Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de Óleo de Veículos - Licença de Instalação (LI) -

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1 Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de Óleo de Veículos - Licença de Instalação (LI) - Avenida Nascimento de Castro, 2127 Lagoa Nova Natal RN Documento sujeito a revisões periódicas CEP Tel: (84) / / / Data de Emissão: Fax: (84) Inscrição no CNPJ (MF) / /3/2012 Website:

2 Página DEFINIÇÃO IMPORTANTE Licença de Instalação (LI) autoriza o início da implantação do empreendimento, de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes. 2. DOCUMENTOS NÃO-TÉCNICOS De acordo com a Relação de Documentos Básicos para o Licenciamento Ambiental, fornecida pelo Idema. 3. DOCUMENTOS TÉCNICOS Todos os empreendimentos/atividades localizados na orla marítima deverão observar as regras de Uso e Ocupação da Zona Costeira, contidas no Decreto nº , de 07 de dezembro de 2004, que regulamenta a Lei nº , de 16 de maio de Essa Lei institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro PNGC. Nesses casos, os estudos ambientais e memoriais descritivos deverão observar o disposto nos capítulos III, IV, V e VI e enquadrar os empreendimentos/atividades em conformidade com as informações dos anexos do referido Decreto, que se encontra disponível no site Dispensa-se a apresentação desse enquadramento se esse já houver sido apresentado em fase anterior de licenciamento e permanecer inalterado. Nesse caso, os projetos/atividades a serem implantados deverão obedecer às regras de uso e ocupação descritas naquela fase, conforme critérios determinados Projeto do empreendimento e layout das instalações, acompanhados do Memorial Descritivo de funcionamento, plantas, cortes e detalhes Projeto do empreendimento acompanhado do memorial descritivo de funcionamento, plantas, cortes e detalhes, de modo a permitir uma fácil compreensão do desenvolvimento da atividade e dos seus possíveis efeitos no entorno. Utilizar escalas adequadas à área em análise. O Projeto deverá conter, no mínimo: Planta baixa apresentando a localização do(s) boxe(s) de lavagem; do(s) boxe(s) de troca de óleo e lubrificação; da área do tanque de armazenamento de óleo usado; dos depósitos de resíduos perigosos; dos escritórios e sanitários, entre outros; Planta do sistema de drenagem para as águas contaminadas das áreas de lavagem e lubrificação, contendo a sua localização, inclinação e sentido de escoamento direcionado para a caixa separadora de água e óleo; Cortes e fachadas; Outros detalhes. Apresentação do Memorial Descritivo contendo, no mínimo: Descrição dos sistemas operacionais; Descrição da forma de tratamento e destinação final a ser dada aos efluentes líquidos das áreas de lavagem de veículos e de troca de óleo; Caracterização dos tipos de resíduos sólidos a serem gerados pelo estabelecimento, com a quantidade diária prevista para as fases de implantação e operação do empreendimento.

3 Página - 2 Layout das instalações Apresentação do layout das instalações, em escala adequada, incluindo a distribuição das áreas destinadas às diferentes instalações e operações; as vias de serviço; os pontos de geração, armazenamento e destinação final de resíduos; as áreas previstas para ampliação e implantação de novas unidades e outras informações consideradas relevantes Descrição do Sistema de Abastecimento d Água: Descrição do sistema de abastecimento d água, estimativa da demanda (por mês) e outras informações necessárias ao bom entendimento do projeto. No caso de sistema particular, apresentar a Licença para Obra Hidráulica, emitida pela Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH). Caso essa licença não seja necessária, apresentar a Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos, emitida pela mesma Secretaria Projeto do Sistema de Esgotamento Sanitário O projeto de esgotamento sanitário deverá ser acompanhado da justificativa do sistema proposto e ser elaborado e representado graficamente de acordo com as normas da ABNT, contemplando os seguintes itens: Para localidades com sistema público de esgotamento sanitário o empreendedor deverá apresentar a declaração do órgão competente (CAERN, FUNASA, SAAE, etc.) da possibilidade de recebimento dessa contribuição de esgoto pelo sistema público. Sistema particular de esgotamento sanitário o empreendedor deverá apresentar a descrição do sistema: unidades componentes, disposição final do efluente e outras informações necessárias ao entendimento do projeto, contemplando os seguintes itens: Dimensionamento apresentar o dimensionamento completo e detalhado de todas as unidades que irão compor o sistema de tratamento, especificando todos os parâmetros usados e necessários a sua compreensão, de acordo com as normas técnicas da ABNT em vigência. Incluir a memória de cálculo. Planta geral deverá incluir a rede coletora externa até o sistema de tratamento proposto e o emissário dos efluentes tratados até a disposição final, devendo ainda mostrar todas as unidades que integram o sistema, sua localização e os cursos d água existentes na área de abrangência do empreendimento, quando houver; Plantas baixas, cortes e detalhes das unidades, com indicação de todas as dimensões, situação dos equipamentos, tubulações, etc. No caso da disposição do efluente tratado no solo, informar a profundidade do lençol freático, a capacidade de absorção do solo e a distância em relação às unidades de captação de água (poços), no local e no entorno, e de outros corpos d água superficiais Planta do sistema de drenagem das águas pluviais Apresentar planta, em escala adequada, do sistema de escoamento das águas pluviais, indicando os locais prováveis de lançamento dessas águas no solo ou no corpo d água, ou, ainda, a integração com o sistema público de drenagem de águas pluviais, quando for o caso Projeto da caixa separadora de água e óleo Elaborado em escala adequada à área em análise, sendo acompanhado da respectiva memória de cálculo.

4 Página Projeto do tanque de óleo usado Elaborado em escala adequada à área em análise e de modo a atender às exigências da Resolução CONAMA nº 362, de 23/07/2005, que regulamenta a obrigatoriedade de recolhimento e disposição adequada de óleo lubrificante usado Tratamento e destinação dos efluentes sanitários e resíduos sólidos a serem gerados na obra Descrever o tratamento e a destinação final dos efluentes sanitários e resíduos sólidos a serem gerados durante o período de construção/implantação do empreendimento Resíduos sólidos gerados durante o funcionamento do empreendimento Descrever o sistema de acondicionamento, o local de armazenamento, a coleta, o transporte, o tratamento e o destino final dos resíduos sólidos a serem gerados pelo empreendimento Cadastro de Atividades (modelo Idema) Preencher os campos relacionados com o empreendimento Cronograma físico de implantação do empreendimento Apresentar o cronograma referente à execução das obras e/ou serviços de construção/implantação do empreendimento. O documento deverá estar assinado pelo empreendedor ou pelo responsável técnico Estudo Ambiental (Investigação do Passivo Ambiental, PCA, PRAD, outros) Dependendo do tipo, do porte, da localização e do potencial de impacto ambiental do empreendimento, poderá ser solicitado algum tipo de estudo ambiental, em complementação aos documentos apresentados, que deverá ser desenvolvido de acordo com Termo de Referência específico, fornecido pelo Idema após a vistoria da área. 4. OUTRAS INFORMAÇÕES E ORIENTAÇÕES IMPORTANTES PARA AS FASES DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DO EMPREENDIMENTO O armazenamento dos resíduos classificados como classe 1 (perigosos), tais como panos e estopas contaminadas, recipientes e embalagens contaminadas, filtros de óleo usado, entre outros, deverá ser realizado de acordo com a norma técnica NBR 12235/1992, da ABNT, ou outra que venha a substituí-la. Não será permitido, em hipótese alguma, o acúmulo desses resíduos a céu aberto, em área interna ou externa ao empreendimento; Os resíduos armazenados de acordo com o item anterior deverão ser encaminhados para local adequado, utilizando-se, para isso, o serviço de empresas transportadoras de resíduos perigosos, devidamente licenciadas pelo Idema; Os esgotos sanitários do empreendimento deverão ser segregados dos demais efluentes e lançados em rede pública coletora ou receber tratamento no próprio local, de acordo com as normas técnicas NBR 7229/93 e NBR 13969/97, da ABNT, ou outras que venham a substituí-las; Os efluentes líquidos gerados pelo empreendimento deverão ser tratados de modo a atender à legislação vigente para efeito de lançamento em corpos d água e rede coletora, conforme determina a Resolução CONAMA nº 357/2005 e alterações posteriores (disponível em O óleo usado deverá ser armazenado em tanques subterrâneos de parede dupla, dotados de sensores de monitoramento intersticial, ou em tanques aéreos situados em bacia de contenção, ou em tambores localizados em área dotada de bacia de contenção e coberta;

5 Página - 4 Os métodos e sistemas de detecção de vazamentos dos tanques de armazenamento de óleo usado, no caso de tanque subterrâneo, deverão estar em conformidade com a norma técnica NBR 13784/2006, da ABNT, ou outra que venha a substituí-la. No caso de tanque aéreo, deverá ser construída, se inexistente, uma bacia de contenção impermeabilizada, com cobertura, conforme a NBR /2000, da ABNT, ou outra que venha a substituí-la; O recolhimento e a disposição de óleo lubrificante usado, de observância obrigatória, deverão atender à Resolução CONAMA nº 362/2005. A coleta de óleo usado somente deverá ser executada por empresas licenciadas pelo Idema; O piso das áreas de lavagem, lubrificação e troca de óleo deverá ser de material impermeável, com canaletas em torno dele, direcionadas a um sistema de caixa separadora de água e óleo e, em seguida, direcionadas para um sistema de fossa/sumidouro ou para a rede de esgoto pública, conforme a norma técnica NBR n /2009, da ABNT, ou outra que venha a substituí-la; É proibida a emissão de substâncias odoríferas na atmosfera que possam causar incômodos à vizinhança; Os níveis de ruído emitidos pelo empreendimento deverão atender aos limites e recomendações constantes na Lei Estadual n 6.621/1994, na NBR 10151/2000, da ABNT, e na Resolução CONAMA nº 01/90, ou outras que venham a substituí-las; O empreendedor fica ciente de que será responsável por qualquer acidente que venha causar danos ao meio ambiente, devendo a ocorrência ser comunicada, de imediato, a este Instituto ( / / / ). 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS a) A implantação do empreendimento somente poderá ser iniciada após a emissão da Licença de Instalação pelo Idema; b) Toda a documentação técnica apresentada para o licenciamento ambiental deverá conter o nome legível do responsável técnico e estar por ele assinada; c) Todas as plantas, projetos e estudos ambientais apresentados deverão estar acompanhados das Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), devidamente registradas nos respectivos conselhos de classe, e conter o nome legível, o número do registro no conselho de classe e a assinatura dos profissionais responsáveis pela elaboração desses documentos. As plantas deverão ser entregues dobradas no formato A4, não sendo aceitos desenhos esquemáticos feitos a mão livre ou a grafite; d) Os estudos ambientais, sempre que solicitados, deverão ser apresentados em meio digital e em meio impresso, este contendo o nome legível e a assinatura de toda a equipe técnica responsável por sua elaboração. Como medida de segurança, sugere-se ao coordenador da equipe rubricar todas as páginas do relatório apresentado; e) Os documentos apresentados em forma de fotocópia deverão estar autenticados ou ser acompanhados do documento original, para simples conferência. Opcionalmente, o empreendedor poderá preencher e assinar o Termo de Responsabilidade por Autenticidade de Documentos, fornecido pelo Idema; f) A qualquer momento da análise, o Idema poderá solicitar outras informações ou documentos, caso julgue necessário.

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