CONCRETOS ESPECIAIS MCC2001 AULA 7 (parte 1)

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1 CONCRETOS ESPECIAIS MCC2001 AULA 7 (parte 1) Disciplina: Materiais de Construção II Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2015 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil

2 Concreto de Linha Convencional Uso de carrinhos de mão, giricas, gruas e outros.

3 É utilizado em obras corriqueiras de aplicação normal, ou seja, não requer qualquer tipo de equipamento (bomba) para disposição final. Normalmente este concreto é de pouca trabalhabilidade, sendo necessário a utilização de equipamentos de vibração para a sua aplicação e para que atenda as exigências de resistência, coesão e durabilidade do concreto. Convém alertar caso não se utilize o vibrador para a sua disposição final, o concreto ficará comprometido.

4 Coesão não desmoronar Slump

5 Concreto Convencional Características Dosado visando a obtenção de concretos compatíveis com as necessidades das obras correntes. Este concreto alcança resistências de até 40 MPa.

6 Concreto Convencional Aplicações Obras prediais, obras industriais, obras comerciais e estruturas prémoldadas*.

7 Concreto Convencional Vantagens Redução no tempo de execução das obras e redução nos custos. *quando o concreto vem da central

8 Concreto de Linha Bombeado Elaborados com certas características de fluidez, necessárias para serem bombeados através de uma tubulação que varia de 3 a 5½ polegadas de diâmetro. Esta tubulação tem início em uma bomba de concreto (onde o Caminhão Betoneira descarrega) e vai até o local de aplicação.

9 Sua utilização se tornou usual na construção civil, atendendo desde residências a edifícios de grandes alturas. O serviço de bombeamento se caracteriza por dar uma maior rapidez a concretagem, diminuir a mão de obra para o transporte e aplicação do concreto, eliminar o uso de carrinhos de mão ou similares e utilizar um concreto que permite uma melhor trabalhabilidade, necessitando de menos vibração para um melhor acabamento.

10 Pode-se definir concreto bombeável como o concreto transportado por pressão através de tubos rígidos ou mangueiras flexíveis e descarregado diretamente ou próximo dos pontos onde deve ser aplicado. A pressão pode ser aplicada por meio de pistões, por meio de ar comprimido ou pela deformação dos tubos flexíveis. O concreto é considerado bombeável quando os seus componentes não se separam por segregação e quando não há perdas de material.

11 Como essas propriedades são influenciadas pela composição da mistura, a dosagem do concreto para bombeamento exige alguns cuidados: Os concretos para bombeamento devem ter boa trabalhabilidade, isto é Slump > 70 mm, sendo o mais recomendável, valores entre 80 e 100 mm (Slump = mm) Ter argamassa suficiente e consumo mínimo de cimento de 270 kg/m 3, para lubrificar os tubos internamente e facilitar o deslocamento do concreto dentro do tubo. Recomenda-se a utilização de britas com diâmetro máximo de 25 mm (brita 2), mesmo assim até 25%, devendo o restante ter diâmetro máximo de 19 mm (brita 1).

12 Para prédios, dependendo da altura ou mesmo da distância de tubulação serão previstos agregados menores (britas) e/ou Slumps maiores. Ver tabela: Condição Térreo até 06 pavimentos Tipo de Concreto Brita 1 ou 1+ 2; (Slump = mm) De 06 a 10 pavimentos Acima de 10 pavimentos Brita 1; (Slump = mm) Traços Especiais A tabela serve de orientação, porém outras situações deverão ser avaliadas, tipo de obra, distância horizontal da linha, n o de curvas necessárias, tipo de bomba utilizada, etc. Observação: devemos considerar a taxa de armadura da estrutura para a escolha do concreto mais adequado, levando-se em consideração as britas a serem utilizadas.

13 Concreto de Linha Bombeado* vídeo 1

14 SOLUÇÕES DIFERENCIADAS Central de concreto em cima de uma plataforma.

15 SOLUÇÕES DIFERENCIADAS

16 TIPOS DE CONCRETOS ESPECIAIS CAD PISOS / PAVIMENTOS ROLADO / CCR (Concreto Compactado com Rolo) COLORIDO PERMEÁVEL / IMPERMEÁVEL LEVE PESADO AUTO-ADENSÁVEL PROJETADO COM TEMPERATURA CONTROLADA RESFRIADO (com gelo) COM FIBRAS

17 Concreto para Pavimentação Características Dosado visando a obtenção de concretos de elevada resistência à tração na flexão, ao desgaste superficial e à compressão. Este concreto é de rápida e fácil aplicação.

18 Concreto para Pavimentação Aplicações Pavimentos rodoviários, aeroportos, pisos industriais e postos de gasolina.

19 Concreto para Pavimentação Vantagens Maior durabilidade, menor custo de manutenção e menor custo de energia (requer menos iluminação). *quando comparado ao asfalto

20 PAVIMENTOS EM CONCRETO Estradas de Rodagem concreto cinza claro.

21 PAVIMENTOS EM CONCRETO Ponte Rio-Niterói - RJ

22 PAVIMENTOS EM CONCRETO vídeo 2 e 3 Vibroacabadora pavimento em concreto.

23 VANTAGENS (Pav. Concreto) Maior Durabilidade - ( vida útil 3 x asfalto) Menor custo de manutenção Maior conforto e segurança para o usuário: Reduz consumo de energia elétrica para iluminação em 30%; Ganho de 0,8 km/l de combustível (meio ambiente); Redução de 16% da distância de frenagem. Distância de frenagem pode ser definida como sendo a mínima distância que um veículo consegue parar antes de atingir um obstáculo

24 Concreto para Pisos* (com Fibras)

25 Concreto para Pisos* (com Fibras)

26

27

28 PISOS INDUSTRIAIS

29 PISOS INDUSTRIAIS

30 PISOS INDUSTRIAIS Pisos de angar (pintura epóxi) Empilhadeira (resistência à abrasão)

31 Concreto para Pavimentos Industriais Características A norma recomendada para pavimentos simples de concreto com resistência superior a Fck 25,0 MPa um Consumo Mínimo de Cimento de 350 kg/m 3, onde requer solicitações de tráfego de veículos, empilhadeiras, carrinhos com rodas de metal ou plástica, trânsito intenso de pessoas ou grandes depósitos de matéria-prima.

32 Concreto para Pavimentos Industriais Características Além da Resistência à Compressão, o concreto deverá ter Resistência à Tração na Flexão capaz de suportar os esforços de tração do concreto. Ainda Resistência à Abrasão ou Resistência ao Desgaste Superficial. Para outros pavimentos com baixa solicitação poderão ser previstos Fck mínimo de 20,0 MPa.

33 Concreto para Pavimentos Industriais Aplicações Pavimentos industriais, estacionamentos, garagens prediais ou comerciais, galpões de estocagem, oficinas mecânicas, etc.

34 Concreto para Pavimentos Industriais Nota É bom comentar a necessidade de uma ótima subbase, com excelente compactação do substrato, projeto estrutural, tipo de execução, cura do concreto (essencial) e previsão de juntas de dilatação (impedir rachaduras e trincas). Os pavimentos poderão ser armados ou não. Deverão ser previstos no projeto ferragem de transição. Poderão ser previstos a utilização de fibras de aço, polipropileno, nylon ou fibra de vidro. Ainda aditivos compensadores de retração.

35 Concreto para Pavimentos Industriais Nota vídeo 4 Acabamento com réguas vibratórias vibro - acabadoras de concreto e posterior acabamento. É importante a utilização de concretos com slump de 100 mm, caso contrário é necessário a utilização de aditivo superplastificante para melhor aplicabilidade do concreto sem abuso de água. O calculista deverá opinar pelo tipo de pavimento e suas resistências, as adições que serão utilizadas e previsão de utilização.

36 Concreto Compactado com Rolo (CCR) Início de testes em 1976 Primeira barragem de CCR: Saco de Nova Olinda, Paraíba (1986) m 3 de CCR 350 barragens no mundo 50 no Brasil País à frente na tecnologia Observação: mesma equipe que faz asfalto.

37 Concreto Compactado com Rolo (CCR) Rolo vibratório liso Concreto bem seco, slump 0.

38 Concreto Compactado com Rolo (CCR) Características É assim chamado o concreto de consistência seca, aplicado por espalhamento manual ou mecânico (espalhador, moto niveladora ou pá carregadeira) e compactado com rolo vibratório liso, equipamentos usuais de pavimentação. É também chamado de concreto pobre rolado ou brita graduada tratada com cimento, devido à maioria das vezes termos baixo consumo de cimento.

39 Concreto Compactado com Rolo (CCR) Aplicações Sub-base de pavimentos asfálticos (flexíveis) ou rígidos (concreto), barragens, aeroportos; etc.

40 Espalhamento do concreto compactado com rolo com vibroacabadora de asfalto.

41 Lançamento e compactação do concreto compactado com rolo.

42 Lançamento do CCR na Usina Hidrelétrica de Lajeado

43 Instrumento de compactação de CCR.

44 Concreto Compactado com Rolo (CCR) O desenvolvimento do concreto compactado com rolo causou uma grande mudança na prática de construção de barragens e comportas de concreto massa.

45 Concreto Compactado com Rolo (CCR) MARCEGAGLIA DO BRASIL GARUVA - SC VOLUMES ENTREGUES: CONCRETO = m³ CCR = m³

46 É um concreto seco cuja compactação é feita por rolos compressores Tem consistência seca (rolo não pode afundar) Dispensa a utilização de fôrmas Pode ter consumo de cimento bem reduzido

47 Como é lançado por camadas minimiza a temperatura máxima originada pelo calor de hidratação (não fissura, não forma pé de galinha) O transporte é facilitado (pode ser feito por caminhões basculantes - reduz o período de execução da obra) Utiliza equipamento de terraplenagem normal.

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