UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ (UNOCHAPECÓ) Curso de Graduação em Agronomia AUGUSTO ZAMIGNAN LUIZ PAULO DALTOÉ

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1 1 UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ (UNOCHAPECÓ) Curso de Graduação em Agronomia Nota: 5,0. AUGUSTO ZAMIGNAN LUIZ PAULO DALTOÉ PROPOSTAS DE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL PARA A BOVINOCULTURA DE LEITE NO MUNICÍPIO DE PLANALTO ALEGRE SC Chapecó SC, Junho de 2014.

2 2 AUGUSTO ZAMIGNAN LUIZ PAULO DALTOÉ PROPOSTAS DE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL PARA A BOVINOCULTURA DE LEITE NO MUNICÍPIO DE PLANALTO ALEGRE SC Trabalho de Estudo da Realidade Rural, realizado no município de Planalto Alegre SC, apresentado à Unochapecó como parte dos requisitos para obtenção do grau de Engenheiro Agrônomo. Professores Orientadores: Prof. Carlos Eduardo Arns e Hoilson Fogolari. Chapecó SC, Junho de 2014.

3 3 SUMÁRIO SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos ANÁLISE DE CONTEXTO Bovinocultura de Leite no Oeste Catarinense Qualidade da produção de Leite no Oeste Catarinense LINHAS GERAIS ESTRATÉGICAS Requisitos Básicos para o Funcionamento do Programa REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁGICAS... 18

4 4 1 INTRODUÇÃO O Desenvolvimento Rural, dentro de suas complexidades, é de grande valia para o meio de que trata. A necessidade de inserção no mundo globalizado, de todos os que se encontram nele, faz com que o que se denomina agrário adentre para ganhar força e impulsionar ainda mais o seu rendimento. Pequenas propriedades buscam impulsionar o desenvolvimento sustentável, na grande maioria das vezes, por meio da mobilização de agentes econômicos, sociais e políticos, para apoio a atividades produtivas economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas, sempre observada e respeitada a diversidade cultural. As propriedades rurais do município de Planalto Alegre SC são bastante diversificadas e caracterizam-se por pequenas áreas, emprego de tecnologia razoável, empresas integradoras em sistema de cooperativa ou privada e mão de obra familiar na maioria delas. Segundo um estudo realizado pela EPAGRI Planalto Alegre/SC, o município conta com aproximadamente 130 propriedades com trabalhando com a produção leiteira, em média cada propriedade possui 15 vacas com uma produção média de 12,1 litros/leite/dia. Este programa é uma iniciativa que busca promover o desenvolvimento da atividade de bovinocultura leiteira, de forma a contribuir para o desenvolvimento local e com isso possibilitar a permanência do homem no campo. Sabe-se que o sucesso da indústria de lácteos depende dos hábitos alimentares da população. Esses hábitos são influenciados pela imagem favorável do leite e de seus derivados. O consumidor espera que os produtos tenham sabor agradável, estejam disponíveis em embalagens práticas e atrativas, e por um baixo preço, além de não causarem problemas para a saúde. Exigências de qualidade e segurança por parte dos consumidores de leite e derivados devem ser atendidas desde a propriedade rural. O produtor de [C1] Comentário: Aqui ficaria melhor se substituíssem por dois parágrafos: 1.Falasse sobre a atividade leiteira em nível de Brasil. 2.. Falasse da atividade leiteira em nível de SC.

5 5 leite tem um papel fundamental a desempenhar, pela importância que a matéria prima (o leite cru) exerce sobre o processamento industrial e a vida de prateleira dos produtos. A aplicação das Boas Práticas Agropecuárias (BPA), mesmo que num futuro próximo não venha a se constituir numa medida regulamentar para o produtor, é essencial para o atendimento da IN 62 e para competir por mercados que apresentem um maior padrão de exigência. Pode-se assim dizer que a melhoria da qualidade do leite está ligada à revisão de procedimentos adotados diariamente na propriedade. É muito importante, o produtor e o técnico se conscientizarem da necessidade da adoção das boas práticas agrícolas, visando corrigir possíveis falhas no processo de produção com o monitoramento dos pontos críticos que envolvem a contaminação e a presença de resíduos no leite. [C2] Comentário: Aqui estão focando muito na qualidade do leite, enquanto que o programa deve ir para além da qualidade.

6 6 2 JUSTIFICATIVA Ao longo dos últimos anos, a atividade leiteira vem trazendo consigo cada vez mais importância econômica e social para o setor agrícola de Santa Catarina. Atualmente, se constitui num segmento estratégico para a vida de um significativo contingente de produtores rurais, particularmente os familiares e é responsável pelo movimento econômico de grande parte dos municípios do Estado (SANTOS, 2006). A busca constante pelo aprimoramento da propriedade rural e suas mais diversas atividades, nos traz como uma melhoria, a organização para a implantação das BPA na produção de leite, atenção deve ser dada especialmente para as áreas de saúde animal, higiene da ordenha, alimentação, água para beber, bem-estar animal e meio ambiente. Nos últimos anos se tem observado um crescimento no padrão de exigências por parte do mercado consumidor na busca por alimentos seguros e de qualidade. Tais exigências aumentam todos os níveis de responsabilidade do produtor em geral, especialmente do produtor de leite e dos demais componentes desta cadeia de produção. A responsabilidade de produzir leite seguro e de qualidade começa na fazenda e as ações tomadas no sistema produtivo determinam o sucesso também dos seus derivados. É possível que, inicialmente, as Boas Práticas Agropecuárias (BPA) aplicadas à produção de leite se tornem uma exigência para os produtores que atendem mercados mais exigentes, mas que deverá alcançar todos os mercados num período de tempo mais longo. Os produtores do município de Planalto Alegre são pequenos produtores, porém o seu produto é comercializado com cooperativas e empresas privadas onde seus produtos industrializados abrangem grande parte do país, assim é indispensável que o leite produzido por esses produtores seja proveniente de animais sadios e que produzam um leite de qualidade. A segurança e a qualidade dos alimentos produzidos dependem diretamente do comprometimento do produtor rural. Dependendo dos cuidados [C3] Comentário: Ainda não justificam programa de desenvolvimento rural da atividade leiteira. Ela continua muito focada nas BPAs, ou seja, pela justificativa parece que o programa é a implantação das BPAs e o programa deve ser mais que isso, conforme nossa conversa na orientação.

7 7 na produção de alimentos, haverá maior ou menor possibilidade de riscos à saúde do consumidor. Para que o produtor possa crescer na sua atividade, com garantia de sucesso, é importante seguir essa nova tendência. Com o objetivo de produzir leite seguro até ao consumidor são necessários diversos cuidados durante a produção, ou seja, as BPA s.

8 8 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo Geral Este programa é uma iniciativa que busca Promover o desenvolvimento da atividade de bovinocultura leiteira, de forma a contribuir para o desenvolvimento local e com isso possibilitar a permanência do homem no campo. Produzindo a partir de animais sadios, usando procedimentos de manejo reconhecidamente aceitos e adequados sob as perspectivas do bemestar animal. 3.2 Objetivos Específicos Diagnosticar o Desenvolvimento do meio rural; Analisar a atividade da Bovinocultura como um potencializador de desenvolvimento; Disseminar conhecimentos sobre a Saúde animal; Buscar e repassar informações sobre práticas de Bem estar animal; Captar dados; Capacitar o produtor rural para melhorar seu rebanho e sua produção. [C4] Comentário: Como vocês propõem promover o desenvolvimento da atividade leiteira visando contribuir com a permanência do homem no campo? É isso que os objetivos específicos devem dar conta. Então repito os comentários feitos na outra correção: Pensar os objetivos específicos a fim de atender o objetivo geral. Devem abordar: 1.Capacitação em diferentes temas. 2. Alimentação 3.Melhoramento genético 4. Acompanhamento [C5] Comentário: Não tem relação com o tema em questão. [C6] Comentário: Seria um objetivo de um projeto de pesquisa. [C7] Comentário: Então todos no campo da capacitação, então juntar os quatro formulando num único objetivo.

9 9 4 ANÁLISE DE CONTEXTO 4.1 Bovinocultura de Leite no Oeste Catarinense Entre os diversos segmentos econômicos atualmente desenvolvidos, é notório que o agronegócio do leite é de fundamental importância para o setor agropecuário brasileiro, e principalmente do oeste catarinense, tendo em vista a participação na formação da renda e emprego de grande número de produtores, propiciando a fixação do homem no campo. (FISCHER, 2012). Santa Catarina ocupa o quinto lugar em produção de leite no país, a partir de 2008, e o Oeste Catarinense responde por 72,4% da produção estadual, sendo a terceira região entre as maiores mesorregiões geográfica produtoras de leite do país, atrás das mesorregiões geográficas do Noroeste Rio Grandense e do Triângulo Mineiro/Alto Parnaíba (STOCK, 2009). Esse crescimento da produção está relacionado com o aumento do número de vacas ordenhadas e o aumento da produtividade média. O Oeste catarinense é uma das bacias leiteiras nacionais mais promissoras, em termos de produção e de produtividade. E por isso FISCHER (2012) afirma que: O Oeste catarinense é uma das bacias leiteiras nacionais mais promissoras, em termos de produção e de produtividade. A região se caracteriza por pequenas propriedades rurais, cujo tamanho predominante é de até 100 hectares. Quanto aos estabelecimentos produtores de leite, a concentração das propriedades com até 100 hectares é de 89,1% no oeste catarinense, contra 87,3% no estado de Santa Catarina e 78% no Brasil. O rebanho leiteiro no oeste catarinense também está concentrado nas pequenas propriedades. Os estabelecimentos com até 20 hectares respondem por 72,1% da produção de leite na região, contra 70,4% em Santa Catarina e 33,4% na média nacional. Essa situação revela a importância da pecuária leiteira para as pequenas propriedades da região (FISCHER, 2012, p. 358). [C8] Comentário: Deve vir antes dos objetivos. Ainda não contextualizou a atividade conforme necessário: Aqui devem apresentar o cenário da atividade leiteira. Podem abordar 2 temas: - caracterização da atividade leiteira na região; Poderia ser mais explorada no item tendência da atividade leiteira para os próximos anos. [C9] Comentário: Esta frase ta repetindo no parágrafo abaixo.

10 Qualidade da produção de Leite no Oeste Catarinense Quando se avalia a qualidade do leite, verifica-se que de um modo geral, o leite produzido continua apresentando-se muito contaminado. No entanto, ao se fazer esta análise, é importante levar em consideração que os problemas de qualidade estão variando segundo o perfil do produtor de leite. Em relação, por exemplo, à contagem bacteriana total, constata-se em alguns laticínios, que os produtores que produzem até 200 litros de leite/dia, são os que apresentam maior percentual cujo leite possui uma contagem superior a UFC/ml (valor acima do proposto pela Instrução Normativa n 51 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em 2002). As propriedades que produzem acima de 2000 litros/dia, por outro lado, constituem o grupo que teriam menor percentual fora dos padrões (11%) e a maior porcentagem dos que produzem leite com menos de UFC/mL (padrão estabelecido pela União Européia). Isto significa que os produtores que produzem menores volumes de leite/dia, estão tendo mais dificuldade de atender o critério de contagem bacteriana total e estão em função disto, produzindo leite mais contaminado, contribuindo para o aumento da carga bacteriana do leite de outros produtores, quando é feita a coleta a granel ou quando o leite é estocado em silos nas indústrias (CERQUEIRA, 2004). [C10] Comentário: Qual a fonte desta informação? É a IN 51? Esta é uma informação grave, é importante se certificar. [C11] Comentário: Por que isso esta acontecendo? Média Máximo (x1000/ml) (x1000/ml) Contagem de células Somáticas (CCS) 401, ,0 Tabela formatada Contagem Bacteriana Total (CBT) 524, ,0 Fonte: EPAGRI Planalto Alegre. Pesquisa sobre bovinocultura de leite no município. [C12] Comentário: Esse quadro ficou solto aqui no texto. O que ele quer dizer. O setor agropecuário leiteiro discutiu exaustivamente a questão da qualidade do leite, o que propiciou a elaboração, publicação e a implementação da instrução normativa 51/2002, do Ministério da Agricultura, Pecuária e

11 11 Abastecimento (MAPA), constituídos pelos regulamentos técnicos sobre produção, identidade e qualidade dos diversos tipos de leite no país, bem como a coleta e o transporte a granel do leite cru refrigerado. Uma leitura criteriosa dos regulamentos técnicos propostos pela instrução normativa revela que os fundamentos básicos são: Sanidade animal, manifesta por meio da exigência de ausência de zoonoses como a tuberculose e a brucelose nos rebanhos e pela obrigatoriedade de controle e prevenção da mastite subclínica pela contagem de células somáticas (CCS) no leite. Higiene durante todo o processo de ordenha e conservação do leite na propriedade, monitorada pela contagem bacteriana total (CBT) no leite de cada propriedade. Refrigeração do leite imediatamente após a ordenha na propriedade rural, como estratégia básica de inibição do crescimento bacteriano no leite e monitorado também pela CBT. Nutrição animal adequada, como forma de manter a saúde e o bemestar dos animais produtores, além de garantir a produção de leite com uma composição adequada para atender às demandas nutricionais da população consumidora. Levando em consideração os dados levantados pela EPAGRI de Planalto Alegre, muitos produtores não realizam um controle de vacinação, alguns citam que sequer fazer algum tipo de aplicação de vacina para prevenção da saúde animal. Os dados podem ser analisados na tabela abaixo: Controle de Vacinação Número de produtores IBR, BVD, Leptospirose 26 Clostridioses / Carbúnculo 38 Nenhum 64 Total 128 Tabela formatada Fonte: EPAGRI Planalto Alegre. Pesquisa sobre bovinocultura de leite no município

12 12 Algumas propriedades possuem instalações inadequadas e comete alguns descuidos ligados a higiene animal, pessoal e no momento da ordenha. São informações totalmente contrarias ao controle de qualidade do produto final que é o leite, porém com esses dados é possível iniciar um programa de BPA diretamente nas propriedades mais problemáticas e de forma ordenada expandir essa prática a fim de beneficiar 100% dos produtores do município.

13 13 5 LINHAS GERAIS ESTRATÉGICAS O conjunto de fatores e objetivos a serem seguidos está intimamente ligados ao desenvolvimento do meio rural, partindo da análise a atividade da bovinocultura leiteira como um potencializador de desenvolvimento. Esta ultima, é tratada de forma especial, onde buscamos e repassar informações sobre práticas de Bem estar animal, disseminando conhecimento sobre, e capacitando o produtor rural para melhorar seu rebanho e sua produção por meio de manejos e boas práticas. A adoção de boas práticas na produção leiteira auxiliará na comercialização do leite e derivados com a qualidade assegurada, tendo como foco a relação entre a segurança do consumidor e as boas práticas na propriedade. As orientações sobre procedimentos específicos usadas no Brasil foram elaboradas a partir da experiência existente em vários países, mas não devem ser consideradas como normas estritas a serem seguidas por todos. As boas práticas devem ser usadas para dar a oportunidade para cada país desenvolver seu produto, de modo que seja específico para atender suas necessidades sociais, ambientais, de bem estar e econômicas. O conceito de BPA pode servir como instrumento de referência para se decidir cada passo do processo de produção, quais os procedimentos e ou produtos que são ambientalmente sustentáveis e socialmente aceitáveis. O produtor deve também assegurar a capacitação do pessoal envolvido ou que supervisionam atividades, especialmente aquelas relacionadas com o manejo dos animais, ordenha e armazenamento do leite, administração de medicamentos, atividades relacionadas à segurança e higiene dos alimentos e adoção de procedimentos seguros. Com relação à saúde animal, os animais devem ser sadios e a propriedade deve dispor de um programa efetivo de saúde do rebanho. Devese evitar a entrada de doenças no rebanho, por meio da compra de animais com histórico sanitário conhecido e controle da entrada dos mesmos na propriedade; o transporte de animais que entram ou saem da propriedade deve ser realizado de modo a não permitir a entrada de agentes de doenças; [C13] Comentário: Aqui não devem fazer um texto e sim montar as linhas gerais estratégica separadas para cada objetivos e para cada linha apresentar a tabela. Isso nós conversamos na orientação e inclusive foi enviado a vocês alguns modelos/exemplos de objetivos e linhas gerais estratégicas para tomarem como exemplo. Aqui não cabe o texto abaixo, apenas as linhas gerais, conforme conversamos e também esta apresentado no documento orientador de elaboração do programa.

14 14 manutenção de cercas e limites seguros para evitar o contato com animais de propriedades vizinhas; limitações, dentro do possível, ao contato do rebanho com pessoas estranhas e animais silvestres e ter programa de controle de pragas. Deve ser adotado também o emprego de sistema de identificação que permita que todos os animais sejam identificados desde o nascimento até o descarte ou morte, programa baseado em prevenção de doenças que atenda tanto às necessidades do sistema produtivo, quanto às exigências sanitárias regionais e nacionais, monitoramento regular dos animais para sinais de doenças, atendimento rápido e adequado aos animais doentes, isolamento dos animais doentes e separação do leite dos animais doentes e em tratamento, manutenção de registros escritos de todos os tratamentos realizados, com identificação apropriada dos animais medicados e adoção de medidas específicas relativas às doenças que afetam a saúde pública. O uso correto de medicamentos veterinários e de outros produtos pode ser realizado considerando-se a orientação de profissional habilitado, cálculo cuidadoso de dosagens e observação apropriada dos respectivos períodos de carência, armazenamento adequado e em local seguro mantendo-se longe de químicos, além de descarte de acordo com as normas oficiais. A capacitação de pessoal deve ser realizada considerando-se a disponibilidade dos procedimentos em local adequado para detecção de problemas, manejo de animais doentes e de substâncias químicas e medicamentos; garantia de que as pessoas encarregadas de manejar animais sejam suficientemente treinadas e competentes para realização de intervenções e assistência técnica. Na higiene da ordenha, o leite deve ser obtido e armazenado sob condições higiênicas. Os equipamentos usados para ordenhar e armazenar o leite devem ser apropriados e mantidos de maneira correta e regular. Linha geral estratégica 1: Desenvolver um sistema de capacitação permanente para os produtores de leite. Ações estratégicas Criar grupos de produtores nas comunidades para as capacitação Atividades Descrever para cada ação estratégica as atividades que deverão ser executadas em forma cronológica. [C14] Comentário:???

15 15 Os benefícios são inúmeros, tanto melhora a produção dos animais quando a qualidade de vida dos proprietários, que consequentemente possuirão maior rentabilidade e mais disponibilidade de capital para investir na propriedade e na atividade em sim. Por fim, pode até mesmo um meio de se diminuir a evasão do campo. Além de os animais que produzem leite precisarem ser sadios, um programa de manejo sanitário efetivo deve ser adotado em todas as propriedades. O leite deve ser ordenhado e armazenado sob condições higiênicas e os equipamentos utilizados, devem ser adequados e estar em boas condições. Os animais devem ser mantidos de modo que possam expressar os padrões normais de comportamento animal, livre de sede, fome, dor, doenças, desconforto e estresse. A região Oeste Catarinense é caracterizada pela marcante presença da agricultura familiar, estes são colonos oriundos das colônias velhas do Rio Grande do Sul. Segundo dados do IBGE (2008), 92% das unidades produtivas rurais têm área inferior a 50 hectares. Como na região predominam áreas rurais com pouca terra agricultável, em função do relevo montanhoso e pedregoso, pouco favorável para culturas anuais (milho e soja), a agricultura familiar buscou na integração uma fonte de renda para sua manutenção no meio rural (ACCS, 2011). A renda das famílias se dá através das cadeias produtivas, que é fomentada pelo sistema de integração ou de produtores independentes, que buscam crédito em cooperadoras e bancos. As evoluções da produção e dos sistemas em forma de cadeia produtiva trouxeram a ampliação dos problemas no sistema produtivo, ou seja, os agricultores isolados estão à mercê das grandes agroindústrias, através a padronização da produção, volume de produção, equipamentos para qualificar e padronizar a produção. Isto leva a descapitalização das unidades produtivas e consequentemente à exclusão daqueles que tem menor escala, obrigaram muitos a irem para as cidades (ANSCHAU et al., 2010). É por esse e tantos outros motivos que há a necessidade para se colocar um olhar diferenciado no âmbito do meio rural e capacitar o produtor para resistir e persistir diante das constantes mudanças que tendem a sempre e cada vez mais ocorrerem.

16 16 6 REQUESITOS BÁSICOS PARA O FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA [C15] Comentário: Nada do texto abaixo caracteriza-se como requisitos básico para a implantação/ funcionamento do programa. O desenvolvimento local pressupõe uma transformação consciente da realidade local (MILANI, 2005, apud PETITINGA, 2008). A organização comunitária em torno de um planejamento para o desenvolvimento, principalmente neste caso, do caráter rural, deve se buscar por uma perspectiva de construção social, constituindo assim em um instrumento fundamental, de cunho orientador e condutor. Este programa é uma iniciativa que busca promover o desenvolvimento da atividade de bovinocultura leiteira, de forma a contribuir para o desenvolvimento local e com isso possibilitar a permanência do homem no campo. Pode-se dizer que a melhoria da qualidade do leite está ligada à revisão de procedimentos adotados diariamente na propriedade, e que visaria melhorias futuras constantes e rentáveis. Existem vários empecilhos para o alcance da meta de implementação de BPA s em todas as propriedades do município de Planalto Alegre, mas a organização e planejamento podem superar. Como em praticamente todas as atividades, uma das maiores dificuldades é a capacitação e a mudança de mentalidade dos produtores envolvidos, técnicos e funcionários. Outra dificuldade é a necessidade de se adotar procedimentos padrões. Sem a atenção devida a estes requisitos, futuros investimentos como, equipamentos, instalações, uso de forragens de alta qualidade, visando sofisticar o processo de produção leiteira não garantirão necessariamente o sucesso do programa. É muito importante, o produtor e o técnico se conscientizarem da necessidade da adoção das boas práticas agrícolas, visando corrigir possíveis falhas no processo de produção com o monitoramento dos pontos críticos. Essas práticas exigem maior atenção por parte das pessoas que lidam diretamente com os animais, uma vez que a higienização das instalações e equipamentos deve ser constante, o bem-estar deve sempre ser preconizado

17 17 em qualquer etapa da produção e o monitoramento da condição de saúde do rebanho deve ser intensivo. Portanto, faz-se necessária a afinidade com o trabalho, a sensibilidade na lida com os animais e o compromisso com a rotina do manejo por parte do proprietário e de todos os envolvidos na produção. Assim assegura-se que as tarefas realizadas na propriedade sejam feitas de forma segura, correta e consistente por todos. Em reflexo a isso haverá redução de gasto com medicamentos devido o manejo sanitário preventivo, menor desperdício de alimentos pelo balanço nutricional dos animais, um melhoramento do bem-estar animal, e aumento da produtividade que tornam essas práticas indicadas economicamente no sistema de produção leiteira. Espera-se como conseqüência o aumento da renda e com isso o um aumento de sua qualidade de vida, contribuindo assim para a sua permanência no meio rural.

18 18 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁGICAS ACCS (2009) apud ANSCHAU, C. T. Redes de Cooperativas da Bovinocultura de Leite e o Desenvolvimento do Oeste Catarinense. Chapecó: Unochapecó, ANSCHAU, C. T. Redes de Cooperativas da Bovinocultura de Leite e o Desenvolvimento do Oeste Catarinense. Chapecó: Unochapecó, BRITO, J. R F. Boas práticas agropecuárias na produção de leite. In: BARBOSA, S. B. P., BATISTA, A. M. V., MONARDES, H. III Congresso Brasileiro de Qualidade do Leite. Recife: CCS Gráfica e Editora, 2008, v.1, p FAO e IDF Guia de boas práticas na pecuária de leite.. Disponível em: <http://www.fao.org/docrep/017/ba0027pt/ba0027pt.pdf>. Acesso em: 25 de junho de Produção e Saúde Animal. Diretrizes. 8. Roma, FISCHER, A.; SANTOS JUNIOR, S.; SEHNEM, S.; BERNARDI, I. Produção e Produtividade de Leite do Oeste Catarinense. Disponível em: <http://editora.unoesc.edu.br/index.php/race/article/viewfile/1681/pdf>. Acesso em: 25 de junho de RACE, Unoesc, v. 10, n. 2. Santa Catarina, junho de FLORIÃO, M. M., Boas práticas em bovinocultura leiteira com ênfase em sanidade preventiva. Disponível em: <http://www.pesagro.rj.gov.br/downloads/riorural/38boas_praticas_bovinocultur a_leiteira.pdf>. Acesso em: 25 de junho de Programa Rio Rural. Niterói- RJ, OLIVEIRA, A. A., Qualidade e segurança da produção de leite. Disponível em: <http://www.cpatc.embrapa.br/publicacoes_2011/doc_166.pdf>. Acesso em: 25 de junho de Embrapa Tabuleiros Costeiros. Aracaju - SE, PETITINGA, C. S., DESENVOLVIMENTO LOCAL. Disponível em: <http://www.cult.ufba.br/maisdefinicoes/desenvolvimentolocal.pdf>. [s.l.], SANTOS, O. V. dos; MARCONDES, T; CORDEIRO, J. L. F. Estudo da cadeia do leite em Santa Catarina; Prospecção e demandas. Disponível em: < ite.pdf>. Acesso em: 25 de junho de Epagri/Cepa. Florianópolis-SC, p.55.

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