NOTA TÉCNICA Nº 15/2009/DENOR/SGCN/SECOM-PR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOTA TÉCNICA Nº 15/2009/DENOR/SGCN/SECOM-PR"

Transcrição

1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 15/2009/DENOR/SGCN/SECOM-PR Brasília, 14 de setembro de Referência: Documento Básico: Contrato nº 02/2008 Assunto: Conceito legal de subcontratação, contratação de terceiros e correlatos no âmbito dos contratos dos serviços de publicidade. Senhor Diretor, 1 Introdução Trata-se de solicitação do Secretário de Gestão, Controle e Normas (SGCN) desta Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), no sentido de providenciar análise do texto dos contratos firmados com as agências de publicidade, com vistas a esclarecer a utilização e o conceito do termo subcontratação, à luz da Lei nº 8.666/93, da Lei Civil e do entendimento do TCU. 2 Considerações e conceitos preliminares A solicitação da SGCN vem acompanhada da cópia do Contrato nº 02/2008, firmado entre a União, por intermédio da SECOM, e a empresa Matisse Comunicações de Marketing Ltda, em 04 de março de 2008, que servirá de paradigma para esta análise. Nos termos do art. 13, incisos II e XIV, da Estrutura Regimental da SECOM, aprovada pelo Decreto nº 6.377/08, compete ao Departamento de Normas da Secretaria de Gestão, Controle e Normas a elaboração de estudos, pareceres, notas técnicas sobre legislação aplicada à publicidade, ao patrocínio e sobre outros assuntos de interesse da SECOM, com vistas a fornecer subsídios para a tomada de decisões administrativas por parte das autoridades competentes. Esplanada dos Ministérios, Bloco A 5º e 6º andar Brasília DF.

2 2 No caso em apreço, a análise se restringirá aos termos subcontratação e contratação de terceiros, no âmbito dos contratos dos serviços de publicidade firmados com as agências de propaganda, no tocante à relação que se pode estabelecer entre esses termos e à sua consonância com o conceito do ordenamento jurídico vigente aplicável a essa modalidade peculiar de serviços, à luz da Lei nº 8.666/93, em sintonia com a Lei nº 4.680/65, das normas e doutrinas do Direito Público e do Direito Privado que tratam da matéria e da Jurisprudência do Tribunal de Contas da União (TCU). Os termos subcontratação e contratação de terceiros emergem no Contrato nº 02/2008 e, assim, nos demais contratos de publicidade com alguns correlatos, tais como: serviços de terceiros, fornecedores ou somente terceiros, que denotam a idéia de terceirização dos serviços de publicidade no âmbito do contrato, mediante a formalização de um subcontrato. Numa leitura dos itens/subitens do contrato paradigma, verifica-se que os termos subcontratação, contratação de terceiros e seus correlatos são empregados com certa equivalência semântica, o que poderá causar insegurança jurídica na sua interpretação, em face dos diferentes sentidos que cada um desses termos pode assumir nas diversas situações contextuais dos contratos. Assim, revela-se importante uma análise dos dois termos e seus correlatos, no âmbito dos contratos de publicidade, porquanto a contratação de terceiros constitui-se em gênero da espécie terceirização, e a subcontratação não passa de um dos instrumentos da terceirização. Registre-se que o conceito de fornecedor, genericamente considerado, adotado nesta Nota Técnica, é aquele previsto no art. 3º da Lei nº 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), nos seguintes termos: Art. 3 Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. Esta Nota Técnica adota igualmente os conceitos de serviços e compras previstos no art. 6º, incisos II e III, da Lei nº 8.666/93, com o seguinte teor: Art. 6 o Para os fins desta Lei, considera-se: II Serviço - toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a Administração, tais como: demolição, conserto, instalação, montagem, operação, conservação, reparação, adaptação, manutenção, transporte, locação de bens, publicidade, seguro ou trabalhos técnico-profissionais; III Compra - toda aquisição remunerada de bens para fornecimento de uma só vez ou parceladamente; Esse dispositivo refere-se a bens de qualquer natureza: corpóreos e incorpóreos, móveis, imóveis, semoventes, crédito, direitos e ações. Na compra de mídia, por exemplo, o veículo se obriga a transferir para o comprador o direito relativo ao tempo e ao espaço necessários e suficientes para a veiculação da mensagem, mediante uma remuneração, consubstanciando-se assim numa obrigação de dar, o que é diferente do serviço, que tem supedâneo numa obrigação de fazer.

3 O ensinamento de MARÇAL JUSTEN FILHO corrobora esse raciocínio: compra é instrumento por excelência de criação de obrigação de dar, enquanto as obras e serviços produzem obrigação de fazer. 1 Na execução dos serviços de publicidade, a agência precisa comprar tempo e espaço na mídia para veiculação da mensagem produzida. Por sua vez, consideram-se atividades inerentes ou complementares, para os efeitos desta análise, todos os serviços e compras indispensáveis à materialização de uma campanha ou ação publicitária, efetivados pela agência de propaganda por ordem e conta do anunciante. Os tipos de contratação das agências de propaganda, demonstrados nesta Nota Técnica, são todas as modalidades de contratos passíveis de serem celebrados por ela, diretamente ou sob sua responsabilidade, por ordem e conta do anunciante, para a efetiva e eficiente concretização de uma ação ou campanha publicitária. Para os efeitos desta Nota Técnica, as contratações de detentores de direitos autorais abrangem toda a prestação de serviços de artistas, intérpretes ou executantes e todos os contratos que envolvam eventuais participantes em obra coletiva, inclusive na concessão de imagem e som de voz e nas eventuais cessões de direitos patrimoniais. Esses conceitos preliminares são essenciais para o estudo dos termos que possam denotar a idéia da transferência parcial do objeto dos contratos dos serviços de publicidade para ser executado por outra agência, que assumiria a posição da contratada, o que parece impróprio, por não se verificar tal ocorrência nessa peculiar modalidade de contratação, em face dos fundamentos jurídicos a seguir expostos. Por razões meramente metodológicas, as referências ao Contrato 02/2008, que deu origem a esta Nota Técnica, limitaram-se ao indispensável. No mais, o estudo refere-se, de modo geral, aos contratos de serviços de publicidade firmados entre órgãos e entidades do Poder Executivo Federal e agências de propaganda, dada a similaridade de suas cláusulas e dispositivos no tocante aos aspectos aqui abordados. Por essa razão, as contratadas e os contratantes são aqui intitulados também como agências e anunciantes. 3 Da Fundamentação Jurídica 3.1. Da inexistência da subcontratação nos serviços de publicidade. Contratações de serviços de fornecedores, de detentores de direitos autorais e de compra de mídia inerentes ou complementares, indispensáveis à materialização da obra publicitária 3 Os termos subcontratação, contratação de terceiros e seus correlatos, que denotam a idéia de terceirização, consistente na transferência parcial do objeto do contrato dos serviços de publicidade para execução por outra agência de propaganda, são interpretados com base nos arts. 72 e 78, inciso VI, da Lei nº 8.666/93, verbis: Art. 72. O contratado, na execução do contrato, sem prejuízo das responsabilidades contratuais e legais, poderá subcontratar partes da obra, serviço ou fornecimento, até o limite admitido, em cada caso, pela Administração. (grifo nosso) (...) Art. 78. Constituem motivo para rescisão do contrato: (...) 1 Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos, Dialética, 10ª edição, 2004, p. 100.

4 4 VI - a subcontratação total ou parcial do seu objeto, a associação do contratado com outrem, a cessão ou transferência, total ou parcial, bem como a fusão, cisão ou incorporação, não admitidas no edital e no contrato; Da leitura desses dispositivos, conclui-se que a subcontratação consiste na transferência parcial do objeto do contrato para ser executado por um terceiro, que assumiria a posição da contratada na execução de parte do contrato. Ocorre que a execução dos serviços de publicidade é da responsabilidade da agência de propaganda contratada, por força de determinação legal, razão por que o objeto dos contratos de publicidade tem natureza institucional 2, porquanto está regulado no art. 3º da Lei nº 4.680/65, que trata das atividades da agência de propaganda com o fim de materializar uma obra ou uma campanha publicitária, nos seguintes termos (grifo nosso): Art. 3º A Agência de Propaganda é pessoa jurídica especializada na arte e técnica publicitária, que, através de especialistas, estuda, concebe, executa e distribui propaganda aos veículos de divulgação, por ordem e conta de clientes anunciantes, com o objetivo de promover a venda de produtos e serviços, difundir idéias ou informar o público a respeito de organizações ou instituições colocadas a serviço desse mesmo público. Dessa forma, por força de imposição legal, os serviços de publicidade objeto dos contratos firmados com as agências de propaganda são intrinsecamente vinculados ao estudo, à concepção, à criação, à execução interna, à intermediação e à supervisão da execução externa, bem assim à distribuição da propaganda aos veículos, que se constituem em arte e técnica publicitária a serem implementadas exclusivamente pela agência, que recorre, para isso, em maior ou menor grau, a especialistas (adequação dos meios aos fins), tudo por ordem e conta dos anunciantes, seja ele o Poder Público ou uma empresa privada. Nesse sentido, verifica-se de imediato que não há subcontratação nos contratos dos serviços de publicidade, nos termos do dispositivo legal citado, uma vez que a obra publicitária deve ser executada integralmente pela agência de propaganda, com o auxílio de pessoas físicas ou jurídicas especializadas, tendo em vista o alto grau de sua complexidade e peculiaridade, por se tratar de obra coletiva. Não se pode intitular de terceiros essas pessoas que participam individualmente na execução da obra publicitária, até porque os autores, atores, diretores, produtores, artistas, intérpretes, modelos ou executantes são, em conjunto, detentores de direitos autorais, tanto na qualidade de autores como de participantes individuais na obra coletiva, por se tratar de direito fundamental previsto nos incisos XXVII e XXVIII do art. 5º da Constituição Federal: XXVII - aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar; XXVIII - são assegurados, nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas, inclusive nas atividades desportivas; A participação individual em obra coletiva está regulada no art. 17 da Lei nº 9.610/98 (LDA), ao estabelecer o seguinte: 2 No sentido de apresentar características de uma instituição estabelecida em lei e materializada pela existência de comportamentos uniformes dos membros de uma comunidade, em função de uma gênese e objetivos comuns, mas compatibilizados normativamente, de modo a configurar uma organização social definida por normas jurídicas. (Enciclopédia Saraiva do Direito).

5 5 Art. 17. É assegurada a proteção às participações individuais em obras coletivas. 1º Qualquer dos participantes, no exercício de seus direitos morais, poderá proibir que se indique ou anuncie seu nome na obra coletiva, sem prejuízo do direito de haver a remuneração contratada. 2º Cabe ao organizador a titularidade dos direitos patrimoniais sobre o conjunto da obra coletiva. 3º O contrato com o organizador especificará a contribuição do participante, o prazo para entrega ou realização, a remuneração e demais condições para sua execução. O caráter coletivo da obra publicitária demonstra a impraticabilidade da subcontratação de parte dessa obra, já que ela se constitui num todo indivisível, por força do art. 3º da Lei nº 4.680/65, ao determinar as funções da agência de propaganda na execução dos serviços de publicidade, que consiste na adequação dos meios aos fins, em homenagem aos princípios da razoabilidade e em busca da eficiência dos serviços. Cita-se como exemplo um filme publicitário, que se constitui em obra coletiva, para os fins de direitos autorais, nos termos do art. 5º, VIII, h, da Lei nº 9.610/98, verbis: Art. 5º Para os efeitos desta Lei, considera-se: VIII - obra: h) coletiva - a criada por iniciativa, organização e responsabilidade de uma pessoa física ou jurídica, que a publica sob seu nome ou marca e que é constituída pela participação de diferentes autores, cujas contribuições se fundem numa criação autônoma; (grifo nosso) Nesse sentido, verifica-se que a LDA corrobora o disposto no art. 3º da Lei 4.680/65, já que os diferentes autores participantes na obra publicitária, cujas contribuições se fundam numa criação autônoma, são constituídos de especialistas com o auxílio dos quais as agências de propaganda executam e distribuem propaganda aos veículos de divulgação, na qualidade de organizadoras da obra coletiva. Por ser obra coletiva, o processo de criação e execução da peça publicitária é complexo, já que não é exclusivo das agências como titular da obra, porquanto os autores, diretores, produtores e demais executores de peças audiovisuais participam também da criação e execução em cada contexto singular de sua atuação, motivo pelo qual lhes são atribuídos direitos autorais pela participação em obra coletiva. Dessa forma, quem faz parte de obra coletiva, por força de disposição legal, não pode ser considerado terceiro subcontratado na execução do contrato que culminou com essa obra. O Glossário da Organização Mundial de Propriedade Intelectual define o que é um autor de obra coletiva e trata dos direitos de autor sobre cada contribuição: é autor de obra coletiva a pessoa que estabelece a finalidade da obra, seleciona e coordena as contribuições de diversos autores, sem prejuízo do direito de autor sobre cada contribuição. 3 Em decorrência disso, como autora do projeto inicial, a obra publicitária pertence originariamente à agência de publicidade, por esta idealizar a campanha publicitária, selecionando para cada produto um tipo de obra: os desenhos, a frase para a campanha, o jingle, entre outras contribuições, unindo em uma só obra diversos trabalhos distintos, mediante um processo de organização destes. 4 3 Citado por ANTÔNIO CARLOS MORATO, in Direito de Autor em Obra Coletiva, Saraiva, 2007, p ANTÔNIO CARLOS MORATO, obra citada.

6 6 Portanto, a definição da obra publicitária como obra coletiva, ou conjunto de obras coletivas, demonstra claramente que, em face da ordem jurídica vigente, não se cogita da terceirização dos serviços que culminam em uma peça publicitária, porque não se pode separar a parte do todo sem que se descaracterize a obra. Dada a complexidade da obra publicitária e em face da necessidade de imprimir-lhe eficiência, eficácia e efetividade, pode haver contratação de fornecedores de serviços especializados indispensáveis à materialização da concepção e criação de campanhas, de peças e materiais publicitários, que jamais poderiam ser intitulados de terceiros, pela impraticabilidade de suas atividades serem executadas separadamente de outras ações integrantes de um mesmo esforço publicitário, sob pena de redundar em perda da qualidade dos serviços, conforme ensina o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União: Na contratação de serviços publicitários, todavia, essa divisão do objeto não seria recomendável, eis que o resultado final do trabalho de comunicação depende de uma perfeita conexão entre as fases de criação e de produção final das peças. Sendo assim, somente as empresas que participaram do processo criativo teriam condições de melhor garantir a excelência do produto final, sob pena de se admitir a interferência de um terceiro alheio à idealização que poderia desvirtuar a própria idéia concebida. 5 (grifo nosso) Nesse sentido, a subcontratação de parte do objeto da obra publicitária estaria condicionada à separação do objeto do contrato, o que se revela impraticável nos contratos de serviços publicitários sob pena de inviabilizar a própria obra, uma vez que, na prática, o planejamento publicitário e o trabalho criativo provocam uma sincronia entre as ações de determinado esforço publicitário que as tornam sinérgicas, por serem tarefas conexas que se desenvolvem de forma encadeada ou, algumas vezes, simultânea. Isso faz com que se tornem indivisíveis e insuscetíveis de terceirização, mediante subcontratação, as atividades inerentes ou complementares realizadas nas diversas fases de execução de uma ação ou de um conjunto de ações publicitárias, tais como: planejamento, estudo, concepção e criação, pesquisa de pré-teste, produção, veiculação, exposição ou exibição, pesquisa de pós-teste, elaboração de marcas, de expressões de propaganda, de logotipos e de outros elementos de comunicação visual, até porque muitas vezes é necessário a interferência do trabalho de criação sobre o de mídia e vice-versa, por isso, é preciso haver uma grande integração entre essas duas tarefas. 6 Frise-se que a subcontratação, como um dos instrumentos da terceirização, consiste na transferência de parte do objeto do contrato para ser executado por terceiro, estranho à relação subjetiva contratual, que assumiria a posição parcial do contratado na relação contratual, sem que este se desvincule da responsabilidade perante o contratante, conforme ensina o Professor MARÇAL JUSTEN FILHO, verbis: Na subcontratação, aquele que assumiu o dever de realizar certa prestação contratual realiza outro contrato com terceiro, cujo objeto é a execução parcial do primeiro contrato. A grande peculiaridade está em que o subcontratante mantém a posição contratual original, com todas as suas características. (...).Diante do contratante, tudo se passa tal como se a subcontratação não tivesse ocorrido: para todos os efeitos, as atividades desenvolvidas pelo subcontratado são juridicamente atribuídas ao subcontratante. 5 Parecer Ministério Público Junto ao TCU Relatório de Auditoria - Acórdão nº 2062/2006-TCU Plenário. 6 RAFAEL SAMPAIO, in Propaganda de A a Z, Editora Campus, 3ª edição, 2003, p. 36.

7 7 Não há contrato típico, denominável de subcontrato. A expressão subcontratação indica simplesmente que os deveres jurídicos derivados de um contrato A são objeto de novo contrato ( B ), por via do qual uma das partes atribui a outrem a execução da prestação devida em virtude daquele. 7 Conforme restou demonstrado acima, essa situação não se verifica na execução dos contratos de publicidade, porque a agência que assumiu o dever de realizar certa prestação contratual, mediante o devido processo legal licitatório, jamais poderia realizar um subcontrato com outra agência de propaganda em que o objeto consistiria na execução parcial do primeiro contrato. Na verdade, as atividades inerentes ou complementares a uma ação publicitária produção, pesquisas de pré-teste e pós-teste, elaboração de marcas, de expressões de propaganda, de logotipos, veiculação, exposição ou exibição somente serão efetivadas por ordem e conta do anunciante, de forma que tudo se passa mediante sua efetiva participação. Assim, nos contratos de serviços de publicidade também não se verifica o citado antes (... Diante do contratante, tudo se passa tal como se a subcontratação não tivesse ocorrido... ), uma vez que o anunciante fica ciente e precisa aprovar todos os serviços especializados encomendados pela agência a fornecedores, bem assim todos os espaços e tempos a serem comprados dos veículos de divulgação. O caráter inerente ou complementar dos executantes da obra publicitária afasta a idéia de transferência do objeto do contrato para ser executado por terceiro, que assumiria a posição da agência de propaganda na execução parcial do contrato. Deveras, a execução dos contratos de publicidade não se coaduna com a assertiva de substituição da agência de propaganda contratada, mediante processo licitatório específico, por outra agência de propaganda, que passaria a executar parte do objeto daquele contrato. Saliente-se que as funções e responsabilidades da agência, antes de serem contratuais, são institucionais, por decorrerem de lei, já que a ela compete a tarefa de criar, organizar a execução da obra publicitária e fazer sua divulgação, com a participação de pessoas físicas ou jurídicas especializadas que se constituem em diferentes autores e cujas contribuições se fundem numa criação autônoma, nos termos da definição de obra coletiva do ordenamento jurídico vigente. Nesse caso, quando uma produtora acerta a produção de um filme com a agência, ou o veículo acerta a sua veiculação, ou ainda qualquer pessoa física ou jurídica especializada na arte e técnica publicitária executa atividade inerente ou complementar à obra publicitária, elas não executam nenhum dos itens objeto do contrato e nem assumem nele a posição da agência, nos termos da Cláusula Primeira do Contrato nº 02/2008: CLÁUSULA PRIMEIRA - OBJETO 1.1 O presente Contrato tem por objeto a prestação de serviços de publicidade para a CONTRATANTE, conforme especificações abaixo: a) estudo, concepção, criação, execução interna, supervisão da execução externa e distribuição de campanhas, peças e materiais publicitários; 7 TEORIA GERAL DAS CONCESSÕES DE SERVIÇO PÚBLICO, Dialética, 2003, p. 133/134.

8 8 b) pesquisas de pré-teste e pós-teste vinculadas à concepção e criação de campanhas, peças e materiais publicitários; c) elaboração de marcas, de expressões de propaganda, de logotipos e de outros elementos de comunicação visual. Vê-se que não há nenhum serviço vinculado à execução de obra ou ação publicitária previstos como obrigação da contratada que possa ser objeto de subcontratação mediante sua transferência para execução por outra agência de propaganda, razão por que não se pode falar de subcontratação. Não há subcontratação porque as atividades inerentes ou complementares indispensáveis à materialização de uma ação publicitária são altamente especializadas e ligadas à campanha. Por esse motivo, essas atividades são reguladas por leis e por normas do contrato, cabendo à agência de propaganda a contratação delas no mercado, por ordem e conta do anunciante, para a viabilização do objeto do contrato de forma eficiente e econômica, primando-se pela eficácia e efetividade da campanha ou ação publicitária, conforme se conclui pela interpretação sistemática do contrato em análise, em sintonia com as disposições da Lei nº 4.680/65, combinadas com as normas de direitos autorais vigentes. Esse entendimento é corroborado pelas diferentes definições de subcontrato e de subcontratação postas nos dicionários jurídicos e nas doutrinas a seguir transcritas: Subcontratação Relação jurídica derivada da transferência que uma das partes faz a terceiro de sua posição no contrato básico, sem desse se desvincular, e mediante novo instrumento. Diz-se também contrato derivado. A forma mais comum é a sublocação. 8 Subcontrato Contrato derivado de outro anterior, a cujas condições está subordinado, e que transfere algumas das obrigações ou direitos previstos no contrato original. 9 Subcontrato Transferência que uma das partes faz a terceiro de sua posição no contrato básico, do qual, todavia, não se desvincula, continuando responsável perante a outra. Não se confunde com o contrato cedido, pois neste um dos contratantes perde tal qualidade ao ser substituído, em direitos e deveres. Como exemplo do primeiro caso temos a sublocação e do segundo, a cessão de direitos. 10 Alguns contratos são denominados derivados ou subcontratos, por também dependerem ou derivarem de outros. Contratos derivados são os que têm por objeto direitos estabelecidos em outro contrato, denominado básico ou principal. Entre os principais subcontratos destacam-se a sublocação, a subempreitada e a subconcessão. Esses contratos têm em comum com os acessórios o fato de que ambos são dependentes de outro. Diferem, porém, pela circunstância de o derivado participar da própria natureza do direito versado no contrato-base. Nessa espécie de avença, um dos contratantes transfere a terceiro, sem se desvincular, a utilidade correspondente à sua posição contratual. O locatário, por exemplo, transfere a terceiro os direitos que lhe assistem, mediante a sublocação. O contrato de locação não se extingue. E os direitos do sublocatário terão a mesma extensão dos direitos do locatário, que continua vinculado ao locador. O subcontrato também se distingue da cessão da posição contratual, na qual o contratado básico persiste em sua integridade, mas com novo titular, o cessionário. No contrato derivado, no entanto, surge uma nova relação contratual, sem alteração da primeira, havendo apenas um dos sujeitos que é titular de ambos os contratos Dicionário Jurídico da Academia Brasileira de Letras Jurídicas, 2ª edição, Forense Universitária, Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, Editora Objetiva, 1ª edição Rio de Janeiro Dicionário Jurídico Acquaviva, MARCOS CLÁUDIO ACQUAVIVA, Editora Rideel. 11 CARLOS ROBERTO GONÇALVES, Direito Civil Brasileiro, Editora Saraiva, 5ª edição, 2008, p. 83.

9 Em sintonia com essas definições, na clássica interpretação do direito civil, o Professor ORLANDO GOMES ensina o seguinte: Verifica-se a subcontratação quando um dos contratantes transfere a terceiro, sem se desvincular, a utilidade correspondente à sua posição no contrato. A função prática do subcontrato é ser o recurso técnico que proporciona o gozo, por terceiro, das utilidades de um contrato, mediante a realização de novo contrato do qual não participa o outro contratante, e por forma que não acarrete a extinção do contrato de que deriva. (...) Tal situação se torna mais clara por exemplificação: designem-se pelas letras A e B as partes do contrato principal; o contratante B subcontrata com C; duas relações contratuais passam a subsistir: a relação A-B e a B-C; a parte B figura em ambas, o contratante A é estranho à relação B-C, e o contratante C, à relação A-B; assim, o contratante C é terceiro em relação ao contratante A. 12 Essa situação não ocorre na relação que se estabelece entre a agência e seus fornecedores na execução do contrato de publicidade, uma vez que não há transferência de parte do objeto do contrato a outra agência de propaganda, até porque os fornecedores de serviços especializados, os veículos de divulgação e os detentores de direitos autorais nunca assumem a posição da agência na execução dos contratos celebrados com o anunciante. Nesse caso, não há subcontratação, já que os fornecedores de serviços especializados à agência são contratados para executar atividades específicas, inerentes ou complementares a uma ação ou campanha publicitária, consistentes na materialização da idéia criativa desenvolvida originariamente pela agência, sendo supervisionadas por esta no decorrer de sua implementação. A contratação desses fornecedores tem o escopo de efetivar a idéia criativa desenvolvida pela agência, constituindo-se como atividades inerentes ou complementares, indispensáveis à efetivação de uma campanha publicitária. Por isso, esses fornecedores não podem ser considerados como terceiros na relação contratual que a agência estabelece com o anunciante, uma vez que aqueles não assumem nenhuma das obrigações ou direitos decorrentes do contrato firmado entre agência e anunciante. Nesse caso, não se caracteriza o fenômeno econômico da terceirização, já que não há a figura de terceiro propriamente dito, assumindo uma posição no contrato. Frise-se que a terceirização, espécie do gênero contratação de terceiros, somente ocorre quando se opera a transferência parcial (subcontratação) ou total (cessão) do objeto do contrato a terceiro, conforme ensina a doutrina: Juridicamente, terceirização identifica-se pela conjugação de dois pontos característicos. O sujeito mantém perante a clientela a responsabilidade jurídica pela prestação atribuída a outrem (que não se integra em sua estrutura empresarial) o dever de realizar parte das atividades que caracterizam como dever jurídico seu. Esse esquema corresponde basicamente à subcontratação. 13 Logo, terceirização fenômeno econômico pode produzir-se por inúmeras vias jurídicas. Há grande quantidade de contratos que se prestam a tanto (locação de serviços, transportes etc.) ORLANDO GOMES, Contratos. Atualização: EDVALDO BRITO, Editora Forense, 26ª ed., p. 169/ MARÇAL JUSTEN FILHO, Teoria Geral das Concessões de Serviço Público, Dialética, 2003, p MARÇAL JUSTEN FILHO, obra citada, p. 135.

10 10 Terceirização (1) forma de organização estrutural que permite a uma empresa transferir a outra suas atividades-meio, proporcionando maior disponibilidade de recursos para sua atividade-fim, reduzindo a estrutura operacional, diminuindo os custos, economizando recursos e desburocratizando a administração. (2) p. met -. Contratação de terceiros, por parte de uma empresa, para realização de atividades, geralmente não essenciais, visando à racionalização de custos, à economia de recursos e à desburocratização administrativa. 15 Dessa forma, genericamente considerado, verifica-se que, das contratações que poderiam ser efetivadas pela agência, emergiriam as seguintes modalidades: a) terceirização, que tem como instrumento: a1) subcontratação, que consiste na transferência parcial do objeto do contrato a terceiro ; a2) cessão do contrato, que consiste na transferência total do objeto do contrato a terceiro; e a3) outros instrumentos; b) contratação de fornecedores de serviços especializados à agência, sem transferência do objeto do contrato, c) contratação de detentores de direitos autorais; d) contratação de compra de mídia. O quadro-resumo abaixo possibilita melhor visualização da questão: QUADRO-RESUMO Tipos de contratações das agências de propaganda Modalidades/Conceitos Instrumentos/Conceitos Subcontratação: transfere parte do Terceirização: transferência objeto do contrato. total ou parcial do objeto do Cessão: transfere todo o objeto do contrato para ser executado por contrato. outra agência. Outros instrumentos. Contratação de fornecedores de serviços especializados. Contratação de detentores de direitos autorais. Contratação de compras de mídia. Contratos (produção de peças e materiais publicitários). Realizados por conta e ordem do anunciante. Contratos (celebrados com participantes em obra coletiva, detentores de direitos autorais). Realizados por conta e ordem do anunciante. Contratos (instrumento dispensável - substituição pelo pedido de inserção). Realizados por conta e ordem do anunciante. Ocorrência em contratos de publicidade Não Não Não Sim Sim Sim 15 Dicionário HOUAISS da Língua Portuguesa, Editora Objetiva, (verbete específico).

11 Saliente-se que a modalidade terceirização foi incluída no quadro acima somente com a finalidade de demonstrar que ela não se aplica aos contratos dos serviços de publicidade, firmados pelos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal. Portanto, no âmbito da execução dos contratos dos serviços de publicidade, a agência não pratica a terceirização. O que ocorre de fato e de direito é a realização de contratações de fornecedores, genericamente considerados, com o fim de implementar as atividades inerentes ou complementares à efetiva execução dos serviços contratados, já que em momento algum se verifica a transferência total ou parcial do objeto do contrato a outra agência de propaganda Da posição do TCU O uso indevido do termo subcontratação nos contratos dos serviços de publicidade da Administração Pública revela-se antigo, como pode ser constatado com o exame de contratos firmados desde 1994, tanto no âmbito da administração direta como indireta, e estende-se ao termo terceiro e às expressões contratação de terceiros e serviços de terceiros. Entretanto, pode-se ver que recentemente o TCU vem adotando outra conceituação em relação aos fornecedores de serviços especializados à agência na execução dos contratos de publicidade, uma vez que tem evitado a utilização do termo subcontratação, conforme o Acórdão nº 79/ Plenário, item 9.15: determinar à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República que oriente os integrantes do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal, para que, no âmbito dos contratos firmados com agências de publicidade, exijam das agências, previamente à aprovação de contratações de terceiros, orçamentos originais, em papel timbrado, com identificação completa da empresa (nome, CNPJ, endereço, telefone, entre outros dados), bem como identificação completa e assinatura do responsável, entre outros itens, (...); (grifo nosso) Em lugar de subcontratação, o TCU passou a utilizar a expressão contratações de terceiros, mais consentânea com os tipos de contratação realizadas pelas agências de propaganda. Essa posição do TCU está implicitamente presente nos fundamentos que levaram à edição do Acórdão nº 2062/2006 TCU Plenário, em que restou vedada a inclusão de objetos múltiplos nos contratos dos serviços de publicidade (patrocínio, promoção, realização de eventos, etc.), única situação jurídica que possibilitaria efetivar eventual subcontratação. Dessa forma, os trabalhos especializados necessários à materialização de campanhas, peças e materiais publicitários devem ser caracterizados como atividades inerentes ou complementares indispensáveis à concretização da ação publicitária, concebida e criada pela agência, insuscetíveis de serem terceirizadas mediante subcontratação. Esse raciocínio alinha-se com o entendimento do Ministério Público perante o TCU no Parecer que sustentou a prolação do Acórdão nº 2062/2006, com o seguinte teor (grifo nosso): Em que pesem os argumentos expendidos pela equipe de auditoria, não se mostra a melhor solução para a questão em tela a proposta de que seriam licitados e contratados separadamente os serviços de reprodução e veiculação daqueles de concepção/criação de ações publicitárias, plano de mídia, produção de vídeo, pesquisas (pré e pós-testes) vinculadas à concepção das campanhas.

12 12 Tem-se que a desvinculação proposta entre agências de publicidade e os fornecedores dos demais serviços, como os de reprodução e veiculação, poderia acarretar, na prática, uma perda de qualidade dos trabalhos e poderia prejudicar o tempo de produção das campanhas idealizadas, podendo tornar intempestivas as ações de publicidade do Governo. Ademais, a imposição de licitações em separado importaria a realização de diversos certames de menor porte, o que contraria o princípio da eficiência e provoca protelação de prazos, eis que os trabalhos já criados teriam de esperar o desfecho de licitações posteriores para atingir a produção final. Da mesma forma, não se mostra viável a promoção de grandes licitações para a execução dos serviços rotineiros decorrentes da criação, incluindo as necessidades de várias campanhas, conforme sugerido pela equipe de auditoria (fl. 232), pois somente a própria agência criadora teria condições de avaliar o fiel atingimento do resultado pretendido em cada campanha, eis que essa tarefa demanda profunda especialização técnica, e de melhor selecionar o fornecedor mais apropriado em cada segmento (veiculação, produção de vídeo, reprodução etc.). Assim, por exemplo, cada gráfica e cada produtora de vídeo tem maior especialização em determinado tipo de serviço, sendo a agência criadora a mais capacitada para selecionar aquela que melhor atenderia à demanda específica de cada campanha. Demais disso, o vínculo formado entre criador e produtor permite a fiscalização e o acompanhamento de cada fase da produção, garantindo mais fidelidade à idéia original, e, em conseqüência, maior qualidade do resultado final. Destarte, a promoção de licitações distintas, como proposto, poderia implicar prejuízo para o conjunto, o que seria incompatível com o princípio da eficiência que deve nortear a Administração Pública. Nessa linha de raciocínio, está implícito que o TCU afastou as possibilidades de subcontratação dos serviços de publicidade objeto do contrato paradigma, ao vedar a subcontratação de serviços afetos à criação/concepção das ações publicitárias, conforme constou do subitem do Acórdão nº 2062/2006 e que obrigou a inclusão da mesma vedação no subitem do Contrato nº 02/2008. Esse mesmo conjunto de argumentos serve de arrimo para demonstrar que os serviços objeto daquele Contrato, incluídos os de pesquisas de pré-teste e pós-teste vinculados a uma campanha, a elaboração de marcas, de expressões de propaganda, de logotipos e de outros elementos de comunicação visual, concepção e criação de campanhas, peças e materiais publicitários, são insuscetíveis de subcontratação, considerado o conceito doutrinário desse termo Da atuação e interação do veículo de divulgação na ação publicitária Conceitos Muitas vezes, os termos meio, veículo e mídia são tratados como sinônimos em artigos, especializados ou não, em dicionários, glossários e livros didáticos e até em textos legais, em decorrência da existência de ancestrais latinos comuns: medium (meio, veículo) e seu plural media (meios). Para o correto entendimento das abordagens a serem feitas, mais adiante, especialmente no art. 14 da Lei nº 6.533/78, serão adotados nesta Nota Técnica os seguintes conceitos: compra de mídia: compra de tempos ou espaços em veículos de comunicação para a veiculação de mensagens; departamento de mídia: área especializada nas técnicas relacionadas a meios e veículos;

13 13 meio: a TV, o rádio, a revista, etc.; mídia: conjunto dos meios ou dos veículos; pedido de inserção: documento por meio do qual a agência de propaganda contrata a compra de mídia; plano de mídia: estratégias e táticas a serem adotadas em relação aos meios e veículos para se atingir determinado objetivo; veiculação: inserção de mensagens publicitárias em televisão, rádio, revistas, jornais, internet, etc. veículo: o canal x, a rádio y, a revista z; Relação jurídica institucional, além de contratual A ordem jurídica estabelece diferença essencial entre a produção de uma obra publicitária e a sua veiculação. Na veiculação, a relação jurídica existente entre a agência de propaganda, o anunciante e o veículo de divulgação apresenta inúmeras peculiaridades a seguir demonstradas, além de se revelar como institucional, já que está regulada por Lei e por normas da regulação do mercado publicitário, nos termos dos arts. 3º, 4º, 11 e 13 da Lei nº 4.680/65, nos seguintes termos: Art 3º A Agência de Propaganda é pessoa jurídica especializada na arte e técnica publicitária, que, através de especialistas, estuda, concebe, executa e distribui propaganda aos veículos de divulgação, por ordem e conta de clientes anunciantes, com o objetivo de promover a venda de produtos e serviços, difundir idéias ou informar o público a respeito de organizações ou instituições colocadas a serviço desse mesmo público. (grifo nosso) Art 4º São veículos de divulgação, para os efeitos desta Lei, quaisquer meios de comunicação visual ou auditiva capazes de transmitir mensagens de propaganda ao público, desde que reconhecidos pelas entidades e órgãos de classe, assim considerados as associações civis locais e regionais de propaganda bem como os sindicatos de publicitários. Art 11. A comissão, que constitui a remuneração dos Agenciadores de Propaganda, bem como o desconto devido às Agências de Propaganda serão fixados pelos veículos de divulgação sobre os preços estabelecidos em tabela. Parágrafo único. Não será concedida nenhuma comissão ou desconto sobre a propaganda encaminhada diretamente aos veículos de divulgação por qualquer pessoa física ou jurídica que não se enquadre na classificação de Agenciador de Propaganda ou Agências de Propaganda, como definidos na presente Lei. Art 13. Os veículos de divulgação poderão manter a seu serviço Representantes (Contatos) junto a anunciantes e Agências de Propaganda, mediante remuneração fixa. Nesse mesmo sentido, como reforço do entendimento de ser também institucional a relação jurídica estabelecida entre o anunciante, o veículo de divulgação e a agência de propaganda, citam-se os arts. 10, 11 e 13 a 16 do Decreto nº /66: Art 10. Veículo de Divulgação, para os efeitos deste Regulamento, é qualquer meio de divulgação visual, auditiva ou áudio-visual, capaz de transmitir mensagens de propaganda ao público, desde que reconhecido pelas entidades sindicais ou associações civis representativas de classe, legalmente registradas.

14 14 Art 11. O Veículo de Divulgação fixará, em Tabela, a comissão devida aos Agenciadores, bem como o desconto atribuído às Agências de Propaganda. Art 13. O Veículo de Divulgação poderá manter a seu serviço Representantes ("Contatos") junto aos Anunciantes e Agências de Propaganda, mediante contrato de trabalho. Parágrafo único. A função de Representante só poderá ser exercida por Agenciador de Propaganda, sem prejuízo do pagamento das comissões a este devidas, se assim convier às partes. Art 14. O preço dos serviços prestados pelo Veículo de Divulgação será por este fixado em Tabela pública, aplicável a todos os compradores, em igualdade de condições, incumbindo ao Veículo respeitá-la e fazer com que seja respeitada por seus Representantes. Art 15. O faturamento da divulgação será feito em nome do Anunciante, devendo o Veículo de Divulgação remetê-lo à Agência responsável pala propaganda. Art 16. O Veículo de Divulgação ficará obrigado, perante o Anunciante, a divulgar a matéria autorizada, no espaço ou no tempo contratado, de acordo com as especificações estabelecidas, não podendo o Anunciante, em qualquer caso, pretender influir na liberdade de sua opinião editorial. Isso demonstra que, na fase da execução do contrato firmado com o anunciante, não cabe à agência escolher os veículos que ela julgar mais adequados, dado que as decisões sobre meios e veículos são tomadas pelo anunciante, mediante o indispensável trabalho da agência, com base em critérios técnicos que primam pela economicidade, eficiência, eficácia e efetividade da campanha planejada, já que todo o procedimento opera-se por conta e ordem do anunciante, conforme determinação legal. Aliás, a seleção prévia dos meios nos quais será veiculada a mensagem publicitária constitui obrigação legal, para garantir a remuneração dos direitos autorais de eventuais artistas, intérpretes ou executantes como participantes individuais na peça publicitária, conforme determina o art. 14 da Lei nº 6.533/78, que regula a profissão de artistas e técnicos em diversão pública, nos seguintes termos (grifo nosso): Art Nas mensagens publicitárias, feitas para cinema, televisão ou para serem divulgadas por outros veículos, constará do contrato de trabalho, obrigatoriamente: 16 I - o nome do produtor, do anunciante e, se houver, da agência de publicidade para quem a mensagem é produzida; II - o tempo de exploração comercial da mensagem; III - o produto a ser promovido; IV - os veículos através dos quais a mensagem será exibida; V - as praças onde a mensagem será veiculada; VI - o tempo de duração da mensagem e suas características. Dessa forma, antes da produção da mensagem publicitária, impõe-se a necessidade de se conhecer em que meios a mensagem será exibida, a área geográfica a ser atingida e por quanto tempo, como garantia para atender direito fundamental, já que somente com a prévia seleção dos meios é que se revela possível o cálculo dos direitos autorais de eventuais participantes na obra publicitária. 16 Esse comando e seu inciso IV fazem referência ao cinema e à televisão como veículos, mas para efeito desta Nota Técnica serão considerados como meios.

15 15 Assim, a atuação e a interação do veículo de divulgação com a mensagem publicitária emergem como atividades inerentes ou complementares de cada campanha, porque o serviço de publicidade somente se materializa em conformidade com os princípios da economicidade e da eficiência mediante a divulgação nos meios e veículos adequados para cada ação ou campanha. Por isso, o veículo nunca pode ser considerado como terceiro estranho na materialização dos serviços de publicidade e que iria substituir a agência na execução de parte do objeto contratual. Daí a impropriedade de se falar em subcontratação de veículo. Em face das peculiaridades e da complexidade das compras de mídia no mercado publicitário é que o art. 11 da Estrutura Regimental da SECOM, aprovada pelo Decreto nº 6.377/08, busca a excelência dessa atividade técnica, ao determinar as competências específicas do seu Departamento de Mídia, verbis: Art. 11. Ao Departamento de Mídia compete: I - coordenar as negociações de mídia junto aos veículos de divulgação e adotar medidas para otimizar os investimentos em mídia dos órgãos e entidades integrantes do SICOM; II - gerenciar o planejamento e a execução de mídia das ações executadas pela Secretaria de Comunicação Social; III - monitorar dados relativos aos investimentos em mídia, realizados pelos órgãos e entidades integrantes do SICOM; IV - analisar e aprovar os planos de mídia dos órgãos e entidades integrantes do SICOM; V - elaborar análises e pareceres técnicos sobre os investimentos em mídia referentes a ações executadas pela Secretaria de Comunicação Social e pelos demais órgãos e entidades integrantes do SICOM; VI - coordenar o atendimento aos veículos de comunicação; VII - coletar, analisar e catalogar dados sobre os veículos de comunicação, observando perfil, audiência e tabela de preços; e VIII - exercer outras atribuições designadas pelo Secretário de Comunicação Integrada. Portanto, a SECOM, como órgão central do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal (SICOM), por meio de seu Departamento de Mídia, coordena as negociações de mídia, adota medidas para otimizar os investimentos em mídia, analisa e aprova planos de mídia dos órgãos e entidades integrantes do SICOM, coleta, analisa e cataloga dados sobre investimentos em mídia, entre outras atribuições, com o fim de assegurar a melhoria contínua das atividades de compra de mídia do Poder Executivo Federal. Dessa forma, sobra pouco para o contrato regular as relações estabelecidas entre anunciante, agência e veículo, razão por que os termos terceiros, subcontratação e serviços de terceiros previstos no Contrato nº 02/2008 e nos contratos dos serviços de publicidade em geral também não se aplicam à veiculação da mensagem. Por tudo isso, não possui natureza jurídica de subcontratação a relação que se estabelece entre a agência de propaganda e os veículos na divulgação de uma campanha publicitária, por se tratar da contratação de compra de mídia, por meio do pedido de inserção, decorrente do plano de mídia, no qual são definidos com precisão: o público-alvo da ação, o veículo, o horário, o programa (quando for o caso) e o tempo de veiculação, entre outros aspectos técnicos da campanha.

16 Faturamento dos serviços de fornecedores e da compra de mídia Conforme ficou demonstrado acima, a relação que a agência de propaganda estabelece com os particulares, para realizar as atividades inerentes ou complementares, indispensáveis à materialização de uma ação publicitária, não caracteriza o fenômeno da terceirização, efetivada pelo instrumento de subcontratação, já que ela atua por ordem e conta do anunciante. Em razão dessa atuação, o faturamento da divulgação deve ser feito em nome do anunciante, nos termos do art. 15, do Decreto nº /66: Art 15. O faturamento da divulgação será feito em nome do Anunciante, devendo o Veículo de Divulgação remetê-lo à Agência responsável pela propaganda. Essa determinação estende-se, por analogia, a todos os fornecedores de serviços especializados, em todas as vezes que a agência atuar por conta e ordem do anunciante nas atividades inerentes ou complementares a uma ação publicitária promovida no âmbito da execução dos serviços objeto do contrato, por se tratar de fatos da mesma natureza jurídica, conforme ensina CARLOS MAXIMILIANO, verbis: Os fatos de igual natureza devem ser regulados de modo idêntico. Ubi eadem legis ratio, ibi eadem legis dispositio; onde se depare razão igual à da lei, ali prevalece a disposição correspondente, da norma referida : era o conceito básico da analogia em Roma. O uso da mesma justifica-se, ainda hoje, porque atribui à hipótese nova os mesmos motivos e o mesmo fim do caso contemplado pela norma existente. 17 Assim, no âmbito da União, a Instrução Normativa SRF nº 480/04, que dispõe sobre a retenção de tributos e contribuições nos pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas que menciona a outras pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens e serviços, estabelece que, no tocante às retenções referentes a serviços de publicidade, além da agência, deve ser feitas também das demais pessoas jurídicas prestadoras do serviço, nos termos do seu art. 15, verbis: Art. 15. Nos pagamentos referentes a serviços de propaganda e publicidade a retenção será efetivada em relação à agência de propaganda e publicidade e a cada uma das demais pessoas jurídicas prestadoras do serviço, sobre o valor das respectivas notas fiscais. 1º Nesse caso, a agência de propaganda deverá apresentar, à unidade pagadora, documento de cobrança, do qual deverão constar, no mínimo: I o nome e o número de inscrição no CNPJ de cada empresa emitente de nota fiscal, listada no documento de cobrança; II o número da respectiva nota fiscal e o seu valor. 2º No caso de diversas notas fiscais de uma mesma empresa, os dados a que se refere o inciso I do 1º poderão ser indicados apenas na linha correspondente à primeira nota fiscal listada. 3º O valor de imposto e das contribuições retido será compensado pela empresa emitente da nota fiscal, na proporção de suas receitas, devendo o comprovante de retenção ser fornecido em nome de cada empresa beneficiada. Nesse mesmo sentido e demonstrando a existência de atividades inerentes ou complementares a uma ação publicitária, o art. 35-A do Decreto nº , de 14 de junho de 2004, tratou do mesmo assunto no âmbito do Distrito Federal, nos seguintes termos: 17 CARLOS MAXIMILIANO, Hermenêutica e Aplicação do Direito, Editora Forense, 1980, p. 209.

17 17 Art. 35-A Nos serviços de Propaganda e Publicidade (...), a base de cálculo compreenderá: I o preço dos serviços próprios de concepção, redação, produção, planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e demais materiais publicitários e sua divulgação por qualquer meio; II o valor das comissões ou dos honorários relativos à veiculação em geral, realizada por ordem e conta do cliente; III - o valor das comissões ou dos honorários cobrados sobre o preço dos serviços relacionados no inciso I deste artigo, quando executados por terceiros, por ordem e conta do cliente; IV o preço dos serviços próprios de pesquisa de mercado, promoção de vendas, relações públicas e outros ligados às suas atividades; (...) Dessa forma, verifica-se que a emissão da nota fiscal, em nome do anunciante, por fornecedores de serviços especializados e por veículos de divulgação, na execução dos serviços de publicidade, tem efeito jurídico meramente fiscal, não significando vínculo contratual entre o anunciante (no caso presente, o Poder Executivo Federal) e fornecedores da agência de propaganda ou vendedores de tempo e espaço publicitários. 4. Conclusão Ante o exposto, na ordem jurídica vigente, não se configura o instituto da subcontratação nos serviços de publicidade prestados por agência de propaganda, quando ela atua por conta e ordem do anunciante e como intermediária organizadora da obra coletiva, consubstanciada na peça ou no material publicitário realizado. Se aprovada, sugere-se que a presente Nota Técnica seja encaminhada ao Secretário de Gestão, Controle e Normas da SECOM, para os devidos fins. Salvo Melhor Juízo. À consideração Superior. EDGAR FERREIRA DOS SANTOS Assessor/SECOM De acordo. Brasília, de setembro JOSÉ RICARDO DE ANTONI Diretor do Departamento de Normas da SGCN/SECOM

NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR

NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR Referências: Processo SECOM nº 00170.001719/2008-71.

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 03/2011/DENOR/SGCN/SECOM-PR Brasília, 09 de maio de 2011. Referência:

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 04/2012/DENOR/SGCN/SECOM-PR Brasília, 20 de abril de 2012. Referência:

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 08/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR

NOTA TÉCNICA Nº 08/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 08/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR Brasília, 17 de abril de 2008. Referência:

Leia mais

Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10

Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10 PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS Secretaria Municipal de Gestão e Controle Departamento de Auditoria Nova Lei de Contratação de Serviços de Publicidade Lei Federal nº 12.232/10 LEI FEDERAL 12.232, DE 29

Leia mais

DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008.

DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008. DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre as ações de comunicação do Poder Executivo Federal e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o

Leia mais

Agência de Propaganda

Agência de Propaganda Agência de Propaganda Um assinante do Consultor Municipal fez a seguinte consulta: As empresas de propaganda e marketing são consideradas agências? E qual seria a base de cálculo do ISS? Por ser um assunto

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 03/2008/DINOR/SGCN/SECOM-PR

NOTA TÉCNICA Nº 03/2008/DINOR/SGCN/SECOM-PR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Diretoria de Normas NOTA TÉCNICA Nº 03/2008/DINOR/SGCN/SECOM-PR Brasília, 25 de janeiro de 2008. Referência:

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER CORAG/SEORI/AUDIN-MPU Nº 0819/2014

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER CORAG/SEORI/AUDIN-MPU Nº 0819/2014 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER CORAG/SEORI/AUDIN-MPU Nº 0819/2014 Referência : Correio eletrônico de 13/3/2014. Protocolo AUDIN-MPU nº 453/2014.

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 002/2007/SGCN/SECOM/SG-PR

NOTA TÉCNICA Nº 002/2007/SGCN/SECOM/SG-PR S E C R E T A R I A - G E R A L D A P R E S I D Ê N C I A D A R E P Ú B L I C A S U B S E C R E T A R I A D E C O M U N I C A Ç Ã O I N S T I T U C I O N A L NOTA TÉCNICA Nº 002/2007/SGCN/SECOM/SG-PR Brasília,

Leia mais

Publicidade Legal x Publicidade Institucional

Publicidade Legal x Publicidade Institucional Aperfeiçoamento em Licitações Públicas e Contratos Administrativos Módulo 6: Contratação de serviços de publicidade Edinando Brustolin Graduado e mestre em Direito pela UFSC. Assessor jurídico da Federação

Leia mais

TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO

TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO TRANSPARÊNCIA E RIGOR NA NOVA LEI DE LICITAÇÕES DA PUBLICIDADE DE ÓRGÃO PÚBLICO Por João Luiz Faria Netto A nova lei conta com normas principais e obrigatórias para a contratação de agências de publicidade

Leia mais

CONSULTA N. 605/2014 CONSULENTE: UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA EMENTA: 1. PERGUNTA:

CONSULTA N. 605/2014 CONSULENTE: UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA EMENTA: 1. PERGUNTA: CONSULTA N. 605/2014 CONSULENTE: UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA EMENTA: Contrato. Obras e serviços de engenharia. Faturamento em nome de fornecedor/fabricante que não participou da licitação.

Leia mais

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador SÉRGIO PETECÃO

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador SÉRGIO PETECÃO PARECER Nº, DE 2012 Da COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 337, de 2005, que acrescenta o 5º ao art. 46 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, a fim de regular

Leia mais

FAQ AUDIÊNCIA PÚBLICA - LICITAÇÃO AGF 2013

FAQ AUDIÊNCIA PÚBLICA - LICITAÇÃO AGF 2013 FAQ AUDIÊNCIA PÚBLICA - LICITAÇÃO AGF 2013 Perguntas 1) O que é uma franquia dos Correios? 2) Qual o Objetivo da Audiência Publica sobre contratação de pessoa jurídica de direito privado para operação

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN MPU Nº 698/2014

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN MPU Nº 698/2014 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN MPU Nº 698/2014 Referência : Correio eletrônico de 24/2/2014. Protocolo AUDIN-MPU nº 360/2014. Assunto

Leia mais

PUBLICIDADE INSTITUCIONAL E A CONTRATAÇÃO LEGAL DOS SERVIÇOS PUBLICITÁRIOS. Paulo Gomes de Oliveira Filho Advogados Associados

PUBLICIDADE INSTITUCIONAL E A CONTRATAÇÃO LEGAL DOS SERVIÇOS PUBLICITÁRIOS. Paulo Gomes de Oliveira Filho Advogados Associados PUBLICIDADE INSTITUCIONAL E A CONTRATAÇÃO LEGAL DOS SERVIÇOS PUBLICITÁRIOS I DISPOSIÇÕES GERAIS 1 Normais legais e convencionais que regulam as licitações e as contratações de serviços publicitários: Normas

Leia mais

PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Projeto Básico da Contratação de Serviços: Constitui objeto do presente Projeto Básico a contratação de empresa especializada em serviços de comunicação

Leia mais

SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA PARECER QUANTO A DEDUTIVIDADE DA BASE DE CÁLCULO, BEM COMO DA EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS PELOS TERCEIROS VINCULADOS AOS SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Na caracterização da atividade de publicidade

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 11/2009/DENOR/SGCN/SECOM-PR Brasília, 04 de agosto de 2009. Referência:

Leia mais

PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA PROJETO BÁSICO AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Projeto Básico da Contratação de Serviços: Constitui objeto do presente Projeto Básico a contratação de empresa especializada em serviços de comunicação

Leia mais

Contratos. Licitações & Contratos - 3ª Edição

Contratos. Licitações & Contratos - 3ª Edição Contratos 245 Conceito A A Lei de Licitações considera contrato todo e qualquer ajuste celebrado entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, por meio do qual se estabelece acordo

Leia mais

1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado:

1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1. Companhia : Braskem S.A. 1.2. Controladora

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA CÂMARA MUNICIPAL DE PALHOÇA SETOR DE COMPRAS E LICITAÇÃO

ESTADO DE SANTA CATARINA CÂMARA MUNICIPAL DE PALHOÇA SETOR DE COMPRAS E LICITAÇÃO Tomada de Preços nº 001/2013 CONTRATO n 17/2013 CONTRATAÇÃO DE AGÊNCIA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PUBLICIDADE, REALIZADOS INTEGRADAMENTE, COM ABRANGÊNCIA ESTADUAL, PARA A, CONFORME ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS EDITAL CONCORRÊNCIA 011/2014 ASSUNTO: Impugnação oferecida pela empresa RECORDS PROPAGANDA

SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS EDITAL CONCORRÊNCIA 011/2014 ASSUNTO: Impugnação oferecida pela empresa RECORDS PROPAGANDA SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS EDITAL CONCORRÊNCIA 011/2014 ASSUNTO: Impugnação oferecida pela empresa RECORDS PROPAGANDA DECISÃO DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO A empresa

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 265, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2001 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso de suas atribuições, e considerando o disposto no art. 8º do Decreto nº

Leia mais

IMPUGNAÇÃO AO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO

IMPUGNAÇÃO AO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO ILUSTRÍSSIMO SENHOR ABDIAS DA SILVA OLIVEIRA DESIGNADO PREGOEIRO PARA O PREGÃO ELETRÔNICO Nº 4/2015 DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR PREGÃO ELETRÔNICO: 4/2015 COQUEIRO &

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO

TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO O presente estudo tem o intuito de analisar e diferenciar brevemente os institutos da cessão de uso, concessão de uso e concessão de direito real de

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 356, de 17 de dezembro de 2001 e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Locacao de Bens Moveis

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Locacao de Bens Moveis Locacao 03/04/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1. Lei Complementar 116/2003... 3 3.2. Mensagem 362/2003... 4 3.3.

Leia mais

Regulamento de Compras e Contratação de Serviço.

Regulamento de Compras e Contratação de Serviço. Regulamento de Compras e Contratação de Serviço. INTRODUÇÃO Art. 1º - O presente regulamento aplica-se às compras e contratação de serviços pela OSCIP Instituto Rumo Náutico, denominada a seguir IRN. Parágrafo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 3.931, DE 19 DE SETEMBRO DE 2001. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21

Leia mais

PARECER Nº 002/2009/JURÍDICO/CNM INTERESSADOS: MUNICÍPIOS BRASILEIROS ASSUNTO: LICITAÇÃO DE GESTÃO DE FOLHA DE PAGAMENTO E ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA

PARECER Nº 002/2009/JURÍDICO/CNM INTERESSADOS: MUNICÍPIOS BRASILEIROS ASSUNTO: LICITAÇÃO DE GESTÃO DE FOLHA DE PAGAMENTO E ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA PARECER Nº 002/2009/JURÍDICO/CNM INTERESSADOS: MUNICÍPIOS BRASILEIROS ASSUNTO: LICITAÇÃO DE GESTÃO DE FOLHA DE PAGAMENTO E ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA DA CONSULTA: Trata-se de consulta formulada por diversos

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU DO CAFÉ Organização Social de Cultura CNPJ 02.634.914/0001-30 REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU DO CAFÉ Organização Social de Cultura CNPJ 02.634.914/0001-30 REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU DO CAFÉ Organização Social de Cultura CNPJ 02.634.914/0001-30 REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS Capítulo I INTRODUÇÃO Artigo 1º - O presente regulamento

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 2.266/2014

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 2.266/2014 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 2.266/2014 Referência : Ofício nº 056/2014-AJC-PRT/8ª. Protocolo AUDIN-MPU 1306/2014. Assunto

Leia mais

MANUAL DE NORMAS. 1. Fonogramas para TV, TV por assinatura, Cinema, Rádio, Internet e Mídia Alternativa

MANUAL DE NORMAS. 1. Fonogramas para TV, TV por assinatura, Cinema, Rádio, Internet e Mídia Alternativa MANUAL DE NORMAS 1. Fonogramas para TV, TV por assinatura, Cinema, Rádio, Internet e Mídia Alternativa A criação da composição musical ou lítero-musical, a produção fonográfica, a direção musical, a direção

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS)

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A Unidade de Auditoria

Leia mais

Atuação do TCU junto às Universidades Federais e suas Fundações de Apoio

Atuação do TCU junto às Universidades Federais e suas Fundações de Apoio Atuação do TCU junto às Universidades Federais e suas Fundações de Apoio Abril/2009 SERGIO FREITAS DE ALMEIDA Secretário de Controle Externo no Estado de São Paulo Desafios da Unifesp Modelo de Gestão

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 19, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 19, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 19, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011 Regulamenta o uso de imagens de unidades de conservação federais, dos bens ambientais nestas incluídos e do seu patrimônio, bem como a elaboração de

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA AS AGÊNCIAS DE PUBLICIDAE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. CLÁUSULA PRIMEIRA do procedimento de seleção interna das agências de publicidade

ORIENTAÇÕES PARA AS AGÊNCIAS DE PUBLICIDAE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. CLÁUSULA PRIMEIRA do procedimento de seleção interna das agências de publicidade ORIENTAÇÕES PARA AS AGÊNCIAS DE PUBLICIDAE DO MINISTÉRIO DO TURISMO As orientações a seguir visam disciplinar a forma de atuação entre o Ministério do Turismo e as Agências de Publicidade, contratadas

Leia mais

Atribuição da Coordenação de Análise de Direitos

Atribuição da Coordenação de Análise de Direitos Atribuição da Coordenação de Análise de Direitos III analisar e emitir parecer sobre os requerimentos de reconhecimento provisório de obras audiovisuais produzidas em regime de coprodução Internacional

Leia mais

DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº. 001/2011 CONTRATO ADMINISTRATIVO

DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº. 001/2011 CONTRATO ADMINISTRATIVO DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº. 001/2011 CONTRATO ADMINISTRATIVO Termo de Contrato entre a Câmara Municipal de Vereadores de Erechim e a empresa SUPERATIVA PROPAGANDA E MARKETING LTDA. para a publicação dos

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 520/CDOC.SEJUD.GP, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2010.

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 520/CDOC.SEJUD.GP, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2010. TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 520/CDOC.SEJUD.GP, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2010. Dispõe sobre os procedimentos para publicação de documentos na Biblioteca Digital do Tribunal Superior do Trabalho

Leia mais

Decreto n.º 57.690, de 1.º de fevereiro de 1966

Decreto n.º 57.690, de 1.º de fevereiro de 1966 Decreto n.º 57.690, de 1.º de fevereiro de 1966 Regulamenta a execução da Lei 4.680, de 18 do junho de 1965. O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 87, item I, da Constituição

Leia mais

DECISÃO DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL DAS RAZÕES DO IMPUGNANTE

DECISÃO DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL DAS RAZÕES DO IMPUGNANTE Pregão Eletrônico 002/2012-SRP. DECISÃO DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL Aos vinte dias do mês de agosto de 2012, horas, reuniram-se a Pregoeira, os Integrantes da Equipe de Apoio e o Responsável

Leia mais

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 018 /2011/CSCI Versão: 01 Aprovação em: 17 de novembro de 2011 Ato de Aprovação: 018/2011 Unidades Responsáveis: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS

Leia mais

orçamentária se realize na conformidade dos pressupostos da responsabilidade fiscal.

orçamentária se realize na conformidade dos pressupostos da responsabilidade fiscal. PORTARIA Nº O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 403, de 2 de dezembro de 2005, do Ministério da Fazenda, e Considerando o disposto no 2º do art. 50 da

Leia mais

Art. 3º - Além do serviço de Agenciamento de Viagens, o instrumento convocatório poderá prever, justificadamente, outros serviços correlatos.

Art. 3º - Além do serviço de Agenciamento de Viagens, o instrumento convocatório poderá prever, justificadamente, outros serviços correlatos. Campinas, 12 de março de 2015. Of. 18.222 O.E. Sr. Edner Mabeline LNX TRAVEL VIAGENS E TURISMO EIRELE Assunto: Esclarecimentos Pregão Presencial NLP 003/2015 Prezados Senhores, Em resposta à solicitação

Leia mais

1. O que o Auditor-Fiscal do Trabalho deverá entender por trabalho temporário?

1. O que o Auditor-Fiscal do Trabalho deverá entender por trabalho temporário? Trabalho temporário Fonte: Fecomercio Em acréscimo ao Mix Legal Express, nº 168, de 2014, que trata de algumas peculiaridades do trabalho temporário, a que se refere à Lei nº 6.019 de 1974 e Portaria do

Leia mais

ILUSTRÍSSIMA SENHORA PREGOEIRA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS

ILUSTRÍSSIMA SENHORA PREGOEIRA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS ILUSTRÍSSIMA SENHORA PREGOEIRA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS REF. Pregão Eletrônico Sistema de Registro de Preços 002/2012, sediada a Rua Vicentina Coutinho Camargos,

Leia mais

ORIENTA E NORMATIZA A EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIO- FINANCEIRA E REGULA A UTILIZAÇÃO DO FUNDO FIXO DE CAIXA DO SESCOOP/PR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

ORIENTA E NORMATIZA A EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIO- FINANCEIRA E REGULA A UTILIZAÇÃO DO FUNDO FIXO DE CAIXA DO SESCOOP/PR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. ORIENTA E NORMATIZA A EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIO- FINANCEIRA E REGULA A UTILIZAÇÃO DO FUNDO FIXO DE CAIXA DO SESCOOP/PR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. RESOLUÇÃO Nº: 28 DO SESCOOP/PR 16/05/2005 Considerando que há

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. I. PROPÓSITO 1.1 A presente Política visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013

PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013 PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013 Considerando o posicionamento enviado pela área técnica desta CGU-PR, segue abaixo a resposta ao Pedido Esclarecimento nº 01 PE nº 03/2013: QUESTIONAMENTO 01:

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados

MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N o 376, de 25 de novembro de 2008. Regula a operacionalização, a emissão de autorizações e a fiscalização das operações de distribuição

Leia mais

1. DA POSSIBILIDADE DE PRORROGAÇÃO DE SERVIÇOS DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS DECORRENTES DE ATA DE REGISTRO DE PREÇOS

1. DA POSSIBILIDADE DE PRORROGAÇÃO DE SERVIÇOS DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS DECORRENTES DE ATA DE REGISTRO DE PREÇOS 1. DA POSSIBILIDADE DE PRORROGAÇÃO DE SERVIÇOS DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS DECORRENTES DE ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Indaga-se sobre a possibilidade de os contratos decorrentes de ata de registro de preços,

Leia mais

PRÊMIO CCBB CONTEMPORÂNEO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL PREÂMBULO

PRÊMIO CCBB CONTEMPORÂNEO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL PREÂMBULO PRÊMIO CCBB CONTEMPORÂNEO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL PREÂMBULO O Banco do Brasil torna público o concurso Prêmio CCBB Contemporâneo, que visa selecionar trabalhos inéditos de artistas brasileiros

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.954. Altera e consolida as normas que dispõem sobre a contratação de correspondentes no País.

RESOLUÇÃO Nº 3.954. Altera e consolida as normas que dispõem sobre a contratação de correspondentes no País. RESOLUÇÃO Nº 3.954 Altera e consolida as normas que dispõem sobre a contratação de correspondentes no País. O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna

Leia mais

Porto Alegre, 18 de agosto de 2015.

Porto Alegre, 18 de agosto de 2015. Porto Alegre, 18 de agosto de 2015. Excelentíssimo Senhor Doutor Henrique Eduardo Lyra Alves Ministro do Turismo Esplanada dos Ministérios, Bloco "U" - 2º/3º andar Brasília - DF - Brasil - CEP: 70065-900

Leia mais

Resposta à Impugnação

Resposta à Impugnação GECOL/SSEAF, 11 de outubro de 2011. Assunto: Contratação de Fábrica de Software Resposta à Impugnação Diante da Impugnação recebida às 16h39 de 10/10/2011, do Edital do Pregão Eletrônico nº 22/2011, esta

Leia mais

Seção I Das disposições preliminares

Seção I Das disposições preliminares INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 6, DE 14 DE MARÇO DE 2014. Dispõe sobre a suspensão da publicidade dos órgãos e entidades do Poder Executivo federal, no período eleitoral de 2014, e dá outras providências. O MINISTRO

Leia mais

SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS. PREGÃO PRESENCIAL Edital de Licitação nº 037/2014

SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS. PREGÃO PRESENCIAL Edital de Licitação nº 037/2014 SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS PREGÃO PRESENCIAL Edital de Licitação nº 037/2014 ASSUNTO: Impugnação ao Edital oferecida pela empresa CLARO/S.A. DECISÃO DA COMISSÃO ESPECIAL

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011 Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011 Regulamenta as normas para o relacionamento entre a Universidade Federal do Amapá e as Fundações de Apoio prevista na Lei n 8.958, de 20 de dezembro

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, DE 1º DE SETEMBRO DE 1997. Art. 1º Baixar as seguintes instruções a serem observadas pela Fiscalização do Trabalho.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, DE 1º DE SETEMBRO DE 1997. Art. 1º Baixar as seguintes instruções a serem observadas pela Fiscalização do Trabalho. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, DE 1º DE SETEMBRO DE 1997 Dispõe sobre a fiscalização do trabalho nas empresas de prestação de serviços a terceiros e empresas de trabalho temporário. O MINISTRO DE ESTADO DE

Leia mais

Coordenação Geral de Tributação

Coordenação Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação Geral de Tributação Solução de Consulta nº 46 Data 19 de fevereiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL SIMPLES NACIONAL. INTERMEDIAÇÃO DE NEGÓCIOS. A Atividade

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 4.302-C, DE 1998

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 4.302-C, DE 1998 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 4.302-C, DE 1998 SUBSTITUTIVO DO SENADO FEDERAL AO PROJETO DE LEI Nº 4.302-B, DE 1998, que altera dispositivos da Lei nº 6.019, de 3

Leia mais

SINDICÂNCIA PATRIMONIAL

SINDICÂNCIA PATRIMONIAL SINDICÂNCIA PATRIMONIAL A sindicância patrimonial, assim como os demais procedimentos investigativos, conforma um procedimento inquisitorial, sigiloso, não contraditório e não punitivo, que visa colher

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DE DIREITOS HUMANOS E PARTICIPAÇÃO POPULAR VIVA CIDADÃO

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DE DIREITOS HUMANOS E PARTICIPAÇÃO POPULAR VIVA CIDADÃO Folha nº Processo nº Rubrica: Matrícula: Processo n.º 148030/2015 Assunto: Análise do pedido de impugnação do Edital do Pregão nº 13/2015 referente à contratação de empresa especializada na aquisição e

Leia mais

SOARES & FALCE ADVOGADOS

SOARES & FALCE ADVOGADOS SOARES & FALCE ADVOGADOS ASPECTOS LEGAIS DA CAPTAÇÃO DE RECURSOS VIA BAZARES E VENDA DE PRODUTOS NAS ORGANIZAÇÕES Michael Soares 03/2014 BAZAR BENEFICENTE E VENDA DE PRODUTOS NAS ORGANIZAÇÕES Quais os

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

POLÍTICA DE PATROCÍNIO DA ELETROBRÁS

POLÍTICA DE PATROCÍNIO DA ELETROBRÁS POLÍTICA DE PATROCÍNIO DA ELETROBRÁS agosto de 2009 Eletrobrás Política de Patrocínio da Eletrobrás A Eletrobrás, alinhada a sua missão de criar, ofertar e implementar soluções que atendam aos mercados

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJ - DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANÁLISE DO PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJ - DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANÁLISE DO PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJ - DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANÁLISE DO PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO Brasília DF, 03 de agosto de 2010. Ref.: Pregão Eletrônico nº 06/2010

Leia mais

CONVÊNIOS E CONSÓRCIOS

CONVÊNIOS E CONSÓRCIOS CONVÊNIOS E CONSÓRCIOS 1. LEGISLAÇÃO - Fundamentação Constitucional: Art. 241 da CF/88 - Fundamentação Legal: Art. 116 da Lei 8.666/93, 2. CONCEITO - CONVÊNIO - é o acordo firmado por entidades políticas

Leia mais

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Estácio Participações S.A. 1. Propósito Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados pelos (i) Administradores

Leia mais

Ilegalidade da retenção pela Administração Pública dos pagamentos devidos a contratada com irregularidade fiscal

Ilegalidade da retenção pela Administração Pública dos pagamentos devidos a contratada com irregularidade fiscal Ilegalidade da retenção pela Administração Pública dos pagamentos devidos a contratada com irregularidade fiscal Leone Coelho Bagagi Mestrando em Administração Pública pela Universidade Federal da Bahia

Leia mais

Brasília (DF), 14 de outubro de 2004. REF.: LEI N.º 8.955, DE 15.12.94. PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO ART. 9º. ENTIDADE

Brasília (DF), 14 de outubro de 2004. REF.: LEI N.º 8.955, DE 15.12.94. PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO ART. 9º. ENTIDADE Brasília (DF), 14 de outubro de 2004. À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS AUDITORES-FISCAIS DA PREVIDENCIÁRIA SOCIAL - FENAFISP, A/C do Ilustríssimo Dr. LUÍS RONALDO MARTINS ANGOTI, Digníssimo DIRETOR JURÍDICO. REF.:

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS

REGULAMENTO DE COMPRAS REGULAMENTO DE COMPRAS A SPDM /PAIS Associação Paulista Para O Desenvolvimento da Medicina, vem por meio deste dar publicidade ao Regulamento Próprio utilizado contendo os procedimentos que adotará para

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnica n.º 8, de 2015. Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Subsídios acerca da adequação orçamentária e financeira da Medida Provisória nº 670, de 10 de março de 2015. Núcleo da Receita

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 38ª Reunião da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Data: 04 e 05 de dezembro de 2007 Processo n 02000.003674/2005-12

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS RESOLUÇÃO N.º 702/2008 - TCE 1ª Câmara

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS RESOLUÇÃO N.º 702/2008 - TCE 1ª Câmara RESOLUÇÃO N.º 702/2008 - TCE 1ª Câmara 1. Processo n.º: TC 05821/2008 2. Classe de Assunto: 09 Processo Licitatório / 04 Inexigibilidade 3. Responsável: Sandra Cristina Gondim Secretária da Administração

Leia mais

PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006

PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006 PORTARIA n. 177/ PRES, de 16 de fevereiro de 2006 O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO FUNAI, no uso das atribuições que lhes são conferidas pelo Estatuto, aprovado pelo Decreto n. 4.645, de 25 de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas Processo nº 00170.000928/2010-12 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 10/2010/DENOR/SGCN/SECOM Brasília,

Leia mais

Convênios, contrato de repasse e termo de cooperação. Considerações iniciais acerca do convênio

Convênios, contrato de repasse e termo de cooperação. Considerações iniciais acerca do convênio Convênios, contrato de repasse e termo de cooperação Gustavo Justino de Oliveira* Considerações iniciais acerca do convênio Nos termos do artigo 1.º, 1.º, inciso I, do Decreto 6.170/2007, considera- -se

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 700, DE 19 DE SETEMBRO DE 2011

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 700, DE 19 DE SETEMBRO DE 2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 700, DE 19 DE SETEMBRO DE 2011 Dispõe sobre a relação entre a UFPA e as Fundações de Apoio ao Ensino, Pesquisa,

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ FECOMÉRCIO/PARANÁ SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC/PARANÁ SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC/PARANÁ

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ FECOMÉRCIO/PARANÁ SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC/PARANÁ SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC/PARANÁ FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ FECOMÉRCIO/PARANÁ SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC/PARANÁ SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC/PARANÁ CONCORRÊNCIA 12/2012 OBJETO: CONTRATAÇÃO DE AGÊNCIA DE PUBLICIDADE

Leia mais

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Contrato nº: 034/2015 Contratante: Município de Marema Contratada: PÁTRIA 7 PUBLICIDADE LTDA ME Finalidade: Prestação de Serviços de Publicidade e Propaganda

Leia mais

REGULAMENTO PRÊMIO FOLHABV DE CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA

REGULAMENTO PRÊMIO FOLHABV DE CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA REGULAMENTO PRÊMIO FOLHABV DE CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA A EDITORA BOA VISTA LTDA, pessoa jurídica de direito privado, com sede na Rua Lobo D almada, 43, na cidade Boa Vista, Estado de Roraima, inscrita no CNPJ

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE RESPOSTA A PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Concorrência nº 01/2015 Objeto: Contratação de uma Agência para prestação de serviços de publicidade. Requerentes: RCCOM (RC Comunicação LTDA). FEELING COMUNICAÇÃO.

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS DO IDBrasil Cultura, Educação e Esporte

REGULAMENTO DE COMPRAS DO IDBrasil Cultura, Educação e Esporte REGULAMENTO DE COMPRAS DO IDBrasil Cultura, Educação e Esporte O processo para aquisição de bens, serviços e obras para o IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, observará o disposto neste Regulamento de

Leia mais

VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87. de 3 de Julho

VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87. de 3 de Julho VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87 de 3 de Julho Na ordem jurídica portuguesa a protecção do consumidor alcançou uma marcante expressão com a lei

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnica n.º 08/2006 Comentários sobre Auditoria do TCU nos gastos com Cartões Corporativos Núcleo Trabalho, Previdência e Assistência Social Elisangela M. S. Batista 15/Mar/2006 Endereço na Internet:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.454, DE 13 DE MAIO DE 2002. Dispõe sobre remissão da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica -

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Subchefia para Assuntos Jurídicos Civil DECRETO Nº 6.170, DE 25 DE JULHO DE 2007. Dispõe sobre as normas relativas às transferências de recursos da União mediante convênios

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU 018/2014

RESOLUÇÃO CONSU 018/2014 RESOLUÇÃO CONSU 018/2014 Estabelece as diretrizes da Política Institucional de Propriedade Intelectual, Transferência de Tecnologia e Inovação da UEFS e dá outras providências. O Reitor da Universidade

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004

DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004 DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004 GABINETE DO GOVERNADOR D E C R E T O Nº 1.093, DE 29 DE JUNHO DE 2004 Institui, no âmbito da Administração Pública Estadual, o Sistema de Registro de Preços

Leia mais