APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE CLIMA E TEMPO DE FORMA LÚDICA VISANDO FACILITAR A APRENDIZAGEM NO COTIDIANO ESCOLAR

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1 APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE CLIMA E TEMPO DE FORMA LÚDICA VISANDO FACILITAR A APRENDIZAGEM NO COTIDIANO ESCOLAR RESUMO Eliana Cassia Rocon¹ Jordano Francesco Gagno de Brito² Malena Ramos Silva³ Rubyana dos Santos Vieira 4 Entender os elementos que compõem o clima, o tempo e suas relações com a sociedade e o espaço são conhecimentos fundamentais para os indivíduos de nossa sociedade. Saber como o tempo vai estar contribui para que estes não sejam pegos de surpresa por um temporal ou um dia muito quente, também permite que haja um melhor planejamento urbano, objetivando conter ou amenizar deslizamentos, enchentes, secas entre outros, e a climatologia nos ajuda a compreender como os fenômenos meteorológicos influenciam em nossa dinâmica econômica, social e ambiental. Com base nessas ressalvas, podemos perceber como a climatologia se faz presente em nosso cotidiano e como seu conhecimento é essencial e pode gerar uma melhor qualidade de vida e conforto para nossa sociedade. Apesar de sua importância, o ensino desta ciência, nas séries fundamentais, é complexo, pois envolve elementos físicos e químicos de difícil entendimento por parte dos estudantes, devido sua falta de embasamento teórico acerca desses fenômenos e a capacidade de abstração em desenvolvimento. A fim de explorar o lado lúdico e psicomotor dos educandos, com a intenção de facilitar o processo de ensinoaprendizagem, trazemos neste artigo experiências alcançadas durante a disciplina de Projeto Especial de Ensino em Climatologia, disciplina ministrada na Universidade Federal do Espírito Santo. Trazendo uma abordagem interdisciplinar entre as disciplinas de Ciências e Geografia, com o intuito de atenuar as dualidades encontradas nos conteúdos desenvolvidos de forma multifacetada nas salas de aula por estas duas disciplinas. O trabalho apresenta outros métodos de aprenderensinar à climatologia na sala de aula, complementando o uso do livro didático e associando tal disciplina ao cotidiano dos estudantes e suas narrativas. Traz, também, oficinas pedagógicas que orientam a produção de experiências e confecção de materiais para auxílio nas aulas, colaborando assim para as aprendizagens inventivas, estimulando o curiosear e as vivências dos estudantes. Palavras Chaves: Climatologia, Métodos de Ensino, Cotidianos.

2 2 INTRODUÇÃO Os fenômenos meteorológicos e climáticos atraem a atenção das crianças antes mesmo de iniciarem sua vivência escolar, seja pelo medo dos trovões ou até mesmo na vontade de brincar tomando banho de chuva. Apesar de bem presentes na vida destes, pouco sabem sobre sua importância, suas relações e as dinâmicas que envolvem tais fenômenos. Abordar conceitos de climatologia para as séries fundamentais nem sempre é tarefa fácil para os professores e professoras de Geografia, além da falta de preparo e conhecimento por parte dos estudantes, os conteúdos trazidos pelo livro didático, por vezes, não condizem com a realidade local ou a explicação encontrada no mesmo é complexa dificultando o entendimento. A falta de materiais e metodologias necessárias para uma abordagem mais didática e lúdica, que auxilie o professor na prática desta disciplina na sala de aula, também faz com que, muitas vezes, este conteúdo seja transmitido de forma superficial e insatisfatória. Além dessas problemáticas, este conteúdo é dividido e trabalhado em duas disciplinas do saber, de um lado a disciplina de Ciências e do outro, a Geografia. A dualidade existente nestas disciplinas, quando não dialogadas para uma abordagem interdisciplinar, pode gerar conflitos ou redundâncias, dificultando ainda mais o ensino e a aprendizagem dos estudantes. Este trabalho tem como objetivo geral colaborar para a formação do professor de Geografia, trazendo metodologias e oficinas como objetivos específicos, que fomentem o ensinaraprender e o aprenderensinar a Climatologia em sala de aula, valorizando o cotidiano dos alunos e alunas, suas narrativas e o seu curiosear, segundo Foucault (2006 apud Modesto et al, 2013), o curiosear é o único tipo de curiosidade que vale a pena ser praticado com um pouco de obstinação, não aquela que busca se assimilar ao que convém conhecer, mas a que permite desprender-se de si mesmo, complementando o conteúdo do livro didático. O auxílio de atividades que estimulem a sensibilidade psicomotora dos estudantes é fundamental para que os conteúdos sejam absorvidos de forma eficaz e prazerosa. Segundo Rubio e Santos (p 2, 2014); Quando uma criança ingressa no ensino fundamental, um novo mundo lhe estará sendo apresentado: o universo da produção e decodificação de letras, palavras e textos. E para que esse processo

3 3 possa ser de fácil vivência, é necessário que o seu sistema motor seja conhecido por meio de experiências. Desta forma, a partir da experimentação, e da vivência dos alunos e alunas acerca dos conteúdos estudados, dos conceitos complexos e das dificuldades de abstração, trazer para os cotidianos escolares, atividades que estimulem a sensibilidade psicomotora, faz com que os esses conteúdos se tornem mais compreensíveis. Uma nuvem, por exemplo, quando confeccionada de espuma e pedras, torna-se uma excelente ferramenta pedagógica que permite o estudante sentir o significado da palavra carregada em suas mãos, associando o peso ao volume de água contido nela, nesta dinâmica a aula de campo, também é uma forte ferramenta de utilização, visto que os estudantes visualizam in loco as diferentes nuvens encontradas no céu. Além disso, a partir do momento em que cada educando coloca um balão de ar, que simboliza a gotícula de água, na roupa branca do educador ou de outro colega de sala que simboliza a nuvem, esse pode compreender de forma lúdica o processo de evaporação e condensação da água. Segundo Vygotsky (2007), o lúdico tem grande influência no desenvolvimento da criança, e é a partir de dinâmicas, jogos e brincadeiras que o lúdico pode ser trabalhado estimulando, gerando autoconfiança e iniciativa à criança, aprimorando sua capacidade de relacionamento e pensamento. Uma nuvem na garrafa nos permite ver com os pés no chão o que acontece na atmosfera a vários metros de altitude. O lúdico visto de uma forma crítica e pedagógica pode ensinar muito para os educandos, mas isso só acontece quando ele é tratado como um instrumento de educar (Rubio e Santos, 2014, p. 2). Enfim, trazer para a sala de aula outras formas de ensinar a climatologia contribui para a eficácia de um ensino melhor e, também, para um aproveitamento significativo desses conceitos. Fazer com que os educadores que estão envolvidos nesse processo de, ensinaraprender-aprenderensinar, se sintam seguros a trabalhar essa disciplina considerada tão complicada e difícil de ser trabalhada nos cotidianos escolares. Trabalhando o conteúdo na sala de aula dinâmicas e oficinas Algumas vezes, temas simples como a diferença entre Clima e Tempo, se tornam complicadores para os discentes, visto confusões recorrentes que os mesmos fazem ao interpretá-los.

4 4 A utilidade e a importância da climatologia, o ciclo da água, os tipos de chuva, de nuvens, entre outros, são questionamentos frequentemente levantados por estudantes, sem saber que essas respostas são fundamentais para ajuda e auxílio em vários órgãos no âmbito municipal, estadual e federal, pois é através dos seus conceitos que estes conseguem elaborar um melhor planejamento urbano, fazer a organização do espaço, além disso, saber sobre como vai estar o tempo auxilia na produção de alimentos, no transporte, na economia, na produção de energia, assim como elabora projetos para a prevenção de locais passíveis de alagamentos, desabamentos, dentre outros. Como afirma Mendonça et al (2007, p. 11), Desvendar a dinâmica dos fenômenos naturais, entre eles, o comportamento da atmosfera, foi necessário para que os grupos sociais superassem a condição de meros indivíduos sujeitos à intempéries naturais e atingissem não somente a compreensão do funcionamento de alguns fenômenos, mas também a condição de utilizadores e de manipuladores desses fenômenos em diferentes escalas. A contextualização dos alunos e alunas nessa dinâmica, a inserção de suas vivências e realidades no processo de aprendizagem, como questionar sobre os diversos acontecimentos meteorológicos assim como, o formato e a cor das nuvens, permite ao estudante, após e durante as aulas, olhar para o mundo de forma mais crítica, buscando interpretá-lo com base nos conhecimentos adquiridos em sala de aula e compartilhar as construções desse conhecimento não só no ambiente escolar, mas com a sociedade que o mesmo está inserido. Desta forma, neste artigo trazemos alguns métodos de ensino com o intuito de agregar outras formas de trabalhar e conceituar a climatologia nas salas de aulas, para isso trazemos algumas oficinas, experiências e oficina que podem auxiliar o professor/professora nos ambientes escolares. Trabalhando com as nuvens Saber como vai estar o tempo, se vai chover ou não, facilita a vida de todos, bem como, auxilia na prevenção de enchentes, deslizamentos, entre outros problemas que podem ser acometidos com a falta de informação. Para trabalhar conteúdos relacionados à chuva e toda dinâmica que envolve sua formação, primeiramente, é preciso conhecer os tipos de nuvens.

5 5 Quem nunca olhou para o céu e brincou que a nuvem parecia um elefante, um dinossauro, uma pessoa? Ou até mesmo, saiu correndo quando ela estava muito escura e barulhenta? Nossa infância é marcada por diversas fantasias e brincadeiras. Mas como trabalhar com nuvens na sala de aula? Que tipo de nuvem traz consigo as preciosas gotículas que caem do céu? Sabemos que na atmosfera é possível encontrarmos 10 tipos diferentes de nuvens (figuras 1 e 2) e que cada tipo pode nos indicar se há ou não a possibilidade de chuva. Uma maneira prática para se trabalhar com as nuvens é levar os estudantes para uma aula de campo no pátio da escola, onde os mesmos poderão olhar para o céu e visualizar os tipos de nuvens encontradas no mesmo. Dentro da sala de aula, relacionar as nuvens vistas no céu com figuras ou imagens de nuvens verdadeiras e verificar o que cada uma representa, levando desta forma a reflexão das nuvens vistas naquele dia pelos alunos e alunas, fazendo com que venha a tona o curiosear e trazendo para a sala de aula suas vivências com o cotidiano. Para essa temática, também trazemos almofadas confeccionadas em forma de nuvens. Como já mencionado há 10 tipos de nuvens: Stratus, Stratocumulus, Nimbostratus, Cumulus, Altostratus, Altocumulus, Cirrus, Cirrocumulus, Cirrostratus e Cumulonimbus, mas para exemplificarmos esse trabalho, usaremos apenas três: As nuvens stratus (figura 3) são as nuvens mais próximas do chão, são de cor branca e são como grandes camadas ou lençóis, com uma base bastante alongada, porém são mais finas. Essas nuvens indicam que a atmosfera está estável, sem muita movimentação do ar. As nuvens cumulus (figura 4), também são brancas e um pouco mais pesadas que as stratus, apresentam forma bem definida. Quando olhadas do chão parecem grandes pedaços de algodão no céu, essas nuvens indicam tempo bom, pois geralmente não carregam chuva (foto 4). As nuvens cumulunimbus (figura 5) são as nuvens das trovoadas e das tempestades, ao contrário da cumulus são mais crescidas e densas, têm coloração esbranquiçada ou cinza, e quando olhamos para elas temos a impressão de que estão mais próximas de nós do que as outras nuvens. Trabalhando com esses materiais e dinâmicas, os estudantes terão uma compreensão mais aprimorada dos tipos de nuvens.

6 6 O Ciclo da Água Esta parte da matéria de climatologia é apresentada por duas disciplinas do saber, a Geografia e a Ciências. A fim de atenuar essa dualidade encontrada nessas duas disciplinas, trazemos outras abordagens para trabalhar esse fenômeno que é tão importante para a vida do ser humano na Terra. Neste sentido, trabalhar a interdisciplinaridade com essas disciplinas é um marco importante para o entendimento e o aprimoramento desse conteúdo. O ciclo da água é constituído de diversos processos da natureza. A água inicia o seu caminho passando de um estágio inicial e retornando a sua posição primitiva, esta circulação é fechada e através da energia radiante junto com a gravidade, e também os movimentos que a Terra faz, auxiliam para que haja o ciclo da água. Mas como isso acontece? A água, quando é aquecida pelo Sol, evapora e se transforma em vapor de água. Este vapor de água se mistura com o ar e, como é mais leve, começa a subir, assim, formam-se as nuvens carregadas de vapor de água. Ao atingir altitudes elevadas ou encontrar massas de ar frias, o vapor de água condensa transformando-se novamente em água, que, por ser mais pesada não consegue sustentar-se no ar e acaba caindo em forma de chuva, neve ou granizo, são as três formas de precipitação desse ciclo, assim como, há também, três tipos de chuvas: a orográfica que está relacionada com o relevo, convectivas que são consideradas chuvas locais ou até regionais e, frontais, relacionada a massas de ar quente e massa de ar fria que se encontram. Para exemplificar esse fenômeno, pode-se abordar a experiência da Nuvem na Garrafa (figura 6). Para esta experiência, precisa-se dos seguintes materiais: 1 Garrafa Pet (transparente); 1 Rolha; 1 Bomba de ar (de encher bola); Álcool líquido. Como fazer: Fure a rolha com a agulha da bomba de ar, fazendo com que a mesma atravesse-a totalmente. Em seguida, pegue um pouco de álcool (a medida de duas tampas da garrafa Pet), jogue dentro da garrafa e agite, fazendo com que o álcool cubra toda superfície interna dela. Depois, tampe a garrafa com a rolha e bombeie até a pressão interna fazer a rolha saltar. O álcool umidifica a garrafa e serve como núcleo de condensação para formação da nuvem. Por fim teremos uma nuvem dentro da garrafa. ATENÇÃO: CUIDADO COM A ROLHA. POIS A MESMA SAIRÁ BRUSCAMENTE DA GARRAFA.

7 7 A água da chuva é muito importante, pois alimenta os rios, lagos e geleiras e, com o tempo é absorvida pelas plantas. A água se encontra em contínuo movimento e passa pelos três estados (líquido, gasoso e sólido). Desta forma o ciclo se repete sem que se interrompa jamais. Para exemplificar este ciclo podemos utilizar a oficina do ciclo da água. Para esta oficina utilizaremos uma roupa grande de cor branca, pode ser usado uma camisa bem grande ou confeccionar de TNT branco para representar a nuvem, um pedaço de tecido para amarrar o camisão, balões de ar cheio, na cor azul, representando as gotículas de água, vai precisar de 02 (duas) pessoas e uma cadeira ou banquinho (figuras 7 e 8). Ao explicar o processo de evaporação da água, vai colocando dentro do camisão amarrado nas pernas de uma pessoa os balões de ar amarra-se o camisão nas pernas para que ao colocar os balões de ar os mesmos não caiam na medida em que o camisão é preenchido pelos balões até que não caibam mais. Ao explicar a condensação da água, puxamos o pedaço de tecido, fazendo com que haja uma chuva de balões, através desta forma lúdica os estudantes vão compreender o processo do ciclo da água e quando ocorre a chuva. CONCLUSÃO Trabalhar conteúdos técnicos de forma lúdica contribui para atenuar as dificuldades encontradas por muitos educadores ao se abordar a climatologia. Não obtivemos um resultado final, pois os mesmos não foram aplicados nos ambientes escolares, apenas apresentados para obtenção de avaliação final na disciplina de Projeto Especial de Ensino em Climatologia. Além desses trabalhos apresentados, trazer para a sala de aula, o cotidiano dos alunos e alunas, valorizando a convivência entre os estudantes e fazendo com que percebam que a Geografia se materializa nas micro relações cotidianas do seu cotidiano (MODESTO; et al; p. 43), faz com que eles se percebam dentro dessa temática, assim como facilita o entendimento de uma disciplina tão complexa e ao mesmo tempo tão intrigante, e que desperta muitas dúvidas, curiosidades e anseios por respostas, estas muitas vezes dadas de forma superficial e insatisfatória, além de contribuir para uma aula mais atrativa e dinâmica.

8 8 BIBLIOGRAFIA: MENDONÇA, Francisco; DANNI-OLIVEIRA, Inês Moresco. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Texto, MODESTO, Daiane Entringer; ROCON, Eliana Cassia; SILVA, Malena Ramos; VIEIRA, Rubyana dos Santos. Cartografando diferentes saberes geográficos e aprendizagens inventivas com os cotidianos escolares. Trabalho de Conclusão de Curso Departamento de Educação, Política e Sociedade - DEPS, Universidade Federal do Espírito Santo, MOREIRA, João Carlos; SENE, Eustáquio de. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. Ed. Scipione. São Paulo, RUBIO, J. A. S. SANTOS, T. P. A Importância de Atividades Psicomotoras no Processo de Ensino e Aprendizagem Tipos de nuvens. Disponível em: <http://super.abril.com.br/galerias-fotos/10-tiposnuvens shtml#9>. Acesso em: 25 out VIGOTSKI, L.S. A formação social da mente. São Paulo, Martins Fontes: 2007, 7º ed.

9 9 ANEXOS: Figura 1: Nuvem Cumulus Figura 2: Nuvem Cirrocumulus

10 10 Figura 3: Nuvem stratus confeccionadas para dinâmica em sala de aula. Figura 4: Nuvem cumulus confeccionadas para dinâmica em sala de aula.

11 11 Figura 5: Nuvem cumulunimbus confeccionadas para dinâmica em sala de aula. Figura 6: Experiência da formação de nuvem dentro de uma garrafa pet. Fonte: Google Imagens.

12 12 Figura 7: Confecção do camisão. Figura 8: Demonstração do processo de condensação da água

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