Mediadora: Marta Pião Florianópolis, SC junho 2015

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mediadora: Marta Pião Florianópolis, SC junho 2015"

Transcrição

1 Mediadora: Marta Pião Florianópolis, SC junho 2015

2 ORGANOGRAMA DA EDUCAÇÃO

3 PROCESSOS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

4 PARA QUE AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO TENHAM SEUS CURSOS APROVADOS E REGULAMENTADOS, É NECESSÁRIO PASSAR POR UM PROCESSO DE AVALIAÇÃO, EM TODOS OS ASPECTOS, VERIFICANDO SE POSSUEM ESTRUTURA PARA HABILITAR O CURSO.

5 AVALIAÇÃO DO MEC INICIALMENTE REALIZADA NAS INSTITUIÇÕES COM PROGRAMAS DE PESQUISA E/OU PÓS-GRADUAÇÃO. INÍCIO DA DÉCADA DE 90: SISTEMA NACIONAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DENOMINADO PAIUB (PROGRAMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS). A AVALIAÇÃO ERA VOLUNTÁRIA. 1995: ESTABELECIMENTO DE CRITÉRIOS E PADRÕES CREDENCIAMENTO PASSA A SER TEMPORÁRIO. 2002: INSTITUCIONALIZA-SE A VISITA IN LOCO DA COMISSÃO DE AVALIADORES. 2004: CRIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES).

6 O MEC AVALIA AS CONDIÇÕES PARA A AUTORIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE CURSOS DE ACORDO COM ALGUNS PADRÕES DE QUALIDADE

7 AVALIAÇÃO DE CURSOS

8 ONDE ESTÁ A BIBLIOTECA NESTE CONTEXTO DA AVALIAÇÃO? A BIBLIOTECA ESTÁ INSERIDA NA INFRAESTRUTURA DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO, APOIANDO O TRIPÉ DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

9 A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA A BIBLIOTECA TEM UM PAPEL IMPORTANTE NA CONSOLIDAÇÃO DA QUALIDADE DESTAS INSTITUIÇÕES, POIS ELA PROPORCIONA O ACESSO A UMA DIVERSIDADE DE INFORMAÇÕES, CAPAZES DE GERAR CONHECIMENTOS.

10 ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL Participar de reuniões que anunciam qualquer processo. Estreitar contato com Procurador Institucional Providenciar a leitura e análise de documentos. Estar ciente da proposta de trabalho da IES e atuar em consonância com essas prerrogativas (Plano de Desenvolvimento Institucional, Projetos Pedagógicos e Plano de Avaliação Institucional). Elaborar relatórios e textos expressivos sobre a biblioteca e sua atuação no contexto acadêmico.

11 INDICADORES QUE CONSTITUEM A ANÁLISE DA BIBLIOTECA Adequação da estrutura física e recursos de apoio, considerando: área física instalações para o acervo (espaços, mobiliário) condições de armazenagem satisfatória (iluminação adequada, acústica, sinalização bem distribuída e visível, sistema antifurto, extintores de incêndio) condições de acesso das instalações e dos recursos informacionais para pessoas com deficiência áreas reservadas para estudos individuais e salas para estudo em grupo condições de preservação (manutenção preventiva e corretiva, controle de umidade, sistema antimofo) instalação elétrica para uso de computadores do próprio usuário

12 ESTRUTURA FÍSICA Com quem formar parceria para as adequações necessárias Cabe ao bibliotecário estabelecer contato e propor ações junto a : Mantenedor, Reitoria e/ou Pró-Reitoria Diretoria Administrativa Financeira Engenheiros / Arquitetos Engenharia de Segurança do Trabalho

13 INDICADORES QUE CONSTITUEM A ANÁLISE DA BIBLIOTECA Aquisição e manutenção de equipamentos e sistemas: informatização do acesso à biblioteca de forma a atender a demanda dos alunos informatização da rotina de circulação do acervo (empréstimo, devolução, renovação e reserva de material) disponibilidade de equipamentos de informática com acesso à Internet existência da representação de todo o acervo no sistema informatizado de gestão utilizado, com possibilidade de acesso remoto, na IES e fora dela (catálogo online) possibilidade de importação e exportação dos registros bibliográficos em padrão de intercâmbio existência de bases de dados na Biblioteca

14 SISTEMAS DE INFORMATIZAÇÃO Com quem formar parceria para as adequações necessárias Cabe ao bibliotecário estabelecer contato e propor ações junto a : Mantenedor, Reitoria e/ou Pró-Reitoria Gerência de T.I. Diretoria Administrativa Financeira

15 INDICADORES QUE CONSTITUEM A ANÁLISE DA BIBLIOTECA Funcionamento: processamento técnico realizado por profissionais bibliotecários, devidamente registrados no Conselho Regional da categoria, utilizando os instrumentos padrões para cada fim (catalogação, classificação e indexação) horário de funcionamento da Biblioteca condizente com os turnos dos cursos pessoal técnico e de apoio (bibliotecários, auxiliares de biblioteca, assistentes administrativos, entre outros) em número suficiente à manutenção do horário de funcionamento e capacitado para o atendimento aos professores e alunos, inclusive aqueles com deficiência motora, visual ou auditiva

16 SISTEMAS DE INFORMATIZAÇÃO Com quem formar parceria para as adequações necessárias Cabe ao bibliotecário estabelecer contato e propor ações junto a : Mantenedor, Reitoria e/ou Pró-Reitoria Gerência de Recursos Humanos Diretoria Administrativa Financeira

17 INDICADORES QUE CONSTITUEM A ANÁLISE DA BIBLIOTECA Serviços: existência do serviço de empréstimo domiciliar para itens do acervo, ainda que com distinções entre tipos de material ou categorias de usuários disponibilidade de serviço de empréstimo entre e inter bibliotecas, bem como oferta do serviço de comutação bibliográfica programas de capacitação de usuários para uso dos produtos e serviços da Biblioteca programas de treinamento de usuários para normalização técnica, bem como a existência de manual da IES com as exigências específicas para a apresentação de trabalhos técnicos e científicos

18 SISTEMAS DE INFORMATIZAÇÃO Com quem formar parceria para as adequações necessárias Cabe ao bibliotecário estabelecer contato e propor ações junto a : Mantenedor, Reitoria e/ou Pró-Reitoria Bibliotecas cooperantes Corpo docente

19 INDICADORES QUE CONSTITUEM A ANÁLISE DA BIBLIOTECA Aspectos analisados no que concerne ao acervo: existência de políticas institucionais de atualização e expansão do acervo no âmbito do curso, onde as práticas encontram-se consolidadas e institucionalizadas indicativos claros de organização e gestão com visão de futuro refletidas em ações direcionadas, práticas consistentes e políticas definidas e regulamentadas por dispositivos legais e institucionais, e efetivamente implantadas há pelo menos um ano apresentação de documentação probatória de aquisições (livros e periódicos), onde não são aceitas notas de compra e/ou compromisso por escrito de entrega ou de compra nem licenças de demonstração, para o caso de periódicos eletrônicos

20 INDICADORES QUE CONSTITUEM A ANÁLISE DA BIBLIOTECA Aspectos analisados no que concerne ao acervo: número médio de exemplares, contemplando a proporcionalidade do número de alunos em relação às disciplinas do curso e às áreas afins, tanto nas indicações bibliográficas básicas quanto complementares, referidas nos planos de ensino idade do item (atualização), estado de conservação, tombamento junto ao patrimônio da IES, cadastramento e disponibilidade existência de assinaturas de periódicos especializados, indexados, correntes e atualizados em sua maioria nos últimos três anos, sob a forma impressa ou informatizada, sendo verificada sua pertinência com as disciplinas oferecidas e a bibliografia sugerida

21 ACERVO BIBLIOGRÁFICO Quem pode requisitar a compra de material bibliográfico? Cabe à direção dos cursos e seus professores selecionar e priorizar os materiais constantes nas bibliografias oriundas do seu departamento para posteriormente serem requisitadas, bem como manter a Biblioteca a par das alterações que, por ventura, venham a ocorrer no conteúdo programático do curso. É de responsabilidade dos professores a seleção dos itens a serem incorporados ao acervo que compõem a bibliografia básica e complementar dos cursos de graduação e pós-graduação de uma Instituição, visto que são conhecedores da literatura nas suas respectivas áreas e podem, assim, selecionar criteriosamente o material a ser adquirido.

22 ACERVO BIBLIOGRÁFICO Com quem formar parceria para as adequações necessárias Cabe ao bibliotecário estabelecer contato e propor ações junto a : Mantenedor, Reitoria e/ou Pró-Reitoria Bibliotecas cooperantes Corpo docente Fornecedores Departamento de Compras Diretoria Administrativa Financeira

23 Marta Pião Bibliotecária (CRB 8/6466) (54) (11)

24 TPM nunca mais! TENSÃO PRÉ-MEC TRAUMA PÓS-MEC corrida contra o tempo e o excesso de trabalho LEVA À... incidência de erros, que leva ao REtrabalho compras desnecessárias LEVA À... INsustentabilidade financeira estresse elevado da equipe antes da visita LEVA AO... estresse elevado da equipe após a visita

Plano de Utilização do Acervo e Acessos

Plano de Utilização do Acervo e Acessos FACULDADE DE RONDÔNIA INSTITUTO JOÃO NEÓRICO Plano de Utilização do Acervo e Acessos SUMÁRIO 1 OBJETIVO GERAL...2 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS...2 3. ABRANGÊNCIA...2 4. BIBLIOTECA...2 4.1 Espaço Físico...4

Leia mais

BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014. São Paulo

BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014. São Paulo BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014 São Paulo 2015 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REALIZAÇÕES... 3 2.1 Acervo... 3 2.2 Plano de atualização e expansão do acervo... 3 2.3 Divulgação...

Leia mais

Indicadores de qualidade em Bibliotecas Universitárias como torná-las bem sucedidas

Indicadores de qualidade em Bibliotecas Universitárias como torná-las bem sucedidas Indicadores de qualidade em Bibliotecas Universitárias como torná-las bem sucedidas Ligia Scrivano Paixão Diretora do Sistema de Bibliotecas e coordenadora do curso de Biblioteconomia da Universidade Santa

Leia mais

POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP

POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP 1. POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP 1.1. Objetivos Nas últimas décadas as bibliotecas passaram por mudanças

Leia mais

Núcleo de Coordenação de Bibliotecas - NCB. Relatório Biblioteca Penha Shopping

Núcleo de Coordenação de Bibliotecas - NCB. Relatório Biblioteca Penha Shopping Núcleo de Coordenação de Bibliotecas - NCB Relatório Biblioteca Penha Shopping 2015 SUMÁRIO 1 SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS - SIBi... 02 2 NÚCLEO DE COORDENAÇÃO DE BIBLIOTECAS - NCB... 02 3 UNIDADE

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIT ITAPEVA, 2015 1 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE

Leia mais

D I R E I T O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES AUTORIZAÇÃO

D I R E I T O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES AUTORIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Superior Sesu Departamento de Supervisão da Educação Superior - Desup Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO 1.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI

INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO 1.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO Atualmente a FIBRA encontra-se em novas instalações contando com 33 salas de aula climatizadas, com instalações de equipamentos de multimídia, auditório climatizado com

Leia mais

POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA SIMONSEN

POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA SIMONSEN POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA SIMONSEN Padre Miguel, RJ 2012 1 POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA SIMONSEN A política de desenvolvimento de coleções

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE ENSINO SUPERIOR COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DE ENSINO DE ECONOMIA DOMÉSTICA

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE ENSINO SUPERIOR COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DE ENSINO DE ECONOMIA DOMÉSTICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE ENSINO SUPERIOR COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DE ENSINO DE ECONOMIA DOMÉSTICA ROTEIRO DE AVALIAÇÃO PARA AUTORIZAÇÃO

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância - Dresead Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE CURVELO - FACIC

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE CURVELO - FACIC POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE CURVELO - FACIC CURVELO 2010 SUMÁRIO 1 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES...3 1.1Objetivos...3. 1.2 Comissão

Leia mais

REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS MESTRADO PROFISSIONAL

REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS MESTRADO PROFISSIONAL Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Avaliação 22.scol@capes.gov.br REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS MESTRADO PROFISSIONAL IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

Biblioteca Henrique Schulz Biblioteca HEV Campus II Política de desenvolvimento de coleções

Biblioteca Henrique Schulz Biblioteca HEV Campus II Política de desenvolvimento de coleções Biblioteca Henrique Schulz Biblioteca HEV Campus II Política de desenvolvimento de coleções INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE INDAIATUBA - IESI INDAIATUBA/SP 2 SUMÁRIO 1 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES...

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

PDI 2014/2017. Sistema de Bibliotecas do IFRS - SiBIFRS

PDI 2014/2017. Sistema de Bibliotecas do IFRS - SiBIFRS PDI 2014/2017 Sistema de Bibliotecas do IFRS - SiBIFRS O Sistema de Bibliotecas do IFRS (SiBIFRS) está em fase de estruturação. Atualmente ele é composto Grupos de Trabalho (GTs) pelas doze Bibliotecas

Leia mais

BIBLIOTECA CENTRAL. Estrutura física

BIBLIOTECA CENTRAL. Estrutura física BIBLIOTECA CENTRAL A missão da Biblioteca Central Prof. Eurico Back - UNESC é promover com qualidade a recuperação de informações bibliográficas, com enfoque no desenvolvimento das atividades de ensino,

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior. ASSUNTO: Instrumentos de avaliação para credenciamento

Leia mais

A Avaliação na Universidade Federal do Pampa: para além da regulação

A Avaliação na Universidade Federal do Pampa: para além da regulação A Avaliação na Universidade Federal do Pampa: para além da regulação Profª. Drª. Amélia Rota Borges de Bastos Coordenadora de Avaliação Pró-Reitoria de Planejamento, Desenvolvimento e Avaliação Março de

Leia mais

BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FUMEC POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO

BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FUMEC POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FUMEC POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO Belo Horizonte 2009 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 3 2.1 Geral... 3 2.2 Específicos... 3 3 FORMAÇÃO DO ACERVO...

Leia mais

SIC 56/07. Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007.

SIC 56/07. Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007. SIC 56/07 Belo Horizonte, 8 de novembro de 2007. 1. DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO, PELO INEP, DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PARA O CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E SEUS PÓLOS DE APOIO

Leia mais

FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013

FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013 FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013 UMUARAMA, DEZEMBRO, 2012 RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO I DADOS DA INSTITUIÇÃO Nome/

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

Título I. Das Finalidades

Título I. Das Finalidades REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO Título I Das Finalidades Art. 1º - A biblioteca foi criada em 13 de maio de 1961. A missão é contribuir para a melhoria do ensino, da pesquisa e

Leia mais

PREPARANDO SUA BIBLIOTECA PARA AVALIAÇÃO DO MEC RESUMO

PREPARANDO SUA BIBLIOTECA PARA AVALIAÇÃO DO MEC RESUMO PREPARANDO SUA BIBLIOTECA PARA AVALIAÇÃO DO MEC Maria Elisa Americano do Sul Barcelos Maria Lúcia Barcelos Martins Gomes RESUMO Com a expansão do número de Instituições de Ensino Superior no Brasil, e

Leia mais

FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO

FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO A Biblioteca da FAPPES é uma Biblioteca especializada, mantida pela Sociedade

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Medicina

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Medicina MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

LOCALIZAÇÃO: PAVIMENTO TÉRREO IDENTIFICAÇÃO ÁREA (M 2 ) CAPACIDADE Auditório 367,23 406

LOCALIZAÇÃO: PAVIMENTO TÉRREO IDENTIFICAÇÃO ÁREA (M 2 ) CAPACIDADE Auditório 367,23 406 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA As salas de aula da FACULDADE BARRETOS estão aparelhadas para turmas de até 60 (sessenta) alunos, oferecendo todas as condições necessárias para possibilitar o melhor

Leia mais

CEAD BIBLIOTECA FACULDADES SÃO JOSÉ

CEAD BIBLIOTECA FACULDADES SÃO JOSÉ CEAD BIBLIOTECA FACULDADES SÃO JOSÉ Gerencia a informação e o conhecimento; Organiza, conserva e dissemina todo tipo de informação; Importante fonte de apoio bibliográfico e não bibliográfico para formação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior- Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Divisão de Biblioteca DIBIB, anexo a esta Resolução. São João del-rei, 16 de fevereiro de 2009.

Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Divisão de Biblioteca DIBIB, anexo a esta Resolução. São João del-rei, 16 de fevereiro de 2009. RESOLUÇÃO N o 003, de 16 de fevereiro de 2009. Aprova Regimento Interno da Divisão de Biblioteca DIBIB. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI UFSJ, no uso de

Leia mais

1. Biblioteca. 2. Infra-Estrutura. 2.1 Espaço físico

1. Biblioteca. 2. Infra-Estrutura. 2.1 Espaço físico Biblioteca UPIS 1 SUMÁRIO 1. Biblioteca... 3 2. Infra-Estrutura... 3 2.1 Espaço físico... 3 Campus I... 3 Instalações para estudos individuais... 3 Instalações para estudos em grupo... 3 3. Acervo Bibliográfico...

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UNILESTE SISTEMA DE BIBLIOTECAS

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UNILESTE SISTEMA DE BIBLIOTECAS CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UNILESTE SISTEMA DE BIBLIOTECAS APRESENTAÇÃO O Sistema de Bibliotecas do Unileste, em sua estrutura parcialmente centralizada aprovada pelo Conselho Interdepartamental,

Leia mais

4 Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo

4 Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Superior SESu Diretoria de Regulação e Supervisão da Educação Superior - Desup Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Indicadores e Padrões de Qualidade para Cursos de Graduação da área de CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

Indicadores e Padrões de Qualidade para Cursos de Graduação da área de CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DO ENSINO SUPERIOR COORDENAÇÃO DAS COMISSÕES DE ESPECIALISTAS DE ENSINO COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DE ENSINO DE CIÊNCIA DA INFORAMÇÃO-CEECInfo Indicadores e Padrões de Qualidade

Leia mais

A. Critérios para Avaliação e Aprovação de Cursos Novos de História

A. Critérios para Avaliação e Aprovação de Cursos Novos de História A. Critérios para Avaliação e Aprovação de Cursos Novos de História 1. Apoio institucional. Clara manifestação de apoio por parte da IES proponente, expressa tanto no provimento da infraestrutura necessária,

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

REGULAMENTO POLÍTICA DE FUNCIONAMENTO, ESTRUTURA E ACERVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DO SUDESTE GOIANO

REGULAMENTO POLÍTICA DE FUNCIONAMENTO, ESTRUTURA E ACERVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DO SUDESTE GOIANO REGULAMENTO POLÍTICA DE FUNCIONAMENTO, ESTRUTURA E ACERVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DO SUDESTE GOIANO 1. Apresentação Na Faculdade do Sudeste Goiano a biblioteca tem sido alvo de constante atenção, seu

Leia mais

Capítulo I. Da Finalidade

Capítulo I. Da Finalidade Dispõe sobre o Regulamento do Serviço de Circulação do Sistema de Bibliotecas (SiBi), da Universidade Federal do Paraná (UFPR) aprovado em Reunião de Chefias em 26 de fevereiro de 2015. Capítulo I Da Finalidade

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS 2009

AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS 2009 AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS 2009 Pontos fortes - Atendimento: 74% entre muito bom e ótimo - Lay-out: 80% entre muito bom e ótimo - Sinalização: 82 % entre muito boa e ótima - Número de funcionários: 84%

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA MARINGÁ 2012 1 APRESENTAÇÃO O Desenvolvimento de Coleções, qualquer que seja o tipo de biblioteca (pública,

Leia mais

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização 2.1 - GRADUAÇÃO 2.1.1. Descrição do Ensino de Graduação na UESC Cursos: 26 cursos regulares

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial

Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Programa 0049 DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Objetivo Ampliar e melhorar a oferta de atendimento aos portadores de necessidades educativas especiais. Público Alvo Alunos com necessidades educativas

Leia mais

UNICAMP SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS. Versão Preliminar

UNICAMP SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS. Versão Preliminar UNICAMP SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS Versão Preliminar MANUAL 2002 1 Manual editado pela Área de Planejamento da Biblioteca Central da Unicamp. UNIVERSIDADE ESTADUAL

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS DENOMINAÇÃO DO CARGO: AUXILIAR DE BIBLIOTECA NÍVEL DE CLASSIFICAÇÃO: C DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES TÍPICAS DO CARGO: Organizar, manter e disponibilizar os acervos bibliográficos para docentes, técnicos e alunos;

Leia mais

MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III

MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III SIC 38/10* Belo Horizonte, 3 de dezembro de 2010. MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III O MEC publicou a Portaria nº 1326, de 18/11/2010 (ver íntegra do texto abaixo). É preciso ser mágico

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E METAS Art. 1º. O Programa de Capacitação Institucional PCI tem por objetivo promover a melhoria da qualidade das funções

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2014-2018 PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2014-2018 PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES CAMPUS CONGONHAS DEZEMBRO - 2013 INFRA-ESTRUTURA Objetivo

Leia mais

DADOS TÉCNICOS DA BIBLIOTECA

DADOS TÉCNICOS DA BIBLIOTECA FAHESA - Faculdades de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína ITPAC Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Ltda BIBLIOTECA DADOS TÉCNICOS DA BIBLIOTECA Araguaína Março / 2014 1.

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior. ASSUNTO: Diretrizes para a elaboração, pelo INEP,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

N de cursos ofertados; % de vagas ocupadas/ formas de ingresso.

N de cursos ofertados; % de vagas ocupadas/ formas de ingresso. Anexo II Dimensões Elementos Indicadores quantitativos Indicadores qualitativos % de cursos com projeto pedagógico/ adequados ao Projeto Condições de implementação dos Projetos Projeto Pedagógico dos Institucional

Leia mais

Indicadores e Padrões de Qualidade para Cursos de Graduação em Fonoaudiologia (Revisado em 11-11-99)

Indicadores e Padrões de Qualidade para Cursos de Graduação em Fonoaudiologia (Revisado em 11-11-99) DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DO ENSINO SUPERIOR COORDENAÇÃO DAS COMISSÕES DE ESPECIALISTAS ENSINO Comissão de especialistas de Fonoaudiologia-CEEFONO Indicadores e Padrões de Qualidade para Cursos de Graduação

Leia mais

Censo da Educação Superior. Bibliotecas Universitárias

Censo da Educação Superior. Bibliotecas Universitárias Censo da Educação Superior Bibliotecas Universitárias Bibliotecas Universitárias e o Censo da Educação Superior Em 2013, ocorreu uma reunião técnica entre representantes do CBBU e técnicos do Inep para

Leia mais

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006.

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação Externa de Instituições de Educação Superior do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES O MINISTRO

Leia mais

2 Oferta de cursos técnicos e superiores por eixo tecnológico, por Campus. Taxa de ingresso nos cursos técnicos na forma de oferta, por Campus

2 Oferta de cursos técnicos e superiores por eixo tecnológico, por Campus. Taxa de ingresso nos cursos técnicos na forma de oferta, por Campus PERSPECTIVA OBJETIVO INDICADOR META RESULTADOS INSTITUCIONAIS 1 Nº de cursos técnicos e superiores, articulados com os arranjos produtivos locais por Campus; 2 Oferta de cursos técnicos e superiores por

Leia mais

ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL - ESPECIALISTA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/DESENVOLVIMENTO

ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL - ESPECIALISTA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/DESENVOLVIMENTO ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL - ESPECIALISTA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/DESENVOLVIMENTO Requisitos: graduação em qualquer curso da área de Tecnologia da Informação - Elaborar

Leia mais

REGULAMENTO GERAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA

REGULAMENTO GERAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA REGULAMENTO GERAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA APRESENTAÇÃO 1. CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO 2. A COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS 2.1. SUPERVISÃO GERAL DE ESTÁGIOS 2.2. COORDENADORES DE CURSO 2.3. PROFESSORES

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior e Profissional

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior e Profissional INTERESSADO: Centro de Estudos e Pesquisas em Eletrônica Profissional e Informática Ltda CEPEP EMENTA: Reconhece o Curso Técnico em Redes de Computadores Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação, ofertado

Leia mais

Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES)

Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES) Avaliação da Educação Superior - um olhar sobre o SINAES O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (SINAES) Legislação Constituição Federal 1988 LDB Lei nº 9.394 de 1996 SINAES Lei nº 10.861

Leia mais

Informativo Comissão Própria de Avaliação URI Erechim

Informativo Comissão Própria de Avaliação URI Erechim Informativo Comissão Própria de Avaliação URI Erechim 7ª edição março 2015 Avaliação Institucional: um ato de consolidação para as universidades! Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA ALINE CRISTINA DE FREITAS ANA CLÁUDIA ZANDAVALLE CAMILA RIBEIRO VALERIM FERNANDO DA COSTA PEREIRA

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior CONAES Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior

Leia mais

VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE OFERTA PARA FINS DE RECONHECIMENTO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA

VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE OFERTA PARA FINS DE RECONHECIMENTO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR - SESu COORDENAÇÃO DAS COMISSÕES DE ESPECIALISTAS DE ENSINO COMISSÃO DE ESPECIALISTAS EM ENSINO EM MEDICINA VETERINÁRIA VERIFICAÇÃO

Leia mais

ROTEIRO PARA SUPERVISÃO I INTRODUÇÃO

ROTEIRO PARA SUPERVISÃO I INTRODUÇÃO ROTEIRO PARA SUPERVISÃO I INTRODUÇÃO Este documento tem a finalidade de estabelecer um referencial para o exercício da função de supervisão dos Cursos das Instituições do Ensino Superior, do Sistema Estadual

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861

MANUAL DO USUÁRIO. Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861 MANUAL DO USUÁRIO Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861 Rio de Janeiro INPI/CEDIN 2014 BIBLIOTECA DO INPI Vinculada ao Centro de Disseminação da Informação Tecnológica (CEDIN),

Leia mais

BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO R E G I M E N T O

BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO R E G I M E N T O BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO R E G I M E N T O I N T E R N O Porto Alegre, 2013 TITULO I DA NATUREZA E SEUS FINS Art. 1 A Biblioteca Paulo Lacerda de Azevedo, criada em 1962, registrada sob o nº.

Leia mais

Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola.

Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola. DECRETO QUE REGULAMENTA A LEI 18.424/2015 Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

Comissão Própria de Avaliação - CPA

Comissão Própria de Avaliação - CPA AVALIAÇÃO DO CEFET-RJ PELOS DISCENTES -2010/2 A avaliação das Instituições de Educação Superior tem caráter formativo e visa o aperfeiçoamento dos agentes da comunidade acadêmica e da Instituição como

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001

DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001 DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001 Dispõe sobre a criação do Sistema Integrado de Bibliotecas SIBi e aprovação do seu regulamento. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, na conformidade do Processo nº PREX- 1785/2001,

Leia mais

PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica

PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica Pró-Reitoria de Ensino do IFG Gilda Guimarães Dulcinéia de Castro Santana Goiânia_ 2012/1 1- PARÂMETROS LEGAIS LEI Nº 11.892, DE 29 DE

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UERGS (SiBi)

SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UERGS (SiBi) SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UERGS (SiBi) ATRIBUIÇÕES ANALISTAS: BIBLIOTECÁRIOS - Catalogar e classificar documentos; - Orientar a normalização de trabalhos técnicos e/ou publicações editadas pela Universidade;

Leia mais

PORTARIA Nº 12, DE 03 DE ABRIL DE 2014.

PORTARIA Nº 12, DE 03 DE ABRIL DE 2014. PORTARIA Nº 12, DE 03 DE ABRIL DE 2014. A Diretora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Campus Uberlândia Centro, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria

Leia mais

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

Instrumento de Avaliação

Instrumento de Avaliação Monitoramento e Avaliação do Bolsa-Formação 2012 - Instrumento_de_Avaliação - # 42 Instrumento de Avaliação {{>toc}} I - Contextualização da Unidade Ofertante a. Nome da mantenedora; b. Base legal da mantenedora

Leia mais

Instrumento: Docentes

Instrumento: Docentes COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CAMPUS PRESIDENTE EPITÁCIO CURSO: TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Resultado da Autoavaliação Institucional Instrumento: Docentes Presidente Epitácio -

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015 AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015 METAS AÇÕES PRAZOS Expansão do número de vagas do curso de Engenharia de Produção. SITUAÇÃO MARÇO DE 2015 AVALIAÇÃO PROCEDIDA EM 12.03.2015 CPA E DIRETORIA

Leia mais

Avaliação Institucional 2005-2. Faculdade de Jussara. Pós-Graduação

Avaliação Institucional 2005-2. Faculdade de Jussara. Pós-Graduação Graduação ITEM: As carteiras das salas de aula são adequadas. 88,2% Graduação ITEM: As instalações do laboratório de informática são adequadas. Graduação ITEM: As instalações da biblioteca são adequadas.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA Cássia Regina Batista Clarissa Kellermann de Moraes Ivan Mário da Silveira Márcia Dietrich Santiago Proposta

Leia mais

1 Projeto Biblioteca Vitrine Perfil de Biblioteca Parceira Nome da Escola Nome da Biblioteca e CRB Endereço com CEP Cidade, UF (DDD) Telefone e E-mail Telefone E-mail Responsável pela biblioteca Horários

Leia mais

AVALIAÇÃO INEP: ACERVO BIBLIOGRAFIA BÁSICA, BIBLIOGRAFIA

AVALIAÇÃO INEP: ACERVO BIBLIOGRAFIA BÁSICA, BIBLIOGRAFIA AVALIAÇÃO INEP: ACERVO BIBLIOGRAFIA BÁSICA, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR E PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS Seção de Planejamento e Desenvolvimento de Coleções Márcia Silvestre Bibliotecária (CRB-7/2890) silvestre@ndc.uff.br

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

BIBLIOTECA JUSCELINO KUBITSCHEK

BIBLIOTECA JUSCELINO KUBITSCHEK PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DA BIBLIOTECA JUSCELINO KUBITSCHEK (INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR PLANALTO IESPLAN) Brasília Janeiro/2014 1 EQUIPE TÉCNICA Thayanne Farias das Virgens Ferreira Bibliotecária Diretora

Leia mais

Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil. Fernando Jose Spanhol, Dr

Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil. Fernando Jose Spanhol, Dr Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil Fernando Jose Spanhol, Dr www.egc.ufsc.br www.led.ufsc.br O Sistema UAB Denominação representativa genérica para a rede

Leia mais