Avaliação - Teoria do Conhecimento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação - Teoria do Conhecimento"

Transcrição

1 1 Avaliação - Teoria do Conhecimento Professor Gabriel Goldmeier 1. Descartes abre as Meditações, sua obra filosófica máxima, dizendo que: Há já algum tempo eu me percebi que, desde meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras, e de que aquilo que depois fundei em princípios tão mal assegurados não podia ser senão mui duvidoso e incerto; de modo que me era necessário tentar seriamente, uma vez na minha vida, desfazer-me de todas as opiniões a que até então dera crédito, e começar tudo novamente desde os fundamentos, se quisesse estabelecer algo de firme e constante nas ciências. Sobre essa passagem são feitas as seguintes afirmações: I. Descartes considera que não pode duvidar de nenhuma opinião que recebeu. II. Descartes considera que todas as opiniões que recebeu são falsas. III. Descartes considera que precisa de algo indubitável para fundamentar as ciências. Logo, podemos concluir que: a) apenas I e II são verdadeiras. b) apenas I e III são verdadeiras. c) apenas I é verdadeira. d) apenas II é verdadeira. e) apenas III é verdadeira. 2. Descartes, já nos primeiros parágrafos da Meditação Primeira, afirma que: Tudo o que recebi, até presentemente, como o mais verdadeiro e seguro, aprendi-o dos sentidos ou pelos sentidos: ora, experimentei algumas vezes que esses sentidos eram enganosos, e é de prudência nunca se fiar inteiramente em que já nos enganou uma vez. Do que foi dito acima, podemos concluir que (lembre-se que duvidar não significa ter certeza que são falsos!): a) devemos sempre duvidar dos sentidos, porque os sentidos às vezes nos enganam. b) devemos sempre duvidar dos sentidos, porque os sentidos sempre nos enganam. c) nem sempre podemos duvidar dos sentidos, porque os sentidos nem sempre nos enganam. d) devemos às vezes duvidar dos sentidos, porque os sentidos às vezes nos enganam. e) devemos às vezes duvidar dos sentidos, porque os sentidos sempre nos enganam.

2 2 (Texto relativo às questões 3 e 4) Em mais uma passagem da Meditação Primeira, Descartes insiste em sua análise sobre dúvidas e certezas acerca do que percebemos através dos sentidos: Mas ainda que os sentidos nos enganem às vezes, no que se refere às coisas pouco sensíveis e muito distantes, encontramos talvez muitas outras, das quais não se pode razoavelmente duvidar, embora às vezes conhecêssemos por intermédio deles: por exemplo, que eu esteja aqui, sentado junto ao fogo, vestido com um chambre, tendo este papel entre as mãos e outras coisas dessa natureza. E como eu poderia negar que estas mãos e este corpo sejam meus? 3. Mesmo admitindo que os sentidos às vezes nos enganam, o filósofo, nesse trecho, pretende: a) dar exemplos de situações em que os sentidos certamente nos enganem. b) dar exemplos de situações em que os sentidos muito provavelmente nos enganem. c) dar exemplos de situações em que os sentidos possivelmente nos enganem. d) dar exemplos de situações em que os sentidos talvez não nos enganem. e) dar exemplos de situações em que os sentidos muito provavelmente não nos enganem. 4. Analisando o que Descartes diz na passagem acima, não poderíamos ter dúvida em relação àquilo que apreendemos através dos sentidos em situações como: a) a imagem da tela do computador em minha frente que agora vejo. b) a lembrança que eu (um adulto) tenho do meu primeiro dia na escola. c) a imagem de um objeto escuro que vejo agora à noite ao longe da minha janela. d) o som de um grito que ouço vindo do final da rua. 5. A passagem abaixo diz respeito ao argumento do sonho: No momento presente, realmente me parece que é com olhos despertos que vejo este papel, que a cabeça que movimento não está adormecida, que é deliberada e intencionalmente que estico meu braço e vejo minha mão. O que acontece durante o sono parece não ser tão claro e distinto como as impressões que estou tendo agora. Mas ao pensar sobre tudo isso eu me relembro de que, em muitas outras ocasiões, tive ilusões semelhantes, enquanto dormia. Examinando cuidadosamente essas lembranças, concluo que, manifestamente, não existem indicações certas pelas quais possa claramente distinguir as impressões que tenho, quando acordado, das que pareço ter, enquanto durmo, e fico confuso. Em relação às afirmações feitas no trecho anterior (apresentado antes das questões 3 e 4), podese dizer que o trecho imediatamente acima (texto desta questão (5)):

3 3 a) confirma o que foi dito, pois apresenta um motivo para que eu tenha certeza de que, por exemplo, eu esteja agora na frente de um computador digitando uma prova. b) confirma o que foi dito, pois apresenta um motivo para que eu não tenha certeza de que, por exemplo, eu esteja agora na frente de um computador digitando uma prova. c) refuta o que foi dito, pois apresenta um motivo para que eu tenha certeza de que, por exemplo, eu esteja agora na frente de um computador digitando uma prova. d) refuta o que foi dito, pois apresenta um motivo para que eu não tenha certeza de que, por exemplo, eu esteja agora na frente de um computador digitando uma prova. 6. Depois de apelar ao senso comum concluindo que alguns conhecimentos dados pelos sentidos em situações favoráveis não são passíveis de dúvida, Descartes, fazendo uso de seu famoso argumento do sonho, questiona algumas de nossas certezas mais arraigadas. Leiamos a passagem abaixo: Suponhamos, pois, agora, que estamos adormecidos e que todas essas particularidades, a saber, que abrimos os olhos, que mexemos a cabeça, estendemos as mãos e coisas semelhantes, não passam de meras ilusões; e pensemos que talvez nossas mãos, assim como todo o nosso corpo, não são tais como os vemos. Todavia, é preciso ao menos confessar que as coisas que nos são representadas durante o sono são como quadros e pinturas, que não podem ser formados senão à semelhança de algo real e verdadeiro; e que assim, pelo menos, essas coisas gerais, a saber, olhos, cabeça, mãos e todo o resto do corpo, não são coisas imaginárias, mas verdadeiras e existentes. Assim, a partir do argumento acima, podemos concluir que: a) tudo o que vemos faz parte um sonho, pois somos parte de uma ideia divina. b) tudo o que vemos realmente existe, pois seria absurdo vermos algo que não é real. c) algumas coisas que vemos fazem parte de um sonho, pois eventualmente nos enganamos. d) algumas coisas que vemos realmente existem, pois, mesmo as ilusões dos sonhos precisam ser construídas a partir de algo real. 7. A passagem a seguir é uma das mais famosas das Meditações. Suporei, pois, que não há um verdadeiro Deus, que é a soberana fonte da verdade, mas um certo gênio maligno, não menos ardiloso e enganador do que poderoso, que empregou toda a sua indústria em me enganar. Pensarei que o céu, o ar, a terra, as cores, as figuras, os sons e todas as coisas exteriores que vemos são apenas ilusões e enganos que ele se serve para surpreender minha credulidade.

4 4 Descartes tem de apelar para a ideia de um gênio maligno, pois pretende colocar todo o conhecimento em dúvida e, tanto o argumento do erro dos sentidos (questões 2, 3 e 4), quanto o argumento da possibilidade de se estar agora sonhando (questões 5 e 6) ainda não garantem que tudo o que se conhece seja duvidoso. Assim, a partir do que foi dito, analise as afirmativas abaixo: I. O argumento do erro dos sentidos diz que algumas coisas que apreendemos pelos sentidos são passíveis de dúvida, mas que, por exemplo, devemos ter certeza das coisas que vemos de perto e sob boa iluminação. II. O argumento da dúvida sobre se estar sonhando ou acordado ao menos admite a necessidade de que existam, na realidade, coisas simples que componham as imagens dos sonhos. III. O argumento da possibilidade do gênio maligno garante que mesmo as coisas mais simples como as cores podem não existir. Sobre as afirmativas acima, podemos concluir que: a) I, II e III são verdadeiras. b) apenas I e II são verdadeiras. c) apenas I e III são verdadeiras. d) apenas II e III são verdadeiras. e) apenas uma das afirmativas é verdadeira. 8. Hillary Putnam, em Razão, Verdade e História, enuncia uma interessantíssima experiência mental que serve para melhor compreender a ideia do gênio maligno (apresentada na questão 7). Leiamos a passagem abaixo: Eis uma possibilidade de ficção científica discutida pelos filósofos: imagine-se que um ser humano (pode imaginar que é você mesmo) foi sujeito a uma operação por um cientista perverso. 0 cérebro da pessoa (o seu cérebro) foi removido do corpo e colocado numa cuba de nutrientes que o mantém vivo. Os terminais nervosos foram ligados a um supercomputador científico que faz com que a pessoa de quem é o cérebro tenha a ilusão de que tudo está perfeitamente normal. Parece haver pessoas, objetos, o céu, etc.; mas realmente tudo o que a pessoa, (você) está experienciando é o resultado de impulsos eletrônicos deslocando-se do computador para os terminais nervosos. 0 computador é tão esperto que se a pessoa tenta levantar a mão, a retroação do computador fará com que ela veja e sinta a mão sendo levantada. Mais ainda, variando o programa, o cientista perverso pode fazer com que a vítima experiencie (ou se alucine com) qualquer situação ou ambiente que ele deseje. Ele pode também apagar a memória com que o cérebro opera, de modo que à própria vítima lhe parecerá ter estado sempre neste ambiente. Pode mesmo parecer à vítima que ela está sentada e a ler estas mesmas palavras sobre a divertida, mas completamente absurda, suposição de que há um cientista perverso que remove os cérebros das pessoas dos seus corpos e os coloca numa cuba de nutrientes que os mantém vivos. Os terminais

5 5 nervosos é suposto estarem ligados a um supercomputador científico que faz com que a pessoa de quem é o cérebro tenha a ilusão de que [...] Sobre os mundos hipoteticamente criados pelo gênio maligno de Descartes e pelo cientista perverso de Putnam, são feitas as seguintes afirmativas: I. O mundo criado pelo gênio maligno de Descartes, ao contrário, do mundo criado pelo cientista perverso de Putnam, é idêntico à realidade. II. O mundo criado pelo gênio maligno de Descartes, ao contrário, do mundo criado pelo cientista perverso de Putnam, não pressupõe a existência de algo concreto como um cérebro. III. Tanto o mundo criado pelo gênio maligno de Descartes, quanto o mundo criado pelo cientista perverso de Putnam, são desenvolvidos para manipular os dados produzidos pelos sentidos. Em relação às afirmativas acima, podemos concluir que: a) I, II e III são verdadeiras. b) apenas I e II são verdadeiras. c) apenas I e III são verdadeiras. d) apenas II e III são verdadeiras. e) apenas uma das afirmativas é verdadeira. 9. Vendo o filme Matrix realizado pelos irmãos Wachowski, percebemos que seu argumento principal é baseado na ideia dos cérebros numa cuba de Putnam (apresentada na questão 8) que, por sua vez, foi inspirada no gênio maligno de Descartes (apresentada na questão 7). Refletindo sobre essas três construções hipotéticas, são feitas as seguintes afirmações: I. Neo, quando abre os olhos pela primeira vez dentro da nave Nabucodonosor sente os mesmos arderem, pois, como havia vivido até então dentro de um casulo, nunca os tinha utilizado antes. II. As máquinas, que desenvolveram o programa Matrix, podem ser comparadas ao cientista perverso, pois ambos criaram um mundo que manipula a realidade. III. Em geral, as leis da física observadas na Matrix são as mesmas observadas na realidade. a) I, II e III são verdadeiras. b) apenas I e II são verdadeiras. c) apenas I e III são verdadeiras. d) apenas II e III são verdadeiras. e) apenas uma das afirmativas é verdadeira. 10. Observe o argumento adaptado do filme Matrix dos irmãos Wachowski: Neo entra em um simulador para tentar dar um salto que nunca havia sido realizado com êxito na primeira tentativa. Desse fato, uma premissa implícita é apresentada: se Neo conseguir, então ele é o escolhido.

6 6 Neo acaba não conseguindo realizar o salto. Logo, supondo a premissa implícita verdadeira, as pessoas concluíram corretamente que ele não é o escolhido. Assim, sobre o mesmo é correto afirmar que: a) é válido, pois a conclusão é verdadeira. b) é inválido, pois a conclusão é falsa. c) é válido, pois tem duas premissas da forma Se A, então B e não-a e conclusão da forma não-b. d) é inválido, pois tem duas premissas da forma Se A, então B e não-a e conclusão da forma não-b. 11. Ainda na Meditação Segunda, depois de enunciar a possibilidade da existência de um gênio maligno, todas as informações fornecidas pelos sentidos passam a ser dubitáveis para Descartes. Como a sua busca é por algo que possa ter certeza, ele não pode mais apelar aos sentidos para chegar a tal. É nesse momento que ele apresenta um dos argumentos mais fantásticos da história da Filosofia, o seu famoso Cogito: Mas eu me persuadi de que nada existia no mundo, que não havia nenhum céu, nenhuma terra, espírito alguns, nem corpos alguns: não me persuadi, portanto, de que não existia? Certamente não, eu existia sem dúvida, se é que eu me persuadi, ou apenas pensei alguma coisa. Mas há algum, não sei qual, enganador mui poderoso e mui ardiloso que emprega toda sua indústria em enganar-me sempre. Não há, pois dúvida que sou, se ele me engana; e por mais que me engane, não poderá jamais fazer com que eu nada seja, enquanto eu pensar ser alguma coisa. De sorte que, após ter pensado bastante nisto e de ter examinado cuidadosamente todas as coisas, cumpre enfim concluir e ter por constante a proposição eu penso, eu existo, é necessária todas as vezes que a enuncio ou a concebo em meu espírito. Com a passagem acima, o leitor, ao se colocar no lugar do autor, pode concluir que: a) existe, pois tem a certeza das premissas se eu estou sentido, então eu existo e eu estou sentindo ; e elas garantem essa conclusão. b) existe, pois tem a certeza das premissas se eu estou pensando, então eu existo e eu estou pensando ; e elas garantem essa conclusão. c) está sentindo, pois tem a certeza das premissas se eu estou sentindo, então eu existo e eu existo e elas garantem essa conclusão. c) está pensando, pois tem a certeza das premissas se eu estou pensando, então eu existo e eu existo e elas garantem essa conclusão.

7 7 12. Supondo que não haja falhas no Cogito (apresentado na questão 11), chegamos com ele à nossa primeira certeza. Contudo, ainda não podemos descartar a hipótese da existência de um gênio maligno e, portanto, todo o restante daquilo que sentimos (o que vemos, tocamos, etc.) e pensamos pode se falso. Logo, parece não haver mais nada do que podemos ter certeza. Assim, Descartes apresenta na Meditação Terceira um argumento para provar a existência de um Deus (um Ser Perfeito) que é bom e, portanto, não é enganador. Esse argumento pode ser assim reconstruído: Possuo a ideia de um ser perfeito. Essa ideia deve ter uma causa. Uma causa deve ser pelo menos tão perfeita quanto o seu efeito. Portanto, algo causou minha ideia e isso é pelo menos tão perfeito quanto ela. Logo essa causa existe. E ela deve ser perfeita, isto é, deve ser Deus. Do que foi dito acima, podemos concluir que: a) a existência de um Deus bom confirma que tudo o que percebemos pelos sentidos é um sonho. b) a existência de Deus é uma das premissas do argumento. b) a existência de Deus é a conclusão do argumento. d) a ideia de um ser perfeito é a conclusão do argumento. 13. Abaixo é apresentada uma das possíveis provas do Teorema de Pitágoras. O mesmo afirma: em um triângulo retângulo, a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa. Assim, tomamos o quadrado formado pelos quatro triângulos retângulos de catetos a e b e hipotenusa c abaixo: Há pelo menos dois modos distintos de calcular a área do quadrado de lado (a + b). I. Utilizando a fórmula: área do quadrado é igual a lado ao quadrado. II. Somando as áreas dos quatro triângulos à área do quadrado menor de lado

8 8 Como a 2 + 2ab + b 2 = 2ab + c 2, portanto: a 2 + b 2 = c 2 Sobre essa prova, podemos afirmar que: a) é uma prova por redução ao absurdo, pois é um absurdo que a 2 + b 2 seja igual a c 2. b) é uma prova por redução ao absurdo, pois a suposição inicial de que a 2 + b 2 seja diferente de c 2 levou a um absurdo. c) é uma prova indutiva baseada em dados empíricos obtidos através de reiteradas observações da realidade, ou seja, dão observados muitos triângulos retângulos e se percebe que em todos eles a relação é mantida. d) é uma falsa prova, pois a 2 + b 2 = c Dadas as proposições abaixo: I. Em um argumento válido, se pelo menos uma das premissas for falsa, então a conclusão é falsa. II. Em um argumento válido, se a conclusão for falsa, então pelo menos uma das premissas é falsa. III. Em um argumento válido, se a conclusão for falsa, então todas as premissas são falsas. Podemos afirmar que: a) I, II e III são verdadeiras. b) apenas I e II são verdadeiras. c) apenas I e III são verdadeiras. d) apenas II e III são verdadeiras. e) apenas uma delas é verdadeira. 15. Para provar que é irracional, utilizamos um argumento conhecido como argumento por redução ao absurdo. Sobre esse tipo especial de prova, é correto afirmar que: a) fazendo uso de um argumento válido, tomamos uma série de premissas todas falsas e supomos que seja um número racional, chegando a uma conclusão falsa; logo, concluímos que todas premissas devam ser verdadeiras. b) fazendo uso de um argumento válido, tomamos uma série de premissas todas falsas e supomos que seja um número racional, chegando a uma conclusão verdadeira; logo, concluímos que todas premissas devam ser verdadeiras. c) fazendo uso de um argumento válido, tomamos uma série de premissas todas verdadeiras e supomos que seja um número racional, chegando a uma conclusão falsa; logo, concluímos que a suposição ( ser um racional) deva ser falsa.

9 9 d) fazendo uso de um argumento válido, tomamos uma série de premissas todas verdadeiras e supomos que seja um número racional, chegando a uma conclusão verdadeira; logo, concluímos que todas premissas, inclusive a suposição, devam ser verdadeiras. (Texto relativo às questões 15, 16 e 17) Abaixo é apresentada uma reconstrução do famoso Argumento Ontológico de Santo Anselmo da Cantuária: Tese: Deus existe. Demonstração: Definições e Premissas: Hipótese: Não-A: Supõe-se (por redução ao absurdo) que Deus não exista na realidade. D1: Deus = o ser do qual não se pode pensar nada mais perfeito. D2: Deus 1 = Deus que não existe na realidade. D3: Deus 2 = Deus que existe na realidade. P1: O ser do qual não se pode pensar nada mais perfeito existe no pensamento. P2: Se algo existe no pensamento, então pode-se pensar que exista na realidade. P3: Algo que exista na realidade e no pensamento é mais perfeito do que algo que exista apenas no pensamento. Desenvolvimento: 1) Deus = Deus 1 [por Não-A e D2] 2) Deus 1 existe no pensamento [por P1] 3) Pode-se pensar que Deus exista na realidade [por D1 e P1 e P2] 4) Pode-se pensar em Deus 2 [por D3 e 3] 5) Deus 2 é mais perfeito do que Deus 1 [por 4 e D2 e D3 e P3] 6) Pode-se pensar em um ser mais perfeito (Deus 2 ) do que o ser do qual não se pode pensar nada mais perfeito (Deus 1 ) ABSURDO!!! [por 4 e 5] Logo, uma das premissas deve ser falsa. Como P1, P2 e P3, Não-A é falsa. Logo, podemos concluir que A, ou seja, que Deus existe na realidade.

10 Sobre esse argumento, é correto afirmar que: a) seja um argumento inválido. b) seja um argumento por redução ao absurdo. c) prove que Deus não existe. d) prove que qualquer coisa existe. 17. Também sobre esse argumento podemos fazer as seguintes afirmações: I. Recebe o nome de Argumento Ontológico, pois parte da própria definição de Deus (do que Deus é, ou deveria ser) para provar Sua existência. II. Não conclui se Deus existe ou não, mas conclui que é melhor que acreditemos que Ele existe. III. Baseia-se em evidências empíricas (evidências confirmadas pela experiência sensível), como a perfeição das leis da natureza, a perfeição dos animais, etc., para deduzir que um sistema tão perfeito somente poderia ter sido criado por um Deus perfeito. Sobre as mesmas podemos dizer que: a) Apenas I é verdadeira. b) Apenas II é verdadeira. c) Apenas III é verdadeira. d) I e II são verdadeiras. e) Todas são verdadeiras. 18. Baseando-se no argumento acima e se considerando que P3 é falsa, são feitas as seguintes afirmações: I. O argumento não é sólido, pois uma de suas premissas é falsa. II. Pode-se concluir que Deus não existe, pois, se uma das premissas é falsa, então sua deve ser falsa. III. Não se pode concluir que Deus existe, pois, mesmo o argumento sendo válido, ele não é sólido. a) I, II e III são verdadeiras. b) apenas I e II são verdadeiras. c) apenas I e III são verdadeiras. d) apenas II e III são verdadeiras. e) apenas uma delas é verdadeira. (Texto relativo às questões 18 e 19) A passagem abaixo foi escrita pelo monge Gaunilo com a intenção de objetar o Argumento Ontológico de Santo Anselmo (reconstruído no enunciado referente às questões 15, 16 e 17).

11 11 VI. Alguns afirmam, por exemplo, que há uma ilha num ponto qualquer do oceano e que pela dificuldade, ou melhor, pela impossibilidade de achá-la, pois não existe, denominam de Perdida. Contam-se dela mil maravilhas, mais do que se narra das Ilhas Afortunadas: que, devido à inestimável fertilidade, ela está repleta de todas as riquezas e delícias e que, apesar de não haver lá nem proprietário nem habitantes, supera em fartura de produtos todas as outras terras habitadas pelos homens. Venha qualquer pessoa a dizer-me que tudo isso existe e eu compreenderei facilmente, pois suas palavras não apresentam para mim nenhuma dificuldade. Mas se ainda essa pessoa quisesse acrescentar como conseqüência: tu não podes mais duvidar que esta ilha, a melhor de todas que há na terra, exista de verdade nalguma parte, porque conseguiste formar uma ideia clara da mesma na tua inteligência; e como é melhor que uma coisa exista na inteligência e na realidade do que apenas na inteligência, ela necessariamente existe, porque, se não existisse, qualquer outra terra existente na realidade seria melhor do que ela e, assim ela, que tu pensas a melhor de todas, não seria mais a melhor. Ao dizer que essa pessoa presuma que eu, com semelhante raciocínio, devesse admitir a existência real daquela ilha, eu acreditaria que ela estivesse brincando, ou eu não saberia distinguir qual de nós dois eu deveria julgar mais tolo: se a mim, que prestei fé em suas palavras, ou se a ela, caso estivesse convencida de ter colocado sobre bases sólidas a existência da ilha sem primeiro constatar se essa superioridade é verdadeiramente e, sem sombra de dúvida, real, de modo que não suscite na minha inteligência um conceito falso ou incerto. 19. Poder-se-ia dizer que seu argumento é uma espécie de redução ao ridículo do Argumento Ontológico. Chamo de redução ao ridículo, porque, diferentemente dos argumentos por redução ao absurdo, não se chega a uma conclusão impossível do ponto de vista lógico, mas a algo que, segundo Gaunilo, nenhuma pessoa séria poderia aceitar. O que ele propõe é que, procedendo da mesma maneira que Anselmo no Argumento Ontológico, também se poderia provar a existência da Ilha Perfeita, e isso, segundo ele, é motivo de risos. Isso já serviria a Gaunilo para evidenciar que existe algo de errado em ambas as demonstrações. Aceitando a refutação de Gaunilo, podemos afirmar que o erro do argumento de Anselmo está: a) no uso de um argumento por redução ao absurdo, um argumento inválido do ponto de vista lógico. b) em duvidar da existência de Deus. c) no desejo de provar algo que alguns consideram falso. d) na escolha de um tema que não pode ser tratado racionalmente, a existência de Deus. e) na aceitação sem uma maior reflexão das premissas P1, P2 e P3, que, talvez, sejam falsas. 20. Para Gaunilo é insano considerar que uma ilha perfeita exista. Podemos supor que o mesmo faz tal afirmação, pois, para ele:

12 12 a) todas as ilhas reais são imperfeitas, pois sempre se poderia colocar algo em uma ilha real que a tornasse mais perfeita. b) todas as ilhas reais são perfeitas, já que possuem tudo o que qualquer pessoa precisaria para viver. c) algumas ilhas reais são imperfeitas, pois ele conhece ilhas que não satisfazem plenamente o desejo das pessoas. d) algumas ilhas reais são prefeitas, apesar de não serem conhecidas pelas pessoas. e) todas as coisas reais são perfeitas. 21. O brilhante escritor argentino Jorge Luis Borges, em sua coletânea de contos O fazedor, também apresenta uma prova de existência de Deus, contudo através de uma brincadeira com o conceito de definível. O pequeno texto intitulado O Argumento Ornitológico é apresentado abaixo: Fecho os olhos e vejo um bando de pássaros. A visão dura um segundo, talvez menos; não sei quantos pássaros vi. Era definido ou indefinido seu número? O problema envolve o da existência de Deus. Se Deus existe, o número é definido, porque Deus sabe quantos pássaros vi. Se Deus não existe, o número é indefinido, porque ninguém conseguiu fazer a conta. Nesse caso, vi menos de dez pássaros (digamos) e mais de um, mas não vi nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três ou dois pássaros. Vi um número entre dez e um, que não é nove, oito, seis, cinco etc. Esse número inteiro é inconcebível; ergo, Deus existe. A reconstrução do argumento está apresentada abaixo: Tese: Deus existe. Demonstração: Premissas: P1: Uma pessoa imaginou um bando de pássaros formado por um número natural entre um e dez, mas ela não sabe exatamente quantos imaginou. P2: Não existe um número natural entre um e dez que não seja nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três ou dois. P3: Os números nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três e dois são definidos. P4: Um Deus onisciente (que sabe tudo) existe se, e somente se, o número de pássaros imaginado por uma pessoa que imaginou um bando de pássaros formado por um número natural entre um e dez, mas não sabe exatamente quantos pássaros viu é definido. 1) A pessoa viu, ou nove, ou oito, ou sete, ou seis, ou cinco, ou quatro, ou três, ou dois pássaros [por P1 e P2] 2) A pessoa viu um número definido de pássaros [por 1 e P3]

13 13 3) Um Deus onisciente existe [por 2 e P4] Observação (justificação de P4): P1, P2 e P3 são bastante óbvias. P4, porém, é mais difícil de se aceitar. Contudo, Borges espera que se tome também P4 por verdadeira através do seguinte raciocínio: a) Se um Deus onisciente existe, então esse Deus sabe quantos pássaros a pessoa imaginou; e se Deus sabe quantos pássaros a pessoa imaginou, então o número de pássaros é definido. Logo, Se um Deus onisciente existe, então o número de pássaros é definido. b) Se um Deus onisciente não existe, então, como a pessoa não sabe quantos pássaros imaginou, ninguém sabe quantos pássaros a pessoa imaginou; e, se ninguém sabe quantos pássaros a pessoa imaginou, então o número é indefinido. Logo, Se um Deus onisciente não existe, então o número é indefinido. Logo, Se o número de pássaros é definido, então um Deus onisciente existe. Já que a estrutura está correta e, como eu disse, o argumento é uma brincadeira, deve haver um problema com a aceitação de uma das premissas. Assim, lendo o argumento, percebe-se que o problema está na premissa: a) P1, pois uma pessoa não imagina algo que não vê. b) P2, pois existem outros números naturais entre um e dez que não são nem nove, nem oito, nem sete, nem seis, nem cinco, nem quatro, nem três, e nem dois. c) P3, pois, os números dois, três, cinco e sete não são definidos, já que são primos. d) P4, pois o fato de ninguém saber quantos pássaros a pessoa imaginou não torna o número indefinido, apenas desconhecido. e) P4, pois não basta um Deus onisciente existir para saber quantos pássaros a pessoa imaginou. 22. A Teoria da Decisão Racional é desenvolvida com o intuito de investigar as escolhas feitas pelas pessoas em situações de incerteza. Em tais casos, calculamos o valor de ganho esperado por uma pessoa somando os diferentes valores obtidos pela multiplicação dos valores que essa pessoa ganharia caso diferentes eventos ocorressem pela probabilidade dos mesmos ocorrerem. Assim, o valor esperado de uma pessoa que faz uma aposta em que tenha 90% de chance de ganhar 20 reais e 10% de chance de perder 50 reais (ganhar -50 reais) é: a) 23 reais, pois 0,9 x ,1 x 50 = = 23. b) 13 reais, pois 0,9 x ,1 x (-50) = 18-5 = 13. c) 70 reais, pois = 70. d) -30 reais, pois = -30. e) reais, pois 20 x 50 =

14 Baseado na Teoria da Decisão Racional, dizemos que uma escolha é vantajosa se o valor esperado da mesma for positivo. Assim baseado no cálculo do valor esperado (explicado na questão 21), podemos dizer, sobre uma aposta em que uma pessoa tem 30% de chance de ganhar 60 reais e 70% de chance de perder 30 reais (ganhar -30 reais), que a mesma: a) é vantajosa para a pessoa. b) não é vantajosa para a pessoa. c) somente será vantajosa se a pessoa tiver sorte. d) somente não será vantajosa se a pessoa tiver azar. e) é indiferente para a pessoa. 24. Sobre a Teoria da Decisão Racional (explicada nas questões 21 e 22) podemos dizer que, nos cálculos para avaliar a vantagem ou não de fazermos uma determinada escolha, ela não leva em conta: a) as probabilidades de eventos ligados à escolha ocorrerem. b) os valores de ganho ou perda dos eventos ligados à escolha. c) o resultado positivo ou negativo do cálculo do valor esperado. d) as disposições de espírito ou estados psicológicos da pessoa que realizará a escolha como, por exemplo, sua propensão ou aversão ao risco. (Texto referente às questões 24 e 25) Em relação à Teoria da Decisão Racional (exposta nas questões 21, 22 e 23), podemos dizer que provavelmente tenha sido inaugurada por Blaise Pascal com o famoso argumento para provar que todas as pessoas que fizerem uso da razão deverão perceber que é mais vantajoso ter uma vida pia (devotada a Deus). O argumento utilizado por Pascal poderia ser livremente adaptado como se segue: É impossível sabermos se Deus existe. Se Deus existir, para garantirmos a vida eterna no paraíso, deveremos levar uma vida pia. Do contrário, iremos para o inferno. Assim, mesmo que a chance de Deus existir seja pequena (1%), se compararmos os prazeres finitos e certos de uma vida mundana (+10 unidades de prazer) com o possível (ainda que pouco provável) sofrimento eterno, veremos que o valor esperado será infinitamente negativo, enquanto que se compararmos as pequenas provações de uma vida pia (-10 unidades de prazer) com o possível (ainda que pouco provável) prazer eterno, veremos que o valor esperado será infinitamente positivo. Logo, mesmo não podendo dizer se Deus existe ou não, devemos levar uma vida supondo que Ele exista.

15 A conclusão do argumento acima é de que: a) Deus existe. b) Deus não existe. c) é racional agirmos como se Deus existisse. d) é racional agirmos como se Deus não existisse. e) nenhuma das alternativas anteriores está correta. 26. Sobre o texto, podemos fazer as seguintes afirmações: I. O valor esperado de se viver piamente é de +, pois o calculamos da seguinte maneira: (-10 unidades de prazer por viver uma vida de provações) + (1% de chance de prazer infinito no caso de Deus existir) + (99% de zero prazer no caso de Deus não existir). II. O valor esperado de não se viver piamente é de -, pois o calculamos da seguinte maneira: (+10 unidades de prazer por viver uma vida mundana) + (1% de chance de prazer infinitamente negativo no caso de Deus existir) + (99% de zero prazer no caso de Deus não existir). III. Se fosse certo que Deus não existisse, ainda assim deveríamos levar uma vida pia. a) I, II e III são verdadeiras. b) apenas I e II são verdadeiras. c) apenas I e III são verdadeiras. d) apenas II e III são verdadeiras. e) apenas uma delas é verdadeira. Todos os direitos reservados. Ao utilizar este material, não retirar os créditos.

A TEORIA DO CONHECIMENTO DE DESCARTES E SUA RELAÇÃO COM A GEOMETRIA EUCLIDIANA PLANA

A TEORIA DO CONHECIMENTO DE DESCARTES E SUA RELAÇÃO COM A GEOMETRIA EUCLIDIANA PLANA A TEORIA DO CONHECIMENTO DE DESCARTES E SUA RELAÇÃO COM A GEOMETRIA EUCLIDIANA PLANA Danilo Pereira Munhoz Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho danilomunhoz@gmail.com Fabrícia Lélis Universidade

Leia mais

Descartes: O racionalismo. Site: www.mundodosfilosofos.com.br. 1. Meditação - Descartes resolve duvidar de todas as suas opiniões:

Descartes: O racionalismo. Site: www.mundodosfilosofos.com.br. 1. Meditação - Descartes resolve duvidar de todas as suas opiniões: Descartes: O racionalismo Site: www.mundodosfilosofos.com.br 1. Meditação - Descartes resolve duvidar de todas as suas opiniões: Mas não basta ter feito essas observações, é preciso ainda que eu cuide

Leia mais

A dúvida cartesiana dos sentidos na primeira meditação como elemento fundamental para compreensão das meditações metafísicas de Descartes

A dúvida cartesiana dos sentidos na primeira meditação como elemento fundamental para compreensão das meditações metafísicas de Descartes A dúvida cartesiana dos sentidos na primeira meditação como elemento fundamental para compreensão das meditações metafísicas de Descartes Juliana Abuzaglo Elias Martins Doutoranda em Filosofia pela UFRJ

Leia mais

1. Penso, logo existo

1. Penso, logo existo 5 1. Penso, logo existo Estamos em 1637. Há escassos quatro anos, Galileu Galilei (1564-1642), professor de Matemática na Universidade de Pisa, foi condenado a prisão domiciliária pelo Santo Ofício da

Leia mais

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS

MEDITAÇÕES METAFÍSICAS MEDITAÇÕES METAFÍSICAS R. DESCARTES Meditação Primeira e Meditação Segunda MEDITAÇÕES METAFÍSICAS Características de uma Meditação : i- orientação interior ou subjetiva; ii- ascensionais. Há doisnomespróprios:

Leia mais

Donald Davidson e a objetividade dos valores

Donald Davidson e a objetividade dos valores Donald Davidson e a objetividade dos valores Paulo Ghiraldelli Jr. 1 Os positivistas erigiram sobre a distinção entre fato e valor o seu castelo. Os pragmatistas atacaram esse castelo advogando uma fronteira

Leia mais

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica.

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. António Mora PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. Uma metafísica é um modo de sentir as coisas esse modo de

Leia mais

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus Ensino - Ensino 11 - Anos 11 Anos Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus História Bíblica: Mateus 3:13 a 17; Marcos 1:9 a 11; Lucas 3:21 a 22 João Batista estava no rio Jordão batizando as pessoas que queriam

Leia mais

MEDITAÇÕES 1ª E 2ª 1 RENÉ DESCARTES

MEDITAÇÕES 1ª E 2ª 1 RENÉ DESCARTES MEDITAÇÕES 1ª E 2ª 1 RENÉ DESCARTES 1 DESCARTES, René. Meditações. (Os Pensadores) São Paulo : Abril Cultural, 1983 2 MEDITAÇÃO PRIMEIRA 2 Das Coisas que se Podem Colocar em Dúvida 1. Há já algum tempo

Leia mais

AMOR, TRANSFERÊNCIA E DESEJO

AMOR, TRANSFERÊNCIA E DESEJO AMOR, TRANSFERÊNCIA E DESEJO Lucia Serrano Pereira 1 Afirmo em nada mais ser entendido, senão nas questões do amor. Isso é o que está dito por Sócrates na obra de Platão O Banquete. O Banquete nos é indicado

Leia mais

A Bíblia sustenta a confiabilidade das sensações?

A Bíblia sustenta a confiabilidade das sensações? A Bíblia sustenta a confiabilidade das sensações? Vincent Cheung Qualquer cristão que admite algum grau de confiança no empirismo e na ciência para o conhecimento sobre a realidade faz isso por razões

Leia mais

00.035.096/0001-23 242 - - - SP

00.035.096/0001-23 242 - - - SP PAGINA 1 O CARÁTER CRISTÃO 7. O CRISTÃO DEVE TER UMA FÉ OPERANTE (Hebreus 11.1-3) Um leitor menos avisado, ao ler o texto pode chegar à conclusão de que a fé cria coisas pelas quais esperamos. A fé não

Leia mais

Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r

Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r EUSPELHO Marcelo Ferrari 1 f i c i n a 1ª edição - 1 de agosto de 2015 w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r EUSPELHO Este livro explica como você pode usar sua realidade para obter autoconhecimento. Boa leitura!

Leia mais

1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor

1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor Em seu diálogo A República, Platão descreve na célebre Alegoria da Caverna a situação de homens aprisionados desde a infância no fundo de uma caverna e de tal

Leia mais

Alegoria da Caverna. Platão

Alegoria da Caverna. Platão Alegoria da Caverna Platão Imagina homens que vivem numa espécie de morada subterrânea em forma de caverna, que possui uma entrada que se abre em toda a largura da caverna para a luz; no interior dessa

Leia mais

Julia Annas. Platão. www.lpm.com.br L&PM POCKET

Julia Annas. Platão. www.lpm.com.br L&PM POCKET Julia Annas Platão Tradução de Marcio de Paula S. Hack www.lpm.com.br L&PM POCKET 3 Su m á r i o Ca p í t u l o 1: Discutindo com Platão...7 Ca p í t u l o 2: O nome de Platão e outras questões...18 Ca

Leia mais

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com Tema:Humor Você vai ler a seguir um fragmento da peça teatral Lua nua, de Leilah Assunção, que foi encenada em várias cidades do país entre 1986 e 1989, sempre com grande sucesso de público e de crítica.

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no encontro com a delegação de atletas das Paraolimpíadas de Atenas-2004

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no encontro com a delegação de atletas das Paraolimpíadas de Atenas-2004 , Luiz Inácio Lula da Silva, no encontro com a delegação de atletas das Paraolimpíadas de Atenas-2004 Palácio do Planalto, 14 de outubro de 2004 Meu querido companheiro Agnelo Queiroz, ministro de Estado

Leia mais

1. O que existe por trás do mundo?

1. O que existe por trás do mundo? Existem vários caminhos para se chegar à verdade. Os raciocínios que acabamos de discutir são apenas alguns deles e, talvez, não sejam completos nem suficientes para muitas pessoas. No entanto, existem

Leia mais

O Prólogo de um Experimento - Número 114-10/2013 [166-171]

O Prólogo de um Experimento - Número 114-10/2013 [166-171] O Prólogo de um Experimento - Número 114-10/2013 [166-171] Há uma mistura de sentimentos que parece sempre acompanhar ao menos a mim o início da relação com algo a ser lido ou escrito; seja quando sou

Leia mais

Sobre a profecia de 1977

Sobre a profecia de 1977 Sobre a profecia de 1977 Recebi uma pergunta na página que mantenho no orkut, http://www.orkut.com.br/main#home.aspx Nesta pergunta uma irmã dizia que William Branham errou ao dá uma profecia sobre a volta

Leia mais

Das coisas que se podem colocar em dúvida

Das coisas que se podem colocar em dúvida MEDI01:MEDI01 08.01.11 10:31 Page 29 MEDITAÇÃO PRIMEIRA Das coisas que se podem colocar em dúvida AT, IX, 13 [1] Há já algum tempo me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera grande quantidade

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

Alunos dorminhocos. 5 de Janeiro de 2015

Alunos dorminhocos. 5 de Janeiro de 2015 Alunos dorminhocos 5 de Janeiro de 2015 Resumo Objetivos principais da aula de hoje: entender a necessidade de se explorar um problema para chegar a uma solução; criar o hábito (ou pelo menos entender

Leia mais

TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO

TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO O QUE PODEMOS APRENDER com a experiência de vida de pessoas resilientes é que, para enfrentar situações difíceis, é

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 14 Discurso: em encontro com professores

Leia mais

5 Passos para vender mais com o Instagram

5 Passos para vender mais com o Instagram 5 Passos para vender mais com o Instagram Guia para iniciantes melhorarem suas estratégias ÍNDICE 1. Introdução 2. O Comportamento das pessoas na internet 3. Passo 1: Tenha um objetivo 4. Passo 2: Defina

Leia mais

Todos os sonhos do mundo

Todos os sonhos do mundo Todos os sonhos do mundo Desidério Murcho Universidade Federal de Ouro Preto Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. Fernando Pessoa

Leia mais

COMO VIVER COM DEUS? COMO VIVER COM DEUS? EXTRA, EXTRA! As Más Notícias: EXTRA, EXTRA! Mitos. homem com seu Criador

COMO VIVER COM DEUS? COMO VIVER COM DEUS? EXTRA, EXTRA! As Más Notícias: EXTRA, EXTRA! Mitos. homem com seu Criador COMO VIVER COM DEUS? Mitos e Verdades sobre o Relacionamento do Homem com seu Criador COMO VIVER COM DEUS? Mitos e Verdades sobre o Relacionamento do Homem com seu Criador Professor: Vlademir Hernandes

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

R U I P E D R O R E I S

R U I P E D R O R E I S Quem: Rui Pedro Reis Idade: 30 anos Pretexto: É coordenador da SIC Notícias e editor do programa Música do Mundo Outros trabalhos: Foi uma das figuras de uma rádio nacional Imagem: Fanático pelos media

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia

O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia Carlos Gustavo Monteiro Cherri Mestrando em Filosofia pela UFSCar gucherri@yahoo.com.br

Leia mais

Verdade-correspondência e verdade-coerência 1

Verdade-correspondência e verdade-coerência 1 Verdade-correspondência e verdade-coerência 1 Jean-Louis Léonhardt jean-louis.leonhardt@mom.fr CNRS - MOM Tradução: Marly Segreto A partir de Aristóteles, uma certa concepção de verdade em ciência foi

Leia mais

Mestre e discípulos conversam sobre o conceito de realidade.

Mestre e discípulos conversam sobre o conceito de realidade. HETERONÍMIA 7. REALIDADE Mestre e discípulos conversam sobre o conceito de realidade. Horóscopo de Alberto Caeiro, feito por Fernando Pessoa. «Uma sombra é real, mas é menos real que uma pedra» Uma das

Leia mais

Como Instalar Wordpress Manualmente

Como Instalar Wordpress Manualmente Antes de começar quero te fazer uma pergunta: Você gostaria de ganhar R$1714.48 reais de renda extra trabalhando apenas 1 hora por dia? Como Instalar Wordpress Manualmente Pense bem e reflita na pergunta

Leia mais

Centro Educacional Souza Amorim Jardim Escola Gente Sabida Sistema de Ensino PH Vila da Penha. Ensino Fundamental

Centro Educacional Souza Amorim Jardim Escola Gente Sabida Sistema de Ensino PH Vila da Penha. Ensino Fundamental Centro Educacional Souza Amorim Jardim Escola Gente Sabida Sistema de Ensino PH Vila da Penha Ensino Fundamental Turma: PROJETO INTERPRETA AÇÂO (INTERPRETAÇÃO) Nome do (a) Aluno (a): Professor (a): DISCIPLINA:

Leia mais

3 Dicas Infalíveis Para Ganhar Dinheiro Online. Por Tiago Bastos, Criador da Máquina de Vendas Online

3 Dicas Infalíveis Para Ganhar Dinheiro Online. Por Tiago Bastos, Criador da Máquina de Vendas Online Por Tiago Bastos 1 Se não pode subir a montanha, torne-se uma. Por Tiago Bastos 2 3 Dicas Infalíveis Para Ganhar Dinheiro Online! Por Tiago Bastos Declaração De Ganhos Com O Uso De Nossos Produtos A empresa

Leia mais

Anexo 2. . Falar educação Um programa do Instituto de Tecnologia Educativa Radio Televisão Portuguesa (1975) EDUCAÇÃO PELA ARTE

Anexo 2. . Falar educação Um programa do Instituto de Tecnologia Educativa Radio Televisão Portuguesa (1975) EDUCAÇÃO PELA ARTE Anexo 2 O documento que se apresenta em seguida é um dos que consideramos mais apelativos neste estudo visto ser possível ver Cecília Menano e João dos Santos e a cumplicidade que caracterizou a sua parceria

Leia mais

OLHANDO FIRMEMENTE PARA JESUS

OLHANDO FIRMEMENTE PARA JESUS OLHANDO FIRMEMENTE PARA JESUS Autor e Consumador da Nossa Fé (Hebreus 12) Introdução: Para uma melhor compreensão do texto sobre o qual vamos meditar durante todo esse ano, é necessário observar que ele

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 24

Transcrição de Entrevista n º 24 Transcrição de Entrevista n º 24 E Entrevistador E24 Entrevistado 24 Sexo Feminino Idade 47 anos Área de Formação Engenharia Sistemas Decisionais E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

Os Problemas da Filosofia

Os Problemas da Filosofia Bertrand Russell Os Problemas da Filosofia Tradução Jaimir Conte Título original: The Problems of Philosophy Home University Library, 1912. Oxford University Press paperback, 1959. Reimpresso em 1971-2

Leia mais

CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS

CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS SAMARA DA SILVA VIEIRA (depoimento) 2014 CEME-ESEF-UFRGS FICHA TÉCNICA Projeto:

Leia mais

Filosofia Prof. Frederico Pieper Pires

Filosofia Prof. Frederico Pieper Pires Filosofia Prof. Frederico Pieper Pires Teoria do conhecimento - David Hume e os limites do conhecimento Objetivos Compreender as principais escolas da teoria do conhecimento da modernidade. Discutir a

Leia mais

Um jogo de preencher casas

Um jogo de preencher casas Um jogo de preencher casas 12 de Janeiro de 2015 Resumo Objetivos principais da aula de hoje: resolver um jogo com a ajuda de problemas de divisibilidade. Descrevemos nestas notas um jogo que estudamos

Leia mais

- Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe?

- Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe? Trecho do romance Caleidoscópio Capítulo cinco. 05 de novembro de 2012. - Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe? Caçulinha olha para mim e precisa fazer muita força para isso,

Leia mais

Exercícios Teóricos Resolvidos

Exercícios Teóricos Resolvidos Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Matemática Exercícios Teóricos Resolvidos O propósito deste texto é tentar mostrar aos alunos várias maneiras de raciocinar

Leia mais

Mensagem: Fé provada. Por David Keeling.

Mensagem: Fé provada. Por David Keeling. Mensagem: Fé provada. Por David Keeling. Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renunciese a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar

Leia mais

Bem-vindo (a) à RH Tybes Service. PROPOSTA DE TRABALHO DE DIGITAÇÃO

Bem-vindo (a) à RH Tybes Service. PROPOSTA DE TRABALHO DE DIGITAÇÃO Bem-vindo (a) à RH Tybes Service. PROPOSTA DE TRABALHO DE DIGITAÇÃO Estamos com vagas abertas para digitadores em todo o Brasil, as vagas são limitadas e temos muitos trabalhos para serem despachados.

Leia mais

Luciano Debastiani Direitos Reservados www.ggrabovoi.com.br

Luciano Debastiani Direitos Reservados www.ggrabovoi.com.br Luciano Debastiani Direitos Reservados www.ggrabovoi.com.br Ensinamentos de Grigori Grabovoi Luciano Debastiani Facilitador Autorizado Grabovoi Sobre todos os conteúdos que possuem a expressão cura, curar,

Leia mais

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial Começo minha reflexão de hoje pensando um pouco na história da Administração, nos princípios de gestão e formas como as empresas hoje são geridas.

Leia mais

36. DÚVIDAS NA ESCOLHA DE UMA NOVA RESIDÊNCIA. DECIDIR É DIFÍCIL. UMA LUTA DA CONVENIÊNCIA COM O CORAÇÃO

36. DÚVIDAS NA ESCOLHA DE UMA NOVA RESIDÊNCIA. DECIDIR É DIFÍCIL. UMA LUTA DA CONVENIÊNCIA COM O CORAÇÃO 36. DÚVIDAS NA ESCOLHA DE UMA NOVA RESIDÊNCIA. DECIDIR É DIFÍCIL. UMA LUTA DA CONVENIÊNCIA COM O CORAÇÃO AQUI TEM UM FATO INUSITADO. QUE PASSA DESPERCEBIDO PELA MAIORIA DAS PESSOAS, NÃO TREINADAS NA ARTE

Leia mais

Manifeste Seus Sonhos

Manifeste Seus Sonhos Manifeste Seus Sonhos Índice Introdução... 2 Isso Funciona?... 3 A Força do Pensamento Positivo... 4 A Lei da Atração... 7 Elimine a Negatividade... 11 Afirmações... 13 Manifeste Seus Sonhos Pág. 1 Introdução

Leia mais

Riquezas. Vincent Cheung

Riquezas. Vincent Cheung 1 Riquezas Vincent Cheung Jesus diz: Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens (Lucas 12:15). Desde o início, sabemos que uma

Leia mais

RACIONALIDADE E ESPIRITUALIDADE: TENSÕES

RACIONALIDADE E ESPIRITUALIDADE: TENSÕES RACIONALIDADE E ESPIRITUALIDADE: TENSÕES SOLOMON, Robert C. Espiritualidade para céticos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. Anaxsuell Fernando da Silva 1 1 É doutorando em Ciências Sociais

Leia mais

A Maquina de Vendas Online É Fraude, Reclame AQUI

A Maquina de Vendas Online É Fraude, Reclame AQUI A Maquina de Vendas Online É Fraude, Reclame AQUI Muitas pessoas me perguntam se a maquina de vendas online é fraude do Tiago bastos funciona de verdade ou se não é apenas mais uma fraude dessas que encontramos

Leia mais

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa História Bíblica: Gênesis 41-47:12 A história de José continua com ele saindo da prisão

Leia mais

claudia houdelier - maternidade maternidade

claudia houdelier - maternidade maternidade claudia houdelier - maternidade maternidade dedicatória para alexandre, meu único filho. de fora para dentro Tudo começa no ventre materno com certeza, a nossa história começa aqui. Uma história de uma

Leia mais

MENTALIDADE QUE AMPARA O ESPIRITUAL

MENTALIDADE QUE AMPARA O ESPIRITUAL 1 MENTALIDADE QUE AMPARA O ESPIRITUAL OBJETIVO. E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, Romanos

Leia mais

EXERCÍCIOS DA TFCA - TÉCNICA FÍSICA PARA A CONQUISTA DA AUTOCONSCIÊNCIA. www.tfca.com.br

EXERCÍCIOS DA TFCA - TÉCNICA FÍSICA PARA A CONQUISTA DA AUTOCONSCIÊNCIA. www.tfca.com.br EXERCÍCIOS DA TFCA - TÉCNICA FÍSICA PARA A CONQUISTA DA AUTOCONSCIÊNCIA Estamos na Web www.tfca.com.br AUTOCONSCIÊNCIA, A TÉCNICA DA CONQUISTA Segue abaixo descrição conforme divulgado no livro As Possibilidades

Leia mais

Confira a entrevista do Pastor Juanribe Pagliarin, da Rádio SuperVida FM, concedida para a Onda Gospel, em Portugal.

Confira a entrevista do Pastor Juanribe Pagliarin, da Rádio SuperVida FM, concedida para a Onda Gospel, em Portugal. Confira a entrevista do Pastor Juanribe Pagliarin, da Rádio SuperVida FM, concedida para a Onda Gospel, em Portugal. ONDA GOSPEL - Quando revelou ao seu amigo, Luis Melancia a vontade de adquirir a rádio,

Leia mais

Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BA) 70 minutos

Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BA) 70 minutos Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BA) 70 minutos Prova de certificação de nível de proficiência linguística no âmbito do Quadro de Referência para o Ensino Português no Estrangeiro,

Leia mais

10 segredos para falar inglês

10 segredos para falar inglês 10 segredos para falar inglês ÍNDICE PREFÁCIO 1. APENAS COMECE 2. ESQUEÇA O TEMPO 3. UM POUCO TODO DIA 4. NÃO PRECISA AMAR 5. NÃO EXISTE MÁGICA 6. TODO MUNDO COMEÇA DO ZERO 7. VIVA A LÍNGUA 8. NÃO TRADUZA

Leia mais

APOSTILA DE LÓGICA. # Proposições Logicamente Equivalentes. # Equivalências Básicas

APOSTILA DE LÓGICA. # Proposições Logicamente Equivalentes. # Equivalências Básicas INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMPUS APODI Sítio Lagoa do Clementino, nº 999, RN 233, Km 2, Apodi/RN, 59700-971. Fone (084) 4005.0765 E-mail: gabin.ap@ifrn.edu.br

Leia mais

2 O tempo e o espaço na filosofia moderna e a origem do argumento kantiano

2 O tempo e o espaço na filosofia moderna e a origem do argumento kantiano 2 O tempo e o espaço na filosofia moderna e a origem do argumento kantiano Spinoza nos Pensamentos Metafísicos estabelece a distinção entre duração e tempo, isto é, do ente em ente cuja essência envolve

Leia mais

Desenvolvido por: Rafael Botelho botelhotech@gmail.com http://rafaelbotelho.com

Desenvolvido por: Rafael Botelho botelhotech@gmail.com http://rafaelbotelho.com Desenvolvido por: Rafael Botelho botelhotech@gmail.com http://rafaelbotelho.com Guia de Instalação do BRlix Como tenho visto no fórum do BRlix que muitas pessoas estão encontrando dificuldades na instalação

Leia mais

Princípios de Fé Estudo 1

Princípios de Fé Estudo 1 Estudo 1 1 Tema: A fé e a comunhão Texto Base: o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com

Leia mais

Entrevistado por Maria Augusta Silva. Entrevista realizada na ocasião em que recebeu o Prémio Nacional de Ilustração.

Entrevistado por Maria Augusta Silva. Entrevista realizada na ocasião em que recebeu o Prémio Nacional de Ilustração. ANDRÉ LETRIA Entrevistado por Maria Augusta Silva Entrevista realizada na ocasião em que recebeu o Prémio Nacional de Ilustração. Um traço sinónimo de qualidade. Desenho e cor para a infância. Aos 26 anos

Leia mais

A Torre de Hanói e o Princípio da Indução Matemática

A Torre de Hanói e o Princípio da Indução Matemática A Torre de Hanói e o Princípio da Indução Matemática I. O jogo A Torre de Hanói consiste de uma base com três pinos e um certo número n de discos de diâmetros diferentes, colocados um sobre o outro em

Leia mais

LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos

LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos Lição 3: Alegria LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos RESUMO BÍBLICO Gálatas 5:23; Gálatas 6:1; 2 Timóteo 2:25; Tito 3; 1 Pedro 3:16 Como seres humanos estamos sempre à mercê de situações sobre

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES. Resolverei neste ponto o desafio que coloquei no site na semana passada.

CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES. Resolverei neste ponto o desafio que coloquei no site na semana passada. Olá pessoal! Resolverei neste ponto o desafio que coloquei no site na semana passada. Fiquei muito feliz com o respaldo que essa questão teve. Virou até tópico do Fórum Concurseiros. http://www.forumconcurseiros.com/forum/showthread.php?t=274909

Leia mais

filosofia contemporânea

filosofia contemporânea filosofia contemporânea filosofia contemporânea carlos joão correia 2015-2016 o 1ºSemestre Pensa que tem livre-arbítrio? Não sei, realmente não sei. E a razão pela qual não sei é que eu não sei o que significa

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 4

Transcrição de Entrevista nº 4 Transcrição de Entrevista nº 4 E Entrevistador E4 Entrevistado 4 Sexo Masculino Idade 43 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica E - Acredita que a educação de uma criança é diferente perante o

Leia mais

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Brasília-DF, 30 de outubro de 2006 Jornalista Ana Paula Padrão: Então vamos às perguntas, agora ao vivo, com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA PROVAS E DEMONSTRAÇÕES EM MATEMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA PROVAS E DEMONSTRAÇÕES EM MATEMÁTICA 1 DOCÊNCIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A PROVAS E DEMONSTRAÇÕES EM MATEMÁTICA Fabio da Costa Rosa Fernanda Machado Greicy Kelly Rockenbach da Silva

Leia mais

Mentira - o avesso da Verdade?

Mentira - o avesso da Verdade? Mentira - o avesso da Verdade? Christian Ingo Lenz Dunker A educação formal e informal nos ensina que não devemos mentir. A mentira deve ser evitada e a sinceridade prezada acima de tudo. Se exigirmos

Leia mais

DETALHES IMPORTANTES PARA ATINGIR A BOA COMUNICAÇÃO

DETALHES IMPORTANTES PARA ATINGIR A BOA COMUNICAÇÃO Página 1 de 7 INDICE Nenhuma entrada de sumário foi encontrada. Página 2 de 7 Autor: Alkíndar de Oliveira (alkindar@terra.com.br) Dentre outros atributos, o exercício da oratória exige o conhecimento e

Leia mais

A MAGIA DA MATEMÁTICA

A MAGIA DA MATEMÁTICA A MAGIA DA MATEMÁTICA Helena Rocha, Isabel Oitavem Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa hcr@fct.unl.pt, oitavem@fct.unl.pt Introdução Todos os professores se preocupam com as

Leia mais

LIÇÃO 3 S DANIEL 2:1-49

LIÇÃO 3 S DANIEL 2:1-49 Reinos Vindouros LIÇÃO 3 S DANIEL 2:1-49 II. Daniel Interpreta o Sonho de Nabucodonosor sobre os Reinos Vindouros, 2:1-49 A. O sonho e o decreto de Nabucodonosor, 2:1-16 1. Nabucodonosor pede aos sábios

Leia mais

Diálogo de Lama Lhundrup com os pacientes a um Hospital em Brasília (2005)

Diálogo de Lama Lhundrup com os pacientes a um Hospital em Brasília (2005) Diálogo de Lama Lhundrup com os pacientes a um Hospital em Brasília (2005) Lhundrup: Sou um monge budista. Estou muito contente em encontrar vocês. Vocês já encontraram um monge budista antes? Uma paciente:

Leia mais

Nicolas Malebranche PRIMEIRO DIÁLOGO

Nicolas Malebranche PRIMEIRO DIÁLOGO Nicolas Malebranche PRIMEIRO DIÁLOGO Nicolas Malebranche Os volumes da coleção Traduzindo: textos filosóficos na sala de aula são destinados às aulas de filosofia no ensino médio. Os textos que integram

Leia mais

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE)

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) SÓCRATES (469-399 a.c.) CONTRA OS SOFISTAS Sofistas não são filósofos: não têm amor pela sabedoria e nem respeito pela verdade. Ensinavam a defender o que

Leia mais

MALDITO. de Kelly Furlanetto Soares. Peça escritadurante a Oficina Regular do Núcleo de Dramaturgia SESI PR.Teatro Guaíra, no ano de 2012.

MALDITO. de Kelly Furlanetto Soares. Peça escritadurante a Oficina Regular do Núcleo de Dramaturgia SESI PR.Teatro Guaíra, no ano de 2012. MALDITO de Kelly Furlanetto Soares Peça escritadurante a Oficina Regular do Núcleo de Dramaturgia SESI PR.Teatro Guaíra, no ano de 2012. 1 Em uma praça ao lado de uma universidade está sentado um pai a

Leia mais

www.nascarbrasil.com Manual de pilotagem e aprendizado

www.nascarbrasil.com Manual de pilotagem e aprendizado Manual de pilotagem e aprendizado Bem vindo ao mundo das corrida virtuais! A razão deste documento é ajudar os novatos em corridas multi-player entender as grandes diferenças entre correr Online e Offline

Leia mais

Koinonia, descobrindo a alegria de pertencer.

Koinonia, descobrindo a alegria de pertencer. ESTUDO 24 SIRVAM UNS AOS OUTROS Sinônimos: Ajudem-se mutuamente. Cada um use o seu próprio dom para o bem dos outros. O nosso mundo emprega vários critérios para avaliar a grandeza de alguém. É grande

Leia mais

José Aerton Rodrigues da Silva

José Aerton Rodrigues da Silva José Aerton Rodrigues da Silva Redação fácil para o Enem concursos públicos civis e militares Nilópolis RJ 2014 Edição do autor p. 1 Revisão: José Aerton Capa: Roberta Dias Aerton, José, Redação fácil

Leia mais

Disciples of Christ Church Ministerio vida com vida Israel Costa 1

Disciples of Christ Church Ministerio vida com vida Israel Costa 1 Disciples of Christ Church Ministerio vida com vida Israel Costa 1 Refletindo Sua glória, em meio a ventos contrários. Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas;

Leia mais

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social A INFLUÊNCIA DO USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO COTIDIANO

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social A INFLUÊNCIA DO USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO COTIDIANO A INFLUÊNCIA DO USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO COTIDIANO Dennys Rodrigues de Sousa* (Graduando em psicologia pela Faculdades Metropolitanas de Maringá - UNIFAMMA, Maringá-PR, Brasil); André Henrique Scarafiz,

Leia mais

EDUCAÇÃO A POTÊNCIA DAS DIFERENÇAS

EDUCAÇÃO A POTÊNCIA DAS DIFERENÇAS EDUCAÇÃO A POTÊNCIA DAS DIFERENÇAS Entrevista Emilia Ferreiro A favor do trabalho colaborativo entre as crianças, a psicolinguista Emilia Ferreiro fala sobre os impactos da tecnologia na linguagem e demonstra,

Leia mais

Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BS) 70 minutos

Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BS) 70 minutos Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BS) 70 minutos Prova de certificação de nível de proficiência linguística no âmbito do Quadro de Referência para o Ensino Português no Estrangeiro,

Leia mais

História Para as Crianças. A menina que caçoou

História Para as Crianças. A menina que caçoou História Para as Crianças A menina que caçoou Bom dia crianças, feliz sábado! Uma vez, do outro lado do mundo, em um lugar chamado Austrália vivia uma menina. Ela não era tão alta como algumas meninas

Leia mais

6 Estimular a Criatividade

6 Estimular a Criatividade OZARFAXINARS N.2 DEZEMBRO 2005 121 6 Estimular a Criatividade Como aspecto menos valorizado pela Escola, a criatividade pode estimular novas formas de o jovem se relacionar com o mundo, desenvolvendo atitudes

Leia mais

A SENSITIVA E A MULHER MACACO

A SENSITIVA E A MULHER MACACO A SENSITIVA E A MULHER MACACO Esquetes cômicos de Luís Alberto de Abreu CENA ÚNICA A AÇÃO SE PASSA NO INTERIOR DE UM ÔNIBUS. ENTRA UM APRESEN- TADOR. Silêncio. Um momento de silêncio por favor. Essa é

Leia mais

LEE VAYLE E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O LIVRO DAS ERAS DE WILLIAM BRANHAM

LEE VAYLE E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O LIVRO DAS ERAS DE WILLIAM BRANHAM LEE VAYLE E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O LIVRO DAS ERAS DE WILLIAM BRANHAM O presente artigo tem por finalidade auxiliar ao leitor na compreensão sobre de que maneira o irmão Lee Vayle cooperou com o irmão

Leia mais

Um elefante incomoda muita gente, dois elefantes... Sandra Luiza Nunes Caseiro 1

Um elefante incomoda muita gente, dois elefantes... Sandra Luiza Nunes Caseiro 1 Um elefante incomoda muita gente, dois elefantes... Sandra Luiza Nunes Caseiro 1 Estive pensando sobre os conflitos e as frustrações na Vida em Família, e a primeira consideração que me ocorreu foi: precisamos

Leia mais

PRINCÍPIO DE CAUSALIDADE, EXISTÊNCIA DE DEUS E EXISTÊNCIA DE COISAS EXTERNAS

PRINCÍPIO DE CAUSALIDADE, EXISTÊNCIA DE DEUS E EXISTÊNCIA DE COISAS EXTERNAS CDD: 122 PRINCÍPIO DE CAUSALIDADE, EXISTÊNCIA DE DEUS E EXISTÊNCIA DE COISAS EXTERNAS ETHEL MENEZES ROCHA Departamento de Filosofia Universidade Federal do Rio de Janeiro Largo São Francisco de Paula,

Leia mais

Apêndice 5 Autocinética

Apêndice 5 Autocinética Apêndice 5 Autocinética Focalizando sua mente Por Viviani Bovo Este é um texto breve que descreve uma das técnicas mais modernas de meditação natural que foi desenvolvida nos últimos anos, por um eminente

Leia mais

ESTUDO 1 - ESTE É JESUS

ESTUDO 1 - ESTE É JESUS 11. Já vimos que Jesus Cristo desceu do céu, habitou entre nós, sofreu, morreu, ressuscitou e foi para a presença de Deus. Leia João 17:13 e responda: Onde está Jesus Cristo agora? Lembremo-nos que: Jesus

Leia mais

4.1.1) ATUALIZAÇÃO. (1) www.nuevamirada.cl/la_pedagogiahtml

4.1.1) ATUALIZAÇÃO. (1) www.nuevamirada.cl/la_pedagogiahtml Figura 96 - Trecho do desenho da paisagem local, formado por desenhos individuais colados justapostos um no outro, constituindo uma só peça, um extenso rolo A localização da escola, no tocante a sua topografia,

Leia mais