ORIENTAÇÕES SOBRE O PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

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1 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL Orientação nº 02/2008 PDE/SEED Curitiba, 27 de maio de 2008 ORIENTAÇÕES SOBRE O PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA Os professores que ingressaram no ano de 2008 no Programa de Desenvolvimento Educacional - PDE, desenvolverão as atividades previstas no PLANO INTEGRADO DE FORMAÇÃO CONTINUADA 2008, divulgado pela Coordenação do Programa no Documento Síntese do PDE - versão 3. Portanto, as atividades constantes do referido Plano serão realizadas no decorrer do Programa, as quais encontram-se organizadas em quatro períodos distintos e distribuídas em dois anos, excetuando-se os Professores PDE Titulados que concluem o mesmo em um ano, com atividades organizadas em dois períodos. Em termos didáticos o Plano Integrado de Formação Continuada encontra-se estruturado em três grandes eixos de atividades, quais sejam: atividades de integração teórico-práticas, atividades de aprofundamento teórico e atividades didáticopedagógicas com utilização de suporte tecnológico. Para orientar os professores PDE 2008 nas atividades iniciais do eixo de Integração Teórico-Práticas, detalha-se a seguir a estrutura do Projeto de Intervenção Pedagógica na Escola, conforme explicitado no Documento Síntese do Programa em versão preliminar. Ressaltamos que a data de entrega do Projeto no NRE é dia 30/07/08, em 2 (duas) cópias impressas e CD, com o respectivo Parecer do Professor Orientador IES, sendo que o Professor Titulado PDE deverá entregar também a Produção Didático- Pedagógica. PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O Projeto é um documento escrito, a ser elaborado individualmente pelo Professor PDE sob a orientação do professor da IES, o qual deve contemplar as estratégias pedagógicas para atender as dificuldades diagnosticadas. Trata-se de um plano de intenção, um roteiro detalhado das ações, devidamente fundamentadas, a serem

2 desenvolvidas, para que se consiga atingir os objetivos propostos, decorrentes do diagnóstico da realidade escolar. O Projeto deverá ser estruturado com base nos problemas diagnosticados pelo professor na escola em que atua, delimitados de forma clara, tendo em vista que, no segundo período será elaborado material didático a ser aplicado no terceiro e quarto períodos na escola em que foi realizado o diagnóstico, como uma das estratégias a contribuir para enfrentar os problemas levantados pelo Professor PDE. Neste processo de diagnóstico e definição do Projeto é fundamental que a Direção e a Equipe Pedagógica da escola sejam envolvidas, para que as intenções do professor sejam legitimadas desde o seu início. ROTEIRO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA A) DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Professor PDE: Área PDE: NRE: Professor Orientador IES: IES vinculada: Escola de Implementação: Público objeto da intervenção: B) TEMA DE ESTUDO DO PROFESSOR PDE As atividades de aprofundamento teórico-prático devem iniciar com o estabelecimento de uma temática. O Professor PDE precisa selecionar o tema que irá abordar. O tema deve ser da área de ingresso do Professor no PDE e deve estar articulado com a realidade da escola. C) TÍTULO O Título deve ser claro, conciso, explicativo, coerente com o objeto e objetivos próprios do aprofundamento teórico-prático, para possibilitar e garantir a identificação da temática a ser abordada pelo Professor PDE. D) JUSTIFICATIVA DO TEMA DE ESTUDO Consiste na apresentação clara e objetiva, das razões teórico-práticas que justificam a realização do estudo. Deve indicar a relevância do problema, assim como a explicitação fundamentada que justifica o estudo do tema, para a área em questão. E) PROBLEMA/PROBLEMATIZAÇÃO

3 Toda produção científica inicia-se com uma situação que gera dúvida ou que nos intriga, a qual denominamos situação problema. Esta origina-se a partir da definição da situação a ser discutida, investigada e solucionada. Desta forma o problema pode ser caracterizado/formulado através de uma questão norteadora, o que facilita direcionar a sua objetivação. F) OBJETIVO GERAL E ESPECÍFICOS Os objetivos devem indicar o intuito da atividade teórico-prática a ser realizada, esclarecendo os fins que pretendem ser atingidos com o estudo, qual seja: o da melhoria da qualidade do ensino nas escolas públicas paranaenses. O objetivo geral possui uma dimensão ampla, com a característica de ser único e a ser atingido a médio ou longo prazo. Os objetivos específicos assumem uma dimensão mais restrita, assumindo uma temporalidade mais imediata (curto prazo) e delimitam as ações complementares para o alcance do objetivo geral. G) FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA / REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Definida a temática, o Professor PDE deve proceder a revisão bibliográfica relacionada à temática em questão, a fim de aprofundar e fundamentar o seu estudo. Para tanto, deve procurar literatura relevante e atualizada com vistas a buscar compreender o estado da arte sobre o tema e, também, o que já foi produzido na área a ser investigada. Atentar aqui para as citações utilizadas no decorrer da fundamentação teórica, as quais devem ser apresentadas de acordo com a normalização oficial, tomando o cuidado com a questão dos direitos autorais. H) ESTRATÉGIAS DE AÇÃO Este item deve materializar os desdobramentos do trabalho de aprofundamento teórico-prático do Professor PDE, no que diz respeito as ações a serem implementadas na escola. Desta forma, o Professor PDE especificará a abrangência dessas ações, os sujeitos envolvidos, o local e demais informações pertinentes ao desenvolvimento das ações de execução do Projeto na escola. Dentre as ações previstas deve constar a de produção didático-pedagógica, caracterizada como atividade de idealização do material didático, a ser elaborado no 2º período, excetuando o Professor PDE Titulado, sob a orientação do Professor Orientador da IES. Poderá ser uma produção direcionada aos alunos, aos professores das disciplinas

4 curriculares ou para a Equipe Pedagógica e/ou Direção da escola, devendo, necessariamente, estar de acordo com o objeto de estudo da área/disciplina de ingresso do Professor PDE no Programa. Essas produções didático-pedagógicas, no âmbito do PDE, passam a ser consideradas como material didático a ser utilizado pelo Professor PDE em situações específicas, próprias do processo ensino-aprendizagem as quais devem, pela sua natureza, ser planejadas, acompanhadas e avaliadas, durante o processo de implementação do Projeto na escola, considerando prioritariamente os sujeitos da escola a que o material deve atingir. Com base nessa compreensão o material produzido deverá ser aplicado e validado pelos Professores PDE, auxiliando assim a implementação do Projeto na realidade objetiva em que atuam. Ressaltamos que para a elaboração do material pedagógico em questão, é essencial que o professor tenha fundamentação sobre a sua área de ensino e objeto de estudo, para que ao aprofundar a teoria consiga realizar os devidos recortes no conteúdo com o aporte metodológico que o mesmo requer, tendo em vista os objetivos aos quais se destina a sua produção: a escola pública paranaense. Assim, o PDE estimula a elaboração de produções didático-pedagógicas que mantenham relação com o objeto de estudo do professor PDE, como por exemplo: cadernos pedagógicos, cadernos temáticos, unidades didáticas, roteiros/documentário para TV, material multimídia/software, atlas, artigos, dentre outros materiais, sempre direcionados para utilização plena no espaço escolar. Para maior clareza em relação aos conceitos adotados pelo PDE destaca-se que as principais categorias das produções pedagógicas podem ser: Caderno Pedagógico: material composto por várias unidades, com abordagem centrada em tema(s) de área/disciplina específica, contendo texto de fundamentação com as respectivas sugestões de atividades a serem desenvolvidas. Caderno Temático: material com abordagem centrada em um tema específico, contendo textos que objetivam o aprofundamento teórico/metodológico do mesmo. Unidade didática: material composto por abordagem de uma única unidade de um mesmo tema, contendo texto de fundamentação com as respectivas atividades a serem desenvolvidas. Roteiro para TV Pendrive: material contendo descrição da abordagem de tema/conteúdo curricular, servindo de guia a ser seguido para materializar as falas e os fatos criados, além dos demais componentes próprios da linguagem televisiva.

5 Material Multimídia: material destinado a apresentação de conteúdos curriculares os quais podem ser disponibilizados no formato de vídeos, apresentação em flash, utilizando CD-ROOM, DVD, pendrive e outros. Produção de material que utiliza programas de código aberto como: Oficce/Linux, servindo como recurso didático, tanto na preparação de aulas como no auxilio aos alunos em suas atividades escolares. Atlas: material gráfico com apresentação de imagens cartográficas e ciências biológicas entre outras, objetivando seu uso didático em áreas disciplinares. Artigo Científico: material escrito que sintetiza um determinado tema e a ser estruturado seguindo normas próprias de elaboração, devendo conter: elementos pré-textuais, elementos textuais (introdução, desenvolvimento e conclusão) e referências, conforme ANEXO. No planejamento do material a ser elaborado o professor PDE, deverá considerar a área/disciplina, o nível, o público a que se destina, bem como as condições físicoestruturais. No caso de materiais voltados para o uso de recursos tecnológicos deve-se, já no seu planejamento, observar as reais possibilidades de aplicação na escola onde o material será utilizado. Por sua vez, a implementação do Projeto será realizada quando do retorno do Professor PDE para a sua escola de atuação, constituindo mais uma importante ação do Projeto, a qual ocorrerá no terceiro e quarto períodos do Programa, sendo objeto de acompanhamento pela escola, pelo NRE e pela Coordenação Estadual do Programa. Esta atividade, considerada essencial para o Programa, compreende a execução na escola de ações planejadas e desenvolvidas ao longo do processo de orientação, da participação nos cursos e demais eventos, além das produções, desenvolvidas durante o 1º e 2º períodos do Programa. Visa, divulgar, socializar e, sobretudo, aplicar e avaliar o impacto do Projeto desenvolvido pelo Professor PDE em sua escola de origem, na perspectiva de enfrentamento dos problemas da escola pública paranaense. Portanto, é relevante que a implementação inicie com atividades de integração dos sujeitos da escola às reflexões e estudos já realizadas pelo professor PDE, durante o 1º e 2º períodos do Programa. Essa implementação ocorrerá no 3º e 4º períodos do Programa, devendo paralelamente ser elaborado o Artigo Final, onde o professor PDE irá sistematizar a(s) sua(s) experiência(s) na implementação do Projeto, evidenciando suas positividades, defendendo e fundamentando suas idéias, aprofundando temáticas específicas e sugerindo outras alternativas possíveis visando o seu aperfeiçoamento. Para que a implementação alcance resultados positivos será necessária uma

6 estreita integração entre o Professor PDE, a Direção, a Equipe Pedagógica e Técnico- Administrativa, Professores e Alunos, a fim de que as ações pensadas e planejadas cumpram o seu objetivo. Esta integração deve ser fundamentada no diálogo, no compromisso coletivo e na co-responsabilidade, para que a atuação do Professor PDE, possa contagiar seus pares e, desta forma, possa consolidar-se pela competência demonstrada pelos professores que dele participam. I) CRONOGRAMA DAS AÇÕES No cronograma deve estar definido o tempo necessário para execução das ações do Projeto, considerando todos os períodos do Programa e a duração diferenciada de 1(um) ano para o desenvolvimento das atividades do Professor Titulado PDE. Deve-se estimar de modo viável o início e término de cada atividade, considerando-se os períodos/tempo para o desenvolvimento de todas as etapas do Projeto. J) REFERÊNCIAS As referências devem atender as normas para elaboração de trabalhos científicos, que permitirá a consulta as fontes de informação e autores estudados na elaboração da fundamentação teórica utilizada na elaboração do Projeto. Curitiba, 27 de maio de 2008 EQUIPE PEDAGÓGICA PDE

7 ANEXO NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS - PDE 1 1. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 1.1 Cabeçalho O cabeçalho é composto de: a) título do artigo, o qual deve ser centralizado e em negrito; b) nome do(s)autore(s), com alinhamento à direita; c) breve currículo do(s) autor(es), a critério do editor, que pode aparecer no cabeçalho ou em nota de rodapé. 1.2 Agradecimentos (opcional) Optando por fazê-lo, deverá constar em nota de rodapé na primeira página do artigo ou no final deste. Esses agradecimentos devem ser menções que o autor faz a pessoas ou instituições das quais recebeu apoio para o desenvolvimento do trabalho. 1.3 Resumo Não deve ser confundido com o sumário. É a apresentação concisa do texto, destacando seus aspectos de maior relevância. Sugere-se um resumo indicativo conforme definido pela NBR 6028:2003 da ABNT : indica apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos, quantitativos, etc. De modo geral, não dispensa a consulta ao original Regras gerais de apresentação do resumo a) O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento. b) Deve preceder ao texto e deve conter um resumo em Língua Portuguesa e outro em uma Língua Estrangeira. c) O resumo deve ser composto de uma seqüência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso de parágrafo único, em entrelinhamento menor, sem recuo de parágrafo. d) A primeira frase deve ser significativa, ficando explícito o tema principal do documento. A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação etc.) situando-o no tempo e no espaço. 1 Orientações sobre a normalização de Trabalhos Científicos, consultar: CEDITEC : Rua Salvador Ferrante, 1651, Boqueirão, CEP Curitiba, Paraná. Fone: FAX: Internet:

8 e) Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. f) Evitar o uso de citações bibliográficas. g) Quanto a sua extensão os artigos científicos devem ter de 100 a 250 palavras. 1.4 Palavras-chave Palavra representativa do conteúdo do documento. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. 2. ELEMENTOS TEXTUAIS Os elementos textuais compõem o texto do artigo e dividem-se em introdução, desenvolvimento e conclusão. O texto deverá ser escrito em ARIAL, tamanho 12, espaço 1,5. O número de laudas fica a critério de cada editor. Sugere-se para os artigos produzidos pelos professores do PDE um mínimo de 20 e um máximo de 30 laudas. 2.1 Introdução A introdução expõe o tema do artigo e faz a relação do mesmo com a literatura consultada. Tem a premissa de apresentar os objetivos e a finalidade do trabalho. 2.2 Desenvolvimento ou corpo do texto Aqui se concentra a parte principal e mais extensa do artigo pois é o espaço dedicado a exposição das idéias principais em que devem ser apresentadas as fundamentações lógicas do trabalho. 2.3 Conclusão Destaca os resultados obtidos na pesquisa e deve ser breve. Caso necessário, pode-se incluir recomendações ou sugestões para outras pesquisas na área. 3. OBSERVAÇÕES 3.1 Evitar ao máximo notas de rodapé. 3.2 As referências citadas no interior do texto deverão ser feitas conforme as normas da ABNT que também estão disponíveis na página do Centro de Editoração, Documentação e Informação Técnica CEDITEC, que pode ser acessada pela home do Portal Dia-a-dia- Educação. 3.3 Os autores são responsáveis pela exatidão das referências bibliográficas pelas idéias expressas em seus textos. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Informação e documentação - Resumo Apresentação. Rio de janeiro, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Periódicos e artigos de periódicos. Curitiba:

9 Editora da UFPR, 2000.

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