Universidade do Vale do Paraíba Univap

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universidade do Vale do Paraíba Univap"

Transcrição

1 Universidade do Vale do Paraíba Univap Relatório de Autoavaliação 2012 São José dos Campos Março 2013

2 Sumário 1 A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) Implementação do PDI, considerando metas e as ações institucionais previstas e a estrutura e os procedimentos administrativos Articulação entre o PDI e os processos de avaliação institucional (autoavaliação e avaliações externas) A política para o ensino (graduação e pós-graduação), a pesquisa, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, para bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades Coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão com os documentos oficiais Políticas institucionais para cursos de graduação (bacharelados, licenciaturas e de tecnologia) e cursos sequenciais, na modalidade presencial, e suas formas de operacionalização Políticas institucionais para cursos de graduação (bacharelados, licenciaturas e de tecnologia) e cursos sequenciais, na modalidade a distância, e suas formas de operacionalização Políticas institucionais para cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), na modalidade presencial e suas formas de sua operacionalização Políticas institucionais para cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), na modalidade a distância e suas formas de sua operacionalização Políticas institucionais de pesquisa e de iniciação científica e suas formas de operacionalização Políticas institucionais de extensão e formas de sua operacionalização, com ênfase à formação inicial e continuada e à relevância social A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural Coerência das ações de responsabilidade social com as políticas constantes dos documentos oficiais Relações da IES com a sociedade: setor público e privado e mercado de trabalho Relações da IES com a sociedade: inclusão social Relações da IES com a sociedade: defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural A comunicação com a sociedade Coerência das ações de comunicação com a sociedade com as políticas constantes dos documentos oficiais Ferramentas de Comunicação Plataformas de Comunicação Ouvidoria As políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, seu desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho Coerência das políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, seu desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho com as políticas firmadas em documentos oficiais Formação do corpo docente Condições institucionais para os docentes Condições institucionais para corpo técnico-administrativo Formação do corpo de tutores presenciais e suas condições institucionais Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios Coerência da organização e gestão da instituição com as políticas firmadas em documentos oficiais Gestão institucional Funcionamento, representação e autonomia dos Conselhos Superiores Funcionamento, representação e autonomia do Conselho de Pesquisa e Desenvolvimento Funcionamento, representação e autonomia dos Colegiados de Curso Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e 141

3 comunicação Coerência da Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação com o estabelecido em documentos oficiais Instalações gerais Instalações gerais nos pólos para educação a distância Biblioteca: acervo, serviços e espaço físico Biblioteca dos pólos para educação a distância: acervo, serviços e espaço físico Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional Coerência do planejamento e da avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional com o estabelecido em documentos oficiais Autoavaliação institucional Planejamento e ações acadêmico-administrativas a partir dos resultados das avaliações Políticas de atendimento aos discentes Coerência das políticas de atendimento aos discentes com o estabelecido em documentos oficiais Programas de apoio ao desenvolvimento acadêmico dos discentes referentes à realização de eventos Condições institucionais de atendimento ao discente Acompanhamento de egressos e criação de oportunidades de formação continuada Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior Coerência da sustentabilidade financeira apresentada pela IES com o estabelecido em documentos oficiais Sustentabilidade financeira da instituição e políticas de captação e alocação de recursos Políticas direcionadas à aplicação de recursos para programas de ensino, pesquisa e extensão Forças e Potencialidades Fragilidades/Pontos que requerem melhorias

4 Universidade do Vale do Paraíba A Universidade do Vale do Paraíba Univap é mantida pela FVE Fundação Valeparaibana de Ensino, entidade comunitária, sem finalidade lucrativa, de direito privado e de Assistência Social na Área de Educação. A Universidade teve seu reconhecimento recomendado pelo Parecer CFE 216/92 e concedido pela Portaria Ministerial MEC nº 510/92, de 1º/4/92. A FVE tem sua sede e foro no Município de São José dos Campos, e a Univap tem como seu território de abrangência e de expansão, o Distrito Geoeducacional DGE-31 Região do Vale do Paraíba e Litoral Norte do Estado de São Paulo. Missão da Univap A Univap visando contribuir para o desenvolvimento nacional tem como Missão atuar: I- no âmbito da educação, em todas as áreas do conhecimento e em todos os níveis de escolaridade; II- nas áreas de pesquisa, ciência e tecnologia, desenvolvimento e inovação científico tecnológica, inclusive no ambiente produtivo e social, buscando transformar conhecimento em riqueza nacional; III- na área da extensão, interagindo com a sociedade, a iniciativa privada e pública para atender às demandas sociais e para levar o conhecimento à sociedade como um todo. Plano de Desenvolvimento Institucional O Plano de Desenvolvimento Institucional do Sistema Univap de Educação centra-se: I- numa função política, capaz de colocar a educação como fator de inovação e mudanças na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte o DGE 31; II- numa função ética, de forma que, ao desenvolver a sua missão, a Univap observe e dissemine os valores positivos que dignificam o homem e a sua vida em sociedade; 4

5 III- IV- numa proposta de transformação social, voltada para a região do Vale do Paraíba e Litoral Norte; no comprometimento da comunidade acadêmica, com o desenvolvimento do País e em especial da região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, sua principal área de atuação; e V- num modelo de gestão que tem como metas: a relevância da educação, a busca constante da qualidade da educação ofertada e a construção de uma sociedade justa e solidária. O Sistema Univap de Educação Superior utiliza-se da autonomia universitária para, de maneira permanente, buscar a excelência acadêmica no exercício da tríplice-função: pesquisa, ensino e extensão. 5

6 1. A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI 1.1 Implementação do PDI, considerando metas e as ações institucionais previstas e a estrutura e os procedimentos administrativos O Plano de Desenvolvimento Institucional da Univap explicita a sua missão fundamentada nos seguintes propósitos: I- constituir-se em agente de transformação, capaz de contribuir para a elevação do homem nos aspectos intelectual, espiritual e material; II- constituir-se em centro de valorização do homem, preservando, aperfeiçoando e defendendo os valores que o dignificam; III- contribuir para a implantação de uma ordem sócio-econômica, fundamentada nos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e, no pluralismo político, de modo a assegurar: a) a construção de uma sociedade livre, justa e solidária; b) a promoção da regionalidade com o comprometimento com o desenvolvimento da região do Vale do Paraíba e Litoral Norte; e c) a eliminação de qualquer forma de discriminação ou preconceito. São princípios norteadores da Univap: I- fundamentar-se no pluralismo de ideias e concepções pedagógicas; II- gerar, transmitir e disseminar o conhecimento, com padrões elevados de qualidade; III- promover a integração entre os diferentes níveis e graus de ensino; IV- promover a interação permanente com a sociedade e com o mundo do trabalho; V- contribuir, por meio do processo educacional, para a formação de uma consciência ética fundada no aperfeiçoamento intelectual, humanístico e espiritual do cidadão e no desenvolvimento de uma capacidade crítica frente à sociedade e o Estado; VI- contribuir para o desenvolvimento científico-tecnológico, econômico, social, artístico, cultural e espiritual, calcados na dignidade da pessoa humana, nos valores sociais do trabalho, na livre iniciativa, no pluralismo político e na solidariedade humana na construção da sociedade; VII- possibilitar a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte, a cultura e o saber; VIII- educar para a conservação e a preservação da natureza, inclusive por meio de projetos de desenvolvimento sustentável; IX- desenvolver ações permanentes de modo que um segmento cada vez maior da comunidade do Vale do Paraíba e Litoral Norte possa usufruir, em todos os campos e níveis do saber, dos benefícios das atividades desenvolvidas pela Univap; X- manter a indissociabilidade da tríplice-função: pesquisa, ensino e extensão, sem perder de vista sua função social; XI- promover e facilitar a cooperação nacional e internacional; 6

7 XII- adotar a flexibilidade como característica de métodos, critérios e currículos, tendo em vista o atendimento das peculiaridades regionais e da necessidade de integração dos conhecimentos multidisciplinares; XIII- manter a unidade de patrimônio e administração, a fim de alcançar níveis superiores de eficácia e eficiência e um desenvolvimento harmônico da Universidade em seu conjunto; XIV- buscar a racionalidade no uso da infraestrutura física e dos recursos humanos e materiais disponíveis, vedada a duplicação de recursos para fins idênticos ou equivalentes; XV- formar profissionais empreendedores, nas diferentes áreas do conhecimento, que estejam aptos ao exercício profissional competente e à participação no desenvolvimento da sociedade em que interagem; XVI- propiciar condições para a transformação da realidade da região, visando à justiça social, com desenvolvimento sustentável; XVII- funcionar como agente de inovação, com a implantação e apoio a centros de serviços e às incubadoras e parques tecnológicos na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte; e XVIII- incentivar projetos sociais, na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte. O PDI e as políticas de ensino O Sistema Univap de Educação Superior é baseado na relevância da educação, com ênfase na qualidade, respeito às culturas e proteção ao meio ambiente, e nas necessidades sociais da região e do país. Para atingir os seus objetivos, deve: I- almejar a criação de uma nova sociedade não violenta e não opressiva constituída de indivíduos motivados e íntegros, inspirados pelo amor à humanidade e guiados pela sabedoria, que busquem desenvolver-se plenamente no campo das relações sociais; II- educar seus estudantes para que sejam cidadãos e cidadãs bem-informados e profundamente motivados, capazes de pensar criticamente e de analisar problemas da sociedade, de procurar soluções aos seus problemas e, sobretudo, de assumir responsabilidades sociais, por meio de convênios com organizações públicas e privadas; III- reforçar a cooperação com o mundo do trabalho, desenvolvendo, não só novas habilidades profissionais, senso de iniciativa, treinamentos, atualizações e formação continuada profissional, como também a criação de novos campos de trabalhos e a formação de empreendedores, a fim de aumentar a empregabilidade e a renda familiar; IV- criar um clima institucional de suporte ao estudante, favorecendo o seu acesso às informações e aos recursos oferecidos pela Universidade, bem como prover um atendimento acadêmico e administrativo ágil e de qualidade, por meio do Tudo Aqui um sistema poupa tempo ; V- estar em sintonia com a diretriz curricular nacional e associado a novas metodologias de avaliação que levem em conta, não somente a memorização, mas também as 7

8 faculdades de compreensão, a habilidade para o trabalho prático (projetos), a criatividade e o trabalho individual e em equipe; VI- incentivar a iniciação científica e cultural, monitorias e trabalhos extracurriculares dos estudantes, com vistas em uma ação transformadora da realidade regional. Deve incentivá-los à participação no INIC (Encontro Anual de Iniciação Científica) com apresentação de trabalhos, e à participação em projetos e convênios com organizações públicas e privadas; VII- criar novos ambientes de aprendizagem com a utilização de serviços de educação a distância e sistemas virtuais capazes de reduzir distâncias e desenvolver sistemas de maior qualidade em educação; VIII- contemplar, em seus currículos, orientações para atividades de estágios, monografias ou trabalhos de graduação e outras atividades e competências fora do ambiente escolar, bem como de extensão de serviços à comunidade; IX- possibilitar aos estudantes que possam completar sua formação, trabalhando em empresas de inovação tecnológica, instaladas no Parque Tecnológico Univap; e X- organizar-se para o acompanhamento dos egressos da Univap e constituir-se numa ação permanente de aferição, pertinência e qualidade dos cursos ministrados. XI- focar o ensino centrado na aprendizagem do aluno, levando em conta as quatro aprendizagens fundamentais: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a trabalhar em equipe e aprender a ser. O PDI e as políticas de pesquisa e extensão Na Univap, compete ao Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento IP&D, a pesquisa e a pósgraduação stricto-sensu: mestrado e doutorado e, ao Parque Tecnológico a integração das pesquisas tecnológicas com as Empresas de Inovação Tecnológica, em consonância com a Lei da Inovação - Lei nº /2004 que dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica, ao desenvolvimento industrial do país, nos termos dos art. 218 e 219 da Constituição; o Decreto Estadual nº /2006 que institui o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos e a Lei Complementar nº 1.049/2008 que dispõe sobre medidas de incentivos à inovação tecnológica, à pesquisa científica e tecnológica, ao desenvolvimento tecnológico, à engenharia não rotineira e à extensão tecnológica em ambiente produtivo no Estado de São Paulo. Essa legislação foi modificada/complementada pelos decretos Estaduais: Decreto nº /2008, Decreto nº /2008, Decreto nº /2009 e Decreto /2010. No uso de sua autonomia, o Sistema Univap de Educação Superior tem como objetivos: I- buscar, permanentemente, o avanço do conhecimento por meio da pesquisa institucionalizada, e promover a divulgação de seus resultados em revistas indexadas, nacionais ou internacionais; II- aumentar, progressivamente, a oferta de pós-graduação stricto-sensu, em nível de mestrado e doutorado, credenciados pela CAPES-MEC, além dos cursos de especialização; III- funcionar, também, como agente de inovação, nas incubadoras e no Parque Tecnológico da Univap, em São José dos Campos e região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, a fim de reforçar a cooperação com o mundo do trabalho; 8

9 IV- atrair e aumentar, progressivamente, um corpo docente em tempo integral, voltado à tríplice-função, com a contratação de pesquisadores doutores, e consolidar a pesquisa institucional, com aumento da produção intelectual institucionalizada e de qualidade, mediante o estudo de temas e problemas relevantes, tanto do ponto de vista científico e cultural, quanto regional e no território brasileiro; e V- aumentar, progressivamente, o número de projetos de pesquisa financiados por agências de financiamento, tais como FAPESP, CNPq, FINEP e empresas. VI- aumentar, progressivamente, as publicações indexadas nacionais e internacionais. Responsabilidade social da IES A Fundação Valeparaibana de Ensino FVE, mantenedora da Univap, é certificada como Entidade Beneficente de Assistência Social na área da Educação, pelo período de 25/05/2009 a 26/05/2012, conforme a Portaria MEC/SESu nº 756, de 22 de junho de 2010, publicada no Diário Oficial da União, de 23 de junho de 2010, após processo de renovação, nos termos da legislação específica (Legislação atual: Lei nº /2009 e Decreto nº 7.237/2010). Para os fins de manutenção e renovação da certificação de que trata a referida legislação (art. 25 do Decreto nº 7.237/2010), a Fundação Valeparaibana de Ensino FVE elaborou seu Plano de Atendimento 2010/2012, aprovado pelo Conselho Diretor da FVE, conforme Resolução nº 18/CDIR/2010, de 16/12/2010, e remetido ao Ministério da Educação no dia 16/12/2010, atendendo a todos os dispositivos legais, mediante: Aplicação em Assistência Social na área da Educação, de pelo menos 20% (vinte por cento) da receita anual efetivamente recebida, nos termos da Lei nº 9.870/99 e, considerando sua atuação na Educação Básica, cumprindo o disposto no art. 10, da Lei nº /2005: a) oferecer bolsas de estudo parciais e integrais (Art. 13, 1º, inciso III, e suas alíneas; 2º, 3º e 6º, da Lei /2009) e, b) promover ações assistenciais, na forma da Lei nº 8.742/93 (art. 13, 5º, da Lei nº /2009); e, programas de apoio a alunos bolsistas (art. 13, 3º e 4º - art. 25). Adequação de sua política de Assistência Social às diretrizes e metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação PNE, que conduzam à: erradicação do analfabetismo; universalização de atendimento escolar; melhoria da qualidade do ensino; formação para o trabalho; promoção humanística, científica e tecnológica do País (art. 214 da Constituição Federal). Atendimento a padrões mínimos de qualidade, aferidos pelos processos de avaliação externa conduzidos pelo Ministério da Educação (art.13, 1º, inciso II, da Lei nº /2009). 9

10 O Sistema de Gestão da Univap O sistema de gestão da Univap, para atingir seus objetivos e metas, deve assegurar, dentre outros: I. a evolução permanente da qualidade da tríplice-função: ensino, pesquisa e extensão; II. a busca da racionalidade de organização, com plena utilização dos recursos humanos, materiais e físicos disponíveis, evitando-se a duplicação de recursos para a realização de objetivos idênticos ou equivalentes; III. o uso de recursos da tecnologia da informação e comunicação, de equipamentos e métodos operacionais eficientes, permanentemente modernizados, a fim de assegurar alta produtividade, constante atualização e elevada qualidade da educação ofertada; IV. a formação de grupos selecionados de profissionais altamente competentes e criativos, para as atividades de pesquisa, além de um corpo docente comprovadamente credenciado para o ensino de graduação, pós-graduação e de educação básica; V. o respeito à autonomia universitária, observados os direitos e obrigações; VI. a constituição de planos de carreira fundamentados no mérito e em plano de metas; VII. a participação efetiva de seus docentes em programas de doutorado, mestrado, especialização, cooperação nacional e internacional; VIII. o incentivo aos trabalhos em equipe; IX. a preservação e o desenvolvimento de suas funções, submetendo, todas as suas atividades, às exigências da ética e do rigor científico e intelectual; X. a defesa e difusão da paz, da justiça, da liberdade, da igualdade e da solidariedade. Coerência entre a proposta do PDI com a realidade institucional O Sistema Univap de Ensino Superior, apesar de ser moldado pela sua dinâmica e seus hábitos, é influenciado pelos desafios do mundo exterior. Possui flexibilidade interna e um poder de escolha entre respostas alternativas às pressões externas e às forças inovadoras internas. A coerência das propostas do PDI com a realidade institucional centra-se: I- no cumprimento do Calendário Escolar Anual da Univap; II- no cumprimento de duzentos dias letivos, no mínimo, excluído o tempo reservado aos exames finais art. 47 da LDB; III- na informação aos alunos iniciantes, antes de cada período letivo pelos coordenadores, sobre os programas dos cursos e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaliação (art. 47-1º da LDB). IV- na obrigatoriedade da frequência dos alunos e professores e o cumprimento de 75% de frequência para os alunos, e a reposição de aulas pelo professor quanto ao cumprimento da carga horária total da disciplina e quanto ao cumprimento da ementa (art. 47-3º da LDB); V- no respeito aos estudantes e cumprimento dos horários de início e término das aulas nos diferentes turnos. 10

11 Utilização do PDI como referência para programas e projetos A utilização do PDI, para a sua melhor eficácia, consiste em: I- revisar, periodicamente, as propostas pedagógicas dos cursos, mantendo a sintonia com a proposta pedagógica institucional e com as diretrizes curriculares nacionais, de modo que os estudantes: a) aprendam para o futuro; b) exerçam a verdadeira cidadania; e c) sejam capazes de assumir responsabilidades sociais. II- acompanhar as mudanças da legislação do Ensino Superior com a finalidade de, mediante novos programas/projetos, melhorar a qualidade, superar dificuldades e dar respostas aos desafios do cotidiano; III- IV- dar o cumprimento, com qualidade, da expansão institucional, proposta pelo PDI; ofertar, de acordo com as necessidades da região do Vale do Paraíba e Litoral Norte predominantemente e no território nacional, programas e projetos especiais. V- implantar Projetos de Extensão, visando minorar as carências sociais. VI- Utilizá-lo como um dos norteadores da autoavaliação institucional. 1.2 Articulação entre o PDI e os processos de avaliação institucional (autoavaliação e avaliações externas) Autoavaliação A articulação entre o PDI e a Autoavaliação está presente no reconhecimento pela Univap de que a qualidade da Educação Superior do Sistema Univap envolve todas as funções e atividades inerentes à tríplice-função: ensino, pesquisa e extensão. A avaliação da qualidade pressupõe uma autoavaliação interna transparente. Além disso, pressupõe também submeter todas as suas atividades às exigências da ética e do rigor científico e intelectual. A Univap, criada em 1º de abril de 1992, iniciou seu processo de Avaliação Interna (Autoavaliação) em 1994, implantando a sua primeira Comissão de Avaliação. Em 1997, criou-se a Comissão Permanente de Autoavaliação mediante a Resolução nº 1/CEPE/97, de 24/03/97, do Conselho Superior e cujo relatório foi concluído em janeiro/98. Mediante a Portaria nº 8/R/2002, de 5/3/2002, foi criada a Comissão de Avaliação de Cursos de Graduação, vinculada à Pró-Reitoria de Avaliação, a fim de colaborar com os coordenadores de cursos na elaboração das propostas pedagógicas. Em 2004, a partir da Portaria nº 23/R/2001, foi criada a Pró-Reitoria de Avaliação que se transformou em Coordenadoria de Avaliação em 25 de junho de 2012 pela Portaria nº 19/R/2012. A CPA da Univap elabora anualmente relatório de autoavaliação em consonância com o SINAES, informando todas as ações institucionais realizadas e contemplando a tríplice-função: ensino, 11

12 pesquisa e extensão, bem como a parte financeira da Fundação Valeparaibana de Ensino, mantenedora da Universidade. São listados abaixo os procedimentos que tem sido utilizados para a autoavaliação institucional: Criação da Comissão Própria de Avaliação CPA Portaria nº 27/R/2004 de maio/2004 cadastro INEP/SINAES, em 29/06/2004. Projeto de Autoavaliação Univap enviado ao INEP em 15/12/2004. Avaliação docente e discente on-line: A partir de junho/2004 as avaliações docente e discente passaram a ser realizadas on-line, semestralmente, por meio do Aluno on-line e Docente on-line. Análise do Perfil Sócio Econômico do ingressante no Processo Seletivo a partir de Autoavaliação dos coordenadores de cursos a partir de Avaliação dos Coordenadores pelos Diretores a partir de Autoavaliação dos funcionários Técnico-Administrativos a partir de Análise do processo e dos resultados no ENADE. Análise das atas das Reuniões semestrais dos Cursos da Graduação. Estudo comparativo dos CPCs e IGC anualmente. Renovação da Comissão Própria de Avaliação CPA - cadastro INEP/SINAES, em 21 de setembro A Comissão Própria de Avaliação CPA, da Universidade do Vale do Paraíba-Univap, passou a ter a seguinte composição a partir de Portaria da Reitoria 31/R de 21 de setembro de 2012: Nome Maria Tereza Dejuste de Paula, Prof.ª Dr.ª Evanize Visigalli Prof.ª Me. Josane Mittman, Prof.ª Dr.ª (FCS) Maria Aparecida C. R. Papalli, Prof.ª Dr.ª Sergio Reginaldo Bacha, Prof. Dr. Moacir de Souza Prado, Prof. Me. Alberto Eugênio Canhoto Cínara Pinto da Cunha Giglio Valquíria A. Saraiva de Moraes Cláudia Luísa Ribeiro Ferreira Alberto Adade Filho, Prof. Dr. Janaína Costa Dias Representação FEA - Presidente da Comissão FCSAC Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação FCS Faculdade de Ciências da Saúde IP&D Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento FD Faculdade de Direito FEAU Faculdade de Engenharias Arquitetura e Urbanismo Corpo Técnico-Administrativo Corpo Técnico-Administrativo Corpo Técnico-Administrativo Corpo discente Sociedade Civil Organizada Sociedade Civil Organizada 12

13 Avaliações Externas A avaliação da qualidade da Educação Superior na Univap tem sido avaliada externamente por especialistas independentes, com base na autoavaliação. A primeira avaliação externa foi conduzida em 1996 pelo Prof. Dr. Marco A. G. Cecchini, Ex-Reitor do ITA Instituto Tecnológico da Aeronáutica. A segunda avaliação foi feita por designação do Reitor, conforme Resolução nº 1/CEPE/97 encarregou a Comissão de Avaliação, então estabelecida, de elaborar Relatório de Avaliação que, sob a presidência do Prof. Dr. Antonio de Souza Teixeira Júnior, apresentou o Relatório em janeiro de Para subsidiar uma Comissão de Avaliação Externa Internacional que foi convidada, foi designada em 1999 uma nova Comissão Interna que apresentou relatório em dezembro de Com os dados do Relatório dessa Avaliação Interna, a Comissão Externa Internacional, sob a orientação do Prof. Dr. Heitor Gurgulino de Souza, teve a seguinte composição: - Philip Coombs USA - Alain Bienaymé França - Thomas Sinkjaer Dinamarca - S. Chidambaranathan Índia A partir da Lei nº de 14/4/2004, foi criada a primeira Comissão Própria de Avaliação e cadastrado no mesmo ano o Projeto de Avaliação da Univap. Avaliações Institucionais Externas Em 2007, de 13 a 15 de dezembro, a CPA acompanhou a visita da Comissão de Avaliação Externa Institucional composta por sete avaliadores: 1. Antonio Carlos de Souza, Prof. Dr. - Universidade Federal de Santa Catarina UFSC SC; 2. Silvio Cesar Sampaio, Prof. Dr. - Unioest Cascavel PR; 3. Marta Maria Gomes Van Der Linden, Profª. Drª. - Universidade Federal da Paraíba UFP PB; 4. Luiz Antônio de Bastos Andrade, Prof. Dr. - Universidade Federal de Lavras MG 5. Evaldo Antônio Kuiava, Prof. Dr. - Universidade Caxias do Sul RS; 6. Jorge Mauricio David, Prof. Dr. - Universidade Federal da Bahia BA; 7. Vanessa Stopanovski Ribeiro, Profª. Mc. - Faculdade de Educação de Bom Despacho MG; 13

14 A Comissão analisou as dimensões: a) Dimensão 1 A Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional. b) Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização. c) Dimensão 3 A responsabilidade social da Instituição. d) Dimensão 4 A comunicação com a sociedade. e) Dimensão 5 As políticas de pessoal. f) Dimensão 6 A organização e gestão da Instituição. g) Dimensão 7 A estrutura física. h) Dimensão 8 Planejamento e avaliação. i) Dimensão 9 Políticas de atendimento aos estudantes. j) Dimensão 10 A sustentabilidade financeira. Em 28 de fevereiro 2008, a Reitoria recebeu o Relatório da Avaliação Externa Institucional com Conceito Máximo 5 de excelência acadêmica na tríplice função. Conceitos obtidos na Avaliação de 13 a 15/12/2007 Dimensão Conceito Conceito Global 5 Em 2009, o MEC/Inep instituiu um novo índice IGC (Índice Geral de Cursos), cujo conceito obtido pela Univap foi 3. Em 2010, uma nova Comissão de Avaliação Institucional Externa foi designada pelo MEC, cuja visita in loco ocorreu em março desse mesmo ano. Esta Comissão analisou as mesmas 10 dimensões citadas anteriormente e atribuiu conceito 4. A Univap recorreu desse conceito e, em dezembro de 2010, a Comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação CTAA acolheu o recurso e reformou o Parecer, mediante o voto da relatora, a Profa. Dra. Silke Weber, majorando os conceitos das dimensões 2, 3, 4, 6 e 8, atribuídos pela segunda comissão. Em fevereiro de 2011, em consequência da alteração dos conceitos referidos, a Reitoria recebeu o Parecer da CTAA reafirmando o CONCEITO MÁXIMO 5, atestando, mais uma vez, a excelência acadêmica da Univap na tríplice função ensino-pesquisa-extensão. 14

15 Conceitos obtidos na Avaliação de 03 a 06/03/2010 Conceitos atribuídos pela CTAA conforme Parecer Dimensão Conceito Conceitos Conceito Global 4 5 (Aguardando publicação no DOU) Outras avaliações externas independentes como o Ranking Universitário da Folha de São Paulo (RUF) avaliaram as instituições brasileiras de ensino superior e as classificaram em 4 indicadores: qualidade da pesquisa, qualidade de ensino, avaliação do mercado e indicador de inovação. A qualidade da pesquisa foi avaliada por indicadores objetivos e confiáveis e, neste indicador a Univap esteve bem posicionada tendo se classificado entre as 10 melhores em pesquisa no Estado de São Paulo. Apresenta-se abaixo as 11 primeiras colocadas entre as 31 universidades privadas do Estado de São Paulo, avaliadas. Classificação das Universidades Privadas Brasileiras. Ranking das Universidades Privadas de São Paulo Qualidade Geral da Pesquisa Classificação Universidade Qualidade da pesquisa 1º Univ. do Vale do Paraíba (Univap) 40,84 2º Univ. São Francisco (USF) 36,62 3º Universidade Presbiteriana Mackenzie 36,3 4º Univ. de Ribeirão Preto (Unaerp) 32,81 5º Univ. de Franca (Unifran) 31,65 6º Univ. Cruzeiro do Sul (Unicsul) 30,91 7º Pont. Univ. Católica de São Paulo (PUC-SP) 28,59 8º Univ. do Sagrado Coração (USC) 27,98 9º Univ. de Mogi das Cruzes (UMC) 27,77 10º Univ. Guarulhos (UNG) 26,76 11º Pont. Univ. Católica de São Paulo (PUC-SP) 28,59 15

16 A tabela abaixo apresenta as 15 primeiras colocadas no RUF (privadas) quanto ao indicador qualidade geral da pesquisa. O número total de instituições rankeadas foi de 87 universidades particulares do país. Ranking das Universidades Privadas no Brasil - Qualidade Geral da Pesquisa Classificação Universidade Estado Qualidade da pesquisa 1º Pont. Univ. Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) RJ 46,9 2º Pont. Univ. Católica do Rio Grd. do Sul (PUCRS) RS 45,74 3º Univ. do Vale do Paraíba (Univap) SP 40,84 4º Pont. Univ. Católica do Paraná (PUCPR) PR 38,75 5º Univ. Católica de Brasília (UCB) DF 38,72 6º Univ. de Caxias do Sul (UCS) RS 38,01 7º Univ. do Vale do Rio Dos Sinos (Unisinos) RS 36,67 8º Univ. São Francisco (USF) SP 36,62 9º Univ. Presbiteriana Mackenzie (Mackenzie) SP 36,3 10º Univ. do Extremo Sul Catarinense (Unesc) SC 34,66 11º Univ. de Ribeirão Preto (Unaerp) SP 32,81 12º Univ. Luterana do Brasil (Ulbra) RS 32,37 13º Univ. de Franca (Unifran) SP 31,65 14º Univ. de Passo Fundo (UPF) RS 31,58 15º Pont. Univ. Católica de Minas Gerais (PUC Minas) MG 31,38 16

17 Avaliações Externas pelas Comissões de Avaliação de Curso A criação de novos cursos de graduação, pela Univap, foi cuidadosamente planejada, para se desenvolverem com qualidade, cujo reflexo pode ser constatado na tabela abaixo, com os conceitos atribuídos pelas diferentes Comissões do MEC-INEP. Conceitos de cursos de graduação Última Avaliação realizada pelo MEC/INEP Curso Período da Visita in loco Projeto Pedagógico Corpo Docente Instalações Avaliação externa Conceito Global Administração De 6/10/2003 a 8/10/2003 CB CB CMB - Biomedicina 22/11/2010 a 24/11/ Ciência da Computação De 1º/12/2003 a 3/12/2003 CB CR CB - Ciências Biológicas De 29/3/2004 a 31/3/2004 CMB CB CMB - Ciências Contábeis De 14/4/2005 a 16/4/2005 CB CB CMB - Curso Normal Superior De 14/4/2004 a 16/4/2004 CMB CMB CMB - Direito De 12/11/2002 a 14/11/2002 CB CB CMB - Educação Física De 27/5/2004 a 29/5/2004 CB CB CB - Engenharia Aeron. e Espaço De 1º/9/2005 a 3/9/2005 CMB CB CMB - Engenharia Biomédica De 10/11/2005 a 12/11/2005 CMB CMB CMB - Engenharia Civil De 7/11/2002 a 9/11/2002 CB CB CB - Engenharia de Computação De 14/4/2005 a 16/4/2005 CB CB CB - Engenharia de Materiais De 26/6/2003 a 28/6/2003 CB CB CB - Farmácia 14/04/2010 a 17/04/ Fisioterapia De 25/3/2004 a 27/3/2004 CMB CB CMB - Jornalismo De 16/10/2003 a 18/10/2003 CB CB CB - Nutrição 04/04/2010 a 07/04/ Odontologia De 18/10/2007 a 20/10/ Publicidade e Propaganda De 3/6/2004 a 5/6/2004 CR CB CB - Química (L) 27/10/2010 a 30/10/ Química (B) 19/05/2010 a 22/05/ Secretariado Executivo De 14/4/2005 a 16/4/2005 CB CB CMB - Terapia Ocupacional De 20/5/2004 a 22/5/2004 CB CB CB - Turismo De 21/8/2003 a 23/8/2003 CMB CB CMB - Engenharia Ambiental De 5/10/2006 a 7/10/

18 Conceitos obtidos nas avaliações por Comissão de Competência do MEC-INEP para autorização dos cursos de graduação Campos do Jordão. Curso Período da Visita in loco Administração De 25 a 27/06/2007 Ciência da Computação De 28 a 30/06/2007 Projeto Pedagógico Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 100% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 78,57% Última Avaliação realizada pelo MEC/INEP Corpo Docente Aspectos essências 100% Aspectos complementares 100% Aspectos essências 100% Aspectos complementares 100% Instalações Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 100% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 90% Ciências Biológicas De 07 a 09/02/ Ciências Contábeis De 20 a 22/09/2007 Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 100% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 85,71% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 60% Engenharia Civil De 27 a 29/03/ Engenharia de Computação De 03 a 05/04/ Geografia De 29 a 31/10/2007 História De 29 a 31/10/2007 Letras De 17 a 19/12/2007 Pedagogia De 24 a 26/09/2007 Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 92,85% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 92,85% Aspectos essenciais 93,33% Aspectos complementares 89,28% Aspectos essenciais 96,66% Aspectos complementares 96,42% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 85,71% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 100% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 100% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 100% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 80% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 80% Aspectos essenciais 100% Aspectos complementares 90% Aspectos essenciais 94,73% Aspectos complementares 80% Secretariado Executivo De 04 a 06/08/ Avaliação externa - A partir de 2006, o MEC-SESU-INEP adotou outro padrão de avaliação. Em lugar de conceitos CMB, CB, CR, CI e em % (aspectos essenciais/complementares) passou-se a indicar notas de 1 a 5, em que 5 é o valor máximo

19 Conceito Preliminar de Curso (CPC) obtidos de 2008 a Área Resultado Enade Conceito Conceito Município Preliminar Preliminar (funcionamento do Conceito Curso Conceito Curso curso) Enade (CPC) Enade (CPC) Matemática Jacareí SC SC - - Matemática São José dos Campos Letras Jacareí SC SC - - Letras São José dos Campos SC Química Jacareí SC Biologia Jacareí SC Biologia São José dos Campos Pedagogia São José dos Campos História São José dos Campos Geografia São José dos Campos Geografia (B.) São José dos Campos Educação Física Lic. São José dos Campos Educação Física Lic. Jacareí SC Arquitetura e Urbanismo São José dos Campos Engenharia de Computação São José dos Campos Eng.ª Civil São José dos Campos Engª Civil Jacareí Engª Eletrotécnica São José dos Campos Engª Eletrônica Jacareí Engª Aero. e Espaço São José dos Campos Engª de Alimentos São José dos Campos SC SC 3 3 Engª Química São José dos Campos SC SC 3 3 Engª Materiais São José dos Campos SC Engª Ambiental São José dos Campos Ciência da Computação São José dos Campos SC Observa-se pelos resultados de 2008 e 2011 que o conceito Enade dos cursos, quando pontuado, mostrou um incremento em 5 dos cursos avaliados na referida edição do exame. No caso do Conceito Preliminar do Curso, os dados mostram que quando pontuado, este teve um incremento em 3 dos cursos avaliados de 2008 para

20 Área Resultado Enade Conceito Conceito Preliminar Conceito Conceito Preliminar Curso (CPC) Município (funcionamento do curso) Enade Curso (CPC) Enade Arquitetura e Urbanismo São José dos Campos Engenharia de Computação São José dos Campos Eng.ª Civil São José dos Campos Engª Civil Jacareí Engª Eletrotécnica São José dos Campos Engª Eletrônica Jacareí Engª Aero. e Espaço São José dos Campos Engª de Alimentos São José dos Campos SC SC 3 3 Engª Química São José dos Campos SC SC 3 3 Engª Materiais São José dos Campos SC Engª Ambiental São José dos Campos Ciência da Computação São José dos Campos SC Ano Enade Curso Conceito Enade CPC 2009 Administração - SJC Administração - Villa Branca Administração - Platanus SC SC 2009 Ciências Econômicas 3 SC 2009 Direito - Castejon Direito - Villa Branca 2 SC 2009 Comunicação Social (Jornalismo) Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) Comunicação Social (Radio e TV) Ciências Contábeis Moda Tecnologia em Gastronomia Turismo 3 SC 2009 Secretariado Executivo 3 SC 20

21 Ano Enade Curso Conceito Enade CPC 2010 Odontologia Farmácia Enfermagem Nutrição Educação Física - Villa branca 4 SC 2010 Educação Física - SJC Fisioterapia Serviço Social Terapia Ocupacional 3 SC 2010 Biomedicina Tecnologia em Gestão Ambiental 3 SC Conceitos dos cursos de pós-graduação Cursos Credenciados pela CAPES Conceito Doutorado em Engenharia Biomédica 4 Doutorado em Física e Astronomia 4 Mestrado em Engenharia Biomédica 4 Mestrado em Física e Astronomia 4 Mestrado em Planej. Urbano e Regional 3 Mestrado em Bioengenharia 3 Mestrado em Ciências Biológicas 3 Processamento de Materiais e Catálise 3 21

22 2.0 A política para o ensino (graduação e pós-graduação), a pesquisa, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, para as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades. A política institucional do Sistema Univap de Educação Superior envolve o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) que contempla: - o Ensino de graduação, especialização e educação continuada (presencial e a distância), Programas de pós-graduação stricto-sensu, pesquisa e extensão. 2.1 Coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão com os documentos oficiais. As políticas de ensino, pesquisa e extensão da FVE-Univap estão pautadas nas missões da mantenedora e da mantida, nos princípios norteadores e finalidades da Univap, bem como nas diretrizes elencadas em seu Plano de Desenvolvimento Institucional ( ). A prática dessa política se reflete por meio da elaboração e atualização dos Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação e de pós-graduação lato sensu, dos Regimentos Internos dos cursos de pós-graduação stricto-sensu, das linhas de pesquisa institucionais, dos trabalhos de iniciação científica realizados nas instalações de pesquisa, da concessão de bolsas de iniciação científica pelos órgãos de fomento (CNPq, CAPES e FAPESP), por empresas e pela própria instituição. Os projetos de extensão são implementados a partir da detecção de necessidades regionais de intervenção visando o desenvolvimento socioeconômico e educacional, em parcerias/convênios com o poder público, organizações civis e religiosas. A coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão pauta-se nos seguintes aspectos: I- novo paradigma da educação - ensino centrado no aluno; II- aprender para o futuro, ao longo de toda a vida; III- foco em torno de quatro aprendizagens fundamentais: aprender a aprender; aprender a fazer; aprender a trabalhar em equipe, e aprender a ser. IV- educar estudantes para que sejam cidadãos bem informados, profundamente motivados, capazes de pensar criticamente e aceitar responsabilidades sociais; V- relevância da educação em termos do que a sociedade espera e o que se pode realizar com qualidade; VI- aquisição de conhecimentos práticos, competências e habilidades e, sobretudo, a reflexão independente e o trabalho de equipe; VII- reforço à cooperação com o mundo do trabalho, para aumento da empregabilidade dos formandos e para contribuir para a criação de novos trabalhos e para o empreendedorismo. 22

23 2.2 Políticas institucionais para cursos de graduação (bacharelados, licenciaturas e de tecnologia) na modalidade presencial, e suas formas de operacionalização. Fatores importantes para a boa formação e apoio aos universitários: I- assentar-se em sólidos conhecimentos fundamentais das diversas áreas do saber, relacionados com as especificidades de cada formação; II- incluir conhecimentos que integrem a formação para o mundo do trabalho, presente e futuro; III- desenvolver habilidades e o senso de iniciativa a fim de facilitar a empregabilidade dos formandos e a criação de novos trabalhos; IV- assegurar que o projeto pedagógico do curso busque incluir métodos pedagógicos que levem o aluno a desenvolver não somente a memória, mas também as faculdades de compreensão, a habilidade para o trabalho prático e a criatividade; V- prover atendimento acadêmico e administrativo ágil e de qualidade; VI- estimular a iniciação científica, cultural e tecnológica; VII- contemplar orientações para atividades de estágios, Trabalhos de Graduação/Trabalhos de Conclusão de Curso e publicação de trabalhos em revistas; VIII- acompanhar a trajetória dos egressos da Univap; IX- credenciar e incentivar a oferta de cursos a distância em observância à legislação vigente; X- revisar periodicamente as propostas pedagógicas dos cursos, segundo as diretrizes curriculares, de modo que os estudantes: a) dar condições para aprender a aprender e a reconhecer a necessidade da aprendizagem ao longo da vida; b) preparar para o exercício da cidadania responsável; c) preparar para assumir responsabilidades sociais; saber trabalhar em equipe; ser capaz de criar novos trabalhos; e d) desenvolver a capacidade de empreender. XI- cuidar para que o currículo de cada curso esteja em sintonia com a diretriz curricular nacional e associado com novas metodologias de avaliação que levem em conta, não somente a memorização, mas também as faculdades de compreensão, a habilidade para o trabalho prático (projetos), a criatividade e o trabalho individual e em equipe; XII- criar meios para que o Sistema Univap de Educação Superior possibilite novos ambientes de ensino/aprendizagem com a utilização de serviços de educação a distância e sistemas virtuais; XIII- estimular os alunos para a participação em eventos, seminários, congressos, iniciação científica e para a publicação de trabalhos nos diversos eventos institucionais ou externos; XIV- criar nos alunos o hábito da utilização das bibliotecas dos campi; XV- incentivar os alunos a participarem, através de programas e estágios, de ações voltadas para a comunidade. 23

24 O Processo Seletivo O processo seletivo é o mecanismo de acesso aos cursos de graduação da Univap Universidade do Vale do Paraíba, conforme o PDI ( ) e está baseado nos seguintes princípios: I- Igualdade de acesso, em sintonia com o artigo 26, 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a admissão à Educação Superior da Univap é baseada no mérito, mostrado por aqueles que buscam o acesso à educação, independentemente de idade, raça, sexo, idioma, religião ou considerações culturais e sociais, e tampouco incapacidades físicas. II- Admissão por mérito, baseada nas exigências dos artigos 32 a 36 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, L.D.B. - Lei 9.394/96. III- Acesso, sem discriminação, aberto a candidatos que aspiram a que o seu trabalho esteja voltado às exigências da ética e ao rigor científico e intelectual. IV- Acesso aberto a candidatos que pretendam utilizar sua capacidade intelectual e prestígio moral para defender e difundir os valores aceitos universalmente: a paz, a justiça, a liberdade, a igualdade e a solidariedade. V- Acesso aberto a todos aqueles que desejam opinar em problemas éticos, culturais e sociais, de forma independente, e com consciência plena de suas responsabilidades. VI- Acesso aberto a todos os candidatos que tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente. Metodologicamente, a Univap tem organizado o processo seletivo principal na forma de exame, de modo a que responda à necessidade de assegurar que o perfil de aluno selecionado atenda às características desejadas pelos cursos, e, ao mesmo tempo, se constitua em um instrumento de medida válido e confiável, levando em conta as características da clientela que se candidata aos cursos da instituição. No final de 2012 foi realizado o processo seletivo da Univap para No planejamento do processo, foram discutidas questões sobre a melhoria do exame como ferramenta para a seleção de alunos com perfil que atenda às características dos cursos. O exame passou então por modificações importantes, com mudanças no conteúdo das provas que objetivaram a avaliação das competências dos candidatos necessárias para o desempenho nos vários cursos. A prática pedagógica e a análise dos resultados dos exames vestibulares da instituição tem revelado, historicamente, um perfil de candidato e de aprovado com deficiência nas habilidades de leitura e escrita e em matemática. Sendo essas habilidades consideradas como transversais a qualquer aprendizagem, tem sido evidenciada, a partir dos resultados do exame, a necessidade de ações pedagógicas para melhorar essas habilidades do aluno ingressante dentro do processo pedagógico dos cursos. Nesse novo contexto, o vestibular passou também a ser utilizado como indicador da necessidade de ações de nivelamento, principalmente em relação à competência leitora e à escritora e de matemática. Desta maneira, ficou estabelecido que os candidatos a 2013 que tiveram desempenho no exame abaixo de 50% nas provas de Português e de matemática devem cursar disciplinas de nivelamento dessas áreas, a serem oferecidas no próprio curso escolhido. 24

25 Para o ano de 2012 o processo de seleção ou de entrada para os cursos da Univap foi realizado considerando-se os seguintes critérios: - pelo processo seletivo tradicional, sendo que foram desclassificados os candidatos que obtiveram nota zero na prova de redação ou nas questões da prova objetiva. - por prova agendada, sendo que foram desclassificados os candidatos que tiraram nota zero na redação. - pela nota do Enem, sendo que foram desclassificados os candidatos que tiveram nota zero na redação desse exame. Ingressaram também candidatos por transferência de outra IES. No contexto do processo seletivo, é relevante se examinar quem é o candidato aos cursos da Univap. Foi realizada uma análise do perfil dos candidatos a partir de O primeiro gráfico abaixo mostra o perfil dos candidatos no que se refere ao nível socioeconômico. Como se pode observar, o perfil de renda teve uma melhora nos últimos anos, mas em toda a série são maioria os candidatos classificados nas faixas de renda de R$2.500,00 ou abaixo. Os candidatos com renda familiar até R$1.500,00 são também expressivamente representados no perfil, com 40% de presença no vestibular Faixas de renda familiar dos candidatos ao vestibular da Univap (em %) 120,0 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 Mais de R$3500,00 R$2501,00 a R$3500,00 R$1501,00 a R$2500,00 R$501,00 a R$1500,00 Até R$500,00 0,0 Quando se analisa o capital cultural, como apresentado no gráfico abaixo, observa-se que o número de candidatos cujo pai tem nível de escolaridade até o ensino médio é maioria entre os que procuram a Univap para o vestibular, sendo também expressiva a participação daqueles cujo pai tem até o ensino fundamental. 25

26 Nível educacional do pai 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% superior completo superior incompleto Ensino médio Ensino fundamental Não frequentou escola O gráfico abaixo mostra o exercício de trabalho pelos candidatos, indicando que um grande contingente exerce trabalho em tempo integral, parcial ou eventual. Exercício de trabalho remunerado pelos candidatos ao vestibular da Univap 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Trab. eventual/ desemp Trabalha meio período Trabalha tempo integral noturno Trabalha tempo integral diurno Não trabalha 26

27 Pelo gráfico abaixo pode-se observar que o perfil dos candidatos à Univap tradicionalmente e preponderantemente compõe-se de egressos da escola pública. Uma pequena parte dos candidatos é egressa do ensino médio da própria instituição. Escola de origem do candidato no ensino básico 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Supletivo Parte em privada, parte em pública Todo em escola pública Todo em outras escolas privadas Colégio Técnico Univap Essas características acima evidenciadas pelos gráficos indicam que o aluno que tem se candidatado candidato à Univap em sua maioria tem necessidades específicas do ponto de vista econômico, traz a vivência da escola pública e tem pouco capital cultural familiar. 27

28 Matrícula nos cursos Apresenta-se abaixo a demanda de alunos pelos cursos oferecidos, desde 1992, representada pelo número de alunos matriculados em graduação e pós-graduação lato e stricto sensu. Número de alunos regularmente matriculados/ano. Pós-Graduação Ano Graduação (stricto sensu e lato sensu) Outro importante componente do processo de ensino da Univap refere-se à saída do sistema, ou seja, os formandos dos vários cursos. Na tabela abaixo são apresentados os dados do número de matrículas a partir de 1992 e de formandos, a partir do mesmo ano. 28

29 Matriculados e Formandos da Univap % sobre os Ano Matriculados Formandos matriculados ,14% ,59% ,65% ,35% ,39% ,93% ,54% ,90% ,04% ,30% ,89% ,03% ,78% ,79% ,26% ,62% ,28% ,69% ,86% ,81% ,66% Oferta de Cursos de Graduação A Univap tem procurado oferecer uma diversidade de cursos que atendam às tendências de demanda no ensino superior do município e da região. Antes da sua transformação em universidade, as antigas Faculdades Integradas ofereceram 10 cursos até 1991, conforme quadro abaixo. Condição Legal Cursos Autorizado Reconhecido Nº Decreto/Resolução Nº Decreto/Portaria 1 Arquitetura e Urbanismo Dec /69 Port. 86/91 2 Ciências Econômicas Dec /61 Dec /68 3 Direito Dec /54 Dec /58 4 Engenharia Civil Dec /68 Dec /74 5 Engenharia Elétrica Dec /68 Dec /74 6 História Dec /67 Dec /72 7 Letras Dec /67 Dec /72 8 Pedagogia Dec /67 Dec /72 9 Serviço Social Dec /69 Dec /73 10 Ciências Sociais Dec /67 Dec /72 Após a instalação da Universidade do Vale do Paraíba, em 1º de Abril de 1992, os seguintes cursos foram oferecidos nos vários campi da universidade: 29

30 Cursos em São José dos Campos Condição Legal Autorizado Reconhecido Cursos Nº Decreto/Resolução Nº Decreto/Portaria 1 Administração Res. 3/CUN/92 Port. 473 /11 2 Arquitetura e Urbanismo Dec /69 Port. 286/12 3 Artes Visuais Res. 9/CIUS/06 Port. 286/12 4 Biomedicina Res. 13/CIUS/04 Port. 266/11 5 Ciência da Computação Res. 3/CUN/92 Port. 677/11 6 Ciências Biológicas (L) Res. 3/CUN/92 Port. 286/12 7 Ciências Biológicas (B) Res. 10/CIUS/06 Port. 286/12 8 Ciências Contábeis Res. 1/CUN/94 Port. 315/11 9 Ciências Econômicas Dec /61 Dec /68 10 Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia Res. 4/CIUS/07 11 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Res. 4/CIUS/07 Pot. 51/12 12 Direito Dec /54 Dec /58 13 Educação Física (B) Res. 2/CUN/93 Port. 01/12 14 Educação Física (L) Res. 2/CUN/93 Port. 286/12 15 Enfermagem Res. 1/CUN/97 Port. 775/08 16 Engenharia Aeronáutica e Espaço Res. 5/CIUS/99 Port. 286/12 17 Engenharia Ambiental Res. 8/CIUS/99 Port. 286/12 18 Engenharia Biomédica Res. 7/CIUS/99 Port. 52/06 19 Engenharia Civil Dec /68 Port. 286/12 20 Engenharia de Alimentos Res. 9/CIUS/05 Port. 286/12 21 Engenharia de Computação Res. 2/CIUS/99 Port. 261/06 22 Engenharia de Materiais Res. 2/CUN/97 Port /10 23 Engenharia Elétrica Dec /68 Port. 286/12 24 Engenharia Química Res. 2/CIUS/07 25 Farmácia Res. 12/CIUS/04 Port. 153/11 26 Física Res. 3/CUN/92 Port. 915/97 27 Fisioterapia Res. 1/CUN/97 Port /04 28 Geografia Dec /89 Port. 509/92 29 História Dec /67 Port. 286/12 30 Jornalismo Res. 1/CUN/96 Port /04 31 Letras Dec /67 Dec /72 32 Matemática Res. 3/CUN/92 Port. 286/12 33 Moda Res. 12/CIUS/05 34 Nutrição Res. 11/CIUS/04 Port. 267/11 35 Odontologia Res. 2/CUN/93 Port. 775/08 36 Pedagogia Dec /67 Port. 286/12 37 Publicidade e Propaganda Res. 1/CUN/94 Port /04 38 Química Res. 13/CIUS/05 39 Rádio e TV Res. 14/CIUS/04 Port. 193/11 40 Secretariado Executivo Res. 1/CUN/94 Port. 206/06 41 Serviço Social Dec /69 Dec /73 42 Terapia Ocupacional Res. 1/CUN/97 Port /04 43 Turismo Res. 4/CEPE/98 Port /04 30

31 Cursos em Jacareí Condição Legal Autorizado Reconhecido Cursos Nº Decreto/Resolução Nº Decreto/Portaria 44 Administração Res. 1/CIUS/98 Parecer CNE/CES/364/03 45 Ciência da Computação Res. 1/CIUS/98 Parecer CNE/CES/364/03 46 Ciências Biológicas Res. 1/CIUS/98 Parecer CNE/CES/364/03 47 Direito Res. 1/CIUS/98 Parecer CNE/CES/364/03 48 Educação Física Res. 2/CIUS/01 Parecer CNE/CES/364/03 49 Engenharia Ambiental Res. 8/CIUS/99 Parecer CNE/CES/364/03 50 Engenharia Civil Res. 1/CIUS/99 Parecer CNE/CES/364/03 51 Engenharia Elétrica Res. 1/CIUS/98 Port. 286/12 52 Pedagogia Res. 18/CIUS/04 Parecer CNE/CES/364/03 53 Química/L Res. 13/CIUS/05 Port. 102/11 54 Química/B Res. 13/CIUS/05 Port. 286/12 55 Serviço Social Res. 19/CIUS/04 Parecer CNE/CES/364/03 Cursos em Campos do Jordão Condição Legal Cursos Autorizado Nº Portaria 56 Administração Port. 62/09 57 Ciência da Computação Port. 974/09 58 Ciências Biológicas Port. 972/09 59 Ciências Contábeis Port. 973/09 60 Engenharia Civil Port. 980/09 61 Engenharia de Computação Port. 976/09 62 Geografia Port. 979/09 63 História Port. 978/09 64 Letras Port. 977/09 65 Pedagogia Port. 971/09 66 Secretariado Executivo Port. 975/ Políticas institucionais para cursos de graduação (bacharelados, licenciaturas e de tecnologia) e cursos sequenciais na modalidade a distância, e suas formas de operacionalização Não se aplica 31

32 2.4 Políticas institucionais para cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), na modalidade presencial, e suas formas de operacionalização. A Pós-Graduação Lato Sensu A Univap preocupa-se fortemente com a Educação Continuada (Pós-Graduação lato sensu/ Especialização) conforme definidas as áreas de atuação da instituição no PDI Em conformidade com essa diretriz a instituição tem oferecido cursos de lato sensu em diferentes áreas de conhecimento, procurando atender a diferentes interesses no que se refere à formação continuada, conforme mostra o quadro abaixo. Cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos (2004 a 2012): Cursos 1 Administração e Planejamento da Educação 14 Gestão de Negócios em Instituições Financeiras 2 Computação Aplicada 15 Gestão de Projetos 3 Comunicação Empresarial 16 Gestão e Liderança Universitária 4 Condicionamento Físico 17 Gestão Empresarial 5 Cultura Popular Brasileira 18 Implantodontia 6 Direito Previdenciário e Trabalhista 19 Jornalismo Científico (Curso a Distância) 7 Direito Processual 20 Língua Portuguesa: Leitura e Produção de Textos 8 Enfermagem em Cuidados Críticos/Cardiologia 21 Neurologia Funcional 9 Enfermagem em Neonatologia e Pediatria 22 Planejamento e Gestão Ambiental 10 Enfermagem Obstétrica 23 Psicopedagogia 11 Gerontologia e Família 24 Psicopedagogia Clínica e Institucional 12 Gestão Ambiental 25 Terapia Familiar 13 Gestão de Centros Poliesportivos 32

33 O quadro abaixo mostra a demanda pelos cursos de especialização oferecidos na instituição, desde Alunos matriculados nos cursos de Especialização (Pós-graduação lato sensu) Curso Administração e Planejamento da Educação Cultura Popular Brasileira Comunicação Empresarial Condicionamento Físico Direito Previdenciário e Trabalhista Enfermagem em Cuidados Críticos/Cardiologia Enfermagem em Neonatologia e Pediatria 16 Gerontologia e Família Gestão Ambiental Gestão Empresarial Gestão de Centros Poliesportivos Gestão e Liderança Universitária Gestão de Negócios em Instituições Financeiras Gestão de Projetos Jornalismo Científico (a distância) Língua Portuguesa: Leitura e Produção de Textos Neurologia Funcional Terapia Familiar Planejamento e Gestão Ambiental Psicopedagogia Psicopedagogia Clínica e Institucional Total Observa-se pelo quadro acima que no ano de 2012 houve pequena diminuição do número total de alunos nos cursos de lato sensu mantendo-se, entretanto, a demanda pelos cursos da área da saúde, inclusive com a introdução do curso de Enfermagem em Neonatologia e Pediatria. Os dados indicam a superioridade numérica da demanda por cursos da área de saúde mostrando o papel que a universidade tem desempenhado na preparação de profissionais nessa área. A expressiva demanda do curso de Gestão de Centros Poliesportivos mostra a importância de se estabelecer parcerias para o atendimento de cursos dessa natureza. O referido curso foi resultante de parceria com a Prefeitura Municipal de São José dos Campos. A tabela abaixo mostra o número de alunos que concluíram os diferentes cursos de especialização oferecidos, considerando-se o período de 2007 a

34 Alunos que obtiveram a titulação de Especialistas Curso Administração e Planejamento da Educação Cultura Popular Brasileira Computação Aplicada Comunicação Empresarial Condicionamento Físico Direito Previdenciário e Trabalhista Direito Processual Enfermagem Obstétrica Enfermagem em Cuidados Críticos/Cardiologia Gerontologia e Família Gestão Ambiental Gestão de Centros Poliesportivos Gestão de Negócios em Instituições Financeiras Gestão e Liderança Universitária Gestão Empresarial Gestão de Projetos Jornalismo Científico ( a distância) Lingua Portuguesa: Leitura e Produção de Textos Neurologia Funcional Psicopedagogia Psicopedagogia Clínica e Institucional Planejamento e Gestão Ambiental Saúde da Família Saúde Mental Terapia Familiar Total O número de concluintes dos cursos de especialização aumentou consideravelmente em Esse aumento, entretanto, esteve concentrado no curso de Condicionamento Físico e de Neurologia Funcional. É necessário que a instituição procure conhecer melhor as demandas do município e da região e procure compatibilizar a oferta dos cursos a partir do perfil de demanda para esse nível de ensino. 34

35 A Pós-Graduação e a Pesquisa Institucionalizada Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento é responsável pelos cursos de Pós-Graduação stricto sensu, Mestrado e Doutorado, assim como pela pesquisa na Univap. O IP&D é o órgão de interação da Univap com a CAPES/MEC e CNPq, assim como as demais agências de fomento em níveis federal e estadual. A Pós-Graduação stricto sensu da Univap foi estruturada mantendo uma forte ligação com a pesquisa institucionalizada. Esta política começou em 1992, ano de criação da Univap. Em 1998, a CAPES já recomendava o primeiro Programa de Pós-Graduação stricto sensu. A política institucional visa fortalecer, progressivamente, os Programas de Pós-Graduação existentes, de forma que possam ser oferecidos mais cursos de mestrado e doutorado, envolvendo, progressivamente, o corpo docente em tempo integral, voltado à tríplice-função, e contratando professores pesquisadores doutores. Em 2012, a Univap possuía 77 (setenta e sete) professores doutores em tempo integral, sendo que, destes, 60 (sessenta) professores estão credenciados em Programas de Pós-Graduação stricto sensu da Univap, em níveis de mestrado e/ou doutorado. Atualmente, a Univap possui seis programas stricto sensu credenciados pela CAPES, sendo que dois deles também oferecem o nível de Doutorado (Engenharia Biomédica e Física e Astronomia), dois na categoria de mestrados acadêmico (Planejamento Urbano e Regional e Ciências Biológicas) e dois programas na categoria profissional (Bioengenharia e Processamento de Materiais e Catálise). Para alcançar tais objetivos, várias ações já foram e/ou estão em andamento: I- aumentar, progressivamente, a capacidade de acesso às redes de comunicação e sistemas de informação, o acervo da biblioteca do IP&D, notadamente periódicos; II- proporcionar uma melhoria progressiva da infraestrutura de laboratórios de pesquisa, melhorando, assim, as condições de trabalho da comunidade acadêmica dedicada à tríplicefunção; III- buscar, permanentemente, o avanço do conhecimento por meio da pesquisa, estabelecendo um equilíbrio apropriado entre pesquisa básica e aplicada e promover a divulgação de seus resultados; IV- reforçar os atuais Programas de Pós-Graduação stricto sensu credenciados pela CAPES-MEC, para que todos alcancem o nível de mestrado e doutorado; V- atrair e manter um corpo docente em tempo integral, capaz de consolidar a pesquisa institucional com produção intelectual institucionalizada e de qualidade, mediante o estudo de temas e problemas relevantes, tanto do ponto de vista científico e cultural, quanto regional e nacional; VI- aumentar o número de docentes da Univap, com projetos de pesquisa financiados por agências de financiamento, tais como: FAPESP e CNPq; VII- realizar, anualmente, o INIC Encontro Nacional de Iniciação Científica e o EPG Encontro Nacional de Pós-Graduação; VIII- aumentar o número de estudantes de Pós-Graduação na Univap; IX- incentivar a busca de patentes pelos pesquisadores da Univap; 35

36 X- aumentar a cooperação nacional e internacional de docentes e alunos; XI- induzir a formação de grupos de pesquisas para atuar no Diretório; XII- atuar nas diferentes agências de fomento à pesquisa para ampliar o número de bolsistas de Pós-Graduação (CAPES / CNPq / PIBIC / FAPESP). Cursos credenciados pela CAPES e alunado Matriculado em 2012 Programa Alunos matriculados na Pós-graduação stricto sensu Conceito CAPES Nº de Alunos Matriculados Doutorado em Engenharia Biomédica Doutorado em Física e Astronomia Mestrado em Engenharia Biomédica Mestrado em Física e Astronomia Mestrado em Planej. Urbano e Regional Mestrado em Bioengenharia Mestrado em Ciências Biológicas Novo (2010) Mestrado em Processamento de Materiais e Catálise Novo (2010) Total Como mencionado no relatório 2011, entre 2009 e 2010, houve um decréscimo de 40% no número de matriculados, situação essa explicada pela defesa das dissertações dos alunos do MINTER-FACID. Entre 2010 e 2012, o número de matriculados permaneceu estável. Ressalta-se que alguns programas enfrentam forte concorrência com instituições públicas locais, tais como a Engenharia Biomédica e Física e Astronomia. Entretanto, nesse mesmo período, observou-se que programas novos obtiveram um aumento no número de matriculados, como é o caso da C. Biológicas e Catálise. Esses programas foram beneficiados com um programa de incentivo, estabelecido pela Univap-FVE, em 2012, importante para atrair alunos e começar a consolidação desses Programas. Os demais programas, também foram beneficiados, alguns mais outros menos, pela disponibilização de bolsas institucionais, ofertadas pela Mantenedora. No caso da Física, houve um aumento no número de matriculados, no mestrado como no doutorado. Os demais programas continuam sua trajetória e fluxo adequado, atendendo aos critérios da CAPES, em relação ao tempo de permanência do aluno no programa. Aqueles professores vinculados aos Programas de pós-graduação stricto sensu também desenvolvem atividades nos cursos de Graduação, atuando como docentes e orientadores de trabalhos de conclusão de curso e de projetos de iniciação científica. Além destas, alguns professores desenvolvem atividades de consultoria Ad-Hoc junto a alguns órgãos de fomento à pesquisa (CNPq, FAPESP, FINEP, CAPES, FACEPE, FAPEAL, entre outras) e de referees de algumas revistas especializadas. 36

37 Número de alunos concluintes em Mestrado e Doutorado no Triênio Conceito Capes - Avaliação Trienal - Retrospectiva Curso Bioengenharia (M) Engenharia Biomédica (M/D) Planejamento Urbano e Regional (M) Física e Astronomia (M/D) Em 2010, o número de alunos que concluíram os programas subiu principalmente em função da defesa das dissertações de vários alunos do MINTER-FACID. Em 2012, observa-se um decréscimo de 28,5% no número de concluintes, fato esse atribuído diminuição de alunos matriculados no Programa de Bioengenharia, o qual era, tradicionalmente, o curso que mais atraía alunos. Nos últimos anos, aumentou a concorrência em relação à Programas dessa natureza e a propaganda da Univap, de seus Programas de Pós-graduação Stricto Sensu praticamente não ocorreu ao longo do último triênio, o que também colaborou para a baixa procura. Cabe ressaltar que a Univap já formou 874 mestres e doutores, desde Alunos que obtiveram a titulação Doutorado/Mestrado Programa Ano Doutorado em Engenharia Biomédica Doutorado em Física e Astronomia Mestrado em Engenharia Biomédica Mestrado em Física e Astronomia Mestrado em Planejamento Urbano e Regional Mestrado em Ciências Biológicas - Antigo 9-1 Mestrado em Bioengenharia Mestrado em Ciências Biológicas - Novo (2010) Mestrado em Proc. de Mater. e Catálise Novo (2010) Total Total geral no triênio Mestres Doutores Total Total geral até 2012 Mestres Doutores Total

38 Diagnóstico Até o ano de 2012, o Sistema Univap de pós-graduação stricto sensu formou 841 alunos de mestrado e 33 de doutorado. Somente neste último triênio, 161 profissionais obtiveram seu diploma de Mestre e 7 o diploma de Doutor pelos cursos de pós-graduação stricto sensu da Univap. Estes resultados demonstram o contínuo investimento da Instituição na formação de pessoal altamente qualificado, atendendo à política nacional de Pós-Graduação e Pesquisa. Entretanto, ressalta-se que a competição aumentou e que, além de precisarmos trabalhar para aumentar os conceitos dos Programas, para que atrairmos alunos, precisamos também investir em Propaganda. Atuação e recursos do órgão coordenador e políticas de Pós-Graduação stricto sensu Os recursos da Pós-Graduação stricto sensu têm origem: I- nos recursos do Sistema FVE-Univap; II- nos recursos oriundos das mensalidades escolares que realimentam estudantes carentes de recursos; III- nos recursos oriundos de bolsas de estudos da CAPES, FAPESP, CNPq, e outros. Hoje, as políticas da pós-graduação estão voltadas para melhorar os conceitos CAPES dos cursos de mestrado, a fim de elevar os seus conceitos e proporcionar a aprovação do doutorado em Planejamento Urbano. Aumentar a oferta de Programas Stricto Sensu significa aumentar o investimento em pesquisa, situação essa que precisa ser discutida pela direção máxima da Univap. Atualmente, a Instituição transita no limiar de seis mestrados e dois doutorados, estabelecido pelo MEC. São listados, abaixo, os cursos de Graduação que interagem com os cursos de pós-graduação stricto sensu. Doutorado em Engenharia Biomédica Mestrado em Engenharia Biomédica Odontologia Odontologia Fisioterapia Fisioterapia Educação Física Educação Física Engenharia Elétrica Engenharia Elétrica Engenharia de Materiais Engenharia de Materiais Física Física Matemática Matemática Enfermagem Enfermagem Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional Biomedicina Biomedicina Engenharia Biomédica Engenharia Biomédica Farmácia Farmácia Biologia Biologia 38

39 Mestrado em Bioengenharia Mestrado em Ciências Biológicas Fisioterapia Engenharia Ambiental Educação Física Fisioterapia Engenharia Elétrica Educação Física Engenharia de Materiais Enfermagem Física Biomedicina Matemática Farmácia Enfermagem Biologia Terapia Ocupacional Biomedicina Mestrado em Física e Astronomia Engenharia Biomédica Física Farmácia Engenharia Elétrica Biologia Matemática Odontologia Mestrado em Planejamento Urbano e Regional Mestrado em Processamento de Materiais e Catálise Engenharia Civil Engenharia Química Arquitetura Engenharia de materiais Administração Química História Engenharia Mecânica Direito Engenharia de Produção Geografia Física Economia Ciências Biológicas 2.5 Políticas institucionais para cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), na modalidade a distância e suas formas de operacionalização A Univap obteve credenciamento para oferta de cursos a distância em nível de pós-graduação lato sensu através da Portaria nº. 125, publicada no DOU no dia 23 de janeiro de Atualmente, no nível de pós-graduação lato sensu, o curso ofertado é o de especialização em Jornalismo Científico. Alunos no curso de Especialização em Jornalismo Científico Curso Jornalismo Científico Alunos Matriculados Alunos ativos Alunos concluintes Com o objetivo de padronizar e estabelecer bases para a política e para a gestão da Educação a Distância na Instituição e oferecer, às comunidades acadêmicas e corporativas, os recursos didáticos e tecnológicos necessários para a oferta de cursos na modalidade a distância, em fevereiro de 2006 foi criada a Univap Virtual. 39

40 Esta nova unidade recebeu como herança as experiências e parte do corpo-técnico/docente do Núcleo de Novas Tecnologias e foi um marco estratégico para representar uma nova fase de investimentos da Univap em pesquisas e desenvolvimento de cursos na modalidade semipresencial e a distância em todos os níveis. Em todos os níveis de ensino, a Univap adota as seguintes políticas para a oferta de cursos a distância: Público Alvo: O público alvo do plano de educação a distância da Univap é composto por: Adultos, inseridos no mundo do trabalho, interessados e/ou necessitados de formação inicial e continuada, em nível de graduação, pós-graduação lato sensu, stricto sensu, extensão ou atualização, localizados em qualquer parte do território nacional, ou em outros países. Alunos da graduação. Alunos dos cursos de nível médio/técnico. Organizações governamentais ou não governamentais, empresas, organizações internacionais, interessadas em oferecer determinados conteúdos, indispensáveis a um público específico, disperso territorialmente. Estratégias de implementação : O planejamento e implementação são vistos na seguinte ordem: - Iniciar a implementação de cursos a distância, a partir de projetos pré-existentes e, progressivamente, consolidar competência em EaD através da oferta de cursos de formação continuada e pós-graduação lato sensu. - Oferecer disciplinas de graduação, de cursos presenciais reconhecidos, na modalidade a distância, nos termos das Portarias do MEC nº 2253, de outubro de 2001 e nº 4059, de 10 de dezembro de Foram dadas prioridades às seguintes disciplinas: a) Disciplinas básicas e comuns a vários cursos e com grande demanda. b) Disciplinas flexibilizadas e atividades complementares. - Oferecer cursos de graduação a distância, para atendimento, principalmente, ao público com dificuldade de acesso ao sistema educacional presencial. - Oferecer cursos de nível médio, visando principalmente o público adulto. 40

41 Etapas da implementação: Em todos os níveis de ensino, a implementação foi planejada para ser gradual, em caráter experimental, obedecendo às seguintes etapas interdependentes: - Divulgação. - Capacitação dos coordenadores de cursos. - Capacitação de professores conteudistas, tutores, monitores e técnicos administrativos. - Desenho, desenvolvimento e avaliação do curso/disciplina. - Preparação do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). - Execução, gerenciamento e avaliação do curso/disciplina. - Avaliação de sistemas de gestão e execução do curso//disciplina. - Análise, avaliações e aplicação de correções necessárias. Responsabilidades: A Univap Virtual é responsável por promover, apoiar e fortalecer o desenvolvimento da educação nas modalidades semipresencial e a distância na Universidade do Vale do Paraíba, a partir das seguintes ações: - Definição de políticas e metodologias para a oferta e gestão de cursos e disciplinas apoiadas pela nova tecnologia; - capacitação de professores e técnicos para o uso pedagógico das novas tecnologias; - promoção de suporte tecnológico ao ensino presencial; - promoção da preparação de professores para criar conteúdos e atividades padronizadas para educação a distância; - formação professores tutores encarregados do atendimento aos alunos; - desenvolvimento de tecnologias da informação e da comunicação aplicadas à educação a distância; - desenvolvimento e virtualização de conteúdos em parceira com as Faculdades, Institutos ou Colégios mantidos pela FVE; - treinamento de técnicos que atuem nos serviços de secretaria e monitoria; - desenvolvimento de pesquisas na área. A execução e a gestão acadêmica do curso/disciplina continuam sob responsabilidade das Faculdades, Instituto ou Colégios mantidos pela FVE. 41

42 2.6 Políticas institucionais de pesquisa e de iniciação científica, de pesquisa e formas de sua operacionalização As pesquisas institucionalizadas e a pós-graduação stricto sensu, são desenvolvidas no IP&D Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Univap Urbanova. Nas pesquisas participam, ainda, os estudantes de graduação por meio da iniciação científica. As pesquisas tecnológicas podem ser também desenvolvidas na sede do Parque Tecnológico Urbanova, em parceria com as empresas de inovação tecnológica, em obediência à Lei da Inovação. Fazem parte dessas políticas: I- buscar, permanentemente, o avanço do conhecimento por meio da pesquisa institucionalizada e promover a divulgação de seus resultados em revistas indexadas; II- atrair e aumentar, progressivamente, o corpo docente em tempo integral, voltado à tríplice-função, por meio da contratação de professores-pesquisadores, e consolidar a pesquisa institucional com o aumento da produção intelectual institucionalizada e de qualidade, mediante o estudo de temas e problemas relevantes, tanto do ponto de vista científico e cultural, quanto regional e nacional; III- funcionar, como agente de inovação, nas incubadoras e no FVE, a fim de reforçar a cooperação com o mundo do trabalho; IV- aumentar, progressivamente, o número de projetos de pesquisa financiados por agências de financiamento, tais como, FAPESP, CNPq, FINEP, empresas e outros; V- realizar anualmente o INIC Encontro Nacional de Iniciação Científica; VI- aumentar, progressivamente, a cooperação nacional e internacional, de estudantes e professores-pesquisadores; VII- proporcionar, dentro dos recursos disponíveis, a participação dos pesquisadores e estudantes de pós-graduação em Congressos nacionais e internacionais; VIII- manter incubadoras de empresas na Universidade e em empresas (Petrobras, por ex.) e, no Parque Tecnológico empresas de inovação tecnológica; IX- aumentar gradativamente a produção indexada; e X- incentivar a busca de patentes. As formas de operacionalização dessa interação tem ocorrido por meio de: a) recursos próprios gerados pelo Fundo de Pesquisa e Inovação e Desenvolvimento da Univap; b) recursos de empresas; c) recursos de agências de financiamento; e d) doações, entre outras. A participação do corpo docente se dá pela sua contratação em tempo integral à tríplice-função: pesquisa, ensino e extensão, exercida de maneira indissociável. O docente recém-contratado assume o compromisso de apresentar, no prazo de seis meses, um projeto de pesquisa a uma agência de financiamento, e no prazo máximo de 2 anos, publicar, ao 42

43 Número menos, dois artigos em revistas especializadas e de ministrar aulas de graduação e pós-graduação, na sua especialidade (regime probatório). As aulas de graduação são ministradas nas faculdades e as pesquisas desenvolvidas no IP&D Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento. O corpo discente, engajado em iniciação científica ou pós-graduação stricto sensu, deve dedicar, no mínimo, vinte horas à pesquisa, no IP&D. Existe forte interação entre a graduação e a pós-graduação na Univap. Primeiramente, o Instituto de Pesquisa da Univap é aberto a todos os alunos de graduação, sendo as suas participações estimuladas por meio de concessões de bolsas disponibilizadas por agências de fomento à pesquisa (FAPESP e CNPq) ou por meio do sistema PIBIC Voluntário - Univap (Programa Institucional de Iniciação Científica Voluntária). Além disso, os alunos dos últimos anos são incentivados a participar dos Programas de Pós-Graduação. Em nível de docência, existe o Programa de Estágio de Docente, o qual direciona os alunos matriculados nos cursos de mestrado ou doutorado da Univap para interagirem com os cursos de graduação. O período de envolvimento varia de um a dois semestres, em função do nível do curso. As atividades desenvolvidas envolvem a participação no planejamento pedagógico, aulas de reforços, atendimento a alunos com problemas em determinadas matérias, entre outras atividades. Produção Científica Indexada 120 PUBLICAÇÕES EM REVISTAS INDEXADAS a Ano Número de artigos publicados em Revistas Científicas indexadas no ISI (Institute for Scientific Information), em cada ano, pelos docentes pesquisadores da Univap. 43

44 Em função da política de pessoal qualificado para a pesquisa institucionalizada da Univap, o número de trabalhos científicos indexados cresceu, continuamente, entre 2006 e Entretanto, esse número caiu em 2010, para 73 artigos, segundo consulta ao ISI (Institute for Scientific Information) e apresentou um novo crescimento para 105 artigos, em Em 2012, observou-se uma queda de 38% na produção. Observou-se que docentes, que usualmente publicam muitos artigos, diminuíram sua produção. Não há, aparentemente, nenhuma explicação para essa queda, a não ser a da tentativa de submissão sem sucesso, ou momento de letargia do docente. Ressalta-se que a forte produção de artigos pelos docentes e alunos de pós-graduação Stricto Sensu ou iniciação científica foi responsável por colocar o nome da Univap entre as dez melhores instituições particulares de ensino do País, em qualidade em pesquisa, segundo o ranking da Folha (RUF). De acordo com a Folha (2012), nessa metodologia, foram considerados o número de artigos publicados em 2008 e 2009, em periódicos que estão na base Web of Science, da Thompson Reuters, que reúne 12 mil publicações de alto impacto, em todo o mundo. Provavelmente, essa queda na produção pode se refletir no próximo RUF, apesar de termos tido um excelente resultado em Como se pode observar, o número de artigos submetidos e aprovados em revistas indexadas no ISI, quando analisado o quadriênio 2008 a 2011, cresceu 7,6% e no triênio , cresceu apenas 1%. Entretanto, ressalta-se a recuperação do número de publicações entre 2010 e 2011 de 43%. A produção segue os parâmetros de qualidade da CAPES e do CNPq, gerando publicações em revistas indexadas no ISI Institute for Scientific Information, assim como nas publicações dos QUALIS. Em relação ao ano de 2012, ressalta-se o depósito da primeira patente da Univap, de natureza INVENÇÃO, registrada sob o nº BR , intitulada Reator de Plasma de Descarga por Barreira Dielétrica, Processo e Sistema de Pré-tratamento de Biomassa LIG/IOCELULÓSICA, dos inventores: Felipe de Souza Miranda, aluno do Mestrado em Matérias e Catálise e ex-aluno da graduação em engenharia de materiais da Univap, Prof Homero Santiago Maciel, Profª Kumiko Koibuchi Sakame, Profª Lúcia Vieira Santos, Prof. Rodrigo Sávio Pessoa, Patrícia Marcondes dos Santos, aluna do doutorado em Engenharia Biomédica e ex-aluna da engenharia elétrica da Univap, Roberson José da Silva, técnico-engenheiro do IPD. Ao ser depositada essa patente, abriu-se novas possibilidades institucionais de cooperação tecnológica o que coloca a universidade no cenário da inovação. Essa patente também poderá influenciar a classificação da Univap no próximo RUF, uma vez que a categoria inovação pontua na forma de depósito de patentes. 44

45 Número Produção Qualis Número de artigos publicados em Revistas Científicas Qualis, Nacional e Internacional, de 2000 a Publicações QUALIS Ano A figura acima representa a produção anual, dos últimos 10 anos, em revistas Internacionais e Nacionais classificadas como Qualis, pela CAPES/MEC. Estas revistas são consideradas as mais importantes dentro do sistema de avaliação dos Programas de Pós-Graduação, no Brasil. Em 2011, foram publicados 144 artigos e, em 2012, 119, representando uma queda de 17%, refletindo a queda da produção classificada no ISI. Entretanto, a diminuição não foi tão significativa pois muitos professores publicaram em revistas nacionais, de boa classificação no QUALIS CAPES, mas que não se encontram no Web of Science. Trabalhos publicados, em periódicos indexados, não-indexados e em Congressos Número total de trabalhos publicados pelos docentes e discentes da Univap, como autores, coautores e orientadores Publicações Totais

46 A figura acima representa a variação do número total de trabalhos publicados em cada ano, de 2006 a Como se pode observar, houve um aumento progressivo nesse quesito, até Entretanto, cabe ressaltar que eram computados quaisquer tipos de publicação, inclusive de resumos. No levantamento de 2012, foram considerados apenas os artigos completos, o que causou uma diminuição de mais de 49%, bastante significativa, sob o ponto de vista quantitativo, mas qualitativamente, essa metodologia traz mais consistência institucional. Portanto, nesse momento, esse resultado não reflete perda de qualidade na produção acadêmica, apenas uma alteração na metodologia de levantamento da informação. Análises mais consistentes poderão ser realizadas a partir do próximo ano. As pesquisas e os Projetos de pesquisas As pesquisas desenvolvidas na Univap têm tido caráter bivalente, demonstrado pela: a) preocupação com a abordagem da problemática local/regional, buscando os caminhos da construção das melhores soluções e assim cumprir o seu papel de estar a serviço da comunidade na qual se insere. b) preocupação em estabelecer fortes interações acadêmico-técnico-científicas com as mais diversas instituições em nível nacional (universidades, prefeituras, institutos, indústrias) e em nível internacional, na execução de projetos em parcerias e promoção de trocas de experiências. Em âmbito internacional, a Univap tem mantido relações com instituições no Canadá, Espanha, Dinamarca e Republica Dominicana. Até o ano de 2012, 362 projetos haviam sido aprovados pelos docentes pesquisadores da Univap em agências de fomento estadual e federal, assim como em Empresas de base tecnológica e Prefeituras. Os recursos concedidos por estas entidades somam, até o momento, mais de 25 milhões de reais. Ao longo do ano de 2012, foram aprovados 12 projetos por diferentes pesquisadores nas agências de fomento CNPq e FAPESP. Os montantes dos recursos aprovados pelos pesquisadores somaram R$ ,61 e US$ ,68 (aproximadamente R$ ,79), totalizando R$ ,40 (tabela apresentada a seguir). Cabe ressaltar que, apesar de ter sido aprovado um menor número de projetos, entre 2011 e 2012, houve aumento de 46,5% no total de recursos levantados pelos pesquisadores do IP&D. Esse fato reflete o comprometimento e a qualidade dos pesquisadores, assim como o investimento da Instituição no fomento à pesquisa. Esse valor se refletirá na capacidade de investimento do Instituto em obras de melhoria da infraestrutura, por meio da utilização da reserva técnica institucional, da FAPESP. 46

47 Projetos de Pesquisa aprovados no Biênio 2011/2012 em Agências de Fomento (Estadual e Federal) 2012 PROCESSO PESQUISADOR AGÊNCIA R$ US$ / Leandro Raniero CNPq , / Leandro Raniero CNPq , / Homero Santiago FAPESP/PRONEX , , / Sérgio Pilling FAPESP , , / RESERVA TÉCNICA INSTITUCIONAL, Ex FAPESP , / RESERVA TÉCNICA INSTITUCIONAL FAPESP , / Dráuzo Eduardo Naretto Rangel FAPESP , , / Maria Aparecida C. R. Papali FAPESP , / Flavia Villaça Morais FAPESP , , / Conectividade a Rede ANSP FAPESP , / Alessandro José de Abreu FAPESP/BOLSA 2012/ Drauzio Eduardo Naretto Rangel FAPESP 450, , , ,79 Total , PROCESSO PESQUISADOR AGÊNCIA R$ US$ 2010/ Irapuan FAPESP/BOLSA 6.256, / Irapuan FAPESP/BOLSA ,48 Marlos R. da Silva FAPESP / BOLSA IC ,80 Marlos R. da Silva FAPESP / BOLSA IC 6.033, / Mario Oliveira CNPq ,00 jan/07 Mario Oliveira CAPES , / Maria Aparecida Papali FAPESP , / Dráuzio Eduardo Naretto Rangel CNPq / CONGRESSO 4.100,00 Márcio Tadeu CNPq / CONGRESSO 3.000, / Sérgio Pilling FAPESP / PUBLICAÇÃO 1.561, / Sérgio Pilling INCT-A / NOTEBOOK 4.000,00 Sérgio Pilling IAU / CONGRESSO 1.350, / Sérgio Pilling CNPq / EVENTO EXT 4.000, / Anderson Lobo FAPESP , , / Anderson Lobo FAPESP / 3 BOLSAS ,00 02/11/9236 Paulo Fagundes CAPES 1.600, / Paulo Fagundes FAPESP , / Paulo Fagundes FAPESP / REUNIÃO NO EXTERIOR 7.242, / Paulo Fagundes FAPESP / ARTIGO 620, / Luciana Barros Sant Anna FAPESP , , / Priscila P. Fávero FAPESP , , / Airton A. Martin FAPESP , , / RESERVA TÉCNICA INSTITUCIONAL FAPESP , IPD - laboratório de Catélise PETROBRÁS ,00 Total , ,77 PROJETO PETROBRÁS Título: Desenvolvimento de Catalisadores para HDT de Diesel Convenente: Univap - Proponente: Petrobras - Executor: FVE Termo de Cooperação: SAP: Vigência: 1095 DIAS - DE 16/11/2011 A 14/11/2014 Início: Janeiro de 2012 O objetivo do projeto é desenvolver tecnologias nacionais associadas à produção de catalisadores empregados em unidades de hidrotratamento. De forma mais específica, este projeto versa sobre o 47

48 desenvolvimento de aluminas modificadas para uso como suporte destes catalisadores, bem como sua formatação e avaliação de desempenho dos catalisadores com elas preparados em reações de HDT. Como meta secundária, mas não menos importante, tem-se a formação de recursos humanos habilitados para o trabalho em catálise na região do Vale do Paraíba onde está localizada a REVAP. Os objetivos específicos são: a) Síntese de compostos precursores de suportes de catalisadores (aluminas e aluminas modificadas); b) Moldagem dos compostos precursores e tratamento térmico para obtenção dos suportes (aluminas e aluminas modificadas); c) No caso de suportes, impregnação das aluminas ou de seus precursores com metais que constituem a fase ativa, principalmente NiMo ou CoMo; d) Avaliação catalítica em reações de HDT (HDS e HDN), na unidade de alta pressão; e) Formação de competência específica no preparo e avaliação de catalisadores. Equipe Nome Contrato Titulação Especialização Horas Semanais Nº meses Daniela Cristina Santos Duarte Bolsista Doutora Química José Augusto Jorge Rodrigues Bolsista Doutor Catálise 6 36 Marco Aurélio Ferreira Bolsista Doutor Energia 6 36 Marisa Aparecida Zacharias Bolsista Doutora Química 6 36 Amanda Cassiano de Souza Bolsista Engenheira Química A contratar 4 Bolsistas Química ou Estudantes de IC engenharia Jorge Damião de Souza Autônomo Técnico Química Eventos Científicos Encontros Latino-Americanos de Iniciação Científica e de Pós-Graduação - INIC e EPG O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação da Univap é resultado de um esforço contínuo da Instituição para manter um espaço acadêmico de discussão da produção realizada pelos alunos de graduação e pós-graduação da Univap, e por alunos de outras instituições, os quais aproveitam a oportunidade para interagir, trocar experiências e avançar em seus estudos com novas sugestões. Em 2012, assumiu-se o Tema Ciências sem Fronteiras Os Desafios para o Século XXI, tão fortemente divulgado pelo CNPq e CAPES, em função do Programa de nome similar ao evento, o qual objetivou promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional (CNPq, 2012). No caso do INIC, ao mesmo tempo em que se buscou homenagear essas Instituições de Fomento à Pesquisa, também buscou-se abrir aos Congressistas a possibilidade de propor temas de pesquisas instigantes, visionários, que possibilitem a percepção de novas dimensões de 48

49 investigação e de análises para os diferentes campos do conhecimento, uma ousada tentativa de estimular a criatividade na pesquisa. Para esse evento, manteve-se a premiação dos cinco melhores trabalhos por área do conhecimento, tendo sido premiado O MELHOR TRABALHO de cada uma das áreas do conhecimento, no caso de mérito, com um NETBOOK. Aos cinco melhores trabalhos de cada área, além do certificado de premiação, também foi ofertado brinde aos autores premiados. No último dia do evento, os prêmios foram entregues, sendo que a lista dos premiados foi divulgada no sítio do evento, minutos antes da cerimônia de premiação, que ocorreu às 19h. Os trabalhos premiados, por área, são listados a seguir: Área Título do Artigo Autor Instituição de Origem Premiação Ciências Biológicas AVALIAÇÃO DO EFEITO ALELOPÁTICO DE MICONIA CABUÇO POR MEIO DE ENSAIOS DE GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO EM LACTUCA SATIVA Carolina Mastellla Botelho UFES Ciências Biológicas PALINOLOGIA DAS PASSIFLORACEAE OCORRENTES NO PARQUE ESTADUAL DA CACHOEIRA DA FUMAÇA, ALEGRE / IBITIRAMA, ES. Katiuss Ferreira Borges UFES Ciências Biológicas BANDEAMENTO FLUORESCENTE EM CROMOSSOMOS DE PENNISETUM PURPUREUM E PENNISETUM GLAUCUM Rodrigo Miranda Barbosa UFES Ciências Biológicas AUTODISSEMINAÇÃO DO FUNGO ENTOMOPATOGÊNICO, METARHIZIUM ANISOPLIAE, DE MACHOS PARA FÊMEAS DE AEDES AEGYPTI Laerciana Pereira Vieira UENF Ciências Biológicas INTERAÇÃO ENTRE METARHIZIUM ANISOPLIAE E BACILLUS THURINGIENSIS ISRAELENSIS PARA O CONTROLE DE LARVAS DE AEDES AEGYPTI Mariana Borges Cerqueira Cypriano UENF Melhor da Área Ciências Exatas e da Terra DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS FÍSICOS DE FONTES DE RADIOEMISSÃO SOLAR TIPO II Rafael Douglas Cunha da Silva Univap Melhor da Área Ciências Exatas e da Terra UMA ABORDAGEM TEÓRICA DA SONOLUMINESCÊNCIA COM ENFOQUE HIDRODINÂMICO Lucas Lisbôa Vignoli CEFET/RJ Ciências Exatas e da Terra EFEITO DO TRATAMENTO TÉRMICO EM CATALISADORES DE PT DISPERSA EM SNO2/C NA ELETRO-OXIDAÇÃO DE GLICEROL Gustavo Garcia Junco UFES 49

50 Ciências Humanas CARTOGRAFIA E NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA NA 5ª SÉRIE. Sergio Lopes Dousseau Univap Ciências Humanas CIDADE VISTA VERDE: UM BAIRRO PLANEJADO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, SP Pedro Henrique de Oliveira Duarte Univap Ciências Humanas SOCIABILIDADES POSSÍVEIS NO USO DA FOTOGRAFIA NA ESCOLA Luiz Antonio Feliciano UNICAMP Melhor da Área Ciências Humanas POLÍTICA E GOVERNO: RESULTADO DA ARTE OU DO NÍVEL DE INSTRUÇÃO? Luiz Paulo Cravo Junior Univap Ciências Humanas INFLUÊNCIAS POLÍTICO-PARTIDÁRIAS EM MOVIMENTOS GREVISTAS EM SÃO JOSE DOS CAMPOS,SP ( ): GREVE DA GENERAL MOTORS DO BRASIL Yandra Aparecida Siqueira UNICAMP Ciências da Saúde QUESTIONÁRIO PARA LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO DE FOTODERMATOSES EM MOTORISTAS DE TRANSPORTE URBANO Elisabeth Salmagi Teixeira Coutinho Univap Ciências da Saúde DESENVOLVIMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE EXTRATO HIDROSSOLÚVEL DE GERGELIM Gisela Benatti Silva UFES Ciências da Saúde O USO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE SOB A ÓTICA DE PROFISSIONAIS QUE ATUAM NA GESTAO MUNICIPAL Ardigleusa Alves Coêlho UEP - Paraíba Ciências da Saúde AVALIAÇÃO, POR MICROSCOPIA DE FORÇA ATÔMICA, DA MORFOLOGIA DE S. MUTANS APÓS A APLICAÇÃO DE ENXAGUATÓRIOS COMERCIAIS Edilaine Aparecida de Carvalho Orasmo Univap Melhor da Área Ciências da Saúde ESTRUTURA DO SISTEMA DE SAÚDE PÚBLICO NA ATENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA NO ALTO VALE DO PARAÍBA: REDES DE ATENÇÃO Cendi Gomes Silva Univap Ciências da Saúde TESTES SALIVARES E MICROBIOLÓGICOS NA AVALIAÇÃO DO RISCO DE CÁRIE EM ALUNOS DE ODONTOLOGIA Paula Carolina de Almeida Univap Engenharias ESTOQUE DE CARBONO EM LATOSSOLOS DA SUB BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ALEGRE SOB DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO Eduardo Stauffer UFES Engenharias AVALIAÇÃO MIOELÉTRICA E DA FORÇA DO MÚSCULO MASSETER PRÉ E PÓS TERAPIA COM LED Ingrid Solange Sepúlveda Munoz Univap 50

51 Engenharias BIOATIVIDADE DE FASES DO CIMENTO DE ALUMINATO DE CÁLCIO Talita Luana de Andrade Univap Engenharias ENSAIOS DE COMPRESSÃO E CARACTERIZAÇÃO ESTRUTURAL DE LIGAS TI-7,5SI-22,5B PRODUZIDAS POR METALURGIA DO PÓ E 3IP. Carla da Silva Univap /UNESP/ITA Melhor da Área Engenharias SÍNTESE E CARACTERIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE ESTRUTURA HETEROGENIA Laís de Souza Vieira Univap Linguistica Letras e Artes O ENSINO DA LITERATURA UNIVERSAL E A FILOSOFIA CLÁSSICA NAS ESCOLAS DO BRASIL Camila Constanza Burgos Univap Linguistica Letras e Artes REGÊNCIA VERBAL: PARTICULARIDADES NA LINGUAGEM COLOQUIAL E CASOS CURIOSOS NA LÍNGUA PORTUGUESA Natália de Carvalho Ribeiro Univap Linguistica Letras e Artes A IMPORTÂNCIA DO OSCAR FASHION DAYS PARA A MODA EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Érica de Paula Marques dos Santos Univap Nanociência e Nanotecnologia Aplicada Nanociência e Nanotecnologia Aplicada Nanociência e Nanotecnologia Aplicada Nanociência e Nanotecnologia Aplicada BIOMINERALIZAÇÃO IN VITRO DE NANOCOMPÓSITOS DE NANOHIDROXIAPATITA E NANOTUBOS DE CARBONO UTILIZANDO FLUIDO CORPORAL SIMULADO ELETRODEPOSIÇÃO DE NANOHIDROXIAPATITA EM NANOTUBOS DE CARBONO SUPERHIDROFÍLICOS AUTOSSUSTENTÁVEIS COMO BIOMATERIAIS ESTUDO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE FILMES FINOS DE CARBONO-TIPO DIAMANTE CONTENDO NANOPARTÍCULAS DE DIAMANTE INCORPORADAS PRODUÇÃO DE NANOBIOMATERIAIS À BASE DE NANOHIDROXIAPATITA/NANOTUBOS DE CARBONO E POLÍMEROS BIORREABSORVÍVEIS Tayra Rodrigues Brazil Univap Melhor da Área Marco Grinet Beatriz de Campos Ramos Joao Vitor da Silva Moreira Univap Univap Univap Nanociência e Nanotecnologia Aplicada IDENTIFICAÇÃO DO PARACOCCIDIOIDES BRASILIENSIS PELO MÉTODO CROSSLINKING Ana Célia dos Santos Fernandes Univap Técnico TINTAS ECOLÓGICAS Ariane Pereira Costa Faria ETEC - Jacareí Técnico SUSCETIBILIDADE AOS ANTIFÚNGICOS CONVENCIONAIS DE Candida albicans ISOLADAS DE CANDIDOSE ERITEMATOSA Nicole Karoline Eberhartedos Santos Colégio Técnico Antônio Teixeira Fernandes 51

52 Técnico EXTRAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE LIPÍDIOS TOTAIS EM SEMENTES DE GIRASSOL (Helianthus annuus L.) E SUA UTILIZAÇÃO COMO BIODIESEL Bruno César Barrile Colégio Porto dos Bandeirantes - Porto Feliz Ciências Sociais Aplicadas AVALIAÇÃO DO PROJETO MENOR APRENDIZ EM UMA INSTITUIÇÃO NA CIDADE DE JACAREÍ Roberto Cordeiro Waltz FAETEC- Ciências Sociais Aplicadas HABITAÇÃO SOCIAL EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - UM ESTUDO DO CASO PINHEIRINHO Emmily Caroline Leandro Univap Ciências Sociais Aplicadas ALGUNS PARADIGMAS DA INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA BRASILEIRA QUE PODEM COMPROMETER A REALIZAÇÃO DE GRANDES EVENTOS Jorge Luiz Knupp Rodrigues ITA Ciências Sociais Aplicadas A MODA EM NÃO-LUGARES E OS TEMPOS HIPERMODERNOS Rachel de Aguiar Cordeiro Univap Ciências Sociais Aplicadas PODER GERAL DE CAUTELA DO JUIZ NO PROCESSO PENAL: UMA ABORDAGEM CONSTITUCIONAL-GARANTISTA Paulo Henrique Veloso da Conceição FCHS/UNESP Melhor da Área Ciências Sociais Aplicadas AIDS E POLÍTICAS PÚBLICAS: UMA ANÁLISE DA CONTRIBUIÇÃO DA REDE NACIONAL DE PESSOAS VIVENDO E CONVIVENDO COM HIV/AIDS NÚCLEO CAMPINA GRANDE - PB Elizângela Samara da Silva Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão - PB A figura a seguir apresenta a evolução do quadro de trabalhos aprovados e apresentados nos respectivos eventos já ocorridos. Pode-se notar que, apesar de, entre 2008 e 2010, observar-se uma queda no número de artigos enviados para o evento, no último ano houve um crescimento de 21% no número de trabalhos apresentados. Houve, também, um aumento no número de instituições participantes em 32%, com participação de Instituições de Ensino e Pesquisa de todas as regiões do Brasil. Atribui-se esse aumento no número de trabalhos submetidos e de Instituições participantes à divulgação do evento, que ocorreu por meio de list, como também à credibilidade que o Evento adquiriu, em função da seriedade da avaliação, do registro na biblioteca nacional (ISBN) e da premiação, que faz com que os alunos de diferentes instituições se sintam motivados a participar. 52

53 Número Número Número de Trabalhos Apresentados no INIC-EPG Anos Número de Instituições Participantes Anos 53

54 A seguir, é apresentada a relação das instituições participantes na edição dos eventos em Instituições Participantes 1 Anhanguera Educacional 62 Instituto Santa Teresa 2 Centro Comunitário Franco Rossetti 63 Instituto Superior de Ensino e Pesquisa de Cambuí - ISEPEC 3 Centro de Ensino Superior e Desenvolvimento - CESED 64 Instituto Tecnológico de Aeronáutica - ITA 4 Centro de Estudos Firval 65 Módulo Centro Universitário 5 Centro de Referência de Assistência Social - CRAS 66 Movimento de Educação Promocional do Espirito Santo - MEPES 6 Centro de Tratamento Fabiana de Morais - CTFM/GACC 67 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP 7 Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da 68 Prefeitura de São José dos Campos Fonseca - CEFET/RJ 8 Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres 69 Secretaria Municipal de Educação de Arujá Naturais - CEMADEN 9 Centro Universitário Adventista de São Paulo - UNASP 70 Secretaria Municipal de Educação de Campina Grande 10 Centro Universitário de Mineiros - UNIFIMES 71 Universidade Federal de Lavras - UFLA 11 Centro Universitário de Volta Redonda - UNIFOA 72 Universidade Anhanguera-Uniderp 12 Centro Universitário Norte do Espírito Santo - CEUNES 73 Universidade Cidade de São Paulo - UNICID 13 Centro Universitário Padre Anchieta - UNIANCHIETA 74 Universidade Cruzeiro do Sul - UNICSUL 14 Colégio Estadual Baldomero Barbará - CEBB 75 Universidade de Brasília - UNB 15 Colégio Joseense 76 Universidade de São Paulo - USP 16 Colégio Porto dos Bandeirantes 77 Universidade de Taubaté - UNITAU 17 Colégio Tableau 78 Universidade do Estado do Pará - UEPA 18 Colégio Técnico Antônio Teixeira Fernandes - CTI Univap 79 Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ 19 Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq 80 Universidade do Grande Rio Professor José de Souza Herdy - UNIGRANRIO 20 Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível 81 Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Superior - CAPES 21 Escola de Engenharia de Lorena - EEL USP 82 Universidade do Vale do Paraíba - Univap 22 Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Aristeu 83 Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS Aguiar 23 Escola Estadual Doutor Pedro Mascarenhas 84 Universidade Estadual da Paraíba - UEPB 24 Escola Estadual Professor Pedro Mazza 85 Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP 25 ETEC Cônego José Bento 86 Universidade Estadual do Maranhão - UEMA 26 ETEC Padre Carlos Leôncio da Silva 87 Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF 27 ETEP Faculdades 88 Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE 28 Faculdade Aliança 89 Universidade Estadual do Piauí - UESPI 29 Faculdade da Vila Matilde - FAATESP 90 Universidade Estadual Paulista UNESP 30 Faculdade de Ciências Gerenciais de Manhuaçu - FACIG 90 Universidade Estadual Paulista - UNESP 31 Faculdade de Educação e Tecnologia Thereza Porto 91 Universidade Federal da Paraíba - UFPB Marques - FAETEC 32 Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Cajazeiras - 92 Universidade Federal de Campina Grande - UFCG FAFIC 33 Faculdade de Pindamonhangaba - FAPI 93 Universidade Federal de Goiás - UFG 34 Faculdade de Rondônia - FARO 94 Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI 35 Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá - FATEC 95 Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF 36 Faculdade do Baixo Parnaíba - FAP 96 Universidade Federal de Lavras - UFLA 37 Faculdade do Futuro 96 Universidade Federal de Lavras - UFLA 38 Faculdade do Pará - FAP 97 Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT 39 Faculdade Evilásio Formiga - FEF 98 Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG 40 Faculdade Ideal - FACI 99 Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC 54

55 41 Faculdade Integral Diferencial - FACID 100 Universidade Federal de Santa Maria - UFSM 42 Faculdade Metropolitana da Amazônia - FAMAZ 101 Universidade Federal de São Carlos - UFSCAR 43 Faculdade Santa Maria - FSM 102 Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP 44 Faculdade Sudoeste Paulista - FSP 103 Universidade Federal de Viçosa - UFV 45 Faculdade Venda Nova do Imigrante - FAVENI 104 Universidade Federal do Amapá - UNIFAP 46 Faculdades Integradas de Patos - FIP 105 Universidade Federal do Espírito Santo - UFES 47 Faculdades Integradas Teresa D'Ávila - FATEA 106 Universidade Federal do Maranhão - UFMA 48 Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU 107 Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA 49 Faculdades Veris IBTA 108 Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB 50 Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e 109 Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Extensão - FURNE 51 Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada Universidade Federal Fluminense - UFF IPMMI 52 Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e 111 Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE Extensão Rural - INCAPER 53 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde/Faculdade 112 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ Objetivo - IESRIVER 54 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da 113 Universidade Gama Filho - UGF Paraíba - IFPB 55 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São 114 Universidade Guarulhos - UNG Paulo - IFSP 56 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do 115 Universidade Iguaçu - UNIG Tocantins - IFTO 57 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia 116 Universidade Metropolitana de Santos - UNIMES Fluminense - IFF 58 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Minas 117 Universidade Nove de Julho - UNINOVE Gerais - IFMG 59 Instituto Federal do Espírito Santo - IFES 118 Universidade Paulista - UNIP 60 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE 119 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR 61 Instituto Nacional do Seguro Social - INSS - Campina Grande/PB 2.7 Políticas institucionais de extensão e formas de sua operacionalização, com ênfase à formação inicial e continuada e à relevância social A extensão, terceiro elemento do tripé da universidade, constitui a atividade mais difusa, que só pode ser cumprida pela universidade quando realizada de modo a dialogar com a sociedade em geral e a participar de projetos de parceria com entidades públicas e privadas para o exercício de atividades conjuntas de apoio: à integração econômica, social e educacional, visando particularmente a inclusão social da população mais carente, sobretudo; às entidades públicas, prefeituras sobretudo, para melhor desempenho da sua administração; às empresas para induzi-las à parcerias e à participação em projetos de P&D, muitas vezes com apoio de entidades públicas. A extensão é indissociável do ensino e da pesquisa, por determinação do Art. 207 da Constituição Federal. 55

56 Independente desta obrigação, mas de acordo com ela, a Univap procura exercer plenamente a tríplice função, conforme as atividades descritas a seguir. As atividades de extensão, embora muito variadas, podem ser exercidas de dois modos: a) mediante convênios, que tornam explícitas as obrigações das partes e os objetivos e metas pretendidas; b) diretamente, mediante atendimento aos interessados carentes, caso da assistência jurídica; cursos presenciais, com atendimento nos locais próximos dos interessados, como no caso da Univap, muitas vezes em aulas no interior de carretas apropriadas; assistência dentária e de fisioterapia e outras; bolsas de estudo, para alunos carentes. Um dos programas em atividade na instituição e que contempla a formação inicial de licenciandos da Faculdade de Educação é o PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID. O PIBID é um programa promovido pela CAPES e a participação da Univap resultou de projeto apresentado em atendimento ao Edital Nº. 018/2010/CAPES. A Faculdade de Educação e Artes da Univap inscreveu inicialmente quatro subprojetos nas áreas de Ciências Biológicas, Matemática, Física e Pedagogia. Em novo edital prorrogou a ação dos mesmos projetos, inscreveu-se e foi contemplada com a atuação de mais um subprojeto na área de Educação Física. O PIBID é um programa que apoia a universidade em sua ação junto a escolas públicas tendo como finalidade a formação inicial de licenciandos da Faculdade de Educação e Artes (FEA) da Univap, proporcionando a estes experiências pedagógico-formativas, articulando seu percurso formativo na universidade com a realidade local das escolas públicas. O Programa destina recursos para pagamento de bolsas aos alunos, professores da escola pública (supervisores das escolas), professores da Univap envolvidos no programa (coordenadores dos subprojetos, de gestão e institucional), além de destinar recursos para material de consumo e permanente. O projeto se subdivide em vários subprojetos como descrito abaixo. SUB-PROJETO: EDUCAÇÃO FÍSICA - Nº TOTAL DE BOLSISTAS (2012): 17 alunos do Curso de Educação Física Escolas públicas atendidas: E.E. Prof. Ayr Picanço Barbosa de Almeida.(IDEB 5,7) Nº de alunos participantes em 2012 = 60. E.E. Elmano Ferreira Veloso (IDEB 3,5) - Nº de alunos participantes em 2012 = 90. O subprojeto proposto, em consonância com o Projeto Institucional da Univap, visa privilegiar ações que se baseiam no método da pesquisa ação considerando o currículo como um processo sócio emancipador. O subprojeto está sendo aplicado nas duas escolas abaixo descritas, selecionadas pela diferença de IDEB. Onde estão sendo executadas avaliações e intervenções a partir dos resultados obtidos. 56

57 SUB-PROJETO: MATEMÁTICA O subprojeto de Matemática denominado Matemática Contextualizada iniciado em agosto de 2010, desenvolve atividades praticas com material concreto envolvendo argila e teares propondo uma leitura matemática a partir das construções desenvolvidas. A construção individualizada e orientada por um profissional estimula a criatividade e a confiança na aprendizagem de conteúdos específicos da matemática nas séries de sexto ao nono ano amenizando o principal problema do aluno na aprendizagem matemática A confiança nas suas capacidades cognitivas. O projeto é centrado nos conteúdos explícitos pelos Parâmetros Curriculares Nacional observando os conteúdos conceituais, Procedimentais e Atitudinais desenvolvidas nas oficinas de Tecelagem no primeiro semestre e Argila no segundo semestre envolvendo sete turmas em média com quarenta alunos cada num total de 280 Alunos por semestre. O subprojeto de matemática tem como principal objetivo a experiência dos licenciandos do Curso de Matemática proporcionando a estes experiências de novas metodologias desenvolvidas nas escolas públicas com IDEBs diferenciados (Escola Lourdes Maria com Ideb baixo, em torno de 3 e Escola Pedro Mascarenhas com Ideb Alto em torno de 6). A equipe do subprojeto é composta por sete bolsistas de iniciação à docência, alunos licenciandos em Matemática da Faculdade de Educação e Artes (FEA) da Univap, dois professores-supervisores de duas escolas estaduais do município de São José dos Campos, SP: E. E. Lourdes Maria e E. E. Dr. Pedro Mascarenhas. Atividades realizadas em Curso de Tecelagem para os alunos licenciando do subprojeto em Matemática no período de 05 a 16 de março. Carga Horária: 20 horas 2. Construção de Teares com os alunos das escolas envolvidas no projeto período de 19/03 à 27/04 3. Confecção de pulseiras, tornozeleiras e faixas com os alunos período de 07/05 à 01/06 4. Leitura Matemática dos teares e tecidos confeccionados pelos alunos envolvendo conteúdos matemáticos pertinentes a cada Série ou Ano (sexto ao nono ano) com período de 04/06 à 22/06 5. Curso de Argila para os alunos licenciando do subprojeto em Matemática no período de (aos integrantes do subprojeto) 06 a 17 de agosto. Carga Horária: 20 horas 6. Confecção de peças em argila com os alunos das escolas estaduais envolvidas no projeto utilizando várias técnicas de criação. Período 20/08 a 28/09 7. Leitura Matemática de peças em argila confeccionadas pelos alunos envolvendo conteúdos matemáticos pertinentes a cada Série ou Ano (sexto ao nono ano) com período de 01/10 à 19/06 8. II INID Organização do evento e apresentação de trabalhos 25 de outubro O subprojeto de matemática resultou em 7 trabalhos completos publicados em Anais de Eventos Científicos e organização de 2 eventos, todos realizados pelos alunos participantes do projeto. 57

58 SUB-PROJETO: CIÊNCIAS O subprojeto de Licenciatura em Ciências, utilizando o conhecimento das plantas medicinais oportuniza a 20 alunos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas a possibilidade de novas informações que contribuem para a futura prática docente, desenvolvendo estratégias e intervenções eficazes através de construção de atividades práticas e contextualizadas nos alunos do ciclo II do ensino fundamental. Localização do projeto: E.E. Profª Lourdes Maria de Camargo, E.E. Prof. Pedro Mascarenhas, E.E. Prof. Euclides Miragaia, E.E. Prof. Pedro Mazza. Bolsistas- supervisores: 4 professores da rede estadual de ensino do município de São José dos Campos. Bolsistas-licenciandos: 20 alunos da Univap do curso de licenciatura em Ciências Biológicas. Publico alvo: 20 alunos de 6º e 7º anos do ensino fundamental de cada escola. Etapas desenvolvidas em º Etapa: Estudo da morfologia da folha 2º Etapa: Produção de exsicatas 3º Etapa: Toxicidade de plantas medicinais PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS 1) Apresentação no II Seminário Internacional de Educação em Ciências, na Cidade de Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil, no período de 15 a 17 de outubro de 2012 do trabalho Educação em Ciências: Proposta de ensino de Botânica através das plantas medicinais. 2) Apresentação de oito pôsteres no XVI INIC, sessão especial INID - Encontro de Iniciação a docência - Univap, realizado na Universidade do Vale do Paraíba, nos dias 25 e 26 de outubro de 2012 A equipe do projeto Ciências tem realizado avaliações e constatado até o presente momento, que a avaliação profissional dos licenciandos-bolsistas tem sido demonstrada através do desenvolvimento de competências para solucionar problemas tanto na vida acadêmica, social e cultural. Ao longo do programa, percebeu-se que houve um crescimento e aprimoramento das técnicas para o ensinoaprendizagem de Ciências. Através das atividades desenvolvidas, os licenciandos bolsistas puderam constatar e propor soluções para alguns problemas encontrados na unidade de ensino. SUBPROJETO : PIBID DE PEDAGOGIA O subprojeto: Pedagogia com destaque para as classes de alfabetização, em execução desde agosto de 2010, vem ao encontro das expectativas de integrar o futuro professor no cotidiano da escola pública de maneira a possibilitar a articulação entre a formação teórica e a prática pedagógica através de atividades de observação, de pesquisa, de experimentação e análise de 58

59 resultados, como também desenvolvimento de projetos de intervenção pedagógica, discussão e reflexão. O subprojeto tem como objetivo proporcionar aos futuros professores-alfabetizadores efetiva participação em ações, experiências metodológicas e práticas docentes inovadoras, contextualizadas ao cotidiano de escolas da rede pública estadual do município de São José dos Campos. A equipe do subprojeto é composta por vinte (20) bolsistas de iniciação à docência, alunas de graduação da Faculdade de Educação e Arte (FEA) da Univap, três Professoras Coordenadoras Pedagógicas, supervisoras PIBID, de três escolas públicas estaduais localizadas no município de São José dos Campos, São Paulo, sendo estas: Escola Estadual Dr. Pedro Mascarenhas; Escola Estadual Euclides Bueno Miragaia e Escola Estadual Profª. Lourdes Maria de Camargo. As Oficinas Interdisciplinares de Leitura desenvolvidas no ano letivo de 2012 em todas as escolas parceiras centraram-se nos anos iniciais do Ensino Fundamental, Ciclo I, a partir do planejamento conjunto com as professoras regentes de cada uma das salas de aula atendidas pelo PIBID. Atividades realizadas em 2012 Planejamento Pedagógico 2012 A leitura nos anos inicias do Ensino Fundamental, direcionado aos integrantes do subprojeto de Pedagogia e profissionais das escolas parceiras. Planejamento das Oficinas Interdisciplinares de Leitura, direcionado às alunas bolsistas do PIBID, durante o período de janeiro e fevereiro de Desenvolvimento das Oficinas Interdisciplinares de Leitura nas três escolas públicas parceiras (semanalmente ao longo do ano letivo de 2012). 1º ano A construção do ambiente leitor; 2º ano A inserção de leitores no mundo da leitura; 3º ao 4º ano Desenvolvimento da competência leitora; 5º ao 6º ano A formação do leitor no Ciclo I. 1º Seminário de Leitura Elaboração de Livro Papiro Responsável: Profª. Cintia Fernandes, Especialista Dia: 18/05/2012 Grupos de Estudo sobre a leitura, direcionado às participantes do Subprojeto de Pedagogia (reuniões semanais durante o ano de 2012). II INID Organização do evento e apresentação de trabalhos 25 de outubro de SEMINÀRIO PIBID 2012 Organização do evento e apresentação oral de trabalhos 5, 6 e 7 de novembro de

60 PRODUÇÃO ACADÊMICO-CIENTÍFICA Trabalhos Completos Publicados em Anais de Eventos Científicos 13 Resumos expandidos Publicados em Anais de Eventos Científicos 09 Trabalhos apresentados em Eventos Científicos Internacionais Nacionais Trabalhos de Conclusão de Curso Concluídos 04 Trabalhos de Conclusão de Curso em Orientação 06 Organização de Eventos Científicos 01 Prêmio 02 Outras atividades 05 Dentro dos objetivos da extensão, a Pró-Reitoria de Integração Universidade Sociedade da Univap Prius, tem procurado cooperar para o desenvolvimento econômico em geral e, em especial, do Vale do Paraíba, por intermédio de parcerias entre a Universidade e entidades públicas ou privadas. 60

61 O Parque Tecnológico da FVE O Parque Tecnológico é uma unidade estratégica de negócios da Fundação Valeparaibana de Ensino (FVE), fundação comunitária de direito público privado e mantenedora do parque, sediada na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo. O edifício sede do Parque, com área construída de m 2, foi inaugurado em abril de O Parque tem como foco principal desenvolver negócios e projetos de inovação tecnológica com micros, pequenas e médias empresas, preferencialmente nacionais. As empresas instaladas no PQT Univap abrangem as seguintes áreas do conhecimento: Desenvolvimento e Consultoria de Software; Tecnologia da Informação; Engenharia Aeronáutica e Aeroespacial, Automoção e Mecânica; Sistemas de Treinamento presencial e a distância; Engenharia Elétrica/Eletrônica; Sensores para Satélites; Engenharia Consultiva; Diagnóstico Clínico; Engenharia para os segmentos farmacêuticos; e, Engenharia Biomédica. Missão: Ser um agente de articulação da estrutura de um ambiente capaz de promover uma interação entre a universidade e as empresas nas ações de pesquisa e desenvolvimento para transferência de tecnologias, criando novos negócios, promovendo o desenvolvimento econômico da comunidade local e regional, bem como um agente de transformação regional. Visão: O Parque Tecnológico tem como visão ser: um agente de transformação regional e nacional; parte da comunidade, um gerador de negócios promissores e oportunidades de investimento; um elemento das atividades da universidade parte de uma rede multidisciplinar de cooperação; e o foco nas necessidades e anseios de seus clientes. A movimentação de pessoas, empresas e recursos financeiros no âmbito do Parque, geram um efeito de aglutinação de atividades voltadas ao desenvolvimento científico e tecnológico, bem como ganhos sociais, intelectuais e outros intangíveis para o Sistema Ensino da Univap/FVE. Além das empresas, o Parque abriga Projetos Especiais, a saber: A partir de Janeiro 2013, o Parque Tecnológico vem implantando programas para melhorias contínuas e desenvolvimento de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria com a Univap, a saber: Regulamentação e Avaliação de Procedimentos Operacionais; Criação de cursos de capacitação para o setor corporativo e de empreendedorismo para a Universidade; Criação de mecanismos para utilização de equipamentos dos Laboratórios de PD&I da Universidade; Realização de eventos para estimular o desenvolvimento de projetos de inovação entre as Empresas e a Universidade; Gerenciamento da Propriedade Intelectual da Univap; Criação, implantação e operacionalização da Rede de Inovação na Univap; Inclusão do PQT Univap no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos: o PQT Univap obteve credenciamento provisório Depreciação por dois = 11,5% anos no Sistema de Parques Tecnológicos SPTec do Governo do Estado de São Paulo, cujo credenciamento permite ao PQT Univap ter acesso a apoio institucional e/ou financeiro da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo; e, Criação, implantação e operacionalização da Rede de Inovação na Univap. 61

62 Uma Rede de Inovação congregará um conjunto de atores, ações e mecanismos para fomento do processo de inovação da Univap. O objetivo é a promoção de esforços multidisciplinares na busca de soluções para as demandas da sociedade, identificando demandas na sociedade e aplicando o conhecimento adquirido na pesquisa para o desenvolvimento econômico, social, ambiental e cultural local e regional. A INOVAP promoverá a interação entre a Universidade e empresas e diferentes setores de governo. O Parque Tecnológico envolverá uma ação integrada e integradora mais efetiva entre Univap, as empresas participantes e os governos Municipal, Estadual e Federal. A proposta é a busca de equilíbrio constante entre as demandas dos parceiros, caracterizando uma relação simbiótica. A partir dessa visão, a interação proposta no modelo de gestão pressupõe que tanto a Universidade como as empresas e o governo estabelecerão uma relação e vantagens mútuas, que gera uma sinergia positiva entre o meio acadêmico e o empresarial, estimulando a interação e inovação. O papel das esferas de governo é fundamental, estabelecendo as diretrizes estratégicas para o país na área de desenvolvimento científico e tecnológico. O PQT insere-se nesse ambiente participando de forma engajada e ativa nas iniciativas de governo, em especial da cidade de São José dos Campos e da região do Vale do Paraíba. Centros de Pesquisa, Institutos e Laboratórios da Univap: Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Univap IP&D. O IP&D está focado em seis áreas de pesquisa: Engenharia Biomédica, Bioengenharia, Física e Astronomia, Planejamento Urbano e Regional, Ciências Biológicas e Processamento de Materiais e Catálise. Laboratórios de PD&I das Faculdades da Univap. Os laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento das faculdades estão vinculados a pesquisa para desenvolvimento de projetos em Engenharias, Arquitetura e Urbanismo, Ciências da Saúde, Educação e Ciências Sociais Aplicadas. Há algumas pesquisas, no Parque Tecnológico, a saber: Univap. Virtual, como obrigação, pela Lei de Informática: desenvolve sistemas de treinamento à distância (e-learming) para instituições educacionais e empresas e fornece suporte como planejamento, projeto, desenvolvimento e assistência na elaboração de material didático. Intercientífica, com dois prêmios FINEP de INOVAÇÃO, região sudeste e ABMO, Nacional de Inovação, em Lifmed, muito isolada e independente. PROBES, com uma atuação de duas PROBES, uma como parte da Univap e a outra independente. Faz alguma ligação com a Pesquisa do IP&D/Univap e com diversas empresas. Possui várias atividades como: Cateteres e sensores ópticos para aplicações clínicas, desenvolvimento de hardware e software para automação e controle de processos, consultoria em Engenharia Biomédica, patentes e registros de equipamentos e ensaios destrutivos. 62

63 Urmet Daruma: Essa empresa é uma multinacional que atua no mercado brasileiro de tecnologia para automação comercial, telecomunicação e informática. Em 2012 aproximadamente 100 discentes e egressos da Univap desenvolveram atividades no Parque Tecnológico. 63

64 3.0 A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural. Como já afirmado, a Fundação Valeparaibana de Ensino - FVE é certificada como Entidade Beneficente de Assistência Social na área da Educação, pelo período de 25/05/2009 a 26/05/2012, conforme a Portaria MEC/SESu nº 756, de 22 de junho de 2010, publicada no Diário Oficial da União, de 23 de junho de 2010, após processo de renovação, nos termos da legislação específica (Legislação atual: Lei nº /2009 e Decreto nº 7.237/2010). Solicitou renovação em 07/11/2011, que foi cadastrada no MEC em 16/11/2011, sob nº / , encontrando-se no GM/Chefia para exame e parecer. 3.1 Coerência das ações de responsabilidade social com as políticas constantes dos documentos oficiais. Para os fins de manutenção e renovação da certificação de que trata a referida legislação (art. 25 do Decreto nº 7.237/2010), a Fundação Valeparaibana de Ensino FVE elaborou novo Plano de Atendimento 2011/2014, remetido ao Ministério da Educação no dia 07/11/2011, juntando o relatório 2010 e demais documentos exigidos, e atendendo a todos os dispositivos legais, mediante: Aplicação em Assistência Social na área da Educação, de pelo menos 20% (vinte por cento) da receita anual efetivamente recebida, nos termos da Lei nº 9.870/99 e, considerando sua atuação na Educação Básica, cumprindo o disposto no art. 10, da Lei nº /2005: c) Oferecimento de bolsas de estudo parciais e integrais (Art. 13, 1º, inciso III, e suas alíneas; 2º, 3º e 6º, da Lei /2009) e, d) Promoção de ações assistenciais, na forma da Lei nº 8.742/93 (art. 13, 5º, da Lei nº /2009); e, programas de apoio a alunos bolsistas (art. 13, 3º e 4º - art. 25). Adequação de sua política de Assistência Social às diretrizes e metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação PNE, que conduzam à: erradicação do analfabetismo; universalização de atendimento escolar; melhoria da qualidade do ensino; formação para o trabalho; promoção humanística, científica e tecnológica do País (art. 214 da Constituição Federal). Atendimento a padrões mínimos de qualidade, aferidos pelos processos de avaliação externa conduzidos pelo Ministério da Educação (art.13, 1º, inciso II, da Lei nº /2009). 64

65 3.2 Relações da IES com a sociedade: setor público e privado e mercado de trabalho As parcerias com o setor público, setor produtivo e o mercado de trabalho são mostradas nas atividades de extensão e na Assistência Social na área de Educação. Essas atividades se dão por meio da Pró-Reitoria de Integração Universidade/Sociedade e o Setor de Bolsas de Estudo e Projetos Assistenciais na área da Educação. Convênios e Termos Aditivos Firmados Os convênios consubstanciam o compromisso dos parceiros quanto a realização de metas que conduzam aos resultados visados. A relação dos convênios é dada a seguir, com descrição sintética dos objetivos de cada caso. FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos / INPE / Convênio / ref. nº 0367/08 Transferência de recursos financeiros, para a execução do Projeto "Modernização da infraestrutura laboratorial do LIT - Fase II". Valor total: R$ , meses 05-nov nov-10 Publicação no DOU: 17/11/2008 Termo Aditivo / ref. nº 0367/08 Prorrogação do Projeto Transferência de recursos financeiros, para a execução do Projeto Modernização da infraestrutura laboratorial do LIT - Fase II. Execução Física e Financeira e de Prestação de Contas Final, no Diário Oficial, até 5/11/2012 e 4/1/2013, respectivamente. 13-out nov-12 Publicação no Diário Oficial: 14/10/2010 FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos / INFRAPESQ / Convênio / ref. nº 1561/10 Transferência de recursos financeiros, para a execução do Projeto "Infraestrutura de Pesquisa para a Pós-graduação Stricto Sensu da Univap: Áreas de Engenharia Biomédica e Física e Astronomia". Valor Total: R$ , meses 10-dez-10 a 09-dez-12 Publicação no Diário Oficial: 14/12/2010 Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES / Termo de Concessão de Auxílio Financeiro PIBID 2333/2010 Programa institucional de bolsa de iniciação à docência - PIBID. Valor total: R$90.000,00. Vigência: 26/11/2010 a 02/07/2012 Publicação no Diário Oficial: 14/02/

66 CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CNPJ nº / Convênio PARFOR 75/2010 Formação inicial, na modalidade presencial de profissionais do magistério das redes públicas da Educação Básica. Valor total: ,00. Vigência: 01/07/10 a 01/07/14 ASSESSORIA E EMPREENDEDORISMO LTDA. ADEMP Contrato De 17-ago-11 a 16-ago-12 Objeto: Contratação de serviços de assessoria para Gerenciamento das Atividades das Incubadoras Tecnológicas Univap e Univap Revap, cuja operacionalização se faz mediante Convênio CECOMPIxFVE de 17/8/2011. R$ ,00. CENTRO DI RICERCA E. MENNI - FONDAZIONE POLIAMBULANZA - INSTITUTO OSPEDALIERO ITÁLIA Convênio De 01-jun-11 a 01-jun-16 Objetivo: Cooperar na programação de ações que visem a obter contribuições concretas nas áreas de docência, investigação, capacitação e qualquer outra atividade específica que resulte de interesse comum para o desenvolvimento potencial de ambas as instituições. DARUMA TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA S.A. Termo Aditivo nº 3 - De 01-jul-10 a 30-jun-12 Objeto: Prorrogação do Convênio firmado em 01-jul-08. Termo Aditivo nº 5 - De 01-jul-11 a 30-jun-12 Objeto: Continuidade da execução do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento de drivers de aplicação em automação comercial. R$ ,74. Coordenação: Silene Fernandes Bicudo. EMPRESA BRASILEIRA DE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA INFRAERO Contrato 089-PS/2011/0001 Objetivo: Contratação de instituição de ensino para inscrição de empregados no curso de técnico em Meteorologia, na modalidade a distância (EAD) De 11-nov-11 a 10-nov-14 Coordenação: Silene Fernandes Bicudo. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA INPA Acordo de Cooperação Técnico-científica De 25-nov-11 a 24-nov-16 Objetivo: Programa de cooperação técnico-científica por meio de pesquisa, treinamentos, consultas, troca de experiências e prestação recíproca de assistência, bem como intercâmbio de pesquisadores, professores e técnicos. Coordenação: Paulo Roberto Fagundes. 66

67 PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. Convênio De 16-nov-11 a 15-nov-14 Objeto: União de esforços para desenvolver o Projeto intitulado "Desenvolvimento de aluminas para uso como suportes de catalisadores de hidrotratamento". Repasse de R$ ,20. Coordenação: Sandra Maria Fonseca da Costa. PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Convênio De 14-jan-11 a 15-jan-12 Objeto: Prorrogação ao Convênio /06 prorrogar por mais 12 meses com término em janeiro de 2011: oferecer à população 50% de bolsas de estudos integrais anuais nos cursos de nível superior da Univap, mantidas as reposições das bolsas não renovadas. Coordenação: Maria Helena Beolchi Rios Ribeiro. PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/CECOMPI Convênio De 17-ago-11 a 16-ago-2012 Objeto: Conjugar esforços com o propósito de desenvolverem o Projeto "Sustentação das Atividades de Apoio e Fomento às Empresas residentes na Incubadora Tecnológica Univap e Univap/Revap. Repasses: para Incubadora Univap de R$ ,00; para Incubadora Univap Revap de ,00. DARUMA TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA S/A Termo Aditivo 4: continuidade do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento de Drivers de Aplicação em Automação Comercial executado pela equipe técnica do laboratório Univap Virtual. Início: 01-jul-10 Término: 01-jul-12 Recursos: R$ ,68 sendo taxa FVE/Univap: R$64.560,79. Coordenação: Silene Fernandes Bicudo. O projeto tem como principal objetivo a pesquisa e o desenvolvimento de softwares para a integração de impressoras comerciais aos diversos sistemas operacionais existentes. Este projeto recebe recursos financeiros provenientes da Lei de Informática. As principais linhas pesquisadas em 2011 foram: 1. Thin Client Tunnel Creek - Desenvolvimento de Imagens para Nova Plataforma de Placas e Processadores Thin Client Lançadas pela Intel; 2. Monitoramento Kiosk e ATMs - Homologação, Pesquisa, Testes e Criação de Ambiente Virtual de Testes para Aplicações de Monitoramento de ATM e Kiosks; 3. Pesquisa e Desenvolvimento para Adição de Funcionalidades DarumaFrameWork, Driver Único para Equipamentos de Automação Comercial; 4. Pesquisa e Desenvolvimento para Criação da DarumaFrameWork.NET; 5. Reescrita do Portal de Projetos 6. Projeto Terminal de Autoatendimento Bancário; 7. Projeto Easy Read; 8. Projeto Celline ICG201A. 67

68 EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA Contrato - De 13-dez-10 a 12-dez-14 Objeto: Execução em regime de colaboração, dos trabalhos de pesquisa agropecuária e/ou afins, consistentes e em consonância com o Projeto: Impactos das mudanças climáticas globais sobre problemas fitossanitários CLIMAPEST, especificamente o Projeto Componente Impactos da radiação UV-B a microbiota associada às plantas. Repasse de R$ ,00. Coordenação: Drauzio Eduardo Naretto Rangel. O desenvolvimento deste projeto está sendo realizado na Embrapa Meio Ambiente em Jaguariúna. Decidiu-se instalar estes experimentos na Embrapa pela facilidade de tratores e outros implementos agrícolas, pela mão de obra agrícola para o plantio da soja e feijão e também por fazer parte do projeto Climapest. Todas as estruturas de radiação UV-B foram montadas no campo e os experimentos completados em janeiro de Até o momento este projeto possibilitou o desenvolvimento científico de seis alunos, sendo quatro de graduação e dois de mestrado. Três manuscritos estão sendo preparados para publicação. O componente UV-B do projeto Climapest trata de uma ação inovadora sendo que muitas das atividades desenvolvidas pela equipe são inéditas. Problemas com atrasos na finalização da instalação de equipamentos e implantação de infraestruturas necessárias à experimentação com radiação UV-B serão corrigidos para alcance das metas. O projeto Climapest já organizou três reuniões gerenciais na Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) nas quais são discutidos os avanços do projeto. ENCOMENDA TRANSVERSAL DE INFRAESTRUTURA Convênio nº Projeto do INPE/LIT intitulado: Modernização da infraestrutura laboratorial do LIT Fase II Início: 05-nov-08 Término: 05-nov-12 Recurso para projeto: R$ ,00 Contrapartida: R$ ,00 Coordenação: Antonio de Souza Teixeira Júnior CHAMADA AT INFRAESTRUTURA DE PESQUISA EM UNIVERSIDADES PRIVADAS Convênio nº Projeto intitulado: Infraestrutura de Pesquisa para a Pós-graduação Stricto Sensu da Univap: Áreas de Engenharia Biomédica e Física e Astronomia. Início: 10-dez-10 Término: 09-dez-12 Recurso para projeto: R$ ,00 Contrapartida não-financeira: R$ ,79 Coordenação: Antonio de Souza Teixeira Júnior e Paulo Roberto Fagundes. O objetivo geral desse projeto é ampliar a infraestrutura de pesquisa disponível aos alunos dos Programas de Pós-Graduação em Física e Engenharia Biomédica. Nesse sentido, os recursos provenientes da FINEP, serão distribuídos, de forma a reforçar algumas linhas de pesquisa em ambas as áreas, a saber: 68

69 Engenharia Biomédica Biomateriais: a instituição adquiriu um microscópio eletrônico de varredura e o mesmo atende a essas linhas e pode possibilitar o desenvolvimento de projetos de pesquisa básica e interações com empresas. Nesse aspecto, precisa-se melhorar a infraestrutura disponível no laboratório. Espectroscopia Raman in vivo: A Univap foi pioneira no Brasil na utilização da técnica de espectroscopia Raman no estudo e diagnóstico de câncer. Neste contexto, a espectroscopia Raman CONFOCAL tem se mostrado como sendo uma técnica poderosa para elucidar estas alterações bioquímicas de maneira mais sensível e específica que a técnica anteriormente utilizada em nosso instituto de pesquisa (FT-Raman). A grande vantagem da utilização do sistema aqui solicitado no estudo de tecidos biológicos, é que este pode ser utilizado in vivo de maneira não invasiva e a obtenção de análises em tempo real. Processamento de Sinais: Essa linha de pesquisa tem dois objetivos principais: Desenvolver técnicas para processamento de sinais biológicos em estudos do controle do movimento. 2) Apoiar os demais grupos de pesquisas do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IP&D) da Univap no processamento de sinais Biológicos e imagens na área de engenharia biomédica. A aquisição dos equipamentos solicitados pode proporcionar novas metodologias de avaliação e tratamentos não invasivos, além de uma análise do processamento dos sinais biológicos mais precisa em estudos clínicos de indivíduos doentes e sadios. Física & Astronomia Física da atmosfera superior e ionosfera Equatorial: Ampliar o observatório Espacial de São José dos Campos, Manaus e Palmas, locais onde o Grupo de Física possui colaborações e projetos em conjunto com pesquisadores da UFAM e Universidade do Tocantins, instalando magnetômetros e fotômetros do tipo all-sky. Física de Ionosfera: implementar o Observatório Espacial de Jataí (GO), instalando uma ionossonda para ampliar as possibilidades de análise e interação com outros grupos de pesquisa. Comum às Duas Áreas: implementar um cluster para aumentar a capacidade computacional de ambos os grupos, possibilitando a realização de modelagens. ENCOMENDA TRANSVERSAL PROJETOS DE PESQUISA Convênio nº Projeto tendo como proponente a FACTI, e como intervenientes CTI, INPE, LNA, ABTUS, CPAWB e FVE, intitulado: Estruturação de Arranjo de NITs da Região Sudeste Rede Mantiqueira de Inovação. Início: 15-jun-10 Término: 14-jun-13 Recursos para o projeto: R$ ,92, sendo R$ ,32 da Univap. Coordenação: Antonio de Souza Teixeira Júnior. Realização na Univap de Seminário de Sensibilização: Propriedade Intelectual como Instrumento Estratégico de Fomento à Inovação, ministrada pelo INPI, em 20 de abril de Participações nas reuniões realizadas nos NITs de Campinas, Itajubá e São José dos Campos. 69

70 Participação nos Cursos Básico, Intermediário e Avançado de Propriedade Intelectual, ministrados pelo INPI, no CTI-Campinas. Participação no IV Workshop de Inovação das Unidades de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia - LNCC - Petrópolis, nos dias 15 e 16 de agosto de CENTRO DI RICERCA E. MENNI - FONDAZIONE POLIAMBULANZA - INSTITUTO OSPEDALIERO ITÁLIA Convênio De 01-jun-11 a 01-jun-16 Objetivo: Cooperar na programação de ações que visem a obter contribuições concretas nas áreas de docência, investigação, capacitação e qualquer outra atividade específica que resulte de interesse comum para o desenvolvimento potencial de ambas as instituições. EMPRESA BRASILEIRA DE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA INFRAERO Contrato 089-PS/2011/0001 Objetivo: Contratação de instituição de ensino para inscrição de empregados no curso de técnico em Meteorologia, na modalidade a distância (EAD) De 11-nov-11 a 10-nov-14 Coordenação: Silene Fernandes Bicudo. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA INPA Acordo de Cooperação Técnico-científica De 25-nov-11 a 24-nov-16 Objetivo: Programa de cooperação técnico-científica por meio de pesquisa, treinamentos, consultas, troca de experiências e prestação recíproca de assistência, bem como intercâmbio de pesquisadores, professores e técnicos. Coordenação: Paulo Roberto Fagundes. PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. Convênio De 16-nov-11 a 15-nov-14 Objeto: União de esforços para desenvolver o Projeto intitulado Desenvolvimento de aluminas para uso como suportes de catalisadores de hidrotratamento. Repasse de R$ ,20. Coordenação: Sandra Maria Fonseca da Costa. Convênios assinados anteriormente, em execução no ano 2012: DARUMA TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA S/A Termo Aditivo 4: continuidade do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento de Drivers de Aplicação em Automação Comercial executado pela equipe técnica do laboratório Univap Virtual. Início: 01-jul-10 Término: 01-jul-12 Recursos: R$ ,68 sendo taxa FVE/Univap: R$64.560,79. Coordenação: Silene Fernandes Bicudo. O projeto tem como principal objetivo a pesquisa e o desenvolvimento de softwares para a integração de impressoras comerciais aos diversos sistemas operacionais existentes. 70

71 Este projeto recebe recursos financeiros provenientes da Lei de Informática. As principais linhas pesquisadas em 2011 foram: 1. Thin Client Tunnel Creek - Desenvolvimento de Imagens para Nova Plataforma de Placas e Processadores Thin Client Lançadas pela Intel; 2. Monitoramento Kiosk e ATMs - Homologação, Pesquisa, Testes e Criação de Ambiente Virtual de Testes para Aplicações de Monitoramento de ATM e Kiosks; 3. Pesquisa e Desenvolvimento para Adição de Funcionalidades DarumaFrameWork, Driver Único para Equipamentos de Automação Comercial; 4. Pesquisa e Desenvolvimento para Criação da DarumaFrameWork.NET; 5. Reescrita do Portal de Projetos 6. Projeto Terminal de Autoatendimento Bancário; 7. Projeto Easy Read; 8. Projeto Celline ICG201A. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA Contrato - De 13-dez-10 a 12-dez-14 Objeto: Execução em regime de colaboração, dos trabalhos de pesquisa agropecuária e/ou afins, consistentes e em consonância com o Projeto: Impactos das mudanças climáticas globais sobre problemas fitossanitários CLIMAPEST, especificamente o Projeto Componente Impactos da radiação UV-B a microbiota associada às plantas. Repasse de R$ ,00. Coordenação: Drauzio Eduardo Naretto Rangel. O desenvolvimento deste projeto está sendo realizado na Embrapa Meio Ambiente em Jaguariúna. Decidiu-se instalar estes experimentos na Embrapa pela facilidade de tratores e outros implementos agrícolas, pela mão de obra agrícola para o plantio da soja e feijão e também por fazer parte do projeto Climapest. Todas as estruturas de radiação UV-B foram montadas no campo e os experimentos completados em janeiro de Até o momento este projeto possibilitou o desenvolvimento científico de seis alunos, quatro de graduação e dois de mestrado. Três manuscritos estão sendo preparados para publicação. O componente UV-B do projeto Climapest trata de uma ação inovadora sendo que muitas das atividades desenvolvidas pela equipe são inéditas. Problemas com atrasos na finalização da instalação de equipamentos e implantação de infraestruturas necessárias à experimentação com radiação UV-B serão corrigidos para alcance das metas. O projeto Climapest já organizou três reuniões gerenciais na Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) nas quais são discutidos os avanços do projeto. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA IBICT Cooperação dos partícipes na implementação e manutenção da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações BDTD Início: 09-set-11 Término: 08-set-16 71

72 WEM EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS LTDA. Convênio De 19-jan-10 a 18-jan-12 Termo Aditivo nº 1 De 01-fev-10 a 18-jan-12 Objeto: Parcerias em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, no âmbito da legislação de informática, com vistas ao domínio atualizado das tecnologias da informação. Coordenação: Airton Abrahão Martin e Alessandro Correa. Foi realizado um estudo preliminar das tecnologias recentes que envolviam RFiD. Neste estudo foram apresentados modelos de micro-chip's para leitura e escrita (TAG) para o uso da tecnologia RFiD, faixas de frequencias de operação, tipos de antenas e tranceptores. Este estudo teve a finalidade de facilitar a escolha da tecnologia que melhor atendesse à empresa WEM. Foi montado um protótipo para a apresentação do funcionamento de escrita e leitura de uma TAG durante uma apresentação na empresa WEM. Conclusão: Os testes em bancada mostraram que esta tecnologia é eficaz e atende os requisitos. Possui uma grande variedade de aplicações, destacando-se em aplicações onde exista a necessidade de realizar o controle, a rastreabilidade e controle de processos em dispositivos descartáveis ou com controle de tempo de uso. ENCOMENDA TRANSVERSAL DE INFRAESTRUTURA Convênio nº Projeto do INPE/LIT intitulado: Modernização da infraestrutura laboratorial do LIT Fase II. Início: 05-nov-08 Término: 05-nov-12 Recurso para projeto: R$ ,00 Contrapartida: R$ ,00 Coordenação: Antonio de Souza Teixeira Júnior Incubadoras Tecnológicas A Incubadora tem como missão tornar-se um centro de referência na arte de formar empresas tecnológicas competitivas, objetivando que engenheiros, técnicos especializados, pesquisadores e formandos das universidades do Vale do Paraíba sintam-se incentivados a abrir seu próprio negócio, contribuindo para o progresso sócio-econômico regional e do país. Por consequência, a Incubadora se consubstancia na alavanca propulsora para inserir a empresa no mercado, atuando decisivamente para erradicar, senão minimizar a morte das microempresas nos seus primeiros anos de vida. Um programa de incubadoras de empresas, normalmente, coloca à disposição dos novos empreendimentos a instalação física, ou seja, o endereço do novo empreendimento, além de uma 72

73 série de facilidades de escritório, tais como rede Intranet com acesso a Internet, telecomunicação, secretarias, etc. Para os empreendimentos tecnológicos, também são oferecidas as possibilidades de uso de laboratórios, oficina de protótipos e toda a orientação tecnológica necessária para o desenvolvimento da ideia inovadora que chegará ao mercado. As Incubadoras Tecnológicas Univap e Univap Revap tem como entidade gestora a Fundação Valeparaibana de Ensino/Univap e contam com o apoio dos parceiros: SEBRAE-SJC, Prefeitura Municipal de São José dos Campos, Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP-SJC e Petrobras/Revap. Incubadora Tecnológica Univap A Incubadora Tecnológica Univap está em atividade desde março de 1997, quando abrigou a 1ª empresa residente. É um núcleo que oferece espaço físico, consultorias e treinamentos especializados para a capacitação gerencial dos empreendedores, orientação mercadológica e outros serviços de apoio para que as microempresas de base tecnológica encontrem um ambiente propício para atingir seus objetivos empresariais. Localiza-se dentro do Campus da Univap, no bairro Urbanova, em São José dos Campos - SP, ocupando um prédio de cerca de 600m², com 10 módulos reservados à incubação de empresas, banheiros, sala de reuniões e administração, copa e um pequeno almoxarifado. Coordenação: Antonio de Souza Teixeira Júnior. Gerente: Orlando Eugenio de Carvalho Site: 73

74 Empresas incubadas em 2012 Empresa GEN SYSTEMS - Desenvolvimento de Software TERRA NOVA Tecnologias VTX Des. Tecnologia e Comércio de Equip. Eletromecânicos Ltda TURBOTRONIC Equipamentos Eletromecânicos Ltda. KOLTY Engenharia TURBOMACHINE Veículos e Motores Ltda MONTELO Pesquisa e Desenvolvimento Ltda. MULTIVÁCUO Área de Atuação A empresa oferece serviço especializado no desenvolvimento de software aplicado ao gerenciamento de informações, englobando todo processo do projeto, desde o levantamento de requisitos, especificação, arquitetura e implementação até a implantação do software de acordo com o modelo de processo adotado no desenvolvimento. Engenharia Civil. Desenho industrial, desenvolvimento e comercialização de produtos para a construção civil. Engenharia Mecânica. Projeto e desenvolvimento de máquinas e equipamentos termomecânicos Engenharia Eletromecânica. Desenvolvimento e comercialização de produtos eletromecânicos. Incubada em: Área Ocupada (m²) Fev/ m 2 Abril/ m 2 Julho/ m 2 Julho/ m 2 Engenharia Eletromecânica. Desenvolvimento de Julho/ m 2 projetos por meio de uso gráfico computacional. Engenharia Mecânica. Fabricação e comercialização de máquinas, equipamentos e componentes Ago/ m 2 mecânicos aeronáuticos Tecnologia da Informação. Desenvolvimento de sistemas sob encomenda para gestão e otimização Jan/ m 2 de processos de manufatura, logística e negócios. Engenharia de Materiais. Desenvolvimento de fibra de carbono Abr/ m 2 74

75 Empresas graduadas 2012: Empresa Área de Atuação Incubada Graduada em: em: KOLTY Engenharia 15/07/ /02/2012 MULTIVÁCUO Tecnologia 02/04/ /12/2012 PARCERIAS INCUBADORAS (em 2012): Incubadora Univap Coordenação: Orlando Eugenio de Carvalho (Gerente da Incubadora Tecnológica Univap) e Prof. Antonio de Souza Teixeira Júnior (Gestor de Convênio) Centro de Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista Repasse de recursos financeiros por meio de convênio firmado com a FVE em 30/08/2012 com duração de um 01 (um), para cobrir despesas operacionais da incubadora. Prefeitura Municipal de São José dos Campos Conjugar esforços com o propósito de desenvolver o Projeto "Sustentação das atividades de apoio e fomento às empresas residentes na Incubadora Tecnológica Univap". Faturamento das empresas incubadas em 2012: R$ ,00 Postos de trabalho: 22 Taxa de ocupação de espaço paga pelas empresas incubadas 2012: R$ ,00 OBS: este recurso é empregado exclusivamente para cobrir despesas de custeio da operação da incubadora, não cobertas pelo convênio com o CECOMPI. Incubadora tecnológica Univap Revap Relatório das principais atividades e indicadores de 2012 A Incubadora Tecnológica Univap Revap completou o período de mudança do novo espaço físico ampliado e preparado para receber novos projetos. O novo espaço físico exige algumas adaptações que serão executadas e poderá abrigar até 23 projetos simultâneos de incubação. A incubadora está em processo contínuo de aproximação com Universidades e o mercado com o objetivo de captação de novos projetos inovadores. 75

76 Projetos apoiados durante o ano de 2012 Projetos pré-residentes Status Nome 1 Pré-residentes Davi Yussef Aza 2 Pré-residentes Jordano Egon Santos Silva 3 Pré-residentes Lucas Barbosa Silvestre 4 Pré-residentes Mariana Vieira Lima 5 Pré-residentes Rubens Simões de Araujo Filho 6 Pré-residentes Cesar Latsch 7 Pré-residentes Marcelo Petry Rodrigues 8 Pré-residentes Flávio Marques Lucena 9 Pré-residentes Matheus Chaves Rodrigues 10 Pré-residentes Sérgio Luciano de Araújo Júnior Projetos residentes Empresa Nome 1 Cotec Samanta Rafaela de Omena Loske 2 Exons Marcio Cesar 3 GPRS Willian Gonçalves da Costa 4 GR Solutions Uelder Martins da Silva 5 Keeple Raphael Guerreiro da Fonseca 6 Omegaplasma Jorge Isuani Nasser Projetos graduados em 2012 Empresa Nome 1 Arace Torres de Resfriamento Ricardo Navarro 2 Asses. e Consul. Simionato Glauco Venicius Simionato 3 Canoas Eólica Egberto Rodrigues Neves 4 Floresta Brasil Marilene Masquita Silva 5 JR Soluções Gilson Silva Junior 6 Multivacuo Alessandra Pereira da Silva 7 Natupur Poliuretanos Antonio Celso Savoia 8 Natural Fibras Kleber Newton Montezano Movimentações financeiras do projeto em 2012 Faturamento das empresas residentes (consolidado) R$ ,00 Postos de trabalho gerados pelas empresas residentes 37 Aporte da Prefeitura SJC para o Convenio Cecompi/ FVE R$ ,32 76

77 Fluxo financeiro Banco Brasil c/c Crédito Débito Saldo Saldo em 31/12/ ,40 Taxas de administração recebidas ,00 - Sub Total ,40 Despesas realizadas ,39 Saldo em 31/12/ ,01 No decorrer do ano de 2012, foram atendidas 69 propostas de novos projetos, 15 destes avançaram para um Plano de Negócio resultando na aprovação de 06 novos projetos (3 residentes, 1 pré-residente e 2 desistentes) aprovados pelo Conselho Gestor. Portanto, foram aprovados 6 projetos para a residência (1 pré- residente e 2 desistentes) e graduados 8 projetos em De acordo com os números apresentados, foram realizadas várias ações e esforços com o objetivo de ampliar o número de empresas residentes, no entanto concomitantemente ocorreram neste período dois movimentos antagônicos que elevaram o grau de dificuldades para atingir a capacidade máxima de ocupação da incubadora: Aliado a este fato, dispõe-se de escassos recursos para a realização de ações de marketing mais robustas que pudessem reverter este quadro. As ações de marketing realizadas se resumiram nas apresentações do gerente da incubadora nas Escolas e Universidades locais e nas participações de eventos educacionais/empresariais com potencial de geração de novos projetos/empreendedores. NIT-Univap: O Núcleo de Inovação Tecnológica Univap (NIT) A escala e o escopo da proteção por meio de patentes e registros de PI cresceram significativamente nos últimos anos. As empresas têm utilizado os Direitos de Propriedade Intelectual para dificultar a entrada de concorrentes, criar oportunidades de licenciamento e proteger-se contra eventuais litígios com terceiros. Os instrumentos de proteção da PI tornam-se, assim, não somente um registro, mas um mecanismo de gestão estratégica de ativos intangíveis para a apropriação de resultados econômicos. O NIT Mantiqueira, consórcio de NITs de organizações de C&T no qual participa o Parque Tecnológico Univap, foi criado em agosto de 2010, com base na Lei de Inovação nº /2004 e demais leis e normas que dispõem sobre proteção de Propriedade Intelectual. Trata-se de uma resposta ao Plano de Ação - Ciência Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional 2007/2010 instituído pelo Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT. O objetivo do NIT Mantiqueira é estruturar os Núcleos de Inovação Tecnológica de entidades no Estado de São Paulo e sul de 77

78 Minas Gerais, com a finalidade de fortalecer, capacitar e desenvolver as competências previstas na Lei de Inovação. A proposta é integrar os atores do Sistema Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação, disseminar a cultura de proteção às criações intelectuais e de transferência de tecnologia para o setor empresarial, difundindo as boas práticas da gestão de políticas de inovação. O papel do NIT Mantiqueira junto à cada uma das instituições parceiras é: - Elaborar e zelar pela manutenção de políticas institucionais de proteção às inovações; - Promover o estímulo a adequada proteção das inovações geradas nessas instituições; - Promover a integração dessas instituições com o setor empresarial; - Promover a adequada proteção das invenções e sua transferência para o setor empresarial. Participam do NIT Mantiqueira os NITs das seguintes instituições: - Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer - CTI; - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE; - Laboratório Nacional de Astrofísica - LNA; - Associação Brasileira de Luz Sincrotron - ABTLuS; - Centro de Tecnologia Wernher von Braun; - Fundação Valeparaibana de Ensino - Universidade do Vale do Paraíba (FVE-Univap). Incentivo à Inovação: Workshop de Inauguração do NIT - 20/04/2011 Workshop Inovação na Prática - 05/06/2012. Desenvolvimento de Software de Logística sob demanda em parceria com empresa. Curso Interno de PI Módulo 1: Conceitos gerais em patentes. Eventos Estruturados: Semana do Protótipo Ferramenta Estruturada: TV Univap, TV Tecnológica. Políticas e procedimentos desenvolvidos: Política de Propriedade Intelectual para FVE-Univap Procedimento para Defesa Fechada de Tese, Dissertações e Trabalhos de Conclusão de Curso. Desenvolvimento de Procedimentos Internos de Trabalho do NIT-Univap. Elaboração de documentos legais; Termos de Cessão de Inventor, Termos de Sigilo, etc. Sugestão de mecanismo formal para recebimento de pesquisadores visitantes na Univap. Participação em Cursos e Workshops de PI e Inovação: - Cursos de capacitação em Propriedade Industrial ministrados pelo INPI via Rede Mantiqueira. - Cursos de Transferência de Tecnologia ministrados pela LES Brasil via Rede Mantiqueira. - Rede de Relacionamento: Participação em eventos de entidades como; CIETEC, ABIMO, FINEP, FAPESP, MCTi, dentre outras. Recursos Financeiros Empregados: - Recursos para Bolsa e aparato de trabalho via Rede Mantiqueira. Metas e desafios para 2013: - Adequar atividades do NIT-Univap aos objetivos estratégicos da FVE 78

79 - Expansão e treinamento de equipe. - Auxiliar na instituição de um mecanismo formal para recebimento de pesquisadores visitantes na Univap. - Aumentar número de Patentes e Softwares protegidos. - Elaborar cursos internos de Propriedade Industrial e incentivos para produção de novas inovações. Projeto Rede Mantiqueira de Inovação: Vigência 16/06/ /12/2013 Convênio FINEP: Início das Atividades: 06/2010 Instituição do NIT na FVE/Univap: 08/02/2011 ref. Portaria conjunta N.01/PR/2011. Incentivo à Inovação: Workshop de Inauguração do NIT - 20/04/2011 Workshop Inovação na Prática - 05/06/2012. Desenvolvimento de Software de Logística sob demanda em parceria com empresa. Curso Interno de PI Módulo 1: Conceitos gerais em patentes. Eventos Estruturados: Semana do Protótipo Ferramenta Estruturada: TV Univap, TV Tecnológica. Políticas e procedimentos desenvolvidos: Política de Propriedade Intelectual para FVE-Univap Procedimento para Defesa Fechada de Tese, Dissertações e Trabalhos de Conclusão de Curso. Desenvolvimento de Procedimentos Internos de Trabalho do NIT-Univap. Elaboração de documentos legais; Termos de Cessão de Inventor, Termos de Sigilo, etc. Sugestão de mecanismo formal para recebimento de pesquisadores visitantes na Univap. Participação em Cursos e Workshops de PI e Inovação: - Cursos de capacitação em Propriedade Industrial ministrados pelo INPI via Rede Mantiqueira. - Cursos de Transferência de Tecnologia ministrados pela LES Brasil via Rede Mantiqueira. - Rede de Relacionamento: Participação em eventos de entidades como; CIETEC, ABIMO, FINEP, FAPESP, MCTi, dentre outras. Recursos Financeiros Empregados: - Recursos para Bolsa e aparato de trabalho via Rede Mantiqueira. Metas e desafios para 2013: - Adequar atividades do NIT-Univap aos objetivos estratégicos da FVE - Expansão e treinamento de equipe. - Auxiliar na instituição de um mecanismo formal para recebimento de pesquisadores visitantes na Univap. - Aumentar número de Patentes e Softwares protegidos. 79

80 - Elaborar cursos internos de Propriedade Industrial e incentivos para produção de novas inovações. CONVÊNIOS PARA INCLUSÃO SOCIAL Dentro da responsabilidade social da instituição o apoio ao aluno através de desconto da anuidade e oportunidade de estágio remunerado tem se dado também através da interação com empresas. As tabelas abaixo mostram as empresas que participaram de convênio de cooperação para desconto de mensalidades escolares e o número de estagiários em empresas conveniadas com a Univap em Empresas beneficiadas pelo convênio de cooperação para concessão de desconto no valor da anuidade/parcelas de cursos em 2012: - ACISJC Associação Comercial e Industrial de SJC ACONVAP Assoc. Construtoras do Vale do Paraíba CIESP Centro das Indústrias do Est. De São Paulo CNA Consultoria em Novas Aplicações Ltda FIBRIA Fibria Celulose S.A. GEÔMETRA Geômetra IMC SASTE Construções Serviços e Comércio Ltda MD Ministério da Defesa - Confenen ORBISAT Indústria e Aerolevantamento S/A PROXION Soluções Comércio e Serviços Ltda. SÉRGIOPORTO Sérgio Porto Engenharia SINDPOLF Sind.Serv.Púb.Civis.Fed.Deptº PF-Est.SP SIND_SAÚDE Sind.Empr.Estab.Serv.Saúde.SJC.Região TECNOGEO Tec.Textos Imagens Digitais Ltda-ME PERFORMANCE Total Performance-Ind.Cosméticos Ltda EMBRAER S.A. Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. PLANEVALE Planevale Planejamento e Consultoria Ltda PERSONAL Serviços de Digitação e Informática Ltda FUNCIONAL Consultoria em Recursos Humanos Ltda BBN DESENHO Técn.Arquitetôn e Design Com.El.Eng SINDICATO Trab. Ind. Papel,Papelão,Celulose... SEINCO Serv. Industriais e Comércio Ltda NIPO-BRASILEIRA As.Cult e Desp Nipo-Bras de Jacareí Hospital PIO XII Obra de Ação Social Hospital PIO XII Sind Trab T Rod Sind Trab Transp Rodov em anexo Vparai CUNZOLO Máquinas e Equipamentos Ltda - Até o ano de 2012 mais de empresas conveniadas com a Univap ofereceram estágios a alunos dos vários cursos de graduação da Univap. Apresenta-se abaixo o número de alunos. 80

81 Alunos/Estagiários em Empresas Conveniadas com a Univap no ano de Faculdade FCSAC Nº de Estagiários Nº Total Curso por SJC Jacareí C. Jordão Faculadade Administração 60 9 Ciência da Computação 0 Ciências Contábeis 3 Jornalismo Moda 2 Publicidade e Propaganda 18 Rádio e TV 22 FD Direito Arquitetura e Urbanismo 51 Engenharia Aeronáutica 13 Engenharia Ambiental 37 Engenharia Biomédica 4 Engenharia Civil FEAU Engenharia de Alimentos 3 Engenharia de Computação Engenharia de Materiais 12 Engenharia Química 27 Engenharia Elétrica/Eletrônica 13 7 Gestão Ambiental 4 Artes Visuais 3 Ciências Biológicas 4 1 Educação Física FEA Geografia 2 História Matemática 2 Pedagogia 27 3 Química 10 Biomedicina 11 Enfermagem 3 Farmácia 13 Fisioterapia 3 FCS Gastronomia 6 99 Nutrição 14 Odontologia 1 Serviço Social 47 Terapia Ocupacional 1 Total de Estagiários em

82 Faculdade de Direito - Núcleo de Prática Jurídica Prof. Tito Roberto Liberato Campus Centro Finalidade, Atendimento e Funcionamento. O Núcleo de Prática Jurídica Prof. Tito Roberto Liberato tem por finalidade propiciar estágio aos alunos que se encontram cursando do 7º ao 10º período do Curso de Direito, sob a coordenação de um responsável e de orientadores, advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil há mais de 05 (cinco) anos. A coordenação e orientação dos estagiários são feitas desde o atendimento inicial dos clientes, confecção de petições e recursos, propositura de ações judiciais, acompanhamento de processos e audiências. O atendimento é feito às pessoas carentes que percebam até dois salários mínimos. O Núcleo de Prática Jurídica em colaboração com o Poder Judiciário, está atendendo os reclamantes do Juizado Especial Cível, orientando a confecção das peças reclamatórias e participação nas audiências como conciliadores. O Núcleo de Prática Jurídica tem seu funcionamento, diariamente, de segunda a sexta-feira, no horário das 8h às 12h e 13h30min às 17h30min, sábados das 8h às 12. Atendimentos Realizados em 2011 e 2012 Meses Nº de Casos Novos Nº de Retornos Total Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total Os casos novos referem-se a: ações cíveis, criminais, família, trabalhistas e consultas. Os casos retorno referem-se aos clientes que tiveram seu atendimento inicial e retornam para entrega de documentos, informações, audiências etc. 82

83 Atendimento de Casos Novos em 2012 Ano Cível/Família Consultas Total Atendimentos Referentes ao Juizado Especial Cível Realizados Atendimentos Em 2011 Em Audiências Realizadas - Quadro Demonstrativo das audiências cíveis, família e trabalhistas realizadas em:. Ano Audiências Cíveis/Família Trabalhistas Total Faculdade de Ciências da Saúde - Centro de Práticas Supervisionadas - CPS - Unidade Urbanova Finalidade, Atendimento e Funcionamento O Centro de Práticas Supervisionadas (CPS) tem por finalidade propiciar campo de estágio para os alunos dos cursos de graduação da Faculdade de Ciências da Saúde propiciando: oportunidade de desenvolvimento de estudos nas áreas de formação, estimulo a discussão de projetos de pesquisa e ensino que visem a promoção da saúde, a socialização, o desenvolvimento de trabalhos de reabilitação, controle e tratamento da disfunção ocupacional e a promoção de educação continuada e práticas de prevenção. O atendimento é feito a pessoas de qualquer faixa etária; que apresentem queixas de dificuldade de realização de atividades de autocuidado e da vida cotidiana, atividades de lazer e/ou profissionais e transtornos do aprendizado, causados por deficiências orgânicas congênitas ou adquiridas, causas psicológicas e o/ou sociais; pessoas que possam se beneficiar de tratamento ambulatorial e domiciliar; pessoas de baixa renda que não tenham outras oportunidades de tratamento; funcionários da Univap e seus dependentes. O CPS está localizado no campus Urbanova, e funciona diariamente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h e das 17h30 às 21h30. 83

84 Atendimentos CPS* Mês Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho 18 - Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total * Atendimentos nas áreas de: Enfermagem, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Nutrição, Farmácia e Biomedicina. Clínica Odontológica Procedimentos e Atendimentos nos anos de 2011 e 2012 Total de Procedimentos Radiologia Profilaxia Dentística Odontopediatria Ortodontia Periodontia Endodontia Cirurgia Prótese Prótese buco Total de Atendimentos Total de Procedimentos Próteses Confeccionadas/Procedimentos/Total Geral Ano Ocular Facial Nasal Auricular Oculopalpebral Obturadora Palatina Total Removível Total

85 3.3 Relações da IES com a sociedade: inclusão social A responsabilidade social do Sistema FVE-Univap de Educação é considerada relevante na sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social do município e região. Resumo das ações e medidas assistenciais realizadas em 2012, 2011 e As gratuidades/2012, aplicadas através Bolsas de Estudo e de Ações Assistenciais na área da Educação, atingiram o valor total de R$ milhões e, encontram-se quantificadas, conforme os quadros, a seguir: Bolsas de estudo Universalização do atendimento escolar, melhoria da qualidade de ensino, formação para o trabalho e promoção humanística científica e tecnológica do país. Recursos Aplicados: Ano R$ (anual) Auditoria Independente milhões PricewaterhouseCoopers milhões PricewaterhouseCoopers milhões Delloite Demonstração das Bolsas de Estudo (em milhões de Reais) Nível Tipo de Bolsa Bolsistas Custo R$ Bolsistas Custo R$ Bolsistas Custo R$ Educação Superior PROUNI FVE/Univap* Educação Básica FVE Total Engloba as bolsas dos programas: Escola da família, Fadenp, Semear talentos, São José universitário, Iniciação Científica, Pós-graduação stricto-sensu, Convênio Prefeitura Campos do Jordão. Ações assistenciais na área de educação Universalização do atendimento escolar, melhoria da qualidade de ensino, formação para o trabalho e erradicação do analfabetismo. Recursos Aplicados: R$ (anual) Ano Auditoria Independente milhões PricewaterhouseCoopers milhões PricewaterhouseCoopers milhões Delloite 85

86 Ações Assistenciais na Área de Educação Valor R$ Nº de Valor Nº de Nº de (em Beneficiários Beneficiários Beneficiários Beneficiários milhões) Valor R$ (em milhões) Programas de Gestão de Centros Poliesportivos e Unidades Associadas e de Centros de Educação Infantil Centros Poliesportivos e Unidades Associadas Centro de Ed. Infantil Campo dos Alemães Centro de Ed. Infantil Jardim Telespark Sub-Total de Programas de Gestão Outros Programas Apoio Institucional ao aluno bolsista Programa Alfabetização e Letramento Colégio Univap Urbanova Centros Móveis de Atendimento Escola de Educação Infantil Univap/Lions Programa Idoso Faculdade da Terceira Idade Programa de Formação Profissional Programa Aprender Fazendo Sub-Total de Outros Programas Total de Ações Assistenciais

87 Descrição das ações e medidas assistenciais realizadas pelo sistema FVE/Univap de educação em Bolsas de estudo Universalização do atendimento escolar, melhoria da qualidade de ensino, formação para o trabalho e promoção humanística científica e tecnológica do país. Bolsa de estudo PROUNI O Sistema FVE/Univap de Educação aderiu ao Programa Universidade para Todos PROUNI em 2004, com início em 2005, quando do seu lançamento pelo Governo Federal e mantém ativo o programa referido, na forma da legislação. Ano Número de Bolsistas Bolsista integral ingressante, por Campus Ingresso em 2010 I U S E Campus Aquarius Campus Centro Campus Urbanova SJC Campus Urbanova Jacareí Campus Villa Branca Total Ingresso em 2011 I U S E Campus Aquarius Campus Centro Campus Urbanova SJC Campus Urbanova Jacareí Campus Villa Branca Total Ingresso em 2012 I U S E Campus Aquarius Campus Platanus Campus São José dos Campos (sede) Campus Villa Branca Total Legenda: I= Bolsista ingressante / U = Bolsa em utilização S= Bolsa suspensa / E = Bolsa Encerrada 87

88 Bolsa de estudo Institucional ensino superior Programa de concessão de bolsas pela FVE, com recursos próprios. Ano Número de Bolsistas * *Inclui todos os tipos de bolsa concedidos,exceto PROUNI. Em 2012 a IES concedeu 876 Bolsas de Estudo, sendo 515 para alunos da Graduação e as demais (361) distribuidas nos Pragramas conforme descritos abaixo: Bolsa de estudo Escola da Família Convênio entre a FVE e o Governo do Estado de São Paulo. Encerrado em Em 2012 foi contabilizado valor remanescente. Ano Número de Bolsistas Bolsa de Estudo - São José Universitário Convênio FVE X Prefeitura Municipal de São José dos Campos, tem como objeto a conjugação de esforços entre o MUNICÍPIO e a CONVENENTE para oferecer à população bolsas de estudo anuais nos cursos de nível superior da CONVENENTE visando dar oportunidades de formação superior a pessoas sem condições de arcar com os custos de tais cursos. São integrais, correspondendo a 100% do valor das parcelas da anuidade. Ano Número de Bolsistas Bolsa de Estudo - Atleta de alto rendimento FADENP Convênio FVE X Prefeitura Municipal de São José dos Campos. Ano Número de Bolsistas Portaria nº 14/P/2010, de 19/03/2010. Bolsa de Estudo Convênio com a Prefeitura de Campos do Jordão Convênio FVE X Prefeitura Municipal de Campos do Jordão, para alunos do curso de Pedagogia, iniciado em Ano Número de Bolsistas

89 Bolsa Institucional de Iniciação Científica Dentro da política do Governo Federal para Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional, o Sistema FVE/Univap de Educação destina as referidas bolsas remuneradas a estudantes de Graduação e Educação Básica, em consonância com o Plano Nacional de Educação (art. 214 da CRFB, Lei nº /2009 e Decreto nº 7.237/2010). Ano Número de Bolsistas Portaria nº 41/P/2010, de 15/10/2010. Bolsa Institucional pós- graduação stricto sensu Bolsas de pós-graduação stricto sensu (Mestrado e Doutorado), disponibilizadas aos programas aprovados pelo MEC/CAPES, concedidas através de Portaria, devido à importância da formação de recursos humanos em Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento para o país. Cursos Bolsistas 2010 Bolsistas 2011 Bolsistas 2012 Doutorado em Física e Astronomia Mestrado em Física e Astronomia Doutorado em Engenharia Biomédica Mestrado em Engenharia Biomédica Mestrado em Ciências Biológicas Mestrado em Processamento de Materiais e Catálise Mestrado em Planejamento Urbano e Regional Mestrado em Bioengenharia Total Os dados mostram que há um total de 1986 bolsas de graduação sendo que dessas, 876 são institucionais. No nível de pós-graduação, a Univap ofereceu 90 bolsas. Ações Assistenciais na Área de Educação A Univap tem desenvolvido ações relacionadas à universalização do atendimento escolar, melhoria da qualidade de ensino, formação para o trabalho e erradicação do analfabetismo. Complementarmente, para cumprimento das proporções previstas na legislação (inciso III, 1º do art. 13 da Lei /2009) a FVE realizou ações assistenciais e programas de apoio a alunos bolsistas, conforme apresentado a seguir. 89

90 Gestão de Centros Poliesportivos e Unidades Associadas Recursos Aplicados: Auditoria Independente milhões milhões milhões PricewaterhouseCoopers* Em 2012, a auditoria independente foi feita pela Delloite A Fundação Valeparaibana de Ensino - FVE mantém Convênio com a Prefeitura Municipal de São José dos Campos Secretaria de Esportes e Lazer visando a operacionalização de 4 (quatro) Centros Poliesportivos do Município e mais 51 (cinquenta e uma) Unidades Associadas, localizadas em zonas especiais de interesse social (maior vulnerabilidade), para a população de baixa renda, de todas as faixas etárias, contribuindo com a proteção à família, à infância, à adolescência e à velhice (CF e Lei 8.742/93). A educação esportiva e o lazer educacional desporto educacional de crianças e jovens nos Centros Poliesportivos e Unidades Associadas do Município de São José dos Campos/SP Secretaria de Esportes e Lazer, são tratados como instrumentos de inclusão social. Por força do convênio, a FVE está sujeita a contrapartidas. Benefícios Sociais/Ano Contratação de professores graduados pela Univap (Curso de Educação Física) Contratação de estagiários do Curso de Educação Física da Univap Contratação de Auxiliares da Administração Escolar Curso de Especialização (gratuito), em Gestão de Centros Esportivos, para professores de Educação Física O Programa contou, ainda com 5 coordenadores, 4 psicólogos, 4 fisioterapeutas e 7 docentes orientadores. Os Centros Poliesportivos e as Unidades Associadas atenderam cerca de pessoas mensalmente, conforme gráfico de atendimento anual, abaixo: 90

PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL FACULDADE CASA DO ESTUDANTE. Aprovado no CONSU Conselho Superior em 02/02/2012

PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL FACULDADE CASA DO ESTUDANTE. Aprovado no CONSU Conselho Superior em 02/02/2012 PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL DA FACULDADE CASA DO ESTUDANTE PPI 2012 a 2015 Aprovado no CONSU Conselho Superior em 02/02/2012 Diretor Geral FACULDADE CASA DO ESTUDANTE PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: CENECT Centro Integrado de Educação, Ciência e UF: PR Tecnologia S/C Ltda. ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Cruzada Maranata de Evangelização UF: BA ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade Batista Brasileira, com sede no

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Escola Superior de Propaganda e Marketing UF: SP ASSUNTO: Recredenciamento da Escola Superior de Propaganda

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Faculdades Nordeste S/A UF: CE ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade Nordeste, com sede no Município de Fortaleza,

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação de Ensino Superior de Ibaiti UF: PR ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade de Educação, Administração

Leia mais

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRA ALGUNS INDICADORES¹ 2.314 IES 245 públicas (10,6%) e 2.069

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Grupo Nobre de Ensino Ltda. UF: BA ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade Nobre de Feira de Santana, a ser instalada

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 26/5/2011, Seção 1, Pág. 20. Portaria n 668, publicada no D.O.U. de 26/5/2011, Seção 1, Pág. 18. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006.

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação Externa de Instituições de Educação Superior do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES O MINISTRO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 30/5/2012, Seção 1, Pág. 33. Portaria n 708, publicada no D.O.U. de 30/5/2012, Seção 1, Pág. 32. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES. IGC Faixa Contínuo 2007 3 256 2008 3 252 2009 3 200

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES. IGC Faixa Contínuo 2007 3 256 2008 3 252 2009 3 200 PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 11/5/2011, Seção 1, Pág. 20. Portaria n 529, publicada no D.O.U. de 11/5/2012, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Fundação de Ensino e Tecnologia de Alfenas (FETA) UF: MG ASSUNTO: Recredenciamento da Universidade José do Rosário

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 14/5/2011, Seção 1, Pág.147. Portaria n 545, publicada no D.O.U. de 14/5/2012, Seção 1, Pág.147. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Administração UF: SP Regional de São Paulo ASSUNTO: Recredenciamento

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Santa Marcelina UF: SP ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade Santa Marcelina (FASM), com sede no Município

Leia mais

Universidade do Vale do Paraíba Univap

Universidade do Vale do Paraíba Univap Universidade do Vale do Paraíba Univap Relatório de Autoavaliação 2011 São José dos Campos Março 2012 Sumário 1 A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)... 6 1.1 Implementação do PDI,

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Brasileira de Educação Familiar e Social UF: BA ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade Social da Bahia

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert UF:SP Einstein ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/5/2012, Seção 1, Pág. 24. Portaria n 625, publicada no D.O.U. de 18/5/2012, Seção 1, Pág. 2. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 Sete Lagoas Março de 2014 Sumário 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO... 4 1.1. Composição da Comissão

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Antônio Vieira UF: RS ASSUNTO: Recredenciamento da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, com sede no

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 30/5/2012, Seção 1, Pág. 33. Portaria n 707, publicada no D.O.U. de 30/5/2012, Seção 1, Pág. 32. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior CONAES Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior

Leia mais

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração Cursos de Administração: qualidade necessária XIV Fórum Internacional de Administração Rio de Janeiro, 18 de maio de 2015 ENSINAR, APRENDER, AVALIAR... TRAJETÓRIA DA AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO SUPERIOR CAPES avaliação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 26/5/2011, Seção 1, Pág. 20. Portaria n 67, publicada no D.O.U. de 26/5/2011, Seção 1, Pág. 18. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 6/2014 TÍTULO I: DOS OBJETIVOS

RESOLUÇÃO Nº 6/2014 TÍTULO I: DOS OBJETIVOS RESOLUÇÃO Nº 6/2014 O Diretor da Faculdade de Direito no uso de suas atribuições, altera a resolução 13/2005 que passará a ter a seguinte redação: TÍTULO I: DOS OBJETIVOS Art. 1º. A avaliação institucional

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: UNIME - União Metropolitana para o Desenvolvimento da UF: BA Educação e Cultura ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade

Leia mais

O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET

O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET IFET-RS Bento Gonçalves (RS), 15 de junho de 2009 Maria Beatriz Luce Conselheira

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Escola de Enfermagem Nova Esperança Ltda. UF: PB ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança,

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Serviço Nacional de Aprendizagem UF: BA Departamento Regional da Bahia SENAI-DR/BA ASSUNTO: Recredenciamento da

Leia mais

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA I n s t r u m e n to

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA I n s t r u m e n to MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Avaliação da Educação Superior SISTEMA NACIONAL

Leia mais

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B REGULAMENTO GERAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 3/10/2011, Seção 1, Pág. 9. Portaria n 1380, publicada no D.O.U. de 3/10/2011, Seção 1, Pág. 8. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Universitária e Cultural da Bahia UF: BA ASSUNTO: Recredenciamento da Universidade Católica do Salvador,

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 0/5/2012, Seção 1, Pág.. Portaria n 712, publicada no D.O.U. de 0/5/2012, Seção 1, Pág. 2. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 10/10/2011, Seção 1, Pág. 1. Portaria n 1419, publicada no D.O.U. de 10/10/2011, Seção 1, Pág. 9. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015

SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015 SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015 ROTEIRO SINAES Princípios e concepções Os Ciclos Avaliativos do Enade e os Indicadores de Qualidade Enade 2015 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO SINAES Responsabilidade : responsabilidade

Leia mais

DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA

DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - Sinaes Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES (Lei 10.681/2004) tem o propósito de promover a melhoria da educação superior no Brasil....assegurar

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011)

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/5/2012, Seção 1, Pág. 2. Portaria n 62, publicada no D.O.U. de 18/5/2012, Seção 1, Pág. 23. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 29/11/2011, Seção 1, Pág. 14. Portaria n 1662, publicada no D.O.U. de 29/11/2011, Seção 1, Pág. 12. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo

Leia mais

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização Comissão da Câmara de Educação Superior Erasto Fortes

Leia mais

RESOLUÇÃO UNIV N o 40 DE 28 DE AGOSTO DE 2009. Aprova o Regulamento do Processo de Auto- Avaliação da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

RESOLUÇÃO UNIV N o 40 DE 28 DE AGOSTO DE 2009. Aprova o Regulamento do Processo de Auto- Avaliação da Universidade Estadual de Ponta Grossa. RESOLUÇÃO UNIV N o 40 DE 28 DE AGOSTO DE 2009. Aprova o Regulamento do Processo de Auto- Avaliação da Universidade Estadual de Ponta Grossa. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

SINAES. Diretoria de Avaliação da Educação Superior. Coordenação Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES

SINAES. Diretoria de Avaliação da Educação Superior. Coordenação Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES O Sistema Nacional da Avaliação da Educação Superior SINAES Diretoria de Avaliação da Educação Superior Coordenação Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES Histórico A Avaliação da Educação Superior

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIRON - CPA

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIRON - CPA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIRON - CPA Av. Mamoré, nº 1520, Bairro Três Marias CEP: 78919-541 Tel: (69) 3733-5000 Porto Velho - RO 1 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização Comissão da Câmara de Educação Superior Erasto Fortes

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Cristã de Moços de Sorocaba UF: SP ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade de Educação Física da Associação

Leia mais

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 1. Quais são os tipos de instituições de ensino superior? De acordo com sua organização acadêmica, as instituições de ensino

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Unidade de Ensino Superior Ingá Ltda. UF: PR ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade Ingá, com sede no Município

Leia mais

Luiz Roberto Liza Curi. Sociólogo / Doutor em Economia. Conselheiro Conselho Nacional de Educação - CNE incolarum@hotmail.com

Luiz Roberto Liza Curi. Sociólogo / Doutor em Economia. Conselheiro Conselho Nacional de Educação - CNE incolarum@hotmail.com Luiz Roberto Liza Curi Sociólogo / Doutor em Economia Conselheiro Conselho Nacional de Educação - CNE incolarum@hotmail.com 1 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96 Art. 8 A União, os Estados

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL Política Pedagógica Institucional Faculdade Eniac Ver. 02 (2010 / 2011) APRESENTAÇÃO

PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL Política Pedagógica Institucional Faculdade Eniac Ver. 02 (2010 / 2011) APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO O presente documento tem por finalidade apresentar o PPI que é o Projeto Pedagógico Institucional do ENIAC, conjunto das melhores práticas pedagógicas, tecnológicas, administrativas e de gestão

Leia mais

As políticas de avaliação da educação superior

As políticas de avaliação da educação superior VI FÓRUM DA EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DE GOIÁS: A AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR COMO INDUTORA DE QUALIDADE As políticas de avaliação da educação superior Abril 2015 Panorama da educação superior no

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá GABINETE DA REITORIA

Universidade Estadual de Maringá GABINETE DA REITORIA R E S O L U Ç Ã O N o 119/2005-CEP CERTIDÃO Certifico que a presente Resolução foi afixada em local de costume, nesta Reitoria, no dia 1º/9/2005. Esmeralda Alves Moro, Secretária. Aprova normas para organização

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de21/6/2010, Seção 1, Pág.7. Portaria n 810, publicada no D.O.U. de 21/6/2010, Seção 1, Pág.7. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC 1 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC O PPC, Projeto Pedagógico de Curso, é o instrumento de concepção de ensino e aprendizagem de um curso e apresenta características de um projeto, no qual devem ser definidos

Leia mais

FACULDADE DE SÃO MARCOS Credenciada pelo MEC (Portaria 1371de 23/11/2012)

FACULDADE DE SÃO MARCOS Credenciada pelo MEC (Portaria 1371de 23/11/2012) FACULDADE DE SÃO MARCOS Credenciada pelo MEC (Portaria 1371de 23/11/2012) MANUAL DO CANDIDATO PROCESSO SELETIVO DE INVERNO 2015 Este manual tem como objetivo orientar os candidatos do vestibular nas normas

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Ministério da Educação/ Universidade Federal de Santa UF: RS

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Ministério da Educação/ Universidade Federal de Santa UF: RS AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Ministério da Educação/ Universidade Federal de Santa UF: RS Maria ASSUNTO: Recredenciamento da Universidade Federal

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Resolução

Leia mais

PROPOSTAS DA COMISSÃO REPRESENTATIVA DE PROFESSORES PARA A REFORMA ESTATUTÁRIA DA ULBRA

PROPOSTAS DA COMISSÃO REPRESENTATIVA DE PROFESSORES PARA A REFORMA ESTATUTÁRIA DA ULBRA PROPOSTAS DA COMISSÃO REPRESENTATIVA DE PROFESSORES PARA A REFORMA ESTATUTÁRIA DA ULBRA Preâmbulo: - Considerando que a educação é um bem público e, conforme dispõe o art. 209 da carta constitucional,

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA REGULAMENTO

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA REGULAMENTO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA REGULAMENTO A Comissão Própria de Avaliação da FACISA CPA/FACISA, constituída pela Diretoria-Geral de acordo com o estabelecido pela Lei n 10.861 de 14

Leia mais

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MÚSICA REGÊNCIA (BACHARELADO)

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MÚSICA REGÊNCIA (BACHARELADO) 1 ANO CADASTRO NO E-MEC 04/02/2011 INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MÚSICA REGÊNCIA (BACHARELADO) Justificativa da oferta do curso O Curso de Regência em Bacharelado é noturno, com duração

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Esperidião Amin Helou Filho 1 PROJETO DE LEI Nº 8.035, DE 2010. Ementa: Aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 e dá outras providências. 2 PROJETO DE LEI

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*)

PARECER HOMOLOGADO(*) PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 18/07/2006. Portaria MEC nº 1.319, publicada no Diário Oficial da União de 18/07/2006. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011

PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011 PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL De acordo com o Decreto 5.773/2006 PERÍODO - 2012-2015 Resolução COP Nº 113/2011, de 08/12/2011 PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011 Lucas

Leia mais

Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção

Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção XX Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Engenharia da Produção (ABEPRO) Rio de Janeiro,

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ENSINO Av. Professor Mario Werneck, nº 2590,

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA DE MINAS GERAIS FEAMIG PLANO DE MELHORIAS ACADÊMICAS

FACULDADE DE ENGENHARIA DE MINAS GERAIS FEAMIG PLANO DE MELHORIAS ACADÊMICAS FACULDADE DE ENGENHARIA DE MINAS GERAIS FEAMIG PLANO DE MELHORIAS ACADÊMICAS Fevereiro 2011 PLANO DE MELHORIAS ACADÊMICAS DA FEAMIG Introdução Desde o final do ano de 2007 e o início de 2008, a FEAMIG

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES. ENADE contínuo. Direito 1,88 2 2,5987 2,52 3 Comunicação Social - Jornalismo

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES. ENADE contínuo. Direito 1,88 2 2,5987 2,52 3 Comunicação Social - Jornalismo PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 21/5/2012, Seção 1, Pág. 13. Portaria n 644, publicada no D.O.U. de 21/5/2012, Seção 1, Pág. 13. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior Daes Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Educacional da Igreja Evangélica Assembléia de UF: PR Deus em Curitiba (AEIEADC) ASSUNTO: Credenciamento

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 26/5/2011, Seção 1, Pág. 20. Portaria n 683, publicada no D.O.U. de 26/5/2011, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

PROF. DR. CLODIS BOSCARIOLI

PROF. DR. CLODIS BOSCARIOLI PROF. DR. CLODIS BOSCARIOLI PLANO DE TRABALHO DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS DE CASCAVEL QUADRIÊNIO 2012-2015 Cascavel set/2011. APRESENTAÇÃO Nasci em Umuarama/PR em 31/07/1973. Sou técnico em Contabilidade pelo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 11/5/2011, Seção 1, Pág. 20. Portaria n 523, publicada no D.O.U. de 11/5/2012, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE ATENDIMENTO AO DISCENTE

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE ATENDIMENTO AO DISCENTE CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE ATENDIMENTO AO DISCENTE SÃO

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

Planejamento CPA Metropolitana 2013

Planejamento CPA Metropolitana 2013 Planejamento CPA Metropolitana 2013 1 Planejamento CPA Metropolitana Ano 2013 Denominada Comissão Própria de Avaliação, a CPA foi criada pela Legislação de Ensino Superior do MEC pela Lei 10.861 de 10

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 26/5/2011, Seção 1, Pág. 20. Portaria n 678, publicada no D.O.U. de 26/5/2011, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

EDITAL PRAC 04/2015 INSCRIÇÕES

EDITAL PRAC 04/2015 INSCRIÇÕES EDITAL PRAC 04/2015 PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO EM CURSOS DE GRADUAÇÃO NAS MODALIDADES PRESENCIAL E EAD DA UNIVERSIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO, PARA ESTUDANTES PROVENIENTES DE TRANSFERÊNCIAS EXTERNAS,

Leia mais

Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA. Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES

Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA. Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Faculdade de Sorocaba AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Sorocaba Dezembro 2014 1 Faculdade

Leia mais