Bancos de Dados III. Replicação de Dados. Rogério Costa Replicação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Bancos de Dados III. Replicação de Dados. Rogério Costa rogcosta@inf.puc-rio.br. Replicação"

Transcrição

1 Bancos de Dados III Replicação de Dados Rogério Costa 1 Replicação Processo de criar e manter réplicas de versões dos objetos da base de dados (como tabelas) em um ambiente de banco de dados distribuído 2 1

2 Vantagens Como o objeto existe em mais de um local, novas formas de acesso ao mesmo objeto surgem... Pode aumentar o desempenho... Acesso a dados locais ao invés de dados remotos Acesso a menos dados (caso réplica seja parcial) Redução do tráfego na rede beneficia outras aplicações Pode aumentar a disponibilidade... Se um site estiver inacessível, os dados podem ser consultados no site que contiver a réplica Computação off-line (eg. móvel) 3 Replicação de Dados Principais modelos de replicação Replicação Mestre/Escravo (Master/Slave) Replicação em Grupo Principais estratégias de propagação de dados Replicação Síncrona (Eager) Replicação Assíncrona (Lazy) 4 2

3 Modelos de Replicação Replicação Mestre/Escravo (Master/Slave) (1/2) Cada objeto possui somente um dono Cópia primária é aquela dona do objeto - nela podem ser realizadas leituras e atualizações. Outras cópias são secundárias - nelas somente poderão ser realizadas leituras (usualmente podemos ter mais de uma cópia secundária) 5 Modelos de Replicação Replicação Mestre/Escravo (Master/Slave) (2/2) Nós mestres - aqueles onde só existem cópias primárias, Nós escravos - aqueles onde só existem cópias secundárias Nós mestreescravo possuem cópias primárias e secundárias Um problema desta abordagem é que qualquer falha em um nó mestre impede que sejam realizadas atualizações 6 3

4 Modelos de Replicação Replicação em Grupo Todas as cópias são donas dos objetos, de forma que leituras e gravações podem ser realizadas em qualquer uma delas Uma falha em qualquer nó não impede o correto funcionamento dos demais. 7 Estratégias de Propagação Replicação Síncrona (Eager) (1/2) Quando realizamos a atualização em uma tabela que possui cópias, o SGBD realiza a atualização em todas as réplicas dentro da mesma transação A transação só termina quando todas as cópias do objeto tiverem sido atualizadas Sincronismo: todas as réplicas são atualizadas dentro da mesma transação considerando a propriedade da atomicidade 8 4

5 Estratégias de Propagação Replicação Síncrona (Eager) (2/2) Dados estão consistentes e atualizados permanentemente. Perda de performance em atualizações - está sendo realizada a atualização em várias cópias da relação antes da confirmação final da execução da transação Implementações simples: a paralisação de um site que contenha réplicas paralisa operações em todas as réplicas 9 Estratégias de Propagação Replicação Assíncrona (Lazy) (1/2) A atualização solicitada pelo cliente é realizada apenas em um nó Somente após que a transação em que esta atualização está inserida termina, são disparadas transações de atualização nos vários nós que contém réplicas É disparada uma transação para cada uma das réplicas não atualizadas. 10 5

6 Estratégias de Propagação Replicação Assíncrona (Lazy) ((2/2) ocorre inicialmente em um único nó como se não houvesse réplicas - uma rápida resposta ao usuário sobre a transação. Dados temporariamente desatualizados em algumas cópias, podendo levar a aparentes inconsistências Réplicas de determinado objeto em N sites, teremos N-1 transações disparadas para cada transação de atualização realizada. 11 Combinando modelos e estratégias Replicação Síncrona Mestre-Escravo Fase 1: Requisição do cliente Fase 2: Coordenação de servidores Fase 3: Execução Fase 4: Confirmação de aceitação Fase 5: Resposta ao cliente Réplica 1 Two- Phase Comm it Réplica 2 Réplica N 12 6

7 Combinando modelos e estratégias Replicação Síncrona Mestre-Escravo Após a solicitação do cliente, é realizada a atualização na cópia primária. Quando a atualização for realizada, mas antes da confirmação final (commit), a atualização é propagada para as réplicas secundárias. Cada réplica era necessariamente igual àquela onde foi solicitada a atualização - nessas réplicas estão sendo realizadas somente leituras Caso a cópia primária não esteja disponível, não poderão ser realizadas atualizações, embora existam cópias da primeira em um ou mais sites. 13 Combinando modelos e estratégias Replicação Síncrona em Grupo Fase 1: Requisição do cliente Fase 2: Coordenação de servidores Fase 3: Execução Fase 4: Confirmação de aceitação Fase 5: Resposta ao cliente Réplica 1 Two- Phase Commi t Réplica 2 Réplica N 14 7

8 Combinando modelos e estratégias Replicação Síncrona em Grupo O cliente faz uma requisição a uma cópia. Esta repassa a requisição para todas as outras. A requisição é atendida em todos os sites em paralelo. Em seguida, o protocolo Two-Phase Commit (2PC) é utilizado para confirmar o final de todas as atualizações. 15 Combinando modelos e estratégias Replicação Síncrona em Grupo Como todas as cópias são atualizáveis, clientes podem estar realizando solicitações de atualização em todas elas- possibilidade de deadlocks Sendo N o número de nós na rede e T o tamanho de uma transação, a taxa de ocorrência de deadlocks cresce com N 3 e T

9 Combinando modelos e estratégias Replicação Assíncrona Mestre-Escravo Fase 1: Requisição do cliente Fase 2: Coordenação de servidores Fase 3: Execução Fase 4: Resposta ao cliente Fase 5: Confirmação de aceitação Réplica 1 Réplica 2 Réplica N 17 Combinando modelos e estratégias Replicação Assíncrona Mestre-Escravo (12) O usuário recebe rapidamente a confirmação de sua atualização Após essa confirmação, as cópias secundárias ficam, temporariamente, com dados distintos daqueles da cópia primária, têm seus dados atualizados 18 9

10 Combinando modelos e estratégias Replicação Assíncrona Mestre-Escravo (2/2) Falhas no nó mestre impedem qualquer tipo de atualização. Já falhas em cópias secundárias são, usualmente, contornáveis: quando um nó escravo que se encontrava inacessível se torna novamente disponível, são realizadas neles todas as atualizações realizadas no nó mestre durante sua ausência 19 Combinando modelos e estratégias Replicação Assíncrona em Grupo Fase 1: Requisição do cliente Fase 2: Coordenação de servidores Fase 3: Execução Fase 4: Resposta ao cliente Fase 5: Confirmação de aceitação Réplica 1 Rec onci liaçã o Réplica 2 Réplica N 20 10

11 Combinando modelos e estratégias Replicação Assíncrona em Grupo (1/4) Todas as cópias são atualizáveis Alterações somente são repassadas para outras cópias após a confirmação de execução para o cliente s diferentes podem estar atualizando de maneiras diferentes a mesma tupla em cópias distintas de uma determinada relação necessidade de reconciliação 21 Combinando modelos e estratégias Replicação Assíncrona em Grupo (2/4) Os conflitos podem ser de três tipos: Conflitos de Update: ocorrem quando são realizados updates na mesma tupla em réplicas diferentes aproximadamente ao mesmo tempo; Conflitos de Unicidade: ocorrem quando em diferentes réplicas são incluídas tuplas com o mesmo valor de um atributo marcado com uma constraint única; Conflitos de Exclusão: ocorre quando uma tupla é excluída em uma réplica e sofre um update em outra 22 11

12 Combinando modelos e estratégias Replicação Assíncrona em Grupo (3/4) Várias possíveis estratégias de reconciliação Baseadas em timestamp: onde operações realizadas anteriormente são priorizadas em detrimento das posteriores Baseadas em níveis de prioridade atribuídos as cópias - operações realizadas em cópias de determinados sites de mais alto nível de prioridade são mantidas e às realizadas em sites de nível mais baixo são descartadas 23 Combinando modelos e estratégias Replicação Assíncrona em Grupo (4/4) Várias possíveis estratégias de reconciliação Em geral, sistemas implementam algum método automático de resolução de conflitos, mas deixam que o usuário tome a decisão de qual deve ser a versão verdadeira em casos em que não possam decidir. Usuário que recebeu uma confirmação de atualização realizada com sucesso, pode ter sua atualização anulada posteriormente devido a uma estratégia de reconciliação

13 Exemplos - Oracle Peer-to-peer/Multi-master replication Cada site é considerado master aplicações podem atualizar dados em qualquer site Propagação das atualizações entre os sites: Assíncrona ocorre sob demanda ou em intervalos regulares pré-programados (conflitos podem ocorrer depois de terminada a transação...) Síncrona ocorre no momento da atualização 25 Exemplos - Oracle Peer-to-peer/Multi-master replication 26 13

14 Exemplos - Oracle Snapshot / Materialized View Existe uma versão master do objeto a ser replicado e uma (ou mais) versões que são snapshot ou materialized view Somente a versão master pode ser atualizada pela aplicação Propagação das atualizações entre os sites: Assíncrona ocorre sob demanda ou em intervalos regulares préprogramados (conflitos podem ocorrer depois de terminada a transação...) Síncrona ocorre no momento da atualização 27 Exemplos - Oracle Snapshot / Materialized View 28 14

15 Exemplos - Oracle Híbrida 29 Questões O que replicar? Onde posicionar as réplicas? Onde ocorrem as atualizações (multimaster X snapshot)? Qual o mecanismo de propagação? Podem ocorrer conflitos? (síncrono X assíncrono) 30 15

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE BANCOS DE DADOS MÓDULO 13

ADMINISTRAÇÃO DE BANCOS DE DADOS MÓDULO 13 ADMINISTRAÇÃO DE BANCOS DE DADOS MÓDULO 13 Índice 1. Administração de SGBDs - Continuação...3 1.1. Recuperação (Recovery)... 3 1.1.1. Recuperação de sistema... Erro! Indicador não definido. 1.1.2. Recuperação

Leia mais

Prof. Luiz Fernando. Unidade III ADMINISTRAÇÃO DE

Prof. Luiz Fernando. Unidade III ADMINISTRAÇÃO DE Prof. Luiz Fernando Unidade III ADMINISTRAÇÃO DE BANCOS DE DADOS Administração de SGBDs De todo o tipo de pessoal envolvido com desenvolvimento, manutenção, e utilização de bancos de dados há dois tipo

Leia mais

Unidade III. Unidade III

Unidade III. Unidade III Unidade III 4 ADMINISTRAÇÃO DE SGBDs As pessoas que trabalham com um banco de dados podem ser categorizadas como usuários de banco de dados ou administradores de banco de dados. 1 Entre os usuários, existem

Leia mais

Faculdade Lourenço Filho - ENADE 2011-1

Faculdade Lourenço Filho - ENADE 2011-1 1. Quando se constrói um banco de dados, define-se o modelo de entidade e relacionamento (MER), que é a representação abstrata das estruturas de dados do banco e seus relacionamentos. Cada entidade pode

Leia mais

Gerência de Configuração de Software Funções

Gerência de Configuração de Software Funções Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Ciência da Computação Processo de Engenharia de Software II Gerência de Configuração de Software Funções Rafael Leonardo Vivian {rlvivian.uem

Leia mais

Gerenciamento de Transações

Gerenciamento de Transações Gerenciamento de Transações Outros tipos de recuperação: Além das falhas causadas por transações incorretas, conforme vimos anteriormente, podem ocorrer outros tipos de falhas, que ocorrem por fatores

Leia mais

DISPONIBILIDADE TOTAL COM REPLICAÇÃO BIDIRECIONAL E POSTGRESQL

DISPONIBILIDADE TOTAL COM REPLICAÇÃO BIDIRECIONAL E POSTGRESQL DISPONIBILIDADE TOTAL COM REPLICAÇÃO BIDIRECIONAL E POSTGRESQL Wagner Corrêa Ramos Anderson Massaharu Shibata Agenda Apresentação da Rede de Supermercados Shibata (5 min) PostgreSQL Centralizado e Master-Slave

Leia mais

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Quando falamos em arquitetura, normalmente utilizamos esse termo para referenciar a forma como os aplicativos computacionais são estruturados e os hardwares

Leia mais

MSc. Daniele Carvalho Oliveira

MSc. Daniele Carvalho Oliveira MSc. Daniele Carvalho Oliveira AULA 2 Administração de Banco de Dados: MSc. Daniele Oliveira 2 CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE BANCO DE DADOS Administração de Banco de Dados: MSc. Daniele Oliveira 3 Conceitos

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

Revista Eletrônica da FANESE ISSN 2317-3769

Revista Eletrônica da FANESE ISSN 2317-3769 REPLICAÇÃO E ALTA DISPONIBILIDADE NO SQL SERVER 2012 Renata Azevedo Santos Carvalho 1 RESUMO Neste artigo serão relatadas as novidades que o SQL Server 2012 vem trazendo nesta sua nova versão no que se

Leia mais

? O SQL SERVER é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional que foi desenvolvido inicialmente pela Microsoft em parceria com a Sybase.

? O SQL SERVER é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional que foi desenvolvido inicialmente pela Microsoft em parceria com a Sybase. ? O SQL SERVER é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional que foi desenvolvido inicialmente pela Microsoft em parceria com a Sybase.? Desde de 1994, a Microsoft lança versões do SQL SERVER

Leia mais

Sumário. Recuperação de Falhas

Sumário. Recuperação de Falhas Sumário 1 Processamento de Consultas 2 Introdução a Transações 3 Recuperação de Falhas 4 Controle de Concorrência 5 Banco de Dados Distribuído Recuperação de Falhas Garantia de atomicidade e durabilidade

Leia mais

ANALISTA DE SISTEMAS - SUPORTE

ANALISTA DE SISTEMAS - SUPORTE QUESTÃO n o 1 Não é possível estabelecer a comunicação. Analisando o endereçamento do servidor A e do Roteador A, observamos que: o Servidor A está em uma rede IP com o endereço de rede (1º endereço da

Leia mais

Programação Distribuída

Programação Distribuída Unidade 4 Programação Distribuída Transações Distribuídas O que são? São sistemas compostos por diversas partes cooperantes que são executadas em máquinas diferentes interconectadas por uma rede Exemplos

Leia mais

de dados para o pgcluster

de dados para o pgcluster : Uma implementação de fragmentação de dados para o pgcluster Gustavo Tonini 1 Frank Siqueira (orientador) 1 1 INE - Departamento de Informática e Estatística Universidade Federal de Santa catarina Curso

Leia mais

www.en-sof.com.br SOLUÇÕES PARA CONTINUIDADE DO NEGÓCIO

www.en-sof.com.br SOLUÇÕES PARA CONTINUIDADE DO NEGÓCIO SOLUÇÕES PARA CONTINUIDADE DO NEGÓCIO 1 Soluções Oracle Voltadas à Continuidade dos Negócios Luciano Inácio de Melo Oracle Database Administrator Certified Oracle Instructor Bacharel em Ciências da Computação

Leia mais

2 Atualidade de uma base de dados

2 Atualidade de uma base de dados 2 Atualidade de uma base de dados Manter a atualidade de uma base de dados é um problema que pode ser abordado de diferentes maneiras. Cho e Garcia-Molina [CHO] definem esse problema da seguinte forma:

Leia mais

Sistemas de Gerência de Bancos de Dados. 7 - Outras Arquiteturas para SGBDs 7.2 - SGBDs Cliente-Servidor

Sistemas de Gerência de Bancos de Dados. 7 - Outras Arquiteturas para SGBDs 7.2 - SGBDs Cliente-Servidor Sistemas de Gerência de Bancos de Dados 7 - Outras Arquiteturas para SGBDs 7.2 - SGBDs Cliente-Servidor 1 Alternativas de Arquitetura Consistência de Cache Tópicos 2 Servidor de Objetos: Alternativas de

Leia mais

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 tanaka@uniriotec.br Bancos de Dados Distribuídos Conceitos e Arquitetura Vantagens das Arquiteturas C/S (em relação

Leia mais

Backup e restauração do Active Directory com o Acronis Backup & Recovery 11 White paper técnico

Backup e restauração do Active Directory com o Acronis Backup & Recovery 11 White paper técnico Backup e restauração do Active Directory com o Acronis Backup & Recovery 11 White paper técnico Aplica-se às seguintes edições: Advanced Server Virtual Edition Advanced Server SBS Edition Advanced Workstation

Leia mais

Sistemas de Gerência de Bancos de Dados. 7- Outras Arquiteturas para SGBDs 7.6 - SGBDs para Estações Móveis

Sistemas de Gerência de Bancos de Dados. 7- Outras Arquiteturas para SGBDs 7.6 - SGBDs para Estações Móveis Sistemas de Gerência de Bancos de Dados 7- Outras Arquiteturas para SGBDs 7.6 - SGBDs para Estações Móveis 1 Tópicos Alternativas para Disseminação de Dados Push-based Technologies Bancos de Dados Móveis

Leia mais

Arquitetura de BDs Distribuídos. Victor Amorim - vhca Pedro Melo pam2

Arquitetura de BDs Distribuídos. Victor Amorim - vhca Pedro Melo pam2 Victor Amorim - vhca Pedro Melo pam2 Arquitetura de BDs Distribuídos Sistemas de bds distribuídos permitem que aplicações acessem dados de bds locais ou remotos. Podem ser Homogêneos ou Heterogêneos: Homogêneos

Leia mais

Regulamento do Grupo de Coordenação da Transição da Administração da IANA. V.10 (27 de agosto de 2014)

Regulamento do Grupo de Coordenação da Transição da Administração da IANA. V.10 (27 de agosto de 2014) Regulamento do Grupo de Coordenação da Transição da Administração da IANA V.10 (27 de agosto de 2014) O Grupo de Coordenação da Transição da Administração da IANA (ICG) deve ter um resultado prático: uma

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 12 de agosto de 2010 Conceitos Importantes em Performance Existem duas medidas comuns de performance para sistemas distribuídas: Tempo de Resposta:

Leia mais

3. Comunicação em Sistemas Distribuídos

3. Comunicação em Sistemas Distribuídos 3. Comunicação em 3.1.Troca de mensagens As mensagens são objetos de dados cuja estrutura e aplicação são definidas pelas próprias aplicações que a usarão. Sendo a troca de mensagens feita através de primitivas

Leia mais

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Banco de Dados Introdução João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Importância dos Bancos de Dados A competitividade das empresas depende de dados precisos e atualizados. Conforme

Leia mais

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 1. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc.

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 1. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 1 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Apresenta a diferença entre dado e informação e a importância

Leia mais

Existem 109 questões nesta pesquisa

Existem 109 questões nesta pesquisa FASE 2: ANÁLISE DO WEBSITE INSTRUÇÕES Leia atentamente todas as questões Explore o website em avaliação, procurando pelas questões propostas Depois, responda cada questão Algumas questões precisam de informações

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04 Prof. André Lucio Competências da aula 3 Servidor de DHCP. Servidor de Arquivos. Servidor de Impressão. Aula 04 CONCEITOS

Leia mais

Introdução... 1. Instalação... 2

Introdução... 1. Instalação... 2 ONTE DO Introdução... 1 O que é IPP?... 1 Qual é a função de um software Samsung IPP?... 1 Instalação... 2 Requisitos do sistema... 2 Instalar o software Samsung IPP... 2 Desinstalar o software Samsung

Leia mais

*O RDBMS Oracle é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional.

*O RDBMS Oracle é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional. Arquitetura Oracle e seus componentes Hoje irei explicar de uma forma geral a arquitetura oracle e seus componentes. Algo que todos os DBA s, obrigatoriamente, devem saber de cabo a rabo. Vamos lá, e boa

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução

Sistemas Distribuídos. Introdução Sistemas Distribuídos Introdução Definição Processos Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes, interligados por uma rede de conexão, executando um software distribuído. Executados

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Fundamentos de Banco de Dados Aula 01 Introdução aos Sistemas de Bancos de Dados Introdução aos Sistemas de BD Objetivo Apresentar

Leia mais

Banco de Dados. Prof. Dr. Rogério Galante Negri

Banco de Dados. Prof. Dr. Rogério Galante Negri Banco de Dados Prof Dr Rogério Galante Negri Tradicionalmente O armazenamento dos dados utilizava arquivos individuais, sem nenhum relacionamento Cada programa utilizava seu próprio sistema de arquivo

Leia mais

Pg. Autoria. Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer. Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS. Projeto de. Sistemas de Arquivos Distribuídos (DFS) Súmula

Pg. Autoria. Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer. Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS. Projeto de. Sistemas de Arquivos Distribuídos (DFS) Súmula Autoria 1 versão Alunos de disciplina do PPGC Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer Sistemas Distribuidos Sistema de Arquivos Distribuídos 1 Sistemas Distribuidos Sistema

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES CELG DISTRIBUIÇÃO S.A EDITAL N. 1/2014 CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE GESTÃO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Consistência e Replicação Capítulo 7 Agenda Razões para Replicação Replicação como técnica de escalabilidade Modelos de Consistência centrados

Leia mais

Uma Linguagem de Domínio Específico Baseada em Mônada com Suporte à Memória Transacional Distribuída em Java

Uma Linguagem de Domínio Específico Baseada em Mônada com Suporte à Memória Transacional Distribuída em Java Uma Linguagem de Domínio Específico Baseada em Mônada com Suporte à Memória Transacional Distribuída em Java Jerônimo da Cunha Ramos Prof. Dr. André Rauber Du Bois (Orientador) Prof. Dr. Maurício Lima

Leia mais

Sincronização. Tempo e Relógios. Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol

Sincronização. Tempo e Relógios. Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol Sincronização Tempo e Relógios Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol 1 O papel do tempo Crucial na ordenação de eventos Tempo Real? - Função

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Comunicação Inter-Processos Sockets e Portas Introdução Sistemas distribuídos consistem da comunicação entre processos

Leia mais

Tópicos em Sistemas Distribuídos. Modelos de Comunicação

Tópicos em Sistemas Distribuídos. Modelos de Comunicação Tópicos em Sistemas Distribuídos Modelos de Comunicação Comunicação em SD Comunicação entre processos Sockets UDP/TCP Comunicação em grupo Broadcast Multicast Comunicação entre processos Conceitos básicos

Leia mais

Técnica UNDO/REDO. detectar que X é atualizado mais de uma vez e realizar apenas a última atualização técnica UNDO/REDO com REDO único para cada dado

Técnica UNDO/REDO. detectar que X é atualizado mais de uma vez e realizar apenas a última atualização técnica UNDO/REDO com REDO único para cada dado Técnica UNDO/REDO Quando se percorre o Log forward para fazer REDO, é possível que um dado X tenha sido atualizado por mais de uma transação committed Variante da técnica UNDO/REDO detectar que X é atualizado

Leia mais

1. CONCEITOS BÁSICOS DE BD, SBD E SGBD

1. CONCEITOS BÁSICOS DE BD, SBD E SGBD Introdução 1. CONCEITOS BÁSICOS DE BD, SBD E SGBD A importância da informação para a tomada de decisões nas organizações tem impulsionado o desenvolvimento dos sistemas de processamento de informações.

Leia mais

The Architecture of a Mobile Emergency Plan Deployment System

The Architecture of a Mobile Emergency Plan Deployment System The Architecture of a Mobile Emergency Plan Deployment System Fábio Meira de O. Dias, Marcelo Tílio M. Carvalho TecGraf PUC-Rio Tópicos Introdução Planos de emergência Linguagem de definição de planos

Leia mais

Sistemas Distribuídos Aula 10

Sistemas Distribuídos Aula 10 Sistemas Distribuídos Aula 10 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Sincronização Comunicação

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de Sistemas de Informação: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais 15.578 Sistemas de Informação Global:

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos.

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. 1. Introdução aos Sistemas de Bases de Dados Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. O conceito de base de dados faz hoje parte do nosso

Leia mais

Criptografia de chaves públicas

Criptografia de chaves públicas Criptografia de chaves públicas Por Ricardo Paulino Criptografia é um método utilizado para cifrar um texto ou sentença escrita de modo a tornálo ininteligível. Desse modo grandes empresas e/ou pessoas

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado B, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

Permissões de compartilhamento e NTFS - Parte 1

Permissões de compartilhamento e NTFS - Parte 1 Permissões de compartilhamento e NTFS - Parte 1 Autor: Júlio Battisti - Site: www.juliobattisti.com.br Segurança, sem dúvidas, é um dos temas mais debatidos hoje, no mundo da informática. Nesse tutorial

Leia mais

!! Conrado Carneiro Bicalho!!!!!

!! Conrado Carneiro Bicalho!!!!! Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM Conrado Carneiro Bicalho Bancos de Dados em Dispositivos Móveis Ouro Preto

Leia mais

Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor]

Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor] Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor] Data Gerador do documento: Gerente de Negociação: Versões Versão Data Revisão Autor Aprovação (Ao assinar abaixo, o cliente concorda com todos os

Leia mais

Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados Fundamentos de Banco de Dados SISTEMAS BASEADOS NO PROCESSAMENTO DE ARQUIVOS Sistema A Funcionário Pagamento Cargo Sistema B Funcionário Projeto SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD) Sistema

Leia mais

Sistema Operacional. Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais

Sistema Operacional. Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais Sistema Operacional Processo e Threads Introdução a Processos Todos os computadores modernos são capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Enquanto executa um programa do usuário, um computador pode

Leia mais

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses

Leia mais

Nomes e Endereçamento. Nomes e Endereçamento. Paradigmas em Sistemas Distribuídos. Paradigmas em Sistemas Distribuídos

Nomes e Endereçamento. Nomes e Endereçamento. Paradigmas em Sistemas Distribuídos. Paradigmas em Sistemas Distribuídos Paradigmas em Sistemas Distribuídos Paradigmas em Sistemas Distribuídos Nomes e Endereçamento Troca de Mensagens Operações emota Comunicação em Grupo Time e Clocks Sincronismo Ordenação Coordenação Consistência

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Arquiteturas Capítulo 2 Agenda Estilos Arquitetônicos Arquiteturas de Sistemas Arquiteturas Centralizadas Arquiteturas Descentralizadas Arquiteturas

Leia mais

Resolução de nomes. Professor Leonardo Larback

Resolução de nomes. Professor Leonardo Larback Resolução de nomes Professor Leonardo Larback Resolução de nomes A comunicação entre os computadores e demais equipamentos em uma rede TCP/IP é feita através dos respectivos endereços IP. Entretanto, não

Leia mais

Endereço de Rede. Comumente conhecido como endereço IP Composto de 32 bits comumente divididos em 4 bytes e exibidos em formato decimal

Endereço de Rede. Comumente conhecido como endereço IP Composto de 32 bits comumente divididos em 4 bytes e exibidos em formato decimal IP e DNS O protocolo IP Definir um endereço de rede e um formato de pacote Transferir dados entre a camada de rede e a camada de enlace Identificar a rota entre hosts remotos Não garante entrega confiável

Leia mais

Desmistificando Replicação no PostgreSQL

Desmistificando Replicação no PostgreSQL Desmistificando Replicação no PostgreSQL Euler Taveira Timbira - A empresa brasileira de PostgreSQL 09 de novembro de 2012 Apresentação Euler Taveira Desenvolvedor PostgreSQL Líder do PostgreSQL Brasil

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 06: Threads. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 06: Threads. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 06: Threads Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Objetivos Introduzir o conceito de thread Discutir as APIs das bibliotecas de threads Pthreads, Win32

Leia mais

As principais características da abordagem de um banco de dados versus a abordagem de processamento de arquivos são as seguintes:

As principais características da abordagem de um banco de dados versus a abordagem de processamento de arquivos são as seguintes: SGBD Características do Emprego de Bancos de Dados As principais características da abordagem de um banco de dados versus a abordagem de processamento de arquivos são as seguintes: Natureza autodescritiva

Leia mais

Seminário: Google File System (GFS)

Seminário: Google File System (GFS) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC Disciplina: Sistemas Operacionais I INE5355 Alunos: Armando Fracalossi 06132008 Maurílio Tiago Brüning Schmitt 06132033 Ricardo Vieira Fritsche 06132044 Seminário:

Leia mais

Utilizando o correio eletrônico da UFJF com Thunderbird e IMAP

Utilizando o correio eletrônico da UFJF com Thunderbird e IMAP Utilizando o correio eletrônico da UFJF com Thunderbird e IMAP O cliente de e-mail web utilizado pela UFJF é um projeto OpenSource que não é desenvolvido pela universidade. Por isso, pode ocorrer que alguns

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 SISTEMA DE INTERCONEXÃO (BARRAMENTOS) Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura de von Newmann Componentes estruturais: Memória Principal Unidade de Processamento Central

Leia mais

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 Rational Quality Manager Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 1 Informações Gerais Informações Gerais sobre o RQM http://www-01.ibm.com/software/awdtools/rqm/ Link para o RQM https://rqmtreina.mvrec.local:9443/jazz/web/console

Leia mais

Analisar Chamado Sistema de Gestão da Qualidade

Analisar Chamado Sistema de Gestão da Qualidade Página 1 de 9 1. PROCEDIMENTO Selecionar o chamado: Analisar se o chamado é claro e se realmente expressa à necessidade do colaborador; Se estiver claro seguir para o 2º Procedimento. Se não estiver claro

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

Visão do Usuário da DSM

Visão do Usuário da DSM Memória Compartilhada Distribuída Visão Geral Implementação Produtos 1 Memória Compartilhada Distribuída Mecanismos tradicionais de comunicação via RPC/RMI ou mensagens deixam explícitas as interações

Leia mais

Prevayler. Perola. André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki

Prevayler. Perola. André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki Prevayler Perola André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki Prevayler Prevayler é a implementação em Java do conceito de Prevalência. É um framework que prega uma JVM invulnerável

Leia mais

O que é RAID? Tipos de RAID:

O que é RAID? Tipos de RAID: O que é RAID? RAID é a sigla para Redundant Array of Independent Disks. É um conjunto de HD's que funcionam como se fosse um só, isso quer dizer que permite uma tolerância alta contra falhas, pois se um

Leia mais

Manual da AGENDA GRACES 2011

Manual da AGENDA GRACES 2011 1 Agenda Graces Manual da AGENDA GRACES 2011 O Sistema Agenda Graces integrada ao Sistema Graces e Agenda Graces Grátis foi desenvolvido pela empresa Quorum Informática. Este Manual tem por objetivo atender

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Manual de Utilização Versão 1.0 18/01/2013 Sempre consulte por atualizações deste manual em nossa página. O Cotação Web está em constante desenvolvimento, podendo ter novas funcionalidades adicionadas

Leia mais