PGQ-2 PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE COMPONENTES PARA CONSTRUÇÃO CIVIL FABRICADOS COM PERFIS DE PVC SETORIAL JANELAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PGQ-2 PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE COMPONENTES PARA CONSTRUÇÃO CIVIL FABRICADOS COM PERFIS DE PVC SETORIAL JANELAS"

Transcrição

1 AFAP-PVC: TESIS: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE PERFIS DE PVC PARA CONSTRUÇÃO CIVIL TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PGQ 2 - F - PGQ-2 PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE COMPONENTES PARA CONSTRUÇÃO CIVIL FABRICADOS COM PERFIS DE PVC SETORIAL JANELAS ASSUNTO: RESUMO EXECUTIVO DO RELATÓRIO SETORIAL Nº 04 DOCUMENTO: 634/RS004A DATA: DEZEMBRO/2004

2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO EMPRESAS AUDITADAS PELO PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE COMPONENTES PARA CONSTRUÇÃO CIVIL FABRICADOS COM PERFIS DE PVC SETORIAL JANELAS NORMALIZAÇÃO ADOTADA PARA A CONSTATAÇÃO DA QUALIDADE DOS PRODUTOS AUDITADOS CONSIDERAÇÕES FEITAS NESTE RELATÓRIO SETORIAL PRODUTOS AUDITADOS UNIVERSO DE AMOSTRAGEM ENSAIOS REALIZADOS REQUISITOS - NBR CRITÉRIO DE CONFORMIDADE ANÁLISE DE CONFORMIDADE DAS AMOSTRAS ANÁLISE DE CONFORMIDADE DA EMPRESA RESULTADO GLOBAL DAS JANELAS DE CORRER DE 02 E 03 FOLHAS EVOLUÇÃO DO SETOR PERÍODO DE ABRIL/04 A SETEMBRO/ ANÁLISE DA CONFORMIDADE DAS EMPRESAS COMENTÁRIOS FINAIS...12 TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 2/12

3 1 INTRODUÇÃO Desde 1989 vem sendo implementado, através da ação conjunta da Associação Brasileira dos Fabricantes de Perfis de PVC para Esquadrias - AFAP-PVC, das empresas fornecedoras de matéria-prima BRASKEM e SOLVAY, do CEDIPLAC Soluções para o Habitat Humano e da TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda, responsável pela gestão técnica, o Programa de Garantia da Qualidade de Componentes para Construção Civil Fabricados com Perfis de PVC Setorial Janelas que apresenta os seguintes objetivos: atingir e manter a qualidade dos produtos, segundo as especificações técnicas pertinentes, de forma a atender às necessidades dos usuários; prover de confiança os participantes do Programa de que a qualidade pretendida está sendo atingida e mantida; prover de confiança os compradores do produto de que a qualidade pretendida está sendo alcançada nos produtos fornecidos; fornecer informações que permitam o efetivo combate à não-conformidade. Para atingir os objetivos propostos, o Programa realiza a verificação da qualidade de esquadrias abordando as janelas de correr de 02 e 03 folhas com dimensões de 1.0m altura 1. 5m e 1.0m l arg ura 1. 5m. Tal verificação da qualidade é feita através de auditorias de produtos trimestrais, que consistem da coleta de esquadrias de correr durante visitas não programadas de técnicos da TESIS às instalações fabris dos participantes do Programa para posterior execução, em laboratório neutro e institucional, de ensaios de desempenho, atendendo as especificações da NBR Caixilhos para Edificação Janelas, e para verificação da qualidade dos produtos. É importante mencionar que além da NBR citada acima, o Programa utiliza como referência o Projeto de Norma CE cuja Comissão de Estudos foi instaurada em setembro de 2002, no âmbito da ABNT, objetivando a especificação de requisitos de desempenho e durabilidade exigidos para garantir a qualidade de perfis e janelas de PVC durante toda sua vida útil. Os documentos normativos foram verificados através de ensaios realizados por laboratórios externos, e laboratórios dos fabricantes, auditados pela entidade independente de terceira parte. É importante ressaltar que para uma empresa ser considerada em conformidade, é necessário que todos os seus produtos auditados, em todas as suas marcas, em todas as suas linhas e em todas as suas unidades fabris, estejam em conformidade com a especificação adotada. O Programa da Qualidade está inserido no Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, estando registrado sob o número e para que o Programa de Garantia da Qualidade atinja seus objetivos, há um modus operandi entre os participantes que pode ser traduzido na Figura 1. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 3/12

4 Maiores informações sobre o PBQP-H e o Programa Setorial da Qualidade de Componentes para Construção Civil Fabricados com Perfis de PVC Setorial Janelas podem ser obtidas na Internet no seguinte endereço: (depois clicar no link Janelas e Portas de PVC no item Material ). Matéria-prima Fabricantes de Aditivos Fabricantes de Resina Matéria-prima Fabricantes de Perfis Fabricantes de Acessórios Fabricantes de Caixilhos e Janelas informações de produto perfis auditoria Gestão da Qualidade Obra/Revenda avaliação / apoio Laboratório de Ensaios Banco de Dados Figura 1 - Organograma Funcional do Programa de Garantia da Qualidade de Componentes para Construção Civil Fabricados com Perfis de PVC - Setorial Janelas 2 EMPRESAS AUDITADAS PELO PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE COMPONENTES PARA CONSTRUÇÃO CIVIL FABRICADOS COM PERFIS DE PVC SETORIAL JANELAS O Programa de Garantia da Qualidade de Componentes para Construção Civil Fabricados com Perfis de PVC Setorial Janelas controla atualmente a qualidade das janelas de correr de 03 folhas (ou janelas de correr 02 folhas) produzidas por empresas que participam do Programa. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 4/12

5 Atualmente (dezembro de 2004), são 4 (quatro) as empresas fabricantes de janelas de PVC participantes do Programa de Garantia da Qualidade. As responsabilidades destas empresas estão definidas no documento SQ/IT030 - Fundamentos do Programa de Garantia da Qualidade de Componentes de Construção Civil Fabricados com Perfis de PVC Setorial Janelas. As empresas são: EMPRESA ECOWINDOW Esquadrias e Forros Plásticos LTDA LOCALIZAÇÃO / FÁBRICA SP MARCA(S) COMERCIALIZADA(S) ECOWINDOW PLÁSTICOS VIPAL S/A. RS VIPAL MEDABIL TIGRE S/A Tubos e Conexões Unidade de Perfis e Esquadrias SP TIGRE WEIKU do Brasil Ltda. SC WEIKU Há duas empresas, fornecedoras de matéria-prima, que participam do Programa de Garantia da Qualidade, a BRASKEM S.A. e SOLVAY INDUPA DO BRASIL. 3 NORMALIZAÇÃO ADOTADA PARA A CONSTATAÇÃO DA QUALIDADE DOS PRODUTOS AUDITADOS A verificação da qualidade das janelas de correr está sendo feita com base nas seguintes normas técnicas: NBR 6486 Caixilho para edificação Janelas, fachada-cortina e porta externa Verificação da estanqueidade à água; NBR 6487 Caixilho para edificação Janelas, fachada-cortina e porta externa Verificação do comportamento quando submetido a cargas uniformemente distribuídas; NBR Caixilho para edificação Janela; A verificação da conformidade do caixilho ao seu projeto é avaliada a partir das exigências constantes no documento SQ/IT121 Instrução de Trabalho sobre os Critérios para a Análise da Conformidade do Caixilho ao Projeto no Programa de Garantia da Qualidade de Esquadrias de PVC adotado como referência pelo Programa. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 5/12

6 4 CONSIDERAÇÕES FEITAS NESTE RELATÓRIO SETORIAL Para a elaboração deste relatório, foram adotadas as seguintes considerações: 4.1 PRODUTOS AUDITADOS No período relativo a este Relatório Setorial nº 004 foram coletadas, em fábrica, amostras de janelas de PVC de EMPRESAS PARTICIPANTES do Programa. As janelas auditadas foram as que possuíam as seguintes características: janela de correr de 03 folhas de PVC (sendo 02 folhas venezianas e 01 folha de vidro) ou janelas de correr 02 folhas, de dimensões entre 1.0m altura 1. 5m e 1.0m l arg ura 1. 5m, de todas as linhas existentes no mercado. 4.2 UNIVERSO DE AMOSTRAGEM Este Relatório Setorial apresenta a situação do setor para 04 (quatro) fabricantes de janelas de correr de PVC, totalizando 03 amostras de janelas. Vale destacar que em 03 fabricantes participantes do Programa foram coletadas todas as linhas de janelas de correr (disponíveis em estoque) de 03 folhas (ou janelas de correr 02 folhas) produzidas pela empresa. 4.3 ENSAIOS REALIZADOS Os produtos auditados de empresas PARTICIPANTES do Programa de Garantia da Qualidade de Esquadrias de PVC foram submetidos aos ensaios apresentados na Tabela 1. Cabe ressaltar que o objetivo da realização dos ensaios, é o de fornecer informações e subsidiar as empresas na adequação de seus produtos com relação às especificações das Normas Técnicas de referência do Programa. A Tabela 1 apresenta a seqüência dos ensaios realizados na amostra constituída de 01 janela (01 corpo de prova). Tabela 1 - Seqüência dos ensaios realizados por amostra para as empresas PARTICIPANTES. Corpo de prova 01 Ensaios de câmara 1.1) estanqueidade à água 1.2) resistência às cargas de vento 1.3) verificação da conformidade do caixilho ao projeto TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 6/12

7 4.4 REQUISITOS - NBR10821 A relação de ensaios realizados (requisitos em negrito) e os requisitos especificados nas normas citadas no item 3 deste relatório está apresentada na seqüência (Tabela 2). Tabela 2: Requisitos e especificações da NBR REQUISITO ESPECIFICAÇÃO Permeabilidade ao ar Atendimento conforme NBR Estanqueidade à água Resistência às cargas uniformemente distribuídas Resistência ao esforço horizontal, no plano da folha, com 01 e 02 cantos imobilizados Resistência à flexão Verificação do comportamento sob ações repetidas de abertura e fechamento A janela não deve apresentar vazamentos que provoquem o escorrimento de água pelas paredes ou componentes sobre as quais esteja fixada quando submetida a uma determinada vazão (4 L / min x m 2 ) e pressões de ensaio conforme NBR A janela quando submetida às pressões prescritas na NBR 10821, não deve apresentar: a) ruptura, colapso total ou parcial de qualquer de seus componentes; b) desempenho, quanto às condições de abertura e fechamento, ou seja, após o ensaio executar 05 ciclos completos de abertura e fechamento; c) desempenho quanto à permeabilidade ao ar, conforme prescrito na Norma; d) deflexão máxima instantânea superior a L/175 do vão e inferior a 2cm, sendo L o comprimento livre do perfil em análise; e) deformação residual superior a 0,4% do vão, medida após 3 minutos do desligamento da pressão de ensaio. A janela não deve apresentar: a) deformação residual superior a 0,4% do vão (comprimento livre do perfil em análise); b) ruptura dos vidros; c) deterioração de qualquer componente. A janela não deve apresentar: a) deformação residual superior a 0,4% do vão (comprimento livre do perfil em análise); b) ruptura dos vidros; c) deterioração de qualquer componente. A janela não deve apresentar: a) deterioração de qualquer componente; b) resistir a ciclos de abertura e fechamento; c) força de abertura da folha (medida a cada ciclos) inferior a 100N; d) força de fechamento da folha (medida a cada ciclos) inferior a 50N. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 7/12

8 4.5 CRITÉRIO DE CONFORMIDADE Para que uma empresa participante seja considerada em conformidade no período de análise considerado, é necessário que todos os seus produtos auditados estejam em conformidade aos requisitos exigidos na Matriz da Qualidade do Programa e constantes na NBR 10821/2000 Caixilho para edificação - Janelas. O Programa realiza também a verificação da conformidade do caixilho ao projeto e a análise da marcação na embalagem das janelas, no entanto tais verificações são realizadas somente para caracterizar as amostras que foram ensaiadas para a avaliação de conformidade da empresa. Assim sendo, nesse momento, os resultados obtidos na conformidade do caixilho ao projeto e na marcação são auxiliares para que a Empresa corrija ou aprimore a qualidade dos projetos de seus caixilhos, bem como aprimore sua marcação em função do desempenho obtido pelas janelas nos requisitos de estanqueidade à água e resistência às cargas uniformemente distribuídas. Cabe ressaltar que de acordo com o documento SQ/IT030 - Fundamentos do Programa de Garantia da Qualidade de Componentes de Construção Civil Fabricados com Perfis de PVC Setorial Janelas, a avaliação de uma empresa será o resultado global do desempenho de todas as fábricas pertencentes à mesma, ou seja, todas as fábricas pertencentes à empresa devem produzir produtos em conformidade, para que esta seja considerada qualificada ou conforme com as normas técnicas de referência do Programa. Empresas Qualificadas ou Conformes são empresas PARTICIPANTES do Programa da Qualidade e que estão em conformidade com os requisitos analisados pelo Programa, em todas as amostras de janelas analisadas ANÁLISE DE CONFORMIDADE DAS AMOSTRAS Neste Relatório Setorial, a amostra deverá estar aprovada em todos os requisitos normativos para ser considerada APROVADA no período de análise, conforme os exemplos apresentados a seguir: Exemplo 01: Requisitos estanqueidade à água resistência às cargas de vento CONDIÇÃO FINAL Condição APROVADO APROVADO APROVADO TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 8/12

9 Exemplo 02: Requisitos estanqueidade à água resistência às cargas de vento CONDIÇÃO FINAL Condição REPROVADO APROVADO REPROVADO ANÁLISE DE CONFORMIDADE DA EMPRESA Para que uma empresa participante seja considerada aprovada no período de análise, todas as linhas e marcas produzidas por todas as unidades fabris da empresa, deverão se apresentar em conformidade com as especificações normativas. EXEMPLO: Situação 1: 02 ou mais linhas produzidas em 1 fábrica exemplo 1: linha A : aprovado linha B : aprovado Resultado da Empresa: APROVADO Situação 2: 01 linha produzida em mais de 1 fábrica exemplo 1: fábrica 1: aprovado fábrica 2: aprovado Resultado da Empresa: APROVADO Situação 1: 02 ou mais linhas produzidas em 1 fábrica exemplo 2: linha A : reprovado linha B : aprovado Resultado da Empresa: REPROVADO Situação 2: 01 linha produzida em mais de 1 fábrica exemplo 2: fábrica 1: aprovado fábrica 2: reprovado Resultado da Empresa: REPROVADO TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 9/12

10 5 RESULTADO GLOBAL DAS JANELAS DE CORRER DE 02 E 03 FOLHAS O gráfico da Figura 2 representa o desempenho global das empresas para as janelas de correr (02 e 03 folhas) no período de abril/04 a setembro/2004. ESTANQUEIDADE À ÁGUA /CARGAS DE VENTO RS DESEMPENHO DAS EMPRESAS % aprovação 100% 80% 60% 40% 20% 75% 75% 0% ÁGUA Requisitos VENTO Figura 2 - Resultados globais das empresas - Janela de correr de PVC de 02 e 03 folhas. Analisando-se o panorama do setor para o período de análise em questão, verifica-se que: No requisito estanqueidade à água (AGUA) foram obtidos 75% de aprovação entre as empresas; No requisito resistência às cargas uniformemente distribuídas (VENTO), 75% das empresas participantes foram aprovadas; No requisito verificação da conformidade do caixilho ao projeto (CAIX. PROJ), foi obtido 0% de aprovação, nas quais em 75%, não foi possível a conclusão da análise. 6 EVOLUÇÃO DO SETOR PERÍODO DE ABRIL/04 A SETEMBRO/04 Neste item é apresentada a evolução do setor contemplando o desempenho das amostras das janelas de correr de PVC de 02 e 03 folhas das empresas em relação à NBR Caixilho para edificação Janelas. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 10/12

11 Relatório Setorial RS001 RS002 RS003 RS004 Período de coleta das amostras Maio/02 a setembro/02 Outubro/02 a julho/03 Agosto/2003 a março/2004 Abril/2004 a setembro/04 No gráfico de evolução (Figura 3) são apresentados os percentuais de conformidade alcançados pelo setor em cada período de análise correspondente a um número de Relatório Setorial (RS) conforme tabela acima. 100% EVOLUÇÃO DO DESEMPENHO DAS EMPRESAS PARTICIPANTES (JANELAS DE CORRER) % aprovação 80% 60% 40% 20% 0% RS001 RS002 RS003 RS004 água vento Figura 3- Evolução do desempenho geral das empresas em relação à conformidade das janelas de correr de 02 e 03 folhas aos requisitos estanqueidade à água e resistência às cargas uniformemente distribuídas. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 11/12

12 7 ANÁLISE DA CONFORMIDADE DAS EMPRESAS A Figura 4 apresenta o desempenho das empresas PARTICIPANTES auditadas no período, com relação à conformidade das janelas de correr de 02 folhas e/ou janelas venezianas de correr de 03 folhas quanto aos requisitos exigidos nas Normas de referência do Programa, quais sejam: estanqueidade à água e resistência às cargas uniformemente distribuídas. ÍNDICE GERAL DE CONFORMIDADE RS EMPRESAS PARTICIPANTES JC 2fls e/ou JVC 3fls 0,0% 75,0% 25,0% empresas aprovadas com restrição empresa com amostra não coletada empresas reprovadas Figura 4: Índice geral de conformidade das empresas PARTICIPANTES Janelas de correr de 02 e/ou 03 folhas. 8 COMENTÁRIOS FINAIS Analisando os itens abordados no Relatório Setorial nº 004, referentes aos resultados dos ensaios apresentados pelas janelas de correr de PVC de empresas auditadas no período de abril/2004 a setembro/2004, verifica-se que:todas as amostras avaliadas estão em conformidade com os requisitos de desempenho: estanqueidade à água e resistência às cargas uniformemente distribuídas. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia S/C Ltda. 12/12

PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE ARGAMASSAS COLANTES

PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE ARGAMASSAS COLANTES SINAPROCIM: SINPROCIM: SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS DE CIMENTO SINDICATO DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS DE CIMENTO DO ESTADO DE SÃO PAULO REFERÊNCIA: PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE ARGAMASSAS

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS Resumo Executivo do Relatório Setorial n 005 JULHO/2004 - ABRAFATI: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TESIS: TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora

Entidade Setorial Nacional Mantenedora Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Brasileira dos Fabricantes de Perfis de PVC para Construção Civil Av. Angélica 1968 cj. 53/54 I Higienópolis I CEP-01228 200 I São Paulo I SP http://www.afap.org.br

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DE PRODUTOS

QUALIFICAÇÃO DE PRODUTOS QUALIFICAÇÃO DE PRODUTOS HISTÓRICO DO PSQ-Esquadrias de Alumínio - ABR/2001: AFEAL implementa o Programa Setorial da Qualidade (PSQ) de Esquadrias de Alumínio. O referido programa está inserido no Programa

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS - ABRAFATI: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TESIS: TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS ASSUNTO: RESUMO EXECUTIVO DO

Leia mais

AFEAL - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FABRICANTES DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO RELATÓRIO SETORIAL

AFEAL - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FABRICANTES DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO RELATÓRIO SETORIAL AFEAL - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FABRICANTES DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO RELATÓRIO SETORIAL PERÍODO: JANEIRO A DEZEMBRO DE 2007 1. HISTÓRICO Em abril

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DE PRODUTOS

QUALIFICAÇÃO DE PRODUTOS QUALIFICAÇÃO DE PRODUTOS HISTÓRICO DO PSQ-Esquadrias de Aço - NOV/1996 :O Programa da Qualidade da Construção Habitacional do Estado de São Paulo (QUALIHAB), implantado pela CDHU, estimulou a criação do

Leia mais

SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo

SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo Entidades Setoriais Nacionais Mantenedoras SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo Endereço: Av.

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS Resumo Executivo do Relatório Setorial n 010 OUTUBRO/2005 ABRAFATI: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TESIS: TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA ABRAFATI: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TESIS: TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS ASSUNTO: RESUMO EXECUTIVO DO RELATÓRIO

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA ABRAFATI: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TESIS: TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS ASSUNTO: RELATÓRIO SETORIAL N

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA ABRAFATI: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TESIS: TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE TINTAS IMOBILIÁRIAS ASSUNTO: RESUMO EXECUTIVO DO RELATÓRIO

Leia mais

SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo

SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo Entidades Setoriais Nacionais Mantenedoras SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo Endereço: Av.

Leia mais

SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo

SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo Entidades Setoriais Nacionais Mantenedoras SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo Endereço: Av.

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA Resumo Executivo do Relatório Setorial n 013 JULHO/2006 ABRAFATI: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TESIS: TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE

Leia mais

SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias. Rev4 Janeiro/2015

SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias. Rev4 Janeiro/2015 SUMÁRIO SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias Rev4 Janeiro/2015 1 Introdução 2 Documentos complementares 3 Conceituação 4 Requisitos do programa setorial da qualidade

Leia mais

SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias. Ed01/Rev1 Fevereiro de 2012

SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias. Ed01/Rev1 Fevereiro de 2012 SUMÁRIO SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias Ed01/Rev1 Fevereiro de 2012 1 Introdução 2 Documentos complementares 3 Conceituação 4 Requisitos do programa setorial

Leia mais

Associação Brasileira do Drywall. TESIS Tecnologia e Qualidade de Sistemas em Engenharia Ltda.

Associação Brasileira do Drywall. TESIS Tecnologia e Qualidade de Sistemas em Engenharia Ltda. Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Brasileira do Drywall Rua Julio Diniz, 56 cj. 41 V. Olímpia CEP 04547-090 São Paulo SP Tel./Fax: (11) 3842-2433 http://www.drywall.org.br Entidade Gestora

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA Resumo Executivo do Relatório Setorial n 012 ABRIL/2006 ABRAFATI: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE TINTAS TESIS: TECNOLOGIA DE SISTEMAS EM ENGENHARIA REFERÊNCIA: PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE

Leia mais

Esquadrias Externas para Edificações ABNT NBR 10821, sua revisão e a Norma de desempenho

Esquadrias Externas para Edificações ABNT NBR 10821, sua revisão e a Norma de desempenho Esquadrias Externas para Edificações ABNT NBR 10821, sua revisão e a Norma de desempenho Eng a. Fabiola Rago Beltrame ESQUADRIAS EXTERNAS PARA EDIFICAÇÕES NBR 10821:2011 Parte 1 Terminologia Parte 2 Classificação

Leia mais

Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H

Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H PBQP-H INMETRO Programas Setoriais da Qualidade EGT credenciada pelo PBQP-H e acreditada pelo INMETRO Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H Mais de 250 ensaios acreditados pelo INMETRO SINAT

Leia mais

Aula 7 : Desenho de Ventilação

Aula 7 : Desenho de Ventilação Aula 7 : Desenho de Ventilação Definições: NBR 10821:2001, Caixilho para edificação: Janela Caixilho, geralmente envidraçado, destinado a preencher um vão, em fachadas ou não. Entre outras, sua finalidade

Leia mais

ABIPLAR Associação Brasileira da Indústria de Piso Laminado de Alta Resistência

ABIPLAR Associação Brasileira da Indústria de Piso Laminado de Alta Resistência Entidade Setorial Nacional Mantenedora ABIPLAR Associação Brasileira da Indústria de Piso Laminado de Alta Resistência Rua Dr. Renato Paes de Barros, 714 - Conj. 82 - CEP 04530-001 São Paulo SP / Fone:

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora

Entidade Setorial Nacional Mantenedora Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Nacional da Indústria Cerâmica ANICER Santa Luzia, 651, 12º andar Centro - Rio de Janeiro / RJ Tel/Fax: (21) 2524-0128 Site: www.anicer.com.br E-mail:

Leia mais

Aplicação das normas ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR 10821 - Esquadrias

Aplicação das normas ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR 10821 - Esquadrias Associação Nacional de Fabricantes de Esquadria de Alumínio Aplicação das normas ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR 10821 - Esquadrias Enga. Fabiola Rago Beltrame Coordenadora

Leia mais

Secretaria Nacional de Habitação Ministério das Cidades

Secretaria Nacional de Habitação Ministério das Cidades O Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat o Sistema Nacional de Qualificação de Materiais e Componentes e Sistemas Construtivos 28 de novembro de 2008 Secretaria Nacional de Habitação

Leia mais

PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE ARGAMASSAS COLANTES

PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE ARGAMASSAS COLANTES Entidades Setoriais Nacionais Mantenedoras SINAPROCIM Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento SINPROCIM - Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo Endereço: Av.

Leia mais

1º ENCONTRO NACIONAL DO PSQ ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 2015

1º ENCONTRO NACIONAL DO PSQ ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 2015 1º ENCONTRO NACIONAL DO PSQ ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 2015 FABRICANTES, LOJISTAS, CONSTRUTORAS E CONSUMIDORES 1º ENCONTRO NACIONAL DO PSQ ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 2015 PSQ Esquadrias de Alumínio 2015 Alberto

Leia mais

I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO

I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. DESENVONVIMENTO DE EQUIPAMENTOS E PROCEDIMENTOS

Leia mais

Qualidade Aprovada. Centro Tecnológico de Controle de Qualidade Falcão Bauer ABNT NBR 16259

Qualidade Aprovada. Centro Tecnológico de Controle de Qualidade Falcão Bauer ABNT NBR 16259 Qualidade Aprovada Centro Tecnológico de Controle de Qualidade Falcão Bauer ABNT NBR 16259 Lançamento da BBa, único e inovador, o Reiki UP chega ao mercado com força total, oferecendo um produto diferenciado,

Leia mais

Relatório Setorial nº019

Relatório Setorial nº019 Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Brasileira do Drywall Rua Julio Diniz, 56 cj. 41 V. Olímpia CEP 04547-090 São Paulo SP Tel./Fax: (11) 3842-2433 http://www.drywall.org.br Entidade Gestora

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora

Entidade Setorial Nacional Mantenedora Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall Rua Julio Diniz, 56 cj. 41 V. Olímpia CEP 04547-090 São Paulo SP Tel./Fax: (11) 3842-2433 http://www.drywall.org.br

Leia mais

AFAP- PVC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE PERFIS DE PVC PARA CONSTRUÇÃO CIVIL TECNOLOGIA E QUALIDADE DE SISTEMAS EM ENGENHARIA

AFAP- PVC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE PERFIS DE PVC PARA CONSTRUÇÃO CIVIL TECNOLOGIA E QUALIDADE DE SISTEMAS EM ENGENHARIA Cliente: AFAP- PVC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE PERFIS DE PVC PARA CONSTRUÇÃO CIVIL TESIS TECNOLOGIA E QUALIDADE DE SISTEMAS EM ENGENHARIA Referência: PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE DE PERFIS

Leia mais

Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia Ltda.

Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall. TESIS - Tecnologia de Sistemas em Engenharia Ltda. Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall Rua Julio Diniz, 56 cj. 41 V. Olímpia CEP 04547-090 São Paulo SP Tel./Fax: (11) 3842-2433 http://www.drywall.org.br

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora

Entidade Setorial Nacional Mantenedora Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Brasileira de Materiais Compósitos Av. Professor Almeida Prado, 532 - Prédio 31 - Térreo - Sala 1 Cidade Universitária - 05508-901 São Paulo - SP - Tel/Fax:

Leia mais

RM 12 DIRETRIZES PARA REALIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA

RM 12 DIRETRIZES PARA REALIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO O presente documento tem como objetivo estabelecer diretrizes e orientações para realização

Leia mais

PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS DA QUALIDADE DE CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND

PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS DA QUALIDADE DE CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O CONTROLE TECNOLÓGICO E DA QUALIDADE DE CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND Engº.. Roberto José Falcão Bauer JUNHO / 2006 SUMÁRIO 1. DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO 2. PREMISSAS VISANDO

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE MATERIAIS PARA SANEAMENTO

Entidade Setorial Nacional Mantenedora ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE MATERIAIS PARA SANEAMENTO Entidade Setorial Nacional Mantenedora ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE MATERIAIS PARA SANEAMENTO Av. Queiroz Filho, 1700 Vila A Sobrado 87 Condomínio Villa Lobos Office Park Vila Hamburguesa 05319-000

Leia mais

Esquadrias para Edificações. Como atender a norma de desempenho das edificações ABNT NBR 15575-4

Esquadrias para Edificações. Como atender a norma de desempenho das edificações ABNT NBR 15575-4 Esquadrias para Edificações Como atender a norma de desempenho das edificações ABNT NBR 15575-4 Enga. Fabiola Rago Beltrame AFEAL - Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio ABNT NBR

Leia mais

DOCUMENTOS E NORMALIZAÇÃO TÉCNICA ABNT

DOCUMENTOS E NORMALIZAÇÃO TÉCNICA ABNT DOCUMENTOS E NORMALIZAÇÃO TÉCNICA ABNT Qualificação dos ensaios - criticidade das propriedades de desempenho; Condução de experimentos e discussões técnicas; Garantia da qualidade das medidas metrologia

Leia mais

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 13434 DA ABNT

REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 13434 DA ABNT ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA JUNTO A DGST REQUISITOS E CONSIDERAÇÕES GERAIS REF. NBR 13434 DA ABNT ANÁLISE E VISTORIA DOS SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Objetivo

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-013 Folha: 1 / 09 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO S.A. IPT CENTRO TECNOLÓGICO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO - CETAC

Leia mais

Subsistemas construtivos e componentes caracterizados por ensaios e avaliações segundo os requisitos da norma de desempenho ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO

Subsistemas construtivos e componentes caracterizados por ensaios e avaliações segundo os requisitos da norma de desempenho ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 18/junho/2015 Caesar Business Faria Lima São Paulo, SP Subsistemas construtivos e componentes caracterizados por ensaios e avaliações segundo os requisitos da norma de desempenho ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO

Leia mais

COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 172084. Sistemas construtivos inovadores X avaliação técnica com abordagem de desempenho X SINAT

COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 172084. Sistemas construtivos inovadores X avaliação técnica com abordagem de desempenho X SINAT COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 172084 Sistemas construtivos inovadores X avaliação técnica com abordagem de desempenho X SINAT Luciana Alves de Oliveira Palestra apresentada no SIMPÓSIO ALAGOANO DE ENGENHARIA

Leia mais

PSQ AL FT 09/15. Entidade Setorial Nacional Mantenedora. Entidade Gestora Técnica

PSQ AL FT 09/15. Entidade Setorial Nacional Mantenedora. Entidade Gestora Técnica Página 1 de 26 - Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio Rua Dr. Elias Chaves, 122 Campos Elíseos São Paulo SP cep 01205-010 Telefone: (0XX11)

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2008 e SiAC nível-a. Relatório de Auditoria interna

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2008 e SiAC nível-a. Relatório de Auditoria interna 1/6 1. DADOS DA EMPRESA LATACHE ENGENHARIA E INSTALAÇÕES LTDA Situada na Rua Governador Seabra nº55 Apipucos - Recife - PE. 2. OBJETIVO, ESCOPO E PERÍODO DA AUDITORIA. Verificar a aderência do Sistema

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 86, de 26 de maio de 2003. O PRESIDENTE

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

NBR 7480/1996. Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado

NBR 7480/1996. Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado NBR 7480/1996 Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado OBJETIVO Fixar as condições exigíveis na encomenda, fabricação e fornecimento de barras e fios de aço destinados a armaduras

Leia mais

Instaladores de Janelas Eficientes

Instaladores de Janelas Eficientes Instaladores de Janelas Eficientes LNEG, 8 julho BUILD UP Skills FORESEE IEE/13/BWI 702/SI2.680177 BUILD UP Skills FORESEE September 2014 to February 2017 Carga horária 25 horas A. Teoria: Objetivos 1.

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

ISOLAMENTO ACÚSTICO DAS VEDAÇÕES VERTICAIS EXTERNAS. Como escolher a esquadria da sua obra e atender a NBR 15.575

ISOLAMENTO ACÚSTICO DAS VEDAÇÕES VERTICAIS EXTERNAS. Como escolher a esquadria da sua obra e atender a NBR 15.575 ISOLAMENTO ACÚSTICO DAS VEDAÇÕES VERTICAIS EXTERNAS Como escolher a esquadria da sua obra e atender a NBR 15.575 Em julho de 2013 entrou definitivamente em vigor a NBR 15.575, a norma de desempenho de

Leia mais

BRISA20 C a t á l o g o Té c n i c o 2 Conceito: Linha BRISA 20 BRISA20 As esquadrias de Alumínio são muito mais do que apenas uma designação genérica para portas e janelas, são verdadeiras molduras por

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria n.º 186, de 04 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE

Leia mais

TRABALHANDO AO LADO DO SETOR PARA O CUMPRIMENTO DA NORMA ABNT NBR 15575/2013 EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS - DESEMPENHO

TRABALHANDO AO LADO DO SETOR PARA O CUMPRIMENTO DA NORMA ABNT NBR 15575/2013 EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS - DESEMPENHO TRABALHANDO AO LADO DO SETOR PARA O CUMPRIMENTO DA NORMA ABNT NBR 15575/2013 EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS - DESEMPENHO TRABALHANDO AO LADO DO SETOR PARA O CUMPRIMENTO DA NORMA TRABALHANDO. PRINCIPAIS ENSAIOS

Leia mais

Ação do vento. c) calcular a pressão dinâmica q:

Ação do vento. c) calcular a pressão dinâmica q: Ação do vento Neste item são apresentados os principais procedimentos para a determinação da ação do vento sobre edificações, extraídos da NBR 6123 (ABNT, 1988). 2.3.1 Procedimentos para o cálculo das

Leia mais

O trabalho a seguir trata-se de um modelo da parte técnica de um edital de licitação para uma

O trabalho a seguir trata-se de um modelo da parte técnica de um edital de licitação para uma O trabalho a seguir trata-se de um modelo da parte técnica de um edital de licitação para uma concorrência, tomada de preços ou carta convite para fornecimento de tubos de concreto simples ou armados,

Leia mais

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA 1 OBJETIVO Este procedimento estabelece as condições necessárias para a concessão da Autorização para Uso do Selo de Identificação

Leia mais

02 02 2010 [MARCAÇÃO CE]

02 02 2010 [MARCAÇÃO CE] 02 02 2010 2 [MARCAÇÃO CE] Neste documento está um resumo do processo de marcação CE para o mercado da caixilharia. Esperamos que possa servir de ajuda a todos os interessados, para que a transição seja

Leia mais

Procedimento de obra para recebimento de bloco cerâmico Estrutural

Procedimento de obra para recebimento de bloco cerâmico Estrutural Procedimento de obra para recebimento de bloco cerâmico Estrutural 1 OBJETIVO Procedimento padrão para recebimento blocos estruturais cerâmicos; 2 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA NBR 15270-2:2005 Componentes

Leia mais

TIPOS/ MODELOS DOS PRODUTOS ALVO

TIPOS/ MODELOS DOS PRODUTOS ALVO TIPOS/ MODELOS DOS PRODUTOS ALVO Janela de correr veneziana 03 e 06 folhas Janela de correr 02 e 04 folhas Maxim Maxim-ar ar Janela Integrada 02 folhas Portas de correr 02 folhas Podendo ser incluída a

Leia mais

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA

Leia mais

0932 INF 01/12. Pág. 1 de 8

0932 INF 01/12. Pág. 1 de 8 Pág. 1 de 8 LABORÓRIO Laboratóro de ensaios da TÜV RHEINLAND DO BRASIL Técnico responsável Gerente Técnico do Laboratório Laboratório...: TÜV Rheinland do Brasil Ltda. Endereço...: Rua dos Comerciários,

Leia mais

Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014.

Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 MANUAL FORNECEDORES A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

NBR - ISO 14010 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PRINCÍPIOS GERAIS

NBR - ISO 14010 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PRINCÍPIOS GERAIS NBR - ISO 14010 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PRINCÍPIOS GERAIS Sumário 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Definições...2 2.1. conclusão de auditoria...2 2.2. critérios de auditoria...2

Leia mais

Marca registrada.todos os direitos reservados.

Marca registrada.todos os direitos reservados. Marca registrada.todos os direitos reservados. ESTUDO DAS ESQUADRIAS PVC E ALUMÍNIO BENEFÍCIOS PVC - Conforto térmico, menor gasto de energia conseqüentemente - Conforto acústico excelente com vidro duplo

Leia mais

CEMIG DISTRIBUIÇÃO. Autores. Alex Antonio Costa Carlos Miguel Trevisan Noal Eustáquio do Nascimento Amorim Jorge Pereira de Souza Renato Claro Martins

CEMIG DISTRIBUIÇÃO. Autores. Alex Antonio Costa Carlos Miguel Trevisan Noal Eustáquio do Nascimento Amorim Jorge Pereira de Souza Renato Claro Martins A INTEGRAÇÃO DO SESMT COM A ENGENHARIA CIVIL NA ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES VISANDO REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES DE CONSERVAÇÃO E LIMPEZA EXECUTADAS EM DIFERENÇA DE NÍVEL Autores Alex Antonio Costa Carlos Miguel

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000)

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) Ao longo do tempo as organizações sempre buscaram, ainda que empiricamente, caminhos para sua sobrevivência, manutenção e crescimento no mercado competitivo.

Leia mais

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o Programa de Reconhecimento da Conformidade de Cabos Profibus PA e Profibus DP, atendendo aos requisitos técnicos, visando garantir a segurança na utilização

Leia mais

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações 16/IN01/DSIC/GSIPR 00 21/NOV/12 1/8 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações DIRETRIZES PARA DESENVOLVIMENTO E OBTENÇÃO DE SOFTWARE

Leia mais

Estrutura do Ministério das Cidades

Estrutura do Ministério das Cidades Estrutura do Ministério das Cidades Ministro Conselho Nacional das Cidades Secretarias Gabinete Sec. Executiva Habitação Saneamento Ambiental Transporte e da Mobilidade Urbana Programas Urbanos PBQP-H

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

CARRINHOS PARA CRIANÇAS

CARRINHOS PARA CRIANÇAS Página 1 de 1 Elaborado por: Diego Alves de Oliveira Verificado por: Karen Carolina Martins Aprovado por: Maria Lucia Hayashi Data Aprovação: 06/01/2015 1. OBJETIVO Estabelecer os critérios para o Programa

Leia mais

Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013.

Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Tubos de Concreto. Tubos de concreto com fibras para águas pluviais e esgoto. Antonio D. de Figueiredo

Tubos de Concreto. Tubos de concreto com fibras para águas pluviais e esgoto. Antonio D. de Figueiredo ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL Tubos de concreto com fibras para águas pluviais e esgoto Antonio D. de Figueiredo Tubos de Concreto 1 Principais

Leia mais

www.anvisa.gov.br Agência Nacional de Vigilância Sanitária

www.anvisa.gov.br Agência Nacional de Vigilância Sanitária Exercício cio : Você é Gerente da Qualidade em um sistema ISO 17025 e vai sofrer uma auditoria externa. Como você vai se preparar no que diz respeito aos itens 4.1.1 a 4.1.4.? Resposta ao exercício cio

Leia mais

Suporte situado na edificação do consumidor, com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação.

Suporte situado na edificação do consumidor, com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação. 25 / 10 / 2011 1 de 7 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do pontalete de aço para utilização em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica.

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. GUILHOTINAS As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. Com um sistema de ferragens de elevado desempenho, a solução de janelas de guilhotina

Leia mais

BICICLETAS DE USO INFANTIL

BICICLETAS DE USO INFANTIL Página: 1/12 Elaborado por: Maria Lucia Hayashi Verificado por: João Gustavo L. Junqueira Aprovado por: Regina Toscano Data Aprovação: 10/12/2013 1 OBJETIVO Este documento apresenta os critérios complementares

Leia mais

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual.

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual. CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM JUL/07 /07 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP

ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP Aprova a Norma Técnica nº 010/2005-CBMAP, sobre atividades eventuais no Estado do Amapá,

Leia mais

INFRAERO VT.06/506.92/04740/00 2 / 5

INFRAERO VT.06/506.92/04740/00 2 / 5 REV MODIFICAÇÃO DATA PROJETISTA DESENHISTA APROVO Coordenador Contrato: Autor do Projeto Resp. Técnico: Co-Autor: MARGARET SIEGLE 4522D/ES ELISSA M. M. FRINHANI 5548/D-ES NUMERO: 200_PB.HS.AF.ET-300000

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM FEV/2010 01/07 SUMÁRIO 1 1 Objetivo 2 Campo de

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011 MÓDULO 2 Projetista SAS Pequeno Porte Passo a Passo de Instalação ABRAVA -São Paulo,Maio de 2011 Luciano Torres Pereira Leonardo Chamone Cardoso

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 536, de 21 de outubro de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

1 Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Química Laboratório de Eletroquímica de Superfícies e Corrosão

1 Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Química Laboratório de Eletroquímica de Superfícies e Corrosão 1 Universidade Federal do Paraná 1. OBJETIVO PQ-001 Pág. 1 de 8 Estabelecer diretrizes para elaboração e controle de documentos e dados do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) do Laboratório de Eletroquímica

Leia mais

Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013.

Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ETD - 07 CRUZETA DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO E PADRONIZAÇÃO EMISSÃO: julho/2003 REVISÃO: setembro/08 FOLHA : 1 / 6 FURAÇÃO DA CRUZETA

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA Agosto de 2009 Revisão 05 INDICE 1. Apresentação... 03 2. Política da Qualidade e Ambiental da Sultécnica... 03 3. Expectativa para Fornecedores...

Leia mais

PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO. Tecnologia em Gestão Financeira

PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO. Tecnologia em Gestão Financeira PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO Tecnologia em Gestão Financeira JUNHO, 2012 2 S U M Á R I O 1. INTRODUÇÃO... 3 2. O QUE DEVE CONSTAR NO TRABALHO DE APLICAÇÃO TECNOLÓGICA... 3 3.

Leia mais

1.OBJETIVO 2.APLICAÇÃO 3.ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5.TERMINOLOGIA 6.DESCRIÇÃO DO PROCESSO

1.OBJETIVO 2.APLICAÇÃO 3.ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5.TERMINOLOGIA 6.DESCRIÇÃO DO PROCESSO Aprovado ' Elaborado por Fernando Cianci/BRA/VERITAS em 28/11/2014 Verificado por Jose Eduardo em 28/11/2014 Aprovado por Sandro de Luca/BRA/VERITAS em 04/12/2014 ÁREA GFI Tipo Procedimento Regional Número

Leia mais

CONEXÕES PARA ÁGUA FRIA EM PVC

CONEXÕES PARA ÁGUA FRIA EM PVC CONEXÕES PARA ÁGUA FRIA EM PVC Tubos e Conexões de PVC, para Água Fria, com Junta Soldável Norma Regulamentadora: ABNT NBR 5648 / jan 1999. Campo de Aplicação: Sistemas Prediais, condominiais e pequenas

Leia mais

FOCO NO PROCESSO QUALIDADE. Cliente. Desenvolvimento do produto e projeto. Uso e operação. Gerenciamento e Execução de. Lançamento e vendas.

FOCO NO PROCESSO QUALIDADE. Cliente. Desenvolvimento do produto e projeto. Uso e operação. Gerenciamento e Execução de. Lançamento e vendas. QUALIDADE Cliente Uso e operação Desenvolvimento do produto e projeto FOCO NO Gerenciamento e Execução de obras PROCESSO Lançamento e vendas Suprimentos Planejamento e orçamento de obras Padronização dos

Leia mais

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL Sumário 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências normativas...2 3.

Leia mais

Instalações Prediais. Manutenção

Instalações Prediais. Manutenção Instalações Prediais Manutenção Legislação Leis nº 10.199/86 e 8382/76 Certificado de manutenção dos sistemas de segurança contra incêndio Lei nº 13.214, de 22 de novembro de 2001. Obrigatoriedade de instalação

Leia mais