IPT DETERMINAÇAO DE RESISTÊNCIA TÉRMICA E VERIFICAÇAO DE RISCO DE OCORRENCIA DE CONDENSAÇÁO DE VAPOR DE ÁGUA NO INTERIOR DE JANELA

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1 Instituto de Pesquisas Tecnológicas DETERMINAÇAO DE RESISTÊNCIA TÉRMICA E VERIFICAÇAO DE RISCO DE OCORRENCIA DE CONDENSAÇÁO DE VAPOR DE ÁGUA NO INTERIOR DE JANELA CENTRO TECNOL~GICO DO AMBIENTE CONSTRUIDO LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE DOS EDIF~CIOS Cliente: Persianas Acciardi Indústria e Comércio Ltda. Instituto de Pesquisas Tecnol6gicas do Estado de São Paulo S.A. - IPT Av. Prof. Ameida Prado, 532 -Cidade Universltárla - Buiantá - 055W90i -São Paulo - SP - Tel.: (11) w.ipt.br Central de Neg6cios - Tels.:(ll) e Fax (11) Serviço de Atendlrnmto ao Cliente - SAC - Tels.: (11) e Fax (11)

2 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Relatório Técnico No i RESUMO: O presente trabalho teve por finalidade determinar a resistência térmica de uma janela, aplicando método de ensaios baseado na Norma ASTM C , e verificar o risco de ocorrência de condensação de vapor de água no interior da mesma. A janela é composta de vidro duplo com persiana entre as folhas de vidro, declarada pelo cliente como "Persiana Horizontal modelo PH12 ACC 20B orientávei, entre vidros insulados". I INTRODUÇÃO... I 2 DESCRIÇÃO DO MATERIAL RECEBIDO MÉTODOS UTILIZADOS RESISTENCIA TÉRMICA EXPOSIÇÃO A CICLOS TÉRMICOS TEOR DE UMIDADE RESULTADOS LIMITES ESPECIFICADOS CONCLUS~ES... 5 EQUIPE TÉCNICA... 6 ANEXO A - Corpo de prova (02 páginas, incluindo folha de rosto) ANEXO B - Dimensões do caixilho (02 folhas incluindo, incluindo folha de rosto) Insütuto de Pesquisas Tecnd&gicas do Estado de Sgo Paulo S.A. - IPT Av. Prof. Almeida Prado, Cidade Universitária - Butantã Ho Paulo - SP - Tei.: (11) w.ipt.br Central de Neg6cios -Tels.:(ll) , e Fax (11) Serviço de Atendimento ao Cliente - SAC - Tels.: (11) e 37674J02 - Fax (11)

3 Instituto de Pesquisas Tecnológicas RISCO DE OCORRÊNCIA DE CONDENSAÇAO DE VAPOR DE ÁGUA NO INTERIOR DE JANELA O presente trabalho teve por finalidade determinar a resistência térmica de uma janela, aplicando um método de ensaio baseado na Norma ASTM C , e verificar o risco de ocorrência de condensação de vapor de água no interior da mesma. A janela é composta de vidro duplo com persiana entre as folhas de vidro, declarada pelo cliente como "Persiana Horizontal modelo PH12 ACC 208 orientável, entre vidros insulados". A verificação do risco de ocorrência de condensação de vapor de água no interior da janela foi feita a partir da determinação do teor de umidade do ar contido entre as folhas de vidro e estanqueidade ao ar da janela quando exposta a ciclos térmicos. Estes ensaios foram feitos conforme o orçamento CETACILCA no , aceito por datado de 08 de Maio de DESCRIÇAO DO MATERIAL RECEBIDO Foi entregue um corpo de prova referente a uma janela, declarada pelo cliente como "Persiana Horizontal modelo PH12 ACC 20B orientável, entre vidros insulados". Este corpo de prova foi registrado no laboratório com o número AM O. corpo de prova é composto por uma janela com caixilho em alumínio, duas folhas de vidro de 3,O mm de espessura cada uma, espaçadas de 19,O mm, com uma persiana horizontal entre elas, vedadas em todo o seu perímetro, com dimensões finais de (1,2 m x 1,2 m) e espessura total de 2,5 cm. No anexo A são apresentadas fotos do corpo de prova. > Nota: Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente aos itens sob pena de indenização. A reprodução do documento só poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. Fmn.1085 Instituto de Pesquisas Tecndógicas do Estado de Sgo Paulo S.A. - IPT Av. Prof. Almeida Prado, 532 Cidade Universitária - Butantã S%o Paulo - SP - Tel.: (11) w.ipt.br Central de Neg6cios - Tels.:(ll) , e Fax (11) Serviço de Atendimento ao Cliente - SAC - Teis.: (11) e Fax (11)

4 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Relatório Técnico No /16 3 METODOS UTILIZADOS Para a realização dos ensaios, foram utilizados os seguintes procedimentos: 3.1 Resistência Térmica O ensaio para determinação da Resistência Térmica das placas de vidro enclausurando a persiana foi realizado com base nos procedimentos apresentados na Norma ASTM C Standard Practice for Determining Thermal Resistance of Building Envelope Components from the In-Situ Data, utilizando-se câmaras climatizadas conforme apresentado na Norma "ASTM C Standard Test Method for the Thermal Performance of Building Assemblies by Means of a Hot Box Apparatus". O corpo de prova foi colocado entre duas câmaras climatizadas, a de maior temperatura denominada como câmara quente e a outra como câmara fria, mantidas a temperaturas constantes. Foram medidas as temperaturas do ar das câmaras e as temperaturas e fluxos de calor nas superfícies do corpo de prova, até que fosse obtida uma condição de regime permanente de trocas térmicas. A Resistência Térmica do conjunto formado pelo caixilho, folhas de vidro e persiana foi calculada conforme procedimento na Norma NBR :2005 (Desempenho térmico de edificações. Parte 2: Métodos de cálculo de transmitância térmica, da capacidade térmica do atraso térmico e do fator solar de elementos e componentes de edificações), considerando as dimensões do caixilho apresentadas no Anexo B. 3.2 Exposição a Ciclos Térmicos Para a verificação da estanqueidade ao ar dzf janela, após a sua exposição a ciclos térmicos, a mesma foi colocada entre as duas câmaras utilizadas para a determinação da Resistência Térmica, onde a face voltada para a câmara quente foi submetida a 20 ciclos iguais, de aquecimento e resfriamento, variando-se a temperatura do ar da câmara. Cada ciclo teve a duração de 4 horas, sendo 2 horas para a temperatura se elevar de aproximadamente 15OC a 45OC, e 2 horas para a temperatura baixar de 45OC a 15OC. A temperatura do ar da câmara fria foi mantida a aproximadamente 14O.C durante todo o ensaio. Nota: Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente aos itens sob pena de indenização. A reprodução do documento só poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. ~orm.1085 Instituto de Pesquisas Tecnd6gicas do Estado de SBo Paulo S.A. - IPT Av. Pmf. AlmeMa Prado, 532 -Cidade Universitária - Butaniã &901 - S&o Paulo - SP - Tei.: (11) w.lpt.br Central de Neg6cios - Tels.:(ll) , e Fax (11) Servip de Atendimento ao Cliente - SAC - Teis.: (11) e 37674?02 - Fax (11)

5 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Relatório Técnico No Teor de Umidade * Para a determinação do teor de umidade do ar confinado entre as duas folhas de vidro foi inserido um sensor de temperatura e umidade entre as mesmas, que ficou acionado para coleta de dados durante todo o decorrer dos ensaios de Resistência Térmica e da exposição aos Ciclos Térmicos. Assim, o corpo de prova permaneceu entre as duas câmaras climatizadas, descritas anteriormente, mantidas, portanto, a temperaturas constantes durante o ensaio de Resistência Térmica e em ciclos de aquecimento e resfriamento durante o ensaio de exposição a Ciclos Térmicos. Toda a preparação para a operação de introdução do sensor no interior da janela foi feita pelo cliente de forma a se garantir a estanqueidade original da janela. 4 RESULTADOS Os resultados obtidos do ensaio de Resistência Térmica para as folhas de vidro confinando a persiana, conforme norma ASTM C , estão apresentados a seguir, na Tabela 1. Tabela 1 - Resistência térmica e tem~eraturas su~erficiais médias face quente do cor 0s perfis de variação da temperatura do ar na câmara quente e no interior da janela, durante os ciclos térmicos, estão apresentados no gráfico da Figura 1 a seguir. O valor da Resistência Térmica do conjunto,'calculado pela NBR , a partir dos resultados da tabela 1, é de 0,21 m2.k/w. Os valores de umidade absoluta do ar e de temperatura de ponto de orvalho estão apresentados nos gráficos das Figuras 2 e 3, correspondentes, respectivamente, as condições de temperatura durante os ensaios de Resistência Térmica e de Exposição a Ciclos Térmicos. \ Nota: 0s resultados apresentados no presente documento têm significaçao restrita e se aplicam somente aos itens sob pena de indenização. A reprodução do documento só poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. Fam.lGa5 Instituto de Pesquisas Tecnowcas do Estado de São Paulo S.A. - IPT Av. Prol. Almeida Prado, 532 Cidade UniversitBrla - ButantB Sáo Paulo - SP - Tel.: (11) Cenb'al de Neg6cm - Tels.:(ll) , a Fax (11) Serviço de Atendimento ao Cliente - SAC - Tels.: (11) e Fax (11)

6 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Relatório Técnico No Ciclos Térmicas -. I-Temperatura no Interior da Janela -Temperatura da câmara quente I - r ? = -- a - - ~.', I ' 5 -!I e.. -7 : ' Figura 1 i ~eh~eratira - - -~ do ar na camara quente e ~bit=a&d~rante Exposição a Ciclos Térmicos. o ensaio de Umldade Absoluta e Temperatura de Ponto de Orvalho 1-~emperatura Orvalho -Umidade Absoluta I Figura 2: Umidade absoluta e temperatura de ponto de orvalho do ar no interior da janela durante o ensaio de Resistência Térmica. Nota: Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente aos itens sob pena de indenização. A reprodução do documento s6 poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. Fomi.1085 Insututo de Pesquisas Tecnd6gicas do Estado de Sgo Paulo S.A. - IPT Av. Pmf. Alrneida Prado Cldade UniversWa - Butantã ô SBo Paulo - SP - Tel.: (11) Central de Neg6cios - Tels.:(ll) , e Fax (11) Serviço de Atendimento ao Cllente - SAC - Tels.: (11) e 3767?102 - Fax (11)

7 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Relatório Técnico No Umidade Absoluta e Temperatura de Ponto de Omüm O Horas I-T. de ponto de Owaih0 U midade Abs. I Figura 3 Umidade absoluta e temperatura de ponto de orvalho do ar no interior da janela durante o ensaio de Exposicão a Ciclos Térmicos. 5 LIMITES ESPECIFICADOS A norma NBR de Agosto de "Caixilhos para edificação - Janelas1' especifica no item o seguinte: "Para edificações condicionadas ou climatizadas, qualquer que seja a classe de utilização e a sua localização, a resistência térmica mínima do caixilho deve ser de 0,15 rn2tvw." O valor da Resistência Térmica da janela, medido conforme 3.1, declarada pelo cliente como "Persiana Horizontal modelo PH12 ACC 20B orientável, entre vidros insulados", determinado de acordo com a Norma NBR , é igual a 0,21 [(m2.~)anjl valor típico de uma câmara de ar confinada por duas placas e segmentada internamente, e atende ao limite especificado na norma NBR Os ensaios realizados para a verificação do risco de ocorrência de condensação de vapor de água no interior da janela permitem concluir que: Nota: 0s resuitados apresentados no presente documento têm significação rest ta e se aplicam somente aos itens ensaiados ou calibrados. Este documento não dei direito de uso do nome ou da Marca IPT, para quaisquer fins, sob pena de indenização. A reprodução do documento só poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteraçao. ri Fm.1085 Instituto de Pesquisas Tecnoi6gicas do Estado de São Paulo S.A. - IPT Av. Pmf. Almeida Prado, Cidade UniversitAria - Butantã São Paulo - SP - Tel.: (11) Central de Neg6cios -Tels.:(ll) e Fax (11) Serviço de Atendimento ao Cliente - SAC - Tels.: (11) e Fax (11) sacqpt.br

8 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Relatório Técnico No Não houve variação significativa no teor de umidade do ar confinado entre as folhas de vidro tanto durante o ensaio de Resistência Térmica (item 3.1) quanto durante o ensaio de Exposição a Ciclos Térmicos (item 3.2), ou seja, a janela manteve-se estanque ao ar; A temperatura de ponto de orvalho do ar no interior da janela (item 3.3), obtida nos ensaios, foi da ordem de -25OCl o que significa dizer que a janela ensaiada vai apresentar condensação de vapor de água no seu interior somente se a temperatura do ar confinado entre as folhas de vidro for menor ou igual a -25OC. São Paulo, 31 de Julho de CENTRO TECNOL~GICO DO AMBIENTE CONSTRU~DO Laboratório de Conforto Ambienta1 e Sustgntgbilidade dos Edificios CENTRO TECNOLÓGICO DO AMBIENTE CONSTRU~DO Eng.O Civil Mestre José Carlos Tomina Diretor do Centro CREA lD - RE EQUIPE TÉCNICA: Centro Tecnológico do Ambiente Construído Laboratório de Conforto Ambienta1 Gerente do Projeto: Fúlvio Vittorino, Engenheiro Mecânico, Doutor Maria Akutsu, Física, Doutora em Arquitetura Marcelo de Mello Aquilino, Físico, Mestre Apoio Administrativo: Vera Lúcia Assaiante de Souza, Secretária t Nota: Os resultados apresentados no presente documento têm significação restriia e se aplicam somente aos itens sob pena de indenização. A reprodução do documento s6 poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. Fm.1085 InsaMo de Pesquisas TecnoMgioas do Estado de São Paulo S.A. - IPT Av. Pmf. Almekla Prado, Cidade UniversitBria - Butantã São Paulo - SP - Tel.: (11) Cenírai de Neg6cios - Tds.:(ll) , e Fax (11) Serviço de Atendimento ao Cliente - SAC - Tels.: (11) e Fax (11) saa~pt.br

9 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Relatório Técnico NO AI ANEXO A - Corpo de prova (02 folhas incluindo, incluindo folha de rosto). - :. :..i,. - _,,..L r- -.. c.,:..,-.a,q.. -..S..;.b...,.,.%'.,, - -, i = I. _, L,, :=;-. I..._..-.: L- - -,,,7 I.:. $ - Nota: 0s resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente aos itens sob pena de indenização. A reprodução do documento só poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. Fm.lOBS Instituto de Pesquisas Tecnolbgicas do Estado de SBo Paulo S.k - IPT Av. Prof. Almeida Prado, Cidsde Univer~ItAda - Butantá São Paulo - SP - Tel.: (11) Central de Negócios - Teis.:(ll) , e Fax (11) Serviço de Atendlrnento ao Cliente - SAC - Teis.: (11) e Fax (11)

10 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Foto 1 : Corpo de prova montado no pórtico para ensaio Foto 2: Detalhe do interior do corpo de prova. Nota: Os resultados apresentados no presente documento tem significação restrita e se aplicam somente aos itens ensaiados ou calibrados. Este documento n8o dá direito de uso do nome ou da Marca IPT, para quaisquer fins, sob pena de indenização. A reprodução do documento s6 poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. Fm.1085 Instituto de Pesquisas Tecnol6gic.a~ do Estado de SBo Paulo S.A. - IPT Av. Pmf. Almeida Prado, Cidade Universitaria - BuiantS São Paulo - SP - Tpl.: (11) Central de Negócios - Tels.:(ll) , e Fax (11) Serviço de Atendimento ao Cliente - SAC - Tels.: (11) e Fax (11)

11 Instituto de Pesquisas Tecnológicas Relatório Técnico No B1 ANEXO B Dimensões do caixilho (2 folhas incluindo, incluindo folha de rosto) Nota: 0s resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente aos itens sob pena de indenização. A reprodução do documento só poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. ~m.1085 Instliuto de Pesquisas T8cnddgicas do Estado de SBo Paulo S.A. - IPT Av. Prof. Alrneida Prado. 532 CMade UnivenltWa - ButanU SBo Paulo - SP - Tei.: (11) Central de - Tels.:(ll) , e Fax (11) Serviço de Atendimento ao Cliente - SAC - Tels.: (11) e Fax (11)

12 Instituto de Pesquisas Tecnológicas fi1 Figura 1 : Dimensões do caixilho Nota: O comprimento varia conforme rndelo t Nota: Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente aos itens ensaiados ou calibrados. Este documento náo dá direito de uso do nome ou da Marca IPT, para quaisquer fins, sob pena de indenização. A reprodução do documento sb poderá ser feita integralmente, sem nenhuma alteração. Fm.1085 InstiMo de Pesquisas Tecnolwcas do Estado de São Paulo S.A. - IPT Av. Pmf. Nmeida Prado, Ciie UniversitBria - Butantã Sh Paulo - SP - Tel.: (11) Central de Negócios - Tels.:(ll) , e Fax (11) Seiviço de Atendimento ao Cliente - SAC - Tels.: (11) e 37674!02 - Fax (11)

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