COMPLEXIFICAÇÃO E MUDANÇA ESTRUTURAL NO MUNDO DO TRABALHO: UM ESTUDO A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS DO PIPMO E PLANFOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPLEXIFICAÇÃO E MUDANÇA ESTRUTURAL NO MUNDO DO TRABALHO: UM ESTUDO A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS DO PIPMO E PLANFOR"

Transcrição

1 COMPLEXIFICAÇÃO E MUDANÇA ESTRUTURAL NO MUNDO DO TRABALHO: UM ESTUDO A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS DO PIPMO E PLANFOR Alexandre William Barbosa Duarte 1 Tiago Antônio da Silva Jorge Introdução As três últimas décadas foram marcadas por mudanças significativas na sociedade como um todo, materializadas por um processo de reordenação estrutural de instituições que há muito exerciam papel central no arranjo organizacional da sociedade. Vimos mudanças nos Estados Nacionais, nos alicerces de ideologias importantes, nas formas de expressão das movimentações populares e nas próprias conceituações cristalizadas pelas ciências humanas e sociais. Dentre os processos sociais, econômicos e políticos que vieram a formar o que se rotulou como pós-modernidade, cabe ressaltar a importância da mudança do papel do Estado em suas relações com a sociedade e com o mercado. O amplo predomínio do liberalismo como orientação política e econômica foi substituído no século XX por alguns projetos políticos que se caracterizavam pelo seu apoio em Estados ativos e intervencionistas, como o comunismo, o fascismo e a social democracia. Juntamente com essa reorientação do Estado diante da economia foi possível observar também a adoção por parte do Estado de políticas de cunho social, surgindo assim, o Estado do Bem-Estar ou Welfare State, modalidade predominante após a Segunda Guerra Mundial e que serviu como solução mais ou menos duradoura para os fatores de instabilidade que vinham operando desde o início do século. Nos anos 70, o relativo consenso em relação a essa orientação começa a sofrer um refluxo. A lógica de acumulação Fordista, predominante até então, abre espaço para o Toyotismo, numa lógica de acumulação flexível que culmina em uma crise do 1 Graduando em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais UFMG. Estagiário em pesquisas no Núcleo de Estudos Sobre o Trabalho Humano NESTH-UFMG Rua Ada Von Collane, 38, Bairro Goiânia, Belo Horizonte-MG, CEP Telefone: (31)

2 2 Estado na década seguinte (Harvey, 1992). O equilíbrio entre os requisitos da acumulação capitalista e a promoção de políticas sociais ficou cada vez mais precário. Nesse contexto o neoliberalismo surge com uma proposta de reencontro com a tradição liberal. Trata-se de um ataque contra qualquer limitação dos mecanismos de mercado por parte do Estado. Deveria-se transferir para o mercado tudo o que for possível, deixando ao Estado apenas o que não pode ser privatizado. Trata-se de despolitizar a economia e estabelecer a superioridade do mercado como eixo da vida social. As políticas neoliberais introduziram um novo tipo de relação entre Estado e Sociedade civil apresentando uma concepção minimalista do Estado e da democracia. As mudanças acima apresentadas tiveram grande impacto sobre o mercado de trabalho. O crescimento das taxas de desemprego associou-se à ausência de um aparato institucional adequado, incentivando, assim, uma discussão em torno das políticas públicas de trabalho, geração de renda e qualificação profissional, o que levou a uma mudança no enfoque de tais políticas, deixando de ser centrado somente na busca do crescimento econômico e buscando, dessa forma, uma integração entre os diversos mecanismos institucionais e os programas que compõem tais mecanismos. Ganha destaque também, a necessidade de qualificação profissional, em que a educação para o trabalho deixa de ser equacionada principalmente para as empresas e passa a se tornar interesse do trabalhador e da própria sociedade, inclusive como dimensão do resgate da cidadania. Dentro desse novo paradigma, o conceito de qualificação também ganha novos contornos, onde não é exigido do operário qualificado apenas o domínio de habilidades motoras na execução de tarefas repetitivas, mas sim conhecimentos científicos e tecnológicos. Ou seja, o caráter mecânico e repetitivo característico do paradigma fordista é eliminado. No novo paradigma, é exigido do operário qualificado uma série de qualidades restritas, anteriormente, aos níveis de supervisão e gerência, bem como a profissionais de nível superior encarregados de planejar os processos de trabalho. Dentro dessa reestruturação, um conceito que ganha centralidade é o de empregabilidade. Difundido na lógica toyotista de produção, o conceito de empregabilidade desenvolve a idéia de que cabe ao trabalhador se qualificar e se tornar empregável para uma diversidade maior de postos de trabalho, o que coloca como responsabilidade (ou culpa) do próprio trabalhador a sua inserção e permanência no

3 3 mercado de trabalho. Ou seja, a noção de empregabilidade transfere a responsabilidade do desemprego para o fato do trabalhador não se adequar às exigências de qualificação colocadas pelo novo paradigma produtivo. Seria como se houvesse oferta de trabalho para toda a população economicamente ativa, cabendo ao trabalhador adequar-se às exigências da oferta de emprego. O que se pretende no atual trabalho é estabelecer uma discussão levando-se em consideração o conceito de empregabilidade presente no Brasil principalmente na década de 90 e o pensamento nacional desenvolvimentista nos anos 60 e 70. Para tanto, será feita uma breve comparação entre dois planos de qualificação profissional, a saber, O Programa Intensivo de Preparação de Mão de Obra (PIPMO) e o Nacional de Qualificação do Trabalhador (PLANFOR). A qualificação profissional em tempos de nacional desenvolvimentismo - o programa intensivo de preparação de mão de obra - PIPMO O Programa Intensivo de Preparação de Mão de Obra - PIPMO, foi criado em 1963 pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). Foi elaborado na Diretoria de Ensino Industrial e destinava-se a preparar trabalhadores e candidatos a emprego na indústria. O PIPMO foi concebido inicialmente com previsão de duração de 20 meses, sendo considerado um programa temporário. Porém, funcionou por 19 anos, estendendo-se até O PIPMO surgiu em um momento muito específico de evolução da economia brasileira, caracterizado por amplo intervencionismo estatal e de cunho desenvolvimentista. Esta discussão esteve presente como elemento central na ideologia do nacional desenvolvimentismo. Nesta perspectiva, a posição ocupada pelos países desenvolvidos no contexto internacional correspondia a um estágio superior de desenvolvimento em relação aos países subdesenvolvidos. O desenvolvimento ocorreria então de uma forma linear. Esse pensamento embasou as análises da Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL), nesse período. Para a CEPAL as distintas economias que integram o sistema internacional se localizam em fases inferiores do mesmo processo, posicionadas dentro de um esquema dual: desenvolvimento e subdesenvolvimento. O subdesenvolvimento seria um estágio prévio ao desenvolvimento pleno, quando a economia em questão reuniria todas

4 4 as condições para o desenvolvimento auto-sustentado. (Oliveira, 2000, p.199). Nesse sentido, a adoção de uma política econômica voltada para a industrialização foi apontada como principal forma dos países subdesenvolvidos alcançarem um desenvolvimento capitalista pleno. Através da industrialização seria possível promover o desenvolvimento tecnológico e o aumento da capacidade do mercado interno através do modelo de substituição de importação. O Estado não só criava as condições econômicas e financeiras de implantação da economia industrial no país, como patrocinava ações e políticas visando criar e aumentar a oferta de mão-de-obra qualificada exigida pela expansão industrial. A educação, nesse contexto, apresentase como elemento central no processo de desenvolvimento, uma vez que o processo de industrialização traria a necessidade de uma mão-de-obra melhor qualificada. Segundo Barradas (1986: 35): (...) a necessidade de um programa de treinamento para trabalhadores foi requisição da própria indústria. (...) havia, pois, necessidade de se treinar uma parte significativa do exército industrial de reserva existente no país para atender aos requisitos postos pela nova composição do parque industrial instalado. O PIPMO era um programa amplo, tendo a pretensão de atingir vários níveis de qualificação e todas as regiões do país. Merece destaque o fato de apresentar um caráter intensivo, ou seja, o programa se propunha a treinar um grande número de trabalhadores num período de tempo curto. O PIPMO foi criado com o objetivo de diminuir o tempo de adaptação do trabalhador às novas tecnologias e às novas relações de produção. Sendo assim, o programa tinha como objetivos centrais a serem buscados: (...) treinar os operários já empregados no sentido de adequá-los aos novos padrões tecnológicos, bem como aos novos padrões de comportamento decorrentes das novas tecnologias importadas; treinar novos operários no sentido de contar com uma reserva de mercado que possibilitasse maior poder de manipulação aos empresários. (Barradas, 1986:40).

5 5 Portanto, o objetivo a ser alcançado através do PIPMO era o de treinar trabalhadores buscando, de forma mais rápida, sua adaptação às tecnologias intensivas de mão de obra que estavam sendo incorporadas ao parque industrial. O PIPMO propiciava um tempo de treinamento muito mais curto e um treinamento muito mais simplificado do que os cursos convencionais. O treinamento era calculado para um tempo em torno de 100 horas, havendo alguns cursos que não passavam de 20 horas. A execução do PIPMO deveria se dar tanto dentro das empresas industriais, como em escolas federais, estaduais, municipais, no sistema SENAI e em escolas particulares, ou seja, o PIPMO deveria utilizar a capacidade física da rede oficial de ensino e locais de entidades mantidas pelas empresas, além da rede de escolas particulares. Tal característica justificava-se por se tratar de um treinamento de caráter emergencial e não de um sistema permanente de educação profissional. Conforme dito anteriormente, o PIPMO foi criado com uma previsão de duração de 20 meses. Porém, é possível notar uma mudança de metas propostas ao longo do tempo, principalmente visíveis durante o governo militar que se instalou no país em Os objetivos buscados mudaram. Não se tratava mais de treinar operários empregados visando a adequá-los a novos padrões tecnológicos, nem mesmo de treinar novos operários com o objetivo de contar com uma reserva de mercado. Havia que se treinar operários no sentido de ascenderem a novos postos abertos dentro da produção pela repressão, e mais que isso, havia que se treinar novas atitudes não só dos operários qualificados, semiqualificados, etc., mas principalmente treinar para cargos de supervisão. (Barradas, 1986: 73). Diante destas mudanças, o PIPMO passou a ter grande utilidade para o Estado na medida em que se configurava como um importante instrumento de regulamentação e controle da mão de obra industrial. Sendo assim, o programa foi mantido além do período de implementação inicialmente proposto. No período compreendido entre 1971 e 1974, o PIPMO passou por uma série de mudanças que se mostraram fundamentais para o seu funcionamento. Dentre estas mudanças, merece destaque o fato de ter se expandido para outros setores da economia, não se restringindo mais apenas à industria. Outra mudança fundamental se deu através da Lei N. º 5.692/71 que reformou o ensino de 1º e 2º graus, estendendo a profissionalização ao ensino médio, tendo como base a mesma diretriz de formação de

6 6 mão de obra para o mercado de trabalho. Estas mudanças tiveram amplo impacto, na medida em que ampliaram o raio de abrangência do PIPMO, que passou a atuar na qualificação de um público maior e mais diversificado, sendo definido como instrumento de educação e de e financiamento de projetos de treinamento destinados à qualificação, aperfeiçoamento e especialização de diversas categorias de trabalhadores. Além das atividades já desenvolvidas, o PIPMO incorporou também dois novos campos de atuação voltados para a promoção social de jovens ainda não empregados sem 1º grau completo, além de ofertar habilitação profissional no nível de 2º grau. Mesmo com essas novas frentes de atuação, o maior peso das ações do PIPMO ainda estava voltado para o treinamento de adultos. Este campo de atividade se desenvolveu ainda mais a partir de um convênio firmado com o Departamento Nacional de Mão de Obra (DNMO) do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), que teve como principal objeto o treinamento de pessoal para os grandes projetos governamentais. Através desse convênio, o treinamento de adultos desempregados e sem qualificação profissional teve grande destaque. Entre os pontos abrangidos por esse convênio podemos destacar a preocupação com instrumentos de agenciamento e com políticas sociais em face do desemprego. A função de agenciamento do PIPMO manifestou-se no critério de seleção dos alunos, que passaram a ser selecionados entre desempregados, submetidos a uma triagem pelos bancos de desemprego das Delegacias Regionais do MTPS. Além disso, os desempregados matriculados nos cursos do PIPMO passaram a receber uma ajuda de custo através do DNMO. A partir desse momento, ao recorrer às agências de colocação mantidas pelo DNMO nas Delegacias Regionais do MTPS, os adultos desempregados eram encaminhados aos cursos ministrados pelo PIPMO já com o auxílio em dinheiro, quando não havia emprego disponível. (Barradas, 1986:96). Com o Decreto N. º de 12 de dezembro de 1974, o PIPMO foi transferido do Ministério da Educação e Cultura para o Ministério do Trabalho. Essa transferência se deu como parte de uma diretiva governamental maior, que tinha como objetivo principal desenvolver, no Ministério do Trabalho, uma política mais centralizada de preparação de mão de obra. O resultado dessas ações foi a criação do Sistema Nacional

7 7 de Formação de Mão de Obra (SNFMO), que levou à centralização, no Ministério do Trabalho, das atividades ligadas à formação profissional no Brasil. Vários fatores podem ser associados à extinção do PIPMO no início da década de Podemos citar como principal razão algumas características do quadro sóciopolítico e econômico do Brasil na época, a saber, a recessão econômica, o crescimento das taxas de desemprego e o aumento do subemprego. Aliado a isto, tem o fato de as empresas promoverem programas internos de treinamento, associados a incentivos fiscais, o que acabou por retirar, gradativamente, a principal justificativa da existência do PIPMO, que deixou de atender às demandas das empresas privadas. Tanto em relação à filosofia que sustentava quanto em relação à sua prática efetiva, é possível constatar que o PIPMO não desenvolveu uma perspectiva de transmissão, ao trabalhador, de um conhecimento mais abrangente relacionado à ocupação para a qual estava sendo treinado. Por se tratar de um programa intensivo, o conteúdo dos cursos limitava-se simplesmente a um treinamento voltado para atividades específicas. O Plano Nacional de Qualificação do Trabalhador PLANFOR Em 1990, com a regulamentação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) 2, coloca-se o desafio de se criar uma rede composta por diversos mecanismos destinados a desenvolver políticas públicas voltadas para a geração de trabalho, emprego e renda. O Plano Nacional de Qualificação do Trabalhador (PLANFOR) foi estruturado a partir de 1995, buscando tratar a questão da educação profissional como política pública, onde o desenvolvimento e constituição de uma nova institucionalidade da educação profissional no Brasil a partir da criação e consolidação de um sistema de trabalho, emprego e geração de renda nacionalmente articulado, tornava-se objetivo a ser alcançado. O PLANFOR teve como objetivo principal o desenvolvimento de ações de educação profissional que buscavam contribuir para a redução do desemprego e 2 O FAT é um fundo especial, vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), destinado ao custeio de mecanismos compensatórios frente ao desemprego, proporcionando ao trabalhador alguma proteção financeira no momento do desemprego. Os recursos do FAT são garantidos, principalmente, através de recursos provenientes do Programa de Integração Social (PIS), e pelo Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP).

8 8 subemprego da População Economicamente Ativa (PEA); combater a pobreza e a desigualdade social; assim como elevar a produtividade, a qualidade e a competitividade do setor produtivo. Dentre os objetivos gerais que o PLANFOR se propôs a alcançar podemos citar: A qualificação ou requalificação de trabalhadores, a partir do desenvolvimento de habilidades básicas, específicas e de gestão, propiciando assim, a inserção ou reinserção no mercado de trabalho, melhoria da produtividade, bem como elevação da renda pessoal e familiar e melhoria geral na qualidade de vida das comunidades a que pertençam; Elevação do nível de escolaridade, tendo em vista a erradicação do analfabetismo e a ampliação do número de pessoas com escolaridade, pelo menos no nível básico; Contribuir para a redução das desigualdades sociais e regionais, bem como para a preservação da natureza e a construção da solidariedade e cidadania; Combate a todas as formas de discriminação, com ênfase para a discriminação de gênero, idade, raça e cor, buscando assim, a garantia do respeito à diversidade; Estímulo à ampliação da oferta de empregos e oportunidades de geração de renda, assim como a busca por alternativas de trabalho autogestionado, associativo ou micro e pequenos empreendimentos. (BRASIL, 2001). Ao ser pensado enquanto política pública, o PLANFOR foi estruturado tendo como base três eixos fundamentais: avanço conceitual, articulação institucional e apoio à sociedade civil. Em relação ao avanço conceitual, buscou-se a construção e consolidação de um novo enfoque metodológico e operacional que buscava contemplar algumas dimensões, principalmente o planejamento com foco na demanda do mercado de trabalho, tendo como orientação a demanda efetiva do setor produtivo; manter um caráter complementar em relação à educação básica enquanto direito constitucional do cidadão; desenvolver, de forma integrada, habilidades básicas, específicas e/ou de gestão do trabalhador através de cursos, treinamentos, assessorias, extensão, entre outras ações, com atenção especial à diversidade social, econômica e regional da PEA.

9 9 No que diz respeito à articulação institucional, buscou-se abranger duas dimensões principais: por um lado, buscou-se o reconhecimento, articulação e desenvolvimento de atores sociais relevantes para uma política pública de trabalho e geração de renda, procurando com isso, construir e consolidar uma nova institucionalidade da educação profissional no Brasil, através da consolidação e integração de uma rede nacional de educação profissional, com o objetivo de atuar na qualificação permanente da PEA, em bases participativas e descentralizadas. Por outro lado, buscou-se a inserção do PLANFOR no quadro das políticas publicas do país, dando destaque para o compromisso permanente do PLANFOR de desenvolver programas de qualificação profissional de forma integrada com programas de geração de trabalho e renda e encaminhamento ao mercado de trabalho. Já o apoio à sociedade civil pode ser aqui entendido como a promoção de ações de qualificação do trabalhador, onde se incluem, além de cursos e treinamentos, assessorias, extensão, pesquisas e estudos, buscando contemplar o desenvolvimento integrado de habilidades básicas, específicas e de gestão, tendo como prioridade o atendimento a grupos vulneráveis da PEA 3. Estando definidos esses eixos, tornou-se claro que a articulação e mobilização de uma rede ampla e diversificada de atores no campo da educação profissional era uma estratégia crucial para o PLANFOR. Segundo Fausto, Garcia e Ackermanm (2001:7), a existência dessa rede, bem como a possibilidade de sua mobilização, não eram exatamente novidade no país. Para esses autores, a inovação buscada pelo PLANFOR, porém, era explorar e consolidar as potencialidades desses atores no campo da educação profissional, promovendo sua gradativa reorientação para um novo modelo e um novo conceito de educação profissional, conforme explicitado na proposta de avanço conceitual e apoio à sociedade civil. Para a implementação do PLANFOR foram criados dois instrumentos geridos pelo MTE, por meio da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego (SPPE), a partir de diretivas definidas pelo CODEFAT: os Planos Estaduais de Qualificação (PEQs) e as Parcerias Nacionais e Regionais (PARCs). 3 A vulnerabilidade é definida no âmbito do PLANFOR em função de fatores relacionados à discriminação relacionados a gênero, raça/cor, baixa escolaridade, pobreza, necessidades especiais e outras condições que dificultam o acesso e a permanência no mercado de trabalho e a outras alternativas de qualificação profissional.

10 10 Os Planos Estaduais de Qualificação (PEQs) contemplavam projetos e ações de educação profissional em cada unidade federativa, elaborados e geridos pelas Secretarias Estaduais de Trabalho (STbs), previamente aprovados pelos Conselhos Estaduais de Trabalho (CETs), em articulação com os Conselhos Municipais de Trabalho (CMTs). Os PEQs são compostos por projetos e ações de educação profissional (como cursos, assessorias, estudos e pesquisas), sendo executados pela rede de educação profissional local, contratada pela Secretaria Estadual de Trabalho, com recursos do FAT, repassados através de convênios entre o governo estadual e a União, por intermédio do MTE. Já as Parcerias Nacionais e Regionais (PARCs) eram promovidas e geridas por sindicatos de trabalhadores, fundações, universidades, outros ministérios, entidades internacionais, visando a realizar projetos e ações inovadoras de educação profissional, em escala nacional ou cobrindo mais de uma unidade federativa, mediante convênios entre a entidade parceira e o MTE. O PLANFOR teve sua vigência até o ano de Vários fatores tornaram evidente a necessidade de mudanças em sua concepção, destacando-se a baixa qualidade dos cursos oferecidos, bem como a baixa efetividade social das ações do PLANFOR. Estabelecendo comparações Para se estabelecer uma comparação entre o PIPMO e o PLANFOR, torna-se necessário reforçar algumas observações no que se refere ao PIPMO, conforme foi concebido em 1963 e a configuração que o plano passou a ter após uma série de mudanças ocorridas no período compreendido entre 1971 e Em sua concepção original, o PIPMO era um plano destinado apenas a preparar os trabalhadores para uma adequação rápida aos novos padrões tecnológicos que se incorporavam ao parque industrial. Após as mudanças, o PIPMO passou a se vincular ao Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), passando a se configurar como uma política pública voltada também, para a questão do desemprego. Através da vinculação do PIPMO ao MTPS os participantes dos cursos passaram a ser selecionados também entre os desempregados inscritos nas Delegacias Regionais do MTPS. Mesmo com estas

11 11 mudanças, o PIPMO ainda tinha como principal foco o treinamento de mão de obra para a indústria. O ponto inicial a ser abordado quando se propõe uma comparação entre o PIPMO e os PLANFOR relaciona-se ao contexto em que os planos estão inseridos. No caso do PIPMO, a economia do Brasil na época caracterizava-se por um período de construção e consolidação do projeto nacional de industrialização. O mercado de trabalho, nessa época, era caracterizado por uma estruturação baseada no emprego regular e assalariado, onde a economia crescia tendo como base o desenvolvimento de um mercado interno relativamente fechado e protegido. No caso do PLANFOR, a desestruturação do mercado de trabalho torna-se mais evidente. A orientação da política econômica volta-se para a reinserção da economia brasileira na comunidade financeira internacional, passando a subordinar o desenvolvimento do mercado interno à competitividade do mercado externo. O mercado de trabalho caracterizado pelo emprego formal e com carteira assinada no qual o público alvo do PIPMO estava inserido dá lugar a um declínio e precarização do trabalho assalariado, uma queda nos postos de trabalhos qualificados, com carteira assinada, bem como um aumento do mercado informal com a conseqüente precarização dos postos de trabalho. A influência do contexto econômico e da postura adotada pelo Estado na elaboração de políticas públicas voltadas para o trabalhador torna-se evidente quando comparamos os objetivos principais dos planos. Enquanto o PIPMO tinha como objetivo principal preparar os trabalhadores e candidatos a trabalho na indústria para se adequarem de forma mais rápida aos novos padrões tecnológicos, o PLANFOR tinha seu objetivo voltado para o desenvolvimento de ações de qualificação profissional voltadas para a diminuição do desemprego e do subemprego e inclusão social dos participantes. O PIPMO, em sua concepção, era voltado para diminuir o tempo de adaptação dos trabalhadores às novas tecnologias e às novas relações de produção. Ou seja, o público alvo do PIPMO era formado por trabalhadores da indústria e candidatos a postos de trabalho no setor industrial. Enquanto o público alvo do PLANFOR constituise de jovens em busca do primeiro trabalho; pessoas desempregadas; pessoas ocupadas, mas em risco de desocupação. A prioridade é garantida aos chamados grupos vulneráveis.

12 12 O PIPMO oferecia um treinamento específico nas funções que os trabalhadores deveriam desenvolver na indústria. Por se tratar de um programa intensivo e com enfoque específico, era caracterizado pelos cursos de curta duração e com conteúdos específicos. O desenvolvimento e concepção do PLANFOR tiveram como eixo principal o avanço conceitual em relação aos cursos de qualificação profissional, onde se buscava a constituição de uma rede, nacionalmente articulada de qualificação profissional, atuando de forma permanente na qualificação da população. A forma como se deu a implementação dos planos é outro ponto que merece destaque. O PLANFOR apresentava uma proposta de implementação de forma descentralizada onde a gestão do plano era feita pelas Secretarias do Trabalho nos estados. Enquanto o PIPMO era um programa cuja implementação e controle era feito de forma centralizada pelo Governo Federal. Castel (1998:345) coloca que a questão fundamental é saber como a ação do poder público pode impor-se de direito enquanto são excluídas as intervenções diretas sobre a propriedade e sobre a economia. Para ele (...) o emprego é apenas a manifestação mais visível de uma transformação profunda da conjuntura do emprego. A precarização do trabalho constitui-lhe uma outra característica menos espetacular, porém mais importante. (1998:514). As comparações feitas neste texto tornam evidente essa observação. É possível notar uma complexificação, tanto na gestão quanto na concepção do PLANFOR em relação ao PIPMO, onde se evidencia, mais uma vez, a influencia do contexto político e econômico na elaboração e gestão das políticas públicas voltadas para a geração de trabalho, emprego e renda. Referências Bibliográficas AMMANN, PAUL. As teorias e a pratica da formação profissional. Brasilia, Ministério do Trabalho, Secretaria de Mão de Obra, ANDERSON, Perry. Balanço do Neoliberalismo. In: SADER, Emir e GENTILI, Pablo (ORG.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.

13 13 BARRADAS, ANESIA MARIA DA SILVA; CALAZANS, MARIA JULIETA COSTA. Fabrica PIPMO: uma discussão sobre política de treinamento de mão-de-obra no período Rio de Janeiro, Instituto de Estudos Avançados em Educação, CASTEL, Robert. As Metamorfoses da Questão Social. Petrópolis: Editora Vozes, DRAIBE, Sônia e HENRIQUE, Wilnês. Welfare State - Crise e Gestão da Crise. Revista Brasileira de Ciências Sociais, N.º 6, vol 5. Fevereiro de DRAIBE, S. M. A nova institucionalidade do sistema brasileiro de políticas sociais: os conselhos nacionais de políticas setoriais. Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP), Cadernos de Pesquisa, n º 35, DULCE, Otávio Soares. Estado, sociedade e políticas sociais no cenário mundial. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, Escola de Governo de Minas Gerais. FOGAÇA, A. Modernização industrial: um desafio ao sistema educacional brasileiro. In: A educação e os trabalhadores. São Paulo: Editora Página Aberta, HARVEY, Devid. Condição Pós-Moderna. Tradução Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Edições Loyola, BRASIL. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. Secretaria de Políticas Públicas de Emprego. PLANFOR - Plano Nacional de Qualificação do Trabalhador. Brasília, OLIVEIRA, D. A. Educação básica: gestão do trabalho e da pobreza. Petrópolis: Vozes, POCHMANN, Márcio. O Trabalho Sob Fogo Cruzado: Exclusão, desemprego e precarização no final do século. São Paulo: Editora Contexto, 2002.

Desenvolvimento Social: Desafio para as Políticas Públicas de Qualificação Profissional

Desenvolvimento Social: Desafio para as Políticas Públicas de Qualificação Profissional Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Desenvolvimento Social: Desafio para as Políticas Públicas de Qualificação Profissional Área Temática

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

PROGRAMAS DE INSERÇÃO SÓCIO-PROFISSIONAL DE JOVENS NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MG Geraldo Magela Pereira Leão (UFMG)

PROGRAMAS DE INSERÇÃO SÓCIO-PROFISSIONAL DE JOVENS NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MG Geraldo Magela Pereira Leão (UFMG) PROGRAMAS DE INSERÇÃO SÓCIO-PROFISSIONAL DE JOVENS NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MG Geraldo Magela Pereira Leão (UFMG) 1 - INTRODUÇÃO Este trabalho apresenta dados e informações que fundamentam

Leia mais

Plano Plurianual 2012-2015

Plano Plurianual 2012-2015 12. Paraná Inovador PROGRAMA: 12 Órgão Responsável: Contextualização: Paraná Inovador Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI As ações em Ciência, Tecnologia e Inovação visam

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento PNE PME LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento locais e nacionais (prova Brasil e IDEB) 10% do

Leia mais

Tema 3 O BNDE e a inserção brasileira no capitalismo industrial

Tema 3 O BNDE e a inserção brasileira no capitalismo industrial Faculdade de Comunicação e Artes Habilitação em Jornalismo Tema 3 O BNDE e a inserção brasileira no capitalismo industrial Economia Brasileira Professora Eleonora Bastos Horta Dayse dos Santos Frederico

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Evolução das Matrículas por Modalidade 2000-2004 58.396 43.396 46.277 37.242 30.730

Evolução das Matrículas por Modalidade 2000-2004 58.396 43.396 46.277 37.242 30.730 Informe Técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial APRESENTAÇÃO DESEMPENHO & OFERTA v.2, n.1, março de 25 Criado com o propósito de divulgar o comportamento do desempenho institucional no curto

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão

Leia mais

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960.

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. Glauber Lopes Xavier 1, 3 ; César Augustus Labre Lemos de Freitas 2, 3. 1 Voluntário Iniciação

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL - PNEF A EDUCAÇÃO FISCAL COMO EXERCÍCIO DE CIDADANIA CONTEXTO Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CARTA SÃO PAULO 2006 1 CARTA SÃO PAULO 2006 Visão para inovação, competitividade e renda. Reunidos na cidade de São Paulo-SP, no dia 25 de agosto de

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA

XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA XIX QUALIEDUC EDUCAÇÃO PRESSENCIAL & A DISTÄNCIA A APROPRIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS POR INVESTIDORES PRIVADOS SÃO INSTRUMENTOS QUE LEVAM A COMERCIALIZAÇÃO DO ENSINO? 1 MSc. EDUARDO GUERINI JULHO/2013

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

PRONATEC: múltiplos arranjos e ações para ampliar o acesso à educação profissional

PRONATEC: múltiplos arranjos e ações para ampliar o acesso à educação profissional PRONATEC: múltiplos arranjos e ações para ampliar o acesso à educação profissional Martha Cassiolato e Ronaldo Coutinho Garcia Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, Instituições e Democracia - Diest/

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza OConselho da Comunidade Solidária foi criado em 1995 com base na constatação de que a sociedade civil contemporânea se apresenta como parceira indispensável

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Por Agnaldo dos Santos* Publicado em: 05/01/2009 Longe de esgotar o assunto, o artigo Privatização, Terceirização e

Leia mais

POLITICAS PUBLICAS DE QUALIFICAÇÃO. Da concepção a concertação

POLITICAS PUBLICAS DE QUALIFICAÇÃO. Da concepção a concertação POLITICAS PUBLICAS DE QUALIFICAÇÃO Da concepção a concertação 1 Cenário da qualificação nos países em desenvolvimento constatação 1. Desarticulação das políticas de emprego, desenvolvimento e educação:

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Mapa da Educação Financeira no Brasil

Mapa da Educação Financeira no Brasil Mapa da Educação Financeira no Brasil Uma análise das iniciativas existentes e as oportunidades para disseminar o tema em todo o País Em 2010, quando a educação financeira adquire no Brasil status de política

Leia mais

ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DE ALAGOAS

ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DE ALAGOAS ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DE ALAGOAS ENSINO BÁSICO Nomes das instituições representadas: SEE/AL, SEMED-Maceió, SEMED-Barra de Santo Antônio- Campestre e Novo Lino, Associação Clube

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Regulamenta o inciso XVI do art. 22 da Constituição Federal que trata da organização do sistema nacional de emprego, para a adoção de políticas

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

PROGRAMAS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL : UMA ANÁLISE SOBRE O FAZER PEDAGÓGICO Maria Graças Galvão de Souza (UFBA)

PROGRAMAS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL : UMA ANÁLISE SOBRE O FAZER PEDAGÓGICO Maria Graças Galvão de Souza (UFBA) 1 PROGRAMAS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL : UMA ANÁLISE SOBRE O FAZER PEDAGÓGICO Maria Graças Galvão de Souza (UFBA) O presente trabalho trata de uma discussão sobre os aspectos pedagógicos dos programas

Leia mais

Políticas de formação e valorização profissional em Segurança Pública

Políticas de formação e valorização profissional em Segurança Pública Ministério da Justiça Políticas de formação e valorização profissional em Segurança Pública SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA Diagnóstico da Formação em Segurança Pública (2001-2003) 2003) Cenário

Leia mais

Política Metropolitana Integrada de Formação e Qualificação Profissional

Política Metropolitana Integrada de Formação e Qualificação Profissional Política Metropolitana Integrada de Formação e Qualificação Profissional Objetivos Objetivo Geral: Ampliar capacidade da força de trabalho se inserir no processo de desenvolvimento econômico da RMBH, com

Leia mais

A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos.

A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos. Q A letra Q, símbolo do programa de qualidade no serviço público Gespública, pelo qual a Seplan é certificada, figura em todos os seus documentos. É uma alusão à essência e ao compromisso da Secretaria

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

Missão. Visão. Transformar o Brasil por meio da Inovação.

Missão. Visão. Transformar o Brasil por meio da Inovação. A Finep -A FINEP Agência Brasileira da Inovação -é uma empresa pública vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) criada em 24 de julho de 1967. -Seu objetivo é atuar em toda a cadeia

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA Vera Alice Cardoso SILVA 1 A origem: motivações e fatores indutores O Curso de Gestão Pública

Leia mais

PROGRAMA. Brasil, Gênero e Raça. Orientações Gerais

PROGRAMA. Brasil, Gênero e Raça. Orientações Gerais PROGRAMA Brasil, Gênero e Raça Orientações Gerais Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho Secretário-Executivo Marco Antonio de Oliveira Secretário

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO BRASIL NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO

EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO BRASIL NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO BRASIL NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO Remígio Todeschini 1 1.Introdução O presente texto pretende ser uma contribuição inicial da relação de cooperação entre a Educação

Leia mais

Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Programa 1374 Desenvolvimento da Educação Especial Numero de Ações 16 Ações Orçamentárias 0511 Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Produto: Projeto apoiado UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO 1. Crescimento Econômico Conceitua-se crescimento econômico como "o aumento contínuo do Produto Interno Bruto (PIB) em termos globais e per capita,

Leia mais

Em março de 1999, passaram a integrar o grupo, representantes da Secretaria do Tesouro Nacional e do Ministério da Educação.

Em março de 1999, passaram a integrar o grupo, representantes da Secretaria do Tesouro Nacional e do Ministério da Educação. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL PNEF 1 Antecedentes Historicamente, a relação fisco e sociedade, foram pautadas pelo conflito entre a necessidade de financiamento das atividades estatais e o retorno

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM MATO GROSSO DO SUL: A RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA NACIONAL E O SISTEMA ESTADUAL

AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM MATO GROSSO DO SUL: A RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA NACIONAL E O SISTEMA ESTADUAL AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EM MATO GROSSO DO SUL: A RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA NACIONAL E O SISTEMA ESTADUAL Resumo Marianne Pereira Souza - UFGD marianne-souza@hotmail.com Giselle Cristina Martins Real

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR: AVANÇOS E PERSPECTIVAS

EDUCAÇÃO SUPERIOR: AVANÇOS E PERSPECTIVAS Ministério da Educação Secretaria de Educação Superior Diretoria de Políticas e Programas para a Graduação EDUCAÇÃO SUPERIOR: AVANÇOS E PERSPECTIVAS Brasil : ciclo virtuoso na educação Banco Mundial: Última

Leia mais

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL *

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * Lúcio Alcântara ** Durante o dia de hoje estaremos dando continuidade aos debates que vêm sendo realizados desde o início do governo Lula sobre a reestruturação

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR DA FORÇA SINDICAL Projeto FORTALECIMENTO DA POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR DA FORÇA SINDICAL PROTOCOLO DE

Leia mais

PPA 2012-2015 PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO

PPA 2012-2015 PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO 100 - ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS O Programa Escola do Legislativo tem como objetivo principal oferecer suporte conceitual de natureza técnico-científica

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais

Política Nacional de Educação Ambiental

Política Nacional de Educação Ambiental Política Nacional de Educação Ambiental Diretoria de Educação Ambiental Secretaria Executiva Coordenação da PNEA Ministério do Meio Ambiente Órgão Gestor da PNEA Ministério da Educação Diretoria de Educação

Leia mais

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências.

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências. LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005 Procedência: Governamental Natureza: PL. 332/05 DO. 17.762 de 17/11/05 Fonte: ALESC/Div. Documentação Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS

POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS TRINDADE, Jéssica Ingrid Silva Graduanda em Geografia Universidade Estadual de Montes Claros Unimontes jessica.ingrid.mg@hotmail.com

Leia mais

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS José E Cassiolato Coordenador da RedeSist, IE-UFRJ Marcelo G P de Matos Pesquisador da RedeSist,

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade PGQP Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade visão das lideranças A Excelência de qualquer organização depende da sinergia entre três fatores:

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

Pronatec Aprendiz. Orientações para Implementação

Pronatec Aprendiz. Orientações para Implementação Pronatec Aprendiz Orientações para Implementação Edição de 2015 Apresentação O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) representa um passo importante para a consolidação da educação

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS IFAL PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX 2016

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS IFAL PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX 2016 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS IFAL PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX 2016 EDITAL DE CHAMADA PARA OFERTA DE CURSOS DE EXTENSÃO A Pró-Reitoria de Extensão PROEX,

Leia mais

PNQ PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

PNQ PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PNQ PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Qualificação Profissional? Preparação do SER HUMANO, aprimorando suas habilidades através da Formação Profissional com a finalidade de executar funções

Leia mais

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA ASSUNTOS TRATADOS Cartilha sobre produtos e serviços bancários para Micro e Pequenos Empresários Apresentação dos cases de sucesso e fracasso no setor da Construção Civil Notícias sobre o Fórum Permanente

Leia mais

Rogério Medeiros medeirosrogerio@hotmail.com

Rogério Medeiros medeirosrogerio@hotmail.com Programa Nacional de Capacitação do SUAS - Sistema Único de Assistência Social CAPACITASUAS CURSO 2 Indicadores para diagnóstico e acompanhamento do SUAS e do BSM Ministrado por Rogério de Souza Medeiros

Leia mais

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Luis Ricardo Silva Queiroz Presidente da ABEM presidencia@abemeducacaomusical.com.br

Leia mais

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Elaborada pela Diretoria de Extensão e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POSSIBILIDADES E LIMITES Antônio Cabral Neto Universidade Federal do Rio Grande do Norte Brasil cabranl@ufrnet.br Maria Doninha de Almeida Universidade

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MPH0813 PLANO NACIONAL DE TURISMO: UM CAMINHO PARA A BUSCA DO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

APRENDIZAGEM PROFISSIONAL E INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

APRENDIZAGEM PROFISSIONAL E INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA APRENDIZAGEM PROFISSIONAL E INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA COMO TRANSFORMAR OBRIGAÇÃO LEGAL EM VANTAGEM COMPETITIVA 2º FÓRUM SOU CAPAZ Araçatuba 28/08/13 SUMÁRIO DA APRESENTAÇÃO Contextualização da

Leia mais

FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão

FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão 1. OBJETIVO DO FÓRUM O Fórum das Estatais pela Educação tem a coordenação geral do Ministro Chefe da Casa Civil, com a coordenação executiva

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO POR UM CEARÁ MELHOR PRA TODOS A COLIGAÇÃO POR UM CEARA MELHOR PRA TODOS, com o objetivo de atender à Legislação Eleitoral e de expressar os compromissos

Leia mais

Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional

Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional Aos 21 de março de 2014, dia em que o mundo comemora o Dia Internacional contra a Discriminação Racial instituído pela ONU em 1966, adotamos o presente Pacto

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

Qualificação. Horizontes Institucionais. BSB, 24 de maio. de 2006

Qualificação. Horizontes Institucionais. BSB, 24 de maio. de 2006 Qualificação Horizontes Institucionais BSB, 24 de maio de 2006 1 Campo Qualificação Conceito: espaço social específico com autonomia relativa onde os sujeitos sociais atuam refletindo sua ação mais geral

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DA CIDADANIA E DA DIVERSIDADE CULTURAL PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL Brasília, Novembro de 2014. APRESENTAÇÃO A primeira Semana

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

Políticas Públicas de Emprego e Sistema Público de Emprego Trabalho e Renda Integrado e Participativo

Políticas Públicas de Emprego e Sistema Público de Emprego Trabalho e Renda Integrado e Participativo Secretaria de Políticas Públicas de de Emprego - MTE - MTE Políticas Públicas de Emprego e Sistema Público de Emprego Trabalho e Renda Integrado e Participativo 1ª Conferência Nacional de Educação Profissional

Leia mais

INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL

INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 INSTRUMENTOS DE TRATAMENTO DE CONFLITOS DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Marcela Tapajós e Silva Painel

Leia mais

Educação técnica e desenvolvimento humano e social

Educação técnica e desenvolvimento humano e social Educação técnica e desenvolvimento humano e social Nacim Walter Chieco(*) 1. Educação e desenvolvimento social A partir de 1996 teve início, no Brasil, um processo de ampla e profunda reforma educacional.

Leia mais