MANUAL DE CONTROLO INTERNO



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Transcrição:

MANUAL DE CONTROLO INTERNO ARSN, IP

Página 1 de 12 Ed. Rev. Data Autor 00 00 s/ data Implementação do Modelo de Controlo Interno nas ACSS ARS. 01 00 jan./2013 Adequação dos procedimentos à ARSN,IP. UACI da ARSN,IP 01 01 fev./2015 - Em todo o documento adequação de conceitos e termos utilizados. UACI da ARSN, IP Aprovação Pelo CD da ARSN, IP em 18/jan./2013 - Ata n.º 2 Pelo CD da ARSN, IP em 26/fev./2015 - Ata n.º 3

Página 2 de 12 Índice 1. Imobilizado 1.1. Missão e objetivos 1.2. Estrutura organizativa 1.3. s e procedimentos 1.3.1. Criação/alteração de dados mestre de bens e 1.3.2. Plano anual de investimento 1.3.3. Abate de bens de 1.3.4. Contagens físicas e inventariação 1.3.5. Gestão de frota automóvel 1.3.6. Monitorização de ilizado em curso 1.3.7. Transferência de bens de 3 3 3 4 4 5 7 9 11 11 12

Página 3 de 12 1. Imobilizado 1.1. Missão e objetivos Missão Efetuar o registo e controlo contabilístico dos ativos fixos e em curso, disponibilizando informação sobre transações de e estado de amortização, para efeitos de reporting fiscal, financeiro e de gestão. Objetivos Cumprir normas e obrigações de reporte fiscal; Automatizar os movimentos contabilísticos de ; Maior controlo sobre as atividades de negócio: controlar status de ordens de investimento e aquisições diretas para capitalização; Permitir o conhecimento atualizado da situação do, por parte dos responsáveis pela contabilidade e controlo de gestão; Garantir o cumprimento do calendário de fecho contabilístico e o correto reporte fiscal; Aumentar a eficiência e a uniformização de processos. 1.2. Estrutura organizativa Gestão Financeira Ilustrativo Não exaustivo Logística Ilustrativo Não exaustivo Contabilidade Aprovisionamento Gestão de Armazéns Contabilidade Geral Imobilizado Negociação e desenho contratual Compras

Página 4 de 12 1.3. s e procedimentos 1.3.1. Criação/alteração de dados mestre de bens e 1 Após receção de bens de em armazém, a armazém avalia a necessidade de abertura de novo código de bens de, procedendo à verificação da sua existência no ficheiro mestre de bens de. 2 - Criação de dados mestre: A Gestão de Armazém elabora um formulário relativo aos dados do bem necessários para introdução no módulo de compras, que deverá ser aprovado pelo responsável de compras. - Alteração de dados mestre: A Gestão de Armazém elabora um formulário relativo aos dados do bem que sofreram alterações para introdução no módulo de compras, que deverá ser aprovado pelo responsável de compras. 3 O responsável de Compras avalia e aprova os pedidos de criação/alteração de dados de. 4 - Criação de dados mestre: As Compras procedem à abertura do novo código de, introduzindo a informação administrativa relevante. A numeração/codificação do bem é atribuída automaticamente pelo sistema. O sistema não permite a criação de dados já existentes no ficheiro mestre. No formulário de abertura de código de material é inscrito manualmente o código criado, sendo o formulário arquivado por data de abertura. Um colaborador independente (de outro setor do Aprovisionamento e/ou da Gestão Financeira) procede, trimestralmente, à extração do histórico de registos de criação de códigos de, confrontando a informação introduzida no sistema com os formulários de abertura de código de e com os respetivos contratos de fornecimento. Anualmente, um colaborador independente procede à extração do ficheiro mestre de códigos de, procedendo a análises qualitativas sobre estes códigos: apuramento da existência de registos duplicados, percentagens de utilização de códigos, criações/alterações por utilizador, etc. - Alteração de dados mestre: As Compras procedem à alteração dos dados mestre do, introduzindo a informação administrativa que sofreu alterações. O formulário é arquivado por data de alteração. Um colaborador independente (de outro setor do Aprovisionamento e/ou da Gestão Financeira) procede, trimestralmente, à extração do histórico de registos de alteração de dados mestre de, confrontando a informação N/A Pedido de criação de dados de (PCI) Pedido de alteração de dados de (PAI) Pedido de criação de dados de (PCI) Pedido de alteração de dados de (PAI) Pedido de criação de dados de (PCI) Pedido de alteração de dados de (PAI)

Página 5 de 12 introduzida no sistema com os formulários de alteração de dados de e com os respetivos contratos de fornecimento. 5 Um colaborador independente (de outro sector do Aprovisionamento e/ou da Gestão Financeira) procede à revisão da criação/alteração de dados mestre de efetuada, ativando o código. Pedido de criação de dados de (PCI) Pedido de alteração de dados de (PAI) gestão de 1.3.2. Plano anual de investimento Plano anual de investimento (ARS) 1 Anualmente, antes do final do último trimestre, as compras da ARSN, IP solicitam a cada área funcional da ARSN, IP, que enviem um plano de investimento estimado para o ano seguinte. Recebidos os planos indicativos, as compras da ARSN, IP procedem à análise crítica das estimativas apontadas, confrontando-as com o histórico de investimentos e com a previsão de atividade por departamento. São, assim, ajustados os planos individuais, sendo elaborado um plano anual de investimento das áreas funcionais da ARSN, IP, que é introduzido no módulo de. 2 Anualmente, antes do final do último trimestre, as compras da ARSN, IP solicitam a cada ACES/outras unidades, que indiquem as necessidades de investimentos estimadas para o ano seguinte. São igualmente solicitadas aos ACES/outras unidades as previsões de produção e atividade, que devem ser entregues juntamente com o plano de investimento indicativos. 3 Recebidos os planos indicativos, as compras da ARSN, IP procedem à análise crítica das estimativas apontadas, confrontando-as as com o histórico de investimentos e com a previsão de atividade por ACES/outras unidades. São, assim, ajustados e redefinidos os planos individuais. 4 O Plano Anual de Investimento Agregado da ARSN, IP é elaborado pelo responsável de Aprovisionamento/Logística e submetido para o Conselho Diretivo pelo módulo de. As compras enviam também para o Conselho Diretivo um mapa resumo dos ajustamentos efetuados e das respetivas justificações. 5 O Conselho Diretivo recebe a proposta de Plano Anual de Plano de necessidades de investimento das áreas funcionais da ARSN, IP Planos anuais de investimento consolidado dos ACES Previsões de produção e atividade dos ACES Planos anuais de investimento consolidado dos ACES Plano Anual de Investimento Agregado da ARSN, IP Mapa resumo dos ajustamentos Plano Anual de

Página 6 de 12 Investimento Agregado das compras da ARSN, IP e o mapa resumo dos ajustamentos realizados, procedendo à análise crítica. Em caso de dúvida, contata as compras de forma a obter esclarecimentos adicionais, deixando evidência física do pedido. Se não existirem reservas, é concedida aprovação ao Plano Anual de Investimento Agregado. O Plano é, então, impresso e assinado formalmente pelo Conselho Diretivo, sendo enviado para a contabilidade orçamental da ARSN, IP para elaboração do orçamento. Se não for aprovado, é emitido um parecer justificativo da decisão e efetuado um pedido de elaboração de novo Plano Anual de Investimento. 6 A contabilidade orçamental recebe o Plano Anual de Investimento Agregado aprovado pelo Conselho Diretivo e incorpora as estimativas de consumo nos cálculos de preparação do Orçamento Global da ARSN, IP ( detalhada no subprocesso Orçamento anual_ars). 7 O responsável de Aprovisionamento/Logística é notificado do recebimento do orçamento atribuído no módulo financeiro. É feita uma verificação do Orçamento de Investimento da ARSN, IP, contatando tando a contabilidade orçamental, em caso de dúvidas, para esclarecimentos adicionais, deixando evidência física do pedido. De seguida, procede-se à alocação dos orçamentos de investimento individuais atribuídos a cada ACES/outras unidades. Investimento Agregado da ARSN, IP Mapa resumo dos ajustamentos Parecer do Conselho Diretivo da ARSN, IP Plano Anual de Investimento Agregado da ARSN, IP Orçamento de funcionamento da ARSN, IP Orçamento de investimento da ARSN, IP Orçamentos individuais atribuídos a cada ACES/outras unidades Módulo financeiro (MFI) Módulo financeiro (MFI) Módulo financeiro (MFI) Plano anual de investimento (ACES) 1 Anualmente, antes do final do último trimestre, as compras do ACES solicitam a cada área funcional do ACES, que enviem um plano de investimento estimado para o ano seguinte. Recebidos os planos indicativos, as compras procedem à análise crítica das estimativas apontadas, confrontando-as com o histórico de investimentos e com a previsão de atividade por departamento. São, assim, ajustados os planos individuais, sendo elaborado um plano de investimento das áreas funcionais do ACES, que é introduzido no módulo de. 2 Anualmente, antes do final do último trimestre, as compras do ACES solicitam a cada Unidade de Saúde (US), que indiquem as necessidades de investimento estimadas para o ano seguinte. São igualmente solicitadas às US as previsões de produção e atividade, que devem ser entregues juntamente com as necessidades de investimento. Planos de necessidades de investimento das áreas funcionais do ACES Planos anuais de investimento das US Previsões de produção e atividade das US

Página 7 de 12 3 Recebidos os planos indicativos, as compras do ACES procedem a análise crítica das estimativas apontadas, confrontando-as com o histórico de investimentos e com a previsão de atividade por US. São, assim, ajustados e redefinidos os planos individuais. 4 O Plano Anual de Investimento Consolidado do ACES é elaborado pelas compras e submetido para o Diretor Executivo do ACES pelo módulo de. As compras enviam também para o Diretor Executivo um mapa resumo dos ajustamentos efetuados e das respetivas justificações. 5 O Diretor Executivo do ACES recebe a proposta de Plano Anual de Investimento Consolidado das compras e o mapa resumo dos ajustamentos realizados, procedendo à análise crítica. Em caso de dúvida, contacta as compras de forma a obter esclarecimentos adicionais, deixando evidência física do pedido. Se não existirem reservas, é concedida aprovação ao Plano Anual de Investimento Consolidado do ACES. O Plano é, então, impresso e assinado formalmente pelo Diretor Executivo, sendo enviado para as compras do ACES. Se não for aprovado, é emitido um parecer justificativo da decisão e efetuado um pedido de elaboração de novo/alteração do Plano Anual de Imobilizado. 6 Dentro dos prazos estipulados pela ARSN, IP, as compras do ACES enviam para as compras da ARSN, IP o Plano Anual de Investimento Consolidado. Fica a aguardar por notificação de envio de orçamento atribuído ao ACES ( detalhada no processo Plano Anual de Investimentos_ARS). 7 As compras do ACES são notificadas do recebimento do orçamento individual de investimento atribuído no módulo de. É feita uma verificação do Orçamento de Investimento do ACES, contactando, em caso de dúvidas, a ARSN, IP para esclarecimentos adicionais, deixando evidência física do pedido. De seguida, procede-se à alocação dos orçamentos de investimento individuais atribuídos a cada US pelo módulo de. Planos anuais de investimento das US Plano Anual de Investimento Consolidado dos ACES Mapa resumo dos ajustamentos Plano Anual de Investimento Consolidado dos ACES Mapa resumo dos ajustamentos Parecer do Diretor Executivo do ACES Plano Anual de Investimento Consolidado dos ACES Orçamento de Investimento dos ACES 1.3.3. Abate de bens de 1 A recebe as comunicações de necessidade de abate/proposta de alienação provenientes de todas as unidades funcionais e unidades de saúde, identificando situações de furto/extravio/etc. e/ou obsolescência de bens. 2 A procede a uma análise crítica da necessidade de abate/proposta de alienação identificada, elaborando uma proposta de abate/alienação que deverá ser Comunicação de necessidade de abate/alienação (CNA) Proposta de abate/alienação (PA)

Página 8 de 12 enviada para o Conselho Diretivo para aprovação ou para o Diretor Executivo, se aplicável, com parecer prévio da ARSN,I.P.. 3 No caso de necessidade de abate por furto/extravio/etc., a comunicação de necessidade deverá fazer-se acompanhar por um auto de ocorrência devidamente aprovado pelo responsável da unidade funcional/unidade de saúde, detalhando as características do bem e a ocorrência. 4 Os motivos do abate podem prender-se com a obsolescência e/ou danificação irrecuperável dos bens de. Nesta situação, os bens podem ser destruídos ou alienados a título oneroso, cabendo à a análise crítica destas possibilidades. 5 Os motivos do abate podem prender-se com a obsolescência e/ou danificação irrecuperável dos bens de. Nesta situação, os bens podem ser destruídos ou alienados a título oneroso, cabendo à a análise crítica destas possibilidades. 6 Uma vez aprovada a proposta de abate por via de destruição, a inicia a preparação das condições logísticas relativas à destruição física do bem. É elaborado um auto de abate, onde consta informação detalhada do bem a abater e a forma de destruição do mesmo, conforme a legislação em vigor, que é assinado pelo Conselho Diretivo ou pelo Diretor Executivo, se aplicável. A envia o auto de abate à Direção Geral das Finanças, bem como informação relativa à data, hora e local do abate do bem. Uma cópia do auto de abate deverá ser arquivada. 7 Uma vez aprovada a proposta de alienação, a inicia a preparação das condições logísticas relativas à venda do bem. Para tal, emite uma comunicação de venda, que deverá ser aprovada pelo gestor de. 8 A é responsável por recolher todas as propostas de compra. Uma vez recebidas todas as propostas, a seleciona a proposta mais vantajosa, de acordo com as condições constantes na autorização do Conselho Diretivo ou do Diretor Executivo, se aplicável. 9 Todos os abates dão origem a um auto de abate, onde consta informação detalhada do bem a abater, que é assinado pelo Conselho Diretivo ou Diretor Executivo, se aplicável, e arquivado. As alienações de bens de dão origem a contratos de alienação, que são devidamente assinados pelo Conselho Diretivo ou pelo Diretor Executivo, se aplicável, e arquivados. No final do abate/alienação, são registados os respetivos movimentos no módulo de. Esta informação é automaticamente registada no módulo financeiro ou comunicada à Gestão Financeira. Comunicação de necessidade de abate/alienação (CNA) Auto de ocorrência aprovado (AO) Comunicação de necessidade de abate/alienação (CNA) Comunicação de necessidade de abate/alienação (CNA) Auto de abate (AA) Comunicação de venda aprovada (CV) Propostas de compra (PC) Auto de abate ate (AA) Contrato de alienação (CA) Módulo financeiro (MFI)

Página 9 de 12 1.3.4. Contagens físicas e inventariação 1 No final do ano, para dar início à inventariação de bens de, o responsável pelo Aprovisionamento/Logística integra, nos leitores óticos de códigos de barras que serão usados nas contagens, uma listagem (não quantificada) de todos os bens que se encontram registados no módulo de - com informação do código, descrição e localização do bem. As equipas de contagens não deverão ter acesso aos registos de quantidades presentes no módulo de. De notar que as contagens físicas deverão ser feitas periodicamente (por exemplo, trimestralmente - por amostragem), e não apenas no final do ano. 2 As equipas de contagens, e a respetiva alocação por zonas dentro/fora dos edifícios, são definidas pelo responsável do Aprovisionamento e pelo responsável da Gestão Financeira, antes do início dos procedimentos. As funções e responsabilidades de cada membro da equipa (que assegurem uma adequada segregação de funções), bem como as regras inerentes às contagens, são formalizadas no Relatório de Contagens (devidamente aprovado pelo gestor de ), sendo comunicadas e fornecidas a todos os elementos designados. Após esclarecimento das normas, são iniciadas as contagens (por exemplo, com recurso aos leitores de códigos de barras, que facultam a localização dos bens e registam automaticamente as quantidades detetadas). 3 No final das contagens, a equipa de contagem introduz os resultados provenientes de todos os leitores de códigos de barras no módulo de. 4 O responsável pelo Aprovisionamento/Logística analisa as diferenças automaticamente detetadas pelo módulo de entre a informação do sistema e os registos de contagens de todos os ACES/US. No caso de se verificarem diferenças, é solicitado às respetivas unidades que procedam a uma recontagem dos bens de, fazendo variar as equipas e métodos de contagem. 5 Se no final dos procedimentos de recontagem subsistirem diferenças entre os registos de contagens e os registos do módulo de, estas diferenças deverão ser justificadas pelas respetivas equipas de contagem, e integradas no mapa de reconciliação agregado de, elaborado pelo gestor de. 6 Se não existirem diferenças entre os registos de contagens e os registos do módulo de, ou se estas se encontrarem já refletidas no mapa de reconciliação de bens de N/A Relatório de contagens aprovado (RC) N/A N/A Mapa de reconciliação de bens de (MRI) Inventário final de (IFI) de leitura ótica (SLO) de leitura ótica (SLO) gestão de de leitura ótica (SLO) de leitura ótica (SLO) de leitura ótica (SLO)

Página 10 de 12, o responsável pelo Aprovisionamento/Logística elabora o inventário final de agregado, que envia para aprovação do Conselho Diretivo. 7 O Conselho Diretivo analisa e delibera sobre o inventário final de da ARSN, IP e respetivo mapa de reconciliação. 8 Após aprovação do inventário final agregado de, o gestor de da ARSN, IP procede à introdução dos resultados finais de inventário no módulo de. Esta informação é registada no módulo financeiro. Inventário final de aprovado (IFI) Inventário final de aprovado (IFI) gestão de de gestão documental (SGD)

Página 11 de 12 1.3.5. Gestão de frota automóvel 1 A Gestão de Imobilizado recebe as faturas respeitantes a despesas com veículos devidamente conferidas e validadas. Extrai, ainda, do módulo de, os mapas de despesas por veículo (combustíveis, portagens, reparações, inspeções, revisões, etc.). A Gestão de Imobilizado confronta as faturas com os mapas de despesa, e analisa as requisições e notas de encomenda existentes para os serviços prestados e a razoabilidade dos quilómetros percorridos. 2 Após verificação da conformidade das faturas e dos mapas de despesa, a Gestão de Imobilizado elabora um relatório detalhado por tipo de despesa que envia para o Gestor de Imobilizado. O Gestor de Imobilizado analisa criticamente o relatório de despesas - desta análise poderá surgir a identificação de necessidade de se proceder ao abate de um veículo, sendo sempre solicitado parecer ao responsável pela área de Transportes (quando exista de forma autónoma). Faturas Relatório de despesas 1.3.6. Monitorização de em curso 1 O Aprovisionamento procede à validação das faturas respeitantes a em curso contra os contratos celebrados e os respetivos autos de medição. 2 Após verificação da conformidade das faturas, estas são dadas como válidas e registadas contabilisticamente nos respetivos projetos em curso no módulo financeiro, pelas Contas a Pagar, seguindo para a Gestão de Pagamentos. 3 A Gestão de Imobilizado recebe os autos de receção das obras, procedendo à sua digitalização e respetiva validação (contra os contratos celebrados e os autos de medição anteriores). 4 Após verificação da conformidade dos autos de receção, a Gestão de Imobilizado procede à transferência do em curso para firme. Faturas Contratos Autos de medição Faturas Autos de receção Autos de receção gestão financeira (MFI) gestão de gestão financeira (MFI) gestão de gestão financeira (MFI) gestão de

Página 12 de 12 5 A Gestão de Imobilizado procede, mensalmente, à análise de custos com obras, identificando desvios face ao Plano de investimentos aprovado, questionando o gestor da obra se necessário (mantendo evidência desta comunicação). Esta análise conduz à elaboração de um relatório, que deverá ser formalmente aprovado pelo Gestor de Imobilizado e responsável pelo Aprovisionamento/Logística e remetido ao Conselho Diretivo. Relatório de análise de custos aprovado Evidência do contacto com o gestor da obra gestão de 1.3.7. Transferência de bens de 1 Quando há necessidade de realizar uma transferência de bens de (entre ARSN, IP, ACES e US), o detentor do bem emite uma guia de transferência onde consta a descrição do bem a ser transferido e a justificação da transferência. Após autorização (Conselho Diretivo, ou em quem delegar), da transferência do bem, a guia é digitalizada e enviada para a Gestão de Imobilizado da ARSN, IP, que deve programar a respetiva transferência e as condições da mesma. 2 Após alteração dos dados mestre do bem transferido, a Gestão de Imobilizado revê e valida as alterações introduzidas, comparandoas com a respetiva guia de transferência. Guia de transferência Guia de transferência