SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA"

Transcrição

1 SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIT ITAPEVA,

2 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIT Objetivos Formação da coleção Seleção, aquisição e avaliação Políticas de seleção Políticas de aquisição Avaliação Critérios para aquisição Informatização do acervo Sistemas automatizados Sobre o sistema de controle de biblioteca WAE a) Objetivos b) Funções c) Entradas e saídas c.1) Entradas c.2) Saídas d) Módulos Acesso a Redes de Informação

3 1.9 Materiais e Equipamentos Serviços Inter-Relação com Instituições Congêneres

4 1. POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIT 1.1 Objetivos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes de planejamento para crescimento, atualização e manutenção do acervo (Livros e Periódicos) da FAIT. Nas últimas décadas as bibliotecas passaram por mudanças radicais na forma de selecionar, adquirir e armazenar seu acervo, decorrentes da explosão documental apresentada, em vários suportes, constituindo-se em marco na história da civilização moderna. Com base nos estudos realizados, bem como nos objetivos estratégicos traçados para a formação, crescimento, manutenção e preservação do acervo, constantes do Plano de Ação da Biblioteca, as políticas aqui estabelecidas tiveram por propósito: Contribuir para a adequada formação do acervo, em correspondência às demandas da comunidade acadêmica; Orientar o desenvolvimento das etapas de seleção e aquisição; Definir critérios para a aquisição; Definir critérios para avaliação da coleção. 1.2 Formação da coleção Para a formação da coleção, deverão ser observados: Os objetivos da Instituição; As indicações do corpo docente, com base nos conteúdos programáticos das disciplinas; Pesquisas em bases de dados de instituições congêneres; 4

5 Pesquisas em bases de dados e catálogos de editoras, considerando os lançamentos editoriais e as áreas de interesse da FAIT. 1.3 Seleção, aquisição e avaliação As políticas de formação e desenvolvimento da coleção são compostas por políticas de seleção, de aquisição e de avaliação, que direcionam o crescimento quantitativo e qualitativo da coleção de acordo com as necessidades detectadas junto aos alunos e professores, que funcionam como ponto central e determinante para a atualização e expansão do acervo. Na avaliação são considerados os seguintes critérios: Adequabilidade do material aos objetivos da Faculdade; Abrangência; Relevância dos assuntos cobertos pela Biblioteca Políticas de seleção As políticas de seleção compõem-se de critérios destinados a assegurar o crescimento do acervo da Biblioteca de maneira adequadamente aos interesses institucionais e as necessidades dos usuários, objetivando atualizá-lo e mantê-lo, guardando o necessário equilíbrio entre os assuntos representados. Os critérios a serem utilizados na seleção são os seguintes: Adequação do material aos objetivos acadêmicos da Instituição; Autoridade do autor; Atualização do material; Cobertura do assunto; Qualidade técnica da obra; 5

6 Idioma; Relevância/interesse; Custo Políticas de aquisição A aquisição está intimamente ligada à seleção, ou seja, à escolha dos documentos que a Biblioteca pretende adquirir. O processo de aquisição deve obedecer aos seguintes critérios: Disponibilidade de recursos; Definição da modalidade de aquisição; Organização das listas de aquisição; e Prioridades definidas na seleção Avaliação A avaliação da coleção visa identificar a relevância e pertinência da coleção para o usuário, em termos quantitativos e qualitativos, no que se refere: A adequação da coleção aos interesses do usuário; Ao uso dos itens da coleção; À orientação para o planejamento da aquisição; À justificativa para o a alocação de recursos financeiros destinados à Biblioteca. Para a identificação dos pontos acima referidos serão utilizados: A compilação das estatísticas de empréstimos e reservas; A opinião dos usuários; 6

7 A observação direta; A aplicação de indicadores de qualidade. 1.4 Critérios para aquisição A partir das políticas estabelecidas, a Biblioteca da FAIT adotará os seguintes critérios para o crescimento e atualização do acervo, em termos quantitativos e qualitativos: Quanto a novos títulos: aquisição de 5 (cinco) exemplares de cada um, levando-se em consideração, também, a quantidade de itens já existentes na área de concentração objeto da aquisição; Quanto a títulos já incorporados ao acervo: aquisição de 2 (dois) a 4 (quatro) exemplares de cada título, após coleta e avaliação de dados estatísticos, no que se refere à circulação da coleção (empréstimo domiciliar, consulta local, reserva) e uso do item a ser adquirido. 1.5 Informatização do acervo Com o advento das novas tecnologias, a sociedade passa por uma grande transformação, à medida que esta absorve todas as inovações de caráter técnico-científico. As bibliotecas, por excelência, estão inseridas neste contexto de mudanças e adaptações às novas tecnologias, por serem organizações disseminadoras da informação, devendo assim estar aliadas a esses modernos recursos, visando atender com eficiência e rapidez seus usuários. A Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva - FAIT, ao implantar seus cursos de graduação e consequentemente sua biblioteca, optou por uma unidade de informação 7

8 moderna, competente, adotando a automação dos seus serviços, através da implantação de um sistema informatizado. 1.6 Sistemas Automatizados A política de informatização adotada pela Faculdade, tanto no que se refere ao controle acadêmico como à biblioteca, nasceu juntamente com a criação e implantação da Instituição. Assim, visando informatizar e modernizar os serviços da biblioteca foi implantado, em 2001, o Sistema de Controle de Biblioteca WAE/WISE, com o objetivo de aperfeiçoar não somente os serviços internos da Biblioteca, mas também o atendimento aos usuários da nossa comunidade acadêmica. 1.7 Sobre o Sistema de Controle de Biblioteca WAE a) Objetivos O WAE/WISE é um Sistema que possibilita a equipe da Biblioteca controlar e auditar todo o material bibliográfico e não bibliográfico existente no acervo, bem como proporcionar a descentralização dos recursos informacionais, permitindo aos usuários habilitados acessar, identificar e localizar o material desejado, verificando inclusive a sua disponibilidade. É um sistema que trata a informação de modo abrangente, permitindo o gerenciamento de todo o acervo e gera a integração do usuário com a informação, através dos computadores instalados na Biblioteca. 8

9 b) Funções O WAE/WISE possui módulos, com funções distintas, integrados em termos de estrutura de dados, possibilitando: Cadastrar usuários recebe os dados que identificam os usuários, incorporandoos à base de dados dos usuários, para posterior recuperação; Cadastrar documentos processa tecnicamente o material, ou seja, codifica os documentos, transcreve os dados, incorporando-os à base de dados do acervo; Emprestar material recebe pedido de empréstimo, consulta disponibilidade no acervo, verifica datas de devolução do material já emprestado, solicita devoluções atrasadas, dá baixa nos empréstimos que foram devolvidos, efetiva e cadastra empréstimos; Reservar material cadastra as reservas, verifica datas de reservas, cancela reservas com desistência e verifica disponibilidade de material; Recuperar informações recupera todas as informações referentes ao acervo, aos usuários, aos empréstimos, às reservas e às estatísticas do Sistema; Atualizar o sistema mantém as bases de dados atualizadas, quanto aos dados dos usuários, do acervo e da circulação; Emitir relatórios emite diversos relatórios, como os de: autor, título, assunto, código, usuários, entre outros; c) Entradas e saídas O WAE/WISE possui como: 9

10 c.1) Entradas: O Sistema é atualizado através de telas, pelos responsáveis credenciados pela Biblioteca. A atualização é realizada através das operações inclusão, exclusão e alterações. c.2) Saídas: O Sistema oferece vários tipos de saída, a saber: Recuperação on-line de todas as telas; Consultas diversas em relação ao acervo, usuários e circulação; Emissão de listagens/relatórios; d) Módulos O WAE/WISE é composto de dois módulos, subdividindo-se em vários submódulos, gerando uma gama de opções para os bibliotecários e usuários, assim constituídos: a) Módulo de Manutenção Submódulos: a. Empréstimo; b. Devolução; c. Reserva; d. Usuário; e. Acervo; f. Relatórios; g. Cadastro de: i. Operadores; ii. Tipos de documentos; iii. Editora; iv. Idioma; v. Aquisição; 10

11 vi. Cursos; vii. Situação; viii. Parâmetro. b) Módulo de Pesquisa Submódulos: a. Autor; b. Título; c. Assunto. 1.8 Acesso a redes de informação No tocante ao acesso à redes de informação a Biblioteca dispõe, através da Internet, de acesso on-line a várias redes de informação, tais como: BIREME Acesso às bases MEDLINE e LILACS, com direito a cópia do material através do SCAD; BIBLIOTECA VIRTUAL DE SAÚDE Através do Prossiga, acessa várias bases na área da saúde, tais como: BIBLIOTECA COCHRANE; PAHO Acervo da biblioteca da OPAS; ADOLEC Saúde da adolescência; AdSaúde Administração de serviço de saúde; 1.9 Materiais e equipamentos A Biblioteca possui materiais e equipamentos de última geração, no sentido de garantir a operacionalização do Sistema de Automação da Biblioteca, bem como a utilização das Bases de Dados e conectar a Biblioteca à Internet com o objetivo de propiciar aos seus usuários a convivência com as novas tecnologias da informação, como uma instituição atualizada e moderna, que estimula a pensar, a criar, a criticar, a ousar e compreender os avanços científicos e tecnológicos. 11

12 1.10 Serviços A Biblioteca oferece os seguintes serviços: Consulta para o público em geral, com ênfase para a demanda da comunidade acadêmica; Empréstimo domiciliar; Empréstimo entre bibliotecas; Treinamento de usuário, utilizando todos os recursos da Biblioteca: o Bases locais, o Bibliotecas virtuais, o Bases de dados e o Uso de metodologias de recuperação de informação, etc.; Comutação bibliográfica através do COMUT/IBICT, com pesquisa na base do CCN Catálogo Coletivo Nacional e do exterior através da BIREME/SCAD, com pesquisa em bases nacionais e internacionais, como: MEDLINE, LILACS, PAHO, etc.; Levantamento bibliográfico; Exposições; DSI Disseminação Seletiva da Informação: o Circulação de periódicos; o Sumários correntes; Normalização de trabalhos técnicos científicos elaborados pelos docentes, técnicos e discentes da Faculdade Inter-relação com Instituições congêneres São mantidos convênios de colaboração técnica e de intercâmbio, com as seguintes instituições congêneres: 12

13 Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Garça - FAMED; Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Vale do São Lourenço - Eduvale; Faculdade de Ciências da Saúde de Garça - FASU; Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal de Garça FAEF; Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça FAEG Direção geral da FAIT 13

POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP

POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP 1. POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP 1.1. Objetivos Nas últimas décadas as bibliotecas passaram por mudanças

Leia mais

POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COLEÇÃO

POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COLEÇÃO FACULDADE ATENAS MARANHENSE - FAMA BIBLIOTECA GOVERNADOR RIBAMAR FIQUENE POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COLEÇÃO São Luís 2000 FACULDADE ATENAS MARANHENSE - FAMA BIBLIOTECA GOVERNADOR RIBAMAR

Leia mais

BIBLIOTECA DAS FACULDADES MANTIDAS PELA ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA ACEG

BIBLIOTECA DAS FACULDADES MANTIDAS PELA ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA ACEG BIBLIOTECA DAS FACULDADES MANTIDAS PELA ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA ACEG 1 SUMÁRIO 1. BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E GERENCIAIS DE GARÇA FAEG/ACEG...4 1.1. Concepção...

Leia mais

Plano de Utilização do Acervo e Acessos

Plano de Utilização do Acervo e Acessos FACULDADE DE RONDÔNIA INSTITUTO JOÃO NEÓRICO Plano de Utilização do Acervo e Acessos SUMÁRIO 1 OBJETIVO GERAL...2 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS...2 3. ABRANGÊNCIA...2 4. BIBLIOTECA...2 4.1 Espaço Físico...4

Leia mais

POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA PROFESSOR PINTO FERREIRA 1

POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA PROFESSOR PINTO FERREIRA 1 POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA PROFESSOR PINTO FERREIRA 1 25 de outubro de 2006. 1 Segundo Vergueiro (1989), a política de desenvolvimento de coleções é um instrumento

Leia mais

BIBLIOTECA DA FACULDADE MANTIDA PELA SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DO INTERIOR PAULISTA

BIBLIOTECA DA FACULDADE MANTIDA PELA SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DO INTERIOR PAULISTA BIBLIOTECA DA FACULDADE MANTIDA PELA SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DO INTERIOR PAULISTA 1 SUMÁRIO 1. BIBLIOTECA DA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DO INTERIOR PAULISTA FAIP... 4 1.1. Concepção... 4 1.2.

Leia mais

AQUISIÇÃO / INVENTÁRIO. Integração dos módulos de aquisição (sugestões/indicações de compra) com o módulo de tratamento da informação

AQUISIÇÃO / INVENTÁRIO. Integração dos módulos de aquisição (sugestões/indicações de compra) com o módulo de tratamento da informação AQUISIÇÃO / INVENTÁRIO / NÃO 1 Integração dos módulos de aquisição (sugestões/indicações de compra) com o módulo de tratamento da informação Registro de sugestões de compra de materiais bibliográficos

Leia mais

Mediadora: Marta Pião Florianópolis, SC junho 2015

Mediadora: Marta Pião Florianópolis, SC junho 2015 Mediadora: Marta Pião Florianópolis, SC junho 2015 ORGANOGRAMA DA EDUCAÇÃO PROCESSOS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR PARA QUE AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO TENHAM SEUS CURSOS APROVADOS E REGULAMENTADOS, É NECESSÁRIO

Leia mais

BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FUMEC POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO

BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FUMEC POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FUMEC POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DE DESENVOLVIMENTO DO ACERVO Belo Horizonte 2009 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 3 2.1 Geral... 3 2.2 Específicos... 3 3 FORMAÇÃO DO ACERVO...

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Divisão de Biblioteca DIBIB, anexo a esta Resolução. São João del-rei, 16 de fevereiro de 2009.

Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Divisão de Biblioteca DIBIB, anexo a esta Resolução. São João del-rei, 16 de fevereiro de 2009. RESOLUÇÃO N o 003, de 16 de fevereiro de 2009. Aprova Regimento Interno da Divisão de Biblioteca DIBIB. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI UFSJ, no uso de

Leia mais

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Objetivo: Apresentar o Modelo da BVS: conceitos, evolução, governabilidade, estágios e indicadores. Conteúdo desta aula

Leia mais

Biblioteca 9. BIBLIOTECA

Biblioteca 9. BIBLIOTECA BIBLIOTECA Biblioteca 9. BIBLIOTECA Desde seu início, em dezembro de 1999, o Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, composto pelas bibliotecas dos Campi de Vitória da Conquista,

Leia mais

BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014. São Paulo

BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014. São Paulo BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014 São Paulo 2015 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REALIZAÇÕES... 3 2.1 Acervo... 3 2.2 Plano de atualização e expansão do acervo... 3 2.3 Divulgação...

Leia mais

Título I. Das Finalidades

Título I. Das Finalidades REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO Título I Das Finalidades Art. 1º - A biblioteca foi criada em 13 de maio de 1961. A missão é contribuir para a melhoria do ensino, da pesquisa e

Leia mais

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo

Leia mais

DADOS TÉCNICOS DA BIBLIOTECA

DADOS TÉCNICOS DA BIBLIOTECA FAHESA - Faculdades de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína ITPAC Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Ltda BIBLIOTECA DADOS TÉCNICOS DA BIBLIOTECA Araguaína Março / 2014 1.

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE CURVELO - FACIC

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE CURVELO - FACIC POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE CURVELO - FACIC CURVELO 2010 SUMÁRIO 1 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES...3 1.1Objetivos...3. 1.2 Comissão

Leia mais

Biblioteca Ramiro da Silva Oliveira

Biblioteca Ramiro da Silva Oliveira Biblioteca Ramiro da Silva Oliveira Bibliotecária Juliana Ribeiro de Campos Solla CRB-8 201/2013 Provisório Horário de Atendimento de segunda a sexta-feira das 8:00 h às 12:00 h e das 17:00 h às 21:00

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861

MANUAL DO USUÁRIO. Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861 MANUAL DO USUÁRIO Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861 Rio de Janeiro INPI/CEDIN 2014 BIBLIOTECA DO INPI Vinculada ao Centro de Disseminação da Informação Tecnológica (CEDIN),

Leia mais

Biblioteca Henrique Schulz Biblioteca HEV Campus II Política de desenvolvimento de coleções

Biblioteca Henrique Schulz Biblioteca HEV Campus II Política de desenvolvimento de coleções Biblioteca Henrique Schulz Biblioteca HEV Campus II Política de desenvolvimento de coleções INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE INDAIATUBA - IESI INDAIATUBA/SP 2 SUMÁRIO 1 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES...

Leia mais

POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA SIMONSEN

POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA SIMONSEN POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA SIMONSEN Padre Miguel, RJ 2012 1 POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA SIMONSEN A política de desenvolvimento de coleções

Leia mais

Programas de Apoio a Normalização de Trabalhos Acadêmicos

Programas de Apoio a Normalização de Trabalhos Acadêmicos Programas de Apoio a Normalização de Trabalhos Acadêmicos As Bibliotecas da (Unidade Serraria e Antares) tem como intuito, auxiliar os usuários em suas necessidades de ensino, pesquisa e orientação voltados

Leia mais

www.unioeste.br/portaldainformacao

www.unioeste.br/portaldainformacao PORTAL DA INFORMAÇÃO DA UNIOESTE Página de acesso livre ao conhecimento. www.unioeste.br/portaldainformacao PORTAL DA INFORMAÇÃO DA UNIOESTE A P R E S E N T A Ç Ã O O Portal da Informação da Unioeste é

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS DENOMINAÇÃO DO CARGO: AUXILIAR DE BIBLIOTECA NÍVEL DE CLASSIFICAÇÃO: C DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES TÍPICAS DO CARGO: Organizar, manter e disponibilizar os acervos bibliográficos para docentes, técnicos e alunos;

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001

DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001 DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001 Dispõe sobre a criação do Sistema Integrado de Bibliotecas SIBi e aprovação do seu regulamento. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, na conformidade do Processo nº PREX- 1785/2001,

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VILA VELHA ESTRUTURA BIBLIOTECA FESVV

FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VILA VELHA ESTRUTURA BIBLIOTECA FESVV FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VILA VELHA ESTRUTURA BIBLIOTECA FESVV VILA VELHA 2010 1. BIBLIOTECAS DA FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ ESPÍRITO SANTO As Bibliotecas da Faculdade Estácio de Sá Espírito Santo, seguem

Leia mais

1. Biblioteca. 2. Infra-Estrutura. 2.1 Espaço físico

1. Biblioteca. 2. Infra-Estrutura. 2.1 Espaço físico Biblioteca UPIS 1 SUMÁRIO 1. Biblioteca... 3 2. Infra-Estrutura... 3 2.1 Espaço físico... 3 Campus I... 3 Instalações para estudos individuais... 3 Instalações para estudos em grupo... 3 3. Acervo Bibliográfico...

Leia mais

SCIELO, BIREME, PERIODICOS CAPES, PUBMED, MEDLINE, DOAJ,

SCIELO, BIREME, PERIODICOS CAPES, PUBMED, MEDLINE, DOAJ, Apresentação: BIBLIOTECA DAS FIO A Biblioteca/FIO é um setor das Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO) que possui no seu acervo obras de várias áreas do conhecimento, com a finalidade de dar suporte

Leia mais

_áääáçíéå~= `Éåíêç=ÇÉ=fåÑçêã~ ç=é=oéñéêæååá~

_áääáçíéå~= `Éåíêç=ÇÉ=fåÑçêã~ ç=é=oéñéêæååá~ _áääáçíéå~ `ÉåíêçÇÉfåÑçêã~ çéoéñéêæååá~ DIRETRIZES PARA A SELEÇÃO E AQUISIÇÃO DE LIVROS, MONOGRAFIAS E SIMILARES PARA A BIBLIOTECA DA FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA/ USP 1. INTRODUÇÃO O fluxo crescente de

Leia mais

BIBLIOTECA CENTRAL. Estrutura física

BIBLIOTECA CENTRAL. Estrutura física BIBLIOTECA CENTRAL A missão da Biblioteca Central Prof. Eurico Back - UNESC é promover com qualidade a recuperação de informações bibliográficas, com enfoque no desenvolvimento das atividades de ensino,

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA UNIFAMMA MARINGÁ 2012 1 APRESENTAÇÃO O Desenvolvimento de Coleções, qualquer que seja o tipo de biblioteca (pública,

Leia mais

CEAD BIBLIOTECA FACULDADES SÃO JOSÉ

CEAD BIBLIOTECA FACULDADES SÃO JOSÉ CEAD BIBLIOTECA FACULDADES SÃO JOSÉ Gerencia a informação e o conhecimento; Organiza, conserva e dissemina todo tipo de informação; Importante fonte de apoio bibliográfico e não bibliográfico para formação

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO ÁREA DE DOCUMENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO SETOR DE PROCESSAMENTO TÉCNICO DA BIBLIOTECA CÉSAR SALGADO PROJETO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO ÁREA DE DOCUMENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO SETOR DE PROCESSAMENTO TÉCNICO DA BIBLIOTECA CÉSAR SALGADO PROJETO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO ÁREA DE DOCUMENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO SETOR DE PROCESSAMENTO TÉCNICO DA BIBLIOTECA CÉSAR SALGADO PROJETO CRIAÇÃO DO SETOR DE PROCESSAMENTO TÉCNICO DA BIBLIOTECA CÉSAR

Leia mais

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL Rio de Janeiro 2002 Doenças Infecciosas e Parasitárias na BVS

Leia mais

Perguntas frequentes sobre a Biblioteca

Perguntas frequentes sobre a Biblioteca Perguntas frequentes sobre a Biblioteca Como funciona o Sistema de Bibliotecas da UFPI? O sistema de Bibliotecas SIBI/UFPI é formado por 01(uma) biblioteca comunitária e 09 (nove) bibliotecas setoriais:

Leia mais

FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO

FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO FAPPES FACULDADE PAULISTA DE PESQUISA E ENSINO SUPERIOR ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO A Biblioteca da FAPPES é uma Biblioteca especializada, mantida pela Sociedade

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU - UNIGUAÇU POLÍTICA DE DESENVILVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH A implantação

Leia mais

BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO R E G I M E N T O

BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO R E G I M E N T O BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO R E G I M E N T O I N T E R N O Porto Alegre, 2013 TITULO I DA NATUREZA E SEUS FINS Art. 1 A Biblioteca Paulo Lacerda de Azevedo, criada em 1962, registrada sob o nº.

Leia mais

Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP. Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira

Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP. Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira Centro de Documentação e Informação da FAPESP São Paulo 2015 Sumário Introdução... 2 Objetivos...

Leia mais

SISTEMA DE BIBLIOTECAS - SISBAM REGULAMENTO

SISTEMA DE BIBLIOTECAS - SISBAM REGULAMENTO 1 Art.1 CAPÍTULO I - NATUREZA E FINALIDADE O Sistema de Bibliotecas da Anhembi Morumbi - SISBAM, órgão vinculado à Pró-reitoria Acadêmica reportando-se à Diretoria de Planejamento e Suporte Acadêmico,

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

RELATÓRIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO RELATÓRIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 1 Objetivo 2 Organograma 3 Horário de Funcionamento 4 Acervo 4.1 Total do AcervoInformatização do Acervo 4.2 Informatização do Acervo 4.3 Atualização e Expansão do Acervo

Leia mais

Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF)

Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF) FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF) Introdução O Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de

Leia mais

HISTÓRICO. Horário de funcionamento. De 2ª feira a 6ª feira das 8:00 h às 22:00 h Sábados, das 8:00 h às 13:00 h. Espaço físico

HISTÓRICO. Horário de funcionamento. De 2ª feira a 6ª feira das 8:00 h às 22:00 h Sábados, das 8:00 h às 13:00 h. Espaço físico HISTÓRICO A Biblioteca central da Faculdade de Medicina de Petrópolis e Faculdade Arthur Sá Earp Neto foi criada em 17 de agosto de 1967, tendo sido o seu acervo inicial constituído de obras de referência

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA ALINE CRISTINA DE FREITAS ANA CLÁUDIA ZANDAVALLE CAMILA RIBEIRO VALERIM FERNANDO DA COSTA PEREIRA

Leia mais

Política de Desenvolvimento de Coleções da Biblioteca Comendador Primo Tedesco

Política de Desenvolvimento de Coleções da Biblioteca Comendador Primo Tedesco Universidade Alto Vale do Rio do Peixe UNIARP 82.798.828/0001-00 Rua Victor Baptista Adami, 800 - Centro - Cx. Postal 232 CEP 89500-000 - Caçador - SC Fone/Fax: (49)3561-6200/3561-6202 Política de Desenvolvimento

Leia mais

Apresentação. Como usar a Biblioteca

Apresentação. Como usar a Biblioteca Apresentação A Biblioteca FAAP, constituída pela Biblioteca Central e Salas de Leitura localizadas nas unidades de Ribeirão Preto, São José dos Campos e Centro de Excelência, tem por finalidade fornecer

Leia mais

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA REGULAMENTO DA BIBLIOTECA REGULAMENTO DA BIBLIOTECA CAPÍTULO I Das considerações preliminares Art. 1º - A Biblioteca e a Biblioteca Digital da instituição é o depositário de todo material bibliográfico

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 1.289, DE 11 DE JULHO DE 2012. RESOLVE:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 1.289, DE 11 DE JULHO DE 2012. RESOLVE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 1.289, DE 11 DE JULHO DE 2012. O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO, nomeado através da Portaria MEC nº 265, de 24.03.2009,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO. Política de Desenvolvimento de Coleções

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO. Política de Desenvolvimento de Coleções UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE BIBLIOTECA PAULO LACERDA DE AZEVEDO Política de Desenvolvimento de Coleções Porto Alegre 2013 2 1 APRESENTAÇÃO A Biblioteca Paulo Lacerda de Azevedo

Leia mais

SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UERGS (SiBi)

SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UERGS (SiBi) SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UERGS (SiBi) ATRIBUIÇÕES ANALISTAS: BIBLIOTECÁRIOS - Catalogar e classificar documentos; - Orientar a normalização de trabalhos técnicos e/ou publicações editadas pela Universidade;

Leia mais

PDI DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFPI

PDI DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFPI Ministério da Educação Universidade Federal do Piauí Biblioteca Comunitária Jornalista Carlos Castello Branco Campus Universitário Ministro Petrônio Portella, Bairro Ininga, Teresina, Piauí, Brasil; CEP

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS REGULAMENTO CAPÍTULO I - NATUREZA E FINALIDADE

SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS REGULAMENTO CAPÍTULO I - NATUREZA E FINALIDADE CAPÍTULO I - NATUREZA E FINALIDADE Art.1 O Sistema Integrado de Bibliotecas da Sociedade de Educação Tiradentes - SIB, tem por finalidade oferecer suporte informacional aos programas de ensino, pesquisa

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO Art. 1º As atividades de Pesquisa da Universidade de Santo Amaro UNISA buscam fomentar o conhecimento por meio da inovação técnica, científica, humana, social e artística,

Leia mais

BIBLIOTECA 1.1 INFORMAÇÕES GERAIS

BIBLIOTECA 1.1 INFORMAÇÕES GERAIS BIBLIOTECA 1.1 INFORMAÇÕES GERAIS A Biblioteca possui atenção especial dos dirigentes da UCSal, por constituirse em um instrumento de apoio valioso aos programas de ensino, pesquisa e extensão. O foco

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes ao tratamento e manutenção de acervos arquivísticos ou bibliográficos, sejam administrativos, técnicos ou especializados nas instalações

Leia mais

Núcleo de Coordenação de Bibliotecas - NCB. Relatório Biblioteca Penha Shopping

Núcleo de Coordenação de Bibliotecas - NCB. Relatório Biblioteca Penha Shopping Núcleo de Coordenação de Bibliotecas - NCB Relatório Biblioteca Penha Shopping 2015 SUMÁRIO 1 SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS - SIBi... 02 2 NÚCLEO DE COORDENAÇÃO DE BIBLIOTECAS - NCB... 02 3 UNIDADE

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES FACISA. Itamaraju, 2011.2

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES FACISA. Itamaraju, 2011.2 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES FACISA Itamaraju, 2011.2 Bibliotecário Emanuel Vieira Pinto CRB-5/1618 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES FACISA Itamaraju, 2011.2 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 5

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UNILESTE SISTEMA DE BIBLIOTECAS

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UNILESTE SISTEMA DE BIBLIOTECAS CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UNILESTE SISTEMA DE BIBLIOTECAS APRESENTAÇÃO O Sistema de Bibliotecas do Unileste, em sua estrutura parcialmente centralizada aprovada pelo Conselho Interdepartamental,

Leia mais

PORTARIA Nº 12, DE 03 DE ABRIL DE 2014.

PORTARIA Nº 12, DE 03 DE ABRIL DE 2014. PORTARIA Nº 12, DE 03 DE ABRIL DE 2014. A Diretora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Campus Uberlândia Centro, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA PAULO ERNESTO TOLLE

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA PAULO ERNESTO TOLLE POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA PAULO ERNESTO TOLLE 1 INTRODUÇÃO A Biblioteca Paulo Ernesto Tolle é mantida pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado FECAP, uma das mais antigas

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DO IFSP - CAMPUS SÃO CARLOS

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DO IFSP - CAMPUS SÃO CARLOS POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DA BIBLIOTECA DO IFSP - CAMPUS SÃO CARLOS São Carlos 2012 SUMÁRIO 1 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES... 3 1.1 OBJETIVOS... 3 2 FORMAÇÃO DO ACERVO... 3 2.1

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Fundação Educacional Dom André Arcoverde BIBLIOTECA

Fundação Educacional Dom André Arcoverde BIBLIOTECA Fundação Educacional Dom André Arcoverde BIBLIOTECA 2008 INTRODUÇÃO Este relatório compila informações relativas à Biblioteca Central, bem como suas extensões, Biblioteca da Faculdade de Medicina e Biblioteca

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL

REGULAMENTO INSTITUCIONAL UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. REGULAMENTO INSTITUCIONAL DA BIBLIOTECA KOSHITY NARAHASHI São Paulo 2010 SEÇÃO I DA COMPETENCIA Artigo 1º - À Biblioteca compete planejar, coordenar,

Leia mais

Sistema de Gestão pela Qualidade Total

Sistema de Gestão pela Qualidade Total Sistema de Gestão pela Qualidade Total Indicadores Márcia Elisa Garcia de Grandi megrandi@usp.br Rosa Maria Fischi rmfzani@usp.br 29/10/2012 Indicadores Segundo a Norma ISO 11620*, indicador de desempenho

Leia mais

Direitos Autorais nas Bibliotecas Virtuais

Direitos Autorais nas Bibliotecas Virtuais Direitos Autorais nas Bibliotecas Virtuais 1 Prof. Omer Pohlmann Filho Prof.. Marco Gonzalez Edicarsia Barbiero José Mauricio Maciel Karen Borges Profª ª Elisa Corrêa dos Santos Jiani Cardoso Convênio

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL DE BAGÉ

REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL DE BAGÉ REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL DE BAGÉ Art. 1 - O Arquivo Público Municipal de Bagé, criado pela lei nº 3.399/97, de julho/97 alterado e complementado pelas leis 3.817/2001 e 3.935/2002,

Leia mais

Módulo Biblioteca Uso dos Serviços da Biblioteca. Discente

Módulo Biblioteca Uso dos Serviços da Biblioteca. Discente Módulo Biblioteca Uso dos Serviços da Biblioteca Discente 1 2 IDENTIFICAÇÃO DO DOCUMENTO Este documento demonstra os procedimentos para uso dos serviços disponíveis no módulo Biblioteca dentro do SIGAA

Leia mais

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração Anexo II a que se refere o artigo 2º da Lei nº xxxxx, de xx de xxxx de 2014 Quadro de Analistas da Administração Pública Municipal Atribuições Específicas DENOMINAÇÃO DO CARGO: DEFINIÇÃO: ABRANGÊNCIA:

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

ANEXO I DO OBJETO/ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ANEXO I DO OBJETO/ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ANEXO I DO OBJETO/ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1 - Aquisição de Sistema de Gerenciamento de Bibliotecas, destinado ao Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal Fluminense (UFF), que compreenda funções

Leia mais

PDI 2014/2017. Sistema de Bibliotecas do IFRS - SiBIFRS

PDI 2014/2017. Sistema de Bibliotecas do IFRS - SiBIFRS PDI 2014/2017 Sistema de Bibliotecas do IFRS - SiBIFRS O Sistema de Bibliotecas do IFRS (SiBIFRS) está em fase de estruturação. Atualmente ele é composto Grupos de Trabalho (GTs) pelas doze Bibliotecas

Leia mais

Guia do usuário Rev.: 04 Data: 04/11/2015 GUIA DO USUÁRIO

Guia do usuário Rev.: 04 Data: 04/11/2015 GUIA DO USUÁRIO CADASTRO GUIA DO USUÁRIO Quem pode efetuar o cadastro na biblioteca? O acesso à Biblioteca é público, qualquer pessoa pode utilizar suas dependências e pesquisar no acervo. Entretanto, a abertura de cadastro

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E SOCIAL FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CAPACITAÇÃO

EIXO TECNOLÓGICO: DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E SOCIAL FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CAPACITAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E SOCIAL FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CAPACITAÇÃO Cursos destinados a pessoas com escolaridade variável, que objetivam desenvolver competências necessárias

Leia mais

REGULAMENTO. DO EXPEDIENTE E/OU DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BIBLIOTECA : Art 2º

REGULAMENTO. DO EXPEDIENTE E/OU DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BIBLIOTECA : Art 2º DO OBJETIVO : Art 1º As Bibliotecas UNIABEU têm o objetivo geral de contribuir com o processo de ensino e pesquisa desta IES, sendo esta responsável, particularmente, por administrar o acervo da Instituição;

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras providências. O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

Como navegar no mar de informações para atender as demandas de um escritório jurídico e seus clientes case Escritório Veirano

Como navegar no mar de informações para atender as demandas de um escritório jurídico e seus clientes case Escritório Veirano Como navegar no mar de informações para atender as demandas de um escritório jurídico e seus clientes case Escritório Veirano Cristina Lerina Patrícia Rocha Eusebia Diniz Simone Bispo edoc 2015 Rio de

Leia mais

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA Dr. RAIMUNDO MARINHO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA Dr. RAIMUNDO MARINHO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DO BAIXO SÃO FRANCISCO DR. RAIMUNDO MARINHO FACULDADE RAIMUNDO MARINHO REGULAMENTO DA BIBLIOTECA Dr. RAIMUNDO MARINHO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Seção I Da Biblioteca Art.

Leia mais

CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES

CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES SÉCULOS XV A XIX O CEDOPE tem como objetivo central constituir-se em centro de pesquisas relativas à história do universo

Leia mais

Contexto Planejamento Estrutura Política de funcionamento

Contexto Planejamento Estrutura Política de funcionamento Contexto Planejamento Estrutura Política de funcionamento Promoção do acesso universal Informação atualizada Facilidade de pesquisa Compartilhamento de informação Facilidade de manutenção da informação

Leia mais

Regulamento Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica Sênior do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá

Regulamento Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica Sênior do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá Regulamento Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica Sênior do I. CONSIDERAÇÕES GERAIS ART. 1º - Este regulamento tem por objetivo orientar a apresentação, tramitação, aprovação, execução,

Leia mais

Regulamento da Rede de Bibliotecas Ceuma

Regulamento da Rede de Bibliotecas Ceuma UNIVERSIDADE CEUMA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO REDE DE BIBLIOTECAS UNICEUMA BIBLIOTECA PRESIDENTE JOSÉ SARNEY Regulamento da Rede de Bibliotecas Ceuma 2014 Normatizar procedimentos padrão para a disponibilização

Leia mais

O SID e a Tecnologia

O SID e a Tecnologia O SID e a Tecnologia A evolução da automação na Biblioteca do INPE 1966-1969: o início 1966 : Criação da Biblioteca: modelo digital stricto sensu ( a dedo, ou seja, manual...) Modelo manual Cadastramento

Leia mais

PORTARIA 015/A/ 2010/DIRETORIA

PORTARIA 015/A/ 2010/DIRETORIA PORTARIA 015/A/ 2010/DIRETORIA Ref: Portaria normalizando a Apresentação Oral dos Trabalhos de Conclusão de Curso, e os procedimentos referentes à aprovação ou reprovação da disciplina TCC, dos cursos

Leia mais

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA REGULAMENTO DA BIBLIOTECA A Biblioteca da ESIC - Business & Marketing School tem por objetivo principal reunir informações necessárias ao aprimoramento profissional, educacional e pessoal, preparando-as

Leia mais

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas A Coordenação de Bibliotecas e a informatização do sistema: onde estamos e o que queremos 1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

Leia mais

POLÍTICA DE BIBLIOTECAS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE BIBLIOTECAS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE BIBLIOTECAS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 6 4 Princípios... 7 5 Diretrizes... 9 6 Responsabilidades...12 7 Disposições Gerais...15 2 1 Objetivo

Leia mais

Recepção de Calouros. Lavras-MG 2º semestre/2014

Recepção de Calouros. Lavras-MG 2º semestre/2014 Recepção de Calouros Lavras-MG 2º semestre/2014 Contatos: (35) 3829-1174/1181 HORÁRIOS DE ATENDIMENTO De segunda a sexta-feira 07h15 às 21h45. Aos sábados 07h15 às 12h45. Qualquer alteração no horário

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 31/13, de 21/08/13. CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este regulamento dispõe especificamente do Núcleo de Informática

Leia mais

Bibliotecas do Centro Universitário Metodista - IPA POLÍTICA DE AQUISIÇÃO

Bibliotecas do Centro Universitário Metodista - IPA POLÍTICA DE AQUISIÇÃO Bibliotecas do POLÍTICA DE AQUISIÇÃO PORTO ALEGRE 2013 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...4 1.1 OBJETIVOS...4 1.1.1 Objetivo geral...4 1.1.2 Objetivos específicos...4 2 FORMAÇÃO DO ACERVO...5 2.1 FONTES DE SELEÇÃO...6

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Informática e Telecomunicações

Universidade. Estácio de Sá. Informática e Telecomunicações Universidade Estácio de Sá Informática e Telecomunicações A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Dispõe sobre concessão de incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte.

Leia mais

Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS

Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS TERMOS DE REFERÊNCIA Versão 17/07/2012 No âmbito de um processo

Leia mais

Regulamento Interno da Biblioteca da Estácio FAL CAPÍTULO I DO OBJETIVO

Regulamento Interno da Biblioteca da Estácio FAL CAPÍTULO I DO OBJETIVO Regulamento Interno da Biblioteca da Estácio FAL CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1º - Este regulamento tem como objetivo definir normas para prestação e utilização dos serviços da Biblioteca da FAL - Faculdade

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015 CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS DO CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU PROF.

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais