EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA Atividade global Atividade setorial Produção Volume de negócios... 4

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4"

Transcrição

1 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal março Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial Produção Volume de negócios... 4 Comércio internacional... 7 PREÇOS... 7 No consumidor... 7 Na produção industrial... 9 Das matérias-primas... 9 EVOLUÇÃO CAMBIAL FINANCIAMENTO Crédito bancário Mercado de capitais OUTROS INDICADORES... 13

2 Fev-05 Fev-06 Fev-07 Fev-08 Fev-09 Fev-10 Fev-11 Fev-12 Fev-13 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA Atividade global O indicador de sentimento económico voltou a melhorar, em fevereiro, na União Europeia (UE) e na Área Euro (AE), respetivamente, em +0.4, e +0.7 pontos. Nas economias de maior dimensão da AE, o valor deste indicador aumentou na Espanha (+0.8 pontos), na França (+2.0) e na Itália (+1.4), tendo diminuído 0.5 pontos na Alemanha e na Holanda. Na AE, a indústria, o comércio a retalho e os consumidores fizeram uma avaliação do clima económico melhor do que no mês anterior. 120 Indicador de Sentimento Económico Área Euro Portugal Fonte: Comissão Europeia Em Portugal, o indicador de sentimento económico diminuiu -0.5 pontos. O nível de confiança nas empresas da construção e dos serviços bem como os consumidores deteriorou-se em relação ao mês anterior. O indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial da atividade económica (Banco de Portugal) melhorou, passando de -0.5% em dezembro para -0.1% em janeiro. O indicador similar para o consumo privado diminuiu de +1.6% em dezembro para +1.2% em janeiro. 2

3 Jan-13 Mar-13 Mai-13 Jul-13 Set-13 Nov-13 Jan-05 Jan-06 Jan-07 Jan-08 Jan-09 Jan-10 Jan-11 Jan-12 Jan-13 Indicador Coincidente da Atividade Económica 4,0 (variação homóloga, %) 3,0 2,0 1,0 0,0-1,0-2,0-3,0-4,0-5,0 Fonte: Banco de Portugal Atividade setorial - Produção Em janeiro, o índice de produção industrial (IPI) registou uma variação homóloga de -2.1%. Na indústria transformadora, esta variação foi de -1.0%. IPI - Indústria Transformadora - Variação média últimos 12 meses 4,0% 3,0% 2,0% 1,0% -1,0% -3,0% 0,8% 1,0% 4,0% 3,0% 2,0% 1,0% -1,0% -3,0% No ano terminado em janeiro de 2015, o IPI teve uma variação média de +0.5% (+0.7%, na indústria transformadora). 3

4 Jan-13 Mar-13 Mai-13 Jul-13 Set-13 Nov-13 Índice de Produção Industrial - Variação média últimos 12 meses Bens de consumo 2,1% -0,9% Bens intermédios -1,5% 0,7% Bens de investimento -1,8% 3,8% Energia 7,3% -0,1% Indústria transformadora 1,1% 0,7% Indústria 0,9% 0,5% O índice de produção na construção registou uma variação homóloga de -4.0% em janeiro (-3.8% na construção de edifícios ; -4.3% na engenharia civil ). No ano terminado em janeiro, a variação deste índice foi de -8.0% (-7.0% na construção de edifícios ; -9.3% na engenharia civil ). Índice de Produção na Construção - Variação média últimos 12 meses -6% -8% -10% -12% -14% -16% -18% -20% -9,0% -7,7% -10,8% -15,9% -15,7% -16,1% ,0% -8,0% -1-12,0% -14,0% -16,0% -18,0% -2 Total Construção de edifícios Engenharia civil - Volume de negócios Na indústria transformadora, o índice de volume de negócios (IVN) registou em janeiro uma variação homóloga de -4.9% (-5.8% no mercado nacional; -4.2% no mercado externo). No total da indústria, esta variação foi de -4.4% (-4.9% no mercado nacional; -3.8% no mercado externo). 4

5 Jan-13 Mar-13 Mai-13 Jul-13 Set-13 Nov-13 Jan-13 Mar-13 Mai-13 Jul-13 Set-13 Nov-13 IVN Indústria transformadora - Variação média últimos 12 meses 6,0% 4,0% 3,4% 6,0% 4,0% 2,0% 0,3% -1,1% -1,5% 2,0% -0,7% -2,9% -6,0% -6,0% -8,0% ,0% Total Mercado Nacional Mercado Externo A variação do índice de volume de negócios na indústria transformadora nos últimos 12 meses foi de -1.4%. No mercado nacional, esta variação foi de -1.0 % e no mercado externo de -1.8%. IVN Indústria transformadora - Variação média últimos 12 meses Total Mercado nacional Mercado externo Bens de consumo -0,2% -0,5% 0,2% Bens intermédios -1,2% -3,1% 0,6% Bens de investimento 4,9% 9,0% 3,1% Energia -5,9% -1,5% -22,5% Indústria Transformadora -1,4% -1,0% -1,8% Indústria -1,4% -0,9% -1,9% Em janeiro, a variação homóloga do índice de volume de negócios nos serviços foi de -3.4%. IVN Serviços - Variação média últimos 12 meses -6,0% -4,4% -2,2% ,0% -3,0% -5,0% -6,0% -7,0% -8,0% -9,0% -1 5

6 Jan-13 Mar-13 Mai-13 Jul-13 Set-13 Nov-13 O IVN nos serviços diminuiu -2.4% no ano terminado em janeiro de O principal contributo para esta variação foi o da seção comércio por grosso; reparação de veículos automóveis e motociclos, que registou uma variação anual de -3.3%. Os transportes e armazenagem tiveram uma variação de +1.1%. IVN Serviços - Variação média últimos 12 meses Comércio por grosso; reparação de veículos automóveis e motociclos -4,3% -3,3% Transportes e armazenagem 1,1% 1,1% Alojamento, restauração e similares -2,9% x Atividades de informação e de comunicação -5,5% -3,6% Atividades imobiliárias -18,0% x Atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares -7,8% x Atividades administrativas e dos serviços de apoio -5,5% -0,6% Serviços -4,1% -2,4% O índice de volume de negócios no comércio a retalho (preços correntes) registou, em janeiro, uma variação homóloga de -1.9% (-2.1% nos produtos alimentares, bebidas e tabaco ; -1.6% nos produtos não alimentares ). Nos meses mais recentes, nomeadamente em janeiro, o preço dos combustíveis tem influenciado significativamente a evolução deste índice. A variação homóloga em janeiro (-1.9%), atrás referida, foi de -0.5% excluindo os combustíveis. IVN Comércio a Retalho - Variação média últimos 12 meses 4,0% 4,0% 2,0% 1,1% 2,0% -2,4% -1,7% -1,8% -1,6% -6,0% -5,0% -6,0% -8,0% -8,0% Geral Prod. Alimentares, bebidas e tabaco Produtos não alimentares A variação homóloga deste índice (preços correntes) nos últimos 12 meses foi de -1.8%, com variações de -2.2% nos produtos alimentares, bebidas e tabaco e -1.5% nos não alimentares. 6

7 No mesmo período, a variação do índice com os preços deflacionados foi de +0.9% (-0.6% nos produtos alimentares, bebidas e tabaco ; +2.1% nos não alimentares ). Comércio internacional No trimestre nov14-jan15, as exportações de bens a preços correntes foram cerca de 11.7 mil milhões de euros, mais 0.9% do que no período homólogo anterior. As saídas para a UE atingiram 8.4 mil milhões de euros (+1.9%) e as exportações para mercados extra-ue cerca de 3.3 mil milhões de euros (-1.7%). As importações de bens atingiram os 14.0 mil milhões de euros, menos 1.8% que no período homólogo. As entradas de bens da UE foram cerca de 10.7 mil milhões de euros (-0.6%) e as importações de mercados extra-ue cerca de 3.3 mil milhões de euros (-5.2%). As exportações de serviços (valores da balança de pagamentos) no trimestre nov14-jan15 registaram uma variação homóloga de +2.5%, atingindo cerca de 5.0 mil milhões de euros. No mesmo período, as importações de serviços foram cerca de 3.0 mil milhões de euros, mais 9.8% que no período homólogo. PREÇOS No consumidor Em fevereiro de 2015, a variação homóloga do índice de preços no consumidor (IPC) foi de -0.2%. O indicador de inflação subjacente, excluindo do índice os produtos energéticos e os alimentares não transformados, teve uma variação homóloga de +0.3%. Estes agregados registaram, respetivamente, variações de -5.6% e de -0.1%. Os transportes (-2.8%), o vestuário e calçado (-1.8%) e o lazer, recreação e cultura (-1.5%) foram as classes com variações homólogas negativas mais significativas. As bebidas alcoólicas e tabaco (+3.2%) e os restaurantes e hotéis (+1.8%) registaram, em termos homólogos, os aumentos de preços mais expressivos. 7

8 Fev-13 Mar-13 Abr-13 Mai-13 Jun-13 Jul-13 Ago-13 Set-13 Out-13 Nov-13 Dez-13 Abr-14 Jun-14 Ago-14 Out-14 Dez-14 Fev-13 Mar-13 Abr-13 Mai-13 Jun-13 Jul-13 Ago-13 Set-13 Out-13 Nov-13 Dez-13 Abr-14 Jun-14 Ago-14 Out-14 Dez-14 (%) Índice de Preços no Consumidor 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0-0,5-1,0-1,5 Variação homóloga Variação média anual Inflação subjacente (vh) Em Portugal, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) registou uma variação homóloga de -0.1% em fevereiro (-1.0% nos bens; +1.2% nos serviços). Na Área Euro, a variação homóloga foi de -0.3% (-1.4% nos bens; +1.2% nos serviços). 2,5% IHPC - Variação média últimos 12 meses 2,0% 1,5% 1,0% 0,5% -0,5% Portugal AE Fonte: Eurostat No ano terminado em fevereiro, a variação do IHPC foi -0.2% em Portugal e de +0.2% na Área Euro. 8

9 fev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 jan-15 fev-15 Na produção industrial O índice de preços na produção industrial teve, em fevereiro, uma variação homóloga de -3.1% (-4.5% na indústria transformadora). 1,0% Índice de Preços na Produção Industrial 1,0% -1,0% -3,0% -0,6% -0,8% -2,1% -1,3% -1,0% -3,0% Ind. Transformadora Energia IT VM 12m Energia VM 12m No ano terminado em fevereiro, a variação média dos preços na produção industrial foi de -1.6% (-2.5% na indústria transformadora). Índice de Preços na Produção Industrial - Variação média últimos 12 meses Bens de consumo -0,5% -0,8% Bens intermédios -0,2% -1,4% Bens de investimento 1,0% -0,4% Energia -1,2% -3,1% Indústria Transformadora -1,4% -2,5% Indústria -0,5% -1,6% Das matérias-primas Em fevereiro, o preço médio mensal do algodão (69.8 cts de dólar/libra de peso) aumentou 2.4 cts de dólar em relação ao mês anterior e foi inferior em -25.8% ao preço no mesmo mês de

10 Dez-03 Dez-04 Dez-05 Dez-06 Dez-07 Dez-08 Dez-09 Dez-10 Dez-11 Dez-12 Dez-13 Abr-14 Jun-14 Ago-14 Out-14 Dez-14 Fev-13 Abr-13 Jun-13 Ago-13 Out-13 Dez-13 Abr-14 Jun-14 Ago-14 Out-14 Dez-14 Fev-13 Abr-13 Jun-13 Ago-13 Out-13 Dez-13 Abr-14 Jun-14 Ago-14 Out-14 Dez-14 Algodão (cts de dólar/libra de peso) Petróleo Brent spot (USD/barril) Fonte: FMI Fonte: EIA O preço do petróleo, após vários meses de descida, subiu +21.5% em fevereiro. Nesse mês, o preço spot médio do Brent foi de 58.1 US dólar/barril, menos 46.7% que no mesmo mês de Em euros, este preço médio corresponde a 51.2 euros/barril, menos 35.8% em termos homólogos. EVOLUÇÃO CAMBIAL Em fevereiro, a cotação média do euro face ao dólar (1.135 USD/EUR) foi inferior à registada em fevereiro do ano anterior em -16.9%. Taxas de Câmbio Dólar / Euro 1,60 1,60 1,50 Max - 1, Julho ,50 19 março 2015: 1,0677 1,40 Min - 0, Outubro ,40 1,30 1,30 1,20 1,20 1,10 1,10 Fonte: Banco de Portugal 10

11 Em comparação com as taxas de câmbio médias verificadas no mês anterior, o euro depreciou-se, em termos nominais, face ao USD (-2.33%), ao iene (-2.02%), à libra esterlina (-3.43%) e ao franco suíço (-2.94%), e apreciou-se face ao real do Brasil (+4.37%). Taxas de câmbio do euro Médias Anuais Médias Mensais Var. % Fev 14 Fev 15 Var. % USD/EUR 1,328 1,329 0,1% 1,366 1,135-16,9% JPY/EUR 129,7 140,3 8,2% 139,3 134,7-3,3% GBP/EUR 0,849 0,806-5,1% 0,825 0,741-10,2% BRL/EUR 2,869 3,121 8,8% 3,212 3,198-0,4% CHF/EUR 1,231 1,215-1,3% 1,221 1,062-13,0% Fonte: Banco de Portugal Em fevereiro, o índice cambial efetivo nominal para Portugal registou uma variação homóloga de -2.2%. A variação nos últimos doze meses foi de -0.33%. A taxa de câmbio efetiva do euro teve uma variação homóloga de -9.25% (-1.25% nos últimos 12 meses.). FINANCIAMENTO Crédito bancário Em fevereiro de 2015, as taxas de juro médias no mercado monetário continuaram a diminuir. Relativamente ao mês anterior, a Euribor nos prazos de três, seis e doze meses, desceu, respetivamente, p.p., p.p. e p.p.. Euribor Média anual Média mensal Diferença Fev 14 Fev 15 Diferença 3 Meses 0,220% 0,209% -0,011 p.p. 0,288% 0,048% -0,240 p.p. 6 Meses 0,336% 0,308% -0,028 p.p. 0,387% 0,126% -0,261 p.p. 12 Meses 0,536% 0,475% -0,061 p.p. 0,549% 0,255% -0,294 p.p. Fonte: Banco de Portugal Em janeiro, a taxa de juro média nos saldos de empréstimos a sociedades não financeiras foi de 5.12% nos empréstimos até um ano, 4.52% nos empréstimos entre um e cinco anos e 3.26% nos empréstimos a mais de cinco anos. 11

12 Dez-03 Dez-04 Dez-05 Dez-06 Dez-07 Dez-08 Dez-09 Dez-10 Dez-11 Dez-12 Dez-13 Abr-14 Jun-14 Ago-14 Out-14 Dez-14 Sociedades Não Financeiras - Taxas de Juro nos Saldos de Empréstimos Média anual Média mensal Diferença Jan 14 Jan 15 Diferença Empréstimos até 1 ano 5,91% 5,30% -0,61 p.p. 5,72% 5,12% -0,60 p.p. Empréstimos entre 1 e 5 anos 4,99% 4,76% -0,23 p.p. 4,96% 4,52% -0,44 p.p. Empréstimos a mais de 5 anos 3,46% 3,45% -0,01 p.p. 3,51% 3,26% -0,25 p.p. Fonte: Banco de Portugal Em janeiro, a taxa de juro média nas novas operações de empréstimos a sociedades não financeiras foi de 4.61%, com valores de 4.97% nos empréstimos até um milhão de euros (+0.29 p.p. que no mês anterior) e 4.22% acima de 1 milhão de euros (+0.74 p.p.). Sociedades Não Financeiras - Taxas de Juro nas Novas Operações de Empréstimos Média anual Média mensal Diferença Jan 14 Jan 15 Diferença Total 5,52% 4,87% -0,65 p.p. 5,34% 4,61% -0,73 p.p. Até 1 milhão de euros 6,39% 6,21% -0,18 p.p. 6,18% 4,97% -1,21 p.p. Acima de 1 milhão euros 4,98% 4,29% -0,69 p.p. 4,89% 4,22% -0,67 p.p. Fonte: Banco de Portugal Mercado de capitais Em fevereiro de 2015, o índice PSI-20 aumentou 10,6% relativamente ao mês anterior e diminuiu 22.9% face ao mês homólogo de 2014 (valores de fim de período). Índice PSI-20 (valores em fim de período) Max Março 2000 Min Junho março 2015: 5871,55 Fonte: Euronext 12

13 OUTROS INDICADORES Contas Nacionais Em 2014, o produto interno bruto, a preços correntes cresceu 1.9%, mais 1 p.p. que em 2013, atingindo um valor de cerca de mil milhões de euros. Em volume, esta variação foi de +0.9% (-1.4% no ano anterior). Na evolução intra-anual, o PIB em volume diminuiu no I trimestre (-0.4%), cresceu 0.3% nos II e III trimestres, e 0.5% no último trimestre do ano. Em termos homólogos, a variação trimestral foi, respetivamente, de +1.0%, +0.9%, +1.1% e +0.7%. Produto Interno Bruto na ótica da despesa /2013 mil milhões de euros em volume (%) a preços correntes (%) PIB 174,4 0,9 1,9 Consumo privado 113,7 2,1 2,7 Consumo público 32,0-0,7-1,4 Formação Bruta de Capital 27,5 5,2 4,1 Procura interna 173,2 2,0 2,1 Exportações de bens e serviços 69,1 3,4 2,9 Procura global 242,3 2,4 2,4 Importações de bens e serviços 67,9 6,2 3,7 - Contas Nacionais Anuais Preliminares A procura global dirigida à economia aumentou cerca de 2.4% (+1.1% em 2013). Os principais contributos para este crescimento foram os do consumo privado e das exportações. Em 2014, a procura interna registou um crescimento de +2.1% (-0.7% em 2013), devido essencialmente à evolução do consumo privado (+2.7%). A formação bruta de capital fixo aumentou 1.1% (-6.4%, no ano anterior). O investimento em construção registou uma variação de -4.4% (-13.6% em 2013). O principal contributo para o aumento do investimento foi o crescimento registado nas máquinas e equipamentos, seguido pelo equipamento de transporte. Formação Bruta de Capital Fixo Valor a preços correntes Variação 2014/2013 mil milhões de euros em volume a preços correntes Total 26,2 2,3% 1,1% Recursos biológicos cultivados 0,4 Máquinas, equipamentos e sistemas de armamento 6,5 13,1% 8,2% Equipamento de transporte 1,8 22,5% 23,6% Construção 12,9-4,3% -4,4% Produtos de propriedade intelectual 4,6 0,5% 0,8% - Contas Nacionais Anuais Preliminares 13

14 As exportações de bens e serviços, a preços correntes, atingiram 69.2 mil milhões de euros, mais 2.9% que no ano anterior, e as importações 67.9 mil milhões de euros, mais 3.7% que em Exportações e Importações de Bens e Serviços Importações Exportações Valor mil milhões de euros Variação 2014/2013 Valor mil milhões de euros Variação 2014/2013 Total 67,9 3,7% 69,2 2,9% Bens 57,8 3,0% 50,5 2,5% Serviços 10,1 7,8% 18,7 4,0% - Contas Nacionais Anuais Preliminares O saldo externo de bens e serviços registou, em 2014, um valor positivo de 1.2 mil milhões de euros (+1.7 mil milhões em 2013). Separata de Indicadores para Portugal Separata de Indicadores para Área Euro (Análise elaborada com informação disponível até 19 de março de 2015) 14

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal maio 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal julho 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal novembro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal janeiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal fevereiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União Europeia (+0.2 pontos) quer na Área Euro (+0.7 pontos).

Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União Europeia (+0.2 pontos) quer na Área Euro (+0.7 pontos). Mai-04 Mai-05 Mai-06 Mai-07 Mai-08 Mai-09 Mai-10 Mai-11 Mai-12 Análise de Conjuntura Junho 2014 Indicador de Sentimento Económico Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União

Leia mais

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro.

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro. Abr-04 Abr-05 Abr-06 Abr-07 Abr-08 Abr-09 Abr-10 Abr-11 Abr-12 Análise de Conjuntura Maio 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Abril 2012 Indicador de Sentimento Económico Após uma melhoria em Janeiro e Fevereiro, o indicador de sentimento

Leia mais

O indicador de sentimento económico em Junho manteve-se inalterado na União Europeia e desceu 0.6 pontos na Área Euro.

O indicador de sentimento económico em Junho manteve-se inalterado na União Europeia e desceu 0.6 pontos na Área Euro. Julho 2012 Jun-02 Jun-03 Jun-04 Jun-05 Jun-06 Jun-07 Jun-08 Jun-09 Jun-10 Jun-11 Jun-12 Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico em Junho manteve-se inalterado na União Europeia

Leia mais

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos).

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos). Nov-02 Nov-03 Nov-04 Nov-05 Nov-06 Nov-07 Nov-08 Nov-09 Nov-10 Nov-12 Análise de Conjuntura Dezembro 2012 Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDU STRIAL PORTU GU ESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL. Análise de Conjuntura

ASSOCIAÇÃO INDU STRIAL PORTU GU ESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL. Análise de Conjuntura ASSOCIAÇÃO INDU STRIAL PORTU GU ESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL Análise de Conjuntura Maio 2008 Indicador de Sentimento Económico O clima económico na União Europeia volta a deteriorar-se em Abril. Comparativamente

Leia mais

Análise de Conjuntura

Análise de Conjuntura Análise de Conjuntura Novembro 2006 Associação Industrial Portuguesa Confederação Empresarial Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico de Outubro de 2006 apresenta uma melhoria

Leia mais

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1.

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1. Jan-04 Jan-05 Jan-06 Jan-07 Jan-08 Jan-09 Jan-10 Jan-11 Jan-12 Análise de Conjuntura Fevereiro 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Maio 2011 Indicador de Sentimento Económico Os indicadores de sentimento económico da União Europeia e da Área

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal março 2016 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

Em março de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.3 pontos na União Europeia e +1.2 pontos na Área Euro.

Em março de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.3 pontos na União Europeia e +1.2 pontos na Área Euro. Mar-04 Mar-05 Mar-06 Mar-07 Mar-08 Mar-09 Mar-10 Mar-11 Mar-12 Análise de Conjuntura Abril 2014 Indicador de Sentimento Económico Em março de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.3 pontos

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal dezembro 2016 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal abril 2017 - Newsletter ÍNDICE ÍNDICE... 1 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal março 2017 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal abril 2016 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal janeiro 2017 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal julho 2016 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

Indicador de Sentimento Económico. 80 Portugal. Dez-08. Dez-07

Indicador de Sentimento Económico. 80 Portugal. Dez-08. Dez-07 Dez-03 Dez-04 Dez-05 Dez-06 Dez-07 Dez-08 Dez-09 Dez-10 Análise de Conjuntura Janeiro 2014 Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico manteve em Dezembro, a tendência de melhoria

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal outubro 2016 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal maio 2017 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal maio 2017 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

Em Agosto de 2014, o indicador de sentimento económico diminuiu na União Europeia (-1.2 pontos) e na Área Euro (-1.5 pontos).

Em Agosto de 2014, o indicador de sentimento económico diminuiu na União Europeia (-1.2 pontos) e na Área Euro (-1.5 pontos). Ago-04 Ago-05 Ago-06 Ago-07 Ago-08 Ago-09 Ago-10 Ago-11 Ago-12 Ago-13 Ago-14 Análise de Conjuntura Setembro 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Agosto de 2014, o indicador de sentimento económico

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal julho 2017 - Newsletter ÍNDICE ÍNDICE... 1 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global.......2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 05 Maio 2015 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

Indicadores de Conjuntura 4 2009. Disponível em www.bportugal.pt Publicações

Indicadores de Conjuntura 4 2009. Disponível em www.bportugal.pt Publicações Indicadores de Conjuntura 2009 Disponível em www.bportugal.pt Publicações ENQUADRAMENTO DA ECONOMIA PORTUGUESA Na reunião de 2 de Abril, o Conselho do Banco Central Europeu (BCE) reduziu as taxas de juro

Leia mais

Indicadores Económicos & Financeiros Julho 2013. Banco de Cabo Verde

Indicadores Económicos & Financeiros Julho 2013. Banco de Cabo Verde Indicadores Económicos & Financeiros Julho 2013 Banco de Cabo Verde BANCO DE CABO VERDE Departamento de Estudos Económicos e Estatísticas Avenida Amílcar Cabral, 27 CP 7600-101 - Praia - Cabo Verde Tel:

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal fevereiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares e Sociedades não Financeiras (a)

Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares e Sociedades não Financeiras (a) Peso (b) Variações homólogas (%) Tendência (x100) (c) Média Mensal (%) (d) 10 6 euros Var. 2013 2014 abr-15 mai-15 T9 T6 T3 M9 M6 M3 % Dif. (p.p.) t-1 Empréstimos - -7.9-6.9-6.5-6.7 0.13 3 5-0.6-0.2-0.2

Leia mais

A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro

A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro 13 de janeiro de 2015 ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Dezembro de 2014 A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro Em 2014, o Índice de

Leia mais

A taxa de câmbio na economia brasileira está fora de equilíbrio? 31/05/2007

A taxa de câmbio na economia brasileira está fora de equilíbrio? 31/05/2007 A taxa de câmbio na economia brasileira está fora de equilíbrio? 31/05/2007 Preliminares Paridade do Poder de Compra (PPC) Equilíbrio de longo prazo Bens comercializáveis (PPC) e não-comercializáveis Câmbio

Leia mais

Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017

Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 As projeções para a economia portuguesa em 2015-2017 apontam para uma recuperação gradual da atividade ao longo do horizonte de projeção. Após um crescimento

Leia mais

Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016

Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016 Projeções para a Economia Portuguesa: 2014-2016 1 Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016 As projeções para a economia portuguesa apontam para uma recuperação gradual da atividade ao longo do horizonte.

Leia mais

Consumo privado e investimento voltam a recuperar em setembro. Exportações e importações nominais aceleram.

Consumo privado e investimento voltam a recuperar em setembro. Exportações e importações nominais aceleram. mm3m/% 19 de novembro de 2013 SÍNTESE ECONÓMICA DE CONJUNTURA Outubro de 2013 Consumo privado e investimento voltam a recuperar em setembro. Exportações e importações nominais aceleram. Na Área Euro (AE),

Leia mais

Orçamento do Estado para 2016

Orçamento do Estado para 2016 Ministério das Finanças Orçamento do Estado para 2016 Relatório Fevereiro 2016 (Texto escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico) MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Av. Infante D. Henrique, 1 1149 009 LISBOA Telefone:

Leia mais

Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares e Sociedades não Financeiras (a)

Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares e Sociedades não Financeiras (a) Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares e (a) Peso (b) 10 6 euros Variações homólogas (%) Dif. (p.p.) Tendência (x100) (c) Média Mensal (%) (d) 2013 2014 set/15 out/15

Leia mais

Comércio Internacional Português

Comércio Internacional Português Comércio Internacional Português Exportações Portuguesas de Bens Janeiro a agosto de 2013 Direção de Informação, outubro de 2013 CIP bens 2013 (janeiro a agosto) - principais resultados Em 2013 (janeiro

Leia mais

BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Boletim Mensal Situação Monetária e Cambial Estudos Económicos Agosto 2015 Índice 1. Situação Monetária... 1 1.1. Base Monetária (BM)... 1 1.2. Massa Monetária (M3)... 1 1.2.1. Crédito à Economia... 2

Leia mais

Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares e Sociedades não Financeiras (a)

Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares e Sociedades não Financeiras (a) Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares e (a) Peso (b) 10 6 euros Variações homólogas (%) Dif. (p.p.) Tendência (x100) (c) Média Mensal (%) (d) 2013 2014 ago/15 set/15

Leia mais

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 68 1 a 15 de fevereiro de 211 ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS De

Leia mais

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL Uma análise do período 2000 2011 Abril de 2012 A competitividade da ind. de transformação e de BK A evolução do período 2000 2011, do:

Leia mais

DAILY BRIEFING COMPORTAMENTO DOS MERCADOS 02 DE SETEMBRO DE 2011

DAILY BRIEFING COMPORTAMENTO DOS MERCADOS 02 DE SETEMBRO DE 2011 DAILY BRIEFING COMPORTAMENTO DOS MERCADOS 02 DE SETEMBRO DE 2011 p Índice ÍNDICE S&P 500... 2 ÍNDICE BOVESPA FUTURO OUT/11... 3 PETRÓLEO SPOT TIPO BRENT... 4 PETROBRÁS PN... 5 TAXA DE CÂMBIO SPOT USD/EURO...

Leia mais

Portugal Forte crescimento no início do ano

Portugal Forte crescimento no início do ano 8 Abr ANÁLISE ECONÓMICA Portugal Forte crescimento no início do ano Miguel Jiménez / Agustín García / Diego Torres / Massimo Trento Nos primeiros meses do ano, a retoma do consumo privado teria impulsionado

Leia mais

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico suspende trajetória de crescimento

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico suspende trajetória de crescimento 29 de setembro de 2014 INQUÉRITOS DE CONJUNTURA ÀS EMPRESAS E AOS CONSUMIDORES Setembro de 2014 Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico suspende trajetória de crescimento

Leia mais

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011. Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011. Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011 Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011 Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011 População a Milhares Hab. INE 10.563 10.586 10.604 10.623 10.638 10.636 10.643 2º Trimestre

Leia mais

BRASIL: SUPERANDO A CRISE

BRASIL: SUPERANDO A CRISE BRASIL: SUPERANDO A CRISE Min. GUIDO MANTEGA Setembro de 2009 1 DEIXANDO A CRISE PARA TRÁS A quebra do Lehman Brothers explicitava a maior crise dos últimos 80 anos Um ano depois o Brasil é um dos primeiros

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

Graf. 1 - Índices de preços no consumidor e de inflação subjacente (taxa de variação homóloga e média dos últimos 12 meses) Jun-07. Mar-07.

Graf. 1 - Índices de preços no consumidor e de inflação subjacente (taxa de variação homóloga e média dos últimos 12 meses) Jun-07. Mar-07. ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Dezembro de 2009 13 de Janeiro 2010 Em 2009 a taxa de variação média diminuiu para -0,8 0,8% e em Dezembro a taxa t de variação homóloga situou-se se em -0, 0,1% Em 2009,

Leia mais

Portugal As exportações no primeiro trimestre de 2016

Portugal As exportações no primeiro trimestre de 2016 Portugal As exportações no primeiro trimestre de 2016 Na análise dos dados do comércio internacional importa ter presentes dois factores: o primeiro, que estes estão sujeitos a revisões consideráveis ao

Leia mais

Fevereiro de 2014 INDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IPC) MOÇAMBIQUE, (Base Dez.2010 = 100)

Fevereiro de 2014 INDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IPC) MOÇAMBIQUE, (Base Dez.2010 = 100) INDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Moçambique Fevereiro de 2015 Base: Dezembro de 2010 Instituto Nacional de Estatística Índice de Preços no Consumidor Boletim Mensal Reprodução autorizada, excepto para fins

Leia mais

Expectativas de crescimento do investimento empresarial em 2016 Revisão em baixa do investimento em 2015

Expectativas de crescimento do investimento empresarial em 2016 Revisão em baixa do investimento em 2015 Inquérito de Conjuntura ao Investimento Inquérito de Outubro de 2015 29 de janeiro de 2016 Expectativas de crescimento do investimento empresarial em 2016 Revisão em baixa do investimento em 2015 De acordo

Leia mais

Av. 4 de Fevereiro nº 151, Luanda, Angola Caixa Postal 1243 Telefone/Fax: (+244) 222 339 125 www.bna.ao

Av. 4 de Fevereiro nº 151, Luanda, Angola Caixa Postal 1243 Telefone/Fax: (+244) 222 339 125 www.bna.ao Relatório de Inflação I trimestre de 2012 Av. 4 de Fevereiro nº 151, Luanda, Angola Caixa Postal 1243 Telefone/Fax: (+244) 222 339 125 www.bna.ao Relatório de Inflação I trimestre de 2012 3 Índice Sumário

Leia mais

As mudanças estruturais da economia brasileira. Henrique de Campos Meirelles

As mudanças estruturais da economia brasileira. Henrique de Campos Meirelles As mudanças estruturais da economia brasileira Henrique de Campos Meirelles Julho de 20 Inflação 18 16 14 12 8 6 4 2 IPCA (acumulado em doze meses) projeção de mercado 0 03 06 11 Fontes: IBGE e Banco Central

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Economia Portuguesa. GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP)

Economia Portuguesa. GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP) Economia Portuguesa 2009 GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP) MFAP GPEARI Unidade de Política Económica i i Ficha Técnica Título Economia Portuguesa

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Orçamento do Estado para 2005 Relatório Janeiro 2005 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Avª Infante D. Henrique, 1 1149-009 LISBOA Telefone:

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015

SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015 SONDAGEM INDUSTRIAL Dezembro de 2015 Indústria espera que as exportações cresçam no primeiro semestre de 2016 A Sondagem industrial, realizada junto a 154 indústrias catarinenses no mês de dezembro, mostrou

Leia mais

Banco Central de S. Tomé e Príncipe

Banco Central de S. Tomé e Príncipe Banco Central de S. Tomé e Príncipe CONJUNTURA MACROECONÓMICA IIIº Trimestre 2015 Disponível em: www.bcstp.st/publicações 1 ÍNDICE 1. RESUMO EXECUTIVO... 5 2. CONJUNTURA ECONÓMICA INTERNACIONAL... 6 2.1

Leia mais

CIRCULAR N/REFª : 09/2015 DATA: 09/01/15. ASSUNTO: Conjuntura Económica 3º Trimestre de 2014. Exmos. Senhores,

CIRCULAR N/REFª : 09/2015 DATA: 09/01/15. ASSUNTO: Conjuntura Económica 3º Trimestre de 2014. Exmos. Senhores, CIRCULAR N/REFª : 09/2015 DATA: 09/01/15 ASSUNTO: Conjuntura Económica 3º Trimestre de 2014 Exmos. Senhores, Junto se envia a Conjuntura Económica, elaborada pelo Gabinete de Estudos e Projectos, relativa

Leia mais

Evolução da FBCF Empresarial em valor Taxa de Variação Anual

Evolução da FBCF Empresarial em valor Taxa de Variação Anual Inquérito de Conjuntura ao Investimento Inquérito de Abril de 2011 08 de Julho de 2011 Revisão em baixa das expectativas de investimento empresarial em 2011. De acordo com as intenções manifestadas pelas

Leia mais

Em termos nominais, as exportações aumentaram 2,1% e as importações diminuíram 3,5%

Em termos nominais, as exportações aumentaram 2,1% e as importações diminuíram 3,5% Estatísticas do Comércio Internacional Fevereiro 2015 09 de abril de 2015 Em termos nominais, as exportações aumentaram 2,1% e as importações diminuíram 3,5% As exportações de bens aumentaram 2,1% e as

Leia mais

RELATÓRIO O SECTOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL EM 2010

RELATÓRIO O SECTOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL EM 2010 RELATÓRIO O Sector da Construção em Portugal em 2010 Setembro de 2011 Ficha Técnica Título: Relatório O Sector da Construção em Portugal em 2010 Autoria: Catarina Gil Coordenação Geral: Pedro Ministro

Leia mais

Portugal: Mantém-se o ritmo de recuperação débil, mas estável, em 4T14

Portugal: Mantém-se o ritmo de recuperação débil, mas estável, em 4T14 dez 1 ANÁLISE ECONÓMICA Portugal: Mantém-se o ritmo de recuperação débil, mas estável, em T1 Miguel Jiménez / Agustín García / Diego Torres / Massimo Trento / Ana María Almeida Claudino Neste último trimestre

Leia mais

Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário

Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário Boletim Econômico e do Setor Portuário Junho de 2014 Sumário Indicadores da Economia Nacional... 2 O Produto Interno Bruto PIB no primeiro trimestre de 2014... 2 Os Índices de Inflação... 3 O Mercado de

Leia mais

Em termos nominais, as exportações aumentaram 8,2% e as importações aumentaram 7,4%

Em termos nominais, as exportações aumentaram 8,2% e as importações aumentaram 7,4% Estatísticas do Comércio Internacional Abril 215 9 de junho de 215 Em termos nominais, as exportações aumentaram 8,2% e as importações aumentaram 7,4% As exportações de bens aumentaram 8,2% e as importações

Leia mais

Previsões macroeconómicas incluídas no Projeto de Plano Orçamental 2016. Parecer do Conselho das Finanças Públicas

Previsões macroeconómicas incluídas no Projeto de Plano Orçamental 2016. Parecer do Conselho das Finanças Públicas Previsões macroeconómicas incluídas no Projeto de Plano Orçamental Parecer do Conselho das Finanças Públicas de janeiro de O Conselho das Finanças Públicas é um órgão independente, criado pelo artigo.º

Leia mais

Análise de Conjuntura do Sector da Construção 2º trimestre 2014

Análise de Conjuntura do Sector da Construção 2º trimestre 2014 Análise de Conjuntura do Sector da Construção 2º trimestre 2014 Apreciação Global Os dados estatísticos disponíveis para o 2º trimestre de 2014 parecem confirmar finalmente, e pela primeira vez em muitos

Leia mais

A economia Angolana não entrará em recessão: Esta é a frase de ordem! (1parte)

A economia Angolana não entrará em recessão: Esta é a frase de ordem! (1parte) 1 26 de Outubro de 2015 A economia Angolana não entrará em recessão: Esta é a frase de ordem! (1parte) Em Outubro de 2014 o Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2015 previa uma taxa de crescimento real

Leia mais

Manhã Técnica. Mercados Florestais

Manhã Técnica. Mercados Florestais Manhã Técnica Mercados Florestais APFC Associação de Produtores Florestais de Coruche 27. 03. 2015 2 Enquadramento Tx Câmbio EURO/USD 3 Tendência de diminuição desde o 2.ª T 2014 que favorece as nossas

Leia mais

Relatório de Gestão. Enquadramento Macroeconómico / Setorial

Relatório de Gestão. Enquadramento Macroeconómico / Setorial Relato Financeiro Intercalar 1º trimestre de 2014 = Contas Consolidadas = (Não Auditadas) Elaboradas nos termos do Regulamento da CMVM nº 5/2008 e de acordo com a IAS34 Relatório de Gestão Enquadramento

Leia mais

Balanço de Pagamentos

Balanço de Pagamentos Balanço de Pagamentos Agosto/2015 22 de setembro de 2015 Resumo dos Resultados Em agosto de 2015, o déficit em Transações Correntes foi de US$ 2,5 bilhões, resultado superior ao observado em agosto de

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic

Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic III Mercado Financeiro e de Capitais Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado A taxa Selic efetiva totalizou 8,2% em 213 e a taxa Selic real acumulada no ano, deflacionada pelo IPCA, atingiu 2,2%.

Leia mais

Em termos nominais, as exportações aumentaram 0,9% e as importações diminuíram 1,8%

Em termos nominais, as exportações aumentaram 0,9% e as importações diminuíram 1,8% Estatísticas do Comércio Internacional Janeiro 2015 12 de Março de 2015 Em termos nominais, as exportações aumentaram 0,9% e as importações diminuíram 1,8% As exportações de bens aumentaram 0,9% e as importações

Leia mais

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO Exame Nacional de 2006 (1.ª Fase, versão 1) 1. B 16. C 11. C 16. B 2. C 17. D 12. D 17. D 3. A 18. D 13. C 18. B 4. B 19. A 14. D 19. A 5. B 10. A 15. A 20. C I II 1. A recuperação

Leia mais

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica

Leia mais

Evolução Recente dos Preços das Matérias-Primas Internacionais e Impacto na Taxa de inflação

Evolução Recente dos Preços das Matérias-Primas Internacionais e Impacto na Taxa de inflação Evolução Recente dos Preços das Matérias-Primas Internacionais e Impacto na Taxa de inflação Alda Rito e Clara Synek* Uma das principais preocupações existentes actualmente relaciona-se com a forte subida

Leia mais

Contas Nacionais Trimestrais

Contas Nacionais Trimestrais Contas Nacionais Trimestrais 30 de Setembro de 2015 2º Trimestre 2015 Contacto (s): José Fernandes Próxima edição: 31 Dezembro 2015 Joses.Fernandes@ine.gov.cv Nataniel Barros Nataniel.L.Barros@GOVCV.gov.cv

Leia mais

1. ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS

1. ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS 1. ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS 1.1. CONTEXTO MACROECONÓMICO INTERNACIONAL O enquadramento internacional em 13 foi marcado por uma recuperação gradual da atividade, com um crescimento mais expressivo

Leia mais

Relatório Tipo Dezembro de 20XX

Relatório Tipo Dezembro de 20XX Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: mail@alvimrocha.com 4250-313 Porto www.alvimrocha.com

Leia mais

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros .2 Situação patrimonial dos setores não financeiros No primeiro semestre de 203, prosseguiu o processo de ajustamento gradual dos desequilíbrios no balanço dos particulares 3 Nos primeiros seis meses de

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Introdução Guilherme R. S. Souza e Silva * Lucas Lautert Dezordi ** Este artigo pretende

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

1. Atividade Econômica

1. Atividade Econômica Julho/212 O Núcleo de Pesquisa da FECAP apresenta no seu Boletim Econômico uma compilação dos principais indicadores macroeconômicos nacionais que foram publicados ao longo do mês de referência deste boletim.

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Expectativas de aumento do investimento empresarial em 2014

Expectativas de aumento do investimento empresarial em 2014 Inquérito de Conjuntura ao Investimento Inquérito de abril de 2014 09 de julho de 2014 Expectativas de aumento do investimento empresarial em 2014 De acordo com as intenções manifestadas pelas empresas

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 9 setembro 211 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia e do Emprego G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais

Leia mais

Visita a familiares e amigos e alojamento gratuito impulsionam deslocações dos residentes

Visita a familiares e amigos e alojamento gratuito impulsionam deslocações dos residentes PROCURA TURÍSTICA DOS RESIDENTES 4º Trimestre 2012 02 maio de 2013 Visita a familiares e amigos e alojamento gratuito impulsionam deslocações dos residentes No 4º trimestre de 2012, os residentes efetuaram

Leia mais

Informativo Semanal de Economia Bancária

Informativo Semanal de Economia Bancária 1 Comentário Semanal A semana começa ainda sob impacto do debate acerca da evolução do quadro fiscal e seus possíveis efeitos sobre o crescimento da economia e, conseqüentemente, sobre os juros em 2010.

Leia mais

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIO GLOBAL Crescimento global de 3,4 % em 2013 O mundo retoma a média histórica de crescimento (3,4% a.a) Zona do Euro sai da recessão Os EEUU

Leia mais

Construção Civil. Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços.

Construção Civil. Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços. Construção Civil Construção Civil Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços. edificações residenciais; edificações

Leia mais

EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Economia A 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 712/2.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Previsões macroeconómicas subjacentes ao Programa de Estabilidade 2016-2020. Parecer do Conselho das Finanças Públicas

Previsões macroeconómicas subjacentes ao Programa de Estabilidade 2016-2020. Parecer do Conselho das Finanças Públicas Previsões macroeconómicas subjacentes ao Programa de Estabilidade 2016-2020 Parecer do Conselho das Finanças Públicas 20 de abril de 2016 O Conselho das Finanças Públicas é um órgão independente, criado

Leia mais

Menos Crédito e destruição de emprego continuam a refletir grave crise na Construção

Menos Crédito e destruição de emprego continuam a refletir grave crise na Construção Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Conjuntura da Construção n.º 71 Agosto

Leia mais