O Ambiente na Europa, Situação e Perspectivas 2010: Síntese, Agência Europeia do Ambiente, Copenhaga Crompton, T. (2010), Common Cause: The case for working with our cultural values, Survey: WWF UK. Darnton, A. (2008), Reference Report: An overview of beheviour change models and their uses, Centre for Sustainable Development, University of Westminster Darnton, A., Elster-Jones, J. Lucas, K. & Brooks, M. (sd) Promoting pro-environmenta behaviour: existing evidence to inform better policy making, Department for environmental, food and rural affairs Di Giulio, G. M. (2006), Divulgação Cientifica e Comunicação de Risco Um olhar sobre Adrianópolis, Vale do Ribeira, Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Campinas Ferreira, T. (2007), Ambiente e Recursos: usos e desperdícios de água e energia em agregados domésticos da Ilha Terceira, Dissertação de Mestrado, Universidade dos Açores Fitzpatrick-Lewis, D., Yost, J., Ciliska, D. & Krishnaratne, S. (2010), Communication about environmental health risks: A systematic review, Environmental Health, pp Futerra sustainability communications (sd), Sizzle: the new climate message Hassell, T. & Cary, J. (2007), Promoting behavioural change in household water consumption: literature review, Smart Water Kollmuss, A. & Agyeman, J. (2002), Mind the gap: why do people act environmentally and what are the barriers to pro-environmentl behaviour?, Environmental Education Research, 8 (3), pp Lázaro, A., Cabecinhas, R. & Carvalho, A. (2007), Percepções de risco e de responsabilidade face às alterações climáticas in C. Borrego, A.I. Miranda, E. Figueiredo, F. Martins, L. Arroja e T. Fidélis (Org.). Um futuro sustentável: ambiente, sociedade e desenvolvimento (Vol. 1, pp ), Aveiro: Universidade de Aveiro Leiss, W. (1999), The importance of Risk Communication in the Risk Management of Chemicals, Newsletter of the International Council on Metals and Environment (ICME), vol. 7, nº 2 Morton, T. A., Rabinovich, A., Marshall, D. & Bretschneider, P. (2011), The future that may (or may not) come: How framing changes responses to uncertainty in climate change communications, Global Environmental Change 21, pp Nerlich, B., Koteyko, N. & Brown, B. (2010), Theory and language of climate change communication. John Wiley & Sons, Ltd. Renn, O. (2005), Risk Governance: Towards an Integrative Approach. International Risk Governance Council Spence, A. & Pidgeon, N. (2010), Framing and communicating climate change: The effects of distance and outcome frame manipulations, Global Environmental Change 20, pp Steg, L., & Vlek, C. (2009), Encouraging pro-environmental behaviour: An integrative review and research agenda, Journal of Environmental Psychology, 29, pp Sustainable Development Commission. (2011), Making Sustainable Lives Easier: A Priority for Governments, Business and Society Swim et al. (sd), Psycology and global climate change: addressing a multi-faceted phenomenon and set of challenges. American Psychological Association Wolf, J. & Moser, S. (2011), Individual understandings, perceptions, and engagement with climate change: insights from in-depth studies across the world. John Wiley & Sons, Ltd. 18

Reflexões sobre o Quinto relatório de avaliação do IPCC constatações e complexidades Natal outubro 2015. CAROLINA DUBEUX carolina@ppe.ufrj.

Reflexões sobre o Quinto relatório de avaliação do IPCC constatações e complexidades Natal outubro 2015. CAROLINA DUBEUX carolina@ppe.ufrj. Reflexões sobre o Quinto relatório de avaliação do IPCC constatações e complexidades Natal outubro 2015 CAROLINA DUBEUX carolina@ppe.ufrj.br A mudança do clima e a economia Fonte: Adaptado de Margulis

Leia mais

Estudos de Imagem e Notoriedade

Estudos de Imagem e Notoriedade Estudos de Imagem e Notoriedade 1- Enquadramento O Serviço: Relatórios Avaliação da Imagem e Notoriedade das organizações, bem como da força de marca e posicionamento face à concorrência. Para que Serve:

Leia mais

Seminário Soluções Técnicas e Financeiras para Cidades Sustentáveis Banco Mundial Brasília. 08 e 09 de Junho 2010

Seminário Soluções Técnicas e Financeiras para Cidades Sustentáveis Banco Mundial Brasília. 08 e 09 de Junho 2010 Seminário Soluções Técnicas e Financeiras para Cidades Sustentáveis Banco Mundial Brasília 08 e 09 de Junho 2010 No Programa de Governo Gestão 2009-2012 está previsto o Programa Biocidade e neste o Plano

Leia mais

CGD. Relatório de Compensação de Emissões de GEE

CGD. Relatório de Compensação de Emissões de GEE CGD 1 RELATÓRIO DE COMPENSAÇÃO DE EMISSÕES DE GEE CGD S.A. 2014 2 CGD Relatório de Compensação de Emissões de GEE - CGD S.A. 2014 1.1 Introdução O Programa de Baixo Carbono, pioneiro no setor da banca

Leia mais

Empresas e as mudanças climáticas

Empresas e as mudanças climáticas Empresas e as mudanças climáticas O setor empresarial brasileiro, por meio de empresas inovadoras, vem se movimentando rumo à economia de baixo carbono, avaliando seus riscos e oportunidades e discutindo

Leia mais

Mudança do clima: Principais conclusões do 5º Relatório do IPCC

Mudança do clima: Principais conclusões do 5º Relatório do IPCC Mudança do clima: Principais conclusões do 5º Relatório do IPCC ILIDIA DA ASCENÇÃO GARRIDO MARTINS JURAS Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

Under Strict Embargo Not for distribution or publication until 19 November, 2014, 10:01 Washington D.C. Time (EST)/15:01 GMT

Under Strict Embargo Not for distribution or publication until 19 November, 2014, 10:01 Washington D.C. Time (EST)/15:01 GMT Under Strict Embargo Not for distribution or publication until 19 November, 2014, 10:01 Washington D.C. Time (EST)/15:01 GMT NEGOCIAÇÕES FUNDAMENTAIS SOBRE MUDANÇA CLIMÁTICA CRUCIAL NOS PRÓXIMOS DIAS EM

Leia mais

O RELATÓRIO DE ENERGIA ENERGIA 100% RENOVÁVEL ATÉ 2050

O RELATÓRIO DE ENERGIA ENERGIA 100% RENOVÁVEL ATÉ 2050 O RELATÓRIO DE ENERGIA ENERGIA 100% RENOVÁVEL ATÉ 2050 Este Relatório foi possível graças ao generoso apoio da ENECO ISBN 978 2 940443 26 0 Fotografia da capa: Wild Wonders of Europe / Inaki Relanzon /

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO SOBRE O CLIMA E A QUALIDADE DO AR NOS AÇORES

PROJECTO DE RESOLUÇÃO SOBRE O CLIMA E A QUALIDADE DO AR NOS AÇORES PROJECTO DE RESOLUÇÃO SOBRE O CLIMA E A QUALIDADE DO AR NOS AÇORES Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Exma. Sras. Deputadas e Srs. Deputados Exma. Sra. e Srs. Membros do Governo Desde os anos oitenta que

Leia mais

A TEMPERATURA NUM CONTEXTO EDUCACIONAL

A TEMPERATURA NUM CONTEXTO EDUCACIONAL A TEMPERATURA NUM CONTEXTO EDUCACIONAL Mário Talaia e Marta Andreia Silva Departamento de Física, Universidade de Aveiro, 3810-193, Aveiro, Portugal Contacto: mart@fis.ua.pt RESUMO O presente artigo surge

Leia mais

A WaterAid e as mudanças climáticas

A WaterAid e as mudanças climáticas A WaterAid e as mudanças climáticas Kajal Gautam, 16 anos, e a prima, Khushboo Gautam, 16 anos, regressando a casa depois de irem buscar água em Nihura Basti, Kanpur, na Índia. WaterAid/ Poulomi Basu Louise

Leia mais

Mais clima para todos

Mais clima para todos Mais clima para todos 1 Mais clima para todos Na União Europeia, entre 1990 e 2011, o setor dos resíduos representou 2,9% das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), e foi o 4º setor que mais contribuiu

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam

Leia mais

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Workshop Adaptação às mudanças climáticas e os desafios da gestão ambiental integrada no Brasil O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Diretoria de Recursos Hídricos Ministério

Leia mais

BFuture Soluções de Sustentabilidade

BFuture Soluções de Sustentabilidade BFuture Soluções de Sustentabilidade Porque existe um plano B! Hoje em dia é quase consensual que o estilo de vida que se segue nas sociedades ditas desenvolvidas, não é sustentável. Todos começam a ter

Leia mais

O Protocolo de Kyoto e o Mandato de Bali:

O Protocolo de Kyoto e o Mandato de Bali: Briefing A Caminho de Bali Brasília, 21 de Novembro 2007 O Protocolo de Kyoto e o Mandato de Bali: O que o mundo precisa fazer para combater as mudanças climáticas As mudanças climáticas são, sem dúvida,

Leia mais

Problemas Ambientais

Problemas Ambientais Problemas Ambientais Deflorestação e perda da Biodiversidade Aquecimento Global Buraco na camada de ozono Aquecimento Global - Efeito de Estufa Certos gases ficam na atmosfera (Troposfera) e aumentam

Leia mais

A Prática da Psicologia em Emergências e Desastres: Perspectivas Sociais e Preventivas

A Prática da Psicologia em Emergências e Desastres: Perspectivas Sociais e Preventivas A Prática da Psicologia em Emergências e Desastres: Perspectivas Sociais e Preventivas Angela Elizabeth Lapa Coêlho Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ Segundo Wilches-Chaux (1993), devemos despojar

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais. Efeito Estufa. Fontes de Emissões. Impactos. Acordos Internacionais

MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais. Efeito Estufa. Fontes de Emissões. Impactos. Acordos Internacionais MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais Efeito Estufa Fontes de Emissões Impactos Acordos Internacionais Fontes de Emissões Antropogênicas Fonte: Quarto Relatório de Avaliação do IPCC, 2007.

Leia mais

Subprograma Ação Climática Programa LIFE 2014-2017. Sessão Divulgação: Convocatória 2015

Subprograma Ação Climática Programa LIFE 2014-2017. Sessão Divulgação: Convocatória 2015 Subprograma Ação Climática Programa LIFE 2014-2017 Sessão Divulgação: Convocatória 2015 Cristina Carreiras Pedro Baptista APA, 25-06-2015 LIFE 2014-2020 Áreas Prioritárias Subprograma Ambiente Ambiente

Leia mais

COP21 Perguntas frequentes

COP21 Perguntas frequentes COP21 Perguntas frequentes Porque é que a conferência se chama COP21? A Conferência do Clima de Paris é oficialmente conhecida como a 21ª Conferência das Partes (ou COP ) da Convenção-Quadro das Nações

Leia mais

A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras

A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras Emilio Lèbre La Rovere Coordenador, CentroClima/LIMA/PPE/COPPE/UFRJ 2º Encontro dos Secretários

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE DE 2011 (Do Sr. Júlio Delgado) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE DE 2011 (Do Sr. Júlio Delgado) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE DE 2011 (Do Sr. Júlio Delgado) Dispõe sobre a criação do Programa Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Compostos Orgânicos de Origem Vegetal para Redução das Emissões de Gases

Leia mais

A VISÃO DOS ALUNOS SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL A PARTIR DO DOCUMENTÁRIO VERDADE INCONVENIENTE

A VISÃO DOS ALUNOS SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL A PARTIR DO DOCUMENTÁRIO VERDADE INCONVENIENTE A VISÃO DOS ALUNOS SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL A PARTIR DO DOCUMENTÁRIO VERDADE INCONVENIENTE Érica C. A. Dell Asem & Silvia L. F. Trivelato Universidade de São Paulo/ Instituto de Física erica.asem@gmail.com

Leia mais

Mudança do clima, Qual a importância? Martin Hedberg meteorologista do Centro Meteorológico Sueco

Mudança do clima, Qual a importância? Martin Hedberg meteorologista do Centro Meteorológico Sueco Mudança do clima, Qual a importância? Martin Hedberg meteorologista do Centro Meteorológico Sueco Tempo (Precipitação, nuvens, ventos, humidade, temperatura ) A forma que a Natureza tem de equilibrar as

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da

Leia mais

O BRASILEIRO E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

O BRASILEIRO E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL O BRASILEIRO E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Novembro/2009 2 O brasileiro e as mudanças climáticas O DataSenado realizou pesquisa de opinião pública de abrangência nacional

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

Mudança do Clima. Luiz Gylvan Meira Filho

Mudança do Clima. Luiz Gylvan Meira Filho SABESP São Paulo, 12 de novembro de 2008 Mudança do Clima Luiz Gylvan Meira Filho Pesquisador Visitante Instituto de Estudos Avançados Universidade de São Paulo A terra recebe energia do sol na forma de

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 1. CONCEITOS COMPLEMENTARES DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, presidida por Gro Harlem Brundtland Nosso Futuro Comum (1987)

Leia mais

Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos

Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos Aula nº85 22 Maio 09 Prof. Ana Reis Recursos energéticos Vivemos numa época em que os recursos energéticos afectam a vida de todas as pessoas.

Leia mais

AULA 9. Ação pelo Ambiente

AULA 9. Ação pelo Ambiente AULA 9 Ação pelo Ambiente Roberto e o seu grupo do meio ambiente estão se preparando para a Grande Reunião que irá tratar dos problemas ambientais do planeta. Ele pede ajuda à Sofia para bolar um plano

Leia mais

O que é preciso para desenvolver uma experiência global sobre florestas e mudanças climáticas?

O que é preciso para desenvolver uma experiência global sobre florestas e mudanças climáticas? O que é preciso para desenvolver uma experiência global sobre florestas e mudançasclimáticas? Entrevista com o Dr. Stuart Davies, Diretor do CentrodeCiênciasFlorestaisdoTrópico Em2007,oBancoHSBCdoou100milhõesde

Leia mais

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer AGRICULTURA E AQUECIMENTO GLOBAL Carlos Clemente Cerri Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP) Fone: (19) 34294727 E-mail: cerri@cena.usp.br Carlos Eduardo P. Cerri Escola Superior de Agricultura

Leia mais

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready!

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready! Parceiros: Câmara Municipal da Amadora Serviço Municipal de Protecção Civil Tel. +351 21 434 90 15 Tel. +351 21 494 86 38 Telm. +351 96 834 04 68 Fax. +351 21 494 64 51 www.cm-amadora.pt www.facebook.com/amadora.resiliente

Leia mais

"É possível levar energia renovável para todos"

É possível levar energia renovável para todos "É possível levar energia renovável para todos" Por Daniela Chiaretti De Nairóbi, Quênia Connie Hedegaard: "Acho que quando temos uma crise global como a que estamos vivendo, é uma oportunidade excelente

Leia mais

RECURSOS NATURAIS SISTEMA ANEXO B APÊNDICE 1 ADENDA H RECURSOS NATURAIS - ATMOSFERA. Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 A-A-1

RECURSOS NATURAIS SISTEMA ANEXO B APÊNDICE 1 ADENDA H RECURSOS NATURAIS - ATMOSFERA. Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 A-A-1 RECURSOS NATURAIS SISTEMA ANEXO B APÊNDICE 1 ADENDA H RECURSOS NATURAIS - ATMOSFERA Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 A-A-1 Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 B-1-H-2 RECURSOS NATURAIS (ATMOSFERA)

Leia mais

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal 1 Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal As alterações verificadas no comportamento dos consumidores, consequência dos novos padrões

Leia mais

CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER APRENDER A APRENDER FAZENDO E APRENDENDO GEOGRAFIA. Aula 18.2 Conteúdo.

CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER APRENDER A APRENDER FAZENDO E APRENDENDO GEOGRAFIA. Aula 18.2 Conteúdo. A A Aula 18.2 Conteúdo Mudanças globais 2 A A Habilidades Perceber as mudanças globais que estão ocorrendo no Brasil e no mundo. 3 A A Conferências e protocolos Preocupados com os problemas relacionados

Leia mais

Economia de Baixo de Carbono, onde estamos? para onde vamos?

Economia de Baixo de Carbono, onde estamos? para onde vamos? Seminário sobre Sustentabilidade no Setor Elétrico Brasileiro Economia de Baixo de Carbono, onde estamos? para onde vamos? 21 de novembro de 2014 Aneel Brasília O conteúdo deste relatório foi produzido

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

Riscos e vulnerabilidades às mudanças climáticas e ambientais: análise multiescalar na zona costeira de São Paulo - Brasil

Riscos e vulnerabilidades às mudanças climáticas e ambientais: análise multiescalar na zona costeira de São Paulo - Brasil Riscos e vulnerabilidades às mudanças climáticas e ambientais: análise multiescalar na zona costeira de São Paulo - Brasil Allan Yu Iwama (NEPAM/IFCH-UNICAMP) Orientador: Mateus Batistella (EMBRAPA Monitoramento

Leia mais

Aquecimento Global e Protocolo de Kyoto. Professor Thiago Espindula Disciplina de Geografia

Aquecimento Global e Protocolo de Kyoto. Professor Thiago Espindula Disciplina de Geografia Aquecimento Global e Protocolo de Kyoto Professor Thiago Espindula Disciplina de Geografia Exercícios (ENEM 2006) Com base em projeções realizadas por especialistas, teve, para o fim do século

Leia mais

Tratados internacionais sobre o meio ambiente

Tratados internacionais sobre o meio ambiente Tratados internacionais sobre o meio ambiente Conferência de Estocolmo 1972 Preservação ambiental X Crescimento econômico Desencadeou outras conferências e tratados Criou o Programa das Nações Unidas para

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

ENERGIA X MEIO AMBIENTE: O QUE DIZ O RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE DE FURNAS?

ENERGIA X MEIO AMBIENTE: O QUE DIZ O RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE DE FURNAS? ENERGIA X MEIO AMBIENTE: O QUE DIZ O RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE DE FURNAS? Maranhão, R.A. 1 1 PECE/POLI/USP, MBA em Gestão e Tecnologias Ambientais, Biológo e Mestre em Geografia, romeroalbuquerque@bol.com.br

Leia mais

Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio:

Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Mudança de paradigma energético em Portugal, com um implícito Desenvolvimento Sustentável suportado no seu crescimento económico, justiça

Leia mais

Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos. Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos. Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos pelas mudanças climáticas Maria Teresa de Jesus Gouveia Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Leia mais

UNESCO IOC 2011 Todos os direitos reservados.

UNESCO IOC 2011 Todos os direitos reservados. UNESCO IOC 2011 Todos os direitos reservados. Edição: Rachel Dahl Redação: Charles Ehler e Fanny Douvere Tradução: Ministério do Meio Ambiente Revisão técnica: Setor de Ciências Naturais da Representação

Leia mais

Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Relatório de Atividades em Evento de Sustentabilidade FIESC 2012

Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Relatório de Atividades em Evento de Sustentabilidade FIESC 2012 Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa Relatório de Atividades em Evento de Sustentabilidade FIESC 2012 Julho de 2012 A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro

Leia mais

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS IMPACTO AMBIENTAL Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

VIGILÂNCIA AMBIENTAL

VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL Introdução Considera-se a vigilância ambiental como o processo contínuo de coleta de dados e análise de informação sobre saúde e ambiente, com o intuito de orientar

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

10:00-10:30 Apresentação do Plano Nacional de Adaptação (Pedro Christ Ministério do Meio-Ambiente)

10:00-10:30 Apresentação do Plano Nacional de Adaptação (Pedro Christ Ministério do Meio-Ambiente) Workshop sobre Adaptação de Infraestrutura a Mudanças Climáticas: Melhorando Resiliência Econômica Regional para Enfrentar as Alterações Climáticas no Brasil Data: 25/09/2015 1) Sobre o workshop O workshop

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

Investigação em Anatomia Patológica. Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos Associados ao Consumo

Investigação em Anatomia Patológica. Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos Associados ao Consumo de Janeiro de 2013 Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Investigação em Anatomia Patológica Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos

Leia mais

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 14001:2015 Tendências da nova revisão

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 14001:2015 Tendências da nova revisão ISO 14001:2015 Tendências da nova revisão A ISO 14001 EM SUA NOVA VERSÃO ESTÁ QUASE PRONTA Histórico ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA As normas da série ISO 14000 foram emitidas pela primeira vez

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO

Leia mais

2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia. Declaração Conjunta

2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia. Declaração Conjunta 2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 2008. Declaração Conjunta Sumário Os empresários europeus e brasileiros apóiam com entusiasmo a Parceria Estratégica Brasil-

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

Juntos pela excelência ambiental

Juntos pela excelência ambiental Juntos pela excelência ambiental 1 Pontos em Agenda 1 3 Ponto Verde Serviços Enquadramento Quem somos A nossa missão As nossas marcas Ponto Verde Serviços Os nossos serviços Certificação 3R 6 Certificação

Leia mais

M0.1 Registrar a intenção do cumprimento ao Pacto dos Prefeitos, por favor anexe a carta de compromisso [Anexo]

M0.1 Registrar a intenção do cumprimento ao Pacto dos Prefeitos, por favor anexe a carta de compromisso [Anexo] O (Compact of Mayors) é o maior esforço internacional de cooperação entre prefeitos e funcionários municipais para demonstrar seu compromisso com a redução das emissões de gases de efeito estufa assim

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável O que significa e implicações para os profissionais de engenharia

Desenvolvimento Sustentável O que significa e implicações para os profissionais de engenharia Desenvolvimento Sustentável O que significa e implicações para os profissionais de engenharia Professor João Miranda Reis Departamento de Engenharia Química Instituto Superior Técnico Lisboa, 1 Índice

Leia mais

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento O QUE É IMPRESCINDÍVEL NUMA SOLUÇÃO DE ORÇAMENTAÇÃO E PREVISÃO? Flexibilidade para acomodar mudanças rápidas; Usabilidade; Capacidade de integração com as aplicações a montante e a jusante; Garantir acesso

Leia mais

Metas Curriculares Ensino Básico Geografia

Metas Curriculares Ensino Básico Geografia Metas Curriculares Ensino Básico Geografia 9.º ano Versão para discussão pública Novembro de 2013 Autores Adelaide Nunes António Campar de Almeida Cristina Nolasco Geografia 9.º ano CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Mudanças Climáticas: Um (Grande) Desafio Para A Ética!

Mudanças Climáticas: Um (Grande) Desafio Para A Ética! Mudanças Climáticas: Um (Grande) Desafio Para A Ética! Mariana Marques * A comunidade científica concorda, por consenso esmagador, que as mudanças climáticas são reais. Os gases do efeito estufa aumentaram

Leia mais

A CAMPANHA INTERNACIONAL CIDADES RESILIENTES: A IMPORTÂNCIA DO NÍVEL LOCAL

A CAMPANHA INTERNACIONAL CIDADES RESILIENTES: A IMPORTÂNCIA DO NÍVEL LOCAL A CAMPANHA INTERNACIONAL CIDADES RESILIENTES: A IMPORTÂNCIA DO NÍVEL LOCAL Luís Carvalho Promotor Nacional da UNISDR Cidades Resilientes Making Cities Resilient Campaign Advocate ÍNDICE 1. EVOLUÇÃO DA

Leia mais

Dimensão Ambiental. Critério I - Responsabilidade e Compromisso. Indicador 1 - Abrangência. Indicador 2 - Responsabilidade Ambiental

Dimensão Ambiental. Critério I - Responsabilidade e Compromisso. Indicador 1 - Abrangência. Indicador 2 - Responsabilidade Ambiental Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Ambiental Critério I - Responsabilidade e Compromisso Indicador 1 - Abrangência 1. A empresa possui uma política ambiental? Caso "" para a pergunta

Leia mais

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental 1 Melhoria do desempenho ambiental implementação do Sistema de Gestão Ambiental A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem implementado

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO PESQUISA-AÇÃO Forma de pesquisa interativa que visa compreender as causas de uma situação e produzir mudanças. O foco está em resolver algum problema encontrado por indivíduos ou por grupos, sejam eles

Leia mais

A ISO 50001. Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013

A ISO 50001. Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013 Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013 Agenda Introdução aos Sistemas de Gestão de Energia Princípios da ISO 50001 Relação entre a ISO 50001 e outras normas como a ISO 14001 ou a ISO 9001 2 O problema económico

Leia mais

CIDADES INTELIGENTES DIREITO DA ENERGIA RITA NORTE

CIDADES INTELIGENTES DIREITO DA ENERGIA RITA NORTE CIDADES INTELIGENTES DIREITO DA ENERGIA RITA NORTE CIDADES INTELIGENTES NOTAS INTRODUTÓRIAS As cidades - espaços de oportunidades, desafios e problemas Diagnóstico dos espaços urbanos: Transformação demográfica

Leia mais

A Importância de Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Governos Locais

A Importância de Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Governos Locais VIII Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí I Seminário dos Estudantes de Pós Graduação A Importância de Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Governos Locais (1) Leonardo

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

O PROCESSO DE REVISÃO ISO 9001

O PROCESSO DE REVISÃO ISO 9001 O PROCESSO DE REVISÃO ISO 9001 Andreia Martins Gestora de Cliente andreia.martins@apcer.pt Tópicos Enquadramento do Processo de Revisão Principais Alterações Pensamento Baseado em Risco Informação Documentada

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02 Pagina 1/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA / APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIAS...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. DIRETRIZES E RESPONSABILIDADES...4 5.1 POLITICAS...4 5.2 COMPROMISSOS...4 5.3 RESPONSABILIDADES...5

Leia mais

Contribuição de Hidroeléctricas e Barragens para o Desenvolvimento Sustentável em África

Contribuição de Hidroeléctricas e Barragens para o Desenvolvimento Sustentável em África Contribuição de Hidroeléctricas e Barragens para o Desenvolvimento Sustentável em África Madalena Dray Consultora Socio-Ambiental Luanda, 24 a 27 de Setembro de 2013 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE ENERGIA

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Caminhos para Análises de Políticas de Saúde

Caminhos para Análises de Políticas de Saúde Caminhos para Análises de Políticas de Saúde Tatiana Wargas de Faria Baptista Ruben Araujo de Mattos Este texto integra o material Caminhos para análise de políticas de saúde, produzido com apoio da Faperj,

Leia mais

Clima, tempo e a influência nas atividades humanas

Clima, tempo e a influência nas atividades humanas As definições de clima e tempo frequentemente são confundidas. Como esses dois termos influenciam diretamente nossas vidas, é preciso entender precisamente o que cada um significa e como se diferenciam

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

SolidWorks Sustainability

SolidWorks Sustainability SolidWorks Sustainability A solução para um projeto sustentável no desenvolvimento de produtos 1. Torne a sustentabilidade parte integrante do seu processo de projeto O SolidWorks Sustainability fornece

Leia mais

INTERNATIONAL ENERGY AGENCY

INTERNATIONAL ENERGY AGENCY INTERNATIONAL ENERGY AGENCY Sessão Plenária Final 29 de Maio 16h05 17h15 Roteiro Local para as Alterações Climáticas Moderador: Artur Trindade, Associação Nacional de Municípios Portugueses O contributo

Leia mais

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Régis Rathmann e Maurício Francisco Henriques Jr. Identificação do Projeto Agência implementadora: PNUMA Financiamento: Doação

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta.

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta. Segurança do Trabalho É o conjunto de medidas que versam sobre condições específicas de instalações do estabelecimento e de suas máquinas visando à garantia do trabalhador contra riscos ambientais e de

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

Resumo. O caminho da sustentabilidade

Resumo. O caminho da sustentabilidade Resumo O caminho da sustentabilidade Termos recorrentes em debates e pesquisas, na mídia e no mundo dos negócios da atualidade, como sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade empresarial

Leia mais

UMA VERDADE INCONVENIENTE

UMA VERDADE INCONVENIENTE UMA VERDADE INCONVENIENTE COMO INSTRUMENTO DE ALTERAÇÃO DE ATITUDES? WORKSHOP DO ENVOLVIMENTO À PARTICIPAÇÃO: O PAPEL DA COMUNICAÇÃO NA GESTÃO DE RISCOS 21 E 22 DE JULHO DE 2011 Emiliana Silva (CEEAplA

Leia mais

Inventário de Gases de Efeito Estufa

Inventário de Gases de Efeito Estufa Inventário de Gases de Efeito Estufa Gerenciamento de Informações e Ações Dirigidas Nicole Celupi - Three Phase Gerenciamento de Informações e Ações Dirigidas Institucional A Three Phase foi criada em

Leia mais

o Maria Hermínia Cabral o Sérgio Guimarães o Pedro Krupenski

o Maria Hermínia Cabral o Sérgio Guimarães o Pedro Krupenski II Oficina de Trabalho Código de Conduta: Processos e Metodologias 24 de Setembro 2015 Conclusões da Sessão da manhã Com o apoio dos Parceiros do Mecanismo de Apoio à Elaboração de Projetos de Cooperação,

Leia mais

Trabalho, Mudanças Climáticas e as Conferências do Clima: subsídios para as negociações da UGT na COP-21 Resumo Executivo

Trabalho, Mudanças Climáticas e as Conferências do Clima: subsídios para as negociações da UGT na COP-21 Resumo Executivo Trabalho, Mudanças Climáticas e as Conferências do Clima: subsídios para as negociações da UGT na COP-21 Resumo Executivo I Informações Gerais Impactos das Mudanças Climáticas As mudanças climáticas impõem

Leia mais

Aula 04 - Planejamento Estratégico

Aula 04 - Planejamento Estratégico Aula 04 - Planejamento Estratégico Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam permitir com que você saiba definir o escopo do projeto. Para tal, serão apresentados elementos que ajudem a elaborar

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa Como implementar Social Media na empresa 1 As razões: Empresas ainda desconhecem benefícios do uso de redes sociais Das 2,1 mil empresas ouvidas em estudo do SAS Institute e da Harvard Business Review,

Leia mais

Métodos e Instrumentos de Pesquisa

Métodos e Instrumentos de Pesquisa Métodos e Instrumentos de Pesquisa Prof. Ms. Franco Noce fnoce2000@yahoo.com.br MÉTODO E INSTRUMENTOS DE PESQUISA Entrevista Questionários Técnicas de Observação Sociometria Estudos de Caso Testes cognitivos

Leia mais