Empresa o Entidad COELBA Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Empresa o Entidad COELBA Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia"

Transcrição

1 Título Sistema de Gerenciamento da Universalização do Serviço Público de Energia Elétrica na COELBA Nº de Registro (Resumen) 13 Empresa o Entidad COELBA Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia Autores del Trabajo Nombre País Aurino Almeida Filho Brasil Salvador-Ba Ana Vírginia Cavalcante Silva Dantas Brasil Salvador-Ba Armando Coutinho do Rio Brasil Salvador-Ba Mayline da Silveira Pinto Abib Brasil Salvador-Ba Sankia Luiza de Sales Brasil Salvador-Ba Alexandre Jatobá Brasil Salvador-Ba Palabras Clave Universalização, Luz para Todos, Metas, Ligações, Legislação Resumo - Este trabalho tem por objetivo apresentar os resultados do desenvolvimento de uma ferramenta gerencial que visa controlar a evolução das ligações de unidades consumidoras do Programa de Universalização dos Serviços Públicos de Energia Elétrica, incluindo o programa Luz para Todos. A Universalização está prevista na lei , de 26 de abril de 2002, a qual, dentre outros pontos, estabeleceu as primeiras condições para a Universalização do Serviço Público de Energia Elétrica. Esta lei foi regulamentada através da Resolução ANEEL nº 223/2003, que estabeleceu as metas anuais de ligações de unidades consumidoras, por município da área de concessão. As metas, bastante desafiadoras, previam mais de 1 milhão de novas ligações em cinco anos. Em 15 de dezembro de 2005, foi publicada a Resolução Normativa ANEEL nº 175/2005, que estabelece as condições para a revisão dos Planos de Universalização de Energia Elétrica, visando à antecipação de metas, considerando os objetivos dos Termos de Compromisso firmados com o Ministério de Minas e Energia - MME, no âmbito do Programa LUZ PARA TODOS. O programa desenvolvido apresenta como saídas relatórios gerenciais, com diversos itens de controle, que permitem ter uma visão global do Programa de Universalização, para acompanhamento das metas de ligações anuais definidas nos Planos de Universalização. 1. INTRODUÇÃO Este trabalho, que tem como principal finalidade mostrar como é controlada a evolução das ligações do programa de Universalização, incluindo o programa Luz para Todos, apresenta inicialmente uma idéia dos motivos que levaram o Governo Federal a instituir o programa. Indica as principais cláusulas dos contratos de concessão que dizem respeito ao assunto e apresenta os dados de novas ligações necessárias para dotar todo o povo brasileiro de energia elétrica. No capítulo 2 é feita uma análise da legislação referente à universalização dos serviços de energia elétrica. No capítulo seguinte é apresentado o programa de Universalização incluindo o Programa Luz para Todos que está sendo implantado na Bahia pela COELBA, indicando a sua evolução e as metas a serem cumpridas. O capítulo 4 é dedicado à apresentação dos relatórios que compõem o Sistema de Gerenciamento de Relatórios da Universalização, com seus respectivos itens de controle. No capítulo 5 são apresentadas algumas conclusões sobre o assunto e no capítulo final são listadas as referências bibliográficas utilizadas. Página 1/7

2 2. REGULAMENTAÇÃO DA UNIVERSALIZAÇÃO A Universalização do Serviço Público de Energia Elétrica está prevista na lei nº /2002, de 26/04/02, regulamentada pela Resolução ANEEL nº 223/2003, que traz importantes mudanças no setor de energia. Em relação à Universalização, estabelece que as concessionárias e permissionárias de serviços públicos de energia atendam a todos os domicílios de sua área de concessão. E caso necessário, está previsto no artigo 15 que... a Aneel poderá promover licitações para outorga de permissões de serviço público de energia elétrica, em áreas já concedidas cujos contratos não contenham cláusula de exclusividade. Isto é, caso a Concessionária detentora da concessão por algum motivo não tenha condições de atender ás metas previstas no programa de universalização do serviço público de energia elétrica, é realizada uma licitação para contratar uma permissionária... para prestar serviço público de energia elétrica utilizando-se da forma convencional de distribuição, podendo, simultaneamente, também prestar o serviço mediante associação ou contratação com agentes detentores de tecnologia ou titulares de autorização para fontes solar, eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas. As concessionárias de serviços públicos de energia elétrica, bem como seus controladores, suas controladas e coligadas não podem participar das referidas licitações. Uma vez contratada, a permissionária pode realizar o fornecimento de energia elétrica a qualquer que seja o consumidor que esteja localizado na área permitida, mesmo que esse já seja atendido pela concessionária local. Isto é, a partir de então o novo entrante passa a ser um potencial concorrente localizado na área caracterizada como monopólio natural. Essa lei foi regulamentada pela Resolução ANEEL nº 223/2003, de 29 de abril de 2003, que estabelece as regras para implementação do programa de universalização, assim como as metas anuais, para as ligações dos domicílios sem energia elétrica. A condição de atendimento legal retira qualquer responsabilidade financeira ao consumidor, quando o fornecimento puder ser realizado através da extensão da rede em tensão secundária de distribuição. Caso a rede primária seja envolvida, a concessionária é obrigada a atender até que a meta estabelecida seja alcançada. No entanto, o solicitante poderá antecipar sua ligação com Página 2/7 recursos próprios ou com financiamento, cabendo à concessionária a restituição deste valor após a carência de prazo igual ao que seria necessário para efetuar a sua ligação sem ônus, ou seja, o ano de universalização, com juros e atualização monetária. Se esse financiamento for realizado por órgãos públicos, inclusive da administração indireta, para expansão de redes para atender à universalização do serviço, será igualmente restituído pela concessionária ou permissionária. Assim, modifica-se a prática anterior na qual os consumidores tinham uma participação financeira nos investimentos necessários para serem ligados à rede, respaldada no art. 7º da Portaria nº 5, de 11 de janeiro de 1990 do DNAEE. Esta portaria permitia as concessionárias fazer os cálculos da sua participação financeira nos investimentos e calcular, pela diferença, a participação do cidadão. A Resolução nº 223/2003 estabeleceu metas para as concessionárias atender à Universalização. Na COELBA ficou definido 2013 como ano máximo para alcance da Universalização dos 415 municípios da sua área de concessão, o Estado da Bahia. No entanto, foi instituído o Programa Luz para Todos (PLPT), com o objetivo de antecipar a universalização e proporcionar a realização de todas as ligações no meio rural, com aporte de recursos do governo Federal e Estadual e da concessionária. Assim, a Resolução Normativa ANEEL nº 175/2005 estabeleceu o ano de 2008, como ano máximo para o alcance da Universalização dos 415 municípios de sua área de concessão. Devido às dimensões do programa e com o andamento do mesmo sentiu-se a necessidade de prorrogá-lo. O decreto nº 6442, de 25 de abril de 2008 prorrogou a Universalização Rural na Bahia para 2010 e a Resolução ANEEL nº 356/2009, alterou a 175/2005, definindo novas metas da COELBA para os anos de 2009 e de Com as metas estabelecidas, as concessionárias ou permissionárias devem se preparar para atendê-las, cujo cumprimento será fiscalizado pelo Poder Concedente, periodicamente, com intervalos... no máximo igual ao estabelecido nos contratos de concessão para cada revisão tarifária, devendo os desvios repercutir no resultado da revisão..., conforme estabelece o art. 4º da lei A legislação que regulamenta o atendimento a clientes, suas regras, condições e procedimentos encontram-se estabelecidas na Resolução nº 456, de 29 de novembro de 2000, instituída pela Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL. Os prazos para efetivar as ligações de unidades consumidoras solicitadas, definidos nesta resolução, são bastante

3 curtos e representam mais um grande desafio para a distribuidora. A promoção da Universalização do Serviço de Energia Elétrica do meio rural (PLPT) em todo o território Brasileiro terá como fonte de recursos a Conta de Desenvolvimento Energético CDE, os quais serão provenientes dos pagamentos anuais realizados a título de uso de bem público, das multas aplicadas pela ANEEL a concessionários, permissionários e autorizados e das quotas anuais pagas por todos os agentes que comercializem energia com o consumidor final., conforme art. 3º da lei Concessionárias e permissionárias de serviços públicos de energia elétrica deverão atender todos os domicílios de sua área de concessão, sem ônus para o solicitante, com carga instalada menor ou igual a 50 kw, que possa ser efetivada mediante extensão de rede em tensão inferior a 2,3 kv, ainda que seja necessário realizar reforço na rede em tensão igual ou inferior a 138 kv. Para fazer a gestão do Programa Luz para Todos foram criados comitês regionais compostos de representantes da concessionária local e dos governos Estadual e Federal. Este comitê tem reuniões periódicas para discutir o andamento do programa e definir as obras a serem realizadas para cumprir as metas de ligações de unidades consumidoras definidas em um termo de compromisso assumido e assinado entre as partes. O número de unidades consumidoras a serem atendidas pelo programa foi baseado no Censo Demográfico Brasileiro de 2000, resultando em metas a serem cumpridas no período compreendido entre os anos de 2004 e 2008 na área urbana e 2004 e 2010 no meio rural. Nesses anos estão previstas as ligações mais de 1 milhão de novas unidades consumidoras, sendo 740 mil em áreas urbanas e 510 mil em áreas rurais. Das ligações previstas para a área rural, cerca de 460 mil estão contempladas no Programa Luz para Todos (PLPT). Essas metas de ligações de unidades consumidoras são definidas nos Planos de Universalização encaminhados à ANEEL, detalhadas anualmente para cada município da área de concessão e agrupadas da seguinte forma: Metas urbanas a serem cumpridas com recursos da concessionária, separadas em ligações com extensão de rede secundária (art. 3º da Resolução ANEEL nº 223) e ligações com extensão de rede primária (art. 4º da Resolução ANEEL nº 223). Metas rurais a serem cumpridas com recursos da concessionária, separadas em ligações com extensão de rede secundária (art. 3º da Resolução ANEEL nº 223) e ligações com extensão de rede primária (art. 4º da Resolução ANEEL nº 223). Metas rurais a serem cumpridas com recursos oriundos do Programa Luz para Todos, subdivididas em ligações efetuadas através da rede de distribuição de energia elétrica e ligações realizadas por meio de atendimento descentralizado: solar, eólica, etc. A seguir são apresentados os dados definidos na Resolução ANEEL nº 175, que devem compor os planos de universalização anual de cada concessionária. Nome do município. Código do município Número de domicílios não-atendidos do município, de acordo com estimativa da concessionária para janeiro/2005, segregado em rurais, urbanos e totais. Ano de universalização do município estabelecido na 1ª parte dos Planos de Universalização. Ligações em área Urbana com recursos da Concessionária. Metas de UC s a serem atendidas de acordo com o estabelecido no art. 3º da Res. 223/2003. Metas de UC s a serem atendidas de acordo com o estabelecido no art. 4º da Res. 223/2003. Ligações em área rural com recursos da Concessionária. Ligações no meio rural com recursos do PROGRAMA LUZ PARA TODOS. Extensão de rede de distribuição em tensão maior que 2,3kV a ser construída. Custo médio das ligações a serem executadas ao longo do período através de redes convencionais e sistemas descentralizados. Em função das metas desafiadoras que a COELBA tem a cumprir, foi desenvolvido um sistema computacional para acompanhamento das metas anuais, definidas nos Planos de Universalização encaminhados à ANEEL, por município. Esse sistema foi denominado Sistema de Gerenciamento de Relatórios da Universalização SGRU. Página 3/7

4 3. A UNIVERSALIZAÇÃO E O PROGRAMA LUZ PARA TODOS Devido às dimensões continentais do País, existem muitos domicílios Brasileiros que ainda não dispõem dos serviços de energia elétrica. O Governo Federal, preocupado em dotar todos os lares e processos produtivos de infra-estrutura básica, com o mínimo de conforto necessário, aprovou, e o Presidente da República sancionou em 26 de abril de 2002, a lei nº que dispõe sobre a Universalização do Serviço Público de Energia Elétrica, dentre outros assuntos. Esta lei foi regulamentada pela Resolução ANEEL nº 223/2003. A universalização do serviço de energia elétrica está fundamentada na Constituição Federal, art. 23, inciso X, a qual trata do dever da União para combater as causas da pobreza e da marginalização social. A Resolução nº 223/2003 estabeleceu metas para as concessionárias atender à Universalização e o ano máximo para atingi-la, baseado no índice de atendimento de cada Estado brasileiro. Na COELBA ficou definido 2013 como ano máximo para alcance da Universalização dos 415 municípios da sua área de concessão, o Estado da Bahia. As metas foram divididas em ligações de domicílios em meio urbano e meio rural. O Governo Federal, preocupado com as condições de vida no campo, resolveu antecipar a universalização, com a publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 175/2005, que institui o Programa Luz para Todos (PLPT) para realizar todas as ligações rurais, com aporte de recursos dos governos Federal, Estadual e da concessionária. Esta Resolução antecipou para 2008 o ano máximo para o alcance da Universalização da área urbana dos 415 municípios baianos. Com a alteração introduzida pela Resolução Normativa n o 356, de 19 de maio de 2009, definiu o ano de 2010 para alcançar a universalização da área rural. Ficou estabelecido a universalização de 5 municípios no ano de 2004, 12 em 2005, 40 em 2006 e o restante dos 358 municípios no ano de 2008 para a área urbana e 2010 para a área rural. Nos contratos de concessão mais recentes, assinados entre as distribuidoras e a ANEEL, já constam cláusulas específicas relativas à Universalização do atendimento, indicando que o atendimento deve abranger todo o mercado da área de concessão. De acordo com esses contratos, as concessionárias devem dar atendimento abrangente ao mercado, sem exclusão das populações de baixa renda e das Página 4/7 áreas de baixa densidade populacional, inclusive as rurais, atendidas as normas do Poder Concedente e da ANEEL. Existe ainda uma cláusula específica sobre eletrificação rural, onde as concessionárias são obrigadas a participar e implementar programas de eletrificação rural, oriundos de políticas públicas federais ou estaduais, com vistas à incorporação da potencial demanda desse segmento e ao pleno atendimento do mercado de energia elétrica em sua área de concessão UNIVERSALIZAÇÃO URBANA O programa de universalização urbana foi concluído em 2008 e doravante todas as unidades consumidoras com cargas inferiores a 50 kw são de responsabilidade da distribuidora de energia elétrica sem qualquer ônus para o consumidor, devendo seguir os prazos estabelecidos na Resolução ANEEL nº 456, de 29 de novembro de As metas estabelecidas para a universalização urbana e rural não Luz para Todos totalizam ligações e estão indicadas na tabela a seguir: Tabela 1 Metas da Universalização Ano Urb Rur Essas metas levam em consideração o ano de universalização de cada município, de forma que os 4 municípios universalizados em 2004 não possuem metas para os anos subseqüentes e assim sucessivamente. Ou seja, todas as ligações são de obrigação da concessionária, cumprindo os prazos da Resolução ANEEL nº 456. No gráfico a seguir estão indicadas as ligações acumuladas na área urbana e na área rural fora do Programa Luz para Todos, que foram realizadas nos 415 municípios baianos da área de concessão da COELBA ACUMULADO - PEDIDOS ACUMULADO - REALIZADO Gráfico 1 - COELBA- UNIVERSALIZAÇÃO (Urbano + Rural) - Todos os Municípios Dados até 31/12/

5 Observa-se que o quantitativo de ligações realizado ao longo desses 6 anos chega a cerca de 1,2 milhões de unidades consumidoras. Ou seja, uma média de 200 mil ligações por ano O PROGRAMA LUZ PARA TODOS O Programa Luz para Todos (PLPT), foi instituído pelo Governo Federal, através do Ministério de Minas e Energia e com o apoio financeiro e técnico da Eletrobrás, com o objetivo de levar energia elétrica ao campo, dotando as áreas rurais Brasileiras de infra estrutura mínima, promovendo melhorias sócio-econômicas, e visando elevar o baixo índice de eletrificação rural existente, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste do País. Para fazer a gestão do Programa Luz para Todos foram criados comitês regionais compostos de representantes da concessionária local e dos governos Estadual e Federal. Este comitê tem reuniões periódicas para discutir o andamento do programa e definir as obras a serem realizadas para cumprir as metas de ligações de unidades consumidoras definidas em um termo de compromisso assumido e assinado entre as partes. A implantação do programa fica a cargo das concessionárias locais. Antes da instituição do programa, a Bahia possuía uma população rural de cerca de 4,9 milhões de habitantes, distribuída em 1,1 milhão de domicílios e 810 mil propriedades rurais. Deste total, cerca de 57,7% dos moradores ainda não podiam usufruir dos benefícios gerados pela energia elétrica. Ainda utilizavam de meios rudimentares para iluminação de suas moradias, como por exemplo, candeeiros usando como combustível o querosene. O PLPT teve inicio no Estado da Bahia em 2004, tendo sido precedido por outro programa chamado Luz no Campo que realizou ligações rurais no período 2000 a Esta iniciativa do governo Federal teve como principal foco o atendimento da população residente nas áreas rurais, isto é, fora das sedes municipais, com prioridade para aquelas que estão próximas às redes existentes de energia elétrica. As metas previstas no 1º Termo de Compromisso com o Ministério das Minas e Energia do Governo Federal do Brasil para o Programa Luz para Todos totalizam ligações e estão indicadas na tabela 2 a seguir: Tabela 2 Metas do Termo de Compromisso Ano PLPT Até o ano de 2008 a COELBA realizou ligações, das previstas. Para complementar o 1º Termo de Compromisso e atender a Resolução ANEEL nº 356/2009 ficaram estabelecidas as seguintes metas para os anos de 2009 e 2010: Tabela 3 Metas da Resolução 356/2009 Ano PLPT A situação da implantação do programa no Estado da Bahia, até dezembro de 2009, está indicada no gráfico a seguir: Ligações contratadas Clientes Ligados - TOTAL Gráfico 2 - COELBA - Ligações PLPT 2004 a Observa-se que foi realizado cerca de 98% (dezoito) por cento do número de consumidores previsto no programa até A quase totalidade do programa deverá ser implantada usando a rede convencional de energia elétrica. No entanto, está prevista a utilização de fontes alternativas de energia para fornecimento a cerca de 6% dos consumidores situados em localidades muito distantes da rede de energia elétrica e em ilhas. Durante a execução do Programa Luz para Todos, a COELBA identificou um número de pedidos de ligações no meio rural muito superior ao inicialmente previsto com base no Censo de 2000 do IBGE. De fato, seria necessário realizar a ligação de cerca de (duzentas e trinta e três mil) unidades consumidoras para que se alcançasse a universalização no Estado da Bahia, além daquelas inicialmente previstas O PLPT no Brasil O Brasil é um país de dimensões continentais e o programa de universalização dos serviços públicos de energia elétrica tem sido um grande desafio para as distribuidoras de energia elétrica do país. No caso da COELBA o desafio ainda é maior porque o estado da Bahia possui o maior programa Página 5/7

6 de universalização rural no país em relação ao número de ligações do PLPT, conforme mostra as ligações realizadas nos maiores estados brasileiros, indicadas no gráfico a seguir: Gráfico 3 - PLPT - Ligações Realizadas Jan/2004 a Dez/ Bahia Minas Gerais Pará Maranhão Ceará Pernambuco Mato Grosso Rio Grande do Sul São Paulo Alagoas Sergipe Espirito Santo Para Piaui Rio Grande do Norte Paraiba Santa Catarina Goiás Tocantins Mato Grosso do Sul Acre Rondonia Amazonas Rio de Janeiro Roraima Amapá 4. O SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA UNIVERSALIZAÇÃO - SGRU Fonte MME O Sistema de Gerenciamento de Relatórios da Universalização - SGRU foi concebido com o intuito de dotar os gestores do Programa de Universalização, de ferramentas de controle para acompanhamento das metas de ligações de unidades consumidoras, por município, a serem realizadas, anualmente, para atender as Resoluções da ANEEL nº 223/2003 e nº 175/2005. Esse sistema é composto de diversos relatórios gerenciais com as seguintes informações, para cada município, e para um dado período escolhido, anual, trimestral, etc: Metas a serem alcançadas pelo programa de Universalização. Metas urbanas e rurais com recursos da concessionária, separadas em ligações com extensão de rede secundária e ligações com extensão de rede primária. Metas rurais com recursos do Programa Luz para Todos, subdivididas em ligações efetuadas através da rede de distribuição de energia elétrica e ligações realizadas por meio de atendimento descentralizado: solar, eólica, etc. Informações sobre as obras que estão sendo realizadas: início, conclusão, custo, fonte de recursos, estágio, etc. Controle das cartas que devem ser enviadas aos clientes. Informações sobre a aprovação das obras pelo Comitê Gestor do Programa Luz para Todos. Quantidade de pedidos de ligações de unidades consumidoras, tanto de clientes como pessoas jurídicas. Página 6/7 Quantitativo de unidades consumidoras efetivamente ligadas. Quantidade de ligações de unidades consumidoras realizadas, separadas em ligações urbanas, rurais, com extensão de rede primária e secundária, através de atendimento descentralizado: solar, eólica, etc., com recursos da Concessionária e com recursos do PROGRAMA LUZ PARA TODOS. Valores monetários e as fontes de recursos que estão sendo aplicados no Programa. Valores monetários e o ano para devolução das antecipações de recursos por parte dos clientes. Quantidade de solicitações de atendimento de energia elétrica. Extensão de rede de distribuição em tensão maior que 2,3kV a ser construída. Custo médio das ligações através de redes convencionais e sistemas descentralizados. Extensão de rede em tensão inferior a 2,3 kv, ainda que seja necessário realizar reforço na rede em tensão igual ou inferior a 138 kv. Com essas informações é possível fazer um controle do andamento do Programa de Universalização, que permite direcionar as ações para realizar as obras de ligações de unidades consumidoras nos municípios de acordo com as metas estabelecidas e/ou com o número de solicitações registradas no sistema comercial para cada um desses municípios. O SGRU está integrado aos seguintes sistemas existentes na COELBA: Sistema Comercial SIC, Sistema de Gerenciamento de Obras SGO e Sistema Corporativo de Gestão - SAP R3. O sistema comercial (SIC) fornece as informações relativas aos pedidos de novas ligações realizadas pelos clientes, às cartas enviadas pela COELBA e todas as informações físicas de um determinado projeto para ligação de unidades consumidoras. O sistema corporativo de gestão (SAP R3) dispõe de todas as informações financeiras das obras realizadas para ligação de clientes. O sistema de gerenciamento de obras (SGO) é um sistema de controle do Programa Luz para Todos (PLPT) que controla todas as informações relativas às obras desse programa. Com essas informações, disponibilizadas pelo Sistema SGRU, tem sido possível gerenciar e controlar o programa, assim como encaminhar todas as informações exigidas pelo órgão regulador.

7 5. CONCLUSÕES Está previsto na Constituição Federal a garantia do equilíbrio econômico e financeiro das concessionárias de energia elétrica. Com a aprovação da lei , as obrigações previstas nos editais de licitação e nos contratos de concessão serão alteradas, como por exemplo a realização de obras sem a participação financeira do cliente. Isso, possivelmente, ensejará reajustes tarifários buscando manter o equilíbrio econômico e financeiro da distribuidora, o que implicará em mais uma parcela de custos para a sociedade. As metas de universalização são bastante desafiadoras, principalmente no Norte e Nordeste do Brasil, onde a pobreza é mais acentuada, o número de domicílios sem energia elétrica é muito grande e as distâncias para a rede e subestações distribuidoras são consideráveis. A distribuidora local, caso não atenda aos consumidores da universalização em sua área de concessão, pode se ver ameaçada por um novo entrante, que é a permissionária que poderá vencer uma licitação promovida pela ANEEL, sem a participação das concessionárias existentes. Com o fim da universalização urbana, todas as novas solicitações de atendimento deverão ser atendidas nos prazos definidos na resolução 456/ANEEL, representando um grande desafio para as concessionárias. Devido ao grande número de ligações realizadas por mês seria bastante difícil o controle e gerenciamento do programa sem um sistema informatizado. concessionárias e permissionárias de distribuição e o Ministério de Minas e Energia MME. [4] Brasil. ANEEL. Resolução nº 456, de 29 de novembro de Estabelece de forma atualizada e consolidada, as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica [5] Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil. Editora Saraiva. 27ª edição [6] BRASIL. IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios PNAD Disponível em [7] BRASIL. Lei , de 26 de abril de Disponível em Acesso em 14/07/ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] Brasil. ANEEL. Resolução nº 175, de 28 de novembro de Estabelece as condições para a revisão dos Planos de Universalização de Energia Elétrica, modificada pela Resolução ANEEL nº 356/2009. [2] Brasil. ANEEL. Resolução nº 223, de 29 de abril de Estabelece as condições gerais para elaboração dos Planos de Universalização de Energia Elétrica. [3] Brasil. ANEEL. Resolução nº 365, de 19 de maio de Altera a Resolução Normativa ANEEL 175 de , estabelecendo as condições para a revisão dos Planos de Universalização de Energia Elétrica, visando à prorrogação dos prazos de execução do Programa LUZ PARA TODOS, biênio , mediante o disposto nos Termos de Compromisso firmados entre as Página 7/7

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA N o 365 DE 19 DE MAIO DE 2009 Estabelece as metas de universalização das concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica,

Leia mais

Apresentar o resultado final do processo de análise da 2 a parte do Plano de Universalização de Energia Elétrica da Boa Vista Energia S/A BOA VISTA.

Apresentar o resultado final do processo de análise da 2 a parte do Plano de Universalização de Energia Elétrica da Boa Vista Energia S/A BOA VISTA. Nota Técnica n o 103/2005 SRC/ANEEL Em 15 de setembro de 2005. Processo: 48500.003258/03-33 Assunto: Análise da 2 a parte do Plano de Universalização de Energia Elétrica da Boa Vista Energia S/A BOA VISTA.

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DO GRUPO CMS (CPEE, CSPE, CJE E CLFM) PARA A AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL No 019/2005

CONTRIBUIÇÃO DO GRUPO CMS (CPEE, CSPE, CJE E CLFM) PARA A AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL No 019/2005 CONTRIBUIÇÃO DO GRUPO CMS (CPEE, CSPE, CJE E CLFM) PARA A AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL No 019/2005 Abaixo apresentamos nossas contribuições para a Audiência Pública ANEEL N 019/2005, de 30/08/2005. Destacamos

Leia mais

Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental

Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental Considerando a Diretriz 2 do Plano Nacional de Segurança Alimentar: Promoção do abastecimento e estruturação de sistemas descentralizados,

Leia mais

O QUE É. Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento. Eletrobrás

O QUE É. Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento. Eletrobrás O QUE É Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento 1 QUEM SÃO Total de Pessoas: 12.023.703 84% Rural 16% Urbano Total: 10.091.409 Total:

Leia mais

Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Grande Escala

Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Grande Escala 1/6 Título Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Nº de Registro (Resumen) 8 Empresa o Entidad CEMIG DISTRIBUIÇÃO S/A CEMIG-D Autores del Trabajo Nombre País e-mail

Leia mais

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE 1998 Estabelece diretrizes para a aplicação dos recursos e a elaboração das propostas orçamentárias do FGTS,

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA 414/2010

RESOLUÇÃO NORMATIVA 414/2010 RESOLUÇÃO NORMATIVA 414/2010 Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica Transferência dos Ativos de Iluminação Pública P aos Municípios Marcos Bragatto Superintendente de Regulação da Comercialização

Leia mais

Dimensão social. Habitação

Dimensão social. Habitação Dimensão social Habitação Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 235 39 Adequação de moradia Este indicador expressa as condições de moradia através da proporção de domicílios com condições

Leia mais

Boletim Informativo* Agosto de 2015

Boletim Informativo* Agosto de 2015 Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:

Leia mais

ANEXO 05 - Minutas de Ato Autorizativo para PCH

ANEXO 05 - Minutas de Ato Autorizativo para PCH ANEXO 05 - Minutas de Ato Autorizativo para PCH A) Para Autoprodução PORTARIA Nº, DE DE DE 2005 Autoriza a empresa... a estabelecer-se como Autoprodutor de Energia Elétrica, mediante a implantação e exploração

Leia mais

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1 GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS Flávio Terra Barth 1 Resumo - A Lei Federal 9.433, de 8 de janeiro de 1997 sobre a Política e o Sistema Nacional de Recursos

Leia mais

Aspectos Jurídicos 1

Aspectos Jurídicos 1 Aspectos Jurídicos 1 Planejamento do conteúdo: 1. Direito de energia no Brasil Estrutura e funcionamento do Estado brasileiro Marcos regulatórios (CR, as Políticas, as Leis, as Agências) 2. A contratação

Leia mais

Versão: 3 Início de Vigência: 01.10.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008

Versão: 3 Início de Vigência: 01.10.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008 Procedimento de Comercialização Versão: 3 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008 ÍNDICE 1. APROVAÇÃO... 3 2. HISTÓRICO DE REVISÕES... 3 3. PROCESSO

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE)

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 17 UMA COMPARAÇÃO DA COBERTURA PREVIDENCIÁRIA

Leia mais

CARTA-CONVITE MCT/FINEP PROGRAMA SUBVENÇÃO/PESQUISADOR NA EMPRESA - 03/2006

CARTA-CONVITE MCT/FINEP PROGRAMA SUBVENÇÃO/PESQUISADOR NA EMPRESA - 03/2006 CARTA-CONVITE MCT/FINEP PROGRAMA SUBVENÇÃO/PESQUISADOR NA EMPRESA - 03/2006 SELEÇÃO PÚBLICA DE EMPRESAS INTERESSADAS EM OBTER SUBVENÇÃO DE APOIO À INSERÇÃO DE NOVOS PESQUISADORES EM ATIVIDADES DE INOVAÇÃO

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

Circular 641/2014 São Paulo, 12 de Dezembro de 2014.

Circular 641/2014 São Paulo, 12 de Dezembro de 2014. Circular 641/2014 São Paulo, 12 de Dezembro de 2014. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) FINANCIAMENTO PARA A AMPLIAÇÃO DO ACESSO AO TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS (TCTH) ALOGÊNICO NÃO APARENTADO

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia -5,12% em Maio O Índice Nacional da Construção

Leia mais

RELATÓRIO DE PRODUTOS COMERCIALIZADOS Secretarias de Agricultura dos Estados

RELATÓRIO DE PRODUTOS COMERCIALIZADOS Secretarias de Agricultura dos Estados RELATÓRIO DE PRODUTOS COMERCIALIZADOS Secretarias de Agricultura dos Estados Com base nas informações disponíveis, a ANDAV fez um levantamento nas Legislações Estaduais referente à necessidade de entrega

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ Setembro/2010 APRESENTAÇÃO Este documento denominado Metodologia é o primeiro produto apresentado

Leia mais

XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002. Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia

XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002. Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002 Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia Hugo Machado S. Filho COELBA E-mail: hmachado@coelba.com.br Palavras-chave

Leia mais

Câmara Municipal de Pinheiral

Câmara Municipal de Pinheiral LEI Nº 753, de 05 de maio de 2014. Cria o Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social FHIS e institui o Conselho Gestor do FHIS. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PINHEIRAL; Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42 DE 28 DE AGOSTO DE 2012

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42 DE 28 DE AGOSTO DE 2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42 DE 28 DE AGOSTO DE 2012 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Constituição Federal artigos 205, 206, 208, 211 e

Leia mais

Contabilizando para o Cidadão Entendendo as Finanças Públicas

Contabilizando para o Cidadão Entendendo as Finanças Públicas Nº de Famílias Beneficiadas pelo Bolsa Família em Relação ao Total de Famílias do Nº de Famílias Beneficiadas / Total de Famílias - ano 2015 (%) 50,00% 48,2% 42,8% Média Nacional - % de Famílias Beneficiadas

Leia mais

DECRETO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

DECRETO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DECRETO Nº 2.537 DE 13 DE MARÇO DE 2013 REGULAMENTA O FUNDO MUNICIPAL DE APOIO Á POLÍTICA DO IDOSO-FUMAPI, CRIADO PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 033/2003, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito do Município de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS RESOLUÇÃO Nº 31 DE 26 DE JUNHO DE 2002 Aprova o Regimento Interno da 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável. O Presidente

Leia mais

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre a conservação e a proteção das águas subterrâneas no Estado de Pernambuco e dá outras providências Capítulo I - Da conservação e proteção das águas subterrâneas

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

Resolução nº 106, de 11 de dezembro de 1968 1

Resolução nº 106, de 11 de dezembro de 1968 1 RESOLUÇÃO Nº 106 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma da deliberação do Conselho Monetário Nacional, em sessão de 10.12.1968, e de acordo com o disposto nos arts. 59, da Lei nº 4.728, de 14 de julho de

Leia mais

Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e

Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e ERRATA A página 19 foi substituída pela página abaixo: Quadro de servidores públicos municipais 1999-2002 Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e passando por uma redistribuição de poderes

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

pdc_me_05_versao2 Página 1 de 21 Versão: 2 Início de Vigência: 23.02.2010 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010

pdc_me_05_versao2 Página 1 de 21 Versão: 2 Início de Vigência: 23.02.2010 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010 pdc_me_05_versao2 Página 1 de 21 Procedimento de Comercialização Versão: 2 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010 CÓDIGO ÍNDICE 1. APROVAÇÃO...

Leia mais

MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA

MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA outubro a dezembro / 2010 / n 4 MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA Apresentação Este quarto boletim de 2010 apresenta os dados parciais para acompanhamento dos

Leia mais

O DIRETOR GERAL DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, com base no Decreto

O DIRETOR GERAL DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, com base no Decreto SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA DAC N o 1262A/DGAC, DE 31 DE AGOSTO DE 2001. Aprova a IAC que trata da Sistemática de Controle e Fiscalização do Programa Federal de Auxílio

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012.

OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012. OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012. Ao Senhor, CARLOS ALBERTO BEZERRA DE MIRANDA Diretor de Relações com Investidores da BAESA-ENERGETICA BARRA GRANDE S.A Avenida Madre

Leia mais

XVII Congresso Brasileiro de Direito do Trabalho Rural O TRABALHO INFANTIL NO MEIO RURAL

XVII Congresso Brasileiro de Direito do Trabalho Rural O TRABALHO INFANTIL NO MEIO RURAL XVII Congresso Brasileiro de Direito do Trabalho Rural O TRABALHO INFANTIL NO MEIO RURAL LEGISLAÇÃO A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 7º, inciso XXXIII, veda qualquer tipo de trabalho a menores

Leia mais

CLÁUSULA SEGUNDA Este contrato entrará em vigor por prazo indeterminado após sua publicação e registro em Ofício de Notas competente.

CLÁUSULA SEGUNDA Este contrato entrará em vigor por prazo indeterminado após sua publicação e registro em Ofício de Notas competente. Pelo presente instrumento particular, a COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTOS DO RIO GRANDE DO NORTE (CAERN), inscrita no CNPJ n.º 08.334.385/0001-35, com sede na Avenida Sen. Salgado Filho, n 1555, bairro Tirol,

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG

MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG Regulamenta o processo de implementação e avaliação da flexibilização da jornada de trabalho dos servidores técnico-administrativos

Leia mais

Edital de Concorrência Pública Nacional (SQC) nº 40.10756/2006

Edital de Concorrência Pública Nacional (SQC) nº 40.10756/2006 Edital de Concorrência Pública Nacional (SQC) nº 40.10756/2006 Serviços de Consultoria Pessoa Jurídica para a elaboração de metodologia que permita mensurar, verificar e avaliar os resultados decorrentes

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 7.938 0,37 0 0,00-7.938 0,37

Leia mais

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009)

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) População Ocupada 5 a 17 anos 2008 Taxa de Ocupação 2008 Posição no Ranking 2008 População Ocupada 5 a 17

Leia mais

MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO

MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO 1 ANEXO À PORTARIA N o 628, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2011 PROGRAMA NACIONAL DE UNIVERSALIZAÇÃO DO ACESSO E USO DA ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO PARA O PERÍODO DE 2011 A 2014 (Decreto nº 7.520,

Leia mais

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Cheila Marina de

Leia mais

DA GESTÃO DO PROGRAMA

DA GESTÃO DO PROGRAMA DA GESTÃO DO PROGRAMA 1. INTRODUÇÃO O Programa Nacional de Apoio à Modernização da Gestão e do Planejamento dos Estados e DF (PNAGE) tem por objetivo geral melhorar a efetividade e a transparência institucional

Leia mais

Proposta preliminar para discussão com. Versão de 23 de abril de 2004. Potenciais Parceiros Privados

Proposta preliminar para discussão com. Versão de 23 de abril de 2004. Potenciais Parceiros Privados Proposta preliminar para discussão com Versão de 23 de abril de 2004 Potenciais Parceiros Privados Apresentação O Governo do Estado de Minas Gerais, com a publicação da Lei nº 14.868, de 16 de dezembro

Leia mais

Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente

Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente Uma iniciativa que visa contribuir com o Pacto Global SISTEMA CFA/CRAs CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHOS REGIONAIS DE ADMINISTRAÇÃO Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente COMO INVESTIR

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 08297.001142/2007-01 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

Acordo de Participação nos Resultados das empresas Telemar Norte Leste S/A - Filial AM, TNL PCS S/A - Filial AM e Brasil Telecom S/A - Filial AM

Acordo de Participação nos Resultados das empresas Telemar Norte Leste S/A - Filial AM, TNL PCS S/A - Filial AM e Brasil Telecom S/A - Filial AM Acordo de Participação nos Resultados das empresas Telemar Norte Leste S/A - Filial AM, TNL PCS S/A - Filial AM e Brasil Telecom S/A - Filial AM PLACAR 2011 Acordo Coletivo de Participação nos Resultados

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: Lei nº 7.084, de 02 de julho de 2001. Cria o Fundo de Desenvolvimento de Campos dos Goytacazes - FUNDECAM e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 78/2012. Acordo de Empréstimo LN 7513 BR COMPONENTE SAÚDE CONSULTORIA PESSOA FÍSICA

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 78/2012. Acordo de Empréstimo LN 7513 BR COMPONENTE SAÚDE CONSULTORIA PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 78/0 Acordo de Empréstimo LN 753 BR COMPONENTE SAÚDE CONSULTORIA PESSOA FÍSICA OBJETIVO: Prestação de Serviços Técnicos especializados de Consultoria para Assessoria Jurídica de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PARA O ENSINO SUPERIOR EM RONDÔNIA

CONTRIBUIÇÕES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PARA O ENSINO SUPERIOR EM RONDÔNIA CONTRIBUIÇÕES DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PARA O ENSINO SUPERIOR EM RONDÔNIA Ivanete Saskoski Caminha, Adriana Leônidas de Oliveira 2 Universidade de Taubaté/Programa de Mestrado em Gestão e Desenvolvimento

Leia mais

Dimensão institucional. Quadro institucional

Dimensão institucional. Quadro institucional Dimensão institucional Quadro institucional Dimensão institucional 54 Ratificação de acordos globais Expressa o envolvimento do País com a implementação de acordos firmados pela comunidade internacional,

Leia mais

III - a regulamentação do art. 13 da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, no âmbito da Região Metropolitana de Salvador;

III - a regulamentação do art. 13 da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, no âmbito da Região Metropolitana de Salvador; LEI COMPLEMENTAR Nº 41 DE 13 DE JUNHO DE 2014 Cria a Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador, dispondo sobre sua estrutura de governança e sobre o sistema de planejamento metropolitano,

Leia mais

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos ao enquadramento de projetos de produção de biodiesel

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº10/2016

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº10/2016 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº10/2016 NOME DA INSTITUIÇÃO: FCA Fiat Chrysler Brasil Ltda. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Audiência pública

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA. 1) ORGÃO INTERESSADO E LOCALIZAÇÃO 1.1) Órgão Interessado: Conselho Federal de Nutricionistas (CFN);

ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA. 1) ORGÃO INTERESSADO E LOCALIZAÇÃO 1.1) Órgão Interessado: Conselho Federal de Nutricionistas (CFN); Página 1 de 7 ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA LICITAÇÃO/MODALIDADE: Pregão Presencial nº 05/2008 REGIME DE EXECUÇÃO: Menor Preço Global 1) ORGÃO INTERESSADO E LOCALIZAÇÃO 1.1) Órgão Interessado: Conselho

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 1.897, DE 2015 (Do Sr. Nelson Marchezan Junior)

PROJETO DE LEI N.º 1.897, DE 2015 (Do Sr. Nelson Marchezan Junior) *C0054263A* C0054263A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 1.897, DE 2015 (Do Sr. Nelson Marchezan Junior) Altera a Lei nº 9.991, de 24 de julho de 2000, para estabelecer a alocação de recursos de eficiência

Leia mais

PROJETO DE LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2014

PROJETO DE LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2014 PROJETO DE LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2014 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 XIII - plano de aplicação dos recursos das agências financeiras

Leia mais

DECRETO N 40.156, DE 17 DE OUTUBRO DE 2006

DECRETO N 40.156, DE 17 DE OUTUBRO DE 2006 DECRETO N 40.156, DE 17 DE OUTUBRO DE 2006 ESTABELECE OS PROCEDIMENTOS TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS PARA A REGULARIZAÇÃO DOS USOS DE ÁGUA SUPERFICIAL E SUBTERRÂNEA, BEM COMO, PARA AÇÃO INTEGRADA DE FISCALIZAÇÃO

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Altera a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, para incentivar a dessalinização da água do mar e das

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 685, DE 2015 (Do Sr. Aureo)

PROJETO DE LEI N.º 685, DE 2015 (Do Sr. Aureo) *C0051854A* C0051854A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 685, DE 2015 (Do Sr. Aureo) Altera a Lei nº 9.998, de 17 de agosto de 2000, para autorizar o uso dos recursos do Fust - Fundo de Universalização

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015. Fixa os critérios para cobrança das anuidades, serviços e multas a serem pagos pelas pessoas físicas e jurídicas registradas no Sistema Confea/Crea, e dá

Leia mais

TETO PARA CASAS DE APOIO - (PORTARIA 2190)

TETO PARA CASAS DE APOIO - (PORTARIA 2190) ANEXO I TETO PARA CASAS DE APOIO - (PORTARIA 2190) ESTADOS TETO PARA CASAS DE APOIO ACRE 40.000,00 ALAGOAS 105.000,00 AMAPA 57.000,00 AMAZONAS 150.000,00 BAHIA 555.000,00 CEARÁ 320.000,00 DISTRITO FEDERAL

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária. Página Inicial Pesquisa Complementar Estatísticas do site Normas Consolidadas Publicações de Hoje Glossário Ajuda

Legislação em Vigilância Sanitária. Página Inicial Pesquisa Complementar Estatísticas do site Normas Consolidadas Publicações de Hoje Glossário Ajuda Legislação em Vigilância Sanitária Página Inicial Pesquisa Complementar Estatísticas do site Normas Consolidadas Publicações de Hoje Glossário Ajuda título: Resolução RDC nº 99, de 30 de dezembro de 2008

Leia mais

RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL. PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem.

RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL. PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem. RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem. APRESENTAÇÃO 1. PERFIL DE ACOLHIDOS USUARIOS DE CRACK E OUTRAS DROGAS

Leia mais

DIFAL e Partilha do ICMS

DIFAL e Partilha do ICMS DIFAL e Partilha do ICMS 1 Índice 1. 2. LEGISLAÇÃO NACIONAL... 4 EMENTA CONSTITUCIONAL 87/2015... 5 3. RESPONSABILIDADE PELO RECOLHIMENTO DO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS... 6 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12.

Leia mais

Assunto: Esclarecimentos relacionados à atuação do auditor no âmbito do mercado de valores mobiliários

Assunto: Esclarecimentos relacionados à atuação do auditor no âmbito do mercado de valores mobiliários COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Rua Sete de Setembro, 111/2-5º e 23-34º Andares Centro Rio de Janeiro - RJ CEP: 20050-901 Brasil Tel.: (21) 3554-8686 - www.cvm.gov.br OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SNC/GNA/n.º 01/2016

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 08, DE 18 DE ABRIL DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 08, DE 18 DE ABRIL DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 08, DE 18 DE ABRIL DE 2013. Dispõe sobre as ações estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI no âmbito do Sistema Único da Assistência Social SUAS e o critério de

Leia mais

Pronatec Senac Online

Pronatec Senac Online Pronatec Senac Online Introdução 3ª edição Nesta terceira edição, serão apresentados os dados do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) referentes ao mês de março de 2013. Esses

Leia mais

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador;

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador; 1) INTRODUÇÃO Ref.: Instrução CVM Nº 308, de 14 de maio de 1999, que dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, define os

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre a utilização de recursos das exigibilidades de aplicação em crédito rural oriundos da poupança rural e dos depósitos a vista para financiamentos destinados à liquidação de dívidas de produtores

Leia mais

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Aprova o regulamento que disciplina a prestação de serviço de pagamento no âmbito dos arranjos de pagamentos integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro

Leia mais

Orçamento Público: Visão Geral

Orçamento Público: Visão Geral Orçamento Público: Visão Geral Versão para impressão ANEXO: SISTEMA INTEGRADO DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO - SIOP Atualizado em: fevereiro/2013 Copyright ENAP 2013 Todos os direitos reservados SUMÁRIO ANEXO:

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15/12/98

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15/12/98 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15/12/98 Estabelece orientações e procedimentos a serem adotados pelas entidades fechadas de previdência privada(efpp), em decorrência da Decisão-Conjunta CVM/SPC n 02, de

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 12/2011/CONSU Estabelece normas para o relacionamento entre a Universidade Federal de

Leia mais

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE SERVIÇOS LEGISLATIVOS

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE SERVIÇOS LEGISLATIVOS Autor: Poder Executivo LEI COMPLEMENTAR Nº 343, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2008 - D.O. 24.12.08. Cria o Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural MT LEGAL, disciplina as etapas do Processo de

Leia mais

do estado do Rio Grande do Sul lidera o ranking estadual com 221%, seguido por Minas Gerais na vice-liderança, com 179%.

do estado do Rio Grande do Sul lidera o ranking estadual com 221%, seguido por Minas Gerais na vice-liderança, com 179%. IBEF apoia reequilíbrio das dívidas dos estados e municípios com a União Pernambuco está em situação confortável se comparado a outros estados. Confira os números O Instituto Brasileiro de Executivos de

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição Revisão 0

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2007. (Do Sr. Paulo Teixeira, Nilson Pinto, Bernardo Ariston e outros) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2007. (Do Sr. Paulo Teixeira, Nilson Pinto, Bernardo Ariston e outros) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Paulo Teixeira, Nilson Pinto, Bernardo Ariston e outros) Dispõe sobre fontes renováveis de energia, com o objetivo de promover a universalização, a geração distribuída

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008. Dispõe sobre o processo de contratação de serviços de Tecnologia da Informação pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional. O SECRETÁRIO

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

Faculdade Norte de Mato Grosso

Faculdade Norte de Mato Grosso CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS Por este INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS, que entre si fazem, de um lado a AJES ACADEMIA JUINENSE DE ENSINO SUPERIOR

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 458, DE 8 DE FEVEREIRO DE 2007.

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 458, DE 8 DE FEVEREIRO DE 2007. ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 458, DE 8 DE FEVEREIRO DE 2007. REGULAMENTO DE REMUNERAÇÃO PELO USO DE REDES DE PRESTADORAS DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO - STFC TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DO

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica LEI N o 5.899, DE 5 DE JULHO DE 1973. Dispõe sobre a aquisição dos serviços de eletricidade da ITAIPU e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL 08 de Novembro de 2012 O que é o Brasil Rural? O Brasil Rural Diversidade: raças, origens étnicas, povos, religiões, culturas Conflitos: concentração de terra, trabalho

Leia mais