Universidade de Brasília

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universidade de Brasília"

Transcrição

1 Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Lista de exercícios Gerência de Redes,Turma A, 01/2010 Marcelo Vale Asari 06/90708 Thiago Melo Stuckert do Amaral 06/96773 Professor: Prof. Ms. João José Costa Gondim Brasília, 1 de setembro de 2010

2 Sumário 1 Questão 1: Apresente alguns aspectos diferenciais entre as administrações tradicional e inovadora Posturas reativa e proativa Tecnologias utilizadas Questão 2: Descreva os ambientes centralizados e distribuídos de administração de redes Ambientes centralizados Ambientes distribuídos Questão 3: Quais os componentes na administração de uma rede? 2 4 Questão 4: Faça uma descrição sobre as atividades e processos no planejamento de administração de uma rede. 4 5 Questão 5: Descreva os componentes da arquitetura de gerência SNMP. 4 6 Questão 6 - Defina explicando os seguintes componentes: SNMP, MIB, Probe, RMON SNMP Versões do SNMP MIB RMON Probe i

3 1 Questão 1: Apresente alguns aspectos diferenciais entre as administrações tradicional e inovadora. 1.1 Posturas reativa e proativa A gerência de redes tradicional apresenta motivações e controles de forma reativa, enquanto uma gerência inovadora tende a adotar uma postura proativa. A postura reativa é pré-programada, preocupando-se primariamente com a descrição do trabalho e determinando a sua execução. É também reflexiva e responsiva aos eventos, ou seja, os problemas são reportados e somente nesse momento atua-se em sua solução. Em contraste, a postura proativa tem a preocupação de ser inovadora. Os objetivos são definidos claramente para uma solução metódica dos problemas. Tenta-se de certo modo prever os problemas, atuando-se antes de alguma ocorrência. Na postura proativa o ambiente de trabalho é em equipe, com a possibilidade de projetos alternativos e a tomada voluntária de responsabilidades é incentivada, além de uma ênfase na imaginação e criatividade. Enquanto a postura reativa apresenta um controle hierárquico punitivo, na proativa uma linha de autoridade é estabelecida, recompensando as pessoas por desempenho. 1.2 Tecnologias utilizadas Além das diferentes posturas nas administrações tradicional e inovadora também há o uso de diferentes tecnologias que refletem das posturas adotadas (Tabela 1). Tabela 1: Tecnologias de gerência Tradicionais Sistemas centralizados Protocolos proprietários Sistemas proprietários Limitações funcionais e de escopo Interação negativa entre sistemas de gerência de rede e sistemas aplicativos Inovadoras Arquiteturas de gerência: SNMP, OSI, TNM Protocolo de gerência padrão Base de dados de gerência: MIB Funções de gerência bem definidas e delimitadas Plataformas e aplicações de gerência 2 Questão 2: Descreva os ambientes centralizados e distribuídos de administração de redes. Os ambientes centralizados se caracterizam pela concentração da gerência em um único nó da rede, abordagem que se mostra frágil à medida que a rede cresce, enquanto os ambiente distribuídos são caracterizados por as atividades estarem espalhadas em vários nós, facilitando a escalabilidade da rede. 2.1 Ambientes centralizados Um sistema de decisão nestes ambientes possui como características o controle centralizado do processamento de todos os dados da empresa. O centro de administração é composto de recursos críticos e de complexos centralizados, normalmente com a presença de um Mainframe. Esta centralização facilita a incorporação de melhorias e manutenção de recursos humanos especializados em um único ponto. 1

4 Historicamente a administração era vista somente como a monitoração de dispositivos físicos. Havia uma divisão nas redes de dados e de voz, levando a uma separação dos papéis de Administrador de informática e Administrador de telecomunicações. Há alguns pontos negativos na abordagem centralizada: resposta lenta aos problemas, devido à distância entre o local incidente e onde as decisões de resposta são tomadas; ponto único de falha no grupo responsável pelas decisões de gerência, acarretando também uma sobrecarga no apoio aos usuários. Esta abordagem não acompanha a tendência de distribuição de processamento, claramente visível em outras áreas da computação. 2.2 Ambientes distribuídos Um sistema de decisão nestes ambientes possui como características plataformas heterogêneas (Mainframes, PC s) existindo de forma conjunta na empresa. O sistema é formado por redes separadas, com várias ilhas, tornando os centros das ilhas menos complexos, porém a redundância da rede é aumentada. A resposta a incidentes se torna mais rápida pela proximidade entre o local do problema e a ilha de gerenciamento local, o que também proporciona um apoio mais adequado aos usuários. A gerência tem seu foco em cada dispositivo das ilhas desses sistemas. Vários grupos dividem a responsabilidade de gerência, assim um paradigma de trabalho em grupo é estabelecido. Integração dados e voz através de novas tecnologias e padrões. Interligação das LANs através das WANs. Exige componentes distintos de gerência para a LAN e WAN, diferentes ferramentas de gerência implicam em novos obstáculos, sendo necessário o conhecimento para integrar o gerenciamento de serviços externos e internos de rede da organização. Esta distribuição proporciona aumento do poder computacional através de clusters em LANs. Pontos negativos desta abordagem: maior complexidade de incorporar facilidades devido ao fato de existirem vários centros de gerência; maior dificuldade de contratação e manutenção de recursos humanos devido a distância entre ilhas. 3 Questão 3: Quais os componentes na administração de uma rede? A administração de uma rede é composta basicamente por quatro elementos: elementos gerenciados, estações de gerência, informações de gerência e protocolos de gerência [3]. Elementos gerenciados: componentes básicos, sem eles não haveria a rede. Sua correta operação é necessária para que a rede ofereça os serviços a que ela se destina. Podem ser elementos de hardware, como enlaces, modens e hospedeiros (hosts), ou então de software, como servidores de Web, servidores de correio eletrônico e sistemas operacionais. É necessário um software especial nos elementos gerenciados que permite a sua gerência remota, os agentes. Estações de gerência: hospedeiros que tenham software necessário para gerenciar a rede, o qual é denominado gerente. Informações de gerência: a comunicação entre agentes e gerentes envolve as informações de gerência. Elas definem e restringem os dados que podem ser referenciados na comunicação, como por exemplo erros de transmissão e recepção em enlaces, estado de um enlace, temperatura de um roteador e tensão de entrada de um equipamento. 2

5 Protocolo de gerência: para haver a comunicação entre gerentes e agentes é necessário um protocolo de gerência para o mútuo entendimento. Esse protocolo abrange operações de monitoramento e de controle, ou seja, pelo gerente pode-se requisitar informações e aplicar controles nos elementos gerenciados. Figura 1: Elementos Básicos de uma arquitetura para gerência de redes [3]. 3

6 4 Questão 4: Faça uma descrição sobre as atividades e processos no planejamento de administração de uma rede. Os processos no planejamento de administração de uma rede devem estar alinhados ao plano de diretoria de TI (PDTI), um instrumento que orienta ações e investimentos da organização. O processo estratégico é onde será definida a política de administração, enquanto o processo tático define os planejamentos de desenvolvimento, de administração e de serviços da rede. O processo operacional utiliza o planejamento de recursos para atingir os objetivos do PDTI. Por menor e mais simples que seja, uma rede de computadores precisa ser gerenciada a fim de garantir, aos seus usuários, a disponibilidade de serviços a um nível de desempenho aceitável. À medida que a rede cresce, aumenta a complexidade de seu gerenciamento, forçando a adoção de ferramentas automatizadas para a sua monitoração e controle. O planejamento da rede, consequentemente de sua administração, é um processo iterativo, abrangendo o projeto da topologia, a síntese e implementação da rede. Tendo como objetivo a garantia de qualidade do serviço prestado, ou seja, atendimento das espectativas do usuário e do operador da rede. O processo pode ser adaptado dependendo dos serviços pretados. Uma metodologia de planejamento de redes envolve cinco camadas de planejamento, sendo estas: Planejamento de negócios; Planejamento da rede a longo e médio prazo; Planejamento da rede a curto prazo; Terceirização de ativo de TI; Operação e manutenção. Cada uma dessas camadas incorpora planos de diferentes formas. Por exemplo o planejamento de negócios determina o plano de operação, o qual deve ser executado para garantir o desempenho da rede como requerido na sua vida útil. A camada de operação e manutenção, no entanto, examina como a rede está executando as tarefas do dia a dia. O gerenciamento de serviços em TI visa a alocar adequadamente os recursos disponíveis, evitando a ocorrência de problemas na operação e entrega dos serviços de TI, levando a uma melhoria na qualidade percebida pelos clientes e usuários. A administração envolve o planejamento da rede em longo prazo, dados estatísticos, estratégia e tendências. A manutenção envolve: atualizações, correções, backup, equipamentos, tarefas que provocam a paralisação da rede por um certo período, necessitando de um planejamento para não gerar um impacto maior. 5 Questão 5: Descreva os componentes da arquitetura de gerência SNMP. O SNMP, Simple Network Management Protocol, oferece um conjunto de operações para o gerenciamento dos dispositivos na rede. Através de comandos SNMP é possível alterar o estado desses dispositivos e obter informações sobre eles. Há duas entidades evidentes no SNMP: os gerentes, servidores rodando um sistema de gerenciamento e os agentes, software rodando nos dispositivos da rede gerenciados. Os gerentes também são referidos como NMS, Network Managements Stations. 4

7 Dois tipos de comunicação ocorrem entre as entidades: os gerentes podem enviar uma consulta aos agentes pool, ocorrendo assim a resposta desses agentes; os agentes podem enviar um trap aos gerentes. O Trap é uma maneira de relatar alguma situação, por exemplo uma interface com problemas. Cada agente tem uma lista de objetos gerenciados, definidos através da SMI, Structure of Information Management, estrutura que provê métodos para a definição de objetos gerenciados e seu comportamento. Um componente importante do SNMP é a MIB, Management Information Base, uma base distribuída que contém as informações sobre os objetos gerenciados pelos agentes. A definição dos objetos na MIB é realizada através dos métodos providos pela SMI. Em suma, o SNMP é composto pela protocolo de comunicação em si, a MIB e os objetos gerenciados. É possível ter mais de um gerente na mesma rede, havendo também comunicação entre eles. 6 Questão 6 - Defina explicando os seguintes componentes: SNMP, MIB, Probe, RMON. A seguir descreveremos o SNMP, MIB, Probe e RMON. 6.1 SNMP O Simple Network Management Protocol (SNMP) permite que gerentes de redes possam localizar e corrigir problemas baseado em um paradigma de depuração remota. Geralmente, é utilizado um processo na máquina do administrador que se conecta a um ou mais servidores SNMP localizados em máquinas remotas para executar operações sobre os objetos gerenciados, podendo assim coletar informações destes objetos. Um gerenciador é um servidor executando algum tipo de sistema de software que pode lidar com tarefas de gerenciamento de uma rede. Os gerenciadores costumam ser chamados Network Management Stations (NMS). Uma NMS é responsável pela operação de polling e por receber traps de agentes na rede. Poll, no contexto de gerenciamento de rede, é a operação de consultar informações em um agente. Essas informações podem ser utilizadas posteriormente para detectar se ocorreu algum tipo de evento desastroso. Um trap é um método utilizado por um agente para informar à NMS que algo aconteceu. Os traps são enviados de modo assíncrono, não em resposta a consultas da NMS [4]. O SNMP utiliza o protocolo UDP na comunicação entre cliente e servidor. Para o cliente da rede, o SNMP executa as operações sobre os objetos de forma transparente, o que permite a interface do software de gerenciamento da rede criar comandos imperativos para executar operações sobre os objetos gerenciados. Todo o esquema foi projetado visando a minimizar o custo para acrescentar um nó gerenciado e concentrar os custos no gerente, que normalmente apresenta interfaces gráficas Versões do SNMP SNMP versão 1 foi definida na RFC 1157 [1]. A segurança do SNMPv1 baseia-se em comunidades, que não são nada mais do que senhas em texto puro. Geralmente existem três comunidades no SNMPv1: read-only, read-write e trap. SNMP versão 2 está definida nas RFC 1905, RFC 1906, RFC SNMP versão 3 está definida nas RFC 1905, RFC 1906, RFC 1907, RFC 2571, RFC 2572, RFC 2573, RFC 2574, RFC 2575, que inclui autenticação rigorosa e comunicação privativa entre as entidades gerenciadas. 5

8 6.2 MIB A Structure of Management Information (SMI) é um método para definir objetos gerenciados e os respectivos comportamentos. Um agente possui uma lista dos objetos por ele rastreados. Esse tipo de objeto é o estado operacional de uma interface de roteador. Essa lista define coletivamente as informações que a NMS pode utilizar para detectar o funcionamento geral do dispositivo em que o agente reside. A Management Information Base (MIB) pode ser considerada um banco de dados de objetos gerenciados que o agente rastreia. Todo tipo de informações sobre estados ou estatísticas acessado pela NMS é definida em uma MIB. A SMI é um método para definir objetos gerenciados, enquanto a MIB é a definição dos próprios objetos. Como um dicionário, uma MIB define um nome de um objeto gerenciado e explica o seu significado. 6.3 RMON O Remote Network MONitoring (RMON) foi desenvolvido para ajudar a entender o funcionamento da própria rede e como os dispositivos afetam individualmente a rede como um todo. É possível utilizá-lo para monitorar não somente o tráfego de LAN, como também interfaces de WAN. O RMON é basicamente uma definição de MIB que implementa esse monitoramento remoto. Ele realiza a implementação do agente proxy através do RMON Probe e permite um gerenciamento mais eficiente das sub-redes, evitando a necessidade de um agente para cada dispositivo gerenciado. As Probes têm mais responsabilidade pela coleta e processamento de dados, o que reduz o tráfego SNMP e a carga de processamento dos clientes. O padrão RMON para monitoramento remoto oferece uma arquitetura de gerenciamento distribuída para análise de tráfego, resolução de problemas, demonstração de tendências e gerenciamento proativo de redes de modo geral. Dentre os protocolos de gerenciamento, o RMON é, certamente, dos primeiros a permitir o gerenciamento proativo. Talvez seja esta a grande vantagem do mesmo em relação às outras arquiteturas de gerenciamento. O trabalho de gerenciamento é simplificado e a resolução dos problemas facilitada. Assim, aumenta a disponibilidade da rede e caem os custos de manutenção de forma significativa. O RMON versão 1 foi definido na RFC O RMONv1 oferece à NMS dados estatísticos sobre uma LAN ou WAN inteira, no nível de pacotes. A capacidade de gerenciamento das camadas superiores é que permite a um protocolo o monitoramento ponto-a-ponto do tráfego corporativo e do tráfego específico à camada de aplicação. Essa capacidade é implementada pelo RMON versão 2 definido na RFC Probe O RMON Probe é um dispositivo de rede que analisa as informações do RMON. A sonda pode monitorar o tráfego e definir um conjunto de alarmes quando determinadas condições ocorrerem. Isto pode ser usado periodicamente numa auditoria de tráfego, bem como na obtenção de estatísticas as quais são enviadas para o gerente. A sonda tem a mesma função do agente SNMP, porém possui capacidade de monitoramento remoto que os agentes não possuem. Deve ser localizada em cada segmento da rede. Pode estar em hosts dedicados, residente em um servidor, ou incluída em um equipamento de rede (roteador ou switch). Os RMON probes são geralmente utilizados de maneira permanente nas redes. 6

9 Referências [1] JD Case, MS Fedor, ML Schoffstall, and C. Davin. Simple network management protocol (RFC 1157). DDN Network Information Center, SRI International, [2] A. Clemm. Network management fundamentals [3] R.V. LOPES, J.P. SAUVÉ, and P.S. Nicolletti. Melhores práticas para Gerência de Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, [4] D.R. Mauro and K.J. Schimdt. SNMP essencial. Rio de Janeiro: Campus,

Lista de Gerência de Redes

Lista de Gerência de Redes Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Gerência de Redes,Turma A, 01/2010 Professor: João José Costa Gondim Aluno: Marcelo Vale Asari Matrícula: 06/90708

Leia mais

Lista de Gerência de Redes

Lista de Gerência de Redes Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Gerência de Redes,Turma A, 01/2010 Professor: João José Costa Gondim Aluno: Marcelo Vale Asari Matrícula: 06/90708

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Princípios de Gerência de Redes Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Maio de 2011 1 / 13 Introdução Foi mostrado que uma rede de computadores consiste

Leia mais

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com Gerenciamento e Administração de Redes 2 Gerência de Redes ou Gerenciamento de Redes É o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Rede de Computadores II Slide 1 SNMPv1 Limitações do SNMPv1 Aspectos que envolvem segurança Ineficiência na recuperação de tabelas Restrito as redes IP Problemas com SMI (Structure Management Information)

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II Slide 1 Gerenciamento de Redes Gerenciamento de redes inclui o fornecimento, a integração e a coordenação de hardware, software e elementos humanos para monitorar, testar, configurar,

Leia mais

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Gerência de Redes Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Plano de Aula Histórico Introdução Gerenciamento de Redes: O que é Gerenciamento de Redes? O que deve ser gerenciado Projeto de Gerenciamento

Leia mais

Gerência de Redes. Arquitetura de Gerenciamento. filipe.raulino@ifrn.edu.br

Gerência de Redes. Arquitetura de Gerenciamento. filipe.raulino@ifrn.edu.br Gerência de Redes Arquitetura de Gerenciamento filipe.raulino@ifrn.edu.br Sistema de Gerência Conjunto de ferramentas integradas para o monitoramento e controle. Possui uma interface única e que traz informações

Leia mais

Top-Down Network Design

Top-Down Network Design Top-Down Network Design Chapter Nine Developing Network Management Strategies Copyright 2010 Cisco Press & Priscilla Oppenheimer Gerencia da Rede Contribui para atingir os objetivos dos requisitos Contribui

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Tecnologia em Redes de Computadores 4ª Série Gerência de Redes A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Gerenciamento de Redes - Evolução. Gerenciamento de Rede. Gerenciamento de Rede NOC NOC

Gerenciamento de Redes - Evolução. Gerenciamento de Rede. Gerenciamento de Rede NOC NOC s - Evolução 1970s 1970s 1980s 1980s Dispositivos 1990s 1990s Browser A Web Server Mainframe Estação Gerenciadora Browser C Browser B NOC (Network( Operation Center) Conjunto de atividades para manter

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Aula 01 Introdução Prof. João Henrique Kleinschmidt Santo André, julho de 2013 Roteiro PARTE I Apresentação da Disciplina Apresentação do Professor Metodologia

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL 16 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

Aula 01 Introdução ao Gerenciamento de Redes

Aula 01 Introdução ao Gerenciamento de Redes Aula 01 Introdução ao Gerenciamento de Redes Leonardo Lemes Fagundes leonardo@exatas.unisinos.br São Leopoldo, 15 de outubro de 2004 Roteiro Apresentação da disciplina Objetivos Conteúdo programático Metodologia

Leia mais

Relatorio do trabalho pratico 2

Relatorio do trabalho pratico 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA INE5414 REDES I Aluno: Ramon Dutra Miranda Matricula: 07232120 Relatorio do trabalho pratico 2 O protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo

Leia mais

Gerência e Administração de Redes

Gerência e Administração de Redes Gerência e Administração de Redes IFSC UNIDADE DE SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE DE TELECOMUNICAÇÕES! Prof. Tomás Grimm Agenda! Apresentação da disciplina! Introdução! Tipos de Gerência! Ferramentas

Leia mais

Gerência de Redes Padrões de Gerenciamento

Gerência de Redes Padrões de Gerenciamento Gerência de Redes Padrões de Gerenciamento Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Sumário Padronizações Gerência OSI Gerência TCP/IP SNMP MIB-II RMON SNMPv2 11/5/2007 Gerência

Leia mais

5º Semestre. AULA 02 Introdução a Gerência de Redes (Arquitetura e Áreas de Gerenciamento)

5º Semestre. AULA 02 Introdução a Gerência de Redes (Arquitetura e Áreas de Gerenciamento) Disciplina: Gerência de Redes Professor: Jéferson Mendonça de Limas 5º Semestre AULA 02 Introdução a Gerência de Redes (Arquitetura e Áreas de Gerenciamento) 2014/1 Agenda de Hoje Evolução da Gerência

Leia mais

Capítulo 9. Gerenciamento de rede

Capítulo 9. Gerenciamento de rede 1 Capítulo 9 Gerenciamento de rede 2 Redes de computadores I Prof.: Leandro Soares de Sousa E-mail: leandro.uff.puro@gmail.com Site: http://www.ic.uff.br/~lsousa Não deixem a matéria acumular!!! Datas

Leia mais

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes Introdução ao Gerenciamento de Redes O que é Gerenciamento de Redes? O gerenciamento de rede inclui a disponibilização, a integração e a coordenação de elementos de hardware, software e humanos, para monitorar,

Leia mais

Utilizando o Cricket para monitoração de Servidores. Sérgio A. Meyenberg Jr. Especialização em Redes e Segurança de Sistemas

Utilizando o Cricket para monitoração de Servidores. Sérgio A. Meyenberg Jr. Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Utilizando o Cricket para monitoração de Servidores Sérgio A. Meyenberg Jr Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Curitiba, outubro de 2010 Resumo O objetivo deste Artigo é demonstrar as funcionalidades

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES Filipe Herbert da Silva 1, Marco Aurélio G. de Almeida 1, Jonhson de Tarso Silva 1, Karina Buttignon 1 1 Fatec Guaratinguetá,

Leia mais

Protocolos de gerenciamento

Protocolos de gerenciamento Protocolos de gerenciamento Os protocolos de gerenciamento têm a função de garantir a comunicação entre os recursos de redes homogêneas ou não. Com esse requisito satisfeito, operações de gerenciamento

Leia mais

Objetivo Geral - Apender conceitos, protocolos e técnicas na gerencia de redes

Objetivo Geral - Apender conceitos, protocolos e técnicas na gerencia de redes Aula 5 - Projeto de Lei 2126/11 (Marco Civil da Internet). Gerência de Redes de Computadores Objetivo Geral - Apender conceitos, protocolos e técnicas na gerencia de redes Objetivos Específicos - Entender

Leia mais

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia Aula 3 Gerenciamento de Redes Cenário exemplo Detecção de

Leia mais

ARQUITETURAS DE GERENCIAMENTO. Baseado em slides gentilmente cedidos pelo Prof. João Henrique Kleinschmidt da UFABC.

ARQUITETURAS DE GERENCIAMENTO. Baseado em slides gentilmente cedidos pelo Prof. João Henrique Kleinschmidt da UFABC. ARQUITETURAS DE GERENCIAMENTO Baseado em slides gentilmente cedidos pelo Prof. João Henrique Kleinschmidt da UFABC. Introdução 2 A gerência de redes é decomposta nas tarefas de monitoração e controle das

Leia mais

Aplicação ao Gerenciamento de Redes de Telecomunicações

Aplicação ao Gerenciamento de Redes de Telecomunicações Aplicação ao Gerenciamento de Redes de Telecomunicações Este tutorial apresenta o modelo TMN (Telecommunications Management Network) para gerenciamento de redes de Telecomunicações criado pelo ITU-T (International

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

O que são DNS, SMTP e SNM

O que são DNS, SMTP e SNM O que são DNS, SMTP e SNM O DNS (Domain Name System) e um esquema de gerenciamento de nomes, hierárquico e distribuído. O DNS define a sintaxe dos nomes usados na Internet, regras para delegação de autoridade

Leia mais

Capítulo 8 - Aplicações em Redes

Capítulo 8 - Aplicações em Redes Capítulo 8 - Aplicações em Redes Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 31 Roteiro Sistemas Operacionais em Rede Modelo Cliente-Servidor Modelo P2P (Peer-To-Peer) Aplicações e Protocolos

Leia mais

Desafios de Gerência e Segurança de Redes

Desafios de Gerência e Segurança de Redes Desafios de Gerência e Segurança de Redes Elias Procópio Duarte Jr. DInfo /UFPR Itaipu - Julho de 2003 E.P. Duarte Jr. - UFPR Roteiro Sistemas Integrados de Gerência de Redes Funcionalidade O Desafio da

Leia mais

Gerenciamento da rede ATM. Prof. José Marcos C. Brito

Gerenciamento da rede ATM. Prof. José Marcos C. Brito Gerenciamento da rede ATM Prof. José Marcos C. Brito 1 Princípios Gerais O SNMP (Simple Network Management Protocol) é o protocolo mais utilizado. Se o dispositivo ATM é gerenciado de uma estação de gerenciamento

Leia mais

Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network)

Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network) Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network) 1. Objeto: 1.1. Contratação de uma Solução de rede de comunicação local (LAN) para interligar diferentes localidades físicas e os segmentos de

Leia mais

Projeto de Redes Físico e Lógico. Prof. MSc. Jeferson Bussula Pinheiro

Projeto de Redes Físico e Lógico. Prof. MSc. Jeferson Bussula Pinheiro Projeto de Redes Físico e Lógico Prof. MSc. Jeferson Bussula Pinheiro Gerência de redes ou gerenciamento de redes. É o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de recursos

Leia mais

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes Conceitos de Redes Locais A função básica de uma rede local (LAN) é permitir a distribuição da informação e a automatização das funções de negócio de uma organização. As principais aplicações que requerem

Leia mais

MONITORAÇÃO DE REDE. Prof. José Augusto Suruagy Monteiro

MONITORAÇÃO DE REDE. Prof. José Augusto Suruagy Monteiro MONITORAÇÃO DE REDE Prof. José Augusto Suruagy Monteiro 2 Capítulo 2 de William Stallings. SNMP, SNMPv2, SNMPv3, and RMON 1 and 2, 3rd. Edition. Addison-Wesley, 1999. Baseado em slides do Prof. Chu-Sing

Leia mais

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s: Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre

Leia mais

Gerência de Redes de Computadores Gerência de Redes de Computadores As redes estão ficando cada vez mais importantes para as empresas Não são mais infra-estrutura dispensável: são de missão crítica, ou

Leia mais

RMON Remote Network Monitoring

RMON Remote Network Monitoring RMON Remote Network Monitoring!"#$%&'(() $&*+, -. / /01 / 2 34 São dispositivos usados para estudar o trafego na rede como um todo, Produzem informação de sumário, incluindo estatísticas de erro, estatísticas

Leia mais

A Camada de Rede. A Camada de Rede

A Camada de Rede. A Camada de Rede Revisão Parte 5 2011 Modelo de Referência TCP/IP Camada de Aplicação Camada de Transporte Camada de Rede Camada de Enlace de Dados Camada de Física Funções Principais 1. Prestar serviços à Camada de Transporte.

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha Parte 1 www.marcelomachado.com

Prof. Marcelo Machado Cunha Parte 1 www.marcelomachado.com Prof. Marcelo Machado Cunha Parte 1 www.marcelomachado.com Conceito, características e classificação das Redes de Computadores; Topologias; Meios físicos de transmissão; Equipamentos de Rede; Segurança;

Leia mais

Projeto de Redes de Computadores. Desenvolvimento de Estratégias de Segurança e Gerência

Projeto de Redes de Computadores. Desenvolvimento de Estratégias de Segurança e Gerência Desenvolvimento de Estratégias de Segurança e Gerência Segurança e Gerência são aspectos importantes do projeto lógico de uma rede São freqüentemente esquecidos por projetistas por serem consideradas questões

Leia mais

SENAI - FATESG. Gerência de Redes. Prof. Antônio Pires de Castro Jr, M.Sc.

SENAI - FATESG. Gerência de Redes. Prof. Antônio Pires de Castro Jr, M.Sc. SENAI - FATESG Gerência de Redes Prof. Antônio Pires de Castro Jr, M.Sc. Introdução Redes de Computadores É um conjunto de computadores autônomos interconectados [Tanenbaum, 1997] Introdução Mainframe

Leia mais

VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs

VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs Rogers Rodrigues Garcia 1, Júlio César Pereira¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavai PR Brasil rogersgarcia@live.com, juliocesarp@unipar.br Resumo:

Leia mais

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes 1. Necessidades de Gerenciamento Por menor e mais simples que seja uma rede de computadores, precisa ser gerenciada, a fim de garantir, aos seus usuários,

Leia mais

Software de gerenciamento de impressoras MarkVision

Software de gerenciamento de impressoras MarkVision Software de gerenciamento de impressoras MarkVision O MarkVision para Windows 95/98/2000, Windows NT 4.0 e Macintosh é fornecido com a sua impressora no CD Drivers, MarkVision e Utilitários. 1 A interface

Leia mais

MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata.

MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata. MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata. A MIB é o conjunto dos objetos gerenciados. Basicamente são definidos três tipos de MIBs: MIB II, MIB experimental

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Anéis Ópticos em Backbone www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em 1980 foi formado o grupo de trabalho ANSI X3T9.5 com a finalidade de desenvolver

Leia mais

Comunicando através da rede

Comunicando através da rede Comunicando através da rede Fundamentos de Rede Capítulo 2 1 Estrutura de Rede Elementos de comunicação Três elementos comuns de comunicação origem da mensagem o canal destino da mensagem Podemos definir

Leia mais

RMON REMOTE NETWORK MONITORING. Baseado em slides gentilmente cedidos pelo Prof. João Henrique Kleinschmidt da UFABC.

RMON REMOTE NETWORK MONITORING. Baseado em slides gentilmente cedidos pelo Prof. João Henrique Kleinschmidt da UFABC. RMON REMOTE NETWORK MONITORING Baseado em slides gentilmente cedidos pelo Prof. João Henrique Kleinschmidt da UFABC. RMON: Conceitos Básicos 2 A RMON fornece um modo efetivo e eficiente de monitorar o

Leia mais

BANCO POSTAL - Plataforma Tecnológica

BANCO POSTAL - Plataforma Tecnológica BANCO POSTAL - Plataforma Tecnológica 1. Arquitetura da Aplicação 1.1. O Banco Postal utiliza uma arquitetura cliente/servidor WEB em n camadas: 1.1.1. Camada de Apresentação estações de atendimento, nas

Leia mais

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Conhecer os modelo OSI, e TCP/IP de cinco camadas. É importante ter um padrão para a interoperabilidade entre os sistemas para não ficarmos

Leia mais

Soluções Inteligentes para regulamentações e negócios em aplicações SAP

Soluções Inteligentes para regulamentações e negócios em aplicações SAP Soluções Inteligentes para regulamentações e negócios em aplicações SAP Uma nova visão no Gerenciamento da Aplicação INDICE 1. A Union IT... 3 2. A importância de gerenciar dinamicamente infra-estrutura,

Leia mais

INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES

INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES 1 Resumo 2 INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES Parte 7 Introdução à Gerência de Redes Introdução Segurança SNMPv1, SNMPv2 Segurança SNMPv3 Prof. Pedro S. Nicolletti (Peter), 2013 Introdução 3 4 Com o

Leia mais

Planejamento e Projeto de Redes de Computadores. Eduardo Barrére

Planejamento e Projeto de Redes de Computadores. Eduardo Barrére Planejamento e Projeto de Redes de Computadores Eduardo Barrére Aula Presencial Projeto Lógico Eduardo Barrére eduardo.barrere@ice.ufjf.br O projeto deve conter Topologia da Rede Modelo de nomenclatura

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 2 - MODELO DE REFERÊNCIA TCP (RM TCP) 1. INTRODUÇÃO O modelo de referência TCP, foi muito usado pela rede ARPANET, e atualmente usado pela sua sucessora, a Internet Mundial. A ARPANET é de grande

Leia mais

Unidade 1. Conceitos Básicos

Unidade 1. Conceitos Básicos Unidade 1 Conceitos Básicos 11 U1 - Conceitos Básicos Comunicação Protocolo Definição de rede Rede Internet 12 Comunicação de dados Comunicação de dados comunicação de informação em estado binário entre

Leia mais

Revisão Gerenciar consiste em supervisionar e controlar seu funcionamento para que ele satisfaça aos requisitos tanto dos seus usuários quanto dos

Revisão Gerenciar consiste em supervisionar e controlar seu funcionamento para que ele satisfaça aos requisitos tanto dos seus usuários quanto dos Revisão Gerenciar consiste em supervisionar e controlar seu funcionamento para que ele satisfaça aos requisitos tanto dos seus usuários quanto dos seu proprietários. A sua rede deve está rigorosamente

Leia mais

Gerência de Redes Apresentação da Disciplina

Gerência de Redes Apresentação da Disciplina Gerência de Redes Apresentação da Disciplina Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Objetivos Apresentação dos principais conceitos relacionados a gerência de redes de computadores.

Leia mais

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS Aulas : Terças e Quintas Horário: AB Noite [18:30 20:20hs] PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS 1 Conteúdo O que Rede? Conceito; Como Surgiu? Objetivo; Evolução Tipos de

Leia mais

Funcionalidade Escalabilidade Adaptabilidade Gerenciabilidade

Funcionalidade Escalabilidade Adaptabilidade Gerenciabilidade Projeto de Redes Requisitos Funcionalidade -- A rede precisa funcionar. A rede precisa permitir que os usuários desempenhem os seus deveres profissionais. A rede precisa oferecer conectividade de usuário-para-usuário

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Gerência de Redes: Modelos de Gerência de Redes: Modelo FCAPS: Ferramentas de Gerência de Redes:

Gerência de Redes: Modelos de Gerência de Redes: Modelo FCAPS: Ferramentas de Gerência de Redes: Gerência de Redes: - Gerência de redes é o monitoramento de qualquer estrutura física e/ou lógica de uma rede. É de extrema importância esse gerenciamento para que se obtenha um bom fluxo no tráfego das

Leia mais

Aranda INVENTORY. Benefícios Estratégicos para sua Organização. (Standard & Plus Edition) Beneficios. Características V.2.0907

Aranda INVENTORY. Benefícios Estratégicos para sua Organização. (Standard & Plus Edition) Beneficios. Características V.2.0907 Uma ferramenta de inventario que automatiza o cadastro de ativos informáticos em detalhe e reporta qualquer troca de hardware ou software mediante a geração de alarmes. Beneficios Informação atualizada

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br Revisão Karine Peralta Agenda Revisão Evolução Conceitos Básicos Modelos de Comunicação Cliente/Servidor Peer-to-peer Arquitetura em Camadas Modelo OSI Modelo TCP/IP Equipamentos Evolução... 50 60 1969-70

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE REDES REDES DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Material elaborado com base nas apresentações

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTÁTISTICA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO DE DADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTÁTISTICA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO DE DADOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTÁTISTICA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO DE DADOS PROFESSOR: CARLOS BECKER WESTPHALL Terceiro Trabalho

Leia mais

Fundamentos do uso de tecnologia da informação F U P A C V R B P R O F. C H R I S T I E N L. R A C H I D

Fundamentos do uso de tecnologia da informação F U P A C V R B P R O F. C H R I S T I E N L. R A C H I D Fundamentos do uso de tecnologia da informação O USO CONSCIENTE DA TECNOLOGIA PARA O GERENCIAMENTO F U P A C V R B P R O F. C H R I S T I E N L. R A C H I D Organização 1. Vínculo Administração-Tecnologia

Leia mais

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede Interconexão de redes locais Existência de diferentes padrões de rede necessidade de conectá-los Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos LAN-LAN LAN: gerente de um determinado setor de uma empresa

Leia mais

Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes

Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes Arquitetura do Protocolo da Internet Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Revisão AS ou SA; IGP e EGP; Vetor de Distância,

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes 1 Redes de Dados Inicialmente o compartilhamento de dados era realizado a partir de disquetes (Sneakernets) Cada vez que um arquivo era modificado ele teria que

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose)

Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) 1. Quais são os tipos de redes de computadores e qual a motivação para estudá-las separadamente? Lan (Local Area Networks) MANs(Metropolitan Area Networks) WANs(Wide

Leia mais

Redes de Computadores I

Redes de Computadores I Redes de Computadores I Introdução a Redes de Computadores Prof. Esbel Tomás Valero Orellana Usos de Redes de Computadores Uma rede de computadores consiste de 2 ou mais computadores e/ou dispositivos

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

Redes de Computadores e suas classificações. Maurício Severich

Redes de Computadores e suas classificações. Maurício Severich Redes de Computadores e suas classificações Maurício Severich Sumário O computador pessoal e a demanda Redes e suas classificações Conectividade Cliente/Servidor Topologia Distância O computador pessoal

Leia mais

Nesta sessão introduziremos os conceitos básicos do Cacti, e como fazer para instalá-lo em seu computador.

Nesta sessão introduziremos os conceitos básicos do Cacti, e como fazer para instalá-lo em seu computador. Cacti é uma ferramenta gráfica de gerenciamento de dados de rede que disponibiliza a seus usuários uma interface intuitiva e bem agradável de se usar, sendo acessível a qualquer tipo de usuários. Este

Leia mais

ABRANGÊNCIA: atendimento a no mínimo 60% dos municípios 853 mineiros conforme padrões Anatel

ABRANGÊNCIA: atendimento a no mínimo 60% dos municípios 853 mineiros conforme padrões Anatel Comentários MINUTA TERMO DE REFERENCIA Lote 9A ABRANGÊNCIA: atendimento a no mínimo 60% dos municípios 853 mineiros conforme padrões Anatel Resposta: Fica mantido o texto da minuta do TR. 2.2 O provimento

Leia mais

Administração de CPD Chief Information Office

Administração de CPD Chief Information Office Administração de CPD Chief Information Office Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os principais conceitos e elementos relacionados ao profissional de

Leia mais

PROTÓTIPO TIPO DE UM SOFTWARE AGENTE SNMP PARA REDE WINDOWS

PROTÓTIPO TIPO DE UM SOFTWARE AGENTE SNMP PARA REDE WINDOWS UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PROTÓTIPO TIPO DE UM SOFTWARE AGENTE SNMP PARA REDE WINDOWS Acadêmico: Luciano Waltrick Goeten Orientador: Prof. Sérgio Stringari

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry REDES DE COMPUTADORES DISCIPLINA: Fundamentos em Informática Mundo Globalizado Acelerado desenvolvimento tecnológico

Leia mais

CONTROLE DE REDE. Prof. José Augusto Suruagy Monteiro

CONTROLE DE REDE. Prof. José Augusto Suruagy Monteiro CONTROLE DE REDE Prof. José Augusto Suruagy Monteiro 2 Capítulo 3 de William Stallings. SNMP, SNMPv2, SNMPv3, and RMON 1 and 2, 3rd. Edition. Addison-Wesley, 1999. Baseado em slides do Prof. Chu-Sing Yang

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 2 Arquitetura de Data Center Ambientes Colaborativos A história dos sistemas

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 09 Firewall

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 09 Firewall www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício O que é Firewall Um Firewall é um sistema para controlar o aceso às redes de computadores, desenvolvido para evitar acessos

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16

REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16 REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 16 Índice 1. SISTEMA OPERACIONAL DE REDE...3 1.1 O protocolo FTP... 3 1.2 Telnet... 4 1.3 SMTP... 4 1.4 SNMP... 5 2 1. SISTEMA OPERACIONAL DE REDE O sistema

Leia mais

GERENCIAMENTO DE REDES. Prof. José Augusto Suruagy Monteiro

GERENCIAMENTO DE REDES. Prof. José Augusto Suruagy Monteiro GERENCIAMENTO DE REDES Prof. José Augusto Suruagy Monteiro Conteúdo Programático 2 Introdução Arquiteturas de Gerenciamento de Redes Bases de Informação de Gerenciamento (MIBs) Protocolo Simples de Gerenciamento

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula Complementar - EQUIPAMENTOS DE REDE 1. Repetidor (Regenerador do sinal transmitido) É mais usado nas topologias estrela e barramento. Permite aumentar a extensão do cabo e atua na camada física

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES DESENHO DE SERVIÇO Este estágio do ciclo de vida tem como foco o desenho e a criação de serviços de TI cujo propósito será realizar a estratégia concebida anteriormente. Através do uso das práticas, processos

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES 39 A, por resolução do seu Comitê Técnico, em acordo com o Estatuto e as Regras da Competição, adotou as exigências mínimas que seguem no tocante a esta

Leia mais

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

Projeto de Redes de Computadores. Projeto do Esquema de Endereçamento e de Nomes

Projeto de Redes de Computadores. Projeto do Esquema de Endereçamento e de Nomes Projeto do Esquema de Endereçamento e de Nomes Lembrar a estrutura organizacional do cliente ajuda a planejar a atribuição de endereços e nomes O mapa topológico também ajuda, pois indica onde há hierarquia

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais