Agrupamento de Escolas Santos Simões ANEXO 6 REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA -

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Agrupamento de Escolas Santos Simões ANEXO 6 REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA -"

Transcrição

1 Agrupamento de Escolas Santos Simões AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SANTOS SIMÕES ANEXO 6 REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA - 1

2 Artigo n.º 1 Carregamento de Cartões 1. O carregamento de cartões tem lugar no serviço de papelaria/reprografia, onde existe um terminal para o efeito. Para aceder ao terminal as responsáveis de caixa possuem um acesso próprio, com utilizador e palavra-chave para cada um. 2. Diariamente, o responsável pela contabilidade do ASE procede à extração das listagens do PAAE (software de gestão da área de venda de bens) do resumo de caixa por terminal e entrega à Tesoureira que confere pelas listagens o dinheiro entregue pelas responsáveis de caixa, na presença das mesmas, sendo o documento assinado pelas responsáveis de caixa, serviços de ASE, Tesoureira e Coordenadora Técnica. 3. A Tesoureira procede diariamente ao depósito das verbas arrecadadas na conta Cartão Magnético CGD. Nas ausências da Tesoureira, os depósitos são efetuados pelo assistente técnico substituto. 4. Os depósitos efetuados são registados em mapa próprio pela Tesoureira. 5. Nos talões de depósito serão identificados os dias, respetivos valores, bem como, o número atribuído a cada depósito, para posteriormente as receitas da Papelaria, Bufete e Refeitório serem lançadas na Contabilidade da Acção Social Escolar (ASE) e as receitas da Reprografia e Telefone na Contabilidade Geral. Artigo n.º 2 Circuito de Receita 1. As receitas internas são as provenientes dos setores Papelaria, Bufete, Refeitório e Reprografia e Telefone. O responsável pela Contabilidade dos Serviços de Ação Social-Escolar procede, no dia seguinte ao das movimentações das receitas geradas, à extração das listagens do PAAE do resumo discriminativo por setores e entrega-as à Tesoureira, para que proceda da seguinte forma: a) Depósito das receitas internas - Após a receção do resumo discriminativo dos diversos setores, a Tesoureira, usando o sistema caixa e e-banking, procede à transferência interna, diariamente, da conta Cartão Magnético para: a conta do Serviço da ASE ( CGD), as receitas diárias dos setores da Papelaria, Bufete e Refeitório; a Conta Geral da Escola ( CGD), as verbas provenientes da Reprografia e Telefone. No documento comprovativo da transferência é identificado o n.º do documento, o valor da receita, o dia e setor a que diz respeito. Após a receção do resumo discriminativo e dos comprovativos de depósito entregues pela Tesoureira, o responsável pela Contabilidade dos Serviços de Ação Social Escolar elabora a respetiva contabilidade do serviço da ASE, registando, diariamente, em programa informatizado, as folhas de caixa de receita/despesa, folha de cofre e diário de banco, no dia seguinte ao que dizem respeito. Todos os documentos são impressos e arquivados diariamente, em pasta própria, pelos respetivos setores. A Tesoureira escritura a Folha de Cofre da Contabilidade Geral da Escola e entrega o original com os respetivos documentos ao Responsável da Contabilidade Geral, a fim de serem lançados informaticamente todos os movimentos contabilísticos (folha de cofre diário, diário de receita/despesa e diário de banco). São elaboradas pastas, mensalmente, com os documentos de receita/despesa por setores e fontes de financiamento. b) Depósito das Receitas Externas - entende-se por receita externa toda aquela que não é proveniente do carregamento de cartões, mas sim resultante de receitas não geradas pela Escola (pavilhão, donativos, verbas da Câmara Municipal de Guimarães, etc.) Estas receitas são depositadas e entregues em Guia de Receita ao Tesouro e, posteriormente, são requisitadas nas respetivas requisições de fundos. Artigo n.º 3 Classificação das Receitas REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA - 2

3 1. As receitas são classificadas por fontes de financiamento e atividades, como a seguir se discriminam: a) Fonte de Financiamento 111 Orçamento de Estado com as seguintes atividades: º Ciclo Atividades Extracurriculares ºe 3º Ciclos e Secundário/Vencimentos de todo o Pessoal Docente e Não Docente Projetos Educação Especial b) Fonte de Financiamento 123 Orçamento Privativo com as seguintes atividades: º Ciclo º e 3º Ciclos/Secundário Desporto Escolar c) Fonte de Financiamento 242 POPH apenas com a atividade 192. Artigo n.º 4 Circuito da Despesa 1 - Do circuito de despesa consta: relação de necessidades, cabimento, requisição oficial, fatura, autorização de pagamento e recibo. a) Relação de necessidades - O processo da despesa inicia-se com o preenchimento da relação de necessidades. Para o efeito os responsáveis que se seguem estão dotados dos respetivos livros, numerados sequencialmente por locais/setores: - Contabilidade Geral da Escola Tesoureira. - Contabilidade da Ação Social Escolar responsável da contabilidade. - Diretor. Os procedimentos a adotar são os seguintes: - O original e duplicado da relação de necessidades devidamente preenchidos são sujeitos a verificação (preços e firmas). - Após a informação de cabimento da despesa, transmitida pelos responsáveis das referidas contabilidades, original e duplicado são submetidos à respetiva autorização do Diretor. b) Requisição oficial - Após a autorização da relação de necessidades, os responsáveis pela Contabilidade emitem a requisição oficial que, depois de assinada pela Coordenadora Técnica, será enviada (original e duplicado) ao fornecedor. Nas ausências da Coordenadora Técnica, a requisição será assinada pela Tesoureira. Os responsáveis da contabilidade iniciam a organização do processo de despesa. c) Tratamento das faturas - Rececionadas as faturas, os responsáveis pela contabilidade procedem à sua conferência através do original da requisição e procedem ao seu registo no respetivo Livro de Registo Diário de Faturas. Depois de determinadas as faturas que podem ser pagas em conformidade com os saldos existentes para os setores da ASE e dos setores dos Orçamentos da Escola, submetem-se todos os documentos de despesa, devidamente organizados, a autorização de pagamento pelo Conselho Administrativo. Autorizadas as liquidações por parte do Conselho Administrativo apostas em carimbo próprio, as faturas são entregues à Tesoureira a fim de efetuar o pagamento. A Tesoureira procede aos pagamentos por transferência bancária através da Caixa e-banking, imprimindo por cada pagamento efetuado o respetivo comprovativo. Apenas excecionalmente se emitem cheques para pagamento, que são assinados por 2 elementos do Conselho Administrativo. Todos os pagamentos são registados nas respetivas contabilidades. REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA - 3

4 O responsável pela Contabilidade da Ação Social Escolar elabora os mapas mensais da ASE, até ao dia 5 de cada mês e faz a exportação para a MISI do mapa da análise financeira até ao dia 15 de cada mês, com todos os movimentos de receita e despesa referentes ao mês anterior. No que concerne ao serviço da ASE, o responsável pela contabilidade do serviço da ASE, em conjunto com o assistente operacional responsável pela gestão dos armazéns, mensalmente, e através das listagens dos sectores da Papelaria, Bufete e Refeitório, analisam e conferem os stocks existentes. Em relação aos produtos de limpeza e higiene, esta conferência é realizada entre a responsável deste armazém e o Coordenador Operacional. Os stocks referentes ao material da secretaria serão conferidos entre o responsável deste armazém e a Coordenadora Técnica. d) Recibos - Após a receção dos recibos, os mesmos serão anexados às respetivas faturas, completando o ciclo da despesa. Artigo n.º 5 Classificação da Despesa 1 - Tal como as receitas as despesas são classificadas por fontes de financiamento e atividades, como a seguir se discriminam: a) Fonte de Financiamento 111 Orçamento do Estado com as seguintes atividades: º Ciclo Atividades Extra Curriculares º, 3º Ciclos/Secundário/Vencimentos de todo o Pessoal Docente e Não Docente Projetos Educação Especial b) Fonte de Financiamento 123 Orçamento Privativo com as seguintes atividades: º Ciclo º, 3º Ciclos/Secundário Desporto Escolar c) Fonte de Financiamento 242 POPH apenas com a atividade 192. Artigo n.º 6 Receção da Mercadoria 1 - Os funcionários responsáveis pela receção da mercadoria conferem a mercadoria recebida, colocam o carimbo no documento apresentado pelo fornecedor (Guia de Remessa ou Fatura), assinam e entregam aos responsáveis da Contabilidade. 2 - Existem responsáveis pela receção de mercadorias: - Papelaria e Reprografia; - Bufete; - Refeitório; - Produtos de limpeza e higiene; - Serviços Administrativos. 3 - A receção de materiais de uso e aplicação imediata em serviços de reparação e manutenção é da responsabilidade da Coordenadora Operacional, substituída nas suas ausências pelo Assistente Operacional designado para o efeito. Artigo n.º 7 Armazenamento das Mercadorias 1 - Existem 4 armazéns, respeitantes aos produtos do Bufete, Refeitório, Papelaria, Produtos de Higiene e Limpeza, para os quais existe um responsável. REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA - 4

5 2 O material de consumo dos Serviços Administrativos (material de escritório e tinteiros) é armazenado nos Serviços Administrativos e é rececionado e conferido pelo responsável designado para o efeito. Artigo n.º 8 Livros e Documentações Técnicas 1 - Todo o processo do circuito da receita e despesa é registado nos livros: Diário de Faturas, Conta Correntes, Folha de Cofre, Livro-caixa e Diário de Banco. 2 - O livro de Folha de Cofre é registado informaticamente e impresso diariamente pelos responsáveis das respetivas contabilidades (Serviço de ASE e Contabilidade Geral). 3 - Das contas ASE, conta geral da Escola (Orçamento de Estado e Privativo), e Cartão Magnético são impressos diariamente extratos bancários. Estes são escriturados pela Tesoureira, refletindo os depósitos (receitas) das verbas arrecadadas. a) Reconciliações Bancárias ASE, OE - Efetuadas mensalmente pelo Assistente Técnico designado para o efeito. b) Contas de Gerência ASE e OE - As Contas de Gerência dos Serviços da ASE e OE são efetuadas pela Tesoureira e Serviços de Contabilidade Geral, respetivamente, são apreciadas pelo Conselho Administrativo e submetidas à aprovação do Conselho Geral a fim de serem enviadas ao Tribunal de Contas. As referidas contas refletem todos os movimentos financeiros reportados de 01 de Janeiro a 31 de Dezembro do ano económico anterior. 4 - Os responsáveis pelos vários setores e intervenientes no presente circuito de receita e despesa serão propostos pelo Conselho Administrativo e designados pelo Diretor. REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA - 5

Sistema de Controlo Interno (SCI) REGULAMENTO

Sistema de Controlo Interno (SCI) REGULAMENTO Sistema de Controlo Interno (SCI) REGULAMENTO Artigo 1º Objeto 1. O presente regulamento tem por objeto o Sistema de Controlo Interno do Agrupamento de Escolas Agualva Mira Sintra, doravante designado

Leia mais

REGULAMENTO. cartão magnético. agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO

REGULAMENTO. cartão magnético. agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO REGULAMENTO cartão magnético Preâmbulo 2 Artigo 1.º - Objeto e âmbito de aplicação 2 Artigo 2.º - Composição 2 Artigo 3.º - Competências 3 Artigo 4.º

Leia mais

NORMA DE CONTROLO INTERNO (NCI)

NORMA DE CONTROLO INTERNO (NCI) NORMA DE CONTROLO INTERNO (NCI) Freguesia de Almagreira PREÂMBULO Tendo em conta o estipulado na Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro (que estabelece o quadro de competências, assim como o regimento jurídico

Leia mais

Manual Controlo Interno

Manual Controlo Interno Manual Controlo Interno Novembro 2015 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO....5 II. OBJETO...6 III. ÂMBITO....7 IV. ÂMBITO DA APLICAÇÃO.....7 V. COMPETÊNCIAS GERAIS...8 VI. DEFINIÇÃO DE AUTORIDADE E DELEGAÇÃO RESPONSABILIDADES...8

Leia mais

b) Certidão, emitida pela Direcção-Geral do Tesouro, relativa ao saldo de créditos libertos no final da gerência (modelo n.º 13); c) Certidão de

b) Certidão, emitida pela Direcção-Geral do Tesouro, relativa ao saldo de créditos libertos no final da gerência (modelo n.º 13); c) Certidão de Instruções n.º 2/97-2.ª S Instruções para a organização e documentação das contas dos serviços e organismos da Administração Pública (regime geral - autonomia administrativa), integrados no novo Regime

Leia mais

MANUAL de CONTROLO INTERNO

MANUAL de CONTROLO INTERNO MANUAL de CONTROLO INTERNO julho/2015 Índice 1 - Localização e horário de funcionamento... 5 2 Competência dos serviços de administração escolar... 5 3 - Constituição dos serviços de administração escolar...

Leia mais

NOR - PRO - 105 PAGAMENTO DA DESPESA

NOR - PRO - 105 PAGAMENTO DA DESPESA 1. OBJETIVO 1.1. Estabelecer normas e procedimentos para o pagamento de despesas referentes às contratações de prestação de serviços, ao fornecimento de bens permanentes e de consumo e às obras e serviços

Leia mais

PO.01 Aquisição de bens e serviços

PO.01 Aquisição de bens e serviços 1. Objetivo Garantir o melhor resultado económico da despesa pública resultante da aquisição de bens e serviços necessários para os processos da Escola Superior de Saúde de Santarém. 2. Definições e abreviaturas

Leia mais

(SCI) manual de PROCEDIMENTOS. SISTEMA de CONTROLO INTERNO

(SCI) manual de PROCEDIMENTOS. SISTEMA de CONTROLO INTERNO (SCI) SISTEMA de CONTROLO INTERNO manual de PROCEDIMENTOS ÍNDICE I. INTRODUÇÃO... 4 II. OBJETIVOS, PRINCÍPIOS E PRESSUPOSTOS DO CONTROLO INTERNO... 5 III. PRINCÍPIOS CONTABILÍSTICOS... 8 IV. ORGANOGRAMA...

Leia mais

Regulamento de Controlo Interno. Freguesia de Paçô. Arcos de Valdevez

Regulamento de Controlo Interno. Freguesia de Paçô. Arcos de Valdevez Regulamento de Controlo Interno Freguesia de Paçô Arcos de Valdevez 2013 Regulamento de Controlo Interno Artigo 1º Objecto O presente regulamento tem por objectivo estabelecer as regras, métodos e procedimentos

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTA MARIA DOS OLIVAIS. Manual Controlo Interno

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTA MARIA DOS OLIVAIS. Manual Controlo Interno AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTA MARIA DOS OLIVAIS Manual Controlo Interno 1 2 Introdução O Plano Oficial de Contabilidade do Sector da Educação (Poc - Educação), aprovado pela Portaria nº794/2000 de 20

Leia mais

Ponto 8 Anexo ao balanço e à demonstração de resultados referente ao exercício económico de 2011

Ponto 8 Anexo ao balanço e à demonstração de resultados referente ao exercício económico de 2011 Ponto 8 Anexo ao balanço e à demonstração de resultados referente ao exercício económico de 2011 8.1 CARACTERIZAÇÃO DA ENTIDADE 8.1.1 Identificação: Designação: Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico

Leia mais

REGULAMENT O DE FUNDO DE MANEIO

REGULAMENT O DE FUNDO DE MANEIO REGULAMENT O DE FUNDO DE MANEIO Em conformidade com a Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro e Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21 de junho Aprovado em Reunião de Câmara de / / Elaborado em: Ago/2012 ÍNDICE ARTIGO

Leia mais

Manual de Controlo Interno

Manual de Controlo Interno Agrupamento de Escolas das Taipas Manual de Controlo Interno ( 2014/2017) SECÇÃO I - SERVIÇOS DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR Manual de Controlo Interno CAPITULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Objetivos 1.

Leia mais

NORMA DE CONTROLO INTERNO

NORMA DE CONTROLO INTERNO NORMA DE CONTROLO INTERNO NORMA DE CONTROLO INTERNO Preâmbulo O Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), aprovado pelo Decreto-Lei nº 54-A/99, de 22 de Fevereiro, com as alterações

Leia mais

AUDITORIA E CONTROLO FINANCEIRO

AUDITORIA E CONTROLO FINANCEIRO AUDITORIA E CONTROLO FINANCEIRO Relatório 2014 FICHA TÉCNICA Título Auditoria e Controlo Financeiro Relatório 2014 Autoria Inspeção-Geral da Educação e Ciência Coordenação: João Ramalho Elaboração: Ana

Leia mais

Programa Incentivo. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento

Programa Incentivo. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento Programa Incentivo Normas de execução financeira 1. Âmbito do financiamento As verbas atribuídas destinam-se a financiar o funcionamento da instituição de investigação científica e desenvolvimento tecnológico,

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERATIVO Manutenção das infraestruturas e equipamentos

PROCEDIMENTO OPERATIVO Manutenção das infraestruturas e equipamentos Página 1 de 5 I ÂMBITO Aplicável à gestão de atividades inerentes à manutenção e conservação das infraestruturas e. II OBJETIVOS Garantir que as infraestruturas estejam em condições de utilização. Garantir

Leia mais

REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO

REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO JUNTA DE FREGUESIA DE SALVATERRA DE MAGOS REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO INTRODUÇÃO I O Plano oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), aprovado pelo Decreto-Lei nº 54-A/99, de 22 de Fevereiro,

Leia mais

o o CONSELHO DE MINISTROS I SÉRIE N O 30 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 13 DE AGOSTO DE 2007 539

o o CONSELHO DE MINISTROS I SÉRIE N O 30 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 13 DE AGOSTO DE 2007 539 I SÉRIE N O 30 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 13 DE AGOSTO DE 2007 539 Essa especial autonomia financeira atribuída, através da consignação daquelas receitas, constitui, indubitavelmente, um instrumento

Leia mais

NORMA DE CONTROLO INTERNO DO PLANO OFICIAL DE CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS (POCAL)

NORMA DE CONTROLO INTERNO DO PLANO OFICIAL DE CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS (POCAL) PLANO OFICIAL DE CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS (POCAL) ÍNDICE INTRODUÇÃO... 5 OBJETO... 6 ÂMBITO DE APLICAÇÃO E NORMAS GERAIS... 6 EXECUÇÃO ORÇAMENTAL... 7 SECÇÃO I - TESOURARIA... 8 LIMITES DE DISPONIBILIDADES

Leia mais

ANEXO I INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DA RECEITA E DA DESPESA E DE PAGAMENTOS EFETUADOS

ANEXO I INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DA RECEITA E DA DESPESA E DE PAGAMENTOS EFETUADOS ANEXO I INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DA RECEITA E DA DESPESA E DE PAGAMENTOS EFETUADOS BLOCO 1 IDENTIFICAÇÃO CAMPO 01 Informar nome da Prefeitura Municipal (rua,

Leia mais

S E D E : E S C O L A B Á S I C A E S E C U N D Á R I A D E V I L A P O U C A D E A G U I A R GIAE. Gestão Integrada. para a Administração Escolar

S E D E : E S C O L A B Á S I C A E S E C U N D Á R I A D E V I L A P O U C A D E A G U I A R GIAE. Gestão Integrada. para a Administração Escolar S E D E : E S C O L A B Á S I C A E S E C U N D Á R I A D E V I L A P O U C A D E A G U I A R GIAE Gestão Integrada para a Administração Escolar Regulamento de Utilização Mod. AEVPA - Direção Página 1

Leia mais

MANUAL DE CONTROLO INTERNO

MANUAL DE CONTROLO INTERNO MANUAL DE CONTROLO INTERNO ARSN, IP Página 1 de 12 Ed. Rev. Data Autor 00 00 s/ data Implementação do Modelo de Controlo Interno nas ACSS ARS. 01 00 jan./2013 Adequação dos procedimentos à ARSN,IP. UACI

Leia mais

Regulamento do Fundo de Maneio e Fundo de Caixa da Freguesia de Alvor

Regulamento do Fundo de Maneio e Fundo de Caixa da Freguesia de Alvor Preâmbulo Nos termos do ponto 2.9.10.1.11 do POCAL Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais, aprovado pelo Decreto-Lei nº. 54-A/99, de 22 de fevereiro, com as alterações que lhe forma introduzidas

Leia mais

RELATÓRIO DE CONTAS DA GERÊNCIA 2010

RELATÓRIO DE CONTAS DA GERÊNCIA 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DA GERÊNCIA 2010 Introdução A Conta de Gerência (CG) da ESEQ, relativa ao ano 2010 está de acordo com a lei e os regulamentos em vigor, pelo que foi aprovada pelo Conselho Administrativo

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho FINANCEIRO IT. 20 11 1 / 6 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para as atividades financeiras do Conselho. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Instrução Normativa nº 480 de 15 de dezembro de 2004 Secretaria da

Leia mais

Art. 2º. Fazer publicar esta Portaria em Boletim de Serviço, revogando-se a Portaria 577/05-R, de 05 de dezembro de 2005.

Art. 2º. Fazer publicar esta Portaria em Boletim de Serviço, revogando-se a Portaria 577/05-R, de 05 de dezembro de 2005. PORTARIA 328/R-06 DE 22 DE JUNHO DE 2006. O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso da competência que lhe foi atribuída pelo artigo 39, inciso XX, do Regimento Geral da UFRN; CONSIDERANDO

Leia mais

MANUAL DE FUNDO DE MANEIO

MANUAL DE FUNDO DE MANEIO MANUAL DE FUNDO DE MANEIO REV01/2014 ÍNDICE I. Apresentação... 3 II. Enquadramento legal... 3 III. Fundo de Maneio - Notas Explicativas... 4 IV. Criação de Fundo de Maneio... 6 V. Reposição de Fundo de

Leia mais

REGULAMENTO CARTÃO IDENTIFICAÇÃO

REGULAMENTO CARTÃO IDENTIFICAÇÃO REGULAMENTO DO CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Artigo 1.º Agrupamento Vertical de Escolas D. Dinis Principais funcionalidades do sistema informático para a gestão integrada para a administração escolar (GIAE)

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/13/2010. 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos;

DESPACHO ISEP/P/13/2010. 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos; DESPACHO ISEP/P/13/2010 Considerando: 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos; 2. A necessidade de garantir a prevenção e detecção de situações

Leia mais

AUDITORIA E CONTROLO FINANCEIRO

AUDITORIA E CONTROLO FINANCEIRO AUDITORIA E CONTROLO FINANCEIRO Relatório 2013 FICHA TÉCNICA Título Auditoria e Controlo Financeiro Relatório 2013 Autoria Inspeção-Geral da Educação e Ciência Coordenação: João Ramalho Elaboração: Ana

Leia mais

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS SECÇÃO I RELAÇÃO ENTRE OS MODELOS Neste capítulo o principal objectivo é ajudar à compreensão global dos modelos e estabelecer a forma como os modelos se relacionam.

Leia mais

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e Instruções nº 1/2004-2ª Secção Instruções nº 1/2004 2ª Secção - Instruções para a organização e documentação das contas abrangidas pelo Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP- aprovado pelo D.L.

Leia mais

Baixa Boletos de Condomínio - Sami ERP++

Baixa Boletos de Condomínio - Sami ERP++ Baixa Boletos de Condomínio - Sami ERP++ 1. Baixa Manual de Boletos 1.1. Recebimentos Doc s - Caixa Acesse o módulo TERMINAL DE CAIXA/ CAIXA/ ABERTURA DE CAIXA/ CONDOMÍNIO/ LANÇAMENTOS AUTOMÁTICO/ RECEBIMENTOS

Leia mais

REGULAMENTO Nº 3/2009

REGULAMENTO Nº 3/2009 REGULAMENTO Nº 3/2009 REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DE RECEITAS MUNICIPAIS Preâmbulo A dispersão geográfica dos serviços da Câmara Municipal torna impraticável a cobrança de todas as receitas na

Leia mais

Sistema de Controlo Interno

Sistema de Controlo Interno Câmara Municipal Sistema de Controlo Interno (SCI) REGULAMENTO INDICE CAP. I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.º 1º Objecto... 4 Art.º 2º Âmbito... 4 Art.º 3º Competências... 4 Art.º 4º Documentos e registos... 5

Leia mais

Reconciliações Bancárias PEGAF 15 Procedimento Específico de Gestão Administrativo-Financeira

Reconciliações Bancárias PEGAF 15 Procedimento Específico de Gestão Administrativo-Financeira Página: 1/6 1. OBJECTIVO E ÂMBITO Este tem por objectivo descrever a forma de refletir e fazer corresponder todos os movimentos contabilísticos aos movimentos bancários. 1.1. Abreviaturas e definições

Leia mais

Regulamento do Sistema de Controlo Interno

Regulamento do Sistema de Controlo Interno Regulamento do Sistema de Controlo Interno Preâmbulo O Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), aprovado pelo Decreto-Lei nº 54-A/99, de 22 de Fevereiro, representa uma nova etapa

Leia mais

G I A E (GESTÃO INTEGRADA DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR)

G I A E (GESTÃO INTEGRADA DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR) G I A E (GESTÃO INTEGRADA DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR) REGIMENTO DE UTILIZAÇÃO 1. Introdução O presente regimento define e regula o funcionamento do Sistema de Gestão Integrada para a Administração Escolar,

Leia mais

Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006)

Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006) Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006) PREÂMBULO O presente regulamento define as normas relacionadas com a actividade financeira a observar

Leia mais

REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO

REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO Em conformidade com a Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro e Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21 de junho Aprovado na reunião ordinária da Câmara

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Edição: 0.1 JUL/2013 Página 2 de 14 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO E AUDITORIA

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO E AUDITORIA ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA A ELABORAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS DIRETÓRIOS PARTIDÁRIOS Tendo em vista a obrigação das agremiações partidárias de prestar contas até 30 de abril de 2014, referente ao exercício

Leia mais

Conta de Gerência em formato eletrónico

Conta de Gerência em formato eletrónico CONTAB Contabilidade para o Setor da Educação Versão 2.5.51 FEVEREIRO de 2012 MUITO IMPORTANTE - Faça uma cópia de segurança para guardar em arquivo; - Leia atentamente este documento, facultando-o a todos

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 17 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO

Leia mais

1 OBJETIVO Estabelecer diretrizes e procedimentos para o pagamento de pequenas despesas, através do Fundo Fixo.

1 OBJETIVO Estabelecer diretrizes e procedimentos para o pagamento de pequenas despesas, através do Fundo Fixo. PS 02/28 1 OBJETIVO Estabelecer diretrizes e procedimentos para o pagamento de pequenas despesas, através do. 2 ABRANGÊNCIA. 3 CONCEITOS E DEFINIÇÕES 3.1 Valor disponibilizado em Caixa da SEDE Seccional

Leia mais

Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento

Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento Apoio ao preenchimento do Relatório Final de Operação (RFO) Para ajudar no preenchimento do Relatório Final de Operação

Leia mais

Regras Práticas de Utilização dos Cartões Eletrónicos. Alunos

Regras Práticas de Utilização dos Cartões Eletrónicos. Alunos Regras Práticas de Utilização dos Cartões Eletrónicos Alunos No dia 2 de abril, entra em funcionamento na Escola Básica e Secundária de Salvaterra de Magos, um Sistema de Automação Escolar, adiante designado

Leia mais

PROVIMENTO N. 36, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009. O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso de suas atribuições e considerando:

PROVIMENTO N. 36, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009. O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso de suas atribuições e considerando: ESTADO DE SANTA CATARINA PODER JUDICIÁRIO CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO N. 36, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a informatização das serventias extrajudiciais do Estado de Santa Catarina

Leia mais

REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO. Preâmbulo

REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO. Preâmbulo REGULAMENTO DE CONTROLO INTERNO Preâmbulo O Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL) aprovado pelo Decreto-Lei n.º 54-A/99, de 22 de Fevereiro, com as alterações introduzidas pela Lei

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO. Introdução

REGULAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLO INTERNO. Introdução Introdução Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 54-A/99, de 22 de fevereiro, que aprovou o Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), deu-se forma à reforma da administração financeira

Leia mais

FORMULÁRIO DE PEDIDO DE PAGAMENTO

FORMULÁRIO DE PEDIDO DE PAGAMENTO 1. Identificação do beneficiário FORMULÁRIO DE PEDIDO DE PAGAMENTO Beneficiário:... (Designação da entidade que beneficia dos apoios financeiros) processo:... 2. Período a reembolsar Pedido de reembolso

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 119, DE 1º DE MARÇO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 119, DE 1º DE MARÇO DE 2011 Publicada no Boletim de Serviço nº 3, de 9 mar. 2011, p. 7-10 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 119, DE 1º DE MARÇO DE 2011 Dispõe sobre o fornecimento e a autenticação de cópias e impressões e dá outras providências.

Leia mais

Gestix 5.0. Enquadramento. Comunicação documentos de transporte

Gestix 5.0. Enquadramento. Comunicação documentos de transporte Comunicação documentos de transporte Enquadramento De acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 198/2012 de 24 de agosto, os sujeitos passivos de IVA têm de comunicar os documentos de transporte emitidos

Leia mais

Manual de Procedimentos Administrativos. Serviços de Administração Escolar Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva

Manual de Procedimentos Administrativos. Serviços de Administração Escolar Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva Índice Índice 1 Caracterização dos Serviços de Administração Escolar 2 Localização e Horário de Funcionamento 2 Competências dos Serviços de Administração Escolar 2 Constituição dos Serviços de Administração

Leia mais

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Capítulo I Objecto e Âmbito do Regulamento Interno Artigo 1º O presente Regulamento tem como objecto a PROMUNDO

Leia mais

PLATAFORMA SUPERLÓGICA FINANCEIRO

PLATAFORMA SUPERLÓGICA FINANCEIRO Como funciona a plataforma Superlógica? - Livro 3 de 4 PLATAFORMA SUPERLÓGICA FINANCEIRO Como funciona a gestão financeira? Como você vai fazer pagamentos e gerenciar as finanças de sua empresa? www.superlogica.com

Leia mais

Inventário Permanente. Documento FAQs

Inventário Permanente. Documento FAQs Inventário Permanente Documento FAQs 1 Os valores de balanço, volume de negócios e n.º funcionários como critério de classificação são cumulativos ou basta o cumprimento de um dos requisitos para a exclusão

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno

SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Procedimento de Controlo Interno Página 2 de 14 ORIGINAL Emissão Aprovação Data Data / / (Orgânica Responsável) / / (Presidente da Câmara) REVISÕES REVISÃO N.º PROPOSTO APROVAÇÃO

Leia mais

Norma do Sistema de Controlo Interno

Norma do Sistema de Controlo Interno Norma do Sistema de Controlo Interno ÍNDICE PREÂMBULO Pág. 2 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Pág. 2 CAPÍTULO II DOCUMENTOS, CORRESPONDÊNCIA E DADOS Pág. 4 CAPÍTULO III ORGANIZAÇÃO, TRAMITAÇÃO, CIRCULAÇÃO

Leia mais

Regulamento de Execução 2012

Regulamento de Execução 2012 Regulamento de Execução 2012 Campanha de Vacinação Antirrábica, de Controlo de outras Zoonoses e de Identificação Eletrónica Direção Geral de Alimentação e Veterinária Maio 2012 Página 1 de 10 1 - O n.º

Leia mais

Norma de Controlo Interno da. Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega

Norma de Controlo Interno da. Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega Norma de Controlo Interno da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega Introdução O Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL) aprovado pelo D.L. n.º 54-A/99 de 22 de fevereiro, alterado

Leia mais

INFORMAÇÃO SOBRE REGRAS DE FATURAÇÃO/MERCADORIAS E OUTRAS REGRAS CONTABILÍSTICAS

INFORMAÇÃO SOBRE REGRAS DE FATURAÇÃO/MERCADORIAS E OUTRAS REGRAS CONTABILÍSTICAS INFORMAÇÃO SOBRE REGRAS DE FATURAÇÃO/MERCADORIAS E OUTRAS REGRAS CONTABILÍSTICAS Só os Técnicos Oficiais de Contas estão habilitados técnica e legalmente a responsabilizarem-se pela sua contabilidade.

Leia mais

Escola Secundária José Saramago Mafra. Cursos Profissionais. Guião para os Professores

Escola Secundária José Saramago Mafra. Cursos Profissionais. Guião para os Professores Escola Secundária José Saramago Mafra Cursos Profissionais Guião para os Professores Ano letivo 2015-2016 1 2 Cursos profissionais e matriz curricular Coordenadora dos cursos profissionais e coordenadora

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica Municipal,

O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica Municipal, DECRETO N.º 060 /2013. REGULAMENTA A NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NO MUNICÍPIO DE ARACATI E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe

Leia mais

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Preâmbulo Este regulamento tem o objetivo de harmonizar e regulamentar o procedimento e os critérios de realização

Leia mais

UNIVERSIDADE DE TRAS-OS-MONTES E ALTO DOURO. Regulamento de Normas de Controlo Interno Serviços Financeiros e Patrimoniais Preâmbulo

UNIVERSIDADE DE TRAS-OS-MONTES E ALTO DOURO. Regulamento de Normas de Controlo Interno Serviços Financeiros e Patrimoniais Preâmbulo UNIVERSIDADE DE TRAS-OS-MONTES E ALTO DOURO Regulamento de Normas de Controlo Interno Serviços Financeiros e Patrimoniais Preâmbulo O Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP), aprovado pelo Decreto-Lei

Leia mais

REGIMENTO CARTÕES MAGNÉTICOS

REGIMENTO CARTÕES MAGNÉTICOS REGIMENTO CARTÕES MAGNÉTICOS 2012 - CAPÍTULO I INTRODUÇÃO As novas tecnologias representam no quotidiano da comunidade educativa uma importância significativa. A adoção do cartão magnético proporciona

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PESQUEIRA CCI - Controladoria de Controle Interno

PREFEITURA MUNICIPAL DE PESQUEIRA CCI - Controladoria de Controle Interno SISTEMA DE CONTROLE INTERNO - SCI INSTRUÇÕES NORMATIVAS SABS Nº 004/2010-1 Aprovação em: 20/07/2010 Versão: 001 Ato de Aprovação: IN SABS Nº 004/2010-1 Unidade Responsável: Sistema de Aquisição de Bens

Leia mais

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES PARA 2013

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES PARA 2013 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES PARA 2013 Índice CERTIFICAÇAO DOS PROGRAMAS DE FATURAÇAO... 3 DECRETO-LEI Nº 197/2012... 4 FATURAS... 5 PRAZO PARA EMISSÃO DAS FATURAS:... 5 ELEMENTOS E MENÇÕES EXIGÍVEIS NAS FATURAS...

Leia mais

Regulamento de Utilização do Cartão Magnético GIAE Gestão Integrada para Administração Escolar. Artigo 1.º Âmbito e definição

Regulamento de Utilização do Cartão Magnético GIAE Gestão Integrada para Administração Escolar. Artigo 1.º Âmbito e definição ANEXO XI REGULAMENTO INTERNO Regulamento de Utilização do Cartão Magnético GIAE Gestão Integrada para Administração Escolar Artigo 1.º Âmbito e definição 1. O GIAE é um sistema informático que funciona

Leia mais

Definição: Documentação que comprova os atos e fatos que originam o lançamento na escrituração contábil da entidade Ministério da Previdência Social.

Definição: Documentação que comprova os atos e fatos que originam o lançamento na escrituração contábil da entidade Ministério da Previdência Social. Definição: Documentação que comprova os atos e fatos que originam o lançamento na escrituração contábil da entidade Ministério da Previdência Social. Documentos que possuem validade fiscal perante o fisco

Leia mais

FEDERAÇÃO NACIONAL DE KARATE PORTUGAL

FEDERAÇÃO NACIONAL DE KARATE PORTUGAL Assunto: Fase II de Procedimentos Online Exmos. Srs. A TODAS AS ASSOCIAÇÕES A introdução em Setembro de 2011 da FASE I do novo método de registo de inscrições/renovações de atletas, treinadores e inscrições

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS DO FNDE

ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS DO FNDE ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS DO FNDE O PDDE consiste na assistência financeira às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal

Leia mais

OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013

OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013 WORKSHOP NOVAS REGRAS DE FACTURAÇÃO OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013 Marco Rodrigues Servicontabil Serviços de Contabilidade e Informática, Lda Ricardo Rodrigues Espaço Digital Informática e Serviços,

Leia mais

Norma IV Funcionamento da Componente de Apoio à Família

Norma IV Funcionamento da Componente de Apoio à Família Norma I Enquadramento Institucional A ABLA é uma IPSS e ONGD de inspiração cristã evangélica criada em 1984 por beneméritos alemães. A Associação dispõe de múltiplas respostas sociais para todas as gerações

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA Coordenação: Conselho para a Avaliação e Qualidade Gabinete de Qualidade, Avaliação e Procedimentos Instituto Politécnico de Beja Rua Pedro Soares, s/n 7800-295 BEJA Equipa Técnica: João Leal Manuel Monge

Leia mais

PLANO DE CURSO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

PLANO DE CURSO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PLANO DE CURSO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL 1 - NOME DO CURSO AUXILIAR ADMINISTRATIVO 2 - OBJETIVO Preparar profissionais para realizar atividades de rotinas administrativas, organização de documentos e apoio

Leia mais

MANUAL PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA PDDE

MANUAL PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA PDDE ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Diretoria de Educação Básica - DIEB Gerência de Administração Escolar - GEADE Programa Dinheiro Direto na Escola - PDDE Rua Antônio Luz, 111-5º

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moysés Vianna Unidade Central de Controle Interno INSTRUÇÃO NORMATIVA UCCI Nº 005/2012 VERSÃO 01 ASSUNTO: PROCEDIMENTOS A SEREM CUMPRIDOS NAS ROTINAS

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da ESHTE mantidos em conformidade com

Leia mais

Padronizar os procedimentos necessários a recebimentos e desembolsos da conta-corrente do Fundo EMERJ.

Padronizar os procedimentos necessários a recebimentos e desembolsos da conta-corrente do Fundo EMERJ. Proposto por: Diretor do Departamento de Administração (DEADM) Analisado por: Assessora da Assessoria de Gestão Estratégica (ASGET) Aprovado por: Secretária da Secretaria Geral de Ensino (SECGE) 1 OBJETIVO

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS. Seguro Escolar

MANUAL DE PROCEDIMENTOS. Seguro Escolar MANUAL DE PROCEDIMENTOS Seguro Escolar Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes Setembro de 2014 O Seguro Escolar constitui um sistema de proteção destinado a garantir a cobertura financeira da assistência,

Leia mais

NORMA DE CONTROLO INTERNO

NORMA DE CONTROLO INTERNO NORMA DE CONTROLO INTERNO NOTA JUSTIFICATIVA O Decreto-lei n.º 54-A/99, de 22 de Fevereiro, alterado pelo Decreto-lei n.º 315/2000, de 2 de Dezembro, ao aprovar o Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

REGULAMENTO CADASTRO E INVENTÁRIO DOS BENS

REGULAMENTO CADASTRO E INVENTÁRIO DOS BENS REGULAMENTO DE CADASTRO E INVENTÁRIO DOS BENS TRIÉNIO: 2014 2017 Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira Manual de Controlo Interno - Página 36 de 110 INDICE Introdução.......... 39 Capítulo I - PRINCÍPIOS

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE MINIGOLFE

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE MINIGOLFE FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE MINIGOLFE RELATÓRIO E CONTAS 2012 Relatório do Conselho Fiscal 1. Enquadramento Nos termos do art.º 42.º do D.L. n.º 248-B/2008 que regulamenta a atividade da F.P.M. cumpre-se o

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001 de 29 de Abril de 2011. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO Disciplina no âmbito da UDESC o controle dos serviços de postagem e remessa

Leia mais

SEPARATA N.º 04 Boletim Municipal

SEPARATA N.º 04 Boletim Municipal - SEPARATA N.º 04 Boletim Municipal 07 de março de 2016 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA SISTEMA DE CONTROLO INTERNO (Deliberação da CMA de 14.01.2015) (Deliberação da CMA de 20.01.2016) CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA

Leia mais

Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid

Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid Guia Prático dos procedimentos aplicáveis aos Orçamentos-programa (abordagem projeto) Versão 4.0 Dezembro de 2012 ÍNDICE 1.

Leia mais

IVA. Esclarecimentos sobre o Preenchimento do Modelo 106. e respetivos anexos. Perguntas frequentes:

IVA. Esclarecimentos sobre o Preenchimento do Modelo 106. e respetivos anexos. Perguntas frequentes: IVA Esclarecimentos sobre o Preenchimento do Modelo 106 e respetivos anexos Perguntas frequentes: PERG: O que é o novo modelo 106? RESP: É a declaração periódica mensal que demonstra o valor acrescentado

Leia mais

PO.03 Emissão de documentos académicos

PO.03 Emissão de documentos académicos 1. Objetivo INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Emitir, no tempo e segundo modelos e formas estabelecidas, certidões, certificados, diplomas e outros documentos similares que atestem e garantam a veracidade

Leia mais

Codificação da tabela de Movimentos

Codificação da tabela de Movimentos A Informatização da Contabilidade CAP VII Modelo 22; Comprovativo do pagamento do IVA trimestral; Comprovativo do pagamento da Informação Empresarial Simplificada; etc. Os documentos como a Nota de encomenda

Leia mais

Adoção da Contabilidade Orçamental pelos EPR

Adoção da Contabilidade Orçamental pelos EPR Adoção da Contabilidade Orçamental pelos EPR Os direitos de autor deste trabalho pertencem à SPMS e a informação nele contida é confidencial. Este trabalho não pode ser reproduzido ou divulgado, na íntegra

Leia mais

Novo Regime dos Bens em Circulação. Teresa Lima e Pedro Veiga Inspetores Tributários Direção de Finanças de Viana do Castelo. 21 de maio de 2013

Novo Regime dos Bens em Circulação. Teresa Lima e Pedro Veiga Inspetores Tributários Direção de Finanças de Viana do Castelo. 21 de maio de 2013 Novo Regime dos Bens em Circulação Ação Promovida pela AEPL 21 de maio de 2013 Teresa Lima e Pedro Veiga Inspetores Tributários Direção de Finanças de Viana do Castelo Regime dos Bens em Circulação (RBC)

Leia mais

Responsabilidades/ Autoridades

Responsabilidades/ Autoridades 1/5 1. OBJETIVO Garantir o abastecimento dos materiais Consignados e OPME do Hospital. 2. DEFINIÇÃO E CONCEITO OPME - Órtese Prótese e Materiais Especiais; CAF - Central de Abastecimento Farmacêutico;

Leia mais

Norma de Pagamentos. Os incentivos a conceder revestem a forma de subsídio não reembolsável.

Norma de Pagamentos. Os incentivos a conceder revestem a forma de subsídio não reembolsável. Norma de Pagamentos 1. Âmbito Nos termos do previsto no Contrato de Concessão de Incentivos estabelece-se a norma de pagamentos aplicável ao Empreende Jovem Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo. O

Leia mais

Regulamento de Visitas de Estudo e Intercâmbios Escolares

Regulamento de Visitas de Estudo e Intercâmbios Escolares Cod. 152602 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MELGAÇO Regulamento de Visitas de Estudo e Intercâmbios Escolares REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO E INTERCÂMBIOS ESC0LARES I - DEFINIÇÕES 1.1. Considera-se Visita

Leia mais

INDICE 1. CADASTRO DE CATEGORIAS...5 2. CADASTRO DE BANCO... 3. CONTAS A RECEBER... 3.1. LANÇAMENTO AUTOMÁTICO DE CONTAS A RECEBER...

INDICE 1. CADASTRO DE CATEGORIAS...5 2. CADASTRO DE BANCO... 3. CONTAS A RECEBER... 3.1. LANÇAMENTO AUTOMÁTICO DE CONTAS A RECEBER... 1 2 INDICE 1. CADASTRO DE CATEGORIAS...5 2. CADASTRO DE BANCO......6 3. CONTAS A RECEBER......6 3.1. LANÇAMENTO AUTOMÁTICO DE CONTAS A RECEBER...6 3.2. LANÇAMENTO MANUAL DE CONTAS A RECEBER...7 3.3. GERAÇÃO

Leia mais

Banco Mundial. Capacitação em Gestão de Convênios e Projetos

Banco Mundial. Capacitação em Gestão de Convênios e Projetos Banco Mundial Capacitação em Gestão de Convênios e Projetos Versão: Agosto/2011 O QUE É O PROGRAMA PRODUZIR? O PRODUZIR é um programa do Governo do Estado da Bahia, coordenado pela CAR - Companhia de Desenvolvimento

Leia mais