GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA HIDRELÉTRICA-SISTEMA ELÉTRICO

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1 GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA HIDRELÉTRICA-SISTEMA ELÉTRICO

2 HIDRELÉTRICAS

3 Definição Originada a partir da energia solar, responsável pela evaporação da água; A água que precipita é armazenada na forma de energia potencial nos reservatórios; Não pode ser armazenada enquanto tal.

4 Definição

5 Potência de geração

6 Energia assegurada É a energia que pode ser suprida por uma usina, com um risco de 5% de não ser atendida, isto é, com uma garantia de 95% de atendimento. A empresa de energia será remunerada pela energia assegurada (Q 95 ).

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9 Usinas hidrelétricas Quanto a potência:

10 Usinas hidrelétricas Segundo a ANEEL Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH), com até 1 MW de potência instalada; Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), entre 1,1 MW e 30 MW de potência instalada; Usina Hidrelétrica de Energia (UHE), com mais de 30 MW de potência instalada.

11 Usinas Hidrelétricas Quanto ao reservatório: Fio d`água (sem reservatório); De acumulação (diária, semanal, sazonal, plurianual) Reversível

12 Usinas hidrelétricas Quanto a queda d`água: Baixa queda (<50 m); Média queda (entre 50 e 250 m); Alta queda (> 250 m).

13 Esquema geral de uma usina hidrelétrica

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16 Componentes das usinas hidrelétricas Barragens: permite a elevação do desnível do rio, aumentando a altura da queda, e a criação de um reservatório de água para a regularização da vazão. De concreto, terra, etc.

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19 Vertedouros e Comportas Escoar eventuais excessos de água dos reservatórios. Compostos por uma crista, canal de fuga e bacia de dissipação. Junto à crista estão situadas as comportas, responsáveis pela regulagem do nível de água das represas.

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22 Tomada de água Função de captar a água do reservatório e conduzi-la aos órgãos adutores; Fechar, se necessário, a entrada de água nas turbinas. Os órgãos adutores são tubulações ou outros tipos de estruturas cuja finalidade é conduzir a água das tomadas de água as turbinas.

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24 Casa de força Abriga os conjuntos turbinas-geradores e transformadores elétricos; Os principais componentes da casa de força são as turbinas hidráulicas.

25 Turbinas De ação: turbinas de impacto, com transferência da energia da água (pelton); De reação: onde o trabalho mecânico é obtido pela transformação da energia cinética e de pressão da água, em escoamento através de partes girantes (hélices) (francis, kaplan).

26 Turbina Kaplan Opera com hélices sujeitas a um fluxo de água com saída dirigida segundo o eixo de giração; Possuem pás ajustáveis em conformidade com a carga aplicada; Normalmente utilizadas em quedas entre 30 e 100 m.

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32 Turbinas Pelton Operam com um ou mais jatos de água dirigidos às conchas do rotor; Podem ser construídas com eixo horizontal ou vertical; Com um vários injetores controlados por agulhas; Altas quedas de água (acima de 100 m).

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36 Turbina Francis O fluxo de água é orientado e distribuído igualmente na direção radial e sai pela direção axial; O controle de vazão é realizado no distribuidor ou sistema de pás móveis; Podem ser utilizadas em quedas de 20 a 600 m.

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43 SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO

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49 Sistema Interligado Nacional (SIN) Transmissão da energia gerada pelas usinas para os grandes centros de carga; Integração do sistema para garantir estabilidade e confiança à rede; Interligação entre as bacias hidráulicas e regiões com características hidrológicas heterogênias de modo a otimizar o uso de água; Integração energética com países vizinhos.

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52 Unidades Geradoras; Transmissoras; Distribuidoras. Exemplo: a COPEL gera, transmite e distribui.

53 Classificação dos Consumidores Consumidores livres: potências igual ou acima de 3000 kw (3 MW). Podem escolher seu fornecedor de energia, negociando o preço, contratos, etc. Os consumidores acima de 500 kw, podem escolher, desde que os fornecedores sejam produtores de fontes incentivadas (PCHs, Biomassa, eólicas, cogeração qualificada). Consumidores cativos: demais

54 Comercialização de energia A comercialização de energia deve atender a Lei 9.427, de 26 de dezembro de Passou a contar com dois ambientes de negociação a partir de 2004: O Ambiente de contratação regulada (ECR); O ambiente de contratação livre (ACL).

55 Comercialização de energia Há ainda o mercado de curto prazo (mercado de diferença); Leilões: ambiente de compra de energia pelas distribuidoras no ambiente regulado; Os leilões são organizados pela CCEE, por delegação da ANEEL Critério de menor tarifa; Visa reduzir o custo da energia dos consumidores cativos.

56 Comercialização de energia O atual modelo de comercialização de energia foi implantado por meio das leis n e , de 15 de março de 2004, e pelo decreto n.5.163, de 30 de julho de CMSE Comitê de monitoramento do setor elétrico segurança no suprimento de energia.

57 Conta de consumo de combustíveis fósseis (CCC isol) A Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) dos Sistemas Isolados é um fundo setorial administrado pela Eletrobrás; Lei nº , de 9 de dezembro de 2009.

58 Conta de consumo de combustíveis fósseis (CCC isol) Reembolsar os custos de geração de energia elétrica nos Sistemas Isolados; O que inclui os custos de contratação de energia e de potência associada à geração própria; Energia destinada para atendimento ao serviço público de distribuição de energia elétrica; Inclui ainda os encargos do setor elétrico e impostos e, ainda, aos investimentos realizados.

59 Mercado Spot Câmara de comercialização de energia (CCEE). 453 bilhões de reais entre 2001 e % da energia do país é comercializada no mercado Spot. Preços variáveis.

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