NOVAS TECNOLOGIAS PARA ISOLAMENTO Palestra TÉRMICO DE TUBULAÇÕES E DUTOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOVAS TECNOLOGIAS PARA ISOLAMENTO Palestra TÉRMICO DE TUBULAÇÕES E DUTOS"

Transcrição

1 NOVAS TECNOLOGIAS PARA ISOLAMENTO Palestra TÉRMICO DE TUBULAÇÕES E DUTOS 1 EFEITOS DA UMIDADE NO DESEMPENHO E VIDA ÚTIL DE INSTALAÇÕES HVAC-R Palestrante Antonio Luís de Campos Mariani Escola Politécnica da USP - ASHRAE Member ARMACELL

2 PROGRAMA 1. Introdução, motivação e destaques 2. Propriedades físicas, características de isolantes térmicos e fatores que influenciam variações nestas 3. Migração de vapor d água e processo de condensação 4. Aplicação a isolantes térmicos 5. Análise em termos energéticos, vida útil de instalação de condicionamento de ar 6. Resumo e conclusões 2

3 INTRODUÇÃO Motivação e importância para o uso do isolante térmico Aspectos técnicos para análise de alternativas para uso de isolantes térmicos Foco: Aplicação de isolantes térmicos em tubulações e dutos de sistemas de HVAC Efeitos da presença de umidade nos isolantes térmicos: condensação de vapor d água 3

4 MOTIVAÇÃO PARA ANÁLISE DE DIMENSIONAMENTO E SELEÇÃO ISOLANTES TÉRMICOS CONSERVAÇÃO DE ENERGIA DIMENSIONAMENTO DE ESPESSURA ECONÔMICA PROTEÇÃO DO USUÁRIO CONTROLE DE CONDENSAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA ESTABILIDADE PARA O CONTROLE DE PROCESSOS CONTROLE DE RUÍDO SEGURANÇA EM CASO DE INCÊNDIO 4

5 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES CONSERVAÇÃO DE ENERGIA Redução no consumo de energia em sistemas HVAC Níveis mínimos de isolamento estão previstos nas normas ASHRAE 90.1 e 90.2 Resultado importante para avaliação de Edifícios Verdes critérios LEED 5

6 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES DIMENSIONAMENTO DE ESPESSURA ECONÔMICA Selecionar a espessura ótima para determinado isolante Avaliar comparativamente tipos de materiais isolantes para obter determinado nível de desempenho térmico Considerar o melhor custo de ciclo de vida para determinado período 6

7 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES 7 DIMENSIONAMENTO DE ESPESSURA ECONÔMICA: A espessura econômica é definida para minimizar o custo total do ciclo de vida do isolante Figura 1: Determinação da espessura econômica do isolamento térmico. (ASHRAE Fundamentals, 2013)

8 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES CONTROLE DE CONDENSAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA É muito importante para sistemas que conduzem fluidos com temperatura abaixo da ambiente!! Dois objetivos importantes: EVITAR CONDENSAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA SOBRE A SUPERFÍCIE EXTERNA DE DUTOS E OUTROS ACESSÓRIOS DO SISTEMA MINIMIZAR OU CONTROLAR A INTRUSÃO DE VAPOR D ÁGUA NO ISOLANTE TÉRMICO ATENÇÃO PARA O CLIMA TROPICAL ÚMIDO! 8

9 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES CONDENSAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA SOBRE A SUPERFÍCIE EXTERNA DE DUTOS, TUBULAÇÕES E ACESSÓRIOS: Gotejamento de água sobre objetos abaixo dos dutos. Evitar crescimento de microorganismos (fungos, mofos) que requerem umidade para evoluir. Evitar deterioração da barreira de vapor e de acessórios da rede de dutos (p. ex.: suportes, etc.) 9

10 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES CONDENSAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA SOBRE A SUPERFÍCIE EXTERNA DE DUTOS, TUBULAÇÕES E ACESSÓRIOS: 10 Figura 2:Condensação de vapor d água.(ashrae IAQ GUIDE - capítulo 4)

11 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES Espessura mínima para Eficiência Energética para isolantes térmicos 11 Figura 3: Isolamento mínimo para eficiência energética (ASHRAE Handbook of Fundamentals 2013, cap. 23)

12 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES Espessura mínima para evitar condensação para isolante genérico (k=0,043 W/(m K)): Figura 4: Isolamento mínimo para evitar condensação de vapor d água (ASHRAE Handbook of Fundamentals 2013, cap. 23) 12

13 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES Espessura mínima para evitar condensação: Exemplo de Charlotte (1200 horas/ano > 90%) Nota: 1 ano tem 8760 horas 13 Figura 5: Umidade Relativa em Charlotte, Carolina do Norte, USA (ASHRAE Handbook of Fundamentals 2013, cap. 23)

14 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES Espessura mínima para evitar condensação: Exemplo Porto Alegre (RS) em 03/2014 Verifica-se: 8 dias em 31 registros com UR 90% 14 Figura 6: Umidade Relativa em Porto Alegre em março de 2014 às 12horas. INMET

15 DESTACANDO PONTOS IMPORTANTES SEGURANÇA EM CASO DE INCÊNDIO Propriedades do isolante térmico a avaliar: Propagação de chamas Emissão de fumaça, gases tóxicos Normas e legislações locais e internacionais apresentam índices: NFPA ASTM ABNT 15

16 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS Temperatura de trabalho Condutividade térmica Resistência à compressão Permeabilidade ao vapor d água (ou fator de resistência à difusão de vapor d água) Absorção de água 16

17 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS - Detalhando grandezas Faixa de temperaturas de trabalho: Máxima: Avaliada conforme norma ASTM C411 Testes em superfícies aquecidas verificando até que temperatura não há mudança em suas características Mínima: Não há norma para sua determinação Verifica-se qual a temperatura mínima em que mantem integridade física e propriedades físicas 17

18 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS Condutividade térmica (k): Equação da condução de calor: q = -k (dt/dx) Unidade no SI: W/(m K) É função da temperatura (usual t=24ºc) Ensaio para determinação: Normas: exemplos ASTM C177; ASTM C518; ASTM C335 Diferente de resistência térmica (R T =e/k) 18

19 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS Resistência à compressão É importante nos locais onde os dutos devem suportar carga sem esmagar o isolamento; por exemplo: isolamento instalado em seções onde há suportes ou tirantes para fixação Há normas ASTM para medir a resistência à compressão: Para materiais fibrosos: C165 Para materiais plásticos: D1621 Atenção para alteração na espessura de projeto do isolamento térmico 19

20 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS Permeabilidade ao vapor d água ( ): Avalia o fluxo de vapor d água através do isolante produzido por determinado gradiente de pressão de vapor. Unidade no SI (isolantes térmicos): ng/(pa s m) Unidade alternativa: kg/(m h Pa) Em aplicações para tubulações e dutos com fluidos em temperaturas abaixo do ambiente é preciso cuidar para minimizar o fluxo de vapor d água em direção à superfície fria. Usualmente utiliza-se barreira de vapor sobre o isolante térmico para manter fluxo de vapor abaixo de determinado limite 20

21 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS Permeabilidade ao vapor d água (continuação): ISOLANTES Flexíveis com células fechadas tem sido usado com sucesso sem barreira de vapor independente (ASHRAE Fundamentals). Norma ASTM E96: medida da permeabilidade 21

22 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS Outra grandeza para medir a permeabilidade ao vapor d água é: Fator de resistência à difusão de vapor d água ( ), adimensional; Relação entre a permeabilidade do ar ( ar ) em condições de referência (0ºC) e a permeabilidade ( m ) do material: permeabilidade no ar ( ar ) permeabilidade no material ( mat Na NBR 16401: isolação de dutos e tubulações sem barreira de vapor para 2500 ) 22

23 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS Absorção de água (% em volume) Medida em amostra do isolante térmico inserido em meio que mantém uma pressão de vapor especificada por determinado período de tempo; É avaliada em termos porcentuais de volume; 23

24 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS VALORES TÍPICOS (ASHRAE/ASTM) 24 Figura 7: Propriedades de isolantes térmicos. ASHRAE Handbook of Fundamentals, 2013

25 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA E PROCESSO DE CONDENSAÇÃO EM SUPERFÍCIES Modelando o ar úmido: ar seco +vapor d água: Comportam-se como substâncias isoladas e atuam de forma independente; Lei de Dalton: Ocupam o mesmo volume (V) Estão à mesma temperatura (T) Possuem pressões próprias de cada componente (Pa e Pv): Pressão Total da mistura: P P = Pa + Pv 25

26 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA E PROCESSO DE CONDENSAÇÃO EM SUPERFÍCIES Sentido do Fluxo do Vapor d água: Migração (Fluxo) do vapor d água: Pv menor Pv maior Independente da Pressão Total da mistura (P) ESTUDO DE CASO: Instalação industrial Ambientes vizinhos (A) e (B)com umidades absolutas muito diferentes: A << B Migração de vapor pelo duto de retorno comum 26

27 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA ESTUDO DE CASO LEGENDA vapor d agua ar seco Ambiente A A A5 A4 A3 A2 vedaçao na porta (ineficaz) A1 P o r t a B Ambiente B ar umido NOTA: modelo esquematico retorno por duto comum dutos de insuflaçao Tratamento 2º estagio ( A ) Tratamento 1º estagio ( B ) duto de retorno A << B 27 Figura 8: Migração de vapor em instalação industrial. Bolliger Jr e Mariani, 1997

28 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA ESTUDO DE CASO SOLUÇÃO: implantação de divisão no duto de retorno (vermelho) Aumento do caminho a ser percorrido pelo vapor d água ( depth of travel - Bryant) LEGENDA vapor d agua ar seco Ambiente A A P o r t a B Ambiente B ar umido NOTA: modelo esquematico dutos de insuflaçao retorno por duto comum A << B Tratamento 2º estagio ( A ) Tratamento 1º estagio ( B ) duto de retorno 28 Figura 9: Migração de vapor em instalação industrial. Bolliger Jr e Mariani, 1997

29 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA ESTUDO DE CASO Sentido do Fluxo do Vapor d água: Recomendação de manuais de ar condicionado: Em redes de dutos de instalações em que o ar é tratado para condições de baixa umidade Mesmo dutos de insuflação (pressão positiva) Junções dos dutos devem ser soldadas para evitar migração de vapor d água para dentro do duto. 29

30 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA - APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Processo de migração de vapor em pontos em que a barreira de vapor não cumpre sua função, ou que não há barreira de vapor; Condensação intersticial x barreira de vapor: isolamento térmico duto ou tubulação meio externo TEXT=20ºC a 32ºC ar úmido = ar seco + vapor d água gradiente de temperatura e de Pv temperatura do fluido: TF= 4ºC a 12ºC Figura 10: Migração de vapor d água e condensação intersticial vapor d água condensação intersticial 30

31 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA - APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Barreira de vapor ou material isolante com baixa permeabilidade (alta resistência à difusão de vapor d água) isolamento térmico duto ou tubulação meio externo TEXT=20ºC a 32ºC ar úmido = ar seco + vapor d água temperatura do fluido: TF= 4ºC a 12ºC Figura 11: Barreira de vapor ou baixa permeabilidade à migração de vapor d água 31 barreira contra vapor d água ou baixa permeabilidade

32 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Isolantes térmicos aplicados sobre a superfície externa de dutos, tubulações e acessórios: Processo de migração de vapor para o interior do isolante 32 Ocorre: Em pontos em que a barreira de vapor não cumpre sua função, ou que não há barreira de vapor Entre camadas do material isolante térmico em que há permeabilidade ao vapor d água Não ocorre: Onde há barreira de vapor Isolantes térmicos tem alto fator de resistência à difusão de vapor; células resistentes e fechadas

33 MIGRAÇÃO DE VAPOR D ÁGUA E PROCESSO DE CONDENSAÇÃO EM SUPERFÍCIES Processo de condensação do vapor d água: Análise psicrométrica caracterizando a temperatura de ponto de orvalho (ou Ponto de Orvalho). Figura 12: Carta Psicrométrica. ASHRAE Handbook of Fundamentals,

34 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS PARA TUBULAÇÕES E DUTOS DE SISTEMAS HVAC ISOLANTES TÍPICAMENTE UTILIZADOS: Poliestireno expandido; Poliuretano expandido; Lã de fibra de vidro; Espuma elastomérica 34

35 PROPRIEDADES FÍSICAS DE ISOLANTES TÉRMICOS VALORES TÍPICOS (ASHRAE/ASTM) 35 Figura 7 (repetição): ASHRAE Handbook of Fundamentals, 2013

36 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS PARA TUBULAÇÕES E DUTOS DE SISTEMAS HVAC CARACTERÍSTICAS DOS ISOLANTE TÍPICAMENTE: Poliestireno expandido: Exige barreira de vapor Condutividade térmica típica (seco): 0,037 W/m K Permeabilidade à migração de vapor: 2,2 ng/(pa s m) Risco de variação da condutividade térmica por acúmulo de vapor d água condensado 36

37 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS PARA TUBULAÇÕES E DUTOS DE SISTEMAS HVAC CARACTERÍSTICAS DOS ISOLANTE TÍPICAMENTE: Poliuretano expandido: Exige barreira de vapor Condutividade térmica típica (seco): 0,026 a 0,030 W/m K Permeabilidade à migração de vapor: 5,8 ng/(pa s m) Risco de variação da condutividade térmica por acúmulo de vapor d água condensado. Dificuldade de fechamento da barreira de vapor (execução na obra) 37

38 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS PARA TUBULAÇÕES E DUTOS DE SISTEMAS HVAC CARACTERÍSTICAS DOS ISOLANTE TÍPICAMENTE: Lã de fibra de vidro : Exige barreira de vapor Condutividade térmica típica (seco): 0,035 W/m K Permeabilidade à migração de vapor: N/A Risco de variação da condutividade térmica por acúmulo de vapor d água condensado. Boa velocidade de instalação 38

39 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS PARA TUBULAÇÕES E DUTOS DE SISTEMAS HVAC CARACTERÍSTICAS DOS ISOLANTE TÍPICAMENTE: Espuma elastomérica Não exige barreira de vapor Condutividade térmica típica (seco): 0,036 a 0,040 W/m K Permeabilidade à migração de vapor: 0,15 ng/(pa s m) Material células fechadas, evita acúmulo de vapor d água condensado. 39

40 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS PARA TUBULAÇÕES E DUTOS DE SISTEMAS HVAC ANÁLISE COMPARATIVA DE MATERIAIS (resumo): Isolante Térmico Condutividade (seco) W/m K Permeabilidade ng/(pa s m) Barreira de Vapor Poliestireno expandido 0,037 2,2 Obrigatória Poliuretano expandido 0,026 a 0,030 5,8 Obrigatória Lã de fibra de vidro 0,035 N/A Obrigatória Espuma elastomérica 0,036 a 0,040 0,15 Facultativa Considerar o conjunto de variáveis Atenção para risco de variação da condutivade térmica com o acúmulo de vapor d água 40

41 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Estudo de desempenho de isolamento térmico em tubulações Projeto de pesquisa da ASHRAE Research Project RP 1356 Prof. Lorenzo Cresmaschi, Shanshan Cai e Kasey Wortinghton Universidade de Oklahoma Figura 13: Capa do relatório do Projeto de pesquisa, ASHRAE RP1356,

42 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Estudo de desempenho de isolamento térmico em tubulações determinação da condutividade térmica Trechos de tubos (d T = 75 mm) com fluido em baixa temperatura: 4,7ºC Isoladas termicamente apenas com isolamento, sem barreira de vapor (propositalmente), espessura do isolamento: e = 50 mm Ensaios em duas fases: Fase 1: Ensaio seco, sem condensação de vapor Fase 2: Ensaio úmido por determinado período em ambiente com alta umidade (>80% a 35ºC) Períodos diferentes / não comparativo entre si Destaque na variação da condutividade térmica 42

43 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Aparato para ensaios em câmara climática 43 Figura 14: Foto aparato usado nos ensaios. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

44 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Resultados ensaios: Fase 1: ensaio seco sem condensação de vapor 44 Figura 15: Propriedades de isolantes térmicos. Obtidos através do Projeto RP1356 e publicados no ASHRAE Handbook of Fundamentals, 2013

45 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Fase 2 (ensaio úmido): Resultados comparativos com o mesmo isolante em ensaio seco (sem condensação= Fase 1) Avaliação da condutividade com acúmulo de vapor d água condensado Dois isolamentos testados (risco variação de k por acúmulo de água): Lã de fibra de vidro Poliuretano (tipo fenólico) 45

46 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS LÃ DE FIBRA DE VIDRO 46 Figura 16: Foto do protótipo testado com isolamento com lã de fibra de vidro. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

47 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Resultados Fase 2 (ensaio úmido) Lã de Fibra de Vidro : Resultados comparativos com o mesmo isolante em ensaio seco (sem condensação= Fase 1): 47 Figura 17: Resultados com valor relativo de condutividade térmica para lã de vidro em função do número de dias de ensaio. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

48 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Resultados Fase 2 (ensaio úmido) Lã de Fibra de Vidro : Condutividade térmica em função da presença de umidade: 48 Figura 18: Resultados condutividade térmica para lã de vidro em função do da porcentagem de água acumulada no isolamento térmico. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

49 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Resumo resultados Fase 2 (ensaio úmido): Isolante Lã de Fibra de Vidro: Condutividade térmica aumentou 3,15 vezes Absorção de umidade: 11% em volume 49 Figura 19: Fotos do isolamento testado ao final do ensaio úmido. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

50 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS POLIURETANO (tipo fenólico) 50 Figura 20: Foto do protótipo testado com isolamento de poliuretano. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

51 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Resultados Fase 2 (ensaio úmido) Poliuretano : Resultados comparativos com o mesmo isolante em ensaio seco (sem condensação= Fase 1): 51 Figura 21: Resultados com valor relativo de condutividade térmica para poliuretano em função do número de dias de ensaio. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

52 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Resultados Fase 2 (ensaio úmido) Poliuretano : Condutividade térmica em função da presença de umidade: 52 Figura 22: Resultados condutividade térmica para poliuretano em função do da porcentagem de água acumulada no isolamento térmico. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

53 APLICAÇÃO A ISOLANTES TÉRMICOS Resumo resultados Fase 2 (ensaio úmido): Isolante Poliuretano : Condutividade térmica aumentou 1,55 vezes Absorção de umidade: 5% em volume 53 Figura 23: Fotos do isolamento testado ao final do ensaio úmido. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

54 ANÁLISE EM TERMOS ENERGÉTICOS ESTUDO DE CASO: Duto de ar condicionado isolado térmicamente atravessando ático: Alteração na condutividade térmica Variações por deficiência na instalação e/ou manutenção da barreira de vapor; Mudanças de condições climáticas ou ambientais podem causar conseqüente deficiência do isolamento térmico (dimensionamento da espessura torna-se insuficiente); Aumento de temperatura do ar tratado; Variação de carga térmica; 54

55 ANÁLISE EM TERMOS ENERGÉTICOS ESTUDO DE CASO: Duto de ar condicionado isolado térmicamente com lã de vidro: Parâmetros de entrada para simulação: Vazão de ar tratado: 22 kg/s Duto retangular (1 x 2) m atravessando 30 m de ático Isolamento térmico de 25 mm Variação na condutividade térmica: 0,035 para 0,110 W/m K Resultados: Ampliação da variação de temperatura para o ar tratado: 0,45ºC Acréscimo na carga térmica: 10,02 kw ( ~2,8 TR) 55

56 ANÁLISE EM TERMOS ENERGÉTICOS ESTUDO DE CASO: Duto de ar condicionado isolado termicamente com poliuretano: Parâmetros de entrada: Vazão de ar tratado: 22 kg/s Duto retangular (1 x 2) m atravessando 30 m de ático Isolamento térmico de 25 mm Variação na condutividade térmica: 0,035 para 0,054 W/m K Resultados: Variação de temperatura para o ar tratado: 0,15ºC Acréscimo na carga térmica: 3,36 kw ( ~ 1 TR) 56

57 CRESCIMENTO MICROBIOLÓGICO Consequências no isolamento térmico: Condensação de vapor d água Crescimento de colônias de microorganismos 57 Figura 24: Fotos apresentando crescimento de mofo no isolamento testado ao final do ensaio úmido. ASHRAE RP 1356, Lorenzo Cresmaschi et al, 2012

58 CRESCIMENTO MICROBIOLÓGICO Técnicas de redução e/ou eliminação de microorganismos nos isolamentos térmicos: Evitar condições para crescimento (umidade; temperatura ; alimento); Utilizar agentes bactericidas (eliminam microorganismos) evitar crescimento de colônias; Exemplo de produto utilizado em espuma elastomérica: Microban 58

59 CRESCIMENTO MICROBIOLÓGICO APLICAÇÕES IMPORTANTES EM QUE DEVE-SE EVITAR CONTAMINAÇÃO POR MICROORGANISMOS: Áreas hospitalares Áreas Industriais Farmacêutica Alimentos Vacinas Eletrônica - microcomponentes 59

60 RESUMO / CONCLUSÕES Analisar conjuntamente todos parâmetros para seleção e dimensionamento de isolamento térmico: Condutividade térmica Permeabilidade à migração do vapor d água Condensação do vapor d água e conseqüências 60

61 RESUMO / CONCLUSÕES Manutenção da vida útil da instalação por ciclo desejável requer: Reduzir ao mínimo a presença de vapor d água condensado no interior do isolamento térmico Atenção para riscos de migração de vapor d água Vantagem célula fechada Vantagem barreira de vapor intrínseca. Qualidade/facilidade na instalação e manutenção 61

62 RESUMO / CONCLUSÕES Atenção para riscos de deterioração da instalação (isolamento, dutos, acessórios, etc) Crescimento de microorganismos Aumento no consumo de energia Risco de prejuízos em processos Ambientes especiais: antimicrobianos são vantagem extra. 62

63 RESUMO / CONCLUSÕES 63 Barreira de vapor mesmo em espumas elastoméricas são vantajosas: Maior resistência mecânica Maior resistência ao fogo Facilidade para higienização e limpeza Solução de aplicação de espuma elastomérica em camadas para bloquear migração de vapor d água em emendas e frestas. Exemplo de caso atual: obra premiada pela SMACNA Destaques do ano 2013

64 PRINCIPAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 64 ASHRAE HANDBOOKS: Fundamentals, 2013, Chapters 23, 25, 26 HVAC Applications ASHRAE Research Project - RP-1356, Final Report, Cresmaschi, L. et al., 2012 ASHRAE Transactions 2012, vol. 118, Part 1, Measurements of pipe insulation thermal conductivity at below ambient temperatures part 1: Experimental methodology and dry tests. Cresmaschi, L. et al. Boletim técnico ARMACELL. Especificação técnica para sistemas de isolamento térmico com materiais em espumas elastoméricas. Departamento de Energia dos USA. Insulation, Moisture Control. acesso em ago/2014.

65 OBRIGADO! 65

CURSOS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CALENDÁRIO 2013

CURSOS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CALENDÁRIO 2013 S DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CALENDÁRIO 2013 1 - Curso de Simulação de Edificações com o EnergyPlus (Edição 1) 8 e 9 de março 15 e 16 de março 5 e 6 de abril 19 e 20 de abril 2 - Curso de Psicrometria

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

Condensação. Ciclo de refrigeração

Condensação. Ciclo de refrigeração Condensação Ciclo de refrigeração Condensação Três fases: Fase 1 Dessuperaquecimento Redução da temperatura até a temp. de condensação Fase 2 Condensação Mudança de fase Fase 3 - Subresfriamento Redução

Leia mais

Gás LP x Energia Elétrica Aquecimento de água. Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP

Gás LP x Energia Elétrica Aquecimento de água. Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP x Energia Elétrica Aquecimento de água Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP Apresentação O projeto Análise de custos de infra-estrutura Análise de custos para o cliente

Leia mais

Sistemas e produtos de HVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) Bill Tolliver Gerente de Suporte Técnico

Sistemas e produtos de HVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) Bill Tolliver Gerente de Suporte Técnico Sistemas e produtos de HVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) Bill Tolliver Gerente de Suporte Técnico Razões para isolar sistemas de HVAC Redução da perda ou aumento de temperatura. Redução

Leia mais

Aplicação de XPS em sistema ETICS e suas vantagens

Aplicação de XPS em sistema ETICS e suas vantagens Fachadas energeticamente eficientes: contribuição dos ETICS/Argamassas Térmicas Aplicação de XPS em sistema ETICS e suas vantagens Oradora: Vera Silva Associação Portuguesa de Fabricantes de Argamassas

Leia mais

ArmAcell soluções PArA sistemas sistemas de refrigeração, Ar condicionado e ventilação

ArmAcell soluções PArA sistemas sistemas de refrigeração, Ar condicionado e ventilação ARMACELL SOLUÇÕES PARA SISTEMAS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO, AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO AF/Armaflex Armafix AF Armaflex ultima NH/Armaflex HT/Armaflex Armaflex Duct tubolit Split E duosplit Arma-Chek Armaflex

Leia mais

AR CONDICIONADO E CO-GERAÇÃO DE ENERGIA

AR CONDICIONADO E CO-GERAÇÃO DE ENERGIA 1 SEMINÁRIO DE ENGENHARIA DE ENERGIA PUC-MINAS - 20 de Abril de 2007 AR CONDICIONADO E CO-GERAÇÃO DE ENERGIA Marco Tulio Starling de Vasconcellos marcotulio@tuma.com.br - Tel: (31) 2111-0053 www.tuma.com.br

Leia mais

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO CONSUMO DE ENERGIA E AR COMPRIMIDO NA INDÚSTRIA Consumo de Energia 20% 50% 30% Fornec.de ar Refrigeração Outros Consumo de Ar Comprimido 10%

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações

Desempenho Térmico de edificações Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura intro isolantes cálculos exemplos e testes 2 introdução

Leia mais

4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido

4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido 4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido 3ª Aula - complemento - Como especificar um compressor corretamente Ao se estabelecer o tamanho e nº de compressores, deve se

Leia mais

Componentes para telhas Brasilit

Componentes para telhas Brasilit Componentes para telhas Brasilit Selamax Selante Selante elástico para elástico colagem para e vedação colagem e vedação SolarMaxxi Manta impermeável, térmica e acústica LitFoil e LitFoil Plus Mantas térmicas

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo IV Aula 01 1. Introdução Vamos estudar as torres de refrigeração que são muito utilizadas nas instalações de ar condicionado nos edifícios, na

Leia mais

PRODUTO DA MARCA SEVENCOAT FICHA TÉCNICA DO PRODUTO

PRODUTO DA MARCA SEVENCOAT FICHA TÉCNICA DO PRODUTO PRODUTO DA MARCA SEVENCOAT FICHA TÉCNICA DO PRODUTO PRODUTO DA MARCA SEVENCOAT É uma tinta isolante térmica, composta de polímeros acrílicos elastoméricos, microesferas de cerâmicas, e aditivos especiais

Leia mais

Eficiência energética de edificações e sua contribuição para a redução dos gases de efeito estufa

Eficiência energética de edificações e sua contribuição para a redução dos gases de efeito estufa Eficiência energética de edificações e sua contribuição para a redução dos gases de efeito estufa Contexto Perfil de emissões MCTI Ministério do Meio Ambiente Objetivos Ampliar e aprimorar a participação

Leia mais

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor.

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Francisco Vecchia Departamento de Hidráulica e Saneamento Escola de Engenharia

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 2 Áreas de oportunidade para melhorar a eficiência na distribuição de frio Isolamento das tubulações

Leia mais

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás.

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. USO DE GÁS NATURAL CANALIZADO NORMAS E LEGISLAÇÃO: ABNT NBR 14570 ABNT NBR 13103 COSCIP código de segurança - decreto estadual nº

Leia mais

23/06/2010. Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica. Roberto Lamberts

23/06/2010. Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica. Roberto Lamberts Eficiência Energética: Regulamentação, Classificação e Conformidade Técnica Roberto Lamberts Oficina 09 junho de 2010 1 ETIQUETAGEM DE EDIFICAÇÕES Publicação: junho de 2009. EDIFÍCIOS ETIQUETADOS CETRAGUA

Leia mais

PROJETO FINAL 2014-2. Alunos: Turma: Sistema de condicionamento de ar central residencial PIC Projeto de Instalações de Condicionamento de Ar

PROJETO FINAL 2014-2. Alunos: Turma: Sistema de condicionamento de ar central residencial PIC Projeto de Instalações de Condicionamento de Ar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA - CAMPUS SÃO JOSÉ Projetos de Instalação de Ar Condicionado

Leia mais

Funcionamento de uma Torre de Resfriamento de Água

Funcionamento de uma Torre de Resfriamento de Água Funcionamento de uma Torre de Resfriamento de Água Giorgia Francine Cortinovis (EPUSP) Tah Wun Song (EPUSP) 1) Introdução Em muitos processos, há necessidade de remover carga térmica de um dado sistema

Leia mais

REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS

REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS GUIA PARA A REABILITAÇÃO REDE E SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUAS USANDO FONTES RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS PROJETO Cooperar para Reabilitar da InovaDomus Autoria do Relatório Consultoria

Leia mais

Exercícios Terceira Prova de FTR

Exercícios Terceira Prova de FTR Exercícios Terceira Prova de FTR 1) Existe uma diferença de 85 o C através de uma manta de vidro de 13cm de espessura. A condutividade térmica da fibra de vidro é 0,035W/m. o C. Calcule o calor transferido

Leia mais

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases V1 O queéum Sistemade Condicionamento? O Que é um Sistema de Condicionamento? Amostra do Processo? Analisador Sistema de Condicionamento O sistema

Leia mais

Climatização eficiente com termoacumulação para produção abaixo de 10 TR. Por Carlos de Holanda, Fábio Cezar Beneduce, Rubens Herbster e Thiago Neves*

Climatização eficiente com termoacumulação para produção abaixo de 10 TR. Por Carlos de Holanda, Fábio Cezar Beneduce, Rubens Herbster e Thiago Neves* 46 Capítulo XII Climatização eficiente com termoacumulação para produção abaixo de 10 TR Por Carlos de Holanda, Fábio Cezar Beneduce, Rubens Herbster e Thiago Neves* Atualmente, o custo da energia elétrica

Leia mais

1. Quais são os principais tipos de subcobertura utilizados no Brasil? De onde surgiu o conceito subcobertura?

1. Quais são os principais tipos de subcobertura utilizados no Brasil? De onde surgiu o conceito subcobertura? 1. Quais são os principais tipos de subcobertura utilizados no Brasil? De onde surgiu o conceito subcobertura? O conceito de subcobertura é algo já bem antigo no Brasil. Os profissionais mais preocupados,

Leia mais

Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com

Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL CONCEITO CONCEITO Unidade do SAA constituída

Leia mais

TIPO MCS. Câmara de Espuma Argus. Descrição do Produto. Normas aplicáveis. Aplicação. Operação

TIPO MCS. Câmara de Espuma Argus. Descrição do Produto. Normas aplicáveis. Aplicação. Operação Câmara de Espuma Argus TIPO MCS Descrição do Produto As Câmaras Modelo MCS foram desenvolvidas para proporcionar correta expansão e aplicação de espuma no interior de tanques de teto fixo de armazenagem

Leia mais

Desempenho Acústico das Fachadas Envidraçadas. Eng. Luiz Barbosa

Desempenho Acústico das Fachadas Envidraçadas. Eng. Luiz Barbosa Desempenho Acústico das Fachadas Envidraçadas Eng. Luiz Barbosa Objetivo Mostrar, de forma conceitual, a aplicabilidade do vidro em fachadas, tendo ele, não somente excelente desempenho acústico, mas sendo,

Leia mais

MERCOFRIO 2000 CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL

MERCOFRIO 2000 CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL MERCOFRIO 2000 CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL ANÁLISE COMPARATIVA DAS TAXAS TRANSFERÊNCIA DE CALOR EM SISTEMAS DE CLIMATIZAÇÃO DO TIPO VOLUME DE AR CONSTANTE

Leia mais

Resfriadores Evaporativos BRISBOX

Resfriadores Evaporativos BRISBOX Características do Produto: Resfriadores Evaporativos BRISBOX BRISBOX Aplicações Resfriadores evaporativos Munters, possuem uma ótima performance energética e podem ser aplicados em: Bingos; Boates; Academias;

Leia mais

Existe uma maneira melhor de você reduzir os ruídos.

Existe uma maneira melhor de você reduzir os ruídos. Existe uma maneira melhor de você reduzir os ruídos. um produto que une efi ciência técnica com preocupação ambiental EcoSilenzio é um produto que traz ao mercado um novo conceito para a absorção das vibrações

Leia mais

SOLUÇÕES FORTLEV PARA CUIDAR DA ÁGUA TANQUES

SOLUÇÕES FORTLEV PARA CUIDAR DA ÁGUA TANQUES SOLUÇÕES FORTLEV PARA CUIDAR DA ÁGUA TANQUES MUITO MAIS TECNOLOGIA E VERSATILIDADE PARA CUIDAR DA ÁGUA A FORTLEV é a maior empresa produtora de soluções para armazenamento de água do Brasil. Campeã em

Leia mais

ISOVER 2015 Isolamentos e Complementos

ISOVER 2015 Isolamentos e Complementos 205 Isolamentos e Complementos Refrigeração e Climatização A ISOVER é a marca líder em produtos e soluções de isolamento sustentáveis. A Isover faz parte do Grupo Saint-Gobain, líder mundial em soluções

Leia mais

AR CONDICIONADO. Componentes

AR CONDICIONADO. Componentes AR CONDICIONADO AR CONDICIONADO Basicamente, a exemplo do que ocorre com um refrigerador (geladeira), a finalidade do ar condicionado é extrair o calor de uma fonte quente, transferindo-o para uma fonte

Leia mais

Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H

Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H PBQP-H INMETRO Programas Setoriais da Qualidade EGT credenciada pelo PBQP-H e acreditada pelo INMETRO Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H Mais de 250 ensaios acreditados pelo INMETRO SINAT

Leia mais

Aquecimento e Refrigeração

Aquecimento e Refrigeração 2.2. Isolamento técnico Aquecimento e Refrigeração As tubagens de ligação das caldeiras ou depósitos com os emissores ou pontos de consumo de água quente sanitária devem isolar-se para se conseguir um

Leia mais

Atmosferas Explosivas. Segurança e confiabilidade

Atmosferas Explosivas. Segurança e confiabilidade Atmosferas Explosivas Segurança e confiabilidade Atmosferas Explosivas Quando o assunto é área de risco o uso de produtos apropriados e a manutenção adequada são exigências obrigatórias para atender normas

Leia mais

Perda de Carga e Comprimento Equivalente

Perda de Carga e Comprimento Equivalente Perda de Carga e Comprimento Equivalente Objetivo Este resumo tem a finalidade de informar os conceitos básicos para mecânicos e técnicos refrigeristas sobre Perda de Carga e Comprimento Equivalente, para

Leia mais

Curso Básico. Mecânica dos Fluidos. Unidade 3

Curso Básico. Mecânica dos Fluidos. Unidade 3 164 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos Curso Básico de Mecânica dos Fluidos Unidade 3 Raimundo Ferreira Ignácio 165 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos Unidade 3 - Conceitos Básicos para o Estudo dos

Leia mais

ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA REFERENTE À IMPLANTAÇÃO DO ISOLAMENTO TÉRMICO DA TUBULAÇÃO DE ÁGUA REFRIGERADA DA UNIDADE DE PRODUÇÃO DA SPAR

ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA REFERENTE À IMPLANTAÇÃO DO ISOLAMENTO TÉRMICO DA TUBULAÇÃO DE ÁGUA REFRIGERADA DA UNIDADE DE PRODUÇÃO DA SPAR ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA REFERENTE À IMPLANTAÇÃO DO ISOLAMENTO TÉRMICO DA TUBULAÇÃO DE ÁGUA REFRIGERADA DA UNIDADE DE PRODUÇÃO DA SPAR LAISE NASCIMENTO SANTANA (UFBA ) lay_iti@hotmail.com CRISTIANO

Leia mais

Fórum sobre Eficiência Energética e Geração Distribuída

Fórum sobre Eficiência Energética e Geração Distribuída Dep. Engeharia Mecânica Escola Politécnica Universidade de São Paulo Fórum sobre Eficiência Energética e Geração Distribuída Experiências de Sucesso e Perspectivas: a Percepção da Academia Escola Politécnica

Leia mais

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica.

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. GUILHOTINAS As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. Com um sistema de ferragens de elevado desempenho, a solução de janelas de guilhotina

Leia mais

Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção e lesões aos trabalhadores.

Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção e lesões aos trabalhadores. 3M Proteção Passiva Contra Fogo Aplicações para Oil & Gas Permitir a Continuidade Operacional e Ajudar a Proteger Vidas Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção

Leia mais

PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO

PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO Tal como nos sistemas de bombeamento de água, nos dutos de ventilação industrial carateriza-se o escoamento em função do número de Reynols. A queda de pressão em

Leia mais

Arranjo Instalações Físico da Indústria. Caracterização dos Sistemas na Indústria

Arranjo Instalações Físico da Indústria. Caracterização dos Sistemas na Indústria Caracterização dos Sistemas na Indústria - Trata-se do conjunto de das instalações de processo e das instalações auxiliares, que são agrupadas de acordo com sua nalidade, em diversos sistemas integrados;

Leia mais

FENÔMENOS DE TRANSPORTE 2 CONDICIONAMENTO DE AR E PSICOMETRIA

FENÔMENOS DE TRANSPORTE 2 CONDICIONAMENTO DE AR E PSICOMETRIA FENÔMENOS DE TRANSPORTE 2 CONDICIONAMENTO DE AR E PSICOMETRIA DEFINIÇÃO "Ar condicionado é um processo de tratamento de ar, que visa controlar simultaneamente a temperatura, a umidade, a pureza e a distribuição

Leia mais

Prof. Eduardo Loureiro, DSc.

Prof. Eduardo Loureiro, DSc. Prof. Eduardo Loureiro, DSc. Transmissão de Calor é a disciplina que estuda a transferência de energia entre dois corpos materiais que ocorre devido a uma diferença de temperatura. Quanta energia é transferida

Leia mais

O primeiro CHILLER nacional para área médico hospitalar

O primeiro CHILLER nacional para área médico hospitalar O primeiro CHILLER nacional para área médico hospitalar A América Latina escolheu a REFRISAT Seu processo pede a REFRISAT faz. Desde sua fundação em 1976, a REFRISAT é reconhecida principalmente por sua

Leia mais

DUTOS : ENTENDA COMO PODEM INFLUENCIAR NA ECONOMIA DE ENERGIA

DUTOS : ENTENDA COMO PODEM INFLUENCIAR NA ECONOMIA DE ENERGIA DUTOS : ENTENDA COMO PODEM INFLUENCIAR NA ECONOMIA DE ENERGIA SEGUINDO A NBR 16401 HENRIQUE CARLOS PINTO PARA FALARMOS EM COMO UM DUTO PODE INFLUENCIAR NA ECONOMIA DE ENERGIA, TEMOS QUE OBSERVAR O QUANTO

Leia mais

COBRE: TUBOS E OBRAS ARTESANAIS

COBRE: TUBOS E OBRAS ARTESANAIS COBRE: TUBOS E OBRAS ARTESANAIS EMPRESA PARANAPANEMA JULHO - 2013 COBRE INTRODUÇÃO - Fundamental no desenvolvimento das primeiras civilizações, o cobre mantém-se como o melhor e mais indicado material

Leia mais

Universidade Federal do Piauí Mestrado em Agronomia Clima e Agricultura. Umidade do ar. Francisco Edinaldo Pinto Mousinho

Universidade Federal do Piauí Mestrado em Agronomia Clima e Agricultura. Umidade do ar. Francisco Edinaldo Pinto Mousinho Universidade Federal do Piauí Mestrado em Agronomia Clima e Agricultura Umidade do ar Francisco Edinaldo Pinto Mousinho Teresina, março-2010 Umidade do ar A água é a única substância que ocorre nas três

Leia mais

Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente.

Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente. Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente. Conservação da Massa A massa, assim como a energia, é uma propriedade que se conserva,

Leia mais

Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC)

Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC) Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC) Informação técnica Denominação do sistema Componente

Leia mais

Condicionamento de Ar

Condicionamento de Ar Condicionamento de Ar Instituto Federal de Brasília Sumário Introdução Tipos de Condicionadores de ar Vantagens e desvantagens Introdução Refrigeração por Compressão de Vapor Introdução Refrigeração por

Leia mais

Argamassas e ETICS. Reflexões actuais Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassas e ETICS Argamassas e ETICS. Reflexões actuais, Concreta, Porto, 2015.11.19 1 Sistema ETICS Manual de Aplicação

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE LÃS ISOLANTES MINERAIS // ABRALISO

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE LÃS ISOLANTES MINERAIS // ABRALISO ABRALISO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE LÃS ISOLANTES MINERAIS ABRALISO É uma organização que representa os fabricantes nacionais de lãs isolantes minerais, basicamente lã de vidro e lã de rocha.

Leia mais

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Introdução Potencial ST Grandes Instalações 23 out Introdução

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turma C01 Disc. Construção Civil II ÁGUA QUENTE 1 UTILIZAÇÃO Banho Especiais Cozinha Lavanderia INSTALAÇÕES

Leia mais

Baixa densidade Produto económico

Baixa densidade Produto económico R PN 0 PK 0 PA 0 EFINIÇÃO: Paineis semi-rígidos (0 kg/m ) de espessura uniforme, constituídos de fibras de lã de rocha aglutinadas com resina sintética termo-endurecida, - PN 0 sem revestimento. - PK 0

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-013 Folha: 1 / 09 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO S.A. IPT CENTRO TECNOLÓGICO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO - CETAC

Leia mais

ÍNDICE. 11. Instalação do CONTROLADOR ELETRO ELETRÔNICO E SENSORES...31. 13. Capa TÉRMICA...33

ÍNDICE. 11. Instalação do CONTROLADOR ELETRO ELETRÔNICO E SENSORES...31. 13. Capa TÉRMICA...33 ÍNDICE 1. PRODUTO SORIA...04 2. ALGUMAS VANTAGENS...05 3. PRODUTO SORIA...06 4. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...07 5. KIT DE INSTALAÇÃO...08 6. ACESSÓRIOS...09 7. DIMENSIONAMENTO DOS COLETORES...10 8. Dimensionamento

Leia mais

4 SISTEMAS E EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO

4 SISTEMAS E EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO 35 4 SISTEMAS E EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO Em uma instalação de ar condicionado quando o circuito de refrigeração estiver desligado, teremos uma instalação de ventilação simples, onde são controlados

Leia mais

Aquecedor Solar Tubos de Vácuo.

Aquecedor Solar Tubos de Vácuo. Aquecedor Solar Tubos de Vácuo. Manual de instalação Ultrasolar Tel: (11) 3361 3328 Fax: (11) 3361 5810 www.ultrasolar.com.br Aquecedor Solar de Agua. Os aquecedores solares de água a vácuo Ultrasolar,

Leia mais

SOLUÇÃO PARA CONSTRUÇÃO

SOLUÇÃO PARA CONSTRUÇÃO MAIOR RAPIDEZ MAIS PRATICIDADE MAIOR RESISTÊNCIA MUITO MAIS ECONOMIA acabamento SUPER LISo SOLUÇÃO PARA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL Aircrete PAINéIS INTERNOS AIRCRETE PAInéis divisórios A SOLUÇÃO INTELIGENTE

Leia mais

CÁLCULO DO RENDIMENTO DE UM GERADOR DE VAPOR

CÁLCULO DO RENDIMENTO DE UM GERADOR DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br CÁLCULO DO RENDIMENTO DE UM 1 INTRODUÇÃO: A principal forma

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS

AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS Eng. Eduardo Linzmayer RESUMO Avaliação e levantamento das emissões de fluidos nos sistemas de refrigeração; Importância

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Reservatórios e Redes de Distribuição de Água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de

Leia mais

Homologado pelos fabricantes de equipamentos

Homologado pelos fabricantes de equipamentos Homologado pelos fabricantes de equipamentos Confiabilidade e durabilidade são indispensáveis. A suspensão de uma sessão de radioterapia ou a perda de hélio em uma ressonância magnética precisam ser evitadas

Leia mais

A GAMA COMPLETA DE ISOLAMENTO PARA UMA POUPANÇA EFECTIVA DE ENERGIA

A GAMA COMPLETA DE ISOLAMENTO PARA UMA POUPANÇA EFECTIVA DE ENERGIA A GAMA COMPLETA DE ISOLAMENTO PARA UMA POUPANÇA EFECTIVA DE ENERGIA Tubolit O sistema de isolamento robusto e fiável para reduzir as perdas de calor em tubagens de aquecimento e fornecimento de água. Tubolit

Leia mais

Informações do sistema

Informações do sistema RELAÇÃO ENTRE RESERVATÓRIOS E COLETOR SOLAR Informações do sistema Volume do Reservatório (l) RR AP 400 500 600 Região I 4,00 5,01 6,01 Região II 4,37 5,45 6,55 Região III 4,81 6,01 7,21 Região IV 6,86

Leia mais

Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor

Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor 1. Junta de expansão de fole com purga de vapor d água Em juntas de expansão com purga da camisa interna, para

Leia mais

REVESTIMENTO CERÂMICOS

REVESTIMENTO CERÂMICOS SEMINÁRIOS DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA REALIZAÇÃO: IBAPE NACIONAL E IBAPE PR Dias 18 e 19 de setembro de 2014 Foz do Iguaçu-PR II Seminário Nacional de Perícias de Engenharia PERÍCIAS EM FACHADAS

Leia mais

MAIS JANELAS EFICIENTES

MAIS JANELAS EFICIENTES MAIS JANELAS EFICIENTES MAIS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA nos edifícios portugueses TEKTÓNICA 2014 Lisboa 06 de Maio de 2014 1 JANELAS EFICIENTES E A REABILITAÇÃO URBANA 2 JANELAS EFICIENTES E A SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Instaladores de Janelas Eficientes

Instaladores de Janelas Eficientes Instaladores de Janelas Eficientes LNEG, 8 julho BUILD UP Skills FORESEE IEE/13/BWI 702/SI2.680177 BUILD UP Skills FORESEE September 2014 to February 2017 Carga horária 25 horas A. Teoria: Objetivos 1.

Leia mais

Escoamento em dutos em L

Escoamento em dutos em L 4ª Parte do Trabalho EM974 Métodos Computacionais em Engenharia Térmica e Ambiental Escoamento em dutos em L Rafael Schmitz Venturini de Barros RA:045951 Marcelo Delmanto Prado RA: 048069 1. Introdução

Leia mais

A sua casa respeita o ambiente?

A sua casa respeita o ambiente? A sua casa respeita o ambiente? A casa passiva com Dow - Soluções para a Construção A casa passiva isolada com produtos Dow Soluções para a Construção Um resultado extraordinário E=-92% & 0 CO 2 E=-92%

Leia mais

Ar Condicionado e Refrigeração. Psicrometria. Estudo das propriedades do ar (mistura do ar com vapor d água)

Ar Condicionado e Refrigeração. Psicrometria. Estudo das propriedades do ar (mistura do ar com vapor d água) Estudo das propriedades do ar (mistura do ar com vapor d água) Ar puro: mistura dos gases presentes em nossa atmosfera, com as seguintes porcentagens (em volume): 78% de nitrogênio 2% de oxigênio 0,97%

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Depósitos Gama S ZB-Solar. www.vulcano.pt. Novembro 2014

FICHA TÉCNICA. Depósitos Gama S ZB-Solar. www.vulcano.pt. Novembro 2014 Departamento Comercial e Assistência Técnica: Av. Infante D. Henrique, lotes 2E-3E - 1800-220 LISBOA * Tel.: +351.218 500 300 Novembro 2014 FICHA TÉCNICA Depósitos Gama S ZB-Solar www.vulcano.pt FICHA

Leia mais

Carga Térmica Renovação e Infiltração de ar

Carga Térmica Renovação e Infiltração de ar Carga Térmica Renovação e Infiltração de ar PME 2515 - Ar Condicionado e Ventilação Alberto Hernandez Neto -Direitos autorais reservados - É proibida a reprodução deste material sem a autorização expressa

Leia mais

Dutos para condução de ar

Dutos para condução de ar Dutos para condução de ar 1 1) Q = VA considerações 2) H 2 p V = h+ + γ 2g (energia total) 3) 2 2 pa V a pb V b Ja b = ha + + hb + + γ 2g γ 2g J a b p p V V = + γ 2g 2 2 a b a b Perda de carga para dutos

Leia mais

Painel pré-isolado Uma nova maneira de fabricar dutos

Painel pré-isolado Uma nova maneira de fabricar dutos Painel pré-isolado Uma nova maneira de fabricar dutos Catálogo de materiais, ferramentas e acessórios AluPir: o painel pré-isolado AluPir representa uma maneira inovadora de fabricar dutos de ar. O sistema

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Tintas Soluções para Celulose & Papel

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Tintas Soluções para Celulose & Papel Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Tintas Soluções para Celulose & Papel Soluções para Celulose e Papel A WEG Tintas fornece tecnologia em tintas para diversos tipos de ambientes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉRMICA DE ISOLAMENTOS EM AQUECIMENTO E RESFRIAMENTO

Leia mais

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo.

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Medição de Vazão 1 Introdução Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Transporte de fluidos: gasodutos e oleodutos. Serviços

Leia mais

SUMARIO 1 INTRODUÇÃO, 1

SUMARIO 1 INTRODUÇÃO, 1 SUMARIO 1 INTRODUÇÃO, 1 Evolu ão modema dajécnica.de.. tratamento 'Aplicação das técnicas de tratamento, 1 Noções fundamentais sobre movimentos de fluidos, 4 Cisalhamento e gradientes de velocidade no

Leia mais

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE Recife/2013 Accacio Rodrigues Formado em Direito, pós graduado em Tributos e Gestão comercial pela Escola de ensino superior Esamc. Há 6 anos trabalha na Empresa

Leia mais

Aeração de Grãos Armazenados 1. SILVA, Luís César (enviar e-mail: www.agais.com)

Aeração de Grãos Armazenados 1. SILVA, Luís César (enviar e-mail: www.agais.com) Aeração de Grãos Armazenados 1 SILVA, Luís César (enviar e-mail: www.agais.com) 1. Introdução Em unidades armazenadoras de grãos, o ar é empregado em diversas atividades que envolvem troca de calor e,

Leia mais

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS NAS INSPEÇÕES DE CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS ATÉ RECENTEMENTE NÃO ERA DADA A DEVIDA ATENÇÃO AO COMPRESSOR - TIPO - LOCAL

Leia mais

OS RISCOS INVISÍVEIS DAS PRÁTICAS CONSTRUTIVAS ATUAIS E O PAPEL DOS ARQUITETOS NA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS

OS RISCOS INVISÍVEIS DAS PRÁTICAS CONSTRUTIVAS ATUAIS E O PAPEL DOS ARQUITETOS NA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS OS RISCOS INVISÍVEIS DAS PRÁTICAS CONSTRUTIVAS ATUAIS E O PAPEL DOS ARQUITETOS NA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS Rio de Janeiro, 30 de abril de 2014 SIDNEY LEONE e RS BARRADAS A CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL Selos

Leia mais

MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO

MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO Normas Aplicáveis - NBR 14.462 Sistemas para Distribuição de Gás Combustível para Redes Enterradas

Leia mais

Aquecedor Solar de Placas Planas. Carlos Leandro Veiga Felipe Santin Furlan

Aquecedor Solar de Placas Planas. Carlos Leandro Veiga Felipe Santin Furlan Aquecedor Solar de Placas Planas Carlos Leandro Veiga Felipe Santin Furlan Motivação Questões Econômicas e Ambientais Alta Radiação Solar Baixa Tecnologia Aquecedor Solar 2 Componentes Reservatório térmico

Leia mais

Papelão Ondulado. Ronildo Peroti Outubro/2012 São Paulo

Papelão Ondulado. Ronildo Peroti Outubro/2012 São Paulo Papelão Ondulado Ronildo Peroti Outubro/2012 São Paulo Ronildo Peroti Experiência no setor nas áreas de Desenvolvimento de Produtos, Produção e Manutenção; Gerente de Desenvolvimento de Produtos da Cartonagem

Leia mais

Serie FKR-D-BR-60 D A 355 a 630 Serie FKR-D-BR-45 D A 200 a 315. TROX DO BRASIL LTDA. Fone: (11) 3037-3900 Fax: (11) 3037-3910

Serie FKR-D-BR-60 D A 355 a 630 Serie FKR-D-BR-45 D A 200 a 315. TROX DO BRASIL LTDA. Fone: (11) 3037-3900 Fax: (11) 3037-3910 4/1.3/BR/1 Damper Corta Fogo Serie FKR-D-BR-60 D A 355 a 630 Serie FKR-D-BR-45 D A 200 a 315 Testado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas IPT - São Paulo Conforme a Norma NBR 6479/1992 Vedação da aleta

Leia mais

Nanotech do Brasil. Rua Curupaiti, 199 Jd. Paraíso Santo André SP CEP 09190-040

Nanotech do Brasil. Rua Curupaiti, 199 Jd. Paraíso Santo André SP CEP 09190-040 1 Rev. 3 D.U.M. 28/08/2015 Produto Nanothermic 3 Isolante térmico Nanothermic 3 é um revestimento térmico, contendo as melhores matérias primas. É um revestimento de múltiplas aplicações que soluciona

Leia mais

Linha completa de aquecimento para banho e piscina

Linha completa de aquecimento para banho e piscina Linha completa de aquecimento para banho e piscina Aquecedor solar Aquecedor de piscina Bomba de calor www.heliotek.com.br Coletores solares Heliotek A força da nova geração Ao contrário dos coletores

Leia mais

FORMAS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR ENTRE HOMEM E MEIO AMBIENTE

FORMAS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR ENTRE HOMEM E MEIO AMBIENTE AMBIENTE TÉRMICO O ambiente térmico pode ser definido como o conjunto das variáveis térmicas do posto de trabalho que influenciam o organismo do trabalhador, sendo assim um fator importante que intervém,

Leia mais

FIRE PROTECTION Escritório Central São Paulo, SP:

FIRE PROTECTION Escritório Central São Paulo, SP: FIRE PROTECTION Escritório Central São Paulo, SP: Rua das Rosas, 300 Mirandópolis São Paulo, SP CEP:04048-000 Tel: +55 11 5584-6380 Site: www.ckc.com.br ckc@ckc.com.br A CKC no Brasil Somos há 15 anos,

Leia mais

Comparação entre Tratamentos Térmicos e Método Vibracional em Alívio de Tensões após Soldagem

Comparação entre Tratamentos Térmicos e Método Vibracional em Alívio de Tensões após Soldagem Universidade Presbiteriana Mackenzie Comparação entre Tratamentos Térmicos e Método Vibracional em Alívio de Tensões após Soldagem Danila Pedrogan Mendonça Orientador: Profº Giovanni S. Crisi Objetivo

Leia mais