INCLUSÃO DE ALUNOS CADEIRANTES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE ESTADUAL DE ARAGUAÍNA TOCANTINS

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1 ITPAC INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FAHESA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS, ECONÔMICAS E DA SAÚDE DE ARAGUAÍNA-TO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSÃO DE ALUNOS CADEIRANTES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE ESTADUAL DE ARAGUAÍNA TOCANTINS Ederson de Sousa Cruz ARAGUAÍNA-TO JUNHO 2013

2 Ederson de Sousa cruz INCLUSÃO DE ALUNOS CADEIRANTES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE ESTADUAL DE ARAGUAÍNA TOCANTINS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a FAHESA- Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína, como requisito para obtenção do grau de Licenciatura em Educação Física, sob orientação do Prof. Márcio J. Gouvêa ARAGUAÍNA-TO JUNHO DE 2013

3 EDERSON DE SOUSA CRUZ INCLUSÃO DE ALUNOS CADEIRANTES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE ESTADUAL DE ARAGUAÍNA TOCANTINS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à FAHESA/ITPAC como requisito parcial para obtenção de grau de Licenciatura em Educação Física submetido à Banca Examinadora em 10 de JUNHO de Banca Profº. Marcio J. Gouvêa (Orientador) Profº. Ms. Hugo Martins Teixeira (Convidado) Profº. Jefferson Alves da Luz (Convidado)

4 Dedicatória Nossa é nessa hora que vejo os resultados da minha escolha. Vejo como foi importante cada amizade que tive que decidir, e qual levar adiante; qual esquecer. Claro que dedico este Trabalho de Conclusão de Curso á MIM, pois dedico á: Minha força de vontade de querer assumir um papel social; de ter fome pelo conhecimento. De um simples desbravador do conhecimento sem tese a quem se amparar, hoje sou um aventureiro com um pouco mais de trilha desbravada, hoje o que me diferencia de ontem, é que carrego a literatura ao meu lado; carrego junto a mim o poder da pesquisa. Faço disso o meu saber, o meu pilar, e se pensa que findei meus desafios, digo que este aventureiro tem sede por novos desafios... rumo ao mestrado.

5 Agradecimentos Esta é a parte fundamental para que nos tornemos grandes pensadores, grandes pessoas não crescem sozinhas, grandes pesquisadores já tiveram ajuda de outros pesquisadores mais sábios, esta é sem dúvida a parte de uma formação onde se tem a oportunidade de agradecer a todas as pessoas que contribuíram no decorrer dos seus quatro anos de formação, ou ao longo de uma vida, pessoas que contribuíram para te transformar na pessoa que és hoje. Como sendo o projeto da minha vida não tenho pressa para pensar e transcrever tudo o que eu sempre pensei que eu poderia dizer quando eu me formase. E olha que nunca me imaginei me formando de verdade, este triunfo de hoje está sendo um sonho realizado, Acreditem estou ansioso, nervoso, estava até brincando com meu irmão mais novo sobre quais são as músicas que possivelmente irei entrar na colação de grau. Um fato marcante em toda a história da minha faculdade foi um dia de sábado, um dia chuvoso, eu não tinha carro nem moto, nem dinheiro nesse dia para pagar um táxi, a aula era às três horas, e o tempo não dava trégua, a aula seria uma revisão de prova, eu tinha que ir, minha curiosidade pelo estudo era Máximo, resolvi encarar a chuva às duas horas da tarde, chuva enfezada tempo fechado, as ruas se enchiam de lama e água acumulada, carros passavam e molhavam-me como se eu fosse apenas um poste que ali estava para ser molhado em tempos de chuva, não perdi a esperança mesmo ensopado queria estudar, finalmente cheguei à faculdade adentrei-me na sala, a única coisa que consegui pegar foi o professor se despedindo da turma dando sua aula por encerrada. Nesse dia fiquei muito triste, pois pensei que não conseguiria me formar, minhas condições eram tão difíceis. Mas, resolvi não desistir. Agradeço primeiramente a mim como foi dito acima, porque eu fiz as escolhas certas, mas, tem uma pessoa que eu devo minha vida, e dou a minha vida a qualquer instante, ela é minha MÃE, te amo mãe, e sem dúvida você é o segredo do meu sucesso, eu sei mãe que quando eu ia para a faculdade de bicicleta tanto fazia estar de dia de noite com chuva ou sol, sei que minha mãe ficava triste com pena de eu ter que ralar tanto para conseguir alcançar meus objetivos, obrigado mãe por

6 quando o dinheiro do meu trabalho não era o suficiente para eu fazer meus trabalhos, era você que estava ali me dando trocados para eu fazer meus trabalhos e me dando dinheiro quando eu saia sem jantar, nunca vou esquecer que quando o pneu da minha bicicleta furava era você que me ajudava, quando não dava tempo pagava um moto taxi para eu ir, e eu sempre falava que na volta eu dava um jeito, a maioria das vezes eu voltava a pé. Mãe você não me deixou desistir do meu sonho quando me acidentei e quebrei o joelho e o dedão do pé e fiquei todo ralado. Lembro-me como se fosse hoje quando você falou que iria comprar uma moto e no outro dia você estava com ela entregando-a para mim, para que eu continua-se na minha batalha, desculpa as vezes por ter brigado com você, não esquecerei você minha mãe, minha família sempre foi você e meu irmão. Cara não vou esquecer-me de você maninho que já está do meu tamanho, cara você foi e é o meu melhor irmão, sempre me ajudou na minha formação, eu lembro que quando eu chegava com você na faculdade todos falavam trouxe o maninho para digitar, em uma faculdade onde a acessibilidade para se manter tem um custo caro, não é qualquer um que consegue pagar a faculdade com apenas um salário mínimo, cara te agradeço por digitar meus trabalhos dos quais não tive tempo, sem você não teria conseguido ter tempo suficiente para estudar como eu fiz, e bem, hoje eu aprendi muita coisa porquê eu tive a calma de estudar e você estava ali por traz sendo minhas mãos para digitar, espero que a minha realidade tenha influenciado um pouco na sua, espero que você veja tudo que seu irmão passou dentro da faculdade e saiba que nada vem de graça, tudo é possível com esforços e dedicação, você me conheceu antes de eu entrar na faculdade sabe tudo sobre mim, valeu meu irmão parceiro. Claro que por traz de um grande homem sempre tem uma grande mulher, agradeço-a meu amor você entrou na minha vida há pouco tempo, mas não sabe o quanto veio para me ajudar, conheceu as turbulências que assombraram minha vida acadêmica, te peguei muito dinheiro dizendo que ia pagar, mas nunca paguei, amor você é, e sempre será a maior incentivadora do meu desenvolvimento sei que fiquei agitado de mais esses dias pré TCC, mas você permaneceu sempre ao meu lado dando amor, sendo compreensiva, tudo que eu precisei você me deu, deu o principal AMOR E CONFIANÇA para eu continuar. Amor obrigado por fazer parte da minha

7 vida e por estar junto comigo em mais uma vitória da minha vida, e logo estarei na sua formação também minha futura zootecnista, TE AMO. Professor e meu orientador você é o cara, você tem o saber, tudo que deslumbro para minha pessoa, um dia serei igual ao senhor, obrigado pelas orientações que me deu, cara foram seis meses que você teve que me aturar, arrumar meus erros, foi você que disse que a criança quando pequena era feia, mas quando crescesse se tornaria linda, pois bem vou tentar crescer para não te decepcionar, Obrigado. Quero agradecer a todos que indiretamente torceram por mim, as escolas que me receberam bem, aos funcionários que me elogiaram e conheceram meu trabalho Obrigado. Claro que nunca vou esquecer-me das pessoas que duvidaram da minha pessoa, que me desmotivaram falando que eu não iria conseguir, agradeço a vocês também, pois sem vocês eu não teria no que me inspirar, e minha vitória não teria o sabor que têm hoje. Quero aproveitar a oportunidade para pedir desculpas a uma acadêmica da minha sala por eu também ter duvidado da pessoa dela, parabéns por você ter conseguido se formar, eu estava errado. Meus professores que nunca irei esquecer, obrigado por me ensinarem sou grato a todos vocês. A vida nos reserva muitas alegrias; muitas delas pequenas outras grandes, felizes infelizes, mas a vida é uma caixinha de surpresas, abra a sua e faça acontecer sua surpresa.

8 RESUMO INCLUSÃO DE ALUNOS CADEIRANTES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE ESTADUAL DE ARAGUAÍNA TOCANTINS Ainda nos dias atuais o grande desafio da educação é a elaboração de uma política educacional voltada para o estabelecimento de uma escola realmente inclusiva, acessível a todos, independentemente das diferenças que apresentem, dando-lhes as mesmas possibilidades de realização humana e social. O objetivo do presente trabalho foi investigar como vem sendo realizada a inclusão de cadeirantes no âmbito das escolas públicas estaduais do município de Araguaína-TO. Este estudo caracteriza-se enquanto forma de abordagem, qualitativa. A população alvo foram os escolares cadeirantes de escolas da rede pública estadual da cidade de Araguaína-TO. Após o desenvolvimento verificou-se que as aulas de Educação Física podem, com rigor e com investimento, ser efetivamente uma aula para tornar a educação mais inclusiva e pode mesmo, ser um campo privilegiado de experimentação, de inovação e de melhoria da qualidade pedagógica na escola. Assim as investigações apontam que garantir a participação de todos é uma preocupação que deve nortear o planejamento dos professores de educação física, portanto mostraram que nas suas aulas todos são capazes de participar, mesmo sendo com algumas adaptações para oportunizar a participação de todos. Palavras chave: Cadeirantes, Educação Física, Inclusão nas escolas.

9 ABSTRACT INCLUSION OF STUDENTS WHEEL CHAIR IN PHYSICAL EDUCATION CLASSES NETWORK STATE ARAGUAINA TOCANTINS Still nowadays the challenge of education is the development of an educational policy toward the establishment of a truly inclusive school, accessible to all, regardless of the differences that have, giving them the same possibilities for human fulfillment and social. The objective of this study was to investigate how has been held to include wheelchair within the public schools in the municipality of Araguaína-TO. This study is characterized as a form of approach, qualitative. The target population were the school wheelchair for public schools statewide city Araguaína-TO. After development it was found that physical education classes can accurately and investment effectively be a lesson to make education more inclusive and may even be a privileged field of experimentation, innovation and quality improvement in teaching school. Thus the investigations indicate that ensure the participation of all is a concern that should guide the planning of physical education teachers, therefore showed that in all their classes are able to participate, even though with some adaptations to nurture the participation of all. Keywords: Wheelchair, Physical Education, Inclusion in schools.

10 SUMÁRIO I CAPÍTULO - REVISÃO DE LITERATURA INCLUSÃO ESCOLAR COMO DEFINIR O CADEIRANTE PATOLOGIAS GRAUS DE COMPROMETIMENTO MOTOR TIPOS DE DEFICIENCIA FÍSICA PRECONCEITO INCLUSÃO ESCOLAR O PONTO DE VISTA DE UM CADEIRANTE EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA AVANÇOS DA MEDICINA METODOLOGIA DO ESTUDO CARACTERIZAÇAO DA PESQUISA UNIVERSO DA PESQUISA POPULAÇÃO SELEÇÃO DA AMOSTRA INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DISCUSSÕES...39 CONSIDERAÇÕES FINAIS...46 REFÊRENCIAS BIBLIOGRÁFICAS...48 APÊNDICES...50 APÊNDICE I ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO...51 APÊNDICE II QUESTÕES DO FORMULÁRIO...52 ANEXOS...56 CARTA DE APRESENTAÇÃO PARA PESQUISA...57 TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA PARTICIPAÇÃO EM PESQUISA...58 TERMO DE CONSENTIMENTO...60

11 11 I CAPÍTULO - REVISÃO DE LITERATURA É necessário se compreender alguns termos e conceitos para que possamos entender o que é realmente uma pessoa com deficiência. De acordo com o que diz as leis vigentes: DECRETO No ESTATUTO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Diário Oficial da União, 21 de dezembro de 1999 Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, D E C R E T A : Art. 3º Para os efeitos deste Decreto considera-se: I - deficiência toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o ser humano. (Diário Oficial da União, 21 de dezembro de 1999). Com base nesses termos iniciaremos uma volta na história quando Antigamente muitas tribos indígenas matavam os seus próprios integrantes da tribo, acreditavam que se o individuo nascesse com algum tipo de deformidade ele seria morto ou enterrado vivo. Pois os índios consideravam que esse indivíduo não teria condições de viver, de se defender, de caçar seu próprio alimento, pois não conseguiria se sustentar pela sua necessidade, dita como dificuldade. Esta realidade não é dos tempos de outrora, ainda há relatos de que a tribo indígena hakani ainda praticam esses atos, chamado infanticídio. movimentos de conscientização estão sendo feitos na tribo, levando conhecimento até eles, de que é possível conviver com as deficiências. [...] A cada ano, centenas de crianças indígenas são enterradas vivas, sufocadas com folhas, envenenadas ou abandonadas para morrer na floresta. Mães dedicadas são muitas vezes forçadas pela tradição cultural a desistir de suas crianças. Algumas preferem o suicídio a isso.

12 12 Muitas são as razões que levam essas crianças à morte. Portadores de deficiência física ou mental são mortas, bem como gêmeos, crianças nascidas de relações extraconjugais, ou consideradas portadoras de másorte para a comunidade. É importante ressaltar que não são apenas recém-nascidos as vítimas de infanticídio. Há registros de crianças de 3, 4, 11 e até 15 anos mortas pelas mais diversas causas.(unicef, 2004, pg. 01) Hoje muitas pessoas cadeirantes não têm acesso a locais apropriados, exemplo disso é a falta de estrutura nas cidades, nos grandes centros, como a dificuldade de encontrar vagas exclusivas para estacionar onde a maioria dos deficientes é ignorada pela maioria das pessoas que se consideram normais. Entrando na educação não é diferente o cenário, ás escolas que em sua maioria não têm nem banheiros adaptados para o cadeirante fazer suas necessidades fisiológicas, a maioria delas não têm escadarias com rampas de acesso, a própria infraestrutura da cidade não permite que o acesso do cadeirante seja de qualidade, quem dirá nas escolas do estado. Como o cadeirante vai entrar se não existem sarjetas rebaixadas para seu acesso, os professores na maioria das vezes não sabem como reagir diante de pessoas com deficiência. Segundo Rabelo (1999), Hoje o grande desafio é para ele uma elaboração de uma política educacional voltada para o estabelecimento de uma escola realmente inclusiva, acessível a todos, independentemente das diferenças que apresentem, dando-lhes as mesmas possibilidades de realização humana e social. Essa insegurança tem um impacto muito profundo para o aluno podendo acarretar vários problemas como depressão, até mesmo levando-o a deixar o circulo de amizade consequentemente se afastando dos amigos podendo se tornar anti social, talvez o quadro possa evoluir para alguns distúrbios, que não é possível se ver os sintomas, que podem se manifestar como: ansiedade demasiada, depressão nesse cadeirante, ás vezes podendo até ter crises. [...] A ansiedade anormal ou patológica é uma resposta inadequada a determinado estímulo, em virtude de sua intensidade ou duração. Diferentemente da ansiedade normal, a patológica paralisa o indivíduo, traz prejuízo ao seu bem estar e ao seu desempenho e não permite que ele se prepare e enfrente as situações ameaçadoras (NARDI, 2013, pg.01).

13 13 A sociedade já enquadra a pessoa com qualquer anormalidade como uma pessoa que não tem capacidade de fazer algo que seja útil a sociedade, e muitas vezes essa falta de carinho, de atenção ao que realmente o cadeirante pode fazer e contribuir para a sociedade, ela deixa de acreditar no seu potencial e automaticamente se retrai da sociedade muitas vezes adquirindo uma depressão psicológica. Segundo Alves (2012) o que acaba com a autoestima de uma pessoa é o desprezo, o olhar de indiferença, de piedade. Acredita-se que é isso que torna as pessoas mais infelizes e esses seres humanos especiais também um pouco mais tristes, apesar de toda força de vontade de viver que eles têm. [...] O termo mais apropriado para caracterizar a pessoa com deficiência é, antes de qualquer outro...pessoa! É preciso reconhecê-la como pessoa, isto é, como indivíduo dotado de sentido em si mesmo. Vale à pena ressaltar este que é seu principal atributo, pois que tem sido quase sempre esquecido, até mesmo negado. (CERIGNONI; RODRIGUES p. 12). O grande desafio atual das escolas no momento diz respeito à inclusão social de portadores de deficiência nas escolas, seja qual for ela. Vendo que o grande desafio é a inovação, existe a necessidade de introduzir métodos para que os professores possam estar passando suas aulas de educação física voltadas para esses alunos, com mais enfoque, assim incluindo todos a participarem das aulas. Com toda a inclusão sendo feita por parte dos professores, logo não se ouvirá palavras de preconceito de pessoas ignorantes acharem que portadores de necessidades não podem praticar atividades físicas. O preconceito é que deverá ser extinto, o mundo terá que enxergar que o portador pode e têm capacidade para se locomover sozinho, de ir ao banheiro sozinho, de ter uma vida sexual ativa. É necessário que se reflita o termo cadeirante. Para isso é necessário competência dos órgãos públicos para reorganizar a estrutura física das vias e das escolas, incentivar com programas de cursos para a formação dos professores para se qualificarem e entenderem as exigências dos cadeirantes, assim o mercado terá mais profissionais qualificados e aptos para dar aulas.

14 INCLUSÃO ESCOLAR Embora muitas vezes a escola consiga resolver o problema de estrutura, e de professores, tornando-os aptos a trabalhar para dar aulas. Certas vezes é o próprio aluno cadeirante que se retrai das aulas, por vezes não querendo ser nenhum estorvo para ninguém, ou até mesmo por não ter nenhuma aptidão ou gosto pela prática do esporte, podendo ser sedentário, e às vezes por um longo período que não prática nada seus músculos já estão ficando flácidos e há uma perda na musculatura o que pode levar a fadigas mais rápidas. Mas o que se fazer então para incluí-lo? É claro que para esta pergunta se tivesse uma resposta rápida objetiva, os conceitos na educação física teriam outros rumos, o da inclusão em massa, mas para esta pergunta ainda é um enigma que assombra e tira muito o sono da gestão escolar e em particular do profissional que trabalha diretamente com o cadeirante. Dessa forma, esse paradigma da inclusão suscita que reflitamos sobre o sistema educacional brasileiro e também sobre a educação física escolar nesse contexto, pois a mesma, não pode manter-se indiferente ou neutra face ao movimento da educação inclusiva. (RODRIGUES, 2003; AGUIAR e DUARTE, 2005). É sabido que a atividade física para ter sucesso exige dois fatores 1º força de vontade, 2º estímulos (feedback extrínseco e intrínseco) como foi mencionado acima, de nada adianta o profissional lutar se seu aluno não quer mudar, para que haja sucesso nessa relação é necessário um trabalho em conjunto aluno e professor, e que o professor vá muito mais além de ser apenas um educador físico, mas que atue nas áreas de conhecimentos diversas como: ética, relações pessoais, religião, pedagogia e na própria formação de vida desse aluno. O professor ao ministrar sua aula tem que ficar de olho na sua dialética de como está ministrando sua aula, tem que saber que a sua aula o cadeirante nunca será explicitado como centro das atenções, pelo contrário, a conscientização deverá ser feita com o restante dos alunos que não tem comprometimento motor, a conscientização se dará em um processo como todo, e para todos os alunos, assim os nãos cadeirantes aprenderão sobre os limites do seu amigo, e consequentemente a respeitá-los.

15 15 [...] Deve-se considerar que a educação é direito de todos e deve compreender as áreas cognitiva, afetivo-social e psicomotora devendo a educação física, como componente curricular obrigatório do ensino básico, ter garantidas as condições necessárias à sua prática, ajustada a necessidades de cada faixa etária e condições da população escolar. (BRASIL, 1993 pg. 23). O que muito se vê são professores na rede de ensino dando para os cadeirantes jogos de tabuleiro, trabalhos escritos extra sala, mas será que o professor não sabe incluí-lo? Para onde foi sua formação universitária? Visto que na faculdade aprendeu sobre inclusões e todos os seus aspectos referentes a este tema. Um caso bem exemplar foi o de uma professora de educação física de São Paulo, da zona sul da capital paulista. Onde teve o seu maior desafio relacionado ao tema, em 2005, fazer toda a sua classe do 5º ano se adaptar às limitações de uma aluna portadora de deficiência motora, causada por hemorragia cerebral ocorrida no nascimento prematuro, aos seis meses de gestação da mãe. O desafio foi nunca deixar em nenhuma aula de incluir essa aluna em qualquer que fosse o esporte desde futebol ao basquete, mas é claro que a aluna também sofreu algumas consequências dessa atenção, diz a professora que alguns alunos ficavam com ciúmes por ela dar atenção para a aluna, no entanto os alunos não sabiam e não se colocavam no lugar dela, a professora os levou para a AACD (Associação de Assistência da Criança Deficiente) quando os alunos conheceram as histórias reais de vidas se comoveram. A própria aluna comenta sobre a professora A professora sempre me incluiu em tudo. Quando era futebol, eu jogava com a muleta e ela me segurava por trás, para não cair. Ela e os meus amigos ajudavam a empurrar a cadeira para eu jogar basquete. Era eu quem sacava no vôlei, nunca fiquei de fora de nada. (S/N 2013) Embora se debata esse assunto é um equívoco culpar somente a administração escolar, haja vista a possibilidade de o próprio aluno ser o causador de sua exclusão vista que há alguns cadeirantes que não querem de hipótese alguma participar das aulas propostas pelo professor, pois muitos não querem expor sua deficiência ao público talvez por terem medo da opinião dos outros alunos, para não expor sua dificuldade motora, para não ser o centro das atenções, para

16 16 não serem tratados como diferentes ou como coitados. Por isso a maioria dos cadeirantes tem horrores ás aulas de educação física, são muito inteligentes em outras áreas estudam para compensar a perda, são bons em disciplinas que precisam ser rápidos de cálculos e pensamentos, e nas que atuam individualmente, são pessoas totalmente independentes. Não gostam de pensar que são dependentes de alguém, esse tipo de pensamento os afastam das aulas de educação física. 1.2 COMO DEFINIR O CADEIRANTE É claro que a população leiga usa um ditado muito popular para se referir ao cadeirante olha o aleijadinho muitos já devem ter se deparado com essa situação ter ouvido, alguém falar dessa forma, seja na escola por alguém, no trabalho, e ainda não será o fim desse ditado, não é legal ser reconhecido apenas por causa de uma patologia ou mesmo por causa de um acidente ocorrido. Levando em consideração que para o capitalismo atual a pessoa se torna eficiente e deficiente. Eficiente quando consegue fazer em menor tempo e boa qualidade, a pessoa se enquadra deficiente quando algo não está alinhado está faltando algo, ou não consegue usar todas as ferramentas necessárias para o trabalho. [...] Normal é a pessoa que se utilizam todos os sentidos e de seu corpo de forma eficiente. Deficiente é a pessoa que não se utiliza um ou mais sentidos, que tenha limitações motoras ou mentais, que tenha um corpo anormal. (ROBERTES, 1996: p.25). O termo deficiência ainda não é adequado para essa classe de pessoas com comprometimento motor, os estudiosos buscam por uma classificação mais justa. Portanto, seja qual for a limitação que essa pessoa possui, nunca se deve usar o termo ou se referir a ela diretamente ou indiretamente como deficiente, este termo faz com que a classe sofra além de desmotivações, podendo evoluir para proporções maiores, afetando a vida profissional e a vida afetiva, muitos cadeirantes são aptos a trabalharem nas mais diversas áreas do saber, mas como a sociedade dissemina rapidamente o vírus da ignorância onde ter uma limitação já é sinônimo de não operante.

17 17 Para Sassaki 2003, p.160, esclarece que: Aleijado; defeituoso; incapacitado; inválido Estes termos eram utilizados com frequência até a década de 80. A partir de 1981, por influência do Ano Internacional das Pessoas Deficientes, começase a escrever e falar pela primeira vez a expressão pessoa deficiente. O acréscimo da palavra pessoa, passando o vocábulo deficiente para a função de adjetivo, foi uma grande novidade na época. No início, houve reações de surpresa e espanto diante da palavra pessoa: Puxa, os deficientes são pessoas!? Aos poucos, entrou em uso a expressão pessoa portadora de deficiência, frequentemente reduzida para portadores de deficiência. Por volta da metade da década de 90, entrou em uso a expressão pessoas com deficiência, que permanece até os dias de hoje. Ver comentários ao item 47. Apesar de deficiente, ele é um ótimo aluno Na frase acima há um preconceito embutido: A pessoa com deficiência não pode ser um ótimo aluno. FRASE CORRETA: ele tem deficiência e é um ótimo aluno. É uma lacuna que me parece que jamais será coberta enquanto a civilização humana não procurar conhecimento, o preconceito irá se perdurar por muito tempo. É a partir da reciclagem De valores e princípios, partindo da mente humana que a mais pura de todas as informações vão surgindo, é perceber o próximo, mas não somente o familiar, mas o estranho e torná-lo igual a todos, isto é inclusão. (SASSAKI,1997, p. 32) reforça: [...] Ter oportunidades para tomar decisões que afetam a própria vida, realizar atividades de própria escolha. Vida independente tem a ver com a autodeterminação. É com direto e a oportunidade para seguir um determinado caminho. E significa ter a liberdade de falhar e aprender das próprias falhas, tal qual pessoas não deficientes. (SASSAKI, 1997, p. 32)

18 PATOLOGIAS Existem várias formas explicáveis para se tornar um cadeirante, e todos nós estamos sujeitos a elas, desde as doenças crônicas no período pré-natal, até o findar de nossas vidas. O modo como a gestante se comporta tem influência decisiva para que o feto se desenvolva, e até mesmo na rotina diária por meio de acidentes nos mais diversos campos de atuação profissional, até mesmo em uma simples brincadeira inofensiva o ser humano corre o risco de se tornar um cadeirante, e para isso não há uma idade estipulada. [...] Exemplos de Deficiência Física de origem ortopédica são as amputações e a Distrofia Muscular Progressiva na qual ocorre uma degeneração progressiva do tecido muscular. No Sistema Nervoso Central (SNC) pode ocorrer a Paralisia Cerebral (PC), o Acidente Vascular Cerebral (AVC), Traumatismo Crânio Encefálico (TCE). (WINNICK, 2004, pg. 01) A primeira se trata ainda na gravidez da mãe no período pré-natal onde os atos da gestante podem incidir diretamente no feto como: tabagismo, bebidas alcoólicas, alimentação, este conjunto de fatores pode fazer com que o feto sofra modificações com o decorrer da gravidez da gestante, que podem ser agravadas ainda pela paralisia cerebral (PC). Paralisia cerebral, também conhecida como encefalopatia crônica não progressiva, refere-se a várias condições de saúde não completamente curáveis que atingem uma ou mais regiões cerebrais e, por extensão, os movimentos corporais e o complexo muscular, desencadeadas pela carência de oxigênio das células do cérebro. Cadeirante adquirido é aquele cujo sofreu um acidente de qualquer natureza e pela gravidade do ferimento teve que amputar o membro, ou mesmo por distrofias musculares degeneração progressiva dos músculos afetados. Pode-se perceber que desde o período pré-natal, a gestante deve tomar alguns cuidados, desde os seus atos como alguns vícios, bebidas alcoólicas, tabagismo, observa-se que alimentação é de fundamental importância e a influência

19 19 má de alguns alimentos para o feto. Sabendo que a gestante deve tomar sempre suas vacinas em dia e fazer sempre consultas pré-natais para ver o desenvolvimento do feto. Contudo não escapamos de possíveis acidentes e essa é uma das maiores causas de invalidez seguido das distrofias musculares. 1.4 GRAUS DE COMPROMETIMENTO MOTOR O ser humano dotado da capacidade de se locomover verticalmente apoiado nos membros inferiores tornou-se independente conquistou sua locomoção, mas como explicar os vários comprometimentos motores e como classificá-los? O ser humano possui a coluna vertebral que se estende do crânio até a pelve A coluna vertebral é constituída por 24 vértebras + sacro + cóccix e constitui, junto com a cabeça, externo e costelas, o esqueleto axial. Essa por sua vez tem a função com o conjunto de outras estruturas ósseas darem estabilidade ao corpo. Quando lesionado alguma composição desse membro se dão as lesões que por suas vezes são dividas e enquadradas de acordo com o número de vértebras afetadas, que em uma forma mais leiga de se explicar, de acordo com a altura da lesão, é que pode averiguar a gravidade e o seu efeito no movimento, existem para as lesões, pessoas que só mechem membros inferiores, dá se o nome de paraplegia, pessoas que perderam o movimento dos inferiores e superiores tetraplegia, pessoas que movimentam apenas um dos lados do corpo exemplo da hemiplegia TIPOS DE DEFICIENCIA FÍSICA Segundo a Comissão de Estudos para inserção da pessoa portadora de deficiência no mercado de trabalho (Brasília/DF, 200, pg. 13) existem vários formas de deficiências: Paraplegia: Perda total das funções motoras dos membros inferiores. Paraparesia: Perda parcial das funções motoras dos membros inferiores. Monoplegia: Perda total das funções motoras de um só membro (inferior ou posterior)

20 20 Monoparesia: Perda parcial das funções motoras de um só membro (inferior ou posterior) Tetraplegia: Perda total das funções motoras dos membros inferiores e superiores. Tetraparesia: Perda parcial das funções motoras dos membros inferiores e superiores. Triplegia: Perda total das funções motoras em três membros Triparesia: Perda parcial das funções motoras em três membros. Hemiplegia: Perda total das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo) Hemiparesia: Perda parcial das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo) Amputação: Perda total ou parcial de um determinado membro ou segmento de membro. Paralisia Cerebral: Lesão de uma ou mais áreas do sistema nervoso central, tendo como consequência alterações psicomotoras, podendo ou não causar deficiência mental. Ostomia: Intervenção cirúrgica que cria um ostoma (abertura, óstio) na parede abdominal para adaptação de bolsa de coleta; processo cirúrgico que visa à construção de um caminho alternativo e novo na eliminação de fezes e urina para o exterior do corpo humano (colostomia: ostoma intestinal; urostomia: desvio urinário). Paralisia ou paraplegia: É a perda dos movimentos dos membros inferiores, muitos fatores podem incidir a pessoa que venha adquirir uma paraplegia como as doenças que afetam o cérebro, ou a medula espinhal como é o caso da meningite que é uma inflamação pode ter consequências severas no quadro clínico, segundo Fonseca (1995; p. 19); Como visto, durante a gestação da mãe pode-se adquirir algum tipo de infecção ou má alimentação da gestante, ou mesmo decorrentes a hábitos não

21 21 sadios durante a gestação, virmos a nascer com alguma sequela que venha a comprometer os movimentos motores, mas também temos que tomar cuidado com a rotina diária todos estamos sujeitos a algum tipo de acidente que venha comprometer nossos movimentos. O afetado da paralisia dos membros inferiores sofre na maioria das vezes com o descontrole dos movimentos voluntários dos órgãos como intestino e bexiga, não tendo o controle total da urina ou das fezes, também podendo ser ao contrário, e por isso o paciente pode se retrair ficar em Casa pelo receio de se constranger em público. A Paraplegia é irreversível então a pessoa terá de se acostumar com a cadeira de rodas. Existem tratamentos intensos de fisioterapia e outros tipos de medicina cara que o paciente recupera um pouco os movimentos ou total, mas isso exige a colaboração do paciente e envolve muito dinheiro e vários anos de tratamento intensivo. Monoplegia : É a perda do movimento de um membro de um grupo muscular Diplegia: Perda de movimento de dois membros superiores Triplegia:Perda do movimento de três membros Tetraplegia: Perda do movimento dos quatro membros. Hemiplegia: Perda do movimento de um dos lados do corpo: deve ser tratada o quanto antes somente para dar qualidade de vida ao paciente pois não é curável. É claro que uma pessoa pode não ter todos os sintomas da hemiplegia reunidos em si. É preciso salientar que para amenizar o sofrimento dessas pessoas portadoras de disfunções motoras onde passam a maior parte do dia sentadas ou deitadas em uma mesma posição é necessário alguns cuidados com ela, pois ao se passar muito tempo em uma posição, pois se não forem tratados da maneira correta abrem espaço para as escaras. Segundo Varela (2013), escaras são: também conhecidas por úlceras de pressão ou úlceras de decúbito,

22 22 [...] As escaras, também conhecidas por úlceras de pressão ou úlceras de decúbito, correspondem a um tipo especial de lesões da pele, de extensão e profundidade variáveis. A principal causa da formação de escaras é a deficiência prolongada na irrigação de sangue e na oferta de nutrientes em determinada área do corpo, em virtude da pressão externa exercida por um objeto contra uma superfície óssea ou cartilaginosa. Umidade e fricção são condições que ajudam a agravar o quadro. (VARELA, 2013, pg. 01). Em todos os casos de perda de movimento ou comprometimento motor mesmo que a pessoa não consiga se recuperar por completo é importante nunca deixar de fazer atividades físicas, pois como visto a atividade física retarda o processo de atrofia muscular e assim a acometida melhora sua qualidade de vida, e se mantém ativo e com mais vigor nos outros membros saudáveis, necessitando menos de ajuda para as tarefas diárias. 1.5 PRECONCEITO O tema debate as variadas formas de como o cadeirante é tratado na sociedade ao longo da sua história de vida, e não é somente no Brasil e no século XXI que pessoas com deficiências são tratadas com preconceito. [...] Na sociedade grega aparecem modelos que atravessarão o século e influenciarão pessoas e instituições no que diz respeito aos indivíduos considerados diferentes. Na medida em que os gregos espartanos se dedicavam predominante à guerra, à valorização da beleza, da estética, da perfeição do corpo, a criança que, ao nascer, apresentasse qualquer manifestação fora do ideal estabelecido era eliminada. (BIANCHETTI, 1998, pg. 02) O homem com alguma deficiência é obrigado a se calar perante a sociedade dita normal, é interessante frisar esclarecer como a sociedade é doentia em julgar, onde o normal é ser igual ao outro, onde a maioria era a normalidade, segundo Gaio (2006) comenta sobre uma cidadela onde todos os moradores tinham uma doença chamada bócio, então para aquele povoado era normal se ter essa doença, entretanto eles desconheciam que o que tinham era uma anormalidade, até que certo dia chegou à cidade um forasteiro completamente sadio do bócio, todos olharam para aquele viajante com olhares de desprezo, completamente cheios de

23 23 preconceito pelo fato de ele não ter bócio acharam que aquilo poderia ser infeccioso a realidade dessa história não se distancia dos tempos em que vivemos, onde fica evidente que o verdadeiro preconceituoso é o próprio ser humano, o preconceito para com o cadeirante é pior até mesmo que o racismo que em outros tempos peculiares, até para beberem água nos bebedouros públicos eram separados com nome branco e negro, banheiros separados. É claro que o maior deficiente é aquele que faz com que os sonhos de alguém fiquem em silêncio, que o desejo seja engolido, que a força de vontade se esvaia. [...] De uma maneira bem simples, mas muito esclarecedora, assim as diferencia: preconceito é a ideia. Discriminação é a ideia colocada em prática. Nilton Salvador (2009, s.p), Certamente o deficiente é aquele que se acha normal, que não quer enxergar que aqueles que nasceram ou adquiriram a dificuldade motora são igualmente, e responsáveis capazes de ser útil a sociedade. A Convenção Internacional sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial, de 1968, assim conceitua discriminação: [...] Artigo 1º: Qualquer distinção, exclusão ou restrição baseada em raça, cor descendência ou origem nacional ou étnica que tenha o propósito ou o efeito de anular ou prejudicar o reconhecimento, gozo ou exercício em pé de igualdade de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, económico, social, cultural ou em qualquer outro domínio da vida pública. 1.6 INCLUSÃO ESCOLAR Claro que tudo que foi explicado acima tem um propósito, o propósito de trazer a tona, o que são pessoas cadeirantes e todo o histórico possível para podermos entrar no assunto principal, de grande preocupação para alguns pesquisadores que sempre estão pesquisando a temática. Será que as crianças que tem algum comprometimento motor, em especial a perda dos movimentos dos membros inferiores e superiores estão sendo incluídas nas aulas de educação

24 24 física? Para isso foi montado todo um esquema de observação de pesquisas, para tentar de fato esclarecer. [...] Um surpreendente conjunto de modificações foi proposto para os vários grupos de crianças excepcionais. Essas adaptações estão consideradas dentro de um quadro de referência comum de currículo e mudanças de conteúdo, mudanças de habilidades e mudanças no ambiente da aprendizagem. (SILVA, 1995, pg. 03) As escolas antigamente não tinham em sua infraestrutura nada planejada para que um cadeirante pudesse ocupar o espaço, pois era tratado como um ser normal usaria os banheiros comuns, pois não tinham banheiros planejados para eles, não havia bebedouros adaptados, eram todos altos, e se o aluno quisesse se adentrar nas salas de aula tinha que um dos familiares empurrarem-nos até dentro das salas, pois haviam muitos obstáculos a serem vencidos no caminho como escadarias, piso não apropriado, sarjetas altas, realmente era um desafio estudar. Sem citar que o profissional antigamente não precisava ser formado em educação física, pois a disciplina em conjunto com os cadeirantes sofreu no decorrer de sua história muitas discriminações, Professores de qualquer área poderiam ministrar as aulas de educação física. As aulas se tornaram uma verdadeira armadilha nas mãos de pessoas leigas e sem noção, sem competências e nem habilidades para compor a verdadeira nota que é a educação física, com prática irregular de professores de outras matérias e os leigos, achavam que por bem dos alunos deficientes era mais viável deixá-los de fora do cenário do esporte tanto pela sua incapacidade física, como também para protegê-los de futuras lesões. Mas mal sabiam que essa superproteção os mataria lentamente no abismo da solidão e do preconceito, isso os inferiorizava diante de seus amigos. No cenário atual o que se vê foram grandes avanços no ramo da profissão chamada educação física, muitos estudiosos contribuíram para tornar a profissão com mais embasamentos científicos.

25 25 [...] o art.9.º da lei 5.692/71, que fixa diretrizes básicas para o ensino de 1.º e 2º graus, determina: os alunos que apresentem deficiências físicas ou mentais, os que se encontrem em atraso considerável quanto à idade regular de matricula e os superdotados deverão receber tratamento especial, de acordo com as normas fixadas pelos competentes conselhos de educação (ROSITA, pg ) Tentando formar profissionais cada vez mais aptos a exercerem seus papeis com pontualidade, a infraestrutura das escolas foi conscientemente replanejada pelos órgãos públicos onde se criou leis para tal inclusão desses alunos cadeirantes para frequentarem as redes de ensino escolar. todos. Afirmação dos professores é altamente rigorosa onde se visava à inclusão de [...] A idéia de integração surgiu para derrubar a prática de exclusão social a que foram submetidas ás pessoas deficientes por vários séculos. A exclusão ocorria em seu sentido total, ou seja, as pessoas portadoras de deficiências eram excluídas da sociedade para qualquer atividade porque antigamente elas eram consideradas inválidas, sem utilidade para a sociedade e incapazes para trabalhar, características estas atribuídas indistintamente a todos que tivessem alguma deficiência." A integração dos PNE é uma das mais importantes consequências princípio de normalização. (SASSAKI, 1997, pg ) Mas então porque hoje em dia ainda se debate isso, pois o próprio profissional não sabe incluir o cadeirante, pode ser que na sua formação acadêmica tenha faltado interesse, pode ser que esse profissional não tenha laços de sentimento como respeito ao próximo, pode ser por falta de insegurança no seu trabalho. São ínfimas as possibilidades que esse profissional seja culpado, mas uma coisa a de se concordar o aluno não deve e nem pode ficar de fora das aulas. [...] A inclusão não diz respeito a colocar as crianças nas escolas regulares, mas a mudar as escolas para torná-las mais responsivas às necessidades de todas as crianças; diz respeito a ajudar todos os professores a aceitarem a responsabilidade quanto à aprendizagem de todas as crianças nas suas escolas e prepará-los para ensinarem aquelas crianças que estão atual e correntemente excluídas das escolas por qualquer razão. Isto se refere a todas as crianças que não estão beneficiando-se com a escolarização, e não apenas àquelas que são rotuladas com o termo necessidades educacionais especiais. (MITTLER, 2003, pg.16).

26 26 A falta de segurança é uma consequência de medo, o profissional não consegue incluir o aluno pela falta de movimento que ele apresenta em relação aos demais. Como incluí-lo no meio de pessoas que estão em quadra, por exemplo, correndo chutando uma bola, o medo nessa situação o impede de criar novas situações, de inventar possibilidades de oportunizar a vivência para o aluno, em vez disso o professor não quer correr o risco de se frustrar colocando o aluno para jogar com outros que talvez não goste das aulas ou mesmo alunos que estão doentes ou por alguma razão não podem praticar as suas aulas práticas, é mais conveniente e menos trabalhoso dar um trabalho extra classe, enganando o aluno que nesse trabalho passado é para que ele alcance média para passar, ou induzindo o aluno não focar a atenção dele nas aulas práticas. É muito mais cômodo pensar em como ocupá-lo para não ter que incluí-lo em um ambiente hostil junto aos demais. Interessante ressaltar que o professor nesse caso não pede a opinião do aluno se quer ou não participar das aulas, isso gera um desconforto uma sensação de desprezo para o aluno, que muitas vezes quer participar, mas tem medo da rejeição do seu professor medo da reação dos seus amigos em como vão encará-lo. Como já foi citado que o professor tem que planejar as aulas não para o cadeirante mas adequá-las para todos, todos estarão conscientes do seu papel. Mas as aulas só serão em torno da pessoa com necessidade especial deixando o progresso dos demais fora da questão? NÃO. Tem que haver um esforço em conjunto, a gestão escolar deve observar que o esforço do professor como um ato isolado não irá muito longe, pois também tem outros alunos que não tem limitações motoras, a gestão deve por lógica adotar mais de um profissional da área médica, como um fisioterapeuta para fazer com que o aluno também passe pela fisioterapia enquanto o professor trabalha com os demais, e por vezes alternando suas aulas adaptando jogos com a turma toda isso o deixaria mais próximo e menos isolado. [...] Do mesmo modo que COLL et al. (2000) e ZABALA1998), entende que conteúdos de ensino são o conjunto de conhecimentos, habilidades,hábitos, modos valorativos e atitudinais de atuação social, organizados pedagógica e didaticamente, tendo em vista a assimilação ativa e aplicação pelos alunos na sua prática de vida. (LIBÂNEO, 1994)

27 27 O trabalho não pararia somente no ambiente escolar a família é uma peça de fundamental importância para não deixar a criança desistir de seus sonhos [...] Não se trata apenas de colocar uma criança deficiente em sala de aula ou em uma escola. Esta é a menor peça do quebra cabeça. Inclusão trata, sim de como nós lidamos com a diversidade, como lidamos com a diferença, como lidamos ou como evitamos lidar com a nossa moralidade (...) inclusão não quer absolutamente dizer que somos todos iguais. Inclusão celebra sim nossa diversidade e diferenças com respeito e gratidão. quanto maior a nossa diversidade, mais rica nossa capacidade de criar novas formas de ver o mundo (...) inclusão é reconstruir nossos corações e nos dar as ferramentas que permitam a sobrevivência da humanidade como uma família global. (Padilha e Freitas,2002 p.25) Portanto concluímos que para que haja inclusão se faz necessária a presença de todos e esforço em conjunto desde a direção escolar, professores, dos alunos e do próprio aluno cadeirante, e manter a família sempre perto da escola. E dentro do ambiente familiar, a família sempre dando apoio para que o aluno se sinta motivado em continuar. [...] As diferenças não podem ser apresentadas nem descritas em termos de melhor e/ ou pior, bem e/ ou mal, superior e/ ou inferior, positivas e ou negativas, maioria e/ ou minoria etc. São simplesmente porem não simplificadamente- DIFERENÇAS (...) (SKILIAR, 2006,p.23) 1.7 O PONTO DE VISTA DE UM CADEIRANTE Faz-se necessário a criação de um tópico como este para entendermos melhor a realidade local, por meio de uma entrevista com um cadeirante, foi perguntado várias coisas tais como; inclusão escolar nas aulas de educação física, vias de acesso, se sabia explicar a sua perda em detalhes médicos, como foi que se tornou um deficiente físico, como a sociedade trata ele. Bom são algumas perguntas que são importantes para esclarecer como e quais são as dificuldades quando se tem um comprometimento motor desse porte.

28 28 Por meio das perguntas se obteve os seguintes comentários em primeira pessoa Lembro que em meu tempo de estudante por volta do ano de 2007 e 2008 fui fazer o ensino médio a noite, pois eu já havia parado algum tempo atrás por motivos do meu acidente, engraçado que antes eu jogava bola e corria com os demais e era tudo uma beleza, mas a partir do momento em que eu não conseguia mais mexer as pernas ficou claro que ali na quadra eu não conseguiria mais participar, no começo meus amigos queriam me ver jogar bola eu até tentava brincar mas era muito difícil na cadeira de rodas não tinha me acostumado ainda, e meus amigos me superprotegiam de mais, o que eu não gostava nem um pouco, me sentia desmotivado, mas era só parar de brincar com eles que logo vinha o professor de educação física perguntar, quer um jogo de tabuleiro. logo vi que o motivo dessa pesquisa do autor Ederson, era investigar minha dificuldade que me parece que não é somente eu que passo, o professor não sabia mais quais atividades me passar, pois passava somente trabalhos de escrever e pesquisas, e jogos como dama, dominó. Meus colegas que tentavam me incluir em um joguinho de futebol, vôlei, etc. Não sei muito bem como explicar minha paralisia das pernas, só sei que não consigo mais ter o controle delas e isso é muito triste, pois eu tento, mas não consigo desde meu acidente de moto onde bati em um carro. Já as vias de acesso como se vê nas ruas de Araguaína-TO já se imagina que minhas rodas quase não andam, não tenho uma via regular para que eu possa andar com facilidade, e como a maioria dos locais não tem estrutura. A sociedade ainda é muito preconceituosa com esta categoria, pois acham que não somos capazes de trabalhar ou produzir da mesma qualidade que uma pessoa normal, as vagas, por exemplo, destinadas a nós são ocupadas por outros carros que não são exclusivos e quando vamos falar algo é possível até apanharmos na rua por esses homens normais. A sociedade nos trata com muita pena, acho que não deveria ter essa pena toda, apenas o governo destinar mais recursos para a nossa categoria. O que vemos nesse breve depoimento é que existem pessoas acometidas por acidentes onde perderam os movimentos, e alguns não sabem dizer as causas da própria disfunção, vê-se que os professores no cenário real têm suas dificuldades para incluí-los nas aulas de educação física pois não sabem usar de forma pedagógica os instrumentos de inclusão. E a sociedade ainda perdura com seu

29 29 grande preconceito e às vezes os homens normais ainda roubam de forma explicita as vagas de transito, pondo seus veículos nas vagas destinadas aos cadeirantes, uma sociedade hipócrita que não respeitam os mais fracos. É uma vergonha. O que mais chamou a atenção na entrevista foi: Acredito que esta realidade irá mudar, a concepção do ser deficiente irá se dissipar, pois todos somos seres humanos. E que esse trabalho sirva de alicerce para outras inspirações. 1.8 EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA Será tão difícil assim incluir um aluno que tenha algum comprometimento motor nas aulas de educação física? Não! Basta ter disposição amor e carinho pela profissão e amor pelo próximo, não é difícil ler o que as palavras não falam ouvir o que a boca não diz. Basta olhar um aluno que não pode fazer algo em meio a tantos outros fazendo, se vê na expressão corporal no brilho nos olhos a ansiedade em querer poder fazer, mas ter todas essas vontades caladas pelo preconceito, pelo medo de não dar conta, pelo medo do desconhecido, são coisas que professor já está fazendo com seu aluno tirando todos os sonhos dele, quando sem ao menos perguntar para ele o que ele acharia de tentar, quando tenta protegê-lo de mais. O cadeirante é uma criança normal mais uma no meio de tantas que querem correr, mesmo que alguém corra junto empurrando sua cadeira, quer jogar bola mesmo que toque para ele, o que interessa para eles é participarem serem aceitos na sua roda de amigos, nas aulas. Percebendo essa falta de visão do professor, seria necessário para que o profissional melhora-se seu trabalho procura-se informações em como fazer jogos e brincadeiras adaptadas para todas as faixas etárias. Na modernidade em que se encontra o sistema digital já existem milhares de literaturas online ensinando ínfimas brincadeiras de jogos adaptados. [...] O jogo é uma ação livre, sentida como fictícia e situada fora da vida comum, capaz não obstante, de absorver totalmente o jogador, ação despojada de qualquer utilidade que se realiza num tempo e num espaço estritamente definidos; desenvolvem-se com ordem, segundo regras

30 30 estabelecidas e suscita, na vida, relações de grupo que, saborosamente, se rodeiam de mistério ou que acentuam mediante o disfarce o quão estranhos são ao mundo habitual. (LEBOVICI E DIATKINE, 1988, p.14). Claro que dos jogos adaptados para crianças vendo que o autor citou. Faz-se necessário lembrar-se dos jogos paraolímpicos que segue a praticamente a mesma linha de raciocínio em incluir deficientes nos esportes, só que com uma proporção bem maior e com regras. Sinto que somente quando deixar de existir o preconceito na sociedade é que se verá a inclusão social sendo posto em prática. 1.9 AVANÇOS DA MEDICINA Graças ao avanço da medicina, hoje muitas pessoas que sofrem das mais diversas doenças, por mais graves que sejam a medicina busca por tratamentos, busca com seu pessoal pesquisar incansavelmente por curas para todos os tipos de mazela. Claro que na área da paralisia motora de membros não pode ser diferente, antigamente o indivíduo que viesse a nascer com alguma complicação motora, ou mesmo sofre-se algum acidente que o deixa-se paralitico, infelizmente a medicina não dava nem esperança, pois era precária de mais em termos de estudos e pesquisas, mas com o passar dos anos, a medicina foi ganhando poder aquisitivo para pesquisar e assim foi-se descobrindo várias curas para determinadas áreas, sabe-se que o sonho de alguém que perdeu os movimentos assim como um cego tem o desejo de ver, o paralisado anseia poder andar novamente mexer seus membros paralisados outra vez com isso podemos notar alguns estudos que estão sendo trazidos para a sociedade, tais como tratamento com células tronco, tratamentos com células olfativas, e a minha opinião a campeã dos tratamentos da era atual com mecanismos robóticos. Com isso a medicina tenta devolver a felicidade dos paralisados, o primeiro tratamento é o das células tronco, que consiste em coletar células da medula óssea e cordão umbilical para tentar construir novas células nervosas. Uma grande esperança para que os paralisados consigam ter seus sistema nervoso e suas células responsáveis pelos movimentos afetados, porém, somente

31 31 poderá ser dado como cura quando os médicos conseguirem controlar a diferenciação dessas células. E por meio de injeções restaurarem órgãos lesados Não podemos apressar a medicina para que corra a contra tempo sem se levar a segurança como principal objetivo as perspectivas são positivas, pois todos os dias surgem relatos de experiências com células tronco, O Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa (IIEP) também está envolvido no desenvolvimento de estudos sobre as células-tronco, com o desafio de descobrir como se dá a diferenciação das células-tronco em células específicas de músculos ou vasos. Outro estudo é bem parecido com a pesquisa de células tronco porem não são coletadas da medula óssea e nem do cordão umbilical. E sim das células olfativas. O estudo publicado foi pela universidade de Cambridge que após testes realizados em cachorros com paraplegia e tetraplegia os que não conseguiam mexer as patas traseiras, os médicos poderão notar que após retirarem células dos próprios focinhos dos cachorros e injetados na corrente sanguínea foi possível reverter à paralisia deles. Foi uma das primeiras pesquisas feitas com animais sem ser os famosos ratinhos, esta pesquisa envolveu 34 cachorros, sendo que 23 foram tratados com as células olfativas e outros 11apenas com uma solução aquosa neutra, visto que ao decorrer do tratamento os cães que receberam os tratamentos com células voltaram a recuperar os movimentos paralisados já os demais ao decorrer do tratamento não apresentaram avanços no quadro clínico. Segundo a universidade o nariz é a única parte com terminações nervosas que continua crescendo por toda a vida As células foram retiradas da parte posterior da fossa nasal. São células especiais que rodeiam os neurônios receptores que nos permitem sentir cheiros e convergir estes sinais para o cérebro. E como era de se esperar do novo milênio o que a medicina tem pesquisado com rigor. Tamanho são os avanços e tal confiança na tecnologia que médicos austríacos, após uma decisão de uma mulher que resolveu amputar parte do braço paralisado havia anos, e colocar uma prótese robótica, diz o medico cirurgião austríaco Oskar Aszmann. Até o momento, fizemos uma cirurgia para transferir nervos e músculos para o braço com o propósito de estabelecer sinais para que ela

32 32 possa movimentar a prótese a medicina vem evoluindo esporadicamente com o passar dos anos. Assim, com os avanços da medicina pacientes com qualquer tipo de enfermagem poderão ter esperanças.

33 33 CAPÍTULO II METODOLOGIA, RESULTADOS E DISCUSSÕES 2.1 METODOLOGIA DO ESTUDO CARACTERIZAÇAO DA PESQUISA Este estudo caracteriza-se enquanto forma de abordagem, qualitativa, pois segundo Severino (2007, p. 119)..Uma abordagem qualitativa, modo de dizer que faz referencia mais a seus fundamentos epistemológicos do que propriamente a especificidades metodológicas, enquanto objetivo, exploratória porque de acordo com Severino (2007, p. 123) a pesquisa exploratória busca apenas levantar informações sobre um determinado objeto, delimitando assim um campo de trabalho, mapeando as condições de manifestação desse objeto. E procedimentos técnicos, bibliográfica, pois para Severino (2007, p. 122) a pesquisa bibliográfica é aquela que se realiza a partir do registro disponível, decorrente de pesquisas anteriores, em documentos impressos, como livros, artigos, teses e etc., e de campo, pois a pesquisa foi realizada em escolas da rede estadual de ensino UNIVERSO DA PESQUISA Escolas da rede pública estadual de Araguaína TO POPULAÇÃO A população alvo foram os cadeirantes de escolas da rede pública estadual da cidade de Araguaína TO SELEÇÃO DA AMOSTRA

34 34 Fizeram parte da presente pesquisa sete (07) alunos cadeirantes de escolas, sendo todas da rede pública estadual da cidade de Araguaína TO. A escolha das escolas foi de forma intencional, atendendo o critério: De serem alunos cadeirantes INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS Para a resolução das questões propostas, foi adotado, um roteiro de observação (apêndice I) para nortear as observações nas escolas e aulas dos professores, seguido de um formulário (apêndice II) com os participantes da pesquisa. Além do roteiro de observação e formulário de entrevista foram utilizados os instrumentos: prancheta, papel A4, caneta, computador. Antecedendo a etapa de coleta de dados o pesquisador submeteu a proposta de pesquisa à BANCA DE PROJETO DE TCC/ITPAC DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Após a aprovação da mesma o pesquisador procurou cumprir às diretrizes e normas que regulamentam pesquisas com seres humanos (196/96), editadas pelo Conselho Nacional de Saúde. Desta maneira, foi formatado, o Termo de informação à instituição (anexo I) e Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para a participação em pesquisa (anexo II). Ambos os documentos informavam todos os procedimentos da pesquisa, cuidados, objetivos, etc APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS Após coleta e tabulação dos dados referentes à pesquisa desenvolvida nas escolas foi possível obter os seguintes resultados exposto na forma de gráficos e analise dissertativa dos mesmos. Gráfico 01: Dos aspectos arquitetônicos nas escolas

35 35 Aspectos arquitetônicos nas escolas 57% 29% 14% 0% bom ruim excelente pessimo De acordo com o que foi estruturado no questionário e entrevista com os alunos, foi perguntado se a escola tem estrutura arquitetônica para receber os alunos cadeirantes. Como visualizado no gráfico acima pode- se constatar que 57% dos entrevistados acreditam que as escolas têm boas condições estruturais para receber os alunos cadeirantes; 29% dos entrevistados acreditam que a escola apresentam condições ruins em sua estrutura para o atendimento dos cadeirantes nas aulas de educação física e até mesmo nas aulas regulares, porém uma pequena parcela destes entrevistados acredita que as escolas estão em condições excelentes para atender os escolares cadeirantes que fazem parte do universo da pesquisa. Para se chegar ao resultado fez-se o cruzamento de dados de duas questões estruturadas no instrumento de coleta. No instrumento de pesquisa utilizado, foi questionado se as escolas teriam conhecimento conceitual do que viria a ser inclusão e se esta estaria cumprindo seu papel, cerca de 70% dos entrevistados acreditam que as escolas vêm desempenhando seu papel de forma condizente com os preceitos estabelecidos em lei e que dentro de suas possibilidades procura atender de maneira qualificada os cadeirantes dentro de seu âmbito. Porém 30% desses entrevistados acreditam que é necessário melhorar o atendimento e repensar os conceitos de inclusão por conta de todos os que fazem a escola. Para investigar se era possível dentro do ambiente escolar a prática de exercícios pelos cadeirantes, o gráfico deixa claro que 57% dos entrevistados acreditam ser possível praticar exercícios dentro do ambiente escolar embora ainda se encontre alguns obstáculos a serem vencidos, desde as barreiras arquitetônicas como a própria atividade de inclusão nas aulas. Porem cerca de 43% desses

36 36 entrevistados na pesquisa apontam que não é possível praticar exercícios dentro do ambiente escolar. Gráfico 02: Da pratica de exercícios nas escolas. Praticar exercício na escola 57% 43% sim não Na busca por mais informação foi levantado sobre a formação e a qualificação dos profissionais de educação física que atuam diretamente com essas pessoas, se estes estão devidamente preparados para atuar com pessoas com este tipo de deficiência, as respostas encontradas apontam os seguintes resultados: Gráfico 03: Da qualificação do profissional. 57% Profissional preparado 29% 14% sim não não sei Como se pode observar no gráfico acima 57% dos profissionais segundo informação dos escolares estão preparados para atuar com este tipo de pessoas independente da patologia que acarretou o fato de estar em cadeira de rodas. 29%

37 37 destes entrevistados acreditam que os profissionais não estão preparados para prestar serviços a esta parcela da população que requer uma atenção especial por parte desses profissionais, portanto deixamos o recado da importância da capacitação dos profissionais que se encontram no mercado de trabalho em buscar capacitações e qualificações dentro de sua área de atuação visando à prestação de um serviço de qualidade para os usuários. Os outros 14% da população investigada não sabe opinar sobre o assunto. Gráfico 4: Do gosto pelas aulas de educação física. 57% Gosta das aulas de EDF 29% 14% sim não um pouco Na aplicação do instrumento fica evidenciado que 57% dos entrevistados gostam das aulas de educação física na escola; 14% não gostam das aulas e que 29% gostam apenas um pouco das aulas que são aplicadas nas escolas. Pensando na somatória deste resultado podemos evidenciar que cerca de 43% dos escolares tem pouca admiração pelos conteúdos ou pela organização das aulas pois sentemse não motivados em participar ou gostar das aulas e que por conta disso fiquem a margem das quadras ou reclusos dentro das salas. Para contribuir com este resultado o gráfico seguinte aponta que poucos dos entrevistados participam das aulas propostas. Gráfico 5: Da frequência semanal nas aulas

38 38 Aulas de EDF semanal 57% 29% 14% uma vez por semana as vezes nunca Foi indagado aos entrevistados se eles participam das aulas de educação física na escola, o resultado aponta que apenas 14% dos questionados participam uma vez por semana das aulas, 57% só participam às vezes das aulas e que 29% nunca participam, neste universo entende-se que apenas 1 dos entrevistados participa das aulas semanais e que 4, a maior quantidade somente as vezes e 2 nunca participam. Gráfico 6: Das atividades fora da escola Gosta de Atividade fora da escola 86% 14% sim não O estudo também serviu para investigar se os cadeirantes participam de outras atividade fora do ambiente escolar, como aponta o gráfico acima verifica-se que 86% dos entrevistados participam de atividades fora da escola, porem não souberam explicar como são as atividades, se estão inseridos em programas ou somente nas brincadeiras de rua. Os outros 14% dos pesquisados comunicaram que não participam de nenhuma atividade fora do ambiente escolar.

39 39 Diante dos resultados apresentados podemos entender que o processo de inclusão de cadeirantes nas aulas de educação física dentro das escolas estaduais ainda se encontra em um estagio quase que precário, pois pelos relatos dos escolares no referido trabalho verifica-se que desde a capacitação e qualificação profissional até pequenos aspectos arquitetônicos dentro da escola pode contribuir de maneira negativa para que a inclusão destas pessoas realmente atinja um estágio de respaldo e respeito por conta da comunidade em geral. 2.3 DISCUSSÕES A pesquisa procurou investigar não só no âmbito de inclusão professor aluno, mas também o de caráter investigativo da estrutura das escolas pesquisadas e se atendem a necessidade imposta pelo MEC da acessibilidade e como estão sendo acomodados esses alunos cadeirantes, procurando entender desde o percurso que o aluno tem até a chegada à escola e adentrando no interior da mesma observando sua locomoção. Dessa forma, pode-se dizer que a efetiva inclusão de alunos com deficiência depende da ação de um amplo conjunto de medidas públicas, que vão desde a formação continuada de profissionais especializados em educação especial, até a garantia do acesso, permanência e êxito desses alunos. (VIANA, 2011; Pg. 117) Com base nos resultados percebe-se que as escolas estaduais de Araguaína não têm estrutura física para acomodar o aluno cadeirante com total conforto como deveria de fato ser. Segundo (Ambrosio, 2009; P. 15), observa nas escolas do estado de Minas gerais os mesmos problemas identificados na cidade de Araguaína- To, os espaços físicos nos interiores das escolas cada vez mais vem dificultando e tornando o acesso desses alunos vagaroso. [...] Muitas escolas ainda não se conscientizaram de que os alunos necessitam destes acessos sem qualquer tipo de impedimento, proporcionando um direito à liberdade de transitar nos espaços escolares. (AMBROSIO, 2009; p. 06) Nas escolas pesquisadas a grande maioria aderiu às rampas de acesso, porem as rampas estão muito íngremes, somente cadeirantes que não sofrem de distrofia muscular superior conseguem subir por elas sem auxilio de outras pessoas,

40 40 em algumas escolas ainda nos pavilhões existem muitos degraus, esses obstáculos retardam o acesso dos cadeirantes. No quesito corrimões a grande parte das escolas resolveu maquiar o problema colocando corrimões nas rampas de acesso somente nas entradas visíveis dando a impressão de que as escolas estão corretas, mas adentrando em algumas escolas é possível se notar o banheiro sem corrimões de segurança dentro, e ainda mais, não existem banheiros preferenciais que estejam aptos para que o cadeirante faça suas necessidades fisiológicas com segurança, pois se caso ele venha a cair de sua cadeira sem os corrimões dentro do banheiro, Será muito difícil até mesmo para que sente em sua cadeira. De acordo com Dischinger, Bins Ely e Piardi (2011, p ), acessibilidade espacial significa bem mais do que poder atingir um lugar desejado. Portanto, um espaço acessível é aquele de fácil compreensão, que permite ao usuário comunicarse, ir e vir, assim como tomar parte em todas as atividades que esse espaço proporcione com segurança, conforto e autonomia, considerando suas necessidades específicas. Foi visto que na maioria das escolas a coordenação escolar e o professor de educação física conhecem o assunto e sabem que ali na sua escola têm cadeirantes, sabe na teoria como deve recebê-los, o professor de educação física deveria por obrigação saber como incluí-lo, mas o que os alunos responderam não foi o que era esperado, uma vez que era de conhecimento o assunto. A inclusão escolar requer conhecimentos, técnicas, ideias que alcancem todos os alunos, independente de condições físicas e intelectuais. Apesar disso, FERREIRA (2010, p. 15) diz que poucos são os professores de educação física que não tem dúvidas em relação às possibilidades das pessoas com necessidades especiais praticarem algum tipo de atividade física, recreativa ou de lazer em aulas do ensino regular. Uma atitude profissional que assume princípios baseados nas diferenças individuais é essencial, segundo Sherrill (1995) apud Gorgatti e Costa (2008, p. 18). A Educação Física, como ferramenta educacional de integração e cooperação, pode ser adaptada a fim de atender a todos os educandos, proporcionando atividades físicas, recreativas e psicomotoras que desenvolvam habilidades e que valorizem as potencialidades individuais, numa constante

41 41 reconstrução e reorganização de capacidades. Para MOSQUERA (2000, p. 16) o termo pessoas deficientes refere-se a qualquer pessoa incapaz de assegurar por si mesma, total ou parcialmente, as necessidades de uma vida individual ou social normal, em decorrência de uma deficiência congênita ou não, em suas capacidades físicas ou mentais. O profissional de Educação Física enfrenta muitos desafios, pois lhe é cobrada uma nova postura frente à classe. No seu dia a dia, recebe alunos heterogêneos, ou seja, alunos especiais que estudam junto com os alunos ditos normais. (FERREIRA, 2010, p.16) enfatiza que apesar disso, não lhe são oferecidas condições de ensino, cursos de capacitação e materiais alternativos e/ou adaptadas para que possa exercer o trabalho de forma otimizada. Portanto, esse fator pode fazer com que os alunos cadeirantes, sejam colocados de lado, não recebendo atendimento adequado e, muitas das vezes, não participando sequer das aulas, reforçando a exclusão. Talvez seja necessário que o profissional ressignifique sua pratica pedagógica e sua concepção de diversidade. Segundo Carvalho (1999) apud Gorgatti e Costa (2008, p. 19) aceitar a idéia de caleidoscópio é aceitar que todos são importantes e significativos, e quanto maior a diversidade, mais complexa e rica será a situação. Tal como afirmam Munster e Almeida (2006) apud Gorgatti e Costa (2008, p. 19) é fundamental que o respeito às diferenças e a valorização da diversidade estejam implícitos na filosofia de qualquer programa de atendimento a essas pessoas. Sousa (2008, p. 01) reflete o quão é de fundamental importância a formação dos professores: [...] Outro aspecto fundamental é a qualidade na formação inicial e continuada de professores de educação física para que possuam conhecimentos necessários para planejarem, para cada grupo, o que é adequado e possível de ser executado, respeitando o nível de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos. (SOUSA, 2008, p. 01)

42 42 Os alunos também reclamam que as escolas só se preocupam com o aluno ali em suas intermediações quando o aluno esta presente dentro das escolas e o aluno ao sair da escola, acabou, a instituição não se preocupa mais, há relatos de professores que alguns alunos de várias das escolas visitadas pararam de frequentar o ambiente escolar devido estarem morando longe das escolas, e também por razões financeiras de não terem condições de pagar um transporte para seus filhos, os pais os retiraram das escolas, e as escolas sabendo do problema deveriam procurar uma alternativa para solucionar o problema. Segundo Ferreira (2010, p. 36) uma das causas mais frequentes da exclusão e desistência das aulas, está no reduzido tempo de aula disponível para que todos os alunos exercitem as atividades propostas. Talvez seja esse um fator que prejudique os alunos ditos normais, pois o tempo da aula não é o suficiente para desenvolver as atividades e isso acaba deixando-os chateados e colocando a culpa no aluno deficiente, eles alegam que se aquele aluno não estivesse ali à aula seria diferente. Mas isso depende muito do planejamento do professor de educação física, ele tem que saber incluir, sem prejudicar nenhum dos alunos. Muitos cadeirantes não acham possível praticar as mesmas aulas dos demais alunos pelo fato de que o professor não conseguir encaixá-lo ali na atividade que esta sendo realizada, do que uma atividade que seria passada para um grupo de alunos não cadeirantes. Um fato curioso descoberto é que nas escolas de periferia onde a grande parte dos alunos de baixa renda é que quanto menos informação é chegada para eles mais preconceito tem com alunos diferentes, não só com cadeirantes, mas ficou evidente quando visto pelo entrevistador um aluno com síndrome de Down. O mesmo caso foi observado em escolas com um pouco mais de recursos, interessante ver a diferença de pensamentos de alunos com a mesma idade, os amigos levavam o cadeirante para beber água ir ao banheiro não havia nenhuma queixa do cadeirante de agressão e nem bullying. A grande parte dos alunos acha que as aulas de educação física não devem ser separadas dos demais alunos, pois acreditam que são capazes de participar das aulas, basta o professor e os outros alunos incentivarem.

43 43 Segundo Ferreira (2010, p. 38) a aprendizagem dos alunos com deficiência vai depender de inúmeros fatores. Entre tais fatores se destacam as características das tarefas e do sujeito, o contexto da aprendizagem e o tipo de informação recebida. Ferreira (2010, p. 38) continua citando que pode-se mencionar ainda a confiança que o aluno deposita no professor. Por isso é de suma importância que o professor demonstre segurança, compreensão e que conheça cada aluno e cada grupo com quem trabalha. A construção dessa nova Educação Física não envolve apenas a necessidade de realizar conceitos, objetivos, perspectivas e atividades. O ponto fundamental é tornar a escola mais democrática e menos excludente. Como o esporte tem como meta a vitória, ele acaba por provocar uma divisão entre bons e ruins. Isso faz a criança que não está no topo se sentir desprestigiada. Não é difícil enxergar essa discriminação no dia a dia: o goleiro que é mandado para o banco de reservas porque tomou um gol ou o aluno humilhado porque não consegue realizar um determinado exercício. Cabe aos professores evidenciar que a educação inclusiva é possível, pois não busca formar atletas, ao invés disso, preocupa-se com formação de cidadãos conscientes de seus atos e obrigações, pessoas que pensam no bem do próximo e são solidárias. Assim, acredita-se que as aulas de Educação Física podem ser o começo, favorecendo a vivência dos alunos deficientes, com os ditos normais, onde a cooperação e espírito de equipe são essenciais. As maiorias dos alunos entrevistados disseram que gostam das aulas de educação física, porem a acessibilidade é que os faz ficarem restringidos a ela. Pois o professor que não o consegue incluí-lo aliado ao restante dos alunos que não querem deixar de praticar ao menos um dia de jogar futebol, para que o professor inclua o cadeirante na aula, tanto que as aulas de educação física são uma vez por semana na rede estadual. Acredita-se que o professor tem que aprender é ouvir com os olhos, pois pelo visto a grande parcela entrevistada dos alunos almeja participar das aulas, mas, querem aulas propostas pelo professor, onde tal consiga incluir todos até os não cadeirantes e que sejam boas às aulas engraçadas assim como o futebol passado nas aulas. Todos os alunos entrevistados sabem de forma informal o seu problema somente dois cadeirantes adultos é que sabe o grau de sua paralisia de acordo com

44 44 termos médicos, as crianças entrevistadas só sabem que não conseguem mexer tais membros. Fato curioso e bem observado, é que para a maioria dos alunos que responderam que não gostam de praticar as aulas de educação física dentro das escolas, é que estes praticante de algum esporte fora dela, alguns que responderam que nadam, malham. Mas por que isso? Simples, pelo que foi observado o ambiente escolar não os consegue dar uma confiança para que possam praticar e brincar com os outros colegas, pois no contexto escolar são apenas colegas de escola e não amigos de infância, os amigos de infância sabem respeitá-los pelo que são. Já na escola, o público é bem maior, sempre terá pessoas que não terão apatia e sempre surgirão os comentários tais como deficiente, por isso em terreno hostil o aluno não se sente confortável para tal prática e não participa. Segundo o projeto dos professores DISCHINGER; ELY, BRANDÃO, LUZ (2000) é preciso estar na realidade do dia a dia dos cadeirantes ou outros portadores de necessidades especiais para que possa entender a realidade seja da escola e até mesmo do esforço deles para se chegar nelas. Todavia, a avaliação de um espaço tão complexo como uma escola de Ensino Fundamental e Médio requer uma aproximação maior a seus usuários cotidianos. Segundo FROYEN (2004), a participação do usuário já provou ser uma das ferramentas mais eficientes de avaliação: Nada sobre nós, sem nós. Este contato faz parte do direito dos usuários (FROYEN, 2004), e permite de maneira mais rápida, conhecer suas ânsias, suas reais necessidades e dificuldades em relação ao uso do espaço e dos equipamentos que utilizam em seu dia a dia. A fim de complementar a fiscalização da escola com o auxilio das Planilhas Técnicas, utilizou-se o método dos Passeios Acompanhados (DISCHINGER,2000). No trabalho de DISCHINGER; ELY, BRANDÃO, LUZ (2000), foi visto as mesmas vertentes dos desafios encontrados pelos cadeirantes desde sua locomoção nas ruas de suas respectivas cidades como dentro das escolas sua acessibilidade e o quão o paraplégico tem que sofrer para que possa adentrar na escola pois muitas vezes não tem nenhuma rampa de acesso os banheiros, corrimões todos precários.

45 45 Segundo (AMBROSIO, 2009, p.11) O acesso de cadeirantes à escola, aponta desafios que se iniciam anteriormente à entrada destas pessoas nos prédios escolares, pois para se deslocarem de suas residências até às escolas, encontram diversas barreiras em seu trajeto. Desta forma, não adianta cuidar apenas do espaço arquitetônico escolar, mas também da acessibilidade nas ruas, nos meios de transportes coletivos e todos os espaços públicos. Verificou-se nessa pesquisa que a maioria das escolas (tanto de minas gerais como as de campinas bem como a de Araguaína Tocantins ainda têm muito que trabalhar para melhorar a acessibilidade de alunos deficientes físicos, e proporcionálos um direito previsto em lei, que é uma educação igual para todos formando cidadãos educados e com a certeza de ter passado pela escola sem que barreiras físicas tenham impedido sua formação. O problema acessibilidade para o cadeirante é o mesmo repetido por milhares de pessoas com essa mesma dificuldade motora, cabe a alguma autoridade responsável promover mudanças nas políticas para aumentar a qualidade de vida desses cadeirantes, inserindo mais quadras de esportes adaptadas em praças em escolas, mais banheiros acessíveis em todos os lugares da cidade, telefones públicos mais baixos, sarjetas rebaixadas. Quando isso acontecer se chamará inclusão social. No momento em que se encontram as políticas publicas do Brasil, onde leis somente tem valor no papel, os cadeirantes somente terão promessas cumpridas em uma realidade utópica.

46 46 CONSIDERAÇÕES FINAIS Conforme se foi debatido ao longo da temática foi visto que inclusão de cadeirantes nas aulas de educação física vem se tornando um assunto de extrema importância não somente para a escola ou para os pais do cadeirante, mas sim um assunto de grande significado para os órgãos públicos. Foi visto que grande parte das escolas pesquisadas ainda peca nas estruturas para receberem os alunos cadeirantes, sabendo que adequar um ambiente para uma pessoa cadeirante ou uma pessoa com outra debilidade seja qual for, é muito mais do que uma simples gestão de se adequar a normas, mas, mais um ato de humanidade de pensar no próximo como pessoa. O assunto não é nenhuma novidade para as escolas, professores sabem como atuar na área, mas porque não o fazem a inclusão como um processo geral, o problema vem muito mais além do que atuar somente na área sem nenhuma continuação escolar como cursos, palestras, formação continuada em seus currículos, o profissional deve sempre seguir as tendências sobre os assuntos que envolvam seu cotidiano, sempre procurando respostas para suas dificuldades, creio que a burocracia estado, governo, município e escolas ainda não falam a mesmo língua no que diz respeito as reais necessidades em que um cadeirante necessita para o seu ir e vir dentro e fora das escolas. O profissional precisa dar qualidade em suas aulas para isso é necessário o conjunto de poderes, e mais além do que isso a escola deve envolver a família do cadeirante sempre perto da escola. Não, o mundo terá que enxergar que esse portador pode e tem capacidade para se locomover sozinho, de ir ao banheiro sozinho de ter uma vida sexual ativa. O que resta é por na cabeça desses indivíduos preconceituosos que o cadeirante precisa de vias precisa do seu espaço feito, precisa ter um ambiente pensado e voltado para ele, para que ele não dependa desses olhares de piedade. Portanto, para esse problema tem se dois caminhos a seguir: O da inovação ou do comodismo. O do comodismo é o tempo que já estamos acostumados em deixar alunos com necessidades especiais de lado, passando para eles jogos de

47 47 tabuleiro, ou mesmo dando notas falsas somente para empurrá-los com piedade. Ou podemos optar pela inovação o da inclusão que requer um pouco mais de tempo para formar profissionais capazes de instruir um aluno cadeirante, um profissional que tem inúmeras formas de como incluir esse aluno em suas aulas, quando a gestão escolar tomar consciência que não estão tratando de animais que não andam e sim de crianças que são nosso futuro. Inovar é acreditar que um futuro pode mudar por meio de atitudes como diz freire O objetivo é comum: O de construir um conhecimento capaz de transformar uma realidade, operando mudanças de forma efetiva considerando as diferenças e as individualidades. Cabe ainda mais estudos referente ao assunto de acessibilidade, pois além de ser um assunto muito vasto, poderi-se-a incluir como assunto a investigar vendo que não é apenas um problema isolado do estado do Tocantins onde mesmo até grandes metrópoles tem seus problemas de acessibilidade. Talvez seja um problema da cultura do Brasil, ou mesmo de insanidade das prefeituras em achar que a vertente acessibilidade esta resolvida aqui no Brasil. deixa-se aqui uma lacuna aberta para possíveis pesquisas sobre a gestão das prefeituras e governos sobre como estão sendo repassadas as verbas para os municípios, e ver a real cena dentro das escolas públicas de cada estado a ser pesquisado.

48 48 REFÊRENCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMARO, Deigles Giacomelli. Educação inclusiva, aprendizagem e cotidiano escolar. São Paulo. Casa do Psicólogo, (Coleção psicologia e educação/dirigida por Lino de Macedo). AUGUSTO, L. C... ( et al ). Introdução de Deficientes Mentais nas Aulas de Educação Física. Revista Cientifica da FAMINAS Muriaé v. 3, n. 1, sup. 1, p. 403, jan-abr, BARROS, J. F... ( et al ). Deficiência Mental e a Atividade Física. Revista Digital Buenos Aires, año 5, n. 23, julho, BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Secretaria de Educação Especial. CARVALHO, Erenice Natália Soares. Educação Especial Deficiência Mental. Brasília, SEESP, BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Especial. Sala de Recursos Multifuncionais: espaços para o Atendimento Educacional Especializado. Brasília: MEC, SEESP, CAIADO, Kátia Regina Moreno. Aluno deficiente visual na escola: lembranças e depoimentos. 2ª ed. Campinas, SP: Autores Associados: PUC, 2006 (Coleção educação contemporânea). CIDADE, R. E.; FREITAS, P. S. Noções sobre Educação Física e Esporte para Pessoas Portadoras de Deficiência. Uberlândia, DIEHL, Rosilene Moraes. Jogando com as diferenças: jogos para crianças e jovens com deficiência. São Paulo: Phorte, DISCHINGER, Marta. BINS ELY, Vera Helena Moro. MACHADO, Rosângela. DAUFENBACH, Karine. SOUZA, Thiago Romano Mondini de. PADARATZ, Rejane. ANTONINI, Camile. Desenho Universal em Escolas: acessibilidade na rede escolar municipal de Florianópolis. - Florianópolis: PRELO, p FERREIRA, Vanja. Educação Física Adaptada: atividades especiais. Rio de Janeiro: Sprint, GERALIS, Elaine. Crianças com paralisia cerebral: guia para pais e educadores. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade Física Adaptada: qualidade de vida para pessoas com necessidades especiais. - 2ª ed. rev. e ampl. Barueri, SP: Manole, 2008.

49 49 MANTOAN, Maria Tereza Egler. Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer?. São Paulo: Ed. Moderna, MAZZOTTA, Marcos José Silveira. Educação Especial no Brasil: História e políticas públicas. 5ª ed. São Paulo: Cortez, MITTLER, Peter. Educação inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, MOSQUERA, Carlos. Educação Física para deficientes visuais. Rio de Janeiro: Sprint, OLIVEIRA, Flávia Fernandes de. Dialogando sobre educação, educação física e inclusão escolar. Lecturas: Educación Física y Deportes, Buenos Aires, n. 51. p. 2. Agosto, O REGAN, Fintan. Sobrevivendo e vencendo com necessidades educacionais especiais. Tradução Ronaldo Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, RAIÇA, D... (et al). Dez questões sobre a educação inclusiva da pessoa com deficiência mental. São Paulo: Avercamp, ROHDE, L. A.; MATTOS, P... ( et al ). Princípios e práticas em transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, SILVA, Ana Beatriz B. Mentes inquietas: entendo melhor o mundo das pessoas distraídas, impulsivas e hiperativas. São Paulo: Gente, SILVA, A. C.; NEMBRI, A. G. Ouvindo o silencio: educação, linguagem e surdez. Porto Alegre: Mediação, TUNES, E.; PIANTINO, L. Cadê a Síndrome de Down que estava aqui? O gato comeu...: O programa de Lurdinha. 3ª ed. Campinas, SP: Autores Associados, (Coleção educação contemporânea). WINNICK, Joseph P. Educação física e esportes adaptados. Tradução [da 3ª ed. original] de Fernando Augusto Lopes. Barueri, SP: Manole, 2004.

50 APÊNDICES 50

51 51 APÊNDICE I ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO Tópicos a serem considerados: - Estado da estrutura da escola para receber alunos cadeirantes. - Materiais destinados as aulas de educação física - Planejamento do profissional de educação física.

52 52 APÊNDICE II QUESTÕES DO FORMULÁRIO Questões para Entrevista 1- Como você define o espaço da sua escola para receber os alunos cadeirantes incluindo (banheiros, bebedouros, corrimões e rampas). A) Bom B) Ruim C) Excelente D) Péssimo 2- Você acredita que o profissional e a direção da sua escola tem conhecimento acerca do assunto inclusão social? E procuram propostas para incluir o cadeirante? A) Sim B) Não 3- O que é inclusão de cadeirantes para você? A) Dar somente a presença para o cadeirante nas aulas. B) Procurar adaptar as aulas para que ele possa participar. práticas. C) Dar trabalho extraclasse para que ele não reprove por falta de aulas D) Esperar que ele levante de sua cadeira de rodas para participar das aulas.

53 53 4- Você acredita que sua escola está preparada para receber alunos cadeirantes a) Sim b) Não. 5- Você acredita possível um cadeirante praticar exercícios físicos na sua escola? A) Sim B) Não 6- Você acha que os alunos da sua escola tem algum tipo de preconceito em fazer atividades físicas com um cadeirante A)Sim B)Não 7- Você acredita que as aulas de educação física para cadeirantes deveriam ser separadas dos demais alunos? A) Sim B) Não 8- Você acha que o profissional da sua escola é preparado para dar aulas para cadeirantes? A) Sim B) Não c) Não sei 9- Você acredita que o Brasil está perto de ser um modelo de inclusão social. A) Sim B) Não C) Esta longe

54 Você acha que a escola deveria assumir um papel social de trazer fisioterapeutas para dentro das escolas, para cuidarem de alunos com necessidades especiais com mais frequência? a) Sim b) Não 11- A sua família busca tratamentos? a) Sim b) Não 12- Você gosta das aulas de educação física na escola? A) Sim b) Não c) Um pouco 12- Quantas vezes por semana você pratica educação física nas aulas? a) Uma vez por semana b) Às vezes c) Nunca 13- Qual a atitude do profissional durante as aulas? a) O inclui nas aulas de educação física b) Passa jogos de tabuleiro c) Passa alguma atividade d) Nada 14- Você gostaria de praticar todas as aulas de educação física? a) Sim b) Não 15- Você sabe o grau de paralisia que se encontra?

55 55 a) Sim b) Não 16- Você gosta de fazer alguma atividade física fora do ambiente escolar? a) Sim b) Não

56 ANEXOS 56

57 57 ITPAC - Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos FAHESA - Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína Av. Filadélfia, Setor Oeste - Araguaína-TO Fone: (63) CARTA DE APRESENTAÇÃO PARA PESQUISA Araguaína-TO, 01 de abril de 2013 Prezado (a) Gestor (a), Estamos apresentando a Vossa Senhoria, através deste documento, o acadêmico Ederson Cruz, Matrícula nº do 8º período no Curso de Licenciatura em Educação Física para que a mesma cumpra neste local, sua prática de coleta de dados para fomentar a efetivação do Trabalho de Conclusão de Curso. Fica ciente que, a pesquisa prezará de todas as formas possíveis para a integridade ética dos sujeitos pesquisados e do local em que pertencem. Sem mais no momento, agradecemos a colaboração e deixamo-nos a disposição para quaisquer eventualidades que porventura possam ocorrer. Contato: Professor Mestre Hugo Martins Teixeira Atenciosamente, Prof. Me Hugo Martins Coordenador de Pesquisa - FAHESA-ITPAC

58 58 FAHESA Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaina Av. Filadélfia,568 - Setor Oeste - Araguaína - TO Fone: (63) CNPJ / Inscrição Municipal TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA PARTICIPAÇÃO EM PESQUISA Título Orientador Pesquisador Responsável PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO REGULAR: AS PERSPECTIVAS PARA INCLUSÃO Prof. Esp. Márcio José Gouvêa Ederson de Sousa Cruz Prezado Senhor(a) O Acadêmico Ederson de Sousa Cruz com o nº. de matrícula FAHESA/ITPAC pretende realizar um estudo que tem o objetivo de verificar o processo de inclusão de cadeirantes nas aulas de educação física do ensino regular em escolas públicas da cidade de Araguaína TO, para fins de produção do trabalho de conclusão de curso, do curso de Licenciatura em Educação Física. Descrição dos Procedimentos Metodológicos: Este estudo caracteriza se enquanto forma de abordagem, QUALITATIVA, enquanto objetivo, EXPLORATÓRIA e procedimentos técnicos, BIBLIOGRÁFICA E DE CAMPO. No presente estudo, serão verificados o comportamento dos alunos e o trabalho do profissional de educação física onde estão inseridos alunos cadeirantes no ensino regular, para tanto serão utilizados como instrumentos um roteiro de entrevistas e roteiro de observação. Forma de Obtenção da Amostra: Farão parte da presente pesquisa quatro (07) escolas, sendo da rede pública estadual da cidade de Araguaína To. A

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