MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 038/2008 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 038/2008 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL"

Transcrição

1 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 038/2008 NOME DA INSTITUIÇÃO: BACAL, BARRAGENS LTDA. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: RESOLUÇÃO NORMATIVA N 395 EMENTA (Caso exista):

2 CONTRIBUIÇÕES RECEBIDAS IMPORTANTE: Os comentários e sugestões referentes às contribuições deverão ser fundamentados e justificados, mencionandose os artigos, parágrafos e incisos a que se referem, devendo ser acompanhados de textos alternativos e substitutivos quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. TEXTO/ANEEL TEXTO/INSTITUIÇÃO JUSTIFICATIVA/INSTITUIÇÃO Os interessados, Empreendedores postulantes deverão, sem prejuízo das Alternativas de estudos de Viabilidade e alternativas de Projeto Básico, que o seu melhor bom senso e engenhosidade decidirem estudar e considerar, investigar e apresentar também, diferentes Alternativas de Estudos de Viabilidade e Projetos Básicos que contemplem no mínimo mais duas Alternativas de Estruturas principais, bem como a localização das mesmas no Arranjo Geral do Empreendimento, acompanhados de Orçamentos Comparativos. As estruturas e equipamentos que deverão ser objeto de estudos de alternativas de projeto são as seguintes: A redução no custo de implantação dos empreendimentos hidrelétricos vai reduzir significativamente o custo do MW hora gerado. Disponibilizando o insumo energia elétrica a baixo custo, isto vai permitir a expansão de toda a cadeia produtiva nacional, além de atrair a implantação de investimentos estrangeiros no Brasil, tornando os produtos aqui fabricados, bastante mais competitivos no comércio internacional. Desta forma a enorme contingente de mãodeobra desempregada poderá ser absorvida de forma produtiva aumentando o PIB, movimentando a economia e ajudando a resolver muitos problemas sociais. Capítulo IV, artigo 6, Inciso ainda inexistente. Acrescentar após o inciso II. 1 BARRAGENS DE CONCRETO COMPACTADO COM ROLO CCR: (figs.01 a 06). 2 CIRCUITO HIDRÁULICO DE GERAÇÃO: Casa de Força Incorporada em Câmara ou Caverna na Base do Maciço da Barragem de Concreto. Planta figura 01 e seções transversais (figs. 03 e 04). Conduto Forçado situado externamente, a Montante da Face de Concreto da Barragem (fig. 03). Conduto Forçado imerso dentro do corpo da Barragem de Concreto, quando possível (fig. 04). Tomada d Água apensa à estrutura da Barragem (figs. 03 e 04). Os aproveitamentos hidrelétricos com barragem de concreto compactado a rolo CCR possibilitam um arranjo geral condensado e mais econômico do que as barragens de terra, ou de seixo rolado, ou de asfalto, ou de terra enrocamento, ou de enrocamento com face de concreto, devido as seguintes razões. Figuras 1 e 2. a. O Layout Geral fica simplificado pois permite acomodar, no próprio Corpo da Barragem de CCR, as Estruturas de: Adufas, Vertedouro, Tomada d Água, Condutos Forçados, Casa de Força e Subestação Elevadora. b. Acomodando o Circuito Hidráulico de Geração, assim como o Vertedouro, sobre o Corpo do Maciço de Concreto, economizase Escavação em Rocha, pois a Casa de Força passa a ser localizada na Depressão Natural já existente na Calha do rio, evitando, assim, onerosos Custos na execução de Escavações e Concreto Estrutural, necessários para o caso de Casa de Força nas Margens. Caso a Barragem fosse em Enrocamento com Face de Concreto (EFC) requereria três a quatro vezes mais em Volume de Pedras para Enrocamento, do que o Volume necessário para Agregados de Concreto, afora a Escavação e Botafora de Overburden. 2

3 TEXTO/ANEEL TEXTO/INSTITUIÇÃO JUSTIFICATIVA/INSTITUIÇÃO Continuação do Capítulo IV, artigo 6, Inciso ainda inexistente. Acrescentar após o inciso II. A rocha necessária para os agregados de concreto CCR e CCV (concreto convencional), pode ser extraída das margens do rio, aumentando, consideravelmente, a largura da calha do rio, para dissipação da energia da água do vertedouro. c. A barragem de concreto dispensa canais de aproximação e de dissipação, reduzindo assim os volumes de escavação em terra e rocha e, portanto, menos agressão ao meio ambiente. d. A barragem em concreto, CCR ou CCV, permite o galgamento no caso de enchentes, excepcionais, durante a construção, o que implica em ensecadeiras com menor altura e, portanto, muito menos volumes do que as enormes e vulneráveis ensecadeiras de terra e rocha necessárias para as barragens de terra ou de enrocamento. e. A barragem de CCR não está exposta às conseqüências catastróficas de enchentes excepcionais a que se expõe a barragem de enrocamento, ou a barragem zoneada de terra. f. A barragem de concreto oferece mais segurança nas operações de manejo e desvio do rio, dispensando, inclusive, a necessidade de túneis de desvio e respectivas adução e restituição, podendo o desvio ser feito por adufas. g. Menor comprimento de Condutos Forçados, refletindose em menos peso de Chapas de Aço, portanto, menor Custo, assim como menor Perda de Carga, permitindo mais Rendimento Energético no Circuito Hidráulico de Geração. h. Redução no Volume de Concreto Armado das Estruturas de: Tomada d Água, Berços dos Condutos Forçados, Casa de Força e Área de Serviço, Vertedouro, Muros do Canal de Adução e Muro do Canal de restituição. i. A Casa de Força Incorporada permite uma redução no volume de Concreto do Maciço da Barragem devido à Caverna criada pela Sala de Máquinas da Usina, Área de Montagem, Caminho de Rolamento para Pontes Rolantes, Galerias de Cabos, Galerias de Equipamentos Elétricos, Galerias de Equipamentos Mecânicos, Galerias de Ventilação, Oficinas, Espaço ocupado pelas Turbinas, Geradores, Tubo de Sucção, Canal de Fuga e correspondente Concreto Estrutural. j. Redução significativa na frota de dispendiosos 3

4 equipamentos necessários para extração e transporte de rocha e solo para as barragens de terra e enrocamento, os quais consomem grandes quantidades de óleo diesel. k. Uso intensivo de correias transportadoras acionadas por energia elétrica, bem mais econômica para o transporte de agregados e/ou concreto, ao invés de caminhões, que são bem mais dispendiosos. l. A barragem de CCR permite localizar a central misturadora sobre o maciço de concreto. ao invés de transportar concreto prémisturado em caminhões ou onerosas correias transportadoras, a barragem de ccr admite localizar os silos de brita, areia, cimento e água (do tipo self elevating), sobre o maciço em construção, simplificando a operação de transportar granéis secos, através de correias transportadoras mais econômicas. o transporte de cimento pode ser feito por meio pneumático. m. O CCR permite um traço com predominância de pozolana sobre o cimento Portland, o que reduz substancialmente o calor de hidratação. n. O custo da Pozolana é mais baixo que o custo do Cimento Portland, o que resulta num custo médio da mistura, bem menor que o custo do Cimento Portland sozinho. o. O enchimento do reservatório da barragem pode ser antecipado, assegurandose assim um ou mais ciclos hidrológicos. p. Redução no efetivo de mãodeobra direta e de supervisão. q. Redução nos custos indiretos. r. Redução no prazo de construção. s. Redução nos custos financeiros t. Redução no custo do MW hora gerado. Casa de Força abrigada, fora do corpo da barragem, com superestrutura em aço (Estrutura Metálica). Circuito hidráulico de geração em Estrutura Transversalmente Contínua e Monolítica (figs. 08 e 09). Para potenciais hidráulicos situados em locais distantes de difícil acesso sugerese superestrutura da casa de força em estrutura metálica, fabricada em caldeiraria ou fábrica de estruturas metálicas fora do canteiro de obras, enquanto vai sendo concretada a infraestrutura da casa de força. Com isto ganhase tempo no cronograma da obra o que permite antecipação da montagem dos equipamentos de geração. Fazendo a cobertura da casa de força em forma de arco ou abóbada, ligada rigidamente de forma contínua à estrutura da tomada d água, a estrutura monolítica resultante propicia uma melhor utilização da seção plena do concreto armado, que passa a ser solicitado 4

5 predominantemente a esforços de compressão, característica que o distingue e para a qual o concreto oferece grande resistência. Uma redução na espessura da laje de fundação submersa e respectiva escavação em rocha, bem como redução nas dimensões das paredes e contrafortes e, em contrapartida uma sobrecarga na cobertura através de robusto arco, acima do espelho d água, conduzem a um menor volume total do conjunto. O menor volume da construção submersa reduz o volume de água deslocado e melhora as condições de estabilidade do conjunto estrutural e reduz a subpressão. A predominância das tensões internas de compressão na seção plena do concreto armado, conduz a um melhor aproveitamento da sua principal característica que é a alta resistência à compressão. Desta forma reduzse volumes na execução de concreto armado necessário para as paredes, contrafortes e lajes de fundação e correspondentes escavações em rocha, que vem sendo executadas até o presente, para tomadas d água e casas de força descontínuas ou dissociadas. O conjunto tomada d água e casa de força em estrutura contínua e monolítica é estruturalmente mais econômico; Barragem de Estrutura Metálica (figs. 15 e 16). Na barragem em estrutura metálica os tramos que compõem as treliças, estão primordialmente submetidos a forças de compressão ou tração. Isto propicia a utilização otimizada da capacidade de carga da seção plena dos perfis de aço. Figuras 15 e 16. A Estrutura Metálica é fabricada fora do Canteiro de Obras, o que propicia uma redução e simplificação substancial no local das obras, no efetivo de Mão de Obra, na Frota de Equipamentos, no Prazo de Construção e entrada em Operação Antecipada, resultando em menor custo final. Assim como a Barragem, tipo Gravidade, de concreto a Barragem de Aço permite um Arranjo Geral mais econômico, podendo incorporar no corpo da Barragem as Estruturas de Tomada D Água, Condutos Forçados, Vertedouro, Desvio do rio, Adufas, Estação de Recalque, Turbinas, Geradores, Ventilação, Escada para Peixes, e outros Equipamentos. É recomendada para Implantação em áreas remotas e locais de difícil acesso. A Barragem de Estrutura Metálica, embora possa parecer muito dispendiosa, é válida para a Implantação de Empreendimentos em locais de difícil acesso, espaço restrito para Canteiro de Obras e quando se procura diminuir o Prazo de Construção. 5

6 TEXTO/ANEEL TEXTO/INSTITUIÇÃO JUSTIFICATIVA/INSTITUIÇÃO Continuação do Capítulo IV, artigo 6, Inciso ainda inexistente. Acrescentar após o inciso II. 3 VERTEDOUROS DO TIPO DESCARGA DE FUNDO, COM MÚLTIPLAS PEQUENAS COMPORTAS, AO INVÉS DE VERTEDOUROS DE SUPERFÍCIE, COM CONTROLE ATRAVÉS DE ENORMES COMPORTAS TIPO SEGMENTO: Tipo descarga de fundo com múltiplas comportas (Planta figura 02). Tipo descarga de fundo com comportas tipo vagão (fig. 11), ou Tipo descarga de fundo com comportas tipo segmento (fig. 12), ou Tipo descarga de fundo com comportas tipo setor (fig. 13). Tipo descarga a meia altura (fig. 14). Tipo descarga de fundo com canais sob a Barragem de Estrutura Metálica (fig. 16). Tipo descarga de fundo, sob a casa de força, com múltiplas pequenas comportas (fig. 17). Tipo descarga a meia altura em salto ski (fig. 18). Tipo descarga de fundo com bacia de dissipação na calha do rio (fig. 19). A reação horizontal do empuxo d água, através dos braços das comportas tipo segmento sobre as vigas munhões dos vertedouros tradicionais de superfície com controle, atinge valores extremamente altos de carga concentrada horizontal de tração, em cada um dos muros tipo contrafortes, a grande altura acima da soleira do vertedouro de superfície. Isto exige grandes massas de concreto para os muros, bem como, para a soleira e laje de fundação do vertedouro tipo superfície. O Concreto é um excelente material que resiste bem a esforços de compressão e não de tração. Disto resulta que os enormes volumes de concreto armado dos muros do vertedouro de superfície estão subutilizados. E para penalizar ainda mais, a energia da água de enchente, que passa através do vertedouro de superfície, sob as comportas de grande altura, exige uma bacia de dissipação de enormes dimensões e grande profundidade. Isto implica em grandes volumes de escavação para a bacia de dissipação, além de enorme volume de concreto armado para a laje de fundação. A fim de se fazer uma redução substancial nos volumes de concreto armado e de escavação em rocha para o vertedouro e respectiva bacia de dissipação, bem como uma utilização otimizada do concreto armado, afora uma redução nos custos de ensecadeiras, sugerese substituir o vertedouro convencional do tipo superfície, dotado de grandes comportas tipo segmento, por múltiplos vertedouros tipo descarga de fundo, dotados de pequenas comportas do tipo segmento de braços comprimidos ou tracionados, ou tipo vagão, ou tipo setor, ou tipo lagarta, situados ao longo do corpo da barragem de concreto, na calha do rio. Figuras 11 a 19. A combinação de vertedouro tipo descarga de fundo sob o corpo da tomada d água e casa de força de baixa queda, fazendo o papel de barragem na calha do rio, permite uma redução de custos que podem alcançar 40% das obras civis do empreendimento hidrelétrico. 6

7 4 DESVIO DO RIO: Por meio de Adufas ao invés de Túneis de desvio (figs. 18 e 19). Por meio de canais de concreto armado sob a Estrutura da Barragem (figs. 16 e 20). 5 CENTRAL DE CONCRETO: Central de Concreto Sobre o Corpo da Barragem sendo os agregados secos transportados por Correia Transportadora (figs. 5 e 6) 6 ENSECADEIRAS: Células de Estacas Prancha metálicas (fig. 21) De concreto magro ou concreto CCR pobre em cimento. 7 LOCALIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS PRINCIPAIS PREFERENCIAL MENTE NA CALHA DO RIO, AO INVÉS DE LOCALIZALAS EM TERRA FIRME: 8 ARRANJO GERAL (Layout): Adotandose vertedouro do tipo descarga de fundo com múltiplas pequenas comportas na calha do rio, ao invés do vertedouro de superfície com controle através de enormes comportas tipo segmento, o desvio do rio pode ser feito pelas descargas de fundo. Isto torna desnecessária a construção de túneis de desvio e escavações imprescindíveis para canais de aproximação e canais de restituição. Isto se aplica também para barragens de estrutura metálica sobre canais de concreto armado. A preparação do concreto compactado com rolo em centrais dosadoras e misturadoras móveis, localizadas sobre o corpo da barragem de concreto CCR em construção, transportando os agregados secos por meio de correias transportadoras movidas a eletricidade fornecida pelo concessionário interessado, desde as pilhas de estoque até os silos que vão se elevando na medida em que sobem os lances de concretagem, permite o lançamento do concreto em menos tempo e a menores custos do que o transporte em caminhões basculantes ou caminhões betoneira. Figuras 5 e 6. Ao invés das vulneráveis e enormes ensecadeiras de terra e rocha de grande largura que ocupam muito espaço, sugerese, na calha do rio, ensecadeiras bem mais estreitas de células de estacas pranchas metálicas ou de concreto magro ou de concreto CCR pobre em cimento, as quais ocupam bem menos espaço na calha do rio, oferecendo ainda a vantagem de serem galgáveis no caso de enchentes excepcionais. A localização das estruturas principais tomada d água, casa de força, adufas, desvio do rio, vertedouro, e evidentemente a barragem, devem ser localizadas na calha do rio, evitando escavações em solo e em rocha supérfluas e desnecessárias em terra firme ou nas margens. A natureza já se encarregou de escavar a calha do rio para acomodar a barragem e estruturas pertinentes. O arranjo geral deve ser compacto e deve evitar alongamentos desnecessários de crista da barragem na calha do rio e, e evitar em terra firme, a localização da casa de força e do vertedouro tipo segmento com controle. 9 TURBINAS: Estudar alternativas de diferentes turbinas como por exemplo, comparar com turbinas Bulbo. 7

8 10 PONTES ROLANTES: Considerar a possibilidade de utilizar pórticos metálicos apoiados ao nível do piso gerador ao invés de pontes rolantes próximas do teto da Casa de Força. Os pórticos sobre caminho de rolamento ao nível do piso da casa de máquinas, figura 22, permitem iniciar os serviços de montagem dos equipamentos de hidrogeração bem antes de concluída a superestrutura da casa de força, além de transmitirem as reações das rodas dos pórticos diretamente para o maciço de concreto da infraestrutura da casa de força. 8

9 Figura 22 Pórtico móvel sobre caminho de rolamento provisório ao nível do piso da casa de máquinas. 9

Pela presente apresento as Sugestões referentes à Proposta para Aperfeiçoamentos à Resolução nº 395/1998.

Pela presente apresento as Sugestões referentes à Proposta para Aperfeiçoamentos à Resolução nº 395/1998. BACAL, BARRAGENS LTDA. OTIMIZAÇÃO DE PROJETOS, ENGENHARIA CIVIL, CUSTOS Rua Murillo Furtado nº 117/402, Bairro Petrópolis Porto Alegre/RS CEP 90470-440 Fone/Fax: (51) 3334.7883 - (21) 2540-4809 (21) 9871-6692

Leia mais

AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A.

AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. Rogério Sales GÓZ Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. Brasil RESUMO

Leia mais

* Desvio - Critérios de Projeto. * Tipos de Desvios: Exemplos. * Casos históricos importantes

* Desvio - Critérios de Projeto. * Tipos de Desvios: Exemplos. * Casos históricos importantes MARÇO/2011 EXPERIÊNCIA BRASILEIRA EM DESVIO DE GRANDES RIOS ERTON CARVALHO COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS - CBDB PRESIDENTE * Desvio - Critérios de Projeto * Etapas de Desvio * Tipos de Desvios: Exemplos

Leia mais

NOME DA INSTITUIÇÃO: Prime Projetos e Consultoria Ltda.

NOME DA INSTITUIÇÃO: Prime Projetos e Consultoria Ltda. MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2012 2ª FASE NOME DA INSTITUIÇÃO: Prime Projetos e Consultoria Ltda. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO:

Leia mais

USINA HIDRELÉTRICA BELO MONTE EMPRESA: CONSÓRCIO NORTE ENERGIA POTÊNCIA INSTALADA: 11.233,1 MW ETAPA: PROJETO BÁSICO DATA: 18/08/10

USINA HIDRELÉTRICA BELO MONTE EMPRESA: CONSÓRCIO NORTE ENERGIA POTÊNCIA INSTALADA: 11.233,1 MW ETAPA: PROJETO BÁSICO DATA: 18/08/10 USINA HIDRELÉTRICA BELO MONTE EMPRESA: CONSÓRCIO NORTE ENERGIA POTÊNCIA INSTALADA: 11.233,1 MW ETA: PROJETO BÁSICO DATA: 18/08/10 CONTATO: TEL.: 1. LOCALIZAÇÃO RIO: XINGU SUB-BACIA: RIO XINGU RIO XINGU

Leia mais

FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. marcelle@furnas.com.br

FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. marcelle@furnas.com.br FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. USINAS HIDRELÉTRICAS marcelle@furnas.com.br GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EMPREENDIMENTOS DO SETOR ELÉTRICO HIDROELETRICOS CGH PCH UHE Potência Instalada < = 1,0 MW 1,0 MW

Leia mais

Usina Hidrelétrica Belo Monte APRESENTAÇÃO GERAL DO EMPREENDIMENTO

Usina Hidrelétrica Belo Monte APRESENTAÇÃO GERAL DO EMPREENDIMENTO Usina Hidrelétrica Belo Monte APRESENTAÇÃO GERAL DO EMPREENDIMENTO BREVE HISTÓRICO Estudo de Inventário do rio Xingu: realizados na década de 1970 com relatório técnico emitido no final de 1979 Estudos

Leia mais

UHE BELO MONTE PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA

UHE BELO MONTE PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA CÓDIGO DO DOCUMENTO BEL-B-GR-DE-GER-000-0001 GERAL - LOCALIZAÇÃO E ACESSOS UHE BELO MONTE PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA GERAL TÍTULO BEL-B-GR-DE-GER-000-0002 BEL-B-GR-DE-GER-000-0003 BEL-B-GR-DE-GER-000-0004

Leia mais

USINA HIDRELÉTRICA (UHE) SINOP EXECUTORA: CONSTRUTORA TRIUNFO SETEMBRO/2015

USINA HIDRELÉTRICA (UHE) SINOP EXECUTORA: CONSTRUTORA TRIUNFO SETEMBRO/2015 USINA HIDRELÉTRICA (UHE) SINOP EXECUTORA: CONSTRUTORA TRIUNFO SETEMBRO/2015 O EMPREENDIMENTO LOCALIZAÇÃO POTÊNCIA MUNICÍPIOS RIO BACIA HIDROGRÁFICA TURBINAS POTÊNCIA INSTALADA Itaúba/MT (Margem Esquerda

Leia mais

U H E S Ã O S A LVA D O R

U H E S Ã O S A LVA D O R SÃO SALVADOR Estudo de impacto ambiental U H E S Ã O S A LVA D O R Anexos Volume IV Anexo A A-1 Anexo A. Capítulo I Caracterização do empreendimento Anexo A A-2 A1. Fases de Desvio do rio Tocantins para

Leia mais

ABINEE TEC MINAS 2008 - SINAEES. Seminário Vendas para Áreas de Petróleo e Gás, Inovação, Qualidade, Aspectos Ambientais e Controle PCH s

ABINEE TEC MINAS 2008 - SINAEES. Seminário Vendas para Áreas de Petróleo e Gás, Inovação, Qualidade, Aspectos Ambientais e Controle PCH s ABINEE TEC MINAS 2008 - SINAEES Seminário Vendas para Áreas de Petróleo e Gás, Inovação, Qualidade, Aspectos Ambientais e Controle PCH s SISTEMAS DE TRANSPOSIÇÃO DE PEIXES EM BARRAGENS DE RIOS CASO DA

Leia mais

PORTARIA SERLA N 591, de 14 de agosto de 2007

PORTARIA SERLA N 591, de 14 de agosto de 2007 PORTARIA SERLA N 591, de 14 de agosto de 2007 ESTABELECE OS PROCEDIMENTOS TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS PARA EMISSÃO DA DECLARAÇÃO DE RESERVA DE DISPONIBILIDADE HÍDRICA E DE OUTORGA PARA USO DE POTENCIAL

Leia mais

SEMINÁRIO DAS GRANDES CONSTRUÇÕES

SEMINÁRIO DAS GRANDES CONSTRUÇÕES CICLO PRODUTIVO DO CONCRETO TENDENCIAS FUTURAS Luiz Prado Vieira Jr. Technocret SITUAÇÂO ATUAL Concessionárias visam lucro Geração: quanto antes melhor Projetos e construção no menor prazo possível Projeto

Leia mais

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais

Leia mais

Grupo Investidor 50,1% 24,5% 24,5% 0,9%

Grupo Investidor 50,1% 24,5% 24,5% 0,9% Gerência Técnica Grupo Investidor 50,1% 24,5% 24,5% 0,9% Grupo Construtor Obras Civis e Montagem Eletromecânica Engenharia Contratada: Fornecimentos Eletromecânicos Fornecimentos Eletromecânicos Principais

Leia mais

OBRAS DE TERRA MUROS DE ARRIMO OU DE CONTENÇÃO

OBRAS DE TERRA MUROS DE ARRIMO OU DE CONTENÇÃO OBRAS DE TERRA MUROS DE ARRIMO OU DE CONTENÇÃO CURSO: Engenharia Civil SÉRIE: 10º Semestre DISCIPLINA: Obras de Terra CARGA HORÁRIA SEMANAL: 02 aulas-hora CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 40 aulas-hora 1.DEFINIÇÕES

Leia mais

PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO

PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO CUIABÁ MT OUTUBRO DE 2003 1 PCH BARUITO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO Empreendedor : Global Energia Elétrica S/A Empreendimento:

Leia mais

ESTUDOS PARA LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO

ESTUDOS PARA LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO ESTUDOS PARA LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO UHE JIRAU (Rio Madeira) ESTUDO DE VIABILIDADE OTIMIZAÇÃO DO PROJETO DE ENGENHARIA Ministério de Minas e Energia GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

Leia mais

GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA HIDRELÉTRICA-SISTEMA ELÉTRICO

GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA HIDRELÉTRICA-SISTEMA ELÉTRICO GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA HIDRELÉTRICA-SISTEMA ELÉTRICO HIDRELÉTRICAS Definição Originada a partir da energia solar, responsável pela evaporação da água; A água que precipita é armazenada na forma de

Leia mais

BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 1. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP

BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 1. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 1 Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP Conceitos Gerais As barragens convencionais são estruturas construídas transversalmente aos

Leia mais

Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova. (Venda Nova II) Relatório de Visita de Estudo.

Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova. (Venda Nova II) Relatório de Visita de Estudo. ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova (Venda Nova II) Relatório

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 039 /2009

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 039 /2009 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 039 /2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: Associação Brasileira de Pequenos e Médios Produtores de Energia Elétrica - APMPE AGÊNCIA NACIONAL DE

Leia mais

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 04. FUNDAÇÃO Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré CEP 05347-902 - São Paulo / SP FUNDAÇÃO 1. TIPO DE SOLO A primeira parte da casa a ser construída são suas fundações, que

Leia mais

Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS

Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS DESENHO DE ESTRUTURAS INTRODUÇÃO A estrutura de concreto armado é resultado da combinação entre o concreto e o aço. Porém, para a sua execução, não é suficiente apenas a presença desses dois materiais;

Leia mais

EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº

EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº ANEXO I EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 006/2015 PROJETO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA ALTEAMENTO DO NIVEL NOMAL DO RESERVATÓRIO DO CIPÓ E AMPLIAÇÃO DAS USINAS BORTOLAN E VÉU DAS NOIVAS 1 - INTRODUÇÃO Esta

Leia mais

Barragens de concreto em abóbada com dupla curvatura.

Barragens de concreto em abóbada com dupla curvatura. ANÁLISE DIMENSIONAL Modelos Reduzidos Prof. Manuel Rocha - LNEC Prof. Eduardo C. S. Thomaz Notas de aula Barragens de concreto em abóbada com dupla curvatura. Na década de 60, época do projeto e da construção

Leia mais

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Índice 1. Obras de infra-estrutura... 2 2. Base de concreto do Pivô... 2 3. Base de concreto da motobomba... 3 4. Casa de bombas... 4 5. Valeta da adutora...

Leia mais

Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin

Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compactação dos Solos Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compactação É o processo mecânico de aplicação de forças externas, destinadas a reduzir o volume dos vazios do solo, até atingir a massa específica

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003

RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003 RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003 Dispõe sobre procedimentos referentes à emissão de declaração de reserva de disponibilidade hídrica e de outorga de direito de uso de recursos hídricos, para uso

Leia mais

CONCRETOS ESPECIAIS MCC2001 AULA 7 (parte 1)

CONCRETOS ESPECIAIS MCC2001 AULA 7 (parte 1) CONCRETOS ESPECIAIS MCC2001 AULA 7 (parte 1) Disciplina: Materiais de Construção II Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2015 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil

Leia mais

Repotenciação de usinas hidrelétricas: capacitação do IEE/USP com vistas à otimização energética do parque brasileiro

Repotenciação de usinas hidrelétricas: capacitação do IEE/USP com vistas à otimização energética do parque brasileiro Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração - SRG Workshop: Repotenciação de Usinas Hidrelétricas Brasília-DF 14 de julho de 2011 Repotenciação de usinas hidrelétricas: capacitação do IEE/USP

Leia mais

2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço

2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço 23 2. Sistemas de Lajes 2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço Neste capítulo são apresentados os tipos mais comuns de sistemas de lajes utilizadas na construção civil. 2.1.1.

Leia mais

VISITA DA ORDEM DOS ENGENHEIROS REGIÃO NORTE

VISITA DA ORDEM DOS ENGENHEIROS REGIÃO NORTE Reforço de Potência de Bemposta VISITA DA ORDEM DOS ENGENHEIROS REGIÃO NORTE BEMPOSTA, 13 de Novembro de 2010 António Freitas da Costa Agenda 1. Objectivo 2. O Aproveitamento Hidroeléctrico do Douro Internacional

Leia mais

Controle Geotécnico de uso e ocupação das encostas

Controle Geotécnico de uso e ocupação das encostas Curso de Multiplicadores em Florianópolis, 24/02/2010 Controle Geotécnico de uso e ocupação das encostas Eng. Geotécnica Regina Davison Dias, D.Sc. NUGEOTEC/CENTRO TECNOLÓGICO/UNISUL 24/02/2010 UNISUL

Leia mais

MODERNAS PRÁTICAS DE PROJETO

MODERNAS PRÁTICAS DE PROJETO AUTORES Palestrante: Eng Bruno Luiz Castro Martins Eng José Bernardino Botelho Eng José Henrique Rodrigues Lopes Eng Marcelo Miranda Botelho Eng Nathanael Villela de Ávila INTRODUÇÃO Os avanços nas tecnologias

Leia mais

Facear Concreto Estrutural I

Facear Concreto Estrutural I 1. ASSUNTOS DA AULA Durabilidade das estruturas, estádios e domínios. 2. CONCEITOS As estruturas de concreto devem ser projetadas e construídas de modo que, quando utilizadas conforme as condições ambientais

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE Associação de Ensino Superior Unificado do Centro Leste ESTUDO COMPARATIVO ENTRE PAVIMENTO RÍGIDO R E FLEXÍVEL Msc. Flavia Regina Bianchi Engª.. Isis Raquel Tacla Brito Engª.. Veronica Amanda Brombley

Leia mais

CONSTRUÇÕES RURAIS: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. Vandoir Holtz 1

CONSTRUÇÕES RURAIS: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. Vandoir Holtz 1 Vandoir Holtz 1 ARGAMASSA Classificação das argamassas: Segundo o emprego: Argamassas para assentamento de alvenarias. Argamassas para revestimentos; Argamassas para pisos; Argamassas para injeções. DOSAGEM

Leia mais

Estruturas Metálicas. Módulo V. Torres

Estruturas Metálicas. Módulo V. Torres Estruturas Metálicas Módulo V Torres APLICAÇÕES ESTRUTURAIS - TORRES Introdução Neste capítulo são abordadas as estruturas não classificadas como de edificações nem como de obras de arte, já abordadas

Leia mais

a) 0:1:3; b) 1:0:4; c) 1:0,5:5; d) 1:1,5:7; e) 1:2:9; f) 1:2,5:10

a) 0:1:3; b) 1:0:4; c) 1:0,5:5; d) 1:1,5:7; e) 1:2:9; f) 1:2,5:10 ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PCC 2435 - TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS I DEFINIÇÃO E DOSAGEM DE ARGAMASSAS PARA ASSENTAMENTO DE

Leia mais

Paredes Diafragma moldadas in loco

Paredes Diafragma moldadas in loco Paredes Diafragma moldadas in loco Breve descrição das etapas executivas Introdução A parede diafragma moldada in loco é um elemento de fundação e/ou contenção moldada no solo, realizando no subsolo um

Leia mais

A concepção estrutural deve levar em conta a finalidade da edificação e atender, tanto quanto possível, às condições impostas pela arquitetura.

A concepção estrutural deve levar em conta a finalidade da edificação e atender, tanto quanto possível, às condições impostas pela arquitetura. ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 4 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos 2 de abril, 2003. CONCEPÇÃO ESTRUTURAL A concepção estrutural, ou simplesmente estruturação, também chamada

Leia mais

Teoria das Estruturas

Teoria das Estruturas Teoria das Estruturas Aula 02 Morfologia das Estruturas Professor Eng. Felix Silva Barreto ago-15 Q que vamos discutir hoje: Morfologia das estruturas Fatores Morfogênicos Funcionais Fatores Morfogênicos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre procedimentos referentes à emissão de Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH) e de outorga de direito de uso de recursos

Leia mais

PONTILHÕES EM ABÓBODAS E MUROS PRÉ-MOLDADOS SOLIDARIZADOS COM CONCRETO MOLDADO NO LOCAL

PONTILHÕES EM ABÓBODAS E MUROS PRÉ-MOLDADOS SOLIDARIZADOS COM CONCRETO MOLDADO NO LOCAL PONTILHÕES EM ABÓBODAS E MUROS PRÉ-MOLDADOS SOLIDARIZADOS COM CONCRETO MOLDADO NO LOCAL Mounir Khalil El Debs Professor Associado, Departamento de Engenharia de Estruturas Escola de Engenharia de São Carlos

Leia mais

ALUGUER DE ANDAIMES E OUTROS EQUIPAMENTOS

ALUGUER DE ANDAIMES E OUTROS EQUIPAMENTOS DE ANDAIMES E OUTROS A Equipleva disponibiliza aos clientes um serviço de para certos equipamentos, nomeadamente: ANDAIMES I PLATAFORMAS DE CARGA I PÓRTICOS EM ALUMÍNIO PORTA-PALETES TODO-O-TERRENO proporcionando,

Leia mais

UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga

UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga 16 Valores Introdução No âmbito da ufcd 5811 Sistemas de transporte e elevação de cargas, foi-nos

Leia mais

PÓRTICO LIMPA GRADES E CARRO LIMPAS GRADES. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE.

PÓRTICO LIMPA GRADES E CARRO LIMPAS GRADES. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE. DESCRIÇÃO. Existem inúmeros tipos e modelos de equipamentos limpa grades no mercado, para que o cliente possa escolher. Mas é verdade

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES PROJETO ARQUITETÔNICO ADEQUAÇÕES NA USINA DE TRIAGEM DE LIXO LINHA ESTRELA MEMORIAL DESCRITIVO 1 MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBJETIVO: USINA DE TRIAGEM DE LIXO A presente especificação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

TUPER ESTRUTURAS PLANAS

TUPER ESTRUTURAS PLANAS TUPER ESTRUTURAS PLANAS LAJES MISTAS NERVURADAS Soluções estruturais e arquitetônicas em aço, traduzidas em estética, conforto, segurança e versatilidade. Catálogo destinado ao pré-lançamento do produto.

Leia mais

PCH SANTA LAURA CONTROLE DO PLANEJAMENTO. Giorgia Zomer Fenili GASPARETTO Engenheira Civil ENGEVIX ENGENHARIA S.A.

PCH SANTA LAURA CONTROLE DO PLANEJAMENTO. Giorgia Zomer Fenili GASPARETTO Engenheira Civil ENGEVIX ENGENHARIA S.A. COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS VI SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE PEQUENAS E MÉDIAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS BELO HORIZONTE MG, 21 A 25 DE ABRIL DE 2008 T23 A01 PCH SANTA LAURA CONTROLE DO PLANEJAMENTO Giorgia

Leia mais

37 3231-4615 www.levemix.com.br GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX. Comodidade, economia e segurança ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES

37 3231-4615 www.levemix.com.br GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX. Comodidade, economia e segurança ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES GUIA PRÁTICO DE APLICAÇÃO CONCRETO LEVEMIX Orientações técnicas para o melhor desempenho de sua concretagem Comodidade, economia e segurança 37 3231-4615 www.levemix.com.br ENTREGAMOS PEQUENAS QUANTIDADES

Leia mais

Engenharia Gerencial. A cogeração como alternativa aos desafios energéticos

Engenharia Gerencial. A cogeração como alternativa aos desafios energéticos A cogeração como alternativa aos desafios energéticos A visão corrente de que o Brasil possui um dos maiores parques de energia hidrelétrica do mundo, nos afasta de uma realidade um pouco distante disto.

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011 INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 5, de 10/11/2011 1. Objeto. 2. Referências. OUTORGA DE APROVEITAMENTOS HIDRELÉTRICOS UHE / PCH / CGH 3. Obtenção de outorgas junto ao. 4. Fluxograma dos procedimentos para uso

Leia mais

PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM

PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de pré-moldados em concreto, a PRÉ-MOLD RM oferece uma completa linha de produtos para a dinamização de sua obra. Laje Treliçada Bidirecional; Laje Treliçada

Leia mais

NOÇÕES DE ESTRUTURAS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. jul. 2014

NOÇÕES DE ESTRUTURAS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. jul. 2014 NOÇÕES DE ESTRUTURAS jul. 2014 Carregamento Estruturas - Princípio laje viga pilar fundação Os esforço sobre as lajes são distribuídos nas vigas, que descarregam nos pilares e consequentemente na fundação.

Leia mais

Blocos e Alicerces CONCEITO

Blocos e Alicerces CONCEITO CONCEITO Os blocos são elementos estruturais de grande rigidez que são ligados pelas vigas baldrame. Sua profundidade varia de 0,5 a 1 metro. São utilizados quando há atuação de pequenas cargas, como em

Leia mais

Método construtivo com CLT : Recomendações construtivas e de acabamentos. Autor: Alexandre Lopes Veneziano Studio Veneziano

Método construtivo com CLT : Recomendações construtivas e de acabamentos. Autor: Alexandre Lopes Veneziano Studio Veneziano Método construtivo com CLT : Recomendações construtivas e de acabamentos. Autor: Alexandre Lopes Veneziano Studio Veneziano Motivação Esqueça o que você já ouviu falar sobre casa de madeira, isto aqui

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC

SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC Especificação para implantação de infra-estrutura Diretoria de Redes Gerência de Engenharia da Distribuição Coordenação de Engenharia SISTEMA DE MEDIÇÃO E

Leia mais

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST.

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST. UNICAP Curso de Arquitetura e Urbanismo EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO: Mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura. MATERIAIS E TECNOLOGIA CONSTRUTIVA 1 Prof. Angelo Just da Costa e Silva

Leia mais

PISTA EXPERIMENTAL DE CCR DE SALTO CAXIAS- CARACTERíSTICAS E PROCEDIMENTOS DE CONSTRUÇÃO

PISTA EXPERIMENTAL DE CCR DE SALTO CAXIAS- CARACTERíSTICAS E PROCEDIMENTOS DE CONSTRUÇÃO PISTA EXPERIMENTAL DE CCR DE SALTO CAXIAS- CARACTERíSTICAS E PROCEDIMENTOS DE CONSTRUÇÃO Kamel, Kamal F.S. Babá, Lourenço J. N. Xavier, Lailton V. Consórcio Projetista Intertechne-Leme-Engevix-Esteio Krempel,

Leia mais

GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS

GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS Pavimento x outras obras civis Edifícios: Área de terreno pequena, investimento por m 2 grande FS à ruptura grande Clima interfere muito pouco no comportamento estrutural

Leia mais

EDIFÍCIOS GARAGEM ESTRUTURADOS EM AÇO

EDIFÍCIOS GARAGEM ESTRUTURADOS EM AÇO Contribuição técnica nº 19 EDIFÍCIOS GARAGEM ESTRUTURADOS EM AÇO Autor: ROSANE BEVILAQUA Eng. Consultora Gerdau SA São Paulo, 01 de setembro de 2010. PROGRAMA Introdução Vantagens da utilização de Edifícios

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 Jose.bruzadini@ge.com São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA

Leia mais

TECNICAS CONSTRUTIVAS I

TECNICAS CONSTRUTIVAS I Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios TECNICAS CONSTRUTIVAS I Prof. Leandro Candido de Lemos Pinheiro leandro.pinheiro@riogrande.ifrs.edu.br FUNDAÇÕES Fundações em superfície: Rasa, Direta

Leia mais

PONTE ESTAIADA SOBRE O RIO NEGRO

PONTE ESTAIADA SOBRE O RIO NEGRO SRMM Secretaria de Desenvolvimento Sustentável da Região Metropolitana de Manaus UGPSUL Unidade Gestora do Programa de Desenvolvimento e Integração da Região Sul da Cidade de Manaus PONTE ESTAIADA SOBRE

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO BUEIROS CAPEADOS Grupo de Serviço DRENAGEM Código DERBA-ES-D-11/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar a execução de bueiros capeados,

Leia mais

AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO

AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO !" AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO 1- INTRODUÇÃO O transporte de água (ADUÇÃO) pode ser realizado das seguintes formas: a) Por GRAVIDADE Utilizando Conduto Livre (Canal) b) Por GRAVIDADE Utilizando

Leia mais

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados Projeto e Dimensionamento de de Estruturas metálicas e mistas de de aço e concreto MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados 1 Sistemas estruturais: coberturas

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO SARJETAS E VALETAS Grupo de Serviço DRENAGEM Código DERBA-ES-D-01/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar a execução de sarjetas e valetas,

Leia mais

SUPERESTRUTURA estrutura superestrutura infra-estrutura lajes

SUPERESTRUTURA estrutura superestrutura infra-estrutura lajes SUPRSTRUTUR s estruturas dos edifícios, sejam eles de um ou vários pavimentos, são constituídas por diversos elementos cuja finalidade é suportar e distribuir as cargas, permanentes e acidentais, atuantes

Leia mais

Processo de Forjamento

Processo de Forjamento Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓREITORIA ACADÊMICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Fase Cód. Disciplina I II III IV V VI Matriz Curricular do curso de Engenharia Civil PréReq.

Leia mais

Desempenho da Calha Rochosa Não-Revestida do Vertedouro da Usina Hidrelétrica Governador Ney Braga (Segredo) após 14 anos de Operação

Desempenho da Calha Rochosa Não-Revestida do Vertedouro da Usina Hidrelétrica Governador Ney Braga (Segredo) após 14 anos de Operação Desempenho da Calha Rochosa Não-Revestida do Vertedouro da Usina Hidrelétrica Governador Ney Braga (Segredo) após 14 anos de Operação Roberto Werneck Seara; Benedito de Souza Neto; Fabiano Rossini COPEL

Leia mais

MADEIRA ENERGIA S.A MESA

MADEIRA ENERGIA S.A MESA MADEIRA ENERGIA S.A MESA MADEIRA ENERGIA S.A MESA SUMÁRIO VOLUME I SEÇÃO 01 - Apresentação SEÇÃO 02 - Programa Ambiental para a Construção - PAC Sistema de Gestão Ambiental - SGA SEÇÃO 03 - Programa de

Leia mais

Contextualização 01/03/2013. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais

Contextualização 01/03/2013. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais Contextualização A transformação da matéria-prima em produto acabado requer que pelo menos um dos três elementos básicos de produção (trabalhador, máquina e material) seja movimentado. Para a maioria dos

Leia mais

EXERCÍCIO PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFÍCIOS

EXERCÍCIO PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFÍCIOS EXERCÍCIO PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFÍCIOS Você foi incumbido do planejamento da execução do edifício habitacional, constituído por um subsolo, um pavimento térreo e oito pavimentos tipo, com

Leia mais

2.1. Projeto de Monitoramento Batimétrico. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.1. Projeto de Monitoramento Batimétrico. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.1 Projeto de Monitoramento Batimétrico Revisão 00 NOV/2013 Coordenador da Equipe Carlos Eduardo Alencar Carvalho CRBio 37538/4-D

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. 2.1.1 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO Os níveis marcados na Planta de Implantação deverão ser rigorosamente obedecidos.

MEMORIAL DESCRITIVO. 2.1.1 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO Os níveis marcados na Planta de Implantação deverão ser rigorosamente obedecidos. MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO : Prefeitura Municipal de Irai OBRA : Construção de ponte em concreto armado de 4,50m de largura x 25,00m de vão total e 5,33m de altura total. LOCAL : Linha Corticeira

Leia mais

NOTAS GET-CAD. Mg04 -EXECUÇÃO DE ESTACÕES. Mg-04 SEQÜÊNCIA CONSTRUTIVA BÁSICA S/ESCALA

NOTAS GET-CAD. Mg04 -EXECUÇÃO DE ESTACÕES. Mg-04 SEQÜÊNCIA CONSTRUTIVA BÁSICA S/ESCALA 1 - PARA PROJETO E EXECUÇÃO DAS OBRAS DEVERÃO SER RESPEITADAS AS DP-F02 - DIRETRIZES DE PROJE- TO PARA FUNDAÇÕES PROFUNDAS DA PCR E A NBR- 6122 - PROJETO E EXECUÇÃO DE FUNDAÇÕES DA ABNT. 2 - AS NORMAS

Leia mais

ANEXO I. Check list UHE/PCH AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL DESPACHO Nº 2.117, DE 26 DE JUNHO DE 2012.

ANEXO I. Check list UHE/PCH AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL DESPACHO Nº 2.117, DE 26 DE JUNHO DE 2012. ANEEL DESPACHO Nº 2.117, DE 26 DE JUNHO DE 2012. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da Diretoria e o que consta no Processo

Leia mais

- EDUARDO JOSÉ PORTELLA DA COSTA

- EDUARDO JOSÉ PORTELLA DA COSTA - EDUARDO JOSÉ PORTELLA DA COSTA Engenheiro Civil, formado em 1976 pela Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie SP. Professor de Mecânica dos Solos e Fundações na Escola de Engenharia e na Faculdade

Leia mais

Serviços. Instalação de Unidades Geradoras. 1. Desvio do Rio: Montagem de guias das comportas; Montagem das comportas de desvio (painéis)

Serviços. Instalação de Unidades Geradoras. 1. Desvio do Rio: Montagem de guias das comportas; Montagem das comportas de desvio (painéis) 1. Desvio do Rio: Montagem de guias das comportas; Montagem das comportas de desvio (painéis) Montagem de estrutura para descida da comporta (pórtico fixo) 2. Vertedouro Montagem das guias das comportas

Leia mais

Qualidade e Segurança em Locação de Equipamentos. Geradores l Compactadores l Plataformas Aéreas l Balancins l Andaimes. www.plmaquinas.com.

Qualidade e Segurança em Locação de Equipamentos. Geradores l Compactadores l Plataformas Aéreas l Balancins l Andaimes. www.plmaquinas.com. Qualidade e Segurança em Locação de Equipamentos Geradores l Compactadores l Plataformas Aéreas l Balancins l Andaimes www.plmaquinas.com.br Andaime Tubular Equipamento leve e econômico que destina-se

Leia mais

Índice. Página. 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos... 4 1.3. Andaimes metálicos... 4 1.4. Bailéus... 5

Índice. Página. 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos... 4 1.3. Andaimes metálicos... 4 1.4. Bailéus... 5 !""#$!""%&'( Índice Página 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos..... 4 1.3. Andaimes metálicos...... 4 1.4. Bailéus........ 5 EPC 1/6 EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO COLECTIVA (texto provisório) 1.1

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Assunto: Cálculo de Pilares Prof. Ederaldo Azevedo Aula 4 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP

Leia mais

Contribuições da ABRAGE à Audiência Pública 015/2006

Contribuições da ABRAGE à Audiência Pública 015/2006 Contribuições da ABRAGE à Audiência Pública 015/2006 1 Introdução O presente documento tem o objetivo de apresentar as contribuições da ABRAGE à Audiência Pública 015/2006. Esta Audiência possui o objetivo

Leia mais

Técnicas da Construção Civil. Aula 02

Técnicas da Construção Civil. Aula 02 Técnicas da Construção Civil Aula 02 Necessidades do cliente e tipos de Estruturas Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Necessidades do Cliente Função ou tipo de edificação? Como e quanto o cliente quer

Leia mais

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES 2. VINCULAÇÕES DAS LAJES 3. CARREGAMENTOS DAS LAJES 3.1- Classificação das lajes retangulares 3.2- Cargas acidentais

Leia mais

MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT

MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURA DE CONCRETO SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1. Hipóteses

Leia mais

SOBRE A MINUTA DA RESOLUÇÃO QUE ESTABELECE CRITÉRIOS PARA O ENQUADRAMENTO DE APROVEITAMENTO HIDRELÉTRICO NA CONDIÇÃO DE PEQUENA CENTRAL HIDRELÉTRICA

SOBRE A MINUTA DA RESOLUÇÃO QUE ESTABELECE CRITÉRIOS PARA O ENQUADRAMENTO DE APROVEITAMENTO HIDRELÉTRICO NA CONDIÇÃO DE PEQUENA CENTRAL HIDRELÉTRICA ANEEL AP - 017/2002 COMENTÁRIOS DA CFLCL SOBRE A MINUTA DA RESOLUÇÃO QUE ESTABELECE CRITÉRIOS PARA O ENQUADRAMENTO DE APROVEITAMENTO HIDRELÉTRICO NA CONDIÇÃO DE PEQUENA CENTRAL HIDRELÉTRICA está descrito

Leia mais

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor 1. CONCEITO: Produto resultante da associação íntima entre um aglomerante mais um agregado miúdo, mais um agregado graúdo e água (+ ferragens). 2. CARACTERÍSTICAS Quanto aos esforços: compressão, tração

Leia mais

Memorial Descritivo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

Memorial Descritivo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS 1/8 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO AMAPÁ DIVISÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS SEÇÃO DE ANÁLISE DE PROJETOS 1. Normas de referência: NBR 10.897-ABNT 1.1. Outras normas: 2. Nome

Leia mais

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul DETERMINAÇÃO DE CONDIÇÃO DE ACIONAMENTO DE FREIO DE EMERGÊNCIA TIPO "VIGA FLUTUANTE" DE ELEVADOR DE OBRAS EM CASO DE QUEDA DA CABINE SEM RUPTURA DO CABO Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROJETO DE FUNDAÇÕES Todo projeto de fundações

Leia mais

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE Ribeira de Santa Natália Concelho de Celorico de Basto Acesso rodoviário Açude Canal e conduta forçada Câmara de carga Central hidroeléctrica O aproveitamento hidroeléctrico

Leia mais

(VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS)

(VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS) PCAI Programa de Controle Ambiental Intrínseco SÍTIO BELO MONTE (VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS) Foto 01: Casa de força de Belo / vista de montante para jusante. Situação atual

Leia mais

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA ECC 1008 ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA (Aulas 9-12) Prof. Gerson Moacyr Sisniegas Alva Algumas perguntas para reflexão... É possível obter esforços (dimensionamento) sem conhecer

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD)

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL RAQUEL ALVES DA SILVA CRUZ Rio de Janeiro, 15 de abril de 2008. TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL TERMOELÉTRICAS

Leia mais