Curso Direito à Saúde Assistência Farmacêutica no Sistema Único de Saúde. Primeiro Módulo Curitiba Paraná 25/03/2011

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Curso Direito à Saúde Assistência Farmacêutica no Sistema Único de Saúde. Primeiro Módulo Curitiba Paraná 25/03/2011"

Transcrição

1 Curso Direito à Saúde Assistência Farmacêutica no Sistema Único de Saúde. Primeiro Módulo Curitiba Paraná 25/03/2011

2 Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde CAO-SAUDE.

3 Resolução PGJ nº 100, de 18 de outubro de 2002 cria o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde (CAO-SAUDE), definindolhe estrutura e âmbito de atuação. CAO-SAUDE - Órgão auxiliar da atividade funcional do Ministério Público na área de fiscalização do Sistema Único de Saúde.

4 O Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde será dirigido por membro do Ministério Público designado Coordenador pelo Procurador-Geral de Justiça, entre os Procuradores de Justiça e Promotores de Justiça da mais elevada entrância e exercerá as atribuições em todo o Estado. Em cada comarca haverá, pelo menos, um Promotor de Justiça de Defesa da Saúde.

5 Resolução PGJ nº 56, de 9 de agosto de 2006 Institui na estrutura do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde (CAO-Saude) a Rede de Promotores de Justiça de Defesa da Saúde (Rede Saúde). REDE SAÚDE possui como finalidade a articulação solidária e integrada das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde, visando ao intercâmbio de conhecimento e à formação de grupos executivos.

6 A Câmara de Promotores de Justiça da Rede Saúde será integrada por Promotores de Justiça de Defesa da Saúde que exerçam suas atribuições nas comarcas onde funcionam as sedes das macrorregiões de saúde de Minas Gerais, definidas no Plano Diretor de Regionalização (PDR).

7 SEDES MACRORREGIÕES SANITÁRIA Belo Horizonte (CENTRO), Uberaba (TRIANGULO DO SUL), Uberlândia (TRIANGULO DO NORTE), Alfenas (SUL), Patos de Minas (NOROESTE), Divinópolis (OESTE), Barbacena (CENTRO SUL), Juiz de Fora ( SUDESTE), Ponte Nova (LESTE SUL), Governador Valadares (LESTE), Montes Claros (NORTE), Diamantina (JEQUITINHONHA), Teófilo Otoni (NORDESTE)

8 Resolução PGJ nº 2, de 9 de fevereiro de 2009 Institui o Forum Permanente dos Centros de Apoio Operacional no âmbito do Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Objetivo: promover a integração dos Centros de Apoio Operacional e o Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON Estadual) otimizando o desempenho institucional, em atendimento à eficiência que deve nortear a gestão pública.

9 CNPG Conselho Nacional de Procuradores Gerais do Ministério Público dos Estados e da União criado em 9 de outubro de 1981, uma associação nacional, sem fins lucrativos, da qual fazem parte os Procuradores-Gerais. COPEDS Comissão Permanente da Saúde do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH)

10 PESQUISA COLETIVA - Convênio firmado com a SES/MG e a ESP/MG para realização do projeto Pesquisa-Ação, com o objetivo de conhecer e criticar a estrutura e o conteúdo das decisões dos Tribunais. CONVÊNIO - Curso de Pós-graduação em Direito Sanitário participantes SES/MG, ESP/MG, Ministério Público Atualmente a 5ª Turma (2010/2011) Cooperação técnica com a CEPEDISA/USP. Curso de Pós-graduação em Gestão Microrregional em Saúde SENAC/Minas SES/MG 1ª Turma modalidade semipresencial (2010/2011). Convênios em andamento: Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS) Ouvidoria do Ministério da Saúde Associação Brasileira de Psiquiatria (saúde mental) Secretaria Estadual de Saúde (Canal Minas Saúde, Fluxo de atendimento demandas Ministério Público, Cumprimento de decisões judiciais).

11 EVENTOS PERMANENTES Congresso sobre Judicialização da Saúde (Ministério Público, TJMG, SES/MG, ESP/MG, Cosems/MG, etc.) Curso de Direito à Saúde Fórum Permanente (Ministério Público, TJMG, SES/MG, COSEMS/MG, Defensoria Pública, OAB, Ministério da Saúde, GRAMBEL, etc) produção de ENUNCIADOS. Comitê Estadual da Saúde Fórum Nacional do Judiciário (CNJ) com participação Ministério Público, TJMG, Justiça Federal, SES/MG, COSEMS/MG, Defensoria Pública Federal e Estadual, OAB, AGE, etc). Pacto Institucional Área Saúde (Associação Mineira dos Municípios/AMM) (2011-2ª versão). GT SAUDE Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) com representações MPMG, MPCE, MPPR e MPTO.

12 ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO DO MP NA SAÚDE PÚBLICA Interesse individual Construção social (cidadania) - MP Itinerante, Audiências Públicas, Pedido de Providências, Requisições, Reuniões, Recomendações, Defensoria Pública, Juizado Especial Cível, Pedido Judicial (Juizado Especial Varas de Fazenda Pública). Interesse coletivo Construção e mudanças das realidades sociais: Reuniões Estratégicas, Cursos, Seminários, Congressos, Auditorias, Requisições, Recomendações, Pareceres Técnico Jurídico, Pareceres Técnico Médico, Notas Técnicas, Enunciados Rede Saúde, Inquéritos Civis Públicos, Ações Civis Públicas.

13 Legislação SUS Portaria MS 2.981, de Artigo 1º, único CF Artigos 127, 129, II, 196 a 200 CF Emenda Constitucional nº 29/2000 Lei Federal nº 8.080/90 Lei Federal nº 8.142/90 Lei Federal nº 8.689/93 Resolução CNS nº 322/2003 Resolução CNS nº 333/2003 Portaria GM/MS nº 399/2006 Lei Federal nº /2009 (lei da filantropia) Decreto nº 7.237/2010 (regulamenta lei da filantropia)

14 Lei Federal nº 8.080/90 artigo 35, VII Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados, Distrito Federal e Municípios, será utilizada a combinação dos seguintes critérios, segundo análise técnica de programas e projetos: I -... VII ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo.

15 Lei Federal nº 8.080/90 artigo 36, Art. 36. O processo de planejamento e orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) será ascendente, do nível local até o federal, ouvidos seus órgãos deliberativos, compatibilizando-se as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos em planos de saúde dos Municípios, dos Estados, do Distrito Federal e da União. 1º Os planos de saúde serão a base das atividades e programações de cada nível de direção do Sistema Único de Saúde (SUS) e seu financiamento será previsto na respectiva proposta orçamentária. 2º É vedada a transferência de recursos para o financiamento de ações não previstas nos planos de saúde, exceto em situações emergenciais ou de calamidade pública, na área da saúde.

16 Lei Federal nº 8.142/90 - artigo 2º Art. 2º. Os recursos do Fundo Nacional de Saúde FNS serão alocados como: (...) IV cobertura de ações e serviços de saúde a serem implementados pelos municípios, estados e Distrito Federal. Único. Os recursos referidos no inciso IV deste artigo destinamse a investimentos na rede de serviços, à cobertura assistencial ambulatorial e hospitalar e às demais ações de saúde

17 Lei Federal nº 8.142/90 Art. 4º. Para receberem os recursos repassados pelo Fundo Nacional de Saude, os municípios, os estados e o Distrito Federal deverão contar com: I Fundo de Saúde II Conselho de Saúde III Plano de Saúde IV relatórios de gestão V contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento VI Comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS).

18 AÇÕES JUDICIAIS SES/MG - Para atendimento de determinações judiciais de fornecimento de medicamentos, o estado desembolsou: 2002 (R$ ,00) 2003 (R$ ,00) 2004 (R$ ,00) 2005 (R$ ,00) 2006 (R$ ,00) 2007 (R$ ,00) 2008 (R$ ,696,00) 2009 (R$ ,00) 2010 (R$ ,00)

19 RESOLUÇÃO CMED Nº 03, de 2 de março de Dispõe sobre o Coeficiente de Adequação de Preços CAP, a sua aplicação, a nova forma de cálculo devido à mudança de metodologia adotada pela Organização das Nações Unidas ONU, e sobre o Preço Máximo de Venda ao Governo - PMVG. Art. 1º. As distribuidoras e as empresas produtoras de medicamentos, os postos de medicamentos, as unidades volantes, as farmácias e drogarias, deverão aplicar o Coeficiente de Adequação de Preço CAP ao preço dos produtos definidos no art. 2º desta Resolução, sempre que realizarem vendas destinadas a entes da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios.

20 1º O CAP, previsto na Resolução nº 2, de 5 de março de 2004, é um desconto mínimo obrigatório a ser aplicado sempre que forem realizadas vendas de medicamentos destinadas aos entes descritos no caput. 2º - A aplicação do CAP sobre o Preço Fábrica PF resultará no Preço Máximo de Venda ao Governo PMVG. O CAP será aplicado sobre o Preço Fábrica.

21 RESOLUÇÃO CMED Nº 03/2011. Art. 2º. O CAP poderá ser aplicado ao preço de produtos, de acordo com decisão do Comitê Técnico Executivo, nos seguintes casos: I produtos que estejam ou venham a ser incluídos no Programa de Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, conforme definido na Portaria MS nº 2.981, de 26 de novembro de II produtos que estejam ou venham a ser incluídos no Programa Nacional de DST/AIDS. III produtos que estejam ou venham a ser incluídos no Programa de Sangue e Hemoderivados. IV medicamentos antineoplásicos ou medicamentos utilizados como adjuvantes no tratamento do câncer. V produtos comprados por força de ação judicial, constarem da relação de que trata o 1º deste artigo. independente de VI Produtos classificados nas categorias I, II e V, de acordo com o disposto na Resolução nº 2, de 5 de março de 2004, desde que constem da relação de que trata o 1º deste artigo.

22 RESOLUÇÃO CMED nº 3, de 02 de março de Art. 4º. O Coeficiente de Adequação de Preços CAP fica definido em 24,38% (vinte e quatro vírgula trinta e oito por cento), conforme metodologia descrita nos anexos I e II desta Resolução. (...) Art. 6º. No caso de ordem judicial, as distribuidoras, as empresas produtoras de medicamentos, os representantes, os postos de medicamentos, as unidades volantes, as farmácias e drogarias deverão obsersar a metodologia descrita no artigo 3º, para que seja definido o PMVG.

23 COMUNICADO CMED Nº 10, de 30 de novembro de Fica divulgado, no anexo, o novo rol de produtos em cujos preços serão aplicados o Coeficiente de Adequação de Preços-CAP, de acordo com a Resolução CMED nº 4, de 18 de dezembro de (...) 3.3. O CAP será aplicado sobre o Preço Fábrica do produto, publicado no sítio eletrônico da ANVISA, descrito no item 3, retirados antes os tributos, quando for o caso.

24 SIGAF Sistema Integrado de Gerenciamento da Assistência Farmacêutica. Surgiu por demanda da SES/MG; desenvolvido inicialmente pela ESP/MP para auxiliar a gestão da AF na esfera municipal; recriada em 2008 para utilização também a nível estadual. O SIGAF busca a integração, em um só sistema, de todas as etapas do ciclo da AF, desde a aquisição de medicamentos até sua dispensação, permitindo seu gerenciamento em diferentes níveis de gestão do serviço público e em tempo real. Acesso gratuito para seu público; composto por módulos de (i) controle de estoque, (ii) de distribuição de medicamentos, (iii) dispensação, (iv) gestão do componente de alto custo da AF e gestão dos recursos financeiros e, (v) gestão das demandas judiciais. Utilizado, atualmente, por todos os 853 municípios mineiros para sua programação, recebimento dos medicamentos e controle dos recursos financeiros, sendo que o módulo de gestão das demandas judiciais encontra-se em fase final de carregamento dos dados já coletados.

25 CFT COMISSÃO ESTADUAL DE FARMÁCIA E TERAPÉUTICA Resolução SES/MG nº 1.953, de 20 de julho de Órgão vinculado técnica e administrativamente à SES/MG. Responsável, dentre outros, pela incorporação tecnológica de medicamentos e produtos farmacêuticos relacionados, além da alteração das apresentações ou exclusão de produtos da Relação de Medicamentos, no âmbito da SES/MG. Instância multiprofissional, consultiva, deliberativa e educativa, responsável pela condução do (i) processo de seleção, (ii) utilização, (iii) acompanhamento e, (iv) avaliação do uso dos medicamentos e produtos para saúde. Não há restrição e acesso aos demandantes. Qualquer membro da coletividade, pessoas físicas ou jurídicas, setor público ou privado e, representantes da sociedade pode efetuar solicitações. Basta preencher o formulário de solicitação no sítio da SES/MG Demandas são consolidadas a cada 06 meses pela Secretaria Executiva e analisada pelos membros da CFT e, quando necessário, podem ser contatados consultores ad hoc para produção de notas técnicas e/ou revisões sistemáticas, bem como especialistas para apresentação de seminários e painéis.

26 CFT COMISSÃO ESTADUAL DE FARMÁCIA E TERAPÉUTICA Cada membro da CFT delibera, por meio da utilização de um formuláriio próprio, o grau de importância da solicitação, analisando e pontuando os seguintes critérios: (a) demanda judicial/social; (b) relevância epidemiológica, (c) relevância para os serviços/política, (d) viabilidade operacional, (e) evidência científica. A partir da pontuação é executado o algoritmo e estabelecidas as prioridades para as quais a Secretaria Executiva providencia a elaboração de nota técnica, contendo parecer a respeito da incorporação do medicamento demandado e, encaminha para presidente da CFT. A CFT é composta por representantes de diversas áreas da sociedade, tais como técnicos da saúde, membros dos Conselhos Regionais, membros do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS) e Ministério Público Estadual.

27 TOTAL DISTRIBUIDO DO ORÇAMENTO DA UNIÃO NOS OITO ANOS DO GOVERNO LULA (2010 a 2011) SP , ,79 77,64 PR , ,23 69,95 RJ , ,18 68,88 MG , ,51 66,46 MA , ,89 66,45 RS , ,70 64,86 BA , ,13 64,48 PA , ,65 64,37 CE , ,98 63,59 PE , ,54 60,68 DF , ,65 59,64 RN , ,03 58,56 ES , ,47 57,86 PB , ,76 56,97 GO , ,32 56,23 SC , ,00 56,20 PI , ,63 55,91 MS , ,71 54,08 AL , ,00 53,11 AC , ,00 50,59 AM , ,00 49,65 MT , ,96 49,57 SE , ,42 48,83 TO , ,10 43,04 RO , ,73 37,13 AP , ,00 30,22 RR , ,41 27,49

28 PERFIL DAS AÇÕES JUDICIAIS GRÁFICOS JURISPRUDÊNCIAS e POLÍTICAS PÚBLICAS

29 E v o l u ç ã o d a s d e c i s õ e s d o T J M G e n t r e o s a n o s d e S P D I S A N º d e A ç õ e s

30 E v o l u ç ã o d o n ú m e r o d e p e d i d o s v i a ju d i c i a l c o n s t a n t e s d a , T J M G M e d ic a m en tos In tern a ç ã oe x am e s C iru rg ia P ró te s e D ive rs os

31 E v o l u ç ã o d a s a ç õ e s j u d i c i a i s p o r s e u s a u t o r e s, S P D I S A M in is t é r io P údb elic moa is A u t o r e s

32 E v o lu ç ã o d a s a ç õ e s ju d ic ia is p o r g ê n e ro, a T J M G M a s c u lin of e m in in on ã o c o n s t a

33 Evolução do s e nte s da Fe de ra çã o mais de ma ndado, TJM G, S PD IS A M unic ípio E s tado M unic ípio/e s tadoo utros

34 Evolução dos recursos por tipo, 2000 a 2008, Siste ma de Pe squisa e m D ireito Sanitário, Tribunal de Justiça do Estado de M inas Gerais A p elação R eexam e N ecessário A p elação e R eexam e n ecessário A grav o d e In stru m en to A ção O rigin ária

35 E v o lu ç ã o d a s d e c is õ e s lim in a re s d e f e rid a s e in d e f e rid ju d ic ia is, a , S P D I S A, T J M G In d e fe rid ad e fe rid an ã o c o n s t a

36 P ro v a c it a d a, a , S P D I S A, T J M G D o c. O rig e m m étd eic s a t e m u n hp ael ric ia lo u t ra sn ã o c o n s t a

37 E v o lu ç ã o d a s s e n te ç a s e n tre o s a n o s d e a , S P P r o c e d e n te Im p r o c e d e n te P a r c i a l m e n te P r o c e d e n tee x ti n to s e m r e s o l u ç ã o d

38 I n t e r e s s e d e f e n d i d o p e l o M i n i s t é r i o P ú b l i c o, a , S P e s q u i s a e m D i r e i t o S a n i t á r i o, T r i b u n a l d e J u s t i ç a d o E s t a G e r i a s I n d i v i d u a l C o l e ti v o M i s t o

39 O re q u e re n te n ã o p o s s u i c o n d iç õ e s e c o n ô m ic a s p a ra a rc a r c o m o s c u8s to s d o p e d id o O d e fe rim e n to d o p e d id o in d e p e 0 n d e d a 1 c o n d iç ã o e c o n ô m ic a d o re q u e re n te O s T rê s e n te s d a fe d e ra ç ã o p o s s u e m c o m p e tê n c ia c o m u m e s o lid á ria 1 9p a ra a p re s ta ç ã o d o s e rv iç o o u p ro c e d im e n to D e v e -s e o b s e rv a r a s c o m p e tê n c ia s d e c a d a e n te p a ra a p re s ta ç ã o d o s e rv 2 4iç o o u p ro c e d im e n to. A p a rte re q u e re n te é le g ítim a p a ra fig 1 u ra r n o 1 p ó lo a tiv o d a d e m a n d a A p a rte re q u e re n te n ã o é le g ítim 3 a p a ra 1 fig u ra r n o p ó lo a tiv o d a d e m a n d a E n tra v e s b u ro c rá tic o s n ã o p o d e m 4 o 1 b s ta r a 1 v ia b ilid a d e d e u m d ire ito A s p o lític a s p ú b lic a s s ã o o lim ite p a ra v ia b iliz a r u m d ire ito. P o lític a s p ú b lic a s, p o rta ria s, re s o lu ç õ e s, e tc... p o d e m 1lim 8 ita r o a c e s s o a u m d ire ito g a ra n tid o p e la C o n s titu iç ã o d a R e p ú b lic a d e A s a ú d e é d ire ito d e to d o s e d e v e r d o E s ta d o, d e v e n d o s e r g a ra n tid a d e fo rm a in te g ra l e ig u a litá ria, in d e p e n d e6 n4 te d e le g is la ç ã o in fra c o n s titu c io n a l o u q u a is q u e r o u tra s m e d id a s im p e d itiv a s. A p e n a s o m é d ic o é a p to p a ra q u e s tio n a r p re s c riç ã o d a q u e le q u e a c o m p5a n h a o tra ta m e n to d o re q u e re n te.

40

41

42

43

44

45 Deliberações existentes na área da Defesa da Saúde 1) A ação institucional do Ministério Público deve priorizar a tutela coletiva do direito à saúde, na forma estabelecida no Plano Nacional do Ministério Público em Saúde. (Diretriz da Câmara de Promotores de Justiça da Rede Saúde do Ministério Público do Estado de Minas Gerais 21/09/2007). 2) O promotor de justiça deve atender a todos, inclusive em caso de interesse individual, adotando as medidas administrativas adequadas. (Diretriz da Câmara de Promotores de Justiça da Rede Saúde do Ministério Público do Estado de Minas Gerais 21/09/2007).

46 3) Na atuação em defesa do direito à saúde, o promotor de justiça deverá adotar postura resolutiva, priorizando os meios de atuação extrajudicial. (Diretriz da Câmara de Promotores de Justiça da Rede Saúde do Ministério Público do Estado de Minas Gerais 21/09/2007). 4) Os Órgãos de Execução devem ter como referência de atuação as políticas públicas e os protocolos clínicos. (Diretriz da Câmara de Promotores de Justiça da Rede Saúde do Ministério Público do Estado de Minas Gerais 21/09/2007).

47 5) No caso de fornecimento de medicamentos experimentais, o Ministério Público deverá zelar para que sejam admitidos somente nos casos de programas de pesquisas, controlados eticamente, no Brasil, pelo CONEP, permitindo o acesso expandido sob a supervisão da autoridade sanitária nacional. (Posição institucional do CNPG/COPEDS na audiência pública versando sobre saúde, promovida pelo Supremo Tribunal Federal, no mês de abril de 2009)

48 6) O Ministério Público deverá considerar os protocolos clínicos do SUS como elemento preferencial para oferta de fármacos aos usuários. Podem, porém, ser excepcionados, desde que seja a substância registrada na ANVISA e apresente comprovada superioridade terapêutica. Cuidará, ainda, para que o Gestor possa promover a atualização, programadamente, no tempo, dos respectivos protocolos clínicos. (posição institucional do CNPG/COPEDS na audiência pública versando sobre saúde, promovida pelo Supremo Tribunal Federal, no mês de abril de 2009).

49 7) Os gestores devem ser recomendados pelo Ministério Público no sentido de orientar os profissionais médicos a esgotarem as alternativas de fármacos/exames previstos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde e demais atos que lhe forem complementares, antes de prescreverem tratamento medicamentoso diverso aos pacientes. Se ainda assim for prevalente tecnicamente a prescrição de droga curativa não apresentada nos Protocolos, o profissional responsável deverá elaborar fundamentação técnica consistente, indicando quais os motivos da exclusão dos medicamentos previstos nos regulamentos citados, em relação ao paciente; quais os benefícios do medicamento prescrito no caso concreto; apresentação de estudos científicos eticamente isentos e comprobatórios dessa eficácia; menção à eventual utilização anterior, pelo usuário, dos fármacos protocolizados, sem resposta adequada e, por fim, manifestação sobre possíveis vínculos, formais ou informais, do prescritor com o laboratório fabricante do remédio em comento, justificando, assim, essa excepcional orientação clínica. (Posição adotada pelo Ministério Público do Estado do Paraná, com alterações, em Recomendação Administrativa nº 11/2006, firmada pelos Órgãos de Execução de Curitiba, conjuntamente com o CAO-SAÚDE

50 8) O Judiciário, ao deferir uma prestação de saúde incluída entre as políticas sociais e econômicas formuladas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) não está criando política pública, mas apenas determinando o seu cumprimento. Nesses casos, a existência de um direito subjetivo público a determinada política pública de saúde parece ser evidente. Se a prestação de saúde pleiteada não estiver entre as políticas do SUS, é imprescindível distinguir se a não prestação decorre de uma omissão legislativa ou administrativa, de uma decisão administrativa de não fornecê-la ou de uma vedação legal a sua dispensação. (STA nos autos /2007/PR (medicamento Naglazyme) e nº /CE (medicamento Zavesca) Ministro Gilmar Mendes STF 18/09/2009).

51 9) O registro de medicamento na ANVISA mostra-se como condição necessária para atestar a segurança e o benefício do produto, sendo a primeira condição para que o Sistema Único de Saúde possa considerar sua incorporação. Trata-se, contudo, não de uma regra absoluta. Em casos excepcionais, a importação de medicamento não registrado poderá ser autorizada pela ANVISA, nos termos da Lei Federal nº 9.782/99. (STA nos autos /2007/PR (medicamento Naglazyme) e nº /CE (medicamento Zavesca) Ministro Gilmar Mendes STF 18/09/2009).

52 10) Em geral, deverá ser privilegiado o tratamento fornecido pelo SUS em detrimento de opção diversa escolhida pelo paciente, sempre que não for comprovada a ineficácia ou a impropriedade da política de saúde existente. Contudo, essa conclusão não afasta a possibilidade de o Poder Judiciário ou de a própria Administração decidir que medida diferente da custeada pelo SUS deve ser fornecida a determinada pessoa que, por razões específicas do seu organismo, comprove que o tratamento fornecido não é eficaz no seu caso. Há necessidade de revisão periódica dos protocolos existentes e de elaboração de novos protocolos. Assim, não se pode afirmar que os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do SUS são inquestionáveis, o que permite sua contestação judicial. (STA nos autos /2007/PR (medicamento Naglazyme) e nº /CE (medicamento Zavesca) Ministro Gilmar Mendes STF 18/09/2009).

53 11) Os tratamentos experimentais (sem comprovação científica de sua eficácia) são realizados por laboratórios ou centros médicos de ponta, consubstanciando-se em pesquisas clínicas. A participação nesses tratamentos rege-se pelas normas que regulam a pesquisa médica e, portanto, o Estado não pode ser condenado a fornecê-los. (STA nos autos /2007/PR (medicamento Naglazyme) e /CE (medicamento Zavesca) Ministro Gilmar Mendes STF 18/09/2009).

54 12) O Supremo Tribunal Federal, no recurso STA 175 Agr/CE (DJU de 17 março 2010 rel. Min. Gilmar Mendes) deixou claro que existem casos na jurisprudência da Corte que afirmariam a responsabilidade solidária dos entes federados em matéria de saúde (RE /RS, DJU de e RE /RS, DJU de ) e entendeu que este tipo de responsabilidade deverá ser construído a partir de um modelo de cooperação e de coordenação de ações conjuntas por parte dos entes federativos.

55 13) O tema da responsabilidade solidária também foi apreciado no RE /RN (DJE de ), sendo reconhecida sua repercussão geral e no qual se discutiu a obrigatoriedade de o Poder Público fornecer medicamento de alto custo. 14) Está em trâmite, no Supremo Tribunal Federal, a Proposta de Súmula Vinculante nº4, que propõe tornar vinculante o entendimento jurisprudencial a respeito da responsabilidade solidária dos entes da Federação no atendimento das ações de saúde.

56 15) As políticas públicas são o instrumento utilizado para se alcançar a assistência mais ampla e aperfeiçoada à saúde pública, devendo ser, na medida do possível, observadas nas decisões judiciais, desde que não sejam consideradas de modo absoluto e nem transformadas em meio de prejudicar a atenção a esse valor maior protegido constitucionalmente. (UNANIMIDADE Enunciado 1 - Fórum Permanente da Saúde TJMG 08/11/2010) 16) Em caso de ineficiência dos serviços oncológicos credenciados ao SUS, inclusive de seus protocolos assistenciais, em face do caso concreto, o ente federado responsável pela regulação do serviço poderá ser compelido a garantir o tratamento, seja diretamente, seja por outro serviço oncológico, desde que comprovada a evidência científica do tratamento. (UNANIMIDADE Enunciado 3 Fórum Permanente da Saúde TJMG 08/11/2010).

57 17) Para garantia do planejamento e execução do orçamento e despesas de competência do ente responsável, independente de previsão orçamentária ou plano de saúde, deve lhe ser assegurado, de forma efetiva, o ressarcimento pelo atendimento a esses serviços prestados para outra esfera governamental, nos termos do artigo 35, inc. VII da lei federal nº 8.080/90. (UNANIMIDADE Enunciado 4 Fórum Permanente da Saúde TJMG 08/11/2010).

58 18) Em razão da garantia de acesso universal à saúde, bem como da responsabilidade comum na gestão do SUS, assim definidos, respectivamente, na Constituição Federal e nos Pactos pela Saúde, compete aos municípios, além dos cuidados de atenção primária, o encaminhamento dos pacientes para a Rede de Atenção Oncológica a fim de que recebam diagnóstico e tratamento oncológico integral, inclusive farmacêutico. (UNANIMIDADE Enunciado 5 Fórum Permanente da Saúde TJMG 08/11/2010). 19) Recomendar ao Ministério da Saude (INCA) que institua protocolos clínicos de diretrizes terapêuticas para todo o tratamento médico-hospitalar oncológico, visando a padronização (uniformização) da atuação das unidades oncológicas prestadoras de serviços, os quais, contudo, em razão das especificidades dos tratamentos oncológicos, não poderão influenciar no sentido de impedir a melhor decisão do tratamento médico oncológico pela equipe multidisciplinar. (UNANIMIDADE Enunciado 6 Fórum Permanente da Saúde TJMG 08/11/2010).

59 20) Em razão da necessidade de eficiência da administração pública, devem ser preservadas as políticas públicas de saúde, com a utilização de medidas excepcionais não padronizadas apenas no caso de ineficiência ou ausência daquelas. (UNANIMIDADE Enunciado 7 Fórum Permanente da Saúde TJMG 08/11/2010). 21) A responsabilidade solidária entre União, Estados e Municípios existe para a implementação das políticas públicas de saúde, reconhecendo-se a divisão de competências entre os entes. (UNANIMIDADE Enunciado 8 Fórum Permanente da Saúde TJMG 08/11/2010).

60 Nosso endereço: Rua Dias Adorno, 367, 6º andar, bairro Santo Agostinho, CEP Telefones: , (fax) MUITO OBRIGADO!

Programa Copa do Mundo 2014

Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Gerente do Programa: Mario Queiroz Guimarães Neto Rede do Programa: Rede de Cidades Objetivo do Programa: Organizar com excelência os eventos FIFA

Leia mais

CÂMARA DE REGULAÇÃO DO MERCADO DE MEDICAMENTOS SECRETARIA-EXECUTIVA

CÂMARA DE REGULAÇÃO DO MERCADO DE MEDICAMENTOS SECRETARIA-EXECUTIVA CÂMARA DE REGULAÇÃO DO MERCADO DE MEDICAMENTOS SECRETARIA-EXECUTIVA Resolução nº 3, de 2 de março de 2011 Publicada no D.O.U. de 9 de março de 2011, Seção 1, pág. 3 Dispõe sobre o Coeficiente de Adequação

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE PROCURADORES GERAIS - CNPG

CONSELHO NACIONAL DE PROCURADORES GERAIS - CNPG CONSELHO NACIONAL DE PROCURADORES GERAIS - CNPG GRUPO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS GNDH COMISSÃO PERMANENTE DE DEFESA DA SAÚDE COPEDS Enunciados aprovados pela Comissão Permanente de Defesa da Saúde (COPEDS)

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE Porto Alegre, 01 de julho de 2011 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL LDB Nº 9394/96 É uma modalidade de ensino integrada às diferentes formas de educação,

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo

NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo O Financiamento da Saúde, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é responsabilidade das três esferas de Governo, com

Leia mais

R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o

R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o C ic lo d e D e b a te s : "1 C liq0 u e Ap a ra n eo d ita s r do eo s tilo Ed o ssta u b tí tu lo to m e s tre d o Id o s o E lia n a M á

Leia mais

1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em

1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em 1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em discussão na Câmara dos Deputados (PL 8.035/2010). Até o

Leia mais

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE?

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? Instrumento que permite o financiamento, por meio de incentivos fiscais, de projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte. BASE LEGAL: Lei 11.438/06 -

Leia mais

PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2005. (Publicado BE 50, 16.12.05)

PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2005. (Publicado BE 50, 16.12.05) PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2005 (Publicado BE 50, 16.12.05) Aprova as Normas Reguladoras da Aquisição, Registro, Cadastro e Transferência de Propriedade de Armas de Uso Restrito, por

Leia mais

O Financiamento dos Transplantes no Brasil

O Financiamento dos Transplantes no Brasil O Financiamento dos Transplantes no Brasil Tadeu Thomé tadeu.thome@gmail.com +55 11 99339-0842 Coordenador Programa Transplantes Hospital Sírio-Libanês Pjto Escola de Transplantes Consultor Técnico do

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010. Dispõe sobre o capital mínimo requerido para autorização e funcionamento e sobre planos corretivo e de recuperação

Leia mais

Manual do Usuário para o RDQ Versão 2

Manual do Usuário para o RDQ Versão 2 Ministério da Saúde Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa Manual do Usuário para o RDQ Versão 2 Brasília DF Maio de 2014 3 ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA.

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA. Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA Brasília 2005 O Licenciamento Ambiental nasceu de uma exigência social, fruto de uma

Leia mais

RECOMENDAÇÃO Nº 02/2012 CGMP

RECOMENDAÇÃO Nº 02/2012 CGMP MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA CORREGEDORIA-GERAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RECOMENDAÇÃO Nº 02/2012 CGMP Recomenda aos Promotores de Justiça com atuação na área da proteção ao

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação Art. 205 - A educação, direito de todos e dever do Estado e da família,

Leia mais

Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência)

Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência) Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MANUAL INSTRUTIVO Sumário Introdução... 3 Atividades a serem desenvolvidas dentro

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO LOGÍSTICO PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2002

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO LOGÍSTICO PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2002 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO LOGÍSTICO PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2002 Aprova as Normas Reguladoras da Aquisição, Venda, Registro, Cadastro e Transferência de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RECOMENDAÇÃO Nº /2015 Dispõe sobre a atuação do Ministério Público na garantia à Educação Infantil. O CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo art.

Leia mais

PROGRAM A + V IDA. P o lític a de Á lc o o l, Fum o e O utra s

PROGRAM A + V IDA. P o lític a de Á lc o o l, Fum o e O utra s PROGRAM A + V IDA P o lític a de Á lc o o l, Fum o e O utra s D ro g a s da S ec reta ria de S a úde R ec COSTA ife JOÃO do MARCELO Coordenação Clínica do CAPS AD Eulâmpio Cordeiro SMS-PCR (DSIV) Coordenação

Leia mais

A judicialização da saúde e o Uso Racional de Medicamentos

A judicialização da saúde e o Uso Racional de Medicamentos II SEMINÁRIO MULTIPROFISSIONAL SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS A judicialização da saúde e o Uso Racional de Medicamentos Profa. M. Fâni Dolabela Maceió, 2014 I Simpósio Brasileiro sobre Judicialização

Leia mais

Oficina: GESTÃO DA ESTRUTURA E DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR

Oficina: GESTÃO DA ESTRUTURA E DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Oficina: GESTÃO DA ESTRUTURA E DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR ADRIANA PIMENTEL MÜLLER FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Assessora de Relações

Leia mais

EDITAL nº 001/2014. Convocação de Audiência Pública sobre A Situação Atual do Bioma da Mata Atlântica e o Papel do MP.

EDITAL nº 001/2014. Convocação de Audiência Pública sobre A Situação Atual do Bioma da Mata Atlântica e o Papel do MP. EDITAL nº 001/2014 Convocação de Audiência Pública sobre A Situação Atual do Bioma da Mata Atlântica e o Papel do MP. O Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), no exercício da competência

Leia mais

Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG * '

Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG * ' Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG OBJETO: ( ) INSUMO DE INTERESSE PARA A SAÚDE HUMANA (exceto cirurgia e transporte) ( )

Leia mais

Reunião de Auditoria em Saúde SUS - CAP 23.07.2015

Reunião de Auditoria em Saúde SUS - CAP 23.07.2015 Reunião de Auditoria em Saúde SUS - CAP 23.07.2015 Conceito Coeficiente de Adequação de Preços CAP é um desconto mínimo obrigatório, incidente sobre o Preço Fábrica - PF de alguns medicamentos nas compras

Leia mais

Danilo Roque Pasin Coordenador do Ramo Infraestrutura do Sistema OCB. Guarujá, Outubro de 2013.

Danilo Roque Pasin Coordenador do Ramo Infraestrutura do Sistema OCB. Guarujá, Outubro de 2013. Contexto das Cooperativas de Eletrificação no Brasil Danilo Roque Pasin Coordenador do Ramo Infraestrutura do Sistema OCB Guarujá, Outubro de 2013. Conceito de Infraestrutura É o conjunto de atividades

Leia mais

NOAS 01/02: amplia responsabilidades de gestão

NOAS 01/02: amplia responsabilidades de gestão Decreto 7508: organização do SUS; planejamento, assistência e articulação interfederativa 11 NOB 93: Descentralização NOAS 01/02: amplia responsabilidades de gestão 93 96 02 06 NOB 96: odelo de gestão

Leia mais

DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009

DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009 DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Publicado no DOE(Pa) de 27.03.09. Alterado pelos Decretos 1.677/09, 323/12. Regulamenta a Lei nº 5.674, de 21 de outubro de 1991, que dispõe sobre o Fundo de Desenvolvimento

Leia mais

REQUERIMENTO Nº 139/2013

REQUERIMENTO Nº 139/2013 CÂMARA MUNICIPAL DE ESTEIO GABINETE DO VEREADOR LEONARDO PASCOAL RUA 24 DE AGOSTO, 535, CENTRO, SALA 06 3º ANDAR CEP: 93280-000 - ESTEIO - RS TELEFONE (51) 3458-5015 - FAX (51) 3458-3366 E-MAIL: contato@leonardopascoal.com.br

Leia mais

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

DE PESSOAL DE NÍVEL N. Brasília, Março de 2010 Ministério da Educação

DE PESSOAL DE NÍVEL N. Brasília, Março de 2010 Ministério da Educação Brasília, Março de 2010 I Conferência da ANAMBA e Encontro Regional Americano do EMBA COUNCIL São Paulo, 08 a 10 de março de 2010 A AVALIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE PÓS GRADUAÇÃO TÓPICOS O SNPG e a necessidade

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Gabinete do Ministro

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Gabinete do Ministro Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Gabinete do Ministro

Leia mais

Política Nacional de Educação Infantil

Política Nacional de Educação Infantil Política Nacional de Educação Infantil (arquivo da Creche Carochinha) Junho/2012 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem

Leia mais

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL 08 de Novembro de 2012 O que é o Brasil Rural? O Brasil Rural Diversidade: raças, origens étnicas, povos, religiões, culturas Conflitos: concentração de terra, trabalho

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 002 - CONSU DE 29 DE MAIO DE 2007

RESOLUÇÃO Nº. 002 - CONSU DE 29 DE MAIO DE 2007 Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N, TELEFAX (82) 3530-3382 CEP: 57312-270 Arapiraca-Alagoas RESOLUÇÃO Nº. 002 - CONSU DE 29 DE MAIO DE 2007 Regulamenta, no âmbito da Uneal, os afastamentos dos servidores

Leia mais

Serviço Auxiliar CAUC. Hiromi Cristina Santos Doi Agosto/2015

Serviço Auxiliar CAUC. Hiromi Cristina Santos Doi Agosto/2015 Serviço Auxiliar CAUC Hiromi Cristina Santos Doi Agosto/2015 Apresentação CAUC Serviço Auxiliar - CAUC O Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias (CAUC) foi CAUC instituído pela

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador PLANEJAMENTO DO SUS Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador FINANCIAMENTO DA

Leia mais

Importância do Sistema SRPPS na Evolução Histórica dos Regimes Próprios de Previdência Social BANCO DE DADOS

Importância do Sistema SRPPS na Evolução Histórica dos Regimes Próprios de Previdência Social BANCO DE DADOS Importância do Sistema SRPPS na Evolução Histórica dos Regimes Próprios de Previdência Social BANCO DE DADOS OBRIGAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO, DIREITO DO SERVIDOR PÚBLICO Teresina PI, 06.12.2012 1 Fundamentação

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL (arquivo da Creche Carochinha) Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem qualquer

Leia mais

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe Eustáquio Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER RR AP AM PA MA CE RN AC 90 s RO MT TO PI BA PB PE AL SE 80

Leia mais

ENCONTRO PARA A CONTINUIDADE DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO REGIONAL E COAP

ENCONTRO PARA A CONTINUIDADE DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO REGIONAL E COAP MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA Departamento de Articulação Interfederativa ENCONTRO PARA A CONTINUIDADE DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO REGIONAL E COAP NORMAS E FLUXOS

Leia mais

I data do acolhimento das propostas: 23/11/2004;

I data do acolhimento das propostas: 23/11/2004; Portaria Conjunta n o 05, de 18 de novembro de 2004. Define as condições específicas ao leilão de recursos do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social PSH, mantido pela Medida Provisória n

Leia mais

Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Educação. Novembro de 2015

Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Educação. Novembro de 2015 Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Educação Novembro de 2015 acesso móvel TV por assinatura telefone fixo banda larga fixa Panorama Setorial - Tradicional 44,1 milhões de assinantes 25,2

Leia mais

MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015

MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015 MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015 PORTARIA Nº..., de...de...de 2015 Dispõe sobre a participação complementar da iniciativa privada na execução de ações e serviços de saúde, e o credenciamento de prestadores

Leia mais

ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO No 5.557, DE 5 DE OUTUBRO DE 2005

ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO No 5.557, DE 5 DE OUTUBRO DE 2005 ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO No 5.557, DE 5 DE OUTUBRO DE 2005 Regulamenta o Programa Nacional de Inclusão de Jovens - ProJovem instituído pela Lei no 11.129, de 30 de junho de 2005, e dá outras providências.

Leia mais

JUDICIALIZAÇÃO NA SAÚDE

JUDICIALIZAÇÃO NA SAÚDE JUDICIALIZAÇÃO NA SAÚDE JUDICIALIZAÇÃO NA SAÚDE História Recente na Saúde Suplementar Planos de Saúde Contratos Código do Consumidor Planos de Saúde = relação de consumo Lei dos Planos Obrigação de Coberturas

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

Art. 208... O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de:

Art. 208... O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de: CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 208... O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de: VII -... programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência

Leia mais

Lei 141/2012 - Comentários

Lei 141/2012 - Comentários Lei 141/2012 - Comentários Áquilas Mendes Prof. Dr. Livre-Docente de Economia da Saúde da FSP/USP e do Departamento de Economia da PUC-SP agosto/2012 BREVE CONTEXTO DA LEI 141/2012 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

TERCEIRA TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

TERCEIRA TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ Autos nº: 201070500120051 Recorrentes/Recorridos: União Federal, Estado do Paraná, Município de Curitiba e Ester Ulissea Klettenberg Relator: Juiz Federal Eduardo Appio V O T O 1. Trata-se de pedido de

Leia mais

soluções sustentáveis soluções sustentáveis

soluções sustentáveis soluções sustentáveis soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1

Leia mais

TEF / POS. Documento atualizado em 26/03/2015.

TEF / POS. Documento atualizado em 26/03/2015. TEF / POS A AFRAC Associação Brasileira de Automação para o Comércio, através de seu departamento jurídico, no interesse de atualizar seus associados, bem como demais interessados, confeccionou o presente

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N, DE 2015.

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N, DE 2015. PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N, DE 0. Institui a Unidade Nacional de Capacitação do Ministério Público, no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público. O CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício

Leia mais

Financiamento da Saúde

Financiamento da Saúde Financiamento da Saúde Goiânia, 18 de junho de 2015. BASE LEGAL Constituição Federal Lei 8080 / 8142 Lei Complementar n. 141 (Regulamentação EC 29) EC 86 1 Linha do tempo do financiamento do SUS EC Nº

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011.

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. Dispõe sobre a atuação dos membros do Ministério Público na defesa do direito fundamental à convivência familiar e comunitária de crianças

Leia mais

Circular 641/2014 São Paulo, 12 de Dezembro de 2014.

Circular 641/2014 São Paulo, 12 de Dezembro de 2014. Circular 641/2014 São Paulo, 12 de Dezembro de 2014. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) FINANCIAMENTO PARA A AMPLIAÇÃO DO ACESSO AO TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS (TCTH) ALOGÊNICO NÃO APARENTADO

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO - Principais tipos de relação de trabalho

DIREITO DO TRABALHO - Principais tipos de relação de trabalho ROTEIRO DE AULAS - PARTE 4 DIREITO DO TRABALHO - Principais tipos de relação de trabalho Relação de Trabalho Autônomo: - Trabalhador autônomo é pessoa física que exerce por conta própria uma atividade

Leia mais

Fundo Especiais. Fundos Especiais. Fundos Especiais Lei Federal nº 4.320/64. Fundo Municipal de Educação e FUNDEB

Fundo Especiais. Fundos Especiais. Fundos Especiais Lei Federal nº 4.320/64. Fundo Municipal de Educação e FUNDEB Fundo Especiais Fundo Municipal de Educação e FUNDEB Facilitador : Toribio Nogueira de Carvalho Contador, Pós-Graduado em Contabilidade Pública Fundos Especiais Organização e estrutura de mecanismo financeiro,

Leia mais

Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS. Planejamento Regional Integrado

Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS. Planejamento Regional Integrado Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS Planejamento Regional Integrado Brasília DF, novembro de 2014 LEGISLAÇÃO ANTERIOR AO DECRETO - VIGENTE Lei 8142/90-1º. art. 1 A Conferência de Saúde reunir-se-á

Leia mais

Gerência de Contratualização dos Serviços do SUS. Objetivos

Gerência de Contratualização dos Serviços do SUS. Objetivos CONTRATUALIZAÇÃO Objetivos Quando forem insuficientes as disponibilidades públicas para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o gestor poderá complementar a oferta com

Leia mais

GRUPO 8 - SEGURANÇA e ACESSO À JUSTIÇA

GRUPO 8 - SEGURANÇA e ACESSO À JUSTIÇA GRUPO 8 - SEGURANÇA e ACESSO À JUSTIÇA Nº PROPOSTA UF e Nº Original da Proposta 01 Criar no ministério da justiça um ponto focal especializado nos direitos da pessoa com deficiência e estimular também

Leia mais

Poder Judiciário PLANO DE TRABALHO

Poder Judiciário PLANO DE TRABALHO PLANO DE TRABALHO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título: Acordo de Cooperação Técnica, celebrado entre o Conselho Nacional de Justiça, o Ministério da Justiça e o Instituto de Defesa do Direito de Defesa,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE 2015 (Do Sr. Delegado Éder Mauro) O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI Nº DE 2015 (Do Sr. Delegado Éder Mauro) O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI Nº DE 2015 (Do Sr. Delegado Éder Mauro) Institui o Programa Nacional de Recuperação de Dependentes Químicos. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art.1 Fica instituído o Programa Nacional de Recuperação

Leia mais

HISTÓRICO DA LEI DO PISO E PROPOSTA DE ENCAMINHAMENTO Mariza Abreu Consultora em Educação 26.outubro.2015 Histórico da Lei do Piso Nacional do Magistério (I) Constituição Federal de 1988: Art. 206. O ensino

Leia mais

O e-sus AB no Ceará. COSEMS - Fortaleza 08 de maio de 2015

O e-sus AB no Ceará. COSEMS - Fortaleza 08 de maio de 2015 O e-sus AB no Ceará COSEMS - Fortaleza 08 de maio de 2015 e-saúde e o SUS Reestruturação dos sistemas de informação em saúde do MS em busca de um SUS eletrônico: Cartão Nacional de Saúde e-sus Hospitalar

Leia mais

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado

Leia mais

CATMAT SISTEMA DE CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS CATSER SISTEMA DE CATALOGAÇÃO DE SERVIÇOS

CATMAT SISTEMA DE CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS CATSER SISTEMA DE CATALOGAÇÃO DE SERVIÇOS MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA E SERVIÇOS GERAIS CATMAT SISTEMA DE CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS CATSER SISTEMA DE

Leia mais

INSTRUÇÃO/CEAF Nº 001/2013

INSTRUÇÃO/CEAF Nº 001/2013 INSTRUÇÃO/CEAF Nº 001/2013 Estabelece regras a serem observadas na elaboração de Planos de Trabalho para realização de convênios de cooperação técnica que venham ser firmados entre o Ministério Público

Leia mais

I data do acolhimento das propostas: 13/04/2005;

I data do acolhimento das propostas: 13/04/2005; MINISTÉRIO DA FAZENDA Portaria Conjunta n o 01, de 28 de março de 2005. Define as condições específicas ao leilão de recursos do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social PSH, mantido pela Lei

Leia mais

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013.

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME MINAS GERAIS Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ALINHAMENTO DOS PLANOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO AO PNE SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL, DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA AMAZÔNIA PROJETO DE LEI Nº 6.689, DE 2009 VOTO EM SEPARADO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL, DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA AMAZÔNIA PROJETO DE LEI Nº 6.689, DE 2009 VOTO EM SEPARADO ** COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL, DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA AMAZÔNIA PROJETO DE LEI Nº 6.689, DE 2009 Dispõe sobre a instalação e o funcionamento do Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste (BDCO),

Leia mais

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4139, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. Regulamenta o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e o Incentivo ao Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA, no

Leia mais

37 / 52 8. CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB

37 / 52 8. CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB 8. CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB 8.1. O que caracteriza o Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb e qual a sua principal atribuição? 8.2. O Conselho possui outras atribuições? 8.3. Qual o prazo

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Nível superior Cargo 1: Contador DF Brasília/Sede da Administração Central 35 1820 52,00 Nível médio Cargo 2: Agente Administrativo AC Rio Branco/Sede da SRTE 2 1496 748,00 Nível médio Cargo 2: Agente

Leia mais

Centro de Registro de Preços LICITAÇÕES

Centro de Registro de Preços LICITAÇÕES Centro de Registro de Preços LICITAÇÕES Licitação Licitação O DEVER DE LICITAR NO PODER PÚBLICO, A CONTRATAÇÃO SEGUE APENAS UM, MAS INDISPENSÁVEL ENSINAMENTO: ENQUANTO AO CIDADÃO É GARANTIDO O QUE A LEI

Leia mais

Treinamentos Siscomex Carga e Sistema Mercante

Treinamentos Siscomex Carga e Sistema Mercante Objetivo Treinar os participantes para o efetivo uso dos sistemas Siscomex Carga e Mercante. Público Alvo Profissionais que atuam nas seguintes áreas: - Agência Marítima; - Empresa de Navegação; - Agente

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

Instituto Nacional do Seguro Social INSS Concurso Público para Analista do Seguro Social

Instituto Nacional do Seguro Social INSS Concurso Público para Analista do Seguro Social As inscrições para o concurso público do Instituto Nacional do Seguro Social INSS estarão abertas no período de 12 de agosto a 13 de setembro. São 300 vagas para o cargo de Analista do Seguro Social, sendo

Leia mais

Conselho Nacional de Procuradores Gerais - CNPG Grupo Nacional de Direitos Humanos - GNDH Comissão Permanente de Defesa Da Saúde - COPEDS

Conselho Nacional de Procuradores Gerais - CNPG Grupo Nacional de Direitos Humanos - GNDH Comissão Permanente de Defesa Da Saúde - COPEDS Conselho Nacional de Procuradores Gerais - CNPG Grupo Nacional de Direitos Humanos - GNDH Comissão Permanente de Defesa Da Saúde - COPEDS ENUNCIADOS SOBRE TERCEIRIZAÇÃO DAS AÇÕES E SERVIÇOS DE SAÚDE Enunciado

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL O Partido Político "Z", que possui apenas três representantes na Câmara dos Deputados, por entender presente a violação de regras da CRFB, o procura para que, na

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI 12.587 3 de janeiro de 2012

POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI 12.587 3 de janeiro de 2012 LEI 12.587 3 de janeiro de 2012 A POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA, INSTITUDA PELA LEI 12.587, É INSTRUMENTO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBJETIVANDO A INTEGRAÇÃO ENTRE OS DIFERENTES MODOS

Leia mais

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015.

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. Secretaria Estadual De Saúde Conselho Estadual De Saúde - RJ DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. APROVA O REGIMENTO IN- TERNO DA 7ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. O

Leia mais

Foco nos contratos e formalização. Para realização de contrato é preciso existir previamente uma regulação.

Foco nos contratos e formalização. Para realização de contrato é preciso existir previamente uma regulação. Aspectos Jurídicos da Contratação de Serviços de Saúde, 03/06, sala 12- Frade e Freira, 9 às 12h Palestrantes: Elaine Giannotti, diretora de regulação do Ministério da Saúde; José Carlos de Moraes, dentista,

Leia mais

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília Apresentação do IDConselho Municipal Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília 5.366 Conselhos Municipais que preencheram o Censo SUAS 2014 Dinâmica de

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais (CRMV-MG)

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais (CRMV-MG) .1. RESOLUÇÃO Nº 332 Estabelece procedimento para a concessão de apoio financeiro e institucional. O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais (CRMV-MG), no uso da atribuição

Leia mais

EXMO. SR. DR. PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA DA 1ª REGIÃO. Assunto: Leitos Psiquiátricos nos Hospitais Públicos Federais

EXMO. SR. DR. PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA DA 1ª REGIÃO. Assunto: Leitos Psiquiátricos nos Hospitais Públicos Federais EXMO. SR. DR. PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA DA 1ª REGIÃO. Assunto: Leitos Psiquiátricos nos Hospitais Públicos Federais ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA (ABP), associação civil sem fins lucrativos

Leia mais

O Congresso Nacional decreta:

O Congresso Nacional decreta: Dispõe sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente por Estados, Distrito Federal, Municípios e União em ações e serviços públicos de saúde, os critérios de rateio dos recursos de transferências

Leia mais

DECRETO Nº 7.622, DE 20 DE MAIO DE 2005.

DECRETO Nº 7.622, DE 20 DE MAIO DE 2005. DECRETO Nº 7.622, DE 20 DE MAIO DE 2005. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no artigo 15, 3º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993 e artigo 11 da Lei Federal nº 10.520, de 17 de julho

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa

Leia mais

AUTONOMIA GERENCIAL PARA UNIDADES PÚBLICAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DO SUS: OPORTUNIDADE E NECESSIDADE DE REGULAMENTAÇÃO

AUTONOMIA GERENCIAL PARA UNIDADES PÚBLICAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DO SUS: OPORTUNIDADE E NECESSIDADE DE REGULAMENTAÇÃO AUTONOMIA GERENCIAL PARA UNIDADES PÚBLICAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DO SUS: OPORTUNIDADE E NECESSIDADE DE REGULAMENTAÇÃO Subsidio à Reunião de Planejamento do CEBES de 26 e27/fev/2010 Elaborado com base

Leia mais

Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais. Flávio Bitter

Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais. Flávio Bitter Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais Flávio Bitter outubro 2015 Destaques Presença Nacional Beneficiários (Mil) Operadora líder no mercado brasileiro de Saúde suplementar,

Leia mais

Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir?

Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir? EXPOSIBRAM 2011 14º Congresso Brasileiro de Mineração Painel 5 Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir? Márcio Pereira Meio Ambiente e Sustentabilidade Belo Horizonte, 28.9.2011

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR MINISTÉRIO DA SAÚDE 1 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL RESOLUÇÃO - RE Nº 05, DE 24 DE AGOSTO DE 2000 (*) Padroniza documentos para processo de impugnações ao

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.629, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.629, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.629, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2013 Aprova o regulamento de comunicação eletrônica de dados no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN). A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em

Leia mais

Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste

Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Educação à Distância no Território Nacional: desafios e perspectivas Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br

Leia mais

COBERTURA - TAXA DE DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA

COBERTURA - TAXA DE DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA COBERTURA - TAXA DE DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA Primeiramente, ressaltamos a relevância do tema e reafirmamos nossa atuação com o intuito de regular o mercado de planos privados de assistência à saúde.

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 09

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 09 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 09 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Reunião de Instalação do Conselho Consultivo do Ramo Habitacional

Reunião de Instalação do Conselho Consultivo do Ramo Habitacional Organização das Cooperativas Brasileiras Reunião de Instalação do Conselho Consultivo do Ramo Habitacional Brasilia, 26 de Agosto de 2009 Premissas: - Implementação do Plano Nacional de Habitação; - Aumento

Leia mais