Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II"

Transcrição

1 Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo II Aula 05

2 1. Introdução A mecânica dos gases é a parte da Mecânica que estuda as propriedades dos gases. Na Física existem três estados da matéria sendo o gás um deles. O gás não tem formas ou volumes definidos e consiste de diversas partículas cujos movimentos são mais ou menos aleatórios. Fases ou estados da matéria são as configurações que os objetos podem apresentar e são três: sólido, líquido e gasoso. As características do estado físico são diferentes para diferentes substâncias e dependem da temperatura ou pressão na qual elas estão no momento. 2. Expansão Quando estudamos as propriedades gerais do estado físico vimos que a coesão é menor que a repulsão nos corpos gasosos e por isso as moléculas dos gases têm tendência a separar-se mais e mais não adotando forma ou volume próprio e tendendo a ocupar todo o espaço do recinto que os contém. Como com os líquidos os gases também exercem uma pressão por igual sobre toda a superfície do recipiente que o contém. Sobre esses recipientes também a atua a pressão atmosférica da coluna de ar que circunda a Terra que tem uma espessura de mais de 100 km. 3. Medida da pressão atmosférica Vamos tomar um tubo de vidro de pequeno diâmetro, de pouco mais de um metro de comprimento e vamos enchê-lo com mercúrio. Agora tapamos a extremidade aberta com o dedo o invertermos e agora colocamos o tubo em um recipiente com mercúrio, com o lado aberto sempre fechado com o dedo veremos que, quando tirarmos o dedo da boca do tubo, parte do mercúrio escorrerá para o recipiente, mas não todo o mercúrio do tubo. Vemos isto na Figura 3.1. Figura 3.1 1

3 A altura h que o mercúrio atinge no tubo em relação com o nível de mercúrio no recipiente será de 76 cm ao nível do mar. O espaço no tubo acima do mercúrio está vazio ou no vácuo. Esta experiência toma o no nome de Tubo de Torricelli em honra do físico italiano Torricelli que a efetuou pela primeira vez. Podemos deduzir com esta experiência que a pressão do ar da atmosfera que atua em cada cm 2 da superfície livre do mercúrio é exatamente a mesma do peso da coluna de mercúrio do tubo de mesma área. Esta altura pode ser calculada pela equação: Onde: B= pressão atmosférica no lugar onde se faz a experiência, F a seção de 1 cm 2, h a altura em cm e o peso específico do mercúrio que é igual a 13,6 g/cm 3. Assim em uma localidade à beira do mar a pressão é de: Esta pressão toma o nome de uma atmosférica. O barômetro é um instrumento que permite medir a pressão atmosférica e pode ser classificado como barômetro de mercúrio e metálicos. Vemos na Figura 3.2 um barômetro simples de mercúrio que consiste de um tubo de vidro em forma de U. Um ramal é curto e está aberto e o outro é longo de aproximadamente 90 cm e está fechado na parte superior. Figura 3.2 2

4 A altura da coluna de mercúrio indicada pela letra h indica o valor da pressão atmosférica em dado momento, mas como o nível varia é necessário que a escala possa ser ajustada por meio de seu deslizamento, para cima ou para baixo, para ajustar o zero da escala. Algumas vezes se usa um bulbo na parte aberta para acumular o mercúrio para evitar uma grande variação do volume como mostrado no detalhe da figura acima. 4. Lei de Boyle A Lei de Boyle assim chamada em honra do físico e químico Robert Boyle que publicou esta lei em 1662 é também conhecida como lei de Mariotte ou lei de Boyle-Mariotte, devido ter o físico francês Edme Mariotte publicado essa mesma lei independentemente em 1676, ou seja, 4 anos depois. Por esta razão ela é mais conhecida como lei de Boyle. Esta lei diz: Para uma quantidade fixa de um gás ideal que está a uma temperatura fixa t, a pressão P é inversamente proporcional ao volume, ou seja, quando um aumenta o outro diminui. Vamos estudar esta lei com um pouco mais de detalhe. Quando comprimirmos um gás que está fechado em um recipiente de volume V cuja pressão é P, por exemplo, até que seu volume seja a metade do volume inicial veremos que sua pressão fica duplicada ou será 2P. Ao comprimirmos novamente esse gás e se reduz seu volume a um terço do inicial, sua pressão será 3P e assim por diante. Podemos então deduzir a seguinte equação: Podemos demonstrar esta lei facilmente usando um tubo de vidro parecido com o do barômetro acima, porém com a parte fechada menor como vemos na Figura 4.1. Figura 4.1 3

5 Na direita vemos como fazemos para inicialmente confinar um pouco de ar na parte fechada do tubo U colocando um pouco de mercúrio aprisionando o ar no ramal fechado e igualando o nível nos dois lados. Depois continuamos a despejar cuidadosamente o mercúrio no lado aberto e observando a diminuição do volume do ar no lado fechado. Podemos também notar que os pesos dos gases são proporcionais aos seus pesos específicos e podemos escrever a equação dada assim: Onde s e s 0 são os pesos específicos do gás e podemos então dizer que os pesos específicos de um gás estão na razão inversa das pressões que ele suporta. Devemos lembrar que nas experiências de alta precisão foi constatado que a Lei de Boyle somente se cumpre de forma aproximada e esta aproximação é tanto menor quanto mais próximo o gás estiver do seu ponto de forma líquida ou ponto de liquefação. 5. Manômetro Vimos no capítulo anterior a lei de Boyle e sua demonstração por meio de um barômetro que é um aparelho usado para a medição das pressões atmosféricas. Vamos agora ver a medição das pressões de um vapor ou de um gás que esteja fechado em um equipamento como uma caldeira, por exemplo. Os manômetros podem ser classificados como manômetros de água, de mercúrio ou metálicos. O estudo detalhado deste instrumento é feito nos estudos dos sensores nos cursos de controle de processo, de instrumentação ou de automação industrial. Aqui vamos estudar somente sua fundação teórica. Os manômetros são usados para indicar a pressão de um líquido, gás ou vapor encerrado em um vaso de pressão como um tanque ou uma caldeira e indicam esta pressão em unidades como kg/cm 2, atmosferas, bars ou outra unidade escolhida. 4

6 Na Figura 5.1 vemos o princípio dos manômetros mostrado por meio de um tubo de vidro cheio de um líquido como água colorida, por exemplo. Figura 5.1 A aplicação deste manômetro é para pequenas pressões. A diferença de altura do líquido indica a pressão interna no tanque. Para grandes pressões são empregados manômetros metálicos e outros tipos de sensores e indicadores. Vemos um manômetro comum na Figura 5.2. Figura 5.2 (Gentileza Acgtech) 5

7 6. Força ascensional dos gases Como já vimos todos os corpos submergidos em um gás ou em um líquido desalojam um volume desse fluido igual ao seu e devido e este efeito ele sofre um empuxo de baixo para cima como já estudamos acima. Este efeito pode ser demonstrado por meio de um aparelho denominado baroscópio que consta de uma balança muito sensível que tem em um braço uma esfera oca de diâmetro grande e no outro uma pequena esfera maciça que é usada para dar equilíbrio ao conjunto. Vemos esse arranjo de forma esquemática na Figura 6.1. Figura 6.1 Agora unindo o tubo inferior a uma bomba de vácuo retiramos o ar do recipiente e observamos que o braço da esfera grande desce porque ela pesa mais que a pequena esfera maciça no vácuo) e está equilibrada devido ao empuxo do ar dentro da campana, mas ao extrairmos esse ar o equilíbrio se rompe. Uma aplicação útil deste fenômeno são os balões aerostáticos inventados em 1783 pelos irmãos Montgolfier. 6

8 Outra aplicação prática é nas bombas de água com pistão que vemos na Figura 6.2. Figura 6.2 Nessa figura vemos uma bomba que tem um tubo de aspiração A, o corpo da bomba B e o tubo de saída C. O pistão corre dentro do cilindro e aspira a água quando ele sobe. A água sobe pelo tubo A devido à força atmosférica que atua sobre o líquido em D. Quando o pistão desce a válvula V1 fecha e a água forçada pela pressão do pistão abre a válvula V2 e a água vai para o cano de saída C. 7. Máquina pneumática ou bomba de vácuo Para extrair o ar de um local fechado pode-se utilizar uma bomba para extração do ar que toma o nome de bomba de vácuo. Vemos este equipamento na Figura

9 Figura 7.1 Quando fazemos a sucção o pistão se move para fora aspirando o ar da câmara A que passa pelo tubo B para o cilindro da máquina de vácuo C. Neste tempo a válvula C está aberta e o ar entra no cilindro. Quando o pistão faz o caminho inverso de retorno, a válvula C se fecha, e a válvula E se abre e o ar que foi retirado da câmara A sai para a atmosfera saindo pelo furo F, provocando um vácuo na câmara A. Vamos agora estudar o que acontece neste processo. Vamos chamar por P a a pressão do ar que está na câmara A, antes de começar o trabalho da bomba, em mm de mercúrio. Chamamos de V o volume da câmara e v o volume do cilindro. Após o primeiro ciclo da bomba a pressão será P a1 e podemos escrever a seguinte equação, aplicando o que aprendemos no capítulo 4 acima: Dessa equação tiramos: Vamos agora chamar de P a2 a pressão do ar que está contido na campana depois do segundo movimento do pistão, temos então: Este trabalho é executado por muitas vezes a após a enésima operação teremos: Devemos notar que quando o êmbolo volta para sua posição inicial após a primeira operação fica um espaço de ar na pressão P a e ele volta a ficar na pressão inicial. Este volume de ar toma o nome de volume perdido e devido a este efeito o vácuo produzido somente poderá obter um vácuo de 2 a 3 mm de mercúrio. 8

10 8. Compressor de ar e utilização do ar comprimido A bomba de vácuo que mostramos na Figura 7.1 acima pode ser transformada em um compressor de ar se modificarmos a posição das válvulas de entrada e de saída C e E como vemos na Figura 8.1. Agora o ar entra por F e é armazenado comprimido no vaso A. Figura 8.1 As aplicações práticas do ar comprimido são inúmeras na indústria. No nosso dia a dia nós usamos o ar comprimido nos pneus de nossas bicicletas ou de nossos automóveis. Em algumas cidades e escritórios a correspondência é transportada por meio de ar comprimido em tubulações dedicadas para este trabalho. Na mineração ele é amplamente usado, na abertura de túneis, para os freios a ar dos trens e muitas outras aplicações industriais. 9. Saída dos gases pelos orifícios Já estudamos na apostila Mecânica dos líquidos sobre o escoamento de líquidos pelos orifícios e vimos ali no capítulo 2.8 a fórmula seguinte: 9

11 No estudo dos gases temos uma fórmula análoga na qual v é a velocidade de saída de um gás por um orifício e h é a altura ou pressão do gás que existe sobre o orifício. Podemos exprimir esta pressão como milímetros de coluna de mercúrio h m e designando os pesos específicos do gás por e do mercúrio por temos: Desta equação podemos tirar: Podemos agora substituir este valor por h na fórmula de v e temos então, posto que g=9,81, =13,6: Que é igual a Para outro gás qualquer cuja densidade seja teremos: E dividindo um pelo outro obteremos: Podemos então enunciar a seguinte regra: a velocidade de saída de gases diferentes que estão submetidos a uma mesma pressão está na razão inversa das raízes quadradas de suas densidades. Colocando que as quantidades dos gases sejam expressas em t segundos e que supondo que temos dois gases diferentes em dois vasos iguais o tempo para esvaziá-los será dado pela equação: 10

12 Que pode ser traduzida assim: Os tempos gastos para a saída de volumes iguais de gases diferentes de um recipiente idêntico estão na razão inversa das raízes quadradas de suas densidades. Existe um fenômeno interessante que acontece quando uma corrente gasosa sai de um tubo fino em um tubo de diâmetro maior, pois ele arrasta consigo o ar que o rodeia produzindo ao seu redor uma baixa de pressão que se pode medir com um manômetro como vemos na Figura 9.1. Este fenômeno é chamado de aspiração. Figura 9.1 Esta rarefação acontece mesmo que não exista o tubo b e se aproximarmos a saída do tubo a com a boca do tubo M notaremos que o nível do líquido no tubo M subirá devido à depressão causada pelo ar que sai do tubo a. Este fenômeno acontece também quando sair um líquido pelo tubo a. 10. Ventiladores e bombas centrífugas Estudamos as leis dos gases e dos líquidos. Vamos agora ver quando eles estão submetidos a forças centrífugas. Vamos ver o caso de uma bomba centrífuga e de um aríete hidráulico que são dispositivos encontrados em instalações industriais. Vemos na Figura 10.1 um esquema de bomba centrífuga. 11

13 Figura 10.1 Quando fechamos um gás ou um liquido em um recipiente e giramos este recipiente ao redor de si mesmo as partículas do gás ou do líquido tendem a ser projetadas contra as paredes do recipiente. No lugar de girar o recipiente podemos colocar um rotor com paletas, como vemos na figura, dentro do gás ou do líquido, ao girarmos esse rotor as partículas são também atiradas contra a parede do vaso. Agora se instalarmos um tubo na parede desse recipiente o gás ou líquido será atirado para fora do recipiente. Este fenômeno toma o nome de centrifugação e é usado nas bombas e compressores rotativos como vimos na Figura 10.1 acima onde o rotor E ao girar succiona ou aspira o líquido do tanque A através do filtro F e do tubo B pressionando o líquido do tanque A para o tubo de saída D. O aríete hidráulico é outro aparelho utilizado para bombear água e vemos este dispositivo na Figura Figura 10.2 Este aparelho funciona assim: a água que vem de uma fonte T corre pelo tubo t1 e levanta a válvula V2 entrando pelo depósito D que contém ar até chegar a certo nível comprimindo o ar do depósito. Quando ela atinge este ponto ela pára de 12

14 circular. A válvula V1 está ajustada de maneira que quando a corrente passa para repouso, ou seja, ela pára, a válvula cai e abre o orifício O e a água sai por ele e passa a correr pelo tubo t1. Esta corrente ao chegar a certa velocidade faz a válvula V1 subir novamente e fechar. Ao acontecer isto a corrente de água que havia recebido certa velocidade e adquirido certa energia cinética, que pode se transformar em trabalho se parar instantaneamente, agora devido à súbita interrupção do movimento, age contra as paredes do tubo. Este efeito é conhecido como golpe de aríete. Nesse momento a válvula V2 se abre devido a este efeito e a água entra para o depósito D e se eleva pelo tubo t2 até um nível onde a energia cinética tenha se dissipado e pode encher um tanque elevado, por exemplo. O ciclo recomeça com a abertura da válvula V1. Podemos deduzir desta descrição que o trabalho realizado no tubo t2 será proporcional à quantidade de água que escorre pelo tubo t1 e a velocidade adquirida nesse movimento, ou seja a altura h do nível da água. Exemplos e exercícios 1. Qual é a pressão suportada por uma pessoa que tenha uma superfície corporal de 1,2 m 2 a uma altura barométrica de 760 mm Hg? Resp. A altura barométrica de 76 cm corresponde a uma coluna de água de 76*13,6=1033 cm de altura de água e como cada 1000 cm de coluna de água corresponde a uma pressão de 1 kg/cm então sobre 1,2*100*100=12000 cm 2 a pressão será de: 12000*1033/1000=12400 kg. 2. Qual seria a pressão se a altura barométrica fosse de 750 mm Hg? Resp kg 3. Um reservatório tem 10 m 3 de ar a uma pressão de 2 atm (atmosferas). Esse ar foi comprimido para 2 m 3. Qual é a pressão de compressão e o peso específico a esta pressão? Resp. Vamos usar a equação. Então: e 4. No problema anterior qual seria o volume se a pressão final fosse de 0,5 atm? 13

15 Resp. 40 m 3 5. A pressão atmosférica de um lugar é de 75,5 cm Hg e em outro lugar ela é de 76 cm Hg. Qual é a diferença de altitude entre esses dois lugares? Resp. A fórmula para o cálculo da altura barométrica a altura menores que 100 m é: Onde h1 é a indicação do nível em um lugar e h2 em outro lugar, então teremos: =53 m 6. Calcular a diferença de pressão barométrica entre dois lugares se um deles está a 100 m e o outro está a 80 m de altitude. Resp. 0,19 cm Hg 14

A Equação de Bernoulli

A Equação de Bernoulli Aula 4 A equação de Bernoulli Objetivos O aluno deverá ser capaz de: Descrever a dinâmica de escoamento de um fluido. Deduzir a Equação de Bernoulli. Aplicar a Equação de Bernoulli e a Equação da Continuidade

Leia mais

Propriedades Físicas do Ar Compressibilidade O ar permite reduzir o seu volume quando sujeito à ação de uma força exterior.

Propriedades Físicas do Ar Compressibilidade O ar permite reduzir o seu volume quando sujeito à ação de uma força exterior. COMPRESSORES DE AR AR COMPRIMIDO O ar comprimido necessita de uma boa preparação para realizar o trabalho proposto: remoção de impurezas, eliminação de umidade para evitar corrosão nos equipamentos, engates

Leia mais

Disciplina de Físico Química I - Gases Ideais- Lei de Boyle-Charles. Prof. Vanderlei Inácio de Paula contato: vanderleip@anchieta.

Disciplina de Físico Química I - Gases Ideais- Lei de Boyle-Charles. Prof. Vanderlei Inácio de Paula contato: vanderleip@anchieta. Disciplina de Físico Química I - Gases Ideais- Lei de Boyle-Charles. Prof. Vanderlei Inácio de Paula contato: vanderleip@anchieta.br A físico-química é a disciplina que estuda as propriedades físicas e

Leia mais

Lista de exercícios 15 Transformações gasosas

Lista de exercícios 15 Transformações gasosas Lista de exercícios 15 Transformações gasosas 01. Desenhe a curva correspondente (numa dada temperatura) para a transformação isotérmica, explique o porquê desta denominação. 02. Desenhe a curva correspondente

Leia mais

1ª Lista de exercícios de Física 2 ( Fluidos)

1ª Lista de exercícios de Física 2 ( Fluidos) Unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Sorocaba Engenharia Ambiental Profa. Maria Lúcia Antunes 1ª Lista de exercícios de Física 2 ( Fluidos) 1) Encontre o aumento de pressão de um fluido em uma

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 01 Bombas São máquinas acionadas que recebem energia mecânica de uma fonte motora (máquina acionadora) e a transformam em energia cinética (movimento),

Leia mais

Medição de Nível. Profa. Michelle Mendes Santos

Medição de Nível. Profa. Michelle Mendes Santos Medição de Nível Profa. Michelle Mendes Santos Introdução Medir a variável nível em processos industriais é quantificar referenciais por meio da monitoração contínua ou discreta com o objetivo de avaliar

Leia mais

CAPÍTULO 6 Termologia

CAPÍTULO 6 Termologia CAPÍTULO 6 Termologia Introdução Calor e Temperatura, duas grandezas Físicas bastante difundidas no nosso dia-a-dia, e que estamos quase sempre relacionando uma com a outra. Durante a explanação do nosso

Leia mais

Universidade Paulista Unip

Universidade Paulista Unip Elementos de Produção de Ar Comprimido Compressores Definição Universidade Paulista Unip Compressores são máquinas destinadas a elevar a pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições atmosféricas,

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Física Gleb Wataghin. F 609 Tópicos de Ensino da Física I

Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Física Gleb Wataghin. F 609 Tópicos de Ensino da Física I Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin F 609 Tópicos de Ensino da Física I Princípio de Pascal em um Experimento Auto-explicativo Relatório Final Aluno: João Paulo Cury Bergamim

Leia mais

Vou resolver algumas questões com você. Em seguida será a sua vez de testar o aprendizado.

Vou resolver algumas questões com você. Em seguida será a sua vez de testar o aprendizado. Vou resolver algumas questões com você. Em seguida será a sua vez de testar o aprendizado. QUESTÃO 1 Suponha que Xandão deseje beber água num canudinho, numa cidade onde a pressão atmosférica vale 1 atm.

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Física Gleb Wataghin. F 609 Tópicos de Ensino da Física I

Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Física Gleb Wataghin. F 609 Tópicos de Ensino da Física I Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin F 609 Tópicos de Ensino da Física I Princípio de Pascal em um Experimento Auto-explicativo Relatório Final Aluno: João Paulo Cury Bergamim

Leia mais

Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG 0253 - Climatologia I. Pressão Atmosférica

Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG 0253 - Climatologia I. Pressão Atmosférica Universidade de São Paulo Departamento de Geografia FLG 0253 - Climatologia I Pressão Atmosférica Prof. Dr. Emerson Galvani Laboratório de Climatologia e Biogeografia LCB Questão motivadora: Observamos

Leia mais

Soluções das Questões de Física da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ

Soluções das Questões de Física da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Soluções das Questões de Física da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ º Exame de Qualificação 011 Questão 6 Vestibular 011 No interior de um avião que se desloca horizontalmente em relação ao

Leia mais

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Atuadores

Leia mais

Mecânica dos Fluidos PROF. BENFICA benfica@anhanguera.com www.marcosbenfica.com

Mecânica dos Fluidos PROF. BENFICA benfica@anhanguera.com www.marcosbenfica.com Mecânica dos Fluidos PROF. BENFICA benfica@anhanguera.com www.marcosbenfica.com LISTA 2 Hidrostática 1) Um adestrador quer saber o peso de um elefante. Utilizando uma prensa hidráulica, consegue equilibrar

Leia mais

Atuadores e válvulas

Atuadores e válvulas A UU L AL A Atuadores e válvulas Você já viu nas aulas anteriores que é possível transformar energia elétrica em energia mecânica por meio de uma máquina: o motor elétrico. Na indústria atual, o motor

Leia mais

3) Uma mola de constante elástica k = 400 N/m é comprimida de 5 cm. Determinar a sua energia potencial elástica.

3) Uma mola de constante elástica k = 400 N/m é comprimida de 5 cm. Determinar a sua energia potencial elástica. Lista para a Terceira U.L. Trabalho e Energia 1) Um corpo de massa 4 kg encontra-se a uma altura de 16 m do solo. Admitindo o solo como nível de referência e supondo g = 10 m/s 2, calcular sua energia

Leia mais

1 ATUADORES HIDRÁULICOS

1 ATUADORES HIDRÁULICOS 1 ATUADORES HIDRÁULICOS Danniela Rosa Sua função é aplicar ou fazer atuar energia mecânica sobre uma máquina, levando-a a realizar um determinado trabalho. Aliás, o motor elétrico também é um tipo de atuador.

Leia mais

AULA 2005 - - 7 QUESTÃO

AULA 2005 - - 7 QUESTÃO AULA 7 QUSTÃO 7 Para resolver o problema, faça Pa = Pb. Pa = pressão atmosférica = 2 atm = 2 x 76 cmhg = 152 cmhg Ou seja, Pa é a pressão exercida por uma coluna de Hg de 152 cm de altura. Pa = d.g.h =

Leia mais

Mecânica dos Fluidos

Mecânica dos Fluidos Mecânica dos Fluidos Vladimir R. M. Cobas Mecânica dos fluidos Estuda o comportamento dos fluidos em repouso (estática) ou em movimento (dinâmica). O campo de estudo vai desde o escoamento do sangue dentro

Leia mais

Hidrostática Pascal Prensa Hidráulica

Hidrostática Pascal Prensa Hidráulica Hidrostática Pascal Prensa Hidráulica 1. (Espcex (Aman) 013) Um elevador hidráulico de um posto de gasolina é acionado por um pequeno êmbolo de área igual a 4 4 10 m. O automóvel a ser elevado tem peso

Leia mais

V.7. Noções Básicas sobre o uso da Potência e do Torque do Motor.

V.7. Noções Básicas sobre o uso da Potência e do Torque do Motor. V.7. Noções Básicas sobre o uso da Potência e do Torque do Motor. V.7.1. Torque Quando você faz força para desrosquear uma tampa de um vidro de conservas com a mão, se está aplicando torque. O torque é

Leia mais

Cap. 24. Gases perfeitos. 21 questões

Cap. 24. Gases perfeitos. 21 questões Cap 24 Gases perfeitos 21 questões 357 Gases perfeitos 01 UFFRJ 1 a Fase 20 Nas cidades I e II não há tratamento de água e a população utiliza a ebulição para reduzir os riscos de contaminação A cidade

Leia mais

Lubrificação IV. Notou-se excessivo ruído no sistema de mudança. Sistema selado

Lubrificação IV. Notou-se excessivo ruído no sistema de mudança. Sistema selado A U A UL LA Lubrificação IV Introdução Notou-se excessivo ruído no sistema de mudança da caixa de câmbio de um automóvel. Um mecânico verificou que a caixa de câmbio estava com problemas por falta de óleo.

Leia mais

CAPÍTULO 7 PSICROMETRIA. - Dimensionamento de sistemas de acondicionamento térmico para animais e plantas

CAPÍTULO 7 PSICROMETRIA. - Dimensionamento de sistemas de acondicionamento térmico para animais e plantas CAPÍTULO 7 PSICROMETRIA 1. Introdução a) Quantificação do vapor d água na atmosfera. b) Importância da quantificação da umidade atmosférica: - Dimensionamento de sistemas de acondicionamento térmico para

Leia mais

Fichas de sistemas de partículas

Fichas de sistemas de partículas Capítulo 3 Fichas de sistemas de partículas 1. (Alonso, pg 247) Um tubo de secção transversal a lança um fluxo de gás contra uma parede com uma velocidade v muito maior que a agitação térmica das moléculas.

Leia mais

PROVA DE FÍSICA 3 o TRIMESTRE DE 2012

PROVA DE FÍSICA 3 o TRIMESTRE DE 2012 PROVA DE FÍSICA 3 o TRIMESTRE DE 2012 PROF. VIRGÍLIO NOME N o 8 o ANO Olá, caro(a) aluno(a). Segue abaixo uma série de exercícios que têm, como base, o que foi trabalhado em sala de aula durante todo o

Leia mais

Como funcionam os elevadores hidráulicos

Como funcionam os elevadores hidráulicos Como funcionam os elevadores hidráulicos Giullia Peres da Silva giulliaperes@hotmail.com Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Osório Osório - RS Brasil Introdução:

Leia mais

1.1.2 PROPRIEDADES FUNDAMENTAIS DOS FLUIDOS

1.1.2 PROPRIEDADES FUNDAMENTAIS DOS FLUIDOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 1.1.2 PROPRIEDADES FUNDAMENTAIS DOS FLUIDOS A) MASSA ESPECÍFICA

Leia mais

TERMODINÂMICA Exercícios

TERMODINÂMICA Exercícios Escola Superior de Tecnologia de Abrantes TERMODINÂMICA Exercícios Professor: Eng. Flávio Chaves Ano lectivo 2003/2004 ESCALAS DE PRESSÃO Problema 1 Um óleo com uma massa específica de 0,8 kg/dm 3 está

Leia mais

Lista de Exercícios #3 Retirados do livro Mecânica dos Fluidos Frank M. White 4ª e 6ª Edições

Lista de Exercícios #3 Retirados do livro Mecânica dos Fluidos Frank M. White 4ª e 6ª Edições Lista de Exercícios #3 Retirados do livro Mecânica dos Fluidos Frank M. White 4ª e 6ª Edições 3.3 Para escoamento permanente com baixos números de Reynolds (laminar) através de um tubo longo, a distribuição

Leia mais

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA MEDIÇÃO DE TEMPERATURA 1 INTRODUÇÃO Temperatura é sem dúvida a variável mais importante nos processos industriais, e sua medição e controle, embora difíceis, são vitais para a qualidade do produto e a

Leia mais

VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES: O AR CONTIDO NOS PULMÕES

VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES: O AR CONTIDO NOS PULMÕES I.-I ESPIROMETRJA INTRODUÇÃO o ar que está alojado dentro dos pulmões é constantemente renovado, permitindo, desta forma, que a hematose se concretize. Mas, para tanto, é necessário que os pulmões mantenham

Leia mais

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE 167 13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE As tubulações de refrigerante representam uma parte essencial no sistema de refrigeração, pois requer as mesmas considerações gerais de projeto que qualquer sistema de

Leia mais

UNICAMP - 2006. 2ª Fase FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UNICAMP - 2006. 2ª Fase FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UNICAMP - 2006 2ª Fase FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Um corredor de 100 metros rasos percorre os 20 primeiros metros da corrida em 4,0 s com aceleração constante. A velocidade

Leia mais

Transitores de tempo em domínio de tempo

Transitores de tempo em domínio de tempo Em muitos processos, a regulação do caudal permite controlar reacções químicas ou propriedades físicas através de um controlo de variáveis como a pressão, a temperatura ou o nível. O caudal é uma variável

Leia mais

muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração

muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração A UU L AL A Respiração A poluição do ar é um dos problemas ambientais que mais preocupam os governos de vários países e a população em geral. A queima intensiva de combustíveis gasolina, óleo e carvão,

Leia mais

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES CADERNO 9 PROF.: Célio Normando CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

Leia mais

Termómetro de Máxima e de Mínima

Termómetro de Máxima e de Mínima Abrigo O Abrigo da estação Agro-meteorológica da Escola Secundária de Cinfães encontrase a uma altura de 1,5 metros e é construído por ripas de madeira branca, que permitem uma ventilação natural e ao

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS CAMPO MAGNÉTICO

LISTA DE EXERCÍCIOS CAMPO MAGNÉTICO 1. (Fuvest 96) A figura esquematiza um ímã permanente, em forma de cruz de pequena espessura, e oito pequenas bússolas, colocadas sobre uma mesa. As letras N e S representam, respectivamente, pólos norte

Leia mais

Considerando a polaridade do ímã, as linhas de indução magnética criadas por ele e o sentido da corrente elétrica induzida no tubo condutor de cobre

Considerando a polaridade do ímã, as linhas de indução magnética criadas por ele e o sentido da corrente elétrica induzida no tubo condutor de cobre 1. Em uma aula de laboratório, os estudantes foram divididos em dois grupos. O grupo A fez experimentos com o objetivo de desenhar linhas de campo elétrico e magnético. Os desenhos feitos estão apresentados

Leia mais

Simulado ENEM. a) 75 C b) 65 C c) 55 C d) 45 C e) 35 C

Simulado ENEM. a) 75 C b) 65 C c) 55 C d) 45 C e) 35 C 1. Um trocador de calor consiste em uma serpentina, pela qual circulam 18 litros de água por minuto. A água entra na serpentina à temperatura ambiente (20 C) e sai mais quente. Com isso, resfria-se o líquido

Leia mais

Hoje estou elétrico!

Hoje estou elétrico! A U A UL LA Hoje estou elétrico! Ernesto, observado por Roberto, tinha acabado de construir um vetor com um pedaço de papel, um fio de meia, um canudo e um pedacinho de folha de alumínio. Enquanto testava

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação Transmissor de nível Cod: 073AA-005-122M Rev. A Série LT-200 Fevereiro / 2004 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE. 1.0 Introdução

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE. 1.0 Introdução EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE 1.0 Introdução O presente trabalho é resultado de uma visão futurística acerca da preservação do meio ambiente e da manutenção da vida. Alguns anos de estudo e pesquisas na área

Leia mais

Edson Duarte Sistemas Eletropneumáticos Lista Geral

Edson Duarte Sistemas Eletropneumáticos Lista Geral 1) Calcule o volume de ar comprimido necessário para o acionamento de 10 cilindros pneumáticos (modelo A), 4 cilindros pneumáticos com retorno por mola (modelo B) e 2 cilindros sem haste (modelo C), todos

Leia mais

Exercícios para a Prova 1 de Química - 1 Trimestre

Exercícios para a Prova 1 de Química - 1 Trimestre Exercícios para a Prova 1 de Química - 1 Trimestre 1. Seja o esquema: Entre as alternativas abaixo, indique as corretas sobre o esquema: a) Temos 5 componentes. b) É formado por 2 substâncias simples.

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Departamento de Matemática e Física Coordenador da Área de Física LISTA 03. Capítulo 07

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Departamento de Matemática e Física Coordenador da Área de Física LISTA 03. Capítulo 07 01 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Departamento de Matemática e Física Coordenador da Área de Física Disciplina: Física Geral e Experimental I (MAF 2201) LISTA 03 Capítulo 07 1. (Pergunta 01) Classifique

Leia mais

Equação Geral dos Gases

Equação Geral dos Gases Equação Geral dos Gases EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 01 (EEM-SP) Uma determinada massa gasosa, confinada em um recipiente de volume igual a 6,0 L, está submetida a uma pressão de 2,5 atm e sob temperatura de

Leia mais

a) Uma gota de orvalho sobre uma superfície encerada (pode ser a de um automóvel). As moléculas da água aderem fracamente à cera e fortemente entre

a) Uma gota de orvalho sobre uma superfície encerada (pode ser a de um automóvel). As moléculas da água aderem fracamente à cera e fortemente entre Tensão superficial a) Uma gota de orvalho sobre uma superfície encerada (pode ser a de um automóvel). As moléculas da água aderem fracamente à cera e fortemente entre si, então a água se junta. A tensão

Leia mais

NOME: Nº. ASSUNTO: Recuperação Final - 1a.lista de exercícios - Comentada VALOR: 13,0 NOTA:

NOME: Nº. ASSUNTO: Recuperação Final - 1a.lista de exercícios - Comentada VALOR: 13,0 NOTA: NOME: Nº 2 o ano do Ensino Médio TURMA: Data: 11/ 12/ 12 DISCIPLINA: Física PROF. : Petrônio L. de Freitas ASSUNTO: Recuperação Final - 1a.lista de exercícios - Comentada VALOR: 13,0 NOTA: INSTRUÇÕES (Leia

Leia mais

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Aula 17 Combustíveis e inflamáveis Núcleo

Leia mais

DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: NOME COMPLETO:

DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: NOME COMPLETO: DISCIPLINA: FÍSICA PROFESSORES: Erich/ André NOME COMPLETO: I N S T R U Ç Õ E S DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 1 a EM Circule a sua turma: Funcionários:

Leia mais

COMPRESSORES. Ruy Alexandre Generoso

COMPRESSORES. Ruy Alexandre Generoso COMPRESSORES Ruy Alexandre Generoso É o componente básico de qualquer sistema pneumático. O ar é comprimido em um sistema pneumático, de forma que possa ser usado para puxar, empurrar, realizar trabalho

Leia mais

4 EJETORES E SISTEMAS DE VÁCUO

4 EJETORES E SISTEMAS DE VÁCUO 4 EJETORES E SISTEMAS DE VÁCUO Sistema sub vácuo é qualquer sistema com pressão absoluta abaixo da pressão atmosférica local. Na prática esses sistemas estão sujeitos à entrada de ar devido a imperfeições

Leia mais

Profa. Dra. Rita de Cássia L.B. Rodrigues Departamento de Biotecnologia LOT. E-mail: rita@debiq.eel.usp.br ritaclb_rodrigues@hotmail.

Profa. Dra. Rita de Cássia L.B. Rodrigues Departamento de Biotecnologia LOT. E-mail: rita@debiq.eel.usp.br ritaclb_rodrigues@hotmail. Profa. Dra. Rita de Cássia L.B. Rodrigues Departamento de Biotecnologia LOT E-mail: rita@debiq.eel.usp.br ritaclb_rodrigues@hotmail.com Fone: 3159-5027 1.Volume e pressão 2. lei de boyle 3. lei de charles

Leia mais

HIDROSTÁTICA ESTUDA O COMPORTAMENTO DOS LÍQUIDOS E GASES EM EQUILÍBRIO.

HIDROSTÁTICA ESTUDA O COMPORTAMENTO DOS LÍQUIDOS E GASES EM EQUILÍBRIO. ESTUDA O COMPORTAMENTO DOS LÍQUIDOS E GASES EM EQUILÍBRIO. Teorema de ARQUIMEDES Teorema de STEVIN Pressão atmosférica (Torricelli) Princípio de PASCAL Na construção de petroleiros num estaleiro espanhol,

Leia mais

FUNDAMENTOS DA PNEUMÁTICA I

FUNDAMENTOS DA PNEUMÁTICA I FUNDAMENTOS DA PNEUMÁTICA I Introdução Muito já foi escrito a respeito do ar comprimido, de sua existência desde a civilização grega até os dias atuais em que foi definida como Pneumática, portanto não

Leia mais

Corte com jato de água

Corte com jato de água A U A UL LA Corte com jato de água Você certamente já ouviu o ditado água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Então, furar pedra usando água você já sabe que dá, não é mesmo? Basta um pouco de

Leia mais

CASA DE MÁQUINAS MANUAL DE INSTALAÇÃO

CASA DE MÁQUINAS MANUAL DE INSTALAÇÃO CASA DE MÁQUINAS MANUAL DE INSTALAÇÃO CASA DE MÁQUINAS Item essencial para qualquer tipo de piscina. É nela que ficam acondicionados o Sistema Filtrante (Filtro e Bomba) registros, válvulas, fios e acionadores.

Leia mais

Acumuladores hidráulicos

Acumuladores hidráulicos Tipos de acumuladores Compressão isotérmica e adiabática Aplicações de acumuladores no circuito Volume útil Pré-carga em acumuladores Instalação Segurança Manutenção Acumuladores Hidráulicos de sistemas

Leia mais

Acumuladores de energia

Acumuladores de energia Acumuladores de energia Aula 4 Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Prof. Dr. Rafael Traldi Moura Definição: Acumuladores de Energia Componente mecânicos simples cuja função básica é armazenar energia hidráulica

Leia mais

Mais aplicações das Leis de Newton

Mais aplicações das Leis de Newton Mais aplicações das Leis de Newton Disciplina: Física Geral I Professor: Carlos Alberto Objetivos de aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: A natureza dos diversos tipos de força de atrito

Leia mais

e a temperatura do gás, quando, no decorrer deste movimento,

e a temperatura do gás, quando, no decorrer deste movimento, Q A figura mostra em corte um recipiente cilíndrico de paredes adiabáticas munido de um pistão adiabático vedante de massa M kg e raio R 5 cm que se movimenta sem atrito. Este recipiente contém um mol

Leia mais

Projeto rumo ao ita. Química. Exercícios de Fixação. Exercícios Propostos. Termodinâmica. ITA/IME Pré-Universitário 1. 06. Um gás ideal, com C p

Projeto rumo ao ita. Química. Exercícios de Fixação. Exercícios Propostos. Termodinâmica. ITA/IME Pré-Universitário 1. 06. Um gás ideal, com C p Química Termodinâmica Exercícios de Fixação 06. Um gás ideal, com C p = (5/2)R e C v = (3/2)R, é levado de P 1 = 1 bar e V 1 t = 12 m³ para P 2 = 12 bar e V 2 t = 1m³ através dos seguintes processos mecanicamente

Leia mais

aceleração da gravidade. Portanto, sendo T o período do pêndulo na superfície da Terra e T o período do pêndulo no elevador acelerado, temos:

aceleração da gravidade. Portanto, sendo T o período do pêndulo na superfície da Terra e T o período do pêndulo no elevador acelerado, temos: Em uma fábrica de produtos químicos, existe um rande tanque cheio de um certo líquido que está sendo testado por um enenheiro Para isso, ele deixa uma esfera de aço cair atraés do líquido, partindo do

Leia mais

n 1 L 1 n 2 L 2 Supondo que as ondas emergentes podem interferir, é correto afirmar que

n 1 L 1 n 2 L 2 Supondo que as ondas emergentes podem interferir, é correto afirmar que QUESTÃO 29 QUESTÃO 27 Uma escada de massa m está em equilíbrio, encostada em uma parede vertical, como mostra a figura abaixo. Considere nulo o atrito entre a parede e a escada. Sejam µ e o coeficiente

Leia mais

e R 2 , salta no ar, atingindo sua altura máxima no ponto médio entre A e B, antes de alcançar a rampa R 2

e R 2 , salta no ar, atingindo sua altura máxima no ponto médio entre A e B, antes de alcançar a rampa R 2 FÍSICA 1 Uma pista de skate, para esporte radical, é montada a partir de duas rampas R 1 e R 2, separadas entre A e B por uma distância D, com as alturas e ângulos indicados na figura. A pista foi projetada

Leia mais

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 HISTÓRICO: O desenvolvimento inicial das turbinas, ocorreu

Leia mais

Lista 13: Gravitação. Lista 13: Gravitação

Lista 13: Gravitação. Lista 13: Gravitação Lista 13: Gravitação NOME: Matrícula: Turma: Prof. : Importante: i. Nas cinco páginas seguintes contém problemas para se resolver e entregar. ii. Ler os enunciados com atenção. iii. Responder a questão

Leia mais

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Cozinha Industrial Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Serviços de alimentação Este tipo de trabalho aparenta não ter riscos, mas não é bem assim, veja alguns exemplos: Cortes

Leia mais

Tipos de Poços. escavação..

Tipos de Poços. escavação.. O que é um poço Tubular Chamamos de poço toda perfuração através da qual obtemos água de um aqüífero e há muitas formas de classificá-los. Usaremos aqui uma classificação baseada em sua profundidade e

Leia mais

5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 21

5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 21 Aula 1 Ondas sonoras harmônicas Na aula passada deduzimos a equação de onda para ondas sonoras propagando-se em uma dimensão. Vimos que ela pode ser escrita em termos de três variáveis medidas em relação

Leia mais

FIGURA 101 - ACESSÓRIOS DO CICLO DE REFRIGERAÇÃO

FIGURA 101 - ACESSÓRIOS DO CICLO DE REFRIGERAÇÃO 126 10 ACESSÓRIOS DO CICLO DE REFRIGERAÇÃO É um item ou dispositivo que aumenta a utilidade ou efetividade do sistema, porém não é essencial. A (fig. 101) ilustra a aplicação de muitos acessórios do equipamento

Leia mais

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 14:26. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica,

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 14:26. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, Exercícios Resolvidos de Física Básica Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, Doutor em Física pela Universidade udwig Maximilian de Munique, Alemanha Universidade Federal da

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS ESTUDO DOS GASES

LISTA DE EXERCÍCIOS ESTUDO DOS GASES GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO GRÉ MATA NORTE UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO CAMPUS MATA NORTE ESCOLA DE APLICAÇÃO PROFESSOR CHAVES LISTA DE EXERCÍCIOS ALUNO(A): Nº NAZARÉ DA MATA, DE DE 2015 2º ANO ESTUDO

Leia mais

Instruções para uso do peso de bater automático

Instruções para uso do peso de bater automático Este equipamento foi desenvolvido com as finalidades de: 1) Agilizar e otimizar o tempo necessário para os testes de penetração de solo; 2) Melhorar a ergonomia do procedimento, evitando esforços físicos

Leia mais

O ar está pesado. Terra. massa é muito pequena, mas, como existem muitas delas, o peso de todas juntas é considerável.

O ar está pesado. Terra. massa é muito pequena, mas, como existem muitas delas, o peso de todas juntas é considerável. A UU L AL A O ar está pesado Fim de semana, Gaspar vai à praia. Ele mora numa cidade distante do mar, não só distante, como também mais alta do que o mar: é preciso descer a serra. Num momento, durante

Leia mais

FUVEST 2000-2 a Fase - Física - 06/01/2000 ATENÇÃO

FUVEST 2000-2 a Fase - Física - 06/01/2000 ATENÇÃO ATENÇÃO VERIFIQUE SE ESTÃO IMPRESSOS EIXOS DE GRÁFICOS OU ESQUEMAS, NAS FOLHAS DE RESPOSTAS DAS QUESTÕES 1, 2, 4, 9 e 10. Se notar a falta de uma delas, peça ao fiscal de sua sala a substituição da folha.

Leia mais

4.1 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL COM FORÇAS CONSTANTES

4.1 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL COM FORÇAS CONSTANTES CAPÍTULO 4 67 4. MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL COM FORÇAS CONSTANTES Consideremos um bloco em contato com uma superfície horizontal, conforme mostra a figura 4.. Vamos determinar o trabalho efetuado por uma

Leia mais

CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO Requisitos de mistura. Em geral, a ótima razão ar/combustível com determinada velocidade do motor consiste naquela em que

Leia mais

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa.

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa. Mais Questões Isildo M. C. Benta, Assistência Técnica Certificada de Sistemas Solares Quanto poupo se instalar um painel solar térmico? Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da

Leia mais

Bacharelado em Farmácia. Disciplina:Operações Unitárias em Indústria 8 Período Prof.a: Msd. Érica Muniz Filtração

Bacharelado em Farmácia. Disciplina:Operações Unitárias em Indústria 8 Período Prof.a: Msd. Érica Muniz Filtração Bacharelado em Farmácia Disciplina:Operações Unitárias em Indústria 8 Período Prof.a: Msd. Érica Muniz Filtração FILTRAÇÃO Nas indústrias de alimentos e bebidas, a filtração aparece na produção de suco

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta aceleração da gravidade na Terra, g = 10 m/s densidade da água, a qualquer temperatura, ρ = 1000 kg/m 3 = 1 g/cm 3 velocidade da luz no vácuo = 3,0 10 8 m/s calor específico da água 4 J/( o C g) 1 caloria

Leia mais

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO Antonio Marozzi Righetto 1. Hidráulica é o ramo da ciência que trata das condições físicas da água em condições de repouso e em movimento. 2. Um volume de água aprisionado em um

Leia mais

Pressão Atmosférica Empuxo

Pressão Atmosférica Empuxo 1 Pressão Atmosférica Empuxo Pressão Atmosférica 1. O que se entende por pressão atmosférica? A pressão atmosférica aumenta ou diminui com a altitude? Por quê? 2. É freqüente, em restaurantes, encontrar

Leia mais

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES CADERNO 8 PROF.: Célio Normando CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

Leia mais

CIÊNCIAS LISTA DE RECUPERAÇÃO - 6º ANO RECUPERAÇÃO FINAL 2015 1. Objetivas: c) filariose d) micose e) pressão alta

CIÊNCIAS LISTA DE RECUPERAÇÃO - 6º ANO RECUPERAÇÃO FINAL 2015 1. Objetivas: c) filariose d) micose e) pressão alta CIÊNCIAS Objetivas: 01 Analise as frases abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F): ( ) Nos aterros sanitários, o lixo não é coberto com terra. ( ) Nos lixões, a decomposição do lixo é rápida. ( ) Amarelão

Leia mais

FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO. Caracterizar e mostrar o campo magnético produzido por uma carga a velocidade constante.

FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO. Caracterizar e mostrar o campo magnético produzido por uma carga a velocidade constante. FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO META Aula 8 Caracterizar e mostrar o campo magnético produzido por uma carga a velocidade constante. Mostrar a lei da circulação de Ampère-Laplace e a lei de Biot-Savart. Estudar

Leia mais

Automatismos Industriais

Automatismos Industriais Automatismos Industriais Introdução à Pneumática Nos actuais sistemas de automação a pneumática é um elemento muito importante pois está presente num vasto numero de aplicações, seja como sistema totalmente

Leia mais

Sumário Serra Fita FAM

Sumário Serra Fita FAM Sumário Serra Fita FAM 1 Componentes... 1 Painel de controle... 1 Sensores de segurança... 2 Especificações... 2 Instalação... 3 Condições Gerais do Local... 3 Rede Elétrica... 3 Instalação da Tomada...

Leia mais

Scientific-Research Institute of Metallurgical Heat Engineering OJSC VNIIMT

Scientific-Research Institute of Metallurgical Heat Engineering OJSC VNIIMT Ventiladores resistentes ao calor para fornos concebidos pelo VNIIMT (Instituto Russo de Investigação Científica da Termotécnica Metalúrgica) Elaboração, projetos e fabricação de fornos térmicos para aquecimento

Leia mais

Nome:...N o...turma:... Data: / / ESTUDO DOS GASES E TERMODINÂMICA

Nome:...N o...turma:... Data: / / ESTUDO DOS GASES E TERMODINÂMICA Ensino Médio Nome:...N o...turma:... Data: / / Disciplina: Física Dependência Prof. Marcelo Vettori ESTUDO DOS GASES E TERMODINÂMICA I- ESTUDO DOS GASES 1- Teoria Cinética dos Gases: as moléculas constituintes

Leia mais

www.enemdescomplicado.com.br

www.enemdescomplicado.com.br Exercícios de Física Gravitação Universal 1-A lei da gravitação universal de Newton diz que: a) os corpos se atraem na razão inversa de suas massas e na razão direta do quadrado de suas distâncias. b)

Leia mais

Propriedade Coligativas das Soluções

Propriedade Coligativas das Soluções Capítulo 9 Propriedade Coligativas das Soluções 1. (IME) Um instrumento desenvolvido para medida de concentração de soluções aquosas não eletrolíticas, consta de: a) um recipiente contendo água destilada;

Leia mais

Válvulas controladoras de vazão

Válvulas controladoras de vazão Generalidades Válvula controladora de vazão variável Válvula de controle de vazão variável com retenção integrada Métodos de controle de vazão Válvula de controle de vazão com pressão compensada temperatura

Leia mais

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1 CORTE DOS METAIS INTRODUÇÃO: Na indústria de conformação de chapas, a palavra cortar não é usada para descrever processos, exceto para cortes brutos ou envolvendo cortes de chapas sobrepostas. Mas, mesmo

Leia mais

CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI

CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI MATEMÁTICA ENSINO MÉDIO APOSTILA 03 Parabéns!!! Você já é um vencedor! Voltar a estudar é uma vitória que poucos podem dizer que conseguiram. É para você, caro aluno, que desenvolvemos

Leia mais