VISTOS GOLD NOVAS MODALIDADES ENTRAM. Novas modalidades: EM FUNCIONAMENTO

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1 VISTOS GOLD NOVAS MODALIDADES ENTRAM EM FUNCIONAMENTO Podem ser atribuídas Autorizações de Residência para Investimento a cidadãos de Estados terceiros i.e., que não pertençam ao Espaço Schengen, que exerçam a título pessoal ou através de uma sociedade, quando previsto na lei, com sede em Portugal ou noutro Estado-Membro e com estabelecimento estável em Portugal, por um período mínimo de 5 anos, que desenvolvam pelo menos uma das seguintes actividades de investimento: i) Transferência de ii) Criação de postos de trabalho* iii) Aquisição de bens imóveis* Valor igual ou superior a 1 milhão de euros Pelo menos, 10 postos de trabalho* Valor igual ou superior a 500 mil euros* Novas modalidades: iv) Aquisição de bens imóveis*: Cuja construção tenha sido concluída há, pelo menos, 30 anos ou localizados em área de reabilitação urbana e realização de obras de reabilitação dos bens imóveis adquiridos. v) Transferência de *: Que seja aplicado em actividades de investigação desenvolvidas por instituições públicas ou privadas de investigação científica, integradas no sistema científico e tecnológico nacional. vi) Transferência de *: Que seja aplicado em investimento de apoio à produção artística, recuperação ou manutenção do património cultural nacional, através de serviços da administração directa central e periférica, institutos públicos, entidades que integrem o sector público empresarial, fundações públicas, fundações privadas com estatuto de utilidade pública, entidades intermunicipais, entidades que integram o sector local, entidades associativas municipais e associações públicas culturais, que prossigam atribuições na área da produção artística, recuperação ou manutenção do património cultura nacional. vii) Transferência de : Destinados a aquisição de unidades de participação em fundos de investimento ou capital de riscos vocacionados para a capitalização de pequenas e médias empresas que, para esse efeito, apresentem o respectivo plano de capitalização e o mesmo se demonstre viável. Valor global igual ou superior a 350 mil euros* Valor igual ou superior a 350 mil euros* Valor igual ou superior a 250 mil euros* Valor igual ou superior a 500 mil euros

2 * O montante ou requisito quantitativo mínimo das actividades de investimento previstas nas alíneas ii) a vi) podem ser inferiores em 20%, quando as actividades sejam efectuadas em território de baixa densidade. Consideram-se territórios de baixa densidade os de nível III na Numenclatura de Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS III) com menos de 100 habitantes por Km 2 ou um produto interno bruto (PIB) per capita inferior a 75% da média nacional. O interessado pode fazer-se representar por procurador com poderes especiais para o efeito. É necessária a presença física do interessado, pelo menos, uma vez em Portugal durante o processo, exigência que se prende com a recolha de dados biométricos (tais como, impressões digitais e fotografia oficial). Etapas: Submissão do pedido Decisão Emissão do título Renovação Reagrupamento familiar Deverá incluir o formulário oficial, todos os documentos relevantes e a prova do pagamento da taxa administrativa. Decisão para emissão do visto gold, no prazo de 90 dias. Deve ser emitido pela Casa da Moeda Portuguesa, sendo entregue no prazo de cinco dias após a validação pelos serviços A autorização de residência é válida inicialmente por um ano e renovável por períodos seguintes de dois anos, até um limite de cinco anos. Acresce a necessidade de fazer prova do cumprimento dos prazos de permanência, mediante apresentação de passaporte válido. Para efeitos de renovação de autorização de residência, devem ser cumpridos os seguintes pazos mínimos de permanência: - 7 dias, seguidos ou interpolados, no 1.º ano; - 14 dias, seguidos ou interpolados, nos subsequentes períodos de 2 anos. Decisão da renovação no prazo de 60 dias. Os titulares de Autorização de Residência para Actividade de Investimento podem solicitar Reagrupamento Familiar. Taxa inicial de 514,80 Taxa final de 5.147,80 Taxas de renovação de 2.573,90 Taxas pelo reagrupamento familiar de 5.147,80

3 Requisitos para submissão do pedido: Requisitos Gerais i) Transferência de Capitais 1 milhão de euros Os requisitos mínimos podem ser realizados individualmente ou através de uma sociedade unipessoal por quotas com sede em Portugal ou num Estado da EU, e com estabelecimento estável em Portugal. Os requisitos quantitativos mínimos devem estar preenchidos no momento da apresentação do pedido de autorização de residência. Prova da situação tributária e contributiva regularizada, mediante a apresentação, pelo requerente, de declaração negativa de dívida actualizada emitida pela AT e pela Segurança Social ou, na sua impossibilidade, declaração de não existência de registo junto destas entidades. O requerente deve apresentar, sob compromisso de honra, atestando o cumprimento do requisito quantitativo e temporal mínimos da actividade de investimento em território nacional. Os meios de prova e a declaração são apresentados no momento do pedido de concessão de autorização de residência, a realizar presencialmente na direcção regional do SEF competente em função do território em que a actividade de investimento é exercida. Demonstração do investimento no valor mínimo exigido, devendo apresentar: - Declaração de instituição financeira de crédito autorizada ou registada em território nacional junto do Banco de Portugal, atestanto a titularidade, livre de ónus e encargos, de contas de depósitos com saldo igual ou superior a 1 milhão de euros, resultante de uma transferência internacional, ou de quota-parte no mesmo montante quando estejam em causa contas colectivas; - No caso de aquisição de instrumentos de dívida pública do Estado Português, nomeadamente obrigações do tesouro, certificados de aforro ou certificados do tesouro, certificado comprovativo atestando a titularidade, livre de ónus e encargos, emitidos pela IGCP, E.P.E.*; - No caso de aquisição de valores mobiliários escriturais, certificado da sua titularidade, livre de ónus e encargos, emitido pela respectiva entidade registadora, nos termos do CVM*; - No caso de aquisição de valores mobiliários titulados ao portador depositados junto de depositário, nos termos do CVM, certificado, comprovativo da sua titularidade, livre de ónus e encargos, emitido pelo depositário*; - No caso de aquisição de valores mobiliários titulados nominativos não integrados em sistema centralizado, certificado comprovativo da sua titularidade, livre de ónus e encargos, emitido pelo respectivo emitente*; - No caso de aquisição de valores mobiliários titulados integrados em sistema centralizado, certificado comprovativo da sua titularidade, livre de ónus e encargos, emitido pelo intermediário financeiro junto do qual se encontra aberta a respectiva conta integrada em sistema centralizado*;

4 - No caso de aquisição de participação social não abrangida nos pontos anteriores, certidão de registo comercial actualizada, que ateste a detenção da participação, e contrato por meio do qual se realizou a respectiva aquisição, com indicação do valor de aquisição*; - Certidão do Registo Comercial actualizada, que demonstre ser o requerente o sócio da sociedade unipessoaç por quotas, no caso de o investimento ser realizado através de sociedade unipessoal por quotas. ii) Criação de postos de trabalho 10 postos de trabalho iii) Aquisição de bens imóveis 500 mil euros * Apresentação de declaração de instituição de crédito autorizada ou registada em território nacional junto do Banco de Portugal, atestando a transferência internacional de para a realização do investimento. Criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho; Inscrição dos trabalhadores na Segurança Social; - Apresentar certidão actualizada da segurança social e contratos individuais de trabalho celebrados com os trabalhadores. Demonstração da propriedade de bens imóveis, podendo: - Na impossibilidade temporária de aquisição da propriedade do bem imóvel, celebrar contrato de promessa de compra e venda com pagamento de sinal de valor igual ou superior ao exigido, devendo o respectivo título de aquisição definitiva do imóvel ser apresentado antes do pedido de renovação; - Adquirir imóveis em regime de compropriedade, desde que cada um do comproprietário invista um valor igual ou superior a ao exigido; - Adquirir imóveis através de sociedade unipessoal por quotas de que seja o sócio; - Onerar imóveis: a partir de um valor superior ao exigido (500 mil euros). - Dar de arrendamento imóveis ou explorá-los para fins comerciais, agrícolas ou turísticos. Consideram-se preenchidos os requisitos sempre que demonstre ter efectuado investimento no montante igual ou superior ao exigido, podendo realizar o investimento individualmente ou através de sociedade unipessoal por quotas de que seja o sócio. O requerente deve apresentar: - Título aquisitivo ou de promessa de compra e venda dos imóveis; transferência internacional de para a aquisição dos bens imóveis ou para o pagamento, a título de sinal no contrato-promessa de compra e venda, de valor igual ou superior a 500 mil euros; - Certidão actualizada da conservatória do registo predial com os registos, averbamentos e inscrições em vigor, demonstrando ter a propriedade de bens imóveis, livres de ónus ou encargos ou certidão do registo predial da qual conste o registo provisório da aquisição válido do contrato-promessa de compra e venda, sempre que legalmente viável, com sinal igual ou superior a 500 mil euros; - Caderneta predial do imóvel, sempre que legalmente possível;

5 - Certidão do registo predial actualizado, que demonstre ser o requerente o sócio da sociedade unipessoal por quotas proprietária ou promitente-compradora dos bens imóveis, no caso de o investimento ser realizado através da sociedade unipessoal por quotas. Novas modalidades: iv) Aquisição de bens imóveis 350 mil euros Demonstração da propriedade de bens imóveis com a finalidade de proceder à reabilitação urbana dos mesmos, podendo: - Adquirir os imóveis em regime de compropriedade, desde que cada comproprietário invista valor igual ou superior a 350 mil euros; - Adquirir imóveis através de sociedade unipessoal por quotas de que seja o sócio; - Onerar imóveis, na parte que exceder o montante de 350 mil euros; - Dar de arrendamento os imóveis ou explorá-los para fins comerciais, agrícolas ou turísticos. Consideram-se preenchidos os requisitos sempre que demonstre ter efectuado investimento no montante igual ou superior ao exigido, podendo realizar o investimento individualmente ou através de sociedade unipessoal por quotas de que seja o sócio. O requerente deve apresentar: transferência internacional de para a aquisição dos bens imóveis e realização de obras de reabilitação urbana, no montante igual ou superior a 350 mil euros, para conta de depósitos, livre de ónus e encargos, de que seja titular, ou de quota-parte do mesmo montante quando estejam em causa contas colectivas*; - Título aquisitivo do bem imóvel*; - Certidão actualizada da conservatória do registo predial com os registos, averbamentos e inscrições em vigor, demonstrando ter a propriedade de bens imóveis, livres de ónus e encargos*; - Caderneta predial do imóvel*; - Comprovativo de apresentação de pedido de informação prévia ou comunicação prévia ou do pedido de licenciamento, para a realização da operação urbanística de reabilitação e, quando aplicável, declaração da entidade gestora da operação de reabilitação urbana competente, que ateste que o imóvel se situa em área de reabilitação urbana*; - Contrato de empreitada para a realização de obras de reabilitação nos imóveis objecto de aquisição, celebrado com pessoas jurídica que se encontre devidamente habilitada pelo Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.*; devendo ainda apresentar recibo de quitação do preço do contrato de empreitada ou, em caso de

6 impossibilidade por motivo não imputável ao requerente, depositar em conta de depósitos, livre de ónus e encargos, de que seja titular, o preço do contrato de empreitada, em instituição de crédito autorizada ou registada em território nacional junto do Banco de Portugal, devendo para tal apresentar declaração da referida instituição de crédito, atestando a transferência efectiva do montante igual ou superior ao preço do contrato de empreitada; - Certidão do registo comercial actualizada que demonstre ser o requerente o sócio da socidade unipessoal por quotas proprietária dos bens imóveis, no caso de o investimento ser realizado através de sociedade unipessoal por quotas*; * No caso de apresentação da documentação referida, deve, o diferencial entre o preço de aquisição do bem imóvel e o valor mínimo de investimento exigido, ser depositado em instituição de crédito autorizada ou registada em território nacional junto do Banco de Portugal para conta de depósitos, livre de ónus e encargos, de que seja titular. v) Transferência de 350 mil euros vi) Transferência de 250 mil euros Consideram-se preenchidos os requisitos sempre que se demonstre ter efectuado investimento no montante igual ou superior ao exigido, podendo realizar investimento ou apoio individualmente ou através de sociedade unipessoal por quotas de que seja o sócio. O requerente deve apresentar: transferência efectiva de, no montante igual ou superior a 350 mil euros, para conta bancária de que seja titular; - Declaração emitida por instituição pública ou privada de investigação científica integrada no sistema científico e tecnológico nacional, atestando a transferência efectiva daquele capital; o montante ser aplicado em actividades de investigação, através de sociedade unipessoal por quotas. Consideram-se preenchidos os requisitos sempre que se demonstre ter efectuado investimento no montante igual ou superior ao exigido, podendo realizar investimento ou apoio individualmente ou através de sociedade unipessoal por quotas de que seja o sócio. O requerente deve apresentar: transferência internacional de, no montante igual ou superior a 250 mil euros, para conta bancária de que seja titular; - Declaração emitida pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, ouvido o serviço da área da cultura com

7 vii) Transferência de 500 mil euros atribuições sobre o sector, atestando a transferência efectiva daquele capital; investimento ou apoio à produção artística, recuperação ou manutenção do património cultural nacional, através de sociedade unipessoal por quotas. Consideram-se preenchidos os requisitos sempre que se demonstre ter efectuado investimento no montante igual ou superior ao exigido, podendo realizar investimento ou apoio individualmente ou através de sociedade unipessoal por quotas de que seja o sócio. O requerente deve apresentar: - Certificado comprovativo da titularidade das unidades de participação, livre de ónus e encargos, emitido pela entidade à qual caiba a responsabilidade de manter um registo actualizado dos titulares de unidades de participação, nos termos da lei, do respectivo regulamento de gestão ou instrumento contratual; - Declaração emitida pela sociedade gestora do respectivo fundo de investimento, atestando a viabilidade do plano de capitalização; - Certidão de registo comercial actualizada, que demonstre ser o o investimento ser realizado através de sociedade unipessoal por quotas; transferência efectiva de, no montante igual ou superior a 500 mil euros, para conta bancária de que seja titular, para a realização do investimento. Meios de prova para renovação: i) Transferência de Capitais 1 milhão de euros titularidade, livre de ónus e encargos, de contas de depósito com saldo trimestral médio igual ou superior a 1 milhão de euros, ou de quota-parte no mesmo montante durante tal período quando estejam em causa contas colectivas; - No caso de aquisição de instrumentos de dívida pública do Estado Português, declaração da IGCP,E.P.E., atestando a titularidade, livre de ónus e encargos, de instrumentos de dívida de saldo trimestral médio igual ou superior a 1 milhão de euros; - No caso de aquisição de valores mobiliários escriturais, certificado comprovativo da sua titularidade, livre de ónus e encargos, emitido pela respectiva entidade registadora, nos termos do CVM;

8 ii) Criação de postos de trabalho 10 postos de trabalho iii) Aquisição de bens imóveis 500 mil euros - No caso de aquisição de valores mobiliários titulados ao portador depositados junto de depositário nos termos do CVM, certificado comprovativo da sua titularidade, livre de ónus e encargos emitido pelo depositário; - No caso de aquisição de valores mobiliários titulados nominativos não integrados em sistema centralizado, certificado comprovativo da sua titularidade, livre de ónus e encargos, emitido pelo respectivo emitente; - No caso de aquisição de valores mobiliários titulados integrados em sistema centralizado, certificado comprovativo da sua titularidade, livre de ónus e encargos, emitido pelo intermediário financeiro junto do qual se encontra aberta a respectiva conta integrada em sistema centralizado; - No caso de aquisição de participação social não abrangida nos pontos anteriores, certidão de registo comercial actualizada, que ateste a detenção da participação e contrato por meio do qual se realizou a respectiva aquisição, com indicação do valor de aquisição; o investimento ser realizado através de sociedade unipessoal por quotas; - No caso de aplicação de montantes não previstos na declaração emitida pela instituição de crédito autorizada ou registada em território nacional junto do Banco de Portugal, que atesta a transferência internacional de para a realização de investimento, deve ser emitida, por instituição com os mesmos requisitos, declaração atestando a transferência efectiva de para a realização do investimento. - Certidão actualizada da segurança social a atestar a manutenção do número mínimo de postos de trabalho agido. - Título aquisitivo da propriedade de bens imóveis e certidão actualizada da conservatória do registo predial com os registos, averbamentos e inscrições em vigor, demonstrando ter a propriedade de bens imóveis; - Contrato-promessa de compra e venda e, sempre que legalmente admissível, certidão do registo predial da qual conste o registo provisório da aquisição válido do contrato-promessa de compra e venda, com sinal igual ou superior a 500 mil euros; - Caderneta predial do imóvel actualizada, sempre que legalmente possível; - Certidão do registo comercial actualizada que demonstre ser o requerente o sócio da sociedade unipessoal por quotas proprietária ou promitente-compradora dos bens imóveis, no caso de o investimento ser realizado através de sociedade unipessoal por quotas.

9 O requerente deve, até ao momento do segundo pedido de renovação de autorização de residência para investimento, apresentar o título definitivo de aquisição da propriedade dos bens imóveis. Novas modalidades: iv) Aquisição de bens imóveis 350 mil euros - Título aquisitivo da propriedade de bens imóveis e certidão actualizada da conservatória do registo predial com os registos, averbamentos e inscrições em vigor, demonstrando ter a propriedade dos bens imóveis; - No caso de obra sujeita a licenciamento para a requalificação de obras de reconstrução ou alteração de edifício que constituam obras de reabilitação urbana, alvará, quando aplicável, contrato de empreitada celebrado para a realização das obras de reabilitação do imóvel e, quando aplicável, declaração da entidade gestora da operação de reabilitação urbana competente, que ateste que a operação de reabilitação urbana se encontra em execução ou integralmente executada; - No caso de obra sujeita a comunicação prévia, declaração da entidade gestora da operação de reabilitação urbana competente, que ateste que a operação de reabilitação urbana se encontra em execução ou integralmente executada e contrato de empreitada celebrado para a realização das obras de reabilitação do imóvel; - Recibo de quitação do preço do contrato de empreitada, sempre que possível; - No caso de impossibilidade de pagamento integral do preço do contrato de empreitada por motivo não imputável ao requerente, deve o requerente apresentar declaração de instituição de crédito autorizada ou registada junto do Banco de Portugal, atestando a titularidade de contas de depósito com saldo trimestral médio igual ou superior ao preço do contrato de empreitada, ou de quota-parte no mesmo montante durante tal período, quando estejam em causa contas colectivas; - No caso de o requerente ter efectuado pagamento parcial do preço do contrato de empreitada, deve apresentar o respectivo recibo de quitação parcial, bem como declaração de instituição de crédito autorizada ou registada em território nacional junto do Banco de Portugal, atestando a titularidade de contas de depósitos com saldo trimestral médio igual ou superior ao montante correspondente ao remanescente do preço do contrato de empreitada, ou de quota-parte no mesmo montante durante tal período, quando estejam em causa contas colectivas;

10 v) Transferência de 350 mil euros vi) Transferência de 250 mil euros vii) Transferência de 500 mil euros - Certidão do registo comercial actualizada que demonstre ser o requerente o sócio da sociedade unipessoal por quotas proprietária dos bens imóveis, no caso de o investimento ser realizado através de sociedade unipessoal por quotas. - Declaração emitida por instituição pública ou privada de investigação científica integrada no sistema científico e tecnológico nacional, atestando que não se verificam alterações supervenientes, imputáveis ao requerente, que tenham comprometido o apoio concedido; o montante ser aplicado em actividades de investigação, através de sociedade unipessoal por quotas. - Declaração emitida pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, ouvido o serviço da área da cultura com atribuições sobre o sector, atestando que não se verificam alterações supervenientes, imputáveis ao requerente, que tenham comprometido o investimento ou apoio realizado; requerente o sócio da sociedade da sociedade unipessoal por quotas, no caso de investimento ou apoio à produção artística, recuperação ou manutenção do património cultural nacional, através de sociedade unipessoal por quotas. - Certificado comprovativo da titularidade das unidades de participação, livre de ónus e encargos, emitido pela entidade à qual caiba a responsabilidade de manter um registo actualizado dos titulares de unidades de participação, nos termos da lei, do respectivo regulamento de gestão ou de instrumento contratual; o investimento ser realizado através de sociedade unipessoal por quotas. T F A informação disponibilizada na presente publicação não dispensa a consulta da legislação aplicável, sendo de carácter genérico e não dispensando aconselhamento jurídico especializado.

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