Relatório Global da Sétima Avaliação Externa da Qualidade dos Testes de CD 4 / CD 8

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório Global da Sétima Avaliação Externa da Qualidade dos Testes de CD 4 / CD 8"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria Executiva Coordenação Nacional de DST e Aids Relatório Global da Sétima Avaliação Externa da Qualidade dos Testes de CD 4 / CD 8 Série C. Projetos, Programas e Relatórios Brasília DF 2003

2 2003. Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Circulação restrita destinada aos Laboratórios e Instituições participantes da Avaliação Externa da Qualidade dos Testes de CD4 / CD8 (AEQ7CD4) Série C. Projetos, Programas e Relatórios Tiragem: 100 exemplares Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria Executiva Coordenação Nacional de DST e Aids Av. W3 Norte, SEPN 511, bloco C CEP: , Brasília DF Home Page: Disque Saúde/Pergunte Aids: Impresso no Brasil / Printed in Brazil Ficha Catalográfi ca Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Coordenação Nacional de DST e Aids. Relatório Global da Sétima Avaliação Externa da Qualidade dos Testes de CD4 / CD8. Secretaria Executiva, Coordenação Nacional de DST e Aids. Brasília: Ministério da Saúde, p.: il. (Série C. Projetos, Programas e Relatórios) 1. CD4 / CD8. I. Brasil. Ministério da Saúde. II. Brasil. Secretaria Executiva. Coordenação Nacional de DST e Aids. III. Título. IV. Série. NLM QW H6 Catalogação na fonte Editora MS EDITORA MS Documentação e Informação SIA, Trecho 4, Lotes 540/610 CEP: , Brasília DF Tels.: (61) /2020 Fax: (61)

3 SUMÁRIO Introdução Objetivos Metodologia Resultados Conclusões

4

5 INTRODUÇÃO Dando continuidade ao Sistema da Garantia da Qualidade dos Testes Laboratoriais em DST e Aids da CN-DST/AIDS/MS, este relatório traz os resultados da Sétima Avaliação Externa de Qualidade (AEQ7-CD4), realizada no mês de outubro de Nesta Avaliação Externa da Qualidade, foram enviados quatro tubos contendo amostras de três indivíduos HIV negativos, visando a avaliar a qualidade dos resultados obtidos pelos laboratórios. OBJETIVOS Avaliar a reprodutibilidade dos resultados obtidos entre as duas amostras provenientes do mesmo doador. Avaliar o desempenho individual dos laboratórios mediante a precisão dos seus resultados, quando comparados à média geral obtida por todos laboratórios participantes. 5

6 METODOLOGIA Amostras de sangue de três doadores soronegativos distintos foram colhidas no Laboratório de Imunologia da Disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitórios da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (DIPA/EPM/UNIFESP), às 14 horas do dia 28/10/02, sendo as amostras 1 e 3 de doadores distintos e as amostras 2 e 4, de um mesmo doador (Tabela 1). Após homogeneização, as amostras foram divididas em alíquotas com volumes aproximados de 1,0 ml e armazenadas em criotubos, em número suficiente para compor 78 painéis com quatro criotubos cada. Os painéis foram então, acondicionados em caixas de isopor contendo gelo reciclável, para impedir aquecimento excessivo da amostra durante o transporte. Na manhã seguinte, os painéis foram enviados para todos laboratórios da rede. Posteriormente, os laboratórios enviaram seus resultados à Unidade de Diagnóstico, Assistência e Tratamento da CN-DST/AIDS/MS, onde foram analisados utilizando-se os programas Microsoft Excel, versão 97 (Microsoft Corporation, Seattle, WA, EUA) e Statistica. versão 4.1 (StaSoft, Inc., Tulsa, OK, EUA). Tabela 1. Origem das amostras colhidas e enviadas aos laboratórios. Rótulo do tubo Tubo 1 Tubo 2 Tubo 3 Tubo 4 Amostra- Doador 1, HIV- Doador 2, HIV- Doador 3, HIV- Doador 2, HIV- Foram analisadas a data de recebimento, data da execução dos testes e resultados obtidos das análises para contagem das subpopulações de linfócitos T, T /CD4+ e T /CD8+. Os resultados foram expressos em tabelas e gráfi cos demonstrativos sem identifi cação dos laboratórios participantes, de forma a garantir a confi dencialidade do processo. RESULTADOS Os 78 laboratórios que compõem a Rede de CD4 receberam o painel da AEQ7/CD4. A participação foi signifi cativa, com resultados obtidos de 66 6

7 (84,6%) laboratórios participantes. Com base nas informações disponíveis, 23 laboratórios receberam as amostras no mesmo dia do envio, 29/10/02, 40 no dia 30/10/02 e três no dia 31/10/02. Vinte e cinco laboratórios acusaram vazamento das amostras recebidas. No caso específi co, o problema foi encontrado nas amostras 1 e 4. Dois laboratórios não procederam com os testes ao detectar o problema. Os demais processaram o material. Dos 66 laboratórios, 16 realizaram os testes no dia 29/10/02; 39 realizaram no dia 30/10/02 e 11 realizaram no dia 31/10/02. As médias e desvios-padrão das amostras analisadas, bem como os resultados seguidos de exclusão após uma depuração e depurações à exaustão (calculados com todos os dados, com acréscimo e subtração de dois desvios-padrão 2DP), estão demonstradas na tabela 2. Resultados que se apresentaram fora do limite de 2DP para cada etapa de depuração dos dados, foram excluídos. Os valores individuais dos laboratórios encontram-se na Tabela 3. Laboratórios que apresentaram valores além de 2DP e, portanto, excludentes, estão com numeração em vermelho. Com numeração em verde, estão identifi cados os laboratórios que foram excluídos considerando o critério anterior (valores além e 2DP) e/ou o critério de reprodutibilidade (amostras dos tubos 1 e 4). Tabela 2. Resultados iniciais e resultados obtidos após uma depuração e depurações à exaustão. Valores expressos em células/µl. Amostra do tubo 1 Amostra do tubo 2 Amostra do tubo 3 Amostra do tubo 4 CD4+ CD8+ CD4+ Todos os resultados CD8+ CD4+ CD8+ CD4+ CD8+ Média M+2DP M-2DP N Após uma depuração Média M+2DP M-2DP N continuação 7

8 Após depurações à exaustão Média M+2DP M-2DP N M+2DP: média mais dois desvios-padrão; M-2DP: média menos dois desvios-padrão; n: número de resultados analisados para cada variável. Tabela 3. Resultados das análises individuais dos laboratórios participantes. Valores expressos em células/µl. Lab. Amostra do tubo 1 Amostra do tubo 2 Amostra do tubo 3 Amostra do tubo 4 CD3/ CD4 CD3/ CD8 CD3 CD3/ CD4 CD3/ CD8 CD3 CD3/ CD4 CD3/ CD8 CD3 CD3/ CD4 CD3/ CD8 CD Não respondeu à AEQ Não respondeu à AEQ por detectar vazamento das amostras continuação 8

9 23 Enviou somente resultados percentuais Não respondeu à AEQ Não respondeu à AEQ por detectar vazamento das amostras 40 Não respondeu à AEQ 41 Não respondeu à AEQ porque o aparelho estava em manutencão Não respondeu à AEQ Não respondeu à AEQ Não respondeu à AEQ Não respondeu à AEQ continuação 9

10 Não respondeu à AEQ

11 Figura 1A. Distanciamento dos diversos parâmetros em relação à média geral, para cada um dos laboratórios participantes, em células/µl. 11

12 Figura 1B. Distanciamento dos diversos parâmetros em relação à média geral, para cada um dos laboratórios participantes, em células/µl (continuação). 12

13 Figura 1C. Distanciamento dos diversos parâmetros em relação à média geral, para cada um dos laboratórios participantes, em células/µl (continuação). 13

14 Figura 1D. Distanciamento dos diversos parâmetros em relação à média geral, para cada um dos laboratórios participantes, em células/µl (continuação). 14

15 Após análise crítica dos dados, foram identifi cados 13 laboratórios (19,7%) cujos resultados estavam além de dois desvios-padrão da média geral, em pelo menos uma das mensurações (Tabela 4). Amostra Amostra 1 Amostra 2 Amostra 3 Amostra 4 Tabela 4. Laboratórios com resultados além de dois desvios-padrão da média geral Parâmetro analisado Laboratórios com resultados além de 2DP da média, após uma depuração T CD4+ 5 T CD8+ 5, 66 T 5, 8, 66 T CD4+ 5, 66 T CD8+ 5, 6, 47, 48 T 5, 6, 47, 55, 66 T CD4+ 5, 66 T CD8+ 5, 6, 30, 44, 52 T 5, 6, 30, 44,66 T CD4+ 5 T CD8+ 5, 6, 49, 58 T 3, 5, 6, 44, 49, 58, 66 Procuramos avaliar se o vazamento detectado por alguns laboratórios comprometeu as respectivas avaliações. Não foi detectada relação entre mau desempenho com o problema descrito. Com o intuito de avaliar o critério de reprodutibilidade dos resultados, para verificar a qualidade da análise de cada laboratório, foram enviadas amostras provenientes de um mesmo doador, denominadas amostras 2 e 4. Para avaliar esse critério, foram calculados os resíduos para cada marcador (CD3, CD4 e CD8), subtraindo-se o valor obtido com um marcador na amostra 2 pelo valor obtido com o mesmo marcador na amostra 4. A média dessas diferenças foram calculadas, bem como a variação de 2DP. A Tabela 5 mostra o resíduo de variação médio e a variação dentro de 2 DP, com representação dos resultados iniciais. Laboratórios que apresentaram resultados fora do limite de 2DP nesta etapa foram excluídos. Laboratórios excluídos por apresentarem resultados além de 2DP estão listados na Tabela 6. A seguir, foram realizadas depurações à exaustão e laboratórios que se apresentaram dentro do limite de 2DP obtiveram desempenho de excelência. São eles: 7, 10, 11, 14, 15, 16, 18, 25, 35, 42, 61, 63, 69, 73,

16 Tabela 5. Média do resíduo entre as amostras 2 e 4 obtidos dos laboratórios participantes do AEQ5-CD4, apresentando os resultados excludentes de acordo com o parâmetro de reprodutibilidade. Valores expressos em células/µl. CD4+ Amostra do tubo 2 versus 4 CD8+ Todos os resultados Média M+2DP M-2DP n Após uma depuração Média M+2DP M-2DP n Após depurações à exaustão Média M+2DP M-2DP n M+2DP: média mais dois desvios-padrão; M-2DP: média menos dois desvios-padrão; n: número de resultados analisados para cada variável. 16

17 Tabela 6. Laboratórios com resultados obtidos além de dois desviospadrão da média geral Laboratórios com resíduo Amostra Parâmetro analisado além de 2DP da média, após uma depuração T CD4+ 2, 44, 48, 49, 58 Amostra 2 versus 4 T CD8+ 2, 29, 48, 49, 58 T 2, 3, 48, 49, 58 Na Figura 2, estão representados gráficos que demonstram a reprodutibilidade dos resultados obtidos de ambas amostras, tanto pela variação dos desvios-padrão, como no teste de correlação dos resultados. Nesses gráficos, somente estão representados os valores dos laboratórios que se mantiveram após uma depuração de resultados. Figura 2. Comparação dos resultados das amostras dos tubos 2 e tubo 4, provenientes do mesmo doador. (A) Médias e desvios-padrão dos resultados obtidos com as amostras 2 e 4 das três subpopulações de linfócitos. (B) Correlação entre os dados obtidos pelos laboratórios, para as variáveis CD4+, CD8+,. Dados expressos em células/µl. A Amostra 2 Amostra Células por µ L CD4+ CD8+ 17

18 B y = 0,9494x + 12,182 R 2 = 0, Amostra Amostra 2 CONCLUSÕES 1. Dos 66 laboratórios participantes, 51 (77,3%) apresentaram resultados dentro de dois desvios-padrão da média, em todos os parâmetros analisados, considerados aprovados. Esses resultados foram considerados satisfatórios por este Comitê Assessor. Esse percentual é semelhante ao obtido no AEQ5-CD4, de 77,1%. 2. Todos os resultados obtidos pelos laboratórios foram submetidos a depurações à exaustão, tanto no que se refere ao distanciamento da média, como ao resíduo da reprodutibilidade das amostras 2 e 4. Após o resultado final, os laboratórios que se mantiveram dentro de dois desvios-padrão, obtiveram desempenho considerado de excelência. Dos 66 laboratórios participantes, 15 (22,7%) apresentaram resultados considerados de excelência, pois mantiveramse dentro de dois desvios-padrão até a depuração dos dados à exaustão. Esse 18

19 resultado é semelhante ao obtido na AEQ5-CD4, que contou com 21,4% de aprovação com excelência. 3. Ocorreu uma falha na vedação de alguns tubos (amostras 1 e 4). Tal problema foi provavelmente ocasionado no Laboratório de Imunologia da Disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Universidade Federal de São Paulo, na preparação do material para envio. Este Comitê está estudando medidas para prevenir nova ocorrência do problema. A CN-DST/AIDS agradece a participação de todos, fato este que revela o compromisso e preocupação dos laboratórios em prestar serviços com a qualidade exigida pelo Sistema Único de Saúde. Agradecimentos especiais para as técnicas do Laboratório de Imunologia da Disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Universidade Federal de São Paulo: Helena Tomiyama, Milena K. C. Brunialti, Marta A. Viana, Maria Aparecida da Luz e a pós-graduanda Maria Teresa Maidana, pelo trabalho desenvolvido na preparação deste AEQ. Esper Georges Kallás Escola Paulista de Medicina UNIFESP Lilian do Amaral Inocêncio UDAT CN-DST e Aids Maria Cândida de Souza Dantas UDAT CN- DST e Aids Josué Nazareno de Lima UDAT CN-DST e Aids Paulo Roberto Teixeira Coordenador CN-DST e Aids 19

20 EDITORA MS Coordenação-Geral de Documentação e Informação/SAA/SE MINISTÉRIO DA SAÚDE (Normalização, revisão, editoração e impressão) SIA, Trecho 4, Lotes 540/610 CEP: Telefones: (61) Fax: (61) Brasília DF, maio de 2003 OS 0306/2003

Orientações para pesquisas na área de Ciências da Saúde

Orientações para pesquisas na área de Ciências da Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Assuntos Administrativos Orientações para pesquisas na área de Ciências da Saúde Série A. Normas e Manuais Técnicos Brasília DF 2007 2007 Ministério

Leia mais

Manual de Diagnóstico Laboratorial da Malária

Manual de Diagnóstico Laboratorial da Malária Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica e Diretoria Técnica de Gestão Manual de Diagnóstico Laboratorial da Malária Série A. Normas e Manuais Técnicos

Leia mais

IMUNIZAÇÃO DE PESSOAS

IMUNIZAÇÃO DE PESSOAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Políticas de Saúde Coordenação Nacional de DST e Aids Recomendações para IMUNIZAÇÃO DE PESSOAS INFECTADAS PELO HIV Série A. Normas e Manuais Técnicos; n. 137 Brasília-DF

Leia mais

RELATÓRIO GLOBAL Avaliação Externa da Qualidade Testes de Genotipagem do HCV AEQ01 - GENO-HCV

RELATÓRIO GLOBAL Avaliação Externa da Qualidade Testes de Genotipagem do HCV AEQ01 - GENO-HCV RELATÓRIO GLOBAL Avaliação Externa da Qualidade Testes de Genotipagem do HCV AEQ01 - GENO-HCV Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais RELATÓRIO

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conversando sobre Auditoria do SUS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conversando sobre Auditoria do SUS MINISTÉRIO DA SAÚDE Conversando sobre Auditoria do SUS Brasília - DF 2011 MINISTÉRIO DA SAÚDE CONVERSANDO SOBRE AUDITORIA DO SUS SÉRIE F. COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO EM SAÚDE BRASÍLIA - DF 2011 2011 Ministério

Leia mais

Qualilab. Hepatite Viral C. Manual de utilização do sistema Qualilab. Versão: 2013

Qualilab. Hepatite Viral C. Manual de utilização do sistema Qualilab. Versão: 2013 Qualilab - Hepatite Viral C 1 Qualilab Hepatite Viral C Manual de utilização do sistema Qualilab Versão: 2013 Qualilab - Hepatite Viral C 2 Qualilab - Hepatite Viral C 3 Índice Apresentação. 5 Como entrar

Leia mais

CARTILHADAPNH MINISTÉRIO DA SAÚDE. EQUIPE de REFERÊNCIA APOIO MATRICIAL. Brasília - DF 2004

CARTILHADAPNH MINISTÉRIO DA SAÚDE. EQUIPE de REFERÊNCIA APOIO MATRICIAL. Brasília - DF 2004 CARTILHADAPNH MINISTÉRIO DA SAÚDE EQUIPE de REFERÊNCIA e APOIO MATRICIAL Brasília - DF 2004 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização HumanizaSUS EQUIPE

Leia mais

Plano Operacional. para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis. Brasil

Plano Operacional. para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis. Brasil Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Secretaria de Assistência à Saúde Plano Operacional para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis Brasil 2007 2007 Ministério da Saúde É

Leia mais

RELATÓRIO GLOBAL Avaliação Externa da Qualidade Testes de Carga Viral do HIV AEQ16 - CV-HIV

RELATÓRIO GLOBAL Avaliação Externa da Qualidade Testes de Carga Viral do HIV AEQ16 - CV-HIV RELATÓRIO GLOBAL Avaliação Externa da Qualidade Testes de Carga Viral do HIV AEQ16 - CV-HIV Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais RELATÓRIO

Leia mais

ENSAIO PROFICIÊNCIA: UMA FERRAMENTA PARA CONTROLE DA QUALIDADE ALINE MAGALHÃES DE MATOS

ENSAIO PROFICIÊNCIA: UMA FERRAMENTA PARA CONTROLE DA QUALIDADE ALINE MAGALHÃES DE MATOS ENSAIO PROFICIÊNCIA: UMA FERRAMENTA PARA CONTROLE DA QUALIDADE ALINE MAGALHÃES DE MATOS AEQ-FUNED 1. INTRODUÇÃO Ensaio de proficiência avalia o desempenho de um laboratório, comparando-o com os de mesma

Leia mais

Ministério da Saúde. Série F. Comunicação e Educação em Saúde; n. 24

Ministério da Saúde. Série F. Comunicação e Educação em Saúde; n. 24 Ministério da Saúde Série F. Comunicação e Educação em Saúde; n. 24 Brasília - DF 2002 2002. Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Tiragem:

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Assuntos Administrativos. Agenda da Criança

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Assuntos Administrativos. Agenda da Criança MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Assuntos Administrativos Agenda da Criança Brasília DF 2009 MISSÃO DO SAMIP O Serviço de Assistência Materno Infantil e Puericultura, pertence

Leia mais

Sistema de Informação da Atenção Básica SIAB Indicadores 2001

Sistema de Informação da Atenção Básica SIAB Indicadores 2001 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Sistema de Informação da Atenção Básica SIAB Indicadores 2001 4. a edição atualizada Série G. Estatística e Informação em

Leia mais

Mudanças climáticas e ambientais e seus efeitos na saúde: cenários e incertezas para o Brasil

Mudanças climáticas e ambientais e seus efeitos na saúde: cenários e incertezas para o Brasil Organização Pan-Americana da Saúde Série Saúde Ambiental 1 Mudanças climáticas e ambientais e seus efeitos na saúde: cenários e incertezas para o Brasil Organização Pan-Americana da Saúde Organização

Leia mais

Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910

Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910 Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910 Versão 1- Atualizado em 18/Nov/2011 1. O que é o Protocolo HVTN 910? O Protocolo HVTN 910 é um estudo clínico que avaliará por quanto tempo vacinas experimentais

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO

GRUPO DE TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização GRUPO DE TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO 2.ª edição Série B. Textos Básicos de Saúde Brasília DF 2006 2004 Ministério

Leia mais

SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS

SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS Orivaldo Rodrigues de Oliveira 1 ; Francisca Elda Ferreira Dias 2 ; Andréa Azevedo Pires de Castro 3. 1 Aluno do

Leia mais

Frutas em Calda, Geléias e Doces

Frutas em Calda, Geléias e Doces Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Agroindústria de Alimentos Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Iniciando um

Leia mais

A nova Practum. Start Weighing Right.

A nova Practum. Start Weighing Right. A nova Practum. Start Weighing Right. A nova Practum. Start Weighing Right. 3 Obtenha o máximo benefício ao seu dinheiro sem comprometer a precisão e a fiabilidade. Confie em leituras estáveis e em uma

Leia mais

Materiais e Métodos. 3. MATERIAL E MÉTODOS 3.1. Casuística

Materiais e Métodos. 3. MATERIAL E MÉTODOS 3.1. Casuística 3. MATERIAL E MÉTODOS 3.1. Casuística Foram selecionadas dos arquivos da Seção de Anatomia Patológica do Instituto Lauro de Souza Lima, pertencente à Coordenadoria dos Institutos de Pesquisa da Secretaria

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: Farmácia Disciplina: Imunologia Clínica Código da Disciplina 06117082 Professor(es): Yoshimi Imoto Yamamoto Etapa 7ªA Carga horária:

Leia mais

INFORMAÇÕES REGIONAIS DE SAÚDE ERS DE SINOP MT, 2010

INFORMAÇÕES REGIONAIS DE SAÚDE ERS DE SINOP MT, 2010 Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso Secretaria Adjunta de Gestão Estratégica Superintendência de Políticas de Saúde INFORMAÇÕES REGIONAIS DE SAÚDE ERS DE SINOP MT, 2010 Coordenadoria de Gestão

Leia mais

ABNT NBR 10525 NORMA BRASILEIRA. Informação e documentação Número Padrão Internacional para Publicação Seriada ISSN

ABNT NBR 10525 NORMA BRASILEIRA. Informação e documentação Número Padrão Internacional para Publicação Seriada ISSN NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 10525 Segunda edição 30.03.2005 Válida a partir de 29.04.2005 Informação e documentação Número Padrão Internacional para Publicação Seriada ISSN Information and documentation

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

PDS DIADEMA PLANO DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL DO PLÁSTICO E DA BORRACHA TERMO DE REFERÊNCIA

PDS DIADEMA PLANO DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL DO PLÁSTICO E DA BORRACHA TERMO DE REFERÊNCIA PDS DIADEMA PLANO DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL DO PLÁSTICO E DA BORRACHA TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS EM CONSULTORIA E ELABORAÇÃO DE METODOLOGIA PARA REALIZAÇÃO DE DIAGNÓSTICOS DE INOVAÇÃO E GESTÃO Contatos

Leia mais

Coordenadora do laboratório, Assistente-técnico e Bioquímicos dos setores de Imunologia.

Coordenadora do laboratório, Assistente-técnico e Bioquímicos dos setores de Imunologia. POP L56 Página 1 de 6 1. Objetivo: Estabelecer procedimentos para realização de testes em paralelo para troca de lote de reagentes para HIV ARCHITECT, HIV ORAQUICK, HIV DUO ELFA, CD4/CD8, CT/NG e RNA-HIV

Leia mais

Sociedade Viva: Violência e Saúde Programação de Eventos

Sociedade Viva: Violência e Saúde Programação de Eventos MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Assuntos Administrativos Sociedade Viva: Violência e Saúde Programação de Eventos Série D. Reuniões e Conferências Brasília DF 2008 2008 Ministério

Leia mais

AVALIAÇÃO DO X CURSO AVANÇADO DE PATOGÊNESE DO HIV

AVALIAÇÃO DO X CURSO AVANÇADO DE PATOGÊNESE DO HIV AVALIAÇÃO DO X CURSO AVANÇADO DE PATOGÊNESE DO HIV Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Programa de Pós- Graduação em Alergia e Imunopatologia Disciplina de Alergia e Imunopatologia O Curso

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária Brasília / DF 2010 2010 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Todos os direitos reservados. Permitida

Leia mais

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Letícia Legay Vermelho*, Luíza de Paiva Silva* e Antonio José Leal Costa** Introdução A transmissão vertical, também denominada materno-infantil,

Leia mais

BOAS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM NA INSTALAÇÃO DA TRANSFUSÃO

BOAS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM NA INSTALAÇÃO DA TRANSFUSÃO BOAS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM NA INSTALAÇÃO DA TRANSFUSÃO Jaciane Vargas de Freitas Silva Enfermeira RT Serviço de Enfermagem do Ambulatório do HBH Fundação Hemominas BOA PRÁTICA TRANSFUSIONAL Aplicação

Leia mais

XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA

XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA XII Encontro Nacional da Rede Sentinela 08 a 10 de dezembro de 2010 Brasília DF HEMOVIGILÂNCIA Maria de Fátima Alves Fernandes Unidade de Bio e Hemovigilância UBHEM/NUVIG/ANVISA Premissas A transfusão

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:

NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: Acondicionamento BLH-IFF/NT- 31.04 - Embalagem para o Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT- 32.04- Acondicionamento do Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT-

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES PARA AQUISIÇÕES DE BENS E SERVIÇOS

ESPECIFICAÇÕES PARA AQUISIÇÕES DE BENS E SERVIÇOS ESPECIFICAÇÕES PARA AQUISIÇÕES DE BENS E SERVIÇOS 1. OBJETO Contratação de serviços para impressão e distribuição dos materiais gráficos (folder, cartaz e cartões postais) da campanha VIAGEM LEGAL TEM

Leia mais

CONTROLE SOCIAL NA VENDA DIRETA AO CONSUMIDOR DE PRODUTOS ORGÂNICOS SEM CERTIFICAÇÃO. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

CONTROLE SOCIAL NA VENDA DIRETA AO CONSUMIDOR DE PRODUTOS ORGÂNICOS SEM CERTIFICAÇÃO. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MA-0011-08_180x180_controle_social.indd 28-29 28 CAPA 01 02.02.09 09:50:10 Data: 02/02/2009 PIT: MA-0011/08 Formato (F): 360x180 Formato (A): 180x180mm

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR III ENCONTRO DE ENFERMAGEM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DO HEMOCE HEMOVIGILÂNCIA RETROVIGILÂNCIA : IDENTIFICANDO UMA SOROCONVERSÃO Enfª

Leia mais

SOP.BIO.001 PROCESSAMENTO DE SANGUE TOTAL PROCESSAMENTO DE SANGUE TOTAL

SOP.BIO.001 PROCESSAMENTO DE SANGUE TOTAL PROCESSAMENTO DE SANGUE TOTAL PROCESSAMENTO DE SANGUE PROCESSAMENTO DE SANGUE Responsável(is): -Joana Batuca ELABORADO: -Joana Batuca APROVADO: Sérgio Dias 16-05-2014 Pag. 1/5 PROCESSAMENTO DE SANGUE ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. INFORMAÇÃO

Leia mais

Treinamento Outlook Express

Treinamento Outlook Express Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Informática do SUS Treinamento Outlook Express Série A. Normas e Manuais Técnicos Brasília DF 2003 1 2003. Ministério da Saúde. É permitida a reprodução

Leia mais

MÓDULO II- Referenciado

MÓDULO II- Referenciado MÓDULO - Referenciado CAPTAÇÃO, RECEPÇÃO/REGSTRO, TRAGEM CLÍNCA E COLETA 1. Captação de Doadores 1.1. Recursos Humanos Nível Sim Não 1.1.1. Pessoal qualificado/capacitado. (RDC 34/, Art. 19) 1.1.2. Supervisão

Leia mais

INCLUSÃO DIGITAL. módulo máquina aberta. Série F. Comunicação e Educação em Saúde

INCLUSÃO DIGITAL. módulo máquina aberta. Série F. Comunicação e Educação em Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Assuntos Administrativos INCLUSÃO DIGITAL módulo máquina aberta Série F. Comunicação e Educação em Saúde Brasília DF 2006 2006 Ministério da Saúde.

Leia mais

NBR 14611 Desenho técnico - Representação simplificada em estruturas metálicas

NBR 14611 Desenho técnico - Representação simplificada em estruturas metálicas OUT 2000 NBR 14611 Desenho técnico - Representação simplificada em estruturas metálicas ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP 20003-900

Leia mais

Acompanhamento Familiar Programa Bolsa Família

Acompanhamento Familiar Programa Bolsa Família Acompanhamento Familiar Programa Bolsa Família 3 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Acompanhamento Familiar Programa Bolsa Família Brasília, 2009 2009 Ministério do Desenvolvimento

Leia mais

HEMOTERAPIA BRASILEIRA

HEMOTERAPIA BRASILEIRA FAZENDO HISTÓRIA NA HEMOTERAPIA BRASILEIRA COLSAN - ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE COLETA DE SANGUE fazendo história na hemoterapia brasileira A Colsan Associação Beneficente de Coleta de Sangue é uma entidade

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização AFSoft AFSoft A Soft Soft AFSoft Manual de Utilização AFSoft AFSoft AFSoft AFSoft AFSoft AFSoft Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Instrumentação Agropecuária Ministério da Agricultura,

Leia mais

Procedimentos Técnicos NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR

Procedimentos Técnicos NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Versão: 1 Pg: 1/6 NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Ivo Fernandes Sobreiro Gerente da Qualidade 01/09/2009 DE ACORDO Renato de Lacerda Diretor Técnico 05/09/2009 APROVADO POR Jose Carlos Santos

Leia mais

a pessoa com deficiência e o sistema único de saúde

a pessoa com deficiência e o sistema único de saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas a pessoa com deficiência e o sistema único de saúde Série F. Comunicação e Educação em Saúde 2.ª edição

Leia mais

ÍNDICE - 12/06/2005 O Estado de S.Paulo... 2 O Estado de S.Paulo... 2 Vida&...2 Revista IstoÉ...4 MEDICINA & BEM-ESTAR/Epidemia...

ÍNDICE - 12/06/2005 O Estado de S.Paulo... 2 O Estado de S.Paulo... 2 Vida&...2 Revista IstoÉ...4 MEDICINA & BEM-ESTAR/Epidemia... ÍNDICE - 12/06/2005 O Estado de S.Paulo...2 O Estado de S.Paulo...2 Vida&...2 Rede de bancos poderá facilitar transplantes...2 Revista IstoÉ...4 MEDICINA & BEM-ESTAR/Epidemia...4 Nem tão exemplar...4 O

Leia mais

ANTI D IgM +IgG Monoclonal (Humano)

ANTI D IgM +IgG Monoclonal (Humano) ANTI D IgM +IgG Monoclonal (Humano) PROTHEMO Produtos Hemoterápicos Ltda. Reagente para classificação do fator Rh PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO Somente para Uso Diagnóstico IN VITRO Conservar entre: 2-8

Leia mais

Livro de Registro de Pacientes e Acompanhamento do Tratamento da Infecção Latente da Tuberculose

Livro de Registro de Pacientes e Acompanhamento do Tratamento da Infecção Latente da Tuberculose Ministério da Saúde DISTRIBUIÇÃO VENDA PROIBIDA GRATUITA Livro de Registro de Pacientes e do Tratamento da Infecção Latente da Tuberculose Programa Nacional de Controle da Tuberculose Brasília/DF 2014

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015

BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015 BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015 AIDS O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde estima que aproximadamente 734 mil pessoas vivam com HIV/aids no país, o que corresponde

Leia mais

Padrão de respostas às questões discursivas

Padrão de respostas às questões discursivas Padrão de respostas às questões discursivas A seguir encontram-se as questões das provas discursivas da 2ª ETAPA do Vestibular UFF 2011, acompanhadas das respostas esperadas pelas bancas. GABARITO BIOLOGIA

Leia mais

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2013 Março Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

Bastian Ignacio Olivares Flores ANÁLISE DE SOBREVIDA DE PACIENTES COM CÂNCER DO APARELHO DIGESTIVO

Bastian Ignacio Olivares Flores ANÁLISE DE SOBREVIDA DE PACIENTES COM CÂNCER DO APARELHO DIGESTIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA CURSO DE ESTATÍSTICA Bastian Ignacio Olivares Flores ANÁLISE DE SOBREVIDA DE PACIENTES COM CÂNCER

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128

RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128 123 RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128 RESUMOS DE PROJETOS 124 A GENÉTICA E NEUROFISIOLOGIA DO AUTISMO... 125 PAPEL DO POLIMORFISMO IL17A (RS7747909) NA TUBERCULOSE.... 126 PAPEL

Leia mais

Edital de Licitação Pública Internacional (SDP) Nº 19729/2012. (Contratação de Empresa para Diagramação, Tradução e Revisão) ATA DA AUDIÊNCIA PRÉVIA

Edital de Licitação Pública Internacional (SDP) Nº 19729/2012. (Contratação de Empresa para Diagramação, Tradução e Revisão) ATA DA AUDIÊNCIA PRÉVIA Edital de Licitação Pública Internacional (SDP) Nº 19729/2012 (Contratação de Empresa para Diagramação, Tradução e Revisão) ATA DA AUDIÊNCIA PRÉVIA Às quinze horas e vinte minutos, do dia 21 de janeiro

Leia mais

Experiência: Sistema de Educação à Distância Cursos de Treinamento Para Profissionais de Laboratório - TELELAB

Experiência: Sistema de Educação à Distância Cursos de Treinamento Para Profissionais de Laboratório - TELELAB Experiência: Sistema de Educação à Distância Cursos de Treinamento Para Profissionais de Laboratório - TELELAB Ministério da Saúde - MS Secretaria de Políticas de Saúde - SPS Coordenação Nacional de Doenças

Leia mais

5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica

5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica 5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica Guia para gestores MINISTÉRIO DA SAÚDE Introdução As diretrizes aqui apresentadas apontam para uma reorganização do modelo

Leia mais

Reconstituição Imune: Como Otimizá-la

Reconstituição Imune: Como Otimizá-la Reconstituição Imune: Como Otimizá-la Esper G, Kallás Disciplina de Imunologia Clínica e Alergia LIM-60 Programa de PG em Alergia e Imunopatologia Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo Instituto

Leia mais

Sinaes Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes. Relatório da IES

Sinaes Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes. Relatório da IES Sinaes Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior ENADE 2009 Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes Relatório da IES Universidade Federal de Ouro Preto no município: OURO PRETO SUMÁRIO Apresentação...

Leia mais

Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia

Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 105 Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia 7.1 Introdução Relembrando o que foi dito no capítulo 1 os estudos randomizados,

Leia mais

PASSO 1: ANTES DE MANUSEAR A AMOSTRA, PREPARAR TODOS OS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE

PASSO 1: ANTES DE MANUSEAR A AMOSTRA, PREPARAR TODOS OS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE Transporte no País: Como enviar com segurança amostras de sangue humano de casos suspeitos de Ebola dentro do país por meio de transporte rodoviário, ferroviário e marítimo PASSO 1: ANTES DE MANUSEAR A

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÕES DE CAMPO COLETA DE AMOSTRAS

MANUAL DE OPERAÇÕES DE CAMPO COLETA DE AMOSTRAS ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE CRIADORES DE BOVINOS DA RAÇA HOLANDESA PROGRAMA DE ANÁLISE DE REBANHOS LEITEIROS DO PARANÁ Laboratório de Análise de Leite MANUAL DE OPERAÇÕES DE CAMPO COLETA DE AMOSTRAS Versão:.01/2012

Leia mais

RELATÓRIO GLOBAL. Quarta Avaliação Externa da Qualidade para. Testes Rápidos para o Diagnóstico do HIV e da Sífilis. 4AEQ-TR14/DST/HIV e Sífilis

RELATÓRIO GLOBAL. Quarta Avaliação Externa da Qualidade para. Testes Rápidos para o Diagnóstico do HIV e da Sífilis. 4AEQ-TR14/DST/HIV e Sífilis RELATÓRIO GLOBAL Quarta Avaliação Externa da Qualidade para Testes Rápidos para o Diagnóstico do HIV e da Sífilis 4AEQ-TR14/DST/HIV e Sífilis Florianópolis 2014 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVOS...

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POP n.º: I 22 Página 1 de 5 1. Sinonímia Beta 2 Microglobulina, b2m 2. Aplicabilidade Aos técnicos e bioquímicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica A beta-2-microglobulina é uma proteína presente

Leia mais

GUIA PARA INSPEÇÃO EM SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA MÓDULO V AGÊNCIA TRANSFUSIONAL, TERAPIA TRANSFUSIONAL E OUTROS PROCEDIMENTOS TERAPÊUTICOS

GUIA PARA INSPEÇÃO EM SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA MÓDULO V AGÊNCIA TRANSFUSIONAL, TERAPIA TRANSFUSIONAL E OUTROS PROCEDIMENTOS TERAPÊUTICOS MÓDULO V AGÊNCIA TRANSFUSIONAL, TERAPIA TRANSFUSIONAL E OUTROS PROCEDIMENTOS TERAPÊUTICOS Nome do responsável: Formação profissional: Registro no conselho de classe: Contato: 1. Atividades avaliadas Nível

Leia mais

Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia

Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia e VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Avaliação do desempenho da técnica de nested- PCR em amostras de sangue coletadas de pacientes pediátricos com suspeita

Leia mais

Projeto SB Brasil 2003

Projeto SB Brasil 2003 Projeto SB Brasil 2003 MINISTÉRIO DA SAÚDE Condições de Saúde Bucal da População Brasileira 2002-2003 Resultados Principais Série C. Projetos, Programas e Relatórios Brasília DF 2004 2004 Ministério da

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA CONVERSÃO DE IMAGENS DIGITALIZADAS EM DOCUMENTO PDF ÚNICO UTILIZANDO A IMPRESSORA FREEPDF XP.

PROCEDIMENTOS PARA CONVERSÃO DE IMAGENS DIGITALIZADAS EM DOCUMENTO PDF ÚNICO UTILIZANDO A IMPRESSORA FREEPDF XP. PROCEDIMENTOS PARA CONVERSÃO DE IMAGENS DIGITALIZADAS EM DOCUMENTO PDF ÚNICO UTILIZANDO A IMPRESSORA FREEPDF XP. O objetivo deste manual é orientar os usuários do sistema de Processo Eletrônico a transformar

Leia mais

Normas para Redação da Dissertação/Tese

Normas para Redação da Dissertação/Tese Normas para Redação da Dissertação/Tese Estrutura A estrutura de uma dissertação, tese ou monografia compreende três partes fundamentais, de acordo com a ABNT (NBR 14724): elementos prétextuais, elementos

Leia mais

Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência - Trem metropolitano

Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência - Trem metropolitano ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas DEZ 1997 NBR 14021 Transporte - Acessibilidade à pessoa portadora de deficiência - Trem metropolitano Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar

Leia mais

ONCO-HEMATOLOGIA ATENÇÃO: IF001 - Imunofenotipagem para Classificação de Leucemias Técnica: Material: Volume:

ONCO-HEMATOLOGIA ATENÇÃO: IF001 - Imunofenotipagem para Classificação de Leucemias Técnica: Material: Volume: Manual da Coleta ONCO-HEMATOLOGIA ATENÇÃO: É recomendável que as amostras de Imunofenotipagem por Citometria de Fluxo para Classificação de Leucemias e de Imunofenotipagem de Líquidos Biológicos venham

Leia mais

Cimento Portland branco

Cimento Portland branco JUL 1993 Cimento Portland branco NBR 12989 ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.:

Leia mais

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico Nota Técnica 2012/006 Aplicação Cliente Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Setembro 2012 Pág. 1 / 9 Prazos de entrada em vigência das orientações

Leia mais

LABORATORIOS DE REFERENCIA: EXPERIÊNCIA COM D. CHAGAS E Trypanosoma cruzi

LABORATORIOS DE REFERENCIA: EXPERIÊNCIA COM D. CHAGAS E Trypanosoma cruzi LABORATORIOS DE REFERENCIA: EXPERIÊNCIA COM D. CHAGAS E Trypanosoma cruzi LABORATÓRIOS DE REFERÊNCIA O QUE FAZER? - Definir objetivos: finalidade do lab (atende população? Só pesquisa? Ambas?) - Quem faz?

Leia mais

COORDENAÇÃO DO CURSO DE BIOMEDICINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO INFORMAÇÕES GERAIS

COORDENAÇÃO DO CURSO DE BIOMEDICINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO INFORMAÇÕES GERAIS COORDENAÇÃO DO CURSO DE BIOMEDICINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO INFORMAÇÕES GERAIS Pelo presente, informamos aos alunos que o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá ser realizado com base em um

Leia mais

Pessoas com deficiência em Uberlândia

Pessoas com deficiência em Uberlândia Pessoas com deficiência em Uberlândia Na década de 1980, questões relativas às pessoas com deficiência começaram a ser contempladas nas políticas públicas. De lá para cá, houve avanços. Existe uma legislação

Leia mais

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes Pesquisa Clínica Orientações aos pacientes 2009 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que citada a fonte. Tiragem: 1000 exemplares Criação, Informação e Distribuição

Leia mais

CERELAB LABORATÓRIOS QUÍMICOS

CERELAB LABORATÓRIOS QUÍMICOS Ministério da Abastecimento Data de atualização: 16.07.2014 Secretaria de Defesa Agropecuária SDA CERELAB LABORATÓRIOS QUÍMICOS Nome Empresarial: CERELAB LABORATÓRIOS QUÍMICOS LTDA CNPJ: 53.687.752/0001-39

Leia mais

OraQuick ADVANCE HIV-1/2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos HIV-1/2. Plasma. Amostras HIV-1. Amostras HIV-1. Amostras

OraQuick ADVANCE HIV-1/2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos HIV-1/2. Plasma. Amostras HIV-1. Amostras HIV-1. Amostras Dispositivo Médico para Diagnóstico In vitro Nome Mandatário Fabricante Distribuidor Tipo de Teste Teste rápido. OraQuick ADVANCE /2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos /2 Aplicação Diagnóstica

Leia mais

Bone. uma história real

Bone. uma história real Bone uma história real Bone uma história real 2 Bonezinho, senta aí que eu vou te contar uma história real sobre como é importante ser solidário com as pessoas. Era uma vez uma pessoa consciente e saudável...

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:

NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: TRANSPORTE BLH-IFF/NT- 19.04 - Transporte do Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT- 20.04 - Controle de Temperatura das Caixas Isotérmicas FEV 2004 BLH-IFF/NT-

Leia mais

CE-240 ListEx 1. Lista de Exercícios 1. Relatório

CE-240 ListEx 1. Lista de Exercícios 1. Relatório CE-240 ListEx 1 Lista de Exercícios 1 Relatório Autor: Daniela América Da Silva Data: 10/04/2007 Versão 2.0 Página 1 de 5 1. Objetivo da Listex 1 Este relatório descreve a execução de operações básicas

Leia mais

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente?

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente? O tema Segurança do Paciente vem sendo desenvolvido sistematicamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde sua criação, cooperando com a missão da Vigilância Sanitária de proteger

Leia mais

PISA. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Diversificar para produzir com sustentabilidade alimentos seguros e de qualidade

PISA. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Diversificar para produzir com sustentabilidade alimentos seguros e de qualidade PISA Programa de Produção Integrada de Sistemas Agropecuários em Microbacias Hidrográficas Diversificar para produzir com sustentabilidade alimentos seguros e de qualidade Ministério da Agricultura, Pecuária

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: e-mail: ÁREA TEMÁTICA: 1- INTRODUÇÃO

TÍTULO: AUTORES: e-mail: ÁREA TEMÁTICA: 1- INTRODUÇÃO TÍTULO: ANÁLISE DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM FLUIDOS BIOLÓGICOS OCORRIDOS COM ESTUDANTES DE NÍVEL MÉDIO E SUPERIOR NOS HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO (HSE), DE 1999 A 2001. AUTORES: Nogueira, Daniele

Leia mais

Manual de instruções RECICLADOR AUTOMOTIVO RECIGASES. Desenvolvido por:

Manual de instruções RECICLADOR AUTOMOTIVO RECIGASES. Desenvolvido por: Manual de instruções RECICLADOR AUTOMOTIVO RECIGASES Desenvolvido por: Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. FUNÇÕES BÁSICAS... 4 3. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS... 5 4. CONDIÇÕES DE SEGURANÇA... 7 5. COMPONENTES

Leia mais

Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA

Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA 1 - CARACTERÍSTICAS DO PROCESSO DE COMPRA 1.1 Órgão Requisitante: SUBVISA/LCP Nº 03/2013. Subsecretária de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses Laboratório

Leia mais

Manual de Soluções Novelprint para códigos SMS

Manual de Soluções Novelprint para códigos SMS Manual de Soluções Novelprint para códigos SMS Introdução Soluções de Etiquetagem para Dados Variáveis A comunicação direta com o consumidor está cada vez mais ativa. A cada dia que passa aparecem novas

Leia mais

Papel do CQ na Validação da Técnica de Produção de Hemocomponentes

Papel do CQ na Validação da Técnica de Produção de Hemocomponentes III Oficina HEMOBRÁS Controle de Qualidade no Serviço de Hemoterapia Papel do CQ na Validação da Técnica de Produção de Hemocomponentes Martha Cristina Dicencia Centro de Hematologia e Hemoterapia da UNICAMP

Leia mais

Implantação do teste NAT no HEMOCE. Dra. Richeyla Custódio

Implantação do teste NAT no HEMOCE. Dra. Richeyla Custódio Implantação do teste NAT no HEMOCE Dra. Richeyla Custódio DEFINIÇÃO DO TESTE NAT Teste para detecção de ácido nucléico do vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e do vírus da Hepatite C (HCV) em amostras

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 327, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 327, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 327, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DIDÁTICAS, INTEGRANDO ESTUDANTES DE ENGENHARIA MECÂNICA (PUC-RIO) E CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA DO CEFET-RJ

DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DIDÁTICAS, INTEGRANDO ESTUDANTES DE ENGENHARIA MECÂNICA (PUC-RIO) E CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA DO CEFET-RJ DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DIDÁTICAS, INTEGRANDO ESTUDANTES DE ENGENHARIA MECÂNICA (PUC-RIO) E CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA DO CEFET-RJ Alunos: Felipe Portes Lanes (PUC-Rio), Viviane Helena da

Leia mais

ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS Nº 003/LCIC-2/2014 27/05/2014 CONCORRÊNCIA Nº 004/DALC/SBCT/2014

ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS Nº 003/LCIC-2/2014 27/05/2014 CONCORRÊNCIA Nº 004/DALC/SBCT/2014 ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS Nº 003/LCIC-2/2014 27/05/2014 CONCORRÊNCIA Nº 004/DALC/SBCT/2014 CONCESSÃO DE USO DE ÁREAS DESTINADAS À IMPLANTAÇÃO E EXPLORAÇÃO COMERCIAL DE HOTEL NO AEROPORTO INTERNACIONAL

Leia mais

(nome da Unidade de Saúde), com sede na

(nome da Unidade de Saúde), com sede na TERMO DE COMPROMISSO que entre si celebram o Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, neste ato representado pelo Dr. Luiz de Melo Amorim Filho, Diretor Geral do Instituto Estadual

Leia mais

SISLOG-LAB Teste Rápido - HIV

SISLOG-LAB Teste Rápido - HIV 1 SISLOG-LAB Teste Rápido - HIV Manual de utilização do SISLOG-LAB = Teste Rápido Versão: 2012 2 3 Índice Objetivos Principais. 5 Como acessar. 6 Insumos. 8 Mapa Mensal. 11 Boletim Mensal..............................

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O BOLSA FAMÍLIA NA SAÚDE. - 3 a Edição -

MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O BOLSA FAMÍLIA NA SAÚDE. - 3 a Edição - MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O BOLSA FAMÍLIA NA SAÚDE - 3 a Edição - BRASILIA DF 2009 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação-Geral da Política de

Leia mais

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis O objetivo deste texto é apresentar os principais procedimentos

Leia mais

ANÁLISE DAS PATOLOGIAS EXISTENTES NO CONJUNTO HABITACIONAL MONTE CARLO PRESIDENTE PRUDENTE

ANÁLISE DAS PATOLOGIAS EXISTENTES NO CONJUNTO HABITACIONAL MONTE CARLO PRESIDENTE PRUDENTE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 187 ANÁLISE DAS PATOLOGIAS EXISTENTES NO CONJUNTO HABITACIONAL MONTE CARLO PRESIDENTE PRUDENTE Gabriella Fernandes

Leia mais