MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA

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1 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA ESPECIFICAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO PARA CONSTRUÇÃO DO EDIFÍCIO ANEXO E REFORMA DO EDIFÍCIO SEDE DA PR/PA ANEXO I PROGRAMA DE NECESSIDADES A presente especificação tem por objetivo fornecer subsídios para a contratação de Projeto Executivo para construção do edifício anexo e reforma do edifício sede da Procuradoria da República no Estado do Pará PR/PA. Tal projeto deve contemplar: a) Reforma geral do edifício existente, contemplando: 1) projeto de arquitetura incluindo elementos de arquitetura existentes, que serão demolidos e que serão construídos, 2) projeto de adequação estrutural para instalação de elevador e passarela de ligação (demolições e reforços estruturais necessários), 3) projetos de instalações prediais, compatibilizando as soluções com as do edifício anexo que será construído (elétricas, hidrossanitárias, rede estruturada, transporte vertical-elevador, climatização, etc) incluindo as instalações que serão aproveitadas, as que serão retiradas e as que serão totalmente construídas. b) Construção de um novo edifício, anexo ao edifício existente, que passará a abrigar os gabinetes de procuradores e outros serviços, conforme descrito no programa geral de ambientes, que deverá ser ligado por meio de passarelas ao edifício existente, contemplando projeto de todas as especialidades; c) Adequações urbanísticas em toda a área do terreno. O projeto para o edifício anexo deve ser feito de modo a preservar a identidade do edifício existente, formando com ele um conjunto harmonioso. O mesmo princípio de harmonia e unidade deve estar presente nas intervenções previstas para o edifício existente e em todo o tratamento urbanístico do terreno. O edifício novo e as reformas no existente devem ser pensados de modo a prever uma melhor adequação ao meio ambiente, com soluções que prevejam a otimização no uso de energia, com o aproveitamento da energia solar, captação de águas pluviais e demais tecnologias ambientalmente sustentáveis; lembrando sempre que os princípios de conforto térmico e economia devem ser priorizados. É importante ressaltar que todos os desenhos relativos à reforma do edifício existente deverão ser apresentados com a mesma tecnologia e qualidade do edifício anexo, e, obedecendo às mesmas etapas previstas para a apresentação dos desenhos. Tais critérios e etapas estão descritos a partir do Anexo II desta especificação. Página 1 de 55

2 De acordo com a estrutura funcional prevista para a Procuradoria da República no Estado do Pará, na elaboração de projetos executivos para construção do edifício anexo e reforma do edifício existente, deverão ser considerados a área construída estimada da edificação e os ambientes a serem implantados, conforme os parâmetros discriminados a seguir: ÁREA CONSTRUÍDA ESTIMADA A área do edifício-sede que será reformado é de 1.522,80m²; a área construída estimada para o edifício anexo à sede da Procuradoria da República no Estado do Pará, considerando todos os ambientes exceto aqueles destinados a estacionamento será limitada conforme a quantidade de gabinetes-tipo, em função do número de vagas existentes para membros do MPF na Unidade, considerando possível crescimento de sua estrutura, e será a seguinte: Área do terreno: 4.180,75m² Área do edifício existente: 1.522,80m² Área estimada para o edifício anexo: 6.000,00m² O projeto deverá prever, no total, 18 gabinetes, sendo 15 gabinetes para Procurador, 01 gabinete para Procurador Regional Eleitoral, 01 gabinete para Procurador Regional dos Direitos do Cidadão e 01 gabinete para o Procurador-Chefe. A idéia inicial é que o edifício anexo contenha 03 pavimentos além de térreo e subsolo, configuração que poderá sofrer alterações, conforme o desenvolvimento do projeto. ÁREA MÁXIMA PARA AMBIENTES Além do limite para a área total construída da edificação, as áreas dos ambientes que compõem os gabinetes dos Membros do MPF deverão observar os seguintes parâmetros: a) Gabinete-tipo Gabinete privativo (com sanitário individual): 30 a 35 m²; Assessoria: 25 a 30 m²; Secretaria/Recepção: 20 a 25 m²; Área total máxima do conjunto: 80 m² Obs.: Para Gabinete de Procurador Eleitoral e Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, adotar mesmos parâmetros de Gabinete-tipo b) Gabinete de Procurador-Chefe Gabinete privativo (com sanitário individual): 35 a 45 m²; Sala do Chefe de Gabinete:15 a 20m² Assessoria: 30 a 45 m²; Secretaria/Recepção: 20 a 25 m²; Área total máxima do conjunto: 130m² DISCRIMINAÇÃO DE AMBIENTES 1.LOTAÇÃO PREVISTA PARA OS PRÉDIOS Lotação Prevista Membros 15 Servidores 92 Página 2 de 55

3 Estagiários 24 Prestadores de Serviço 25 2.ESTACIONAMENTOS: 15 vagas privativas para Procuradores 15 vagas privativas para carros oficiais Observações: Deve haver previsão de vagas para Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais, tanto para visitantes, como para servidores, em quantidade e dimensões conforme a Norma 9050/2004, Código de Obras local e demais legislações pertinentes; Prever vagas separadas para servidores e visitantes, no número máximo que for possível, respeitando-se as normas locais; As vagas privativas para procuradores e carros oficiais devem ser cobertas, preferencialmente no subsolo. 3.ÁREAS EXTERNAS (destinadas a atender os dois edifícios): Estacionamento para público externo; Estacionamento de caminhões (carga e descarga); Estacionamento para motos; Guarita de segurança (a ser projetada para atender 02 guardas de segurança, que farão o controle de entrada e saída de pedestres e veículos, com visibilidade 360º, ou seja, de toda a área do prédio da PR/PA e vizinhanças). Além de permitir a locação de um servidor da Procuradoria para atendimento no sistema Drive-Thru). A guarita deverá conter sanitáriovestiário e sala para troca de armas, com aproximadamente 4 m²); Rampas de acesso ao subsolo (entrada e saída de veículos) Mastros para bandeira com iluminação, em número de três; Cercamento do lote e portões de acesso; Iluminação; Paisagismo; Urbanização do lote (locação de vagas, fluxo de veículos,calçadas, jardins etc.); Lixeira; Central de GLP; Servidão de Passagem: considerando que há uma residência particular com direito de passagem pela área desta PR/PA, propõe-se um acesso independente para esse imóvel, um corredor de acesso até a via pública, sendo que esse acesso não será privativo, a PR/PA também poderá utilizá-lo de forma estratégica, a partir de um portão lateral, todavia, os proprietários da residência não poderão utilizar esse portão para acesso ao estacionamento da PR/PA; Outras áreas técnicas pertinentes. 4.SALAS/AMBIENTES Observação: A estação de trabalho será composta de: 01 Mesa média em L (140x140cm); 01 armário baixo (60x60cm); 01 gaveteiro volante; 01 Cadeira espaldar baixo; 01 Computador; 01Telefone; Página 3 de 55

4 Poderão ser usadas, em algumas estações de trabalho das chefias, mesa em L de 180x140cm, e para Procuradores mesa em L de 200x140cm, a critério da PR/PA. 4.1.EDIFÍCIO ANEXO (a ser construído) I. SUBSOLO: Constituem os espaços destinados para estacionamento, apoio técnico e administrativo. Hall dos elevadores; Garagem para veículos oficiais, dos procuradores e servidores. Vagas de garagem sob o estacionamento térreo (área não edificada) e sob o prédio anexo circulação; Sanitários masculino e feminino, observada a adequação para portadores de necessidades especiais; Sala de Transportes (02 estações de trabalho, mesa para 06 pessoas, sofá de 03 lugares e armários tipo vestiário) Sala de Prestadores de Serviços (02 estações de trabalho, sofá de 03 lugares e armário); Vestiários masculino e feminino com banheiros, observada a adequação para portadores de necessidades especiais; Sala de Supervisão Predial (central de circuito fechado de TV, central de som ambiente), Caixa d água subterrânea; Depósitos; Rampas de acesso (entrada e saída) ao subsolo; Sala para troca de armas, diretamente ligada à guarita. II. TÉRREO Constituem os espaços que têm sua utilização, ou de seus ocupantes, ligadas aos demais setores do órgão. AMBIENTES: Recepção e Espera; Central de Atendimento ao cidadão (Atermação) c/ boxe de atendimento e salão de espera, além de 03 salas reservadas para tomada de depoimentos, com capacidade para 05 pessoas; Hall dos elevadores; Biblioteca (equipada com armários deslizantes e cabines reservadas) Sala de processamento técnico de apoio à Biblioteca (para recebimento de compras de livros, processamento técnico, catalogação e outras atividades assemelhadas) ; Arquivo geral; Sala de reprografia; Depósito de material de limpeza; Copa; Banheiros coletivos, masculino e feminino, com adequação para portadores de necessidades especiais; Sala para racks (cabeamento estruturado); Sala de telefonia; Sala de máquinas para ar condicionado do pavimento; Sala de Imprensa; Guarita de segurança, com sanitário-vestiário e sala de troca de armas. Esta última, obrigatoriamente no subsolo. AUDITÓRIO: Sala Vip; Sala de Som; Sala de projeção; Sala de tradução simultânea; Foyer; Auditório (capacidade mínima 120 lugares); Página 4 de 55

5 Camarim masculino; Camarim feminino; Copa; Circulação; III. 1º, 2 e 3º PAVIMENTOS Áreas ocupadas pelos gabinetes dos Procuradores e seus assessores, técnicos e estagiários, no total de 18 (dezoito) gabinetes, sendo: 15 (quinze) Gabinetes-tipo 01 (um) Gabinete do Procurador Regional dos Direitos do Cidadão 01 (um) Gabinete do Procurador Regional Eleitoral 01 (um) Gabinete do Procurador-Chefe 1) 1º e 2º pavimentos com 06 (seis) gabinetes-tipo cada; 2) 3º pavimento com 05 (cinco) gabinetes-tipo + gabinete Procurador-Chefe; AMBIENTES : Recepção e Espera; Banheiros coletivos, masculino e feminino, com adequação para portadores de necessidades especiais; Gabinetes-tipo (inclusive do Procurador Regional dos Direitos do Cidadão e Eleitoral): Gabinete (com banheiro) Assessoria (capacidade 05 pessoas) Secretaria (01 pessoa + recepção) Gabinete do Procurador-Chefe (com banheiro) Assessoria Jurídica (03 pessoas) Assessoria de Comunicação (03 pessoas) Secretaria (01 pessoa) Recepção (01 pessoa) Sala chefe de Gabinete (01 pessoa) Sala segura (cofre)/unidade de Segurança Institucional, c/ aproximadamente 14 m², revestida por paredes e porta especial; Sala de reuniões, com capacidade para 20 (vinte) pessoas, em cada pavimento; Copa em cada pavimento; Sala de máquinas do ar-condicionado, em cada pavimento; Sala de racks (cabeamento estruturado), em cada pavimento. Obs: o acesso dos procuradores aos seus gabinetes deve ser projetado de forma que se preserve a privacidade dos mesmos, ou seja, deverá ser prevista entrada privativa diretamente à sala do Procurador, além da coletiva pela sala da Secretária/Recepção, prevendo, caso possível acesso direto entre o gabinete e a sua assessoria. IV. OUTROS AMBIENTES A SEREM CONTEMPLADOS PELO PROJETO: Escada(s); Escada(s) de emergência; Casa de máquinas dos elevadores; Circulações; Reservatórios de água; Barriletes hidráulicos; Poços (shafts) para passagens de instalações; Subestação de energia elétrica; Quadros gerais de energia elétrica; Central de detecção e alarme de incêndio; Central de bombas de Recalque; Central de ar-condicionado; Central de telefonia; Página 5 de 55

6 Sala de medidores; Geradores; Sala de No-Break / depósito de baterias; Central de gás inerte; Observações: - As áreas técnicas devem ser dimensionadas e locadas em conjunto com os projetistas de cada especialidade. Apesar de não haver entrega formal de projetos complementares, recomenda-se uma consulta a cada um dos projetistas ainda na etapa de Estudo Preliminar; - Antes de se iniciar o processo de elaboração do Projeto Arquitetônico, deve ser feita uma visita à PR-PA para que seja feita a consolidação do programa de necessidades; trabalho que deve ser desenvolvido em conjunto entre o projetista vencedor da licitação e a PR-PA. 4.2.EDIFÍCIO EXISTENTE (a ser reformado) Permanecer com os serviços administrativos e jurídicos auxiliares; Transferir para o edifício anexo os gabinetes dos procuradores e a biblioteca; Revitalização do auditório com adequação para portador de necessidades especiais; Adaptação de acessos para portadores de necessidades especiais (servidores e usuários ); Interligação ao prédio anexo, através de passarela coberta, fechada e climatizada, de modo a permitir a circulação e integração entre os 02 edifícios, ao nível do 1 pavimento, além de interligação com o prédio sede da Justiça Federal; Construção de elevador para permitir a correção de fluxo de funcionários e usuários entre os dois prédios e melhorar a acessibilidade na edificação. I. ANDAR TÉRREO Modificação Planta Baixa 1.SALA COORDENADORIA DE ADMINISTRAÇÃO 01 Coordenador 01 Analista Administrativo 02 poltronas 02 cadeiras interlocutor 02 mesas 01 gaveteiro 01 mesa de reunião, redonda, 1,20 m (03 cadeiras interlocutoras) 01 armário alto (2 portas) 01 balcão baixo (2 portas) 01 aparelho de fax 01 impressora 02 computadores 2.SALA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO 01 Presidente 02 Membros 03 Poltronas 03 mesas 01 gaveteiro 03 cadeiras interlocutor 02 armários altos (2portas cada) 01 balcão baixo (2 portas) 01 aparelho de fax 01 impressora 03 computadores 3.SALA NÚCLEO DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Página 6 de 55

7 01 Chefe de Núcleo 03 Técnicos Administrativos 04 Mesas 01 gaveteiro 04 poltronas 04 cadeiras interlocutor 01 balcão baixo (2 portas) 04 armários altos (2 portas cada) 04 computadores 01 impressora 01 aparelho de fax 4.SALA NÚCLEO DE RECURSOS HUMANOS E GERÊNCIA DO PLAN-ASSISTE 01 Chefe do Núcleo de Recursos Humanos 01 Gerente do Plan-Assiste 03 Técnicos Administrativos 05 Mesas 02 gaveteiros 05 Poltronas 05 cadeiras interlocutor 04 armários altos (2 portas cada) 02 balcões baixos (com duas portas cada) 05 computadores 01 impressora 01 aparelho de fax 5.SALA NÚCLEO DE CONTROLE E ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO APOIO 05 Técnicos Administrativos 04 mesas 01 mesa (semi-círculo) 01 mesa de reunião (redonda, p/ 4 lugares) 04 cadeiras 05 poltronas 04 cadeiras interlocutor 05 armários altos (2 portas cada) 01 balcão baixo (2 portas) 05 computadores 01 impressora 01 aparelho de fax CHEFIA 01 Chefe do Núcleo 01 Técnico Administrativo 01 mesa 01 gaveteiro 01 Balcão de atendimento (c/ 2 níveis, adaptado para computador) 02 armários altos (c/ 2 portas cada) 01 conjunto fixo c/ 03 cadeiras 02 poltronas 02 cadeira interlocutor parede divisória c/ vidro e 01 porta 02 computadores 01 impressora 6.SALA REPROGRAFIA 01 pessoa 01 mesa 01 gaveteiros 01 computadores 01 impressora Página 7 de 55

8 7.SALA SEÇÃO DE COMUNICAÇÕES ADMINISTRATIVAS 01 Chefe 02 Técnicos 03 mesas 02 armários ALTOS 01 balcão baixo 03 poltronas 02 cadeiras interlocutor 03 computadores 01 impressoras 01 aparelho de fax 8.ALMOXARIFADO 20 Estantes de ferro com prateleiras 05 Armários altos (2 portas cada) 01 mesa reta c/ gavetas 02 cadeiras 9.HALL PRINCIPAL 01 balcão de atendimento (c/ 2 níveis, para computador) 02 sofás II. 1º PAVIMENTO MODIFICAÇÕES PLANTA BAIXA Obs.: Neste pavimento propõem-se uma intervenção que consiste na eliminação de diversas paredes de dois gabinetes próximos ao gabinete do Procurador-Chefe, inclusive neste, para possibilitar a criação de um amplo ambiente, onde será instalada a Coordenadoria Jurídica. 1.SALA COORDENADORIA JURÍDICA 01 Coordenador 32 Técnicos 33 mesas 01 gaveteiro 33 poltronas 03 cadeiras interlocutor 12 armários altos Armário embutido 02 balcões baixos(c/ 2 portas) 33 computadores 04 impressoras 01 aparelho de fax 2.SALA DE ATENDIMENTO JURÍDICO 02 Técnicos 02 Mesas 01 Mesa de reunião 02 poltronas 01 mesa de reunião (redonda) 01 balcão baixo (c/ 2 portas) 03 cadeiras interlocutoras 02 computadores 01 impressora 01 aparelho de fax 3.SALA DE COMPUTADORES (servidores) 02 Mesas 02 Mesas retas 04 poltronas 02 armários altos (c/ 2 portas cada) Página 8 de 55

9 4.SALA DE DOCUMENTAÇÃO, EQUIPAMENTOS E REUNIÕES. 02 pessoas 02 armários (c/ 2 portas cada) 02 mesas 02 poltronas 01 mesa de reunião p/ 8 pessoas 08 cadeiras 02 computadores 01 impressora 5.COORDENADORIA DE INFORMÁTICA 10 pessoas 10 mesas 10 poltronas 04 armários altos (c/ 2 portas cada) 02 balcões baixos (c/ 2 portas) 10 computadores 02 impressoras 01 aparelho de fax 6.UNIDADE DE SEGURANÇA ORGÂNICA RECEPÇÃO 01 pessoa 01 mesa 01 poltrona 01 gaveteiro 01 computador DIVISÃO 01 Chefe da Divisão 06 Técnicos 06 mesas 01 mesa reta 03 armários altos (c/ 2portas cada) 01 balcão (c/ 2 portas) 07 poltronas 01 mesa de reunião (redonda, p/ 03 pessoas) 03 cadeiras interlocutor 07 computadores 01 impressora 01 aparelho de fax 7.SALA DE TREINAMENTO Espaço para treinamento em informática 08 pessoas 08 mesas 08 poltronas 08 computadores Espaço para multieventos Vídeo-conferência Espaço para 12 mesas removíveis 01 Mesa de reunião para 12 pessoas 12 cadeiras 01 televisão (29 ) 01 data-show Página 9 de 55

10 02 aparelhos de dvd 01 home theater. Tela-branca para projeção 02 rack 8.NÚCLEO PERICIAL 04 pessoas 04 mesas (sendo 2 retas) 02 armários altos (c/ 2 portas) 02 balcões baixos (c/ 2 portas) 04 poltronas 04 computadores 01 impressora 01 aparelho de fax Observações: - O sistema central de informática (servidores e racks) permanecerá no atual prédio PR/PA; - A central de telefonia será projetado no prédio novo para o conjunto de prédios; - Deverá ser projetada uma única subestação de energia elétrica no prédio novo para o conjunto de prédios, prevendo a desativação da existente com aproveitamento daquele espaço; Página 10 de 55

11 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA ANEXO II ELEMENTOS DO PROJETO EXECUTIVO O projeto executivo de construção do edifício anexo e de reforma do edifício sede será composto de desenhos de cada disciplina, caderno de especificações e encargos, planilha de quantitativos e preços e cronograma físico-financeiro. DESENHOS E MEMORIAIS 1) Arquitetura: Memorial Descritivo; Planta de Situação, Planta de Locação, Planta de Cobertura, Plantas Baixas de todos os pavimentos, Fachadas e Cortes; Plantas de forros e pisos, com detalhamento; Detalhamentos; Ambientação / Interiores (Layout) de todos os ambientes; Luminotécnica; Programação Visual e Sinalização; Paisagismo; Tratamento Acústico, em caso de auditórios. 2) Estrutura Memorial Descritivo e de Cálculo; Plantas de Fundações; Plantas de Superestrutura; Plantas de Demolições estruturais. 3) Instalações: Memorial descritivo de instalações; Memoriais de cálculo: a) demanda de carga elétrica; b) dimensionamento de alimentadores elétricos e suas proteções; c) volume dos reservatórios de água (consumo e reservas técnicas); d) carga térmica dos ambientes (individualmente); e) tráfego para dimensionamento dos elevadores. Elétrica: a) rede de energia normal; b) rede de energia estabilizada; c) rede de emergência; d) rede autônoma; Aterramento e Proteção Contra Descargas Atmosféricas SPDA; Página 11 de 55

12 Rede Estruturada Dados e Voz. Elevadores; Supervisão Predial (Automação): a) supervisão elétrica (medição); b) hidrossanitárias; c) ar-condicionado; Detenção e alarme de incêndio; Circuito Fechado de Televisão CFTV; Controle de Acesso; Som/TV; Climatização: a) ar-condicionado; b) exaustão; c) ventilação. Hidrossanitárias: a) água fria; b) esgoto, águas servidas e águas pluviais; c) irrigação. Combate a Incêndio: a) rede de hidrantes e extintores; b) rede de sprinklers; c) sinalização de incêndio; Rede de Gás Liquefeito de Petróleo GLP; Consultório Odontológico (incluindo ar-comprimido, vácuo e oxigênio). 4) Impermeabilização: Memorial Descritivo; Plantas; Detalhes construtivos. CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES E ENCARGOS O Caderno de Especificações e Encargos tem a finalidade de definir o objeto da licitação (obra ou serviço), bem como estabelecer os requisitos, condições e diretrizes técnicas e administrativas para sua execução. Esta documentação deverá conter: 1) Informações técnicas necessárias à caracterização da edificação, dos componentes construtivos e dos materiais de construção; 2) Especificações detalhadas, definindo com clareza e precisão: a)as características dos materiais a serem utilizados, sendo que marcas ou modelos serão meramente referenciais e poderão ser substituídos por outros equivalentes, ou seja, com mesma função e desempenho técnico; b)procedimentos de execução; c)aspecto e desempenho final desejados; 3) Descrições pormenorizadas das estruturas, contendo: tipo de estrutura, técnicas de execução, especificações e controle tecnológico dos materiais; 4) Descrição pormenorizada de cada uma das instalações prediais, detalhando suas características técnicas, seus princípios de funcionamento, bem como todas as recomendações necessárias quanto às técnicas ideais de execução e aos padrões exigidos pelas concessionárias locais; PLANILHA DE QUANTITATIVOS E PREÇOS A planilha de quantitativos e preços será elaborada pela contratada com o objetivo de definir os custos das obras ou serviços, objeto dos projetos e especificações, oferecendo orçamento Página 12 de 55

13 detalhado de todos os materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica. Para a elaboração das planilhas é indispensável que a contratada esteja de posse de todos os elementos dos projetos em sua versão definitiva aprovada e demais documentos técnicos relativos aos serviços ou obras a serem executados. A contratada deverá considerar todos os encargos sociais e trabalhistas, conforme legislação em vigor, incidentes sobre o custo da mão-de-obra. A relação de itens e a numeração da planilha orçamentária deverão ser, preferencialmente, as mesmas utilizadas no Caderno de Especificações e Encargos. Deverão constar do cabeçalho a unidade contratante, obra, local e data. Na planilha sintética deverão constar as seguintes colunas: Item, discriminação, unidade, quantidade, custo unitário (mão-de-obra e material) e custo total. Na planilha analítica deverão constar as composições de todos os custos unitários, conforme modelo de referência adotado pela - PINI/TCPO. Deverá ser apresentada a composição do BDI e Encargos Sociais. CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO O Cronograma Físico-Financeiro é a representação gráfica do plano de execução da obra e dos desembolsos necessários. Deve contemplar todas as fases de execução desde a mobilização, passando pelas atividades previstas no projeto, até a desmobilização do canteiro. As planilhas e gráficos devem englobar o desenvolvimento físico e financeiro da obra, tendo por objetivo o seguinte: Fisicamente demonstrar a previsão da evolução física dos serviços na unidade de tempo, permitindo avaliações periódicas de acerto; Financeiramente converter a demonstração física em termos monetários, através do somatório dos quantitativos dos preços unitários em cada etapa do cronograma físico, que representará o desembolso mensal da Contratante. Página 13 de 55

14 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA ANEXO III ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO O projeto será elaborado pela contratada e submetido à análise da Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura CEA/SA/MPF, conforme as seguintes etapas: A 1 a Etapa consiste em apresentar o estudo preliminar de arquitetura para análise da Unidade contratante, abordando os seguintes aspectos: Concepção do partido arquitetônico, considerando as características do terreno, do entorno e da edificação existente; Concepção e tratamento da volumetria do edifício; Dimensionamento e caracterização dos pavimentos, contendo a definição de todos os ambientes; Layout de todos os ambientes, contendo a locação de todo o mobiliário e equipamentos previstos; Locação dos pontos de iluminação; Memorial Descritivo. A 2 a Etapa consiste em: Apresentar o anteprojeto de arquitetura, que corresponde a um desenvolvimento mais aprofundado do estudo preliminar, já apresentando a concepção do sistema estrutural, das instalações e da impermeabilização. Página 14 de 55

15 Apresentar a concepção estrutural, que deverá conter o memorial descritivo; as plantas de locação e as cargas, as plantas de formas, as de cortes e as de demolição estrutural. Apresentar o anteprojeto com a concepção de todas as instalações prediais, que deverão conter os memoriais descritivos e plantas, baixas e de cortes, apresentando: locação dos pontos (tomadas comuns, tomadas de rede estabilizada, pontos de luz especiais, comuns e de emergência, blocos autônomos, pontos de rede estruturada, hidrantes, bicos de sprinklers, sensores, câmeras, pontos de água e esgoto, difusores, dutos e todos os equipamentos de quaisquer sistemas), os encaminhamentos das infra-estruturas necessárias (leitos, eletrocalhas, perfilados, conduítes rígidos e flexíveis, tubulações hidrossanitárias e de incêndio, todas as prumadas, etc), e demais elementos de projeto; atentando para as interferências entre todos os projetos sem necessidade de apresentação de seus dimensionamentos. Apresentar o anteprojeto com a concepção de impermeabilização, que deverá conter memorial descritivo, elencando os sistemas a serem adotados, e plantas baixas, com a localização e identificação dos sistemas. Apresentar o anteprojeto de climatização, que deverá ser desenvolvido em 03 (três) etapas subseqüentes: estudo de viabilidade técnico-econômica; estudo preliminar; e anteprojeto com memorial descritivo; apresentadas para aprovação individualmente, conforme descrito nas diretrizes específicas para elaboração do projeto de climatização (Anexo IV). A 3 a Etapa consiste em apresentar os Projetos de Arquitetura, os de Estrutura, os de Instalações, os de Impermeabilização e os de Climatização, todos em nível executivo e, devidamente compatibilizados. Tais projetos devem obedecer às diretrizes específicas listadas no Anexo IV deste documento. Esta etapa corresponde à apresentação final dos desenhos. A 4 a Etapa consiste em apresentar, juntamente com os desenhos executivos, todos os elementos do projeto executivo (Caderno de Especificações e Encargos, Planilha de Quantitativos e Preços e Cronograma Físico-Financeiro). É importante ressaltar que cada etapa só será iniciada após a conclusão da etapa anterior de todas as disciplinas. Página 15 de 55

16 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA ANEXO IV DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO O projeto deverá considerar os seguintes aspectos: 1. A empresa contratada, responsável pela elaboração do projeto de arquitetura, também se responsabilizará pela coordenação e compatibilização dos projetos complementares (estrutura, instalações, impermeabilização e climatização). 2. O projeto executivo deverá apresentar as seguintes qualidades: economicidade através de soluções construtivas racionais; flexibilidade das instalações, estruturas e layout; funcionalidade e adequação do prédio, considerando a relação entre os ambientes, o layout dos móveis, a disposição e as instalações dos equipamentos; adequação ao meio-ambiente, de modo a otimizar o uso de energia; conforto ambiental; atendimento às exigências das concessionárias de redes de infra-estrutura locais, a fim de que haja compatibilização entre todos os sistemas existentes e previstos; pleno acesso à edificação e implantação de facilidades para atendimento a pessoas portadoras de necessidades especiais (usuários, servidores ou membros); especificação de materiais de longa durabilidade e que demandem pouca manutenção; primar pela simplicidade de soluções de infra-estrutura, reduzindo os custos de manutenção. O projeto deverá ser elaborado em conformidade com as diretrizes a seguir: PROJETO DE ARQUITETURA Deverão ser seguidas as diretrizes desta especificação, obedecendo também aos seguintes documentos, nos aspectos que forem atinentes ao objeto do serviço e vigentes na região de execução da edificação: Código de Edificações local; Normas de Uso do Solo e Gabarito locais; Normas Técnicas da ABNT; Portaria n o 2.296, de 23 de julho de 1997 Práticas da SEAP PROJETO; Normas do Corpo de Bombeiros; NBR 9050 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos ; Normas das concessionárias de redes e de infra-estruturas locais; Demais normas e/ou recomendações pertinentes. Página 16 de 55

17 1 a Etapa Estudo preliminar Nesta etapa deverão ser apresentados os seguintes documentos: 1. Memorial Descritivo e Justificativo descreve e justifica a solução arquitetônica proposta, relacionando-a ao programa de necessidades, às características do terreno e do seu entorno, às soluções de conforto ambiental, à legislação arquitetônica e urbanística pertinente e aos demais fatores determinantes na definição do partido adotado. Acompanha quadro, contendo a taxa de ocupação e as seguintes áreas: terreno, úteis por ambiente, construída por pavimento e construída total. 2. Plantas: a) Planta de Situação, escala 1:500 ou 1:250; b) Planta de Locação, escala 1:100; c) Planta baixa de todos os pavimentos, escala 1:100; d) Planta de layout de todos os pavimentos, escala 1:100; e) Planta com a locação dos pontos de iluminação, escala 1:100; f) Planta de Cobertura, escala 1:100; g) Pelo menos dois cortes, sendo um transversal e outro longitudinal, em escala 1:100; h) Fachadas, escala 1:100. Tais plantas devem caracterizar uso, localização, dimensionamento e articulação dos ambientes, permitindo apreciação da solução estrutural e das instalações. 2 a Etapa Anteprojeto Nesta etapa deverão ser apresentados os seguintes documentos: 1. Planta de Situação, indicando: Orientação; Denominação de ruas e/ou praças limítrofes; Sentido do fluxo de veículos das vias de acesso; Escala 1:500 ou 1: Planta de Locação, indicando: Orientação; Tabelas com área de construção por pavimento, totais de construção, projeção e terreno; Implantação do edifício, com afastamentos das divisas e níveis principais do terreno; Áreas de circulação, estacionamento e jardins; Acessos de veículos e pedestres; Guarita; Cercamento, paisagismo, local para mastros; Escala 1: Planta Baixa de todos os pavimentos, indicando: Orientação; Elementos estruturais; Linhas de cortes; Denominação das fachadas por letras ou números; Denominação e área de cada ambiente; Cotas parciais e totais em todos os ambientes; Níveis dos pisos; Localização dos principais equipamentos, como elevadores, cabinas de transformação, áreas para equipamentos de ar-condicionado, shafts, instalações, reservatórios, fossas e outros definidos pela função da edificação; Dimensionamento de vãos e aberturas; Página 17 de 55

18 Quadro de esquadrias indicando dimensões (largura x altura x peitoril) e quantidades; Sentido de abertura das portas e esquadrias; Indicação do sentido das escada (sobe/desce) e inclinação das rampas; Locação de louças e equipamentos sanitários; Locação de bancadas, balcões de atendimento, bancos e mobiliários fixos; Indicação dos principais acabamentos (usar legenda de especificações - Δ ) em todos os ambientes; Outros elementos que favoreçam a compreensão qualitativa dos espaços propostos; Escala 1: Planta de Layout de todos os pavimentos, indicando: Locação de todo mobiliário e equipamentos (computadores, impressoras, fotocopiadoras, entre outros); Escala 1: Planta de Cobertura, indicando: Orientação; Tipologia adotada (laje impermeabilizada, telha metálica, de fibrocimento ou outra opção); Caimentos e inclinação; Indicação de cumeeiras, calhas e rufos; Pontos de descida de águas pluviais; Acessos à cobertura, telhados, visitas das caixas d'água, escada de marinheiro; Indicação das linhas de corte, cotas totais e parciais; Escala 1: Cortes Cotas totais e parciais; Pré-dimensionamento de lajes e outros elementos estruturais; Cotas de soleira e de coroamento; Indicação dos níveis; Indicação de forro e piso elevado, quando houver; Escala 1: Fachadas Indicação de esquadrias, brises e outros elementos; Indicação de materiais de revestimento; Escala 1: Tabelas, indicando: Quadro de áreas por pavimento e geral; Definição dos principais acabamentos; Quadro de esquadrias. 9. Serviços adicionais Perspectivas, maquete eletrônica; 3 a Etapa Desenhos em nível executivo Nesta etapa deverão ser apresentados os seguintes documentos, compatibilizados com as demais especialidades: 1. Listagem geral dos desenhos de arquitetura e projetos complementares 2. Planta de Situação Escala 1:500. Página 18 de 55

19 3. Planta de Locação, indicando: Orientação; Limites do terreno e indicação de logradouros adjacentes; Vias de acesso e sentido do fluxo de veículos; Curvas de nível (anteriores e de projeto); Áreas ajardinadas, vias internas, estacionamentos, áreas cobertas e respectivos detalhes construtivos; Acessos principais e secundários previstos para o terreno e o edifício; Cotas de nível do piso acabado dos acessos; Cotas gerais e de amarração; Legendas; Escala 1: Planta Baixa dos pavimentos, contendo: Orientação; Indicação dos elementos do sistema estrutural; Indicação das linhas de cortes; Indicação das fachadas por número ou letras; Indicação dos detalhes; Denominação e área de cada ambiente; Indicação de cotas parciais e totais; Indicação de níveis; Localização dos principais equipamentos, como elevadores, cabinas de transformação, áreas para equipamentos de ar-condicionado, shafts, instalações, reservatórios, fossas, torres de arrefecimento, e outros definidos pela função da edificação; Indicação do sentido de abertura das portas e esquadrias; Indicação do sentido das escadas (sobe/desce) e inclinação das rampas; Locação de louças e equipamentos sanitários; Locação de bancadas, balcões de atendimento, bancos e mobiliários fixos; Indicação dos principais acabamentos (usar legenda de especificações Δ) em todos os ambientes; Indicação de sancas, rebaixos e projeções; Indicação de soleiras e peitoris com especificação de materiais; Indicação dos quadros e caixas de distribuição das redes telefônica e elétrica, centrais de som, alarme, prumadas hidráulicas etc; Tabelas com indicação de materiais de acabamento, revestimentos e pisos; Escala 1: Planta de Layout de cada pavimento, contendo: Locação de todo mobiliário e equipamentos (computadores, impressoras, fotocopiadoras, entre outros); Escala 1: Planta de Cobertura, contendo: Orientação; Indicação dos planos de cobertura e de calhas, com respectivos sentidos de inclinação e pontos de descida de águas pluviais; Indicação da posição e dimensionamento das calhas condutoras de águas pluviais e destino das mesmas; Indicação dos detalhes de cumeeiras, rufos, arremates e outros elementos; Especificações dos materiais, dimensionamento da solução estrutural, elementos de impermeabilização e isolamento termoacústico; Escala 1:50. Página 19 de 55

20 7. Planta de Forro, contendo: Indicação da posição e dimensionamento das placas ou lâminas do forro, com especificação completa; Representação específica e completa de luminárias, com indicação dos pontos de iluminação no teto; Representação dos aerofusos, difusores, grelhas de insuflamento e retorno para sistema de ar-condicionado central, quando no forro; Indicação dos pontos de instalações especiais no forro (sprinklers, detector de fumaça,entre outros); Representação das paredes e divisórias; Escala 1: Planta de Pisos, contendo: Paginação dos pisos de todos os ambientes, com indicação do ponto de partida do assentamento; Indicação de soleiras; Especificação de todos os materiais, inclusive de rodapés; Representação de tomadas e outros pontos de instalação no piso; Representação das paredes e divisórias. 9. Cortes, contendo: Cotas totais e parciais; Pré-dimensionamento de lajes e outros elementos estruturais; Cotas de soleira e de coroamento; Indicação dos níveis; Indicação de forro e piso elevado, se for o caso; Escala 1: Fachadas, contendo: Desenho de todas as elevações externas da edificação, com representação gráfica e especificação completa dos materiais de revestimento; Indicação e especificação completa de vidros, elementos vazados, brises e esquadrias; Indicação das divisas do terreno; Escala 1: Detalhes de execução Detalhamento de áreas molhadas; Detalhamento de mobiliário fixo; Detalhamento de escadas e rampas; Detalhamentos da cobertura (calhas, rufos, pingadeiras); Corrimãos, guarda-corpos, escadas tipo marinheiro; Detalhamento de esquadrias; Detalhamento dos consultórios; Outros. 12. Demais projetos: Paisagismo e Urbanismo; Comunicação visual; Sinalização de emergência; Tratamento acústico para auditórios; 13. Maquete Eletrônica: Página 20 de 55

21 Maquete eletrônica humanizada apresentando perspectivas do edifício com todos os elementos da fachada e alguns ambientes internos (hall de entrada, gabinetes e demais ambientes considerados significativos pelo projetista). 4 a Etapa Projeto executivo Nesta etapa deverão ser apresentados todos os documentos apresentados na 3 a Etapa, aprovados pelos órgãos administrativos e concessionárias locais, e ainda, Caderno de Especificação e Encargos, Planilha de Quantitativos e Preços, e Cronograma Físico-Financeiro. PROJETO DE ESTRUTURA 1. O Projeto de Estrutura deverá ser elaborado em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT pertinentes ao tema ou, na falta delas, com outras normas que regulamentam o assunto, além da Portaria n o 2.296, de 23 de julho de 1997 Práticas da SEAP PROJETO. 2. Na análise estrutural deve ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os possíveis estados limites últimos e de serviço. 3. É de responsabilidade do projetista estrutural conhecer todas as instalações e utilidades a serem implantadas na edificação, que sejam condicionantes na escolha e dimensionamento do esquema estrutural. O projetista deve ainda conhecer a flexibilidade de utilização desejada no projeto arquitetônico, para que eventuais alterações de distribuição interna não venham a ser inviabilizadas por questões estruturais, conhecer as possibilidades futuras de ampliação de área e alteração de utilização da edificação, conhecer o prazo fixado para a execução da obra. 4. O projetista desenvolverá e apresentará o Projeto de Estrutura, após estudar as diversas opções de estruturas, analisar as vantagens e desvantagens de cada uma, sob o ponto de vista de viabilidade técnica, econômica e de execução. Para tanto é de responsabilidade do projetista informar-se acerca das características do local da obra no tocante a: Tipo e custo da mão-de-obra disponível; Tipo e custo dos materiais disponíveis; Disponibilidade de equipamentos; Possibilidade de utilização de técnicas construtivas. 5. A apresentação do Projeto de Estrutura deverá obedecer as etapas estabelecidas no Anexo III desta Especificação. 6. O PROJETO DE ESTRUTURA deverá conter: Projeto de Fundação; Projeto da Superestrutura; Projeto de Demolições Estruturais. PROJETO DE FUNDAÇÃO 1. O Projeto de Fundação deverá ser feito de acordo com Parecer Técnico emitido por profissional/empresa especialista em solos, com base nos dados de sondagem do terreno e deve conter as informações listadas abaixo: Locação dos elementos de apoio; Nome de todas as peças estruturais; Dimensionamento de todas as peças; Indicação das cargas e momentos nas fundações; Indicação da resistência característica à compressão do concreto (fck); Indicações de níveis; Página 21 de 55

22 Indicação do sistema construtivo dos elementos de fundação; Armação de todas as peças estruturais; Quadro de Ferros por prancha de detalhamento, conforme ítens 6 e 7 Superestrutura em Concreto Armado. 2. A solução adotada para as fundações deverá dar especial atenção para o nível d'água do terreno, devidamente compatibilizada com um eventual pavimento subsolo da edificação. 3. A representação gráfica será feita por meio de desenho de plantas, cortes e elevações que permitam a perfeita análise e compreensão de todo o projeto. Deverão ser apresentados os seguintes produtos gráficos: Plantas de locação e cargas dos pilares; Plantas de locação das fundações (incluindo blocos de coroamento); Plantas de formas; Plantas de armação. 4. As Plantas de Locação deverão ser em escala adequada (preferencialmente 1:50) e apresentar as distâncias entre eixos das peças, a partir de um ponto de referência bem definido, além de cotas necessárias para o correto posicionamento dos elementos estruturais. Preferencialmente deverá ser utilizado um sistema de eixos ortogonais a partir dos quais serão cotados os pilares e demais elementos da fundação. No caso de existirem elementos rotacionados em relação aos eixos ortogonais, esses deverão ter cotas adicionais, permitindo sua perfeita locação na obra. Deverão ser indicadas as cargas atuantes em cada pilar e a identificação dos pilares com sua respectiva seção transversal, seguindo a mesma numeração do projeto da superestrutura. Opcionalmente, pode-se utilizar a mesma planta para os desenhos de locação dos pilares e da fundação. 5. Na Planta de Formas, deverão constar as dimensões dos elementos de fundação, em planta e em corte, cotas de assentamento em relação ao sistema de referência. Os desenhos deverão conter notas explicativas conforme item 8 Superestrutura em Concreto Armado. 6. Na Planta de Armação, deverão ser apresentadas as seções longitudinais e transversais, mostrando a quantidade, o diâmetro, a posição, os espaçamentos e os comprimentos de todas as armaduras longitudinais e transversais dos elementos de fundação. Deverão ser indicadas, também, as ferragens de arranque dos pilares, além de detalhados os locais de interligação das fundações com os blocos de coroamento. Caso se faça necessário o detalhe de armaduras em mais de uma prancha, cada uma das pranchas deverá possuir um quadro de ferro e um quadro resumo de consumo de materiais (aço, concreto e forma). Opcionalmente pode-se utilizar a mesma planta para os desenhos de forma e armação dos elementos de fundação. 7. Independente do tipo de fundação a ser adotado, o projeto de fundações deverá conter todas informações necessárias à perfeita execução da obra. Deverão ser levados em consideração limitações do terreno, características regionais e possíveis interferências na vizinhança. 8. No Memorial Descritivo, deverão ser detalhados os principais aspectos da solução adotada no projeto de fundações, apresentando e justificando os procedimentos adotados, as considerações relativas à escolha do tipo de fundação, justificando com base nas investigações, estudos geotécnicos e disponibilidade dos equipamentos a serem utilizados, considerações sobre o dimensionamento e comportamento das fundações ao longo do tempo e eventuais riscos de danos em edificações vizinhas, as hipóteses de carregamento e suas respectivas combinações, a escolha das armaduras, a resistência característica do concreto considerado. PROJETO DE SUPERESTRUTURA 1. O Projeto de Superestrutura deve conter os seguintes elementos: Página 22 de 55

23 Compatibilização de eixos e níveis com o Projeto de Arquitetura; Nomenclatura, dimensionamento e detalhamento de todas as peças estruturais; Detalhamento em separado de elementos estruturais específicos (escadas, reservatórios, contenções, muros de arrimo, etc) Cortes. 2. No Memorial Descritivo, deverão ser detalhados os principais aspectos da solução adotada no projeto estrutural, apresentando e justificando os procedimentos adotados, todos os carregamentos previstos e suas respectivas combinações para os estados limites últimos e de utilização, a escolha dos materiais, as resistências características, as considerações relativas à ação do vento, variação de temperatura, deformação lenta e retração, choques, vibrações, esforços repetidos, esforços provenientes do processo construtivo, limitações das deformações excessivas, verificação da estabilidade global da estrutura e o tipo da análise estrutural adotada. SUPERESTRUTURA EM CONCRETO ARMADO 3. As plantas de forma devem conter os seguintes elementos: Cotas de todas as dimensões necessárias à execução da estrutura; Numeração de todos os elementos estruturais; Indicação da seção transversal das vigas e pilares; Quando houver mudança de seção transversal do pilar em determinado pavimento deverão ser indicadas as duas seções junto ao nome do pilar, a que morre e a que continua Indicação de aberturas e rebaixos de lajes; Indicação se as vigas forem invertidas; Indicação de valor e localização da contraflecha em vigas e lajes; Nota explicativa conforme item 8 Superestrutura em Concreto Armado; Convenção de pilares indicando os pilares que nascem, continuam e morrem nos pavimentos, conforme exemplo abaixo: LEGENDA Pilar que morre Pilar que continua Pilar que nasce No caso de lajes pré-fabricadas, treliçadas ou nervuradas, indicação do sentido de armação das nervuras, o detalhe da laje, informando a sua altura, a largura das nervura, a distância entre eixos das nervuras, a espessura da capa de concreto, características do elemento de enchimento e, para as lajes treliçadas, a especificação da armação treliçada; No caso de lajes cogumelo, posição e dimensões dos capitéis. Cortes, no mínimo nas duas direções principais da planta baixa e em regiões específicas (escadas, caixas d'água). Os cortes podem contemplar todos os pavimentos da estrutura em uma mesma prancha, ou serem apresentados separadamente por pavimento, junto a respectiva planta de forma. 4. A planta de armação deve conter as seguintes indicações: Seção longitudinal de todas as peças, mostrando a posição, a quantidade, o diâmetro e o comprimento de todas as armaduras longitudinais, em escala adequada; Seções transversais de todas as peças, mostrando a disposição das armaduras longitudinais e transversais (estribos) e as distâncias entre as camadas das armaduras longitudinais, em escala 1:20 ou 1:25; Detalhe em escala adequada das armaduras para as lajes cogumelo, inclusive para os capitéis; Página 23 de 55

24 Quando o detalhe das armaduras exigir comprimento das barras superiores ao existente no mercado (12m), deverão ser detalhados os tipos de emendas; No caso de aberturas e furos em elementos estruturais, deverão ser apresentados os detalhes das armaduras de reforço; Nas lajes nervuradas deve ser indicado, juntamente com as armaduras, o posicionamento dos moldes e das zonas maciças, quando estas forem necessárias. Consumo de materiais (volume de concreto, área de forma e quadro de ferros) e resistência característica à compressão do concreto fck). 5. O detalhe da armadura deve conter as seguintes indicações: Número da posição; Quantidade de barras; Diâmetro da barra; Espaçamento das barras, quando necessário; Comprimento total da barra; Trechos retos e dobras com cotas. 6. Cada prancha de armação dos elementos estruturais deverá conter o Quadro de Ferros respectivo, contendo no mínimo: Tipo de aço (CA50, CA60); Posição (numeração da ferragem); Diâmetro da armadura (em mm); Quantidade de barras de mesma posição; Comprimento unitário da barra (em cm); Comprimento total das barras de mesma posição, em cm (comprimento unitário da barra x quantidade de barras de mesma posição). 7. Cada prancha de armação dos elementos estruturais deverá conter o Quadro Resumo de Ferros respectivo, contendo no mínimo: Tipo de aço (CA50, CA60); Diâmetro da armadura (em mm); Comprimento total (em m) por diâmetro de barra; Massa (em kg) das barras de mesmo diâmetro, considerando perdas; Massa total (em kg) por tipo de aço, considerando perdas. 8. As notas explicativas deverão conter as seguintes informações mínimas: Unidade das medidas utilizadas nos desenhos; Classe do concreto (C-20, C-25 etc.); Cobrimento da armadura; Indicar a sobrecargas utilizadas no cálculo; Outras informações necessárias à total compreensão do projeto. 9. Nos casos em que a ordem de retirada dos escoramentos seja capaz de introduzir solicitações importantes para a estabilidade da edificação não consideradas em projeto, deverá vir acompanhado ao projeto estrutural um plano de retirada dos escoramentos. 10. Quando necessário, deverá ser apresentado o plano de concretagem. As interrupções de concretagem deverão garantir as características de segurança e estética da estrutura. SUPERESTRUTURA EM AÇO 11. O Projeto de Superestrutura em Aço deve ser elaborado em conformidade com as normas brasileiras em vigor, em especial com a norma NBR-8800/1986 Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios (método dos estados limites). Página 24 de 55

25 12. A representação gráfica do Projeto deve conter informações necessárias para análise, compreensão e detalhamento dos desenhos de projeto, fabricação e montagem da estrutura. Deve-se obrigatoriamente apresentar: plantas, cortes e detalhes da estrutura em escala adequada; especificação e quantitativos dos materiais utilizados; informações necessárias para o Projeto de Fundação e/ou de Estrutura de apoio. 13. A unidade linear de medida para a representação gráfica é o milímetro (mm). Sempre que outra unidade for usada, deve-se expressar de forma destacada a nova unidade e sua correspondente abreviatura. 14. Os desenhos de projeto devem indicar quais as normas utilizadas, fornecer as especificações dos aços estruturais empregados, dos parafusos, das soldas e de outros elementos integrantes, necessários para fabricação e montagem da estrutura. 15. Os desenhos de projeto também devem indicar as contra-flechas, adotadas no cálculo, de treliças e vigas, os elementos de contraventamento da estrutura, as especificações relativas ao tipo de proteção contra corrosão, e as especificações quanto ao tipo de proteção fogo-retardante, nos casos em que essas forem exigidas pelas normas e legislações vigentes. 16. Os desenhos de fabricação devem traduzir fielmente, para a oficina, as informações contidas nos desenhos de projeto, fornecendo informações completas para a fabricação de todos os elementos componentes da estrutura, incluindo materiais utilizados e suas especificações, locação, tipo e dimensão de todos os parafusos, soldas de oficina e de campo. Em casos especiais, deve-se indicar nos desenhos a seqüência de execução de ligações importantes, soldadas ou parafusadas, para evitar o aparecimento de empenos ou tensões residuais excessivas. 17. Os desenhos de montagem devem indicar as dimensões principais da estrutura, numerações ou marcas das peças, dimensões de barras, elevações das faces inferiores de placas de apoio de pilares, todas as dimensões de detalhes para colocação de chumbadores e demais informações necessárias à montagem da estrutura. Devem ser claramente indicados todos os elementos, permanentes ou temporários, essenciais à integridade da estrutura parcialmente montada. 18. Anexo aos desenhos de montagem, deve-se apresentar o memorial do plano de montagem da estrutura, abordando os seguintes aspectos: seqüência e metodologia de montagem; pesos e dimensões das peças da estrutura; posicionamento dos pontos de içamento; equipamentos de transporte e montagem. SUPERESTRUTURA EM MADEIRA 19. O Projeto de Superestrutura em Madeira deve ser elaborado em conformidade com as normas brasileiras em vigor, em especial com a norma NBR-7190/1997 Projeto de estruturas de madeira. 20. A representação gráfica do Projeto deve conter informações necessárias para análise, compreensão e detalhamento dos desenhos de conjunto, detalhe e montagem da estrutura. Deve-se obrigatoriamente apresentar: plantas, cortes e detalhes da estrutura em escala adequada; especificação e quantitativos dos materiais utilizados; informações necessárias para o Projeto de Fundação e/ou de Estrutura de apoio. Página 25 de 55

26 21. A unidade linear de medida para a representação gráfica é o centímetro (cm). Sempre que outra unidade for usada, deve-se expressar de forma destacada a nova unidade e sua correspondente abreviatura. 22. As escalas adotadas, para representação de estruturas de madeira, devem ser definidas em função dos tipos de desenhos e de acordo com cada caso. Dessa forma, recomenda-se o emprego das seguintes escalas: desenhos de conjunto: 1:50, 1:100; desenhos de detalhe: 1:1, 1:5, 1:10, 1:20; desenhos de montagem: escala conveniente, de acordo com a complexidade do arranjo. 23. Os desenhos de conjunto devem indicar quais as normas utilizadas, fornecer as classes de resistência das madeiras a serem empregadas, as especificações das emendas, uniões e ligações, e de outros elementos integrantes, necessários para fabricação e montagem da estrutura. 24. Os desenhos de detalhes devem indicar as informações necessárias à execução e disposição de componentes. 25. Os desenhos de montagem devem fornecer diagramas de montagem que referenciam a posição relativa de cada um dos componentes do conjunto. 26. As pranchas de desenho deverão apresentar quadro de madeiramento, com os seguintes requisitos: seção das peças; comprimento; tipo de madeira; quantidade de cada peça, prevendo folga para perdas no corte da madeira. 27. O sistema estático do projeto estrutural deve ser o mais simples e adequado às características do material, de modo a reduzir, ao mínimo, as incertezas quanto aos valores dos esforços nas seções críticas. Também, deve-se procurar fazer prevalecer, sempre que possível, a simetria geométrica, tanto nas dimensões estruturais como nas seções transversais. 28. Anexo aos desenhos de montagem, deve-se apresentar o memorial do plano de montagem da estrutura, abordando os seguintes aspectos: seqüência e metodologia de montagem; pesos e dimensões das peças da estrutura; posicionamento dos pontos de içamento; equipamentos de transporte e montagem. PROJETO DE DEMOLIÇÕES ESTRUTURAIS 1. O Projeto de Demolições Estruturais deverá ser elaborado em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT pertinentes ao tema, em especial a norma NBR-5682 Contratação, Execução e Supervisão de Demolições - dez/1977, da ABNT e a NR-18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, do Ministério do Trabalho. 2. O Projeto de Demolições Estruturais deverá conter os seguintes elementos: Plantas indicando todos os elementos estruturais que serão demolidos; Memorial descritivo e caderno de encargos contendo descrição detalhada da metodologia a ser utilizada nas demolições, critérios para acondicionamento e destinação do entulho, critérios de segurança a serem adotados durante os serviços, texto informando que partes Página 26 de 55

27 da edificação permanecerão em funcionamento durantes os serviços de demolição, interferências em partes da edificação que porventura estejam em utilização, dentre outros. PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 1. O PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS deverá obedecer às normas e recomendações elétricas da ABNT, inclusive a atual NBR /2002, regulamentada pela resolução Nº11 de 20/12/2006 do CONMETRO, aos padrões de fornecimento de energia elétrica da concessionária local, às especificações dos fabricantes e às Condições Gerais de Fornecimento da ANEEL. 2. Deve-se atender a todas as indicações do Projeto de Arquitetura, Projeto de Estrutura e exigências dos demais projetos. 3. Partes integrantes do Projeto de Instalações Elétricas: Detalhamento da entrada de energia elétrica, com pranchas de situação e localização, devendo-se prever a interligação ao ponto de entrega da concessionária; Detalhamento dos esquemas verticais e da distribuição por pavimento, com plantas baixas e de cortes; Quadros de cargas, diagramas unifilares e cálculos de demandas prováveis; Especificação e detalhamento do quadro geral de baixa tensão; Especificação e dimensionamento dos quadros de força e de distribuição; Esquema vertical dos shafts; Projeto detalhado da subestação com transformadores e proteções; Sistema de gerador de energia, USCA e quadros automáticos de transferência; Sistema de no-break com tecnologia IGBT e filtro atenuador de harmônicas de 7%; Projeto de sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA); Detalhes das caixas de passagem e aterramentos; Medição do consumo ativo (kwh) e reativo (kvarh); Projeto de iluminação externa de jardins, seguindo orientação do projeto de paisagismo; Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários, conforme modelo de composição de custo unitário - PINI/TCPO); Aprovação do projeto junto à concessionária local. 4. As plantas deverão apresentar as seguintes indicações: Pontos ativos ou úteis (iluminação e tomadas); Pontos de comandos (interruptores); Quadros de distribuição geral e terminal; Diagramas unifilares; Quadros de carga; Detalhe do local dos medidores; Detalhes dos quadros de entrada (medidores), gerais e parciais, mostrando a posição dos dispositivos de manobra e proteção, em escala 1:10; Localização dos pontos de consumo de energia elétrica (com respectiva carga), seus comandos e indicação dos circuitos a que estão ligados; Trajeto dos condutores/circuitos e sua proteção mecânica, inclusive dimensões de condutores e caixas; Legendas com os símbolos adotados, segundo especificação da ABNT, e notas que se fizerem necessárias; Quadro indicativo da divisão dos circuitos (quadros de cargas), constando a utilização de cada fase nos diversos circuitos (equilíbrio de fases). 5. O Diagrama Unifilar deverá apresentar os circuitos principais, as cargas, as funções e as características dos principais equipamentos, tais como: Disjuntores: corrente nominal, capacidade de interrupção, classe de tensão; Página 27 de 55

28 Chaves seccionadoras: corrente nominal, suportabilidade térmica e dinâmica, classe de tensão; Transformadores: potência, classe de tensão, tensão primária e derivações, e tensão secundária; Transformadores de corrente para instrumentos de medição: classe de tensão, classe de exatidão, corrente ou tensão primária e corrente ou tensão secundária; Reles de proteção: indicação de função; Equipamentos de medição: indicação de função; Condutores elétricos nus: tipo e bitola; Condutores elétricos isolados: classe de tensão, tipo de isolamento, bitola do condutor; Pára-raios: tipo, tensão nominal; Barramentos: corrente nominal, suportabilidade térmica, suportabilidade dinâmica; Fusíveis: tipo, corrente nominal. 6. Os projetos de instalações elétricas deverão ser elaborados prevendo equipamentos de alto fator de potência e motores de alto rendimento, para se evitar a utilização de banco de capacitores. 7. Os circuitos elétricos devem seguir as seguintes recomendações: Queda de tensão máxima de 2%; Todas as instalações de circuitos devem ser em FASE, NEUTRO e TERRA; Para iluminação e tomadas comuns em 220 V, a carga máxima por circuito deverá ser de 1200 W com proteção de 20 A; As tomadas de serviço devem ser alimentadas por circuitos independentes; Para a rede estabilizada, cada circuito deve conter no máximo 04 estações de trabalho, e particularmente no CPD, 01 equipamento por circuito; Deve ser previsto em cada ambiente de trabalho (tipo escritório), um ponto para alimentação de impressora laser (500W), sendo requerido circuito exclusivo admitindo-se o máximo de 03 (três) equipamentos; Em todas as salas deverão ser previstos interruptores para comando separado para iluminação normal e para iluminação de emergência. 8. Os quadros gerais e terminais devem seguir as seguintes recomendações: As instalações devem ser distribuídas em quadros distintos Quadro de Energia Normal (QTN), Quadro de Energia de Emergência (QTE), Quadro de Energia Estabilizada (QTU) e Quadro de Força de Ar-Condicionado (QFAC); Os quadros deverão possuir barramentos de fases (R/S/T), barramento neutro, barramento de terra, disjuntor geral e disjuntores parciais; Nas salas dos racks, deve ser instalado um quadro da rede estabilizada com 01 disjuntor trifásico de 20 A e 04 disjuntores monofásicos de 20 A; Para o dimensionamento dos alimentadores dos quadros terminais deverá ser considerada a demanda de 100% das cargas; O encaminhamento dos alimentadores entre os quadros gerais e as prumadas de distribuição deverá ser por meio de leitos (prateleiras). A derivação das prumadas de distribuição aos quadros terminais será em eletrocalha ventilada com tampa. Deverá ser previsto o encaminhamento dos alimentadores por meio de Barramentos Blindados, nos casos em que a corrente ou a distância determinarem essa necessidade. 9. Com relação à infra-estrutura elétrica, deverão ser adotadas as recomendações abaixo: Para as infra-estruturas da rede secundária, deverão ser previstos eletrodutos galvanizados com petroletes e/ou perfilados; Para as infra-estruturas primárias, deverão ser previstas eletrocalhas e/ou perfilados, partindo dos quadros terminais até o último ponto de derivação para as salas; Para as infra-estruturas externas, embutidas em pisos, deverão ser previstos eletrodutos em PVC rosca e caixas de passagem em alvenaria ( cm), com tampa de ferro fundido (T-16), dispostas de 20 em 20 metros e nos pontos de derivação para os quadros; Os seal tubos apenas serão aceitos nas descidas internas às divisórias; Página 28 de 55

29 O diâmetro mínimo para eletrodutos deve ser de ¾. 10. O dimensionamento e a especificação dos condutores obedecerão às recomendações da ABNT, destacando: Seções mínimas para os circuitos terminais de 2,5 mm 2 ; Seções mínimas para o cabo alimentador de 6,0 mm 2 ; Cabo NEUTRO sempre com diâmetro maior ou igual ao dos cabos FASES no cálculo dos circuitos alimentadores; Circuitos de alimentação com condutor de proteção (cabo TERRA); Cabos de cobre eletrolítico com isolamento termoplástico e cobertura de pirevinil antichama. 11. O projeto de iluminação (interna, de emergência e externa) deve contemplar os níveis de iluminamento adequados a cada ambiente, acompanhado das respectivas memórias de cálculo: Para os ambientes de trabalho, o nível de iluminamento mínimo será de 600 lux/m; Para os outros ambientes, deverá ser respeitada a Tabela Internacional de Iluminação, quanto ao nível de iluminamento; Os circuitos de iluminação deverão ser divididos para utilização parcial ou por setores, sem prejuízo do conforto; Para o projeto de iluminação deverá ser considerado o critério de pelo menos 1/3 das luminárias para iluminação de emergência e o restante para iluminação normal; Em auditórios, deverá ser prevista iluminação ambiente e cênica, com mesa controladora. 12. As luminárias deverão ser escolhidas em função do padrão, da finalidade e da localidade da edificação, considerando o nível de iluminamento adequado ao trabalho solicitado e critérios técnico-econômicos, em conformidade com as normas, tais como: Luminárias espelhadas de alta eficiência; Lâmpadas fluorescentes econômicas; Lâmpadas de iluminação externa em conformidade com o projeto de paisagismo e ajardinamento; Reatores eletrônicos de partida rápida, baixas perdas, alto fator de potência (mínimo de 0,98) e THD < 10%; Facilidade de manutenção; Deverá ser utilizado, na derivação para as luminárias, cabo PP 3x1,5 mm², com tomada de topo no perfilado ou, no petrolete, quando em eletroduto. 13. As tomadas devem seguir as seguintes especificações: Cor branca para a rede estabilizada e cor preta para a rede normal; Todas do tipo 2P+T conforme padrão NBR /2002 com pino terra; Para tomada de uso comum, critério de 06 m 2 por tomada; Circuitos independentes para tomadas especiais (chuveiros, cafeteiras, microondas, aparelhos de ar-condicionado, máquina de reprografia e outros). 14. Deve ser especificado grupo motor-gerador, com acionamento automático e capacidade para atender as seguintes cargas: rede estabilizada (no-break), 1/3 da iluminação (emergência), bombas, elevadores e contingências de ar-condicionado. 15. Deve ser especificado no-break, com acionamento automático, tecnologia IGBT e capacidade para alimentar os servidores e equipamentos de informática, incluindo os equipamentos da rede local de dados/voz, e demais cargas que não possam sofrer interrupção de alimentação. O no-break deve possuir fornecimento contínuo a partir de banco de baterias de pelo menos 10 minutos (não será aceita solução do tipo short-break). 16. Às instalações elétricas devem ser previstas as alimentações dos dispositivos previstos no projeto de prevenção contra incêndio, como iluminação de emergência, iluminação autônoma, acionadores manuais (quebre o vidro) e audiovisual (sirene). Página 29 de 55

30 17. O Memorial descritivo deve apresentar as características principais do sistema elétrico, as cargas consideradas, os fatores de carga e demanda, justificar a escolha das tensões de suprimento e distribuição. Deve apresentar as especificações dos equipamentos e materiais e as recomendações para a execução da instalação. 18. O PROJETO DE SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA) deve ser elaborado em conformidade com a NBR 5419, prevendo proteção das instalações contra surto provocado por descarga atmosférica, transitórios ou falhas de operação e sistema de aterramento específico, com previsão de ligação eqüipotencial à malha de terra do SPDA. 19. O Projeto de Instalação de Proteção contra Descargas Atmosféricas obedecerá às normas da ABNT, apresentando: Localização e identificação dos pára-raios, terminais aéreos, descidas e caracterização da gaiola de Faraday; Ligações entre os pára-raios, terminais aéreos e aterramento; Sistema de aterramento; Resistência máxima de terra; Equalizações; Plantas; Todos os detalhes necessários com suas especificações e quantitativos de materiais. PROJETO DE REDE INTERNA ESTRUTURADA DADOS/VOZ 1. Os projetos devem ser elaborados em conformidade com as normas técnicas vigentes, utilizando cabeamento categoria 6, a saber: TIA / EIA 568 B.1 General Requirements TIA / EIA 568 B.2 Balanced Twisted Cabling Components TIA / EIA 568 B.3 Optical Fiber Cabling Components Standard 2. A planta de situação/locação que deverá indicar o ramal de entrada da concessionária de telefone. 3. O projeto de distribuição interna deverá ser elaborado de acordo com o projeto de layout de arquitetura e com o projeto de tomadas da rede estabilizada, com a locação e a quantidade fornecida de pontos. Caso contrário, deverá ser marcada, com antecedência, reunião com a contratante para a definição do mesmo. Deverão ser analisadas as interferências com os demais projetos e solicitados os elementos que porventura não estejam contemplados nos projetos complementares, principalmente nos projetos de arquitetura (shafts, sala para racks, PABX, e baterias, e ar-condicionado). 4. Deverá ser contemplada rede wireless (sem fio) com cobertura a toda a edificação; 5. Elementos necessários e básicos dos projetos: Eletrodutos com seus diâmetros e encaminhamentos; Eletrocalhas e caixas com suas dimensões e encaminhamentos; Tomadas com as suas identificações; Salas dos racks, DG e PABX; Encaminhamentos e quantidade de cabos nas infra-estruturas, com respectivas bitolas; Todas as interligações; Legendas e notas explicativas. 6. O projeto de detalhes deve conter os seguintes elementos: Detalhe do distribuidor geral; Página 30 de 55

31 Detalhe dos racks com todos seus elementos construtivos e seus componentes (patch panels, switches, conjunto de ventiladores e réguas elétricas); Interligações do sistema de aterramento; Detalhe das caixas de passagem; Detalhe do ponto de telecomunicação; Detalhe do Distribuidor Geral DG e central telefônica; Esquema vertical; Detalhe da fixação dos eletrodutos e calhas; Detalhe dos dutos de piso e suas caixas; Detalhe dos dutos sob o piso elevado. 7. Na elaboração do projeto de instalações de rede estruturada devem ser observados os seguintes pontos: O DG central e o PABX devem ser instalados no mesmo ambiente; Cobertura de rede wireless (sem fio) em todos os ambientes da edificação, incluindo as circulações de interligação dos edifícios. 8. Quanto à Central Telefônica, deverão ser consideradas e apresentadas soluções de telefonia IP, detalhando vantagens e desvantagens quanto aos custos de implantação, custos de manutenção, eficiência dos equipamentos, aderência a padrões abertos, disponibilidade de produtos e serviços no mercado, interoperabilidade com outras soluções, de modo a subsidiar a administração da contratante na opção pela melhor solução. 9. O projeto de telefonia, e rede local de computadores, deve conter especificação de dispositivo para proteção do sigilo das comunicações. 10. O projeto de instalações de telecomunicações deve ser aprovado junto à concessionária de telefonia local. 11. Todos os equipamentos e materiais utilizados nos projetos deverão ser da melhor qualidade, contendo na especificação todos os elementos e dados completos, obedecendo às normas citadas anteriormente. 12. A planilha de custos deverá conter todos os elementos necessários para a execução do serviço, de acordo com os projetos, discriminação do material, unidade, preço unitário, total e total geral, além da composição de seus custos unitários, conforme modelo PINI/TCPO. PROJETO DE CLIMATIZAÇÃO 1. As recomendações desta especificação orientam a elaboração do PROJETO DE CLIMATIZAÇÃO, sob os seus aspectos gerais, considerando a necessidade de funcionamento particular das Unidades do MPF nos ambientes a serem climatizados, não impedindo, porém, quaisquer outros aprimoramentos, casos em que deverão constar, no projeto elaborado, justificativa. 2. O sistema de climatização deve ser composto por sistemas de ar-condicionado, ventilação e exaustão. Esses deverão ser orientados para a obtenção de menor custo energético possível, controle de temperatura individual por espaço, automatização total do sistema, ventilação mecânica de áreas fechadas e exaustão mecânica dos banheiros, copas, etc. 3. O projeto de climatização deve prever: Climatização dos pavimentos de modo setorizado, de acordo com as respectivas características térmicas e/ou de utilização; Climatização específica e redundante para as salas dos equipamentos servidores de rede e demais salas que necessitem de climatização constante; Climatização individualizada de setores, de forma a permitir economia de energia; Página 31 de 55

32 Proteção sonora nos sistemas de climatização, para assegurar o conforto acústico necessário às atividades desenvolvidas; Preservação do sigilo acústico interior dos ambientes; Ventilação e/ou exaustão, nos casos onde não se aplica o resfriamento, por exemplo: banheiros, copas, garagem, sala de baterias, depósitos em geral, etc. 4. O projeto deverá ser apresentado em quatro etapas, que deverão ser seqüencialmente elaboradas, tão logo, cada uma, aprovada pela CONTRATANTE, na seguinte ordem: 1 a Etapa - Estudo de Viabilidade Técnico-econômica; 2 a Etapa - Estudo Preliminar; 3 a Etapa - Anteprojeto; 4 a Etapa - Projeto Executivo. As 03 (três) primeiras estão vinculadas a etapa de anteprojeto, na apresentação geral de elaboração dos projetos executivos. 5. Para o Estudo de Viabilidade Técnico-econômica serão executados os comparativos dos sistemas de climatização que podem ser empregados neste tipo de empreendimento (incluindo, além dos usuais, sistemas com conceitos de termo-acumulação, co-geração de energia, ou quaisquer outros, visando características de economicidade, eficiência energética e preservação ambiental), para que seja tomada a decisão que melhor compatibilize os interesses da unidade contratante, os aspectos técnicos e o rendimento operacional que a instalação deverá oferecer. Nessa análise devem ser abordados os aspectos referentes ao custo inicial, ao custo operacional, ao consumo de energia, ao custo de manutenção, e qualquer outro indicativo considerado relevante, apresentados em cumprimento as seguintes etapas: Análise das características arquitetônicas e estruturais e das limitações decorrentes das mesmas; Cálculo estimado das cargas térmicas globais e setorizadas, necessário para o dimensionamento e para a análise dos vários sistemas de climatização aplicáveis; Alternativas de sistemas de climatização, onde serão apresentadas várias soluções relativamente às diversas áreas do empreendimento, com a apresentação das vantagens e desvantagens de cada uma delas; Planilha qualitativa dos sistemas propostos, apresentando uma avaliação dos diversos sistemas estudados, quanto à segurança operacional, setorização térmica, distribuição de ar, níveis de ruído (externo e interno), renovação de ar, aquecimento, fachadas externas, salas de máquinas, número e volume de equipamentos e vida útil desses; Análise de custos de instalação, onde serão quantificando os custos de implantação das várias alternativas; Análise de custos operacionais (energia), estimando, para o período de um ano, o consumo de energia para as alternativas estudadas; Apresentação da definição do tipo de sistema de climatização a ser implantado, apresentada por meio de relatório técnico, com justificativa e critérios adotados, cabendo à CONTRATANTE a decisão final, mediante a análise das soluções propostas; 6. O Estudo Preliminar do Sistema de Climatização deverá conter os seguintes elementos: Análise da arquitetura existente no que se refere à compatibilização das necessidades de áreas dos sistemas de ar-condicionado e ventilação/exaustão; Memória completa do cálculo de cargas térmicas do edifício; Pré-dimensionamento dos componentes básicos do sistema: cálculo da rede de dutos, rede frigorígena, dimensionamento de bombas, etc.; Definições básicas das salas de máquinas e dos espaços para implantação dos dutos de insuflamento e de retorno; Estimativa dos elementos necessários para integração com os projetos arquitetônico, estrutural, elétrico, hidráulico, de telefonia, informática e automação predial. 7. O Anteprojeto das instalações de climatização deverá conter os seguintes elementos: Planta baixa e cortes para cada pavimento; Página 32 de 55

33 Planta baixa e cortes das salas de máquinas; Planta baixa e cortes da central de água gelada ou área técnica equivalente; Diagrama de interligações hidráulicas e drenos, contemplando toda a rede frigorígena, unidades produtoras de água gelada ou gás refrigerante, bombas, torres, trocadores de calor, tanques e fan-coils, e demais elementos componentes do sistema; Detalhes de ligação dos equipamentos: tubulação frigorígena, unidades produtoras de água gelada, condensadoras, evaporadoras, bombas, torres, trocadores de calor, tanques, fan-coils, dutos, atenuadores de ruídos, isolamentos térmicos e acústicos, suportes em geral, e demais elementos componentes do sistema; Diagrama unifilar de força e comando dos quadros do sistema de ar-condicionado; Diagrama de interligações elétricas (geral), de força e de comandos, a partir dos pontos de força localizados na central de água gelada, áreas técnicas dos equipamentos condensadores, nas casas de máquinas, nas unidades evaporadoras, nas câmaras frigorificas, fornecendo projeto detalhado dos quadros de alimentação, comando, e das instalações para cada um desses locais; Locação dos sensores de temperatura e umidade, a serem detalhados no projeto de automação; Deve ser fornecida a memória completa do levantamento de carga térmica, apresentando o dimensionamento de todo o projeto, com as constantes e considerações utilizadas. Tais cargas devem ser apresentadas em totalizações por zonas, pavimentos, edifícios e para o projeto completo. Para cada prancha apresentada devem ser mostradas, de forma resumida, as cargas de todos os recintos, em tabelas onde estejam claras as identificações dos ambientes e a composição das parcelas dos tipos de carga; Fornecimento da assessoria necessária para a devida compatibilização entre o sistema de climatização e os demais projetos, no sentido de esclarecer interferências e fornecer as previsões necessárias, tais como necessidades elétricas, hidráulicas, posição de ralos, furos etc.; Estimativa do peso dos equipamentos e previsões para seu acesso durante a instalação e a manutenção. 8. O Projeto Executivo deverá conter os seguintes elementos: Pranchas de desenhos em CAD, contemplando todas as áreas condicionadas com a devida locação dos equipamentos e componentes do sistema, todos especificados; - Planta baixa com distribuição de todos os equipamentos, representados em escala; - Plantas baixas gerais de hidráulica; - Plantas baixas gerais de dutos, tomadas de ar exterior e retornos, representando os difusores, grelhas e sensores de temperatura; - Plantas baixas e cortes de salas de máquinas; - Plantas baixas e cortes da central de água gelada; - Cortes gerais; - Cortes parciais; - Diagramas hidráulicos; - Diagramas de controle; - Detalhes de hidráulica; - Detalhes dos dutos; - Diagramas elétricos; - Esquema vertical da rede hidráulica; Caderno de especificações e encargos, que deve detalhar os principais aspectos da solução adotada. Fazer uma descrição geral da instalação. Apresentar as especificações técnicas de todos os materiais e equipamentos, detalhar as montagens, apresentar detalhes típicos, desenhados em formato A4 e encadernados juntos com o memorial. Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários). Página 33 de 55

34 9. O PROJETO DO SISTEMAS DE AR-CONDICIONADO deverá obedecer às normas técnicas vigentes, em especial, à NBR 6401 Instalações Centrais de Ar-Condicionado para Conforto, da ABNT, às Publicações da ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers), HVAC Systems Duct Design - SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractor s National Association) e aos dispositivos regulamentadores do Ministério da Saúde. 10. O ar insuflado deve sempre ser totalmente filtrado e parcialmente renovado (tomada de ar exterior), seguindo a recomendação de uso do maior valor dentre os encontrados nas três formas de cálculo a seguir: a) considerar 25m 3 /h para cada pessoa no ambiente; b) dividir a área do ambiente em m 2 por 6, depois multiplica-se o resultado por 25, encontrando a vazão de renovação em m 3 /h; c) multiplicar o volume do ambiente em m 3 por 1,5 para encontrar a vazão em m 3 /h. 11. Os dutos, quando utilizados, deverão ser previstos em chapas de aço galvanizado com espessuras definidas na NBR 6401, de paredes internas limpas e lisas, com as paredes externas isoladas termicamente, com grandes curvaturas nas mudanças de direção e com defletores bem localizados. Deverá ser previsto sistema de sustentação dos dutos e portas de inspeção pra manutenção e limpeza. 12. As velocidades do ar projetadas deverão respeitar os seguintes intervalos de velocidade: Tipo Recomendado Máximo Mínimo [m/s] Máximo [m/s] admitido [m/s] Saída do fan-coil 6,5 10,0 11,0 Duto principal 5,0 6,5 8,0 Ramal horizontal 3,0 4,5 6,5 Ramal vertical 3,0 3,5 6,0 13. Não será admitida a instalação de retorno por meio de grelhas em portas, devendo este ser encaminhado às casas de máquinas por meio de pleno, septo ou dutos; 14. Deverá ser prevista a eliminação de vibração e ruídos por meio de apoios anti-vibrantes, por conexões flexíveis entre os dutos e o equipamento (fan-coil, selfs, etc.), devidamente detalhados. 15. As casas de máquinas de fan-coils deverão possuir isolamento acústico resistente à água em todas as paredes e na porta, de modo a minimizar os ruídos nas suas vizinhanças. 16. As casas de máquinas deverão ser locadas o mais próximo possível dos shafts ou prumadas por onde chega a rede frigorígena, que deve sempre percorrer o menor trajeto horizontal possível, evitando passar por forros e pisos elevados, de forma a simplificar as rotinas de manutenção. 17. Os isolamentos térmicos das cassas de máquinas, dos dutos e da rede frigorígena não devem ser de materiais contaminantes do ar (ex. lã-de-vidro, lã-de-rocha, etc.). 18. A memória do levantamento de carga térmica deve ser fornecida de forma completa, apresentando o dimensionamento de todo o projeto, com as constantes e considerações utilizadas. Tais cargas devem ser apresentadas em totalizações por zonas, pavimentos, edifícios e projeto completo. A apresentação das cargas térmicas de cada ambiente deve ser feita de forma resumida nas pranchas, em tabelas onde estejam claras as identificações dos ambientes e a composição das parcelas dos tipos de cargas. Página 34 de 55

35 19. Somente será aceita solução de projeto contemplando termoacumulação, quando a carga térmica calculada for superior a 500 TR's, baseado em recomendação da Associação Brasileira de Refrigeração, Aquecimento, Ventilação e Ar-Condicionado ABRAVA. 20. O PROJETO DE SISTEMA DE VENTILAÇÃO/EXAUSTÃO NATURAL deve ser dimensionado de forma a adequar os ambientes às condições de conforto térmico necessárias ao desenvolvimento das atividades. As diretrizes do projeto de ventilação/exaustão natural deverão ser incorporadas ao projeto arquitetônico. 21. NO PROJETO DE VENTILAÇÃO/EXAUSTÃO FORÇADA, devem ser previstos equipamentos de ventilação e/ou exaustão em ambientes, onde haja necessidade de renovação por exaustão do ar, tais como sanitários sem aberturas para a atmosfera, cozinhas, refeitórios, despensas, subsolos, etc. As bocas de entrada ou saída de ar, na ventilação e na exaustão, serão guarnecidas de grelhas, aerofusos ou coifas. A montagem dos dutos seguirá os mesmos critérios estabelecidos para os dutos de ar-condicionado, dispensando-se o isolamento térmico. PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS 1. Os projetos de instalações hidrossanitárias deverão atender às recomendações e especificações da ABNT e das concessionárias locais, bem como as tendências de preservação ambiental, propondo solução de reuso de águas e racionalização de recursos energéticos. 2. Deverão ainda estar em perfeita compatibilidade com os demais projetos complementares do prédio (arquitetura, estrutura, instalações elétricas, de incêndio, de climatização etc.). 3. Os Projetos de Instalações Hidrossanitárias serão compostos de: Projeto de instalações de água fria; Projeto de instalações de esgotos sanitários, águas servidas e águas pluviais; Projeto de irrigação dos jardins. 4. OS PROJETOS DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS serão compostos de: Planta de situação/locação, indicando o ramal de entrada da rede hidráulica com detalhe do hidrômetro da concessionária local; Distribuição da rede interna: banheiros, áreas públicas, garagem e demais dependências; Sistema de bombeamento; Vistas, barriletes e detalhes gerais na escala 1:20; Isométricos e detalhes na escala 1:20; Esquema vertical; Memória de cálculo, contemplando o cálculo dos vários elementos do projeto, tais como: barriletes, colunas de água, sistema de sucção, recalque, cálculo do consumo diário, cálculo do volume dos reservatórios, verificação da pressão no ponto mais desfavorável e outros; Caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme modelo utilizado pela PINI/TCPO); Aprovação junto à concessionária local. 5. A instalação do hidrômetro deve obedecer às seguintes prescrições: Utilização de filtro, para evitar a entrada de objetos sólidos capazes de danificar o mecanismo. Esses filtros devem ter grelhas removíveis para limpeza; Quando a pressão da rede pública de água é muito elevada, pode ser instalada, entre o filtro e o hidrômetro, uma válvula redutora de pressão adequada ao tipo de hidrômetro escolhido. Página 35 de 55

36 6. O fechamento de qualquer peça de utilização não pode provocar, em nenhum ponto, sobrepressão que supere em mais de 20 m de coluna d água a pressão estática nesse mesmo ponto. 7. O Memorial Descritivo deve apresentar as principais justificativas para a escolha das soluções adotadas, referentes à concepção do projeto, definição de todos os elementos que compõem o projeto das instalações prediais de água fria e quente, levando em conta os parâmetros de cálculo como: número de pessoas atendidas, cotas per capita, especificações de todos os materiais (aquisição e aplicação) e serviços (normas de execução). Devem ser fornecidos os quantitativos, orçamentos e as descrições de todos os materiais necessários à execução da obra. 8. OS PROJETOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS serão compostos de: Planta de situação/locação: com coletores sanitários e rede de águas pluviais, ambas da concessionária local; Distribuição da rede interna: banheiros, copas, cozinhas, garagem e demais dependências; Detalhes de tubulações sanitárias na escala 1:20; Prever tê de inspeção em todo o pé de coluna ou mudança de direção vertical para horizontal; Prever ventilação para todos desconectores (aparelhos com fechos hídricos); Detalhes gerais, ventilação de ramais e colunas; Projeto de calhas, descidas e ralos; Esquema vertical; Memorial descritivo do projeto e caderno de especificações; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários, conforme modelo utilizado pela PINI/TCPO); Aprovação junto à concessionária local. 9. O Projeto de Drenagem de Águas Pluviais deve apresentar posições, tipos e dimensões das tubulações verticais, horizontais, desvios, caixas, dispositivos de inspeção, ralos e ligações aos coletores públicos, necessários à instalação do sistema de captação, drenagem e esgotamento das águas pluviais do prédio e da área livre do terreno. 10. Os tubos de queda devem ser o mais verticais possível, empregando-se sempre curvas de raio longo nas mudanças de direção, com diâmetro sempre superior ou igual a qualquer canalização a eles ligada e tê de inspeção. 11. O comprimento máximo dos subcoletores deverá ser de 15 m, espaçando-se caixas ou peças de inspeção para permitir desobstruções. O diâmetro mínimo do subcoletor e do coletor predial deverá ser de 100 mm. 12. Mudanças de direção no coletor predial devem ser feitas mediante caixas de inspeção. 13. O Memorial Descritivo deve apresentar as principais justificativas para a escolha da solução adotada, referente à concepção do projeto, a definição de todos os elementos que compõem o projeto das instalações prediais de esgoto, levando-se em conta parâmetros como unidades padrão Hunter, declividade, diâmetro e conjunto motor-bomba. Apresentar as especificações de todos os materiais (aquisição e aplicação) e serviços (normas de execução) e os quantitativos e orçamentos. PROJETO DE INSTALAÇÕES DE DETECÇÃO, ALARME E COMBATE CONTRA INCÊNDIO 1. O projeto contemplará a elaboração do Plano de Prevenção e Combate Contra Incêndio e deverá ser concebido de forma a proporcionar um nível adequado de segurança aos Página 36 de 55

37 ocupantes do prédio, em caso de incêndio, minimizando as probabilidades de propagação do fogo, através de seu combate no foco, além de diminuir os danos causados pelo sinistro aos equipamentos existentes. 2. Deverá atender às exigências das normas da ABNT: 2.1.NBR Sinalização de segurança contra incêndio e pânico (parte 1); 2.2.NBR Sinalização de segurança contra incêndio e pânico (parte 2); 2.3.NBR 9441 Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio; 2.4.NBR Proteção contra incêndio por chuveiro automático; 2.5.NBR Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate à incêndio; 2.6.NBR Sistema de proteção por extintores de incêndio. 3. O Plano de Prevenção e Combate Contra Incêndio deverá ser desenvolvido levando em conta a compatibilidade com os projetos arquitetônico e complementares, a fim de que se obtenha uma solução mais econômica e funcional. 4. O Plano de Prevenção e Combate Contra Incêndio deverá ser desenvolvido em conformidade com as normas da ABNT, com as leis locais e com toda a legislação e normas pertinentes. 5. Caso haja a necessidade da utilização de escadas pressurizadas, essas devem ser projetadas e especificadas. 6. O PROJETO DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO deverá especificar e detalhar, em sua totalidade, os equipamentos e sistemas de prevenção, contemplando os seguintes itens: Detecção, acionadores manuais e alarme de incêndio; Alarme de funcionamento das bombas do sistema de hidrantes; Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica, em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO. 7. Todos os equipamentos e instalações, deverão ser representadas em plantas, sendo apresentados os respectivos memoriais descritivos, cadernos de especificações e encargos e planilhas de quantitativos. 8. O Projeto de Detecção, "endereçável" classe "A", acionadores manuais e o Alarme de Incêndio, deverá conter: Distribuição dos diversos tipos de detectores, acionadores manuais e alarmes (sonoros, audiovisuais e de hidrantes) de incêndio para todas as dependências (exceto escadas e ante-câmaras) e central de detecção tipo classe "A" para toda a edificação; Esquema vertical; Detalhes gerais e memoriais descritivos; Diagrama de blocos do sistema; Indicação de dimensão e quantidade de todos os cabeamentos e fiações; ART junto ao CREA com detalhamento descritivo das atribuições técnicas por profissional, segundo exigências do Corpo de Bombeiros e CREA; Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica, em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO; Aprovação do projeto no Corpo de Bombeiros Local. 9. O PROJETO DE INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO Hidrantes e Extintores devem conter: Planta de situação/locação; Página 37 de 55

38 Casa de bombas e barriletes da rede de hidrantes, com detalhamentos; Rede interna de hidrantes; Distribuição de extintores (indicando suas categorias de extinção) e hidrantes; Esquema vertical geral; Legendas completas, com as informações de especificações de todos os elementos e materiais utilizados no sistema, incluindo seus quantitativos por pranchas; Memoriais de cálculo e descritivos dos sistemas de pressurização usados, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO); ART junto ao CREA com detalhamento descritivo das atribuições técnicas por profissional, segundo exigências do Corpo de Bombeiros e CREA; Aprovação de todos os projetos no Corpo de Bombeiros Local. 10. Os abrigos de hidrantes devem ser perfeitamente visíveis, pintados, numerados, sinalizados e acessíveis. 11. A reserva técnica de incêndio deverá ser prevista para dar o primeiro combate ao foco do incêndio, para extinguí-lo, ou então, controlá-lo, até a chegada do Corpo de Bombeiros. 12. Todas as canalizações dos reservatórios devem ser independentes e convenientemente dimensionadas. 13. O acionamento do pressostato (chave de fluxo) pela queda de pressão, deverá ligar o motor elétrico da bomba e acionar o alarme áudio-visual do sistema de hidrantes. 14. Deverá haver pelo menos um dispositivo de recalque, para hidrantes, na calçada em frente à edificação para suprimento da canalização por viaturas-tanque do Corpo de Bombeiros. 15. O PROJETO DE INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO Sprinkler s deve conter: Planta de situação/locação; Casa de bombas e barriletes da rede de sprinkler, com detalhamentos; Rede interna de sprinkler; Distribuição de chuveiros automáticos, sistema de dreno e sistema de válvula de governo completo (incluindo gongo); Esquema vertical geral; Legendas completas, com as informações de especificações de todos os elementos e materiais utilizados no sistema, incluindo seus quantitativos por pranchas; Memoriais de cálculo e descritivos dos sistemas de pressurização usados, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO); ART junto ao CREA com detalhamento descritivo das atribuições técnicas por profissional, segundo exigências do Corpo de Bombeiros e CREA; Aprovação de todos os projetos no Corpo de Bombeiros Local. 16. O sistema de chuveiros automáticos deverá atender às seguintes condições: Proteção total; Interferência mínima à descarga de água; Área máxima por chuveiro, de acordo com o risco a proteger; Escolha da localização em relação ao teto, para obter uma sensibilidade adequada de funcionamento, em função do acúmulo mais rápido de calor junto ao chuveiro; A escolha dos locais deverá levar em consideração a utilização e os equipamentos desses ambientes; Página 38 de 55

39 Dimensionamento das canalizações, por tabelas ou por cálculo hidráulico, de acordo com a precisão requerida pelo risco a proteger; O sistema deverá possibilitar a drenagem da rede por pavimento, independentemente; Deverão ser adotadas prumadas independentes para chuveiros automáticos e prumada de hidrantes; Deverá haver uma conexão do alimentador de cada pavimento com a prumada de dreno, fechada por um registro do tipo esfera e visor. 17. A reserva técnica de incêndio deverá ser prevista para dar o primeiro combate ao foco do incêndio, para extinguí-lo, ou então, controlá-lo, até a chegada do Corpo de Bombeiros. 18. Todas as canalizações dos reservatórios devem ser independentes e convenientemente dimensionadas. 19. O acionamento do pressostato (chave de fluxo) pela queda de pressão, deverá ligar o motor elétrico da bomba jóckey, e posteriormente a bomba principal; 20. Deverá haver pelo menos um dispositivo de recalque, para o sistema de chuveiros automáticos, na calçada em frente à edificação para suprimento da canalização por viaturastanque do Corpo de Bombeiros. 21. O PROJETO DE INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO Sinalização de Segurança contra Incêndio e Pânico deve conter: Planta de situação/locação; As instalações deverão seguir a prescrição das normas da ABNT NBR e , do Corpo de Bombeiros e da Legislação Municipal, principalmente quanto aos aspectos de segurança da edificação; Legendas completas, com as informações de especificações de todos os elementos e materiais utilizados no sistema, incluindo seus quantitativos por pranchas; Toda sinalização de emergência, de alerta e orientação, com rota de fuga; Locação dos blocos autônomos; Memoriais descritivos, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO); ART junto ao CREA com detalhamento descritivo das atribuições técnicas por profissional, segundo exigências do Corpo de Bombeiros e CREA; Aprovação de todos os projetos no Corpo de Bombeiros Local. PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS GLP 1. O PROJETO DE INSTALAÇÃO DE GÁS GLP deverá ser elaborado respeitando as recomendações abaixo: As instalações deverão seguir a prescrição das normas da ABNT NBR 13932, NBR14024 e a NBR 13523, do Corpo de Bombeiros e da Legislação Municipal, principalmente quanto aos aspectos de segurança da edificação; Deverá atender à demanda de todas as cozinhas, a partir da central de gás que deverá ser instalada fora do corpo principal da edificação; As instalações do restaurante deverão ser independentes das demais, com bateria de botijões independentes; Deverão ser fornecidos memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Deverá ser fornecido orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO). Página 39 de 55

40 PROJETO DE SUPERVISÃO E CONTROLE PREDIAL 1. O PROJETO DE SUPERVISÃO E CONTROLE PREDIAL deverá controlar e/ou monitorar os sistemas de energia (monitorar força, bombas e motores), demanda de energia, hidro sanitário (reservatórios e poços), de ar-condicionado (acionamento e desligamento da ventilação, exaustão e refrigeração do sistema de conforto térmico), mecânico (elevadores) e outros que se façam necessários supervisionar ou controlar. 2. O sistema de supervisão e controle predial deverá gerar relatórios do histórico do funcionamento dos equipamentos e fichas de manutenção preventiva e corretiva dos mesmos, tendo como funções básicas a monitoração centralizada, o acionamento remoto, o comando automático e a emissão de mensagens de alarmes. 3. O projeto deverá conter os seguintes elementos: Análise de viabilidade técnico-econômica dos diversos sistemas disponíveis no mercado, para que seja tomada a decisão que melhor compatibilize os interesses da unidade contratante, os aspectos técnicos e o rendimento operacional que o projeto deverá oferecer; Detalhamento dos esquemas verticais, das tubulações e cabeamento utilizados; Plantas baixas e de cortes das tubulações e cabeamentos (alimentação e sinal); Especificação da interface necessária para a compatibilização dos protocolos dos diversos sistemas integrados; Especificação e detalhamento da mesa de operações, que deverá possuir monitor com telas gráficas dinâmicas e alarme sonoro de falhas; Especificação e detalhamento do painel de monitoramento do sistema de controle de acesso e do circuito fechado de televisão; Layout da sala de controle; Especificação de todo hardware e software necessários para a implantação do sistema; Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO). 4. O projeto deverá ser elaborado seguindo as recomendações abaixo: Sistemas de controle que permita a integração com atuadores; Concepção do sistema de forma modular, permitindo futuras expansões; Perfeita compatibilidade e integração com a rede local de dados e elétrica; Ajuste individualizado de set points. 5. O sistema de supervisão e controle predial deverá ter as seguintes funções: Controle e monitoramento da operação dos elevadores, inclusive rotina para a ocorrência de interrupção no fornecimento de energia elétrica; Monitoramento dos níveis dos reservatórios inferior e superior e controle do acionamento das bombas, com geração de relatórios mensais e anuais; Monitoramento dos consumos de água e de energia elétrica, com a geração de relatórios mensais e anuais; Gerenciamento do fluxo de energia elétrica, para adequação à demanda; Monitoramento do funcionamento do grupo motor-gerador e do sistema de no-break; Controle compartimentado da temperatura ambiente, permitindo a programação horária, diária e de feriados; Monitoramento do status dos equipamentos de ar-condicionado central e demais componentes de climatização, exaustão e ventilação. Geração de relatórios detalhados das falhas verificadas na operação dos sistemas integrados; Monitoramento, com possibilidade de acionamento e desligamento remoto do sistema de climatização; Página 40 de 55

41 Detecção de GLP. PROJETO DE CONTROLE DE ACESSO 1. O PROJETO DE CONTROLE DE ACESSO deverá ser elaborado por especialista da área de segurança, e prever todas as infra-estrutura de tubulações e pontos a serem atendidos (catracas eletrônicas, cancelas, detectores de metal, etc.); 2. O projeto deve contemplar as necessidade de controle e permissões de acesso às dependências da edificação, tratando distintamente as situações internas (informadas pela contratante) e externas, atendendo o acesso veicular e de pessoas; 3. Todas as informações de acesso deverão ser armazenadas e possibilitar exportação em meio de arquivos de formato pré estabelecidos pela contratante; 4. Perfeita compatibilidade e integração com a rede local de dados e elétrica; 5. O projeto deverá conter os seguintes elementos: Análise de viabilidade técnico-econômica dos diversos sistemas disponíveis no mercado, para que seja tomada a decisão que melhor compatibilize os interesses da unidade contratante, os aspectos técnicos e o rendimento operacional que o projeto deverá oferecer; Detalhamento dos esquemas verticais, das tubulações e cabeamento utilizados; Plantas baixas e de cortes das tubulações e cabeamentos (alimentação e sinal); Especificação de todo hardware e software necessários para a implantação do sistema; Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO). PROJETO DE SONORIZAÇÃO/TV 1. O Projeto de Sonorização/TV para o auditório e demais ambientes deverá ser elaborado contemplando os elementos que se segue: Projetor de Vídeo com som, caixas acústicas, amplificadores, receivers, pontos de tv, microfones, e todos os elementos necessários para completa instalação dos sistemas; Central de som ambiente para controle do sistema com sonofletores, caixas, amplificadores, potenciômetros, etc; Previsão de tubulação em todos os pavimentos do prédio, incluindo o auditório, para instalação de antena, com distribuição de pontos de tv nos ambientes, conforme orientações da contratante. 2. O Projeto de Instalações de Sonorização/TV deve conter: Plantas baixas com indicação de todo a infra-estrutura, cabeamento e pontos de SOM e TV dos ambientes a serem atendidos; Detalhes da sala de SOM/TV, incluindo todos os equipamentos; Indicação de antena coletiva de canais abertos e fechados; Previsão de caixa de distribuição, próxima às antenas previstas; Memorial descritivo de todo o sistema de SOM e TV; Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO). Página 41 de 55

42 PROJETO DE CFTV 1. O PROJETO DE CFTV deverá ser elaborado por especialista da área de segurança, e prever todas as infra-estrutura de tubulações e pontos a serem atendidos; 2. O Projeto de Circuito Fechado de TV (CFTV) deverá conter: Análise de viabilidade técnico-econômica dos diversos sistemas disponíveis no mercado, para que seja tomada a decisão que melhor compatibilize os interesses da unidade contratante, os aspectos técnicos e o rendimento operacional que o projeto deverá oferecer; Plantas baixas com a locação das câmeras, que deverá ser aprovada pela Unidade contratante, suas respectivas lentes com distância focal definida e representada no projeto; Plantas baixas com indicação de todo o cabeamento elétrico e de dados que atenderá às câmeras; Detalhes da sala de segurança, incluindo multiplexadores, gravadores, monitores e outros equipamentos para CFTV; Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO). PROJETO DE TRANSPORTE VERTICAL (ELEVADORES) 1. O PROJETO DE TRANSPORTE VERTICAL (ELEVADORES) deverá ser elaborado conforme recomendações das normas técnicas da ABNT NBR 5666, NBR e da NBR NM 196, e, conter as seguintes informações: Velocidade a atingir e número de paradas; Tipo de motor e de máquina com seus respectivos sistemas de alimentação; Posição do luminoso no pavimento térreo com as setas direcionadas nos demais pavimentos; Placas indicativas dos pavimentos na face interna das portas externas; Indicar os tipos de painéis anteriores, laterais e posteriores; Especificar tipo de iluminação, soleiras, piso, ventilação, portas, cabides e outros; Planta baixa e detalhes das infra-estruturas específicas a serem instaladas na casa de máquinas e do(s) poço(s) do(s) elevador(es), Controle do tráfego de elevadores na sala de controle predial, em tela de microcomputador; Fornecimento de memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Fornecimento de orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO). PROJETO DE CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO 1. O projeto de consultório odontológico deve seguir a resolução RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, que dispõe sobre o regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. 2. Neste projeto deverá constar: Todos os ambientes do consultório, com suas áreas previamente estabelecidas, de acordo com a legislação vigente e todas as exigências da vigilância sanitária. Plano de trabalho, que irá condicionar todas as etapas do projeto operacional e arquitetônico do consultório, considerando os móveis odontológicos e seus equipamentos. Página 42 de 55

43 Proposta de funcionamento para um consultório composto por recepção, consultório, esterilização e local de equipamentos sob bancada. Os espaços adotados devem favorecer a biossegurança e a ergonomia, promovendo o perfeito funcionamento destes. A ligação entre os espaços deve considerar os diversos tipos de deslocamentos internos existentes em um consultório e suas respectivas complexidades. O seu espaço deve ser distribuído conforme recomendação da ISO e da Fédération Dentaire Internationale FDI, que divide a sala em áreas, idealizando-se o mostrador de um relógio onde o centro (eixo dos ponteiros) corresponde à boca do paciente, estando este na cadeira odontológica na posição horizontal. Em torno do centro são traçados três círculos (A), (B) e (C) com raios de 0,50m, 1,0m e 1,50m respectivamente. Deve ainda ser considerada outra importante área anexa à sala de consultório, a de esterilização, que deve proporcionar uma eficiente área de recirculação de materiais, conforme o desenho ilustrativo abaixo: O projeto deverá contemplar todas as instalações de ar-comprimido, vácuo e oxigênio, com todos os equipamentos previstos sob a bancada; Fornecimento de memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Fornecimento de orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO). PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO 1. O Projeto de Impermeabilização deverá conter: Plantas de localização e identificação dos sistemas de impermeabilização; Detalhes genéricos e específicos que descrevem graficamente todas as soluções de impermeabilização projetadas e que sejam necessárias para a inequívoca execução destas. Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários conforme padrão utilizado pela PINI/TCPO). 2. Nas plantas de localização dos sistemas de impermeabilização deverá conter os seguintes elementos: Página 43 de 55

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