UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBARLÂNDIA UFU INSTITUTO DE GEOGRAFIA IG LABORATÓRIO DE GEOGRAFIA AGRÁRIA LAGEA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBARLÂNDIA UFU INSTITUTO DE GEOGRAFIA IG LABORATÓRIO DE GEOGRAFIA AGRÁRIA LAGEA"

Transcrição

1 1 AS TRANSFORMAÇÕES TERRITORIAIS E SEUS AGENTES COMO ELEMENTOS GERADORES DE MOBILIDADE POPULACIONAL: um olhar sobre a reestruturação fundiária no bairro Vila Nova em Porto Alegre/RS 1 Ana Stumpf Mitchell Daniel Mallmann Vallerius Éverton de Moraes Kozenieski Felipe Velho Azevedo Costa Fernando Dreissig de Moraes Heitor Alexandre Brandão Júnior Judeci da Silva Karen Aline Heberle Matheus Haizenreder Schaf Neudy Alexandro Demichei Rafael Zilio Fernandes Renata Ferreira da Silveira Rodrigo Bennett Rosa Maria Vieira Medeiros 2 Stefan Szczesny Rout Tiago Bassani Rech Tiago Oliveira Nicoloso Resumo O bairro Vila Nova, localizado em Porto Alegre/RS, vem sofrendo mudanças territoriais nas últimas décadas, tendo o capital, o simbólico e o Estado como agentes transformadores desse espaço. A estas mudanças, estão associados os fluxos de mobilidade populacional, o que provocou uma diminuição no número de propriedades onde se desenvolvem atividades agrícolas, bem como nas suas áreas. O objetivo dessa pesquisa é identificar as 1 Pesquisa em andamento realizada pelo grupo do Programa de Educação Tutorial da Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PET-GEA/UFRGS). 2 Professora Tutora do grupo PET-GEA/UFRGS.

2 2 transformações territoriais ocorridas neste bairro a partir de 1970, analisando o papel dos agentes supracitados considerados como elementos geradores de mobilidade populacional. Também está sendo analisado o reflexo do crescimento da cidade na dinâmica social, política e econômica da área de estudo; o impacto do PDDUA 3 ; o período de instalação das principais infraestruturas nos âmbitos público e privado. Para tanto estão sendo mapeadas as mudanças fundiárias e funcionais ocorridas no bairro utilizando-se fotografias aéreas, documentos administrativos da prefeitura, censos demográficos. Foram aplicadas entrevistas qualitativas junto aos antigos agricultores do bairro que ainda resistem às transformações buscando assim compreender a razão de sua permanência e a nova mobilidade populacional que se instala no bairro. Desta forma será possível a construção de uma tipologia específica relacionada à mobilidade populacional. Palavras-Chave: mobilidade espacial, transformações territoriais, identidade. 1. Introdução No decorrer das últimas décadas, a dinâmica dos grandes centros urbanos brasileiros tem seguido às tendências de concentração populacional. Com isso, as estruturas preexistentes nas médias e grandes cidades tiveram que se adaptar a essa tendência forçando um processo de refuncionalização dos espaços públicos e privados; de valorização de áreas outrora desvalorizadas; e de reorganização/reavaliação das infraestruturas disponíveis. Dessa forma, os instrumentos de planejamento e gestão urbanos também tiveram de passar por uma atualização. 3 Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental

3 3 O município de Porto Alegre não é exceção. As transformações territoriais ocorridas no Bairro Vila Nova trazem consigo os impactos da urbanização pela ação de agentes como o poder estatal, a sociedade civil, o capital, etc. sobre um espaço historicamente destinado à produção agrícola. Disto surgem contradições, não apenas de uma nova configuração da paisagem e da discussão sobre a tendência de supressão dos espaços rurais nas metrópoles, mas também do modo de vida e das relações sociais, então estabelecidas. Clarear essas transformações, distinguindo seus agentes condicionantes, torna-se então tarefa necessária para a compreensão das mudanças ocorridas nas últimas décadas dentro das grandes metrópoles brasileiras, enfocando o caráter subjetivo, próprio a cada indivíduo. O caso do bairro Vila Nova, na Zona Sul da capital gaúcha, exemplifica estes fatos, assim, merecendo uma análise mais detalhada sobre o papel do valor simbólico, do valor de mercado e do poder público como elementos condicionantes de mobilidade populacional associada a um novo padrão de ocupação e uso da terra a partir de Década essa a qual encontramos suporte material para realizarmos nossa pesquisa, além de ser um período significativo para o processo de urbanização brasileiro. 2. Procedimentos metodológicos Através da utilização e interpretação temporal de fotografias aéreas (posteriormente vetorizadas, que resultaram na elaboração de um mapa temático) e de documentos administrativos da prefeitura, bem

4 4 como censos demográficos, perceberemos a evolução urbana do bairro Vila Nova, comparando os perfis de uso da terra, na área de estudo, no período Inicialmente realizamos entrevistas com os expositores da Festa do Pêssego da Vila Nova, também com lideranças do bairro, moradores e com os órgãos de fomento e desenvolvimento da agricultura no mesmo. Procuraremos, ainda, detectar as conseqüências da implantação do Plano Diretor municipal com a extinção das áreas rurais de Porto Alegre, no cotidiano do bairro Vila Nova. Como produto final, pretendemos identificar e mapear as tipologias de mobilidade populacional ocorridas na área de estudo. 3. Porto Alegre e a Vila Nova Porto Alegre começou a ser povoada no século XVII e, em 1772, possuía uma população de 1500 habitantes. A partir desse momento, percebe-se um aumento de população e conseqüentemente de importância da atual capital do Rio Grande do Sul. Ao longo da evolução - cujos principais agentes transformadores são fatores demográficos, econômicos, socioculturais e locacionais, além da ação do Estado - ocorre uma grande diversificação de funções econômicas e políticas do local. O crescimento, decorrente dos fatores já citados, ocasionou uma inevitável ampliação do centro urbano, ou seja, uma propagação em direção à periferia, já que, preferencialmente essas áreas são pouco populosas e desvalorizadas em comparação ao centro urbano; fenômeno muito comum, inclusive, em outros países subdesenvolvidos. Somando-se a isso, o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (PDDUA) prevê um crescimento dos bairros mais distantes

5 5 do centro, objetivando descentralizar, principalmente, a função comercial e populacional. Segundo De Souza e Müller (1997), a evolução urbana de Porto Alegre pode ser dividida em cinco períodos: o primeiro, comportando o período de 1680 a 1772, corresponde ao início da ocupação do território e a formação do povoado. Concomitantemente, há o surgimento do porto. O segundo ( ) é marcado pelo aumento da importância do porto devido ao escoamento do trigo plantado pelos colonos. No terceiro ( ), ocorre a imigração de colonos alemães e italianos e a afirmação de Porto Alegre na condição de centro comercial, administrativo e militar. O quarto período ( ) é caracterizado pelo desenvolvimento industrial, ocasionando o crescimento do comércio. No quinto período (1945 até hoje), observa-se, entre muitos fenômenos, o crescimento da região metropolitana com o aumento de populações de baixa renda residentes em subabitações. A história do bairro Vila Nova 4 começa a partir da colônia particular formada por famílias de imigrantes italianos, chamada inicialmente de Vila Nova D Itália. As primeiras famílias a se estabeleceram ali foram Passuelo e Dallariva, por volta de 1894, seguidos dos Monteggia, em A esses moradores seguiram-se outros que foram adquirindo novas glebas de terra. As relações entre os moradores da Vila Nova eram típicas de colônias, marcadas por uma rede de reciprocidade. Baseavam-se em reuniões familiares e comemorações religiosas. Aspectos que refletem o bucolismo e o grau de isolamento em relação ao centro de Porto Alegre, nesse momento histórico. A população do bairro era composta 4 Vide figura 1.

6 6 por poucas famílias que, com o passar do tempo, dividiram suas terras com seus descendentes. O bairro se dedicava, basicamente, à plantação de videiras e de árvores frutíferas (pêssegos, parreiras e ameixas). Sua produção se destinava principalmente ao mercado gaúcho chegando a atingir os mercados de São Paulo e Rio de Janeiro. As primeiras obras de caráter coletivo do bairro datam de 1897, com a construção da Escola Elementar Villanova 5, ainda hoje em funcionamento. Podemos destacar também a construção da capela 6, em 1906, que acabaria por ser o ponto de encontro entre os colonos; e a criação da Cooperativa Agrícola em 1911, que tinha como finalidade a venda dos vinhos ali produzidos. Em 1918 foi realizada pela primeira vez a Festa da Uva de Porto Alegre no bairro Vila Nova, que contou com a presença de autoridades, entre elas, o Real Embaixador D Itália. A partir de então a festa começou a ser realizada anualmente com a participação de um grande número de moradores de Porto Alegre. Os produtos agrícolas da Vila Nova passam a se destacar na preferência da população portoalegrense devido a suas qualidades. Entretanto, com a diminuição das áreas destinadas à plantação de uvas e conseqüentemente da produção, essa festa foi substituída pela Festa do Pêssego. A razão desta substituição foi a produção de pêssego ter superado a produção de uvas. A Festa do Pêssego tradicionalmente continua sendo realizada no bairro. As dificuldades com o transporte dos produtos agrícolas eram um empecilho para o escoamento da produção. Em 1912, o poder público 5 Hoje com o nome de Escola Estadual de Ensino Médio Alberto Torres. 6 Hoje com o nome de Igreja São José da Vila Nova.

7 7 se sensibiliza com as reivindicações dos produtores e cria uma estrada para facilitar o deslocamento desses produtos, ligando a Vila Nova ao bairro Cavalhada. Em 1926, foi inaugurada a linha de ferro que ligava a Vila Nova ao centro da cidade e que foi extinta em Para que essa obra fosse realizada foi necessário que a Vila Nova passasse a ser uma zona suburbana de Porto Alegre. Essa necessidade da melhoria dos meios para o transporte dos produtos agrícola trouxe, como conseqüência, outras inovações. Começam a surgir armazéns, parques, restaurantes - novidades na paisagem do bairro, juntamente com a valorização das propriedades próximas as vias de acesso. A partir da década de 50, uma nova realidade paira sobre a Vila Nova. Começa a ficar evidente a redução da produção agrícola; o declínio econômico de algumas chácaras; o loteamento de muitas delas; a migração de agricultores; além da chegada de novos moradores com finalidades distintas da agricultura. Em suma, começam a ficar perceptíveis as transformações no bairro, principalmente a perda das características tipicamente coloniais da Vila Nova.

8 8 Figura 1 - Localização do Bairro Vila Nova e principais ruas 4. Análise temporal das fotografias aéreas A análise das fotografias aéreas dos anos 1972, 1991 e 2002 permitiu verificar as transformações no uso da terra no bairro, destacando uma significativa redução da área agrícola e uma expansão da área residencial. Figura 2 Mudanças no uso do solo Ainda podemos observar na imagem de 1972 a presença das principais características que originalmente compunham a paisagem do bairro decorrentes do predomínio da agricultura. A partir de então, as mudanças foram acontecendo e as áreas residenciais passaram a

9 9 predominar em relação às áreas agrícolas. É um processo de reconfiguração da paisagem que, no entanto, ainda mantém algumas das características originais que até hoje são referências para a comunidade tais como os produtos agrícolas e os cenários bucólicos do bairro. As alterações das características do bairro, conforme as primeiras entrevistas, provocaram uma progressiva mudança no perfil dos moradores, bem como, nos seus hábitos e nos seus costumes. Apesar de ter havido uma redução na área agrícola, ainda há remanescentes da mesma. Na figura 2, a ocupação referente ao ano de 1991 mostra que houve uma intensa ocupação de áreas outrora cultivadas, nos remetendo a uma tendência de crescente substituição dos espaços rurais para os próximos anos. Todavia o recorte entre o período indica uma relativa estagnação dessa dinâmica, observada através das fotos onde é identificada a permanência de áreas agrícolas em contraposição à tendência presente de urbanização. Nos pontos onde se identificou visualmente a manutenção de atividades agrícolas, serão feitas as entrevistas de caráter qualitativo, posteriormente. Esta atividade proporcionará a qualificação da pesquisa. 5. Algumas transformações já observadas no bairro O espaço geográfico é fruto de inúmeras relações que permeiam o simbólico, o poder do capital e o do Estado. Claude Raffestin já afirmava que (...) A produção de um espaço, o território nacional, espaço físico, balizado, modificado, transformado pelas redes, circuitos e fluxos que aí se instalam: rodovias, canais, estradas de ferro, circuitos comerciais e bancários,

10 10 auto-estradas e rotas aéreas etc. O território, nessa perspectiva, é um espaço onde se projetou um trabalho, seja energia e informação, e que, por conseqüência, revela relações marcadas pelo poder. O espaço é a prisão original, o território é a prisão quer os homens constroem para si (RAFFESTIN, 1993:144). O caso do bairro Vila Nova não foge desta regra. Ao longo de sua história, foi percebida a instalação dos serviços e meios descritos pelo autor. Nas três últimas décadas, com o avanço da área residencial sobre a agrícola, estes serviços foram expandidos. O comércio é um exemplo de expansão visando atender à demanda crescente, conforme dados coletados da Secretaria Municipal da Indústria e do Comércio de Porto Alegre. Este aumento da demanda por comércio, escolas, saúde, deveu-se à valorização que o bairro passou a ter pelo avanço da área urbana em Porto Alegre, observada no período. Como o bairro dispunha de áreas livres, tornou-se alvo de loteamentos, muitos dos quais irregulares, e de assentamentos urbanos. Como conseqüência direta observou-se, através das fotografias aéreas, uma expressiva redução da área agrícola na década de Figura 3 Aspecto atual do bairro

11 11 Até o momento, observamos que o poder do Estado é o agente fundamental para estas modificações ocorridas no bairro. De acordo com nossos levantamentos, uma nova legislação tributária foi criada para atender as demandas dos residentes do bairro, tanto aqueles ligados à agricultura como os que desenvolvem atividades não agrícolas. A LC 396/96 7 estabeleceu alíquotas para os imóveis rurais, diferentemente da LC 07/73 que não os citava ainda. Até esta data, os imóveis rurais pagavam ITR 8 (um imposto que não era totalmente destinado à prefeitura). Em virtude da Lei Orgânica 434/99, foi criada a LC 482/02, que concedeu isenção de pagamento de IPTU 9 para as propriedades que comprovassem exploração econômica primária em áreas iguais ou inferiores a trinta hectares. Para as propriedades com área superior, o pagamento do IPTU foi atrelado à alíquota do ITR. O PDDUA foi o regulador daquelas áreas, que antes possuíam outras funções além da agrária, como loteamentos irregulares, pois determinou a extinção da área rural de Porto Alegre. Com esta resolução, não é possível atrelar o pagamento de ITR, pois nenhuma área é rural e esta LC apenas foi sancionada por pressão dos moradores do bairro. Cabe ressaltar que as isenções, remissões e benefícios adquiridos pelos agricultores foram frutos de reivindicações junto à Prefeitura. Portanto, o poder do Estado procura reorganizar os espaços, a fim de proporcionar sustentação ao mesmo. Raffesttin (1991) já dizia que (...) do Estado ao indivíduo, passando por todas as organizações pequenas ou grandes, encontram-se atores 7 Lei Complementar 8 Imposto Territorial Rural 9 Imposto Predial Territorial Urbano

12 12 sintagmáticos que produzem o território. De fato, o Estado está sempre organizando o território nacional por intermédio de novos recortes, de novas implantações e de novas ligações (p. 152). O simbólico aparece significativamente nas entrevistas realizadas com os expositores da Festa do Pêssego. O referido evento adquiriu um caráter de confraternização entre antigos moradores, com lembranças, retomada dos laços identitários e dos espaços vividos pelos moradores mais antigos do bairro. Para eles, que estão vivenciando as transformações do bairro, a mudança nas dinâmicas sociais é fruto da presença de novos moradores que não possuem a mesma identificação com o local. Por conta disso, há um conflito nas relações sociais entre os antigos e os novos residentes. A manutenção de áreas agrícolas justifica-se, em parte, pelo caráter simbólico inerente a tal atividade. Castells (2001) afirmava: As comunidades locais, constituídas por meio da ação memória coletiva, constituem fontes específicas de identidades. Essas identidades, no entanto, consistem em reações defensivas contra as condições impostas pela desordem global e pelas transformações, incontroláveis e em ritmo acelerado. Elas constroem abrigos, mas não paraísos.(p. 84). Esses fatores interagem entre si e conseqüentemente com o capital, forçando a reorganização do bairro frente a estas modificações. O poder do capital influencia o Estado, tanto por parte dos agricultores que reivindicam melhores condições de plantio e de vida, quanto por parte dos setores que estão vinculados a esta nova espacialidade, uma vez que o bairro passou a ter mais quatro loteamentos a partir de 1998.

13 13 A análise das relações existentes entre estes condicionantes (capital, estado e valor simbólico) se dará no próximo momento desta pesquisa, uma vez que o grupo já realizou parte da entrevistas onde estas relações se expressam. Cabe ressaltar a pretensão de desnudar os fatores que respondem pela desaceleração do fenômeno de redução do espaço rural na área pesquisada. 6. Referências Bibliográficas CASTELLS, Manuel. O Poder da identidade. 3ª ed. São Paulo: Paz e Terra, p. FRANCO, Sérgio da Costa. Porto Alegre: guia histórico. 2ª ed. Porto Alegre: Ed. Da Universidade/UFRGS, P MALLMANN, Ana Maria Monteggia. Vila Nova: Depoimentos. Porto Alegre: SMIC, MENEGAT, Rualdo e outros. Atlas ambiental de Porto Alegre. 2. ed. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, 1999., 228 p RAFFESTIN, Claude. Por uma geografia do poder. São Paulo: Ática, p. SANTOS, Milton. Espaço e Método. São Paulo: Nobel, p. SOUZA, Célia Ferraz de; MÜLLER, Dóris Maria. Porto Alegre e sua Evolução Urbana. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, p.

A REDE URBANA NO VALE DO PARAÍBA: ESTAGNAÇÃO ECONÔMICA DO MUNÍCIPIO DE REDENÇÃO DA SERRA

A REDE URBANA NO VALE DO PARAÍBA: ESTAGNAÇÃO ECONÔMICA DO MUNÍCIPIO DE REDENÇÃO DA SERRA A REDE URBANA NO VALE DO PARAÍBA: ESTAGNAÇÃO ECONÔMICA DO MUNÍCIPIO DE REDENÇÃO DA SERRA RODRIGO ALEXANDRE PEREIRA CALDERARO 1 e EVÂNIO DOS SANTOS BRANQUINHO 2 calderaro.ro@gmail.com; evanio.branquinho@unifal-mg.edu.br

Leia mais

Questão 1. Resposta A. Resposta B

Questão 1. Resposta A. Resposta B Questão 1 Ao longo do século XX, as cidades norte-americanas se organizaram espacialmente de um modo original: a partir do Central Business District (CBD), elas se estruturaram em circunferências concêntricas

Leia mais

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014 GEOGRAFIA QUESTÃO 1 A Demografia é a ciência que estuda as características das populações humanas e exprime-se geralmente através de valores estatísticos. As características da população estudadas pela

Leia mais

Urbanização Brasileira

Urbanização Brasileira Urbanização Brasileira O Brasil é um país com mais de 190 milhões de habitantes. A cada 100 pessoas que vivem no Brasil, 84 moram nas cidades e 16 no campo. A população urbana brasileira teve seu maior

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / /2011 ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIE: 6ª série/7 ano TURMA: TURNO: DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSOR: Equipe de Geografia Roteiro e lista de Recuperação

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

Desafios da Extensão Rural e dos Programas de Pós-graduação no Brasil

Desafios da Extensão Rural e dos Programas de Pós-graduação no Brasil Desafios da Extensão Rural e dos Programas de Pós-graduação no Brasil Sheila Maria Doula Ana Louise de Carvalho Fiuza Wander Torres Costa Alexandra Santos Programa de Pós-graduação e Extensão Rural UFV/Brasil

Leia mais

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS 2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Neste capítulo se pretende avaliar os movimentos demográficos no município de Ijuí, ao longo do tempo. Os dados que fomentam a análise são dos censos demográficos, no período 1920-2000,

Leia mais

A urbanização Brasileira

A urbanização Brasileira A urbanização Brasileira Brasil Evolução da população ruralurbana entre 1940 e 2006. Fonte: IBGE. Anuário estatístico do Brasil, 1986, 1990, 1993 e 1997; Censo demográfico, 2000; Síntese Fonte: IBGE. Anuário

Leia mais

História da Habitação em Florianópolis

História da Habitação em Florianópolis História da Habitação em Florianópolis CARACTERIZAÇÃO DAS FAVELAS EM FLORIANÓPOLIS No início do século XX temos as favelas mais antigas, sendo que as primeiras se instalaram em torno da região central,

Leia mais

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Marcia Heloisa P. S. Buccolo, consultora jurídica de Edgard Leite Advogados

Leia mais

A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO

A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO 5 Amanda dos Santos Galeti Acadêmica de Geografia - UNESPAR/Paranavaí amanda_galeti@hotmail.com Kamily Alanis Montina Acadêmica

Leia mais

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA EXECUTIVA

Leia mais

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO PROJETO CARBONO NO CORREDOR DE BIODIVERSIDADE EMAS TAQUARI RELATÓRIO DE ATIVIDADES ASSENTEMENTOS SERRA DAS ARARAS, FORMIGUINHA E POUSO ALEGRE JULHO DE 2011 INTRODUÇÃO

Leia mais

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE. DA REPRODUÇÃO DA VIDA E PODE SER ANALISADO PELA TRÍADE HABITANTE- IDENTIDADE-LUGAR. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A. Caracterizar o fenômeno da urbanização como maior intervenção humana

Leia mais

Intervenção Pública na década de 90:

Intervenção Pública na década de 90: Intervenção Pública na década de 90: Uma análise dos impactos espaciais do Programa Rio-Cidade no mercado imobiliário da cidade do Rio de Janeiro Andrea Paulo da Cunha PULICI Observatório Imobiliário e

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG Coordenadoria Geral de Pesquisa CGP Campus Universitário Ministro Petrônio Portela,

Leia mais

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2012 DISCIPLINA: GEOGRAFIA - PROFESSOR: ADEMIR REMPEL SÉRIE: 8º

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

Metodologia. Resultados

Metodologia. Resultados ENCONTRO INTERNACIONAL PARTICIPAÇÃO, DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS: APROXIMANDO AGENDAS E AGENTES UNESP SP 23 a 25 de abril de 2013, UNESP, Araraquara (SP) AGENTES SOCIAIS E A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO

Leia mais

Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS

Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS ALÍCIA FERNANDINO RODRIGUES aliciarodrigues@terra.com.br Título: Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS GRUPO 1 : Planos Diretores e Sustentabilidade urbano-ambiental Planejamento Urbano

Leia mais

MUDANÇAS DA ORDEM URBANA DAS METRÓPOLES LIVROS COMPARATIVOS Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia

MUDANÇAS DA ORDEM URBANA DAS METRÓPOLES LIVROS COMPARATIVOS Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia MUDANÇAS DA ORDEM URBANA DAS METRÓPOLES LIVROS COMPARATIVOS Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Capítulo 6 Organização Social do Território e formas de provisão de moradia Seminário

Leia mais

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU 1 EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU Resumo Rodrigo Rafael Pinheiro da Fonseca Universidade Estadual de Montes Claros digasmg@gmail.com

Leia mais

AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG. Área Temática: Meio Ambiente

AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG. Área Temática: Meio Ambiente AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG Área Temática: Meio Ambiente Responsável pelo trabalho: Artur Leonardo Andrade Universidade

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Seminário Internacional Planejamento Urbano em Região Metropolitana - O caso de Aracaju Aracaju,

Leia mais

A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG)

A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG) A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG) Arthur Rodrigues Lourenço¹ e Ana Rute do Vale² madrugarockets@hotmail.com, aruvale@bol.com.br ¹ discente do curso

Leia mais

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960.

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. Glauber Lopes Xavier 1, 3 ; César Augustus Labre Lemos de Freitas 2, 3. 1 Voluntário Iniciação

Leia mais

A PRODUÇÃO SOCIOESPACIAL DO BAIRRO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP: A BUSCA PELA CIDADANIA

A PRODUÇÃO SOCIOESPACIAL DO BAIRRO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP: A BUSCA PELA CIDADANIA A PRODUÇÃO SOCIOESPACIAL DO BAIRRO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP: A BUSCA PELA CIDADANIA Ana Lia Ferreira Mendes de Carvalho liafmc@yahoo.com.br Geografia Bacharelado - UNIFAL-MG INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

(Adaptado de: . Acesso em: 26 jul. 2014.)

(Adaptado de: <http://www2.sabesp.com.br/mananciais/divulgacaositesabesp.aspx>. Acesso em: 26 jul. 2014.) GEOGRFI 1 Leia o texto e as figuras a seguir. O conhecimento da geografia contribui para que a sociedade tenha uma melhor compreensão dos problemas ambientais. falta d água no Sistema Cantareira do estado

Leia mais

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a 1. INTRODUÇÃO Muitas e intensas transformações ambientais são resultantes das relações entre o homem e o meio em que ele vive, as quais se desenvolvem num processo histórico. Como reflexos dos desequilíbrios

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP INTRODUÇÃO A Agenda 21 Local é um instrumento de planejamento de políticas públicas que envolve tanto a sociedade

Leia mais

Dinâmica Recente da Rede Urbana Brasileira

Dinâmica Recente da Rede Urbana Brasileira http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=590200&page=24 Dinâmica Recente da Rede Urbana Brasileira UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO

Leia mais

OS ARRENDAMENTOS DE TERRA PARA A PRODUÇÃO DE CANA- DE- AÇÚCAR

OS ARRENDAMENTOS DE TERRA PARA A PRODUÇÃO DE CANA- DE- AÇÚCAR Tamires Silva Gama Acadêmica do Curso de Geografia da UEM. Bolsista do CNPq Tamires_gama@hotmail.com OS ARRENDAMENTOS DE TERRA PARA A PRODUÇÃO DE CANA- DE- AÇÚCAR INTRODUÇÃO Frente os avanços da modernização

Leia mais

2- Qual é o fato gerador? O fato gerador do IPTU é a propriedade predial e territorial, assim como o seu domínio útil e a posse.

2- Qual é o fato gerador? O fato gerador do IPTU é a propriedade predial e territorial, assim como o seu domínio útil e a posse. 1- O que é? O IPTU é um tributo que incide sobre a propriedade imobiliária, incluindo todos os tipos de imóveis residências, prédios comerciais e industriais, terrenos e chácaras de recreio. 2- Qual é

Leia mais

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS. Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS. Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França A década de 1930 do século XX traz para a população brasileira um novo momento, quanto a sua distribuição. Até então, a população

Leia mais

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco Danilo Corsino de Queiróz Albuquerque¹ Ana Regina Marinho Dantas Barboza da Rocha Serafim² ¹Graduando do 5º Período no Curso de Licenciatura em Geografia pela Universidade de Pernambuco (UPE), E-mail:

Leia mais

PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA

PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA Alini, CAVICHIOLI, e-mail¹: alini.cavichioli@edu.sc.senai.br Fernando Luiz Freitas FILHO, e-mail²: fernando.freitas@sociesc.org.br Wallace Nóbrega,

Leia mais

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 SOUZA, Murilo M. O. 2 ; COSTA, Auristela A. 2 ; SANT ANNA, Thiago S. 3 ; SILVA, Fábio

Leia mais

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012 GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY Oficina de Planejamento 2010-2012 Paraty, agosto de 2010 Objetivo da oficina Elaborar o Direcionamento Estratégico da Gastronomia Sustentável de Paraty para os próximos

Leia mais

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL META Refletir sobre as características da população brasileira como fundamento para a compreensão da organização do território e das políticas de planejamento e desenvolvimento

Leia mais

Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO

Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO Vista da Rua Schilling, no ano de 1981 Fonte : Júnior Manuel Lobo Fonte:Vila Hamburguesa sub-distrito da Lapa município da capital de São Paulo Vila

Leia mais

Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP)

Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP) Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP) Mariana Ferreira Cisotto maricisotto@yahoo.com.br IG/UNICAMP Antonio Carlos Vitte IG/UNICAMP Palavras-chave:

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2012 DISCIPLINA : GEOGRAFIA - PROFESSOR: GERSON HUCHAK SÉRIE: 7ª

Leia mais

MUDANÇAS ESPACIAIS NO BAIRRO VILA GARCIA, MUNICIPIO DE JACAREÍ SP NO PERIODO DE 1970 A 2010

MUDANÇAS ESPACIAIS NO BAIRRO VILA GARCIA, MUNICIPIO DE JACAREÍ SP NO PERIODO DE 1970 A 2010 MUDANÇAS ESPACIAIS NO BAIRRO VILA GARCIA, MUNICIPIO DE JACAREÍ SP NO PERIODO DE 1970 A 2010 José Maria Filho ¹, Bruno Rodrigo 1, Sandra Maria Fonseca da Costa¹ 1 Universidade do Vale do Paraíba Faculdade

Leia mais

O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA

O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA Silmara Oliveira Moreira 1 Graduanda em Geografia/UESB, Bolsista da UESB E-mail: silmara.geo@gmail.com Resumo: O objetivo

Leia mais

Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem

Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem 1) COMO FUNCIONA? O PROBLEMA OU SITUAÇÃO ANTERIOR Anteriormente, todos os resíduos recicláveis ou não (com exceção do papelão), ou seja, papel, plásticos, vidros,

Leia mais

Urbanização no Brasil

Urbanização no Brasil Urbanização no Brasil Urbanização é o aumento proporcional da população urbana em relação à população rural. Segundo esse conceito, só ocorre urbanização quando o crescimento da população urbana é superior

Leia mais

Situação Geográfica e Demográfica

Situação Geográfica e Demográfica Guarulhos História A memória é a base para a construção da identidade, da consciência do indivíduo e dos grupos sociais de um determinado local. A maioria das fontes de memória de Guarulhos traz que sua

Leia mais

MATÉRIAS SOBRE QUE INCIDIRÁ CADA UMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

MATÉRIAS SOBRE QUE INCIDIRÁ CADA UMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MATÉRIAS SOBRE QUE INCIDIRÁ CADA UMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Prova de: GEOGRAFIA Conteúdos: 1. A posição de Portugal na Europa e no Mundo 1.1. A constituição do território nacional 1.2.

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos Fortaleza 2040 Processos Gestão do Plano Fortaleza 2040 Integração de planos setoriais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos Fortaleza 2040 Processos Gestão do Plano Fortaleza 2040 Integração de planos setoriais DIRETORIA DO OBSERVATÓRIO DA GOVERNANÇA DIOBS Produtos Sala Situacional Rede de Salas de Situação Processos Monitoramento Agenda Estratégica Observatório da Governança DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL Ivo Szterling, Arquiteto Urbanista Diretor de Urbanismo da Cipasa Desenvolvimento

Leia mais

O Mercado de Trabalho nas Atividades Culturais no Brasil, 1992-2001

O Mercado de Trabalho nas Atividades Culturais no Brasil, 1992-2001 1 Ministério da Cultura Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) Data de elaboração da ficha: Ago 2007 Dados das organizações: Nome: Ministério da Cultura (MinC) Endereço: Esplanada dos Ministérios,

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

Planejamento Anual. Componente Curricular: GEOGRAFIA Ano: 2º Ano Letivo: 2015. Professor(s): Júlio

Planejamento Anual. Componente Curricular: GEOGRAFIA Ano: 2º Ano Letivo: 2015. Professor(s): Júlio Planejamento Anual Componente Curricular: GEOGRAFIA Ano: 2º Ano Letivo: 2015 Professor(s): Júlio APRESENTAÇÃO: Percebemos ser de fundamental importância que o aluno da 2 Ano do Ensino Fundamental possua

Leia mais

Parque Científico e Tecnológico de Macaé

Parque Científico e Tecnológico de Macaé Parque Científico e Tecnológico de Macaé Carlos Eduardo Lopes da Silva¹ Ramon Baptista Narcizo² Joelson Tavares Rodrigues³ Resumo Este artigo apresenta os principais conceitos e estratégias que apóiam

Leia mais

PADRÕES DE PARCELAMENTO DA CIDADE LESTE DE SANTA MARIA: APLICAÇÃO DA METODOLOGIA 1

PADRÕES DE PARCELAMENTO DA CIDADE LESTE DE SANTA MARIA: APLICAÇÃO DA METODOLOGIA 1 PADRÕES DE PARCELAMENTO DA CIDADE LESTE DE SANTA MARIA: APLICAÇÃO DA METODOLOGIA 1 CERVO, Fernanda 2, CHAGAS, Vinícius Westphalen 2, FALKOWSKI, Liz Carlize 2, VESCIA, Jenifer 2, POZZOBON, Bruna 2, SILVA,

Leia mais

Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática

Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática Valéria Grace Costa ***, Antônio Cláudio Moreira Lima e Moreira, Suzana Pasternak, Maria de Lourdes Zuquim, Simone Cotic Clarissa Souza, Letícia

Leia mais

A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIREITO BRASILEIRO.

A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIREITO BRASILEIRO. A FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIREITO BRASILEIRO. 1 AS SANÇÕES APLICÁVEIS NO CASO DE SOLO NÃO EDIFICADO, SUBUTILIZADO, OU NÃO UTILIZADO. Gina Copola (outubro de 2.012) I Tema atual

Leia mais

Porto Alegre: transformações na metrópole e na Região Metropolitana mais meridional do Brasil (1980-2010)

Porto Alegre: transformações na metrópole e na Região Metropolitana mais meridional do Brasil (1980-2010) Observatório das Metrópoles INCT/CNPq Porto Alegre: transformações na metrópole e na Região Metropolitana mais meridional do Brasil (1980-2010) Luciano Joel Fedozzi Paulo Roberto Rodrigues Soares Observatório

Leia mais

TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL

TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL Lauro Marino Wollmann Agente Fiscal da Receita Municipal Secretaria da Fazenda - Porto Alegre Porto Alegre, 20 de novembro de 2014. Para exigir

Leia mais

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL Priscila da Silva Batista Instituto Tecnológico, Universidade

Leia mais

Democracia participativa p e cultura cidadã. Porto Alegre, 25 de novembro de 2011

Democracia participativa p e cultura cidadã. Porto Alegre, 25 de novembro de 2011 Democracia participativa p e cultura cidadã Porto Alegre, 25 de novembro de 2011 Da Reivindicação à Wikicidadania INOVAÇÕES DA PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA INOVAÇÕES DA PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA E DA GESTÃO

Leia mais

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA An Innovations in Technology and Governance Case Study Desde o final dos anos 1980, diversos governos

Leia mais

Ano: 7º Turma: 7.1 e 7.2

Ano: 7º Turma: 7.1 e 7.2 COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 2ª Etapa 2014 Disciplina: Geografia Professor (a): Fernando Parente Ano: 7º Turma: 7.1 e 7.2 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo

Leia mais

2. (Espcex (Aman) 2013) Com relação às regiões metropolitanas (RM) no Brasil, leia as afirmativas abaixo:

2. (Espcex (Aman) 2013) Com relação às regiões metropolitanas (RM) no Brasil, leia as afirmativas abaixo: 1. (Fuvest 2013) Observe os gráficos. Com base nos gráficos e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta. a) Em função de políticas de reforma agrária levadas a cabo no Norte do país, durante

Leia mais

MATRIZ BÁSICA DO REFERENCIAL CURRICULAR DE BETIM 1 CICLO- GEOGRAFIA

MATRIZ BÁSICA DO REFERENCIAL CURRICULAR DE BETIM 1 CICLO- GEOGRAFIA PREFEITURA MUNICIPAL DE BETIM SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SEMED DIVISÃO PEDAGÓGICA 2010 MATRIZ BÁSICA DO REFERENCIAL CURRICULAR DE BETIM 1 CICLO- GEOGRAFIA 06 ANOS 07 ANOS 08 ANOS COMPETÊNCIAS HABILIDADES

Leia mais

Parcelamento do Solo. Projeto de Loteamentos

Parcelamento do Solo. Projeto de Loteamentos Introdução Parcelamento do Solo Projeto de Loteamentos Prof. Mário Barreiros O parcelamento e a estruturação da cidade O parcelamento do solo é o principal instrumento de estruturação do espaço urbano

Leia mais

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DE PORTO ALEGRE NOS ANOS 2000 Boletim Especial: Dia Internacional das Mulheres MARÇO/2010 Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho

Leia mais

Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural

Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural Marlene Flauzina OLIVEIRA Mestranda em Geografia - Programa de Pós-Graduação Campus Jataí/UFG mflauzina@hotmail.com Eguimar

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE.

GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE. GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE. Rafael da Cruz 1, Anna Allice Souza Silva 2, Luana Pereira

Leia mais

DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DAS ÁREAS DE VULNERABILIDADE AMBIENTAL DA CIDADEDE CORUMBÁ MS

DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DAS ÁREAS DE VULNERABILIDADE AMBIENTAL DA CIDADEDE CORUMBÁ MS DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DAS ÁREAS DE VULNERABILIDADE AMBIENTAL DA CIDADEDE CORUMBÁ MS Nayane Cristina Costa Silva 1 ; Graciela Gonçalves de Almeida 1 ; Joelson Gonçalves Pereira

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária.

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária. Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas Disciplina: Regularização Fundiária e Plano Diretor Unidade 03 Professor(a): Laura Bueno e Pedro Monteiro AULA 3. Aspectos Técnicos da

Leia mais

O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil

O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil O Mundo em 2030: Desafios para o Brasil Davi Almeida e Rodrigo Ventura Macroplan - Prospectiva, Estratégia & Gestão Artigo Publicado em: Sidney Rezende Notícias - www.srzd.com Junho de 2007 Após duas décadas

Leia mais

Toda a imponência que seu negócio merece

Toda a imponência que seu negócio merece Toda a imponência que seu negócio merece A economia de Caxias do Sul desenvolveu-se a partir da cultura da uva, que para ser transformada em vinho necessitava ser processada na própria região, isso propiciou

Leia mais

Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR

Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR Mostra Local de: Londrina Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: "PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO EPH0339 O ENSINO SUPERIOR NO GOVERNO FHC E SUA DISTRIBUIÇÃO SOBRE O

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

O passo a passo da participação popular Metodologia e diretrizes

O passo a passo da participação popular Metodologia e diretrizes O passo a passo da participação popular Metodologia e diretrizes Com o objetivo de garantir a presença da população na construção e no planejamento de políticas públicas, o Governo de Minas Gerais instituiu

Leia mais

A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS.

A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS. A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS. Carina da Silva UFPel, carinasg2013@gmail.com INTRODUÇÃO A atual sociedade capitalista tem como alicerce, que fundamenta sua manutenção,

Leia mais

Palavras chave: Expansão Urbana;Sensoriamento Remoto; SIG e Supressão da vegetação.

Palavras chave: Expansão Urbana;Sensoriamento Remoto; SIG e Supressão da vegetação. SENSORIAMENTO REMOTO E SIG APLICADOS NA ANÁLISE DA EXPANSÃO URBANA NA REGIÃO SUDOESTE DA CIDADE DE MONTES CLAROS MG E A SUPRESSÃO DA VEGETAÇÃO NOS ANOS DE 2000 Á 2011 OLIVEIRA, Gustavo Henrique Gomes de

Leia mais

CENTRALIDADE POLINUCLEADA: UMA ANÁLISE DOS SUBCENTROS POPULARES DE GOIÂNIA O CASO DO SETOR CAMPINAS

CENTRALIDADE POLINUCLEADA: UMA ANÁLISE DOS SUBCENTROS POPULARES DE GOIÂNIA O CASO DO SETOR CAMPINAS CENTRALIDADE POLINUCLEADA: UMA ANÁLISE DOS SUBCENTROS POPULARES DE GOIÂNIA O CASO DO SETOR CAMPINAS Flavia Maria de Assis Paula 1,3 Elaine Alves Lobo Correa 2,3 José Vandério Cirqueira Pinto 2,3 RESUMO

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

Domicílios e ocupação no Rio

Domicílios e ocupação no Rio ISSN 1984-7203 C O L E Ç Ã O E S T U D O S C A R I O C A S Domicílios e ocupação no Rio Nº 20010505 Maio - 2001 Alcides Carneiro - IPP/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro PREFEITURA DA CIDADE DO RIO

Leia mais

Século XVIII e XIX / Europa

Século XVIII e XIX / Europa 1 I REVOLUÇÃO AGRÍCOLA Século XVIII e XIX / Europa! O crescimento populacional e a queda da fertilidade dos solos utilizados após anos de sucessivas culturas no continente europeu, causaram, entre outros

Leia mais

PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS

PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS Elvis Fabio Roman (Bolsista programa universidade sem fronteiras/projeto associativismo apícola no município de Prudentópolis), e-mail:

Leia mais

AGRICULTURA NA RÚSSIA SOCIALISTA E NA CHINA

AGRICULTURA NA RÚSSIA SOCIALISTA E NA CHINA Espaço Agrário Rússia/China 1 AGRICULTURA NA RÚSSIA SOCIALISTA E NA CHINA! Ambos os países passaram por uma revolução socialista, ou seja, com a revolução a Terra passa a ser propriedade do Estado (propriedade

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO (X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

Ao dormir, todos somos vulneráveis. William Shakespeare NOTA TÉCNICA. Adma Figueiredo. Eloisa Domingues. Ivete Rodrigues

Ao dormir, todos somos vulneráveis. William Shakespeare NOTA TÉCNICA. Adma Figueiredo. Eloisa Domingues. Ivete Rodrigues Ao dormir, todos somos vulneráveis. William Shakespeare NOTA TÉCNICA Tipologia da Vulnerabilidade Social na Bacia Hidrográfica do São Francisco, Brasil Adma Figueiredo Geógrafa IBGE Eloisa Domingues Geógrafa

Leia mais

Palavras-chave: água esgoto gerenciamento - resíduo poluente

Palavras-chave: água esgoto gerenciamento - resíduo poluente MEDIDAS DE SANEAMENTO BÁSICO OU RUAS CALÇADAS? Angela Maria de Oliveira Professora da E.M.E.F. Zelinda Rodolfo Pessin Márcia Finimundi Barbieri Professora da E.M.E.F. Zelinda Rodolfo Pessin Resumo Este

Leia mais

PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO A PARTIR DA MEMÓRIA: O CASO REALENGO. Palavras-chave: Memória Urbana. Geografia Urbana. Geografia Histórica. Realengo.

PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO A PARTIR DA MEMÓRIA: O CASO REALENGO. Palavras-chave: Memória Urbana. Geografia Urbana. Geografia Histórica. Realengo. PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO A PARTIR DA MEMÓRIA: O CASO REALENGO MENDES, Andréa Ribeiro (Orientador) 1 SILVA, Fábio Ferreira da (Co-orientador) 2 SILVA, Luciana Conceição da 3 Palavras-chave: Memória Urbana.

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 1. PRÁTICA DE GESTÃO EFICAZ - Projeto Via Turismo 1.1 Histórico da Prática Eficaz Descrever como surgiu o programa/prática e indicar a data de início das ações. O Projeto Via Turismo

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

«PRIMEIRAS DEPÊNDENCIAS NO EXTERIOR»

«PRIMEIRAS DEPÊNDENCIAS NO EXTERIOR» «PRIMEIRAS DEPÊNDENCIAS NO EXTERIOR» Criação de dependências da Caixa Geral de Depósitos no estrangeiro Já muito se dissertou sobre a Caixa Geral de Depósitos, desde a sua criação até à sua real vocação,

Leia mais

Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras

Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras nº 342 outubro 2014 Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras Odebrecht 70 anos: projetos que contribuem para melhorar as opções de mobilidade urbana das comunidades Odebrecht Infraestrutura Brasil

Leia mais