1 INTRODUÇÃO Documentos do Projectista DESCRIÇÃO E PRESSUPOSTOS DO EDIFÍCIO Aparelhos Sanitários

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1 PROJECTO DA REDE PREDIAL DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS E PLUVIAIS Memória Descritiva e Justificativa COMUNICAÇÃO PRÉVIA, Mata do Duque 2ª Fase, 58A 59B, Santo Estêvão, Benavente Requerente: Karen Simpson Contactos: Tel / ; Autor: Eng. Pedro Moreira Abril, 2013

2 1 INTRODUÇÃO Documentos do Projectista DESCRIÇÃO E PRESSUPOSTOS DO EDIFÍCIO Aparelhos Sanitários Cota do Colector Público Sistema de Drenagem DESCRIÇÃO DA REDE DE DRENAGEM Generalidades Colectores Instalação e Traçado da Rede Ramais de Descarga Ramais de Ventilação... Error! Bookmark not defined Tubos de Queda... Error! Bookmark not defined Colectores Prediais Ramais de Ligação Materiais Constituintes e Instalação Tubagens Acessórios Níveis de Conforto e Qualidade do sistema Caudais de Descarga Caudais de Dimensionamento Ruídos Acessibilidade dos Sistemas Odores CÁLCULOS DA REDE Caudais Instantâneos Caudais de Cálculo Capacidade de autolimpeza das condutas Ramais Ramais de Descarga Individuais Ramais de Descarga não individuais Ramais de Ventilação Tubos de Queda Colectores Prediais Ramais de Ligação Câmaras de Inspecção RECEPÇÃO DO SISTEMA Verificação das Condições de Estanquidade do Sistema Ensaio com Água Verificação da Eficiência do funcionamento MEMÓRIA DE CÁLCULO PEÇAS DESENHADAS

3 1 INTRODUÇÃO É objectivo deste documento apresentar o projecto da Rede de Drenagem de Águas Residuais a executar para a execução de uma Garagem, Arrumos, Boxes e Picadeiro, localizada em Mata do Duque 58 A 59 B, Mata do Duque, Concelho de Benavente e cujo requerente é Karen Simpson. A concepção da Rede de Drenagem de Águas Residuais teve como base de apoio a regulamentação em vigor, nomeadamente o Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de Distribuição de Águas e Drenagem de Águas Residuais Decreto regulamentar nº 23/95, de 23 de Agosto. Em tudo o que este for omisso, deverá cumprir-se o estipulado nas Normas e Regulamentos Oficiais em vigor. 3

4 2 Documentos do Projectista 4

5 5

6 6

7 3 DESCRIÇÃO E PRESSUPOSTOS DO EDIFÍCIO No presente capítulo pretende-se fazer uma descrição das necessidades de escoamento de águas residuais da fracção do edifício, assim como os pressupostos assumidos para a execução da Rede Predial de Drenagem de Águas Residuais Domésticas. A segunda fase de intervenção no prédio é constituída por 4 edificios destinados a Garagem, Arrumos, Boxes e Picadeiro distribuído por 1 piso acima do solo e localizada ao nível do rés-do-chão Aparelhos Sanitários Garagem: Sem elementos. Arrumos: Bl, Boca de Lavagem Boxes: Bl, Boca de Lavagem Picadeiro: Bl, Boca de Lavagem 1 Unid. 8 Unid. 1 Unid. 3.2 Fossa Sética A drenagem dos coletores é conduzida para fossa sética existente. 3.3 Sistema de Drenagem Sistema gravítico de Drenagem. Os edifícios verificam recolha de águas residuais apenas a nível superior ao do arruamento onde está instalado o colector público de drenagem. 4 DESCRIÇÃO DA REDE DE DRENAGEM Neste capítulo pretende-se fazer uma descrição e o modo como se procedeu à concepção dos vários ramais da tubagem constituintes da rede assim como os seus equipamentos necessários ao seu correcto funcionamento. 4.1 Generalidades Em termos gerais foram considerados os aspectos que optimizam o funcionamento da rede, os regulamentares, os económicos e a interligação com os restantes constituintes do edifício. As dimensões do projecto não justificam a adopção de ventilação. Esta rede foi coordenada com a arquitectura e com as restantes especialidades intervenientes no projecto. 7

8 4.2 Colectores O sistema de drenagem de águas residuais domésticas do presente edifício é constituída pelas seguintes partes: Ramais de Descarga: Canalização destinada ao transporte das águas provenientes dos aparelhos sanitários para o tubo de queda ou colector predial; Colectores Prediais: Canalização destinada a aglutinar em si as descargas dos tubos de queda e dos ramais de descarga provenientes do piso adjacente, e transportá-las para outro tubo de queda ou ramal de ligação; Ramal de Ligação: Canalização compreendida entre a câmara de ramal de ligação e o colector público de drenagem, destinada a conduzir as águas residuais provenientes da rede predial para a rede pública. Acessórios: Dispositivos a intercalar no sistema, no sentido de possibilitar as operações de manutenção e conservação e a retenção de determinadas matérias, e de garantir a habitabilidade dos espaços ocupados. 4.3 Instalação e Traçado da Rede O traçado foi desenhado tendo em conta a menor extensão das tubagens, menores custos, menores tempos de retenção de águas no sistema. Os anteriores factores não devem por em causa o correcto desempenho do sistema, cujos pressupostos são descritos em seguida Ramais de Descarga O traçado das tubagens é constituido por troços rectilíneos ligados entre si por caixas de pavimento. Os ramais de descarga são embutidos no piso do edifício Colectores Prediais Constituido por troços rectilíneos, quer em planta quer em perfil. São dotados de câmara de inspecção no seu início, nas mudanças de direcção, nas mudanças de inclinação, nas alterações de diâmetro e nas confluências, de forma a possibilitar eventuais operações de manutenção e limpeza. Os colectores prediais estão enterrados na envolvente do edifício ou inseridos em tectos falsos. 8

9 4.3.3 Ramais de Ligação Troço rectilíneo em planta e em perfil. É ligado à rede Pública por inserção em câmara de visita. 4.4 Materiais Constituintes e Instalação A escolha do material constituinte das tubagens e seus acessórios deve ter em conta os factores de ordem económica e condições de aplicação. Importa colocar materias resistente e pouco dilatantes em contacto com as águas quentes que saem dos diversos aparelhos Tubagens Serão utilizadas tubagens e acessórios de ligação em materiais termoplásticos, mais precisamente o policloreto de vinilo rígido (PVC) Acessórios Os acessórios são dispositivos a intercalar nos sistemas de drenagem de águas residuais domésticas, destinados a possibilitar eventuais operações de manutenção e conservação, inviabilizar a passagem de determinadas matérias ou substâncias para os sistemas e proporcionar condições de desempenho satisfatórias, evitando a passagem de odores desagradáveis para as zonas utilizadas. Sifões, destinados a travar a passagem de odores e são colocados em todos os aparelhos sanitários. É proibida a dupla sifonagem. Ralos, dispositivos destinados a permitir a passagem através de si de águas residuais, sem no entanto possibilitarem a passagem para o sistema de drenagem de matérias sólidas eventualmente transportadas nestas águas. Caixa de pavimento, destinados a aglotinar as descargas de vários aparelhos sanitários, conduzidas através dos respectivos ramais de descarga individuais e seu posterior encaminhamento através de um único ramal de descarga para o tubo de queda, colector predial ou câmara de inspecção. Câmaras de Inspecção, destinam-se a assegurar as operações de manutenção e limpeza dos colectores. 4.5 Níveis de Conforto e Qualidade do sistema O dimensionamento do sistema é efectuado para obedecer a certos requisitos de qualidade e conforto. Em seguida é feita a sua enumeração e identificação de como têlos em conta para o dimensionamento da rede Caudais de Descarga O dimensionamento da rede deve encontrar uma solução final que garanta os caudais mínimos, necessários para o correcto e confortável funcionamento de cada um dos dispositivos do edifício. Os caudais de descarga a adoptar para os diferentes aparelhos e equipamentos sanitários instalados numa edificação serão função do tipo desses aparelhos e equipamentos, de acordo com o especificado pelos respectivos fabricantes. Na sua 9

10 ausência, deverão ser considerados, para efeito de cálculo, os valores mínimos indicados no Anexo XIV do regulamento mencionado. Caudais de Descarga (l/min): Br, Bacia Retrete 90 Mi, Mictório 60 Lv, Lavatório 30 Mll, Máquina Lavar Loiça 60 Ll, Lava Loiça 30 Bl, Boca de Lavagem(Ø15mm) Caudais de Dimensionamento Para a determinação dos caudais de dimensionamento tem-se em conta o coeficiente de simultaneidade, o qual terá por função expressar a probabilidade da entrada em funcionamento simultâneo dos dispositivos de utilização instalados Ruídos A legislação nacional restringe a quantidade de som produzida por um sistema de drenagem de águas tendo em conta o conforto dos utentes do edifício. Pelo que é importante controlar os principais causadores deste fenómeno. Entre eles estão o correcto dimensionamento do tubo de queda, de modo a evitar a eclosão destes, o calibre dos sifões deve ser igual ao dos respectivos ramais de descarga, cuidado na escolha do material das tubagens, revestir os tubos com materias elásticos nas zonas de fixação à estrutura, os equipamentos de bombagem devem ser colocados preferencialmente no exterior do edifício Acessibilidade dos Sistemas Os colectores devem estar situados em locais de fácil acessibilidade para facilitar as operações de identificação e reparação de anomalias Odores A medida mais importante a tomar para evitar odores é a colocação de sifões em todos os aparelhos sanitários. É também importante proceder a um correcto sistema de ventilação, o qual deve evitar a ocorrência dos fenómenos que conduzem à destruição do fecho hídrico dos sifões. 10

11 5 CÁLCULOS DA REDE A seguir é descrito o modo como se procedeu ao cálculo dos vários elementos da rede sendo que os cálculos efectuados estão expostos no capítulo Folhas de Cálculo. 5.1 Caudais Instantâneos Caudais Instantâneos, são os caudais descarregados pelos aparelhos sanitários para a rede de drenagem, tendo em conta as suas características particulares. Devem ser considerados os valores mínimos indicados no Anexo XIV do regulamento mencionado. 5.2 Caudais de Cálculo Caudais de Cálculo, caudais utilizados na definição do diâmetro das condutas e traduzem a inverosimilhança de num mesmo edifício todos os aparelhos procederam a descargas simultâneas. Pode ser traduzido por fórmula analítica; Q c c s Q a Em que, Q c, Caudal de Cálculo C s, coeficiente de simultaneidade Q a, Caudal acumulado Ou através de via gráfica do regulamento; Q c 7,3497Q a 0, Capacidade de autolimpeza das condutas Nos casos em que as águas a drenar contenham elevados teores de gorduras, lamas, etc., dever-se-á proceder à verificação da capacidade de autolimpeza das condutas de fraca pendente, fundamentalmente nos casos em que se trate de colectores prediais ou de ramais de ligação. A verificação pode ser feita por: Limitação da tensão de arrastamento mínima, τ=γri em que: τ, Tensão de arrastamento > 2,45 (Pa) 11

12 γ, Peso específico da água residual (N/m 3 ) R, Raio hidráulico (m) i, inclinação da tubagem (m/m) Limitação da velocidade mínima, v>0,6m/s, para águas residuais com teores reduzidos de gorduras; v>1,2m/s, para águas residuais com significativos teores de gordura. 5.4 Ramais Ramais de Descarga Individuais Podem ser dimensionados para secção cheia, tendo em conta os pressupostos do projecto. Inclinação, dos ramais deve estar compreendida entre os 10 e os 40mm/m Diâmetros Mínimos/Efectivos, são apresentados na tabela seguinte e nas folhas de Cálculo. Bacia Retrete, Mictório, Lavatório, Máquina Lavar loiça Lava Loiças, Boca de Lavagem 90mm 50mm 40mm 50mm 50mm 50mm Ramais de Descarga não individuais São dimensionados para escoamento a meia secção. Inclinações, deverão estar compreendidas entre os 10 e os 40mm/m. Diâmetro Interior, dos ramais de descarga é calculado através da fórmula de Manning-Strickler Q=KAR 2/3 i 1/2 Onde: Q, Caudal de calculo (m 3 /s) K, Rugosidade da tubagem (m 1/3 /s) A, Secção da tubagem ocupada pelo fluido (m 2 ) R, Raio hidráulico (m) I, Inclinação (m/m) Para escoamentos a meia secção, vem que, 12

13 3 8 Q D 3 8 0,4980. K. i Ramais de Ventilação Para as parte da rede que não possuem tubo de queda é colocada um tubo de ventilação. O diâmetro interior é igual a 2/3, ou superior, do diâmetro dos ramais de descarga que ventilam. Os troços horizontais deveram possuir inclinação ascendente, no sentido contrário ao do escoamento do ramal que ventilam, de valor não inferior a 20mm/m Tubos de Queda Devem ter um diâmetro constante, com um mínimo de 50mm e nunca inferior ao maior dos diâmetros dos ramais que para ele confluem. Uma vez que os tubos de queda não possuem ventilação secundária, a sua taxa de ocupação depende do diâmetro do tubo. Este valor pode ser retirado do Quadro CLIII do livro da bibliografia. Diâmetro interior, dos Tubos de Queda pode ser calculado por: Forma analítica: D 3 5 4, Q ts Onde: D, Diâmetro interior do tubo de queda (mm) Q, caudal de cálculo (l/min) t s, taxa de ocupação Através da tabela do quadro CLIV da bibliografia; Através do Ábaco da figura 178 da bibliografia Colectores Prediais São dimensionados para escoamento a meia secção. Devem ter um diâmetro mínimo de 100mm e nunca inferior ao maior dos diâmetros das canalizações que para ele confluem. As inclinações dos colectores devem estar compreendidas entre 10 a 40mm/m O diâmetro interior dos colectores prediais pode ser calculado por: Fórmula de Manning Strickler Tabela de quadro CLVI da bibliografia 13

14 5.4.6 Ramais de Ligação São dimensionados para escoamento a meia secção. Devem ter um diâmetro mínimo de 125mm e nunca inferior ao maior dos diâmetros das canalizações que para ele confluem. As inclinações dos colectores devem estar compreendidas entre 20 a 40mm/m O diâmetro interior dos colectores prediais pode ser calculado de modo igual aos colectores prediais Câmaras de Inspecção As dimensões das câmaras são determinadas de acordo com o QUADRO CXLIX do livro da bibliografia. 6 RECEPÇÃO DO SISTEMA A regulamentação portuguesa estabelece as condições para recepção dos sistemas prediais de drenagem de águas residuais, as quais assentam na verificação da conformidade do sistema com o projecto aprovado e na realização de ensaios de estanquidade e de eficiência do funcionamento. No que se refere à verificação da conformidade do sistema com o projecto, estes requisitos deverão ser verificados com as canalizações e respectivos acessórios à vista. Nas situações em que tenham ocorrido alterações ao projecto aprovado, deverá o projectista proceder à actualização dos elemenentos do projecto e sujeitá-las à aprovação da entidade competente, para que conste do respectivo cadastro do sistema. 6.1 Verificação das Condições de Estanquidade do Sistema O sistema deverá ser verificado através da injecção de ar ou fumo à pressão de 400Pa, através de uma das extremidades, obturando-se as restantes, ou colocando sifões com água. Não se deverão verificar quaisquer redução de pressão durante um periodo de ensaia não inferior a 15 minutos. 6.2 Ensaio com Água Submetem-se os colectores a uma carga igual à resultante de uma eventual obstrução, devendo para o efeito obsturar-se as extremidades de jusante dos colectores e proceder ao enchimento dos tubos de queda até à cota de descarga do menos elevado dos aparelhos sanitários que para ele descarregam. Não se deverão verificar quaisquer reduções de pressão durante um periodo de ensaio não inferior a 15 minutos. 6.3 Verificação da Eficiência do funcionamento Após a conclusão de todo o sistema e a instalação dos dispositivos de utilização, deverá proceder-se à verificação da eficiência do sistema, através da observação do comportamento dos sifãos, quanto a fenómenos de auto sifonagem e de sifonagem induzida. 14

15 Oeiras, Julho de Projectista: Pedro Miguel Póvoa Moreira Engenheiro Civil, n.º Ordem Eng. 7 MEMÓRIA DE CÁLCULO 8 PEÇAS DESENHADAS 15

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