Indicadores de Conjuntura Disponível em Publicações

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Indicadores de Conjuntura 4 2009. Disponível em www.bportugal.pt Publicações"

Transcrição

1 Indicadores de Conjuntura 2009 Disponível em Publicações

2 ENQUADRAMENTO DA ECONOMIA PORTUGUESA Na reunião de 2 de Abril, o Conselho do Banco Central Europeu (BCE) reduziu as taxas de juro oficiais em 2 pontos base (p.b.), fixando a taxa de juro aplicável às operações principais de refinanciamento em 1.2 por cento e as taxas da facilidade permanente de absorção e de cedência de liquidez em 0.2 e 2.2 por cento, respectivamente. O Conselho referiu que as pressões sobre os preços vão permanecer reduzidas, reflectindo a queda substancial do preço das matérias-primas e o acentuado enfraquecimento da actividade económica na área do euro e a nível global. A última informação disponível confirmou que a economia mundial, incluindo a área do euro, está a atravessar uma acentuada desaceleração da actividade económica. De acordo com o Conselho, tanto a procura mundial como a procura da área do euro devem permanecer muito fracas ao longo de 2009 e recuperar gradualmente ao longo de Os indicadores disponíveis de expectativas de inflação a médio e a mais longo prazo permanecem firmemente ancorados em conformidade com o objectivo do Conselho do BCE de manter as taxas de inflação em níveis inferiores mas próximos de 2 por cento no médio prazo. A análise monetária corrobora a avaliação do Conselho de redução das pressões inflacionistas. O Conselho do BCE espera que, após esta decisão de redução de taxas de juro, a estabilidade de preços se mantenha no médio prazo, apoiando o poder de compra das famílias na área do euro. O Conselho do BCE irá continuar a assegurar que as expectativas de inflação a médio prazo se mantêm firmemente ancoradas, o que é indispensável para apoiar um crescimento económico sustentável e o emprego e contribui para a estabilidade financeira. Assim, o Conselho do BCE irá continuar a acompanhar muito atentamente todos os desenvolvimentos no período que se segue. No dia 6 de Abril, o BCE, o Banco de Inglaterra, a Reserva Federal, o Banco do Japão e o Banco Nacional da Suíça anunciaram acordos cambiais recíprocos temporários (swap) que permitem a cedência de liquidez em moeda estrangeira pela Reserva Federal a instituições financeiras nos Estados Unidos. Caso seja necessário, serão cedidos euros, libras esterlinas, ienes e francos suíços à Reserva Federal por via destes acordos de swap com os respectivos bancos centrais. Neste âmbito, o BCE aprovou uma linha de swap com a Reserva Federal no montante de 80 mil milhões de euros até 30 de Outubro de No mercado monetário do euro, as taxas de juro Euribor para a generalidade dos prazos mantiveram a evolução descendente observada desde o terceiro trimestre de Assim, no dia 1 de Abril as taxas de juro para os prazos de um, três, seis e doze meses situavam-se em 0.99, 1.2, 1.60 e 1.77 por cento, respectivamente, o que corresponde a reduções entre 27 e p.b. face ao final de Fevereiro. Entre o final de Fevereiro e o dia 1 de Abril, o euro apreciou 0.6 por cento em termos nominais efectivos. Em termos bilaterais, o euro registou apreciações de 6.1 por cento face ao iene,.2 por cento face ao dólar e 1.7 por cento face ao franco suíço, que foram parcialmente compensadas por uma depreciação de 1.2 por cento face à libra esterlina. Em Março, a taxa de variação homóloga do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) na área do euro diminuiu de 1.2 por cento em Fevereiro para 0.6 por cento, o que compara com 3.6 por cento em Março do ano anterior. A redução da inflação em Março reflectiu essencialmente uma queda mais 3

3 2009 Abril acentuada dos bens energéticos (-8.1por cento face a -.9 por cento em Fevereiro) e uma desaceleração dos serviços (de 2. para 1.9 por cento), associada à evolução dos preços dos serviços de férias organizadas, alojamento e transporte aéreo de passageiros. Os bens alimentares verificaram também uma desaceleração, quer no caso dos bens transformados (de 2.0 para 1.6 por cento) quer no caso dos não transformados (de 3.3 para 2. por cento). Os preços dos bens industriais não energéticos foram a única componente do IHPC a registar uma aceleração em Março (de 0.7 para 0.8 por cento). O preço internacional do petróleo registou uma tendência de subida durante a segunda quinzena de Março, que foi posteriormente interrompida. No dia 1 de Abril, o preço do brent situava-se em 2.7 dólares por barril (0.0 euros), o que representa um aumento de 1.6 por cento em relação ao final de Fevereiro (11.0 por cento em euros). A segunda estimativa de contas nacionais reviu em baixa o crescimento em cadeia do PIB da área do euro no quarto trimestre de 2008, de -1. para -1.6 por cento (de -1.3 para -1. por cento em termos homólogos). Face à estimativa anterior, os contributos da procura interna e das exportações líquidas para o crescimento em cadeia do PIB foram em ambos os casos revistos em -0.1 p.p., para -0.7 e -0.9 p.p., respectivamente. Em termos de componentes, verificaram-se revisões significativas ao nível da procura interna, nomeadamente, a queda do consumo privado no quarto trimestre foi revista em baixa (de -0.9 por cento em cadeia para -0.3 por cento) e a redução da FBCF foi revista em alta (de -2.7 para -.0 por cento). No que se refere às exportações líquidas, verificou-se uma revisão em baixa da contracção registada quer pelas exportações (de -7.3 para -6.7 por cento em cadeia) quer das importações (de -. para -.7 por cento). As previsões intercalares da OCDE, divulgadas no final de Março, apontam para uma contracção significativa da actividade económica no conjunto das economias pertencentes à OCDE em 2009, seguida de uma recuperação moderada e gradual da actividade económica ao longo do ano seguinte, que se deverá traduzir numa quase estagnação do PIB da OCDE, em termos médios anuais, em 2010 (Anexo 1). Nas principais economias, o PIB deverá registar quedas de 6.6 por cento no Japão,.1 por cento na área do euro,.0 por cento nos Estados Unidos e 3.7 por cento no Reino Unido em 2009, seguidas de variações de -0., -0.3, 0.0 e -0.2 por cento, respectivamente, em No que respeita à inflação, a OCDE prevê que a variação média anual do Índice de Preços no Consumidor seja negativa no Japão em 2009 e 2010 (-1.2 e -1.3 por cento, respectivamente) e nos Estados Unidos em 2009 (-0. por cento) seguida de um aumento para 0. por cento em Na área do euro, a variação média anual do IHPC deverá situar-se em 0.6 por cento em 2009 e 0.7 por cento em 2010 e no Reino Unido, em 2.0 e 1.7 por cento, respectivamente, naqueles anos. Face às previsões de Dezembro de 2008, as previsões actuais da OCDE representam uma significativa revisão em baixa das perspectivas quer para o crescimento da actividade quer para a inflação. Banco de Portugal Indicadores de Conjuntura

4 ECONOMIA PORTUGUESA Em Março de 2008, o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial da actividade económica, calculado pelo Banco de Portugal, diminuiu face ao observado no mês anterior. No mesmo período, o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial do consumo privado, calculado pelo Banco de Portugal, registou igualmente uma diminuição face ao mês anterior 1. No que diz respeito ao consumo privado, no trimestre terminado em Fevereiro, o índice de volume de negócios no comércio a retalho 2, divulgado pelo INE, diminuiu 3.8 por cento em termos reais (-1.7 por cento no quarto trimestre de 2008). No primeiro trimestre de 2009, as vendas de veículos ligeiros de passageiros, incluindo todo-o-terreno, registaram uma diminuição de 2. por cento, em termos homólogos, após um aumento de 9.1 por cento no quarto trimestre de Esta evolução terá sido afectada pelas alterações na tributação sobre veículos em vigor desde Janeiro de 2009 e que se traduziram numa antecipação da compra de veículos automóveis no mês de Dezembro de Relativamente à formação bruta de capital fixo, no primeiro trimestre de 2009, as vendas de veículos comerciais ligeiros diminuíram 0.6 por cento, em termos homólogos (-10.2 por cento no quarto trimestre de 2008), enquanto as vendas de veículos comerciais pesados registaram uma queda de 39.3 por cento (redução de 23. por cento no quarto trimestre de 2008). No mesmo período, as vendas de cimento das empresas nacionais para o mercado interno diminuíram 16.9 por cento, em termos homólogos (-1.6 por cento no quarto trimestre de 2008). No primeiro trimestre de 2009, de acordo com os Inquéritos de Opinião da Comissão Europeia, verificou-se uma diminuição da confiança dos consumidores, na indústria transformadora, no sector da construção, no comércio a retalho e no sector dos serviços, relativamente ao quarto trimestre de 2008, para valores mínimos históricos. No entanto, é de salientar a melhoria da generalidade dos indicadores de confiança no mês de Março em relação ao mês anterior, apesar de continuarem a apresentar níveis inferiores aos registados no último trimestre de De acordo com informação relativa ao comércio internacional de mercadorias, divulgada pelo INE, em Janeiro, as exportações nominais registaram uma redução de 28.6 por cento, em termos homólogos, enquanto as importações diminuíram 26. por cento (variações de 1.0 e 7.2 por cento, respectivamente, no conjunto de 2008). No mesmo período, excluindo combustíveis, as exportações caíram 26.8 por cento e as importações diminuíram 2.3 por cento (variações de -0. e 3.6 por cento, respectivamente, em 2008). Considerando a informação preliminar relativa ao comércio internacional divulgada no âmbito do SDDS 3, em Fevereiro de 2009, as exportações nominais registaram uma redução de 31.3 por cento, em termos homólogos, enquanto as importações diminuíram 3.1 por cento. (1) Refira-se que os indicadores coincidentes mensais calculados pelo Banco de Portugal, por definição, não têm componente irregular pelo que apresentam um perfil alisado. Para mais detalhes acerca da metodologia ver Rua (200), Um novo indicador coincidente para a economia portuguesa, Banco de Portugal, Boletim Económico-Junho e Rua (200), Um novo indicador coincidente para o consumo privado em Portugal, Banco de Portugal, Boletim Económico-Outono (2) Não considera as vendas de veículos automóveis e motociclos. Com os dados de Janeiro de 2009, o INE publicou novas séries do índice de volume de negócios no comércio a retalho com valores retrospectivos desde Janeiro de (3) O SDDS (Special Data Dissemination Standard) foi criado pelo FMI e visa a divulgação de informação estatística. Em Portugal, a informação estatística abrangida pelo SDDS é compilada por diversas entidades nacionais (Ministério das Finanças, INE, Euronext e Banco de Portugal). Para mais detalhes, ver

5 2009 Abril Em Março, a taxa de variação homóloga do IPC registou uma diminuição de 0.6 p.p. para -0. por cento, enquanto a taxa de variação média anual diminuiu 0.2 p.p. para 1.9 por cento. O comportamento da inflação em Março reflectiu em larga medida a forte desaceleração dos preços dos bens, que registaram uma variação homóloga de -1.7 por cento (-0.8 por cento em Fevereiro), sendo de salientar em particular a manutenção da tendência de queda dos preços dos bens energéticos (-11.2 por cento, após -9. por cento em Fevereiro) e a acentuada desaceleração dos preços dos bens alimentares transformados (de 2.2 por cento, em Fevereiro, para 0.6 por cento). Por sua vez, a variação homóloga dos preços dos serviços registou igualmente uma diminuição, situando-se em 1.7 por cento (1.9 por cento em Fevereiro). Em Março, a taxa de variação homóloga do IHPC registou uma diminuição de 0.7 p.p. para -0.6 por cento, tendo a taxa de variação média anual diminuído 0.3 p.p., para 1.9 por cento. No final do mês de Março, o Instituto Nacional de Estatística enviou à Comissão Europeia a primeira notificação de 2009 no âmbito do Procedimento dos Défices Excessivos. De acordo com os dados reportados, o défice das administrações públicas em 2008 situou-se em 2.6 por cento do PIB, valor idêntico ao observado em O rácio da dívida pública agora apurado cifrou-se em 66. por cento no final de 2008, o que representa um aumento de 2.9 p.p. face ao registado no final do ano anterior. De acordo com o Boletim Mensal da Direcção Geral do Orçamento de Fevereiro de 2009,areceita fiscal do Estado diminuiu 9. por cento nos primeiros dois meses de 2009, face ao observado no ano anterior, reflectindo reduções na colecta quer dos impostos directos quer dos impostos indirectos (com quedas de 7.3 e 10. por cento, respectivamente). É de salientar, pela sua importância, a evolução marcadamente negativa da receita do IVA, que registou uma taxa de variação homóloga de por cento. A despesa corrente primária do Estado cresceu. por cento até Fevereiro. O défice do Estado em contabilidade pública ascendeu a 907 milhões nos primeiros dois meses de 2009, o que compara com 73 milhões no mesmo período do ano anterior. Segundo o mesmo boletim, as contribuições para o Regime Geral da Segurança Social registaram até Fevereiro um aumento muito moderado (1.1 por cento). De referir, adicionalmente, que a despesa em pensões e os montantes despendidos com subsídios de desemprego e apoios ao emprego cresceram 3.2 e 8.7 por cento, respectivamente. Por seu turno, a despesa com pensões e abonos da responsabilidade da Caixa Geral de Aposentações apresentou, no mesmo período, uma taxa de variação de 6.8 por cento. Em Fevereiro, os empréstimos bancários ao sector não monetário (excluindo administrações públicas) voltaram a abrandar, reflectindo a desaceleração dos empréstimos ao sector privado não financeiro. A taxa de variação dos empréstimos bancários a instituições financeiras não monetárias manteve-se virtualmente inalterada. Em linha com os últimos meses, em Fevereiro a desaceleração dos empréstimos concedidos ao sector privado não financeiro foi comum aos segmentos das sociedades não financeiras e dos particulares. A taxa de variação dos empréstimos a sociedades não financeiras reduziu-se 0.6 p.p., para 8.7 por cento. Por () Em Janeiro de 2009, O INE iniciou a divulgação das séries de IPC com uma nova base (base 2008). Para mais informações, consultar () As taxas de variação anual são calculadas com base na relação entre saldos de empréstimos bancários em fim de mês, ajustados de operações de titularização, e transacções mensais, as quais são calculadas a partir de saldos corrigidos de reclassificações, de abatimentos ao activo e de reavaliações cambiais e de preço. 6 Banco de Portugal Indicadores de Conjuntura

6 seu turno, a taxa de variação dos empréstimos a particulares fixou-se em 3. por cento, verificando uma redução de 0. p.p. (que esteve associada a diminuições de 0.3 p.p. no segmento dos empréstimos para habitação e de 0.7 p.p. no segmento de empréstimos para consumo e outros fins). Em Fevereiro, as taxas de juro médias sobre saldos das operações activas e passivas registaram novamente reduções em todos os segmentos considerados 6. No caso das taxas associadas a empréstimos, as reduções foram de 38, 2 e 19 p.b., respectivamente nos segmentos de sociedades não financeiras, particulares para aquisição de habitação e particulares para consumo e outros fins. A taxa de juro aplicada ao saldo de depósitos bancários do sector privado não financeiro com prazo acordado até 2 anos diminuiu 21 p.b., sendo de salientar a redução de 1 p.b. na taxa praticada nos depósitos de sociedades não financeiras. No final de Março, a taxa de rendibilidade das obrigações do Tesouro com maturidade residual de 10 anos situava-se em.7 por cento, menos 28 p.b. face ao valor final de Fevereiro. Esta redução superou a observada na taxa de rendibilidade dos títulos de dívida pública alemã com características semelhantes (que diminuiu 12 p.b. no mesmo período), tendo-se assim verificado uma redução do diferencial entre as taxas dos dois países. No dia 1 de Abril, a taxa relativa à dívida pública portuguesa fixou-se em.3 por cento. Em Março, o índice PSI Geral registou um aumento de.0 por cento, em termos de valores de fim de período. No mesmo período, o índice Dow Jones Euro Stoxx apresentou uma valorização semelhante. Na primeira metade de Abril, o índice accionista português manteve uma trajectória de valorização, que se situou em cerca de 6 por cento. (6) As taxas de juro são calculadas como médias de taxas de juro sobre saldos de empréstimos e depósitos de IFM denominados em euros, face a residentes da área do euro, para cada sector e/ou finalidade, em cada classe de prazo contratual, ponderados pelos respectivos montantes em dívida em final de mês

7 PRODUTO INTERNO BRUTO Taxa de variação homóloga TAXA DE DESEMPREGO PREÇOS NO CONSUMIDOR Taxa de variação homóloga EUA Área do euro Japão Reino Unido - v.c.s EUA Área do euro Reino Unido * Japão Reino Unido EUA Área do euro * Japão Fontes: Eurostat e Thomson Reuters. Fontes: Eurostat e Thomson Reuters. Nota: *Média móvel de 3 meses. Fontes: Eurostat e Thomson Reuters. Nota: * Ver nota (3) do Quadro 1. PRODUTO INTERNO BRUTO E PRODUÇÃO INDUSTRIAL ÁREA DO EURO Taxa de variação homóloga INDICADORES DE CONFIANÇA ÁREA DO EURO ÍNDICE HARMONIZADO DE PREÇOS NO CONSUMIDOR ÁREA DO EURO* IPI (esc. direita) PIB Média móvel 3 meses, em percentagem Saldos de respostas extremas - v.c.s Consumidores Indústria Taxa de variação homóloga Taxa de variação média Fonte: Eurostat. Fonte: Comissão Europeia. Fonte: Eurostat. Nota: * Ver nota (3) do Quadro 1. 9

8 TAXAS DE JURO DE INTERVENÇÃO DO BCE EVOLUÇÃO DO AGREGADO MONETÁRIO M3 NA ÁREA DO EURO CURVA DE RENDIMENTOS DO MERCADO MONETÁRIO NA ÁREA DO EURO..0 Facilidade de cedência. de liquidez 3Jul 6Jun Mar 7Dez 3Ago Operações principais de refinanciamento 8Out 6Nov 3.0 2Mar 8Jun Facilidade de depósito Dez Jan Mar /06 0/06 07/06 10/06 01/07 0/07 07/07 10/07 Nota: Data de anúncio da alteração. 01/08 0/08 07/08 10/08 01/09 2Abr 0/ Média móvel de três meses (centrada) Taxa de variação homóloga.0 Jan0 Mai Set Jan06 Mai Set Jan07 Mai Set Jan08 Mai Set Jan09 Nota: Ver nota (3) do Quadro Fev Mar mês 3 meses 6 meses 12 meses TAXAS DE JURO DE CURTO E LONGO PRAZOS NA ÁREA DO EURO TAXA DE CÂMBIO NOMINAL EFECTIVA DO EURO E TAXAS DE CÂMBIO FACE AO DÓLAR E AO IENE Índice, Janeiro 200=100 ÍNDICES DE COTAÇÕES DE ACÇÕES Índice, Janeiro 200= Taxa de rendibilidade das obrigações da dívida pública a 10 anos Iene Nikkei 22 Dow Jones EURO STOXX EURIBOR a 3 meses Dólar Taxa de câmbio nominal efectiva S&P Jan0 Jul0 Jan06 Jul06 Jan07 Jul07 Jan08 Jul08 Jan09 Nota: Valores diários. 80 Jan0 Jul0 Jan06 Jul06 Jan07 Jul07 Jan08 Jul08 Jan09 Nota: Valores diários. 0 Jan0 Jul0 Jan06 Jul06 Jan07 Jul07 Jan08 Jul08 Jan09 Nota: Valores diários. 11

9 INDICADORES DE CONFIANÇA PORTUGAL INDICADORES COINCIDENTES DA ACTIVIDADE E DO CONSUMO PRIVADO PORTUGAL Taxa de variação homóloga TAXA DE DESEMPREGO PORTUGAL Saldos de respostas extremas - v.c.s Indústria Consumidores Consumo Actividade Fonte: Comissão Europeia. Nota: Ver nota (1) dos Quadros e. Fonte: INE. ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR PORTUGAL ÍNDICE HARMONIZADO DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Taxa de variação homóloga INDICADORES DE INFLAÇÃO PORTUGAL Taxa de variação homóloga Taxa de variação média Taxa de variação homóloga Portugal Diferencial (p.p.) Área do Euro Serviços Bens Diferencial (p.p.) Fonte: INE. Notas: Ver nota (1) do Quadro 6. Fonte: Eurostat. Fontes: INE e Banco de Portugal. Nota: Ver nota (1) do Quadro 6. 13

10 Quadro 1 Área do Euro Abril 2009 INDICADORES DE ACTIVIDADE, MERCADO DE TRABALHO E INFLAÇÃO Até ao mês v.a. II III IV I II III IV I Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar CONTAS NACIONAIS Produto Interno Bruto (PIB) (t.v.h.) Consumo Privado Consumo Público Formação Bruta de Capital Fixo Exportações (1) Importações (1) Contributos para a t.v.h. do PIB (p.p.) Procura Interna (excl. var. de existências) Variação de Existências Procura Externa Líquida INDICADORES DE ACTIVIDADE Índice de Produção Industrial (t.v.h.) (2) Total (exclui construção) Fev Bens Intermédios Fev Bens de Consumo Fev Bens de Consumo Não Duradouros Fev Bens de Consumo Duradouros Fev Bens de Investimento Fev Energia Fev Indústria Transformadora Fev Vendas a Retalho (volume) (t.v.h.) (2) Fev Indicadores de Confiança (v.c.s.) Indicador de Sentimento Económico (índice =100) Mar Indicador de Confiança dos Consumidores (s.r.e.) Mar Indicador de Confiança na Indústria (s.r.e.) Mar Indicador de Confiança na Construção (s.r.e.) Mar Indicador de Confiança no Comércio a Retalho (s.r.e.) Mar Indicador de Confiança nos Serviços (s.r.e.) Mar MERCADO DE TRABALHO Taxa de desemprego (%) (v.c.s.) Fev Número de desempregados (t.v.h.) Fev INFLAÇÃO Índice harmonizado de preços no consumidor (IHPC) - Total (3) Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga Mar Taxa de variação média Principais agregados do IHPC (t.v.h.) (3) Bens Mar Alimentares Mar Não transformados Mar Transformados Mar Industriais Mar Não energéticos Mar Energéticos Mar Serviços Mar Índice de preços no produtor - Indústria (exclui construção) (t.v.h.) Fev Fontes: Eurostat, Comissão Europeia e cálculos do Banco de Portugal. Notas: (1) Inclui o comércio entre países participantes na área do euro. (2) Corrigido de variações no número de dias úteis. (3) Inclui os países pertencentes à área do euro em cada momento do tempo. v.a. t.v.h. p.p. v.c.s. s.r.e. valores acumulados. taxa de variação homóloga. pontos percentuais. valores corrigidos de sazonalidade. saldos de respostas extremas. 1

11 Quadro 2 Área do Euro PRINCIPAIS INDICADORES MONETÁRIOS E FINANCEIROS Unidades Dez Jun Set Dez Mar Jun Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Taxas de câmbio do euro Dólar dólares, valores médios dólares, fim de período Iene ienes, valores médios ienes, fim de período Índice de taxa de câmbio nominal efectiva (1) 1999-T1=100, valores médios T1=100, fim de período Taxas de juro Taxas de intervenção do Eurosistema Operações principais de refinanciamento em %, fim de período Facilidade permanente de cedência de liquidez em %, fim de período Facilidade permanente de depósito em %, fim de período Mercado monetário interbancário Overnight (EONIA) em %, valores médios em %, fim de período Euribor a 1 mês em %, valores médios em %, fim de período Euribor a 3 meses em %, valores médios em %, fim de período Euribor a 6 meses em %, valores médios em %, fim de período Euribor a 12 meses em %, valores médios em %, fim de período Taxas de rendibilidade das obrigações de dívida pública (2) anos em %, valores médios anos em %, valores médios em %, fim de período Mercados bolsistas Indice Dow Jones Euro Stoxx em pontos, valores médios em pontos, fim de período Agregados monetários (3) M1 em %, t.v.h M3 em %, t.v.h Média móvel de 3 meses (centrada) Fontes: BCE e Bloomberg. Os dados têm subjacente a composição variável da área do euro, excepto para o índice de taxa de câmbio nominal efectiva. Notas: (1) ITCE-21. Cálculo do BCE. Uma variação positiva representa uma apreciação. (2) Cálculo do BCE. Os ponderadores são os montantes em circulação para cada prazo residual. (3) As taxas de crescimento dos agregados monetários são calculadas com base em stocks e fluxos mensais corrigidos de sazonalidade e de efeitos de calendário do fim do mês, conforme descrito no Boletim Mensal do BCE. t.v.h. taxa de variação homóloga. 17

12 Quadro 3 Área do Euro OPERAÇÕES DE POLÍTICA MONETÁRIA DO EUROSISTEMA COLOCADAS ATRAVÉS DE LEILÕES Milhões de euros, salvo indicação em contrário Data da colocação Tipo de operação Propostas (montantes) Colocação (montantes) Leilões de taxa de juro fixa (%) Leilões de taxa de juro variável (%) Marginal Média Ponderada Mínima/Máxima da Proposta (1) Prazo de (...) dias EONIA/Euribor (%) (2) Prazo alargado (3) Prazo alargado (3) Principal Prazo alargado Principal Principal Principal Prazo alargado (3) Prazo alargado (3) Principal Ocasional de absorção Principal Refinanciamento com prazo especial Principal Prazo alargado Principal Ocasional de absorção Principal Refinanciamento com prazo especial Prazo alargado (3) Prazo alargado (3) Principal Principal Prazo alargado Principal Ocasional de absorção Principal Refinanciamento com prazo especial Prazo alargado (3) Prazo alargado (3) Principal Principal Prazo alargado Principal Fonte: BCE. Notas: (1)Taxa mínima (máxima) da proposta aceite nas operações de cedência (absorção) de liquidez. (2) No caso das operações de prazo alargado, considera-se a taxa Euribor com prazo idêntico ao da operação, à data da colocação. (3) Suplementar. 19

13 Quadro Portugal INDICADORES DE CONSUMO, DE INVESTIMENTO E DE COMÉRCIO INTERNACIONAL Abril Até ao mês v.a. II III IV I II III IV I Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar CONSUMO Indicador Coincidente do Consumo Privado (t.v.h.) (1) Mar Indicador de Confiança dos Consumidores - s.r.e. (v.c.s.) (2) Mar Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho (3) Nominal Fev Deflacionado Fev Inquérito de Conj. ao Comércio a Retalho - s.r.e. (n.c.v.s.) Volume de vendas Mar Vendas de automóveis ligeiros de passageiros (t.v.h.) () Mar EQUIPAMENTO E MATERIAL DE TRANSPORTE Índice de Produção Industrial (t.v.h.) Bens de investimento Fev Índice de Volume de Negócios na Indústria (t.v.h.) Bens de investimento Jan Inquérito de Conjuntura à Ind. Transf. - s.r.e. (n.c.v.s.) Fabricação de automóveis - produção Mar Outros bens de equipamento - produção Mar Vendas de veículos comerciais (t.v.h.) Ligeiros () Mar Pesados Mar CONSTRUÇÃO Vendas de cimento (t.v.h.) (6) Mar Indicador de Confiança s.r.e. (v.c.s.) (2) Mar COMÉRCIO INTERNACIONAL DE MERCADORIAS Exportações (t.v.h.) Total (7) Fev Total sem combustíveis Jan Importações (t.v.h.) Total (7) Fev Total sem combustíveis Jan Extra-comunitário (8) Exportações (t.v.h.) Total Fev Total sem combustíveis Fev Importações (t.v.h.) Total Fev Total sem combustíveis Fev COMÉRCIO INTERNACIONAL DE SERVIÇOS Exportações (t.v.h.) Importações (t.v.h.) Jan Jan Fontes: INE, ACAP, Comissão Europeia, Cimpor, Secil e Banco de Portugal. Notas: (1) Ver metodologia em Rua (200), Um novo indicador coincidente para o consumo privado em Portugal, Banco de Portugal, Boletim Económico-Outono. (2) Fonte: Comissão Europeia. (3) Não considera as vendas de veículos automóveis e motociclos. () Desde Janeiro de 2006, a classificação estatística dos veículos ligeiros de passageiros sofreu uma alteração, passando esta categoria a incluir os monovolumes com mais de 2300 kg de peso bruto. As taxas de variação homóloga foram calculadas com base em universos comparáveis. () Desde Janeiro de 2006, a classificação estatística dos veículos comerciais ligeiros sofreu uma alteração, passando esta categoria a excluir os monovolumes com mais de 2300 kg de peso bruto. As taxas de variação homóloga foram calculadas com base em universos comparáveis. (6) Vendas de cimento das empresas nacionais para o mercado interno excluindo importações de cimento.(7) O valor referente ao último mês tem por base a estimativa preliminar divulgada no âmbito do Special Data Dissemination Standard do FMI. (8) Em consequência da integração na União Europeia de dois novos Estados-Membros (Bulgária e Roménia) em 1 de Janeiro de 2007, o INE deixou de incluir estes países na informação relativa ao comércio extra-comunitário, passando a incluí-los nas estatísticas do comércio intracomunitário. As taxas de variação homóloga foram calculadas com base em universos comparáveis. v.a. mm3 s.r.e. t.v.h. n.c.v.s. v.c.s. t.v.a. valores acumulados. médias móveis de três meses. saldos de respostas extremas. taxas de variação, em percentagem, calculadas sobre o período homólogo. valores não corrigidos de sazonalidade. valores corrigidos de sazonalidade. taxa de variação acumulada. 21

14 Quadro Portugal INDICADORES DE ACTIVIDADE E DE MERCADO DE TRABALHO Abril Até ao mês v.a. II III IV I II III IV I Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar ACTIVIDADE Indicador Coincidente mensal (t.v.h.) (1) Mar Indicador de Sentimento Económico (v.c.s.)(índice =100) Mar Índice de Produção Industrial - Indústria transformadora (t.v.h.) Fev Índice de Volume de Negócios - Indústria transformadora (t.v.h.) Jan Taxa de utilização da capac. produt. ind. transf. (%) (n.c.v.s.) Indicador de Confiança na Indústria - s.r.e. (v.c.s.) (2) Mar Inquérito de Conjuntura à Indústria Transformadora - s.r.e. (n.c.v.s.) Produção actual Mar Stocks de produtos acabados 8 Mar Procura global Mar Procura interna Mar Procura externa Mar Inquérito de Conjuntura ao Comércio - s.r.e. (n.c.v.s.) Volume de vendas Mar Nível de existências 6 7 Mar Dormidas em estabelecimentos hoteleiros nacionais (t.v.h.) Total Fev Estrangeiros Fev Índice de Volume de Negócios - Serviços (t.v.h.) Fev Indicador de Confiança nos Serviços - s.r.e. (v.c.s.) (2) Mar Inquérito de Conjuntura aos Serviços - s.r.e. (n.c.v.s.) Actividade da empresa Mar Perspectivas da procura Mar MERCADO DE TRABALHO Remunerações médias implícitas na Reg. Colectiva Trabalho Sector privado (t.v.h.) (3) Jan Número de trabalhadores (em milhares) Jan Variação das Remunerações declaradas à Segurança Social () Número médio de beneficiários com remuneração (em milhares) Fev Taxa de variação homóloga das remunerações médias declaradas Emprego e Desemprego Taxa de desemprego (%) Emprego total (t.v.h.) Emprego por conta de outrem (t.v.h.) População desempregada (t.v.h.) Taxa de actividade 1-6 anos (%) Desemprego de longa duração (% do desemp. total) Desemprego registado e ofertas de emprego - Centros de Emprego Movimento ao longo do período (milhares) () Novos desempregados inscritos Fev Ofertas de emprego Fev Situação no final do período (milhares) Desemprego registado Fev Ofertas de emprego Fev Fontes: INE, Comissão Europeia, Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho, Instituto do Emprego e Formação Profissional e Banco de Portugal. Notas: (1) Ver metodologia em Rua (200), Umnovo indicador coincidente para a economia portuguesa, Boletim Económico, Junho, Banco de Portugal. (2) Fonte: Comissão Europeia. (3) Em cada coluna, foram considerados os contratos que entraram em vigor no respectivo período. () Para cada mês, a informação apresentada corresponde aos valores médios acumulados desde o início do ano. () Os valores para os trimestres e anos correspondem aos respectivos valores médios mensais. v.a. t.v.h. s.r.e. n.c.v.s. v.c.s. valores acumulados. taxa de variação homóloga. saldos de respostas extremas. valores não corrigidos de sazonalidade. valores corrigidos de sazonalidade. 23

15 Quadro 6 Portugal INDICADORES DE INFLAÇÃO Até ao mês v.a. II III IV I II III IV I Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IPC) - TOTAL (1) Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga 0.0 Mar Taxa de variação média Indicador de Tendência - Média aparada (2) Mar Agregados do IPC (t.v.h.) Bens Mar Alimentares Mar Não transformados Mar Transformados Mar Industriais Mar Não energéticos Mar Energéticos Mar Serviços Mar Classes do IPC (t.v.h.) Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas Mar Bebidas alcoólicas e tabaco Mar Vestuário e calçado Mar Habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis Mar Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação Mar Saúde Mar Transportes Mar Comunicações Mar Lazer, recreação e cultura Mar Educação Mar Restaurantes e hotéis Mar Bens e serviços diversos Mar ÍNDICE HARMONIZADO DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IHPC) - TOTAL (1) Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga -0.1 Mar Taxa de variação média Fontes: INE, Eurostat e Banco de Portugal. Notas: (1) A partir de Janeiro de 2009, as taxas de variação são calculadas utilizando o IPC com base (2) Média aparada a 10 por cento, o que significa que são apenas consideradas 80 por cento das observações centrais da tvh do IPC. Excluindo os itens correspondentes às observações extremas, o IPC foi recalculado, a partir do qual se obtiveram as respectivas taxas de variação homóloga. v.a. t.v.h. valores acumulados. taxa de variação homóloga. 2

16 Quadro 7 Portugal BALANÇA DE PAGAMENTOS - PRINCIPAIS COMPONENTES Valores líquidos Milhões de euros 2006 P 2007 P 2008 P 2007 P 2008 P 2009 P 2007 P 2008 P 2009 P Jan Jan Jan Jan Jan Jan 1. Balança Corrente Mercadorias f.o.b Serviços Rendimentos Transferências Correntes Transferências Públicas Transferências Privadas Balança de Capital Balança Financeira Investimento Directo De Portugal no exterior Do exterior em Portugal Investimento de Carteira Activos Títulos de participação no capital Obrigações e outros títulos de dívida de l.p Instrumentos do mercado monetário Passivos Títulos de participação no capital Obrigações e outros títulos de dívida de l.p Instrumentos do mercado monetário Derivados financeiros Outro investimento Activos Autoridades monetárias Administrações públicas Instituições financeiras monetárias De longo prazo De curto prazo Outros sectores residentes Passivos Autoridades monetárias Administrações públicas Instituições financeiras monetárias De longo prazo De curto prazo Outros sectores residentes Activos de reserva Erros e Omissões Por memória: Balança Corrente + Balança de Capital Nota: P - Provisório. 27

17 Quadro 8 Portugal PRINCIPAIS INDICADORES MONETÁRIOS E FINANCEIROS Unidades Dez Set Dez Mar Jun Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Taxas de juro Taxas de juro sobre saldos de IFM (1) Empréstimos a sociedades não financeiras em %, valores médios, fim de período n.d. Empréstimos a particulares para habitação em %, valores médios, fim de período n.d. Empréstimos a particulares para consumo e outros fins em %, valores médios, fim de período n.d. Depósitos e equiparados (2) até 2 anos em %, valores médios, fim de período n.d. Taxa de rendibilidade - OT a 10 anos (3) em %, valores médios em %, em fim de período Índice de cotações de acções PSI-20 31/12/1992=3000, média mensal em fim de período Índice de cotações de acções PSI Geral /01/1988=1000, média mensal em fim de período Agregados de crédito bancário () Empréstimos ao sector não monetário, excepto Administrações Públicas variação anual, em %, fim de período n.d. Empréstimos a instituições financeiras não monetárias variação anual, em %, fim de período n.d. Empréstimos ao sector privado não financeiro variação anual, em %, fim de período n.d. Empréstimos a sociedades não financeiras variação anual, em %, fim de período n.d. Empréstimos a particulares (inclui emigrantes) variação anual, em %, fim de período n.d. Empréstimos a particulares para habitação variação anual, em %, fim de período n.d. Empréstimos a particulares para consumo e outros fins variação anual, em %, fim de período n.d. Financiamento das Administrações Públicas 10 6 Euros, val. acumulados n.d. n.d. Notas: (1) Calculadas como médias das taxas de juro sobre saldos de empréstimos e depósitos de IFM, denominados em euros face a residentes na Área do Euro, para cada sector e/ou finalidade, em cada classe de prazo contratual, ponderadas pelos respectivos montantes em dívida em final de mês. (2) Exclui responsabilidades à vista, depósitos com pré-aviso e acordos de recompra. (3) Valores retirados da Thomson Reuters (hora de fecho). () As taxas de variação anual são calculadas com base na relação entre saldos de empréstimos bancários em fim de mês, ajustados de operações de titularização, e transacções mensais, as quais são calculadas a partir de saldos corrigidos de reclassificações, de abatimentos ao activo e de reavaliações cambiais e de preço. 29

18 PREVISÕES DA OCDE Taxa de variação, em percentagem Produto interno bruto Preços no consumidor Março de 2009 Dezembro de 2008 Revisões face ao exercício anterior (p.p.) (1) Março de 2009 Dezembro de 2008 Revisões face ao exercício anterior (p.p.) (1) OCDE EUA Japão Reino Unido Área do euro Alemanha França Itália Fonte: OCDE, Economic Outlook - Interim Report. Nota: (1) Com base em dados a uma casa decimal. 31

19 BANCO DE PORTUGAL Edição Departamento de Estudos Económicos Av. Almirante Reis, 71 6.º Lisboa Distribuição Departamento de Serviços de Apoio Área de Documentação, Edições e Museu Serviço de Edições e Publicações Av. Almirante Reis, 71 2.º Lisboa Impressão DPI Cromotipo - Oficina de Artes Gráficas, Lda. Lisboa, 2009 Tiragem 270 ISSN Depósito Legal n.º /08

Indicadores Económicos & Financeiros Julho 2013. Banco de Cabo Verde

Indicadores Económicos & Financeiros Julho 2013. Banco de Cabo Verde Indicadores Económicos & Financeiros Julho 2013 Banco de Cabo Verde BANCO DE CABO VERDE Departamento de Estudos Económicos e Estatísticas Avenida Amílcar Cabral, 27 CP 7600-101 - Praia - Cabo Verde Tel:

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal março 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017

Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 As projeções para a economia portuguesa em 2015-2017 apontam para uma recuperação gradual da atividade ao longo do horizonte de projeção. Após um crescimento

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal maio 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDU STRIAL PORTU GU ESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL. Análise de Conjuntura

ASSOCIAÇÃO INDU STRIAL PORTU GU ESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL. Análise de Conjuntura ASSOCIAÇÃO INDU STRIAL PORTU GU ESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL Análise de Conjuntura Maio 2008 Indicador de Sentimento Económico O clima económico na União Europeia volta a deteriorar-se em Abril. Comparativamente

Leia mais

Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016

Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016 Projeções para a Economia Portuguesa: 2014-2016 1 Projeções para a economia portuguesa: 2014-2016 As projeções para a economia portuguesa apontam para uma recuperação gradual da atividade ao longo do horizonte.

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal novembro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal julho 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros .2 Situação patrimonial dos setores não financeiros No primeiro semestre de 203, prosseguiu o processo de ajustamento gradual dos desequilíbrios no balanço dos particulares 3 Nos primeiros seis meses de

Leia mais

Análise de Conjuntura

Análise de Conjuntura Análise de Conjuntura Novembro 2006 Associação Industrial Portuguesa Confederação Empresarial Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico de Outubro de 2006 apresenta uma melhoria

Leia mais

O indicador de sentimento económico em Junho manteve-se inalterado na União Europeia e desceu 0.6 pontos na Área Euro.

O indicador de sentimento económico em Junho manteve-se inalterado na União Europeia e desceu 0.6 pontos na Área Euro. Julho 2012 Jun-02 Jun-03 Jun-04 Jun-05 Jun-06 Jun-07 Jun-08 Jun-09 Jun-10 Jun-11 Jun-12 Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico em Junho manteve-se inalterado na União Europeia

Leia mais

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos).

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos). Nov-02 Nov-03 Nov-04 Nov-05 Nov-06 Nov-07 Nov-08 Nov-09 Nov-10 Nov-12 Análise de Conjuntura Dezembro 2012 Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Maio 2011 Indicador de Sentimento Económico Os indicadores de sentimento económico da União Europeia e da Área

Leia mais

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro.

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro. Abr-04 Abr-05 Abr-06 Abr-07 Abr-08 Abr-09 Abr-10 Abr-11 Abr-12 Análise de Conjuntura Maio 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos

Leia mais

Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União Europeia (+0.2 pontos) quer na Área Euro (+0.7 pontos).

Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União Europeia (+0.2 pontos) quer na Área Euro (+0.7 pontos). Mai-04 Mai-05 Mai-06 Mai-07 Mai-08 Mai-09 Mai-10 Mai-11 Mai-12 Análise de Conjuntura Junho 2014 Indicador de Sentimento Económico Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal fevereiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Abril 2012 Indicador de Sentimento Económico Após uma melhoria em Janeiro e Fevereiro, o indicador de sentimento

Leia mais

Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a 2014

Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a 2014 N.º 3 fevereiro 215 Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a 21 O Banco de Portugal publica hoje, no Boletim Estatístico, as estatísticas de balanço e de

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 05 Maio 2015 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal janeiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

Banco Central de S. Tomé e Príncipe

Banco Central de S. Tomé e Príncipe Banco Central de S. Tomé e Príncipe CONJUNTURA MACROECONÓMICA IIIº Trimestre 2015 Disponível em: www.bcstp.st/publicações 1 ÍNDICE 1. RESUMO EXECUTIVO... 5 2. CONJUNTURA ECONÓMICA INTERNACIONAL... 6 2.1

Leia mais

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1.

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1. Jan-04 Jan-05 Jan-06 Jan-07 Jan-08 Jan-09 Jan-10 Jan-11 Jan-12 Análise de Conjuntura Fevereiro 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9

Leia mais

BOLETIM ECONÓMICO. Abril 2014 BANCO DE PORTUGAL. BOLETIM ECONÓMICO Inverno 2014

BOLETIM ECONÓMICO. Abril 2014 BANCO DE PORTUGAL. BOLETIM ECONÓMICO Inverno 2014 BOLETIM ECONÓMICO BANCO DE PORTUGAL BOLETIM ECONÓMICO Inverno 2014 EUROSISTEMA Abril 2014 BOLETIM ECONÓMICO Abril 2014 Lisboa, 2014 www.bportugal.pt BOLETIM ECONÓMICO Abril 2014 Banco de Portugal Av.

Leia mais

Portugal Enquadramento Económico

Portugal Enquadramento Económico Portugal Enquadramento Económico Fonte: INE PIB e Procura Interna em Volume (Tvh) em % do PIB 40 35 30 25 20 15 10 5 0 Formação bruta de capital fixo (total economia) FBCF excepto Construção FBCF Construção

Leia mais

EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Economia A 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 712/2.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Economia dos EUA e Comparação com os períodos de 1990-1991 e 2000-2001

Economia dos EUA e Comparação com os períodos de 1990-1991 e 2000-2001 Economia dos EUA e Comparação com os períodos de - e - Clara Synek* O actual período de abrandamento da economia dos EUA, iniciado em e previsto acentuar-se no decurso dos anos /9, resulta fundamentalmente

Leia mais

Orçamento do Estado para 2016

Orçamento do Estado para 2016 Ministério das Finanças Orçamento do Estado para 2016 Relatório Fevereiro 2016 (Texto escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico) MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Av. Infante D. Henrique, 1 1149 009 LISBOA Telefone:

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Orçamento do Estado para 2005 Relatório Janeiro 2005 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Avª Infante D. Henrique, 1 1149-009 LISBOA Telefone:

Leia mais

BOLETIM ECONÓMICO Abril 2014 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa www.bportugal.pt Edição Departamento de Estudos Económicos

BOLETIM ECONÓMICO Abril 2014 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa www.bportugal.pt Edição Departamento de Estudos Económicos BOLETIM ECONÓMICO Abril 2014 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa www.bportugal.pt Edição Departamento de Estudos Económicos Design, impressão, acabamento e distribuição Departamento

Leia mais

BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Boletim Mensal Situação Monetária e Cambial Estudos Económicos Agosto 2015 Índice 1. Situação Monetária... 1 1.1. Base Monetária (BM)... 1 1.2. Massa Monetária (M3)... 1 1.2.1. Crédito à Economia... 2

Leia mais

1. ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS

1. ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS 1. ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS 1.1. CONTEXTO MACROECONÓMICO INTERNACIONAL O enquadramento internacional em 13 foi marcado por uma recuperação gradual da atividade, com um crescimento mais expressivo

Leia mais

Boletim Económico Banco de Cabo Verde

Boletim Económico Banco de Cabo Verde Boletim Económico Banco de Cabo Verde BANCO DE CABO VERDE Boletim Económico Dezembro 2000 Boletim Económico BOLETIM ECONÓMICO ÍNDICE 1. Introdução 1 2. Enquadramento Internacional 2 3. Procura e Produção

Leia mais

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO PORTUGAL PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO Actualização para o período 2005-2007 Dezembro 2004 Programa de Estabilidade e Crescimento 2005-2007 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO...1 II. ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO...2

Leia mais

Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a 2013

Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a 2013 N.º fevereiro Banco de Portugal divulga estatísticas de balanço e taxas de juro dos bancos relativas a Estatísticas de balanço Aplicações Crédito interno Em e pelo terceiro ano consecutivo, o crédito interno

Leia mais

RELATÓRIO O SECTOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL EM 2010

RELATÓRIO O SECTOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL EM 2010 RELATÓRIO O Sector da Construção em Portugal em 2010 Setembro de 2011 Ficha Técnica Título: Relatório O Sector da Construção em Portugal em 2010 Autoria: Catarina Gil Coordenação Geral: Pedro Ministro

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/12 Págs. Duração

Leia mais

Textos de política e situação económica

Textos de política e situação económica A ECONOMIA PORTUGUESA EM 1999 1. INTRODUÇÃO As previsões do Banco de Portugal apresentadas neste Boletim Económico apontam para uma desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) em 1999, que deverá crescer

Leia mais

Economia Portuguesa. GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP)

Economia Portuguesa. GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP) Economia Portuguesa 2009 GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP) MFAP GPEARI Unidade de Política Económica i i Ficha Técnica Título Economia Portuguesa

Leia mais

Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro

Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro Clara Synek * Resumo O aumento da incerteza relativo às perspectivas económicas, do mercado de trabalho,

Leia mais

Consumo privado e investimento voltam a recuperar em setembro. Exportações e importações nominais aceleram.

Consumo privado e investimento voltam a recuperar em setembro. Exportações e importações nominais aceleram. mm3m/% 19 de novembro de 2013 SÍNTESE ECONÓMICA DE CONJUNTURA Outubro de 2013 Consumo privado e investimento voltam a recuperar em setembro. Exportações e importações nominais aceleram. Na Área Euro (AE),

Leia mais

RELATÓRIO DA COMISSÃO PARA A ANÁLISE DA SITUAÇÃO ORÇAMENTAL

RELATÓRIO DA COMISSÃO PARA A ANÁLISE DA SITUAÇÃO ORÇAMENTAL RELATÓRIO DA COMISSÃO PARA A ANÁLISE DA SITUAÇÃO ORÇAMENTAL Índice: 1. Introdução 3 2. Evolução das finanças públicas em Portugal 7 3. Perspectivas macroeconómicas para 2005 19 3.1 Comparação com o cenário

Leia mais

Análise de Conjuntura do Sector da Construção 2º trimestre 2014

Análise de Conjuntura do Sector da Construção 2º trimestre 2014 Análise de Conjuntura do Sector da Construção 2º trimestre 2014 Apreciação Global Os dados estatísticos disponíveis para o 2º trimestre de 2014 parecem confirmar finalmente, e pela primeira vez em muitos

Leia mais

ÍNDICE. NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas...

ÍNDICE. NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas... ÍNDICE PREFÁCIO... 2 NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas... 6 ANÁLISE DE RESULTADOS Situação Global... 7 Conta Corrente...

Leia mais

Conjuntura da Construção n.º 77 O SETOR CONTINUA EM CRISE MAS EMPRESÁRIOS ACREDITAM NA RECUPERAÇÃO

Conjuntura da Construção n.º 77 O SETOR CONTINUA EM CRISE MAS EMPRESÁRIOS ACREDITAM NA RECUPERAÇÃO FEPICOP - FEDERAÇÃO PORTUGUESA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais

Leia mais

Previsões macroeconómicas subjacentes ao Programa de Estabilidade 2016-2020. Parecer do Conselho das Finanças Públicas

Previsões macroeconómicas subjacentes ao Programa de Estabilidade 2016-2020. Parecer do Conselho das Finanças Públicas Previsões macroeconómicas subjacentes ao Programa de Estabilidade 2016-2020 Parecer do Conselho das Finanças Públicas 20 de abril de 2016 O Conselho das Finanças Públicas é um órgão independente, criado

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública

Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública N.º 7 Abril 2015 Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública Na edição de abril de 2015 do Boletim Estatístico são divulgadas as contas

Leia mais

ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO

ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1 Abrandamento da atividade económica mundial ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1.1. Evolução da conjuntura internacional A atividade económica mundial manteve o abrandamento

Leia mais

CAIXAGEST IMOBILIÁRIO FUNDO DE FUNDOS

CAIXAGEST IMOBILIÁRIO FUNDO DE FUNDOS Fundo Especial de Investimento CAIXAGEST IMOBILIÁRIO FUNDO DE FUNDOS RELATÓRIO & CONTAS 2005 ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO MACRO ECONÓMICO 2 2. MERCADOS FINANCEIROS 7 3. MERCADO DE FUNDOS MOBILIÁRIOS EM PORTUGAL

Leia mais

Contexto económico internacional

Contexto económico internacional 1 ENQUADRAMento MACroeConóMICO 1 ENQUADRAMento MACroeConóMICO Contexto económico internacional O ano de 21 ficou marcado pela crise do risco soberano na Zona Euro e pela necessidade de ajuda externa à

Leia mais

Graf. 1 - Índices de preços no consumidor e de inflação subjacente (taxa de variação homóloga e média dos últimos 12 meses) Jun-07. Mar-07.

Graf. 1 - Índices de preços no consumidor e de inflação subjacente (taxa de variação homóloga e média dos últimos 12 meses) Jun-07. Mar-07. ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Dezembro de 2009 13 de Janeiro 2010 Em 2009 a taxa de variação média diminuiu para -0,8 0,8% e em Dezembro a taxa t de variação homóloga situou-se se em -0, 0,1% Em 2009,

Leia mais

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS PORTUGAL A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS Maria Celeste Hagatong Comissão Executiva do Banco BPI Lisboa, 3 de Junho

Leia mais

Sabia Que. Tema em Destaque. Agenda do Sector. Gestão em Hotelaria, Restauração e Bebidas

Sabia Que. Tema em Destaque. Agenda do Sector. Gestão em Hotelaria, Restauração e Bebidas Sabia Que Tema em Destaque Informação Internacional e Nacional sobre a Conjuntura Económica Impacto nos Custos das Empresas do Programa Qualificação-Emprego Gestão em Hotelaria, Restauração e Bebidas Agenda

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Advertências ao investidor: 100% do capital investido garantido na maturidade Remuneração não garantida Possibilidade

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Introdução Guilherme R. S. Souza e Silva * Lucas Lautert Dezordi ** Este artigo pretende

Leia mais

Evolução da FBCF Empresarial Taxa de Variação Anual

Evolução da FBCF Empresarial Taxa de Variação Anual Inquérito Qualitativo de Conjuntura ao Investimento Inquérito de Outubro de 2006 31 de Janeiro de 2007 TAXA DE VARIAÇÃO DO INVESTIMENTO PARA 2006 REVISTA EM BAIXA Os resultados do Inquérito ao Investimento

Leia mais

Portugal Área Euro (1) EUA 7.0 7.3 3.9 5.2 5.8 4.4 2.6 1.5 1.2 7.1 12.0 4.9 5.8 5.5 4.9 6.5 4.8 5.6. Portugal. em percentagem -10 -15.

Portugal Área Euro (1) EUA 7.0 7.3 3.9 5.2 5.8 4.4 2.6 1.5 1.2 7.1 12.0 4.9 5.8 5.5 4.9 6.5 4.8 5.6. Portugal. em percentagem -10 -15. Dezembro A. Contas nacionais Fonte: Banco de, Instituto Nacional de Estatística, Banco Central Europeu, Eurostat e Bureau of Economic Analysis Área Euro () EUA ºT - ºT - ºT - ºT - ºT - ºT - ºT - ºT - ºT

Leia mais

Relatório Mensal de Economia

Relatório Mensal de Economia Relatório Mensal de Economia 1600 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 NOVEMBRO 2003Nº 107 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Nº 110 FEVEREIRO 2004 S U M Á R I O Destaque... 3 Economia Internacional... 5 Economia

Leia mais

Evolução da FBCF Empresarial em valor Taxa de Variação Anual

Evolução da FBCF Empresarial em valor Taxa de Variação Anual Inquérito de Conjuntura ao Investimento Inquérito de Abril de 2011 08 de Julho de 2011 Revisão em baixa das expectativas de investimento empresarial em 2011. De acordo com as intenções manifestadas pelas

Leia mais

BOLETIM ECONÓMICO DE MACAU

BOLETIM ECONÓMICO DE MACAU BOLETIM ECONÓMICO DE MACAU Esta publicação foi editada em conjunto pela Direcção dos Serviços de Economia (DSE), Autoridade Monetária de Macau (AMCM) e Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).

Leia mais

Boletim Económico Angola

Boletim Económico Angola Boletim Económico Angola 1. Conjuntura: estabilidade macro económica reforçada 3º Trimestre de 2013 A informação disponível para caracterizar o desempenho da economia de Angola no 3º trimestre de 2013

Leia mais

Av. 4 de Fevereiro nº 151, Luanda, Angola Caixa Postal 1243 Telefone/Fax: (+244) 222 339 125 www.bna.ao

Av. 4 de Fevereiro nº 151, Luanda, Angola Caixa Postal 1243 Telefone/Fax: (+244) 222 339 125 www.bna.ao Relatório de Inflação I trimestre de 2012 Av. 4 de Fevereiro nº 151, Luanda, Angola Caixa Postal 1243 Telefone/Fax: (+244) 222 339 125 www.bna.ao Relatório de Inflação I trimestre de 2012 3 Índice Sumário

Leia mais

Menos Crédito e destruição de emprego continuam a refletir grave crise na Construção

Menos Crédito e destruição de emprego continuam a refletir grave crise na Construção Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Conjuntura da Construção n.º 71 Agosto

Leia mais

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO PORTUGAL PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO Actualização para o período 2004-2007 Dezembro 2003 Í N D I C E I. INTRODUÇÃO...1 II. OBJECTIVOS DE POLÍTICA ECONÓMICA...2 III. ENQUADRAMENTO MACRO-ECONÓMICO...3

Leia mais

Informativo Semanal de Economia Bancária

Informativo Semanal de Economia Bancária 1 Comentário Semanal A semana começa ainda sob impacto do debate acerca da evolução do quadro fiscal e seus possíveis efeitos sobre o crescimento da economia e, conseqüentemente, sobre os juros em 2010.

Leia mais

Relatório Tipo Dezembro de 20XX

Relatório Tipo Dezembro de 20XX Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: mail@alvimrocha.com 4250-313 Porto www.alvimrocha.com

Leia mais

Relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo

Relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo 1 27 de Abril de 2015 Relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo Foi divulgado o quarto relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) em 2015, com destaque para

Leia mais

Evolução Recente dos Preços das Matérias-Primas Internacionais e Impacto na Taxa de inflação

Evolução Recente dos Preços das Matérias-Primas Internacionais e Impacto na Taxa de inflação Evolução Recente dos Preços das Matérias-Primas Internacionais e Impacto na Taxa de inflação Alda Rito e Clara Synek* Uma das principais preocupações existentes actualmente relaciona-se com a forte subida

Leia mais

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Atividade Turística Fevereiro de 20 15 de Abril de 20 Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Os estabelecimentos hoteleiros registaram cerca de 2 milhões

Leia mais

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico suspende trajetória de crescimento

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico suspende trajetória de crescimento 29 de setembro de 2014 INQUÉRITOS DE CONJUNTURA ÀS EMPRESAS E AOS CONSUMIDORES Setembro de 2014 Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico suspende trajetória de crescimento

Leia mais

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 4º trimestre de 2010 16 de Fevereiro de 2011 A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2010 foi de 11,1%. Este

Leia mais

Revista Economica e Financeira

Revista Economica e Financeira 2. A ECONOMIA DE MACAU 2.1 Conjuntura macro-económica e sectorial 2.1.1 Evolução dos agregados Em 214, a economia global continuou a registar uma expansão moderada com um grau de divergência elevada nas

Leia mais

Portugal Forte crescimento no início do ano

Portugal Forte crescimento no início do ano 8 Abr ANÁLISE ECONÓMICA Portugal Forte crescimento no início do ano Miguel Jiménez / Agustín García / Diego Torres / Massimo Trento Nos primeiros meses do ano, a retoma do consumo privado teria impulsionado

Leia mais

Fundo de Pensões Aberto. Banif Reforma Senior. Relatório e Contas Anual

Fundo de Pensões Aberto. Banif Reforma Senior. Relatório e Contas Anual Fundo de Pensões Aberto Banif Reforma Senior Relatório e Contas Anual 2013 Índice 1 Enquadramento Macroeconómico... 3 1.1 Conjuntura Internacional... 3 1.2 Enquadramento Nacional... 6 1.3 Mercado de Trabalho...

Leia mais

BOLETIM ECONÓMICO BANCO DE PORTUGAL. Junho 2015

BOLETIM ECONÓMICO BANCO DE PORTUGAL. Junho 2015 BOLETIM ECONÓMICO BANCO DE PORTUGAL EUROSISTEMA Junho 2015 BOLETIM ECONÓMICO Junho 2015 Lisboa, 2015 www.bportugal.pt BOLETIM ECONÓMICO Junho 2015 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa

Leia mais

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Mudanças recentes na situação socioeconómica portuguesa A evolução recente da economia portuguesa têm-se caracterizado por um

Leia mais

PROJEÇÕES PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 2015-2017. Caixa 1 Hipóteses do exercício de projeção

PROJEÇÕES PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 2015-2017. Caixa 1 Hipóteses do exercício de projeção PROJEÇÕES PARA A ECONOMIA PORTUGUESA: 2015-2017 Caixa 1 Hipóteses do exercício de projeção Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 7 Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 1. Introdução

Leia mais

A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro

A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro 13 de janeiro de 2015 ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Dezembro de 2014 A taxa de variação média do IPC foi -0,3% em 2014 e a taxa de variação homóloga situou-se em -0,4% em dezembro Em 2014, o Índice de

Leia mais

Programa de Estabilidade

Programa de Estabilidade REPÚBLICA PORTUGUESA Programa de Estabilidade 2016-2020 Abril de 2016 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Av.ª Infante D. Henrique, 1 1149-009 LISBOA Telefone: (+351) 21.881.6820 Fax: (+351) 21.881.6862 http://www.min-financas.pt

Leia mais

Expectativas de crescimento do investimento empresarial em 2016 Revisão em baixa do investimento em 2015

Expectativas de crescimento do investimento empresarial em 2016 Revisão em baixa do investimento em 2015 Inquérito de Conjuntura ao Investimento Inquérito de Outubro de 2015 29 de janeiro de 2016 Expectativas de crescimento do investimento empresarial em 2016 Revisão em baixa do investimento em 2015 De acordo

Leia mais

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas Atividade Turística Dezembro de 2012 14 de fevereiro de 2013 Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas As dormidas na hotelaria atingiram 1,7 milhões em dezembro 2012, mais 1,9%

Leia mais

BANCO CENTRAL EUROPEU ECB EZB EKT BCE EKP. BOLETIM MENSAL Agosto 2002 BANCO CENTRAL EUROPEU. Agosto 2002

BANCO CENTRAL EUROPEU ECB EZB EKT BCE EKP. BOLETIM MENSAL Agosto 2002 BANCO CENTRAL EUROPEU. Agosto 2002 BOLETIM MENSAL Agosto 2002 BANCO CENTRAL EUROPEU PT ECB EZB EKT BCE EKP BANCO CENTRAL EUROPEU B O L E T I M M E N S A L Agosto 2002 BANCO CENTRAL EUROPEU B O L E T I M M E N S A L Agosto 2002 Banco Central

Leia mais

Resultados consolidados do Banco BPI no 1.º semestre de 2011

Resultados consolidados do Banco BPI no 1.º semestre de 2011 www.ir.bpi.pt BANCO BPI, S.A. - Sociedade aberta Capital Social: 990 000 000 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede:

Leia mais

ÍNDICE DE CONDIÇÕES MONETÁRIAS PARA PORTUGAL*

ÍNDICE DE CONDIÇÕES MONETÁRIAS PARA PORTUGAL* ÍNDICE DE CONDIÇÕES MONETÁRIAS PARA PORTUGAL* Paulo Soares Esteves** 1. INTRODUÇÃO Este artigo tem como objectivo calcular um Índice de Condições Monetárias (ICM) para a economia portuguesa, o qual constitui

Leia mais

CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009

CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009 CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009 Av. Vasco da Gama, 1410 4431-956 Telefone 22-7867000 Fax 22-7867215 Registada na C.R.C. de sob o nº 500239037 Capital Social: Euro 35.000.000 Sociedade Aberta

Leia mais

O relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo de Julho

O relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo de Julho 1 2 Julho de 215 O relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo de Julho Foi divulgado o relatório de Julho da Organização dos Países Exportadores do Petróleo, em que são analisadas as

Leia mais

Redução da Taxa de Juro no crédito à habitação em abrandamento a

Redução da Taxa de Juro no crédito à habitação em abrandamento a Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação 27 de Janeiro de 2010 Dezembro de 2009 Redução da Taxa de Juro no crédito à habitação em abrandamento a A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos

Leia mais

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 68 1 a 15 de fevereiro de 211 ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS De

Leia mais

A evolução do Mercado Imobiliário português

A evolução do Mercado Imobiliário português A evolução do Mercado Imobiliário português Introdução Neste artigo será feita uma leitura da evolução do mercado imobiliário português desde 2008, altura em que ocorreu a crise da dívida subprime, período

Leia mais

BOLETIM MENSAL SETEMBRO

BOLETIM MENSAL SETEMBRO PT BOLETIM MENSAL 9I 27 BANCO CENTRAL EUROPEU 1127 2127 3127 4127 5127 6127 7127 8127 9127 1127 11127 BOLETIM MENSAL SETEMBRO Em 27, todas as publicações do apresentam um motivo retirado da nota de 2.

Leia mais

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros SUMÁRIO Produção de seguro directo No terceiro trimestre de, seguindo a tendência evidenciada ao longo do ano, assistiu-se a uma contracção na produção de seguro directo das empresas de seguros sob a supervisão

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120

Leia mais

ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS EM 2010

ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS EM 2010 ECONOMIA E MERCADOS FINANCEIROS EM 1 ENQUADRAMENTO INTERNACIONAL Depois de uma das maiores recessões da história recente, 1 foi um ano de recuperação económica. Segundo a estimativa da Comissão Europeia,

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic

Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic III Mercado Financeiro e de Capitais Taxas de Juros Reais e Expectativas de Mercado A taxa Selic efetiva totalizou 8,2% em 213 e a taxa Selic real acumulada no ano, deflacionada pelo IPCA, atingiu 2,2%.

Leia mais

7 ECONOMIA MUNDIAL. ipea SUMÁRIO

7 ECONOMIA MUNDIAL. ipea SUMÁRIO 7 ECONOMIA MUNDIAL SUMÁRIO A situação econômica mundial evoluiu de maneira favorável no final de 2013, consolidando sinais de recuperação do crescimento nos países desenvolvidos. Mesmo que o desempenho

Leia mais

18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0. milhares 159500

18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0. milhares 159500 Comentário Semanal Estudos Económicos e Financeiros Telef. 21 31 11 86 Fax: 21 353 56 94 Email: deef@bancobpi.pt 16 de Maio de 216 Agostinho Leal Alves EUA: a criação de emprego está no limite? Os números

Leia mais

Fevereiro de 2014 INDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IPC) MOÇAMBIQUE, (Base Dez.2010 = 100)

Fevereiro de 2014 INDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IPC) MOÇAMBIQUE, (Base Dez.2010 = 100) INDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Moçambique Fevereiro de 2015 Base: Dezembro de 2010 Instituto Nacional de Estatística Índice de Preços no Consumidor Boletim Mensal Reprodução autorizada, excepto para fins

Leia mais

Razões do reajuste do AKZ no Mercado Cambial

Razões do reajuste do AKZ no Mercado Cambial 15 Junho de 2015 Razões do reajuste do AKZ no Mercado Cambial Assistiu-se a uma desvalorização do AKZ na última sexta-feira, dia 5 de Junho, de aproximadamente 110,582 AKZ para 117,47 AKZ por unidade de

Leia mais