MÉTODOS EXPERIMENTAIS DE DOSAGEM PARA CONCRETO CONVENCIONAL UTILIZANDO AREIA INDUSTRIAL E DEMAIS AGREGADOS DA REGIÃO DE PASSO FUNDO

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1 I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO julho 2004, São Paulo. ISBN MÉTODOS EXPERIMENTAIS DE DOSAGEM PARA CONCRETO CONVENCIONAL UTILIZANDO AREIA INDUSTRIAL E DEMAIS AGREGADOS DA REGIÃO DE PASSO FUNDO Francieli Tiecher(1); Adalberto Pandolfo (2); Luciana Marcondes Pandolfo (3) (1) Universidade de Passo Fundo, (2) Universidade de Passo Fundo, (3) Universidade de Passo Fundo, RESUMO Devido à crescente utilização, na região de Passo Fundo, da areia industrial, resíduo proveniente do britamento de basalto, avaliaram-se métodos de dosagem para concretos convencionais que atendessem os requisitos básicos exigidos por norma, utilizando-se 100% de areia industrial e demais agregados da região. Considerou-se o abatimento (80±20)mm e fc 28 = 40MPa, para os métodos estudados: Mehta Aïtcin, IPT/EPUSP e CIENTEC. No método Mehta Aïtcin, aumentou-se a relação água/aglomerante de 0,43 (recomendada pelo método) para 0,5, e obteve-se o abatimento desejado. No método IPT/EPUSP o teor ideal de argamassa definido foi de 53%, o Slump desejado foi obtido reduzindo-se a relação água/aglomerante para 0,4 0,53 e 0,67, através da adição de aditivo plastificante aos traços 1:3,5-1:5-1:6,5. Para o método CIENTEC as porcentagens ideais de areia e água definidas para o Slump desejado foram (42,4 e 9,6)%, respectivamente. As relações água/aglomerante dos CDP's moldados para os traços 1:3,5-1:5-1:6,5 com as porcentagens ideais, foram 0,39 0,51 e 0,64. A resistência de 40MPa foi obtida para consumos de cimento de (456, 475 e 472)kg/m³ para os métodos Mehta Aïtcin, IPT/EPUSP e CIENTEC. Os resultados obtidos mostraram que não existe um método de dosagem que atenda todos os requisitos desejados para todas as faixas de resistência. Palavras-chave: Areia industrial, método do CIENTEC, método IPT/EPUSP, método Mehta Aïtcin. 1. INTRODUÇÃO Com o objetivo de avaliar o comportamento da areia industrial no concreto, devido à sua crescente utilização em locais distantes dos centros fornecedores de areia natural, avaliaram-se métodos experimentais de dosagem para concreto convencional, utilizando 100% de areia industrial, agregado proveniente de um resíduo da britagem de rochas basalticas. Os métodos de dosagem analisados foram o método Mehta Aïtcin, o método IPT/EPUSP e o método do CIENTEC, sendo que o primeiro foi desenvolvido para concretos de alta resistência e, neste estudo, adaptado para concretos de resistência convencional. Os métodos de dosagem foram avaliados através de comparações entre a consistência, a resistência mecânica e ao consumo de materiais dos concretos. Sabe-se que a dosagem de materiais para o concreto muda conforme os agregados e o aglomerante utilizados. Logo, definir um método de dosagem experimental que seja eficiente, econômico e de fácil execução para os agregados da região de Passo Fundo, mostra-se um importante trabalho. Outro aspecto a ser considerado é que a areia natural consumida na região norte do Rio Grande do Sul vem de regiões distantes e, por isso, torna-se bastante cara se comparada ao custo da areia industrial. Além disso, algumas concreteiras às vezes valem-se de métodos não experimentais para definição de seus traços, não levando em consideração as características específicas dos materiais que estão utilizando, o que acaba, no mínimo, por aumentar o custo final de seu produto. Sua importância se dá, também, pois a norma NBR 6118/03 prevê apenas dosagem experimental, visto que a resistência mínima prevista é de 20 MPa, e a dosagem experimental deve ser feita a partir de 15 MPa. Além disso, a areia artificial

2 provém de um resíduo que, se não aproveitado ficará depositado no meio ambiente. Neste estudo foram fixadados alguns parâmetros para todos os métodos de dosagem: a) Resistência à compressão de 40 MPa aos 28 dias pois a NBR 6118/2003 considera esta resistência como sendo mínima para estruturas expostas a condições de agressividade muito forte; b) Abatimento do concreto de (80 ± 20) mm. Embora não seja o mais adequado para o bombeamento do concreto, sua adoção deve-se à grande suscetibilidade da areia industrial a pequenos acréscimos de água; c) Máximo teor de aditivo plastificante recomendado pelo fabricante, para se reduzir, ao máximo, a relação água/aglomerante; d) Capeamento dos corpos de prova com pasta de cimento CPVARI RS e relação água/cimento 0,4; e) Mesma seqüência de colocação dos materiais na betoneira: agregado graúdo; parte da água; início da mistura; cimento + cinza volante; parte da água com aditivo; areia; restante da água; f) Os materiais utilizados para produção dos concretos foram: cimento Portland CPVARI RS; cinza volante (20% de substituição da massa de cimento); areia industrial: grossa; mistura de britas: 20% de brita 0, 30% de brita 1 e 50% de brita 2; aditivo plastificante (ligno sulfato e hidróxido de sódio). 2. MÉTODOS DE DOSAGEM 2.1 Método Mehta Aïtcin O método Mehta Aïtcin, primeiro a ser avaliado, foi desenvolvido para concretos de alta resistência logo, algumas adaptações são necessárias para dosar concreto convencional, como: maior teor de água, uso de aditivo plastificante. Seguem-se, a seguir, as etapas de sua execução do método: 1 a etapa: Caracterização dos materiais 2 a etapa: Estimativa do consumo de água De acordo com o nível de resistência à compressão simples requerida aos 28 dias de idade, o método propõe consumos de água, que podem ser verificados no Quadro 1. Fonte: Extraído de Mehta & Aïtcin, 1990, p.75. Quadro 1 Consumo de água para os níveis de resistência. Nível Resistência Consumo de água (MPa) (kg/m³) A B C D E Adotou-se o nível A visto que tentou-se adaptar o método para concreto convencional, cuja resistência esperada é da ordem de 40 MPa. Quanto ao consumo de água, será utilizado o mínimo indicado pelo método, 160 kg/m³, e acrescentado o necessário para se atingir o abatimento no momento da concretagem, controlando a quantidade com o uso de aditivo, para que a resistência seja atingida. 3 a etapa: Fracionamento dos componentes da pasta O método recomenda 35% de pasta de cimento por m³ de concreto por representar uma ótima solução em termos de trabalhabilidade, resistência e estabilidade dimensional (ALVES, 2000, p. 72). Assim como um teor de 2% de ar incorporado. Considerando-se as três opções de fracionamento volumétrico propostas pelo método e ilustradas no Quadro 2, foi escolhida a opção 2 pois serão usados cimento e cinza volante.

3 Quadro 2 Volume fracionado da pasta de cimento. Nível Água Ar Opção 1 Opção 2 Opção 3 Cimento Cimento + Cinza Volante Cimento + Cinza Volante + Sílica Ativa A 0,16 0,02 0,17 0,1275+0,0425 0,1275+0,0255+0,0170 B 0,15 0,02 0,18 0,1350+0,0450 0,1350+0,0270+0,0180 C 0,14 0,02 0,19 0,1425+0,0475 0,1425+0,0285+0,190 D 0,13 0,02-0,1500+0,0500 0,1500+0,0300+0,0200 E 0,12 0,02-0,1575+0,0525 0,1575+0,1315+0,0210 Fonte: Extraído de Mehta & Aïtcin, 1990, p.75. Desta forma, do Quadro 2 verifica-se que para o nível A, opção 2: cimento + cinza volante, o volume de cimento é de 0,1275 m³ e o volume de cinza volante é de 0,0425 m³ para 1 m³ de concreto, com 0,16 m³ de água e 0,02 m³ de ar. 4 a etapa: Estimativa do consumo de agregados No Quadro 3, proposto pelos autores do método, observam-se as proporções para a execução do concreto, conforme os níveis de resistência. Quadro 3 Proporções de agregados miúdo e graúdo em volume. Nível Agregado Miúdo Agregado Graúdo Proporção A 0,260 0,390 2:3 B 0,253 0,397 1,95:3,05 C 0,247 0,403 1,90:3,10 D 0,240 0,410 1,85:3,15 E 0,234 0,416 1,80:3,20 Fonte: Extraído de Mehta & Aïtcin, 1990, p.76. A partir do Quadro 3, constata-se que a proporção de agregados é 2:3, correspondente ao nível de resistência estipulado. Logo, o traço em volume avaliado será 1:2:3. 5 a etapa: Cálculo das massas dos materiais Na determinação do consumo de materiais para produzir o concreto, utilizam-se as massas específicas dos materiais. 6 a etapa: Produção e ensaios no concreto 2.2 Método IPT/EPUSP Para a execução do método IPT/EPUSP segue-se a seqüência abaixo: 1 a etapa: Caracterização dos materiais 2 a etapa: Estudo teórico 3 a etapa: Estudo experimental I - Determinação do teor ideal de argamassa para o traço 1:5 Acréscimo de areia e aglomerante à mistura, até que se obtenham concretos sem vazios e sem desprendimento de agregados, ou seja, uma massa homogênea e compacta. Encontrado o teor ideal de argamassa, procede-se ao ensaio de consistência do concreto, com acréscimo de aditivo até a obtenção do abatimento desejado. II - Realização de nova mistura Com os teores ideais de argamassa, água e aditivo, repetem-se as misturas, a fim de moldar corpos de prova com o traço piloto, 1:5 e auxiliares, 1:3,5 (traço rico) e 1:6,5 (traço pobre). 4 a etapa: Construção do Diagrama de Dosagem

4 2.3 Método CIENTEC A dosagem pelo método do CIENTEC, segue a seguinte seqüência: 1 a etapa: Caracterização dos materiais 2 a etapa: Adoção de um traço piloto Adota-se um traço inicial 1:m, onde m é o somatório dos traços dos agregados. Definindo-se m = 5. 3 a etapa: Estimativa da porcentagem de agregado miúdo e água Para o traço 1:5 subdivide-se o valor de m em (25, 30, 35, 40 e 45)% de areia e, ainda, para cada diferente quantidade de areia, deve-se variar a quantidade de água em (8, 9 e 10)%. 4 a etapa: Ensaios de abatimento do concreto Para cada diferente porcentagem de areia e água (A%) do concreto, realizam-se ensaios de consistência, para posterior plotagem de curvas de trabalhabilidade, interpolando as diferentes porcentagens de areia com os Slump s encontrados e unindo-se os pontos com igual proporção de água. 5 a etapa: Verificação das porcentagens ideais de areia e água Definido o abatimento desejado, pode-se conhecer a porcentagem ideal de areia, traçando-se uma curva, que seja harmônica com as demais curvas e tangencie a linha do Slump especificado. A porcentagem ideal de areia é determinada verificando-se a abscissa que corresponde ao abatimento desejado e a porcentagem de água correspondente, através de uma interpolação entre as curvas próximas à curva harmônica. 6 a etapa: Definição de traços auxiliares Para as porcentagens de areia e água definidas como ideais calculam-se traços auxiliares, variando o m. Foram adotados um traço rico, 1:3,5 e um traço pobre, 1:6,5. Com as porcentagens ideais de areia e água para cada traço 1:m, moldam-se os corpos de prova. 7 a etapa: Curva de Abrams Nas idades definidas, rompem-se os corpos de prova e traça-se a Curva de Abrams experimental, através do método dos mínimos quadrados. 3. RESULTADOS 3.1 Método Mehta Aïtcin A relação água/aglomerante recomendada pelo método (0,43) resultou num abatimento do concreto de 15 mm. Como a resistência mínima prevista pelo método é de 65 MPa, com um consumo de água de 160 kg/m³ e o objetivo do trabalho é a análise de concreto com resistência à compressão da ordem de 40 MPa, alterou-se o consumo de água, de acordo com a necessidade do concreto produzido. Dessa forma, acrescentou-se água ao concreto até obtenção do abatimento, atingindo-se um Slump de 95 mm para o fator água/aglomerante 0,50. Através da ruptura dos corpos de prova verificou-se que a resistência de 40 MPa não foi alcançada aos 28 dias. Então, moldaram-se novos corpos de prova, para ruptura à compressão, com relação água/aglomerante 0,40 e 0,60, na tentativa de se obter uma faixa maior de resistência. As características dos concretos para as diversas relações água/aglomerante estão apresentadas no Quadro 4.

5 Quadro 4 Características dos concretos, método Mehta Aïtcin Traço (massa) Relação água/ aglomerante Slump (mm) Teor de ar incorporado (%) Consumo de Resistência à compressão (MPa) aglomerante (kg/m³) 3 dias 7 dias 28 dias 56 dias 1:1,5:2,2 0,4 30 2, ,7 33,5 40,9 42,9 0,5 95 1, ,7 23,5 32,3 37,4 0, ,2 16,0 18,7 25,0 As curvas experimentais de Abrams, traçadas através do método dos Mínimos Quadrados para o método Mehta Aïtcin, estão apresentadas na Figura 1. Resistência à compressão (MPa) ,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 Relação água/aglomerante 3 dias 7 dias 28 dias 56 dias Figura 1 Curvas de Abrams, método Mehta Aïtcin. 3.2 Método IPT/EPUSP Optou-se pela moldagem dos corpos de prova utilizando a máxima quantidade de aditivo recomendada pelo fabricante e variando a relação água/aglomerante para os três traços (1:3,5-1:5 e 1:6,5). O Quadro 5 apresenta as características dos concretos. Traço Traço unitário (aglomerante:areia:brita) Quadro 5 Características dos concretos, método IPT/EPUSP. Relação água/aglomerante Slump (mm) Teor de ar incorporado (%) Consumo de aglomerante (kg/m³) 1:3,5 1: 1,39: 2,12 0, , :5 1: 2,18: 2,82 0, , :6,5 1: 2,98: 3,52 0, ,6 283 Os abatimentos foram idênticos para relações água/aglomerante diferentes em cada traço, isto se deve ao ensaio de abatimento adotado ser muito sucetivel a pequenas variações climáticas e e de energia aplicada. Nota-se que, para o mesmo teor de aditivo, os maiores teores de ar incorporado foram para os traços mais pobres, o que pressupõe resistências inferiores. O Quadro 6 apresenta as resistências dos concretos produzidos por este método de dosagem. Nota-se que o traço 1:3,5 foi o único a atingir a resistência de 40 MPa aos 28 dias.

6 Quadro 6 Resistência à compressão, método IPT/EPUSP. Corpos Resistência à compressão (MPa) Traço de prova 3 dias 7 dias 28 dias 56 dias 1 25,5* 34,4 47,7* 46,4 1:3,5 2 32,0 31,2 34,9 35,4 41,7 40,3 48,1 47,2 3 30,4 36,9 39,0 37,3* 1 22,2 31,2 37,0 37,3 1:5,0 2 21,1 21,8 27,9 30,5 37,8 36,4 35,0 36,6 3 22,1 32,3 34,3 37,4 1 17,1* 17,8* 22,1 20,5* 1:6,5 2 12,3 12,3 26,1 28,0 19,7 20,9 30,7 31,5 3 12,4 29,9 31,6* 32,4 *Este valor foi excluído para o cálculo da média das resistências obtidas, observando o coeficiente de variação máximo admitido para esses ensaios. A Figura 2 apresenta as Curvas de Abrams do método do IPT/EPUSP. Resistência à compressão (MPa) ,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 Relação água/aglomerante 3 dias 7 dias 28 dias 56 dias Figura 2 Curvas de Abrams, método IPT/EPUSP 3.3 Método do CIENTEC Através dos resultados obtidos com os ensaios de abatimento do concreto para o traço piloto (1:5), plotaram-se as Curvas de Trabalhabilidade apresentadas na Figura 3. Slump (mm) % 9,6% 9% 8% % de areia A%= 8% A%= 9% A%= 10% Curva Harmônica

7 Figura 3 Curvas de Trabalhabilidade, método do CIENTEC A porcentagem ideal de areia, obtida na Figura 3, foi de 42,4%, que corresponde a 52% de argamassa. Já a porcentagem de água para obtenção do abatimento foi de 9,6%. O Quadro 7 apresenta algumas características dos concretos produzidos pelos traços piloto e auxiliares para moldagem dos corpos de prova, com as porcentagens ideais de areia e água. Traço Quadro 7 Características dos concretos, método do CIENTEC. Traço unitário (aglomerante:areia:brita) Relação água/aglomerante Slump (mm) Teor de ar incorporado (%) Consumo de aglomerante (kg/m³) 1:3,5 1: 1,34: 2,16 0, , :5,0 1: 2,12: 2,88 0, , :6,5 1: 2,90: 3,60 0, ,0 283 O Quadro 8 apresenta as resistências à compressão dos concretos dosados pelo método do CIENTEC. Nota-se que o traço auxiliar rico (1:3,5) alcançou 40 MPa aos 28 dias. Quadro 8 Resistência à compressão, método do CIENTEC. Corpos Resistência à compressão (MPa) Traço de prova 3 dias 7 dias 28 dias 56 dias 1 40,4* 44,7* 43,2 42,4* 1:3,5 2 33,8* 22,6 26,9 23,5 60,2* 45,7 49,5 51,3 3 22,6 20,2 48,2 53,1 1 23,5 32,6 36,8 36,9 1:5,0 2 27,9 25,7 34,9 32,4 34,7 35,7 41,0* 36,0 3 12,9* 29,6 42,2* 35,2 1 12,4 17, ,6 1:6,5 2 8,8 10,7 19,6 17,7 19,6 21,3 27,6 25,8 3 11,0 15,9 23,8 25,1 *Este valor foi excluído para o cálculo da média das resistências obtidas, observando o coeficiente de variação máximo admitido para esses ensaios. Encontradas as incógnitas da Equação de Abrams, traçam-se as curvas experimentais de Abrams para as idades de ruptura, conforme verifica-se através da Figura 4. Resistência à compressão (MPa) ,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 Relação água/aglomerante 3 dias 7 dias 28 dias 56 dias Figura 4 Curvas de Abrams, método do CIENTEC 3.4 Comparações entre os métodos de dosagem Da análise dos resultados apresentados anteriormente podem ser feitas comparações de praticidade de execução, trabalhabilidade, resistência mecânica, consumo e custo de materiais entre os concretos

8 obtidos pelos três métodos de dosagem adotados neste estudo. Os métodos do CIENTEC e IPT/EPUSP produziram concretos com características semelhantes, mesmo porque as porcentagens de argamassa para ambos foram próximas, 52 e 53%, respectivamente. Além disso, após as definições prévias recomendadas para cada método, moldaram-se, para ambos, corpos de prova com o traço piloto 1:5 e traços auxiliares 1:3,5 e 1:6,5. A Figura 5 ilustra o consumo de aglomerante por faixas de resistência para cada método de dosagem. Consumo de aglomerante (kg/m³) Resistência à compressão aos 28 dias (MPa) Método CIENTEC Método IPT/EPUSP Método Mehta Aïtcin Figura 5 Consumo de aglomerante por faixas de resistência Nota-se que o método Mehta Aïtcin não é econômico para faixas menores de resistência, porque foi desenvolvido para concretos com resistências superiores a 40 MPa. Os métodos do CIENTEC e IPT/EPUSP tiveram consumos muitos parecidos para todas as faixas de resistência. A Figura 6 ilustra os consumos de aglomerante obtidos para as resistências à compressão entre 10 e 65 MPa. Cosnumo de aglomerante (kg/m³) Resistência à compressão aos 28 dias (MPa) Método CIENTEC Método IPT/EPUSP Método Mehta Aïtcin Figura 6 Consumos de aglomerante para os métodos: Mehta Aïtcin, IPT/EPUSP e CIENTEC O gráfico mostra que os consumos do método Mehta Aïtcin continuam elevados conforme cai a resistência. Verifica-se que a resistência máxima que se pode atingir através dessa dosagem com o método IPT/EPUSP é da ordem de 55 MPa, enquanto para os métodos Mehta Aïtcin e CIENTEC é de 65 MPa. Nota-se, ainda, que para resistências da ordem de 45 MPa, os consumos de aglomerante são equivalentes para todos os métodos. Através do Diagrama de Dosagem apresentado na Figura 7 pode-se observar melhor todas as características dos métodos de dosagem avaliados neste estudo.

9 fc (MPa) 70 Método Mehta Aïtcin Método IPT/EPUSP Método CIENTEC C (kg/m³) a/c Slump 80 ± 20 mm CONCLUSÕES 8 m (kg/kg) Figura 7 Diagrama de Dosagem, comparação entre os métodos de dosagem Os resultados que representam a amostra ensaiada levam a concluir que: - A utilização de areia industrial eleva significativamente a relação água/aglomerante, sendo necessário o uso de aditivo plastificante para se obter um concreto trabalhável; - Quando utilizada areia industrial no concreto surge a necessidade da utilização de aditivo mais eficiente para se atingir abatimentos superiores a 80 mm ou resistências superiores a 40 MPa para este abatimento; - Em concretos com resistência à compressão superior a 40 MPa a trabalhabilidade passa a ser uma dificuldade quando se utiliza areia industrial; - Os traços mais ricos resultam em concretos com melhor trabalhabilidade quando utilizada areia industrial como agregado miúdo; - Concretos dosados com areia industrial tem consumos de aglomerante semelhantes aos normalmente dosados com areia natural, conforme dados informalmente coletados; - Para todos os métodos de dosagem avaliados, os concretos atingiram a resistência mecânica à compressão de 40 MPa com consumos de aglomerante da ordem de 475 kg/m³ para os métodos IPT/EPUSP e CIENTEC e 460 kg/m³ para o método Mehta Aïtcin; - Para atingir 40 MPa de resistência à compressão só não foi possível alcançar o abatimento especificado com o concreto dosado pelo método Mehta Aïtcin; - Para resistências inferiores, o método Mehta Aïtcin apresenta o maior consumo de aglomerante e o maior custo por m³ de concreto. Isto se deve ao fato dele ter sido desenvolvido para concretos de alta

10 resistência; - Os métodos IPT/EPUSP e CIENTEC são equivalentes quanto à resistência à compressão, consumos e custos obtidos; - O método do CIENTEC é o mais trabalhoso dentre os três métodos de dosagem avaliados, porém após a plotagem das Curvas de Trabalhabilidade é muito simples obter o concreto com os requisitos especificados; - Pela rapidez e economia, o método IPT/EPUSP é o mais adequado para dosagens experimentais de concretos convencionais tanto feitas em obra como em laboratório. A partir dos resultados obtidos, chegou-se à conclusão que os métodos de dosagem analisados são adequados para dosagem de concreto convencional utilizando areia industrial e demais agregados da região de Passo Fundo. Recomenda-se a continuidade do trabalho considerando as seguintes sugestões: - Avaliar outros métodos de dosagem não abordados neste estudo; - Fazer estudos comparativos entre concretos dosados com areia industrial e natural; - Estudar a parâmetros relacionados à durabilidade do concreto com areia industrial; - Verificar a influência do módulo de elasticidade nas características de concretos confeccionados com areia industrial. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, M. F. Estudo Comparativo de Métodos de Dosagem para Concreto de Alta Resistência Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil/Materiais de Construção) Faculdade de Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, ANDREETTA, G. Dosagem de concreto utilizando areia artificial em substituição as naturais Monografia (Graduação em Engenharia Civil/Materiais de Construção) Faculdade de Engenharia e Arquitetura, Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto e execução de obras de concreto armado. Rio de Janeiro, NBR 7223: Concreto: Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone. Rio de Janeiro, NBR NM 47: Concreto: Determinação do teor de ar em concreto fresco Método pressiométrico. Rio de Janeiro, DAFICO, D. A. Contribuição ao Estudo da Dosagem do Concreto de Cimento Portland Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil/Materiais de Construção) Faculdade de Engenharia Civil, Universidade Federal de Santa Catarina, Flarianópolis, HELENE, P.; TERZIAN, P. Manual de Dosagem e Controle do Concreto. São Paulo: Pini, KIRCHHEIN, A. P.; RESCHKE, J.; GUERREIRO, M. Dosagem de Concreto de Alta Resistência Trabalho de aula (Mestrado em Engenharia Civil/Materiais de Construção) - Faculdade de Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, LEVINE, D. M.; BERENSON, M. L.; STEPHAN, D. Estatística: Teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos LTDA, 2000, p MEHTA, P. K. AÏTCIN, P.C. Principles Underlying Production for High Strength Performance Concrete. Cement, Concrete & Aggregates. V.12, n.2, p.70-78, 1990b. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. M. Concreto: estrutura, propriedades e materiais. São Paulo: Pini, NEVILLE, A. M. Propriedades do Concreto. 2a Edição. São Paulo: Pini, 1997.

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