ANEXO XII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - ELÉTRICO

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1 ANEXO XII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - ELÉTRICO 4.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS Objetivo A presente Discriminação Técnica objetiva fixar as condições de execução das obras de alimentadores elétricos, Instalações eletrológicas e luminotécnicas na FASC- CENTRO DE CONVIVÊNCIA PARA O IDOSO em Porto Alegre. ALIMENTADORES ELÉTRICOS Entrada de Energia, medição e proteção geral O suprimento de energia elétrica será em baixa tensão trifásica 220/127V. O alimentador da medição de energia em condutor 4#35,0mm2, isolação 0,6/1kV e condutor de proteção #16,0mm2 isolação 750V. O disjuntor geral da medição será de 3x100A 10kA - 220VCA. O interruptor diferencial residual (DR) geral da medição será de 3x100A 220VCA com corrente diferencial de 30mA. CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO - CD Serão do tipo de sobrepor executados em chapas de aço 1,59 mm, dotados de barramentos para fase, neutro e terra. Os barramentos das fases serão recobertos com capa isolante termo encolhível. Terão espelho interno com porta etiqueta plástica, porta com venezianas para ventilação e trinco puxador. A superfície metálica será tratada mediante jateamento com granalha de aço angular, padrão de limpeza metal branco A Sa3, recebendo proteção anticorrosiva através de demão de fundo poliuretânico. O acabamento será através de esmalte poliuretânico, obedecendo uma espessura média de 60 mícrons. Centro de Distribuição para disjuntores com geral e barramento: CD01 - Capacidade para 50 Espaços unipolares com barramento e disjuntor Geral. DISJUNTORES O disjuntor geral deverá ser do tipo termo-magnético para proteção dos equipamentos contra sobrecarga e curto-circuito, deverão ser equipados com um 1

2 disparador térmico (bimetal) e um disparador eletromagnético, com característica de disparo 5 a 10 x In (Curva C ), com capacidade de ruptura mínima de 10 ka em 220 V para o disjuntor geral e 5 ka em 127V para os disjuntores parciais. As correntes nominais serão conforme quadros de cargas. Construção: caixa em material isolante, acionador cor preta, terminais para cabos de até 25 mm2, fixação por engate rápido sobre trilho de 35 mm conforme DIN EN 50022, vida útil de operações. Normas: de acordo com IEC 947-2, capacidade de interrupção conforme UL 489. Os disjuntores reservas indicados farão parte do fornecimento e a indicação de previsão com barramento, deverá ter no espelho a furação e tampa removível para futura instalação do disjuntor. Fabricantes: Fabricantes: SIEMENS, MERLIN GERIN, MOELLER ou Equivalente. DISJUNTORES PARCIAIS Os disjuntores parciais deverão ser do tipo termo-magnético para proteção dos equipamentos contra sobrecarga e curto-circuito, deverão ser equipados com um disparador térmico (bimetal) e um disparador eletromagnético, com característica de disparo 5 a 10 x In (Curva C ), com capacidade de ruptura mínima de 5 ka em 127V e correntes nominais conforme quadro de cargas. Construção: caixa em material isolante, acionador cor preta, terminais para cabos de até 25 mm2, fixação por engate rápido sobre trilho de 35 mm conforme DIN EN 50022, vida útil de operações. Normas: de acordo com IEC 947-2, capacidade de interrupção conforme UL 489. Os disjuntores reservas indicados farão parte do fornecimento e a indicação de previsão com barramento, deverá ter no espelho a furação e tampa removível para futura instalação do disjuntor. Correntes nominais conforme quadro de cargas. Fabricantes: Fabricantes: MERLIN GERIN, SIEMENS, MOELLER ou EQUIVALENTE. INTERRUPTORES DIFERENCIAIS Utilização de um DR Geral. Os interruptores diferenciais residuais (DR) deverão atender as seguintes características: Serão montados em trilho DIN 35 mm, botão para teste periódico na face frontal, Temperatura de funcionamento: -5ºC a +40º, classe de proteção da caixa IP20. Características Técnicas: sensibilidade diferencial de 30 ma instantânea, protegido contra disparos intempestivos, seccionamento plenamente aparente, 2 e 4 polos.

3 PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO Deverão ser utilizadas etiquetas autocolantes para identificação dos circuitos. Acessórios Como acessórios considera-se todo material miúdo necessário para a execução dos serviços de acabamento e instalação dos materiais principais tais como: marcadores de fios; anilhas de PVC, tipo Heligrip ou equivalente; abraçadeiras tipo insulok ou similar; fita espiral tube 3/8 ; terminais tipo pino ou olhal; parafusos, porcas, arruelas, buchas, conectores; pedaço de barramento de cobre eletrolítico; etc. Proteção mecânica dos circuitos Os eletrodutos do forro serão de aço galvanizado, do tipo leve III, espessura mínima conforme projeto; as emendas deverão ser feitas com terminal tipo luva de encaixe. Os eletrodutos acima do forro rebaixado deverão ser afixados ao teto por meio de tirante roscado 3/8, diretamente na bucha plástica e na outra extremidade a abraçadeira tipo D com cunha de bitola compatível com o eletroduto. Quando os eletrodutos estiverem aparentes nas paredes, deverão manter alinhamento, paralelismo, perpendicularidade e distanciamento entre si. Condutores dos Circuitos Quando da instalação dos circuitos de energia comercial a execução da enfiação dos condutores dos circuitos terminais que têm suas seções especificadas em planta. Para os condutores sem especificação de bitola, esta será de 2,5 mm2, isolação 750 V, 70º C, classe 4. Os condutores dos circuitos terminais deverão ser do tipo flexível, em cobre eletrolítico, pureza mínima de 99,9%, têmpera mole, encordoamento classe 4. Ter isolamento termoplástico de PVC, tipo BWF para 750V. As cores obedecerão: Fase R na cor vermelha Fase S na cor branca; Fase T na cor preta; Neutro na cor azul clara Retorno na cor amarela Terra na cor verde-amarela Os condutores dos circuitos terminais (fase, neutro e terra) deverão possuir terminal olhal ou garfo instalado sob pressão, para conexão nos barramentos e no disjuntor.

4 Os circuitos terminais deverão apresentar após a enfiação, perfeita integridade de isolação, para tanto poderá ser utilizado talco industrial apropriado para facilitar a enfiação dos mesmos. As emendas dos circuitos somente poderão ser executadas dentro das caixas de passagem, não sendo admitidas emendas desnecessárias ou no interior dos eletrodutos. Todas as emendas deverão ser soldadas e isoladas com fita autofusão e comum até que seja restabelecido o isolamento original da fiação. Na execução dos circuitos terminais deverão ser obedecidas a quantidade de condutores das eletrovias e as cores padronizadas. O projeto optou pelo uso de taxa de ocupação máxima de 40% da secção transversal dos eletrodutos, canaletas e eletrocalhas. Os circuitos deverão ser identificados por etiquetas acrílicas junto ao espelho do ponto terminal. Tomadas As tomadas deverão ter corpo em plástico e todos os elementos da pinagem deverão estar devidamente protegidos (não expostos). As tomadas dos circuitos de energia comercial deverão ser do tipo 2P+T, Universal, 15A/250V, com corpo na cor preta para 127V e na cor vermelha para 220V. Caixas de Piso, Passagem e Conduletes Serão utilizadas caixas de piso para piso elevado nas tubulações de infra-estrutura para pontos de lógica, telefone e energia. Serão utilizadas caixas conduletes na execução da infra-estrutura para a passagem dos circuitos alimentadores. As caixas conduletes de passagem ou de saída serão de alumínio silício injetado, com parafusos em aço zincado bicromatizados, e junta de vedação pré-moldada em PVC flexível, com rosca nas bitolas indicadas em projeto. As caixas de passagem de fundo fixo 100x100mm, 150x150mm e 200x200mm, para instalação aparente sobre o teto rebaixado, deverão ser executadas em chapa de aço n.22 (0,76mm), acabamento em pintura eletrostática epóxi a pó na cor cinza (RAL7032). Acessórios Como acessórios considera-se todo material miúdo necessário para a execução dos serviços de acabamento e instalação dos materiais principais, tais como: parafusos, arruelas, porcas, bucha, braçadeiras galvanizadas tipo D com fecho chaveta: Nos condutores: fita isolante, estanho, conectores, pinos, rabichos, etc. Nos eletrodutos:

5 parafusos/buchas, luvas, box reto, e fixação das tampas nas caixas de piso dos andares que terão serviços. Telefonia Para telefonia foi utilizado o cabeamento UTP Cat5e às tomadas RJ11. Todos os materiais utilizados serão categoria 5, segundo Norma TIA/EIA 568 A, sendo a conexão feita com padrão T568 A, segundo a mesma Norma. Lógica Proteção mecânica dos circuitos Deverá ser executada infra-estrutura através da instalação de eletrodutos de aço galvanizado tipo leve III. Cabeação de Dados O cabeamento estruturado de comunicação de dados será executado pela contratada com cabos do tipo UTP classe 5, Norma TIA/EIA 568 A. Toda cabeação partirá de Patch Panels, devidamente identificados, instalados no Rack na sala de apoio. Todos os pontos deverão ser identificados nas duas extremidades com anilhas quando no cabo. O cabo UTP não poderá ter emendas. Tomadas para Rede de Lógica Nas caixas de saída no piso e parede o cabo UTP será conectorizado em uma tomada RJ45 fêmea. Cuidados na instalação do cabeamento Antes de iniciar o lançamento dos cabos, limpar todos os dutos com bucha de estopa, tracionado com arame. Não utilizar tração, durante o desbobinamento; Não chicotear os cabos, quando for necessário alinhamento; Nunca dobrar os cabos; Nunca pisar em cabos; Durante o lançamento dos cabos, utilizar no mínimo duas pessoas, uma para empurrar e outra para guiar; Manter um instalador no local em que houver curvas; Passar talco industrial para facilitar a passagem dos cabos; Lançar a maior quantidade de cabos possível em cada vez;

6 Verificar a ocupação máxima de 50% da seção do duto, pelos cabos; Manter destrançamento mínimo de 13 mm (1/2 ), ao conectorizar o cabo; Manter folga técnica de 30cm dentro da caixa de saída, para manutenção futura; No Rack, manter 3m como folga técnica; Manter a padronização de conectorização em todos os conectores; Identificar todos os cabos lançados com marcadores do tipo Helligrip ou similar. Acessórios Como acessórios considera-se todo material miúdo necessário para a execução dos serviços de acabamento e instalação dos materiais principais, tais como: marcadores de fios, anilhas de PVC tipo Heligrip ou equivalente; abraçadeiras tipo insulok ou similar; terminais tipo forquilha; parafusos, arruelas, porcas, bucha, prensa cabos, luvas, terminais (régua) baquelite e etc. LUMINOTÉCNICO Luminárias Serão conforme projeto e orientadas pelo escritório de arquitetura. Os reatores das luminares florescentes são alimentados em 127V. Comandos Serão através de interruptores monopolares. ATERRAMENTO Todos os sistemas metálicos deverão ser aterrados. Deverá ser mantida a equipotencialidade do sistema. Todos Quadros devem possuir a barra de proteção. A Contratada deverá realizar o teste do aterramento ao final da obra e o mesmo deve ser inferior a 8 ohms, devendo a contratada instalar mais hastes caso o valor não atenda ao especificado. MONTAGEM CONEXÕES As conexões de condutores entre si e com equipamentos devem ser adequadas aos materiais dos condutores ou dos terminais dos equipamentos e instaladas e utilizadas de modo adequado.

7 As conexões devem estar em condições de suportar os esforços provocados por correntes de valores iguais às capacidades de condução de corrente e por correntes de curto-circuito, determinadas pelas características dos dispositivos de proteção. Por outro lado, as conexões não devem sofrer modificações inadmissíveis em decorrência de seu aquecimento, do envelhecimento dos isolantes e das vibrações que ocorrem em serviço normal. Em particular devem ser consideradas as influências de dilatação térmica e das tensões eletroquímicas que variam de metal para metal, bem como as influências das temperaturas que afetam a resistência mecânica dos materiais. Devem ser tomadas precauções para evitar que partes metálicas de conexões energizem outras partes metálicas normalmente isoladas de partes vivas. As conexões devem ser realizadas de modo que a pressão de contato independa do material isolante. As conexões prensadas devem ser realizadas por meio de ferramentas adequadas para o tipo e tamanho do conector utilizado, de acordo com as recomendações do fabricante do conector. ELETRODUTOS - Em cada trecho de tubulação, entre duas caixas, entre extremidades, ou entre extremidade e caixa, podem ser previstas no máximo três curvas de 90º ou seu equivalente até no máximo 270º. Em nenhuma hipótese devem ser previstas curvas de deflexão superior a 90º. As curvas feitas diretamente nos eletrodutos não devem reduzir efetivamente seu diâmetro interno. Devem ser empregadas caixas de derivação: a) em todos os pontos de entrada ou saída de condutores da tubulação, exceto nos pontos de transição ou passagem de linhas abertas para linhas em eletrodutos, os quais nestes casos, devem ser rematados com buchas; b) em todos os pontos de emenda ou derivação de condutores; - As caixas devem ser colocadas em lugares facilmente acessíveis e ser providas de tampas. As caixas que contiverem interruptores, tomadas de corrente e congêneres devem ser fechadas pelos espelhos que completem a instalação desses dispositivos. As caixas de saída para alimentação devem ser fechadas pelas placas destinadas a fixação desses equipamentos.

8 Os eletrodutos só devem ser cortados verticalmente ao seu eixo. Deve ser retirada toda a rebarba susceptível de danificar as isolações dos condutores. Os condutores somente devem ser enfiados depois de estar completamente terminada a rede de eletrodutos e concluídos todos os serviços de construção que os possam danificar. A enfiação só deve ser iniciada após a tubulação ser perfeitamente limpa. Só deverão ser admitidos em instalação aparente eletrodutos que não propaguem chamas. Só são admitidos em instalação embutida os eletrodutos que suportem os esforços de deformação característicos do tipo de construção utilizado. Toda a rede de eletrodutos deverá formar um sistema eletricamente continuo e ligado a terra. Quando externa a rede de eletrodutos devera ser fixada à estrutura do prédio através de braçadeiras apropriadas de aço galvanizado. O traçado dos eletrodutos neste caso deverá acompanhar as linhas ortogonais do prédio. As emendas entre os eletrodutos deverão ser feitas através de luvas atarraxadas em ambas as extremidades a serem unidas, que deverão ser introduzidas nas luvas até se tocarem, para assegurar a continuidade da superfície interna da tubulação. Todas as curvas utilizadas deverão ser fabricadas ou dobradas a frio com ferramenta especial. Não deverão ser empregadas curvas com deflexão superior a 90 graus. Nos trechos terminais (ligação de equipamentos), deverão ser utilizados eletrodutos tipo flexível. Os eletrodutos flexíveis não deverão sofrer emendas. A fixação dos mesmos será feita por braçadeiras apropriadas, espaçadas no máximo de 30 cm. As ligações dos eletrodutos às caixas de chapa serão feitas sempre com duas arruelas, interna e externamente às caixas devidamente apertadas, em uma bucha que servira de contra-porca para arruela interna. Os eletrodutos deverão ter caimento suficiente para as caixas a fim de evitar a acumulação de água eventualmente infiltrada e deverão ser suportadas de acordo com as tabelas 67 e 68 da NBR CONDULETES E CAIXAS DE PASSAGEM Deverão ser empregados conduletes nos pontos de instalação dos motores ou outros equipamentos.

9 A distância máxima entre conduletes ou caixas de passagem deverá ser determinada de modo a permitir fácil enfiação dos condutores. Nos trechos retilíneos o espaçamento deverá ter no máximo o comprimento de 15m. Nos trechos com curvas este espaçamento deverá ser reduzido para 3m para cada curva de 90ºC. CANALETAS E PERFILADOS As canaletas instaladas sobre paredes, em tetos ou suspensas e os perfilados devem ser escolhidos e dispostos de maneira a não poder trazer prejuízo aos cabos. Eles devem possuir propriedades que lhes permitam suportar sem danos as influências externas a que são submetidos. CONDUTORES O dimensionamento dos condutores para diversas interligações (força e comando) está indicado em planta. Todos os condutores deverão ser de cobre, com capa termoplástica, adequadamente isolados para a tensão indicada. Nos locais assinalados onde deverão ser previstos pontos de força, o dimensionamento dos mesmos desde o QGBT deverá considerar além da potência especificada, a queda de tensão admissível. Devem-se evitar emendas nos cabos e fios. Caso sejam estritamente necessárias, elas deverão manter características similares às dos condutores utilizados e estar localizadas dentro de caixas de passagem, feitas com solda após limpeza com lixa fina nas extremidades dos condutores e entrelaçamento dos mesmos. As emendas deverão ser isoladas com fita antiaglomerante e revestidas externamente com fita plástica. A enfiação dos condutores só poderá iniciar após a canalização estar perfeitamente limpa e seca. Não deverão ser enfiados condutores emendados ou cujo isolamento tenha sido danificado ou recomposto. Todos os condutores deverão ser identificados em ambas as extremidades de acordo com o projeto. ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS Esta especificação de materiais tem por objetivo complementar o detalhamento dos materiais quando não completamente especificado no memorial. CONDUTORES TIPO: Cabo BWF, 750V, NBR-6148 Caracterização: Cabo com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC). Tensão de isolamento: 450/750V; Temperaturas máximas do condutor: 70ºC em serviço contínuo, 100ºC em sobrecarga e 160ºC em curto-circuito.

10 Normas aplicáveis: NBR-6880; NBR-6148; NBR-6245; e NBR Fabricantes que informam atender à especificação: Pirelli, Siemens, Ficap. Aplicação: Para instalação em eletrodutos aparentes, embutidos ou contidos em canaletas; em molduras; em calhas; em linhas aéreas externas ou sobre isoladores. A isolação deverá obrigatoriamente ser identificada por cores, a saber: preta, vermelha ou branca para fase; azul-clara para neutro; verde ou verde-amarelo para terra. As emendas deverão se restringir ao mínimo indispensável e se localizarem sempre em caixas de passagem ou de saída. TIPO: Cabo UTP 4 pares Caracterização: Cabo com 4 pares de condutores, em cobre sólido nu 24 AWG, isolados em composto especial com marcação no isolamento, torcidos em pares e capa externa em PVC não propagante à chama, com marcação seqüencial métrica. Normas aplicáveis: ANSI/TIA/EIA 568, Categoria 5. Fabricantes que informam atender à especificação: Furukawa, Lucent. Aplicação: Estabelecer conexão entre os painéis distribuidores (patch panel) do rack e as tomadas RJ 45 distribuídas na sala de informática. ELETRODUTOS E ACESSÓRIOS Eletroduto PVC Rigido com acessórios Caracterização: eletroduto de PVC Rígido em barra de 3 metros com luvas e curvas de raio longo. Diâmetro conforme determinado em projeto. Fabricantes que informam atender a especificação: Tigre, Amanco, APOLLO, TUPY Aplicação: constituição de infra-estrutura de tubulações embutidas ou aparentes para passagem de cabos de energia, cabeamento estruturado, em locais onde é necessária à blindagem dos cabos ou proteção mecânica extra. Buchas, Arruelas e Boxes Caracterização: acessórios para eletrodutos fabricados em liga metálica. Diâmetro conforme eletroduto determinado em projeto Fabricantes que informam atender a especificação: WETZEL, MOFERCO, PETERCO Aplicação: para terminação de eletrodutos em caixas, calhas e suportes diversos.

11 CONDULETES E CAIXAS Conduletes Caracterização: em alumínio fundido, tipo E,C,LR,LL,LB,T,X,TB, conforme a aplicação e diâmetro nominal conforme projeto. Fabricantes que informam atender a especificação: WETZEL, MOFERCO. Aplicação: para passagem ou ponto de saída para tomadas e interruptores. Caixa em chapa metálica Caracterização: em chapa metálica, dimensões indicadas em projeto, conforme a aplicação. Fabricantes que informam atender às especificações: TAUNUS, CEMAR Aplicação: para passagem de cabos. Caixa em alumínio fundido Caracterização: em alumínio fundido, com tampa vedada à prova d água e detritos, dimensões indicadas em projeto, conforme a aplicação. Fabricantes que informam atender às especificações: WETZEL, MOFERCO Aplicação: para passagem de cabos e instalação de tomadas. TOMADAS Tomadas 2P (PINO CHATO) + T UNIVERSAL Caracterização: Tomada com dois pinos chatos mais terra, 15 A 250 V, padrão NEMA 5-15 R, com e sem placa 4x2 em PVC, para instalação em caixa embutida ou em canaletas metálicas. Fabricantes que informam atender às especificações: Pial, Iriel, Siemens. Aplicação: Atender os pontos da rede de energia dedicada. Tomada de comunicação padrão RJ45 Caracterização: padrão RJ-45, oito pinos, com contatos banhados a ouro numa espessura mínima de 30 µm, em módulo único com tampa de proteção, categoria 5, testada com a tecnologia power sum, que permita o destrançamento máximo dos cabos em 1,2 mm no padrão de pinagem 568-A, contatos traseiros padrão IDC 110 com capa protetora.

12 Fabricantes que informam atender às especificações: LUCENT / AT&T, FURUKAWA, SIEMON, AMP, KRONE, INFRAPLUS Aplicação: para a constituição de pontos de saída junto às áreas de trabalho. Placa para tomada de comunicação em condulete Caracterização: tampa de condulete para suporte de um ou dois módulos RJ45; Fabricantes que informam atender às especificações: LUCENT / AT&T, FURUKAWA, SIEMON, AMP, KRONE,INFRAPLUS Aplicação: para a constituição de pontos de saída junto às áreas de trabalho Placa para tomada para comunicação em caixa 4x4 Caracterização: placa de piso 4x4 em latão polido com tampa basculante para suporte de um ou dois módulos RJ45; Fabricantes que informam atender às especificações: LUCENT / AT&T, FURUKAWA, SIEMON, AMP, KRONE, INFRAPLUS Aplicação: para a constituição de pontos de saída junto às áreas de trabalho DISJUNTORES E CONTATORES Disjuntor termomagnético monopolar e tripolar até 63 A (NBR5361) Caracterização: Disjuntor termomagnético em caixa moldada, tipo mini-disjuntor, fabricado em Poliamida reforçada, com sistema de fixação rápida através de trilho DIN35, com terminais protegidos com aperto elástico para cabos até 25mm2, identificação indelével (caracterizados, na tecla, a posição liga-desliga e, no corpo, a corrente nominal e classificação da faixa de atuação do disparo magnético - tipo C, segundo a IEC 898), correntes nominais (In) de 16A a 80A, limiar de atuação magnética entre 5,0 In e 10,0 In, capacidade de interrupção de 3 ka (para 220 VCA), em 50 ou 60 Hz (IEC898). Fabricantes que informam atender às especificações: Siemens, Klockner Moeller, Hager. Aplicação: Aplicado nos quadros de distribuição de energia comum e dedicada. Disjuntor termomagnético tripolar 63 A (NBR5361) Caracterização: Disjuntor termomagnético em caixa moldada, tipo mini-disjuntor, com sistema de fixação rápida através de trilho DIN35, com terminais protegidos com aperto elástico para cabos até 50mm2, identificação indelével (caracterizados, na tecla, a posição liga-desliga e, no corpo, a corrente nominal e classificação da faixa de atuação do disparo magnético - tipo C, segundo a IEC 898), correntes nominais (In) de 125A, limiar de

13 atuação magnética entre 5,0 In e 10,0 In, capacidade de interrupção de 10kA (para 220 VCA), em 50 ou 60 Hz (IEC898). Fabricantes que informam atender às especificações: Siemens, Klockner Moeller, Hager. Aplicação: Aplicado no Centro de Distribuição (CD) e medição. Fita isolante Caracterização: fita antichama Fabricantes que informam atender às especificações: 3M, LORENZETTI, PIRELLI

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