GUIA DO INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO EM PORTUGAL GUIDE DE L INVESTISSEMENT IMMOBILIER AU PORTUGAL.

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1 GUIA DO INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO EM PORTUGAL GUIDE DE L INVESTISSEMENT IMMOBILIER AU PORTUGAL

2 PORTUGUÊS FRANÇAIS _ PORTUGUÊS FRANÇAIS INTRODUÇÃO Face à crescente procura de que o mercado imobiliário português tem sido alvo, potenciada pelos regimes dos chamados Vistos Gold e Residentes Não Habituais, a Telles de Abreu e Associados decidiu publicar as linhas gerais que norteiam os referidos institutos. Não pretendemos desenvolver um trabalho exaustivo sobre os contornos legais do regime aplicável, mas antes permitir que os leitores se possam inteirar de forma simples das reais vantagens proporcionadas pela obtenção do visto gold ou do reconhecimento da situação de residente não habitual. Faremos uma breve abordagem aos veículos de investimento mais utilizados em Portugal, aos impostos mais significativos que se aplicam à actividade imobiliária, e, por fim, dedicarnos-emos concretamente ao regime dos vistos gold e ao regime dos residentes não habituais. A Telles de Abreu e a sua vasta equipe de advogados e consultores coloca-se à disposição de todos aqueles que tenham interesse nestas matérias para o esclarecimento de quaisquer questões que possam surgir. CONTACTOS _ Carlos Lucena Pedro Almeida e Sousa Henrique Moser Mariana Ferreira Martins Tel: (+351) Tel: (+351)

3 PORTUGUÊS FRANÇAIS ÍNDEX_ I VEÍCULOS DE INVESTIMENTO _03 II ENQUADRAMENTO FISCAL _04 III VISTOS GOLD GOLDEN VISA _11 IV RESIDENTES NÃO HABITUAIS REGIME FISCAL _20 Não obstante a informação transmitida ser actualizada e rigorosa, trata-se de um conjunto de informações com carácter meramente indicativo, não constituindo um parecer jurídico pelo que se recomenda o recurso a profissionais devidamente qualificados sempre que se mostre necessário.

4 PORTUGUÊS FRANÇAIS I - VEÍCULOS DE INVESTIMENTO Os veículos de investimento mais adequados ao exercício da actividade imobiliária são os seguintes: a) Sociedade imobiliária Trata-se de uma pessoa colectiva de direito privado, que se mostra eficaz e adequada à promoção, exploração e detenção de imóveis. Enunciamos de seguida, os principais tipos de sociedades comerciais existentes em Portugal: (i) A sociedade anónima (SA) constitui o tipo societário característico das empresas portuguesas de maior dimensão. O seu capital social é dividido em acções, devendo observar um mínimo de , e ter inicialmente, pelo menos, 5 accionistas, excepto quando constituída exclusivamente por outra sociedade comercial. A transmissão de acções não está sujeita a forma especial, embora possa estar sujeita a restrições. Na sua forma mais comum, os órgãos sociais das SA são a Assembleia Geral, o Conselho de Administração (ou Administrador Único) e o Fiscal Único (ou Conselho Fiscal), devendo este ser um Revisor Oficial de Contas. (ii) A sociedade por quotas (Lda) constitui o tipo societário mais utilizado em Portugal, correspondendo à estrutura típica das pequenas e médias empresas em virtude de ter menores exigências de capital inicial, menores custos, de ter uma maior simplicidade de funcionamento e de estrutura, e do maior controlo assegurado aos sócios. A transmissão de quotas está sujeita a forma escrita e o seu registo junto da Conservatória do Registo Comercial é obrigatório. O seu capital social é dividido em quotas e não está sujeito a qualquer mínimo legal, podendo ser constituídas com apenas um sócio (pessoa individual ou colectiva). A identidade dos respectivos sócios e o valor da sua quota é informação sujeita a registo junto da Conservatória do Registo Comercial, sendo de acesso público. Na sua forma mais comum, os órgãos sociais destas sociedades são a Assembleia Geral e a Gerência. Para ambos os tipos de sociedade, quer o processo de constituição quer a manutenção da sua estrutura, constituem processos bastante simples, desburocratizados e de fácil tratamento. b) Sociedade imobiliária colectada para revenda Este veículo assume todas as características previstas para as sociedades imobiliárias referidas na alínea a) anterior, podendo ser constituída através de qualquer uma das formas acima referidas. No entanto, a sua particularidade reside no facto de se no ano transacto tiver realizado uma aquisição ou venda de imóveis, poderem gozar do benefício fiscal de isenção de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) durante 3 anos. Este benefício possibilita que estas sociedades adquiram imóveis não pagando o respectivo IMT, desde que declarem que o imóvel se destina a revenda, gozando assim de 3 anos contados da data da aquisição, para realizar a revenda do mesmo, pagando o imposto o novo comprador, que, por sua vez, não o pode destinar a revenda. O imposto será, no entanto, devido pela sociedade imobiliária colectada para revenda nas seguintes circunstâncias: (i) Se o imóvel não for revendido no prazo de 3 anos; (ii) Se, não obstante não tiver decorrido o prazo de 3 anos, for dado ao imóvel um destino diferente; (iii) Se o imóvel for revendido no prazo de 3 anos e o comprador destinar o mesmo para revenda. c) Fundo de investimento imobiliário (FII) Trata-se de um património autónomo que resulta da agregação e aplicação de poupanças de entidades individuais e colectivas em valores imobiliários ou equiparados, administrado por sociedades gestoras especialmente qualificadas para o efeito, independentes dos titulares do fundo. Trata-se de um veículo de investimento geralmente utilizado na realização de investimentos avultados. Sucintamente, os fundos de investimento imobiliário têm o seu capital representado por unidades de participação (UP s), que constituem 02 03

5 PORTUGUÊS FRANÇAIS as partes representativas do investimento realizado. Pode tratar-se de fundos abertos sempre que constituídos por UP s em número variável em função da subscrição realizada, aumentando ou diminuindo consoante as correspondentes participações são subscritas ou resgatadas, ou de fundos fechados, sempre que as suas UP s sejam fixas e estabelecidas no momento de emissão, podendo eventualmente existir um aumento de títulos em condições pré-definidas no regulamento de gestão. A constituição de um FII está sujeita a autorização da CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) entidade que regula e supervisiona os mercados de valores mobiliários e instrumentos financeiros derivados (tradicionalmente conhecidos como mercados de bolsa ) e a actividade de todos os agentes que neles actuam. d) Sociedades estrangeiras: Tal como acima referido, uma sociedade sediada num país estrangeiro pode adquirir imóveis ou participações sociais em Portugal com total liberdade. De referir, no entanto, que o regime fiscal varia consoante a nacionalidade da sociedade, nomeadamente no que diz respeito às denominadas sociedades offshore, cujo regime fiscal aplicável é claramente mais gravoso. Os denominados paraísos fiscais encontram-se elencados na lista negra, que discrimina os territórios sujeitos a um regime fiscal claramente mais favorável. II - ENQUADRAMENTO FISCAL a) Aquisição de Imóveis: regra geral, e não sendo aplicável nenhuma das isenções tipificadas na lei, a aquisição de imóveis está sujeita ao pagamento de dois impostos distintos IMT e IS que abordaremos de seguida. Imposto Municipal Sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) O IMT é um imposto que recai sobre as transmissões onerosas de imóveis ou figuras similares como tal classificadas na lei, e incide sobre o preço do imóvel ou sobre o valor patrimonial tributário (VPT) do mesmo, consoante o que for mais elevado. Usualmente, Este imposto deve ser pago antes da celebração do contrato de aquisição do imóvel. Taxas de IMT - Regra geral, as aquisições onerosas de imóveis estão sujeitas a IMT, à taxa de 6,5%, se estiverem em causa prédios urbanos (incluindo terrenos para construção), e de 5%, se estiverem em causa prédios rústicos. Caso se trate de imóveis destinados exclusivamente a habitação, ou exclusivamente a habitação própria e permanente, a taxa aplicável será progressiva, sendo que acima de determinado valor é fixada em 6%. A taxa de IMT será de 10% sempre que se trate de aquisições por parte de entidades sediadas em centros offshore (incluídos na lista negra), conforme supra referido. prédios urbanos (incluindo terrenos para construção): 6,5% prédios urbanos exclusivamente destinados a habitação e habitação própria e permanente: taxa progressiva até 6% prédios rústicos: 5% quaisquer imóveis adquiridos por sociedades offshore incluídos na lista negra: 10% Isenções de IMT A lei tipifica diversas situações nas quais haverá uma isenção do pagamento de IMT, umas com carácter automático, outras dependentes de autorização ou reconhecimento pela Administração Fiscal. Dentro destas isenções, destacamos as seguintes: (i) As aquisições de prédios individualmente classificados como de interesse nacional, de interesse público ou de interesse municipal, nos termos da legislação aplicável; (ii) As aquisições de imóveis situados nas regiões economicamente mais desfavorecidas, quando efectuadas por sociedades comerciais ou civis sob a forma comercial, que os destinem ao exercício, naquelas regiões, de actividades agrícolas ou industriais consideradas de superior interesse económico e social; (iii) As aquisições de prédios urbanos destinados a reabilitação urbanística, desde que no prazo de 2 anos a contar da data da aquisição, o adquirente inicie as obras, e o estado de conservação do imóvel tenha sido reconhecido pela câmara municipal.

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8 PORTUGUÊS FRANÇAIS (iv) As aquisições de prédio urbano ou fracção destinado exclusivamente a habitação própria e permanente, na primeira transmissão onerosa do imóvel reabilitado, quando localizado em Área de Reabilitação Urbana; (v) As aquisições de prédios ou de fracções autónomas com destino à instalação de empreendimentos qualificados de utilidade turística, nos termos da respectiva legislação; (vi) As aquisições de prédio urbano ou de fracção autónoma, destinados exclusivamente a habitação própria e permanente, cujo valor base, não exceda determinado montante, anualmente fixado pela legislação aplicável; (vii) As aquisições de imóveis por sociedades colectadas para revenda, conforme acima referido. (viii) De referir ainda que são reduzidas para metade as taxas de IMT aplicáveis aos imóveis adquiridos ou integrados em fundos de investimento imobiliário, abertos ou fechados e de subscrição pública que se constituam e operem de acordo com a legislação nacional. Imposto do Selo (IS) Trata-se de um imposto aplicável a determinados actos e contratos. O Imposto do Selo na aquisição de imóveis apresenta, regra geral, uma taxa fixa de 0,8%, a qual é aplicável independentemente do tipo, natureza ou nacionalidade do veículo ou do negócio em causa. Este imposto deve ser pago antes da celebração do contrato de aquisição do imóvel, e incide sobre o preço do negócio, ou sobre o VPT, consoante o que for mais elevado. Note-se que não haverá lugar ao pagamento deste imposto, na medida em que a transacção esteja sujeita a IVA Imposto sobre o Valor Acrescentado. Imposto do Selo: 0,8% b) Detenção de Imóveis: regra geral, e não sendo aplicável nenhuma das isenções tipificadas na lei, a detenção de imóveis fica sujeita ao pagamento de determinados impostos, taxas ou encargos IMI, IS, encargos de condomínio e TCE - que abordaremos de seguida. Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) - O IMI é um imposto anual que incide sobre o valor patrimonial tributário dos imóveis (VPT), e que é devido por quem é proprietário a 31 de Dezembro de cada ano. Taxas de IMI - Actualmente, as taxas de IMI variam entre 0,3% e 0,5% para os prédios urbanos (incluindo os terrenos para construção). Quanto aos prédios rústicos, a taxa a aplicar está fixada em 0,8% do VPT. Os municípios, mediante deliberação da assembleia municipal, fixam a taxa a aplicar em cada ano, dentro dos intervalos previstos. As taxas referidas para os prédios urbanos são elevadas ao triplo, nos casos de prédios urbanos que se encontrem devolutos há mais de um ano e de prédios em ruínas. Quanto aos imóveis detidos por sociedades offshore incluídas na lista negra, são tributados à taxa de 7,5% independentemente da sua natureza, rústica ou urbana. - prédios urbanos (incluindo terrenos para construção): 0,3% a 0,5% - prédios rústicos: 0,8% - quaisquer imóveis detidos por sociedades offshore incluídos na lista negra: 7,5% Isenções de IMI - Estão tipificadas na lei diversas situações às quais pode ser aplicada a isenção temporária/permanente do pagamento do IMI devido, podendo ter carácter automático ou encontrar-se dependente de autorização ou reconhecimento pela Administração Fiscal. Dentro destas isenções, destacamos as seguintes: (i) Isenção, por 2 anos ou por 5 anos, renovável, no âmbito dos imóveis submetidos ao regime da reabilitação urbana; (ii) Isenção, por sete anos, no âmbito do regime aplicável à utilidade turística ou turismo de habitação; (iii) Isenções aplicáveis à habitação própria e permanente de agregado familiar com determinadas características; (iv) Isenção para os prédios que sejam classificados como monumentos 06 07

9 PORTUGUÊS FRANÇAIS nacionais ou de interesse público, de valor municipal ou património cultural; (v) Isenção para imóveis adquiridos para revenda por sociedades comerciais colectadas para revenda, pelo período da efectiva detenção, desde que se verifique a revenda no prazo de 3 anos; (vi) Isenção para terrenos para construção que constem do inventário de sociedades comerciais que tenham por objecto a construção de edifícios para venda, pelo prazo máximo de 4 anos; De referir ainda que são reduzidas para metade as taxas de IMI aplicáveis aos imóveis adquiridos ou integrados em fundos de investimento imobiliário abertos ou fechados de subscrição pública que se constituam e operem de acordo com a legislação nacional. Imposto do Selo (IS) Os proprietários, usufrutuários ou superficiários de imóveis com afectação habitacional ou terrenos para construção cuja edificação autorizada ou prevista seja para habitação, cujo respectivo valor patrimonial tributário seja igual ou superior a 1 milhão de Euros são tributados anualmente, em imposto do selo, no montante correspondente a 1% sobre o respectivo Valor Patrimonial Tributário (VPT). Relativamente a imóveis, incluindo terrenos, detidos por sociedades offshore incluídas na lista negra, a taxa é agravada para 7,5% e a afectação do prédio não releva, ou seja, o imposto aplica-se independentemente do fim a que o prédio se destina (habitação, comércio, indústria, outro). Encargos de Condomínio: Nos casos em que um prédio se encontra constituído em regime de propriedade horizontal, isto é, dividido em fracções autónomas, os proprietários devem participar nas despesas com as partes comuns do prédio. c) Exploração de Imóveis Sem prejuízo de regimes específicos ligados à actividade do turismo, em Portugal, a exploração de imóveis pode assumir diversas figuras jurídicas, sendo a mais comum o arrendamento, o qual poderá ser habitacional ou não habitacional. O contrato de arrendamento deve ser celebrado por escrito, tendo obrigatoriamente de conter a identificação das partes, do locado, do fim a que se destina, da renda, do alvará de utilização do imóvel que comprove a aptidão do mesmo para o fim pretendido e ainda referência ao respectivo certificado energético. Em caso de venda do imóvel pelo senhorio, o novo proprietário sucede automaticamente na respectiva posição contratual de senhorio, mantendo-se o contrato de arrendamento nos mesmos termos entre o arrendatário e o novo proprietário do imóvel, sem necessidade de formalização da respectiva cessão de posição contratual para o efeito. Em determinadas situações, em caso de venda ou dação em pagamento do imóvel, o arrendatário tem direito de preferência na sua aquisição. Através do arrendamento são pagas ao proprietário do imóvel as devidas rendas que, regra geral, não estão sujeitas a IVA. O averbamento do arrendamento é obrigatório junto das autoridades fiscais e terá associado o pagamento do Imposto do Selo, a cargo do senhorio, à taxa de 10% sobre o valor da primeira renda mensal. Os rendimentos auferidos a título de rendas serão tributados em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) ou em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC), consoante o senhorio seja, respectivamente, uma pessoa singular ou colectiva. d) Venda de Imóveis Regra geral, a venda de imóveis ou das participações sociais de sociedades detentoras de imóveis está sujeita ao pagamento de IRS ou IRC, em sede de mais-valias, consoante o senhorio seja, respectivamente, uma pessoa singular ou colectiva. Na venda de participações sociais, sempre que algum dos sócios fique a dispor de, pelo menos, 75% do capital social de sociedades por quotas, detentoras de imóveis, haverá ainda lugar ao pagamento de IMT. Há ainda um conjunto alargado de normas e de regras aplicáveis às mais diversas situações, pelo que optámos, neste documento, por apenas chamar à atenção para a existência dos dois regimes de tributação referidos anteriormente. São várias as soluções nesta matéria, consoante se

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12 PORTUGUÊS FRANÇAIS trate de pessoa individual ou colectiva, residente ou não residente, pelo que cada caso deverá ser objecto de uma ponderação individual, sendo que, relativamente a não residentes, será essencial a análise do respectivo Acordo de Dupla Tributação, que porventura possa ter sido celebrado. III - VISTOS GOLD / GOLDEN VISA a) Introdução O que se tem chamado de Visto Gold ou Golden Visa não é em rigor um verdadeiro visto, mas antes uma autorização de residência temporária para entrada e permanência em território português, para fins de investimento. A designação mais correta é a que resulta da lei: Autorização de Residência para Actividade de Investimento (ARI). Esta autorização de residência destina-se a ser atribuída a quem não seja cidadão de território da União Europeia, ou do espaço Schengen, nem esteja sob sua aplicação, e preencha determinados requisitos, essencialmente relacionados com investimento, aquisição de imóveis e/ou criação de emprego. São aplicáveis taxas/ emolumentos aos pedidos de residência e sua renovação, devendo ser antecipadamente preparados os documentos necessários à verificação e demonstração das condições de atribuição. A ARI é inicialmente concedida pelo prazo de um ano, a qual poderá ser objecto de renovações, cada uma delas por um período de dois anos, se se mantiverem válidos os respectivos pressupostos, em especial no que diz respeito ao investimento. Decorridos cinco anos, poderá ser concedida uma autorização de residência permanente. Obtida a residência permanente, deixa de ser necessária a manutenção do investimento. De referir ainda que um cidadão estrangeiro que resida legalmente em Portugal há seis anos, poderá obter nacionalidade portuguesa. Este regime jurídico encontra-se em vigor desde o dia 8 de Outubro de b) Vantagens da ARI/Visto Gold Entrar e permanecer em Portugal com dispensa de visto de residência; Residir e trabalhar em Portugal, podendo manter outra residência noutro país; Circular pelo espaço Schengen, sem necessidade de visto; Beneficiar do direito de reagrupamento familiar, conforme infra referido; Aceder à residência permanente (ao fim de 5 anos e nos termos da legislação em vigor); Aceder à nacionalidade portuguesa (ao fim de 6 anos e nos termos da legislação em vigor). c) Beneficiários da ARI/Visto Gold Todos os cidadãos nacionais de Estados Terceiros que exerçam uma actividade de investimento, pessoalmente ou através de sociedade constituída em Portugal ou noutro Estado Membro da União Europeia e com estabelecimento estável em Portugal, que reúnam um dos requisitos quantitativos e o requisito temporal previstos na legislação aplicável, e a seguir indicados. d) Requisitos Quantitativos para Solicitação de ARI/Visto Gold Considera-se como requisito quantitativo mínimo a verificação de, pelo menos, uma das seguintes situações em território nacional: A transferência de capitais num montante igual ou superior a 1 milhão de euros, incluindo investimento em acções ou quotas de sociedades; A criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho; A aquisição de bens imóveis de valor igual ou superior a 500 mil euros. Sempre que o investimento seja realizado através de uma sociedade, considera-se imputável ao requerente da ARI apenas a proporção do investimento correspondente à sua participação no capital social. e) Requisitos Temporais Mínimos para a actividade de Investimento O requisito temporal mínimo para a manutenção do investimento é de cinco (5) anos, contado a partir da data da concessão da Autorização de Residência. Findo este prazo, deixa de ser necessária a manutenção do investimento, excepto nos casos em que se pretenda efectuar a sua revalidação. f) Requisitos Cautelares e Documentais a Preencher Todos os interessados na autor

13 PORTUGUÊS FRANÇAIS ização da ARI deverão reunir cumulativamente os seguintes requisitos cautelares: Ausência de condenação por crime que em Portugal seja punível com pena privativa de liberdade de duração superior a um ano; Não estar interdito de entrar em território nacional, subsequente a uma medida de afastamento do país; Ausência de indicação no Sistema de Informação Schengen; Ausência de indicação no Sistema Integrado do SEF para efeitos de não admissão. Todos os interessados na autorização de ARI deverão reunir cumulativamente os seguintes requisitos documentais: Ser titular de passaporte válido; Ser portador de visto Schengen, se aplicável, e regularizar a situação junto do SEF no prazo de 90 dias a contar da data da primeira entrada em Portugal; Registo criminal do país de origem ou do país onde resida há mais de um ano; Declaração a autorizar consulta do registo criminal português; Declarações negativas de dívida actualizadas emitidas pela Autoridade Tributária e Aduaneira e pela Segurança Social (em Portugal). Declaração, sob compromisso de honra, pela qual o requerente atesta que cumprirá os requisitos da actividade de investimento em território nacional; Comprovativo do seguro de saúde; Comprovativo do pagamento da taxa de análise do pedido de ARI (514,80 ). Todos os documentos que não estejam escritos em português ou inglês devem ser traduzidos por tradutor reconhecido do posto diplomático ou consular português no país de origem ou de residência do investidor, devendo ser por ele legalizados e autenticados. g) Meios de Prova Necessários para a Concessão da ARI/Visto Gold Para prova dos requisitos quantitativos, o investidor deve apresentar os seguintes documentos de acordo com o tipo de investimento realizado: Transferência de capitais no montante igual ou superior a 1 milhão de euros: Considera-se preenchido o requisito sempre que o requerente demonstre ter efectuado investimento no valor mínimo exigido, incluindo investimento em acções ou quotas de sociedades, devendo apresentar: - Declaração de uma instituição financeira autorizada ao exercício da sua actividade em território nacional atestando a transferência efectiva de capitais, no montante igual ou superior a 1 milhão de euros, para conta de que é o único ou o primeiro titular dos capitais, ou para a aquisição de acções ou quotas de sociedades; e - Certidão do registo comercial actualizada que ateste a detenção de participação social em sociedade. Criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho: Considera-se preenchido o requisito sempre que o requerente apresente certidão actualizada da segurança social. Aquisição de bens imóveis de valor igual ou superior a 500 mil euros: Considera-se preenchido o requisito sempre que o requerente apresente: - Título aquisitivo ou de promessa de aquisição dos imóveis de onde conste declaração de uma instituição financeira autorizada ao exercício da sua actividade em território nacional atestando a transferência efectiva de capitais para a sua aquisição ou para

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16 PORTUGUÊS FRANÇAIS efectivação de sinal de promessa de compra no valor igual ou superior a 500 mil euros; e - Certidão actualizada da conservatória do registo predial, da qual deve sempre constar, no caso de contrato-promessa e sempre que legalmente viável, o respectivo registo provisório de aquisição. h) Meios de Prova necessários para a Renovação da ARI/Visto Gold Para a renovação do título de ARI, o investidor deve: Apresentar o meio de prova exigido consoante o tipo de investimento realizado; Apresentar declarações negativas de dívida actualizada emitida pela Autoridade Tributária e Aduaneira e pela Segurança Social (em Portugal); Apresentar seguro de saúde válido se não fizer descontos legais em Portugal; Provar o período exigido de permanência (7 dias no primeiro ano e 14 dias nos subsequentes períodos de dois anos, contados de forma seguida ou interpolada); Apresentar passaporte válido, assim como bilhetes de avião ou comprovativo de alojamento; Apresentar a declaração, sob compromisso de honra, pela qual o requerente atesta que cumprirá os requisitos quantitativos e temporais mínimos da actividade de investimento em território nacional. Consoante o tipo de investimento realizado deve apresentar: Para a transferência de capitais no montante igual ou superior a 1 milhão de euros: - Declaração de uma instituição financeira autorizada ao exercício da sua actividade em território nacional atestando a existência de um saldo médio trimestral igual ou superior a 1 milhão de euros; ou - Certidão actualizada do registo comercial que ateste a detenção de participação social em sociedade; ou - No caso de sociedades cotadas na Bolsa de Valores, documento emitido pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários ou pela instituição financeira autorizada ao exercício da sua actividade em território nacional a atestar a propriedade das acções; ou - No caso de sociedades não cotadas na Bolsa de Valores, declaração da administração ou gerência da sociedade e relatório de prestação de contas certificadas a atestar a propriedade e a integridade do requisito quantitativo mínimo. Para a criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho a apresentação: certidão actualizada da Segurança Social a atestar a manutenção dos 10 postos de trabalho. Para a aquisição de bens imóveis de valor igual ou superior a 500 mil euros, a apresentação de certidão actualizada da conservatória do registo predial com os registos, averbamentos e inscrições em vigor, demonstrando ter a propriedade de bens imóveis. Tendo sido celebrado contrato promessa, e não sendo ainda possível outorgar o contrato definitivo de aquisição do imóvel por facto não imputável ao comprador, é entendimento do SEF que a renovação deve ser concedida, não obstante a situação dever ser objecto de análise ponderada. i) Prazo para a Decisão do Pedido de Concessão e Renovação da ARI ou Visto Gold Se o pedido de concessão de ARI estiver completo, o SEF validará a candidatura num prazo máximo de 1 semana. j) Custos com a Concessão e Renovação de um Título de ARI/Visto Gold Caso o pedido de concessão de ARI seja deferido, o investidor deve pagar uma taxa de 5.147,80. Caso o pedido de renovação de ARI seja deferido, o investidor deve pagar uma taxa de 2.573,90. k) Obrigação de Permanência em Território Nacional Para a obtenção da ARI não é necessário que o requerente tenha 14 15

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20 PORTUGUÊS FRANÇAIS permanecido em Portugal durante determinado período de tempo. Bastará apenas que se apresente no SEF na data que vier a ser acordada para a recolha de determinados elementos pessoais (impressão digital, entre outros). Após a obtenção da autorização de residência, o respectivo titular terá as seguintes obrigações de permanência em território nacional: - Durante o 1º ano para o qual o visto foi emitido, permanecer em território português pelo menos 7 dias, seguidos ou interpolados; - Durante o período correspondente à 1ª renovação do visto (2 anos), terá de permanecer em território português durante, pelo menos, 14 dias, seguidos ou interpolados; - Durante o período correspondente à 2ª renovação do visto (2 anos), terá de permanecer em território português durante, pelo menos, 14 dias, seguidos ou interpolados. Estas condições são igualmente aplicadas às renovações seguintes; - Durante a vigência do visto de residência permanente, o seu titular não se poderá ausentar do país durante períodos superiores a: a. 24 meses seguidos; b. 30 meses interpolados em cada 3 anos. De referir ainda que o visto de residência permanente não é obrigatório, podendo ser mantidas as condições das renovações ordinárias da ARI/ Visto Gold. Quanto aos membros do agregado familiar agrupado, são exigidas exactamente as mesmas condições para cada um deles. Relativamente à prova desta permanência em território nacional, a mesma poderá ser feita através de diversos elementos (ex: bilhetes de avião, hotéis, despesas de alimentação, etc.). l) Familiares do Titular do ARI/ Visto Gold que podem beneficiar do regime de Reagrupamento Familiar e respectivos Custos São considerados membros da família convencional: - Cônjuge; - Filhos menores ou incapazes a cargo do casal ou de um dos cônjuges; - Menores adoptados pelo requerente quando não seja casado, pelo requerente ou pelo cônjuge, por efeito de decisão da autoridade competente do país de origem, desde que a Lei desse país reconheça aos adoptados os direitos e deveres idênticos aos da filiação natural e que a decisão seja reconhecida por Portugal; - Filhos maiores, a cargo do casal ou de um dos cônjuges, que sejam solteiros e se encontrem a estudar num estabelecimento de ensino em Portugal; - Ascendentes na linha recta e em 1º grau do residente ou do cônjuge, desde que se encontrem a seu cargo; - Irmãos menores desde que se encontrem sob a tutela do residente, de harmonia com decisão proferida pela autoridade competente no país de origem e desde que reconhecida por Portugal. São considerados os membros da família em união de facto: - Parceiro que mantenha, em território nacional ou fora dele, com o cidadão estrangeiro residente, uma união de facto, devidamente comprovada nos termos da lei; - Filhos solteiros menores ou incapazes, incluindo os filhos adoptados do parceiro de facto, desde que estes lhe estejam legalmente confiados. O reagrupamento familiar deverá 18 19

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