PPRA Documento de desenvolvimento do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

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1 PPRA Documento de desenvolvimento do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais [indicar o processo ou gerencia geral] Nº: [número do documento, quando aplicável] Anexo 2 do PGS Data: 07/10/2013 [informe o número e data da análise] p.1/ /06/2011

2 Sumário 1. INTRODUÇÃO INFORMAÇÕES BÁSICAS IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA APRESENTAÇÃO OBJETIVO FASES DO PROGRAMA RESPONSABILIDADES RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO LIMITES DE TOLERÂNCIA / EXPOSIÇÃO E NÍVEIS DE AÇÃO CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS GRUPOS FUNCIONAIS (GF), GRUPOS DE EXPOSIÇÃO SIMILAR (GES) E GRUPOS HOMOGÊNEOS DE EXPOSIÇÃO (GHE) RECONHECIMENTO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AOS RISCOS AMBIENTAIS AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AOS RISCOS AMBIENTAIS MEDIDAS DE CONTROLE DISPOSIÇÕES FINAIS ANEXOS ANEXO I ORIENTAÇÕES AO RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DO PPRA ANEXO II TERMINOLOGIA ANEXO III DEFINIÇÃO DE EPI POR FUNÇÃO ANEXO IV CRONOGRAMA DE ATIVIDADES E DE IMPLANTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE p.2/27

3 1. INTRODUÇÃO Segundo determina a Norma Regulamentadora Nº 9, da Portaria nº 3.214/78 do MTb, em seu item 9.3.1, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) deverá incluir as seguintes etapas: a) antecipação e reconhecimentos dos riscos; b) estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle; c) avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores; d) implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia; e) monitoramento da exposição aos riscos; f) registro e divulgação dos dados. Desta forma, esse documento representa o registro histórico das ações de antecipação, reconhecimento e avaliação da exposição ocupacional aos riscos ambientais, no âmbito das gerencias que fazem parte deste grupo de processo. A Vale entende que o PPRA é um programa de melhoria contínua e, portanto, as ações de controle das exposições ocupacionais aos riscos ambientais, e para a prevenção dos acidentes e doenças decorrentes dessas exposições, são perenes. Sendo assim, a implantação do PPRA não se encerra neste documento e deve ir além, na adoção de práticas e medidas que efetivamente garantam a execução de todo e qualquer trabalho em condições controladas de exposição aos riscos ambientais. O objetivo básico deste documento é fornecer às gerencias as informações necessárias para que possa adotar as medidas adequadas para o controle da exposição dos seus empregados aos riscos ambientais nas instalações da Vale. p.3/27

4 2. INFORMAÇÕES BÁSICAS 2.1. Identificação da Empresa Razão Social: Nome Fantasia: Endereço: CNPJ: Gerências englobadas: p.4/27

5 2.2. Apresentação [descreva aqui informações sobre a gerência geral ou processo] p.5/27

6 2.3. Objetivo Visa à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais, existentes no ambiente de trabalho Fases do Programa Antecipação Consiste em estudo prévio das modificações operacionais, reformas, ampliações ou quaisquer alterações que modifiquem a rotina habitual, no sentido de identificar os possíveis riscos que irão ocorrer em função das alterações e adotar as providências necessárias para eliminar, reduzir e/ou neutralizar os riscos. O responsável pela alteração deverá convocar reunião com os setores envolvidos e o responsável pelo PPRA, a fim de estudar o projeto e adotar as providências necessárias, se for o caso. Reconhecimento O reconhecimento consiste na investigação dos possíveis riscos ambientais existentes no local de trabalho, das matérias primas e produtos utilizados através de levantamento técnico realizado por profissional habilitado, acompanhado do representante da empresa, levando também em consideração a visão dos trabalhadores. O reconhecimento é setorial identificando todos os agentes e suas possíveis fontes, o número de trabalhadores expostos e suas respectivas funções. O reconhecimento abrangerá todas as funções de todos os setores da empresa. Avaliação Qualitativa/Quantitativa Após o reconhecimento, será realizada avaliação quantitativa dos riscos ambientais levantados na fase anterior. A avaliação quantitativa segue padrões e metodologias reconhecidas nacionalmente ou internacionalmente. Após a avaliação quantitativa, os valores serão divulgados e ficarão registrados no Programa. No caso dos riscos biológicos e de alguns riscos físicos e químicos, onde não é possível mensurar a exposição dos trabalhadores, procede-se com a avaliação qualitativa. Medidas de Controle Todas as vezes que a exposição ocupacional ultrapassar o Limite de Tolerância deverão ser adotadas medidas de controle a fim de eliminar, reduzir ou neutralizar os riscos. As medidas de controle deverão seguir os seguintes critérios de prioridade: Medidas de proteção coletiva; p.6/27

7 Medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho; Medidas de proteção individual. Deve-se sempre priorizar a primeira medida, as duas últimas só deverão ser adotadas quando constatada inviabilidade técnica das medidas de proteção coletiva, ou quando estas não forem suficientes ou estiverem em fase de estudo, planejamento e/ou implantação, ou ainda em caráter complementar ou emergencial. Toda medida de controle aplicada pela empresa deverá ser registrada no PPRA pelo responsável do mesmo. O responsável pelo PPRA deverá realizar um cronograma de implementação das medidas de controle, levando em consideração a prioridade de cada uma. p.7/27

8 2.5. Responsabilidades Das Gerências Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da Vale, de acordo com o prescrito na Norma Regulamentadora NR 9 (Portaria nº 3214/78, do Ministério do Trabalho); Fornecer ao SESMT ou ao setor responsável pelos dados de da Vale, correta e integralmente, as informações necessárias à elaboração, à implantação e ao desenvolvimento do Programa; Planejar e implementar as medidas de controle da exposição dos trabalhadores indicadas no Programa, definindo a execução através de Plano de Ação Gerencial; Executar as fases de registro e divulgação dos dados do Programa, informando aos trabalhadores os riscos ambientais que possam originar-se nos locais de trabalho, os meios disponíveis para prevenir ou limitar tais riscos e a proteção contra os mesmos; Comunicar ao SESMT ao setor responsável pelos dados de da Vale: a) quaisquer alterações no processo ou no modo de execução de tarefas, no lay out do local de trabalho, na quantidade ou qualidade dos materiais, produtos e insumos utilizados e nas máquinas e equipamentos, e qualquer outra modificação que possa interferir positiva ou negativamente na exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais; b) sempre que forem implantadas medidas de proteção coletiva ou medidas administrativas e de organização do trabalho, para o controle da exposição dos trabalhadores a riscos ambientais; c) sempre que ocorrer a contratação de novas empresas, dentro de sua área de responsabilidade; Comunicar ao SESMT ao setor responsável pelos dados de da Vale sempre que houver admissão e mudança de cargo, função, gerência, local de trabalho ou atividades, ou em situações em que o empregado deixar ou passar a executar atividades em área de risco; Garantir a integração entre o PPRA da Vale, dentro de sua gerência, e os Programas das Contratadas sob a sua responsabilidade. p.8/27

9 Dos Empregados Colaborar e participar na implementação e execução do PPRA; Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA Da CIPA Colaborar no desenvolvimento e na implementação do PPRA; Informar ao SESMT ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos à saúde dos trabalhadores Da SESMT Executar as fases de antecipação, de reconhecimento e de avaliação de riscos ambientais e de monitoramento da exposição aos riscos. Recomendar as medidas de controle necessárias e suficientes para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais identificados no PPRA. Executar a Análise Global e revisões do PPRA. p.9/27

10 3. RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO 3.1. Técnicas de Avaliação Quadro 1 Metodologias Analíticas e de Coleta Agente Ambiental Metodologia Coleta Analítica Instrumental Ruído NHO 01 Audiodosímetro Calor NHO 06 Conjunto de Termômetros Radiação Não Ionizante NR 15 - Anexo 5 Avaliação Qualitativa Vibração de Corpo Inteiro ISO 2631:2001 Medidor de Vibração Vibração Localizada ISO 5349:1986 Medidor de Vibração Ácidos Inorgânicos NIOSH 7903 CI (NIOSH 7903) Amostrador TA Alcoóis NIOSH 1400 CG (NIOSH 1400) Amostrador TA Amônia NIOSH 6015 EAV (NIOSH 6015) Amostrador TA Dióxido de Enxofre NIOSH 6004 DE (NIOSH 6004) Sensor Eletroquímico Fibras Minerais NIOSH 7400 MO (NIOSH 7400) Amostrador CMEC Hidrocarbonetos Alifáticos NIOSH 1500 CG (NIOSH 1500) Amostrador TA Hidrocarbonetos Aromáticos NIOSH 1501 CG (NIOSH 1501) Amostrador TA Metais OSHA ID-121 EAA (OSHA ID-121) Amostrador CMEC Monóxido de Carbono NIOSH 6604 DE (NIOSH 6604) Sensor Eletroquímico Naftas NIOSH 1550 CG (NIOSH 1550) Amostrador TA Poeiras Alcalinas NIOSH 7401 TAB (NIOSH 7401) Amostrador PTFE Poeira Respirável NIOSH 0600 AG (NIOSH 0600) Amostrador CMPVC Poeira Total NIOSH 0500 AG (NIOSH 0500) Amostrador CMPVC Sílica Livre Cristalina NIOSH 7602 EIV (NIOSH 7602) Amostrador CMPVC Tricloroetileno NIOSH 1022 CG (NIOSH 1022) Amostrador TA Definições: NHO: Normas de, da FUNDACENTRO. NIOSH: Metodologias de Coleta e Análise do National Institute of Occupational Safety and Health. AG: Análise Gravimétrica CG: Cromatografia Gasosa CI: Cromatografia Iônica DE: Detector Eletroquímico DIC: Detector de Ionização de Chama EIV: Espectrofotometria de Infravermelho EAA: Espectrofotometria de Absorção Atômica MO: Microscopia Óptica TAB: Titulação de Ácido-Base CMEC: Cassete com Membrana de Éster de Celulose CMPVC: Cassete com Membrana de PVC TA: Tubo de Adsorção Observações: Os instrumentos designados como "amostradores" utilizam método de coleta ativa, ou seja, estão acoplados a bombas gravimétricas que fazem a sucção do ar contaminado. p.10/27

11 3.2. Limites de Tolerância / Exposição e Níveis de Ação Quadro 2 Valores de Limites de Tolerância/Exposição e Níveis de Ação Agente Ambiental Ruído Contínuo ou Intermitente Valores de Referência LT / TLV Nível de Unidade Jornada Fonte Ação 85,00 80,00 db(a) 8h Brasil NR 15, Anexo 1 87,00 82,00 db(a) 6h Brasil NR 15, Anexo 1 82,00 77,00 db(a) 12h Brasil NR 15, Anexo 1 Ruído de Impacto 130,00 -- db(linear) -- Brasil NR 15, Anexo 2 Calor Consultar O próprio LT ºC -- Brasil NR 15, Anexo 3 Vibração de Corpo Inteiro 1,150 0,500 m/s² 8h Diretiva 2002/44/CE Vibração Localizada 5,000 2,500 m/s² 8h Diretiva 2002/44/CE Ácido Clorídrico 2,98 (Teto) 1,49 mg/m³ 8h EUA ACGIH Ácido Fluorídrico 0,41 0,205 mg/m³ 8h EUA ACGIH 1,64 (Teto) 0,82 mg/m³ 8h EUA ACGIH Ácido Fosfórico 1,00 0,50 mg/m³ 8h EUA ACGIH Ácido Nítrico 5,16 2,58 mg/m³ 8h EUA ACGIH Ácido Sulfúrico 0,20 0,10 mg/m³ 8h EUA ACGIH Álcool Etílico 1884,25 942,12 mg/m³ 8h EUA ACGIH Álcool Isopropílico 491,53 245,76 mg/m³ 8h EUA ACGIH Amônia 17,41 8,705 mg/m³ 8h EUA ACGIH Heptano 1639,43 819,71 mg/m³ 8h EUA ACGIH Hexano 176,24 88,12 mg/m³ 8h EUA ACGIH Octano 1401,60 700,80 mg/m³ 8h EUA ACGIH Pentano 1770,55 885,27 mg/m³ 8h EUA ACGIH Etilbenzeno 434,19 217,10 mg/m³ 8h EUA ACGIH Tolueno 75,36 37,68 mg/m³ 8h EUA ACGIH Xileno 434,19 217,10 mg/m³ 8h EUA ACGIH 0,1 0,05 mg/m³ 8h Brasil NR 15, Anexo 11 Chumbo 0,05 0,025 mg/m³ 8h EUA ACGIH Ferro 5,00 2,50 mg/m³ 8h EUA ACGIH Manganês 5,00¹ 2,50 mg/m³ 8h Brasil NR 15, Anexo 12 1,00² 0,50 0,2 mg/m³ 0,10 mg/m³ 8h EUA ACGIH Dióxido de Enxofre 5,24 2,62 mg/m³ 8h EUA ACGIH Monóxido de Carbono 28,64 14,32 mg/m³ 8h EUA ACGIH Naftas VM&P 1398,77 699,39 mg/m³ 8h EUA ACGIH Óxido de Cálcio 5,00 2,50 mg/m³ 8h EUA ACGIH Hidróxido de Cálcio 2,00 1,00 mg/m³ 8h EUA ACGIH Poeira Respirável 3,00 1,50 mg/m³ 8h EUA ACGIH Poeira Total 10,00 5,00 mg/m³ 8h EUA ACGIH Sílica Livre Cristalina (Poeira Respirável) ¹Limite para poeiras. ²Limite para fumos Definições: 8/(%SiO 2 +2 ) 4/(%SiO 2 +2) mg/m³ 8h Brasil NR 15, Anexo 12 0,025 0,0125 mg/m³ 8h EUA ACGIH LT: Limite de Tolerância (NR 15). TLV: Valor de Limite de Exposição (ACGIH). NR 15: Norma Regulamentadora nº 15 Atividades e Operações Insalubres, da Portaria nº 3.214/78, do MTb. ACGIH: TLVs da American Conference of Governmental Industrial Hygienists. %SiO 2: Percentual de sílica livre cristalina na amostra de poeiras respiráveis ou totais. p.11/27

12 Observações: Os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores são comparados com os valores dos limites previstos na NR 15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela American Conference of Governmental Industrial Higyenists-ACGIH, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos. Para avaliação do agente físico Ruído foram utilizadas as metodologias e os procedimentos definidos na NHO-01 da FUNDACENTRO. O limite de exposição para o agente químico Ferro está expresso para Material Particulado Respirável (MPR-TLV). * Antes de utilizar estes limites de exposição e níveis de ação, o Profissional deverá verificar se o mesmo está atualizado. Este quadro serve apenas como referência aos profissionais para elaboração e/ou atualização do PPRA. p.12/27

13 3.3. Classificação dos Riscos Ambientais A categoria de risco é a forma pela qual se classifica a ação de um determinado agente ambiental sobre um grupo de trabalhadores, podendo ou não representar risco potencial de danos à sua saúde. A caracterização de cada GHE/GES deve resultar na confirmação ou alteração da situação apontada na avaliação preliminar, conforme metodologia constante o PSI Programa de Gerenciamento de, através da comparação dos resultados encontrados com os critérios para graduação da concentração ou nível, estimativa do tempo de exposição e possíveis efeitos à saúde. Com base nessa metodologia, a exposição ocupacional de cada GHE/GES será graduada através da Matriz de Graduação da Exposição Ocupacional, apresentada abaixo. Matriz de Graduação da Exposição Ocupacional aos Riscos Ambientais Efeitos à Saúde Perfil da Exposição Para cada categoria de risco estabelecida na caracterização básica é definido um conjunto de ações, de modo a determinar as medidas de controle a serem adotadas em função do potencial de danos oferecido pelos riscos ambientais avaliados, bem como a prioridade de adoção de tais medidas, conforme definido no Quadro 3. Quadro 3 Interpretação da Matriz de Graduação da Exposição Ocupacional Resultado da Multiplicação Riscos de Exposição Ocupacional Ações Prazo MUITO ALTO Riscos nesta categoria devem ser eliminados. As Recomendações são consideradas obrigatórias e de responsabilidade do diretor da área de negócio ou do empreendimento. Implementação imediata ALTO Riscos nesta categoria devem ser minimizados. As Recomendações são consideradas obrigatórias e de responsabilidade da gerência geral da área de negócio ou empreendimento. Implementação com prazo máximo de 1 (um) ano. p.13/27

14 Resultado da Multiplicação Riscos de Exposição Ocupacional Ações Prazo MÉDIO Pode-se conviver com cenários neste nível de risco, mas este deve ser reduzido em longo prazo. As Recomendações são consideradas obrigatórias e de responsabilidade da gerência da área. Implementação com prazo máximo de 3 (três) anos BAIXO Cenários com nível de risco considerado tolerável, mas que pode ser reduzido em caso de medidas com baixo investimento. As Sugestões não são consideradas obrigatórias. A avaliação da implementação é de responsabilidade da gerência da área. Caso o risco Baixo avaliado não seja conclusivo, ou não se tenha evidência da realização de uma avaliação quantitativa, esta deverá ser realizada. Implementação caso o custo seja baixo com baixo esforço. A graduação da exposição ocupacional aos riscos ambientais baseada em avaliação quantitativa ainda não está definida, desta forma a relação das Categorias de Risco com os resultados das avaliações deverá ser interpretada conforme o Quadro 4. Quadro 4 Relação dos Resultados das Avaliações Quantitativas e a Matriz de Risco Categoria de Risco I DESPREZÍVEL II MODERADO III CRÍTICA Exposições avaliadas quantitativamente Quando o agente foi identificado, mas é quantitativamente desprezível frente aos critérios técnicos. Quando os valores de concentração ou intensidade do agente encontrarem-se abaixo do valor definido como Nível de Ação. Quando os valores de concentração ou intensidade encontrarem-se acima do valor definido como Nível de Ação, porém abaixo do valor definido como Limite de Tolerância ou Limite de Exposição. Quando os valores de concentração ou intensidade encontrarem-se acima do valor definido como Limite de Tolerância ou Limite de Exposição, porém abaixo do valor definido como Valor Máximo, Valor Teto, Ceiling ou IPVS (IDHL). IV INACEITÁVEL Quando os valores de concentração ou intensidade encontrarem-se acima do valor definido como Valor Máximo, Valor Teto, Ceiling ou IPVS (IDHL). p.14/27

15 3.4. Grupos de Exposição Similar (GES) e Grupos Homogêneos de Exposição (GHE) Em qualquer grupo de trabalhadores, em cujas atividades ou locais de trabalho estejam as fontes geradoras dos agentes ambientais, cada indivíduo experimentará uma exposição diferenciada dos demais membros do grupo, mesmo havendo entre esses trabalhadores semelhança em suas tarefas. No entanto, apesar de haverem outros tantos fatores que interferem na variabilidade da exposição dos indivíduos de um grupo, estatisticamente, podemos selecionar um conjunto de trabalhadores cuja exposição de qualquer um deles representa, com fidelidade, a exposição do restante do grupo, ou seja, a variabilidade neste caso é desprezível e pode ser ignorada. Para otimizar o processo de avaliação da exposição dos trabalhadores aos agentes ambientais, são formados os Grupos de Exposição Similar (GES)/Grupos Homogêneos de exposição (GHE) - Quadros 5 e 6, a partir das informações da Análise Preliminar de Risco (APR-HO). O Grupo Funcional (GF) representa a etapa, fase e/ou atividade de um processo ou serviço, abrangendo ainda a função ou funções que a executam, desde que estas funções possuam similaridade nas atividades, nas máquinas e equipamentos operados, na forma e nos locais de execução das tarefas. Grupo Homogêneo de Exposição (GHE) ou Grupo de Exposição Similar (GES) corresponde ao grupo de trabalhadores expostos aos agentes ambientais de forma bastante semelhante, a tal ponto que a avaliação de qualquer um de seus componentes oferece dados úteis para estimar o risco dos demais integrantes. Para cada grupo funcional é identificado um ou mais GES/GHE por agente ambiental. p.15/27

16 3.5. Reconhecimento da Exposição Ocupacional aos Riscos Ambientais Após a formação dos GES/GHE, é realizado o reconhecimento da exposição dos trabalhadores aos agentes ambientais, através da observação das instalações e dos processos operacionais e de trabalho; do levantamento de materiais, produtos, máquinas e ferramentas, e de entrevistas com os trabalhadores e seus superiores. O reconhecimento de agentes ambientais permitirá confirmar a composição dos GES/GHE; definir os planos e as estratégias de avaliação e monitoramento da exposição aos riscos ambientais, mais adequados em cada caso, e implantar controles da exposição, quando houver a constatação de risco evidente a saúde dos trabalhadores. O Quadro 5 apresenta os Grupos Funcionais, formados em função da similaridade das atividades, locais de trabalho e exposições aos riscos ambientais dos trabalhadores que fazem parte do grupo, e suas respectivas funções. Os trabalhadores podem ser agrupados em um GES/GHE em função de um nível de detalhamento que inclui as Diretorias, as Gerências Gerais, as Gerências de Área, os cargos/funções, as atividades e os agentes aos quais se encontrem expostos, desde que com exposição similar. Após análise dos GES/GHE, foi realizada uma visita técnica a fim de confirmar e caracterizar a exposição aos agentes ambientais, permitindo definir o plano de amostragem mais adequado para cada caso. O Quadro 6 apresenta uma síntese da classificação, em categorias de risco, da exposição dos trabalhadores de cada GES/GHE aos agentes ambientais reconhecidos, em função do resultado ou análise das avaliações qualitativas da APR-HO. p.16/27

17 3.6. Avaliação da Exposição Ocupacional aos Riscos Ambientais A etapa de avaliação da exposição aos agentes ambientais consiste na realização de análises qualitativas ou quantitativas e no tratamento e interpretação dos dados e informações decorrentes dessa análise, de forma a permitir a classificação dessas exposições em categorias pré-estabelecidas. O Quadro 7 sintetiza os resultados das avaliações quantitativas realizadas para: comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos agentes identificados na etapa de reconhecimento; dimensionar a exposição dos trabalhadores; dar subsídio ao equacionamento das medidas de controle. As informações relativas a exposição ocupacional aos riscos ambientais (Quadros 5 e 6), contidas neste documento, foram produzidas a partir do estudo e da análise do registro histórico das exposições dos trabalhadores. Para cada categoria de risco estabelecida é definido um conjunto de ações, de modo a determinar as medidas de controle a serem adotadas em função do potencial de danos oferecido pela exposição aos riscos ambientais avaliados, bem como a prioridade de adoção de tais medidas, conforme definido no Quadro 8. Baseando-se na classificação de agentes ambientais apresentada no Quadro 7 e na matriz de decisão apresentada no Quadro 4, são definidas as ações e as prioridades de controle da exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais reconhecidos e avaliados. p.17/27

18 4. MEDIDAS DE CONTROLE As medidas de controle, apresentadas no Quadro 8, visam orientar as gerências quanto às formas de neutralização, redução ou, até mesmo, eliminação da exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais reconhecidos e avaliados. A gerência deverá elaborar um cronograma de implantação das medidas de controle recomendadas a seguir, anexando-o a este documento. Deve-se dar preferência a adoção das medidas de proteção coletiva, sugeridas neste documento. Quando comprovado pelo empregador ou instituição a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva, ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar ou emergencial, deverão ser adotadas, nesta ordem de preferência, as medidas administrativas e de organização do trabalho e as medidas de proteção individual. O estudo de viabilidade técnica e econômica das medidas de proteção coletiva, quando indicado, consiste na execução de levantamentos, pesquisas, projetos, orçamentos e outras ações necessárias ao planejamento e a implantação de recursos de engenharia destinados à proteção do conjunto de trabalhadores contra as exposições aos riscos ambientais. Sempre que for constatada, pela Gerência, a inviabilidade técnica ou econômica da implantação de determinada medida de controle, a Gerência deverá elaborar a respectiva justificativa, anexando-a a este documento. Outras medidas de proteção coletiva e medidas administrativas e de organização do trabalho poderão ser estudadas pela equipe de, em conjunto com os profissionais do SESMT e com os gerentes das áreas, com o objetivo de verificar a sua viabilidade técnica e econômica, para posterior implantação. O fornecimento e uso de equipamentos de proteção individual (EPI) aos trabalhadores deverá obedecer ao que prescreve a Portaria nº 3.214/78, do MTb, em sua Norma Regulamentadora nº 6. O fornecimento e uso de equipamentos de proteção respiratória aos trabalhadores deverá obedecer ao que prescreve a Instrução Normativa nº 01/94, da SSST/MTb. Informações mais detalhadas, sobre as medidas de proteção da exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais, poderão ser obtidas no setor de. p.18/27

19 5. DISPOSIÇÕES FINAIS Este Programa é parte integrante das atividades de da Vale S/A, e deve ter sua validade e eficácia sendo controlada em um processo permanente de melhoramento contínuo, refletindo as reais necessidades desta localidade. Responsável(is) pela localidade: Equipe Técnica: Engenheiro de Segurança do Trabalho Coordenador Técnico CREA Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho Reg. MTE Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho Reg. MTE Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho Reg. MTE p.19/27

20 ANEXOS p.20/27

21 Anexo I Orientações ao Responsável pela Implementação do PPRA Senhor(es) Gerente(es), a seguir estão descritas algumas orientações fornecidas pelo Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho da Companhia Vale do Rio Doce, de forma que sejam cumpridas as determinações prescritas na Norma Regulamentadora NR 9, da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho, e para que o PPRA seja implantado e desenvolvido nesta Unidade: a) A Vale é responsável por estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa. b) As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada Gerência, incluindo seus estabelecimentos e frentes de trabalho, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores. c) O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas ferramentas do S&S da Vale e nas Normas Regulamentadoras, em especial com o PCMSO. d) O PPRA deve sofrer uma revisão anual, ou sempre que necessário, para avaliação do seu desenvolvimento, realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. e) Toda vez que houver inclusões ou alterações de métodos de trabalho, de arranjo físico do local de trabalho, de materiais, produtos ou insumos, ou de máquinas e equipamentos; a implementação ou alteração de medidas de proteção coletiva ou de medidas administrativas e de organização do trabalho; ou qualquer outra modificação que possa interferir significativamente na exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais; as Gerências deverão, através do seu SESMT, revisar o PPRA, registrando e anexando tal revisão a este documento. f) O PPRA deverá ser apresentado e discutido nas reuniões ordinárias da CIPA, sendo a cópia deste documento anexada ao livro de atas desta Comissão. g) Este documento e suas alterações deverão estar disponíveis de modo a proporcionar o imediato acesso às autoridades competentes, e deverão ser mantidos pela Gerência por um período mínimo de 20 (vinte) anos. h) O empregador deverá informar os trabalhadores de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para prevenir ou limitar tais riscos e para proteger-se dos mesmos. p.21/27

22 i) A Vale e suas Contratadas deverão executar ações integradas para aplicar as medidas previstas no PPRA visando a proteção de todos os trabalhadores expostos aos riscos ambientais gerados. j) Os dados, as informações e as recomendações sobre o reconhecimento, a avaliação e o controle da exposição dos integrantes de um GF/GES aos riscos ambientais, referem-se a todos os trabalhadores lotados nos cargos ou funções pertencentes àquele grupo. k) Todo documento que sirva de evidência da adoção de medidas de controle das exposições ocupacionais aos riscos ambientais, deve ser anexado ao PPRA. l) O registro de dados referente à implantação do PPRA pelas Gerências não deve estar restrito a este documento. Qualquer ação, tanto na alteração ou revisão do reconhecimento e da avaliação da exposição ocupacional aos riscos ambientais, quanto no controle dessas exposições, deve ser registrada e anexada a este Programa. m) Para obtenção de informações mais detalhadas sobre as medidas recomendadas para o controle da exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais, as Gerências deverão entrar em contato com a equipe responsável pela elaboração deste Programa. n) As Gerências que desejarem obter informações mais detalhadas sobre a elaboração, implantação ou revisão deste PPRA, deverão entrar em contato com o setor responsável pelos dados de. p.22/27

23 Anexo II Terminologia Avaliação Qualitativa: Caracterização preliminar dos riscos ambientais a partir da identificação dos agentes físicos, químicos e biológicos presentes no ambiente de trabalho ou decorrentes do processo produtivo, da categorização dos seus efeitos à saúde, da listagem e do tempo de execução das tarefas desempenhadas pelos empregados. Avaliação Quantitativa: Determinação das concentrações dos agentes químicos e biológicos ou intensidade dos agentes físicos, através de metodologias de. Exposição Eventual: Quando a exposição de um grupo de trabalhadores à ação ou a presença de um determinado agente agressivo no ambiente de trabalho, ocorre de maneira não definida ao longo de sua jornada normal de trabalho. Exposição Habitual: Quando a exposição de um grupo de trabalhadores à ação ou a presença de um determinado agente agressivo no ambiente de trabalho, ocorre de maneira sistemática e contínua ao longo de sua jornada normal de trabalho. Exposição Intermitente: Quando a exposição de um grupo de trabalhadores à ação ou a presença de um determinado agente agressivo no ambiente de trabalho, ocorre de forma intercalada ao longo de sua jornada normal de trabalho. Limite de Tolerância: Valor de concentração ou intensidade relacionado à natureza e tempo de exposição a um agente ambiental estabelecido pelas autoridades governamentais, que deve ser respeitado para fins de prevenção das doenças ocupacionais. Nível de Ação: Valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição, sendo representado por 50% do Limite de Tolerância para os agentes químicos e 50% da dose para o ruído. Riscos Ambientais: Agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. p.23/27

24 Anexo III Definição de EPI por Função Proteção Função/Atividade/Área 00 01/06/2011 p.24/27 Capuz Raspa Máscara Solda Óculos Lente Filtrante Óculos Ampla Visão Óculos Forneiro Protetor Auditivo Concha Protetor Auditivo Plug Respirador Filtro PFF1 Respirador Filtro PFF2 Respirador Semi Facial Filtro Químico Botina PVC Perneira Raspa Calça PVC Calça Raspa Luva Nitrílica Luva PVC Luva Neopreme Luva Raspa Luva Anti-vibração Luva Cirurgica Creme Protetor Avental Raspa Blusão PVC Blusão Raspa Macacão PVC Macacão Tyvek Creme Bloqueador Solar Outro Outro Outro Outro Vida Útil Estimada 1a 1a 1a 1a 1a 2a 7d 3d 3d 1a 2m 1a 6m 6m 6m 2m 2m 2m 1m 2a 1d 2m 6m 6m 6m 5d 2m 6m Legenda: (P) Permanente (E) Eventual

25 (Continuação) Proteção Função/Atividade/Área 00 01/06/2011 p.25/27 Capuz Raspa Máscara Solda Óculos Lente Filtrante Óculos Ampla Visão Óculos Forneiro Protetor Auditivo Concha Protetor Auditivo Plug Respirador Filtro PFF1 Respirador Filtro PFF2 Respirador Semi Facial Filtro Químico Botina PVC Perneira Raspa Calça PVC Calça Raspa Luva Nitrílica Luva PVC Luva Neopreme Luva Raspa Luva Anti-vibração Luva Cirurgica Creme Protetor Avental Raspa Blusão PVC Blusão Raspa Macacão PVC Macacão Tyvek Creme Bloqueador Solar Outro Outro Outro Outro Vida Útil Estimada 1a 1a 1a 1a 1a 2a 7d 3d 3d 1a 2m 1a 6m 6m 6m 2m 2m 2m 1m 2a 1d 2m 6m 6m 6m 5d 2m 6m Legenda: (P) Permanente (E) Eventual

26 Anexo IV Cronograma de Atividades e de Implantação de Medidas de Controle Ação: Responsável: P R 2011 J F M A M J J A S O N D Ação: Responsável: P R 2011 J F M A M J J A S O N D [para criar ações, duplicar o quadro acima] p.26/27

27 Controle de Alterações RG DATA POR VERIF. APROV. DESCRIÇÃO p.27/27

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