PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL EM MATERNIDADE NA CIDADE DE BARBALHA-CE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL EM MATERNIDADE NA CIDADE DE BARBALHA-CE"

Transcrição

1 PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL EM MATERNIDADE NA CIDADE DE BARBALHA-CE Séfora Batista Almeida¹; Maria Auxiliadora Ferreira Brito² ¹Estudante do Curso de Medicina da Faculdade de Medicina do Cariri; residente em Crato-CE, Brasil, ²Professora da Faculdade de Medicina do Cariri; residente em Crato-CE, Brasil, Resumo. O teste de triagem auditiva neonatal é um dos testes de triagem a ser realizado no recém-nascido em seus primeiros dias de vida, a fim de se detectar precocemente a deficiência auditiva, garantindo a intervenção em tempo hábil. Devido à grande incidência da surdez em crianças, a Triagem Auditiva Neonatal foi reconhecida em 2010 pelo Ministério da Saúde, sendo o teste de emissões otoacústicas (EOA) o recomendado. Nas aulas práticas de neonatologia em serviço de saúde de Barbalha-CE, observou-se que a triagem auditiva neonatal ainda não é realizada universalmente. Assim, objetivou-se apresentar um projeto de implantação do Teste de Triagem Auditiva Neonatal, através do teste de Emissões Otoacústicas, numa maternidade, na cidade de Barbalha CE. Espera-se, com esse trabalho, manter a realização do teste de emissões otoacústicas, consolidando a triagem auditiva neonatal nesse serviço de saúde em Barbalha CE. 1. Introdução Um teste é caracterizado como teste de triagem, pela OMS, quando permite a detecção fácil de patologias ainda em fase assintomática. Além disso, é necessário que este possua baixo custo, fácil execução e que a doença seja passível de tratamento e acompanhamento, diminuindo a morbidade relacionada a ela (LEÃO e AGUIAR, 2008). O teste de triagem auditiva neonatal (TAN) enquadra-se nesses quesitos e tem como objetivo a identificação precoce de crianças com deficiência auditiva, permitindo a intervenção em tempo hábil. Sabe-se, por exemplo, que a incidência da deficiência auditiva é significativamente superior à fenilcetonúria, doença metabólica triada através do teste de triagem neonatal, conhecido popularmente como teste do pezinho (fenilcetonúria 1: e surdez 30:10.000) (GATANU, 2008). Diferentemente do Teste de Triagem Neonatal, obrigatório desde 2001, a TAN só foi reconhecida em 2010, sendo obrigatória a realização do teste de Emissões Otoacústicas (EOA) em todos os hospitais e maternidades do território nacional. Todavia, observa-se que a TAN não é realizada universalmente, estando ainda em fase de implantação em diversos serviços de saúde (BRASIL, 2010).

2 As EOA, exame recomendado pelo Ministério da Saúde, são energias sonoras emitidas através de um aparelho na orelha da criança que capta as energias produzidas na cóclea através de um microfone e amplificador. Esse exame permite a avaliação das condições da orelha média, diferenciando lesões periféricas (cocleares) e centrais (BOTELHO et al, 2008). Soares, Marques e Flores (2008) procuraram identificar a aplicabilidade do teste de triagem neonatal em Maceio-AL. Foram entrevistados 36 pediatras neonatologistas e percebeu-se que 88,9% (32) conhecem o TAN. No serviço particular de saúde, 61,10% (22) dos pediatras encaminham todos os recém-nascidos para a TAN e 19,40% (7) apenas se o RN tiver algum indicador de risco. Em contrapartida, na rede pública de saúde, onde 14 (38,9%) pediatras trabalham; 7,40% (1) dos pediatras encaminham todos os RN; 35,7% (5) encaminham se indicador de risco, enquanto que a maioria 42,8% (6) não encaminha para a TAN (SOARES, MARQUES e FLORES, 2008). A deficiência auditiva é, na maioria das vezes, detectada de forma tardia, quando a perda da audição já é acentuada ou irreversível. Isso se deve, principalmente, ao subdiagnóstico da perda auditiva em idades precoces, tanto pela dificuldade de expressão, quanto pela falta de capacitação dos profissionais. Dessa forma, o diagnóstico é feito quando já existem conseqüências para a criança, tais como: retardo do desenvolvimento neuropsicomotor, retardo na aquisição da linguagem e dificuldade de concentração (DIAMENT, CYPEL e REED, 2010). Em 2000, O Joint Committee on Infant Hearing estabeleceu indicadores de risco para perda auditiva em neonatos e lactentes: aqueles que possuíssem algum dos fatores de risco devem receber monitoração audiológica a cada 6 meses até os 3 anos. Os principais indicadores de risco são (JOINT, 2000): UTI por mais de 5 dias ou ventilação mecânica, uso de medicação ototóxica, diuréticos e exsanguineotransfusão; Infecção intra-uterina, como citomegalovírus, herpes, rubéola, sífilis e toxoplasmose, Anomalias craniofaciais; Achados físicos associados a síndromes que apresentam perdas auditivas neurossensoriais ou condutivas permanentes; Síndromes associadas a perda auditiva progressiva ou de início tardio; Desordens neurodegenerativas; Infecção pós-natal confirmada bacteriana ou viral de meningite; Traumatismo craniano e Quimioterapia. O Grupo de Apoio a Triagem Auditiva Neonatal Universal (GATANU) estabelece dois protocolos a serem utilizados para triagem auditiva de recém- nascidos: um para RN de baixo risco e outro para RN de alto risco, embora o teste EOA deva ser realizado em todos os recém-nascidos de forma universal. Assim, faz-se necessário uma avaliação audiológica precoce da criança, já desde o seu nascimento, com anamnese rigorosa, a fim de investigar possíveis fatores que possam contribuir ou causar a perda auditiva, e um exame físico e complementar que auxilie no diagnóstico.

3 A partir das aulas práticas de neonatologia num serviço de saúde na cidade de Barbalha-CE, observou-se que nesse, a TAN ainda não é realizada, apesar da legislação vigente desde agosto de 2010, na qual o Ministério da Saúde reconhece o teste de triagem auditiva neonatal com EOA obrigatório a todos os recém-nascidos em maternidades. Nesse contexto, objetivou-se, nesse trabalho, apresentar um projeto de implantação do Teste de Triagem Auditiva Neonatal, através do teste de Emissões Otoacústicas, numa maternidade, na cidade de Barbalha CE. 2. Metodologia Tendo em vista a legislação atual sobre a obrigatoriedade da realização do teste EOA nos recém-nascidos em maternidades e serviços de saúde, pretende-se elaborar um projeto piloto para a implantação da Triagem Auditiva universal no Hospital e Maternidade São Vicente de Paula, em Barbalha-CE, local onde são realizadas as aulas práticas de neonatologia com participação dos monitores da disciplina. Para tal, inicialmente o projeto será apresentado aos gestores da maternidade supracitada, estabelecendo o vínculo do serviço de saúde com a universidade, a seguir será constituída uma equipe de trabalho composta por uma pediatra, um fonoaudiólogo(a), um otorrinolaringologista e pelos monitores da disciplina de neonatologia. Será utilizado, a priori, o aparelho de Emissões Otoacústicas disponibilizado pelo otorrinolaringologista da equipe. Os pacientes serão cadastrados no serviço através de fichas de atendimento, onde serão registrados o histórico do pré-natal, as condições e o tipo de parto, a idade gestacional ao nascimento, o peso, o comprimento, o perímetro cefálico e os fatores de risco para deficiência auditiva, além do resultado do teste. Um projeto piloto será desenvolvido em caráter de experiência visando eventuais ajustes. 3. Resultados esperados A partir deste projeto, espera-se consolidar a realização do teste de emissões otoacústicas em todos os recém-nascidos, no Hospital e Maternidade São Vicente de Paula. Pelo já exposto, nota-se a importância da realização da triagem auditiva neonatal em todos os recém-nascidos, pela elevada incidência de deficiência auditiva grave e

4 surdez em crianças. O papel do pediatra é imprescindível para as orientações aos pais a respeito do teste, devendo este conhecer os fatores de risco para deficiência auditiva, os protocolos de triagem e o momento de encaminhar ao especialista. 4. Conclusão Dentro do exposto, percebe-se a importância da detecção precoce da perda auditiva em neonatos, visto que uma audição integra é imprescindível para o bom desenvolvimento da criança, seja ele neuropsicomotor ou de linguagem, principalmente. Apesar disso, a TAN ainda não é muito divulgada em grande parte do país ou se desconhece o caráter obrigatório da realização das EOA. Muitas maternidades ainda não estão capacitadas para realização do teste, assim como muitos pediatras não estão atualizados com este tema. Agradecimentos À Universidade Federal do Ceará e Faculdade de Medicina do Cariri pelo apoio financeiro fornecido e ao Hospital e Maternidade São Vicente de Paula, em Barbalha- CE, local de realização das aulas práticas e de monitoria na Disciplina de Neonatologia. Referências Bibliográficas BOTELHO, F.A. et al. Triagem auditiva em neonatos. Rev Med Minas Gerais, 2008; 18 (4 Supl 1). BRASIL, Congresso Nacional. Lei nº , de 2 de agosto de Dispões sobre a obrigatoriedade do exame denominado Emissões Otoacústicas Evocadas. Brasília, DF, DIAMENT, A; CYPEL, S; REED, UC. Neurologia Infantil. 5ª edição. São Paulo: Editora Atheneu, GRUPO DE APOIO À TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL UNIVERSAL. Prevalência de Doenças Neonatais. Disponível em: JOINT COMMITTEE ON INFANT HEARING. Year 2000 position statement: principles and guidelines for early hearing detection and intervention programs. Pediatrics. 2000;106:

5 LEÃO, L. L.; AGUIAR, M. J. B. Newborn screening: what pediatricians should know. Jornal de Pediatria Vol. 84, nº 4 (Supl), SOARES, C.P.; MARQUES, L.R.; FLORES, N.G.C. Triagem auditiva neonatal: aplicabilidade clínica na rotina dos médicos pediatras neonatologistas. Revista CEFAC, São Paulo, v.10, n.1, , jan-mar, 2008.

AVALIAÇÃO DO PRIMEIRO ANO DE IMPLANTAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL NO HULW-UFPB

AVALIAÇÃO DO PRIMEIRO ANO DE IMPLANTAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL NO HULW-UFPB AVALIAÇÃO DO PRIMEIRO ANO DE IMPLANTAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL NO HULW-UFPB ANTAS 1, Letícia CARNEIRO 2, Cláudia CAVALVANTI 3, Hannalice LIMA 4, Adriça MALHEIROS 5, Maria Centro de Ciências da Saúde

Leia mais

Tabela 1. Fatores de Risco para Perda Neurossensorial (Bailey)

Tabela 1. Fatores de Risco para Perda Neurossensorial (Bailey) Triagem Auditiva A deficiência auditiva permanente, de acordo com o Consenso Europeu em Triagem Auditiva Neonatal (DAP), é definida quando a média dos limiares auditivos obtidos nas freqüências 500, 1000

Leia mais

INFLUÊNCIA DOS ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS NO RESULTADO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL

INFLUÊNCIA DOS ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS NO RESULTADO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL INFLUÊNCIA DOS ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS NO RESULTADO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL CARNEIRO 1 Cláudia; CAVALVANTI 2 Hannalice; NETA 3 Ivanilde; SOUZA 4 Dayse Centro de Ciências da Saúde /Departamento de

Leia mais

PROJETO DE LEI N /2007

PROJETO DE LEI N /2007 PROJETO DE LEI N /2007 O Congresso Nacional decreta: Art. 1 Fica instituído o Programa de Saúde Auditiva P.S.A., de caráter permanente, com o objetivo de promover ações de prevenção, promoção e desenvolvimento

Leia mais

XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO

XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO NECESSIDADES DAS DIFERENTES POPULAÇÕES E POSSIBILIDADES DE RESPOSTAS NA CONSTRUÇÃO DA REDE DE CUIDADOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Leia mais

Triagem Auditiva Neonatal

Triagem Auditiva Neonatal Triagem Auditiva Neonatal (Revisado e aprovado pelo autor em 30/11/2010) Mauro Silva de Athayde Bohrer* Introdução A intensidade da fala situa-se entre 40 e 80 decibéis, sendo considerada perda auditiva

Leia mais

Grupo de Rastreio e Intervenção da Surdez Infantil GRISI Documento de Trabalho

Grupo de Rastreio e Intervenção da Surdez Infantil GRISI Documento de Trabalho Grupo de Rastreio e Intervenção da Surdez Infantil GRISI Documento de Trabalho PARTICIPANTES: Adelina Lopes Motta da Cruz Enfermeira Ana Sena Alvarenga Audiologista Eunice Soares - Pediatra Eusébio Gamez

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: um estudo de caso do Projeto Teste da Orelhinha em Irati e Região (TOIR)

REFLEXÕES SOBRE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: um estudo de caso do Projeto Teste da Orelhinha em Irati e Região (TOIR) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

INFORMAÇÃO IMPORTANTE. Para Pais Sobre TRIAGEM NEONATAL

INFORMAÇÃO IMPORTANTE. Para Pais Sobre TRIAGEM NEONATAL INFORMAÇÃO IMPORTANTE Para Pais Sobre TRIAGEM NEONATAL TRIAGEM NEONATAL... Uma altura especial... Um teste especial... Esta brochura descreve os testes de triagem neonatal que seu bebê receberá. A triagem

Leia mais

TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL OPCIONAL: RESULTADOS DE UMA MATERNIDADE EM MARINGÁ-PR

TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL OPCIONAL: RESULTADOS DE UMA MATERNIDADE EM MARINGÁ-PR TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL OPCIONAL: RESULTADOS DE UMA MATERNIDADE EM MARINGÁ-PR Autores: Ana Angelica Melo do Nascimento Fonoaudióloga,especialista em audiologia clínica. Título obtido pela Especialização

Leia mais

O CONHECIMENTO, A VALORIZAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL E A INTERVENÇÃO PRECOCE DA PERDA AUDITIVA

O CONHECIMENTO, A VALORIZAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL E A INTERVENÇÃO PRECOCE DA PERDA AUDITIVA 563 O CONHECIMENTO, A VALORIZAÇÃO DA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL E A INTERVENÇÃO PRECOCE DA PERDA AUDITIVA The knowledge and valorization of neonatal auditory screening and the early intervention of hearing

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.303, DE 2 DE AGOSTO DE 2010. Dispõe sobre a obrigatoriedade de realização do exame denominado Emissões Otoacústicas Evocadas.

Leia mais

PREVALÊNCIA DOS INDICADORES DE RISCO PARA A DEFICIÊNCIA AUDITIVA NUM PROGRAMA DE PREVENÇÃO DA PERDA AUDITIVA NO RECÉM NASCIDO

PREVALÊNCIA DOS INDICADORES DE RISCO PARA A DEFICIÊNCIA AUDITIVA NUM PROGRAMA DE PREVENÇÃO DA PERDA AUDITIVA NO RECÉM NASCIDO PREVALÊNCIA DOS INDICADORES DE RISCO PARA A DEFICIÊNCIA AUDITIVA NUM PROGRAMA DE PREVENÇÃO DA PERDA AUDITIVA NO RECÉM NASCIDO BURITI¹, Ana CARNEIRO², Cláudia CAVALVANTI³, Hannalice FERREIRA 4, Danilo OLIVEIRA

Leia mais

Programa de triagem auditiva neonatal:

Programa de triagem auditiva neonatal: Artigo Original Programa de triagem auditiva neonatal: resultados de um Hospital Universitário de Porto Alegre Newborn hearing screening program: Results from a University Hospital in Porto Alegre Mara

Leia mais

Experiência na elaboração de um software para o banco de dados de um Programa de Triagem Auditiva Neonatal

Experiência na elaboração de um software para o banco de dados de um Programa de Triagem Auditiva Neonatal Experiência na elaboração de um software para o banco de dados de um Programa de Triagem Auditiva Neonatal Vanessa Ferreira Mariz Janaína Vieira de Azevedo Resumo Sabe-se que a utilização de sistemas de

Leia mais

Influência do tempo de vida nos resultados da Triagem Auditiva Neonatal

Influência do tempo de vida nos resultados da Triagem Auditiva Neonatal ARTIGO ORIGINAL ISSN 1677-5090 2014 Revista de Ciências Médicas e Biológicas Influência do tempo de vida nos resultados da Triagem Auditiva Neonatal Influence of lifetime on the results of Newborn Hearing

Leia mais

TESTE DA ORELHINHA NO HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO: LEVANTAMENTO DE DADOS

TESTE DA ORELHINHA NO HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO: LEVANTAMENTO DE DADOS 1118 TESTE DA ORELHINHA NO HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO: LEVANTAMENTO DE DADOS Hearing screening of São Vicente de Paulo Hospital: survey data Soraia Domingues Boscatto (1), Márcia Salgado Machado (2)

Leia mais

Perfil comunicativo de crianças de 2 a 24 meses atendidas na atenção primária à saúde

Perfil comunicativo de crianças de 2 a 24 meses atendidas na atenção primária à saúde Perfil comunicativo de crianças de 2 a 24 meses atendidas na atenção primária à saúde Palavras-chave: atenção primária à saúde, comunicação, fonoaudiologia Introdução: A comunicação humana é um importante

Leia mais

ANA LÚCIA RONCAGLIA SECO

ANA LÚCIA RONCAGLIA SECO ANA LÚCIA RONCAGLIA SECO SEGUIMENTO DE CRIANÇAS COM TESTE DA ORELHINHA ALTERADO NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA EM 2008 Trabalho Apresentado à Universidade Federal de

Leia mais

PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009

PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009 PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009 O SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o inciso X do artigo 204 do Regimento Interno,

Leia mais

TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL

TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL SAÚDE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL Abril/200 GOVERNO DO ESTADO DO

Leia mais

Recomendações para o Rastreio Auditivo Neonatal Universal (RANU)

Recomendações para o Rastreio Auditivo Neonatal Universal (RANU) 0873-9781/07/38-5/209 Acta Pediátrica Portuguesa Sociedade Portuguesa de Pediatria SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA CONSENSOS E RECOMENDAÇÕES Recomendações para o Rastreio Auditivo Neonatal Universal

Leia mais

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 115. Recomendação Final

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 115. Recomendação Final TESTE DO CORAÇÃOZINHO (OXIMETRIA DE PULSO) NA TRIAGEM NEONATAL Demandante: Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde SAS/MS Contexto A Política de Atenção Integral à Saúde da Criança prevê entre

Leia mais

Filosofia de trabalho e missões

Filosofia de trabalho e missões Filosofia de trabalho e missões As atividades de ensino e assistência na UTI Neonatal do Hospital São Paulo, Hospital Universitário da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (HPS-EPM/Unifesp),

Leia mais

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria Atualização de Condutas em Pediatria nº 54 Departamentos Científicos da SPSP, gestão 2010-2012. Departamento de Neonatologia Hiperbilirrubinemia grave Grupo de Saúde Oral Primeira visita ao odontopediatra

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAROLINA FAVARO CARRANO DIAGNÓSTICO AUDITIVO PRECOCE: SOCIALIZAÇÃO E INTERVENÇÃO NO MOMENTO CORRETO.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAROLINA FAVARO CARRANO DIAGNÓSTICO AUDITIVO PRECOCE: SOCIALIZAÇÃO E INTERVENÇÃO NO MOMENTO CORRETO. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAROLINA FAVARO CARRANO DIAGNÓSTICO AUDITIVO PRECOCE: SOCIALIZAÇÃO E INTERVENÇÃO NO MOMENTO CORRETO. LAPA 2011 CAROLINA FAVARO CARRANO DIAGNÓSTICO AUDITIVO PRECOCE: SOCIALIZAÇÃO

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA Nº 16, DE 26 DE JULHO DE 2012 (DOU, Nº 145, DE 27/07/2012, SESSÃO1, PÁG. 35) ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA

CONSULTA PÚBLICA Nº 16, DE 26 DE JULHO DE 2012 (DOU, Nº 145, DE 27/07/2012, SESSÃO1, PÁG. 35) ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA CONSULTA PÚBLICA Nº 16, DE 26 DE JULHO DE 2012 (DOU, Nº 145, DE 27/07/2012, SESSÃO1, PÁG. 35) O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, torna público, nos termos do art. 34, inciso II, c/c art. 59 do Decreto no 4.176,

Leia mais

BJORL Newborn hearing screening in the limiar clinic in Porto Velho - Rondônia

BJORL Newborn hearing screening in the limiar clinic in Porto Velho - Rondônia Braz J Otorhinolaryngol. 2010;76(5):605-10. Para citar este artigo, use o título em inglês ORIGINAL ARTICLE BJORL Newborn hearing screening in the limiar clinic in Porto Velho - Rondônia Caracterização

Leia mais

Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP

Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP 2 ª Reunião do GT de Indicadores Hospitalares 09/04/2012 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Comparação

Leia mais

Entendendo a triagem auditiva neonatal e as causas de perda auditiva na infância

Entendendo a triagem auditiva neonatal e as causas de perda auditiva na infância 2238-0450/12/01-02/51-7 Copyright by Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul Artigo de Revisão Entendendo a triagem auditiva neonatal e as causas de perda auditiva na infância Understanding the newborn

Leia mais

A surdez é uma deficiência que fisicamente não é visível, e atinge uma pequena parte da anatomia do indivíduo.

A surdez é uma deficiência que fisicamente não é visível, e atinge uma pequena parte da anatomia do indivíduo. A surdez é uma deficiência que fisicamente não é visível, e atinge uma pequena parte da anatomia do indivíduo. Porém, traz para o surdo consequências sociais, educacionais e emocionais amplas e intangíveis.

Leia mais

DEFICIÊNCIA AUDITIVA INFANTIL: IMPLICAÇÕES E SOLUÇÕES

DEFICIÊNCIA AUDITIVA INFANTIL: IMPLICAÇÕES E SOLUÇÕES 110 Gatto CI, Tochetto TM DEFICIÊNCIA AUDITIVA INFANTIL: IMPLICAÇÕES E SOLUÇÕES Infantile hearing loss: implications and solutions Cladi Inês Gatto (1), Tania Maria Tochetto (2) RESUMO Objetivo: promover

Leia mais

EDITAL Nº 005/2009 RE-RATIFICAR

EDITAL Nº 005/2009 RE-RATIFICAR EDITAL Nº 005/2009 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ, no uso de suas atribuições, atendendo aos termos da Lei Complementar nº 108, de 18 de maio de 2005, com alteração dada pela Lei Complementar

Leia mais

Recomendações da Câmara Técnica Nacional de Medicina Baseada em Evidências do Sistema Unimed. Triagem auditiva neonatal universal

Recomendações da Câmara Técnica Nacional de Medicina Baseada em Evidências do Sistema Unimed. Triagem auditiva neonatal universal Triagem auditiva neonatal universal 1 I Data: 2008 II - Especialidade(s) envolvida(s): Pediatria, Otorrinolaringologia, auditoria médica III - Responsáveis Técnicos: Dr. Álvaro Koenig, Dr. Carlos Augusto

Leia mais

Audiologia. SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA ORGANOGRAMA Chefe de serviço: Prof. Maria Isabel Kós Vice-chefe: Prof. Rosane Pecorari

Audiologia. SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA ORGANOGRAMA Chefe de serviço: Prof. Maria Isabel Kós Vice-chefe: Prof. Rosane Pecorari SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA ORGANOGRAMA Chefe de serviço: Prof. Maria Isabel Kós Vice-chefe: Prof. Rosane Pecorari Sessão de pacientes internos Motricidade oral e disfagia (pacientes internados no HU) A

Leia mais

Nota Técnica Conjunta n 02/2015

Nota Técnica Conjunta n 02/2015 Nota Técnica Conjunta n 02/2015 DVSCA/DAPS/SAS/SESA DVPcD/DACC/SAS/SESA Assunto: Esclarecimentos e orientações sobre a coleta obrigatória do Teste do Pezinho nos Hospitais/Maternidades, Públicos e Privados,

Leia mais

INTERNATO DE PEDIATRIA Programa de Atividades

INTERNATO DE PEDIATRIA Programa de Atividades FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS PRÓ REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA INTERNATO DE PEDIATRIA Programa de Atividades

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Coleta de Leite Materno: Minimizando Agravos à Recém Nascidos e Salvando vidas diariamente.

Mostra de Projetos 2011. Coleta de Leite Materno: Minimizando Agravos à Recém Nascidos e Salvando vidas diariamente. Mostra de Projetos 2011 Coleta de Leite Materno: Minimizando Agravos à Recém Nascidos e Salvando vidas diariamente. Mostra Local de: Paranavaí Categoria do projeto: II - Projetos finalizados Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

DOENÇAS DO OUVIDO E DA APÓFISE MASTÓIDE (H60 H95) Justificativa Tipos N máximo de sessões Pedido médico + Laudo médico + Exames complementares

DOENÇAS DO OUVIDO E DA APÓFISE MASTÓIDE (H60 H95) Justificativa Tipos N máximo de sessões Pedido médico + Laudo médico + Exames complementares DOENÇAS DO OUVIDO E DA APÓFISE MASTÓIDE (H60 H95) Guias SP/SADT Protocolo Conduta Indicação Clinica Perda Auditiva Justificativa Tipos N máximo de sessões Pedido médico + Laudo médico + Exames complementares

Leia mais

Apresentação nortear os profissionais da atenção à saúde

Apresentação nortear os profissionais da atenção à saúde Apresentação Este Protocolo visa a nortear os profissionais da atenção à saúde, por meio de orientações e diretrizes para as ações de prevenção da infecção pelo vírus Zika em mulheres em idade fértil e

Leia mais

Graduada em Nutrição pela UFPE Especializanda em Saúde Coletiva e Sociedade do IBPEX/FACINTER walmafra@oi.com.br

Graduada em Nutrição pela UFPE Especializanda em Saúde Coletiva e Sociedade do IBPEX/FACINTER walmafra@oi.com.br MORTALIDADE MATERNA POR PRÉ-ECLAMPSIA/ECLAMPSIA: RECIFE, 1998 A 2006. Waléria Solange Mafra Santana Leite 1 ; Maria de Fátima Fernandes Alves 2 ; Sormani Soares de Souza 3 Introdução: A classificação Internacional

Leia mais

Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015

Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015 Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015 Dispõe sobre a atuação fonoaudiológica na área hospitalar privada, pública e filantrópica e em atendimento domiciliar e dá outras providências O presente Parecer tem

Leia mais

Avaliação Auditiva na Infância

Avaliação Auditiva na Infância Avaliação Auditiva na Infância Ricardo Godinho, Tânia Sih e Sônia R. Ramos Introdução (Sonia R. Ramos) Dados mundiais, de vários estudos, mostram que 1-6 entre 1000 recém-nascidos vivos apresentam uma

Leia mais

A N E X O I - E D I T A L 01/2015 A T R I B U I Ç Õ E S E R E Q U I S I T O S D O S C A R G O S C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 002/2015

A N E X O I - E D I T A L 01/2015 A T R I B U I Ç Õ E S E R E Q U I S I T O S D O S C A R G O S C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 002/2015 A N E X O I - E D I T A L 01/2015 A T R I B U I Ç Õ E S E R E Q U I S I T O S D O S C A R G O S C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 002/2015 NÍVEL SUPERIOR CIRURGIÃO DENTISTA BUCO MAXILO FACIAL - CEOCAM Realizar

Leia mais

FATORES QUE INFLUENCIAM O ESTADO DE SAÚDE E O CONTATO COM OS SERVIÇOS DE SAUDE (Z00 Z99)

FATORES QUE INFLUENCIAM O ESTADO DE SAÚDE E O CONTATO COM OS SERVIÇOS DE SAUDE (Z00 Z99) FATORES QUE INFLUENCIAM O ESTADO DE SAÚDE E O CONTATO COM OS SERVIÇOS DE SAUDE (Z00 Z99) Guias SP/SADT Protocolo Conduta Indicação Clínica Laudo médico Justificativa Tipos N máximo de sessões Exame geral

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013)

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 011.881/13 ASSUNTO: Relação de proporcionalidade: Número de profissionais médicos e número de atendimentos. RELATORA:

Leia mais

Que no ano de 2015 até a presente data foram notificados 4 casos de microcefalia, sendo que nenhum relacionado à infecção pelo Zika vírus;

Que no ano de 2015 até a presente data foram notificados 4 casos de microcefalia, sendo que nenhum relacionado à infecção pelo Zika vírus; Nota Técnica SESA N 01/2015 i - Orientação às Equipes de Saúde sobre Microcefalia Curitiba, 02 de dezembro de 2015. A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA) considerando: A confirmação pelo Ministério

Leia mais

HUMANIZANDO OS INDICADORES DE SÃO PAULO

HUMANIZANDO OS INDICADORES DE SÃO PAULO A Humanização no Serviço Público e seus reflexos na Mortalidade Infantil Dra. Miriam Ribeiro de Faria Silveira Maternidade Escola V. Nova Cachoeirinha HUMANIZANDO OS INDICADORES DE SÃO PAULO A Humanização

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 RECÉM NASCIDO PRÉ-TERMO DE MÃE ADOLESCENTE: UM RELATO DE CASO AUTORES: Giovanna Carolina Guedes 1 Cláudia Silveira Viera Jéssica Chritina Acosta Kamila Lubenow Vanessa Rosseto RESUMO: INTRODUÇÃO: Anualmente

Leia mais

Prevalência de surdez em crianças de 4 anos de idade

Prevalência de surdez em crianças de 4 anos de idade Aida Rosalina da Silva e Sousa Licenciada em Audiologia Prevalência de surdez em crianças de 4 anos de idade Pedido de Equivalência ao Grau de Especialista em Audiologia Escola Superior de Tecnologia da

Leia mais

ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS

ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS Compete as Unidades de Saúde (básica, secundária/ambulatórios follow up): 1. Realizar a identificação das crianças que cumprem os critérios estabelecidos para recebimento

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Projeto de elaboração de meios para a integração da assistência à gestação, parto, puerpério e puericultura

Mostra de Projetos 2011. Projeto de elaboração de meios para a integração da assistência à gestação, parto, puerpério e puericultura Mostra de Projetos 2011 Projeto de elaboração de meios para a integração da assistência à gestação, parto, puerpério e puericultura Mostra Local de: Umuarama Categoria do projeto: I - Projetos em implantação,

Leia mais

Triagem auditiva neonatal e o diagnóstico precoce das deficiências auditivas na criança

Triagem auditiva neonatal e o diagnóstico precoce das deficiências auditivas na criança ARTIGO REVISÃO Triagem auditiva neonatal e o diagnóstico precoce das deficiências auditivas na criança Neonatal hearing screening and early diagnosis of children hearing loss Ludmila Teixeira Fazito 1,

Leia mais

AUDIÇÃO E LINGUAGEM EM CRIANÇAS COM FENILCETONÚRIA

AUDIÇÃO E LINGUAGEM EM CRIANÇAS COM FENILCETONÚRIA Cibelle de Mesquita Duarte AUDIÇÃO E LINGUAGEM EM CRIANÇAS COM FENILCETONÚRIA Trabalho apresentado à banca examinadora para conclusão do curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da Universidade

Leia mais

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Norma seguinte:

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Norma seguinte: NÚMERO: 013/2015 DATA: 01/07/2015 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Notícia de Nascimento Digital (NN) Notícia de Nascimento, Saúde Infantil, Saúde Materna, Boletim Saúde Infantil e Juvenil, Nascer

Leia mais

Capacitação de Profissionais em Prevenção, Controle e Assistência Oncológica

Capacitação de Profissionais em Prevenção, Controle e Assistência Oncológica Programa 0011 PREVENÇÃO E CONTROLE DO CÂNCER E ASSISTÊNCIA ONCOLÓGICA Objetivo Indicador(es) Promover a prevenção, a detecção precoce dos tipos de câncer prevalentes e a assistência à população para reduzir

Leia mais

!!!!! Diretrizes!de!Atenção!à!Saúde!Auditiva!na!Rede!de! Cuidados!à!Saúde!da!Pessoa!com!Deficiência!em!Santa! Catarina!!!!!!!!!!!

!!!!! Diretrizes!de!Atenção!à!Saúde!Auditiva!na!Rede!de! Cuidados!à!Saúde!da!Pessoa!com!Deficiência!em!Santa! Catarina!!!!!!!!!!! !! ESTADODESANTACATARINA SECRETARIADEESTADODASAÚDE ÁREATÉCNICADASAÚDEDAPESSOACOMDEFICIÊNCIA SERVIÇODESAÚDEAUDITIVA!!!!!! Diretrizes!de!Atenção!à!Saúde!Auditiva!na!Rede!de! Cuidados!à!Saúde!da!Pessoa!com!Deficiência!em!Santa!

Leia mais

Rastreio da Audição em Idade Pediátrica

Rastreio da Audição em Idade Pediátrica Rastreio da Audição em Idade Pediátrica Luisa Monteiro RESUMO A deficiência auditiva infantil tem uma incidência superior a todas as doenças congénitas para as quais já existe rastreio sistemático e condiciona

Leia mais

Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal

Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal 1 Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal Exames e Ações (pré-natal de risco habitual e alto risco) Ofertar os exames e consultas de pré-natal Fomentar a contratação de serviços laboratoriais de qualidade

Leia mais

ALOJAMENTO CONJUNTO M.Sc. Prof.ª

ALOJAMENTO CONJUNTO M.Sc. Prof.ª ALOJAMENTO CONJUNTO M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar da UVA Chefe da Equipe de Fonoaudiologia

Leia mais

Considerando a necessidade de Cursos de Treinamento para formação de médicos otorrinolaringologistas para realização cirurgias de implante coclear;

Considerando a necessidade de Cursos de Treinamento para formação de médicos otorrinolaringologistas para realização cirurgias de implante coclear; NORMAS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA CÉRVICO FACIAL (ABORL-CCF) E DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE OTOLOGIA (SBO) PARA ACREDITAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO E TREINAMENTO DE MÉDICOS

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI Nº 6.806 DE 2010 (Apenso Projeto de Lei Nº 6.909/2010)

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI Nº 6.806 DE 2010 (Apenso Projeto de Lei Nº 6.909/2010) COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 6.806 DE 2010 (Apenso Projeto de Lei Nº 6.909/2010) Cria o Programa Nacional de Combate à Retinoblastoma e aos Tumores Embrionários e dá outras

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo.

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo. RESOLUÇÃO CONSEPE 56/2001 REFERENDA A CRIAÇÃO DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA, NO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE,

Leia mais

TEMA: Intervenção cirúrgica para tratamento de otosclerose coclear

TEMA: Intervenção cirúrgica para tratamento de otosclerose coclear NTRR 79/2014 Solicitante: Juiz Dr Eduardo Soares de Araújo Comarca de Andradas Número do processo: 0019642-3.2014.8.13.0026 Réu: Estado de Minas Data: 03/05/2014 Medicamento Material Procedimento x Cobertura

Leia mais

Projeto Redução da Mortalidade Infantil e Materna em Minas Gerais Outubro 2013. Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais

Projeto Redução da Mortalidade Infantil e Materna em Minas Gerais Outubro 2013. Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Projeto Redução da Mortalidade Infantil e Materna em Minas Gerais Outubro 2013 Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Mortalidade Minas Gerais Janeiro a Outubro 2013 1 Óbitos fetais 2076 Óbitos

Leia mais

CONSULTA Nº 76.842/2013

CONSULTA Nº 76.842/2013 1 CONSULTA Nº 76.842/2013 Assunto: Sobre a hipótese diagnóstica correta no preenchimento de uma declaração de nascimento vivo. Relator: Conselheiro Henrique Carlos Gonçalves e Dr. Luiz Frederico Hoppe,

Leia mais

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Stumpf, Candice Cristina; Gambini, Caroline; Bórnia Jacob-Corteletti, Lílian Cássia; Mariotto Roggia, Simone Triagem auditiva

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS TÍTULO: A DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO MERCADO DE TRABALHO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO DAET- Departamento de Atenção Especializada e Temática POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM Diretriz Promover ações de saúde que contribuam

Leia mais

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal Grupo temático: Direito à vida, à saúde e a condições

Leia mais

Neste e-book, serão abordados os parâmetros para avaliação do recém-nascido, que inclui avaliação do peso, comprimento, idade gestacional e condições

Neste e-book, serão abordados os parâmetros para avaliação do recém-nascido, que inclui avaliação do peso, comprimento, idade gestacional e condições Neste e-book, serão abordados os parâmetros para avaliação do recém-nascido, que inclui avaliação do peso, comprimento, idade gestacional e condições do parto. A idade gestacional pós-parto é feita com

Leia mais

Projeto da IBFAN Brasil para Fomento das atividades da. Semana Mundial de Aleitamento Materno no Brasil

Projeto da IBFAN Brasil para Fomento das atividades da. Semana Mundial de Aleitamento Materno no Brasil Projeto da IBFAN Brasil para Fomento das atividades da Semana Mundial de Aleitamento Materno no Brasil a ser realizado com apoio do Senac São Paulo e Santander Universidades Maio 2008 2 Nome da organização:

Leia mais

Sound for a Young Generation Second Latin American Pediatric Conference

Sound for a Young Generation Second Latin American Pediatric Conference Sound for a Young Generation Second Latin American Pediatric Conference Foto criança Espectro da Neuropatia Auditiva Santiago - Chile 26-27 Novembro de 2010 Phonak Profa. Dra. Doris R. Lewis Pontifícia

Leia mais

ESPECTRO DA NEUROPATIA AUDITIVA Profa. Dra. Doris R. Lewis dorislewis@pucsp.br drlewis@uol.com.br

ESPECTRO DA NEUROPATIA AUDITIVA Profa. Dra. Doris R. Lewis dorislewis@pucsp.br drlewis@uol.com.br 4a. Conferência Latino Americana de Adaptação Pediátrica ESPECTRO DA NEUROPATIA AUDITIVA Profa. Dra. Doris R. Lewis dorislewis@pucsp.br drlewis@uol.com.br São Paulo 21 de Agosto de 2015 Definições Distúrbios

Leia mais

Created in 2007, COMUSA is a multiprofessional committee

Created in 2007, COMUSA is a multiprofessional committee Braz J Otorhinolaryngol. 2010;76(1):121-8. Comitê multiprofissional em saúde auditiva COMUSA ARTIGO ORIGINAL ORIGINAL ARTICLE Multiprofessional committee on auditory health COMUSA Doris Ruthy Lewis 1,

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 16/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 30/03/2012)

PARECER CREMEB Nº 16/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 30/03/2012) PARECER CREMEB Nº 16/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 30/03/2012) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 214.470/11 ASSUNTOS: - Critérios para indicação e manutenção de ventilação pulmonar mecânica não invasiva (CPAP)

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2004

PROJETO DE LEI N O, DE 2004 PROJETO DE LEI N O, DE 2004 (Do Sr. Wladimir Costa) Dispõe sobre o atendimento educacional especializado em classes hospitalares e por meio de atendimento pedagógico domiciliar. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA ESTÁGIO CURRICULAR

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA ESTÁGIO CURRICULAR PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA ESTÁGIO CURRICULAR Canoas, março de 2015 1 - Informações Gerais O Estágio Supervisionado do Curso de Fonoaudiologia da ULBRA é feito a partir do 6º semestre

Leia mais

SURDOS-MUDOS E MÁQUINAS DE TRADUÇÃO. Ângelo Lemos Vidal de Negreiros PET.Com

SURDOS-MUDOS E MÁQUINAS DE TRADUÇÃO. Ângelo Lemos Vidal de Negreiros PET.Com SURDOS-MUDOS E MÁQUINAS DE TRADUÇÃO Ângelo Lemos Vidal de Negreiros PET.Com Roteiro da apresentação Quem são os surdos? Quem são os mudos? Surdez x Mudez Escolas Especiais X Escolas Comuns Máquinas de

Leia mais

TELEPED-TELEMEDICINA COMO ESTRATÉGIA DE EDUCAÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: RELATO DE EXPERIÊNCIA

TELEPED-TELEMEDICINA COMO ESTRATÉGIA DE EDUCAÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: RELATO DE EXPERIÊNCIA TELEPED-TELEMEDICINA COMO ESTRATÉGIA DE EDUCAÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: RELATO DE EXPERIÊNCIA Sandhara Ribeiro Rodrigues 1 Maria Auxiliadora Ferreira Brito 2 1 Introdução/ Desenvolvimento

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE OS DESVIOS DE CRESCIMENTO FETAL/NEONATAL E ALTERAÇÕES MACROSCÓPICAS PLACENTÁRIAS NA GESTAÇÃO DE ALTO RISCO

RELAÇÃO ENTRE OS DESVIOS DE CRESCIMENTO FETAL/NEONATAL E ALTERAÇÕES MACROSCÓPICAS PLACENTÁRIAS NA GESTAÇÃO DE ALTO RISCO RELAÇÃO ENTRE OS DESVIOS DE CRESCIMENTO FETAL/NEONATAL E ALTERAÇÕES MACROSCÓPICAS PLACENTÁRIAS NA GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Resultados Preliminares Wilzianne Silva RAMALHO, Ana Karina Marques SALGE, Raphaela

Leia mais

Rastreio Auditivo Neonatal Universal em Portugal: Ponto da Situação

Rastreio Auditivo Neonatal Universal em Portugal: Ponto da Situação INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA Escola Superior de Tecnologia da Saúde Rastreio Auditivo Neonatal Universal em Portugal: Ponto da Situação Dissertação apresentada por Ana Rita Ferreira Canas dos Santos

Leia mais

Avaliação simplificada do processamento auditivo em escolares com e sem queixa de dificuldade de aprendizagem

Avaliação simplificada do processamento auditivo em escolares com e sem queixa de dificuldade de aprendizagem Avaliação simplificada do processamento auditivo em escolares com e sem queixa de dificuldade de aprendizagem Por: Adriana Cristina dos Santos Lima, Vanessa Ferreira Mariz, Luciana Mendonça Alves Investigamos

Leia mais

http://www.kwiksurveys.com/results-overview.php?mode=1&survey_id...

http://www.kwiksurveys.com/results-overview.php?mode=1&survey_id... Results Area Página 1 de 7 Invitations Invitations Sent: 0 Invitations Accepted: 0 Untracked Responses: 49 Total Completed s Received: 49 Total Incomplete s Received: 0 Total Responses Received: 49 Results

Leia mais

. ATUAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA EM CENTRO DE NEUROLOGIA PEDIÁTRICA

. ATUAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA EM CENTRO DE NEUROLOGIA PEDIÁTRICA . ATUAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA EM CENTRO DE NEUROLOGIA PEDIÁTRICA Área Temática: Saúde Coordenadores: Tatiana I. J. de Sá Riechi, Carolina Ribeiro Ambrózio Resumo O projeto Atuação Neuropsicológica em Centro

Leia mais

Mortalidade neonatal precoce hospitalar em Minas Gerais: associação com variáveis assistenciais e a questão da subnotificação

Mortalidade neonatal precoce hospitalar em Minas Gerais: associação com variáveis assistenciais e a questão da subnotificação Mortalidade neonatal precoce hospitalar em Minas Gerais: associação com variáveis assistenciais e a questão da subnotificação Deise Campos Cardoso Afonso Rosangela Helena Loschi Elisabeth Barboza França

Leia mais

A CONDUTA DO ENFERMEIRO NO CUIDADO AO RECÉM-NASCIDO COM DIAGNÓSTICO DE DISTROFIA TORÁCICA ASFIXIANTE (SÍNDROME DE JEUNE)

A CONDUTA DO ENFERMEIRO NO CUIDADO AO RECÉM-NASCIDO COM DIAGNÓSTICO DE DISTROFIA TORÁCICA ASFIXIANTE (SÍNDROME DE JEUNE) A CONDUTA DO ENFERMEIRO NO CUIDADO AO RECÉM-NASCIDO COM DIAGNÓSTICO DE DISTROFIA TORÁCICA ASFIXIANTE (SÍNDROME DE JEUNE) Fabrício Martins Machado Carrijo (fmartinsmachadocarrijo@gmail.com); Mônica de Oliveira

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA)

ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) I- Introdução O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, do nascimento até os 5 anos de idade, é de fundamental

Leia mais

COMITÊ MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE AUDITIVA COMUSA

COMITÊ MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE AUDITIVA COMUSA COMITÊ MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE AUDITIVA COMUSA Criado em 2007, o COMUSA é um comitê multiprofissional que agrega áreas de estudo da Fonoaudiologia, Otologia, Otorrinolaringologia e Pediatria e tem como

Leia mais