O MANUAL DO PRODUTOR DA ANCINE, publicado em 2005, sofreu algumas alterações em função de novas Instruções Normativas editadas nos últimos meses.

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1 O MANUAL DO PRODUTOR DA ANCINE, publicado em 2005, sofreu algumas alterações em função de novas Instruções Normativas editadas nos últimos meses. Estamos preparando a reedição do manual com as alterações. Até que a nova edição seja lançada, você deve consultar as alterações abaixo listadas. Obrigado, Agência Nacional do Cinema MANUAL DO PRODUTOR ALTERAÇÃO Nº 1 (IN 36 modificada pela IN 54) Classificação de empresas Capitulo 2 A classificação da empresa proponente dar-se-á com base no conjunto das obras audiovisuais por ela produzidas ou co-produzidas, demonstrado na solicitação de classificação, conforme modelo anexo à Instrução Normativa nº 36, respeitados os seguintes critérios: Nível A: empresa titular da produção de obras audiovisuais que, individualmente ou em conjunto, totalizem a duração máxima de até 70 (setenta) minutos, inclusive; Nível B: empresa titular da produção de obras audiovisuais, de curta ou média metragem que, individualmente ou em conjunto, alcancem a duração mínima superior a 70 (setenta) minutos, exigida a quantidade mínima de 03 (três) obras audiovisuais com cópia final em película cinematográfica de 16 mm ou de 35 mm.; Nível C: empresa titular da produção de obras audiovisuais, com a quantidade mínima de 1(uma) obra audiovisual de longa-metragem com cópia final em película cinematográfica de 35 mm.; Nível D: empresa titular da produção de obras audiovisuais, com a quantidade mínima de 2(duas) obras audiovisuais de longa-metragem com cópia final em película cinematográfica de 35 mm.;

2 Nível E: empresa titular da produção de obras audiovisuais, com a quantidade mínima de 3(três) obras audiovisuais de longa-metragem com cópia final em película cinematográfica de 35 mm.; Não serão consideradas para fins deste artigo as obras audiovisuais institucionais; publicitárias, de treinamento e assemelhadas. 2.2 LIMITES A autorização de captação de incentivos fiscais observará os seguintes limites: 1) Proponente Nível A: R$ ,00 R$ ,00 2) Proponente de Nível B: R$ ,00 R$ ,00 3) Proponente de Nível C: R$ ,00 R$ ,00 4) Proponente de Nível D: R$ ,00 R$ ,00 5) Proponente de Nível E: R$ ,00 R$ ,00

3 TEXTO EM VIGOR Para fins de classificação da empresa produtora, as obras por esta produzidas serão pontuadas de acordo com os seguintes critérios, independente do suporte material de captação de imagem, finalização ou de comercialização. OBRA AUDIOVISUAL REGISTRADA E EXIBIDA PONTOS POR OBRA Curta-Metragem e Programas de TV 1 Média-Metragem 2 Telefilme/Minissérie/Seriada (até 26 cap.) 3 Longa-Metragem / Seriada (acima de 26 cap.) 4 Para comprovar a pontuação pretendida, a proponente: a) indicará o número de Certificado de Produto Brasileiro - CPB, ou assemelhado, de cada obra produzida; e b) apresentará documento comprobatório de que a obra foi programada e/ou exibida publicamente em determinado (s) segmento(s) de mercado. Para fins de pontuação de obras de curtas e médias-metragens será suficiente a comprovação de exibição pública em festivais ou mostras, ou canais de televisão, incluindo comunitários e universitários. Será considerado como documento comprobatório, matéria de jornal e/ou revista especializada, ou assemelhados, bem como material de divulgação de mostras e festivais ligados à atividade audiovisual. Para as demais obras, serão consideradas, exclusivamente, as que forem comprovadamente comercializadas ou exibidas publicamente, nos seguintes segmentos de mercado: salas de exibição pública comercial; vídeo doméstico (VHS ou DVD); meios de radiodifusão de som e imagem de caráter comercial; rede de televisão educativa; ou serviços de comunicação eletrônica de massa por assinatura. Para fins de pontuação não serão consideradas as obras publicitárias, institucionais, de treinamento ou assemelhadas, ou quaisquer outras obras que não sejam registradas como brasileiras. Poderá ser pontuada a obra audiovisual não brasileira, mas produzida por brasileiros, desde que comprovado por meio de contratos de co-produção onde conste o mínimo de 40% de direitos patrimoniais para o co-produtor brasileiro, devidamente notarizado e consularizado, acompanhado de cópia da obra em qualquer suporte. LIMITES: O nível de classificação da proponente determinará o limite máximo autorizado para a captação de recursos incentivados ao abrigo de benefícios fiscais na

4 esfera federal, segundo o somatório de pontos da coluna 2 (dois), atendidas as exigências mínimas da coluna 4 (quatro) NÍVEL NÚMERO LIMITE DE EXIGENCIA MÍNIMA DE OBRAS DE AUTORIZAÇÃO PRODUZIDAS OU CO-PRODUZIDAS PONTOS EM REAIS (R$) 01 0 a 2 R$ ,00 (um milhão) estreante 02 3 a 4 R$ ,00 somatório obras: a a a a ou mais (dois milhões) R$ ,00 (três milhões) R$ ,00 (seis milhões) R$ ,00 (doze milhões) R$ ,00 (vinte e quatro milhões) R$ ,00 (trinta e seis milhões) somatório obras: longa-metragem ou 1 Telefilme/Minissérie/Seriada: maior do que 70 e menor ou igual a longas-metragens ou 2 Telefilmes/Minisséries/Seriadas: maiores do que 70 e menores ou iguais a longas-metragens ou 3 Telefilmes/Minisséries/Seriadas: maiores do que 70 e menores ou iguais a longas-metragens ou 4 Telefilmes/Minisséries/Seriadas: maiores do que 70 e menores ou iguais a 120 O limite de autorização de captação de recursos incentivados, advindos de benefícios federais, será aferido pelo somatório dos projetos ativos. Será autorizada a captação de recursos incentivados acima dos limites estabelecidos, considerando a capacidade de captação da empresa proponente, tomando por base a média do valor captado pela proponente nos três últimos exercícios fiscais. Os casos excepcionais e omissos serão decididos pela Diretoria Colegiada da ANCINE

5 ALTERAÇÃO Nº 2 - Projetos de Infra-estrutura (IN 52 revogando a IN 20 e criando um grupo de trabalho para elaboração de uma Minuta) A minuta esteve em Consulta Pública e aguarda os trâmites para sua publicação. CAPÍTULO 3 do Manual do Produtor ALTERAÇÃO Nº 3 (IN 50 modifica artigo 44 da IN 22) CAPÍTULO 4 Liberação de Recursos A solicitação de liberação de recursos das contas de captação poderá ser feita pela empresa proponente de um projeto incentivado quando os valores depositados nas contas atingirem, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) do orçamento aprovado para a realização do projeto, que somados aos contratos abaixo listados atinjam, no mínimo, 50% do orçamento: a) Contratos de fornecimento de insumos e serviços para a realização do projeto, firmados pela produtora com fornecedores e prestadores de serviço, que atuem efetiva e comprovadamente no objeto referente à sua participação na produção da obra cinematográfica; b) contratos de patrocínio celebrados entre a produtora e empresas estatais, multinacionais ou de grande porte; c) contratos de patrocínio decorrentes de Editais Públicos Federais, Municipais ou Estaduais; d) contratos de co-produção internacionais; e) contratos de co-produção pelo art. 3º, da Lei nº 8.685/93 e inciso X, do art. 39 da Medida Provisória nº , de , modificada pela Lei nº , de 2002; f) recursos próprios gastos no projeto, desde que seja apresentado um demonstrativo de despesas, relacionando a nota fiscal emitida pela empresa prestadora do serviço ou fornecedora e item orçamentário correspondente.

6 TEXTO EM VIGOR Para a comprovação da integralização referida no inciso III do art. 43, os valores depositados na conta de captação de recursos incentivados deverão alcançar, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) do orçamento aprovado para a realização do projeto, considerando-se, ainda, para a totalização dos 25% (vinte e cinco por cento) complementares: I - os contratos de patrocínio celebrados entre a produtora e empresas estatais, multinacionais ou de grande porte; II - os contratos de patrocínio decorrentes de Editais Públicos Federais, Municipais ou Estaduais; III - os contratos de co-produção internacionais; IV - os contratos de co-produção pelo art. 3, da Lei nº /93 e inciso X, do art. 39, da Medida Provisória nº , de ; V - os contratos para produção decorrentes da utilização dos FUNCINE; VI - recursos próprios gastos no projeto, desde que seja apresentado um demonstrativo de despesas, relacionando a nota fiscal emitida pela empresa prestadora do serviço ou fornecedora e item orçamentário correspondente; e VII - os valores dos aportes de prêmios e acordos internacionais, desde que devidamente comprovados. Considera-se empresa de grande porte as sociedades anônimas e aquelas que não se enquadrarem na definição dos incisos I e II, do art. 2, da Lei nº 9.841, de 05 de outubro de ALTERAÇÃO Nº4 Capítulo 5 Prestação de Contas IN 42 substitui o Artigo 12 do tópico 5.1 do Manual do Produtor 5.1 Documentos a serem apresentados XII Relatório e parecer da Auditoria Independente

7 TEXTO EM VIGOR Aplicam-se aos projetos de obras audiovisuais já aprovados, cujos orçamentos analíticos contenham a previsão de recursos para pagamento de auditoria independente, as seguintes disposições: Na hipótese de já ter havido a liberação de recursos captados, a contratação de auditoria externa deverá ser mantida, conforme apresentado no orçamento aprovado; Na hipótese de ainda não ter havido liberação de recursos captados, a previsão da contratação dos serviços de auditoria independente externa deverá ser excluída, reduzindo-se o valor do montante consignado no orçamento analítico do projeto. Nesta hipótese, caso o valor autorizado para captação seja alterado, a Superintendência de Desenvolvimento Industrial deverá publicar os novos valores autorizados para captação, devendo comunicar ao proponente. ALTERAÇÃO Nº 5 CAPÍTULO 6 PERGUNTAS FREQUENTES SEGUNDA PERGUNTA PERGUNTA: As despesas realizadas antes da aprovação do projeto podem ser lançadas como contrapartida do proponente? As despesas feitas antes da aprovação do projeto podem ser lançadas como contrapartida do projeto. Os prazos dos contratos assinados não podem divergir da data limite autorizada para captação do projeto. Solicite a prorrogação com prazo superior a data final do contrato. Ex. contrato com a última parcela em 04/2002, a prorrogação era até 04/2002, o patrocinador depositou somente em 05 e 06/2002: a ANCINE não considera os depósitos, pois estavam fora do limite de recebimento. TEXTO EM VIGOR As despesas feitas antes da aprovação do projeto não podem ser lançadas como contrapartida do projeto.

8 ALTERAÇÃO Nº 6 CAPÍTULO 6 PERGUNTAS FREQUENTES ÚLTIMA PERGUNTA PERGUNTA: Como pagar a taxa de administração? A taxa de administração pode ser paga à proponente? Se for a própria proponente, deve-se emitir um recibo ou uma Nota Fiscal observando que a emissora é PROPONENTE PROJETO x x x, devendo ser entregue na prestação de contas a comprovação do recolhimento dos impostos. TEXTO EM VIGOR PERGUNTA: Como pagar a taxa de administração? A taxa de administração pode ser paga à proponente? Aplicam-se aos projetos de obras audiovisuais já aprovados, cujos orçamentos analíticos contenham a previsão de recursos para a taxa de administração, as seguintes disposições: Para projetos aprovados a partir de 20 de outubro de 2004, a taxa de administração deverá ser excluída do orçamento aprovado, reduzindo-se o valor do montante consignado no orçamento analítico do projeto. Para projetos aprovados anteriormente a 20 de outubro de 2004, na hipótese de ainda não ter havido liberação de recursos captados, a taxa de administração deverá ser excluída do orçamento aprovado, reduzindo-se o valor do montante consignado no orçamento analítico do projeto. Nas hipóteses citadas, caso o valor autorizado para captação seja alterado, a Superintendência de Desenvolvimento Industrial deverá publicar os novos valores autorizados para captação, devendo comunicar a proponente. Os casos omissos e excepcionais serão decididos pela Diretoria Colegiada.

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