RELATÓRIO SITUAÇÃO DA BR 163/364

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Transcrição:

RELATÓRIO SITUAÇÃO DA BR 163/364 Fevereiro/2014 1

1. Introdução O Movimento Pró-Logística, que reúne as entidades Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (APROSOJA), Associação dos Produtores de Algodão (AMPA), Associação dos Criadores do Estado de Mato Grosso (ACRIMAT), Organização das Cooperativas Brasileiras Mato Grosso (OCB/MT), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (FAMATO), Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), Federação do Comércio do Estado de Mato Grosso (FECOMÉRCIO), Instituto Ação Verde, CREA - Seção Mato Grosso e a Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM),tem como missão articular junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário a implantação e manutenção de obras rodoviárias, ferroviárias,hidroviárias e portos de interesse do estado que possibilitem redução de custos para o setor produtivo e a comunidade em geral. O Estradeiro Aprosoja é iniciativa da associação em parceria com o Movimento Prólogística de Mato Grosso. Este programa consiste em percorrer em caravana as principais rotas de escoamento do Estado e de outras unidades federativas de interesse, avaliando a situação das obras a serem realizadas, as já existentes e as que se encontram em construção, visando assim acompanhar in loco a situaçãode infraestrutura que impactam a logística de Mato Grosso. 2

2. Mapa do Trecho Percorrido Figura 1 Mapa dos lotes. 3. Avaliação TRECHO 1 Sinop Sorriso (83 km) Figura 02 Boas condições de tráfego. Figura 04 Presença de trincamentos. Figura 03 Presença de trincamentos. Figura 05 Presença de trincamentos. 3

Sorriso Lucas do Rio Verde (64 km) Figura 06 Trecho recapeado. Figura 09 Presença de trincamentos. Figura 07 Presença de trincamentos. Figura 10 Trecho em boas condições. Figura 08 Presença de trincamentos. Figura 11 Pouca sinalização. Figura 12 Presença de sucessivos trincamentos. 4

Figura 15 Reciclagem do pavimento. Figura 13 Trecho em obras. Figura 16 Trecho em obras. Figura 14 Trecho em obras. Figura 17 Trecho em obras. Lucas do Rio Verde Nova Mutum (92 km) 5

Figura 18 Presença de couro de jacaré. Figura 21 Trecho com remendos. Figura 19 Pequena panela e couro de jacaré. Figura 22 Trecho com remendos. Figura 20 Trecho sem acostamento. Figura 23 Trecho mal sinalizado. 6

Nova Mutum Posto Gil (92 km) Figura 24 Trecho sem acostamento. Figura 27 Presença de couro de jacaré. Figura 25 Degrau elevado. Figura 28 Presença de couro de jacaré. Figura 26 Formação de pequenas panelas. Figura 29 Presença de couro de jacaré. 7

Figura 30 Deformação plástica. Figura 33 Presença de couro de jacaré. Figura 31 Presença de couro de jacaré. Figura 34 Presença de couro de jacaré. Figura 32 Deformação plástica. Figura 35 Presença de couro de jacaré. 8

Figura 36 Presença de couro de jacaré. Figura 39 Trecho com remendos. Figura 37 Congestionamento de caminhões. Figura 40 Deformação plástica. Figura 38 Deformação plástica. Figura 41 Posto Gil. 9

Posto Gil Rosário D Oeste (44 km) Figura 42 Trecho em boas condições. Figura 45 Trecho em concreto (Serra). Figura 43 Serra Caixa Furada. Figura 46 Entrada da cidade de Rosário. Figura 44 Trecho em concreto. Figura 47 Saída para Jangada. 10

Rosário D Oeste Jangada (52 km) Figura 48 Saída de Rosário. Figura 50 Trecho em boas condições. Figura 49 Trecho em boas condições. Figura 51 Trincamentos contínuos. Obs: A equipe técnica não conseguiu seguir viagem por este trecho, pois a rodovia estava interditada. Foram percorridos apenas 30 km entre Rosário D Oeste e Jangada. 11

TRECHO 2 Imigrantes (28 km) Figura 52 Trevo do Lagarto. Figura 55 Deformação plástica. Figura 53 Trevo do Lagarto. Figura 56 Fluxo de caminhões. Figura 54 Grandes deformações plásticas. Figura 57 Viaduto da saída para Rondonópolis. 12

TRECHO 3 Cuiabá Serra de São Vicente (42 km) Figura 58 Presença de couro de jacaré. Figura 61 Trecho em boas condições. Figura 59 Posto da Polícia Federal. Figura 62 Fluxo de caminhões. Figura 60 Presença de pequenas panelas. Figura 63 Trecho recapeado. 13

Serra de São Vicente(10 km) Figura 64 Trecho em concreto (Serra). Figura 67 Trecho em concreto. Figura 65 Trecho em boas condições. Figura 68 Trecho em concreto. Figura 66 Redutor de velocidade. Figura 69 Entrada/Saída da Serra. 14

Serra de São Vicente - Jaciara (77 km) Figura 70 Acidente rodoviário. Figura 73 Trecho em boas condições. Figura 71 Presença de couro de jacaré. Figura 74 Limpeza da faixa de domínio. Figura 72 Trecho em boas condições. Figura 75 Trecho em boas condições. 15

Jaciara - Rondonópolis (68 km) Figura 76 Entrada/Saída de Jaciara. Figura 79 Travessia urbana. Figura 77 Alto fluxo de caminhões. Figura 80 Limpeza na faixa de domínio. Figura 78 Congestionamento de veículos. Figura 81 Levantamento de aterro. 16

Figura 82 Levantamento de aterro. Figura 85 Trecho em terraplanagem da duplicação. Figura 83 Trecho em terraplanagem. Figura 86 Levantamento de aterro. Figura 84 Trecho em terraplanagem. Figura 87 Posto Fiscal de Rondonópolis. 17

4. Resumo A equipe técnica do Estradeiro BR-163/364, contou com a parceria dos engenheiros Gustavo Frederico Boerger e Lúcio Pinheiro, ambos técnicos do DNIT e responsáveis pelo trecho Sinop Cuiabá. Dentre os 488 quilômetros percorridos na rodovia federal, existem inúmeros pontos com rachaduras, trincamentos e couro de jacaré, que necessitam de reparos diários para evitar o surgimento de buracos, principalmente no trecho entre Nova Mutum e Posto Gil. Segundo o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte), o trecho de Sinop ao Posto Gil está contemplado no programa CREMA I, que prevê conservação, recuperação e manutenção da rodovia, já o trecho do Posto Gil ao Trevo do Lagarto (Cuiabá) está contemplado no programa de Conserva. O DNIT será responsável pela manutenção do trecho Sinop-Posto Gil (395 km) até o dia 20 de março, após essa data a concessionária Odebrecht é quem assumirá toda responsabilidade do referido trecho. O DNIT permanecerá responsável pela manutenção entre Posto Gil e Rondonópolis e, também, pelas obras de duplicação do trecho. Todos os lotes sob a gestão do DNIT já se encontram licitados, com exceção do lote entre Cuiabá e Rosário que está em aberto, pois o edital de licitação está em revisão. Durante a quinta-feira (13.02), a equipe percorreu o trecho entre Cuiabá e Rondonópolis verificando os pontos críticos e as obras de duplicação de responsabilidade do DNIT. O Engenheiro Técnico Marcelo Costa Sortica Souza, responsável pelo trecho acompanhou a equipe do Estradeiro e detalhou a situação de cada um dos lotes percorridos. Entre Cuiabá e Rondonópolis temos 210 km que já se encontram licitados para as obras de duplicação. O consórcio responsável pelo trecho Cuiabá-Serra de São Vicente tem como empresa líder a AGRIMAT, que ainda está em processo de mobilização. O lote da Serra de São Vicente até Jaciara tem como responsável o consórcio liderado pela empresa Sanches Tripoloni que já está se instalando no trecho e fazendo os primeiros procedimentos para o início das obras. O lote de Jaciara a Rondonópolis é do consórcio liderado pela empresa Mendes Júnior que já se encontra em obra desde julho de 2013. A previsão de entrega da duplicação dos três lotes citados é de 41 meses após a assinatura do contrato e somente após a conclusão da obra é que o DNIT fará a entrega dos 18

lotes para a ANTT, que concederá o trecho para gestão da Odebrecht, conforme o contrato. A BR 163 é oprincipal canal de escoamento da safra de grãos e concede passagem para cerca de 85% da produção do estado de Mato Grosso. A Odebrecht arrematou o lote mato-grossense ao apresentar o menor valor de pedágio (R$ 2,638) para cada 100 quilômetros. O valor representou menos que a metade do teto estipulado pelo governo que era de R$ 5,50. A concessionária vencedora será responsável por duplicar 453,6 km dos 850,9 km. O trecho que ficará sob concessão tem 850,9 quilômetros e vai da divisa entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso até a cidade de Sinop (MT). O segmento atravessa 19 municípios, alguns deles que formam o coração produtivo do estado, como Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. A rodovia federal é o principal canal de escoamento da safra agrícola, mas também a mais perigosa e a campeã em número de acidentes, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Do total de 850,9 km do trecho, quase 720 km (718,8 km) são em pista simples; 18,2 km de pista dupla sem canteiro central; 95,7 km com pista dupla e com canteiro; e 44,8 km de vias marginais pavimentadas. O prazo de concessão é de 30 anos. Nesse período, a concessionária terá que fazer obras de duplicação e manutenção da rodovia, além de implantar melhorias. A previsão é que sejam investidos na duplicação e conservação da rodovia, entre outras melhorias previstas em contrato, cerca de R$ 3,6 bilhões ao longo da concessão. Está prevista, até o quinto ano de concessão, segundo definido no Programa de Exploração da Rodovia (PER), a implantação de vias marginais em travessias urbanas, interseções, passarelas e melhorias em acesso. Para a cidade de Rondonópolis está prevista a implantação de um contorno de 10,9 km. Pelas regras fixadas no edital, a cobrança de pedágio só pode ter início quando 10% das obras de duplicação previstas estiverem concluídas (45 km). Os 850 km de concessão terão nove praças de pedágios com tarifa mínima de R$ 2,00(Nova Mutum) e máxima de R$ 3,60 (Sorriso). 19

Quésia Nascimento Gerente da Comissão de Logística quesia@aprosoja.com.br +55 65 3644-4215 www.aprosoja.com.br Edeon Vaz Ferreira Diretor Executivo edeon@movimentoprologistica.com.br (61) 8111-9889 20 www.aprosoja.com.br