Declaração de Montreal Por uma visão humanista e social do turismo. Declaración de Montreal Por una visión humanista y social del turismo

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1 Declaração de Montreal Por uma visão humanista e social do turismo Declaración de Montreal Por una visión humanista y social del turismo Déclaration de Montréal Pour une vision humaniste et sociale du tourisme Montreal Declaration For a humanist and social vision of tourism A Organização Internacional de Turismo Social OITS é uma associação internacional sem fins lucrativos, cuja missão é promover o acesso às férias e às viagens a um maior número de pessoas (crianças, jovens, idosos, famílias, pessoas com deficiência, trabalhadores e grupos de população com escassos recursos) e favorecer a aplicação desse objetivo e dos meios deles resultantes com o apoio de organismos que compartilham desta tarefa - associações, sindicatos, cooperativas, organizações sociais, agentes privados e autoridades públicas responsáveis pelo turismo. Sua missão também se concentra em promover a solidariedade e a sustentabilidade no turismo, aportando benefícios aos seus trabalhadores e à população local e respeitando o patrimônio natural e cultural dos anfitriões. O Serviço Social do Comércio Sesc São Paulo é membro da OITS desde La Organización Internacional de Turismo Social OITS es una asociación internacional sin fines de lucro, cuya misión es promover el acceso a las vacaciones y los viajes al mayor número de personas (niños, jóvenes, adultos mayores, familias, personas con discapacidad, trabajadores y grupos de población con escasos recursos), y favorecer la aplicación de este objetivo y los medios que resulten junto con los actores que comparten esta responsabilidad asociaciones, sindicatos, cooperativas, organizaciones sociales, agentes privados y autoridades públicas responsables del turismo. Su misión también se centra en promover la solidaridad y la sustentabilidad en el turismo, aportando beneficios a sus trabajadores y a la población local así como respetando el patrimonio natural y cultural de los anfitriones. El Serviço Social do Comércio Sesc São Paulo es miembro de la OITS desde 1980.

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3 Sumário Declaração de Montreal Adendo de Aubagne Declaración de Montreal Addendum de Aubagne Déclaration de Montréal Addendum d Aubagne Montreal Declaration Aubagne Addendum

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5 Declaração de Montreal Por uma visão humanista e social do turismo Adendo de Aubagne Para um turismo de desenvolvimento e de solidariedade

6 Permitir que um grande número de pessoas excluídas do movimento turístico tenha regularmente acesso às férias e às viagens é, ao mesmo tempo, um projeto atual e um projeto de futuro, ao qual a Organização Internacional de Turismo Social - OITS 1 vem se dedicando desde A OITS e seus membros, fundamentados na missão de transformar um direito teórico em uma prática efetivamente vivida e inseridos num contexto sócio histórico que já expressava de maneira efetiva a desigual distribuição dos recursos vinculados ao turismo, adotaram, em 1996, a Declaração de Montreal - Para uma visão humanista e social do turismo. A Declaração de Montreal vêm servindo, desde então, como uma referência para o desenvolvimento de aspectos teóricos e práticos do turismo social, tendo sido complementada em 2006 pelo Adendo de Aubagne Por um turismo de desenvolvimento e de solidariedade. Ambos os documentos ressaltam as ambições do turismo social diante dos desafios do desenvolvimento integral de seus atores e evidenciam a luta contra a pobreza, a exploração, a discriminação e a desigualdade, num alinhamento explícito com as realidades que marcaram o mundo a partir do final da década de Com a assunção da ideia do turismo de desenvolvimento como um norte para suas ações, a OITS harmonizou a luta histórica pela superação das desigualdades de acesso ao turismo aos preceitos da economia social, buscando assegurar que o tipo de turismo promovido e implementado por seus membros leve desenvolvimento genuíno às populações anfitriãs e garanta os direitos dos trabalhadores do setor, alinhando sob sua égide outras formas de fazer turístico, como o turismo solidário, o turismo comunitário e o turismo acessível. Não há dúvida de que a ideia de turismo proposta pela Declaração de Montreal mantém-se ainda atual e que haja um longo caminho a ser percorrido nesse sentido. É por essa razão que a OITS apresenta esta edição quadrilíngue de seus documentos norteadores, sublinhando o significativo trabalho de sua Secretaria para as Américas. A criação da OITS Américas, em 1994, reforçou o processo de internacionalização da OITS e marcou a difusão da defesa da dimensão social do turismo para além da Europa. A seção americana reuniu os atores do continente e absorveu suas novas e variadas demandas e públicos, com suas aspirações próprias e seus modos particulares de significação, consumo e fruição das viagens. Com esta nova perspectiva, a OITS assumiu o universo da diversidade, tanto no fazer turístico, quanto no pensar deste fazer. A OITS Américas deseja que esse movimento seja capaz de propagar o pensamento crítico acerca da ideia ampliada de democracia turística, fornecendo os meios para o desenvolvimento de expressões turísticas que estejam em sintonia com necessidades e exigências dos países das Américas e tornando tangíveis os valores e princípios expressos nesta Declaração. 1 Originalmente Bureau Internacional de Turismo Social BITS, a OITS recebeu sua atual denominação em 2010, quando foram também atualizados seus estatutos.

7 Declaração de Montreal Por uma visão humanista e social do turismo Adotada durante A Assembleia Geral anual da Organização Internacional de Turismo Social, durante o Congresso Mundial de Turismo Social realizado na cidade de Montreal (Quebec, Canadá), de 9 a 12 de setembro de Preâmbulo O que significa, atualmente, o Turismo Social no mundo? Como os agentes do Turismo Social se identificam? Quais são suas crenças e ambições? A partir da realidade atual, quais são os desafios e perspectivas, à beira do terceiro milênio? Há 25 anos, o BITS afirmou, na Carta de Viena, as dimensões sociais, culturais, políticas e econômicas do turismo: fato fundamental do nosso tempo. A Organização Mundial de Turismo, por sua vez, confirmou solenemente, em sua Declaração de Manila, os objetivos do Turismo Social. Qual será o significado de Turismo Social, amanhã? Este é o desafio da Declaração de Montreal. 1. Turismo Social: uma grande ambição face aos desafios da exclusão e da integração Atualmente, em um mundo onde os países mais ricos enfrentam falhas de crescimento que deixam pelo caminho as pessoas com dificuldades e deficiências, fontes de graves perturbações sociais; o controle científico e técnico da informação é acompanhado por um desemprego crescente e abre campos de ação cultural e social ainda insuspeitos; os grandes agrupamentos econômicos são formados por uma lógica liberal sem barreiras; os países se desenvolvem rapidamente e abrem-se às possibilidades do turismo interno; 5

8 outros países, e até continentes, mantém-se em surpreendente pobreza; todos reivindicam a busca de sentido; neste mundo, o turismo está em forte progressão. Podemos constatar um crescimento espetacular das viagens de negócios e de lazer, a abertura de fronteiras, a diversificação de destinações, as inovações nos meios de comunicação e de transporte. Enquanto a divisão entre tempo de trabalho e tempo de lazer e viagens é discutida por muitos, também observamos, em alguns países, formas inaceitáveis de exploração das populações locais e até mesmo a prostituição infantil. Art. 1. A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma que todos os seres humanos têm direito ao repouso, ao tempo livre, a uma limitação de horas de trabalho e às férias remuneradas. Uma vez que esse direito está longe de ter um alcance social global, a conquista do lazer e do turismo à serviço do homem deve se intensificar no caminho traçado pelo Turismo Social, no qual o objetivo primeiro é permitir o acesso de todos ao lazer turístico. Art. 2. O desenvolvimento integral do ser humano, como pessoa e como cidadão, deve constituir o objeto essencial de qualquer ação para o desenvolvimento do turismo. 2. As vantagens do Turismo Social para o futuro O Turismo Social: forjador da sociedade Art. 3. A ambição do acesso ao lazer turístico por um número maior de pessoas incluindo famílias, jovens e idosos inclui, necessariamente, a luta contra as desigualdades e contra a exclusão de todos os que pertençam a uma cultura diferente, ou que possuam recursos financeiros limitados, ou que tenham limitações de suas capacidades físicas ou que vivam em países em desenvolvimento. Esta luta deve ser traduzida pela pesquisa e aplicação de meios para atingir tal objetivo: definição da política social do turismo, criação de infraestruturas, desenvolvimento de sistemas de auxilio às pessoas menos favorecidas, conscientização e treinamento de pessoal etc. Iniciativas modestas, integradas em um plano global, podem, muitas vezes, servir como matéria prima dos projetos forjadores da sociedade. Art. 4. As férias e as viagens constituem momentos e ocasiões privilegiados para o enriquecimento das pessoas, para a descoberta de novos ambientes, culturas e civilizações, para o exercício de atividades físicas, artísticas, esportivas ou lúdicas, para os encontros entre pessoas, apesar de todas as diferenças e para as responsabilidades assumidas livremente pelos próprios turistas. 6

9 Os operadores de Turismo Social estão dispostos a contribuir para o desenvolvimento das relações humanas, por suas ações de formação por meio de seus métodos de animação: o Turismo Social é um fator de coesão social. Turismo Social: fator de poder econômico Art. 5. Dirigido a todas as classes e a todas as idades, o Turismo Social acolhe e movimenta centenas de milhões de indivíduos em todo o mundo. Parte da economia social e solidária, o Turismo Social oferece e oferecerá cada vez mais uma oportunidade econômica excepcional. Gerando fluxos constantes de pessoas e investimentos que contribuem para o desenvolvimento local, produzindo riqueza nacional e internacional, estimulando a transferência de recursos de países favorecidos para outros menos dotados, o turismo para todos é fator de poder econômico. Art. 6. Os benefícios do turismo devem ser repartidos entre toda a comunidade. Estes benefícios devem contribuir para o desenvolvimento social e econômico das regiões e das populações em seu conjunto. O setor turístico deve criar empregos e garantir, ao mesmo tempo, os direitos fundamentais das pessoas que nele trabalham. Art. 7. Todos as protagonistas do desenvolvimento turístico estão sujeitos às mesmas exigências. Em suas funções de empreendedores, de gestores de equipamentos, de produtores ou acompanhantes de viagens, de educadores ou animadores, são agentes econômicos e devem submeter-se às mesmas exigências de competência, rigor e desempenho. A consecução de um objetivo social está diretamente ligada à qualidade da gestão exemplar e à melhoria de resultados. O Turismo Social: protagonista do planejamento do território e do desenvolvimento local Art. 8. Antes que o objetivo de um desenvolvimento sustentável e sustentado tivesse sido recomendado por organizações internacionais, o Turismo Social já o havia designado como uma referência para: conciliar desenvolvimento turístico, proteção do meio ambiente e respeito à identidade da população local; proporcionar novos meios às regiões frequentemente negligenciadas; desenvolver os lugares sem delapidar recursos; gerar benefícios econômicos, sociais e culturais para a população local. O turismo é, em escala global, um dos principais motores para o 7

10 revalorização de muitas regiões. Por isso, não poderá ser, sob quaisquer circunstâncias, pretexto para a invasão descontrolada dos lugares, nem para o enfraquecimento de culturas, nem para a exploração das populações. Art. 9. O turismo pode e deve constituir-se em uma esperança para muitas economias frágeis. A conservação natural dos locais não deverá, sob quaisquer circunstâncias, servir de pretexto para o enriquecimento privilegiado de poucos. Art. 10. A informação, a formação e a sensibilização dos turistas para que respeitem o ambiente e as populações constituem uma das missões essenciais do Turismo Social, no seu papel de promotor e incentivador de projetos de desenvolvimento turístico. Turismo Social: um parceiro dos programas de desenvolvimento global Art. 11. A Conferência de Estocolmo sobre População e Meio Ambiente, os programas das Nações Unidas e a Conferência do Rio, entre outros, identificaram claramente a responsabilidade da geração atual quanto aos limites do crescimento. Sendo o turismo - controlado e respeitoso com os lugares e as populações uma das esperanças econômicas, sociais e culturais de várias regiões vias de desenvolvimento, os operadores atuais e futuros do Turismo Social estão e estarão disponíveis para criar programas de desenvolvimento, construir estruturas jurídicas e financeiras, contribuir para a gestão, formação e animação de todas as ações de desenvolvimento do turismo previstas nos programas de desenvolvimento globais. Art. 12. Em todo o mundo, novas formas de cooperação e de parceria são e serão indispensáveis, já que o desenvolvimento do turismo requer o apoio dos governos, das autoridades locais, das organizações sociais, dos sindicatos, de parceiros financeiros, de movimentos familiares, de juventude, culturais, esportivos, ambientais e, naturalmente, dos profissionais do turismo, incluindo operadores de Turismo Social a serviço dos projetos de interesse geral. 3. Critérios de identificação do Turismo Social Art. 13. Toda empresa de turismo (associação, cooperativa, fundação, federação, empresa sem fins lucrativos etc.) cujo ato de fundação ou principal objetivo indique claramente um projeto de interesse geral e busque o acesso de muitos ao lazer turístico tendo como ponto de partida a busca pelo benefício máximo - pode reivindicar sua associação ao Turismo Social. A palavra social significa mais solidariedade, fraternidade e esperança 8

11 para todos aqueles ainda tão numerosos que ainda aguardam pelo direito ao tempo livre. Art. 14. Esta associação somente será efetiva se forem verificadas as condições abaixo: 1. As atividades propostas incluem metas humanistas, educacionais, culturais e de respeito ao crescimento das pessoas. 2. Os públicos a que se destinam estão claramente identificados sem discriminação racial, cultural, religiosa, política, filosófica ou social. 3. Um valor agregado não econômico é parte integrante do produto proposto. 4. Está claramente expresso um desejo de inserção não perturbadora do ambiente local. 5. As características da atividade e do preço são claramente identificadas nos documentos contratuais. Os preços são compatíveis com os objetivos sociais previstos. Os excedentes do exercício são, em todo ou em parte, reinvestidos na melhoria dos serviços oferecidos ao público. 6. A gestão do pessoal respeita a legislação social, encoraja a promoção e integra uma formação contínua adequada. Art. 15. Não são os estatutos jurídicos ou os procedimentos utilizados que legitimam os operadores turísticos, mas a ação que realizam a serviço de um objetivo claramente firmado e contínuo. Os estatutos variam, de fato, de acordo com os costumes, as práticas ou mudanças nas legislações. Eles são apenas meios à serviço dos projetos. Não existe hoje, no mundo, um modelo único de referência. 9

12 Adendo de Aubagne Para um turismo de desenvolvimento e de solidariedade Complemento incorporado à Declaração de Montreal na Assembleia Geral Anual da Organização Internacional de Turismo Social, durante o Congresso Mundial de Turismo Socialrealizado na cidade de Aubagne (Bouches-du-Rhône, França) em maio de Preâmbulo A Declaração de Montreal (1996) relembra a relevância histórica e atual do Turismo Social como forjador da sociedade, fator de potência econômica, agente da organização do território e do desenvolvimento local e também parceiro dos programas de desenvolvimento global. Ela permite especificar, nos artigos 13 o a 15 o, os critérios de identificação do Turismo Social que não se limitam apenas aos aspectos jurídicos, uma vez que o Turismo Social é promovido e gerido principalmente pelos agentes da economia social que são as associações, organizações sem fins lucrativos e as cooperativas. Enfatiza, também, a necessidade de proteger o meio ambiente e respeitar as populações locais. A Declaração de Montreal introduziu uma relação de solidariedade entre os turistas e as populações anfitriãs com o objetivo de promover um desenvolvimento duradouro e sustentável. Desde a adoção da Declaração de Montreal, em 1996, o turismo mundial, que se caracteriza por uma forte resiliência, continuou seu crescimento, com períodos de abrandamento causados por desastres naturais, riscos para a saúde, guerras, terrorismo... E, principalmente, por um turismo de massa que nem sempre traz benefícios e que releva a segundo plano segmentos importantes da população; um turismo de massa que, por sua estrutura industrial, causa a fuga dos lucros da atividade para os países de origem em detrimento da população visitada, o que é cada vez mais denunciado por aqueles que propõem formas mais suaves de turismo, destacando a responsabilidade e a solidariedade de todos os intervenientes da cadeia turística. Dito isso, portanto, é importante trazer alguns esclarecimentos e adições para a Declaração de Montreal. REAFIRMANDO A CONTEMPORANEIDADE E A RELEVÂNCIA DA DECLARAÇÃO DE MONTREAL, ADOTADA EM 1996, OS MEMBROS DO BITS QUE REUNIRAM-SE PARA A ASSEMBLÉIA GERAL REALIZADA EM AUBAGNE, EM MAIO DE 2006, 1. recordam, precisamente no artigo 1º, o papel dos sindicatos de trabalhadores, independentes e democráticos, para a promoção e defesa 10

13 do direito de cada pessoa a uma limitação do tempo de trabalho e ao descanso remunerado; 2. especificam que o pleno desenvolvimento do ser humano, como pessoa e como cidadão, que constitui o principal impulso de qualquer ação de desenvolvimento turístico, tal como referido no artigo 2 o, abrange os visitantes e os visitados; 3. esperam que os agentes de desenvolvimento do turismo, nos termos do artigo 7 o, com as mesmas exigências de competência, rigor e desempenho assegurem também que, em suas transações, seja possível aumentar os lucros e os benefícios econômicos para as populações dos países anfitriões; 4. reafirmam, em complemento ao artigo 9º, que as populações dos países anfitriões devem ter acesso aos seus próprios recursos de turismo como aos benefícios do turismo e que os visitantes devem ser recebidos sem discriminação, privilegiando grupos cujo tamanho seja adaptado para evitar os impactos negativos sobre o ambiente natural e cultural; 5. consideram que especial atenção deve ser oferecida às famílias, jovens e idosos, tal como referido no artigo 3º, e também ao desenvolvimento de viagens ou temporadas de férias para crianças e adolescentes, incluindo-as também no currículo escolar; para muitos deles, estas viagens são momentos privilegiados de descoberta de outros ambientes, de outras pessoas e contribuem, dando-lhes simultaneamente o prazer de viajar, para a consolidação dos vínculos sociais; 6. apoiam as populações de vários países, principalmente os países do Sul e alguns países do Leste, que possam ter restrições para participar da atividade turística por medidas políticas e administrativas, enviando esforços em todos os níveis para garantir a livre circulação de pessoas, promovendo a obtenção de vistos de turistas e a recepção de visitantes; 7. propõem, na perspectiva de uma parceria com os programas de desenvolvimento global, como indicado nos artigos 11 o e 12 o, o incentivo aos operadores de turismo e visitantes para apoiar concretamente e financeiramente, num espírito de solidariedade, os projetos de desenvolvimento dos locais visitados; 8. afirmam que, entre os atores mencionados no artigo 12º, com os quais se devem estabelecer formas de cooperação e parceria, deve-se, particularmente, integrar associações de desenvolvimento local sem fins lucrativos, organizações não governamentais (ONGs), de cooperação e de empresas da economia social e solidária envolvidas em operações de finanças solidárias, comércio justo e microcrédito; 9. declaram que uma gestão de pessoal que valorize ao trabalhador, em cumprimento às leis sociais, apresentadas no artigo 14 o como um critério para a identificação do turismo social, deve respeitar os princípios estabelecidos pela Organização Internacional do Trabalho, os direitos fundamentais ao trabalho e os acordos coletivos em vigor; 11

14 10. proclamam que, apesar dos problemas causados pelo terrorismo internacional e pelos desastres naturais e a necessidade, por conseguinte, de aumentar a segurança internacional, é necessário não só garantir o desenvolvimento do turismo, mas, sobretudo, trabalhar para tornar o turismo uma verdadeira alavanca para o desenvolvimento sustentável, para a aproximação entre os povos e para o diálogo entre culturas e religiões, tendo em vista a consolidação da paz no mundo. 12

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16 Declaración de Montreal Por una visión humanista y social del turismo Addendum de Aubagne Hacia un turismo de desarrollo y de solidaridad

17 Permitir que un mayor número de personas excluidas del ocio turístico acceda regularmente a las vacaciones y los viajes, es al mismo tiempo, un proyecto actual y un proyecto de futuro, al cual la Organización Internacional de Turismo Social - OITS 1 se viene dedicando desde La OITS y sus miembros, fundamentados en la misión de transformar un derecho teórico en una práctica efectivamente vivida e insertos en un contexto socio-histórico que ya expresaba de manera efectiva la desigual distribución de los recursos vinculados al turismo, adoptaron, en 1996, la Declaración de Montreal Por una visión humanista y social del turismo. Desde entonces, la Declaración de Montreal ha servido como una referencia para el desarrollo de aspectos teóricos y prácticos del turismo social, y ha sido complementada en 2006 a través del Adenda de Aubagne Por un turismo de desarrollo y solidaridad. Ambos documentos destacan las ambiciones del turismo social ante los desafíos del desarrollo integral de sus actores y evidencian la lucha contra la pobreza, la explotación, la discriminación y la desigualdad, en un alineamiento explícito con las realidades que marcaron el mundo a partir del final de la década de A partir de la idea del turismo de desarrollo como norte para sus acciones, la OITS armonizo la lucha histórica por la superación de las desigualdades del acceso al turismo a los preceptos de la economía social, buscando asegurar que el tipo de turismo promovido e implementado por sus miembros conlleve al desarrollo genuino a las poblaciones anfitrionas y garantice los derechos de los trabajadores del sector, alineando sobre su égida otras formas de hacer turístico, como el turismo solidario, el turismo comunitario y el turismo accesible. No hay duda de que la idea de turismo propuesta por la Declaración de Montreal se encuentra aún hoy en día vigente y que hay un largo camino recorrido en ese sentido. Es por esta razón que la OITS presenta esta edición cuatrilingüe de sus documentos norte-adores, destacando el significativo trabajo de su Secretaría para las Américas. La creación de la OITS Américas, en 1994, reforzó el proceso de internacionalización de la OITS y amplió la difusión de la defensa de la dimensión social del turismo fuera de Europa. La sección americana reunió los actores del continente y absorbió sus nuevas y variadas demandas y públicos, con sus aspiraciones propias y sus modos particulares de significación, consumo y disfrute de los viajes. Con esta nueva perspectiva, la OITS asumió el universo de la diversidad, tanto en el quehacer turístico, como en el modo de pensar este quehacer. La OITS Américas desea que este movimiento sea capaz de difundir el pensamiento crítico acerca de la idea ampliada de democracia turística, otorgando los medios para el desarrollo de expresiones turísticas que se encuentren en sintonía con las necesidades y las exigencias de los países de las Américas y haciendo tangibles los valores y principios expresados en esta Declaración. 1 Originalmente Bureau Internacional de Turismo Social BITS, la OITS recibió su actual denominación en 2010, cuando fueron también actualizados sus estatutos.

18 Declaración de Montreal Por una visión humanista y social del turismo Adoptada durante la asamblea general anual de la Organización Internacional de Turismo Social, en el marco del Congreso Mundial de Turismo Social realizado en la ciudad de Montreal (Quebec, Canadá), del 9 al 12 de septiembre de Preámbulo Qué significa hoy en día el Turismo Social en el mundo? Cómo se perciben los actores del Turismo Social? Cuáles son sus convicciones y ambiciones? Teniendo en cuenta la realidad presente, cuáles son los retos a las puertas del tercer milenio? Hace ya 25 años, BITS afirmaba en la Carta de Viena, las dimensiones sociales, culturales, políticas y económicas del turismo: hecho fundamental de nuestra época. La Organización Mundial del Turismo, por su parte, confirmaba solemnemente, en su Declaración de Manila, los objetivos del Turismo Social. Qué significará el Turismo Social el día de mañana? Este es el reto de la Declaración de Montreal. 1. El Turismo Social: una gran ambición frente a los desafíos de la exclusión y de la integración Hoy día, en un mundo en el que los países más ricos se ven atrapados en situaciones de ralentización del crecimiento que traen como consecuencia poblaciones que acumulan dificultades y desventajas, y que son fuente de graves alteraciones sociales.; el dominio científico y tecnológico de la información va acompañado de un crecimiento sin empleos y abre campos de acción cultural y social todavía insospechados; se constituyen grandes grupos económicos en una lógica liberal entregada a sí misma; los países se desarrollan rápidamente abriéndose a las posibilidades del turismo interior, 16

19 otros países, o incluso continentes, se mantienen en una pobreza sorprendente; por todas partes se reivindica la búsqueda de sentido; en ese mundo, el turismo está en fuerte progresión. Se observa un crecimiento espectacular de los desplazamientos tanto de negocios como de vacaciones, la apertura de las fronteras, la diversificación de los destinos, e innovaciones en los medios de comunicación y de transporte. Mientras que en todas partes se cuestiona el reparto entre tiempo de trabajo y tiempo de ocio, se observa también, en ciertos países, formas inaceptables de explotación de las poblaciones locales, llegando incluso hasta la prostitución de los niños. Art. 1. La Declaración Universal de los Derechos Humanos afirma que cualquier ser humano tiene derecho al descanso, al tiempo libre, a una limitación de las horas de trabajo y a vacaciones pagadas. Dado que este derecho está lejos de ser un acervo social a nivel mundial, la conquista del ocio y del turismo al servicio del hombre debe continuar e intensificarse en la vía trazada por el Turismo Social, cuya primera ambición es el acceso al ocio turístico para todos. Art. 2. Es el pleno desarrollo del ser humano, como persona y ciudadano, lo que debe constituir el objeto esencial de toda acción de desarrollo turístico. 2. Las ventajas del Turismo Social El Turismo Social: forjador de la sociedad Art. 3. La ambición del acceso al ocio turístico para todos incluyendo a las familias, los jóvenes y las personas de la tercera edad compromete necesariamente a la lucha contra las desigualdades y contra la exclusión de todos aquellos que tienen una cultura diferente, poseen escasos recursos económicos, tienen capacidades físicas diferentes o viven en un país en vías de desarrollo. Esa ambición debe traducirse en la búsqueda y la puesta en marcha de los medios para alcanzar este objetivo: definición de las políticas sociales del turismo, creación de infraestructuras, desarrollo de sistemas de ayudas a las personas menos favorecidas, sensibilización y formación del personal, etc. Las iniciativas modestas, integradas en un plan global, pueden a menudo, mejor que los proyectos a gran escala, ser forjadoras de sociedad. Art. 4. Las vacaciones y los viajes son momentos y ocasiones privilegiados de enriquecimiento de la persona, por el descubrimiento de otros ambientes, otras culturas y de otras civilizaciones, por el ejercicio de actividades físicas, artísticas, deportivas o lúdicas, mediante el encuentro entre personas más allá de cualquier diferencia, por las responsabilidades asumidas libremente por los mismos turistas. 17

20 Los operadores de Turismo Social tienen la voluntad de contribuir a desarrollar las relaciones humanas tanto por sus acciones de formación como por sus iniciativas de animación: el Turismo Social es un factor de cohesión social. El Turismo Social: factor de potencia económica Art. 5. Dirigido a todas las clases y a todas las edades, el Turismo Social recibe y desplaza centenares de millones de individuos por todo el mundo. Formando parte de la economía social y solidaria, el Turismo Social ofrece y ofrecerá cada vez más una oportunidad económica excepcional. Generando flujos incesantes de personas y de inversiones que contribuyen al desarrollo de las regiones, produciendo riqueza nacional e internacional, estimulando las trasferencias de recursos de los paises más favorecidos hacia otros menos dotados, el turismo para todos es un factor de potencia económica. Art. 6. Los beneficios del turismo deben repartirse entre toda la comunidad. Estos beneficios deben contribuir al desarrollo social y económico de las regiones y poblaciones en su conjunto. El sector turístico debe crear empleos y al mismo tiempo garantizar los derechos fundamentales de las personas que trabajan en este sector. Art. 7. Todos los protagonistas del desarrollo turístico están sometidos a las mismas exigencias. En sus funciones de empresarios gestores de equipamientos, productores o acompañantes de viajes, educadores y animadores del ocio, son agentes económicos, sometidos a las mismas exigencias de competencia, rigor y resultados. La prosecución de un objetivo social depende directamente de la calidad de la gestión y de la mejora de los resultados. El Turismo Social: protagonista del ordenamiento del territorio y del desarrollo local Art. 8. Antes que las organizaciones internacionales recomendaran el objetivo de un desarrollo duradero y sostenible, el Turismo Social ya se lo había asignado como opción de referencia, con el fin de: conciliar desarrollo turístico, protección del medio ambiante y respeto de la identidad de la población local; 18 aportar nuevos medios a regiones a menudo abandonadas; acondicionar los espacios con la voluntad de no dilapidar los recursos; generar beneficios económicos, sociales y culturales para la población local. El turismo es, a escala mundial, uno de los principales motores de la

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