Serviços em Nuvem: Oportunidade para Operadoras Parte II

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1 Serviços em Nuvem: Oportunidade para Operadoras Parte II Este artigo introduz os conceitos de computação em nuvem, Cloud Computing, e a insere no contexto de mercado de serviços ao apresenta-la como uma boa oportunidade do surgimento de novos produtos para as operadoras de telecomunicações. Autores Anderson Vinícius Alves Ferreira Especialista em Engenharia de Redes IP da FITec. É graduado em Ciências da Computação pela UFPB e possui especialização em Engenharia de Redes IP pela UPE. Davi Sabino Barros Especialista em Engenharia de Redes IP da FITec. É graduado em Redes de Computadores pela Faculdade Maurício de Nassau e possui especialização em Engenharia de Redes IP pela UPE e Segurança de Redes pela Faculdade Santa Maria. Rafael Bezerra Albuquerque Especialista em Engenharia de Redes IP da FITec. É graduado em Engenharia da Computação pela UPE e possui especialização em Engenharia de Redes IP pela UPE. A FITec é um instituto de pesquisa e desenvolvimento que presta serviços na área de Telecomunicações, Tecnologia da Informação, Energia Elétrica e Automação. É um centro de excelência no desenvolvimento de tecnologias e na geração de soluções, produtos e serviços, suportando empresas no processo de inovação. Categoria: Infraestrutura para Telecomunicações, Banda Larga Nível: Introdutório Enfoque: Teórico Duração: 15 minutos Publicado em: 30/09/2013

2 Operadoras de Telecomunicações e o Mercado de Serviços em Nuvem Neste capítulo são apresentadas questões sobre como as operadoras de telecomunicação estão inseridas no mercado de Computação em Nuvem, quais os problemas que os usuários enfrentam atualmente e como as operadoras poderiam utilizar o conhecimento sólido que possuem em oferecer serviços e suas infraestruturas de rede para se diferenciarem nesse mercado. Também é apresentada uma breve análise de complexidade dos modelos de serviços para evidenciar a menor complexidade do modelo IaaS e justificar seu uso neste trabalho Visão Geral do Mercado de Serviços em Nuvem A Computação em Nuvem representa uma mudança fundamental na maneira com que serviços de TI são inventados, desenvolvidos, atualizados e vendidos (Marston, Li, Bandyopadhyay, Zhang, & Ghalsasi, 2011). A tendência da computação se tornar cada vez mais pervasiva leva a um aumento da complexidade de gerenciar toda a infraestrutura existente dentro de uma organização, o que tem tornado a computação cada vez mais cara para as organizações (Roehrig, 2008). Neste sentido, a promessa da computação em nuvem é de prover todas as funcionalidades dos serviços de TI existentes, reduzindo dramaticamente os custos envolvidos em gerenciar uma infraestrutura de computação. Tal promessa tem gerado expectativas elevadas no mundo de TI. A Gartner publicou uma pesquisa que aponta uma previsão de que a computação em nuvem seja um mercado de 150 bilhões de dólares em 2014 (Gartner, 2010) e, de acordo com a AMI Partners, estima-se que pequenas e médias empresas invistam cerca de 100 bilhões de dólares em computação em nuvem em 2014 (Hickey, 2010). Barry X. Lynn, CEO (Chief Executive Officer) de uma provedora de serviços 1

3 na nuvem, justifica essa migração das empresas para serviços em nuvem fazendo a seguinte indagação, em tradução livre: Imagine, por exemplo, que no jornal da manhã esteja a notícia de que a Overstock.com [loja de departamento americana] decidiu não mais utilizar os serviços de entrega de terceiros e comprou caminhões, começou a alugar contêineres nos aeroportos e fará, por conta própria, as entregas de seus produtos. Diriam que isso é uma loucura. Então, por que isso é mais insano do que uma companhia de plano de saúde gastar 2 bilhões de dólares por ano com tecnologia da informação? 2009) E numa época onde serviços de telecomunicações e de TI estão em expansão, os provedores de serviços estão começando a prospectar novos clientes que queiram aproveitar as vantagens da convergência de serviços e tecnologia (Roehrig, 2008). Nesse sentido, as operadoras de telecomunicações estão investindo ativamente na cadeia de valor da computação em nuvem. A Verizon investiu em 2011 cerca de 2 bilhões de dólares em computação em nuvem, a France Telecom investiu 750 milhões de euros em 2011 em seu backbone para que pudesse oferecer serviços na nuvem, e a Telstra planeja investir 800 milhões de dólares australianos nos próximos cinco anos e declarou que 25 a 30% de sua receita total virá de serviços na nuvem (Ericsson, 2012). Ainda nesse contexto, outras empresas estão esforços e fazendo alianças para entrar no mercado de computação em nuvem, como as alianças entre a Alcatel-Lucent e a Hewlett- Packard (Alcatel-Lucent, 2012), e a IBM e a AT&T (Bradley, 2009). A Figura 1 ilustra a divisão entre os tipos de serviços que foram lançados em 2011 por operadoras de telecomunicações ao redor do mundo. 2

4 Figura 1: Tipos de serviços na nuvem lançados em 2011 (Informa Telecoms & Media, 2012). No Brasil, a Oi anunciou que investiu 30 milhões de reais na construção da plataforma de computação em nuvem e planeja investir mais 30 milhões de reais para incrementar seu portfólio de produtos (Soares, 2012). No segundo trimestre de 2012, a Telefônica Vivo anunciou o lançamento dos seus serviços na nuvem e espera que um terço de todo o crescimento de TI da empresa seja advindo deste mercado (Kohn, 2012). A Embratel anunciou que oferecerá, a partir de 2012, serviços na nuvem, mas não apresentou previsões de quando as vendas serão iniciadas (Ferrer, 2012) Os Problemas Atuais da Nuvem Apesar de todos os benefícios que a nuvem pode trazer, uma das principais razões para que diretores de TI relutem em contratar serviços na nuvem se deve ao fato de que os provedores de serviços simplesmente não podem entregar tudo que as empresas necessitam como, por exemplo, desempenho e segurança fim-a-fim (Alcatel-Lucent, 2011). Os serviços em nuvem oferecidos atualmente têm deficiências significativas, dentre elas: os provedores não conseguem garantir desempenho de maneira fim-a-fim. O controle sobre o desempenho e qualidade de 3

5 experiência (QoE) terminam na extremidade de saída do datacenter; os provedores se utilizam geralmente da Internet para prover os serviços. Isso significa que não possuem controle sobre a rede por onde trafegam os serviços; os provedores são limitados a arquiteturas centralizadas, ou seja, não possuem a flexibilidade de moverem seus serviços para perto dos clientes a fim de garantir uma latência mais baixa. Quando se trata de aplicações críticas para o pleno funcionamento dos negócios de uma empresa, a disponibilidade dos serviços é uma preocupação crucial. Até mesmo pequenas interrupções podem ter consequências desastrosas financeiramente. Uma pesquisa realizada pela Alcatel-Lucent entrevistou quase 4 mil diretores de TI em sete países e descobriu que as interrupções de serviço eram as principais preocupações com serviços na nuvem (Alcatel-Lucent, 2011) Os Diferenciais das Operadoras As operadoras têm a possibilidade de entrar no mercado de serviços em nuvem com ampla experiência no provimento de serviços, com fortes relações com seus clientes e a infraestrutura certa para prover serviços na nuvem. Muitas operadoras tornaram-se ao longo dos anos importantes parceiras dos seus clientes empresariais e uma fonte confiável para serviços de comunicação empresarial. A Nuvem é uma oportunidade para vender novos produtos para uma base de consumidores muito bem estabelecida. Os serviços na nuvem podem ser considerados também uma extensão natural das leased lines, das redes virtuais privadas (VPNs) empresariais e serviços de rádio já providos para as empresas clientes (Alcatel-Lucent, 2011). De uma perspectiva de modelo de negócios, a nuvem pode ser definida como a oferta serviços de TI multi-inquilinos. As operadoras já possuem o conhecimento de como vender serviços de comunicação multi-inquilino. Algumas importantes vantagens para as operadoras podem surgir da habilidade que possuem em entregar serviços que reúnam a rede juntamente com processamento e armazenamento. A infraestrutura de redes torna-se efetivamente uma nuvem distribuída que ajuda a reduzir os custos e aumentar a diferenciação do serviço. 4

6 As operadoras podem oferecer serviços de processamento e armazenamento bem como recursos de redes que garantem o desempenho da aplicação na nuvem. Além das capacidades técnicas, as operadoras podem oferecer uma única linha de suporte tanto para os serviços de rede quando os serviços na nuvem. Podem, também, potencialmente prover uma única fatura por intermédio de planos que agregam serviços na nuvem e os tradicionais serviços de redes. Esta combinação de nuvem e rede pode ajudar a proporcionar economia para os clientes na hora de investir. Ao mesmo tempo, proporciona às operadoras uma maneira de agregar receita. Esta pode ser considerada uma vantagem do modelo de negócios em relação aos datacenters centralizados que possuem apenas conhecimento para vender seus serviços sobre a Internet. Para as operadoras móveis, a capacidade de oferecer mídia online, serviços de mídia social e jogos a partir da nuvem ajudarão a aumentar o consumo do seu principal recurso a rede sem fio. Quanto mais interessantes forem seus serviços em nuvem, mais leais os clientes tendem a se tornar. As operadoras multiplay têm a oportunidade de dar às empresas a qualquer hora e em qualquer lugar acesso a seus aplicativos empresariais e serviços de comunicações através de redes móveis e fixas. Para essas operadoras, a qualidade da experiência nuvem móvel será crucial para a diferenciação. A infraestrutura é uma enorme vantagem natural para as operadoras (Alcatel-Lucent, 2011). Com recursos centrais e distribuídos que cobrem amplos territórios, as operadoras podem colocar os serviços no local que oferece a melhor relação custo benefício. Por exemplo, adicionando componentes de infraestrutura em seus escritórios centrais distribuídos, as operadoras podem levar a Nuvem para mais perto de seus clientes. Dessa maneira, a latência diminui os custos com banda larga também diminuem e os clientes podem facilmente visitar e inspecionar o datacenter onde seus dados estão localizados sempre que necessário. Em alguns casos, a utilização dos recursos distribuídos para fornecer serviços de nuvem fará mais sentido. Em outros casos, a utilização dos recursos centralizados será a melhor abordagem. A chave é que as operadoras podem alinhar de forma inteligente seus ativos e custos com as demandas de seus clientes 5

7 e a disposição de pagar por desempenho garantido. Devido a também serem proprietários da rede de acesso, as operadoras podem garantir a qualidade de serviço e desempenho desde a máquina virtual no datacenter até as instalações do cliente Análise de Complexidade dos Modelos de Serviço As operadoras de telecomunicações que iniciam no mercado de computação em nuvem oferecem primeiramente serviços de infraestrutura, que permitem que os clientes comprem poder computacional baseados na quantidade de uso desses recursos (Hanna, 2010). Tal fato pode ser explicado pela familiaridade que as operadoras comumente têm com serviços similares aos que são oferecidos no modelo IaaS e pela menor complexidade de implantação desse modelo (Figura 2). Figura 2: Gráfico de complexidade dos modelos de serviço da Computação em Nuvem (Cisco, 2009). A Tabela 1 resume algumas das principais diferenças entre os modelos de serviços da Computação em Nuvem. A partir dessa tabela, pode-se verificar que o modelo IaaS possui a menor complexidade de implantação e manutenção em relação aos outros dois modelos, pois o único requisito para o provedor do serviço é que a infraestrutura esteja disponível. O cliente fica responsável, portanto, por configurar a plataforma e as aplicações. 6

8 Tabela 1: Comparativo entre IaaS, PaaS e SaaS (Loeffler, 2011). Tipo IaaS PaaS SaaS Proprietário do Proprietário do Usuário final aplicativo ou TI aplicativo Usuário fornece o SO Suporte a aplicativos e middleware Servidor virtual Ambiente de Aplicativo Armazenamento tempo de execução finalizado em nuvem para código de aplicativo Serviço oferecido Armazenamento em nuvem Outros serviços em nuvem, como integração. Disponibilidade do Disponibilidade do Tempo de servidor virtual ambiente atividade do Tempo para o Desempenho do aplicativo Cobertura do nível de provisionamento ambiente Desempenho do serviço Nenhuma Nenhuma aplicativo plataforma ou cobertura a cobertura de aplicativo aplicativo Restrições Alto grau de Nenhuma mínimas nos personalização no personalização ou aplicativos nível do aplicativo mínima instalados em disponível, dentro Recursos ditados Personalização builds de SO das restrições do pelo mercado ou virtual serviço oferecido. provedor padronizado Muitos aplicativos terão que ser reescritos. 7

9 Os modelos PaaS e SaaS aumentam a responsabilidade do provedor. Visto que o provedor, ao oferecer PaaS e SaaS, ainda necessita prover as mesmas características de elasticidade e entrega sob demanda para preencher os requisitos básicos da nuvem, torna-se evidente que implementar primeiramente IaaS pode, devido às características intrínsecas deste modelo de serviço, aumentar a capacidade de prover de maneira mais adequada PaaS e SaaS. Apesar de não significar que seja obrigatório oferecer SaaS e PaaS sobre IaaS, isto permite que tais serviços possam ter uma melhor escalabilidade. 8

10 IaaS em Operadoras de Telecomunicações Neste capítulo são apresentadas questões mais específicas do projeto e implementação de serviços IaaS em operadoras de telecomunicações. Para tanto, definem-se os principais requisitos que um provedor IaaS deve atender, qual a arquitetura funcional de um provedor IaaS e, em seguida, qual a infraestrutura de rede necessária e como essa nuvem é operacionalizada Principais Requisitos As características essenciais da computação em nuvem e dos modelos de serviço exigem que os provedores de serviços atendam alguns requisitos a fim de que os usuários possam usufruir plenamente da experiência na nuvem. A definição dos requisitos que os serviços deverão atender terá impacto em decisões arquiteturais no projeto de implementação de IaaS em um provedor de serviços. Para cada modelo de serviço, diferentes requisitos devem ser atendidos. Como proposto por Rimal (Rimal, Jukan, Katsaros, & Goeleven, 2011), os principais requisitos que devem ser atendidos pelos provedores de serviços de IaaS são: Multi-inquilino: a infraestrutura pode ser compartilhada por diferentes clientes, cada um com seu próprio serviço; Isolamento de clientes: os recursos pertencentes a um cliente devem ser acessíveis única e exclusivamente a este cliente; Qualidade de serviço (QoS): o provedor dever oferecer garantias sobre a qualidade do serviço, como desempenho, disponibilidade e segurança; Tolerância a falhas: os serviços devem continuar disponíveis no caso de acontecer falhas em componentes da infraestrutura; Balanceamento de carga: mecanismo de distribuição automática entre os recursos disponíveis na infraestrutura (por exemplo, servidores, armazenamento e rede); 9

11 Gerenciamento da virtualização: capacidade de gerenciar elementos virtualizados da infraestrutura Arquiteturas da Nuvem Genericamente, a Nuvem pode ser considerada como um grande datacenter que prove capacidade para elasticidade, recursos sob demanda e faturamento baseado na quantidade de uso (Sridhar, 2009). A arquitetura de um datacenter geralmente segue a arquitetura canônica ilustrada pela Figura 3 (Benson, Akella, & Maltz, 2010). Nessa arquitetura, composta de três camadas, os servidores estão conectados a switches chamados de switch Top of Rack (TOR), que conectam os servidores à estrutura de rede do datacenter. Os switches TOR, por sua vez, estão conectados por um ou mais links a um switch de agregação chamado de switch End of Row (EOR). Os switches EOR são utilizados para conectividade entre servidores de diferentes racks. Os switches da camada de agregação são, então, conectados a roteadores (ou mesmo switches) para conectividade com o ambiente externo ao datacenter. Figura 3: Arquitetura canônica de datacenters. Apesar dessa topologia canônica, a escolha da topologia de rede e do tipo de interconectividade entre os servidores depende dos requisitos que devem ser atendidos pelo datacenter. Empresas, provedores de serviço e fabricantes de equipamentos seguem algumas diretrizes sobre onde usar comutação (protocolos de camada 2 L2) ou roteamento (protocolos de camada 3 L3) em suas redes (Sridhar, 2009). Atualmente, existem três abordagens principais para redes que 10

12 provêm IaaS: abordagem L2, abordagem L3 e a abordagem L2oL3 (virtualização de redes, L2 over L3 ). Projetos de rede de camada 3 (L3) têm como principal característica sua escalabilidade (a Internet, por exemplo, é baseada no protocolo IP, de camada 3). Por outro lado, projetos de camada 2 (L2) têm vários problemas de escalabilidade (Tu, 2011), entretanto são menos complexos que os de camada 3. A maioria dos datacenters empresariais seguem princípios de projeto L2, enquanto a maioria dos provedores de Internet (ISP) e grandes datacenters usam o modelo L3 (CloudScaling, 2010) Datacenter L2 O protocolo de camada 2 Ethernet é atualmente uma das tecnologias de redes locais em diversos ambientes, incluindo redes empresariais, acadêmicas e datacenters (Tu, 2011). Sua principal característica é a facilidade de configuração e entendimento do funcionamento. Em um ambiente Ethernet, cada dispositivo tem um endereço global único. Ao mover um dispositivo para um local físico diferente, dentro da mesma rede, o endereço Ethernet indicará onde o dispositivo pode ser encontrado. Ou seja, o endereço IP (Internet Protocol) não precisa ser alterado. Por consequência, os switches devem manter uma tabela de encaminhamento para todos os dispositivos da rede. Uma característica importante do protocolo Ethernet é o uso de broadcasting. Os protocolos Address Resolution Protocol (ARP) (Plummer, 1982) e Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP) (Droms, 1997), por exemplo, utilizam pacotes broadcast para descobrir o endereço IP de destino e obter as configurações de endereço IP, respectivamente. A necessidade de manter as informações sobre a localização de todos os dispositivos na rede e a utilização do modelo broadcast em alguns serviços limitam a escalabilidade do protocolo Ethernet. Para lidar com esse problema de escalabilidade, uma solução é dividir a rede em diversos domínios L2 e interconectá-los utilizando um roteador IP (L3), que também é utilizado para conexão com a Internet. A Figura 4 ilustra essa topologia. 11

13 Figura 4: Arquitetura de um datacenter L2. Em cada domínio L2 dessa topologia, todos os dispositivos aparentam ser locais, ou seja, o switch TOR e os switches virtuais são transparentes para as máquinas virtuais. Isso significa que não é necessária nenhuma configuração ao mover uma máquina virtual entre servidores localizados racks diferentes, mas no mesmo domínio L2. A existência de loops em uma topologia L2 pode gerar um problema chamado tempestade de broadcast e que o protocolo Spanning Tree Protocol (STP) tenta resolver. Entretanto, como o STP bloqueia links para evitar os loops, técnicas de balanceamento de carga, como o Equal Cost Multi-Pathing (ECMP) (Thaler & Hopps, 2000), não podem ser utilizadas e a maior parte do tráfego seguirá o caminho mais longo dentro da árvore gerada pelo STP. Apesar dos problemas, grandes provedores de serviços em nuvem tentam utilizar redes L2 para prover serviços em nuvem, provendo uma rede L2 virtual para cada cliente, o que não resolve os problemas de escalabilidade (CloudScaling, 2010) Datacenter L3 A principal característica de redes L3 é a sua capacidade de operar em grande escala. A Internet é uma prova da escalabilidade de redes L3. Essa capacidade se dá por características como agregação de rotas, esquema de endereçamento hierárquico, armazenamento somente do que é necessário para decidir se o destino dos dados é local ou remoto. Desta maneira, cada elemento em 12

14 uma rede L3 pode tomar decisões relativamente simples dentro de um pequeno conjunto de dados. Enquanto isso, os elementos em redes L2 necessitam ter conhecimento de todos os elementos que fazem parte da rede. A Figura 5 ilustra como redes L3 funcionam datacenters na nuvem (CloudScaling, 2010). Cada nó na infraestrutura age como um roteador e tem informação necessária somente para tomar decisões de roteamento local ou, se necessário, repassando os dados para a próxima camada. Figura 5: Arquitetura de um datacenter L3. Nessa arquitetura, cada servidor virtual está diretamente conectado apenas ao seu default gateway neste caso, o próprio nó (servidor) físico, que contém um roteador virtual e cada servidor virtual tem sua rede L2 exclusiva onde nenhum outro servidor virtual pode coexistir. Por este fato, o tráfego broadcast torna-se impossível e aplicações que fazem suposições sobre outros servidores localizados no mesmo domínio L2 podem não funcionar corretamente. A agregação de rotas permite que redes L3 sejam escaláveis. Na Figura 5, por exemplo, os roteadores do núcleo têm rotas para apenas um reduzido número de redes que apontam para a próxima camada (camada de agregação). Os roteadores de agregação têm informações sobre as redes em cada rack que apontam para o switch TOR, mas possivelmente não sabem onde cada servidor virtual está localizado dentro de cada rack. E os switches TOR, finalmente, têm a informação sobre qual servidor tem as redes onde estão localizados os servidores virtuais. 13

15 Redes L3 também permitem o uso de balanceamento de carga com ECMP, que habilita o uso de múltiplos caminhos simultaneamente entre dois pontos, permitindo o uso mais eficiente da rede. Além disso, redes L3 geralmente utilizam protocolos que roteamento como o Open Shortest Path First (OSPF) (Moy, 1998) e o Intermediate System to Intermediate System (IS-IS) (Oran, 1990) baseados no algoritmo Shortest Path First (SPF) (Dijkstra, 1959), o que significa que os dados percorrerão sempre o caminho mais curto até o seu destino, aumentando também a eficiência da rede. A principal desvantagem das redes L3 é o fato de que, diferentemente das redes L2, não é possível move um dispositivo de uma rede L3 para outra sem necessidade de fazer alterações de configuração. Mover um servidor de lugar implica mudar seu endereço IP para um endereço da nova rede Datacenter L2oL3 As abordagens de virtualização de redes tentam unir as abordagem L2 e L3. Essas abordagens tentam superar os problemas de escalabilidade de redes L2 criando redes L2 virtuais sobre uma infraestrutura L3. Dessa maneira, os clientes podem ter quantas redes L2 quiserem e interconectadas à sua maneira, enquanto a infraestrutura física segue uma abordagem L3. A Figura 6 ilustra a topologia de um datacenter com virtualização de redes. Uma máquina virtual (VM) pode ter conectividade L2 com outra VM localizada em um servidor físico diferente utilizando um túnel sobre a rede L3, criando assim um domínio Ethernet virtualizado. 14

16 Figura 6: Arquitetura de um datacenter L2oL3. Por ser uma tecnologia recente, ainda não existe um padrão utilizado e existe uma variedade de maneiras de implementar virtualização nos datacenters como, por exemplo, Network Virtualization using Generic Routing Encapsulation (NVGRE) (Sridharan, et al., 2011), Virtual Distributed Ethernet (VDE) (Davoli, 2004), OpenFlow (McKeown, et al., 2008) e Virtual extensible LAN (VXLAN) (Mahalingam, et al., 2002) A Nuvem Telecom As operadoras de telecomunicações possuem uma vantagem natural em relação a outros provedores de serviços: a rede. A capilaridade das redes das operadoras permite que os datacenters possam ser distribuídos geograficamente e, assim, criar vantagens competitivas ao oferecer melhores qualidades de serviços, latência e largura de banda. A Figura 7 ilustra uma arquitetura em que as operadoras podem potencializar suas redes para se tornarem plataformas diferenciais no mercado de computação em nuvem. A arquitetura tem como princípio a combinação das infraestruturas de rede e processamento de um datacenter para interagir perfeitamente com as redes de serviço ópticas e de pacotes das operadoras. 15

17 Figura 7: Nuvem Telecom [adaptado de (Alcatel-Lucent; Hewlett-Packard, 2011)]. Essa arquitetura permite que as operadoras ofereçam seus serviços a partir de datacenters centrais ou distribuídos, baseando-se no modelo econômico com o melhor custo-benefício. Ao distribuir seus datacenters, a operadora pode escolher prover determinados serviços a partir de um lugar mais próximo dos clientes. Devido a essa proximidade, datacenters distribuídos tem perfis de latência mais baixos por aplicação e por serviço do que os que são oferecidos de maneira centralizada, longe dos clientes. Aplicações como desktops virtuais, jogos online e distribuição de vídeo são intrinsecamente afetadas pela latência da rede e podem consumir grande porcentagem dos recursos da rede com o crescimento do número de usuários; datacenters distribuídos ajudam a diminuir esse impacto na rede. Uma camada de gerenciamento, que combina os controles de rede, armazenamento, processamento e aplicações, torna-se necessária para automatizar e otimizar a distribuição de recursos e qualidade de experiência (QoE) dos usuários e realizar o monitoramento e gerenciamento da latência e largura de banda dos serviços. A arquitetura do datacenter é dividida em blocos de processamento. Cada bloco contém elementos típicos de um datacenter com elementos de processamento, armazenamento e rede. Os blocos podem ser ajustados em relação 16

18 à capacidade para se adaptarem aos ambientes onde serão instalados, seja um pequeno datacenter regional ou um datacenter centralizado com maior capacidade. Os blocos de processamento seguem a infraestrutura ilustrada pela Figura 8. Figura 8: Bloco de processamento [adaptado de (Alcatel-Lucent; Hewlett-Packard, 2011)]. Cada bloco é dividido em quatro camadas funcionais: processamento e dados, acesso, núcleo e interconexão de datacenter. As três primeiras camadas focam em operações intra-datacenter. O último bloco consiste de roteadores para realizar a comunicação entre datacenters (blocos de processamento) e também realizar a conexão das VPNs dos clientes com os serviços oferecidos pelo datacenter. 17

19 Tema Principal: Teste seu entendimento 1. Em relação aos problemas atuais para a tecnologia de computação em nuvens em relação aos provedores do serviço é incorreto afirmar que: ( ) O provedores não conseguem garantir o throughput da banda fim-a-fim. ( ) Os provedores utilizam a internet como forma de acesso aos serviços. Logo, possuem controle total sobre a banda. ( ) Os provedores, geralmente, utilizam uma arquitetura centralizada que impossibilita a migração dos serviços para perto dos clientes. ( ) O controle sobre o desempenho, por parte dos provedores de serviços de nuvem, limitam-se até a extremidade do datacenter. 2. No tocante às arquiteturas existentes para implementação de serviços em Nuvem, qual delas pode utilizar tecnologias de tunelamento L2? ( ) L2. ( ) L3. ( ) L2oL3. ( ) L7. 3. Na arquitetura de nuvem descentralizada de uma operadora de telecomunicações qual camada é responsável pela comunicação entre os datacenters: ( ) Processamento e dados. ( ) Acesso. ( ) Núcleo. ( ) Interconexão. 18

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