GUIA PARA A FORMAÇÃO DE ENTIDADES A CREDENCIAR NO ÂMBITO DA SCIE

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1 GUIA PARA A FORMAÇÃO DE ENTIDADES A CREDENCIAR NO ÂMBITO DA SCIE 1/17

2 Índice 1. Introdução Formação Objectivos gerais do curso Conteúdos programáticos Equipa formativa Curso de formação para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE Curso de formação para elementos dos corpos de bombeiros Constituição do grupo de formandos Recursos didácticos Instalações Metodologia de avaliação Avaliação e acompanhamento da acção de formação Avaliação dos formandos Instrução do processo de aprovação dos conteúdos formativos e formadores Obrigatoriedade de aprovação prévia dos conteúdos formativos e formadores Instrução do processo de aprovação Publicitação dos cursos de formação Validade do reconhecimento dos cursos de formação Considerações complementares... 9 ANEXO I Conteúdo programático, mínimo, do curso de formação na área específica de SCIE para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE (n. os 1, 2 e 3, do artigo 4.º, da Portaria n.º64/2009, de 22 de Janeiro) ANEXO II Conteúdo programático, mínimo, do curso de formação na área específica de SCIE para elementos dos corpos de bombeiros (n. o 4, do artigo 4.º, da Portaria n.º64/2009, de 22 de Janeiro) /17

3 1. Introdução O regime de credenciação de entidades para a emissão de pareceres, realização de vistorias e de inspecções das condições de Segurança Contra Incêndio em Edifícios (SCIE), pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), está previsto no Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de Novembro, nas condições aí estabelecidas, e encontra-se definido na Portaria n.º 64/2009, de 22 de Janeiro. No presente documento enunciam-se as condições mínimas que a ANPC entende deverem estar garantidas nas acções de formação no âmbito da SCIE, cujos conteúdos programáticos e formadores venham a ser aprovados pela ANPC. Estão previstos dois cursos de formação, um para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE e um para elementos dos corpos de bombeiros, procedendo-se à distinção, quando necessário, das boas práticas relativas aos dois cursos de formação. 3/17

4 2. Formação 2.1 Objectivos gerais do curso Pretende-se que no final do curso de formação, os formandos tenham adquirido as competências necessárias ao exercício da actividade para a qual vão requerer a credenciação Conteúdos programáticos Apresentam-se no Anexo I e no Anexo II a este documento, os conteúdos programáticos e a carga horária mínima a contemplar na formação em SCIE para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE e para elementos dos corpos de bombeiros, respectivamente Equipa formativa O papel da equipa formativa tem uma relevância fulcral no processo formativo, pelo que a entidade formadora deve assegurar o recurso a um grupo de formadores (internos ou externos à entidade) que, para além das funções de preparação, animação da formação e avaliação dos formandos, executem também actividades de apoio técnico-pedagógico. Os formadores que intervêm em acções de formação deverão possuir o Certificado de Aptidão Pedagógica (CAP) de Formador emitido pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) Curso de formação para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE O perfil do formador da acção de formação deve assentar numa sólida formação técnica nas matérias a leccionar, aliada a pelo menos uma das seguintes valências: Ter leccionado em cursos na área de SCIE ministrados por entidades públicas ou privadas ou pela ANPC, somando uma carga horária mínima de 100 (cem) horas; Possuir, no mínimo, 5 (cinco) anos de experiência profissional na área de SCIE (projectos, planos ou fiscalização). 4/17

5 2.3.2 Curso de formação para elementos dos corpos de bombeiros O perfil do formador da acção de formação deve assentar numa sólida formação técnica nas matérias a leccionar, aliada a pelo menos uma das seguintes valências: Ter leccionado em cursos na área de SCIE ministrados por entidades públicas ou privadas ou pela ANPC, somando uma carga horária mínima de 25 (vinte cinco) horas; Possuir, no mínimo, 3 (três) anos de experiência profissional na área de SCIE (projectos, planos ou fiscalização) Constituição do grupo de formandos Com vista a atingir os objectivos enunciados no ponto 2.1. deste Guia, cada acção de formação deve ter, no máximo, 16 formandos Recursos didácticos O material didáctico de apoio ao desenvolvimento das acções de formação deve abranger meios de natureza diversa, nomeadamente documentação escrita, material audiovisual e outros, de forma a assegurar um desenvolvimento da formação consentâneo com os princípios metodológicos preconizados. Os formadores devem seleccionar os recursos didácticos mais adaptados à prossecução dos objectivos definidos, tendo em conta as características do público-alvo. A entidade formadora, para além dos recursos didácticos próprios, pode recorrer, sempre que necessário, a entidades externas que disponibilizam os recursos em falta Instalações Os espaços formativos assumem uma importante função pedagógica no desenvolvimento da formação, devendo a entidade formadora viabilizar configurações facilmente adaptáveis a cada momento da formação, permitindo a realização de actividades e situações de aprendizagem diferenciadas. 5/17

6 3. Metodologia de avaliação 3.1 Avaliação e acompanhamento da acção de formação A avaliação da formação constitui um elemento fundamental para a garantia de sucesso dos processos formativos, porquanto através deste processo se permite a aferição dos verdadeiros resultados de uma acção formativa ao nível do impacto no desempenho qualificado de uma profissão. Assim, preconiza-se que a entidade formadora desenvolva dispositivos de acompanhamento e avaliação da formação com vista à intervenção atempada dos responsáveis pela formação em situações-problema, à identificação de casos de insucesso, à difusão e desenvolvimento de boas práticas formativas e à garantia da eficácia da formação desenvolvida. Este processo deve permitir: Avaliar a adequação da formação ministrada aos objectivos formativos, tendo em conta o público-alvo. Avaliar a satisfação de formandos e formadores relativamente ao desenvolvimento da acção de formação. Reestruturar e adaptar a organização da formação homologada, com respeito pelos referenciais de formação preconizados neste Regulamento, de forma a adequá-la às exigências e necessidades do mercado de trabalho em permanente mutação Avaliação dos formandos A avaliação faz parte integrante do processo formativo e tem como finalidade validar os conhecimentos, capacidades e aptidões adquiridas ou desenvolvidas pelos formandos ao longo da formação, entendendo-se que a avaliação deverá abranger duas etapas: 1.ª - Avaliação da Parte I: Avaliação escrita (teste individual) 2.ª - Avaliação da Parte II (trabalhos práticos): Avaliação escrita (análise dos relatórios elaborados individualmente) 6/17

7 Contando as duas etapas para a classificação final da seguinte forma: Avaliação escrita (teste individual) 40% Avaliação escrita (análise dos relatórios elaborados individualmente) 60% As avaliações deverão ser traduzidas em termos quantitativos na escala de 0 a 20 valores. O aproveitamento na acção de formação deverá pressupor nota mínima de 10 valores em cada um dos períodos de avaliação e a frequência de pelo menos 90% da carga horária. No final do curso, aos formandos com aproveitamento deverá ser passado o respectivo certificado, com a menção de APROVADO e a respectiva classificação quantitativa Instrução do processo de aprovação dos conteúdos formativos e formadores A aprovação de um curso de formação tem por objectivo assegurar que o conteúdo formativo do curso ministrado ou a ministrar por uma entidade formadora é adequado para a aquisição ou aperfeiçoamento das competências necessárias para a credenciação Obrigatoriedade de aprovação prévia dos conteúdos formativos e formadores As entidades formadoras devem solicitar à ANPC a aprovação dos conteúdos formativos e formadores dos seus cursos de formação. A aprovação dos conteúdos formativos e formadores pela ANPC é obrigatória, devendo a entidade formadora possuir reconhecida capacidade formativa global, acreditada pela Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) Instrução do processo de aprovação Os requerimentos para análise deverão ser entregues na sede da ANPC (Av. do Forte em Carnaxide, Carnaxide) ou enviados pelo correio para a referida morada. 7/17

8 Os requerimentos deverão ser entregues com uma antecedência mínima de 90 dias relativamente à data prevista para o início do curso de formação. Para formalizar o pedido de aprovação dos conteúdos formativos e formadores, a entidade formadora/requerente deve elaborar e entregar nos serviços da ANPC um requerimento, no qual conste a sua identificação completa, acompanhado dos seguintes elementos: Estatuto ou Pacto Social da entidade formadora, número de pessoa colectiva e documento que comprove a acreditação pela DGERT; Domínios de intervenção da entidade relativamente à sua actividade formativa; Designação e duração total do curso; Programa do curso com a descrição dos conteúdos programáticos e respectivas cargas horárias; Constituição da equipa formativa, designadamente com a junção dos seguintes documentos: o Currículos, acompanhados de cópia dos respectivos Certificados de Aptidão Pedagógica de Formador, e toda a documentação entendida necessária para comprovar os requisitos constantes do ponto 2.3; Descrição dos equipamentos a utilizar, manuais, textos de apoio, bem como de outros recursos didácticos; Objectivos/Metodologias de avaliação do curso Publicitação dos cursos de formação Os cursos de formação, cujos conteúdos programáticos e formadores sejam aprovados pela ANPC, serão publicitados no sítio da internet da ANPC Validade do reconhecimento dos cursos de formação O reconhecimento dos cursos de formação terá uma validade máxima de três anos, findo o qual os mesmos deverão ser reavaliados. 8/17

9 4. Considerações complementares A ANPC celebrou um Protocolo com a Ordem dos Engenheiros (OE), a Ordem dos Arquitectos (OA) e a Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos (ANET) para o reconhecimento dos técnicos responsáveis pela elaboração de projectos e planos de SCIE da 3.ª e 4.ª categoria de risco pela ANPC, sob proposta da respectiva associação profissional, de acordo com o estabelecido no artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de Novembro. Este reconhecimento pode ser obtido via experiência profissional na área da SCIE ou via formação na área específica de SCIE. Para o reconhecimento via formação na área específica de SCIE, os candidatos terão de frequentar uma acção de formação cujo conteúdo programático, formadores e carga horária estejam em conformidade com o Protocolo acima referido. Os candidatos à credenciação para a emissão de pareceres, realização de vistorias e de inspecções das condições de SCIE que tenham tido aproveitamento numa acção de formação reconhecida para a atribuição do grau de especialização no âmbito da elaboração de projectos e planos de SCIE da 3.ª e 4.ª categoria de risco poderão não frequentar a totalidade do curso de formação para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE e do curso de formação para elementos dos corpos de bombeiros, tendo de cumprir no entanto as seguintes exigências: a)técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE Frequentar as horas de formação relativas à matéria Fiscalização e efectuar com aproveitamento a avaliação prevista para o curso de formação para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE. b)elementos dos corpos de bombeiros Frequentar as horas de formação relativas à matéria Fiscalização e efectuar com aproveitamento a avaliação prevista para o curso de formação para elementos dos corpos de bombeiros. A possibilidade de frequência parcial do curso de formação para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE e do curso de formação para elementos dos corpos de bombeiros depende da oferta formativa das entidades formadoras. 9/17

10 ANEXO I Conteúdo programático, mínimo, do curso de formação na área específica de SCIE para técnicos com formação de base e/ou experiência em SCIE (n. os 1, 2 e 3, do artigo 4.º, da Portaria n.º64/2009, de 22 de Janeiro) O curso deverá ter uma duração mínima de 70 horas, distribuídas pelos conteúdos a seguir apresentados. 1. PARTE I TEÓRICO/PRÁTICA 1.1 MÓDULO I ENQUADRAMENTO LEGAL Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio (3h) Decreto-Lei nº 220/2008, de 12 de Novembro Objecto. Definições. Âmbito. Princípios gerais. Competência. Responsabilidade no caso de edifícios ou recintos. Responsabilidade pelas condições exteriores da SCI. Perigosidade atípica. Condições técnicas de SCIE. Projecto e planos de SCIE. Operações urbanísticas. Utilização dos edifícios. Inspecções. Delegado de Segurança. Medidas de autoprotecção. Implementação das medidas de autoprotecção. Comércio e instalação de equipamentos em SCIE. Fiscalização. Contra-ordenações e coimas. Sanções acessórias. Instrução e decisão dos processos sancionatórios. Destino do produto das coimas. Taxas. Credenciação. Incompatibilidades. Sistema informático. Publicidade. Norma transitória. Comissão de acompanhamento. Norma revogatória. Regiões autónomas. 10/17

11 Entrada em vigor. Anexos. Regime de credenciação de entidades para emissão de pareceres, realização de vistorias e inspecções (3h) Portaria 64/2009, de 22 de Janeiro Objecto. Definições. Credenciação. Pré-requisitos para credenciação. Documentos que instruem o processo de credenciação. Prova e validade da credenciação. Prazos. Poderes de autoridade. Deveres. Incompatibilidades. Impedimentos. Segredo profissional. Suspensão de credenciação. Pagamento de serviços. Inspecções às entidades credenciadas. 1.2 MÓDULO II REGULAMENTO TÉCNICO Objecto e definições (3h) Apresentação geral do RT-SCIE seguindo-se uma análise das disposições gerais constantes no RJ-SCIE interligadas com o regulamento técnico das quais se destacam: Objecto. Definições. Utilizações-tipo de edifícios e recintos. Produtos de construção. Classificações dos locais de risco. Restrição do uso em locais de risco. Categorias e factores de risco. Caracterização do risco de incêndio das utilizações (3h) Apresentação de conceitos relacionados com a combustão, com o poder calorífico dos materiais e com a carga de incêndio. Determinação da categoria de risco para as utilizações-tipo XI e XII. Condições exteriores comuns (2h) Apresentação das condições exteriores comuns no que respeita a: Condições gerais de acessibilidade. Vias de acesso aos edifícios. Acessibilidade às fachadas. Limitações à propagação do incêndio pelo exterior. Abastecimento e prontidão dos meios de socorro. 11/17

12 Condições gerais de comportamento ao fogo, isolamento e protecção (6h) Apresentação das condições gerais de comportamento ao fogo, isolamento e protecção desenvolvendo-se os seguintes aspectos: Resistência ao fogo dos elementos estruturais. Compartimentação geral de fogo. Isolamento e protecção de locais de risco. Isolamento e protecção das vias de evacuação. Isolamento e protecção de canalizações e condutas. Protecção de vãos interiores. Reacção ao fogo. No início da sessão deverá ser efectuada a introdução do conceito de resistência ao fogo e comparação entre normas europeias e as especificações do LNEC. Evacuação (4h) Descrição das condições gerais de evacuação sendo analisadas as exigências regulamentares relativas às seguintes matérias: Cálculo do efectivo. Critérios de dimensionamento. Evacuação dos locais. Vias horizontais de evacuação. Vias verticais de evacuação. Zonas de refúgio. Instalações técnicas (4h) Apresentação das exigências regulamentares em matéria de instalações técnicas destacando-se as seguintes: Posto de segurança. Instalações de energia eléctrica. Fontes de energia de emergência. Instalações de aquecimento. Instalações de confecção e de conservação de alimentos. Evacuação de efluentes de combustão. Ascensores. Líquidos e gases combustíveis. Condições gerais dos equipamentos e sistemas de segurança (4h) Sinalização. Iluminação de emergência. Detecção, alarme e alerta. Controlo de fumo (5h) Apresentação dos principais mecanismos de movimento do fumo e do seu controlo em caso de incêndio, bem como das exigências regulamentares: Exigências de estabelecimento de instalações de controlo de fumo. Controlo de fumo nos locais sinistrados. Controlo de fumo nas vias horizontais de evacuação. Controlo de fumo nas vias verticais de evacuação. Controlo de fumo nos pátios interiores. 12/17

13 Meios de intervenção (4h) Caracterização dos vários meios de intervenção: Meios de primeira intervenção. Meios de segunda intervenção. Sistemas fixos de extinção automática de incêndios por água. Sistemas fixos de extinção automática de incêndios por agente extintor diferente da água. Outros agentes extintores. Sistemas de cortina de água. Depósito da Rede de Incêndios e Central de Bombagem. Condições gerais de autoprotecção (7h) Apresentação dos conceitos relativos à organização e gestão de segurança. Medidas de Autoprotecção e sua caracterização. Responsável de Segurança. Delegado de Segurança. Instruções de segurança. Organização de segurança. Registos de segurança. Procedimentos de Prevenção e Plano de Prevenção. Procedimentos em Caso de Emergência e Plano de Emergência Interno. Formação em segurança contra incêndio. Simulacros. Programas de manutenção. Fiscalização (10h) Deontologia e incompatibilidades. Apreciação de projectos de SCIE (conteúdo, análise e elaboração do relatório). Na apreciação de projectos ter como referência o caderno técnico PROCIV, da ANPC, nomeadamente o Manual de procedimentos para a apreciação de projectos de SCIE. Realização de vistorias e elaboração do relatório. Realização de inspecção e elaboração do relatório. Na realização de vistorias e inspecções ter como referência os cadernos técnicos PROCIV, da ANPC, nomeadamente o Manual de procedimentos para a realização de vistorias de SCIE e o Manual de procedimentos para a realização de inspecções de SCIE, respectivamente. Apresentação de relatórios e conclusões. PARTE II AVALIAÇÃO (12 h) Trabalhos práticos: Análise de um projecto. Vistoria a um estabelecimento. Inspecção a um edifício. Pelo menos um destes 3 trabalhos deverá corresponder à 3.ª categoria de risco ou superior. Análise de medidas de autoprotecção. 13/17

14 ANEXO II Conteúdo programático, mínimo, do curso de formação na área específica de SCIE para elementos dos corpos de bombeiros (n. o 4, do artigo 4.º, da Portaria n.º64/2009, de 22 de Janeiro) O curso deverá ter uma duração de 90 horas, distribuídas pelos conteúdos a seguir apresentados. 1. PARTE I TEÓRICO/PRÁTICA 1.1 MÓDULO I ENQUADRAMENTO LEGAL Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio (3h) Decreto-Lei nº 220/2008, de 12 de Novembro Objecto. Definições. Âmbito. Princípios gerais. Competência. Responsabilidade no caso de edifícios ou recintos. Responsabilidade pelas condições exteriores da SCI. Perigosidade atípica. Condições técnicas de SCIE. Projecto e planos de SCIE. Operações urbanísticas. Utilização dos edifícios. Inspecções. Delegado de Segurança. Medidas de autoprotecção. Implementação das medidas de autoprotecção. Comércio e instalação de equipamentos em SCIE. Fiscalização. Contra-ordenações e coimas. Sanções acessórias. Instrução e decisão dos processos sancionatórios. Destino do produto das coimas. Taxas. Credenciação. Incompatibilidades. Sistema informático. Publicidade. Norma transitória. Comissão de acompanhamento. Norma revogatória. Regiões autónomas. Entrada em vigor. Anexos. 14/17

15 Regime de credenciação de entidades para emissão de pareceres, realização de vistorias e Inspecções (4h) Portaria 64/2009, de 22 de Janeiro Objecto. Definições. Credenciação. Pré-requisitos para credenciação. Documentos que instruem o processo de credenciação. Prova e validade da credenciação. Prazos. Poderes de autoridade. Deveres. Incompatibilidades. Impedimentos. Segredo profissional. Suspensão de credenciação. Pagamento de serviços. Inspecções às entidades credenciadas. 1.2 MÓDULO II REGULAMENTO TÉCNICO Objecto e definições (8h) Apresentação geral do RT-SCIE seguindo-se uma análise das disposições gerais constantes no RJ-SCIE interligadas com o regulamento técnico das quais se destacam: Objecto. Definições. Desenho (Escalas). Projecto de Arquitectura. Plantas, Alçados e Cortes. Projecto de Segurança. Utilizações-tipo de edifícios e recintos. Produtos de construção. Classificações dos locais de risco. Restrição do uso em locais de risco. Categorias e factores de risco. Caracterização do risco de incêndio das utilizações (4h) Apresentação de conceitos relacionados com a combustão, com o poder calorífico dos materiais e com a carga de incêndio. Determinação da categoria de risco para as utilizações-tipo XI e XII. Condições exteriores comuns (3h) Apresentação das condições exteriores comuns no que respeita a: Condições gerais de acessibilidade. Vias de acesso aos edifícios. Acessibilidade às fachadas. Limitações à propagação do incêndio pelo exterior. Abastecimento e prontidão dos meios de socorro. 15/17

16 Condições gerais de comportamento ao fogo, isolamento e protecção (6h) Apresentação das Condições gerais de comportamento ao fogo, isolamento e protecção desenvolvendo-se os seguintes aspectos: Resistência ao fogo dos elementos estruturais. Compartimentação geral de fogo. Isolamento e protecção de locais de risco. Isolamento e protecção das vias de evacuação. Isolamento e protecção de canalizações e condutas. Protecção de vãos interiores. Reacção ao fogo. No início da sessão deverá ser efectuada a introdução do conceito de resistência ao fogo e comparação entre normas europeias e as especificações do LNEC. Evacuação (6h) Descrição das condições gerais de evacuação sendo analisadas as exigências regulamentares relativas às seguintes matérias: Cálculo do efectivo. Critérios de dimensionamento. Evacuação dos locais. Vias horizontais de evacuação. Vias verticais de evacuação. Zonas de refúgio. Instalações técnicas (4h) Apresentação das exigências regulamentares em matéria de instalações técnicas destacando-se as seguintes: Posto de segurança. Instalações de energia eléctrica. Fontes de energia de emergência. Instalações de aquecimento. Instalações de confecção e de conservação de alimentos. Evacuação de efluentes de combustão. Ascensores. Líquidos e gases combustíveis. Condições gerais dos equipamentos e sistemas de segurança (6h) Sinalização. Iluminação de emergência. Detecção, alarme e alerta. Controlo de fumo (6h) Apresentação dos principais mecanismos de movimento do fumo e do seu controlo em caso de incêndio, bem como das exigências regulamentares: Exigências de estabelecimento de instalações de controlo de fumo. Controlo de fumo nos locais sinistrados. Controlo de fumo nas vias horizontais de evacuação. Controlo de fumo nas vias verticais de evacuação. Controlo de fumo nos pátios interiores. 16/17

17 Meios de intervenção (6h) Caracterização dos vários meios de intervenção: Meios de primeira intervenção. Meios de segunda intervenção. Sistemas fixos de extinção automática de incêndios por água. Sistemas fixos de extinção automática de incêndios por agente extintor diferente da água. Outros agentes extintores. Sistemas de cortina de água. Depósito da Rede de Incêndios e Central de Bombagem. Condições gerais de autoprotecção (8h) Apresentação dos conceitos relativos à organização e gestão de segurança. Medidas de Autoprotecção e sua caracterização. Responsável de Segurança. Delegado de Segurança. Instruções de segurança. Organização de segurança. Registos de segurança. Procedimentos de Prevenção e Plano de Prevenção. Procedimentos em Caso de Emergência e Plano de Emergência Interno. Formação em segurança contra incêndio. Simulacros. Programas de manutenção. Fiscalização (10h) Deontologia e incompatibilidades. Análise de projecto de SCIE. Realização de vistorias e elaboração do relatório. Realização de inspecção e elaboração do relatório. Na realização de vistorias e inspecções ter como referência os cadernos técnicos PROCIV, da ANPC, nomeadamente o Manual de procedimentos para a realização de vistorias de SCIE e o Manual de procedimentos para a realização de inspecções de SCIE, respectivamente. Apresentação de relatórios e conclusões. PARTE II AVALIAÇÃO (16h) Trabalhos práticos: Análise de um projecto. Vistoria a um estabelecimento. Inspecção a um edifício da 2.ª categoria de risco. Análise de medidas de autoprotecção; 17/17

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