ENSAIOS BÁSICOS DE CIMENTO PORTLAND Prof. Dario de Araújo Dafico, Dr.

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1 ENSAIOS BÁSICOS DE CIMENTO PORTLAND Prof. Dario de Araújo Dafico, Dr. Versão: Abr./2012

2 NBR NBR 5741 (1993) Extração e preparação de amostras de cimento Esta norma estabelece os procedimentos pelos quais devem ser executadas a extração e preparação de amostras de cimentos. Definições: a) Amostra de ensaio Amostra destinada a ensaio de laboratório representativa de um lote de cimento podendo ser amostra contínua ou amostra composta pela união de porções reduzidas e iguais de várias amostras parciais. amostras de uma só tomada. b) Amostra parcial Amostra que representa somente uma parcela do lote. Cada amostra parcial deve pesar no mínimo 2,5 kg. b) Amostra contínua Amostra obtida por intermédio de dispositivo automático que extrai pequenas porções de uma corrente de cimento de forma contínua podendo ou não representar todo um lote. c) Amostra de uma só tomada Amostra obtida de uma única operação representando sempre somente uma parcela de um lote. d) Amostra testemunho Amostra igual à amostra de ensaio que deve ser guardada para como testemunha pelo período de 90 dias a fim de elucidar possível divergência entre os interessados. Quantidades das amostras: a) Amostra de ensaio = mínimo de 5 kg. b) Amostra parcial = mínimo de 2,5 kg. c) Porção de cada amostra parcial p/ compor a amostra de ensaio = 5 kg / número de amostras parciais d) Amostra testemunho = mínimo de 5 kg. 1

3 Tipos de amostradores Figura 1 Tubo saca-rolhas para cimento a granel Figura 2 Tubo amostrador para cimentos em sacos Tamanho máximo dos lotes e frações em função da situação Situação Local Lote máximo Fração máxima do lote para retirada de amostra parcial Controle da fábrica Fábrica 400 ton contínua Transportador que alimenta o Armazém armazém de material a granel 200 ton 40 ton (recebimento) (navio, trem, caminhão, etc.) Armazém a granel Transporte de caminhão direto da fábrica ao usuário final (granel ou sacos) Transporte de caminhão via depósito intermediaário (granel ou sacos) Obra/Usina/etc. (recebimento) Obra/Usina/etc. (recebimento) Obra/Usina/etc. (recebimento) 100 ton Norma não diz mas pode-se deduzir 20 ton 100 ton Cada caminhão 100 ton 2500 kg (granel) ou 100 sacos de 50 kg (sacos) 2

4 NBR (1991) Cimento portland Determinação da finura por meio da peneira 75 µm (n. 200) OBJETIVO Medir o percentual da massa de cimento que fica RETIDA na peneira de malha 75 µm através de peneiramento a seco. APARELHAGEM - Balança com resolução de 0,01 g; - Peneira 75 µm + fundo e tampa; - Dois pincéis (tipo trincha) com comprimento de cerdas de aproximadamente 30 mm, sendo um com largura entre mm, de cerda de náilon ou natural, e outro com cerdas naturais de largura entre 5 6 mm; - Bastão de pvc, com dimensões aproximadas de 250 mm de comprimento e 20 mm de diâmetro; - Flanela; - Cronômetro; - Vidro-relógio com diâmetro de aproximadamente 100 mm. PROCEDIMENTO - Peneirar g de cimento com movimentos suaves de vai e vem horizontal (com fundo mas sem a tampa) até que os grãos mais finos passem quase que totalmente para o fundo, o que ocorre geralmente entre 3 e 5 minutos. - Colocar a tampa e retirar o fundo. Dar golpes suaves no rebordo exterior para desprender as partículas aderidas na parte de baixo da tela. Utilizar também um pincel para retirar todas as partículas aderidas na parte de baixo da tela. Esvaziar o fundo e recolocar na peneira. - Retirar a tampa e peneirar por mais 15 a 20 minutos, retirando o fundo e limpando a parte de baixo da tela a intervalos regulares, quando o conjunto deve ser girado para continuar o peneiramento. Findo o período, colocar a tampa, limpar com pincel a parte de baixo da tela, esvaziar o fundo e limpá-lo com uma flanela. - Recolocar a tampa e o fundo na peneira, segurar o conjunto com as duas mãos e, mantendo-o ligeiramente inclinado, imprimir-lhe movimentos rápidos de vaivém durante 60 s, girando o conjunto de mais ou menos 60 o a cada 10 s. - Transferir todo o material passante nesta etapa (fundo) para o vidro relógio, incluído o material aderido na parte de baixo da peneira, com precisão de 0,01 g. Se a massa de material passante for superior a 0,05 g deve-se repetir essa fase após o fundo ser limpo com a flanela. Repetir essa fase até que a massa de material passante durante 60 s seja igual ou inferior a 0,05 g. - Transferir todo o material retido na peneira para o vidro relógio e pesá-lo com precisão de 0,01 g. RESULTADOS Calcular o índice de finura do cimento pela expressão: RC F =.100 onde; M F = índice de finura do cimento, em porcentagem; R = resíduo do cimento na peneira 75 µm, em g; M = massa inicial de cimento, em g; C = fator de correção da peneira fornecido pelo laboratório de calibração, realizado a cada 1000 peneiramentos, cujo valor deve estar compreendido entre 0,8 e 1,2. O resultado é o valor obtido em uma única determinação expresso com precisão de 0,1%. 3

5 NBR NM 76 (1998) Determinação da finura pelo método de permeabilidade ao ar (Blaine) COMENTÁRIOS SOBRE O ENSAIO O objetivo do ensaio é determinar a finura de um cimento por comparação com uma amostra padrão (calibração do aparelho) para servir como instrumento de checagem da uniformidade do processo de moagem do cimento. Para isso mede-se o tempo necessário para que um certo volume de ar atravesse uma camada compactada de cimento cuja porosidade seja conhecida. Apesar dos resultados serem expressos em cm 2 /g hoje se sabe que esses valores não exprimem corretamente a área superficial de um cimento. Para cimentos de finura normal os resultados oferecidos pelo ensaio são satisfatórios para verificação da qualidade da moagem realizada pela fábrica. No caso de cimentos contendo materiais ultrafinos o ensaio pode não fornecer resultados significativos. APARELHAGEM - Aparelho de Blaine completo (figura 1); - Discos de papel filtro de porosidade média (diâmetro médio dos poros de 7 µm); - Cronômetro; - Balança com capacidade de resolução de 0,001 g. - Sala climatizada com temperatura entre 18 e 22 o C e umidade relativa do ar não superior a 65 %. Figura 1 Aparelho de Blaine com a célula de permeabilidade PROCEDIMENTOS DE ENSAIO I - FASE AFERIÇÃO DO APARELHO a) Determinação do volume da camada de cimento da célula de permeabilidade 4

6 - Devido à necessidade de folga entre a célula e o êmbolo que comprime a camada de cimento, antes da colocação da célula no aparelho contendo a camada compactada de cimento, o volume resultante de todas as camadas compactadas varia para cada combinação célula-êmbolo. Essa determinação pode ser feita pelo laboratório de ensaio ou pelo fornecedor do equipamento. b) Determinação da constante K do aparelho - Devido à variabilidade no processo de fabricação do aparelho cada equipamento deve se aferido pelo fabricante utilizando uma amostra padrão de referência (fornecida pela National Institute of Standards and Technology). O aparelho também pode ser aferido pelo laboratório de ensaio desde que possua amostra padrão e tenha capacitação para tal. II - FASE REALIZAÇÃO DO ENSAIO - Calcular-se a massa de cimento necessária para formar a camada compactada de porosidade ε = 0,500 (50 % de ar entre os grãos de cimento na camada compactada). Para isso utiliza-se a fórmula: m = 0,500..V onde, 1 ρ ρ = massa específica do cimento em g/cm 3 ; V = volume da camada compactada fornecida na calibração da combinação célula-êmbolo, em cm 3. - Pesa-se a quantidade de cimento calculada e a coloca na célula entre dois discos de papel filtro, sobre o disco de metal perfurado. Compacta-se a camada pressionando suavemente o êmbolo. Retira-se vagarosamente o êmbolo cerca de 5 mm, gira-se em aproximadamente 90 o, e pressiona-se novamente. Retira-se totalmente o êmbolo. - Coloca-se a célula no aparelho após untar as superfícies de contato com uma camada de graxa fina a fim de garantir a estanqueidade ao ar. Em seguida o topo de cilindro da célula de permeabilidade deve ser fechado com um tampão (rolha). - Abre-se a torneira e por aspiração suave do ar, com o bulbo aspirador de borracha, ajustase o nível do líquido manométrico (ftalato de dibutila, óleo mineral leva, etc.) para a posição mais alta, da primeira marca. Fecha-se a torneira. Verifica-se se o nível do líquido manométrico permanece constante. - Retira-se cuidadosamente o tampão e o líquido começa a fluir. Então, mede-se o tempo em que o líquido leva entre a segunda e a terceira marca de nível em segundos. Repete-se a medição do tempo mais 3 vezes. Utiliza-se o valor da média dos 4 tempos medidos para os cálculos. RESULTADOS Calcula-se a superfície específica do cimento em cm 2 /g através da fórmula com precisão de 10 cm 2 /g : K t S = 524, 2 onde; ρ K = constante do aparelho; t = tempo medido em segundos; ρ = massa específica do cimento, em g/cm 3. A diferença de 1 % entre as médias de dois ensaios efetuados com uma mesma amostra de cimento é aceitável. 5

7 NBR 7215 (1996) Cimento portland Determinação da resistência à compressão APARELHAGEM - Balanças com resolução de 0,1 g; - Misturador mecânico padronizado para esse ensaio; - Moldes cilíndricos de 50 x 100 mm; - Soquete; - Máquina de ensaio tal que a carga de ruptura prevista esteja entre 10 e 90 % da capacidade nominal; - Laboratório com sala climatizada com temperatura entre 20 e 28 o C e umidade relativa do ar igual ou superior a 50 %. PROCEDIMENTO I - Preparação da argamassa de cimento - Pesar as quantidades de materiais necessárias para cada mistura conforme a tabela 1. - Colocar na cuba do misturador mecânico toda a água. - Ligar o misturador na velocidade baixa e ir adicionando o cimento aos poucos durante o tempo de 30 s. - Adicionar vagarosamente a mistura das quatro frações da areia normal durante os próximos 30 s. - Mudar para a velocidade alta e manter ligado por mais 30 s. - Desligar o misturador e manter desligado por 90 s. Nos primeiros 15 segundos do misturador desligado, retirar, com auxílio de uma espátula, a argamassa que tenha ficado aderida às paredes da cuba e à pá e que não foi suficientemente misturada, colocando-a no interior da cuba. Cobrir a cuba com pano úmido. - Ligar novamente o misturador na velocidade alta e manter ligado por mais 60 s. Tabela 1 Quantidades em gramas de materiais para confecção de 6 corpos-de-prova Areia normal (NBR 7214) Cimento Água grossa média grossa média fina fina 624 ± 0,4 300 ± 0,2 468 ± 0,3 468 ± 0,3 468 ± 0,3 468 ± 0,3 Obs.: Para obter os 12 CPs previsto para o ensaio é necessário fazer 2 misturas. II Moldagem dos corpos-de-prova - Moldar 6 corpos-de-prova com 4 camadas aproximadamente iguais, recebendo cada uma 30 golpes (com força) uniformemente distribuídos utilizando o soquete. - Fazer o acabamento de topo com espátula e cobrir com placa de vidro. - Deixar em câmara úmida durante as primeiras 24 horas. - Desmoldar, identificar os CPs e colocá-los imersos em tanque de cura contendo água saturada de cal. Os CPs para ruptura na idade de 1 dia são capeados e rompidos logo após a desforma. III Capeamento e determinação da carga de ruptura - Capear os corpos-de-prova com pasta de enxofre derretido entre 129 e 143 o C, contendo adição de filer em proporção tal que minimize os efeitos de retração térmica. - A espessura máxima do capeamento deve ser de 2 mm. - Colocar o CP centrado no prato da prensa e executar a ruptura com velocidade de aplicação de carga entre 0,20 e 0,30 MPa/s. - São rompidos 4 CPs por idade de interesse de acordo com o tipo de cimento. A tolerância de tempo para a ruptura, de acordo com a idade de ensaio é apresentada na tabela 2. 6

8 Tabela 2 Tolerância de tempo para a ruptura de acordo com a idade de interesse. Idade de ruptura (dias) Tolerância ± 30 min ± 1 h ± 2 h ± 4 h ± 1 dia RESULTADOS - Apresentar os valores das resistências individuais e da média de 4 corpos-deprova de cada idade, em MPa, com precisão de 0,1 MPa. - Apresentar o valor do desvio relativo máximo em relação à média em %. - Quando o desvio relativo máximo for maior que 6 %, deve-se desconsiderar o valor discrepante e recalculada nova média e desvio máximo relativo com os 3 valores remanescentes. Se o novo desvio relativo máximo for maior que 6 % o ensaio deve ser refeito. - Os limites mínimos da resistência à compressão, fixados pelas normas brasileiras em cada idade, referem-se a esta média. ANEXO B Determinação do índice de consistência (informativo) PROCEDIMENTO - Lubrificar com uma fina camada de óleo a mesa do aparelho de consistência e a fôrma tronco-cônica. - Preparar a argamassa de ensaio de resistência de cimento conforme descrito anteriormente. - Moldar a argamassa na forma com 3 camadas de altura aproximadamente iguais e aplicar, com o soque, 15, 10 e 5 golpes, uniformemente distribuídos, respectivamente em cada camada. - Fazer o acabamento do topo com auxílio de uma espátula. - Retirar cuidadosamente a forma com movimento vertical. - Mover a manivela do aparelho de modo que a mesa caia 30 vezes em aproximadamente 30 s. - Medir com auxílio de um paquímetro dois diâmetros ortogonais da base do tronco de cone da argamassa após o abatimento, em mm. - O índice de consistência é o valor da média das duas medidas. 7

9 NBR NM 43 (2003) Cimento portland Determinação da pasta de consistência normal COMENTÁRIOS Pasta de consistência normal é toda aquela preparada com uma quantidade de água suficiente para lhe proporcionar uma consistência padrão. Ela é normal quando a sonda de Tetmajer do aparelho de Vicat penetra na pasta até uma distância entre 5 e 7 mm do fundo. O valor do ensaio é apresentado em termos de relação a/c em porcentagem. Indica o quanto um cimento irá demandar água para produzir um concreto trabalhável. Quanto maior for esse valor (acima de 48 %) maior será a demanda de água do concreto. É utilizado para o ensaio de determinação dos tempos de início e fim de pega do cimento (NBR NM 65:2002). APARELHAGEM - Misturador; - Balança; - Aparelho de Vicat; - Cronômetro; - Sala climatizada com temperatura entre 18 e 22 o C. PROCEDIMENTO - Pesar ,5 g de cimento. Pesar a massa de água da primeira tentativa com precisão de 0,5 g (recomenda-se iniciar com a/c = 0,48 que é o valor do ensaio de resistência do cimento). - Colocar toda a água na cuba do misturador. Com o misturador parado colocar o cimento sobre a água e deixar em repouso por 30 s. - Ligar o misturador, misturar por 30 s em velocidade lenta e desligar. - Em 15 segundos raspar as paredes da cuba e pás do misturador com espátula de borracha transferindo esse material para a massa de mistura. - Ligar o misturador em velocidade rápida pelo tempo de 60 s. - Encher rapidamente o molde do aparelho de Vicat montado sobre sua base, com auxílio de uma espátula metálica, e rasar a superfície com movimentos de vai e vem sem comprimir a pasta. A operação de enchimento do molde pode ser facilitada sacudindo-o suavemente. - Colocar o conjunto sobre a base do aparelho de Vicat, centrar o molde sobre a haste, descer a haste até que entre em contato com a superfície da pasta. Fixá-la nesta posição por meio do parafuso. - Soltar a haste após 45 s do término da mistura. - A pasta é considerada como tendo consistência normal quando a sonda pára a uma distancia entre 5 e 7 mm do fundo da base. - Caso não se tenha obtido a consistência normal deve-se preparar novas pastas, com outros teores de água, utilizando-se novas porções de cimento, até se obter a pasta de consistência normal. RESULTADO Calcula-se a porcentagem de água (A) necessária à obtenção da consistência normal da pasta de cimento, utilizando a fórmula: ma A=.100 onde, mb m a = massa de água utilizada para obtenção da consistência normal, em g; m b = massa de cimento utilizada no ensaio, em g. 8

10 NBR NM 65 (2002) Cimento portland Determinação do tempo de pega DEFINIÇÕES Tempo de início de pega É o intervalo de tempo transcorrido desde a adição de água ao cimento até o momento em que a agulha de Vicat penetra na pasta até uma distância do fundo entre 3 e 5 mm. Tempo de fim de pega É o intervalo de tempo transcorrido desde a adição de água ao cimento até o momento em que a agulha de Vicat penetra somente 0,5 mm na pasta. APARELHAGEM - Misturador; - Balança; - Aparelho de Vicat; - Cronômetro; - Sala climatizada com temperatura entre 18 e 22 o C. - Câmara úmida com temperatura entre 18 e 22 o C e umidade do ar não menor que 90 %. PROCEDIMENTO - Passar uma fina camada de óleo sobre a base da placa e superfície do molde para facilitar a operação de desmoldagem - Preparar uma pasta de consistência normal conforme a NBR NM Encher o molde e colocar em câmara úmida. a) Medida do tempo de início de pega - Após tempo de pelo menos 30 minutos colocar a base no aparelho de Vicat, descer a agulha para medida do tempo de início de pega (θ=1,13 mm e L=50mm) até a superfície da pasta. Aguardar de 1 a 2 s e deixar descer a agulha soltando rapidamente a haste. Ler a indicação na escala após 30 s. - Repetir a operação a cada 10 minutos, em pontos diferentes, distantes no mínimo 10 mm da borda, até obter a distância de 3 a 5 mm do fundo da base. - Recomenda-se diminuir o intervalo de tempo entre as medições para 5 minutos quando verifica-se que o tempo de início de pega está próximo. - Anotar o tempo de início de pega. b) Medida do tempo de fim de pega - Substituir a agulha pela apropriada à medida do fim de pega (θ=1,13 mm e L=30mm), cujo acessório anular facilita a observação exata de penetrações pequenas. - Inverter a posição do molde cheio sobre sua placa base.7 - Realizar medidas a cada 30 minutos até que a penetração seja de 0,5 mm apenas, quando o acessório anular não deixa mais nenhuma marca em torno do furo feito pela agulha. - Recomenda-se diminuir o intervalo de tempo entre as medições para 15 minutos quando verifica-se que o tempo de fim de pega está próximo. - Anotar o tempo de fim de pega com precisão de 15 minutos a partir do momento em que o cimento entra em contato com a água. RESULTADOS Os valores de início e fim de pega são expressos em horas e minutos, com precisão de 5 minutos para o início de pega e de 15 minutos para fim de pega. Os resultados são os valores obtidos de uma única determinação. 9

11 NBR (1991) Cimento portland Determinação da expansibilidade de Lê Chatelier OBJETIVOS Determinar as expansibilidades a quente e a frio de pastas de cimento. APARELHAGEM - 6 agulhas de Le Chatelier com identificações individuais (figura 1). - Espátula fina - Placas de vidro quadradas de 5 cm de lado - Régua milimetrada com divisão de 0,5 mm - Óleo mineral - Sala climatizada com temperatura entre 20 e 28 o C e umidade relativa do ar não inferior a 50%. Figura 1 Agulha de Le Chatelier PROCEDIMENTO - Verificar a flexibilidade de cada uma das 6 agulhas utilizadas no ensaio, sendo 3 destinadas ao ensaio à quente e 3 para o ensaio a frio. Para isso deve-se prender uma das hastes em uma pinça fixa, tão próximo quanto possível de sua ligação com o cilindro, de modo que a outra haste fique aproximadamente na horizontal. Pendura-se uma massa de 300 g no lugar em que a haste se destaca do molde. A extremidade da haste deve afastarse de 15 a 30 mm de sua posição inicial. - Preparar uma pasta com 500 g de cimento e água necessária para a consistência normal. - Colocar dada agulha apoiada sobre uma placa de vidro untada com fina camada de óleo mineral. - Com auxílio de uma espátula fina preencher os 6 cilindros das agulhas com a pasta de cimento, rasar os topos e cobri-los com outras placas de vidro também untadas com óleo. Se necessário colocar um contrapeso sobre a placa de vidro para evitar que a agulha tombe em função do esforço de torção devido ao peso das hastes. - Logo após a moldagem, cada conjunto (agulha, corpo-de-prova, placas de vidro e contrapeso) deve ser imerso em tanque de água potável, para cura inicial, mantida à temperatura entre 21 e 25 o C, durante horas. a) Ensaio a frio - Terminado o período de cura inicial, retirar 3 conjuntos do tanque de imersão e remover as placas de vidro. - Medir os afastamentos das extremidades das agulhas, em milímetros, com aproximação de 0,5 mm. - Recolocar as agulhas de Le Chatelier de volta ao tanque de água para cura por mais 6 dias, em posição tal que as extremidades das hastes fiquem de fora da água. - Após a totalização dos 7 dias de cura fazer nova medida em cada agulha. 10

12 b) Ensaio a quente - Terminado o período de cura inicial, retirar 3 conjuntos do tanque de imersão e remover as placas de vidro. - Colocar as agulhas em recipiente apropriado para ebulição de água, em posição tal que as extremidades das hastes fiquem de fora da água, contendo água com temperatura entre 21 e 25 o C. - Medir os afastamentos das extremidades das agulhas, em milímetros, com aproximação de 0,5 mm. - Iniciar o aquecimento progressivo da água de tal forma que a ebulição inicie entre 15 e 30 minutos. - Medir os afastamentos das extremidades das agulhas após 3 horas de ebulição, sem que ocorra o resfriamento dos corpos-de-prova. - Medir novamente os afastamentos das extremidades a cada 2 horas, até que não se verifiquem, em duas medições consecutivas, variações de afastamento das extremidades das hastes. RESULTADOS a) Expansibilidade a frio A expansibilidade a frio é a diferença entre a medida realizada aos 7 dias e a medida realizada logo após terminado o período de cura inicial. Expressa-se como a média de 3 determinações. b) Expansibilidade a quente A expansibilidade a quente é a diferença entre a medida do último afastamento verificado e a medida realizada logo antes de iniciar o aquecimento da água. Expressa-se como a média de 3 determinações. PRECAUÇÕES As agulhas devem ser examinadas antes e após a retirada das placas de vidro, com o objetivo de verificar se nesta operação houve deslocamento do corpo-de-prova na fôrma. Se verificado deslocamento, o corpo-de-prova deve ser eliminado. 11

13 NBR NM 23 (2001) Cimento portland e outros materiais em pó Determinação da massa específica APARELHAGEM - Frasco volumétrico de Le Chalelier (figura 1) - Balança com resolução de 0,01 g. - Líquido que não reaja com o material e que possua densidade igual ou superior a 0,731 g/cm 3 a 15 o C (ex.: xilol recém preparado, querosene ou nafta). - Funis. - Termômetro com resolução de 0,5 o C. - Banho termorregulador. Figura 1 - Frasco volumétrico de Le Chalelier PROCEDIMENTO - Encher o frasco com auxílio de funil de haste longa com o líquido não reagente até o nível compreendido entre as marcas 0 e 1 cm 3. - Secar o interior do frasco acima do nível do líquido. - Colocar o frasco em banho de água em posição vertical e mantê-lo submerso durante no mínimo 30 minutos. A temperatura da água do banho termorregulador deve estar próxima à temperatura da sala e ser mantido durante todo o ensaio na mesma temperatura, admitindose variação de no máximo 0,5 o C. - Registrar a primeira leitura (V 1 ) com aproximação de 0,1 cm 3. 12

14 - Pesar uma quantidade do material a ser ensaiado, com aproximação de 0,01 g, que provoque o deslocamento do líquido no intervalo entre as marcas 18 e 24 cm 3 do frasco de Le Chatelier. No caso de cimento portland a massa (m) é de aproximadamente 60 g. - Introduzir o material em pequenas porções no frasco, com auxílio de funil de haste curta, atentando para que não ocorra aderência de material nas paredes internas do frasco, acima do nível do líquido. - Tampar o frasco e girá-lo em posição inclinada, ou suavemente em círculos horizontais, até que não subam borbulhas de ar para a superfície do líquido. - Retornar o frasco para o banho termorregulador por mais 30 minutos (obs.: os redatores da norma se esqueceram de prescrever este procedimento). - Registrar a leitura final (V 2 ) com aproxinmação de 0,1 cm 3. RESULTADOS A massa específica do material deve ser calculada pela fórmula seguinte: m ρ = onde, V 2 V 1 ρ = massa específica do material, em g/cm 3 ; m = massa do material ensaiado, em g; V 2 - V 1 = volume deslocado pela massa do material ensaiado em cm 3. O resultado é expresso como a média de 2 determinações, com aproximação de 0,01 g/cm 3. As duas determinações não devem diferir de mais que 0,01 g/cm 3 entre si. 13

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