RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (UniPinhal)

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1 RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2014 Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (UniPinhal) Espírito Santo do Pinhal Março/2015

2 SUMÁRIO 1. Introdução 7 2. Metodologia Procedimentos metodológicos 8 3. Desenvolvimento Eixo 1: Planejamento e Avaliação Institucional Dimensão 8: Planejamento e Avaliação Avaliação dos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL Interpretação do questionário aplicado aos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL (parte escrita/sugestões) Interpretação do questionário aplicado aos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL (Avaliação dos itens de acordo com o conceito RUIM) Interpretação do questionário aplicado aos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL (Avaliação dos itens de acordo com os conceitos BOM/REGULAR) Interpretação do questionário aplicado aos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL (Avaliação dos itens de acordo com o conceito NÃO POSSO AVALIAR) Considerações Finais sobre a Avaliação dos Técnicos- Administrativos 3.3. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Participação da comunidade acadêmica no processo de autoavaliação/ Resultado Geral da Avaliação do Curso, da Infraestrutura, do Atendimento e da Reitoria/Outros na visão dos discentes, docentes e coordenadores Resultados Gerais por Curso da Avaliação Ensino- Aprendizagem na visão dos alunos EIXO 2: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DIMENSÃO 1: MISSÃO E PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DIMENSÃO 3: RESPONSABILIDADE SOCIAL DA INSTITUIÇÃO 36 36

3 Parceria Cultural Coleta Seletiva de Óleo e Papel Projeto Água Doce Projeto Turma da Alegria Clínica Escola de Fisioterapia EIXO 3: POLÍTICAS ACADÊMICAS DIMENSÃO 2: POLÍTICAS PARA O ENSINO, A PESQUISA E A EXTENSÃO Políticas para o Ensino Política para Pesquisa e Extensão DIMENSÃO 4: COMUNICAÇÃO COM A SOCIEDADE Prestação de contas para a comunidade Universidade Aberta para a comunidade WEBRÁDIO DIMENSÃO 9: POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS DISCENTES CAA Departamento de Negociação com Alunos (DNA) Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP) Atendimento Psicopedagógico Ouvidoria EIXO 4: POLÍTICAS DE GESTÃO 58

4 DIMENSÃO 5: POLÍTICAS DE PESSOAL Curso de capacitação para funcionários Curso de capacitação para docentes Disponibilidade do aplicativo Duolingo (curso de línguas gratuito para funcionários do Unipinhal) Polícia Militar realiza treinamento para vigilantes da UniPinhal DIMENSÃO 6: ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA INSTITUIÇÃO Dimensão 10: Sustentabilidade Financeira EIXO 5: INFRAESTRUTURA FÍSICA DIMENSÃO 7: INFRAESTRUTURA FÍSICA Reforma nas quadras para práticas desportivas ANÁLISE DOS DADOS E DAS INFORMAÇÕES AÇÕES COM BASE NA ANÁLISE 68

5 LISTA DE FIGURAS Figura 1. Questionário utilizado pelos discentes 9 Figura 2. Questionário utilizado pelos docentes 10 Figura 3. Questionário utilizado pelos coordenadores de curso 11 Figura 4. Questionário utilizado pela comunidade acadêmica (alunos, professores e coordenadores) 12 Figura 5. 1ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 15/04/ Figura 6. 2ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 15/04/ Figura 7. 1ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 05/09/ Figura 8. 2ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 05/09/ Figura 9. 3ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 05/09/ Figura 10. 1ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 21/11/ Figura 11. 2ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 21/11/ Figura 12. Questionário utilizado pelos funcionários técnicosadministrativos 22

6 Figura 13. Gráfico do resultado geral do curso, infraestrutura, atendimento e Reitoria na visão dos discentes 29 Figura 14. Gráfico do resultado geral do curso, infraestrutura, atendimento e Reitoria na visão dos docentes 30 Figura 15. Gráfico do resultado geral do curso, infraestrutura, atendimento e Reitoria na visão dos coordenadores 31 Figura 16. Relatório geral de desempenho dos professores (em ordem decrescente) na visão dos alunos 35 Figura 17. Funcionários em capacitação 59 Figura 18. Docentes em capacitação 59 Figura 19. Fluxograma da Instituição 61 Figura 20. Indicadores de Qualidade da Educação Superior Figura 21. Fotos da reforma nas quadras do Completo Esportivo 68

7 LISTA DE TABELAS Tabela 1. Percentuais de participação da comunidade acadêmica na Avaliação Institucional Tabela 2. Resultados gerais da avaliação 2014 questionário curso, infraestrutura, atendimento e Reitoria na visão dos alunos 28 Tabela 3. Resultados Gerais por Curso da Avaliação Ensino- Aprendizagem na visão dos alunos 32 Tabela 4. Investimentos financeiros mais relevantes realizados pela Instituição em

8 RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2014 UniPinhal 1. INTRODUÇÃO Nome: Fundação Pinhalense de Ensino (Mantenedora) Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (UniPinhal) (Mantida) Caracterização da IES: Instituição Privada sem fins lucrativos Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (UniPinhal) Município: Espírito Santo do Pinhal SP Composição da CPA: Prof. Dr. André Luis Paradela - Coordenador Prof. M.Sc. Ademir Salvi Junior Representante dos Coordenadores Prof. Dr. Carlos Antonio Centurión Maciel - Representante do Corpo Docente Prof. M.Sc. Euzébio Beli - Representante do Corpo Docente Luciana Lazaroto Sutto - Representante UniPinhal/FPE Ronaldo D. Stéfano - Representante UniPinhal/FPE Luciana Oliveira Ribeiro - Representante do Corpo Técnico-Administrativo Lúcia Helena de F. S. Oliveira - Representante do Corpo Técnico-Administrativo Najara Rodrigues Magalhães - Representante do Corpo Discente Emerson Carlos Paganini - Representante do Corpo Discente Ezequiel Ferreira Romão - Representante da Sociedade Civil Ato de designação da CPA: - Portaria/Reitoria/UNIPINHAL nº 09, de 29/05/2014, que dispõe sobre a indicação do Coordenador e membros da CPA. 7

9 2. METODOLOGIA 2.1. Procedimentos Metodológicos Para cumprir os objetivos propostos no Projeto de Autoavaliação Institucional, estabelece-se a seguinte sistemática: Sensibilização da comunidade acadêmica através de palestras, reuniões, materiais de divulgação impresso e no site do UNIPINHAL, com todos os segmentos para que se estabeleça um diálogo e sejam percebidas as insatisfações e expectativas de cada segmento; Levantamento de dados: refere-se à identificação das fontes institucionais de dados referentes às dimensões a serem avaliadas e consolidação de dados; elaboração de instrumentos para a coleta de dados e informações e aplicação dos instrumentos de coleta. Divulgação de resultados à comunidade acadêmica e à sociedade: Refere-se ao fechamento do ciclo avaliativo com a socialização dos resultados obtidos à comunidade acadêmica e à sociedade em geral, verificando a relevância social, acadêmica e cultural da instituição no seu contexto globalizado. Coleta de dados Para atender a coleta de dados são utilizados questionários como mecanismo principal, aliados à análise documental, a fim de aprofundar a compreensão dos dados obtidos. Dessa forma, a coleta é realizada em duas etapas, a saber: 1ª Etapa Análise documental: estudo, análise e interpretação dos documentos institucionais, entre eles Plano de Desenvolvimento Institucional, Projeto Pedagógico Institucional, Estatuto, Regimento, Plano de Carreira, Programa de Capacitação Docente, projetos pedagógicos, plano de acessibilidade, ações de responsabilidade social e meio ambiente e dentre outros. 8

10 2ª Etapa Questionários: Utilizam-se dois grupos de questionários. O primeiro orientado à coleta de opinião da comunidade universitária quanto ao Processo de Ensino Aprendizagem, também orientado à coleta de opinião dos professores e coordenadores de cursos (Figuras 1, 2 e 3). O segundo questionário refere-se a assuntos inerentes aos cursos, infraestrutura, atendimento e questões relativas à Reitoria (Figura 4), também orientado à coleta de opinião dos professores e coordenadores de curso. Figura 1. Questionário utilizado pelos discentes 9

11 Figura 2. Questionário utilizado pelos docentes 10

12 Figura 3. Questionário utilizado pelos coordenadores de curso 11

13 Figura 4. Questionário utilizado pela comunidade acadêmica (alunos, professores e coordenadores) 12

14 Processo de Coleta de Dados Para operacionalização da pesquisa e sua sistematização na Instituição a coleta de dados da Avaliação do Ensino-Aprendizagem e a Avaliação da Infraestrutura, atendimento e questões relativas à Reitoria são realizadas anualmente. A coleta de dados é feita por sistema informatizado desenvolvido pelo CTI (Centro Tecnologia da Informação) e liberada à comunidade acadêmica através do site do UNIPINHAL. Os questionários elaborados pela CPA são disponibilizados por meio de um link específico que permite ao respondente (docente, discente e coordenador) manter seu anonimato. Os dados são armazenados num banco de dados contendo resultados e relatórios parciais disponíveis para toda a comunidade acadêmica. O acompanhamento do número de participantes é realizado pela CPA por meio de contador, além de ser disponibilizado aos coordenadores de curso. 3. DESENVOLVIMENTO 3.1. EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DIMENSÃO 8: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO Periodicamente são realizadas reuniões entre os membros da Comissão Própria de Avaliação (CPA) para discussão dos assuntos relevantes referentes à avaliação institucional. Em 2014, elas aconteceram nos meses de abril, setembro e novembro, conforme as Figuras 5, 6, 7, 8, 9, 10 e

15 Figura 5. 1ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 15/04/

16 Figura 6. 2ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 15/04/

17 Figura 7. 1ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 05/09/

18 Figura 8. 2ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 05/09/

19 Figura 9. 3ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 05/09/

20 Figura 10. 1ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 21/11/

21 Figura 11. 2ª folha da Ata de reunião da CPA do dia 21/11/

22 3.2. Avaliação dos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL Nos meses de abril/maio de 2014 foi aplicado aos funcionários de apoio e técnicos dos mais diversos setores do Unipinhal um questionário elaborado pela CPA versando sobre a Avaliação Institucional que, por sua vez, faz parte das exigências do MEC. Para a elaboração desse questionário, foram pesquisados alguns instrumentos utilizados em instituições de ensino superior mediante pesquisa prévia realizada pela CPA. Foram confeccionados 46 questionários (Figura 12), que foram distribuídos aos funcionários, em mãos pelos componentes da CPA. Também foi disponibilizado na sala da CPA uma caixa para a deposição do mesmo depois de preenchido. Cabe lembrar que os questionários vieram sem identificação do funcionário responsável pelo preenchimento, por uma questão meramente ética. Foram devolvidos na caixa de recebimento um total de 31 questionários para análise, o que corresponde a um retorno de 67%. 21

23 Figura 12. Questionário utilizado pelos funcionários técnicos-administrativos Interpretação do questionário aplicado aos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL (parte escrita/sugestões) O questionário de avaliação elaborado para o funcionário permitiu que o mesmo após responder preenchendo os quadradinhos com as opções, também pudesse se expressar através de espaço em branco para suas considerações. Ao analisar as respostas obtidas quer seja como sugestões ou reclamações, essa comissão entende que muitas delas não envolvem investimento financeiro por parte da Instituição, e que, para a maioria delas, a solução baseia-se apenas em melhorar a comunicação e a logística da parte gestora para com seus funcionários. Uma das questões mais frequentes nas respostas, foi em relação à valorização dos funcionários, pois muitos se sentem desvalorizados ou desprestigiados por parte da gestão. Acham isso, pois, enquanto alguns trabalham, outros nem tanto, mas o salário é igual ou até mesmo menor. Com isso, também relatamos como sugestões, e não foram poucas, para a revisão dos proventos em função do desempenho de cada um e também implantação de carreira para os funcionários de apoio. Também nesse mesmo aspecto, houve reclamações de funcionários que possuem a mesma função que outros com número de horas maior que os outros, desigualdade de distribuição de tarefas e também da falta de conhecimento em relação à sua 22

24 subordinação em relação a hierarquia. Acreditamos que se a gestão atual promover uma palestra de esclarecimento e principalmente de valorização dos funcionários, as coisas possam melhorar. Recebemos sugestões inclusive sobre a obrigatoriedade de se usar uniformes, que na opinião de quem escreveu, não precisaria receber de graça, mas com facilitação de pagamento. Na oportunidade também foi sugerido o agendamento de reuniões periódicas entre os funcionários e os responsáveis pelos setores. Outro ponto analisado foi em relação à falta de treinamento e capacitação dos funcionários. Alguns reclamaram da falta dessa oportunidade. Também pensamos que esse ponto é muito importante, basta ver o dinamismo e o avanço da tecnologia no mundo em que vivemos. Estamos fazendo 02 tipos de capacitações: Incêndio e Brigada e Primeiros Socorros, além de informar a todos os diversos cursos gratuitos ministrados pelo SENAR através do convênio com o Sindicato Rural de Espírito Santo do Pinhal. Muitas vezes, basta liberar o funcionário do serviço para fazer treinamento, não exigindo investimento financeiro. Para alguns setores, logicamente, pode exigir algum investimento, mas com certeza seria de grande valia, principalmente para quem opera algum tipo de equipamento que demande conhecimento e precisão no resultado final. Outra questão que também foi abordada por vários funcionários versa sobre a imagem do Unipinhal. Muitos deles responderam que o setor de Marketing deveria trabalhar melhor a imagem do Centro, pois muitos deles acreditam que a imagem está desgastada. Aliado a essa questão, vem a questão da segurança, pois segundo alguns deles, nada melhorou, e continuam sentindo-se inseguros para trabalhar principalmente em horário noturno Interpretação do questionário aplicado aos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL (Avaliação dos itens de acordo com o conceito RUIM) Dentre as questões abordadas, seguem abaixo aquelas que mais foram assinaladas no momento do preenchimento: Plano de Carreira: 18 Valorização humana de seus funcionários: 15 23

25 Políticas de capacitação de pessoal: 13 Conceito Imagem do Unipinhal: 13 Segurança na Instituição: 12 Participação em reuniões do setor: 9 Participação em decisões do setor: 9 Valorização enquanto profissional: 7 Motivação para o trabalho: 5 Quantitativo de recursos humanos do setor: 6 Pagamento salários, benefícios, licença, etc: 6 Atendimento Marketing: 6 Equipamentos e recursos tecnológicos: 5 Conhecimento das normas e regulamentos do Unipinhal: 5 Contribuição do Unipinhal para o desenvolvimento local: 5 Conhecimento do PDI: 5 Mobiliário: 4 Limpeza do setor: 2 Ventilação: 2 Questões relacionadas a material de consumo e instalações sanitárias, atendimento de xérox, trabalho em equipe, relacionamento com a chefia imediata, biblioteca, atendimento CAA, iluminação do setor e gestão da Unipinhal, foram assinaladas com conceito Ruim apenas 01 vez Interpretação do questionário aplicado aos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL (Avaliação dos itens de acordo com os conceitos BOM/REGULAR) De acordo com as questões elaboradas, poderia ter no máximo 31 respostas para cada item. Descontando-se os números acima em relação à avaliação RUIM, o restante foi considerado como BOM ou REGULAR na opinião dos funcionários. 24

26 Interpretação do questionário aplicado aos técnicos e funcionários de apoio do UNIPINHAL (Avaliação dos itens de acordo com o conceito NÃO POSSO AVALIAR) Os resultados da avaliação nesse item mostram que os funcionários ainda não precisaram se utilizar dos vários serviços prestados dentro da Instituição ou por desconhecimento da prestação desses serviços. Isso pode ser exemplificado pelo grande número de respostas em relação aos itens Atendimento Psicopedagógico, Atendimento dos socorristas, Clínica de Fisioterapia, Atendimento CAA, CTI, DNA, além da Farmácia Escola Considerações Finais sobre a Avaliação dos Técnicos- Administrativos Os resultados da aplicação do questionário para os funcionários do Unipinhal foram de grande importância para o conhecimento da opinião de nossos funcionários sobre a nossa Instituição. Foi a primeira vez que pudemos participar desde que começou a nossa gestão na CPA, uma vez que não encontramos nada a respeito no arquivo de documentos da mesma. Torna-se notório que a maioria dos questionários foram respondidos de forma correta, onde, através deste, os funcionários opinaram, criticaram e também aplaudiram elogiando vários itens que foram abordados. Alguns, porém, se conservaram no direito de apenas criticar, mostrando muita insatisfação com o seu trabalho, sendo algumas delas sem fundamento devido ao efetivo investimento que foi feito no local de trabalho. Com base na interpretação dos resultados dos questionários respondidos pelos funcionários, a CPA sugere, se possível for, e se for do contento desta atual gestão administrativa do Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal UNIPINHAL, a elaboração e apresentação de uma palestra destinada aos funcionários de maneira geral, podendo ser única ou organizada setorialmente, cujos objetivos serão o de mostrar os resultados e ações da atual gestão administrativa; mostrar um comparativo da situação deixada pelos antigos administradores com a situação atual; ratificar a valorização e a importância do funcionário dentro da Instituição, além de outros assuntos, se acharem conveniente. 25

27 Com isso, a CPA espera estar contribuindo com sua função dentro da instituição, e espera contar com a atuação dos gestores para que juntos possamos sanar ou mesmo diminuir ou atenuar os problemas que encontramos dentro da Instituição, visando um pleno desenvolvimento harmonioso entre docentes, dirigentes, funcionários e acadêmicos AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Participação da comunidade acadêmica no processo de autoavaliação/2014 Os resultados da participação da comunidade acadêmica (Tabela 1) no processo de autoavaliação institucional/2014, incluindo discentes, docentes e coordenadores, estão apresentados na Tabela 1. Tabela 1: Percentuais de participação da comunidade acadêmica na Avaliação Institucional 2014 Discentes Docentes Coordenadores 95,37% 72,72% 100% Resultado Geral da Avaliação do Curso, da Infraestrutura, do Atendimento e da Reitoria/Outros na visão dos discentes, docentes e coordenadores Os resultados da Avaliação Institucional realizada pelos professores, coordenadores e alunos para Curso, Infraestrutura, Atendimento, Reitoria e Outros (Tabela 2) mostra que, no geral, a maioria dos itens do questionário foram bem avaliados (Figuras 13, 14 e 15), os quais apresentaram média superior a 3,5 (nota 5 é a máxima). Os itens que obtiveram média inferior a 3,5 foram em relação à segurança no campus, disponibilidade de recursos audiovisuais e pesquisa e extensão. Individualmente, por curso, na visão dos alunos, serão apresentados abaixo os itens que obtiveram as notas mais baixas, apesar da maioria estar acima da média 26

28 de 3,5. Administração: disponibilidade de recursos audiovisuais, oferecimento de oportunidade de estágio, pesquisa e extensão. Biomedicina: laboratórios específicos, condições de segurança no campus, pesquisa e extensão. Direito: laboratórios de informática e específicos, condições de segurança no campus, disponibilidade de recursos audiovisuais, oferecimento de oportunidades de estágio, pesquisa e extensão. Educação Física: laboratórios de informática e laboratórios específicos, disponibilidade de recursos audiovisuais, oferecimento de oportunidades de estágio, pesquisa e extensão. Enfermagem: oferecimento de oportunidades de estágio, pesquisa e extensão. Engenharia Agronômica (Noturno): salas de aula, condições de segurança no campus, oferecimento de oportunidades de estágio, pesquisa e extensão. Engenharia Agronômica (Integral): salas de aula, condições de segurança no campus, disponibilidade de recursos audiovisuais. Engenharia Ambiental: salas de aula, laboratório de informática, condições de segurança no campus, disponibilidade de recursos audiovisuais, oferecimento de oportunidades de estágio, pesquisa e extensão. Engenharia de Computação: condição de segurança no campus e disponibilidade de recursos audiovisuais. Engenharia Mecatrônica: laboratórios específicos, disponibilidade de recursos audiovisuais, pesquisa e extensão. Farmácia: salas de aula, laboratórios de informática, laboratórios específicos, atividades extracurriculares, oferecimento de oportunidades de estágio, pesquisa e extensão. Fisioterapia: condições de limpeza e manutenção do campus, disponibilidade de recursos audiovisuais, condições de segurança no campus. Medicina Veterinária (Noturno): salas de aula. Medicina Veterinária (Integral): salas de aula, condições de segurança no campus, oferecimento de oportunidades de estágio, pesquisa e extensão. Pedagogia: salas de aula, disponibilidade de recursos audiovisuais, 27

29 condições de segurança no campus, oferecimento de oportunidades de estágio, pesquisa e extensão. Tecnologia em Gastronomia: laboratórios de informática, laboratórios específicos, pesquisa e extensão. Tabela 2: Resultados gerais da avaliação 2014 questionário curso, infraestrutura, atendimento e Reitoria na visão dos alunos Curso Conceito Final Administração 4,04 Biomedicina 4,14 Direito 3,81 Educação Física 3,73 Enfermagem 4,12 Engenharia Agronômica (Noturno) 3,83 Engenharia Agronômica (Integral) 4,01 Engenharia Ambiental e Sanitária 3,70 Engenharia de Computação 4,02 Engenharia Mecatrônica 3,96 Farmácia 3,83 Fisioterapia 4,01 Medicina Veterinária (Noturno) 3,96 Medicina Veterinária (Integral) 3,85 Pedagogia 3,86 Tecnologia em Gastronomia 4,02 Nota-se que, pelos resultados gerais, poucos itens ficaram abaixo da média considerada como padrão (3,5). Porém, como analisamos individualmente as respostas, torna-se evidente as necessidades peculiares e inerentes a cada curso isolado mantido pela Instituição. Apesar da aquisição de equipamentos multimídia, torna-se evidente que a necessidade ainda continua. Algumas sugestões para o incremento da segurança no campus já foram enviadas para a Diretoria. A compra e instalação de câmaras de vigilância já estão sendo concretizadas. Um número maior 28

30 de relógios-ponto já foi instalado nas dependências da Instituição. Até mesmo um curso para os vigilantes foi ministrado pela Polícia Militar. Cortinas de todas as salas de aula de um dos prédios já foram retiradas e serão substituídas por novas que já foram adquiridas. Figura 13. Gráfico do resultado geral do curso, infraestrutura, atendimento e Reitoria na visão dos discentes 29

31 Figura 14. Gráfico do resultado geral do curso, infraestrutura, atendimento e Reitoria na visão dos docentes 30

32 Figura 15. Gráfico do resultado geral do curso, infraestrutura, atendimento e Reitoria na visão dos coordenadores 31

33 Resultados Gerais por Curso da Avaliação Ensino-Aprendizagem na visão dos alunos Tabela 3: Resultados Gerais por Curso da Avaliação Ensino-Aprendizagem na visão dos alunos Curso Média Total de alunos Administração 4, Biomedicina 4,57 67 Direito 4, Educação Física 4,67 19 Enfermagem 4,74 33 Engenharia Agronômica (Integral) 4, Engenharia Agronômica (Noturno) 4,45 25 Engenharia Ambiental e Sanitária 4,37 51 Engenharia de Computação 4,29 50 Engenharia Mecatrônica 4,27 90 Farmácia 4, Fisioterapia 4,68 61 Medicina Veterinária (Integral) 4,38 90 Medicina Veterinária (Noturno) 4,35 34 Pedagogia 4,61 10 Tecnologia em Gastronomia 4,34 24 Total Geral Mediante os resultados da Tabela 3, observa-se que no geral os professores dos diversos cursos da UniPinhal foram muito bem avaliados pelos alunos em relação às questões abordadas. Nota-se que a média mais baixa foi de 4,27, numa escala que variou de 1 a 5. Além disso, nota-se também que houve representatividade do número de alunos no momento da avaliação, sendo que um total de alunos (95,37%) responderam ao questionário avaliativo. 32

34 Esse quadro é compatível com o ranking dos professores (Figura 16) em função da avaliação, pois apenas nove (9) docentes de um total de 131 obtiveram nota inferior ao valor 4. Apenas um professor não atingiu a média 3,5 tida como padrão. O valor ficou em 3,47 de um máximo de 5. 33

35 34

36 Figura 16. Relatório geral de desempenho dos professores (em ordem decrescente) na visão dos alunos 35

37 3.4. EIXO 2: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DIMENSÃO 1: MISSÃO E PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL De acordo com o PDI , o UNIPINHAL em consonância com sua missão de educar gerações, atuar na comunidade com responsabilidade social e influir no desenvolvimento regional, valorizando a ética, a cidadania, a liberdade e a participação, estabelece pressupostos ancorados em concepções sólidas inerentes à educação e ao campo profissional que oferece à sociedade. Sendo assim, concepções de ensino, aprendizagem, avaliação, matrizes curriculares, interdisciplinaridade são apontados no projeto pedagógico da instituição como os eixos norteadores de fundamental importância para a reestruturação dos projetos e da dimensão pedagógica da IES DIMENSÃO 3: RESPONSABILIDADE SOCIAL DA INSTITUIÇÃO Parceria Cultural A Unipinhal sedia desde o ano de 2012 o Grupo de Teatro Viva Arte que é composto por jovens estudantes do ensino médio das escolas públicas e particulares do município a intenção é promover para o segundo semestre de 2013 apresentações de peças para a comunidade acadêmica e local, e incentivar os alunos dos cursos de graduação a participarem do grupo. Também estamos com projeto em andamento para sediar a Banda Filarmônica Cardeal Leme que atua no município há mais de 20 anos Coleta Seletiva de Óleo e Papel Como já informado no relatório anterior, a partir da colocação de caixas coletoras de papel e também de óleo usado, nesse ano de 2014 foram contabilizados 36 kg de plásticos, 156 kg de papelão de primeira qualidade (caixas de papelão), 183 kg de papelão de segunda qualidade (papel estampado e folhas picadas), 2,2 kg de alumínio (latinhas), tudo recolhido dentro da instituição nas caixas coletoras depositadas, além de 90 litros de óleo de fritura usado também recolhido dentro e fora da instituição. 36

38 Projeto Água Doce O projeto Água Doce é um projeto de extensão de iniciativa de professores e alunos do Unipinhal junto à comunidade cujo objetivo é a recuperação ambiental do principal manancial de água do município de Espírito Santo do Pinhal SP. O projeto basicamente consiste em: Constituição e recuperação de matas ciliares ao longo do Ribeirão dos Porcos Coleta seletiva do lixo do entorno das margens do referido ribeirão Práticas de atividades de Educação Ambiental, tais como: apresentação de jogos didáticos e educativos com material reciclável, distribuição de sabão caseiro feito com óleo de fritura usado, além da própria coleta desse óleo e consequentemente conscientização da população sobre esses assuntos. O projeto teve início no ano de 2000 e continua até os dias de hoje. Um total de aproximadamente 30 dias de campo já foram realizados nesse período e a quantidade de lixo retirada das margens foi em torno de kg Várias escolas municipais (Abelardo César, Batista Novaes, Camilo Lellis e Cardeal Leme) participaram e ainda participam desses dias de campo. Aproximadamente 2000 crianças já participaram do projeto plantando aproximadamente 2000 mudas de árvores de diferentes espécies. Ao longo desses anos, mais de 3000 pedras de sabão feitas com óleo de fritura usado também já foram distribuídas. No ano de 2012, o projeto foi auxiliado pelo CNPQ/ Vale S. A., através da chamada 05/2012 e número do projeto / mediante auxílio financeiro para dar continuidade aos trabalhos Projeto Turma da Alegria Projeto solidário e voluntário, em nível de extensão universitária, realizado pelo curso de Fisioterapia UniPinhal. Foi implantado em 21/06/2011 no Hospital Francisco Rosas sob coordenação da Profa. Mariana Ferreira Oliveira Alveti (Dra. Catatau) a qual explica: "A formação profissional em saúde deve motivar a priorização de princípios vinculados à ética, cidadania e humanização, e uma relevante alternativa é essa experiência prática para os acadêmicos em Instituições semeando a humanização, estimulando o trabalho voluntário, interativo, criativo, prazeroso; lidando com a 37

39 vulnerabilidade nossa, da equipe multidisciplinar, familiares e enfermos. Entrar num local seja hospital, asilo ou centro de reabilitação na figura de palhaça não é de maneira alguma brincar com a verdade ou negar a gravidade da situação. É reconhecer a dificuldade que estão vivendo e ter sensibilidade de olhar além dos diagnósticos, limitações e incapacidades. É usar a interação para trazer a tona emoções e sentimentos. Assim que o nariz vermelho com curativo aponta na porta, os pacientes já percebem que é uma visita diferente. Os trajes coloridos, jeito engraçado e parafernálias constroem uma consulta descontraía e surpreendente. Realizávamos visitas a APAE e Instituto Bezerra de Menezes, porém mantivemos atendimento aos pacientes do PSF, Lar da Terceira Idade da Assistência Vicentina e no Hospital Francisco Rosas, onde atuamos leito a leito a crianças, adultos e idosos. As atenções se voltam a aspectos humanos as risadas em tom baixinho ou gargalhadas, o olhar esperançoso, o gesto de aprovação dos profissionais - são inexplicáveis. O recebimento é muito maior que a doação, uma satisfação que aquieta a alma. Uma das bases utilizadas vem ao encontro da assistência preconizada por Patch Adams, médico norte-americano, idealizador de uma técnica de assistência divertida, generosa e fraterna que permite trabalhar na área médica de forma mais humanizada. Cada vez mais observamos mudanças efetivas no cenário sócio-político-econômico brasileiro com a difusão e fortalecimento de organizações sem fins lucrativos nos diversos setores assistenciais. No Brasil, tem-se o trabalho dos Doutores da Alegria, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1991, que desenvolve a inserção de experiências artísticas baseada em técnicas circenses, onde a figura de palhaço executa alguns procedimentos e estabelece relações com pacientes hospitalares. Inúmeros estudos corroboram os efeitos surpreendentes que a mudança na rotina habitual hospitalar ocasionada pela visita de palhaços que promove nos pacientes levando-os à descontração e risos, resultando num desarranjo fisiológico com balanço positivo para o sistema imunológico e hormonal. A indução da alegria e do riso gera significativas respostas imunológicas: aumentando as imunoglobulinas; reduzindo o hormônio do estresse o cortisol; aumentando as beta-endorfinas, um dos poderosos opiáceos endógenos que ajudam no relaxamento e analgesia; entre outros. Objetivos Específicos 38

40 a) Melhorar o ambiente de trabalho da equipe multidisciplinar, com conseqüente mudança de estratégias nos atendimentos e serviços oferecidos ao paciente; b) Melhorar a resposta dos doentes ao tratamento, proporcionando melhora na qualidade de vida e tornando um ambiente mais familiar e propício à cura e reabilitação eficaz dos pacientes; c) Aliviar a dor e acelerar a resposta imunológica dos pacientes através dos benefícios cientificamente comprovados da prática do riso, que funciona como analgésico e estimulante imunológico; através do aumento da secreção e liberação de endorfina e imunoglobulinas específicas na corrente sanguínea; d) Oferecer ao paciente a chance de distanciar-se por um momento da gravidade de sua realidade e interpretá-lo de maneira mais descontraída e saudável através de brincadeiras, bom humor e descontração; e) Intensificar a relação paciente-equipe multidisciplinar através da prática irreverente de atividades que estimule positivamente sua inter-relação, convivência e respeito; f) Reestruturação e manutenção da brinquedoteca do Hospital Francisco Rosas. O ato de brincar atende uma parte importante das necessidades da criança hospitalizada, promovendo e facilitando a interação e permitindo a criança aprender como enfrentar suas emoções, entender melhor sua situação e amenizar o período de tratamento pela alternativa de descontração. A manutenção é um constante desafio e é possível graças ao empenho do Curso de Fisioterapia, patrocinadores e doações dos acadêmicos e Instituições de ensino Clínica Escola de Fisioterapia A clínica escola funciona nas dependências da UNIPINHAL e é o local onde os alunos dos níveis IX e X do curso de Fisioterapia realizam estágio supervisionado nas seguintes áreas: disfunções neurológicas e músculoesqueléticas. Os atendimentos são realizados individualmente ou em pequenos grupos e com horário agendado. Esses atendimentos sempre foram realizados gratuitamente à população de Espírito Santo do Pinhal e cidades vizinhas. Em 2014, foram realizados atendimentos, sendo 689 na área de disfunções neurológicas e 894 em disfunções músculo-esqueléticas. 39

41 3.5. EIXO 3: POLÍTICAS ACADÊMICAS DIMENSÃO 2: POLÍTICAS PARA O ENSINO, A PESQUISA E A EXTENSÃO Políticas para o Ensino O Núcleo de Ensino á Distância (EAD) foi recentemente criado pela instituição para atender a necessidade de se trabalhar online em disciplinas ministradas nos cursos noturnos. Os responsáveis pelo núcleo já estão trabalhando para o perfeito funcionamento da Plataforma Moodle, onde os docentes poderão alimentá-la com os materiais didáticos aplicados no ensino das mais diferentes disciplinas nos cursos da instituição. Inicialmente a equipe responsável vem oferecendo cursos para os docentes se adaptarem à esta nova realidade. Um monitor está disponível todos os dias para o auxílio imediato aos docentes e discentes caso haja necessidade de elucidação de problemas. De iniciativa dos professores José Tarcísio Franco de Camargo, Eliana Anunciato Franco de Camargo e Patricia Aparecida Zibordi Aceti foi criada a proposta para disciplina a distância, intitulada Pesquisa e Prática Profissional, cujos objetivos são: Fomentar a pesquisa, como atividade indissociável da formação acadêmica em nível superior, procurando proporcionar ao aluno instrumentos para que este torne-se capaz de construir problematizações e suas respectivas soluções no contexto de seu cotidiano; Incentivar a prática profissional, amparada pela fusão interdisciplinar dos estudos realizados pelo aluno no decorrer de um determinado semestre letivo; Promover o letramento do aluno, estimulando a comunicação através da leitura e da produção de textos, fazendo com que o aluno torne-se capaz de se comunicar adequadamente dentro do ambiente no qual se encontra inserido; Estimular a formação crítica do aluno, capacitando-o a observar, questionar e executar ações que venham a promover o bem estar em seu meio social. Esta disciplina não possui uma ementa específica, pois a mesma se apoia no desenvolvimento de ações interdisciplinares para a aquisição de competências que espera-se que o aluno adquira ao final de cada semestre letivo. De maneira a não impactar na matriz presencial dos cursos e, paralelamente, de modo a transportar as 40

42 atividades de ensino para fora do ambiente convencional da sala de aula, esta disciplina deve ser oferecida sob o formato de "ensino a distância" (EaD). Esta disciplina possui a seguinte metodologia de ensino: 1. Construir situações onde sejam apresentadas aos alunos questões e problemas presentes em seu cotidiano profissional. 2. Promover a associação de alunos em equipes, capacitando-os ao trabalho em grupo, tornando-os aptos a apresentar soluções conjuntas para problemas específicos, desenvolvendo a habilidade de trabalho em conjunto e a liderança. 3. Facilitar o desenvolvimento de atividades de pesquisa e prática, estimulando o questionamento e a compreensão de problemas em seu cotidiano profissional, capacitando-o a buscar e apresentar soluções aos problemas apresentados. 4. Capacitar os alunos no desenvolvimento de mecanismos de comunicação (textos, relatórios técnicos, artigos científicos, etc.) que permitam que estes expressem adequadamente a solução desenvolvida para um determinado problema. Sistematização da Oferta Previamente ao início do semestre letivo, o Coordenador do Curso indica, entre os docentes de um determinado nível (semestre), um tutor (ou mediador) para a disciplina de Pesquisa e Prática Profissional (PPP) deste nível (com a devida antecedência). Sob a mediação do tutor, o corpo docente do nível em questão determina um tema interdisciplinar (que aglutine todas as disciplinas deste semestre) a ser abordado na disciplina de PPP pelos alunos. O tutor da disciplina coordena, em conjunto com os professores do nível em questão, a definição os recursos necessários ao desenvolvimento da disciplina. O tutor da disciplina desenvolve, de forma contextualizada à realidade dos alunos, os materiais necessários à oferta da disciplina, estruturando de maneira adequada a oferta desta disciplina. No decorrer do início do semestre letivo, o tutor coordena a execução da disciplina pelos alunos, atuando como mediador entre todos os envolvidos. O tutor executa os procedimentos de avaliação da disciplina, mediante a verificação oral e escrita dos resultados apresentados. 41

43 Proposta para Atividade de Avaliação a Distância Também de iniciativa dos mesmos professores, está sendo criado um projeto denominado Atividade Pedagógica Online, cujos objetivos são: fomentar a leitura e a interpretação de textos científicos pertinentes à área de formação do aluno e diversificar as formas de avaliação do aluno, através do uso de ferramentas digitais, tornando a verificação do aprendizado mais democrática e eficiente. Esta atividade pretende contribuir diretamente para a formação profissional do aluno e seu letramento, capacitando-o à leitura e interpretação de textos técnicos e científicos, desenvolvendo a sua habilidade de interpretação e seu espírito crítico. Especificamente, para o desenvolvimento desta atividade o aluno deverá ler e interpretar um conjunto de textos pertinentes à sua área de formação e, posteriormente, realizar uma avaliação objetiva online (a distância) a qual irá compor parte de sua nota semestral. Sistematização da Oferta Previamente ao início do semestre letivo, o Coordenador do Curso indica, entre os docentes de um determinado nível (semestre), um tutor (ou mediador) para a Atividade Pedagógica Online (APO) deste nível (com a devida antecedência). Sob a mediação do tutor, o corpo docente do nível em questão define um conjunto de artigos (que aglutine todas as disciplinas deste semestre) a ser abordado na APO pelos alunos. O tutor da disciplina coordena, em conjunto com os professores do nível em questão, a definição do instrumento de avaliação da APO. O tutor da APO disponibiliza, de forma contextualizada à realidade dos alunos, os materiais necessários à oferta da APO (artigos e instrumento de avaliação), estruturando de maneira adequada a oferta desta atividade. No decorrer do início do semestre letivo, o tutor coordena a execução da atividade pelos alunos, atuando como mediador entre todos os envolvidos e executa os procedimentos de avaliação da disciplina, mediante a verificação dos resultados apresentados. 42

44 Política para Pesquisa e Extensão POLÍTICA DE APOIO À PESQUISA E EXTENSÃO DO UniPinhal A Política de Apoio à Pesquisa Extensão do UniPinhal tem por objetivo estimular e envolver toda a comunidade universitária na procura de informações científicas e de sua divulgação, para que a Instituição cumpra o seu papel junto à sociedade, propiciando ensino qualificado como de excelência, contribuindo na solução dos problemas regionais e brasileiros, sempre integrando corpo docente, discente e administrativo. O ensino, de acordo com o ideário do UniPinhal, constitui-se na ação pedagógica que busca divulgar e promover o emprego do conhecimento acumulado ao longo da história. Não se concebe ensinar sem pesquisar e, tão pouco, gerar informações sem divulgá-las. Pesquisar e divulgar são os pilares de ensino sério e de alta qualidade. A pesquisa, no conceito do UniPinhal, é a busca da solução e de respostas científicas para os problemas que afetam a sociedade regional, brasileira ou mundial. A participação dos discentes em todo o processo, é fundamental, pois propicia a formação de novos pesquisadores que devidamente orientados, serão o fermento de uma sociedade mais digna e justa. Já o envolvimento da Instituição de Ensino em Projetos de Extensão é vital na transferência de tecnologia e, principalmente e pelo envolvimento do corpo discente, proporciona treinamento fundamental para a vida profissional. Justifica-se, então, o apoio do UNIPINHAL aos seus membros na busca do conhecimento científico e na sua através dos Programas de Incentivo aos Docentes, à Iniciação Científica e de Extensão e de Apoio à Divulgação do Conhecimento. PROGRAMA DE INCENTIVO AOS DOCENTES 1. JUSTIFICATIVA O Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal UniPinhal, que tem como missão oferecer ensino de excelência, comprometido com a pesquisa e a extensão, no enfrentamento dos desafios que emergem da comunidade local e 43

45 regional. Assim, o considera a pesquisa científica e as atividades de extensão fundamentais no seu objetivo de propiciar ensino de excelente qualidade, integrado aos problemas sociais e científicos na busca de soluções para os mesmos. O incentivo à pesquisa institucional é fundamental, na medida em que proporciona aprimoramento e formação de novos pesquisadores, organização de novos grupos de pesquisa, fortalecimento dos já existentes e aumento em quantidade e qualidade da produção científica interna do UniPinhal. O apoio à pesquisa é imprescindível na integração dos corpos docente, discente, administrativo, técnico e de apoio da instituição, tornando-se, também, ferramenta básica no incentivo aos acadêmicos para a vida científica. No trabalho docente a produção do conhecimento é fundamental: na luta pela descoberta, novos rumos são encontrados e modernas vias para o ensino podem ser tomadas. Nos Centros Universitários, onde a participação dos acadêmicos na pesquisa é de importância, espaços para a produção e divulgação do conhecimento são básicos. Descobrir sem transferência do conhecimento à comunidade, determina o subdesenvolvimento de uma região, de um povo, nação ou do planeta. Então é de profundo interesse de Centros Universitários, para bem desempenhar suas funções, fomentar iniciativas de extensão. O UniPinhal considera que apoiar projetos extensionistas é, particularmente, importante para a integração local e regional. 2. ESTRUTURA DO PROGRAMA O programa de incentivo aos docentes tem como meta fomentar o desenvolvimento de projetos de pesquisa de e de extensão que tenham qualidade acadêmica e mérito social e científico. 3. OBJETIVOS DO PROGRAMA O Programa de Incentivo aos Docentes do UniPinhal tem como principais objetivos: 1. integrar o Centro Universitário por meio da geração do conhecimento; 2. contribuir para a consolidação da pesquisa institucional; 3. participar na formação e no aprimoramento de pesquisadores científicos; 4. incentivar os acadêmicos na iniciação científica; 44

46 5. apoiar os grupos de pesquisas existentes e incentivar a formação de novos grupos; 6. possibilitar o aumento, em qualidade e quantidade, da produção científica interna; 7. incentivar a formação de extensionistas e 8. incentivar a participação em projetos de extensão 4. CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO 4.1. Podem integrar o programa professores do UniPinhal que estejam envolvidos em projetos de Cursos/Assessorias e afins e de Interação/Integração e atuação comunitária, sob a coordenação de um professor doutor ou mestre com experiência em pesquisa ou extensão, avaliada pela sua contribuição disponibilizada no Banco de Dados da Coordenadoria de Pesquisa e Extensão do UniPinhal CPE/UniPinhal O financiamento do projeto pode abordar: material permanente e ou de consumo, despesas de transporte, serviços desenvolvidos por funcionários (e em casos excepcionais de terceiros), concessão de bolsa de iniciação científica/extensão a acadêmico(s) envolvido(s) no projeto que será liberada de acordo com normas que integram o Programa de Incentivo à Iniciação Científica do UniPinhal A propositura aprovada, definirá a quantidade de horas-atividade atribuída ao docente, considerando-se tempo dedicado à pesquisa/extensão O professor que já conta com horas atividade não sofrerá prejuízo, porém deverá solicitar o enquadramento no projeto em referência O Programa contempla todas as áreas do conhecimento, concedendo-se auxílio vigente para o período compreendido pelo projeto, que poderá abranger até 24 meses. 5. FORMULAÇÃO DA SOLICITAÇÃO DE APOIO A solicitação de apoio será encaminhada pela Comissão Interna de Pesquisa e Extensão do Curso (CIPE) de vinculação do professor pesquisador/extensionista principal e deverá ser instruída com os seguintes documentos: 45

47 1. projeto de pesquisa ou de extensão contendo: resumo, introdução (onde se evidenciará a relevância do projeto e conterá a revisão de literatura fundamental), objetivos, material e métodos (ou metodologia), resultados esperados (o que se espera contribuir social e ou cientificamente com a posse dos resultados) cronograma de execução e orçamento; 2. formulário de inscrição ao Programa de Incentivo; 3. cadastro do Docente Pesquisador/Extensionista formulário; 4. documento da CIPE e do Coordenador - do Curso onde o Docente- Pesquisador/Extensionista está vinculado, aprovando o projeto quanto ao mérito e adequação ao Projeto Pedagógico do Curso e 5. súmula de produção dos pesquisadores/extensionistas envolvidos, de acordo com o disponibilizado pela CPE/UniPinhal na página do UniPinhal. 6. ANÁLISE DA SOLICITAÇÃO DO APOIO A solicitação de apoio será avaliada em três etapas: 1. a CIPE do Curso de vinculação do solicitante fará a análise do mérito científico e social e, também, do enquadramento ao Projeto Pedagógico enviando-o para a CPE/UniPinhal 2. a CPE/UniPinhal avaliará estrutura do projeto e do enquadramento nos objetivos da instituição, submetendo-o ao Coordenador do setor onde o projeto deverá se desenvolver A proposta se aprovada será remetida para análise da Reitoria e Pró-Reitoria e 3. a Reitoria e Pró-Reitoria observarão, a exequibilidade econômica do projeto dando o parecer final. 7. O QUE SE AVALIA NO PROJETO O projeto proposto será avaliado quanto: originalidade, integração e clareza dos objetivos, relevância social e científica, descrição da metodologia para atingir os objetivos, definição das responsabilidades atribuídas aos integrantes da equipe, contribuição na formação de novos pesquisadores/extensionistas, capacidade individual dos integrantes da equipe, viabilidade de execução e adequação de 46

48 orçamento e de cronograma. Ainda será avaliada a vinculação com o Projeto Pedagógico Institucional. É fundamental para a provação do pedido a participação de acadêmicos. 8. PRESTAÇÃO DE CONTAS A prestação de contas será semestral através de relatórios técnicos. A aquisição de bens de consumo ou permanentes e de prestação de serviços de terceiros (sempre em caráter excepcional) será efetuado pelo setor de compras através do sistema de requisição e licitação. Todo material permanente assim adquirido será patrimoniado. O relatório será encaminhado á CPE/UniPinhal pela Comissão Interna do Curso de vínculo do pesquisador principal, que o avaliará quanto ao mérito e adequação. A CPE/UniPinhal analisará o relatório e da sua aprovação dependerão liberações futuras aos envolvidos. O processo será considerado encerrado quando apresentado em evento científico (local, regional, nacional ou internacional) e/ou publicado em revista científica ou de extensão, sendo obrigatório, a citação do Programa de Incentivo. No caso de atividade extensionista considerar-se-á a sua replicabilidade. Ainda poderá se encerrar com relatório final circunstanciado, justificando-se a inexistência da geração de publicação ou replicabilidade. PROGRAMA DE INCENTIVO À INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EM EXTENSÃO 1. JUSTIFICATIVA O acadêmico de graduação, de todas as áreas do conhecimento espera, ao seu ingresso, ensino altamente qualificado que lhe confira competência e fácil inserção no mercado de trabalho quando da sua formatura, atendendo ao perfil do egresso indicado no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e Plano Pedagógico Institucional (PPI). Atender a esse objetivo é fundamental para qualquer Instituição de Ensino mormente os Centros Universitários e Universidades. Então, não bastam aulas formais de excelente qualidade, bem planejadas e executadas, ministradas por professores de competência reconhecida. É importante semear no espírito dos 47

49 acadêmicos o interesse pelo desafio na busca das soluções dos problemas sociais e científicos: tal objetivo será consolidado nos processos de pesquisa científica e participação em projetos de extensão, quando o aluno, pesquisador ou extensionista em formação, contribuirá na construção do conhecimento e de sua transferência, vivenciando-o. Um Programa de Iniciação Científica e em Extensão Institucional ordenará as ações isoladas, envolvendo os estudantes nos fundamentos e nas formas de construção da ciência, e de sua transferência preparando profissionais críticos, autônomos, abertos às inovações científicas e tecnológicas e com maiores possibilidades de enfrentar o mercado profissional cada vez mais competitivo e carente de técnicos competentes. Entretanto, condições adicionais são necessárias para iniciar os alunos que tenham vocação para a pesquisa ou para a extensão, permitindo-lhes participar ativamente em projetos de investigação e de extensão orientados e coordenados por docentes qualificados. Portanto, é extremamente importante o apoio a iniciação científica e de iniciação em extensão na concepção do Projeto Pedagógico da Instituição de Ensino sob a perspectiva de que ensino, pesquisa e extensão formam a base da política nacional do Ensino Superior no Brasil e a mola mestra do sucesso na formação de profissionais que mereçam o respeito da sociedade. A participação do corpo discente nas atividades de pesquisa e de extensão contribuirá para que as aulas formais não sejam tão somente, e apenas, o momento de repasse de conhecimentos pelo professor, mas um espaço onde o levantamento de dúvidas, os debates e os esclarecimentos levarão à formação sólida do conhecimento quando a teoria se encontra com a prática. Além disso, o Programa de Iniciação Científica e de Iniciação à Extensão Institucional contribuirá, sem dúvida, para a formação de pesquisadores e de extensionistas, encaminhando os alunos para programas de pós-graduação e para agências extensionistas, diminuindo seu tempo de permanência nos mesmos. 48

50 Aspecto importante é, dentro das atividades, a formação de linhas de pesquisa/extensão que permitirão a formação de profissionais focados e o direcionamento de esforços nas descobertas e na contribuição à sociedade. 2. OBJETIVOS 2.1. Quanto aos alunos: a) despertar a curiosidade científica e incentivar a participação do aluno de graduação em projetos de pesquisa, introduzindo-o no processo da construção e da produção do conhecimento científico; b) provocar o envolvimento nas comunidades, procurando despertar o interesse em extensão; b) proporcionar ao bolsista, orientado por pesquisador/extensionista qualificado, a aprendizagem de técnicas e métodos científicos e de transferência de tecnologia, o estímulo ao desenvolvimento do pensar cientificamente e da criatividade, decorrentes das condições criadas pelo confronto direto com problemas de pesquisa e da transferência de tecnologia. c) valorizar a investigação científica e das práticas extensionistas como uma prática no UniPinhal e que lhe permita integração na sociedade; d) possibilitar a produção científica e de extensão discente e e) propiciar a formação de profissionais competentes que respondam ao anseio da sociedade Quanto aos orientadores: a) estimular docentes pesquisadores/extensionistas a envolverem estudantes em seus projetos, intensificando a interação e a integração docente-discente; b) estimular a produção científica e de extensão do docente; c) propiciar experiência na orientação de alunos para a pesquisa e a extensão possibilitando a introdução desta como prática rotineira do Processo de Ensino. 3. ESTRUTURA DO PROGRAMA A iniciação científica e a participação em projetos de extensão são práticas pedagógicas que permitem introduzir os estudantes de graduação, potencialmente promissores, na pesquisa científica e em extensão desde o início do curso. A 49

51 iniciação científica e em extensão representam instrumentos de apoio teórico e metodológico que contribuem para a aprendizagem de habilidades necessárias ao exercício profissional. São ferramentas importantes para o para o Processo de Ensino, envolvendo o aluno na produção do conhecimento e na sua transferência, tornando-o participante ativo na aprendizagem. A iniciação científica e de extensão fazem parte de trabalho coletivo entre docentes e alunos, constituindo-se em estratégia de apoio financeiro seletivo aos alunos participantes de projetos coordenados por docentes que pretendam se tornar futuros pesquisadores e extensionistas. O programa de bolsas aos acadêmicos é fundamental para apoiar a formação de novos pesquisadores e extensionistas em todas as áreas do conhecimento, baseando-se no fato de que a participação na procura do conhecimento orienta os estudantes na solidificação do conhecimento e na formação de personalidade crítica e ética. Formulado para o aluno de graduação, privilegia a participação ativa dos estudantes em projetos de pesquisa com qualidade acadêmica, mérito científico e orientação docente individual e sistemática e, ainda, contemplando as linhas de pesquisa/extensão em conformidade com PPI e PDI do UniPinhal. O programa concede mensalmente, por um período de até 12 meses, bolsa de iniciação científica/extensão. Ao final desse período a bolsa pode ser renovada, desde que atendidas às normas do programa. O ingresso no programa é regido por Edital de Inscrição, com inscrições em duas épocas do ano: I. inscrições em março, publicação de resultados em junho e início em agosto; II. inscrições em agosto, publicação de resultados em novembro e início em fevereiro. Inicialmente, o programa prevê alocação de bolsas em função da demanda e natureza do projeto. 50

52 4. COMO PROCEDER PARA SOLICITAÇÃO DA BOLSA Para proceder à solicitação o docente deve: a) ter um projeto de pesquisa/extensão com qualidade acadêmica que contemple o projeto pedagógico e dentro das linhas de pesquisa do Curso de graduação a que está vinculado; b) possuir experiência para a orientação do (s) estudante (s) na pesquisa científica/extensão e c) ser pesquisador/extensionista com título de doutor ou mestre, com produção científica, extensionista, tecnológica ou artístico-cultural divulgada nos principais veículos de comunicação da área. O acadêmico postulante deve: a) estar regularmente matriculado em curso de graduação e apresentar bom desempenho acadêmico, expresso no histórico escolar (com aprovação em todas as disciplinas); b) demonstrar disponibilidade de tempo para o exercício da pesquisa/extensão; ter cursado o primeiro semestre do curso de graduação; c) não concluir o curso no período de vigência da bolsa e cumprir outras exigências estabelecidas pelo edital e d) ter comprovadamente estagiado, no mínimo por 6 meses, com o professor solicitante. A documentação necessária para solicitar bolsa no programa deve atender ao Edital de Inscrição, incluindo obrigatoriamente: 4.1. Para o DOCENTE a) Formulário de Inscrição no Projeto integralmente preenchido; projeto de pesquisa/extensão; plano de trabalho detalhado para o bolsista, incluindo cronograma de atividades e habilidades a serem aprendidas pelo discente; b) ter obtido aprovação da solicitação da CIPE do curso de vinculação e 51

53 c) dados acadêmicos do professor-orientador de acordo com o cadastrado na CPE/UniPinhal e disponibilizado na página do UniPinhal na Internet Para o DISCENTE a) Ficha de Inscrição no Programa, integralmente preenchido, e Histórico Escolar atualizado. 5. SELEÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO BOLSISTA É de competência das CIPE s dos Cursos de Graduação e da CPE/UniPinhal a seleção e acompanhamento do desenvolvimento do programa em todos os seus passos: do processo de inscrição de bolsistas, orientadores e projetos ao processo de seleção, avaliação e dos que receberem a aprovação. A seleção das solicitações fundamenta-se: no mérito científico/extensão e acadêmico do projeto, titulação e capacidade de orientação do docente proponente, histórico do orientador relativo a solicitações anteriores e na vida acadêmica do estudante. Projetos integrados terão prioridade. O acompanhamento inclui avaliação do trabalho de orientação e do bolsista e se desenvolve em dois momentos: no Simpósio de Pesquisa, Extensão e Ensino SIMPE/UniPinhal, onde os resultados do projeto serão obrigatoriamente apresentados e no Seminário Semestral Científico/Extensão, quando apenas os projetos inseridos no Programa serão divulgados. Entretanto, na avaliação estará incluída apresentação de relatórios Semestrais e Atividades do Bolsista e de Relatório Final. Com base no acompanhamento a CPE/UniPinhal comporá relatório que será encaminhado à Pró-Reitoria e à Reitoria. 6. INFORMAÇÕES GERAIS É um programa de bolsas de iniciação científica e de extensão que tem como objetivo apoiar a formação de futuros pesquisadores/extensionistas em todas as áreas do conhecimento. Formulado para o aluno de graduação, privilegia a 52

54 participação ativa dos estudantes em projetos de pesquisa e de extensão com qualidade acadêmica, mérito científico e orientação docente individual e sistemática. Ao docente doutor se alocará bolsas em função da demanda e da natureza do projeto. O ingresso no programa se fará segundo Edital da CPE/UniPinhal específico para Inscrição de Projetos, Orientadores e Bolsistas. 7. SOLICITAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO A solicitação da quota de bolsa(s) pelo docente deve ser feita no Formulário de Inscrição do Projeto e documentada com: a) parecer da CIPE, do Curso de Graduação, demonstrando a vinculação do projeto de pesquisa ao projeto pedagógico e parecer da unidade sobre a solicitação da (s) bolsa (s); b) projeto de pesquisa/extensão; c) plano de trabalho detalhado para o bolsista, incluindo cronograma de atividades e habilidades a serem aprendidas pelo discente e d) dados acadêmicos do professor orientador segundo o Banco de Dados da CPR/UniPinhal, disponibilizado na página do UniPinhal na Internet. A solicitação da bolsa, pelo discente, deve ser feita no Formulário de Inscrição no Programa, integralmente preenchido e acompanhado do Histórico Escolar atualizado. PROGRAMA DE APOIO À DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO 1. JUSTIFICATIVA A geração do conhecimento é uma das funções básicas das Instituições de Ensino de Nível Superior. Entretanto, produção sem divulgação não possibilita as Instituições cumprirem o seu papel: as informações, científicas ou não, têm que chegar ao seu consumidor final, ou seja, à sociedade. Um programa de apoio à divulgação do conhecimento deve ser um mecanismo que proporcione aos docentes 53

55 comunicarem sua produção em reuniões científicas, em que a presença do pesquisador alicerça a sua inserção na comunidade científica. Tal inserção estimula o diálogo entre pares, assim como a legitimidade da sua produção. As revistas científicas, técnicas e de divulgação, os boletins técnicos e informativos são ferramentas inestimáveis para a divulgação. Então apoiar tais iniciativas é fundamental na tarefa de estender à sociedade o conhecimento gerado em uma unidade de ensino. Para construção do conhecimento e a sua divulgação são fundamentais colocar o professor-pesquisador e o professor extensionista como membros vivos da sociedade e com ela contribuir. Assim, apoiar a participação de docente em eventos científicos, técnicos e de extensão, quando tal profissional apresentará a sua contribuição científica ou técnica ou, então, os resultados de atividade científica é fundamental. O estímulo à publicação, ou de criação, de revistas científicas ou técnicas e de informativos e boletins técnicos é extremamente importante. 2. NATUREZA DO PROGRAMA O Programa de Apoio à Divulgação do Conhecimento objetiva proporcionar a participação de docentes em encontros científicos e de extensão, permitindo a divulgação do conhecimento por ele gerado em seu plano de trabalho. Os recursos podem ser aplicados para pagamento da taxa de inscrição, despesas de transporte, confecção de painéis, hospedagem e alimentação, conforme as normas gerais para liberação de recursos. O apoio a divulgação, através de revistas científicas, técnicas e de divulgação, os boletins técnicos e informativos, dar-se-á através de atribuição de horas-atividade para o editor e, também na edição em papel ou eletrônica das mesmas. 54

56 3. OBJETIVOS a) Apoiar a participação de pesquisadores para atender os objetivos do(s) Projeto(s) Pedagógico(s) do Curso(s) respectivo (s), juntando documento(s) do Coordenador (es) respectivos; b) apresentar projeto de execução do proposto, contemplando periodicidade, detalhes quanto à divulgação material impresso, eletrônico, pretensões de indexação, etc. No julgamento da solicitação os critérios serão: a) mérito do projeto b) relevância da iniciativa na divulgação DIMENSÃO 4: COMUNICAÇÃO COM A SOCIEDADE Prestação de contas para a comunidade Sistematicamente, a direção apresenta os resultados e projetos elaborados pela Instituição, visando a prestação de contas espontânea para o Poder Legislativo Universidade Aberta para a comunidade A UniPinhal também oferece um programa denominado de Universidade Aberta para os interessados em conhecer as instalações e o funcionamento dos cursos disponibilizados pela IES, recebendo visitas com agendamento prévio WEBRÁDIO Mais recentemente, foi criada em caráter experimental a WEBRÁDIO da Unipinhal (http://www.unipinhal.edu.br/webradio.aspx). A WEBRADIO é um projeto para integração das empresas-juniores que compõem a Unipinhal, apoiada pelo comércio local através da ACE (Associação Comercial de Espírito Santo do Pinhal). A audiência da WEBRADIO inicialmente é focada nas lojas e para os estudantes. Uma programação bastante enxuta de locução, com apoio cultural nos intervalos musicais. Hora Certa, Notícia Positiva, Horóscopo e Datas Comemorativas são alguns dos programas que são intercalados com a programação musical. O segundo passo do projeto de mídia é a WEBTV. Os recursos desse projeto 55

57 dependem de maior capital de investimento, portanto, a WEBRADIO inicialmente será a provedora dos recursos necessários para esse segundo passo. Os canais de comunicação da Unipinhal também serão grande porta de comunicação da faculdade com a sociedade, bem como com os alunos e seus pais, profissionais de todos os setores e interessados em uma programação educacional. Espera-se com este trabalho a valorização da IES, dos alunos e futuros profissionais, bem como o encaminhamento para as distintas áreas de atuação e o retorno do curso de Publicidade e Propaganda que apesar de não estar com turma ativa, nos está amparando através destes laboratórios (Rádio e TV) para essa realização DIMENSÃO 9: POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS DISCENTES CAA Responsável por solicitações, requerimentos diversos, documentos acadêmicos e outros inerentes à Secretaria Geral Acadêmica Departamento de Negociação com Alunos (DNA) Atende e orienta os alunos vinculados a IES que estão inadimplentes, realizando a negociação administrativa dos débitos. Atua também nos encaminhamentos pertinentes às ações judiciais que são executadas por um departamento jurídico especializado Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP) O objetivo do NAP é acompanhar o desenvolvimento do aprendizado do discente por meio da construção do Programa de Monitoria Virtual e do Plantão Psicopedagógico, com acompanhamento individual para alunos e docentes, sendo as atividades do Coordenador o acompanhamento das principais dificuldades encontradas, tais como: traçar perfil do corpo docente e discente de cada curso; acompanhar o planejamento e execução do trabalho de coordenação, proposta de apoio; acompanhar o estudo das DCNs de cada curso de graduação; criar condições de acompanhamento e discussão dos planos de ações na reorganização prevista nos projetos pedagógicos. 56

58 De acordo com o projeto, haverá oferta de plantão semanal para coordenadores e docentes que estejam enfrentando problemas de ensinoaprendizagem. Além disso, o NAP também prestará atendimento aos docentes, com base em diagnóstico e formação continuada e as suas principais demandas, levando em conta três aspectos fundamentais: tempo de experiência na docência; disponibilidade docente para criar condições adequadas de ensino-aprendizagem; titulação. Pretende ainda oferecer cursos de formação continuada em docência no ensino superior Atendimento Psicopedagógico Este serviço foi instituído em 2003 de acordo com a portaria Nº 002/2003, tendo como objetivo desenvolver um trabalho de atendimento psicológico, com enfoque no processo terapêutico direcionados a alunos e funcionários do UNIPINHAL. Em 2009, tendo em vista a necessidade de redirecionar o enfoque do Atendimento Psicológico, foi elaborada uma nova portaria Nº 004/2009, renomeando este serviço para Atendimento Psicopedagógico. O Atendimento Psicopedagógico tem como objetivo geral prestar atendimento aos alunos do UNIPINHAL, em caráter preventivo, informativo e de orientação. O trabalho psicopedagógico vem se desenvolvendo pela psicóloga Sylvia Camilo Ramalho, desde a sua criação, com os alunos de vários cursos e níveis da Instituição. Os principais tipos de ocorrência resumem-se em: falta de atenção e concentração durante as aulas, dificuldades de compreensão em algumas disciplinas, dúvidas quanto ao curso escolhido, ansiedades frente ao término do curso e a conclusão dos TCCS, dificuldade de relacionamento com os colegas em sala, tensões nervosas e inseguranças durante a realização das avaliações bimestrais, como também fatores de ordem pessoal e sentimental. Tais fatores estão associados aos processos cognitivos, emocionais, sociais, culturais, orgânicos, psicológicos e pedagógicos do acadêmico, interferindo no seu desenvolvimento integral, nas questões ligadas à aprendizagem. Além dos atendimentos individuais com os alunos, existe uma integração com os coordenadores e professores, para que em sala de aula, possam observar o aluno em atendimento nos seguintes aspectos: quanto ao seu desenvolvimento 57

59 cognitivo, interesse pelas disciplinas, notas, participação em aula, frequência e interação social com professores e colegas da classe Ouvidoria A Ouvidoria Universitária do UNIPINHAL foi criada em Trata-se de um órgão da Administração Superior, vinculada à Reitoria que objetiva o aprimoramento da qualidade dos serviços prestados na Instituição. O principal objetivo da Ouvidoria é receber, analisar, encaminhar e responder ao aluno/funcionário do UNIPINHAL e da comunidade externa na busca de soluções dos problemas, tornando assim, o processo mais eficaz e imediato. A Ouvidoria funciona em período integral, podendo ser contatada pelo telefone (19) ou por EIXO 4: POLÍTICAS DE GESTÃO DIMENSÃO 5: POLÍTICAS DE PESSOAL Visando a continuidade da capacitação para os funcionários, no ano de 2014 foram realizados alguns cursos envolvendo os temas Brigada e Incêndio, Primeiros Socorros e Segurança Patrimonial. Para os docentes também foi oferecido um curso sobre Empreendedorismo, no Sebrae do município de São João da Boa Vista, SP. Novos cursos serão implementados no ano de Curso de capacitação para funcionários Visando a continuidade dos cursos de capacitação e treinamento de funcionários, a UniPinhal, em parceria com a CPA, realizou no dia 12 de setembro, o curso Treinamento em Incêndio e Brigada, ministrado pelo bombeiro e socorrista Gustavo Souza Urias, com duração de quatro horas Com a participação de 12 funcionários da Instituição, o curso foi realizado nas dependências do Bloco F, tanto para a parte teórica quanto para a parte prática (Figura 12). Na teoria, vários slides relacionados ao assunto e até mesmo um filme sobre incêndio foram abordados. Na parte prática, o instrutor abordou temas como vazamento de gás de cozinha e técnicas de abafamento e combate ao fogo mediante uso dos diferentes tipos de extintores, que foram utilizados in loco pelos participantes. Ministrado pelo bombeiro e socorrista da 58

60 UniPinhal Everaldo Custódio da Silva, o curso de Treinamento em Primeiros Socorros foi realizado no dia 19 de setembro e teve duração de aproximadamente 4 horas tanto a parte teórica como a parte prática. Vários slides relacionados ao tema e também vários vídeos sobre o assunto foram apresentados pelo instrutor na parte teórica. Já na prática, técnicas para evitar engasgamento e massagem cardíaca foram praticados pelos participantes. Figura 17. Funcionários em capacitação Curso de capacitação para docentes Nos dias 25, 26, 27 de setembro, professores do UNIPINHAL participaram de um Curso de Atualização em Empreendedorismo no Ensino Superior (Figura 13), organizado pelo SEBRAE, no Campus da UNIFAE, em São João da Boa Vista. Tendo como tema o Empreendedorismo no Ensino Superior, a equipe do SEBRAE, trabalhou nestes três dias com a temática do Empreendedorismo, nos seus mais variados graus, como: o Eu Empreendedor, o Empreendedor e as Modalidades de Mercado e Plano de Negócios, incluindo conteúdo e metodologia para aplicação em sala de aula. Figura 18. Docentes em capacitação 59

61 Disponibilidade do aplicativo Duolingo (curso de línguas gratuito para funcionários do Unipinhal) A Pró-Reitoria Acadêmica e Administrativa/Unipinhal autorizou os funcionários a dedicarem meia hora por dia para realização de curso de inglês ou espanhol Polícia Militar realiza treinamento para vigilantes da UniPinhal No dia 24 de novembro de 2014, nas dependências da Unipinhal, foi realizada uma palestra visando aprimoramento dos vigilantes da Instituição em relação à segurança patrimonial e também furto de veículos. O treinamento foi conduzido pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, representada pelo Capitão Adriano Riquena Costa e também pelos Sargentos Douglas Vagner Custódio Pinheiro e Carlos Alberto Arbeli. Participaram da palestra orientativa os vigilantes responsáveis pela segurança do patrimônio da Unipinhal. O início da apresentação foi marcada pela distribuição de cartilhas educativas sobre o assunto furto de veículos, principalmente sobre os cuidados que os proprietários devem ter para evitá-lo. Durante a apresentação, os militares apresentaram vários vídeos sobre furtos de veículos abordando as características e comportamento dos suspeitos, o modo de operação durante o furto, a importância da presença e registro das filmagens em câmeras e principalmente na decisão a ser tomada quando da observação de um suspeito em chamar a Polícia Militar através do telefone 190. Pontuaram também todas as dificuldades encontradas por eles para efetuar a prisão de criminosos. Como sugestões para a direção da Unipinhal, alguns pontos foram destacados pelos militares palestrantes após debate com os vigilantes como essenciais para evitar um furto ou até mesmo a sua inibição. O treinamento proporcionou aos vigilantes a oportunidade de questionamento sobre várias operações durante o trabalho de vigilância. A Comissão Própria de Avaliação (CPA), juntamente com a direção da Unipinhal, agradecem a disponibilidade dos policiais militares em realizar essa palestra e acreditam que estão cumprindo com a sua responsabilidade social realizando treinamento para o seu quadro de funcionários. 60

62 DIMENSÃO 6: ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA INSTITUIÇÃO A atual gestão administrativa do UniPinhal é formada principalmente pelo Administrador Judicial, Reitoria, Diretoria Geral e Pró-Reitoria Acadêmica e Administrativa. Os profissionais que ocupam esses cargos gerenciam vários departamentos (pessoal, financeiro, compras, entre outros), que fazem parte da célula organizacional da Instituição de Ensino. Cada departamento que compõe a célula organizacional é composto por um membro responsável e pelos funcionários componentes de cada setor. No fluxograma abaixo (Figura 19), a organização completa da IES bem como o seu quadro de funcionários estão devidamente representados. Figura 19. Fluxograma da Instituição 61

63 Dimensão 10: Sustentabilidade Financeira O início dos problemas econômicos e de Gestão Acadêmica Durante aproximadamente quinze anos, a partir de 1995, rumores de gestão fraudulenta, desvio de recursos, nepotismo e sonegação fiscal rondavam a Fundação Pinhalense de Ensino responsável pela manutenção do Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal UNIPINHAL, as acusações recaíam sobre apenas três famílias (de quatro originais) conduziam a administração da IES durante mais de 40 anos. Processo investigatório iniciado na cidade de São Paulo, e depois com continuação na própria cidade, começou a deixar claro que algo de muito profundo estaria para acontecer com pessoas e talvez com a própria Fundação, o que poderia impactar os cursos do Centro Universitário. Não bastasse isso, como fruto da degradação financeira e, consequentemente do clima reinante entre docentes, alunos e funcionários, dificuldades acadêmicas começaram a surgir com redução e substituição de professores, desincentivo à pesquisa, não investimento na manutenção de laboratórios e biblioteca etc. Assim, a imagem da instituição começou a ficar comprometida, levando a uma redução no número de ingressantes e ao início de evasão. A Intervenção Judicial na Mantenedora Em meados de 2010, finalizados os processos investigatórios, o Ministério Público entrou com Ação Civil Pública contra os dirigentes da Fundação Pinhalense de Ensino, pedindo sua destituição e ressarcimento dos prejuízos provocados, além de condenação por dano moral coletivo. Ação Civil Pública redundou em imediato afastamento dos Diretores da Fundação e seus Conselheiros Curadores, com a decretação de Intervenção Judicial e nomeação de Interventor plenipotenciário em julho de 2010 processo nº Recentemente foi prolatada a sentença de primeira instância com condenação de tais dirigentes, bem como a definitiva destituição dos cargos que ocuparam. A condenação definiu valores de aproximadamente R$ 16 milhões, definiu montantes outros a serem ainda calculados, que devem montar a algo maior 62

64 do que essa quantia, e determinou ainda a penalização por danos morais de R$ 10 milhões. Tudo, provavelmente, numa soma superior a R$ 50 milhões. Mas que levará anos para ser conseguida, se os bens legalmente em nome dos condenados o permitir. Processos outros, como criminais, caminham à parte. Ações paralelas foram iniciadas contra um Juiz de Direito, um Promotor Público e um Delegado de Polícia do Município, com vínculos totais com os dirigentes da Fundação Pinhalense de Ensino, todos afastados e alguns já penalizados. Isso mostrou que o movimento que depauperava a Fundação se espalhara pela cidade e alcançara parte de sua estrutura judicial e policial. Os Problemas Financeiros Todavia, com o decréscimo vertiginoso no número de alunos e consequente perda de receitas, agravado isso tudo pela necessidade de oferecimento maior de bolsas para retenção de alunos, os problemas financeiros precisaram ser atacados fortemente pela nova gestão. A instituição não tem dívidas bancárias. Apenas para registro: excelente recuperação já se conseguiu principalmente numa das áreas, a de Veterinária, graças a doações inclusive de alunos! Projeto de Gestão Administrativa Apesar de todo esse processo traumático o Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal vem buscando constantemente atualizar-se em relação as mais modernas formas de gestão administrativa e financeira, como é o caso da recente implantação de um modelo de gestão matricial, em que as diferentes áreas e órgão da UNIPINHAL comunicam-se sem embaraços hierárquicos ou burocráticos, visando sempre à solução dos problemas e à melhoria dos serviços oferecidos. O modelo de gestão matricial permite um dinamismo maior nas tomadas de decisões, simplificando os processos administrativos e financeiros desenvolvidos no âmbito da Instituição. O exemplo, dentro do modelo matricial, um funcionário responsável por determinado setor mantenha relações de gestão com qualquer outro setor ou órgão componente da Estrutura da UNIPINHAL, trazendo sugestões, opinando, discutindo alternativas, em face das demandas de serviços na área financeira e administrativa em geral. Vale destacar que por meio desse modelo de gestão matricial, a UNIPINHAL concede autonomia aos seus funcionários e gestores, todavia, esta autonomia está 63

65 atrelada ao valor da responsabilidade, para que nenhum dos gestores caminhe em direções opostas aos objetivos maiores da Instituição. Outro projeto que gradativamente está sendo implantado em relação aos processos de gestão financeira, e que vale aqui registrar, é o fato de que todos os Cursos e outras Unidades geradoras de receitas para a Instituição pretendem alcançar o status de UNIDADES DE NEGÓCIO. Tal iniciativa visa descentralizar as ações de gestão, visando um melhor desempenho de cada uma dessas unidades na melhoria dos cursos com o consequente resultado operacional financeiro dos mesmos. Explicando melhor, podemos afirmar que cada Coordenador de Curso, especialmente, deve acompanhar pontualmente o desempenho do seu curso, empreendendo ações contínuas, a fim de que o mesmo atinja o maior nível possível em termos de excelência educacional, contudo, com a consciência de que o mesmo deve se manter economicamente estável. Neste sentido, cada gestor das UNIDADES DE NEGÓCIO, tem liberdade e autonomia para tomar as decisões necessárias a fim de que tais objetivos sejam sempre alcançados. A estratégia das Unidades de Negócio está atrelada ao binômio: autonomia com responsabilidade! Gestão Financeira A Gestão Financeira da UNIPINHAL está aos cuidados de uma Direção Geral da IES específica que atualmente constrói o modelo matricial por meio da articulação dos diferentes setores a esta mais diretamente matriciados, faz todo o planejamento, acompanhamento e implementação dos processos de gestão financeira. Incluem-se entre os processos de gestão financeira, os trabalhos de faturamento dos créditos, recebimento e cobrança também dos créditos, compras, pagamentos e as respectivas escriturações de toda essa movimentação. O Centro Universitário UNIPINHAL adotou em consonância com o modelo matricial, alguns mecanismos gerenciais que facilitam o controle financeiro: 1) A vinculação de todas as despesas a um sistema de planejamento por um "Orçamento Institucional", ao qual todos os setores e cursos estão vinculados; 2) Controle de despesas feito por um Setor de Custos, que acompanha todos os gastos da instituição, analiticamente; 3) Controle financeiro feito por uma Tesouraria Central; 4) Controle contábil, patrimonial e fiscal por um Setor de Contabilidade. 64

66 Todos os setores são dotados de estrutura suficiente e, adequada para a realização de suas tarefas, contando com computadores, máquinas e programas específicos. Vale aqui destacar que, mesmo diante de toda crise econômica por que passa a UNIPINHAL mantém seus compromissos financeiros em dia: seus fornecedores, suas obrigações trabalhistas (funcionários) são tratadas com prioridade e estão rigorosamente em dia, além do que, a situação fiscal e parafiscal também estão plenamente em dia, conforme se pode comprovar observando-se as Certidões Negativas de Débitos Fiscais que a mesma mantém rotineiramente em seus arquivos. Estratégia da Gestão Econômico-financeira O Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal também está construindo como estratégia para suas ações econômico-financeiras um sistema de planejamento materializado, através do "orçamento institucional", desdobrando-se este em previsão de receitas e fixação das despesas. O processo de elaboração do Orçamento institucional deverá dar-se sempre no mês de Outubro do exercício anterior ao de sua execução, contando com a participação de todos os envolvidos. O cronograma de execução se dará por cotas mensais. Tudo isso em função do equilíbrio necessário entre receitas X despesas, evitando-se problemas na execução dos programas, projetos e despesas planejadas. O orçamento institucional materializa-se através de um apontamento das dotações de valores, sendo que as despesas estarão alocadas por Unidade Orçamentária, em grupos de contas, conforme Plano Geral de Contas da instituição. Enquadram-se as dotações para as despesas, nos seguintes grupos de contas: a) Despesas de Pessoal Administrativo; b) Despesas de Pessoal Docente; c) Despesas com Aquisições de Materiais em Geral; d) Despesas com Prestações de Serviços e; e) Outras Despesas de natureza Operacional e Administrativa. 65

67 A principal fonte de Receitas da Instituição, no Orçamento das Receitas, são as Mensalidades. Essas são fixadas e projetadas com base no contingente de alunos que se espera manter-se em atividade nos mais diferentes cursos da UNIPINHAL, durante o ano letivo planejado. Também são planejados por via do Orçamento Institucional, atuações em relação à concessão de Bolsas de Estudos, por meio de convênios com Prefeituras e Empresas valendo aqui registrar que a UNIPINHAL é apesar de conveniada junto ao Governo Federal para concessão de Bolsas por via do PROUNI, FIES, os recursos do FIES não ficam na Instituição em função das dívidas contraídas pelo Grupo Gestor que acabou resultando no processo de Intervenção Judicial. Mesmo assim, a UNIPINHAL mantém-se aberta e em pleno funcionamento ofertando seus cursos de graduação, mantendo qualidade em andamento como comprovam o resultado das sete Avaliações in loco que recebemos entre 2012 e No presente momento, todo exercício financeiro é planejado buscando-se sempre um aumento de fontes de rendas, entre os quais estão a ofertas de novos cursos na área de Graduação, Pós Graduação, Ensino à Distância e Tecnólogos, tendo em vista que em dezembro de 2013 recuperamos a autonomia de Centro Universitário após a revogação da Medida Cautelar 237/2011 (Despacho nº 231, de 27/12/2013, DOU 30/12/2013), diante de IGC satisfatório (Figura 20) e recentemente o arquivamento do processo de supervisão instaurado pelo Despacho nº 237/2011, publicado no DOU de 09/03/

68 Figura 20. Indicadores de Qualidade da Educação Superior EIXO 5: INFRAESTRUTURA FÍSICA DIMENSÃO 7: INFRAESTRUTURA FÍSICA O Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (UniPinhal) possui corpo docente altamente qualificado em sua maioria, mestres e doutores, e uma estrutura considerada referência na região em qualidade de ensino. Possuí uma área de mais de m² e área construída superior a m². Possui Reitoria, Pró-Reitorias, Secretarias, Ouvidoria, Atendimento Psicológico, Núcleo de Apoio Pedagógico, Salas de aula e Laboratórios. Conta também com complexo esportivo com quadras, ginásio coberto e piscina semiolímpica para a prática de aulas de educação física, bem como a prática de esportes e recreação. Também são referência na cidade a Clínica de Fisioterapia e o Hospital Veterinário, referência da região. A UNIPINHAL possui biblioteca totalmente informatizada com 1.200m² e mais de títulos. 67

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